terça-feira, 15 de outubro de 2013

Ainda sob risco, México visita Costa Rica de olho em vaga direta na Copa

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México venceu com um gol no final e segue vivo nas Eliminatórias
México venceu com um gol no final na última sexta-feira, mas ainda corre riscos de ficar de fora da Copa
Ainda com chances de ficar fora da Copa do Mundo de 2014, a seleção mexicana visitará a Costa Rica nesta terça-feira, pela última rodada das eliminatórias da Concacaf, que terá a confirmação da última vaga direta e o classificado para enfrentar a Nova Zelândia na repescagem intercontinental - A ESPN BRASIL TRANSMITE, AO VIVO, A PARTIR DAS 22H20, O JOGO COSTA RICA X MÉXCO.
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Sob olhares de Portugal, Rússia encara Azerbaijão para voltar à Copa após 12 anos

Com 11 pontos, o México está três atrás dos hondurenhos, terceiros colocados, e três à frente dos panamenhos, que estão no quinto lugar. Um empate vale a vaga na repescagem, que acontecerá em novembro.

Para ficar com a classificação direta, é preciso vencer os costarriquenhos, já garantidos na Copa, e torcer pela derrota de Honduras. Além disso, o México também tem quem tirar a diferença de dois gols de saldo, além dos cinco gols marcados a favor. Ou seja, dois resultados de 1 a 0, não são suficientes para os mexicanos.

Em sua última partida no hexagonal final das eliminatórias da Concacaf, a seleção mexicana deverá entrar em campo com a mesma formação que venceu o Panamá por 2 a 1. Já a Costa Rica entra motivada por quebrar jejum de 21 anos sem vencer o México em casa.

Em Kingston, Honduras jogará por um empate para garantir lugar na Copa do Mundo pela terceira vez (as outras foram em 1982 e 2010), contra a eliminada Jamaica, repleta de problemas na escalação para o técnico Luis Fernando Suárez.

Três dos mais importantes jogadores da equipe, o lateral esquerdo Emilio Izaguirre, o meia Wilson Palacios e o atacante Jerry Bengtson, autor do gol da vitória sobre Costa Rica, que deixou os hondurenhos a um empate do Mundial, não deverão atuar por lesão.

Em outro jogo nesta terça-feira, o Panamá receberá os Estados Unidos em sua última chance de se garantir na repescagem. A missão não é fácil, já que, além de precisar vencer a já classificada seleção comandada por Jurgen Klinsmann, é preciso torcer pela derrota do México, e que seja revertida a desvantagem de dois gols de saldo (-1 a -3). - A ESPN TRANSMITE, AO VIVO, A PARTIR DAS 22H20, O JOGO PANAMÁ X ESTADOS UNIDOS.

Só que para isso a seleção centro-americana terá que reverter campanha irregular em casa, com apenas uma vitória e três empates em quatro jogos. Assim,  o técnico Julio César Dely Valdés, conta com o bom ataque formado por Blas Pérez e Luis Tejada.

Prováveis escalações:

Costa Rica: Navas; Acosta, Umaña, González e Oviedo; Gamboa, Tejeda, Borges e Bolaños; Ruiz e Campbell. Técnico: Jorge Luis Pinto.

México: Ochoa; Layún, Rafa Márquez, Ayala e Torres; Zavala, Peña, Aquino e Giovanni dos Santos; Peralta e Hernández. Técnico: Víctor Manuel Vucetich.

Árbitro: Walter López (Guatemala), auxiliado pelos compatriotas Gerson Lopez e Philippe Briere.
Estádio: Nacional, em San José (Costa Rica).

Sob olhares de Portugal, Rússia encara Azerbaijão para voltar à Copa após 12 anos

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Capello convoca Rússia para amistoso contra Brasil
A seleção russa é comandada por Fábio Capello, que não quere perder o técnico após o término do contrato
A seleção russa enfrentará nesta terça-feira a frágil equipe de Azerbaijão, fora de casa, e pode garantir vaga na Copa do Mundo de 2014 mesmo em caso de derrota, devido a vantagem no saldo de gols que abriu para Portugal. A equipe lusitana, inclusive, fecha sua participação nas eliminatórias europeias contra Luxemburgo.
As chances de Portugal conseguir a classificação são remotes. Isso porque, além de pensar em aplicar goleada por sete gols de diferença em Luxemburgo, ainda precisa torcer pelo Azerbaijão, que tem poucos resultados expressivos em sua história. Nestas eliminatórias, os azeris estão com oito pontos em nove jogos.

A seleção russa, treinada pelo italiano Fabio Capello, para não se preocupar em fazer contas, sabe que apenas um empate carimba seu passaporte para o Mundial do Brasil, o primeiro depois de 12 anos. A última vez que o país esteve em uma Copa foi em 2002, na Coreia do Sul e Japão, quando caiu na primeira fase.

O foco de jogadores e comissão técnica é tão grande que a escalação será a mesma da equipe que goleou Luxemburgo por 4 a 0 na última sexta-feira. Com isso, Denis Glushakov deverá ser o articulador, enquanto Alexander Kerzhakov e Alexander Kokorin são os favoritos para formar o ataque.

Outra preocupação russa é com seu comando, pois se garantir vaga na Copa de 2014, já estará classificada para os dois próximos Mundiais por ser pais sede da edição seguinte. Com isso, dirigentes e torcedores já aguardam a extensão de contrato de Fabio Capello até 2018, o que pode acontecer logo após assegurar o primeiro lugar do grupo F.

A seleção portuguesa, por sua vez, entrará em campo pensando em golear os luxemburgueses e secando os russos, mas também de olho em uma improvável hipótese: a de sequer ir para a repescagem. A própria imprensa do país levantou a bola de que é preciso ficar com papel e caneta na mão.

Com um empate, os comandados de Paulo Bento se garantem na disputa dos mata-matas que definirão as últimas quatro vagas dos países europeus na Copa. A combinação que eliminaria Portugal é remota, já que depende de uma derrota para Luxemburgo, vitórias de Rússia e Irlanda do Norte sobre Azerbaijão e Israel, para que os azeris sejam o último lugar da chave, além de que a Armênia seja segundo lugar no grupo B.

Tudo isso, porque entre as nove chaves das eliminatórias, apenas os oito melhores segundos colocados vão à repescagem. Como há chaves de cinco e seis seleções, são descartados os resultados dos vice-líderes contra os lanternas, para colocar todos os países em igualdade de condições.

Contra o Azerbaijão, Portugal descartaria os seis pontos de duas vitórias, o que em caso de derrota para Luxemburgo, deixaria a seleção com 12 pontos. Aí entra a Armênia na história, que é a única seleção de sua chave que pode atingir essa pontuação com descarte.

Só que para isso, a seleção do Leste Europeu precisa derrotar a Itália fora de casa, torcer para que a Dinamarca não vá além de um empate com Malta, e que Bulgária e República Tcheca empatem. Além disso, a Armênia precisaria tirar desvantagem de nove gols de saldo.

Claramente, a seleção portuguesa não pensa na hipótese de ficar fora da repescagem, já que dois de seus principais jogadores, Pepe e Cristiano Ronaldo receberam cartões amarelos na vitória sobre Luxemburgo e forçaram a punição, para chegaram "limpos" nos dois jogos decisivos de novembro.

Os favoritos para ganharem as vagas dos dois no time titular são Luís Neto, na zaga, e Pizzi, no ataque. Outras novidades deverão ser os retornos do lateral esquerdo Fabio Coentrão e do atacante Hélder Postiga, que não atuaram contra Luxemburgo por estarem suspensos.
Prováveis escalações:
Azerbaijão: Aghayev; Shukurov, Sadigov, Ramaldanov e Medvedev; Abishov, Mammadov, Huseynov, Nadirov e Ismayilov; Aliyev. Técnico: Berti Vogts.
Rússia: Akinfeev; Anyukov, Granat e Vasili Berezutsky e Kombarov; Fayzulin, Shirokov, Glushakov e Samedov; Kokorin e Kerzhakov. Técnico: Fabio Capello.
Árbitro: Milorad Mazic (Sérvia), auxiliado pelos compatriotas Milovan Ristic e Dalibor Djurdjevic.
Estádio: Baksell Arena, em Baku (Azerbaijão).

Espanha joga por empate contra a Geórgia para 'finalmente' se classificar e defender título mundial

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Xavi chuta a gol em Espanha x Bielorrúsia
Atual campeã da Copa do Mundo, a Espanha ainda não garantiu vaga no mundial do ano que vem, no Brasil 
Campeões mundiais e bicampeões europeus, os espanhois definirão sua vida no grupo I das eliminatórias europeias apenas na última rodada, nesta terça-feira, quando precisarão apenas de um empate contra a Geórgia para garantir uma vaga na Copa do Mundo de 2014.
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Inglaterra pega Polônia para carimbar passaporte da Copa
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Além da partida que acontecerá na cidade de Albacete, em Paris, a França, com remotas chances de assegurar a vaga direta no Mundial, receberá a seleção finlandesa. Os dois jogos acontecerão às 16h (horário de Brasília).

Depois de primeiro turno irregular, em que fizeram oito pontos em quatro jogos, os espanhóis se recuperaram e acumulam nove pontos nos três jogos do returno. Com três pontos à frente dos franceses (17 a 14), basta um ponto para selar a vaga. É possível, no entanto, que a campeã do mundo se classifique mesmo em caso de derrota, caso os 'Bleus' não tirem vantagem de três gols de saldo.

Para o jogo contra a Geórgia, o técnico Vicente del Bosque deverá utilizar a formação habitual da Espanha, com linha defensiva de quatro jogadores, três meias centralizados, dois jogadores abertos pelos lados do ataque e um centroavante. No segundo tempo contra a Bielorrússia, em que saíram os dois gols da vitória por 2 a 0, a seleção jogou no 3-4-3, o que não deverá acontecer de início nesta terça-feira.

Ainda assim, algumas mudanças acontecerão na equipe titular, algumas forçadas, como a saída de Gérard Piqué, que deixou o jogo contra os bielorrussos reclamando de dores musculares e deve ser substituído por Íñigo Martínez.

Outras mexidas poderão acontecer nas laterais, com Alvaro Arbeloa e Nacho Monreal deixando a equipe para dar lugar a Juanfran e Alberto Moreno. Entre as duas mudanças, a que tem mais chance de acontecer é no lado direito.

A principal missão espanhola no jogo é superar a forte retranca da Geórgia, seleção que precisou esperar 87 minutos para fazer gol, até que Roberto Soldado balançasse as redes em Tblisi. O negativo para a ex-república soviética é que dos oito gols sofridos nas eliminatórias, seis foram fora de casa.

Na outra partida da chave, a França entra em campo contra a Finlândia no Stade de France, sabendo que precisa de um milagre para se classificar, mas ciente de que a vaga na repescagem, ao menos, está assegurada matematicamente.

Na última sexta-feira, a seleção 'bleu' ficou de fora da rodada das eliminatórias e mostrou pouco comum poder de fogo ao golear a Austrália, em amistoso, por 6 a 0, com dois gols de Olivier Giroud, um de Franck Ribéry, Yohan Cabaye, Mathieu Debuchy e Karim Benzema, que voltou a começar partida no banco de reservas, mas que quebrou jejum de 1.222 minutos sem gol.

Do outro lado, os finlandeses, que já garantiram o terceiro lugar na chave que ainda tinha dois campeões do mundo, se despedem das eliminatórias sem um de seus principais jogadores, o zagueiro e capitão Niklas Moisander, que está contundido.

Prováveis escalações:
Espanha: Valdés; Juanfran (ou Arbeloa), Sergio Ramos, Íñigo Martínez e Monreal; Busquets, Xavi, Fàbregas; Navas, Iniesta e Negredo. Técnico: Vicente del Bosque.
Geórgia: Loria; Lobjanidze, Khubutia, Kvirkvelia e Kashia; Ebralidze, Dzaria, Kobakhidze, Jmaladze e Grigalashvili; Dvalishvili. Técnico: Temur Ketsbaia.
Árbitro: Florian Meyer (Alemanha), auxiliado pelos compatriotas Holger Henschel e Christoph Bornhorst.
Estádio: Carlos Belmonte, em Albacete (Espanha).

Inglaterra pega Polônia para carimbar passaporte da Copa

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Estreante, Townsend marcou um golaço, participou de outro e deixou o campo do Wembley aplaudido
Townsend marcou na vitória da Inglaterra contra Montenegro na última sexta-feira
A seleção inglesa precisará de uma vitória nesta terça-feira contra a Polônia, no estádio de Wembley, em Londres, para carimbar sua classificação para a Copa do Mundo de 2014, depois de disputa muito equilibrada no grupo H das eliminatórias europeias  - A ESPN BRASIL TRANSMITE O DUELO, AO VIVO, A PARTIR DAS 15H50 (DE BRASÍLIA).
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Antes da penúltima rodada, que aconteceu nesta sexta-feira, quatro seleções entraram em campo com chances de classificação direta (Inglaterra, Ucrânia, Montenegro e Polônia). A vitória do 'English Team' sobre os montenegrinos por 4 a 1, deixou o país muito perto de seu 14º Mundial.

Além dos ingleses, os ucranianos, um ponto atrás (19 a 18), estão com chances de garantir vaga direta. Precisando vencer e torcer por uma derrota dos rivais para ir à Copa, a seleção do Leste Europeu sabe que com apenas um empate garante matematicamente um lugar na repescagem, em que oito segundos colocados disputarão quatro vagas no Mundial.

Na terceira colocação, os montenegrinos, com 15 pontos, ainda podem ir à repescagem, dependendo de combinação de resultados, dentro de seu grupo e também em outras chaves, para ficar entre os oito melhores vice-líderes.

Além do duelo entre Inglaterra e Polônia, a rodada do grupo H reserva os confrontos entre San Marino e Ucrânia, e Montenegro e Moldávia. Os três jogos acontecerão às 16h (horário de Brasília) desta terça-feira.

Para o jogo em Wembley, o técnico Roy Hodgson não contará com o lateral esquerdo Ashley Cole, que devido a uma lesão nas costelas, ficará de fora contra os poloneses, como já havia ficado contra os montenegrinos. Leighton Baines deverá ser seu substituto mais uma vez.

A outra lateral também é motivo de dor de cabeça para o comandante inglês, já que Kyle Walker está contundido. Chris Smalling e Phil Jones disputam o lugar no time titular. Wayne Rooney, que voltou na última partida e foi um dos grandes nomes em campo, marcando um gol, tem escalação quase certa.

Eliminada, a seleção polonesa irá para a partida no templo do futebol mundial com dois importantes titulares, o meia Jakub Blaszczykowski e o atacante Robert Lewandowski.

Prováveis escalações:

Inglaterra: Hart; Smalling ou (Jones), Cahill, Jagielka e Baines; Lampard, Gerrard, Townsend e Rooney; Sturridge e Welbeck. Técnico: Roy Hodgson.

Polônia: Boruc; Jedrzejczyk, Jodlowiec, Glik e Wojtkowiak; Krychowiak, Mariusz Lewandowski; Blaszczykowski, Klich e Sobota; Robert Lewandowski. Técnico: Waldemar Fornalik.

Árbitro: Damir Skomina (Eslovênia), auxiliado pelos compatriotas Matej Zunic e Bojan Ul.
Estádio: Wembley, em Londres (Inglaterra).

Com Holanda classificada, grupo D tem 'melhor briga' pela repescagem na Europa

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Salih Uçan comemora o primeiro gol da Turquia no Mundial Sub 20
Turquia é a 2ª colocada com 16 pontos no Grupo D, que ainda tem Romênia e Hungria com chances na repescagem
Três seleções, Turquia, Romênia e Hungria brigam por uma vaga na repescagem como segunda colocada do grupo D das eliminatórias europeias para a Copa do Mundo de 2014, que já tem a seleção holandesa classificada. Estônia e Andorra, já eliminadas, sequer pontuaram.
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Os húngaros são carta praticamente fora do baralho, depois de terem perdido para os holandeses por 8 a 1 na última sexta-feira e ficado dois pontos atrás dos rivais. Nesta terça-feira, a vice-campeã mundial em 1954 encarará os andorranos, precisando de vitória, e de derrotas turcas e romenas, para Holanda e Estônia.

A vice-liderança atualmente é da Turquia, com 16 pontos e nove gols de saldo. Os romenos, com a mesma pontuação, têm cinco gols de saldo, o que pode implicar uma disputa gol a gol nos jogos realizados em Istambul e Bucareste.

E para buscar a vitória contra os atuais vice-campeões mundiais, invictos nas eliminatórias, o técnico Fatih Terim só tem um desfalque: o lateral esquerdo Caner Erkin, suspenso. Com isso, Hasan Kaldirim deverá substituí-lo.

Uma das missões dos comandados de Terim é segurar a boa fase de Robin Van Persie, autor de três gols contra a Hungria, superando Patrick Kluivert como maior artilheiro da história da seleção holandesa, com 41 pontos.

A principal novidade na seleção laranja deverá ser o retorno ao time titular de Wesley Sneijder. Certo é que Nigel de Jong, suspenso, fique de fora. Em seu lugar deverá atuar Jordy Clasie.

Em Bucareste, a seleção romena confia que a Holanda vença a Turquia, mas de toda forma, a intenção é conseguir tirar a desvantagem de quatro gols de saldo diante da Estônia para não depender do resultado do outro jogo. O técnico Victor Piturca só tem um desfalque na defesa, o zagueiro Vlad Chiriches.

Os húngaros, contra Andorra, estrearão novo técnico, já que Sándor Egervári não resistiu ao 8 a 1 imposto pelos holandeses. József Csábi chega para seu lugar com discurso menos focado nas chances de classificação e mais em sair com honra das eliminatórias.

Como o grupo D conta com seis seleções, o confronto com o último colocado é descartado para definição dos oito melhores vice-líderes, entre as nove chaves, que irão garantir lugar na repescagem.

Se atingirem esta posição com uma vitória, turcos e romenos estão garantidos matematicamente. Em caso de empate ou derrota, ou se os húngaros ficarem com o segundo lugar, será preciso aguardar os resultados das demais chaves.

Prováveis escalações:

Turquia: Demirel; Gonul, Kaya, Toprak e Kaldirim; Tore, Topal, Inan e Turan; Yilmaz e Bulut. Técnico: Fatih Terim.

Holanda: Vorm; Janmaat, Vlaar, Martins Indi e Blind; Strootman, Clasie e Sneijder; Robben, Lens e Van Persie. Técnico: Louis Van Gaal.

Árbitro: Olegário Benquerença (Portugal), auxiliado pelos compatriotas Ricardo Santos e João Santos.
Estádio: Sükrü Saracoglu, em Istambul (Turquia).

Com Itália já garantida, três seleções brigam por remota vaga na repescagem

Reuters
Tonev marcou três vezes no massacre da Bulgária sobre Malta
Bulgária (foto), Dinamarca e Armênia brigam por segundo lugar no Grupo B das eliminatórias
A disputa para ser uma das oito classificadas para a repescagem mexe com quase todos os grupos das eliminatórias europeias para a Copa do Mundo de 2014, principalmente com o B, da classificada Itália, em que dificilmente uma das postulantes ao segundo lugar deverá avançar à disputa - A ESPN+ TRANSMITE ITÁLIA X ARMÊNIA, AO VIVO, NA ESPN+, A PARTIR DAS 15H40.
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Entre as nove chaves das competição qualificatória, apenas os oito melhores segundos colocados vão à repescagem, que define as quatro últimas vagas do continente no Mundial. Como há grupos de cinco e seis seleções, são descartados os resultados dos vice-líderes contra os lanternas naqueles de maior número de integrantes, para colocar todos os países em igualdade de condições.

Com isso, o grupo tem algumas distorções, como por exemplo, a terceira colocada República Tcheca já estar sem chances de ir para o mata-mata de novembro, enquanto a quarta colocada Armênia estar viva na disputa. Outras duas seleções com chances são Dinamarca e Bulgária.

Outra curiosidade é que nenhuma seleção depende exclusivamente de suas forças para se garantir na repescagem. Na segunda colocação está atualmente a Bulgária, que jogará em Sofia contra a República Tcheca. Com 13 pontos ganhos e saldo oito, a seleção tem o mesmo número de pontos da Dinamarca, que está com saldo zero, mas enfrenta a última colocada e já eliminada Malta, em Copenhague.

A missão mais complicada é da Armênia, que está com 12 pontos e enfrentará a Itália, em Nápoles. Curiosamente, considerando os descartes contra a lanterna Malta, a ex-república russa é quem pode fazer mais pontos na chave, já que foi a única a perder para a modesta seleção do país situado no Mar Mediterrâneo.

Contra os tetracampeões mundiais, os armenos precisam vencer e torcer por empate entre búlgaros e tchecos, além de tropeço dinamarquês. Assim, chegaria a 12 pontos com o descarte, e teria que aguardar por uma improvável combinação de resultados, que inclui até goleada de Luxemburgo sobre Portugal.

A Itália, que complicou a vida dos dinamarqueses, ao arrancar empate por 2 a 2 nos acréscimos, em Copenhague, voltará a jogar no estádio San Paolo após sete anos. A cidade de Nápoles ficou marcada na história 'azzurra' depois das semifinais da Copa de 1990, onde os torcedores preferiram torcer para a Argentina de Maradona - então craque do Napoli - ao seu país.

A principal novidade na seleção comandada por Cesare Prandelli deverá ser o retorno de Mario Balotelli, que ficou de fora do último compromisso italiano devido uma lesão muscular. O atacante deverá formar dupla com Lorenzo Insigne, uma das apostas do técnico para o jogo, assim como os meias Alessio Cerci e Alessandro Florenzi.

Prováveis escalações:

Itália: Buffon; Abate, Bonucci, Astori e Chiellini; De Rossi; Pirlo, Aquilani, Florenzi (ou Cerci); Insigne e Balotelli. Técnico: Cesare Prandelli.

Armênia: Berezovsky; Aleksanyan, Mkoyan, Hovhannisyan e Hayrapetyan; Ghazaryan, Mkhitaryan, Mkrtchyan e Movsisyan; Sarkisov e Ozbiliz. Técnico: Vardan Minasyan.

Árbitro. Michael Oliver (Inglaterra), auxiliado pelos compatriotas Stuart Burt e Darren Jon Herbert England.
Estádio: San Paolo, em Nápoles (Itália).

Com futuro definido, Alemanha e Suécia voltam a duelar um ano após espetacular 4 x 4

Getty
Em outubro de 2012, a Suécia perdia por 4 a 0 para a Alemanha, fora de casa, mas empatou: 4 a 4
Em outubro de 2012, a Suécia perdia por 4 a 0 para a Alemanha, fora de casa, mas empatou: 4 a 4
Com futuro definido nas eliminatórias europeias para a Copa do Mundo de 2014, a classificada Alemanha visitará a Suécia, já garantida na repescagem, nesta terça-feira em Estocolmo, um ano depois de espetacular confronto que realizado em Berlim, que terminou 4 a 4 - A ESPN TRANSMITE, AO VIVO, A PARTIR DAS 15H40, O DUELO ENTRE SUÉCIA E ALEMANHA.
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A disputa no grupo C da qualificatória do Velho Continente foi definida na última sexta-feira, quando os tricampeões mundiais derrotaram a Irlanda por 3 a 0, e a seleção nórdica bateu a Áustria por 2 a 1. Os alemães alcançaram os 25 pontos, e os suecos os 20, que os garantiram matematicamente na repescagem, mesmo com os descartes de pontos para definir os oito melhores vice-líderes.

Quando ainda brigavam pela liderança, as duas seleções duelaram em Berlim, em espetacular jogo de oito gols, em que os donos da casa chegaram a abrir 4 a 0, e depois sofreram o empate na etapa final. O último gol dos visitantes saiu aos 48 minutos do segundo tempo, e foi marcado por Rasmus Elm.

Resta saber se os suecos conseguirão balançar tantas vezes as redes já que não contarão com seu principal jogador, o atacante Zlatan Ibrahimovic, que recebeu cartão amarelo "suspeito" contra a Áustria, o terceiro nas eliminatórias e está suspenso. Com isso, o goleador está "zerado" para os jogos da repescagem.

Além disso, os zagueiros Mikael Lustig e Jonas Olsson, além do meia Jimmy Durmaz não atuarão na partida em Estocolmo. A esperança de gols estará depositada no centroavante Johan Elmander, que deverá ter ao seu lado Alexander Kacaniklic, que atuará mais avançado.

Do lado alemão, os desfalques deverão fazer com que o técnico Joachim Löw siga fazendo testes no time titular. Por lesão, estão fora o lateral esquerdo Marcel Schmelzer, os meias Ilkay Gündogan, Lars Bender, Sven Bender e Marco Reus, além dos atacantes Lukas Podolski, Mario Gómez e Miroslav Klose. Além disso, Sami Khedira está fora por suspensão.

A saída do volante do Real Madrid pode provocar uma mudança estrutural no time titular, que poderá ter André Schürrle e Max Kruse juntos no comando de ataque. Se preferir formação mais habitual, Löw pode optar por Mario Götze ou Julian Drexler. De qualquer forma, Bastian Schweinsteiger e Toni Kroos deverão atuar mais recuados.

Além do duelo entre Suécia e Alemanha, completarão a disputa do grupo C das eliminatórias Irlanda e Cazaquistão, e Ilhas Färoe e Áustria.

Prováveis escalações:

Suécia: Isakson; Johansson, Nilsson, Antonsson e Martin Olsson; Larsson, Källstrom, Wernbloom, Svensson e Kacaniklic; Elmander. Técnico: Erik Hámren.

Alemanha: Neuer; Lahm, Mertesacker, Boateng e Jansen; Schweinsteiger, Kroos, Müller e Özil; Schürrle e Kruse (ou Götze). Técnico: Joachim Löw.

Árbitro: William Collum (Escócia), auxiliado pelos compatriotas William Conquer e Martin Cryans.
Estádio: Friends Arena, em Solna (Suécia).

Unilever perde para time turco e fica com o vice no Mundial

Divulgação/FIVB
Sarah Pavan foi uma das atacantes do Unilever neutralizadas pelo forte bloqueio turco
Sarah Pavan foi uma das atacantes do Unilever neutralizadas pelo forte bloqueio turco
O Unilever não foi páreo para o VakifBank Instanbul e acabou na segunda colocação do Campeonato Mundial de Clubes de Zurique, na Suíça. Neste domingo, a equipe carioca mostrou falta de ritmo e entrosamento e acabou derrotada em três sets pela turca, em parciais de 25/23, 27/25 e 25/16.

Invicto há 50 partidas, o Instanbul dominou o Unilever desde o primeiro set. Após sair atrás, a equipe turca se recuperou e conseguiu a virada ainda na metade da parcial. O time do Rio de Janeiro até esboçou uma reação, mas acabou derrotado por 25/23.

Depois de um início equilibrado, o Instanbul não demorou para abrir vantagem no segundo set. O Unilever, no entanto, se recuperou e passou a disputar a parcial ponto a ponto. Um ataque para fora de Sarah Pavan, porém, sacramentou a derrota por 27/25.

Abatida, a equipe carioca se entregou e foi presa fácil no terceiro set. Desde o início, o Instanbul foi mais forte em todos os fundamentos e não deu chances para o time brasileiro. Comandada pela sérvia Jovana Brakocevic, responsável por 23 pontos durante a partida, a equipe turca precisou de apenas 25 minutos para fechar a parcial em 25/16 e finalmente comemorar o título.

Esta foi a primeira conquista Mundial do Instanbul. O troféu fecha com chave de ouro uma temporada perfeita para o time, que chega à marca de 51 partidas sem perder. Neste ano, ela também levou o Campeonato Turco, a Copa da Turquia e o Campeonato Europeu.

Flamengo se reapresenta, e Luiz Antônio descarta desânimo após derrota

Luiz Antônio, do Flamengo
Luiz Antônio, do Flamengo
Os jogadores do Flamengo se reapresentaram aos treinamentos, nesta segunda-feira à tarde, no Ninho do Urubu. Após a derrota no clássico contra o Botafogo, o time que entrou como titular realizou uma atividade leve e regenerativa no centro de treinamento  rubro-negro. Já os reservas foram comandados pelo técnico Jayme de Almeida em um treino técnico em campo reduzido.
O revés para o rival carioca não abalou a equipe que já se prepara para enfrentar o Bahia. O volante Luiz Antônio garantiu que os jogadores seguem acreditando na possibilidade de brigar por uma vaga na Libertadores.
"Não desanimou, não. É clássico, a gente poderia ganhar. Pensávamos um pouco maior, seria importante sair com a vitória, mas infelizmente não aconteceu. Não muda o pensamento de procurar chegar lá em cima e chegar na Libertadores. Faltam dez jogos, tem muita coisa para acontecer. Não estamos desistindo, faltam muitos jogos para a gente desistir", disse Luiz Antônio.
O técnico Jayme de Almeida também não poupou elogios à equipe e garantiu que no próximo duelo a evolução será maior ainda.
"Depois que assumi, foi uma das melhores partidas do Flamengo em termos de jogar e se comportar taticamente. O Botafogo é uma grande equipe, mas o jogo mostrou que estamos em um caminho legal. Os meninos estão entendendo o que é ser Flamengo. O que me deixou contente é que estamos no caminho. A torcida reconheceu isso. Houve luta, determinação, e isso que procuramos passar para eles. Fizeram de maneira fantástica", disse o treinador.

O duelo contra o Bahia, válido pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro, está marcado para quarta-feira, às 21h50 (de Brasília), no estádio do Maracanã. O Flamengo tem 37 pontos e é o 10º colocado da tabela de classificação. O time ainda sonha com uma vaga para a Libertadores e, por outro lado, ainda sofre o perigo de chegar à zona de rebaixamento

Nova joia botafoguense, Gegê ganha elogios de Oswaldo

O meia Gegê comemora gol sobre o Flamengo
O meia Gegê comemora gol sobre o Flamengo
Vitinho, Hyuri, Octávio e agora Gegê. O Botafogo tem se destacado em 2013 por apostar em jovens talentosos e ver retorno a curto prazo dentro de campo. No último domingo, o meia de 19 anotou o primeiro gol da vitória de virada por 2 a 1 sobre o Flamengo no Maracanã e teve a atuação muito elogiada por Oswaldo de Oliveira.
"O Gegê trabalha com a gente desde o ano passado e sabia que levaria um pouco mais de tempo até que aparecerem as oportunidades. A gente procura organizar a equipe de acordo com a característica do jogador que entra. E o Gegê cumpriu exatamente o que a gente queria. Foi tão fidedigno que perdeu algumas jogadas por isso, mas se fosse dar uma nota a ele, seria 10", destacou o comandante alvinegro.

Oswaldo revelou que Gegê cumpriu até mesmo uma função que deveria ser feita por outros jogadores, exercendo papel decisivo no clássico carioca. O lance citado pelo treinador de General Severiano saiu aos 41 minutos do primeiro tempo, quando o garoto se deslocou do meio para a grande área, recebeu de Clarence Seedorf e concluiu sem chances para Felipe.
"Eu tinha comentado que o time estava precisando desse homem, o Renato ou o Seedorf, para quando o Alex abrisse. E ele apareceu muito bem. É uma formiguinha, que toca e se movimenta com a capacidade de dinamizar o jogo. Embora não seja driblador ou chutador, passa bem e se movimenta. Ele fez a jogada certinha", analisou.
Enquanto Nicolás Lodeiro segue com a seleção do Uruguai nas eliminatórias Sul-Americanas da Copa do Mundo de 2014, Gegê pode continuar entre os titulares para o próximo compromisso do Glorioso. A equipe entra em campo às 21 horas (de Brasília) de quinta-feira no Barradão para encarar o embalado Vitóri

Com três suspensos e volta de Euzébio, Flu tem dúvidas para enfrentar o Cruzeiro

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Após cumprir suspensão, Leandro Euzébio está de volta
Após cumprir suspensão, Leandro Euzébio está de volta
A rotina de problemas do Fluminense não diminuirá na 29ª rodada. Além dos sete jogadores que se recuperam de lesão - Digão, Wellington Silva, Carlinhos, Ronan, Valencia, Marcelinho e Fred -, o técnico Vanderlei Luxemburgo não poderá contar com Diguinho, Marcos Júnior e Biro Biro, suspensos. Os dois primeiros foram advertidos com o terceiro cartão amarelo, e o segundo foi expulso após simular um pênalti no empate em 1 a 1 com o Grêmio, no Maracanã.
Não obstante, o atacante Michael cumpre suspensão após ser flagrado no exame antidoping, e o goleiro Diego Cavalieri está servido à seleção brasileira nos amistosos contra Coreia do Sul e Zâmbia. Em compensação, Leandro Euzébio voltará após cumprir suspensão automática.
Com isso, o time tem algumas dúvidas para a partida das 19h30 (de Brasília) de quarta-feira, contra o Cruzeiro, no Mineirão. São quatro opções para substituir Diguinho: avançar Edinho para o meio de campo, e manter Anderson; promover a entrada de Fábio no lugar de Anderson; escalar Rafinha no meio, e lançar o jovem Aílton como titular da lateral esquerda pela primeira vez; ou utilizar Felipe, que poderia atuar tanto como ala esquerda, quanto como meia, alterando o esquema para o 4-4-2.
No ataque, Rhayner é o favorito para a vaga de Biro Biro, e Samuel corre por fora. Caso opte pelo segundo, Luxa voltaria a começar uma partida com um homem de área desde o empate em 2 a 2 com o Atlético-MG, no dia 4 de setembro.
O provável time do Fluminense diante do Cruzeiro é: Kléver; Gum, Leandro Euzébio e Edinho; Bruno, Fábio Braga (Anderson, Aílton ou Felipe), Jean, Wagner e Rafinha; Rhayner (Samuel) e Rafael Sóbis.
Titulares na academia, reservas no campo
Nesta segunda-feira, não houve nenhuma pista de quem entrará no time. Como de hábito em reapresentações, os jogadores que começaram o jogo contra o Grêmio fizeram apenas um trabalho regenerativo na academia. Reservas e não relacionados foram a campo.
O elenco do Fluminense viaja na manhã desta terça-feira a Belo Horizonte, e treina às 16h no CT do América-MG. A tendência é que Luxemburgo promova um trabalho tático e clarifique algumas dúvidas para o jogo contra o Cruzeiro.

Dinamite classifica suposta compra de votos como 'antiética', mas evita confronto e aguarda análise

Roberto Dinamite, em entrevista coletiva do Vasco
Roberto Dinamite, em entrevista coletiva do Vasco
A denúncia de uma suposta compra de votos para as eleições presidenciais de 2014 no Vasco pegou Roberto Dinamite de supresa e gerou a indignação. O mandatário cruz-maltino classificou como "antiética" a manobra que fez 1.730 pessoas virarem sócias do clube em um único dia, mas evitou o confronto com a oposição e preferiu aguardar a análise de uma comissão formada por conselheiros para investigar o caso.
Em reportagem publicada pelo site "Globoesporte.com" nesta segunda-feira, mostrou-se que o Vasco teve 3.026 novos sócios apenas no mês de abril, data-limite para fazer parte do quadro social do clube e ter direito a voto nom próximo pleito. Somente no dia 30 de abril deste ano, 1.730 pessoas se associaram ao Vasco, número maior do que em todos os outros meses do primeiro semestre. De janeiro a junho de 2013, excluindo abril, foram 1.310 novos sócios em São Januário.

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A adesão em massa de sócios seria uma medida financiada pelas campanhas do ex-presidente Eurico Miranda e também do ex-vereador Roberto Monteiro, que estariam pagando as mensalidades em troca de votos. O mandato de Dinamite vai até 8 de agosto de 2014, e as eleições presidenciais devem ocorrer no meio do próximo ano, mas a data ainda está indefinida.
"Recebo isso com bastante surpresa. Foi montada uma comissão para analisar o que aconteceu, tudo tem que ser feito de uma forma legal. Antiética seria uma coisa que é legal, mas que você não faria de forma alguma, e esse tipo de coisa eu não faria. Colocar vários sócios no clube antes da eleição, sócios que não são nem vascaínos, outros que não queriam ser... Isso não é uma realidade verdadeira do clube", afirmou Dinamite, em entrevista ao ESPN.com.br.
Gazeta Press
Eurico Miranda segue ativo nos bastidores do Vasco
Eurico Miranda segue ativo nos bastidores do Vasco
O estatuto do Vasco não impede que o pagamento das mensalidades seja feito por terceiros e nem limita o número de novas adesões por dia, o que não torna a manobra ilegal. Por isso, a diretoria cruz-maltina ainda busca a melhor maneira de como agir nesta situação. Nos bastidores, correm possíveis brechas nas regras que desta vez seriam a favor de Dinamite.
O presidente tem o poder de "expulsar" do quadro qualquer sócio, além de ter a possibilidade de antecipar a data das eleições. Desta forma, se o pleito for realizado em fevereiro, por exemplo, os milhares de novos associados de abril não teriam direito a voto. O atual mandatário, porém, ainda não cogitou adotar nenhum deste artifícios, considerados radicais de mais.
Atual líder do Conselho de Beneméritos do Vasco, Eurico Miranda está bastante ativo no clube e deve ser candidato à presidência. A relação entre ele e Roberto Dinamite é inexistente, mas ambos evitam ataques diretos um ao outro. Já Dinamite ainda não confirmou se vai tentar o terceiro mandato consecutivou e manda um recado para os críticos de sua gestão.
"Hoje eu estou muito focado no momento do clube, minha preocupação é tirar o Vasco na zona de rebaixamento. Busco isso ao lado de pessoas que querem o bem do Vasco, o importante é o clube. Se A, B ou C for candidato, eu não me importo, que quero que ganhe aquele que possa ajudar o Vasco da melhor forma. Eu não quero me eternizar no poder, não tenho essa vaidade", disse o atual presidente.
Para ser sócio do Vasco e ter direito a voto nas eleições, é necessário estar em dia com opagamento da mensalidade mínima de R$ 30, além de R$ 100 de taxa de adesão e R$ 15 da carteirinha. Muitos dos novos associados da adesão em massa de abril, nem sequer sabiam que estavm começando a fazer parte do quadro do clube. Alguns deles chegaram a solicitar o cancelamento, mas a reativação dos nomes foi pedida por Eurico Miranda e aprovada pelo vice-presidente geral e de comunicações Antônio Peralta.
O número de 1.730 novos sócios em apenas um dia, além de expressivo, pode ser decisivo nas eleições. Na disputa de agosto de 2011, Dinamite se reelegeu com 2.390 dos 2.716 votos possíveis.

Red Bull de braços abertos para a Liga dos Campeões



Esporte para a Red Bull não é muito novidade. A empresa austríaca já possui equipes na Fórmula 1 (Red Bull Racing e Toro Rosso) e vem investindo pesado no futebol com clubes na Áustria, Alemanha, EUA, Brasil e Gana. Mas tudo indica que a empresa de energéticos está se preparando para uma grande cartada: ter um time na Liga dos Campeões. O caminho escolhido para isso seria a aquisição de um clube na Inglaterra. Mercado mais do que acostumado a receber clubes empresa.
site oficial
Red Bull Soccer
Red Bull Soccer
O sonho da Red Bull seria adquirir um clube londrino, mas a empresa poderia mudar seus planos e investir no Liverpool ou no Everton. O Liverpool, pelo que se sabe, não está a venda, porém o Everton vêm buscando investidores no mercado. Daí a se tornar uma das opções dos austríacos.
A fabricante de energéticos visa a Liga dos Campeões como um canal diferenciado para sua marca, porém muitas estão considerando este investimento como uma cartada arriscada da empresa. Entrar para o seleto grupo de clubes da Champions não é algo fácil e a concorrência com mega-investidores pode tornar a jornada bastante árdua e muito cara dificultando a recuperação do investimento.
O mercado está de olho nos próximos passos e os torcedores também. Os do Everton, inclusive, estão torcendo para que a empresa apenas estampe a marca Red Bull nos uniformes e não queira mudar o nome do clube ou acrescentar um Red Bull

Por que o Náutico está praticamente rebaixado, por João Elias Cruz

ESCREVE JOÃO ELIAS CRUZ (http://bolaprafrente.com  - veja também a participação do jovem comentarista pernambucano no programa "Loucos por Futebol" AQUI)
Juntamente com a temporada 1998/1999, quando o Náutico foi rebaixado para a Série C do Campeonato Brasileiro, esse é um dos piores momentos da história do clube pernambucano. O Náutico já está praticamente rebaixado para a Série B do Brasileirão, com muitas rodadas de antecedência e de forma humilhante, sem demonstrar nenhum poder de reação.
Gazeta Press
Marcelo Martelotte desaprovou atuação do Náutico na derrota para o Botafogo
Marcelo Martelotte tenta orientar a frágil equipe do Náutico no Brasileiro.
Com a chegada do técnico Marcelo Martelotte, muita coisa melhorou, porém, os problemas estão longe de serem solucionados. Isso é fruto do péssimo planejamento da incompetente diretoria alvi-rubra para a temporada. Agora, o foco deve ser a Copa do Nordeste, que começará em janeiro e o Campeonato Pernambucano 2014. Percebe-se que o time do Náutico é mediano do meio pra frente, mas lá atrás, deixa muito a desejar
Estrategicamente, o Náutico se posiciona no 4-3-1-2 losango, com variante para o 4-3-3, durante as migrações de Tiago Real para as pontas do ataque, partindo sempre do centro da cancha.
Na transição ofensiva, conta com a apresentação de Martinez e Derley na segunda metade da cancha, de modo que ambos podem abrir pelos flancos para auxiliar os laterais na saída pro jogo ou avançar por dentro, buscando aproximações com Tiago Real. Um desses "carrilleros" do médio losango recua na saída de bola para receber o primeiro passe, que vem do volante Elicarlos. Martinez faz este recuo de forma mais costumeira, devido à sua boa visão de jogo e qualidade do passe, e este movimento visa dar mais organização à transição defesa-ataque no meio-campo.
O problema é quando o adversário marca em linha alta, iniciando a onda de pressing no campo de defesa do Náutico. Daí, o time enfrenta dificuldades para trocar passes e transitar na intermediária. Assim, a solução é apostar nas bolas longas para o centroavante uruguaio Olivera disputar com os zagueiros adversários no alto, ou tentativas de lançamentos em profundidade para a corrida do velocista Maikon Leite. Com isso, o Náutico perde em poder de articulação na meia-cancha, compactação ofensiva e conectividade entre os setores do campo.
O Timbu conta com dois laterais que sabem atacar tanto por dentro quanto por fora, porém, não são aproveitados da maneira correta. Mesmo assim, quando chegam ao ataque, levam perigo, seja numa investida em diagonal, buscando entrar na área do oponente ou numa ultrapassagem na direção da linha de fundo, visando o cruzamento.
Maikon Leite é o responsável pelo desenvolvimento de movimentação pelos lados, circulando predominantemente no flanco direito, mas também realizando inversões de posicionamento para a ponta-esquerda. Ele tem a característica de se aproximar de Olivera por dentro, tentando explorar o pivô do mesmo ou buscar a infiltração no miolo de zaga adversário, se houver espaços para isto.
João Elias Cruz - Tactical Pad
O 4-3-1-2 do Náutico que é frágil na defesa e depende da velocidade de Maikon Leite no ataque.
O 4-3-1-2 do Náutico que é frágil na defesa e depende da velocidade de Maikon Leite no ataque.
Um dos grandes defeitos do time alvi-rubro está na armação com Tiago Real, este que se movimenta bem e também cai pelas beiradas, mas que acaba errando no último passe e na distribuição da pelota pela linha de meio. Isso dificulta a chegada da bola com qualidade para a conclusão dos atacantes.
Olivera é um centroavante com pouca mobilidade para participar da criação e buscar flutuação em regiões mais recuadas e a sua lentidão para a execução de certos movimentos, acaba atrapalhando no decorrer de algumas jogadas na frente. O uruguaio costuma aparecer nos espaços entre os volantes e zagueiros adversários, para fazer a parede e servir como base de apoio para trocas de passes curtas no setor.
Em fase defensiva, o Náutico marca em bloco médio, com algumas variações na altura de suas linhas para iniciar a marcação. Um dos atacantes sai no primeiro combate, em cima dos zagueiros ou volantes adversários, enquanto que Tiago Real flutua de acordo com a movimentação da bola para dar o bote na intermediária, à frente dos volantes.
O encaixe de marcação é individual por setor e o primeiro-volante Elicarlos pode migrar para o lado da bola, com o intuito de tentar atribuir vantagem numérica e reduzir as brechas. Derley e Martinez se alinham com Elicarlos para formar um tripé à frente da defesa e estes dois "carrilleros" cobrem seus respectivos extremos, combatendo e auxiliando os laterais por ali. O problema é a proteção da defesa, na entrada da área, o que facilita as penetrações do adversário, por meio de tabelinhas e triangulações.
A zaga também comete muitas falhas, principalmente na bola parada. Além disso, quando o adversário toma a posse de bola e realiza o contragolpe em velocidade, encontra um buraco no campo alvirrubro, devido à lentidão da equipe na recomposição.
Por vezes, o Náutico avança o posicionamento de suas linhas e começa a marcar no campo do oponente, com Maikon Leite e/ou Olivera saindo no bote alto em cima dos zagueiros, enquanto que os "carrilleros" tentam bater de frente com os laterais adversários. Quando a bola é retomada, a principal válvula de escape para o contra-ataque é Maikon Leite, que se movimenta por todo o ataque e tenta carregar a transição rapidamente.
Infelizmente, são as vulnerabilidades defensivas que prejudicam o time recifense. É realmente lamentável que um clube de tradição em cenário regional/nacional esteja passando por este tipo de situação, na lanterna da Série A.
ESCREVEU JOÃO ELIAS CRUZ

Será que o basquete vai mal? Por que?



Gosto muito de basquete. Não, é claro, com o mesmo sentimento que tenho pelo futebol. Há toda uma questão cultural para explicar a diferença. A devoção do futebol independe do que acontece em campo: o jogo, o campeonato, os times podem ser ruins e, ainda assim, nos mantemos fiéis ao futebol. Já com o basquete (e outros esportes como o voleibol, o boxe, o tênis, a vela, para citar apenas quatro em que o Brasil chegou a se projetar mundialmente), o amor vai e vem conforme seus atletas brilhem ou façam feio.
O basquete já teve seus momentos entre nós. Menino ainda, vibrei ao acompanhar pelo rádio a conquista da medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Londres, os primeiros no pós-guerra. Alfredo da Mota, Algodão, Ruy de Freitas, Évora, Brás, viraram heróis tão cultuados quanto nossos craques do futebol. A história se repetiu em 1959 e 1963 com o bicampeonato mundial, a geração de Wlamir Marques, Rosa Branca, Amaury, Ubiratan, reacendendo a chama do basquete no torcedor do futebeol. Mas, talvez por estar lá, em Indianapolis, no dia em que os brasileiros derrotaram os "imbatíveis" americanos na final dos Jogos Pan-Americanos de 1987, aquela vez o basquete me pegou.
Peço desculpas por omitir os nomes dos demais campeões para me fixar somente num, Oscar Schmidt, que literalmente conquistou a América. Lembro-me de sua foto no "New York Times" do dia seguinte, o jornal lamentando que tal jogador não estivesse nas quadras dos Estados Unidos na próxima temporada da NBA. Oscar queria continuar jogando no Brasil.
É por isso que lamento ver o mesmo Oscar confundindo as coisas e se voltando furiosamente contra Nenê e outros brasileiros que, atuando na NBA, andaram se recusando a defender a seleção brasileira. Entendo a vaia da torcida, gente apaixonada pelo basquete que, inspirada na vociferação de Oscar, castigou duramente Nenê em sua exbição no Rio. O torcedor, como se disse, é movido a paixão, daí ter o direito de confundir as coisas e embarcar em canoas furadas. Mas... Oscar? Distinguido há pouco com honrarias no Hall of Fame. Realmente misturou tudo e escorregou no exagero. Seria mais elegante, inteligente e à altura de sua grandeza se agisse de outra forma. Como? Considerando:
Primeiro: que todo atleta deve ter o direito de querer ou não competir pela representação de seu país, sobretudo se isso o prejudicar em seus compromissos profissionais. Craque, da NBA ou do futebol, vive do esporte, e não de arrebatamento cívicos.
Segundo: que jogar por uma seleção, de basquete ou de futebol, é uma oportunidade para defender a representação do país "neste esporte". Não confudir isso com "defender a Pátria".
Terceiro: que, estou sabendo, Nenê enfrentou problemas de saúde nos Estados Unidos. E que lá ele se tratou. Não me consta que nossa seleçao de basquete ou a Pátria tenha algo a ver com isso.
Quarto e último: que, se o basquete brasileiro não vai bem, procure-se saber por quê. É no mínimo injusto que Oscar ou quem quer que seja culpe Nenê e outros brasileiros da NBA pela falta de pontaria.

#instapaddock Japão



Como o #instapaddock Coreia fez sucesso, resolvi transformá-lo numa sessão fixa aqui no blog. E, desta vez, com a ajuda do pessoal da Fotografia da Folha, fizemos um esquema mais bonitinho, que facilita a visualização das fotos.
Como eu falei na minha declaração de amor à Suzuka, neste post aqui, este é um dos “highlights” da temporada da F-1. Não só pela pista, mas pela atmosfera incrível que os japoneses conseguem produzir. E, neste ano, a corrida fez jus a tudo isso.
Eu, infelizmente, já deixei o Japão e estou no meio do caminho de volta ao Brasil. Depois de um mês na Ásia, voos, táxis, trens, ônibus, três corridas e o mesmo vencedor em todas elas, é hora de voltar pra casa. Mas é o tempo de desfazer a mala e fazer de novo, porque semana que vem já é hora de ir pra Índia, onde o Vettel tem tudo para conquistar o título.
Confiram um pouco do que foi o final de semana em Suzuka!
Vista panorâmica da reta em Suzuka; veja mais fotos aqui

Quem dá bola?

Apesar da derrota, o Cruzeiro continua líder e disparado no Brasileirão, mas é apenas o sexto colocado em posse de bola. O líder nesse quesito no campeonato é o São Paulo, na briga contra o rebaixamento desde o início de sua campanha. Há quase dez anos, o Barcelona dá a impressão de que ter mais posse de bola é o único jeito de ser bom e moderno. Não é.
A Universidade de Sunderland realizou estudo com 810 jogadores da Premier League em 54 partidas e chegou à conclusão de que tendo a bola ou não os jogadores das duas equipes percorrem as mesmas distâncias durante uma partida.
A lógica de que o Barcelona faz os rivais correrem mais atrás de seus jogadores não se sustenta, de acordo com este estudo. Ter a bola não é o único critério para ser mais ou menos atual, no futebol. Há times brilhantes de posse de bola, outros fantásticos que preferem o contra-ataque, times históricos foram retrancas intransponíveis, fortes equipes preferiram os lançamentos longos.
A questão é o estilo.
No sábado, o Brasil teve 63% de posse de bola para vencer a Coreia do Sul, dirigida por Hong Myung Bo, discípulo do holandês Guus Hiddink, com quem os coreanos tiveram mais posse de bola do que todos os adversários para terminarem a Copa do Mundo de 2002 em quarto lugar. Se a Coreia quer ter a bola e não consegue vai perder o jogo. Se planeja entregar o controle ao adversário e contra-atacar e o plano funciona, pode vencer.
Dos 63% de posse de bola da seleção no amistoso na Coreia do Sul, a maior parte ficou com David Luiz. Por vezes, o Brasil é organizado pelos zagueiros e isso é ruim, mesmo que Thiago Silva e David Luiz tenham mais visão de jogo do que vários armadores do Brasileirão.
Em Seul, o segundo colocado em bola no pé foi Neymar. Não significa que ele vai armar as jogadas de ataque, mas no pé dele a chance de acontecer coisa importante ""e rápido"" é bem grande.
Como aconteceu no amistoso de sábado, contra a Coreia do Sul. O Cruzeiro não faz questão de ter a bola na maior parte do tempo. No Campeonato Brasileiro, a estatística que mais conta é o número de finalizações. O Cruzeiro gosta das tabelas curtas e rápidas, de chegar com velocidade à área adversária, como no contra-ataque mortal do gol de Everton Ribeiro contra o Flamengo, pela Copa do Brasil.
A estatística é parecida também com o do Inglês. O Manchester United foi campeão da temporada passada com o 6º maior índice de posse de bola. O técnico era o escocês Alex Ferguson. Historicamente, os escoceses prezam mais o toque de bola do que os treinadores ingleses.
Mas Ferguson sabe que não é fundamental jogar como o Barcelona para ser bom ou para ser moderno. É uma questão de estilo.
O Cruzeiro líder do Brasileirão comprova isso. A Universidade de Sunderland avaliza.
O ANTI-TÍTULO
O Grêmio fez 1 a 0 no Flu e recuou. Tem sido assim. Renato Gaúcho faz diferente de outros times que montou. Defende, defende, e, às vezes, ataca. Ganha jogos, mas não o suficiente para ser líder. Essa estratégia pode ser boa para vencer jogos, não torneios. Para o título, é necessário agredir mais.
SELEÇÕES RESISTEM


Os clubes dominam, especialmente nas últimas décadas, mas a noite de sexta em Santiago foi uma demonstração de que o carinho pelas seleções resistem. A cada gol do Chile houve festa indescritível. O Chile está prestes a classificar-se para duas Copas seguidas pela primeira vez desde 1966.