segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Um grande Fla-Flu ou o Fla-Flu em tempos de arena



Fico sabendo, por alguns jornais, que o Maracanã reviveu domingo seus grandes dias de Fla-Flu. Mas como? Com meros 38.715 pagantes, num estádio onde cabem 78.838, ou seja, mais que o dobro, como pode este clássico ter revivido um espetáculo que, desde que o Maracanã existe, sempre se caracterizou por plateias à altura de sua tradição.
É verdade, o jogo foi disputado, bom na maior parte do tempo, com o Flamengo sempre melhor e merecendo a vitória sobre um Fluminense perto de ruim. As torcidas cantaram, entoaram gritos de guerra e paz, fizeram a sua parte. Mas, como vi o jogo pela TV (e as câmeras de agora já não nos dão uma visão ampla do estádio, como acontecia antes de ele virar arena), não pude ver nem sentir a carga de emoção que, repito, alguns jornais me passaram sobre este Fla-Flu.
Como sou de outros tempos, volta e meia recorro à memória para entender o presente. Não que seja saudosista. Costumo dizer, e repetir, que o saudosista e o modernoso são dois chatos que se opõem, de modo que me empenho muito para não ser nenhum dos dois. Mas lembrar certos momentos podem ajudar a rever alguns conceitos emitidos por aí. Como o que compara o último Fla-Flu aos grandes Fla-Flus.
No dia 15 de junho de 1969, um domingo, a turma do "Jornal do Brasil" levou o jornalista escocês Hugh McIlvanney para ver o Fla-Flu decisivo do Campeonato Carioca. No Maracanã, claro. Ele já havia estado lá na quarta-feira, de noite, para cobrir para o "Observer" o amistoso entre Brasil e Inglaterra, aquele em que Tostão marcou o gol da vitória (2 a 1) caído diante de Gordon Banks. Mas um amistoso entre Brasil e Inglaterra, de noite, jamais terá a mesma força visual e emocional de um grande Fla-Flu à luz do sol.
O cicerone de Hugh ao estádio foi João Saldanha, então treinador da seleção brasileira. O jornalista escocês levava uma missão que nosso amigo comum José Inácio Werneck lhe dera: escrever um artigo para ser publicado numa das páginas de esporte do "Jornal do Brasil". E assim foi. Público daquele Fla-Flu? Digo logo para que se entenda melhor o primeiro parágrafo do artigo: 171.599 pagantes.
"Enorme, esmagador, capaz de transformar em carnaval um espetáculo de futebol, o Maracanã é já uma lenda entre os torcedores do mundo. A realidade contudo é muito maior. Quando subíamos o elevador para o sexto andar, João Saldanha virou-se e disse: "É fantástica a hora em que as portas se abrem e sofremos o impacto da multidão". Alguns segundos mais tarde as portas se apartaram e de súbito o ruído, a cor, a excitação puramente animal do momento nos atingiram. Tudo mais naquela tarde foi em consequência disto. A memória que em mim para sempre ficará do Fla-Flu e, mais, do próprio futebol brasileiro, será desta enorme, pungente, feliz experiência humana".
É nessas horas que é impossível não ser saudosista.

Melhor

Faltou marcação por pressão e criatividade para o Bayern de Munique na estreia de Guardiola no Campeonato Alemão. A Europa também avaliou assim a vitória por 3 a 1 sobre o Borussia Monchengladbach.
Faltou lembrar que o primeiro jogo de Guardiola como técnico do Barcelona, no Campeonato Espanhol de 2008, foi uma derrota para o modesto Numancia. Depois vieram 16 títulos em quatro anos.
Cobrou-se de Guardiola humildade para manter o time com que Jupp Heynckes ganhou tudo na temporada passada. Pois foi exatamente o que mostrou contra o Borussia Monchengladbach, na primeira partida de verdade na temporada 2013/14. A única mudança tática em comparação com a equipe campeã da Europa foi Toni Kroos no lugar de Javi Martínez.
Saiu um volante, entrou um meia que era escalado muitas vezes como segundo homem de meio-de-campo no passado.
Com Guardiola, Toni Kroos é meia e Thomas Muller também. Jogam juntos. O Bayern venceu o Borussia Monchenglacbach --com algum sofrimento-- com dois meias e um sistema 4-1-4-1 (veja ilustração 1).
Sutil diferença em relação à temporada passada, a melhor da história. O Bayern marcava mais forte com seus atacantes do que fez na sexta-feira (ilustração 2). A pressão menor pode ser pela fragilidade física do início de temporada.
Ribéry estranhou Guardiola mudar posições demais de jogadores adaptados apenas a uma posição. Cruyff fazia isso no Barcelona e Arrigo Sacchi, no Milan, nos seus melhores momentos.
Cruyff foi um sucesso durante sete anos no Barça. No oitavo, ficou atrás de Atlético de Madrid e Valencia no Campeonato Espanhol.
Sacchi é hoje colunista do jornal italiano "La Gazzetta dello Sport". Defende até hoje a capacidade de todos jogarem em todas as posições. Nem sempre funciona. Quando foi diretor-esportivo do Real Madrid, aconselhou vender o volante Makelele, um especialista. Durante anos, o Real Madrid sentiu falta de um volante marcador.
A carreira da maioria dos técnicos vencedores foi uma gangorra. Não quer dizer que seja assim com todo mundo. Ser técnico muitas vezes exige mais esforço para seduzir os jogadores a executarem funções diferentes do que para treiná-los. Puskas contava em seu livro que Jeno Kalmar mudava as posições de todos nos treinamentos. Não repetia isso nas partidas. Guardiola parece ser igual.
É impossível saber se o treinador catalão terá no Bayern o mesmo sucesso do Barcelona. Mais difícil ainda é imaginar isso depois de um período curto de pré-temporada, que incluiu uma derrota na final da Supercopa e um jogo instável na estreia na Alemanha.


Certeza, apenas, que o Guardiola vai colocar seu Bayern nos livros de história. Seja pelo sucesso dos próximos meses. Seja por um eventual fracasso.

Pelo retrospecto, o São Paulo já caiu?! Palmeiras do ano passado era "melhor"



Times que chegam à 12ª partida do campeonato brasileiro com nove pontos costumam cair? Desde que o certame passou a contar com 20 equipes, ou seja, 38 rodadas, turno e returno, quatro foram os clubes que atigiram a primeira dúzia de jogos disputados com tal pontuação. Dois escaparam do rebaixamento à Série B. Mas não costuma ser algo tranquilo...
Dos quatro o único que fechou a temporada sem sustos foi o Corinthians, que na rodada derradeira em 2006 tinha 14 pontos de diferença para a zona da degola. O Santa Cruz caiu como lanterna e o Náutico três anos depois foi para a segunda divisão como penúltimo colocado. O Fluminense, por sua vez, se safou em 2008 por um ponto apenas.
Já na temporada 2009, o tricolor carioca fez espetacular campanha de recuperação e evitou a queda com uma sequência de bons resultados na reta final do campeonato. E quando tinha 12 cotejos disputados, o Fluminense acumulava 10 pontos, um a mais do que possui o São Paulo atual. O Palmeiras, que no ano passado caiu, também tinha uma dezena de pontos após uma dúzia de compromissos disputados.
Veja quem tinha nove após 12 partidas nos campeonatos disputados por 20 clubes e em pontos corridos, ou seja, desde 2006.
2006 - Corinthians (9º ao final) e Santa Cruz (rebaixado)
2008 - Fluminense (14º ao final)
2009 - Náutico (rebaixado)
Gosta de vídeos de torcidas, de estádios? Vá ao canal no Youtube clicando aqui
Gazeta Press
Rogério Ceni perdeu um pênalti no jogo diante da Portuguesa: campanha inferior à do Fluminense em 2009
Rogério Ceni perdeu um pênalti no jogo diante da Portuguesa: campanha do São Paulo é inferior à do Fluminense em 2009

Mano Menezes saiu da seleção e disse ser um técnico melhor. O Flamengo confirma que sim



Semanas depois de deixar a seleção brasileira, Mano Menezes era um homem triste com a substituição, mas realista com o que a passagem pela CBF lhe produziu. "Hoje sou um treinador muito mais atento ao futebol internacional. Sou um técnico melhor", disse Mano.
O início do trabalho no Flamengo confirma que Mano é um técnico capaz de organizar uma equipe,como fazia no Grêmio e no Corinthians. Mas ainda mais antenado com o que está se passando no futebol mundial. Contra o Fluminense, o Fla jogou escalado num 4-1-4-1, com uma linha de quatro armadores formada por Gabriel, Elias, André Santos e Nixon, Luís Antônio um pouco atrás, Hernane à frente.
PVC
O Flamengo no 4-2-4-1: Elias mais meia do que volante
O Flamengo no 4-2-4-1: Elias mais meia do que volante
É claro que você pode observar o posiconamento de Elias e André Santos e chamar o sistema de 4-3-3. A questão é quando o time tem a bola e quando não tem. Nixon voltou marcando Julião,Luís Antônio ocupava-se da marcação de Eduardo, Gabriel marcava o lateral Carlinhos. Há dedicação à marcação. 
E Elias é muito mais um armador do que um volante. 
É provável que Mano Menezes nunca tenha dirigido uma equipe com tantas limitações na Série A. Mais limitados eram o Grêmio de 2005 e o Corinthians de 2008, na Série B. O Flamengo poderia mesmo ter uma equipe mais talentosa. Isso provavelmente causará novas oscilações. O Flamengo do segundo tempo excelente contra o Botafogo e da boa partida contra o Fluminense foi também a que jogou pessimamente na derrota por 3 x 0 para o Bahia.
Mesmo com mais qualidade, dificillmente seria uma equipe mais adaptada taticamente ao que se pratica no futebol internacional.

musa do esporte










Ana Cláudia Lemos e Franciela Krasucki vão à semifinal dos 100m no Mundial

Getty Images
Troféu Brasil Ana Claudia Lemos 100m 28/06/12
Ana Cláudia Lemos está na semifinal dos 100m do Mundial
As velocistas Ana Cláudia Lemos e Franciela Krasucki conseguiram neste domingo se classificar para as semifinais dos 100m rasos do Mundial de Atletismo, em Moscou, na Rússia. Elas fizeram bons tempos e entram com boas chances na disputa de segunda-feira que definirá as oito finalistas que brigarão por medalha.
Com o tempo de 11s08, o segundo melhor de sua carreira, Ana Cláudia Lemos passou no quarto posto da classificação geral. Franciela, por sua vez, registrou 11s17, seu terceiro melhor resultado, e avançou na nona posição. Os resultados deixaram o técnico Katsuhico Nakaya animado.

"Ana Cláudia e Franciela mostraram novamente que estão muito bem e que têm chance de chegar à final, mas terão que fazer marcas ainda melhores para isso, e podem fazer", afirmou. "Será preciso correr em 11 segundos cravados ou um pouco menos", completou Ana Cláudia.
Eduardo Biscayart
Atletismo Mundial Moscou Rússia 400m Anderson Henriques 11/08/13

Anderson Henriques avançou em quarto nos 400m  

Anderson Henriques avança nos 400m

O brasileiro Anderson Henriques também conseguiu passar pela primeira rodada dos 400m. Com o tempo de 45s13, ele avançou na quarta colocação da classificação geral.

"Ele fará a semifinal amanhã e vai muito confiante", avisou o técnico Leonardo Ribas.

A performance de Anderson chamou a atenção do medalhista olímpico Claudinei Quirino, que acompanha a delegação nacional na Rússia.

"Foi uma corrida fantástica. Agora é o quarto melhor da história da prova no Brasil", lembrou.

Os primeiros são Sanderlei Parrela, com 44s29, Inaldo de Sena, com 45s02, e Robson Caetano, com 45s06.

Chinin na briga no decatlo; Geisa Arcanjo é eliminada no arremesso de peso
No decatlo, Carlos Chinin recuperou algumas posições. Na primeira prova do dia (sexta do geral), os 100m com barreiras, ele fez 14s05, recorde pessoal, e em seguida alcançou 45,84m no lançamento do disco, voltando ao sexto lugar com 6.003 pontos.

No arremesso de peso, Geisa Arcanjo ficou no oitavo posto de sua bateria com 17,55m e, portanto, acabou eliminada.

Van Persie decide, United ganha Supercopa da Inglaterra e celebra 1ª conquista com David Moyes

Assista aos gols de Manchester United 2 x 0 Wigan Athletic
Com dois gols de Robin van Persie, o Manchester United passou fácil pelo Wigan neste domingo em Wembley, ganhou por 2 a 0 e sagrou-se pela 20ª vez na história campeão da Supercopa da Inglaterra, duelo que abre a temporada do futebol no país e que reúne os campeões do Campeonato Inglês e da Copa da Inglaterra.

É o primeiro título do clube após a saída de Alex Ferguson, que aposentou-se ao final da última jornada depois de 27 anos comandando o time. E o primeiro de importância conquistado por seu sucessor, o também escocês David Moyes.

Técnico desde 1998, o ex-jogador só havia ganhou uma taça até este domingo, a da terceira divisão inglesa com o Preston North End.

O título sobre o Wigan, que apesar da conquista da Copa da Inglaterra - sobre o manchester City - acabou rebaixado na Premier League, ainda faz o clube de Manchester ampliar para cinco a vantagem que tem sobre o Liverpool como o maior ganhador do torneio.

No jogo, o diferencial, mais uma vez, foi Van Persie. Logo aos seis minutos, o holandês pegou a bola na intermediária, tocou para Evra, na esquerda, e projetou-se para dentro da área. Quando o cruzamento veio, ele, mesmo longe do gol, acertou cabeçada indefensável para fazer 1 a 0.

Infitamente inferior tecnicamente, o Wigan não oferecia qualquer trabalho, e o United seguia criando suas chances de gol, mas sem convertê-las. O gol que definiu o triunfo aconteceu apenas na etapa final.

Aos 14, novamente em jogada que começou na esquerda do ataque, a bola chegou até os pés de Van Persie, que, já dentro da área, cortou para dentro e bateu forte, viu a bola desviar e acabar dentro do gol.  

domingo, 11 de agosto de 2013

Brasileirão Série B

16h00 Chapecoense 1x0 Guaratinguetá

Brasileirão Série A

16h00 Coritiba 0x1 Vasco
16h00 Cruzeiro 0x0 Santos
16h00 Fluminense 2x3 Flamengo
16h00 Corinthians 2x0 Vitória
18h30 Ponte Preta 3x1 Criciúma
18h30 Bahia 0x3 Grêmio
18h30 Portuguesa 2x1 São Paulo
18h30 Internacional 2x2 Atlético-PR

Brasileirão Série D

15h30 Juventude 1x0 Villa Nova-MG
16h00 Juazeirense 2x0 Sergipe
16h00 Botafogo-PB 2x0 CSA
16h00 Ypiranga-PE 0x1 Tiradentes-CE
16h00 Guarany de Sobral 2x1 Potiguar de Mossoró
16h00 Gurupi 2x1 Salgueiro
16h00 Goianésia 0x1 Mixto
17h00 Náutico-RR 1x2 Plácido de Castro
17h00 Nacional-AM 5x2 Genus
18h00 Águia Negra-MS 1x1 Brasília

A crise

O São Paulo não pensa em tirar Rogério Ceni do time antes do fim do ano. Mas gostaria. A tradição são-paulina é resolver suas brigas internamente e expor apenas as soluções. O caso Rogério e Ney Franco produziu efeito contrário. O abraço e o discurso elogioso de Rogério na despedida a Ney Franco surpreenderam 40 pessoas presentes.
Paz para efeito interno. Externamente, a crise explodiu com a declaração do capitão de que o legado de Ney Franco foi zero e a resposta do ex-treinador sobre a influência negativa do goleiro.
A avaliação interna é de que Rogério deixou a categoria de deus para a de mortal e isso impede qualquer pretensão de prosseguir sua carreira a partir de janeiro --pretensão que Rogério não parece ter.
Como o capitão não é mais unânime, também houve comentários de que Rogério poderia ter defendido em vez de atribuir a culpa a Lucas Evangelista no terceiro gol do Kashima Antlers, na quarta-feira.
O São Paulo tem de voltar a vencer no Brasileirão e tem de ser hoje, contra a Portuguesa. Isso depende de ter o melhor desempenho de seus melhores jogadores. Como estava escrito aqui há um mês, o diagnóstico interno é de que a crise passa pelo mau desempenho das quatro referências: Luis Fabiano, Ganso, Rogério e Lúcio. O último já foi afastado por decisão de Paulo Autuori --e conselho da diretoria.
A crise ficou escancarada porque não foi bem gerenciada desde o primeiro dia, em outubro.
Quando Rogério mandou Ney Franco escalar Cícero contra a LDU Loja e o técnico reagiu, a diretoria precisava ter dito ao capitão e ao treinador como as coisas funcionam no Morumbi.
Conta-se que Juvenal Juvêncio pensou em conversar com Rogério depois de sua declaração sobre o legado zero da gestão Ney Franco. Em vez disso, Adalberto Baptista preferiu dar o recado numa entrevista coletiva. Decisão trágica! Rogério ofendeu-se e retrucou. Mas já tinha ofendido Ney Franco. O ex-técnico gritou. Defendeu-se. Calado, deixaria sua carreira em risco.
Com Ney Franco, o São Paulo ganhou a Copa Sul-Americana, o segundo turno do Brasileirão-2012 e era sexto colocado no Brasileiro-2013. O ex-técnico fez questão de lembrar isso para se proteger.
A favor de Rogério conta o fato de Ganso não ter sido a primeira estrela contratada desde que virou titular em 1997.
Adriano, o Imperador, Carlos Alberto e Ricardinho foram outros.
Há testemunhas que atribuem a Ricardinho a culpa de seu fracasso, e não a Rogério. Chegou para ser protagonista e queria cobrança de coadjuvante.


Dentro dos muros do Morumbi, sua relação com Ney Franco deixou outro diagnóstico. O mau humor durante a gestão e o abraço na despedida não deixaram impressão favorável ao capitão.

Francês

12h00 Ajaccio 0x1 Saint-Etienne
16h00 Guingamp 1x3 Olympique

Alemão

10h30 Mainz 05 3x2 Stuttgart
12h30 Schalke 04 3x3 Hamburgo

Supercopa da Inglaterra



10h00 Manchester United 2x0 Wigan

Brasileirão Série C

10h00 Vila Nova-GO 0x1 Macaé
16h00 CRAC-GO 0x0 Guarani
16h00 Águia de Marabá 4x0 Luverdense
17h00 Baraúnas-RN 0x3 CRB
17h00 Cuiabá-MT 1x2 Brasiliense-DF
19h00 Sampaio Correa-MA 2x1 Fortaleza

Cincy tem todas as melhores. Sharapova volta.

Cincinnati (EUA) - O Premier de Cincinnati promete ser um autêntico avant-prémiere do US Open. Nada menos que todas as 16 principais tenistas do atual ranking estão inscritas e isso inclui a russa Maria Sharapova, que se ausentou em Toronto e deve marcar a estreia do novo treinador Jimmy Connors justamente em solo norte-americano.

Todas as oito principais cabeças estrearão diretamente na segunda rodada. A cabeça 1 Serena Williams faz primeiro jogo contra uma qualificada e está no quadrante da atual campeã de Wimbledon, a francesa Marión Bartoli. Na parte superior, também ficaram a polonesa Agnieszka Radwanska - adversária de Serena na semi de Toronto - e a chinesa Na Li.

Agora terceira do ranking, Sharapova deve enfrentar a esperança americana Sloane Stephens, que faz primeiro jogo contra uma qualificada. No caminho da russa, estão Jelena Jankovic e Ekaterina Makarova, assim como Sara Errani ou Roberta Vinci, numa eventual partida de quartas de final.

Ausente no Canadá, depois de campanha frustrante em Carlsbad, a bielorrussa Victoria Azarenka tenta recuperar a confiança para o US Open, onde defende o vice do ano passado. No seu quadrante, ficaram Petra Kvitova e Ana Ivanovic, o que reforça o favoritismo de Azarenka para um confronto direto com Sharapova na penúltima rodada.

Li é a atual campeã de Cincinnati, em final disputada diante da alemã Angelique Kerber, que surpreendeu Serena nas quartas e tirou Kvitova na semi. Quem defende muitos pontos é a veterana Venus Williams, que foi a outra semifinalista. A vencedora leva para casa o prêmio de US$ 426 mil.

Israelense Peer conquista pequeno WTA chinês

Suzhou (China) - A criação de torneios de nível WTA ainda menores, com premiaçãod e US$ 125 mil, continua a ajuda tenistas em fase de recuperação. Desta vez, foi a israelense Shahar Peer que aproveitou sua chance e conquistou o título de Suzhou, ao derrotar a local Sasai Zheng, em final bem disputado em com parciais de 6/2, 2/6 e 6/3. Na rodada anterior, Peer havia eliminado a cabeça 1 Timea Babos.

Na semana passada, Peer havia atingido a final do também pequeno torneo de Baku, algo que não conseguia há dois anos. Com isso, venceu nove de seus últimos 10 jogos e com isso poderá voltar a ocupar um posto entre as top 100 do ranking. Ela entrou na competição chinesa apenas como 113ª do ranking.

A israelense já teve um bom momento no tênis. Há duas temporadas, chegou a ocupar o 11º lugar do ranking e era considerada uma das estrelas da nova geração.  Mas uma série de problemas físicos, com contusão nas costas e estiramento muscular na perna, derrubaram Peer. No último Wimbledon, ela era apenas a número 179 do ranking.

Aos 26 anos, este foi o sexto título de primeira linha de sua carreira, mas o primeiro desde 2009.

sábado, 10 de agosto de 2013

Brasileirão Série A

18h30 Botafogo 1x1 Goiás
18h30 Náutico 0x0 Atlético-MG

Supercopa de Portugal



16h45 Porto 3x0 Vitória de Guimarães

Brasileirão Série B

16h20 Figueirense 1x3 Avaí
16h20 São Caetano 2x1 Sport
16h20 Palmeiras 2x1 Paraná Clube
16h20 Chapecoense x Guaratinguetá
16h20 América-RN 0x0 ABC
21h00 Bragantino 2x0 Oeste

Francês

16h00 Lyon 4x0 Nice
16h00 Rennes 2x1 Reims
16h00 Bordeaux 0x2 Monaco
16h00 Valenciennes 3x0 Toulouse
16h00 Evian 1x1 Sochaux
16h00 Lille 1x0 Lorient
16h00 Nantes 2x0 Bastia

Brasileirão Série D

15h00 Aracruz 0x0 Araxá
15h30 Metropolitano-SC 1x2 Londrina-PR
16h00 Tupi 1x0 Resende
17h00 Botafogo-SP 3x0 Lajeadense
18h30 Maranhão x Ypiranga-AP
18h30 Penapolense x Marcílio Dias-SC

Brasileirão Série C

15h00 Madureira 6x0 Grêmio Barueri
15h30 Caxias 0x0 Duque de Caxias
18h30 Mogi Mirim x Betim-MG
19h00 Santa Cruz-PE x Treze-PB

Alemão

10h30 Bayer Leverkusen 3x1 Freiburg
10h30 Hertha 6x1 Eintracht Frankfurt
10h30 Hannover 96 2x0 Wolfsburg
10h30 Augsburg 0x4 Borussia Dortmund
10h30 Hoffenheim 2x2 Nuremberg
13h30 Braunschweig 0x1 Werder Bremen

Amistosos

10h45 Malásia 1x3 Barcelona
13h00 Liverpool 0x1 Celtic
13h30 Tottenham 1x1 Espanyol
14h30 Arsenal 3x1 Manchester City
15h00 Real Madrid 3x0 Internazionale

Amistosos

09h45 Malásia 1x3 Barcelona
11h00 Manchester City x Arsenal
13h00 Liverpool x Celtic
13h30 Tottenham x Espanyol
15h00 Real Madrid x Internazionale

Luxemburgo comete gafe, 'corneta' novo Maracanã e espera reviver 'rivalidade adormecida' do Fla-Flu

O próximo domingo marcará a primeira vez do tradicional clássico Fla-Flu na nova versão do Maracanã. Íntimo da partida, que disputou tanto como jogador, quanto como treinador, o comandante do Fluminense, Vanderlei Luxemburgo, acredita que será uma boa oportunidade para reviver uma rivalidade que, a seu ver, está "adormecida", perdendo espaço para outro clássico: Flamengo x Vasco.
"Este é um clássico de rivalidade adormecida em comparação ao Flamengo x Vasco. E queremos reviver isso. Será importante vencer para crescermos na tabela, mas na verdade não decide nada. Quem perder será achincalhado, sacaneado, mas em termos de tabela não muda muita coisa", avaliou.
Divulgação - Fluminense
Luxemburgo confundiu o nome do Maracanã com o do Flamengo, e 'cornetou' o estádio
Luxemburgo confundiu o nome do Maracanã com o do Flamengo, e 'cornetou' o estádio
Luxemburgo também falou sobre a expectativa pelo novo palco, e sentenciou que o novo Maracanã não tem a magia de sua versão antiga. Ao falar sobre o assunto, no entanto, Luxa cometeu algumas gafes. Pelo menos duas vezes, o treinador do Flu, que já trabalhou no Fla e é rubro-negro assumido, trocou o nome do Maracanã pelo do rival.
"Aquilo que era diferente no Flamengo, digo, no Maracanã, passou a ser uma coisa normal. Eu acho que ficou meio acanhado. Espero que o Flamengo e o Fluminense voltem a reviver aquilo, um lado rubro-negro, outro lado tricolor e no meio as torcidas juntas. Isso já existia, a torcida mista, e pode voltar a acontecer com esse novo formato do Maracanã. Aí a gente vai poder voltar a ver Flamengo e Fluminense fazendo aquilo que a gente via no Maracanã lotado e a torcida com uma influência muito grande. É complicado. O que eu falei e volto a afirmar é que o Maracanã como era não existe mais, que as pessoas visitavam o Flamengo, digo, o Maracanã, e era um negócio mágico. Isso não existe mais, agora é normal", sentenciou.
O clássico acontece às 16h (de Brasília) deste domingo, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Flu é o 12º colocado, com 14 pontos. O Fla é o 13º, com os mesmos 14.

Idolatria ou intolerância?

Piquet, Senna e Prost: três gigantes da F-1
Piquet, Senna e Prost: três gigantes da F-1
A ideia surgiu há pelo menos duas décadas, em 1992, talvez 1992, relendo os farrapos do anuário de Francisco Santos de 1989, uma bíblia para qualquer fã de Fórmula 1.
Naquele anuário - e em todos os outros - o jornalista português publicava uma tabela com os números de todos os pilotos em atividade e, na página abaixo, listava alguns dos maiores de todos os tempos, também com suas estatísticas. Era o máximo debruçar-se sobre aqueles dados e observar quem eram os recordistas de poles, de vitórias, quem havia conquistado mais em menos tempo.
Em 2002, em outro momento da humanidade, com internet, Excel e sites para checar dia após dia as notícias e os números de centenas de pilotos, fiz um esboço: um ranking de todos os caras que largaram pelo menos uma vez na história. Guardei para mim, atualizei em 2006, com mais de 600 pilotos. Salvei num HD que se perdeu em algum canto, em alguma mudança, deve estar em alguma gaveta entre Goiânia e Brasília, as memórias físicas também se perdem.
Era um ranking parrudo, esse de 2006. Todos os pilotos da Fórmula 1, vitórias, pontos, poles, tempo que demorou para vencer, médias, coisa de louco, mil variáveis. E uma coisa não mudava. Michael Schumacher liderava. Fangio, Senna, Prost, Clark e Stewart brigavam pelas posições seguintes.
Há duas semanas, resolvi fazer outro ranking. Testei fórmulas aqui, ali, e cheguei à que foi publicada pelo ESPN.com.br. É matemática quase pura, com a subjetividade de se dar mais ou menos valor a determinados critérios. Ninguém precisa concordar, se o ranking fosse feito para concordar, seria um decreto.

(PARA VER O RANKING, CLIQUE AQUI)
Portanto, aos desavisados comentaristas de notícia que "acusaram" Mauro Cezar Pereira ou Flavio Gomes de terem feito o ranking, peçam desculpas a eles. O problema de vocês é comigo.
Eu poderia perder meu tempo selecionando comentários e respondendo um a um. Mas - aproveitando que estamos falando de Fórmula 1 - a vida anda corrida por aqui, e perder tempo não está nos planos. Percamos, portanto, cinco minutos.
Getty
Schumacher, o mais vencedor de todos os tempos
Schumacher, o mais vencedor de todos os tempos
A maior parte dos comentários defende que Ayrton Senna deveria estar no topo, à frente de Michael Schumacher.
Trago más notícias: em um ranking objetivo, como este que me propus a fazer, com fórmulas matemáticas e um trabalho que não leva em conta subjetividade ou preferência pessoal, é impossível que Ayrton Senna lidere qualquer ranking da Fórmula 1. Ele não tem nenhum recorde da categoria. Nem absoluto, nem em médias. Nenhum.
É como se fizéssemos um ranking do futebol mundial que levasse em conta títulos em clubes, em seleções e gols marcados - e os argentinos quisessem que Maradona ficasse à frente de Pelé. Em números, é impossível que isso aconteça. Em números.
Não sou do time do "contra números, não há argumentos". Há argumentos sim, para tudo deve haver argumentos em um país que lutou vinte anos por democracia. Para tudo deve haver argumentos em qualquer lugar do mundo. Qualquer ser humano tem o direito de achar que o melhor piloto de todos os tempos foi Michael Schumacher, Ayrton Senna, Nelson Piquet, Alain Prost, Jim Clark, Niki Lauda. Esse direito, nenhum ranking vai tirar.
E, num país em que a cultura de "torcer pelos brasileiros" sempre foi disseminada em TV aberta, 24 horas por dia e sete dias por semana, é mais do que compreensível que a maior parte das pessoas ache que Ayrton Senna é o maior piloto que já existiu. No Japão também acham isso, na Inglaterra, talvez. Em uma votação entre os pilotos, certa vez, deu Senna.
O que não é normal, e o que talvez precise ser repensado - temo que não será - é esse comportamento intolerante sobre a opinião do outro.
Se alguém acha que Alain Prost foi melhor do que Ayrton Senna, ele não é um idiota, um antipatriota, um energúmeno, um francês filêdaput. Ele apenas acha que Alain Prost foi melhor do que Ayrton Senna. E, se quiser debater com números, dirá que Prost tem 4 títulos e 51 vitórias, contra 3 e 41 de Senna. E se o defensor de Senna quiser debater com imagens, mostrará Donington 1993, ou Suzuka 1988.
E a vida segue, com um achando Prost melhor, o outro preferindo Senna, ambos felizes por gostarem de dois monstros das pistas, que possivelmente nem seriam tão grandes não fosse pela existência do outro.
Ter ídolos é bom. Quando ainda acompanhava a Fórmula 1 como torcedor, e não como jornalista, tive alguns. Senna foi um deles; Piquet, a quem vi pouco, foi outro. Gostava de Thierry Boutsen pelo capacete, torcia por uma vitória de JJ Lehto, que nunca veio. Mika Hakkinen foi meu preferido anos depois. Na nova geração, Hamilton e Vettel têm um estilo que me agrada mais. E, se pudesse escolher ser um piloto da atualidade, seria Jenson Button.
De Schumacher nunca fui fã. Mas, ainda assim, votaria nele como o maior de todos.
E entenderia os argumentos de cada fã de Senna, de Prost, de Piquet, de Mansell, de Boutsen, de Capelli, de Schiatarella, Barbazza, Fagioli.
Aceitaria a todos os argumentos, com uma condição. A de que continuassem com sua idolatria e suas opiniões, desde que fossem tolerantes às minhas.

Serena atropela e atinge a nona semifinal do ano

Toronto (Canadá) - Pela terceira vez na semana, a norte-americana Serena Williams sobrou na quadra sintético do Premier de Toronto. Desta vez, cedeu apenas dois games e gastou meros 61 minutos para eliminar a eslovaca Magdalena Rybarikova, 42ª do ranking, por duplo 6/1.

A número 1 do mundo está assim em sua nona semifinal da temporada e surge com todo o favoritismo para atingir o oitavo troféu do ano e o 54º da notável carreira. Sua adversária deste sábado será a polonesa Agnieszka Radwanska, quarta do ranking, que mais cedo eliminou com dificuldade a italiana Sara Errani, por 7/6 (7-1) e 7/5.

"O jogo foi bem mais apertado do que o placar indica", afirmou Serena dentro da filosofia do politicamente correto. "Magdalena tem jogado muito bem e precisei dar meu melhor". Vencedora de todos os cinco duelos diante de Radwanska, ela acha que não pode vaciliar: "Agnieszka é uma tenista muito veloz, chega em todas as bolas, espero que tudo dê certo".

O saque fez enorme diferença na partida. Serena acertou 61% do seu poderoso primeiro serviço e com isso atingiu 7 aces. Muito mais agressiva, anotou 29 winners contra apenas oito e ainda errou menos ao longo da partida, com 15 diante de 16. O maior feito da eslovaca foi ter conseguido uma quebra de saque no primeiro set.

A outra semifinal será disputada entre a chinesa Na Li e a embalada romena Sorana Cirstea.

Cirstea derruba atual campeã e enfrenta Na Li

Toronto (Canadá) - A romena Sorana Cirstea derrubou mais uma jogadora importante no Premier de Toronto e já está na semifinal. A número 27 do mundo derrubou a atual campeã do torneio, a tcheca Petra Kvitova, com parciais de 4/6, 7/5 e 6/2. Cirstea enfrenta Na Li na próxima partida.
A partida entre Kvitova e Cirstea foi repleta de erros não-forçados. A canhota tcheca 'deu de graça' 55 pontos e fez apenas 12 winners, enquanto a romena acertou 18 bolas vencedoras e errou 47 vezes. Cirstea chegou a permitir o empate no segundo set após liderar por 4/0, mas prevaleceu na parcial.
Apesar de não defender os pontos do título, Kvitova não sairá do top 10 e está garantida na nona posição na próxima segunda-feira. Já Cirstea ficará pelo menos na 22ª colocação do ranking e entrará no top 20 se for campeã.
Para isso, Cirstea terá que superar Li, algoz da eslovaca Dominika Cibulkova por 7/6 (7-1) e 6/2. Na última temporada, a chinesa perdeu a decisão para Kvitova. A veterana tenta seu segundo troféu no ano, após Shenzhen em janeiro. Li foi vice-campeã do Australian Open e de Stuttgart em 2013.
O confronto direto entre Li e Kvitova aponta quatro vitórias para a chinesa em cinco duelos. A número 5 do mundo levou a melhor nas duas últimas, disputadas em quadra sintética. O único triunfo de Cirstea aconteceu em Wimbledon em 2012.

Apresentado, Chicão ganha camisa 3, é regularizado e está relacionado para o Fla-Flu

Pedro Henrique Torre/ESPN.com.br
Chicão é apresentado no Flamengo
Chicão é apresentado no Flamengo como novo reforço do clube para o restante da temporada
Depois de três dias no Ninho do Urubu, Chicão, enfim, pôde conhecer os novos companheiros e ser apresentado como novo reforço do clube. Logo em seu primeiro contato com o elenco, ele foi escalado em um treino inusitado de Mano Menezes, com 14 jogadores na equipe titular. Antes da atividade, o bate-papo ao pé do ouvido com o treinador.
Após o treinamento, ele permaneceu em campo e conversou por alguns minutos com Felipe, companheiro também nos tempos de Corinthians. Ao ser apresentado, o zagueiro ganhou a camisa 3 das mãos do diretor executivo de futebol, Paulo Pelaipe. Na noite desta sexta-feira, o jogador foi regularizado e está relacionado para o Fla-Flu.
Pedro Henrique Torre/ESPN.com.br
Chicão ganah a camisa 3 em sua apresentação no Flamengo
Chicão ganah a camisa 3 em sua apresentação no Flamengo
"Fui muito bem recebido. Conheço bastante gente do grupo, tenho uma relação muito boa com o Mano, com os atletas. O objetivo é conquistar meu espaço primeiro e conquistar títulos. Não quero ser mais um jogador a passar no Flamengo. Meu objetivo pessoal é vencer sempre. Estou à disposição se a documentação chegar", afirmou
O diretor Paulo Pelaipe informara que o zagueiro estava inscrito na Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) e a documentação fora encaminhada à CBF. Como o nome de Chicão apareceu no Boletim informativo Diário (BID) da entidade, ele está relacionado para o Fla-Flu e já se concentra com os novos companheiros.
"Se ele estiver liberado, vai ser relacionado. Não gosto de trabalhar com hipóteses", disse Mano Menezes, minutos antes do nome de Chicão aparecer no BID.
Empolgado, o jogador já comentava a expectativa para o clássico.
"A expectativa é a melhor possível. É bacana você estrear num clássico, mexe com o torcedor. Joguei vários em São Paulo e sei como é", afirmou o novo reforço rubro-negro.