quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Corinthians e Flamengo ensaiam fazer uma semifinal na Copa do Brasil

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Corinthians e Galo fizeram um primeiro tempo animadíssimo, lá e cá, e de muita marcação na Arena Corinthians com 27.457 pagantes.
O Galo teve uma chance claríssima com Guilherme logo de cara, mas Gil salvou na linha fatal.
O Corinthians também teve uma, no meio da etapa inicial, e Guerrero aproveitou de cabeça para fazer 1 a 0.
Daí, como habitual, o Corinthians recuou e deu espaço para o Galo.
No segundo tempo, então, a iniciativa do jogo era toda mineira.
Levir Culpi, aos 19, trocou Carlos por Luan e Danilo entrou no lugar de Renato Augusto ao mesmo tempo no time paulista.
O Galo queria empatar e o Corinthians segurar a vantagem mínima e pequena para o jogo da volta.
Verdade que no Mineirão o Galo não terá Tardelli, na Seleção Brasileira, e o Corinthians terá Guerrero, liberado pela seleção peruana.
Também ao mesmo tempo Malcon saiu para a entrada de Luciano e Leonardo Silva teve que, machucado, dar lugar a Edcarlos, troca grave para os mineiros ao perder seu zagueiro e capitão artilheiro.
A velocidade do primeiro tempo virou um jogo de xadrez no segundo, com o Atlético dando a sensação de que o empate era iminente, embora sem criar lances mais perigosos para Cássio.
Seja como for, o Corinthians mostrava mais uma vez um comportamento à altura de um jogo contra um grande, ao contrário do que tem feito contra os menores, muito mais concentrado.
Brilho mesmo quem mostrava era o jovem zagueiro Jemerson, um achado na base atleticana.
Aos 34, Guilherme fez um lançamento preciso e precioso para Dátolo que, de primeira, mandou na trave. Seria um golaço. E seria justo.
André, aos 36, foi a última aposta de Levir, no momento em que Victor saiu em falso numa bola alçada em sua área, Guerrero subiu mais alto e tocou para Luciano, livre, depois de empurrar um atleticano e fazer o segundo gol.
Não era justo, mas era o gol que dará mais tranquilidade para o jogo de volta aos corintianos.
Romero entrou no lugar de Guerrero aos 46.
Na Arena das Dunas com 27.831 pagantes, o Flamengo, com gol de Gabriel no começo do segundo tempo, ganhou do América, que goleou e eliminou o Fluminense no Rio, por 1 a 0.
Pintou um Corinthians e Flamengo nas semifinais da Copa do Brasil?
Os paulistas podem perder por 1 a 0 e os cariocas podem empatar nos jogos de volta.
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Destaque contra Cazaquistão, Thaísa afirma: “Nem olho quantos pontos fiz”

Nas duas últimas vitórias da seleção brasileira no Mundial da Itália, Thaísa foi decisiva. Contra o Cazaquistão, nesta quarta-feira, foi a maior pontuadora da partida, com 14 pontos marcados. Bem no ataque, bloqueio e saque, a central bicampeã olímpica vem crescendo no decorrer do campeonato. Apesar de feliz com o bom momento, a jogadora garante não se importar com as conquistas pessoais.
- Não estou preocupada em saber se fiz o meu melhor jogo ou não. Nem fico olhando quantos pontos fiz ou deixei de fazer. O que importa é fazer os três pontos na partida – comentou Thaísa, depois da vitória do Brasil por 3 sets a 0.
Vôlei, Brasil x Cazaquistão (Foto: Divulgação / FIVB)Central Thaísa comandou a vitória do Brasil sobre o Cazaquistão (Foto: Divulgação / FIVB)


O Cazaquistão chegou a pressionar o Brasil nos dois primeiros sets. Quando Thaísa cresceu, no entanto, a seleção deslanchou. A central pontuou em três fundamentos: ataque, bloqueio e saque. Soltando a mão nas bolas de primeiro tempo, marcou nove vezes no ataque, e ainda fez três pontos no bloqueio e dois aces. 
- Sempre estive aí para tentar ajudar de alguma forma, no ataque, no bloqueio ou no saque. Acho que estou tentando ajudar da melhor maneira possível. É bom a Dani Lins (levantadora) tentar forçar, porque ela vai ganhando confiança, e eu também vou ganhando confiança. Eu sou uma jogadora que gosta de atacar. Então, quando estou atacando, as outras coisas funcionam.  
Vôlei, Brasil x Cazaquistão (Foto: Divulgação / FIVB)Brasil começa bem segunda fase, com vitória sobre o Cazaquistão (Foto: Divulgação / FIVB)
Quando Dani Lins sentiu que a partida desta quarta-feira se encaixaria bem para as centrais, passou a abusar das bolas pelo meio. A levantadora explicou, porém, que, dependendo do estilo de jogo das adversárias, é melhor priorizar as jogadas pelas pontas.
- Cada jogo é um jogo. Tem jogo que a gente sabe que as ponteiras vão fechar junto com a meio para bloquear. Mas tem jogo que não. Hoje foi um jogo que ninguém ajudava. Então, ficou mais fácil jogar com as meios. É claro que eu vou continuar jogando com elas, mas às vezes nem tanto como hoje - explicou.
Com a vitória, o Brasil chegou a 11 pontos e ocupa a vice-liderança do Grupo F. Os Estados Unidos lideram a chave com 12. A seleção brasileira volta a jogar nesta quinta-feira, às 15h (de Brasília), contra a seleção da Holanda. O SporTV transmite ao vivo, e o GloboEsporte.com acompanha em Tempo Real com vídeos. O assinante do Canal Campeão também pode assistir no SporTV Play

Deu o que tinha de dar na Copa do Brasil

Deu Cruzeiro no Mineirão, mesmo que a duras penas, com gol do zagueiro Léo, de cabeça, só aos 33 minutos do segundo tempo, no enésimo escanteio batido pelo time mineiro que, de tanto insistir, fez o gol que mereceu fazer.
Poupados Mayke, Marcelo Moreno e Ricardo Goulart, Marcelo de Oliveira teve de lançá-los no segundo tempo em busca da esperada vitória.
No Maracanã também o favorito prevaleceu e o Santos passou pelo Botafogo por 3 a 2, com dois gols de Robinho outro de Geuvânio, em falha de Jefferson que, aparentemente, ainda fraturou o dedo mínimo.
O Botafogo saiu atrás, empatou em seguida com um golaço de Gabriel, que havia falhado no primeiro gol santista.
Mas logo o Santos fez 3 a 1 para Zeballos diminuir.
No fim do jogo, Robinho sofreu falta, o assoprador não deu, ele reclamou e acabou expulso.
Allan Santos, embaixo do travessão, perdeu o quarto gol santista.
Quem também saiu, mas ainda no primeiro tempo e por contusão, foi Emerson Sheik.
Você já imaginou um ataque com Sheik, Luís Fabiano e Valdivia?
É tudo que os adversários gostariam, não?

Volley, Mondiale: Italia-Azerbaigian 3-1, decisiva la Piccinini

Italia-Azerbaigian (25-19, 25-21, 21-25, 25-21)
L'Italia batte l'Azerbaigian nella prima gara della seconda fase e fa un altro passo verso Milano, verso quelle finali che questa Nazionale vuole con tutte le sue forze. Rispetto alla sconfitta con la Repubblica Dominicana l'Italia cambia passo e infila la quinta vittoria su 6 gare giocate. Con una prova autoritaria prima e poi di cuore.
Carolina Costagrande in ricezione. GetSport Media
Carolina Costagrande in ricezione. GetSport Media
SEI FORMAZIONI DIVERSE — L’Italia soffre, cade si rialza ma c’è Bonitta comincia con un'altra squadra ancora, la sesta su 6 incontri: e in un colpo recupera le due infortunate Antonella Del Core e Carolina Costagrande (fuori con la Dominicana a Roma per problemi alle caviglie) e mette subito sotto le azere grazie a un servizio che fa male. La Chirichella è molto ispirata a muro (è la migliore delle azzurre in questo fondamentale) e tocca tante palle sotto rete. Polina Rahimova sorregge la squadra da sola (o quasi), ma nonostante i suoi 9 punti l'Italia controlla bene la frazione.
Esultanza azzurra. GetSport Media
Esultanza azzurra. GetSport Media
ANSIA AZZURRA — Secondo set quasi in fotocopia con l'Italia che si smarca dal muro azero e con una buona distrubuzione degli attacchi non rischia quasi nulla nel punteggio, sempre in controllo della frazione. Più combattuto il terzo set: con l'Azerbaigian che aggrappato alle botte di Rahimova e della nuova entrata Matiasovska-Aghayeva mette in ansia l'Italia: Bonitta cambia subito. Fa entrare Centoni, Signorile e Caterina Bosetti, l'Italia rimonta, ma non basta. Le azere adesso sono nel match: Bosetti parte al posto di Costagrande nel quarto set. Dopo ue set è tutto facile o quasi poi entra l'angoscia: lo spettro del tiebreak aleggia pesantemente in campo. Bonitta continua a cambiare per cercare di fermare l'emorraggia di punti.
JOLLY PICCININI — Ci sono sussulti, entra anche Piccinini, che sarà decisiva. Ma l'Azerbaigian è sempre davanti di 2-3 lunghezze, le italiane non mollano, stanno attaccate alla partita con i denti. L'Italia arriva davanti in  vicinanza del traguardo. E un attacco di Arrighetti consegna i tre punti all'Italia. Domani sera ancora a Bari c'è Italia-Belgio, un anno fa all'Europeo una sconfitta con le Tigri Gialle (come sono soprannominate dai loro tifosi) costò molto cara alle azzurre che finirono lontano dalle medaglie.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Copa Sul-Americana

22h00

2 ANA Atlético Nacional X Vitória VIT 2

Copa Sul-Americana

22h00


1 EME Emelec X Goiás GOI 0

Copa do Brasil

22h00

2 COR Corinthians X Atlético-MG CAM 0

Copa do Brasil

22h00

0 ARN América-RN X Flamengo FLA 1

Copa Sul-Americana

19h30

2 BAH Bahia X Universidad Cesar Vallejo UCV 0

Copa do Brasil

19h30


1 CRU Cruzeiro X ABC ABC 0

Copa do Brasil

19h30


2 BOT Botafogo X Santos SAN 3

Liga dos Campeões

15h45


0 AND Anderlecht X Borussia Dortmund BVB 3

Liga dos Campeões

15h45

4 ARS Arsenal X Galatasaray GAL 1

Liga dos Campeões

15h45


3 BAY Bayer Leverkusen X Benfica BEN 1

Liga dos Campeões

15h45


1 LUD Ludogorets Razgrad X Real Madrid RMA 2

Liga dos Campeões

15h45

1 BAS Basel X Liverpool LIV 0

Liga dos Campeões

15h45


1 ATL Atlético de Madri X Juventus JUV 0

Liga dos Campeões

15h45

2 MAL Malmö X Olympiacos OPC 0

Liga dos Campeões

13h00


0 ZEN Zenit X Monaco MON 0

Luís Fabiano

Precisa de tratamento  o gente de cabeça pra ver se controla pra poder joga bola por que prejudicou são Paulo deu sorte ter feito o gol mais na próxima se der a mesma sorte de hoje ai perde a partida.

Sheila fâs Intalianos



Sheilla  é talentosa, sincera e ambiciosa: "Eu estou  cansada de
ganhar a medalha de prata no Mundial. Ele é o meu quarto mundial e eu quero  ganhar o título.Seria uma final fantástico de um ciclo maravilhoso . Especialmente para mim que terei o último mundial da carreira. Em 2018,  vou estar com 35 anos e nesse meio tempo eu gostaria decomeçar minha família e ter um bebê. "

Nas edições anteriores desta jogadora incrível, nascida em Belo Horizonte e com mais de 100aparições, uma das principais jogadoras do Brasil, ganhou duas de prata e uma de bronze. De 2004 a 2008, Sheilla jogou em Pesaro. "É bom que os fãs se lembram de mim. Joguei na Itáliahá muito tempo, quando conquistei o título italiano, a Supercopa e a Copa CEV. Vou sempremanter as memórias no meu coração. Eu era tão jovem!"

A maneira como Sheilla fala sobre sua experiência na Itália sublinha a sua simpatia, um dos dons preciosos e qualidades desta jogadora maravilhosa de voleibol. Desde 1997, Sheilla é um peça-chave na equipe do Brasil, com uma invejável série de sucessos. As levantadoras mudam, mas a oposto ainda é a  Sheilla. "Eu me divirto com Dani Lins como no passado com as outras levantadoas. Quem me conhece, sabe que faço o meu melhor, a fim de adaptar o mais rápido possível o meu jogo para novas condições. "

"No entanto, eu ainda sinto falta o título de campeão mundial com a minha equipe nacional",Sheilla sempre se repete. Agora é nossa chance de conquistar o ouro. Estamos conscientes de que será mais difícil do que no passado. O Campeonato dura mais tempo, envolvendo umcansaço maior, físico e mental."

Sabendo que os torcedores esperam sempre ma vitória da seleção feminina, de tão vitoriosa que é, Sheilla segue repetindo o mantra, de ser campeã mundial. 
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Jaqueline e surpresa do Azerbaijão são destaques da 1ª fase do Mundial

volei jaqueline brasil x turquia (Foto: Divulgação/FIVB)Jaqueline terminou a primeira fase do Mundial como a melhor atacante (Foto: Divulgação/FIVB)
Não é de hoje que Jaqueline vem se destacando como uma das grandes jogadoras do vôlei mundial. Eleita MVP (jogadora mais valiosa) da final olímpica de Londres - que terminou com o segundo ouro consecutivo do Brasil -, a ponteira vem novamente aparecendo como o principal nome da seleção brasileira no Mundial da Itália. Jaque é a melhor atacante da competição ao fim da primeira fase, de acordo com o ranking elaborado pela Federação Internacional de Vôlei (FIVB). A camisa 8 também é a única brasileira a figurar entre as 10 primeiras em mais de um quesito das estatísticas: ataque, recepção e defesa.
Após cinco rodadas, Jaqueline é a atacante com melhor aproveitamento do Mundial. Foram 49 pontos anotados neste fundamento em 94 tentativas - 52,13% de aproveitamento. A segunda colocada é a chinesa Ting Zhu, que anotou mais pontos que a brasileira (69), mas também arriscou mais vezes (141), ficando com 48,94% de aproveitamento.
E não é apenas no ataque que a Jaque vem se destacando. Dona da melhor recepção da Superliga Feminina na última temporada, a ponteira também está fazendo bonito neste fundamento: é a 10ª melhor do Mundial, com eficiência de 51,72% de acordo com os critérios da FIVB. A líder no quesito é a americana Kimberly Hill, que tem 64,81% de eficiência. 
Jaqueline ainda ocupa a 10ª colocação no ranking das defensoras, com média 3,28 por set. Neste quesito, a líbero brasileira Camila Brait ocupa a segunda colocação (5,05 de média). A líder é a tailandesa Wanna Buakaew (5,33 de média).
Jogadora do Azerbaijão lidera em pontos; chinesa de 19 anos também se destaca
Se o bom desempenho de Jaqueline não chega a ser uma surpresa, o que vem chamando a atenção no ranking de estatísticas do Mundial da Itália é o desempenho de Polina Rahimova, do Azerbaijão. A oposta, de 24 anos, lidera com folga o ranking de maior pontuadora do Mundial: 120 pontos anotados, sendo 100 de ataque, 11 de bloqueio e nove de saque. A segunda colocada é a japonesa Saori Kimura, que anotou 92 pontos.
Ucraniana com nacionalidade azerbaijana, Rahimova é o destaque absoluto da modesta seleção caucasiana, que conseguiu uma inesperada classificação para a segunda fase após vitórias sobre Japão, Porto Rico e Cuba. A oposta é responsável por mais de um terço dos pontos do time na competição: 120 de 297.
Polina Rahimova Azerbaijão Mundial de vôlei  (Foto: Divulgação / FIVB)Oposta Polina Rahimova, do Azerbaijão, lidera com folga o ranking de pontuação do Mundial (Foto: Divulgação / FIVB)
Quem também apareceu muito bem nas estatísticas da primeira fase foi a jovem chinesa Ting Zhu. A ponteira de apenas 19 anos está entre as três melhores atletas em três fundamentos: é a terceira maior pontuadora (88), segunda melhor atacante (48.9% de aproveitamento) e lidera nos bloqueios (média de 1,06 por set). Neste fundamento, a brasileira Fabiana aparece na terceira colocação (média de 0,89).
Dani Lins no Top 5 entre as levantadoras
A brasileira Dani Lins é outra que aparece bem no ranking de estatísticas da competição. A jogadora é a quinta colocada entre as levantadoras, com média de 5,05 de aproveitamento. A líder no fundamento é Natalia Valentin, de Porto Rico, com média de 7,29 de aproveitamento.
Veja as cinco melhores atletas de cada fundamento na primeira fase do Mundial da Itália:
Tabela estatísticas primeira fase mundial de volei (Foto: FIVB)




Tabela estatísticas primeira fase mundial de volei 02 (Foto: FIVB)Os critérios usados em cada fundamento são definidos pela Federação Internacional de Vôlei (Fonte: FIVB)