quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Paraná vence duelo direto pelo G-4 e acaba com sequência invicta do Boa

Gazeta Press
Paranaenses fazem a festa: equipe venceu o Boa e segue no G4
Paranaenses fazem a festa: equipe venceu o Boa e segue no G4
Em um confronto que valia diretamente pela disputa do G4, o Paraná Clube levou a melhor. A equipe recebeu o Boa na Vila Capanema e venceu por 3 a 1, nesta terça-feira, pela 15ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Paulo Sérgio, Kayke e Lúcio Flávio marcaram para os mandantes. Fernando Caranga descontou.

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Com o resultado, o time tricolor chega a 26 pontos e segue na quarta colocação, a última a garantir o acesso à elite do futebol nacional. Já a equipe mineira estaciona nos 23 pontos, perde uma posição e fica no sexto lugar.
O revés, além de impedir que o Boa entre no G4, ainda fez com que a equipe visse sua série invicta ser encerrada. Afinal, o clube mineiro não perdia havia sete jogos (quatro triunfos e três empates). A última derrota tinha sido em 6 de julho, quando caíra por 3 a 0 para o Figueirense, fora de casa.
Pela próxima rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, o Paraná voltará a fazer duelo importante pelas primeiras posições no sábado, quando visitará a Chapecoense, às 16h20 (de Brasília). Um dia antes, o Boa enfrentará o São Caetano, longe de seu estádio, às 19h30.

O jogo
A equipe paranista começou com maior volume de jogo, mas encontrou do outro lado uma forte marcação que dificultava as penetrações na defesa. O Boa, por sua vez, se armou para buscar os contra-ataques pelas alas. Aos nove minutos, Éverton Luiz, de frente para o alvo, mandou por cima da meta. Bom momento para os mineiros, que ainda tiveram o chute de Grafite, pela linha de fundo.
O time tricolor acordou e assustou ma bola parada. Lúcio Flávio cobrou escanteio, aos 12 minutos, e Anderson testou firme, para fora. Até que, aos 15 minutos, Paulo Sérgio recebeu de Felipe Amorim na entrada da área e cabeceou para o fundo da rede, abrindo o placar. O Boa respondeu com Malaquias, que abriu espaço e disparou o petardo com perigo. Nedo Xavier queimou sua primeira mudança com a entrada de Silvio Carrasco no lugar de Francismar.
O gol deu mais tranquilidade ao Paraná, que subiu de produção. Aos 33 minutos, confusão na área mineira, e Paulo Sérgio arrematou para fora. Mas, aos 35 minutos, o estreante Kayke aproveitou uma bela troca de passes e tocou na saída do goleiro para fazer o segundo. A reação foi rápida e, aos 39 minutos, Fernando Karanga invadiu a área e descontou. A partida ficou aberta. Aos 44 minutos, Moacir recebeu lançamento preciso de Edson Sitta e bateu na trave.
Para a segunda etapa, o Boa voltou com Luís Paulo no lugar de Grafite. Aos quatro minutos, Lúcio Flávio invadiu a área, cortou a defesa e foi travado, pedindo a penalidade não marcada pela arbitragem. Os mandantes seguiam com maior volume de jogo, mas as chances de gol diminuíram após o intervalo. Aos 14 minutos, Lúcio Flávio cobrou falta com perfeição e marcou o terceiro do Paraná.
A equipe mineira quase respondeu de pronto, aos 16 minutos, com Fernando Karanga, que aproveitou cobrança de falta de Marcelinho Paraíba para testar na trave. Tricolor no ataque, aos 24 minutos, mas o arremate de Fernando Gabriel acertou a rede, pelo lado de fora. O torcedor, que compareceu em bom número, não parava de empurrar o time da casa, que faz boa campanha na competição.
O terceiro gol segurou um pouco oo ímpeto dos visitantes, que eram dominados pelo Paraná. Aos 36 minutos, Leandro deixou a meta pra interceptar lançamento pra JJ Morales, que aparecia com liberdade para marcar. Aos 40 minutos, Luís Paulo girou o corpo e Luís Carlos foi buscar no cantinho. Aos 45 minutos, JJ Morales ainda teve a chance de aumentar a contagem, mas carimbou a defesa mineira.
FICHA TÉCNICA:
PARANÁ 3 X 1 BOA ESPORTE
Local: Estádio Durival Britto e Silva, em Curitiba (PR)
Data: 13 de agosto de 2013, terça-feira
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Alinor Silva da Paixao (MT)
Assistentes: Josue Gilberto Lamim (SC) e Alex Alexandrino (SP)
Cartões amarelos: Paulo Sérgio (Paraná); Rodrigo Souza (Boa)
Gols: PARANÁ: Paulo Sérgio, aos 15 minutos e Kayke, aos 35 minutos do primeiro tempo; Lúcio Flávio, aos 14 minutos do segundo tempo
BOA: Fernando Karanga, aos 39 minutos do primeiro tempo
PARANÁ: Luís Carlos; Moacir, Anderson, Brinner e Tiago Silva; Ricardo Conceição, Edson Sitta, Kayke (Fernando Gabriel) e Lúcio Flávio; Felipe Amorim (Paulinho Oliveira) e Paulo Sérgio (JJ Morales)
Técnico: Dado Cavalcanti
BOA ESPORTE: Leandro; Grafite (Luís Paulo), André Astorga, Everton Luiz e Petros; Rodrigo Souza, Betinho, Malaquias e Marcelinho Paraíba (Paulo Vítor); Francismar (Silvio Carrasco) e Fernando Karanga
Técnico: Nedo Xavier

América-MG mostra alívio por vitória após pressão do São Caetano

Gazeta Press
Tiago Alves comemora seu gol na partida contra o São Caetano
América-MG sofreu para bater o São Caetano nesta terça-feira
O América-MG fez um bom jogo contra o São Caetano nesta terça-feira, no Independência, mas sofreu um sufoco no final da partida antes de comemorar a vitória. O volante Andrei Girotto admite que o gol dos paulistas nos minutos finais forçou ao time americano segurar o resultado, mas que respirou aliviado após o triunfo.
"Em lance de bola parada sofremos um gol e tivemos que sofrer ali no final para segurar o jogo. O que importa é que conseguimos os três pontos. Temos que pensar na próxima partida para poder fazer uma sequência boa. A gente voltou a jogar um futebol bonito e vamos buscar mais vitórias", declarou.
O atacante Tiago Alves entrou no segundo tempo e deu a vitória ao América-MG, anotando o segundo gol alviverde após contra-ataque fulminante. O jogador acredita que a equipe está no caminho certo para chegar ao G-4 da Série B nas próximas rodadas.
"Fui feliz no passe do Rodriguinho e pude fazer o gol e ajudar a equipe. Acabamos com essa fama de não ganhar no Independência. Vencemos o Sport e agora o São Caetano, espero que continue assim. Nossa equipe está de parabéns pela vitória, e agora e melhorar para chegarmos ao G4", disse.

Com golaço de Chapinha, Icasa afunda ABC e afasta crise



Depois de ser derrotado por Figueirense e Boa Esporte, o Icasa recebeu o ABC no estádio Romeirão pela 15ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro e deu um fim na má fase. Em jogo de primeiro tempo acelerado, o time alviverde levou a melhor e derrotou o desesperado ABC por 2 a 1 em Juazeiro do Norte.

O primeiro gol da partida saiu aos quatro minutos, com o centroavante Tadeu. O time de Natal chegou a buscar o empate com Gilcimar, mas o meia Chapinha, com um golaço, sacramentou a vitória dos cearenses, que agora somam 19 pontos em posição intermediária na tabela. Já os potiguares seguem com apenas oito, ainda mais afundados na lanterna.

Na próxima rodada, a 16ª da competição nacional, o ABC volta para o Rio Grande do Norte e recebe o Figueirense. O duelo no estádio do Frasqueirão está marcado para as 16h20 (de Brasília) de sábado. No mesmo dia, mas às 21 horas, o Icasa entra em campo novamente no Romeirão, desta vez para enfrentar o Bragantino.
O jogo
Tentando apagar a má impressão dos últimos resultados, o Icasai entrou em campo em alta rotação e precisou de apenas quatro minutos para abrir o placar. O atacante Tadeu, um dos destaques da equipe desde que foi anunciado no mês passado, recebeu belo lançamento, bateu forte e balançou as redes de Lopes com estilo.

O ABC não se intimidou com a pressão inicial e acordou na partida já aos 11 minutos para deixar tudo igual no interior do Ceará. Em bola parada pela meia esquerda, o centroavante Gilcimar saltou com liberdade na defesa mandante e cabeceou com precisão para deixar o goleiro João Ricardo completamente batido no lance.

O gol assustou o Icasa, que respondeu rápido com o volante Da Silva, mas o chute de fora da área passou por cima da meta potiguar. Aos 22, o alívio. Luiz Otávio lançou do campo de defesa, a bola espirrou e sobrou na entrada da área para o meia Chapinha dominar e bater cruzado para acertar o ângulo de Lopes. Um golaço digno de camisa 10.

Na etapa complementar, o ritmo da partida em Juazeiro do Norte caiu e apenas uma grande chance de gol aconteceu, e logo aos cinco minutos. Lopes saiu muito mal ao tentar cortar cruzamento da esquerda e a bola caiu limpa para Tadeu bater e acertar Flávio Boaventura, que se atirou na frente do gol vazio para salvar os abecedistas.
Já nos minutos finais, o clima do confronto esquentou e o árbitro Renan Roberto de Souza passou a distribuir cartões. Já no banco de reservas, o atacante Adalgísio Pitbull, que deu lugar a Leandrinho (que sairia para a entrada de Radamés), foi expulso por discutir com os suplentes do ABC e acabou expulso, mas nada que evitasse a vitória do Icasa.
FICHA TÉCNICA
ICASA 2 X 1 ABC

Local: Estádio Romeirão, em Juazeiro do Norte (CE)
Data: 13 de agosto de 2013, terça-feira
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Renan Roberto de Souza (PB)
Assistentes: José Raimundo Dias da Hora e Marcos W. Rocha de Amorim (ambos da BA)
Cartões amarelos: Neílson (Icasa); Edson, Flávio Boaventura e Pingo (ABC)
Cartão vermelho: Adalgísio Pitbull (Icasa)

Gols:
ICASA: Tadeu, aos quatro, e Chapinha aos 22 minutos do primeiro
ABC: Gilcimar, aos 11 minutos do primeiro tempo

ICASA: João Ricardo; Neílson, Luiz Otávio, Luis Gustavo e Carlinhos; Da Silva, Gilmak, Elanardo e Chapinha (Alex William); Tadeu e Adalgísio Pitbull (Leandrinho) (Radamés)
Técnico: Sidney Moraes

ABC-RN: Lopes; Thiaguinho, Lino, Flávio Boaventura e Guto (Felipe Alves); Bileu, Edson, Geovani (Alexandre) e Jean Carioca (Pingo); Tony e Gilcimar
Técnico: Roberto Fernandes

Marcos Aurélio decide, e Sport se reabilita na Série B com vitória sobre Ceará

Otávio de Souza/Agif/Gazeta Press
Marcos Aurélio teve papel decisivo na vitória do Sport sobre o Ceará
Marcos Aurélio teve papel decisivo na vitória do Sport sobre o Ceará
Longe de apresentar o futebol do nível dos líderes Palmeiras e Chapecoense, o Sport conseguiu se manter como o principal perseguidor aos dois alviverdes no Campeonato Brasileiro da Série B. Na noite desta terça-feira, em confronto realizado na Ilha do Retiro, em Recife (PE), o clube rubro-negro venceu o Ceará pelo placar de 2 a 1, com dois gols de falta de Marcos Aurélio, e se reabilitou na competição.
Derrotado pelo São Caetano no último final de semana, o Sport garantiu com o placar desta terça-feira um lugar confortável dentro da zona de promoção à elite do futebol nacional. A equipe rubro-negra soma 27 pontos e segue na terceira posição. O Ceará, por outro lado, está estacionado nos 17 pontos, e se posiciona na parte intermediária da tabela de classificação.
Depois do compromisso nordestino desta terça-feira, o Sport se concentra para novo jogo dentro de casa. Na sexta-feira, a partir das 21h50 (de Brasília), o clube comandado por Marcelo Martelotte encara o Atlético Goianiense, na Ilha do Retiro. Já o Ceará, agora com duas derrotas consecutivas na Série B, duela na mesma data, mas às 19h30, contra o Avaí, em Florianópolis.
O jogo
Longe de disputar a liderança do Campeonato Brasileiro por conta da irregularidade apresentada nas últimas rodadas, o Sport buscou a pressão no início de jogo contra o Ceará a fim de minar o jogo rival. Mesmo sem apresentar um bom futebol, os mandantes conseguiram a abertura do placar aos 30 minutos, quando Marcos Aurélio cobrou falta e venceu o goleiro Fernando Henrique. A bola desviou em Diego Ivo antes de entrar.
A felicidade dos torcedores pelo gol resultou na queda da pressão vivida pelo clube por conta da atuação irregular. Com total apoio do público na Ilha do Reitro, o Sport cresceu de rendimento e aumentou o marcador ainda antes do intervalo. Nos acréscimos, Marcos Aurélio, novamente de falta, acertou o ângulo de Fernando Henrique e sentenciou a confortável vantagem pernambucana.
O famoso conceito do ‘perigo' do placar de 2 a 0 entrou na pauta dos torcedores na Ilha do Retiro logo aos 6 minutos da segunda etapa. Em praticamente seu primeiro lance na partida, o ex-corintiano Lulinha, que entrou em campo após o intervalo, aproveitou passe de Richely para finalizar firme e diminuir o marcador.
O tento transformou o time cearense. Motivado na busca pelo empate, o clube alvinegro controlou a maior parte da posse de bola e acuou o adversário, que permaneceu apenas em busca de um contra-ataque fulminante. A postura mais conservadora por pouco não custou o resultado, ainda mais depois da expulsão de Rithely.
FICHA TÉCNICA:
SPORT 2 X 1 CEARÁ
Local: Ilha do Retiro, no Recife (PE)
Data: 13 de agosto de 2013, terça-feira
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Charles Hebert Cavalvante Ferreira (AL)
Auxiliares: Broney Machado e José Maria de Lucena Netto (ambos da Paraíba)
Cartões amarelos: Rithely e Patric (Sport); Xaves, João Marcos e Diego Ivo (Ceará)
Cartão vermelho: Rithely (Sport)
Gols: SPORT: Marcos Aurélio, aos 31 e aos 46 minutos do primeiro tempo
CEARÁ: Lulinha, aos cinco minutos do segundo tempo
SPORT: Magrão; Patric, Tobi, Gabriel e Marcelo Cordeiro (Pery); Anderson Pedra, Rithely, Patrik Silva (Camilo) e Lucas Lima; Felipe Azevedo (Renan Teixeira) e Marcos Aurélio
Técnico: Marcelo Martelotte
CEARÁ: Fernando Henrique; Marcos, Diego Ivo, Anderson Marques e Eusébio (Adriano Pardal); Éverton (Lulinha), Xaves, João Marcos e Rogerinho; Rychely e Léo Gamalho (Romário)
Técnico: Sérgio Guedes

Com gol de joelho de substituto de Valdivia, Palmeiras vence e segue soberano na Série B

Giuliano Gomes/Gazeta Press
Mendieta aproveitou a chance como titular para balançar as redes
Mendieta aproveitou a chance como titular e anotou o único gol da partida em Joinville
As ausências de Valdivia e Alan Kardec preocupavam. Entretanto, em apenas seis minutos, o Palmeiras comprovou a soberania na Série B do Campeonato Brasileiro mesmo sem seus dois principais atletas no momento. Com gol do paraguaio Mendieta, justamente o substituto do chileno, o clube comandado por Gilson Kleina venceu o Joinville por 1 a 0, em plena Arena Joinville, e manteve a soberania na divisão de acesso à elite do futebol nacional.
O gol de joelho de Mendieta deixou o Palmeiras ainda mais confortável na liderança da Série B. Embora tenha duas partidas a mais do que a Chapecoense, principal rival na disputa pela primeira posição, a equipe de Palestra Itália chegou aos 37 pontos por conta da quinta vitória consecutiva na competição. Os dez jogos de invencibilidade deixam o time com cinco de vantagem para os catarinenses.
Sem vencer há três rodadas, o Joinville, por outro lado, somou a sexta derrota na Série B e permanece com 21 pontos. O time tricolor caiu para a décima posição em virtude do placar negativo em casa.
Soberano na Série B, o Palmeiras retorna a campo no próximo sábado com a oportunidade de aumentar ainda mais o número de jogos sem derrotas na competição. A partir das 16h20 (de Brasília), a equipe de Gilson Kleina encara o Paysandu, no Pacaembu. O Joinville, por sua vez, joga na sexta-feira, às 21h50, contra o Oeste, em Itápolis.
Desfalcado de Valdivia e Alan Kardec, o Palmeiras entrou sob desconfiança na Arena Joinville, já que os resultados sem a dupla não refletem a diferença da equipe em relação aos concorrentes na Série B. Entretanto, o time precisou de apenas cinco minutos para derrubar qualquer teoria negativa. Depois de cruzamento de Juninho, Mendieta, de joelho, tocou para as redes.
Depois do gol do substituto de Valdivia, o Palmeiras sofreu com a empolgação dos donos da casa. Atrás do marcador, o Joinville tentou exercer uma pressão sobre o sistema defensivo do clube paulista. A ineficiência no último passe, responsável por isolar o Lima do restante da equipe, impediu uma série ameaça ao goleiro Fernando Prass.
As únicas lamentações palmeirenses na etapa inicial ocorreram justamente com Mendieta, que deixou o jogo por lesão perto do fim dos 45 minutos, e Wesley. Envolvido em uma especulação que o coloca no Atlético Mineiro, o meio-campista desperdiçou a grande chance para aumentar a diferença no marcador. Aos 29min, depois de grande passe de Leandro, o camisa 11, diante do goleiro Ivan, arrematou para fora.
A forte chuva protagonizou a segunda etapa em Joinville. Com uma postura mais retraída e favorecido pela vantagem no marcador, o Palmeiras procurou acertar o sistema defensivo e minar o jogo do Joinville, que criou somente duas boas oportunidades. Aos 28min, Carlos Alberto exigiu boa defesa de Prass. Aos 33min, Ricardinho buscou encobrir o goleiro palmeirense, que, atento, espalmou para escanteio a última boa chance dos mandantes no duelo desta terça.

Ivanovic perde cinco match-points e Cornet vira

Cincinnati (EUA) - Ana Ivanovic sofreu uma virada inacreditável na primeira rodada do Premier de Cincinnati para Alizé Cornet. A sérvia ganhou o primeiro set, liderava o segundo por 5/2, desperdiçou cinco match-points no tiebreak, chegou a ter 2/0 no terceiro e acabou derrotada por 2/6, 7/6 (10-8) e 6/4 em 2h31.
Cornet enfrenta na segunda rodada da competição a eslovaca Magdalena Rybarikova, que passou pela alemã Julia Goerges por 6/2, 4/6 e 6/4. Em péssima temporada, Goerges perdeu a sexta partida consecutiva, enquanto Rybarikova segue embalada pelo título em Washington. Quem passar entre a eslovaca e Cornet pega Victoria Azarenka nas oitavas de final.
Outra cabeça de chave que caiu foi Kirsten Flipkens. A belga, semifinalista de Wimbledon, foi batida pela russa Elena Vesnina por 3/6, 6/1 e 6/3. A próxima rodada da vencedora será contra a norte-americana Venus Williams.
Parceria de Vesnina nas duplas, Ekaterina Makarova venceu a alemã Annika Beck por 6/3 e 6/2. A russa aguarda a sérvia Jelena Jankovic ou a alemã Sabine Lisicki, vice-campeã em Londres. Anastasia Pavlyuchenkova não deu a mesma sorte das compatriotas e perdeu por 7/5, 4/6 e 6/3 para a norte-americana Jamie Hampton.
Após furar o quali, Andrea Petkovic virou contra a eslovaca Daniela Hantuchova por 2/6, 6/4 e 6/1. A alemã enfrenta a italiana Roberta Vinci na segunda rodada. Já Dominika Cibulkova não passou da estreia contra Polona Hercog, 6/2 e 6/4. Sara Errani fará sua estreia diante da eslovena.

Azarenka avança após sofrer no 2º set em Cincy

Cincinnati (EUA) - Victoria Azarenka não fez uma boa estreia no Premier de Cincinnati, mas conseguiu passar em sets diretos pela norte-americana Vania King, parciais de 6/1 e 7/6 (8-6). A bielorrussa voltou a jogar após pular o torneio de Toronto por dores nas costas.
A número 2 do mundo chegou a estar 0/3 abaixo no segundo set, mas empatou. Em seguida, sacou para a partida em 6/5 e teve o serviço quebrado. King então abriu 4-1 no tiebreak e Azarenka precisou buscar outra vez.
Já nas oitavas de final, Azarenka está longe de ter adversária definida. Antes, Ana Ivanovic e Alizé Cornet disputam a primeira rodada e Julia Goerges joga contra Magdalena Rybarikova. As vencedoras das duas partidas se enfrentam e quem passar encontra a bielorrussa na fase seguinte.
A alemã Mona Barthel, ainda pela primeira rodada, derrotou a tcheca Lucie Safarova por 6/3 e 6/4 e agora pega a russa Maria Kirilenko. Já a polonesa Agnieszka Radwanska estreia diante da norte-americana Varvara Lepchenko, algoz da italiana Flavia Pennetta por 6/2, 2/6 e 6/2.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Copa Sul-Americana



21h30 Belgrano 1x0 Vélez Sarsfield

Argentino

19h15 Boca Juniors 2x3 Newells Old B.

Brasileirão Série B

19h00 América-MG 2x1 São Caetano
19h30 Sport 2x1 Ceará
19h30 Avaí 2x0 ASA
19h30 Paraná Clube 3x1 Boa Esporte Clube
19h30 Oeste 1x0 Paysandu-PA
21h50 Atlético-GO 0x1 Bragantino
21h50 Icasa 2x1 ABC
21h50 Joinville 0x1 Palmeiras

Zinho valoriza chance no Santos e esquece polêmicas no Flamengo

Apresentado como novo gerente de futebol do Santos, Zinho falou sobre a sua experiência em cargos extra-campo. Com passagens pelo Miami (Estados Unidos), Nova Iguaçu - onde é sócio-fundador do time carioca - e Flamengo, o profissional falou sobre o seu trabalho no time rubro-negro. Em um período conturbado no time carioca, Zinho teve que lidar com situações polêmicas dentro do elenco flamenguista, mas preferiu não se alongar muito ao falar sobre o seu último trabalho, antes de acertar com o time alvinegro.
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"O Flamengo já passou, fez parte de um período da minha vida e foi uma grande oportunidade. Sou grato pela chance, que foi boa para o engrandecimento da minha carreira. Com certeza tive erros e acertos, mas foi bom para o meu currículo e para que, no futuro, eu possa não repetir erros que tive.  Foi um aprendizado. Agora, o meu momento é o Santos e espero desenvolver o meu trabalho, ajudando para que tenhamos o melhor ambiente possível, com harmonia e alegria, dando todo suporte aos atletas e a comissão técnica", afirmou.

No Flamengo, durante os sete meses de sua passagem como gerente de futebol rubro-negro, Zinho teve que administrar problemas internos, como os que ocorreram com Ronaldinho Gaúcho e Adriano Imperador.

"Não sei se a palavra certa para esse tipo de situação era crise. Acho que, dentro do que cabia a mim, foi feito o possível. Como falei, não vou voltar atrás, pois posso ter agradado alguns, desagradado a outros. Isso é algo normal do futebol. O importante é que tenho a consciência tranquila e não me arrependo de nenhuma atitude nesses casos. Porém, como disse antes, isso é passado", ponderou Zinho.

Na Vila Belmiro, o dirigente terá como missão ser o elo entre a comissão técnica, os jogadores e o Comitê de Gestão. Além disso, Zinho irá garimpar opções no mercado, para reforçar o elenco alvinegro, visando o restante do Campeonato Brasileiro.

"Fui contratado para ser o elo entre a comissão e a diretoria. Vamos tentar o mais rápido possível colocar o Santos no caminho das vitórias. Vou tentar conhecer o elenco rapidamente, alguns já jogaram comigo (o zagueiro e capitão Edu Dracena, no Cruzeiro, em 2003). Gosto muito de conhecer os atletas da base também e, por isso, ficarei no clube o maior tempo possível. Minha função é escolher o elenco, o melhor para o Santos e, em conjunto, agilizar para trazer o que é necessário para o Santos", concluiu o novo gerente do Santos.

Tottenham utiliza Paulinho como 1º volante e, se quiser brigar por título, precisa de um meia armador



Os Spurs conseguiram um atacante (Soldado). Ponto para eles. Os Spurs conseguiram Paulinho e Chadli, além do excelente Etienne Capoue, junto ao Toulouse. Mais pontos para o clube do norte de Londres. São muitos meias, mas nenhum com a capacidade natural de ser um armador nato e esta pode ser a verdadeira pedra na chuteira do time durante a temporada. Grande parte da falta de sucesso do time inglês nos últimos campeonatos foi devido a falta de um meia armador para fazer com que os talentosos jogadores do time tivessem o espaço livre para mostrar seu potencial.
Os Spurs possuem uma equipe com muita qualidade, toque de bola refinado e com volantes com uma alta capacidade de infiltração pelo meio, como Paulinho e Dembélé. Porém, frente a uma defesa bem postada, as dificuldades aparecem, principalmente devido ao fraco poder de ataque pelas pontas. Mas o que dizer de Chadli e Lennon? Sim, eles são excelentes, mas sozinhos não farão muita coisa. E Bale? O galês dispensa comentários e pode decidir jogos, como fez em diversas ocasiões, mas e quando ele não conseguir colocar a bola no fundo da rede? A "Baledependência" não pode existir jamais!
Thiago Simões
Paulinho como primeiro volante
Paulinho como primeiro volante
Hipótese 1
Gylfi Sigurðsson foi contratado junto ao Hoffenheim para ser o criador de jogadas, mas o sangue do islandês parece ser mais frio do que o local onde ele nasceu. Falta agressividade, personalidade e força de vontade para ser este jogador visionário do meio de campo.
Hipótese 2
Quem não tem cão, caça com gato, já dizia o velho ditado. Se você não tem um armador, abuse das jogadas de infiltração pelo meio e é isso que o Tottenham sempre faz. Só que isso tem um preço, muito caro por sinal. Perceba que no início das partidas, as jogadas dos Spurs pelo meio sempre surtem efeito, mas depois ficam fáceis de serem marcadas. Depois disso, os Spurs ficam tocando a bola de lado como se não houvesse o amanhã, sem objetividade e ficam na dependência de uma falha defensiva do adversário para que a tabela dê certo na entrada da área.
Hipótese 3: os triângulos
Por que não usar as pontas? Seria o mais óbvio e, o Tottenham, tem capacidade para isso, principalmente porque tem dois ponteiros de qualidade. Mas como eu disse acima, eles não vão conseguir desempenhar o papel sozinho. A hipótese mais natural seria um treinamento que utilizasse um dos meias, Paulinho ou Dembélé caindo pelas pontas para ajudá-los e com a presença dos laterais para uma possível triangulação. Só que Walker, pouco chega ao ataque, e Rose ainda está muito tímido, sem contar que é necessário muito treinamento para que ocorra o balanço defensivo e o time não seja surpreendido no contra-ataque. Os triângulos se multiplicam se colocarmos Bale na estratégia.
Thiago Simões
Hipótese de ataque dos Spurs sem um meia armador
Hipótese de ataque dos Spurs sem um meia armador
Paulinho
No jogo contra o Espanyol, o primeiro do brasileiro, ficou claro que o técnico português o colocará como 1º volante, pelo menos no início da temporada. Em certas ocasiões, os Spurs chegam até a usar uma formação bem ofensiva, um 4-1-4-1, mas o mais natural é jogar no 4-2-3-1, com Dembélé fazendo o papel de 2º volante. O entrosamento entre o brasileiro e o belga parece muito bom, mesmo com pouco tempo de jogo. Os dois se intercalam nas arrancadas pelo ataque e a tabela com Soldado é uma qualidade que pode render frutos mais para frente.

Saudade dos sofridos jogos com mais de 100 mil. E pareciam ser muitos mais do que eram de verdade

A conversa com José Trajano no Linha de Passe especial de 15 anos pode dar a entender que este comentarista não tem boas lembranças dos jogos com mais de 100 mil pessoas. Racionalmente, é muito melhor o jogo no estádio lotado, mas com espaço para quem comprou ingresso poder se sentar, como nos melhores palcos do planeta. Prefiro assim, hoje. Mas é claro que aqueles jogos de Morumbi -- e Maracanã -- entupidos de gente deixarm lembranças, saudade. Formaram o caráter deste torcedor que se senta até hoje, no cimento ou na numerada, toma chuva ou sol, desde que esteja no estádio de futebol. E esse sou eu -- entre tantos outros.
Mas, não, eu não tinha a expectativa de que o primeiro Fla-Flu no novo Maracanã fosse atrair mais de 50 mil pessoas para ver o décimo-primeiro colocado contra o décimo-terceiro do Brasileirão. Talvez a expectativa deste comentarista fosse menor pela ideia de que metade dos Fla-Flus mais recentes dos últimos anos de Maraca não atraíssem tanta gente assim . Dos dez clássicos antes do fechamento do Maracanã para reformas, em 2010, cinco levaram mais de cinquenta mil pessoas, a outra metade levou menos gente e 30% levou público inferior aos 38 mil presentes aos 3 x 2 do Fla no domingo, dia dos Pais (29 mil pagantes).
O preço do ingresso é um dos fatores a tirar público dos clássicos. Outro fator é a expectativa de violência. E outro é... é que o futebol brasileiro nunca fez força para levar o torcedor aos estádios.
Curiosa estatística percebe-se ao analisar todos os 393 Fla-Flus desde antes do nada. Sabe quantos levaram mais de 100 mil presentes?
De 393 Fla-Flus, só 8% levaram mais de 100 mil espectadores. Ressalte-se, 100 mil torcedores presentes, não pagantes, porque com essa restrição o número diminui e é impreciso dizer quantas vezes mais de 100 mil pagou ingresso para ver o clássico mais colorido do Brasil.
Um Fla-Flu a cada três anos, em média, levou 100 mil.
Eu me diverti a valer em dois deles. No primeiro jogo oficial de Romário, em 1995, um 0 x 0 insosso com 98 mil pagantes, 110 mil presentes. E nos 3 x 2 do gol de barriga de Renato Gaúcho, quando a vitória e o título do Flu mereceram 109 mil pagantes, 120 mil presentes.
Não é exagero dizer que na maior parte desses jogos de arquibancada abarrotada, sofria-se.
Nesse aspecto, serei mais preciso ao afirmar que se sofria no Morumbi, onde me sentei mais do que entre os arquibaldos do Maracanã. Mas não é mentira que se sofria também nos jogos grandes do Maraca, onde me roubaram um rádio em meio a 108 mil torcedores num Vasco 3 x 1 Flamengo em fevereiro de 1994.
No Morumbi, vibrei e sofri mais.
Em 1983, 111.111 pagantes espremiam-se nas arquibancadas para Santos 3 x 2 Flamengo, primeira fase do Brasileirão. Cheguei debaixo de chuva perto da hora do jogo. Só arrumei um espacinho na arquibancada quando o juiz gaúcho Aírton Bernardoni apitou o início do segundo tempo.
Havia outro jeito, também sem muito conforto de ir ao estádio com mais de 100 mil e ver a partida toda. Em 9 de agosto de 1987, o Morumbi recebeu 96 mil pagantes para São Paulo 3 x 3 Corinthians -- 100 mil presentes, conta o relato da revista Placar. Sentei-me confortavelmente ao meio-dia para o jogo que começou às 16h no inverno paulistano.
Nunca mais vai haver jogos com tanta gente espremida. Eu que aprendi que vou ao estádio faça chuva ou sol, sinto saudade. Racionalmente, mais justos os jogos com 100% de ocupação, mas cada um no lugar que comprou.
OS ÚLTIMOS DEZ FLA-FLUS NO VELHO MARACANÃ
26/5/2010 - Fluminense 2 x 1 Flamengo - 14.496
31/1/2010 - Fluminense 3 x 5 Flamengo - 51.233
4/10/2009 - Flamengo 2 x 0 Fluminense - 78.409
28/6/2009 - Fluminense 0 x 0 Flamengo - 41.038
11/4/2009 - Fluminense 0 x 1 Flamengo - 68.313
5/4/2009 - Flamengo 1 x 1 Fluminense - 29.406
31/8/2008 - Flamengo 2 x 2 Fluminense - 56.074
1/6/2008 - Fluminense 0 x 1 Flamengo - 19.441
10/2/2008 - Flamengo 1 x 4 Fluminense - 39.056
7/10/2007 - Flamengo 0 x 2 Fluminense - 61.042

VÍDEOS: Quando a Escócia subjugou a Inglaterra e seu "exército", com Rod Stewart, invadiu Wembley



Foi em 4 de junho de 1977, em Wembley. Dia que entrou para a história com a invasão de campo pela fanática "Tartan Army" no campo "sagrado" do velho e tradicional estádio. Cotejo com um contexto todo especial. Para os escoceses, triunfar em solo inglês é sempre uma espécie de vingança por uma série de fatos, de enfrentamentos, batalhas, repressão e domínio da coroa britânica sobre o povo da Escócia. Aquilo era futebol e história! Vi pela televisão. Inesquecível!
Os gols de Gordon McQueen (aos 42 minutos de jogo) e Kenny Dalglish (a 15 do segundo tempo) levaram o time dirigido por Ally McLeod a uma vitória por 2 a 1. A Inglaterra não pôde reagir, apesar do tento de pênalti cobrado por Mike Channon a três minutos do final, sob fortes vaias de 60 mil a 70 mil fanáticos que tomaram o estádio com suas bandeiras amarelas e vermelhas do Rei da Escócia. O jogo decidiu a Copa Britânica de Seleções, disputada por um século, de 1884 a 1984. Entre 1915 e 1919 o certame não foi realizado, assim como de 1940 a 1946, devido às duas guerras mundiais. 
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Dalglish (8) comemora o segundo gol da Escócia, feito por ele, no segundo tempo: tento histórico do craque
Dalglish (8) comemora o segundo gol da Escócia, feito por ele, no segundo tempo: tento histórico do craque do Liverpool
Era a mais antiga competição de seleções do mundo. Curiosamente, em caso de empate o título era dividido, e foi assim até 1979, quando introduziram o saldo de gols como critério de desempate. Por isso, 20 das 54 conquistas dos ingleses foram rachadas com uma, duas e até três outras equipes. Das 41 vezes nas quais os escoceses levantaram o troféu, 17 foram repartidas com outras seleções. A Irlanda do Norte sagrou-se como a última campeã.
Naquele 1977 a Escócia alcançou a rodada final com três pontos, um obtido no empate sem gols, em Wrexham, com o País de Gales, e dois nos 3 a 0 impostos sobre a Irlanda do Norte, em Glasgow. Já a Inglaterra chegou àquela peleja com dois pontos ganhos em Belfast nos 2 a 1 sobre os norte-irlandeses. A derrota, em Londres, para Gales colocou os ingleses em grande desvantagem.
Os galeses empataram na Irlanda do Norte na véspera do duelo em Wembley. Assim, ficaram à espera de uma vitória dos ingleses pela contagem mínima para terem o troféu. Naturalmente, um triunfo em cima da Inglaterra é sempre motivo de celebração escocesa, ainda mais com a rivalidade intensificada na década de 1970. A cada dois anos a "Tartan Army" atravessava o país para desafiar os rivais em Londres. Eles sonhavam derrotar os ingleses no campo inimigo, o que não acontecia há uma década. E na visita anterior a Wembley, a Escócia levara de 5 a 1, em 1975.
Com os ingleses praticamente fora da disputa, os rivais do norte invadiram Londres. A maioria dos 98.103 torcedores era da turma do kilt, o saiote escocês. E eles tinha por quem torcer. Um time com Kenny Dalglish e Joe Jordan, geração que esteve na Copa do Mundo de 1974 e voltaria ao Mundial em 1978, ambos sem a presença da Inglaterra, que não se classificou. O resultado praticamente selou a saída de Don Revie da seleção. O técnico ainda veio à América do Sul para uma excursão marcada por empates no Brasil, Argentina e Uruguai. Ron Greenwood o substituiu.
Ao apito final do húngaro Károly Palotai, a torcida escocesa invadiu o gramado, proporcionando cenas até então inimagináveis em Wembley. O ápice da comemoração foi a quebra do travessão, no qual se penduraram os alucinados integrantes da "Tartan Army". Responsável pelo "feito", Alex Torrance, então com 21 anos, ficou famoso. Ele morreu em 2010, aos 54, vítima de alcoolismo.
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Fãs da Escócia começam a subir nas traves de Wembley logo após a invasão do gramado: torcida alucinada
Fãs da Escócia começam a subir nas traves de Wembley logo após a invasão do gramado: torcida alucinada
Entre os invasores do gramado estava Rod Stewart, fanático torcedor da Escócia e do Celtic. Ele lamentou o falecimento de Torrence, que completará três anos em setembro: "Eu fiquei triste ao ler sobre a morte de Alex. Também estava em Wembley em 1977", recordou. O astro tinha 32 anos e conta, com detalhes, aquela que foi uma das muitas aventuras nas quais se meteu.
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Escoceses quebram uma das traves do estádio de Wembley após a vitória sobre a Inglaterra: euforia total
Escoceses quebram traves de Wembley após a vitória sobre a Inglaterra: euforia total
"No final do jogo, eu queria entrar em campo com o resto dos torcedores, mas eu estava lá com meu pai, que disse: 'Não'. Respondi a ele: 'Basta tentar me impedir'. Quando cheguei ao campo, a polícia estava tentando retirar os escoceses. Levantei o chapéu para mostrar meu rosto, quando o policial viu quem eu era disse: 'Oh, tudo bem, vá em frente, então".
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Torcedores da Escócia tomaram a cidade de Londres e também seus monumentos: festa o dia inteiro
Torcedores da Escócia tomaram a cidade de Londres e seus monumentos: festa total
Torrance trabalhou por 12 anos como garçom no Ibrox, estádio do Rangers, grande rival do time de Rod. Apesar disso, ao saber do funeral no Craigton Crematório, em Cardonald, Glasgow, o cantor prometeu enviar uma coroa de flores à familia de Alex com a mensagem: "Eu também estava lá - RIP".
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Rod Stewart chora de emoção com a vitória do seu Celtic sobre o Barcelona em 2012: torcedor
Rod Stewart chora de emoção com a vitória do seu Celtic sobre o Barcelona em 2012: um astro que ama o futebol
No ano que vem serão celebrados os 700 anos da Batalha de Bannockburn, histórico triunfo de 9 mil escoceses sobre cerca de 25 mil soldados ingleses. Em menor número, eles estavam sob o comando de Robert Bruce. Até 2014 deverá acontecer um plebiscito sobre a independência escocesa. Haverá uma só pergunta: se o eleitor é a favor de a Escócia abandonar a Grã-Bretanha. Foi em 1707 que as duas nações se uniram por intermédio do Tratado de União, que selou a criação do Reino Unido.
Nesta quarta-feira, às 15h55, a ESPN Brasil vai mostrar, ao vivo, o que poderá ser o último jogo de futebol entre Inglaterra e Escócia, em Londres, com ambas as nações sob a mesma bandeira. Futebol e história! Mais uma página a ser escrita.
Inglaterra:1 Clemence
2 Neal
3 Mills
10 Talbot
5 Watson
6 Hughes
8 Channon
7 Francis
9 Pearson
4 Greenhoff (15 Cherry aos 57')
11 Kennedy (22 Tueart aos 67')
Técnico: Don Revie
Escócia
1 Rough
2 McGrain
3 Donachie
6 Rioch
5 McQueen
4 Forsyth
7 Masson (18 Gemmill aos 83')
8 Dalglish
9 Jordan (20 'Lou' Macari aos 43')
10 Hartford
11 Johnston
Técnico: Ally McLeod
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Veja lances do jogo e a festa ao final:
Confira o momento da quebra do travessão:

Hingis vence nas duplas e Azarenka conhece 1ª rival

Cincinnati (EUA) - A suíça Martina Hingis ainda não engrenou uma grande campanha desde o seu retorno às quadras, em que tem se dedicado exclusivamente às duplas, mas também segue invicta em estreias. Nesta segunda-feira, ela e a eslovaca Daniela Hantuchova venceram a primeira no Premier de Cincinnati, virando para cima da italiana Flava Pennetta e da espanhola Anabel Medina.
Convidadas da organização, Hingis e Hantuchova saíram atrás, mas depois se recuperaram e fechar o placar com parciais de 4/6, 6/4 e 10-5, em 1h26 de confronto. Na próxima fase, a parceria suíço-eslovaca terá a árdua missão de enfrentar as italianas número 1 do mundo Sara Errani e Roberta Vinci, que entra direto nas oitavas de final.
Pela chave de simples, a número 2 do mundo Victoria Azarenka conheceu sua primeira adversária na competição. A bielorrussa estreia nas quadras de Cincy diante da norte-americana Vania King, que depois de furar o quali superou na rodada de estreia a jovem francesa Kristina Mladenovic em sets diretos, com placar final de 6/3 e 6/4, depois de 1h44 de partida.
Outra que também teve definida sua adversária de estreia foi a francesa Marion Bartoli. Ela vai encarar a romena Simona Halep, que venceu de virada a taiwanesa Su-Wei Hsieh, com parciais de 6/7 (5-7), 6/1 e 6/2, em batalha de 1h50. Bartoli já encarou Halep em duas oportunidades e em ambas saiu de quadra vitoriosa.
Cabeça de chave número 5, a chinesa Na Li é mais uma que entra adiantada na chave. Sua oponente da estreia será a norte-americana Lauren Davis, que aproveitou muito bem o convite dado pela organização do torneio e despachou a tcheca Klara Zakopalova em dois tiebreaks, com placar de 7/6 (7-3) e 7/6 (7-1), após 2h10 de partida.

WTA fecha patrocínio com empresa de estatísticas

São Petersburgo (EUA) - A WTA anunciou um novo grande patrocinador para a entidade: a SAP, empresa líder mundial em softwares utilizados por empresas. O propósito da parceria é aumentar a oferta de estatísticas e dados sobre tênis feminino, ajudando fãs, jogadores e jornalistas.
"Através de nossa cooperação com a SAP, desejamos prover uma análise revolucionária para nossos fãs, jogadores, treinados e mídia. Estamos muito animados por fazer parceria com uma empresa líder global no momento em que companhias internacionais investem no tênis feminino", disse Stacey Allaster, presidente da WTA.
O executivo da SAP Steve Peck também celebrou o acordo. "Temos um longo compromisso com o tênis e a WTA é uma excelente plataforma para demonstrarmos isso. Nossa tecnologia está transformando o esporte e o entretenimento em todo o mundo. Estamos felizes por ajudar jogadores e treinadores a ter um desempenho melhor e engajar os fãs".

Sloane vence a primeira e duela com Sharapova

Cincinnati (EUA) - A norte-americana Sloane Stephens estreou com vitória no Premier de Cincinnati, nesta segunda-feira. Só que o primeiro jogo da atleta da casa não foi fácil e ela precisou de três sets para derrubar a croata Petra Martic, vinda do qualificatório, com parciais de 6/2, 3/6 e 6/3, em confronto de 1h44.
Na segunda rodada, Sloane terá um páreo ainda mais complicado. Sua próxima oponente será a russa Maria Sharapova, terceira mais bem cotada ao título e que entra avançada na chave. As das já mediram forças em outras três oportunidades, dias delas nesta temporada, em Roma e em Roland Garros, e uma no ano passado, em Miami, todas com vitórias da musa siberiana.
Cabeça de chave número 7, a tcheca Petra Kvitova é outra das que entra direto na segunda rodada que conheceu sua primeira adversária no torneio. Ela vai encarar a neozelandesa Marina Erakovic, responsável pela eliminação da espanhola Carla Suarez com triunfo em sets diretos, com placar final de 6/3 e 6/4, em quase uma hora e meia de jogo.
A australiana Samantha Stosur foi a primeira entre as cabeças de chave a estrear em Cincinnati. Ainda pela primeira rodada, ela passou pela russa Svetlana Kuznetsova em sets diretos, com parciais de 6/1 e 7/5, em apenas 66 minutos. Na próxima fase, a 11ª pré-classificada espera pela vencedora do confronto entre a russa Anastasia Pavlyuchenkova e a norte-americana Jamie Hampton.

Miami (EUA) - As ausências da russa Maria Sharapova e da bielorrussa Victoria Azarenka no Premier de Toronto facilitaram ainda mais a vida da norte-americana Serena Williams, que além de conquistar o título do torneio, ampliou ainda mais a vantagem sobre suas perseguidoras mais próximas no ranking.
Número 1 do mundo, a caçula das irmãs Williams aumentou em 675 pontos a diferença para Azarenka, a segunda mais bem colocada. Agora, Serena soma incríveis 11.920 pontos, mas de três mil de frente em relação à bielorrussa. Sharapova vem logo atrás, apenas 40 pontos atrás de segunda colocada.
Semifinalista no torneio canadense, a polonesa Agnieszka Radwanska aparece cada vez mais firme como número 4 do mundo. Já a vice-campeã em Toronto, a romena Sorana Cirstea ganhou seis colocações e assumiu o 21º posto, o mais alto de sua carreira até então, ficando muito próxima de um inédito top 20.
Quem também subiu foram a francesa Marion Bartoli e a alemã Angelique Kerber, agora as números 7 e 8 do mundo, respectivamente, que contaram com a queda de Petra Kvitova. A tcheca não defendeu a conquista do ano passado no evento canadense e saiu do sétimo posto para o nono no ranking da WTA.
Principal brasileira, a pernambucana Teliana Pereira perdeu mais duas colocações e foi rebaixada ao 104º lugar. Também amargaram quedas as paulistas Paula Gonçalves, que saiu da 263ª para a 266ª colocação, e Beatriz Haddad Maia, que passou de 279ª para 282ª na lista. Laura Pigossi foi outra que perdeu terreno e desceu do 365º posto para o 367º.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Um grande Fla-Flu ou o Fla-Flu em tempos de arena



Fico sabendo, por alguns jornais, que o Maracanã reviveu domingo seus grandes dias de Fla-Flu. Mas como? Com meros 38.715 pagantes, num estádio onde cabem 78.838, ou seja, mais que o dobro, como pode este clássico ter revivido um espetáculo que, desde que o Maracanã existe, sempre se caracterizou por plateias à altura de sua tradição.
É verdade, o jogo foi disputado, bom na maior parte do tempo, com o Flamengo sempre melhor e merecendo a vitória sobre um Fluminense perto de ruim. As torcidas cantaram, entoaram gritos de guerra e paz, fizeram a sua parte. Mas, como vi o jogo pela TV (e as câmeras de agora já não nos dão uma visão ampla do estádio, como acontecia antes de ele virar arena), não pude ver nem sentir a carga de emoção que, repito, alguns jornais me passaram sobre este Fla-Flu.
Como sou de outros tempos, volta e meia recorro à memória para entender o presente. Não que seja saudosista. Costumo dizer, e repetir, que o saudosista e o modernoso são dois chatos que se opõem, de modo que me empenho muito para não ser nenhum dos dois. Mas lembrar certos momentos podem ajudar a rever alguns conceitos emitidos por aí. Como o que compara o último Fla-Flu aos grandes Fla-Flus.
No dia 15 de junho de 1969, um domingo, a turma do "Jornal do Brasil" levou o jornalista escocês Hugh McIlvanney para ver o Fla-Flu decisivo do Campeonato Carioca. No Maracanã, claro. Ele já havia estado lá na quarta-feira, de noite, para cobrir para o "Observer" o amistoso entre Brasil e Inglaterra, aquele em que Tostão marcou o gol da vitória (2 a 1) caído diante de Gordon Banks. Mas um amistoso entre Brasil e Inglaterra, de noite, jamais terá a mesma força visual e emocional de um grande Fla-Flu à luz do sol.
O cicerone de Hugh ao estádio foi João Saldanha, então treinador da seleção brasileira. O jornalista escocês levava uma missão que nosso amigo comum José Inácio Werneck lhe dera: escrever um artigo para ser publicado numa das páginas de esporte do "Jornal do Brasil". E assim foi. Público daquele Fla-Flu? Digo logo para que se entenda melhor o primeiro parágrafo do artigo: 171.599 pagantes.
"Enorme, esmagador, capaz de transformar em carnaval um espetáculo de futebol, o Maracanã é já uma lenda entre os torcedores do mundo. A realidade contudo é muito maior. Quando subíamos o elevador para o sexto andar, João Saldanha virou-se e disse: "É fantástica a hora em que as portas se abrem e sofremos o impacto da multidão". Alguns segundos mais tarde as portas se apartaram e de súbito o ruído, a cor, a excitação puramente animal do momento nos atingiram. Tudo mais naquela tarde foi em consequência disto. A memória que em mim para sempre ficará do Fla-Flu e, mais, do próprio futebol brasileiro, será desta enorme, pungente, feliz experiência humana".
É nessas horas que é impossível não ser saudosista.

Melhor

Faltou marcação por pressão e criatividade para o Bayern de Munique na estreia de Guardiola no Campeonato Alemão. A Europa também avaliou assim a vitória por 3 a 1 sobre o Borussia Monchengladbach.
Faltou lembrar que o primeiro jogo de Guardiola como técnico do Barcelona, no Campeonato Espanhol de 2008, foi uma derrota para o modesto Numancia. Depois vieram 16 títulos em quatro anos.
Cobrou-se de Guardiola humildade para manter o time com que Jupp Heynckes ganhou tudo na temporada passada. Pois foi exatamente o que mostrou contra o Borussia Monchengladbach, na primeira partida de verdade na temporada 2013/14. A única mudança tática em comparação com a equipe campeã da Europa foi Toni Kroos no lugar de Javi Martínez.
Saiu um volante, entrou um meia que era escalado muitas vezes como segundo homem de meio-de-campo no passado.
Com Guardiola, Toni Kroos é meia e Thomas Muller também. Jogam juntos. O Bayern venceu o Borussia Monchenglacbach --com algum sofrimento-- com dois meias e um sistema 4-1-4-1 (veja ilustração 1).
Sutil diferença em relação à temporada passada, a melhor da história. O Bayern marcava mais forte com seus atacantes do que fez na sexta-feira (ilustração 2). A pressão menor pode ser pela fragilidade física do início de temporada.
Ribéry estranhou Guardiola mudar posições demais de jogadores adaptados apenas a uma posição. Cruyff fazia isso no Barcelona e Arrigo Sacchi, no Milan, nos seus melhores momentos.
Cruyff foi um sucesso durante sete anos no Barça. No oitavo, ficou atrás de Atlético de Madrid e Valencia no Campeonato Espanhol.
Sacchi é hoje colunista do jornal italiano "La Gazzetta dello Sport". Defende até hoje a capacidade de todos jogarem em todas as posições. Nem sempre funciona. Quando foi diretor-esportivo do Real Madrid, aconselhou vender o volante Makelele, um especialista. Durante anos, o Real Madrid sentiu falta de um volante marcador.
A carreira da maioria dos técnicos vencedores foi uma gangorra. Não quer dizer que seja assim com todo mundo. Ser técnico muitas vezes exige mais esforço para seduzir os jogadores a executarem funções diferentes do que para treiná-los. Puskas contava em seu livro que Jeno Kalmar mudava as posições de todos nos treinamentos. Não repetia isso nas partidas. Guardiola parece ser igual.
É impossível saber se o treinador catalão terá no Bayern o mesmo sucesso do Barcelona. Mais difícil ainda é imaginar isso depois de um período curto de pré-temporada, que incluiu uma derrota na final da Supercopa e um jogo instável na estreia na Alemanha.


Certeza, apenas, que o Guardiola vai colocar seu Bayern nos livros de história. Seja pelo sucesso dos próximos meses. Seja por um eventual fracasso.

Pelo retrospecto, o São Paulo já caiu?! Palmeiras do ano passado era "melhor"



Times que chegam à 12ª partida do campeonato brasileiro com nove pontos costumam cair? Desde que o certame passou a contar com 20 equipes, ou seja, 38 rodadas, turno e returno, quatro foram os clubes que atigiram a primeira dúzia de jogos disputados com tal pontuação. Dois escaparam do rebaixamento à Série B. Mas não costuma ser algo tranquilo...
Dos quatro o único que fechou a temporada sem sustos foi o Corinthians, que na rodada derradeira em 2006 tinha 14 pontos de diferença para a zona da degola. O Santa Cruz caiu como lanterna e o Náutico três anos depois foi para a segunda divisão como penúltimo colocado. O Fluminense, por sua vez, se safou em 2008 por um ponto apenas.
Já na temporada 2009, o tricolor carioca fez espetacular campanha de recuperação e evitou a queda com uma sequência de bons resultados na reta final do campeonato. E quando tinha 12 cotejos disputados, o Fluminense acumulava 10 pontos, um a mais do que possui o São Paulo atual. O Palmeiras, que no ano passado caiu, também tinha uma dezena de pontos após uma dúzia de compromissos disputados.
Veja quem tinha nove após 12 partidas nos campeonatos disputados por 20 clubes e em pontos corridos, ou seja, desde 2006.
2006 - Corinthians (9º ao final) e Santa Cruz (rebaixado)
2008 - Fluminense (14º ao final)
2009 - Náutico (rebaixado)
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Gazeta Press
Rogério Ceni perdeu um pênalti no jogo diante da Portuguesa: campanha inferior à do Fluminense em 2009
Rogério Ceni perdeu um pênalti no jogo diante da Portuguesa: campanha do São Paulo é inferior à do Fluminense em 2009