quinta-feira, 17 de abril de 2014

Liminar põe Lusa de novo na Série A, e clube comunica CBF que não jogará estreia da Segundona

Gazeta Press
Lico aguarda posse na Lusa para decidir sobre Justiça Comum
Lico aguarda posse na Lusa para decidir sobre Justiça Comum
Uma liminar movida por ação popular na 3ª Vara Cível da Penha, São Paulo, recolocou nesta quinta-feira a Portuguesa na Série A do Campeonato Brasileira e reabriu a guerra judicial entre o clube e a CBF. A liminar já vale há sete dias, desde 10 de abril.

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A Lusa já comunicou a CBF que caso a liminar não seja derrubada, o time não entrará em campo nesta sexta-feira, às 19h30, contra o Joinville, no que seria a primeira rodada da Série B do Brasileirão e que o confronto deve ser adiado.

"Por uma questão de lealdade e transparência estamos comunicando a CBF. O bom senso manda que se cancele esse jogo, que se tire esse jogo de pauta para que não haja prejuízo maior a terceiros. Se a liminar estiver em vigência, a Portuguesa não jogará", declarou o vice-presidente jurídico do clube, Orlando Cordeiro.

Segundo o dirigente, os atletas da Lusa seguem concentrados em Joinville e estão à espera de notícias, cientes de que, por ora, não vão jogar.

A assessoria de imprensa da CBF diz não ter recebido nenhum contato da equipe paulista e garante que por enquanto está mantida a atual tabela do Campeonato Brasileiro.
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ABC e Fluminense negociam trocas

Esquenta a negociação entre ABC e o Fluminense, que está interessado em levar Júnior Timbó, em troca de alguns jogadores revelados na bases tricolores. A questão voltou a ser discutida ontem após o treinamento realizado no Frasqueirão, quando o técnico Zé Teodoro foi se reunir com o executivo de futebol do alvinegro, Rogério Marinho, e o assessor da vice-presidência de futebol do clube, Judas Tadeu.
Adriano AbreuTreinador Zé Teodoro vai avaliar os nomes colocados à disposiçãoTreinador Zé Teodoro vai avaliar os nomes colocados à disposição

Em pauta estavam alguns nomes que o Fluminense poderia colocar à disposição do clube potiguar de imediato. O fato de Timbó estar se recuperando de uma cirurgia nos ligamentos do joelho, não estão sendo levados em consideração pela diretoria tricolor, que acompanha a situação.

“O Fluminense realmente está interessado em levar o Júnior Timbó, um atleta observado na temporada passada e que realizou um grande Brasileiro pelo ABC. Nós não vamos receber qualquer tipo de compensação financeira. Mas vamos economizar o salário pago ao atleta e contar ainda com os jogadores que eles vão colocar à nossa disposição, com o clube carioca se responsabilizando integralmente pelo pagamento do salários deles. Não vai deixar de ser um bom negócio”, afirmou Bira Marques, vice-presidente de futebol abecedista.

Bira ressaltou ainda que a comissão técnica sugeriu alguns nomes como o do atacante Marcus Júnior, porém, como o atleta tem mercado na série A, a diretoria carioca solicitou um pouco mais de tempo para responder. “Eles disseram que pretendem deixar esgotar todas as negociações com os clubes da série A, se nada for concretizado, voltariam a conversar sobre o assunto com a gente”, informou o dirigente potiguar.

Regularização
O calendário apertado, o pouco tempo de intervalo entre os estaduais e o início do Brasileirão, além do feriado da Semana Santa somados, se transformaram numa pedra no caminho do ABC. O clube que passa por um momento de profunda reformulação só poderá contar, no máximo, com quatro novos reforços para o confronto de estreia na série B, sábado às 16h20, contra o Santa Cruz, no estádio do Arruda-PE. 

O supervisor do alvinegro, Cléber Romualdo, disse que com a antecipação do final do expediente na CBF, para quinta-feira, será impossível registrar os atletas que chegaram por último ao clube, como é o caso do volante volante Renan Silva e também de Liel, que veio para o clube por empréstimo. Dessa forma apenas Gilvan (goleiro), Robson (zagueiro),  Denis Marques e João Henrique (atacantes) podem ser relacionados para o confronto diante do tricolor pernambucano.

“Se a CBF fosse aberta até sexta-feira, nós teríamos alguma chance de regularizar Renan Silva, mas como o expediente lá se encerra na quinta-feira, por causa do feriadão da Semana Santa, só podemos trabalhar com a possibilidade de regularizar novos reforços para o segundo confronto do ABC, diante do Boa Esporte”, disse Cléber, se referindo a partida do próximo dia 26, na cidade de Santa Cruz-RN, onde o time natalense vai ter de mandar seus três primeiros jogos, na competição nacional, cumprindo uma suspensão de mando de campo imposta pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), no final do ano passado.

Português

16h00

(1)VIG Vitória de Guimarães X Arouca ARO(2)

Alemão

15h30  

(2)EFR Eintracht Frankfurt X Hannover 96 HAN(3)

CBF cassa liminar e “rebaixa” o Icasa à Série B

Verdão vai enfrentar a Ponte Preta pela B (Foto: Ricardo Stuckert / CBF)
Reviravolta! Nas primeiras horas desta quinta-feira (17), a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) conseguiu cassar a liminar que dava ao Icasa o direito de disputar a Série A do Campeonato Brasileiro. No início da noite de quarta-feira à entidade havia sido negado o pedido de cassação, o que deixava o time na elite. O Verdão deve recorrer da decisão.

De acordo com o entendimento da Justiça, o clube caririense deveria ter continuado na esfera desportiva a sua disputa por jogar a principal competição do futebol brasileiro.

Desta forma, fica mantida a estreia do Verdão na Série B do Brasileiro, agendada para esta sexta-feira, dia 18, às 21h50, contra a Ponte Preta no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas-SP.

O Icasa deve recorrer da decisão já nas próximas horas e, dentre seus questionamentos, pedirá uma indenização no valor de R$ 33 milhões por ter cerceado seu direito de jogar o Brasileirão.

“A CBF reconhece que errou, o erro existe, não é um erro público, é interno que conseguimos por meio de notícia anônima e, a partir de então o Icasa passou a buscar os seus direitos”, afirmou o presidente icasiano Francisco Paes de Lira.

América vence de virada a primeira partida da final do estadual

max2_09Com público de aproximadamente 2.600 torcedores, no duelo entre o time do interior e o clube da capital, melhor para a capital. Globo e América entraram em campo na noite desta quarta-feira (16) para a disputa do primeiro jogo da final do Campeonato Potiguar 2014.

A partida começou em ritmo acelerado e pode ser dividida exatamente nos dois tempos de jogo. Na primeira etapa, o domínio foi do Globo o que acabou resultando no placar que foi aberto aos 13 minutos, após jogada entre Jozyclei e Renatinho que finalizou, sem chances para o goleiro Fernando Henrique, do Dragão.

No segundo tempo, o time da capital voltou mais ofensivo e tratou de empatar a partida também com uma boa troca de passes entre Adriano Pardal e Max, que não desperdiçou a chance e balançou a rede dos donos da casa, deixando tudo igual no placar.

Ainda com mais disposição e velocidade, o América virou aos 26 minutos após Fabinho iniciar jogada no meio de campo, cruzar para Pardal que não teve sucesso no lance e Max aproveitar a sobra e finalizar.

O próximo jogo da final é quarta-feira, dia 30, às 20h, na Arena das Dunas e a vantagem é do América, que joga por um empate para conquistar o título.
Ficha técnica
Primeira partida da decisão
Globo 1 x 2 América
Local – Estádio Barretão – Ceará-Mirim
Data – 16 de abril
Horário- 20h30
Arbitragem – Leandro Pedro Vuaden/FIFA, auxiliado por Lorival Cândido e Vinícius Melo.
Globo: Rafael, Geovane, Mersinho, Robson, Nininho, Ricardo Baiano, Jozicley, Miller (Romarinho), Renatinho Potiguar (Hendrich), Ricardo Lopes eRael.Técnico: Higor César
América- Fernando Henrique, Walber (Marcelinho), Cleber, Edson Rocha, Arthur Henrique (Val), Tiago Dutra (Jean Cleber), Fabinho, Márcio Passos, Arthur Maia, Max e Adriano Pardal. Técnico: Oliveira Canindé.

Magno Alves perde pênalti, Clássico-Rei termina sem gols e Ceará fica a um empate do título

Clássico-Rei
FOTO: KID JÚNIOR
O primeiro jogo da decisão do Campeonato Cearense terminou sem gols. Fortaleza e Ceará fizeram um Clássico-Rei movimentado na noite desta quarta-feira (16), na Arena Castelão, mas o placar ficou mesmo no 0 a 0. O Alvinegro de Porangabuçu poderia ter saído com a vitória, mas o atacante Magno Alves perdeu a oportunidade, quando desperdiçou um pênalti.
A partida de volta da grande final será na próxima quarta-feira (23), às 22h, novamente na Arena Castelão. Como terminou em primeiro na classificação geral, o Ceará precisa apenas de um empate para garantir o tetracampeonato. Para o Leão apenas a vitória interessa. 
Agora as atenções do Vovô se voltam para o Campeonato Brasileiro Série B. O Alvinegro estreia no próximo sábado (19), às 21h, na Arena Castelão, contra o Oeste.
Já o Tricolor, terá uma semana para se preparar para o jogo de volta da final, já que só estreia no Brasileirão Série C no próximo dia 27. 
O jogo
Com toda a rivalidade que cerca o Clássico-Rei, as equipes entraram em campo se movimentando bastante em busca do gol. O Ceará foi o primeiro a chegar com perigo. Aos 6 minutos de jogo, Magno Alves recebeu de Souza, bateu para o gol e a bola explodiu na trave. Um minuto depois o Fortaleza respondeu. Waldison chutou forte de fora da área, a bola passou à esquerda do gol de Luís Carlos.
Após um bom começo de partida, o jogo ficou mais brigado no meio campo. O Vovô chegou novamente apenas aos 28 minutos, quando Souza cobrou falta no canto e Ricardo fez a defesa. 
Já o Tricolor, chegou com perigo aos 40 minutos. Edinho recebeu na entrada da área, fez e corte e bateu para o gol. O goleiro Luís Carlos se esticou todo e fez a defesa, assegurando o placar inalterado no primeiro tempo. 
Segundo tempo movimentado no Castelão 
A segunda etapa começou bastante movimentada, com chances de gols para as duas equipes. O Fortaleza foi o primeiro a assustar. Aos 6 minutos, Edinho recebeu na entrada da área, chutou forte e o goleiro Luis Carlos fez boa defesa. 
Um minutos depois o Ceará respondeu. O atacante Magno Alves recebeu no ataque, chutou rasteiro e o goleiro Ricardo segurou.
Mesmo bastante intenso, as equipes criavam poucas oportunidades. Em uma delas, aos 33 minutos, Bill recebeu ótimo passe de Vicente, avançou, mas bateu em cima do goleiro Ricardo. 
Magno Alves perde pênalti e clássico acaba sem gols
O Ceará permaneceu no ataque e aos 36 minutos perdeu a melhor oportunidade do jogo. O atacante Bill recebeu dentro da área e na hora do chute foi derrubado, em cima do lance o árbitro Avelar Rodrigo deu pênalti. Magno Alves foi para a cobrança e chutou para fora.  
Após o pênalti perdido pelo rival, o Fortaleza tentou o gol, mas não teve força suficiente para sair com a vitória. Já o Vovô, se segurou na defesa e garantiu pelo menos o empate. 
Ficha técnica
Jogo: Fortaleza x Ceará
Local: Arena Castelão
Fortaleza: Ricardo, Tiago Cametá, Eduardo Luis, Max Oliveira, Radar, Corrêa, Guto (Leandro), Walfrido (Paulinho), Edinho, Waldison (Danilo Rios) e Robert. Técnico: Marcelo Chamusca.
Ceará: Luís Carlos, Samuel Xavier, Sandro, Anderson, Vicente, João Marcos, Leandro Brasília (Amaral),  Souza, Assisinho (Felipe Amorim), Magno Alves e Bill. Técnico: Sergio Soares.
Árbitro: Avelar Rodrigo
Assistentes: Thiago Brígido e Arnaldo Sousa
Cartões amarelos: Tiago Cametá (FOrtaleza)/ Vicente, Samuel Xavier, João Marcos  (Ceará)

Em meio a protestos contra arbitragem, Vasco bate Resende com gol de pênalti e avança

Gazeta Press
Douglas comemora o gol da vitória do Vasco
Douglas comemora o gol da vitória do Vasco
O Vasco encontrou mais dificuldades do que esperava, mas venceu o Resende por 1 a 0, em São Januário, e avançou à segunda fase da Copa do Brasil. O jogo de dia, em Manaus, terminara em empate em 0 a 0. Nesta quarta, o artilheiro foi o capitão Douglas, de pênalti.
O detalhe da partida foi o "fantasma" da final do Campeonato Carioca, que terminou com o vice-campeonato do Vasco após um gol irregular de Márcio Araújo, do Flamengo. Convocada pela diretoria e diante de uma promoção de ingressos, a torcida compareceu em bom número a São Januário e protestou com camisas negras, faixas e até gritos de "é campeão!".
O momento de maior revolta foi um gol mal anulado do lateral direito André Rocha, no "apagar das luzes" do primeiro tempo. Ironicamente, o gol da vitória cruzmaltina foi marcado em cobrança de pênalti, que gerou muitas reclamações pelo lado do Resende.
Agora, o Vasco "vira a chave" para a Série B do Campeonato Brasileiro, na qual a equipe estreia às 16h (de Brasília) deste sábado, contra o América-MG, novamente em São Januário. Pela Copa do Brasil, o Cruzmaltino tem pela frente um confronto contra o Treze de Campina Grande, ainda sem data para acontecer. Caso vença o jogo de ida, na Paraíba, por dois ou mais gols de vantagem, o time carioca eliminará a segunda perna.
Gazeta Press
Torcida do Vasco protestou em São Januário
Torcida do Vasco protestou muito em São Januário
O jogo
Desgastado pelas "batalhas" contra o Flamengo pela final do Estadual, o Vasco foi a campo com três desfalques importantes: o zagueiro Rodrigo, o volante Guiñazú e o atacante Edmilson. Thalles, que substituíra o último no último domingo, também não atuou devido à convocação à seleção brasileira sub-20. A compensação veio com muita vontade sob a chuva fina que vem castigando o Rio de Janeiro desde domingo.
A primeira chance, no entanto, foi do Resende, que sabia que poderia complicar o confronto caso conseguisse abrir o placar. Logo aos 3 minutos, Marcel recebeu em boas condições, mas finalizou mal e a bola passou longe.
Com dificuldades para penetrar na defesa do Resende, armada pelo técnico Aílton Ferraz com três zagueiros, o Vasco encontrava espaços na entrada da área. Fellipe Bastos e Douglas arriscaram no início, mas erraram o alvo. Pouco depois, aos 12, Bastos "calibrou" o pé em cobrança de falta, e forçou o goleiro Mauro a fazer defesa difícil.
O passar do tempo foi tornando o jogo mais truncado e menos emocionante. O Vasco sofria poucos riscos atrás e controlava a posse de bola, mas permanecia muito tempo na intermediária. A torcida, em resposta, começou a demonstrar impaciência na arquibancada. A pior notícia foi a lesão de Diego Renan, que sentiu a perna e teve de ser substituído por Marlon.
As chances de gol só reapareceram no final do primeiro tempo, com a mesma fórmula do início da partida: chutes de fora da área. André Rocha e Douglas experimentaram de canhota e levaram muito perigo, mas a bola se perdeu pela linha de fundo em ambas oportunidades.
Ainda haveria tempo para um lance polêmico, que inflamou de vez os ânimos vascaínos com a arbitragem: já aos 47 minutos, André Rocha recebeu lançamento pela direita e estufou as redes. Mas o auxiliar Francisco Pereira de Souza marcou impedimento inexistente no lance, e o placar seguiu 0 a 0. Para evitar a pressão cruzmaltina, o trio de juízes sequer desceu para os vestiários de São Januário, permanecendo no centro do campo durante o intervalo.
O segundo tempo veio com uma postura mais agressiva do Vasco, que teve a entrada de Dakson no lugar de Pedro Ken. Poucos minutos depois, Éverton Costa, que já sentira um problema físico no primeiro tempo, foi substituído por Montoya.
E que bem fez o colombiano ao Vasco, com muita velocidade e habilidade pela ponta direita. Mas o bem armado sistema defensivo do Resende seguia criando dificuldades. Qual foi a solução cruzmaltina? Novamente, chutes de fora da área. Fellipe Bastos e Douglas voltaram a experimentar, mas erraram o alvo. Montoya emendou um balaço, e a bola passou raspando a trave.
O alívio do Vasco veio, por ironia do destino, em um pênalti marcado pelo árbitro Rodrigo Carvalhaes Miranda, que gerou muitas reclamações por parte do Resende. O autor foi Thiago Sales, em trombada com Reginaldo na entrada da área. Douglas cobrou bem no canto esquerdo de Mauro e inaugurou o placar.
A comemoração do lance, no entanto, sequer foi tão calorosa no banco de reservas vascaíno. O motivo foi um quadro de convulsão e desmaio apresentado pelo já substituído Éverton Costa. Já acordado, o jogador foi levado de ambulância a um hospital particular no bairro de São Cristóvão, na Zona Norte no Rio, ao lado da esposa. Não houve notícias sobre o seu quadro até o apito final em São Januário.
Atrás no placar, o Resende tentou ir para cima com substituições ofensivas, mas só assustou em chute bloqueado de Gerson e em cabeçada de Thiago Sales, defendida por Martín Silva no finalzinho. O Vasco, sem a pressão de abrir o placar, limitou-se a permanecer controlando a posse de bola e tentar, timidamente, ampliar a vantagem. Ficou nisso: 1 a 0 magro, suficiente para classificar o Cruzmaltino à segunda fase da Copa do Brasil.
FICHA TÉCNICA
VASCO 1 X 0 RESENDE
Local: São Januário, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 16 de abril de 2014 (quarta-feira)
Horário: 22 horas (de Brasília)
Árbitro: Rodrigo Carvalhaes Miranda (RJ)
Assistentes: Silbert Sisquim (RJ) e Francisco de Souza (RJ)
Cartões amarelos: Rafael Vaz (Vasco); Dudu, Felipe Alves, Lucas, Mauro e Geovane Maranhão (Resende)
Cartão vermelho: Não houve
Gol: Douglas, de pênalti, aos 25 minutos do segundo tempo
VASCO: Martin Silva; André Rocha, Luan, Rafael Vaz e Diego Renan (Marlon); Aranda, Pedro Ken (Dakson), Fellipe Bastos e Douglas; Reginaldo e Éverton Costa (Montoya).
Técnico: Adilson Batista.
RESENDE: Mauro; Marcelo, Thiago Sales e Daniel Lucini (Geovane Maranhão); Lucas, Léo Silva, Dudu, Bruno Gallo (Felipe Alves, depois Felipe Linhares), Marcel e Gerson; Clebson.
Técnico: Aílton Ferraz.

Frente a 2 mil torcedores, Santos deslancha no 2º tempo, bate Mixto e avança na Copa do Brasil


Veja todos os gols de Santos 3 x 0 Mixto
Foi com mais sofrimento do que o esperado, mas o Santos conseguiu a classificação para a segunda fase da Copa do Brasil. Na noite desta quarta-feira, o time teve muitos problemas para furar o bloqueio defensivo montado pelo Mixto e vencer a partida por 3 a 0, gols de Arouca e Gabriel (duas vezes). 

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Além da criatividade abaixo do esperado, o que decepcionou foi o público na Vila Belmiro: apenas 2.321 torcedores marcaram presença no estádio. O jogo foi logo depois da final do Paulista, em que o clube foi derrotado pelo Ituano nos pênaltis.
O Santos entrou em campo com Diego Cardoso e Thiago Ribeiro nos lugares de Leandro Damião e Cícero, ambos poupados. No banco de reservas, a novidade foi o zagueiro Bruno Uvini, relacionado pela primeira vez.
Sem dificuldades para ter o domínio da partida, o time da casa ficou com 60% da posse de bola na primeira etapa e disparou 13 finalizações contra a meta defendida por Igor. Apenas quatro foram no alvo e duas provocaram real perigo: em ambas o arqueiro do Mixto defendeu.
Na saída para o intervalo, o atacante Thiago Ribeiro - que era dúvida para o jogo - definiu que o time estava fazendo as escolhas erradas na hora finalizar as jogadas de ataque. E nos 45 minutos finais o time deslanchou.
Aos 14 minutos, Cicinho apareceu livre de marcação na direita e cruzou rasteiro. A defesa do Mixto bobeou, e Arouca, sozinho no meio da área, só teve o trabalho de empurrar para o fundo do gol. Com vantagem no placar e com o adversário precisando sair para tentar a classificação, o jogo ficou mais fácil para a equipe do litoral paulista.
E o time aumentou o placar aos 23 minutos. Ricardo Ehle cometeu pênalti em Thiago Ribeiro. Gabriel cobrou forte no canto direito e ampliou: 2 a 0. Com o jogo controlado, o atacante faria mais um aos 37 minutos de jogo. Após ótimo passe de Geuvânio, ele só teve trabalho de tocar na saída de Igor para comemorar seu nono gol na temporada e dar números finais ao duelo.
Classificado, o Santos enfrenta agora o vencedor do confronto entre Brasiliense e Princesa de Solimões.

FICHA TÉCNICA
SANTOS 3 X 0 MIXTO
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data: 16 de abril de 2014, quarta-feira
Horário: 22 horas (de Brasília)
Árbitro: Braulio da Silva Machado (SC)
Assistentes: Pedro Martinelli Christino e Marcos Rogério da Silva (ambos do PR)
Cartões amarelos: Alan Santos e Cicinho (Santos); Ruy Cabeção, João Paulo, Denilson, Ricardo Ehle, Igor e Ferreira (Mixto)
Gols: SANTOS: Arouca, aos 14, e Gabriel, aos 23 e aos 38 minutos do segundo tempo
SANTOS: Aranha; Cicinho, Neto, David Braz e Mena; Alan Santos, Arouca (Alison) e Gabriel; Thiago Ribeiro (Stéfano Yuri), Diego Cardoso (Lucas Lima) e Geuvânio
Técnico: Oswaldo de Oliveira
MIXTO: Igor; Denilson, Ricardo Ehle, Robinho e Ítalo; Paulo Almeida (Edílson), Kiko, Gabriel (Leandrinho) e Ruy Cabeção; Fogaça (Ferreira) e João Paulo
Técnico: Ary Marques

Juíza nega pedido da CBF e mantém liminar do Icasa


Presidente do Icasa fala sobre liminar que leva time à Série A; assista
Após o Icasa conseguir liminar para disputar a Série A do Campeonato Brasileiro na última terça-feira, na 4ª Vara Cível da Barra da Tijuca, a CBF entrou com uma petição para tentar declinar a competência da ação para a 2ª Vara Cível da Barra da Tijuca, onde acumula vitórias nas batalhas judiciais que já travou contra times. A Justiça, porém, negou o pedido da entidade.
"Nós conseguimos manter a liminar, e a juíza se negou a declinar a competência para a 2ª Vara Cível da Barra da Tijuca. Vamos continuar monitorando, mas, por enquanto, continuamos vitoriosos", informou o advogado da equipe cearense, Carlos Guerra, ao ESPN.com.br.
Agora, o caminho da CBF para tirar o Icasa da elite do Brasileirão é entrar com um recurso para cassar a liminar, o que deve ser feito já nas próximas horas.
Paulo Sérgio Dantas/icasafc.com
Icasa
Icasa, no momento, está na Série A por decisão judicial
Os advogados do clube alviverde querem manter a vitória até a próxima sexta-feira (dia 18), quando a equipe do Cariri teoricamente faria sua estreia na Serie B, contra a Ponte Preta, em Campinas, às 21h50 (horário de Brasília).
Caso a CBF tivesse conseguido levar a liminar para a 2ª Vara da Barra da Tijuca, ela teria perdido o efeito, pois a ação teria que ser julgada novamente. Como não conseguiu, a ação segue tendo validade, e o Icasa está mantido na primeira divisão.
Eleito nesta quarta como novo presidente da entidade máxima do futebol brasileiro, Marco Polo Del Nero disse que confia no departamento jurídico para derrubar mais essa decisão na Justiça comum. Ele ainda comemorou o fato de 90 liminares da Portuguesa e de torcedores do clube terem sido cassadas nos últimos meses.

Veja a decisão:
Fls. 334: Anote-se o patrocínio. Fls. 379/389: Trata-se de requerimento da 1ª ré, CBF, para reconsideração por este Juízo da liminar concedida às fls. 324/325 ao ICASA, além de remessa dos autos à 2ª Vara Cível deste Fórum Regional da Barra da Tijuca, alegando a incompetência desta 4ª Vara Cível em razão de decisão proferida pelo STJ no conflito de competência nº 133244-RJ (2014/0079835-7).

Ao contrário do que aduz a ré, não há, para a hipótese posta nos autos, qualquer decisão fixando competência prévia, de modo a afastar este Juízo da apreciação e julgamento deste feito. A decisão do STJ a que alude a ré refere-se tão somente às ações movidas por torcedores com fundamento no Estatuto do Torcedor, questionando a decisão da justiça desportiva quanto ao Campeonato Brasileiro de Futebol de 2013 no processo STJD 320/213, isto é, aquele relativo à aplicação de penalidade de perdas de pontos da Associação Portuguesa de Desportos e do Clube de Regatas do Flamengo, levando ao consequente rebaixamento da Portuguesa, em lugar do Fluminense Football Club.

Nos termos do Aviso TJ nº 39/2014, portanto, ´não foi deferida a ampliação subjetiva da liminar para contemplar outros Juízos indicados pelo suscitante (CBF) e, ainda, Juízos em que viessem a ser ajuizadas novas demandas´, como é o caso ora em comento, mesmo porque, se assim não fosse, estar-se-ia criando um Juízo único pré-determinado para toda e qualquer ação em figure como parte a CBF, o que fere o princípio do juiz natural, consagrado em dispositivos constitucionais (artigo 5º, XXXVII e LIII, CRFB). Ultrapassada essa questão, resta o pleito de revogação da tutela antecipada concedida na data de ontem, em favor da Associação Desportiva Recreativa e Cultural ICASA. Conforme se depreende da aludida petição, a ré não trouxe nenhum fato novo aos autos, argumentando acerca dos possíveis prejuízos a torcedores, patrocinadores e detentores dos direitos de transmissão dos jogos e da impossibilidade técnica e logística para implementar a alteração na tabela de jogos neste instante.

No entanto, embora se reconheça a dificuldade de cumprimento da decisão, observa-se que é possível, já que há longa sequência de jogos, podendo o clube autor ser adequadamente incluído, apenas com o acréscimo de partidas, cabendo à ré, com toda sua estrutura, providenciar a melhor maneira de colocar isso em prática, com as modificações que entender necessárias. Por oportuno, cabe ressaltar que o posicionamento judicial adotado visa também à observância de princípios constitucionais de isonomia e acesso à justiça, alcançando, inclusive, a preservação da imagem da própria CBF, tendo em vista que a segurança jurídica referida na manifestação da ré está sendo afetada não por este Juízo, mas por contínuas falhas na arbitragem ao longo do Campeonato, ensejando o ajuizamento de de demandas tanto no âmbito do STJD quanto da Justiça comum.

Assim, não se mostra razoável que a ré não tome as medidas adequadas para preservar a credibilidade da competição que organiza e comanda e, depois, quando chamada a responder por supostas falhas na mesma, venha alegar simplesmente que não pode atender às determinações judiciais. Urge registrar que, não obstante a ré insistir que o autor demorou em se pronunciar, o que levou ao arquivamento da denúncia, a própria CBF, no ofício de fls. 93/96, reconhece tanto a irregularidade quanto o fato de que seu sistema não a detectou. Dessa forma, tenho que permanecem os motivos que levaram à antecipação da tutela, a qual MANTENHO NOS TERMOS DA DECISÃO DE FLS. 324/325. I-se.
'Tranquilo', presidente do Figueirense não teme perder vaga na Série A
Presidente da Federação cearense comenta falha no sistema da CBF e vaga do Icasa na Série A; assista
Advogado não sabe quais serão os times, mas garante Icasa na série A