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terça-feira, 5 de agosto de 2014
Só com previdência, Lei rebaixaria 18 dos 20 times da Série A
GAZETA PRESS
Com salários atrasados, jogadores do Botafogo protestam
A Lei de Responsabilidade Fiscal dos clubes, que pode ser votada hoje na Câmara dos Deputados, em Brasília, prevê rebaixamento para os times que não apresentem as Certidões Negativas de Débido (CNDs), que são documentos emitidos pelo governo para atestar que pessoas jurídicas (caso dos clubes) não são devedoras de impostos.
Se a lei já estivesse aprovada, 18 dos 20 times da primeira divisão do Brasileiro estariam rebaixados. E isso contando apenas a situação das equipes com a Previdência Social.
No site da Receita Federal, basta ter o CNPJ de uma instituição para emitir a Certidão Negativa de Débito de "débitos relativos às contribuições previdenciárias". Na manhã desta terça-feira, o ESPN.com.br consultou a situação dos 20 clubes da Série A do Brasileiro.
E nada menos do que 18 clubes não tinha a situação regularizada: o site da receita não explica o motivo nem o valor da dívida. A resposta padrão é que "a emissão automática da certidão não foi possível em razão da existência de pendências nos sistemas".
REPRODUÇÃO
Certidão negativa de débitos do Sport junto ao Ministério da Fazenda
A reportagem conseguiu emitir a CDN de apenas dois clubes, e eles não fazem parte do clube de gigantes do país. Para a Receita Federal, Chapecoense e Sport não "tinham pendências". Os dois clubes podem, no entanto, ter outros débitos relativos a impostos, o que também rebaixaria a dupla para a segunda divisão.
Difícil seria escolher substitutos para os rebaixados. Praticamente todos os times da segunda divisão também não conseguiriam emitir a CND hoje relativo à previdência social.
Fluminense de Cristóvão Borges tem índice de acerto de passes melhor do que Alemanha na Copa
O Fluminense não é o time com maior número de passes do Campeonato Brasileiro, mas é quem tem o melhor índice de acerto. O Flu acerta 91,7% de um total de 4921 passes. Não é o time que mais troca a bola no campeonato -- está atrás de São Paulo e Cruzeiro. Mas é quem menos erra: 8,3% apenas.
A comparação com a Alemanha é incrível. Na Copa, a Fifa atribuía 80% de passes certos para a Alemanha e 20% de erro. A contagem da empresa Footstats, que produz conteúdo para os canais ESPN, é mais confiável e aproxima os alemães do Fluminense. Mas não a faz superar: "Não entendemos a contagem da Fifa, mas achamos a nossa mais confiável", diz José Eduardo Romanini, da Footstats.
Para a empresa, a Alemanha acertava 91,6% dos 4035 passes durante os sete jogos da Copa. Percentualmente, a quantidade de erro do Fluminense é praticamente igual: 91,7% para o Flu x 91,6% para a Alemanha.
Os alemães trocam mais passes em média por jogo: 576 x 378. O Flu não é o time da posse de bola pura, não é o que mais trabalha com bola no pé. Mas erra pouco. É um dos grandes méritos da equipe de Cristóvão Borges, vice-líder do Campeonato Brasileiro.
731 dias ! E contando...
UTERS
Dois anos para a cerimônia de abertura dos jogos olímpicos Rio-2016. No dia 5/8/2016 o mundo todo vai de novo olhar para o Maracanã, como fez no mês passado para a final da Copa. A partir de agora este espaço no ESPN.com.br conta os dias para o maior evento do esporte mundial. Notícia, discussão, opinião, entrevista, um pouco de tudo a caminho do Rio-2016.
Para começar, a quanta$ anda a preparação para os primeiros jogos na América do Sul ?
A declaração recente do prefeito do Rio Eduardo Paes é simbólica: "Não é exatamente uma característica dos brasileiros entregar as coisas no prazo, mas isso será um legado intangível que vamos aprender". Mas por incrível que pareça, depois das broncas e cobranças do COI em abril e maio, a coisa andou.
A declaração recente do prefeito do Rio Eduardo Paes é simbólica: "Não é exatamente uma característica dos brasileiros entregar as coisas no prazo, mas isso será um legado intangível que vamos aprender". Mas por incrível que pareça, depois das broncas e cobranças do COI em abril e maio, a coisa andou.
Em janeiro apenas 46% dos 52 projetos para os jogos estavam licitados e os gastos orçados em R$ 5,6 bilhões. Agora são 71% dos projetos licitados e o orçamento de 6,5 bi. O custo total da realização dos jogos no Rio, incluindo os gastos do comitê organizador, os projetos relativos aos jogos e as obras de infraestrutura, o famoso legado para a cidade, já se aproximam dos R$ 38 bilhões. Destes, garante Eduardo Paes, 57% (cerca de R$ 22 bilhões) serão fornecidos pela iniciativa privada.
No parque olímpico na Barra da Tijuca, que vai receber 15 modalidades, já se vê as estruturas dos novos ginásios crescendo. A vila dos atletas e seus 31 prédios é o local mais adiantado.
DIVULGAÇÃO
Projeto do Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro
Entre as obras a maior preocupação do comitê organizador é com o complexo de Deodoro, que teve os trabalhos iniciados apenas no começo do mês passado. Ali serão disputadas 11 modalidades, entre elas Handebol, Hóquei na Grama e Pentatlo Moderno.
Segundo a prefeitura do Rio 55% dos locais de competição estão prontos, precisando apenas de adaptações para os jogos, casos do Maracanâ, Maracanâzinho, Rio Centro e Engenhão.
Talvez o maior problema dos jogos seja a Baía de Guanabara, que recebe esta semana o único evento teste dos jogos em 2014. Mais de 300 atletas de 34 países participam. Eduardo Paes esteve na abertura do evento e garantiu que as condições na área das raias estão adequadas. Ricardo Winicki, o Bimba, velejador brasileiro da classe RS-X, em entrevista ao repórter Tiago Leme do espn.com.br rebateu: Está longe de ser limpa, prefeito. A gente deu sorte de pegar uma corrente bacana. Tem esgoto sendo despejado no entorno da Marina da Glória, onde os barcos saem. O cheiro está insuportável." Bimba terminou uma das regatas do dia com um saco plástico preso ao leme do seu barco. O austríaco Nikolaus Resch disse que até um cachorro morto ele viu durante os treinos. Detalhe: o primeiro projeto de despoluição da Baía de Guanabara foi asinado em 1991, teve cooperação do governo do Japão depois do sucesso na despoluição da Baía de Tóquio. Mais de U$ 800 milhões foram gastos praticamente em vão. As atividades duraram até 2006, quando foi criado um comitê para cuidar exclusivamente do caso. A promessa da organização para o COI é a despoluição de 80% da Baía de Guanabara, numero que muito provavelmente não será atingido. O próprio comitê acredita que a despoluição total deve acontecer apenas em 2018.
Ainda assim um clima de otimismo toma conta da organização e até do Comitê Olímpico Internacional, tão crítico meses atrás. O diretor executivo da entidade, Gilbert Felli entende que este período de trauma é característico entre as cidades sede. Aconteceu com Sydney em 2000 e Atenas 2004 (que realizou os jogos com o parque olimpico levantando poeira). Felli tem plena confiança de que o Rio entregará as obras no prazo.
Multicampeão, Flamengo é convidado a participar da pré-temporada da NBA
REPRODUÇÃO
Flamengo vai duelar contra equipes da NBA
A temporada 2013/14 foi perfeita para o Flamengo, que conquistou o Campeonato Carioca, o NBB e a Liga das Américas. Antes de iniciar a trajetória em 2014/15, a equipe carioca foi convidada a participar da pré-temporada da NBA, a principal liga de basquete do mundo.
Nos Estados Unidos, a equipe rubro-negra tem amistosos marcados para o dia 8, contra o Phoenix Suns; dia 15, contra o Orlando Magic; e dia 17, contra o Memphis Grizzlies. Falta apenas assinar o contrato.
Assim, o Flamengo será o primeiro clube da América Latina a integrar uma pré-temporada de NBA. Tradicionalmente, as principais equipes da Europa são convidadas para amistosos contra os clubes da liga norte-americana.
Imparável, United vira em três minutos, bate o Liverpool e leva título de torneio
GETTY
Rooney comemora o primeiro gol da virada sobre o Liverpool
O Manchester United segue imparável sob o comando de Louis van Gaal, que agora já pode dizer que tem seu primeiro título à frente dos Red Devils. Nesta segunda-feira, a equipe até deu um susto e saiu atrás no placar, mas precisou de apenas três minutos no segundo tempo para virar e bater o Liverpool por 3 a 1. Gerrard, de pênalti, abriu o placar, mas Rooney, Mata e Lingard garantiram o triunfo e o troféu da Champions Cup.
O Liverpool abriu o placar logo no comecinho do jogo. Aos 13 minutos, Sterling recebeu pelo lado esquerdo dentro da área e foi derrubado em um carrinho de Phil Jones. O juiz marcou pênalti, e Gerrard não desperdiçou a cobrança: bola de um lado, goleiro de outro.
Na etapa final, porém, tudo mudou. Aos 9, Chicharito achou espaço pela direita e colocou a bola na área. Rooney apareceu na segunda trave e desviou de primeira, com perfeição, no contrapé do goleiro. Três minutos depois, Luke Shaw tocou da esquerda para entrada da área, Juan Mata ajeitou e bateu. A bola acabou desviando em Sakho e matou o goleiro Mignolet.
O golpe de misericórdia veio aos 42 minutos. Nani puxou pela direita e cruzou na entrada da área. Kagawa errou o domínio, mas a bola acabou sobrando livre para Lingard, que encheu o pé para dar números finais ao jogo.
O resultado fecha a passagem perfeita do United pelos Estados Unidos na pré-temporada. O clube goleou o Los Angeles Galaxy em amistoso. Depois, terminou a Champions Cup invicto, mesmo com jogos diante de gigantes. Foram vitórias para cima Roma, Liverpool e Real Madrid, além de um empate com a Internazionale seguido de um triunfo nos pênaltis. Os Red Devils ainda têm mais um amistoso pela frente diante do Valencia, mas em casa, no Old Trafford.
Algo bem diferente do que aconteceu em 2013. Com David Moyes, o United fez uma péssima pré-temporada pela Ásia, com apenas uma vitória (sobre Kitchee), duas empates (contra Cerezo Osaka e Solna) e duas derrotas (para Yokohama Marinos e Sevilla).
Já o Liverpool encerra a pré-temporada diante do Dortmund e não pode reclamar de maus resultados. A equipe perdeu para o United e para a Roma, mas passou por Preston North End, Olympiakos e Milan, além de um empate seguido de triunfo nos pênaltis diante do Manchester City.
Pela primeira vez em 15 anos, Brasileirão é dominado pelos melhores ataques e por quem mais busca o gol
O Cruzeiro é o líder do Brasileirão e tem o melhor ataque da competição depois de treze rodadas. O Fluminense é vice-líder e tem o segundo melhor ataque. A situação não acontecia nesta altura do Campeonato Brasileiro desde 1999, quando o líder Corinthians e o segundo colocado, o São Paulo, tinham os melhores ataques da competição.
Outro índice indica que esta edição do campeonato tem premiado quem busca o gol. Os três primeiros da tabela são também os que mais finalizam certo. O Cruzeiro acertou o gol 79 vezes em treze rodadas, o Fluminense 76 vezes e o Internacional 67 vezes -- na soma dos chutes errados, o Inter finaliza mais do que o Cruzeiro.
A última vez que o Brasileirão terminou com o campeão com o melhor ataque e o vice com o segundo melhor ataque foi na edição de 2004. Naquele ano, o Santos alcançou 103 gols em 46 jogos, o maior número de gols em uma edição do campeonato em todos os tempos.
O Brasileirão foi dominado pelas defesas entre 2006 e 2012, período em que o time com menor número de gols sofridos ficou com o título cinco vezes e quem fez mais gols não levantou a taça nenhuma. No ano passado, quem buscou o gol foi premiado. O Cruzeiro marcou 77 vezes em 38 partidas e o título foi seu. Mas o vice-campeão, o Grêmio, teve o pior ataque entre os oito primeiros da tabela.
Os 29 gols em 13 rodadas do Campeonato Brasileiro representam o maior índice depois de treze rodadas na história dos pontos corridos.
PVC
Corinthians de 1999: há quinze anos, o ataque dominava o Brasileirão
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
Quem Quer Ser um Milionário?
Desânimo total. Foi apenas isso o que nós arrumamos com essa mania de ver jogo do Flamengo. Flamengo + time do sul + domingo são os ingredientes de uma receita infalível pra destruir com o fim de semana de qualquer um e ontem não foi diferente. Em vez de mostrar um maior entrosamento, maior confiança e sangue no olhos após uma semana de intensos treinamentos o Flamengo retrogradou clamorosamente.
Toda aquela conversa da segunda-feira passada de que os caras tinham se conscientizado que a mozarela estava derretendo, que Luxemburgo tinha aceso o fogo sagrado no rabo da mulambada e que o Flamengo retornaria ao caminho do bem foi pro lixo. O time não jogou absolutamente nada e enfureceu a torcida com sua apatia e descompromisso. Foi catastrófico, ninguém escapou.
E pior do que o resultado em si é ter que admitir que a posição do Flamengo na tabela é justa e que o futebol que o Flamengo tem jogado é de Série B mesmo. E digo da parte de baixo da tabela da Série B. Estamos na merda e só uma fortuita sequencia de milagres (acontecimentos ditos extraordinários que, à luz dos sentidos e conhecimentos até então disponíveis, não possuindo explicação científica ainda conhecida, dá-se de forma a sugerir uma violação das leis naturais que regem os fenômenos ordinários) nos salvará o couro esse ano.
O Flamengo, moralmente falando, já foi rebaixado porque nossos jogadores se comportam como se a tragédia estivesse consumada. Um bando apático e desanimado, uma turma desprezível de come-e-dormes superestimados. O time do Flamengo é tão ruim que se eu tivesse ido ao estádio ontem não arremessaria sobre eles nem o mais velho e decrepito dos meus chinelões.
Esses caras simplesmente não merecem tamanha distinção. Me restando apenas o sincero agradecimento a esses amáveis descendentes de profissionais do sexo por me impedirem de ver TV, ler jornal e ouvir radio pelos próximos 7 dias.
Mengão Sempre
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Rubro-negro bem vestido, me ajuda a acabar com os perebas no time do Flamengo. Entra logo nosócio torcedor.
Chapecoense faz gol no início, vence e joga Fla de novo para a lanterna
Durou pouco tempo o breve alívio rubro-negra. Após derrota para a Chapecoense por 1 a 0, gol de Nenén, neste domingo, na Arena Condá, a lanterna do Campeonato Brasileiro é mais uma vez do Flamengo. Com o resultado, o time carioca permaneceu com dez pontos. Já a Chapecoense se afastou da zona da degola, ao chegar ao 13º lugar, com 14 pontos.
Sem Léo Moura e Cáceres, suspensos, Vanderlei Luxemburgo não fez mistério e mandou a campo o time que treinou durante a semana, com Luiz Antonio na lateral direita e Canteros no meio de campo.
Na próxima rodada, a Chapecoense recebe o Figueirense na Arena Condá, no domingo. Já o Flamengo enfrenta o Sport, também no domingo, no Maracanã.
O jogo
Desde o início, a estratégia da Chapecoense ficou clara: pouca confiança no goleiro Paulo Victor. Com cinco minutos, Fabinho Alves chutou de longe e o goleiro rubro-negro segurou em dois tempos. Mas, dois minutos depois, o arqueiro deu justificativa às tentativas do time da casa.
Nenén cobrou falta da intermediária para o meio da área. A bola viajou, viajou e....parou dentro do gol com um toque do zagueiro Rafael Lima. Paulo Victor, estático em um primeiro momento, quase sambou em cima da linha do gol. Não soube se ia, não soube se ficava. E nisso, gol da Chapecoense. 1 a 0. Na súmula, porém, o árbitro deu gol para Nenén.
O revés precoce mostrou logo que o Flamengo ressentia de Cáceres no meio de campo. Sem poder de marcação, o time até saía ao ataque com Canteros e Mugni, mas deixava espaços atrás. Alecsandro, isolado, tinha dificuldades. Ainda assim, nas poucas chances que tinha, o time falhava.
Aos 21 minutos, Gabriel, esperto, roubou bola da zaga, e, no rebote, ela sobruo para Mugni. O argentino entrava na área pela esquerda, ajeitou o chute, mas acabou travado na hora. A Chapecoense arriscava com seus chutes de longe. Fabinho Alves, Dedé e companheiros testavam a todo instante Paulo Victor. Em algumas, o goleiro assustava com golpes de vista. Em outras, conseguia encaixar, embora sem tanta firmeza.
Em uma dessas chances, aos 43 minutos, Neuton entrou pela esquerda e bateu forte, cruzado. Paulo Victor só olhou e rezou. A bola, para sorte dos rubro-negros, passou quase beijando a trave esquerda do goleiro e foi para fora. Sem grandes emoções, o segundo tempo chegou ao fim.
Na volta para o segundo tempo, Vanderlei Luxembrugo mostrou ter enxergado o espaço dado pelo time no meio de campo. Com isso, sacou João Paulo, recuou Everton para a lateral esquerda e fez Márcio Araújo encorpar a proteção à defesa no meio de campo.
Mas o jogo continuou ruim. O Flamengo apresentava lentidão. A Chapecoense, fraca tecnicamente, tentava lutar no meio de campo. Era uma partida, então, muito truncada, de perde e ganha. Ainda assim, o time da caas voltou a testar PAulo Victor.
Aos 12 minutos, o goleiro fez boa defesa em cabeçada de Wanderson, ao espalmar a bola que vinha em sua direção. Aos 15 minutos, Paulo Victor voltou a assustar a torcida do Flamengo ao bater roupa em chute de Dedé. Mas, antes que o rebote fosse completado, o goleiro agarrou a bola.
Ao Flamengo restava apenas um lance de contra-ataque, em erro adversário. Aos 18 minutos, ele até veio. Alecsandro roubou, com as mãos, bola em dividida com Rafael Lima. Mas, frente a frente com o goleiro Danilo, foi displicente, tentou encobri-lo e perdeu a bola. Luxemburgo, então, tentou mudar. Tirou Canteros e Gabriel para as entradas de Negueba e do estrante Eduardo da Silva.
Pouco adiantou. O Flamengo era só corre-corre e bola alçada na área. Vez em outra conseguia um lance de perigo, mas sem chance clara de gol. A Chapecoense, mais retraída, apostava nos contra-ataques. Mas continuava a levar perigo em lances de bola parada. Aos 33 minutos, Nenén cobrou falta da entrada da área com perigo. Paulo Victor, parado no meio do gol, só rezou.
Aos 35 minutos, Eduardo da Silva fez boa jogada pelo lado esquerdo do ataque e cruzou na área. Sozinho, Alecsandro se enrolou, dominou a bola com a mão e mesmo com a partida paralisada jogou a bola para fora. A partir daí, o jogo ficou mais truncado ainda no meio de campo. Mas o Flamengo, sem forças, acabou derrotado pela valente Chapecoense.
FICHA TÉCNICA
CHAPECOENSE 1X0 FLAMENGO
CHAPECOENSE 1X0 FLAMENGO
Local: Arena Condá, em Chapecó (SC)
Data: 3 de agosto de 2014
Horário: 16h
Árbitro: Raphael Claus (SP)
Assistentes: Rogério Pablos Zanardo (SP) e Márcio Luiz Augusto (SP)
Cartões amarelos: Jaílton, Neuton e Abuda (CHA) e Muralha e Negueba (FLA)
Gol: Nenén (CHA), aos sete minutos do primeiro tempo
Data: 3 de agosto de 2014
Horário: 16h
Árbitro: Raphael Claus (SP)
Assistentes: Rogério Pablos Zanardo (SP) e Márcio Luiz Augusto (SP)
Cartões amarelos: Jaílton, Neuton e Abuda (CHA) e Muralha e Negueba (FLA)
Gol: Nenén (CHA), aos sete minutos do primeiro tempo
CHAPECOENSE: Danilo; Fabiano, Jaílton e Rafael Lima; Neuton, Wanderson, Abuda, Dedé e Nenén (Camilo); Fabinho Alves (Richely) e Bruno Rangel (Leandro)
Técnico: Celso Rodrigues
Técnico: Celso Rodrigues
FLAMENGO: Paulo Victor; Luiz Antonio, Marcelo, Wallace e João Paulo (Márcio Araújo); Muralha, Canteros (Negueba), Lucas Mugni, Everton e Gabriel (Eduardo da Silva); Alecsandro
Técnico: Vanderlei Luxemburgo
Técnico: Vanderlei Luxemburgo
Garay lidera 3ª vitória no Grand Prix, e Brasil se despede da Itália invicto
Três jogos e três vitórias. Perdendo apenas um set, a seleção brasileira encerrou com 100% de aproveitamento a primeira rodada do Grand Prix de vôlei feminino 2014, em Sassari, na Itália. Neste domingo, Fernanda Garay venceu o "duelo particular" contra De La Cruz, e comandou o triunfo do Brasil sobre a República Dominicana, por 3 sets a 0, com parciais de 26/24, 25/19 e 25/18. O time do técnico José Roberto Guimarães, que fez 17 pontos de bloqueio nesta tarde, é o atual campeão do torneio e busca seu décimo título. A próxima etapa da competição será de 8 a 10 de agosto, em São Paulo.
A ponteira Fernanda Garay foi a maior pontuadora da partida deste domingo, com 15 pontos marcados. Com 13, A central Thaisa foi a segunda melhor do Brasil. Principal destaque entre as dominicanas, Bethania De La Cruz somou 13 pontos. A seleção brasileira também se destacou nos bloqueios, com a incrível marca de 17 pontos marcados neste fundamento.
Antes de bater a República Dominicana, a seleção brasileira venceu a China por 3 a 1 e a Itália por 3 a 0. De sexta a domingo da próxima semana, em São Paulo, os adversários serão Coreia, Rússia e Estados Unidos, pelo grupo D do Grand Prix.
Garay brilha e paredão "fecha a porta"
A República Dominicana já começou a partida cometendo muitas falhas. Com três erros de saque e dois de ataque, permitiram a boa vantagem brasileira no placar logo no início do set (9/4). Sheilla, que nas outras duas partidas do torneio esteve apagada, apareceu mais nos ataques. Quando a vitória da seleção parecia fácil, as incríveis defesas da líbero Brenda Castillo e as pancadas da capitã Bethania De La Cruz comandaram a reação dominicana, deixando tudo igual no placar: 14/14. E, com um bloqueio em cima de Jaqueline, veio a virada (17/16). Os erros de recepção atrapalharam ainda mais a vida do Brasil. Mas três pontos de bloqueio consecutivos colocaram o time na frente de novo: 24/23. Foi justamente neste fundamento que Fabiana garantiu a vitória parcial: 26/24.
O Brasil começou confuso dentro de quadra, e as rivais aproveitaram para garantir a primeira vantagem no placar: 3/1. A situação do set mudou quando Sheilla foi para o saque, dificultando a recepção adversária. Os contra-ataques passaram a funcionar, e o time de Zé Roberto garantiu a virada (5/3). Com a equipe mais organizada em quadra, a ponteira Fernanda Garay, destaque nos dois primeiros jogos, voltou a brilhar nos ataques. Bem nos bloqueios, Fabiana também reforçou o passeio brasileiro. A diferença no placar chegou a dez pontos (20/10) e nem os bons saques de Gina Mambru e as pancadas de Bethania De La Cruz foram capazes de promover uma reação dominicana. Com uma pancada de Garay, as atuais campeãs do torneio fecharam o set em 25/19.
O paredão brasileiro seguiu fazendo diferença no terceiro set. Inspirada também neste fundamento, Garay se manteve ditando o ritmo do jogo e abriu quatro pontos de vantagem para o Brasil (7/3). Além dela, a seleção contou ainda com a ótima atuação de Thaisa. No bloqueio, ou soltando as pancadas pelo meio, a central ajudou a seleção a deslanchar no placar (15/6). Com a vantagem confortável, Zé Roberto colocou algumas reservas em quadra. As rivais aproveitaram a troca para diminuir a diferença para três pontos (19/16). Mas o paredão do Brasil voltou a funcionar, e Jaqueline fechou os trabalhos com uma pancada no fim da quadra : 25/18.
Elétrico, Flu bate o Goiás em 17 minutos e chega à vice-liderança em dia de volta de Fred
Veja os gols de Fluminense 2 x 0 Goiás
A caça à Raposa continua em alta nas Laranjeiras. E a distância está menor depois deste domingo. Em ritmo elétrico, o Fluminense venceu o Goiás por 2 a 0, no Maracanã, chegou à vice-liderança, com 25 pontos, quatro atrás do líder Cruzeiro. A partida marcou também o retorno de Fred ao time e dos tricolores ao Maracanã depois da disputa da Copa do Mundo.
Na próxima semana, o Fluminense recebe o Coritiba, às 21h, no sábado, no Maracanã. Já o Goiás, que com a derrota caiu para o oitavo lugar, com 20 pontos, vai até Salvador enfrentar o Bahia, também no sábado.
O jogo
Blitz tricolor no Maracanã. Jogadores a toda, marcando com forte pressão o Goiás no campo adversário. A postura do time de Cristóvão Borges cansava apenas de ver. Mas como é eficaz. O Goiás, que sofrera apenas oito gols até então, que diga.
Verdade que a participação de Rafael Sobis, com muito mais movimentação, do que Fred, no banco, ajudava. Mas o Fluminense mostrou estar mesmo na ponta dos cascos. Organizado, veloz. Com apenas nove minutos, o prêmio.
Conca, inquieto, foi ao lado direito da grande área. Fingiu recuar, mas, com um tapa, foi mesmo à linha de fundo e, de pé direito, cruzou para a grande área. Ramon furou, mas Cícero, não. Toque preciso, para o fundo da rede, que fez a arquibancada vibrar. 1 a 0.
O velocímetro tricolor, no entanto, continuou enlouquecido mesmo com a vantagem rápida. Toques ágeis, passagens dos laterais, jogadas agudas. O Goiás, pobre, tentava se conter. Mas estava tonto. Mas quando começava a se recuperar depois de um chute perigoso, aos 17 minutos, que Lima obrigou Cavalieri a defender, outro baque.
Com apenas 19 minutos, Pedro Henrique tentou driblar Sobis dentro da área. Pecado mortal para zagueiro estabanado. Claro, enrolou-se. O atacante tricolor roubou a bola e, mesmo caído, tocou para Wagner que entrava a toda pelo lado esquerdo. O camisa 10 cruzou para a área e, antes de Conca, o volante David mandou contra a própria rede. Gol do Fluminense. 2 a 0 relâmpago.
A pressão tricolor continuou, embora o Goiás, mais organizado, já oferecesse maior resistência. Mas o Fluminense era bem mais perigoso. Aos 27 minutos, Conca enfiou bola ara Rafael Sobis pelo lado esquerdo. Ele entrou na área e bateu cruzado. Renan, no chão, fez a defesa e a zaga afastou. As melhores chances continuaram a ser do time da casa. Aos 43 minutos, Henrique avançou desde a zaga e, na entrada da área, chutou fraco e Renan defendeu.
Aos 45 minutos, Carlinhos gingou na frente de Moisés e bateu cruzado. Cícero, de carrinho, quase alcançou para fazer o terceiro gol. E veio, enfim, o intervalo para que todos pudessem recuperar o fôlego.
Na volta para o segundo tempo, nada de Fred. O camisa 9 tricolor teve de esperar mais. O time, bem, continuava o mesmo. E atacava com a decantada intensidade, palavra da moda do futebol atual. Com apenas dois minutos, Wagner roubou a bola no meio de campo, driblou um, dois, três, mas frente a frente com Renan abusou e acabou desarmado.
Mas a festa era toda tricolor. O time goiano, já abatido pelos dois gols, mostrava até desânimo em tentar a recuperação. O jogo, assim, esfriou. Houve mais passes laterais, menos jogadas agudas. O resultado parecia consolidado. A arquibancada, no entanto, se animou ao ver Fred na beira do gramado.
Aos 16 minutos do segundo tempo, ovacionado, o artilheiro tricolor voltou a vestir a camisa do Fluminense pela primeira vez após a Copa do Mundo. Rafael Sobis deixou o campo aplaudido por todo o esforço. E Fred, trotando, entrou em campo para delírio da torcida.
O jogo, a rigor, teve mais dois lances de emoção. Primeiro aos 23 minutos, em cabeçada de Bruno Mineiro que Cavalieri salvou. Depois, aos 25 minutos, quando Conca cabecou na pequena área, Renan defendeu e, no rebote, Chiquinho chutou totalmente torto. Fred, afoito por uma grande chance, mostrou mais movimentação do que de costume. Mas valeu, mesmo, pela vitória e a vice-liderança. A caça à Raposa continua em alta nas Laranjeiras.
FICHA TÉCNICA:
FLUMINENSE 2X0 GOIÁS
FLUMINENSE 2X0 GOIÁS
Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 3 de agosto de 2014
Hora: 18h30
Árbitro: Heber Roberto Lopes (SC)
Assistentes: Kleber Lucio Gil (SC) e Carlos Berkenbrock (SC)
Cartões amarelos: Wagner (FLU) e David (GOI)
Gols: Cícero (FLU), aos nove minutos, e David (GOI - contra), aos 17 minutos do primeiro tempo.
Data: 3 de agosto de 2014
Hora: 18h30
Árbitro: Heber Roberto Lopes (SC)
Assistentes: Kleber Lucio Gil (SC) e Carlos Berkenbrock (SC)
Cartões amarelos: Wagner (FLU) e David (GOI)
Gols: Cícero (FLU), aos nove minutos, e David (GOI - contra), aos 17 minutos do primeiro tempo.
FLUMINENSE: Diego Cavalieri; Bruno, Gum, Henrique e Carlinhos; Valencia, Jean, Cícero (Chiquinho), Wagner (Rafinha) e Conca; Rafael Sobis (Fred)
Técnico: Cristóvão Borges
Técnico: Cristóvão Borges
GOIÁS: Renan; Moisés (Assuério), Jackson, Pedro Henrique e Lima; Amaral, David, Thiago Mendes e Ramon (Esquerdinha); Erik (Murilo Henrique) e Bruno Mineiro
Técnico: Ricardo Drubscky
Técnico: Ricardo Drubscky
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