quarta-feira, 2 de julho de 2014

A Bélgica já fez o que dela se esperava. Surpresa da Copa será se eliminar a Argentina

A Bélgica jogou sua melhor partida na Copa do Mundo contra os Estados Unidos. Passou um primeiro tempo médio, com os americanos bem na partida e com mais posse de bola. Isso mudou com a velocidade da segunda etapa, de grande atuação do menino Origi e de De Bruyne. Hazard jogou menos do que dele se espera.
Não houve tanto o drible do atacante do Chelsea, mas houve solidez do meio-de-campo. Chegar até as quartas-de-final era o que se esperava da Bélgica, elogiadíssima antes da Copa. O time é bom e pode incomodar a Argentina. Seu sonho é disputar uma semifinal contra a Holanda que, sob o comando de Louis Van Gaal, só perdeu dos franceses e dos belgas.
Se conseguir, nesse caso será a surpresa da Copa. Sem isso, terá cumprido a expectativa geral que era de um bom mundial da seleção de Marc Wilmots.
Contra a Argentina, o jogo rápido e o drible de Hazard podem incomodar a defesa frágil de Alejandro Sabella. A tentativa será também encaixotar Messi diante de Witsel. Só que o melhor jogador do mundo mostrou hoje: ele desencaixota.
1/julho/2014
BÉLGICA 2 x 1 ESTADOS UNIDOS

Local: Fonte Nova (Salvador); Juiz: Djamel Hajmoudi (Argélia); Públic: 51.283; Gols: De Bruyne 3, Lukaku 15 do 1º da prorrogação; Green 2 do 2º da prorrogação; Cartão amarelo: Kompany, Cameron
BÉLGICA (4-1-4-1): 1. Courtois (6,5), 2. Alderweireld (5,5), 4. Kompany (6,5), 15. Van Buyten (6) e 5. Vertonghen (6,5); 6. Witsel (6,5); 14. Mertens (5,5) (11. Mirallas 15 do 2º (6,5)), 7. De Bruyne (8), 8. Fellaini (6) e 10. Hazard (6) (22. Chadli 6 do 2º da prorrogação (sem nota)); 17. Origi (7) (9. Lukaku, intervalo para a prorrogação (8)). Técnico: Marc Wilmots
ESTADOS UNIDOS (4-1-4-1): 1. Howard (8), 23. Johnson (6) (2. Yedlin 32 do 1º (5,5)), 3. Omar González (6,5), 5. Besler (6) e 7. Beasley (6); 20. Cameron (6,5); 19. Zusi (5,5) (18. Wondolowski 27 do 2º (4,5)), 4. Bradley (7,5), 13. Jones (7,5) e 11. Bedoya (6,5) (16. Green, intervalo para a prorrogação (6,5)); 8. Dempsey (6,5). Técnico: Jürgen Klinsmann
Homem do jogo FIFA - Howard
Homem do jogo PVC - De Bruyne
47% x 53%
PVC
A Bélgica vai atacar pelos lados e tentar encaixotar Messi. O craque desencaixota
A Bélgica vai atacar pelos lados e tentar encaixotar Messi. O craque desencaixota

terça-feira, 1 de julho de 2014

Copa do Mundo

17h00

2 BEL Bélgica X Estados Unidos EUA 1

Copa do Mundo

13h00


1 ARG Argentina X Suíça SUI 0

No meio da Copa do Mundo, Flamengo e CBF se enfrentam na Suíça

O presidente do STJD, Flávio Zveiter, durante o julgamento que pode salvar ou rebaixar a Portuguesa
O presidente do STJD, Flávio Zveiter, no dia do julgamento da Portuguesa e do Flamengo
A Confederação Brasileira de Futebol e o Flamengo se encontraram nesta segunda-feira, em Lausanne, na Suiça, e tiveram a audiência sobre o Campeonato Brasileiro de 2013 no Tribunal Arbitral do Esporte. O clube busca a devolução dos quatro pontos que perdeu no STJD no ano passado, por causa da escalação irregular de André Santos. 
A CBF até tentara mudar a data da sessão, por ser no meio da Copa do Mundo, mas não conseguiu. A entidade mandou Amilar Fernandes, do jurídico interno, para representá-la. Mas foi o espanhol Juan Crespo, especialista no assunto, quem fez a defesa. Diferente de um julgamento na Justiça Desportiva brasileira, o resultado da corte internacional demora pelo menos dois meses para sair. 
"Ocorreu de forma tranquila o julgamento. Durou cerca de três horas e meia e discutimos se o jogador tinha ou não tinha condições de jogo. O resultado não é imediato, demora dois meses, mas ocorreu tudo de maneira normal", afirmou Juan ao blog. 
Os casos no TAS são julgados por três árbitros: um indicado por cada parte e um terceiro nomeado pelo próprio tribunal. Às decisões não cabem recurso.

'A vaca está tossindo': Colômbia se sobressai um pouco aos demais, mas talvez sofra por não ter trajetória campeã

Nesta segunda-feira, no 'Linha de Passe', José Trajano usou o termo 'a vaca está tossindo' para adjetivar o 'negócio impressionante' que está esta Copa do Mundo. O especialista exaltou as seleções pequenas que têm dado trabalho às grandes e a forma como têm 'caído de pé' após as derrotas. Além disso, Trajano disse que a Colômbia se sobressai um pouco aos demais nesta Copa, mas que a seleção pode sofrer para ir longe por não ter uma trajetória campeã. Assista à análise completa!

Trajano: 'Colômbia se sobressai aos demais, mas sofre por não ter trajetória campeã'

A coluna que seria publicada na Folha de S. Paulo hoje antes do encontro com Felipão

Antes do encontro com Felipão, no final da tarde de segunda-feira na Granja Comary, havia uma coluna escrita para a Folha de S. Paulo sobre a partida entre Argentina x Suíça. Foi contra a Suíça, em 1980, o cruzamento de letra mais famoso de Maradona, aquilo que se chama na Argentina de La Rabona. Veja o lance e leia a coluna que estaria hoje nas páginas da Folha de S. Paulo.
O JOGO DOS GÊNIOS
Não espere um ferrolho suíço hoje para parar Messi. Ottmar Hitzfeld tem uma equipe talentosa, que marca, mas também gosta de jogar e se expõe a sofrer goleadas com os 5 x 2 para a França. Nos últimos 35 anos, foi apenas a terceira vez que a Suíça levou cinco gols em uma mesma partida.
Em 1980, amistoso em Córdoba, a Argentina fez 5 x 0 nos suíços numa partida marcada por uma obra prima de Maradona.
Recebeu na meia direita e arrastou a marcação para a ponta direita. Na linha de fundo e sem espaço para cruzar com a canhota, passou o pé esquerdo por trás da perna direita e de letra colocou a bola na cabeça de Ramón Diaz: gol da Argentina!
O cruzamento de letra de Diego é conhecido em Buenos Aires como La Rabona e aconteceu contra a Suíça no último amistoso antes da estréia argentina no Mundialito, contra o Brasil - empate por 1 x 1, golaço de Maradona.
A Suíça também já conheceu a genialidade de Messi. O último encontro entre as duas seleções aconteceu em Berna, em 2012. Os suíços resistiam no 1 x 1, gols de Messi e Shaqiri, quando Aguero recuperou uma bola no ataque a três minutos do fim. Aguero passou a Messi que driblou Senderos e tocou caprichosamente por baixo da bola, encobrindo o goleiro. Messi faria seu terceiro gol no jogo com um pênalti nos acréscimos: Argentina 3 x 1.
A grande atuação de Shaqiri contra Honduras e a lembrança de faltarem só três minutos para o empate em 2012 dão idéia de que pode haver um jogo difícil hoje, em Itaquera. Mas os suíços também sabem que toda vez que enfrentam os argentinos são vítimas de jogadas históricas produzidas por craques geniais.
Foi assim com a rabona de Maradona e com o golaço de Messi.
"Messi está num momento especial e isso entusiasma o time inteiro", disse Di Maria dois dias atrás.
Na Copa dos grandes jogos e do equilíbrio entre grandes e pequenos, ter um gênio pode ser a diferença.

Diário alemão da Copa: Dia #26, A Batalha de Porto Alegre

Joachim Low, técnico da Alemanha, durante jogo contra a Argélia
Joachim Low, técnico da Alemanha, durante jogo contra a Argélia
Foi, acima de tudo, um espetacular jogo de futebol.

Se Alemanha e Argélia têm em suas histórias a "Vergonha de Gijón", passaram a ter a partir desta segunda-feira "A Batalha de Porto Alegre".

Os alemães têm um time melhor do que os argelinos. Foram melhores. Criaram mais oportunidades, finalizaram mais, tiveram mais posse de bola e trocaram bem mais passes. No entanto, estamos falando de futebol. Esporte no qual um time inferior em diversos aspectos é capaz de jogar de igual para igual com outro mais forte. Foi o que aconteceu.

Alemanha 2x1 Argélia

Posse de bola 63% x 37%
Finalizações 29 x 11
Finalizações certas 22 x 7
Passes 940 x 504
Aproveitamento nos passes 82% x 66%
Cruzamentos 30 x 21
Bolas recuperadas 68 x 65
Distância percorrida 127420m x 124537m
Faltas 11 x 20

Os números e o jogo em si mostram que a Alemanha foi superior. Mesmo assim, a Argélia criou muitas situações perigosas, estando melhor na primeira etapa. Slimani infernizou a vida da defesa alemã e Feghouli esbanjou qualidade. Rais M'Bolhi foi o grande destaque da partida, levando-a para a prorrogação e protagonizando defesas maravilhosas.

O jogo, mais uma vez, apontou falhas no sistema defensivo alemão. É quase desnecessário lembrar que os dois laterais foram mal. No caso, o improvisado Shkodran Mustafi pela direita - que atuou no lugar do lesionado Mats Hummels - e Benedikt Höwedes pela esquerda. Ao menos, Jérôme Boateng teve um bom rendimento, já que atuou como zagueiro.

Toni Kroos e Bastian Schweinsteiger não repetiram as boas atuações, mas neste caso vejo mais méritos da marcação desenhada pelo excelente Vehad Halihodzic do que qualquer outro fator. Medhi Lacen e Mehdi Mostefa, os dois volantes do 4-2-3-1, foram implacáveis na perseguição aos alemães.

A Alemanha só melhorou quando, primeiro, entrou Andre Schürrle no intervalo no lugar de Mario Götze, o que deixou o time bem mais vertical; segundo, e consideravelmente, quando Mustafi se machucou, Philipp Lahm foi para a lateral-direita e Sami Khedira entrou no meio-campo, já na metade da segunda etapa do tempo regulamentar.

ESPN
Boa presença no setor ofensivo de Götze (depois Schürrle), Kroos, Schweinsteiger e Müller
Boa presença no setor ofensivo de Götze (depois Schürrle), Kroos, Schweinsteiger e Müller
Há esperança de que Joachim Löw tenha percebido que essa mudança fará bem demais à equipe, por mais que, com Hummels recuperado, ele volte a jogar com os quatro zagueiros em linha.

Como pontos positivos, além dessa mudança de posicionamento de atletas mas mantendo o 4-3-3, vejo a paciência que os alemães tiveram contra a defesa argelina. Em momento algum a Alemanha se mostrou desesperada com o empate e muito menos com a prorrogação. Respeitou o adversário do início ao fim, mostrou maturidade. Cabe o elogio para Mesut Özil, que apesar da irregularidade e instabilidade, teve brilhos em momentos importantes.

Contra França, nas quartas de final, no Maracanã na próxima sexta, a equipe alemã precisa melhorar. Joachim Löw sabe e disse justamente isso na coletiva de imprensa pós-classificação suada contra os argelinos. Ele tem, em mãos, o que precisa para fazer o time melhorar consideravelmente.

Adendo: nesta terça publico as curiosidades desse jogo e da transmissão da partida na ESPN. Incluindo o narrador catariano maluco e mais uma foto com ídolo

Se o Brasil for campeão, o choro da "depressão" será cinicamente rotulado como "estilo Felipão"

Mauro Cezar não vê motivo para Brasil reclamar da arbitragem e analisa questão emocional
Não sou psicólogo. E se fosse não teria condições de avaliar o estágio emocional de alguém à distância. Poderia chegar a uma opinião, algo que até quem não tem tal formação evidentemente pode ter. Mas essa sensação não terá obrigatoriamente qualquer conexão com a realidade. Algo como um palpite, fruto de uma percepção possivelmente errada.
A seleção voltou a jogar o seu "verdadeiro" futebol na Copa do Mundo, que não é o da vitoria sobre a Espanha em 2013, uma exceção. Um time cujo coordenador técnico, Carlos Alberto Parreira, de cara rotulou de favorito — também disse que a CBF é o Brasil que deu certo. Depois do que ele falou sobre a força da equipe, como justificar vê-la jogando tão mal? Era preciso uma explicação. Propaganda enganosa?
Então surge das profundezas sei sabe-se lá de onde a tese de que jogadores brasileiros estão fragilizados mentalmente. Gente acostumada a grandes jogos por seus clubes, com experiência na própria equipe nacional. E de uma hora para outra não passam de um bando de fracos. Uns manteiga derretidas, diriam os mais antigos.
É evidente que o aspecto emocional pesa demais em momentos de grande pressão profissional. E pode ser uma das razões para as atuações ruins. Mas não é razoável que esse componente seja colocado no topo entre os problemas do selecionado canarinho. Só que esse discurso ganhou força, passou a repercutir, virou uma grande onda.
Uma onda capaz de encobrir os problemas técnicos e táticos de um time mal armado. Uma equipe sem meio-campo, como dizíamos no Linha de Passe da ESPN Brasil durante a Copa das Confederações. Falávamos que o time só saia jogando com zagueiros e laterais, apelando, além da conta, para as exageradas bolas esticadas por Thiago e David.
Ouvi opiniões diferentes que devem ser respeitadas, claro. Mas me alegra constatar, um ano depois, que mais gente reclama da fraca saída de bola do time da CBF. Contudo, não esqueçamos que isso não é uma novidade. E a pelota não sai redondinha lá de trás porque o meio-campo do Brasil nesta Copa segue tão deserto como em 2013.
O técnico Luiz Felipe Scolari não é o único responsável pelo atual estado de coisas. Quem o contratou, seu staff e o da CBF também levam fatia de culpa por esse time tão desorganizado. Mas cabe a ele a maior parcela. Especialmente pela incapacidade de se reciclar, se modernizar, de ver o futebol de outras maneiras. Uma pena.
É o Felipão de sempre, sem novidades, sem técnicas ou táticas diferentes, desprovido de repertório. Um desperdício. Quem dera o futebol brasileiro na Copa em nosso país levasse a campo uma equipe competitiva, com identidade. Há jogadores para isso. Dá pena ver Neymar ali. Ele merecia um time melhor. E isso não é por causa dos jogadores.
A tese que esconde os problemas do time nasceu em algum lugar, fruto provavelmente de alguma mente esperta na arte de desviar o foco. Isso acontece há séculos na política e no futebol. Um factóide que "vira" verdade. Se o Brasil não for campeão, parte da torcida atribuirá o fracasso aos atletas de "cabeça fraca". Seria um absurdo, uma covardia.
De psicologia não entendo. Já futebol conheci há uns 45 anos, quando me apaixonei por esse jogo. E olhando o campo, eu, você, muitos de nós, somos capazes de notar que independentemente de cabeças fortes ou fracas, lá está um time mal treinado. Mesmo com um bom material humano à disposição do comando técnico cebeefiano.
O último título do Palmeiras, a Copa do Brasil 2012, foi ganho no "estilo Felipão". Mas os palmeirenses, com aquele time, não tinham outra opção. Era aquilo ali ou nada. Naquele cenário, valeu a pena, é evidente. Bizarro perceber que, sem precisar, o Brasil virou refém disso. E essa é uma discussão que independe dos resultados.
Fato é que, bem sucedidos, os jogadores da seleção brasileira não precisam calar enquanto tentam transformá-los em bananas. Por que se o time ganhar o troféu (e tudo é possível quando se trata do Brasil em Copas do Mundo, até ser campeão sem um bom técnico), atribuirão o sucesso ao comando de Scolari. E o choro da depressão será cinicamente transformado em choro da vitória. Vitória ao "estilo Felipão".
GETTY
Zagueiro Thiago Silva, capitão da seleção brasileira: qualquer reação vira motivo de análise
Zagueiro Thiago Silva, capitão da seleção brasileira: qualquer reação vira motivo de análise

Mauro Cesar Pereira

Parabéns para Mauro por critica a seleção que está super.
Rim mesmo tem que critica sim se melhora se elogia

Ele esta coreto em criticar sempre sim.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Copa do Mundo

17h00


2 ALE Alemanha X Argélia ALG 1

Copa do Mundo

13h00


2 FRA França X Nigéria NGR 0

MUSAS DO ESPORTES

tenis teliana pereira roland garros (Foto: AFP)
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Serena Williams (Foto: Instagram)
Serena Williams (Foto: Instagram)
Maria Sharapova tênis contra  Samantha Stosur em Roland Garros (Foto: Reuters)
Maria Sharapova tênis em Roland Garros (Foto: EFE)
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Bicampeã brasileira de vôlei de praia, Ágatha faz ensaio de moda  (Foto: Carol Fontes)
Agatha faz ensaio de moda (Foto: Roberto Souza)
Ágatha bicampeã brasileira de vôlei de praia (Foto: Roberto Souza)






Depois de Felipão reclamar, Globo faz leitura labial de Cristiano Ronaldo

 crCrédito: Reprodução/TV Globo
“Uma grande palhaçada”, definiu Felipão, em uma entrevista coletiva, a respeito do expediente usado por algumas emissoras para descobrir o que o próprio técnico e seus jogadores falam durante uma partida. Por meio de especialistas em leitura labial, a Globo explora esse filão já há muitos anos.
A explosão do técnico não foi dirigida a nenhuma emissora em especial, mas todo mundo entendeu o recado. Na estreia da atração, nesta Copa, o programa dominical da Globo havia dissecado as palavras de Felipão, Parreira e Marcelo, entre outros integrantes da seleção durante o jogo entre Brasil e Croácia.
Já sabendo do incômodo que a leitura labial causa, Renata Vasconcellos disse, ao introduzir o quadro: “Felipão que nos desculpe”. Na semana seguinte, os alvos foram Iniesta e Vicente del Bosque, entre outros personagens de Espanha e Chile.
No primeiro domingo depois da bronca de Felipão, o alvo do “Fantástico” foi Cristiano Ronaldo. O quadro, bem chocho, mostrou duas ou três palavras do jogador e de seus companheiros de seleção na partida contra Gana, que selou a eliminação de Portugal da Copa.
Em 2006, o quadro já havia causado uma enorme confusão. Carlos Alberto Parreira, então técnico da seleção, ficou furioso ao ver suas palavras em campo, durante a vitória brasileira por 4 a 1 sobre o Japão, “traduzidas” por um especialista em leitura labial do “Fantástico”. No dia seguinte, no “Jornal Nacional”, Fátima Bernardes apresentou um pedido formal de desculpas da emissora ao técnico.
Dunga e Jorginho também foram alvo da leitura labial em 2010, mas naquela Copa a Globo não precisou pedir desculpas, já que suas relações com o técnico sempre foram péssimas.
Ainda faltam dois domingos até o final da Copa de 2014. Se a Globo não mostrar mais as palavras de Felipão no “Fantástico”, será a prova de que a reclamação do técnico, de fato, funcionou.

Phillip Lahm quer vitória sobre Argélia no tempo regulamentar

foto lahm & JonesO capitão da seleção alemã Philipp Lahm (na foto com Jones dos EUA)) quer evitar a todo custo uma prorrogação ou uma decisão por cobrança de penalidades máximas na partida das oitavas de final contra a Argélia nesta segunda-feira em Porto Alegre, a partir das 17:00 (horário de Brasília): “Não queremos ter esse problema que outros times já tiveram (referindo-se aos jogos de Brasil vs. Chile e Costa Rica vs. Grécia). O time está em ponto de bala. Vamos entrar em campo com muita auto-confiança. Se explorarmos todo o nosso potencial, então vamos vencer.”
O técnico Joachim Löw também está otimista: “Acho que o time está com ‘gana’ de vencer. Esse tipo de jogo (mata-mata) costuma ser muito emocionante. Não dá para fugir da decisão. Vamos ter que ficar concentrados o tempo todo.”.

QUE ESTAVA ASSISTINDO O JOGO DE GENIE?

Eugenie Bouchard
LONDRES, Inglaterra - WTA Rising Star Eugenie Bouchard teve algum apoio estrela nas arquibancadas durante a partida terceira rodada contra Andrea Petkovic em Wimbledon neste sábado - Jim Parsons, astro do seriado da CBS The Big Bang Theory, estava no All-England Club para animar la como ela chegou Semana 2.
Bouchard, que venceu a partida em dois sets suado, 6-3, 6-4, foi questionado sobre como sua amizade com o premiado ator - três prêmios Emmy e um Globo de Ouro, para citar alguns - começou.
"É um emparelhamento aleatório, certo?" , ela disse. "Bem, já faz quase um ano desde que estivemos em contato. Desde então, ele assistiu praticamente todos os jogos que ele pudesse assistir, ou então ele iria seguir em resultados ao vivo. Ele é enviado por correio electrónico me depois de cada jogo único que eu joguei . Ele é mais positivo do que toda a minha equipe combinada, por isso é uma mudança refrescante para obter um bom e-mail com pontos de exclamação e rostos sorridentes.
"É muito legal que ele está aqui para finalmente me ver ao vivo. Falamos sobre o aspecto mental no tênis. Ele diz como é semelhante a ele agir. Ele tem que estar no momento no set e todas essas coisas."
E o quanto se Bouchard como seu show? "Amor. É o meu show favorito. Seu personagem é o meu personagem favorito, por isso é surpreendente que ele é um fã de mim, porque eu sou o maior fã dele."













sábado, 28 de junho de 2014

Copa do Mundo

17h00


2 COL Colômbia X Uruguai URU 0

Copa do Mundo

13h00

1 BRA Brasil X Chile CHI 1 3x2

Muita Atenção neste Sábado no Maracanã

Sábado, dia 28 de junho, não será um dia simples. Se achamos que nos outros jogos a situação foi difícil no entorno do Maracanã, dessa vez tudo será bem mais complicado para toda a Tijuca, com o jogo entreColômbia e Uruguai, pelas oitavas de final, e o jogo do Brasil e Chile, transmitido direto do Mineirão.
Até agora, os fechamentos das ruas no entorno do estádio tinham passado para 6 e 4h antes do jogo, mas foram alteradas para 8h parcialmente e 7h total. As mudanças, segundo as informações na coletiva no Centro Aberto de Mídia, foram feitas porque serão três atividades no mesmo dia: Maracanã, Alzirão e FIFA Fan Fest.  Não temos ideia de como será o vai e vem de moradores da  Tijuca.
Transversais da Eurico Rabelo fechadas primeiro e depois as demais que já fazem parte do cerco no estádio. Além disso, a Rua Conde de Bonfim, em função do jogo Brasil x Chile, será fechada às 10h para liberar o público para acompanhar a partida no Alzirão.
O Maracanã abrirá os portões às 12:30h para quem chegar mais cedo possa a ver o outro jogo das 13h, nos telões no Maracanã.
Como é sábado, talvez o impacto seja um pouco menor, mas recomendamos que se você não precisa passar por aqui, não venha. Nós não temos alternativa e estaremos nas ruas ajudando. Aliás, o policiamento já identifica a equipe do Fim de Jogo e estamos tendo menos problemas. Recomendamos que mesmo se for à padaria cedo que coloque o comprovante de residência no bolso. Sim, nós achamos isso um absurdo também, mas o comprovante está valendo mais do que o crachá de imprensa.
Essa recomendação é que no último jogo, apesar do aviso que o fechamento começaria às 10h, o policiamento antecipou tudo. Nem o aplicativo da CetRio adiantou, porque na hora programada, recebi o aviso pelo celular, mas era tarde. Perguntei aos policiais que avisaram ter recebido ordens para antecipar. Questionei isso na coletiva, mas a resposta colocou a responsabilidade no Serviço de Inteligência da Área de Segurança.
Conselhos:
  • Não adianta carro. Esquece. O único ponto menos complicado é perto do Shopping Tijuca.
  • O policiamento sempre fala para ficar com o ingresso na mão para atravessar as barreiras, mas assim que passarem guardem os ingressos. Foram registrados muitos furtos na confusão na passarela do metrô. O pessoal fica tão preocupado em ver o ingresso, assim como os espertos.
  • Saia com comprovante de residência se for morador.
  • Os portões do Maracanã abrirão às 12:30h. Lembre que é preciso se alimentar porque o outro jogo é só às 17h. Fizemos um post com dicas sobre onde comer por aqui. Para ler clique neste link.
  • Gratuidade nos bilhetes do metrô e trem estarão liberados a partir das 11h.
Importante: Fiquem atentos no caso de prorrogação e pênaltis pois isso fará que que o fechamento do entorno do Maracanã se prolongará até às 22h.
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maraca1

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Tranquila, Sharapova chega à nona vitória seguida

Londres (Inglaterra) - A russa Maria Sharapova segue forte na disputa em Wimbledon. Vinda da conquista de Roland Garros, a ex-líder do ranking e cabeça 5 do Grand Slam britânico anotou nesta quinta-feira sua nona vitória consecutiva ao superar a suíça Timea Bacsinszky, 85ª do ranking, por 6/2 e 6/1 em apenas 62 minutos. Sharapova agora enfrentará a norte-americana Alison Riske, 44ª, a quem já derrotou na grama inglesa de Birmingham há quatro anos.
Assim como foi em sua partida de estreia no All England Club, quando bateu a convidada local Samantha Murray, Sharapova teve um pouco de dificuldade para confirmar o saque no primeiro game do jogo. Mas depois disso, estabeleceu um amplo domínio obtendo cinco quebras e perdendo o serviço apenas uma vez. Ao longo do jogo, a russa disparou um total de 16 bolas vencedoras contra apenas 9 da rival suíça. Por conta de seu estilo mais agressivo, a russa cometeu um número maior de erros não-forçados, 13 a 8.
Outra favorita a avançar em sets diretos foi a canadense Eugenie Bouchard, cabeça de chave 13. Campeã juvenil no torneio há duas temporadas, a jogadora de 20 anos se garantiu na terceira rodada ao bater a convidada espanhola Silvia Soler por 7/5 e 6/1. A próxima rival de Bouchard será a cabeça 20 alemã Andrea Petkovic, que precisou de três sets para superar a romena Irina Camelia Begu por 6/4, 3/6 e 6/1. As duas tenistas, que foram semifinalistas em Roland Garros, se enfrentaram três vezes pelo circuito e Petkovic levou a melhor em todas.
A também alemã Angelique Kerber repetiu Petkovic e fez um jogo de três sets. Cabeça 9 em Londres e semifinalista há dois anos, Kerber bateu a britânica Heather Watson, 60ª, por 6/2, 5/7 e 6/1 em jogo disputado na Quadra Central. Kerber agora enfrenta a belga Kirsten Flipkens, cabeça 24 e que fez semi no ano passado. Kerber venceu o único encontro entre elas, em partida válida pelo circuito da ITF em 2006.
Já a russa Vera Zvonareva, vice-campeã em 2010, obteve sua segunda vitória ao marcar um duplo 6/4 sobre a jovem croata Donna Vekic e agora enfrentará a cazaque Zarina Diyas. Ex-número 2 do mundo, Zvonareva ficou mais de um ano e meio afastada das quadras, sobretudo por lesões no ombro direito. Com as duas vitórias já garantidas em Wimbledon, a russa deverá saltar do atual 566º lugar para próximo da posição de 250ª do ranking feminino.
Londres (Inglaterra) - A sérvia Ana Ivanovic e a alemã Sabine Lisicki confirmaram o favoritismo e avançaram em sets diretos para a terceira rodada de Wimbledon, garantindo o confronto entre elas. Será a segunda vez que Ivanovic e Lisicki se encontram no circuito, a primeira foi no saibro de Stuttgart, na Alemanha, em abril, e terminou com vitória da sérvia.
Atual vice-campeã e cabeça de chave 19 do torneio, Lisicki disparou 7 aces na vitória sobre a tcheca Karolina Pliskova, 50ª do ranking, por 6/3 e 7/5. Por sua vez, a cabeça 11 sérvia precisou de 61 minutos para marcar fáceis 6/4 e 6/0 sobre a chinesa Jie Zheng, 66ª, e chegar à sua sétima vitória seguida em quadras de grama sem perder nenhum set. Há duas semanas, Ivanovic conquistou seu primeiro título no piso em Birmingham, também na Inglaterra.
Enquanto Lisicki chegou pelo menos às quartas de final nos três últimos anos e em suas quatro últimas participações em Wimbledon, Ivanovic parou na segunda rodada no ano passado e fez oitavas há dois anos. A ex-líder do ranking tem como melhor resultado no torneio uma semifinal em 2007.
Também nesta quinta-feira, a belga Kirsten Flipkens garantiu seu lugar na terceira fase. Cabeça 24 e semifinalista no ano passado, Flipkens bateu a espanhola Lourdes Domingues Lino por 6/2 e 6/1. Sua próxima rival sai confronto entre a alemã Angelique Kerber, cabeça 9, e a britânica Heather Watson.
Já a cabeça 15 espanhola Carla Suarez se despediu do torneio britânico, eliminada pela cazaque Zarina Diyas, 72ª do ranking, por 7/6 (14-12), 5/7 e 6/2. Diyas enfrenta a vencedora do jogo entre a russa Vera Zvonareva, vice em 2010, e a jovem croata Donna Vekic.

A Alemanha jogou para vencer e conseguiu um 1 x 0 completamente diferente da marmelada de 1982

A expectativa de marmelada entre Alemanha e Estados Unidos caiu por terra logo nos primeiros minutos de partida, com os alemães no ataque, buscando a vitória a todo custo.Mais ou menos isso estava escrito no texto assinado por este colunista na Folha de S. Paulo desta quinta-feira.  A memória do futebol alemão carrega o trauma do arranjo na partida contra a Áustria na Copa do Mundo da Espanha, em 1982.
O livro Tor, sobre a história do futebol alemão, conta detalhadamente o trauma e as conseqüências daquele 1 x 0, gol de Hrubesch. Frases fortes publicadas na imprensa alemã da época como "Vergonha" ou "Nem toda vitória é um ganho!" O vexame foi tão forte que dois anos depois foi um dos fatores fundamentais para a demissão do técnico Jupp Derwal.
Franz Beckenbauer assumiu seu lugar.
Alemanha 1 x 0 Estados Unidos de 2014 teve o mesmo placar e um cenário completamente diferente daquele 1 x 0 de 1982.
Os alemães com Lahm e Schweinsteiger podem variar do 4-2-3-1 para o 4-1-4-1. Thomas Muller é o jogador mais versátil desta Copa do Mundo e também o artilheiro com 4 gols, empatado com Messi e Neymar. 
Pode se tornar o primeiro jogador da história a ser goleador de dois Mundiais.
26/junho/2014
ESTADOS UNIDOS 0 x 1 ALEMANHA

Local: Arena Pernambuco (Recife); Juiz: Ravshan Irmatov (Uzbequistão); Público: 42.610; Gol: Thomas Muller 10 do 2º; Cartão amarelo: Omar González, Beckerman, Höwedes
ESTADOS UNIDOS (4-1-4-1): 1. Howard (7), 23. Johnson (6), 5. Besler (6), 3. Omar González (5,5) e 7. Beasley (6); 15. Beckerman (6); 14. Davis (5,5) (11. Bedoya 14 do 2o (5,5)), 4. Bradley (6,5), 13. Jones (6,5) e 19. Zusi (6,5) (2. Yedlin 39 do 2o (sem nota)); 8. Dempsey (6,5). Técnico: Jürgen Klinsmann
ALEMANHA (4-1-4-1): 1. Neuer (6), 20. Boateng (5,5), 17. Mertesacker (5,5), 5. Hummels (6) e 4. Höwedes (5,5); 7. Schweinsteiger (7) (19. Gotze 31 do 2º (sem nota)); 8. Ozil (6,5) (9. Schurrle 44 do 2º (sem nota)), 18. Kroos (6,5), 16. Lahm (7) e 10. Podolski (6) (11. Klose, intervalo (5,5)); 13. Thomas Muller (7,5). Técnico: Joachim Löw
Homem do jogo FIFA - Thomas Muller
Homem do jogo PVC - Thomas Muller
37% x 63%
26/junho/2014
PORTUGAL 2 x 1 GANA

Local: Mané Garrincha (Brasília); Juiz: Nawaf Shukralla (Bahrein); Público: 69.349; Gols: Boye (contra 31 do 1º; Gyan 12, Cristiano Ronaldo 35 do 2º; Cartão amarelo: João Moutinho, Wakaso, Afful, Jordan Ayew
PORTUGAL (4-3-3): 22. Beto (6) (1. Eduardo 44 do 2º (sem nota)), 21. João Pereira (5,5) (18. Varela 16 do 2º (5,5), 3. Pepe (5), 2. Bruno Alves (5,5) e 4. Miguel Veloso (6,5); 6. William Carvalho (6), 8. João Moutinho (6,5) e 20. Rubem Amorim (5,5); 17. Nani (5,5), 11. Éder (5,5) (10. Vieirinha 24 do 2º (5,5)) e 7. Cristiano Ronaldo (6,5). Técnico: Paulo Bento
GANA (4-2-3-1): 16. Dauda (6), 23. Afful (6,5), 21. Boye (4,5), 19. Jonathan Mensah (6) e 20. Asamoah (6,5); 8. Badu (5,5) e 17. Rabiu (5,5) (6. Acqua 31 do 2º (sem nota)); 7. Atsu (6), 10. Andre Ayew (5,5) (22. Wakaso 36 do 2º (sem nota))e 18. Waris (6,5) (13. Jordan Ayew 26 do 2º (5)); 3. Gyan (6,5). Técnico: James Appiah
Homem do jogo FIFA - Cristiano Ronaldo
Homem do jogo PVC - Cristiano Ronaldo
55% x 45%
PVC
Alemanha fica mais forte com Schweinsteiger e varia do 4-2-3-1 para 4-1-4-1
Alemanha fica mais forte com Schweinsteiger e varia do 4-2-3-1 para 4-1-4-1