| 21h50 Corinthians 2x0 São Paulo |
Falamos campeonatos das séries A B C D campeonatos internacionais todos Português todos os resultados do Paulista da segunda divisão e ainda Futebol Internacional como Futebol Inglês Espanhol Italiano Portugal e o Argentino e campeonatos Importantes falaremos do Regional do Rio Grande do Norte do Cearense do Pernambucano e do Carioca e falamos da copa do nordeste
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Copa do Brasil
| 19h30 Paysandu-PA 0x0 Atlético-PR |
| 19h30 Criciúma 1x1 Salgueiro |
| 19h30 Atlético-GO 0x1 Cruzeiro |
| 21h50 Flamengo 2x1 ASA |
| 21h50 América-MG 1x1 Internacional |
| 21h50 ABC 1x1 Goiás |
Martina Hingis deixa aposentadoria para jogar nas duplas em Carlsbad
Três dias após entrar oficialmente no Hall da Fama do tênis, Martina Hingis vai voltar a disputar um torneio da WTA, quase seis anos após se aposentar do esporte, em setembro de 2007. A organização do WTA de Carlsbad, na Califórnia (EUA), anunciou que a suíça, dona de 15 Grand Slams na carreira, vai brigar pelo título da chave de duplas do torneio, que será disputada entre 29 de julho e 4 de agosto. A tenista de 32 anos jogará ao lado da eslovaca Daniela Hantuchova.
- Estou muito ansiosa para fazer um retorno ao jogo competitivo no WTA de Carlsbad. Lembro-me de ganhar o simples e as duplas aqui em 1997 e de vencer o simples novamente em 1999. Esse sempre foi um dos meus eventos favoritos de jogar. Sinto-me em boa forma depois de jogar o World Tennis Team (uma liga de equipes de tenistas nos Estados Unidos). Meu espírito competitivo ainda está muito vivo e eu amo estar na quadra. O torneio em Carlsbad é o lugar perfeito para eu começar - comentou Hingis, que vai se juntar a nomes como Victoria Azarenka, Agnieszka Radwanska e Marion Bartoli que estarão em ação na quadra dura de Carlsbad.
Ao todo a suíça conquistou 43 títulos de simples e 37 de duplas na carreira. Ela venceu 15 Grand Slams. Foram cinco nos simples (Wimbledon e US Open, em 1997; e Aberto da Austrália, em 1997, 1998 e 1999), nove nas duplas e um de duplas mistas.
Em 1997, Hingis foi escolhida tenista número um do mundo com 16 anos. Ela foi a mais nova da história a alcançar o topo do ranking da WTA. Além disso, foi a mais jovem vencedora de um Grand Slam ao ganhar nas duplas de Wimbledon, em Londres, em 1996, com 15 anos e nove meses. A suíça abandonou o tênis em 2007, após um exame dar positivo para cocaína, fato negado por ela.
Mais quatro brasileiras vão às oitavas em Campos
Divulgação

Nathaly Kurata enfrenta agora a venezuelana Perez
Nathaly Kurata enfrenta agora a venezuelana Perez
Campos do Jordão (SP) - A mudança do saibro para o piso sintético fez bem às meninas brasileiras. Com mais quatro vitórias nesta terça-feira pela primeira rodada, o tênis nacional soma seis representantes nas oitavas de final do Brasil Tennis Series, torneio que conta pontos para o ranking mundial e distribui US$ 25 mil nas quadras do Tênis Clube local. Melhor ainda, pelo menos duas estão garantidas nas quartas.
Vinda do quali, Carla Forte marcou duplo 6/4 sobre a argentina Sofia Blanco e enfrentará agora a cabeça 7 Paula Gonçalves. Quem avançar, terá pela frente a venezuelana Adriana Perez ou a paulista Nathaly Kurata, que arrasou Steffi Carruthers, tenista de Samoa, por 6/1 e 6/2.
Já a canhota Nathalia Rossi fez jogo duro diante da juvenil Luisa Stefani, anotando as parciais de 7/6 (7-4) e 6/3, e joga contra outra revelação, Laura Pigossi. A vencedora encara quem passar do duelo entre a norte-americana Chieh-Yu Hsu e a argentina Andrea Benitez.
Nos outros jogos do dia, Eduarda Piai superou a sul-africana Natasha Fourouclas, por 6/2, 5/7 e 6/4, e será a adversária da argentina e cabeça 5 Florencia Molinero. As únicas derrotas brasileiras vieram com a gaúcha Gabriela Cé, que pela terceira semana consecutiva parou na argentina e cabeça 1 Maria Irigoyen, desta vez por 6/2 e 6/3; e com Raquel Piltcher, eliminada pela argentina Guadalupe Rojas, por 6/1 e 7/5.
A programação desta quarta-feira começa às 10 horas. Paulinha e Forte jogam na quadra principal, enquanto Hsu x Benitez será na 1 e Rossi x Pigossi, na 2. Em seguida, Kurata enfrenta Perez na principal. Quatro partidas de duplas, definindo as semifinalistas, acontecem a partir do meio-dia.
O Brasil Tennis Series é apresentado pela EMS Pharma e pela Guarani, por meio da Lei Paulista de Incentivo ao Esporte, através do Governo do Estado de São Paulo e da Secretaria de Esportes, Lazer e Juventude do Estado de São Paulo, e conta com o patrocínio Dualette, HTH e Boa Vista Serviços. O apoio é da Confederação Brasileira de Tênis, Federação Paulista de Tênis e da Prefeitura de Campos do Jordão. A organização é da Associação Itapirense de Judô, Esportes e Cultura.
Vinda do quali, Carla Forte marcou duplo 6/4 sobre a argentina Sofia Blanco e enfrentará agora a cabeça 7 Paula Gonçalves. Quem avançar, terá pela frente a venezuelana Adriana Perez ou a paulista Nathaly Kurata, que arrasou Steffi Carruthers, tenista de Samoa, por 6/1 e 6/2.
Já a canhota Nathalia Rossi fez jogo duro diante da juvenil Luisa Stefani, anotando as parciais de 7/6 (7-4) e 6/3, e joga contra outra revelação, Laura Pigossi. A vencedora encara quem passar do duelo entre a norte-americana Chieh-Yu Hsu e a argentina Andrea Benitez.
Nos outros jogos do dia, Eduarda Piai superou a sul-africana Natasha Fourouclas, por 6/2, 5/7 e 6/4, e será a adversária da argentina e cabeça 5 Florencia Molinero. As únicas derrotas brasileiras vieram com a gaúcha Gabriela Cé, que pela terceira semana consecutiva parou na argentina e cabeça 1 Maria Irigoyen, desta vez por 6/2 e 6/3; e com Raquel Piltcher, eliminada pela argentina Guadalupe Rojas, por 6/1 e 7/5.
A programação desta quarta-feira começa às 10 horas. Paulinha e Forte jogam na quadra principal, enquanto Hsu x Benitez será na 1 e Rossi x Pigossi, na 2. Em seguida, Kurata enfrenta Perez na principal. Quatro partidas de duplas, definindo as semifinalistas, acontecem a partir do meio-dia.
O Brasil Tennis Series é apresentado pela EMS Pharma e pela Guarani, por meio da Lei Paulista de Incentivo ao Esporte, através do Governo do Estado de São Paulo e da Secretaria de Esportes, Lazer e Juventude do Estado de São Paulo, e conta com o patrocínio Dualette, HTH e Boa Vista Serviços. O apoio é da Confederação Brasileira de Tênis, Federação Paulista de Tênis e da Prefeitura de Campos do Jordão. A organização é da Associação Itapirense de Judô, Esportes e Cultura.
Negociação avança, e André Santos é esperança 'internacional' do Fla
Faltam apenas quatro dias, mas o torcedor do Flamengo tem boas chances de não ficar com as mãos abanando no fechamento da janela de transferências para jogadores vindos do exterior. Ex-rubro-negro e velho conhecido de Mano Menezes, André Santostem as conversas bem encaminhadas para retornar à Gávea por empréstimo de um ano. O Arsenal, clube com o qual o lateral tem contrato até meado de 2015, já aceitou a liberação. O tempo curto para resolver todos os detalhes burocráticos, porém, fazem com que a diretoria mantenha a precaução sobre a negociação.
Liberado pelo Grêmio após a eliminação na Libertadores, André Santos mantém a forma em Florianópolis enquanto aguarda a definição do futuro. Apesar de ter contrato com o clube gaúcho até o próximo dia 30, jogador se encaixa como transferência internacional por conta do vínculo com o Arsenal. Assim, será necessário encerrar o acordo atual para que toda documentação seja enviada à Inglaterra para que os Gunners repassem a liberação ao Fla.
saiba mais
O tempo curto e a preocupação em evitar frustrações do torcedor fazem com que o diretor executivo, Paulo Pelaipe, trate o caso sem muito alarde:
- É uma corrida contra o tempo. Apesar da janela fechar somente no dia 20, todas as negociações devem ser resolvidas até a sexta-feira. Há uma pequena chance.
Internamente, porém, membros da diretoria enxergam com confiança o final feliz para negociação. Da mesma forma como aconteceu com o Grêmio, a liberação por parte do Arsenal deve acontecer sem custos. André Santos passou pelo Flamengo entre 2005 e 2006, mals foi muito pouco aproveitado e não teve destaque. Sob o comando de Mano Menezes, o lateral foi muito bem com a camisa do Corinthians, seguindo para o Fenerbahçe, da Turquia, e depois ao Arsenal. Com o treinador rubro-negro, ele chegou ainda à Seleção Brasileira - após já ter participado com Dunga.Faltam apenas quatro dias, mas o torcedor do Flamengo tem boas chances de não ficar com as mãos abanando no fechamento da janela de transferências para jogadores vindos do exterior. Ex-rubro-negro e velho conhecido de Mano Menezes, André Santostem as conversas bem encaminhadas para retornar à Gávea por empréstimo de um ano. O Arsenal, clube com o qual o lateral tem contrato até meado de 2015, já aceitou a liberação. O tempo curto para resolver todos os detalhes burocráticos, porém, fazem com que a diretoria mantenha a precaução sobre a negociação.
Liberado pelo Grêmio após a eliminação na Libertadores, André Santos mantém a forma em Florianópolis enquanto aguarda a definição do futuro. Apesar de ter contrato com o clube gaúcho até o próximo dia 30, jogador se encaixa como transferência internacional por conta do vínculo com o Arsenal. Assim, será necessário encerrar o acordo atual para que toda documentação seja enviada à Inglaterra para que os Gunners repassem a liberação ao Fla.
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O tempo curto e a preocupação em evitar frustrações do torcedor fazem com que o diretor executivo, Paulo Pelaipe, trate o caso sem muito alarde:
- É uma corrida contra o tempo. Apesar da janela fechar somente no dia 20, todas as negociações devem ser resolvidas até a sexta-feira. Há uma pequena chance.
Internamente, porém, membros da diretoria enxergam com confiança o final feliz para negociação. Da mesma forma como aconteceu com o Grêmio, a liberação por parte do Arsenal deve acontecer sem custos. André Santos passou pelo Flamengo entre 2005 e 2006, mals foi muito pouco aproveitado e não teve destaque. Sob o comando de Mano Menezes, o lateral foi muito bem com a camisa do Corinthians, seguindo para o Fenerbahçe, da Turquia, e depois ao Arsenal. Com o treinador rubro-negro, ele chegou ainda à Seleção Brasileira - após já ter participado com Dunga.
Beck confirma, Petkovic perde após 3h na Áustria
Foto: Arquivo

Beck é a segunda favorita ao título na Áustria
Beck é a segunda favorita ao título na Áustria
Já Andrea Petkovic foi derrotada em 3h11 de partida pela croata Petra Martic, com parciais de 6/7 (5-7), 7/5 e 6/3. Martic encontra na segunda rodada a tenista da casa Patricia Mayr-Achleitner, responsável pela eliminação da croata Tereza Mrdeza por 6/4 e 6/3.
Cabeça de chave 5, Kiki Bertens foi surpreendida pela suíça Viktorija Golubic por duplo 6/2. A qualifier agora desafia a tcheca Andrea Hlavackova, algoz da grega Eleni Daniilidou por 6/3 e 6/1.
A sul-africana Chanelle Scheepers, sexta favorita, venceu a eslovaca Anna Schimiedlova por 6/1 e 6/4 na estreia. Sua concorrente por uma vaga nas quartas é a ucraniana Elina Svitolina, que derrotou a eslovaca Michael Honcova por duplo 6/2.
Estrella Cabeza foi outra vencedora do dia, 6/1 e 6/3 diante da eslovena Tadeja Majeric. A espanhola joga contra a holandesa Arantxa Rus. Já a romena Alexandra Cadantu eliminou a portuguesa Maria João Koehler por 6/2 e 6/4, marcando encontro com a italiana Karin Knapp.
51 dias, 51 posts para a NFL: os QBs que mais preocupam a enfermaria
Muitos fãs da NFL no Brasil participam de fantasy games, aquela brincadeira em que você monta seu elenco a partir de um orçamento limitado e soma pontos com base no desempenho dos atletas de carne e osso. Assim como na liga real, é fundamental ter um bom QB para que as chances de sucesso sejam maiores - e sempre há a preocupação com as contusões. Por isso, listo aqui os cinco quarterbacks que mais devem preocupar quando o assunto é chance de ir para a enfermaria. Calcule seus riscos e boa escolha:
RGIII, REDSKINS - teve várias lesões de joelho em 2012, incluindo uma no mesmo ligamento cruzado anterior que ele rompeu quando jogava pela universidade de Baylor, em 2009;
MICHAEL VICK, EAGLES - pelo seu estilo de jogo, é o QB que mais sofre pancadas na NFL. Até hoje, só foi titular em todos os jogos da temporada uma vez (2006, ainda em Atlanta);
JAKE LOCKER, TITANS - é um QB com boa forma física e muito corajoso, mas que por isso mesmo também se expõe além da conta. Após um histórico razoavelmente cheio de contusões na universidade de Washington, Locker só fez 11 jogos como titular no ano passado;
BEN ROETHLISBERGER, STEELERS - leva muita pancada e várias vezes já jogou lesionado. É um dos QBs mais raçudos da liga, mas não consegue disputar os 16 jogos de uma temporada desde 2008. Foram oito partidas perdidas por contusão nos últimos três anos;
JAY CUTLER - a exemplo de Big Ben, sofre na mão de uma linha ofensiva que não consegue protegê-lo. Última temporada livre de contusões foi em 2009. Sofreu 113 sacks entre 2010 e 2012.
Real Madrid gasta 75 milhões de euros em espanhóis, maior investimento nacional em 16 anos
Asier Ilarramendi, o Ilarra, é um volante cuja maior qualidade está no passe. Juanma Lillo, ex-treinador de Josep Guardiola no Dorados de Culiacán e uma das referências do técnico do Bayern, apelidou-o de Schuster de Zubieta. Schuster, volante alemão do Real Madrid entre 1988 e 1990. Zubieta é o Centro de Treinamento da Real Sociedad, que formou Ilarra nos arredores de San Sebastián.
Ilarra custou 39 milhões de euros, é o quinto jogador mais caro da história do Real Madrid e o espanhol que custou mais dinheiro em todos os tempos -- Zidane, Kaká, Figo e Ronaldo são os quatro acima de Ilarra na tabela de preços.
Além do volante quarto colocado do último Campeonato Espanhol pela Real Sociedad, Florentino Pérez gastou mais 6,5 milhões no lateral Carvajal e 30 milhões de euros para tirar o meia Isco, do Málaga. Assim, o novo Real Madrid terá cinco campeões europeus sub-21 -- o lateral Nacho e o centroavante Morata já faziam parte do elenco merengue.
No total, 75 milhões de euros gastos em jogadores espanhois. A última vez em que o maior reforço para uma temporada saiu da Espanha foi em 1997. Fernando Morientes trocou o Zaragoza por Chamartín por 6,5 milhões de euros. Maior contratação para a temporada 1997/98, Morientes tornou-se coadjuvante no elenco com Seedorf, Mijatovic, Suker, Roberto Carlos e o espanhol Raúl.
O processo de espanholização do Real Madrid faz sentido num tempo em que o mundo inteiro olha para os espanhóis, campeões mundiais e europeus. Mas não tornará o Real Madrid o time mais espanhol da Espanha, com o perdão da redundância, pela manutenção de craques de outros lugares, como o português Cristiano Ronaldo e o alemão Ozil.
Mas é simbólico. Na primeira gestão de Florentino Pérez, de 2000 a 2006, só um jogador espanhol foi contratado: Sergio Ramos, por 27 milhões de euros. Somando à segunda gestão, desde 2009, apenas 12 jogadores espanhóis foram comprados, três nesta janela de transferências.
Lembre-se que Carvajal foi revelado no Real Madrid, vendido ao Bayer Leverkusen e recomprado agora por 6,5 millhões de euros. Desperdício.
Um Real Madrid exclusivamente espanhol não ganha o título espanhol desde a temporada 1971/72: Garcia Remón, Benito, Verdugo, Touriño e Zoco; Grosso, Pirri e Velásquez; Amancio, Santillana e Aguilar, dirigidos pelo também espanhol Miguel Muñoz.
Sobre vândalos, vandalismo e a concessão do Maracanã
VANDALISMO-
[Do fr. vandalisme.]
S. m.
1. Ação própria de vândalo.
2. Destruição daquilo que, por sua importância tradicional, pela antiguidade ou pela beleza, merece respeito.
[Do fr. vandalisme.]
S. m.
1. Ação própria de vândalo.
2. Destruição daquilo que, por sua importância tradicional, pela antiguidade ou pela beleza, merece respeito.
Vandalismo. Foi a palavra mais usada no último mês. Repetida infinitamente e sem parcimônia a cada reportagem ou editorial. Vociferada pelos Jabores da vida. Naquele nível que chega a incomodar. E a parecer coisa bem amarrada. Cachorro mordido de cobra tem medo de linguiça e quem conhece dois tostões da nossa história sabe como essas coisas são... O foco desviado, as repetições que têm por finalidade introjetar uma ideia ou conceito sobre algo, a deturpação na exposição dos fatos... Linguagem e ideologia, como sempre, caminhando lado a lado.
Foi pensando na sistemática repetição de "vandalismo" e "vândalos" no noticiário do último mês que me lembrei de Marilena Chaui no seu já bem distante "Convite à Filosofia", que parece ter sido escrito ontem. "Sem deixar que os sujeitos envolvidos nas ações se manifestem espontaneamente, a ideologia abafa a essência dos acontecimentos (discurso das coisas), valorizando a aparência dos acontecimentos, a interpretação (discurso sobre as coisas)", diz a filósofa.
Foi pensando na sistemática repetição de "vandalismo" e "vândalos" no noticiário do último mês que me lembrei de Marilena Chaui no seu já bem distante "Convite à Filosofia", que parece ter sido escrito ontem. "Sem deixar que os sujeitos envolvidos nas ações se manifestem espontaneamente, a ideologia abafa a essência dos acontecimentos (discurso das coisas), valorizando a aparência dos acontecimentos, a interpretação (discurso sobre as coisas)", diz a filósofa.
Tivemos de tudo no último mês. Infiltrados, nazifascistas e ultraconservadores no meio de protestos legítimos. Teve também gente desqualificada cometendo o pecado de apedrejar o Itamarati, o Paço Imperial...Mas destacar isso acima de tudo o que aconteceu nas ruas é Marilena de volta em estado bruto ("a ideologia abafa a essência dos acontecimentos").
Tentar entender tudo isso que acontecia e o foco do noticiário no "vandalismo" era antes de qualquer coisa buscar a essência e semântica da tal palavra-chave. Afinal, quem são os grandes vândalos dessa história, quais são os grandes atos de vandalismo? Em que pese, como citado aqui, que nada justifique uma pedra em direção ao colosso que é o Paço Imperial. Que nada tem a ver com a essência do que está na rua.
Responder a essa pergunta é antes de qualquer coisa resgatar o sentido completo da palavra. Por isso esse texto começa com a citação ao velho companheiro Aurélio: VANDALISMO- "Destruição daquilo que, por sua importância tradicional, pela antiguidade ou pela beleza, merece respeito".
Responder a essa pergunta é antes de qualquer coisa resgatar o sentido completo da palavra. Por isso esse texto começa com a citação ao velho companheiro Aurélio: VANDALISMO- "Destruição daquilo que, por sua importância tradicional, pela antiguidade ou pela beleza, merece respeito".
Que achado, que descoberta... Tão simples, esteve sempre ali, repousando no velho Aurélio! Pois vandalismo então é "destruição daquilo que, por sua importância tradicional, pela antiguidade ou pela beleza, merece respeito"!!! Resgatado o sentido original e completo, agora podemos partir para tentar entender: quem são os grandes vândalos dessa história, de quem são os grandes atos de vandalismo.
Comecemos pelo Maracanã. Aqui não há espaço para dúvidas. Estamos falando de vandalismo na essência da palavra. Destruíram um bem tombado, passaram por cima da lei, "destruição daquilo que, por sua importância tradicional, pela antiguidade ou pela beleza, merece respeito". Fiz matéria em parceria com Gabriela Moreira comprovando a surreal história de destruição do estádio. Fora da lei. Sem mais. Vandalismo. Quem são os vândalos?
Vale também ver a reunião do conselho consultivo do IPHAN, aqui reconstituída. Os conselheiros não tiverem meias palavras sobre a obra no Maracanã: "Crime".
Vale também ver a reunião do conselho consultivo do IPHAN, aqui reconstituída. Os conselheiros não tiverem meias palavras sobre a obra no Maracanã: "Crime".
O gritante caso de vandalismo vai além. Destrói, subtrai e faz uso espúrio do dinheiro público. O seu, meu e nosso. Em um caso único de falta de pudor: um bilhão e quebrados gastos na obra do Maracanã para no dia seguinte ao fim entregar por menos de 600 milhões.
Vale a pena também ver o trecho da entrevista do diretor do novo consórcio Maracanã, João Borba, para Gabriela Moreira. Sem meias palavras, o sujeito que usa como exemplo Wimbledon para padrão de comportamento do torcedor, diz com todas as letras que se as obras não tivessem sido feitas pelo estado não seria um bom negócio para o grupo que ganhou o Maracanã.
Até porque as obras mudaram a arquitetura do estádio, e essas mudanças possibilitaram a elitização expressa no contrato com o novo concessionário. Se linguagem e semântica tem ideologia, a arquitetura, como tudo, também tem. A ação entre amigos está explícita na sem pudor entrevista, com 2m52s. A confissão de que ganharam de presente o estádio depois que nós pagamos a reforma. Sem o que não valeria a pena para a turma do guardanapo e para os que emprestam jatinhos e ganham estádios.
Vale a pena também ver o trecho da entrevista do diretor do novo consórcio Maracanã, João Borba, para Gabriela Moreira. Sem meias palavras, o sujeito que usa como exemplo Wimbledon para padrão de comportamento do torcedor, diz com todas as letras que se as obras não tivessem sido feitas pelo estado não seria um bom negócio para o grupo que ganhou o Maracanã.
Até porque as obras mudaram a arquitetura do estádio, e essas mudanças possibilitaram a elitização expressa no contrato com o novo concessionário. Se linguagem e semântica tem ideologia, a arquitetura, como tudo, também tem. A ação entre amigos está explícita na sem pudor entrevista, com 2m52s. A confissão de que ganharam de presente o estádio depois que nós pagamos a reforma. Sem o que não valeria a pena para a turma do guardanapo e para os que emprestam jatinhos e ganham estádios.
São tantas histórias de destruição do patrimônio público e do seu, meu e nosso por parte do governador-voador. Quem são os vândalos, de quem é o vandalismo? Quem autoriza entrar de helicóptero atirando na favela? Quem autoriza entrar na Maré matando? Quem autoriza jogar bombas de gás num hospital?
A boa matéria de Isabel Clemente na Revista Época no fim de semana, antecipando o acerto com empreiteiras para obra do estado e o resultado de licitações, com parte da mesma turma do Maracanã, é impressionante. Alguma dúvida para responder a pergunta feita aqui tantas vezes? Quem são os vândalos? Quem fez vandalismo? Procure e veja a reportagem, vale a pena.
A história há de botar as coisas no devido lugar. Ela sempre cuida das coisas. Mas como talvez eu não tenha tempo de esperar, gostaria imensamente de ver os preceitos republicanos reinstaurados no meu estado. Antes do inexorável julgamento da história, urge a plena consciência de quem são os maiores vândalos, quem tem feito atos de vandalismo.
E quanto ao Maracanã, não é possível mais existir qualquer dúvida: a farra da concessão tem que ser revista, investigada e julgada. Urgentemente. Para que possamos olhar para frente de cabeça erguida, com a certeza de que o Brasil vai cumprir seu destino imenso da "civilização original", de Darcy Ribeiro. Tropical, mestiça e humanista, como sonhou o gênio da raça. Tantas vezes representada na mistura do antigo Maracanã. E não o que está no projeto de alguns: ser uma República dos Guardanapos.
Hingis ganha convite e joga duplas em Carlsbad
Foto: Arquivo

Hingis não disputa torneios oficiais desde 2007
Hingis não disputa torneios oficiais desde 2007
"Estou muito animada para voltar a competir no torneio de Carlsbad. Lembro de vencer simples e duplas em 1997 e depois ser campeã novamente em 1999. Sempre foi um dos meus eventos favoritos", disse Hingis.
A campeã de cinco Slam, que está com 32 anos de idade, deixou o circuito em 2007 ao ser pega no antidoping por uso de cocaína. Nesse intervalo, a suíça disputou diversas exibições e chegou a treinar a russa Anastasia Pavlyuchenkova neste ano. No último sábado, Hingis entrou para o Hall da Fama do Tênis em Newport.
"Sinto que estou em ótima forma depois de ter jogado o World Team Tennis. Meu espírito competitivo ainda está muito vivo e adoro estar em quadra. Carlsbad é o melhor torneio para que eu comece isso", comentou Hingis.
Teliana vence em duplas e celebra virada em simples
Foto: Arquivo

Teliana virou as duas partidas que disputou nesta terça
Teliana virou as duas partidas que disputou nesta terça
No primeiro jogo do dia no WTA de Bastad evento sobre o piso de saibro, com premiação de US$ 235 mil, Teliana salvou dois match-points e derrotou a alemã Dinah Pfizenmaier por 2 sets a 1. "Estou muito feliz com a virada. Me mantive calma e não errei no final, sacando bem nos últimos games", analisou a pernambucana.
Teliana enfrenta nas oitavas de final a espanhola Lourdes Dominguez Lino, cabeça de chave número 5 e 54ª do ranking mundial. Apesar do desgaste pela série de torneios, a tenista garante estar preparada para seguir adiante: "Estou um pouco cansada dessa gira, este é meu último torneio. Mas estou com toda a energia, como mostrei hoje".
Em duplas, Teliana e Mariana vão medir forças nas quartas de final com as cabeças de chave número 3, a russa Alla Kudryavtseva e a ucraniana Olga Savchuk, que deixaram pelo caminho a russa Maria Kondratieva e a francesa Laura Thorpe em sets diretos, com placar final de 6/3 e 7/5, em 1h24 de confronto.
Serena arrasa e deixa apenas três games na estreia
Foto: Site oficial

Serena pode cruzar com Teliana nas quartas de final
Serena pode cruzar com Teliana nas quartas de final
O primeiro jogo da caçula das irmãs Williams no saibro sueco foi marcado principalmente pelas 14 duplas faltas de Kratantcheva, que anotou apenas um ace e colocou 37% das primeiras bolas em quadra. Esse desempenho da cazaque no saque ajudou Serena, que obteve oito oportunidades de quebra a seu favor, das quais conseguiu concretizar cinco, sendo quebrada uma vez pela cazaque.
Além da rápida vitória de Serena, quem também acelerou na primeira rodada foi a tcheca Klara Zakopalova. A cabeça de chave número 3 aplicou duplo 6/1 para cima da convidada da casa Ellen Allgurin, em somente 48 minutos. Ela agora vai encarar a espanhola Arantxa Parra.
Também entre as favoritas, a ucraniana Lesia Tsurenko não teve a mesma facilidade do que Serena e Zakopalova. A sexta pré-classificada teve que jogar por três sets e 2h09 para derrotar a italiana Anastasia Grymalska, vinda do qualificatório, com parciais de 6/3, 5/7 e 6/1. Sua próxima rival será a holandesa Richel Hogenknamp, algoz da espanhola Lara Arruabarrena com duplo 6/3.
Compatriota de Serena, a norte-americana Julia Cohen parou logo na estreia, com derrota para a francesa Mathilde Johansson em sets diretos e placar final de 6/2 e 6/3. Na segunda rodada, a francesa vai medir forças com a quali venezuelana Andrea Gamiz, que deixou pelo caminho a búlgara Tsvetana Pirokova, cabeça de chave 4, com parciais de 6/1 e 6/3.
VÍDEOS: Galo, no Mineirão, precisa esquecer o Horto. Taça está próxima e, ao mesmo tempo, distante
Pegue a súmula de qualquer jogo no Pacaembu. Há anos que não são colocados à venda 40 mil ingressos, embora o estádio comporte tal número de torcedores. São sempre algo em torno de 37 mil bilhetes à disposição do público.
Mas na decisão da Libertadores de 2011, o Santos não poderia jogar na Vila Belmiro, já que lá já não cabem nem 20 mil. E o regulamento da competição (sabe-se lá porque motivo) há várias temporadas impõe o mínimo de 40 mil lugares para o palco da final.
Como não queria jogar no Morumbi, onde perdeu o título de 2003 para o Boca Juniors de Carlos Tévez, o time praiano levou a peleja para o Pacaembu. As autoridades responsáveis pela segurança emitiram laudo garantindo que o estádio poderia receber o exigido.
Missão de Kalil é garantir que torcida do Atlético-MG possa fazer festa de verdade
E 40.157 pessoas (37.984 pagantes) viram o Santos bater o Peñarol por 2 a 1, erguendo pela terceira vez o troféu da Libertadores. O mesmo se repetiu na segunda peleja da final do ano passado, Corinthians 2 x 0 Boca, diante de 40.186 (37.959 pagantes).
A situação do Defensores del Chaco é semelhante. O maior estádio do Paraguai já recebeu mais de 50 mil "hinchas" e após reformas teve sua capacidade reduzida para 45 mil. Hoje são colocados à venda 36 mil a 38 mil tíquetes, mas ainda cabe mais gente lá, asseguram os guaranis.
É como no Pacaembu, simples assim. E diante do documento emitido pelos paraguaios assegurando que a cancha de Assunção comporta 40.759 pessoas - clique aqui e leia mais — a decisão não poderia ser outra, dentro da lógica adotada nos dois anos anteriores.
Mauro Cezar relembra fracasso do Cruzeiro e prevê equilíbrio na final da Libertadores
Não havia motivos para que a em geral confusa e equivocada Conmebol vetasse o estádio do Paraguai. O tratamento foi idêntico ao dado a clubes brasileiros. Desta vez, no que se refere a este tema, não há o que criticar na criticadíssima entidade sul-americana.
O caso do Independência é outro. O local no qual o Atlético vem jogando comporta pouco mais da metade do mínimo exigido pelo regulamento. A diferença é enorme. Vale lembrar que tamanho de estádio não lhe concede mais segurança. Mas é o que está escrito.
Além disso o Galo tem à disposição outro palco na cidade onde está sediado, o Mineirão, para mais de 60 mil atleticanos. O Santos foi da Vila para o Pacaembu e o Atlético vai do Horto para a Pampulha, onde também sempre se sentiu em casa. Não há drama.
Sim, no Independência o time de Cuca mantém longa invencibilidade. Mas isso não é garantia de nada, como mostraram os duelos com Tijuana e Newell's Old Boys, que quase eliminou os alvinegros perdendo por 1 a 0, até levarem o segundo gol, nos acréscimos.
O Mineirão foi a casa do Atlético da segunda metade dos anos 1960 até a interdição para as obras da Copa do Mundo. O time atual está acostumado com o Independência, é verdade, mas a torcida conhece bem aquele lugar no qual já fez grandes festas.
Confirmada a exclusão do Horto desta finalíssima, cabe aos cartolas do Galo conseguirem, se preciso for, autorizações dos atuais responsáveis pelo estádio para que a massa faça sua parte. Com bandeiras, instrumentos, mosaico e o que mais for necessário.
Lotar a "arena" será fácil. E ainda assim a grande maioria vai ficar do lado de fora. Para exercer o mando de campo, é só o atleticano ir ao jogo no Mineirão como quem vai a uma decisão, não a um baile de carnaval. Ainda há muita luta pela frente.
A taça está próxima e, ao mesmo tempo, ainda distante.
Gosta de vídeos de torcidas, de estádios? Vá ao canal no Youtube clicando aqui
Teliana estreia em Bastad com virada sobre alemã
Foto: Arquivo

Teliana somou 30 pontos com a vitória na estreia
Teliana somou 30 pontos com a vitória na estreia
Pela segunda rodada no saibro sueco, Teliana vai medir forças com a espanhola Lourdes Domingues, cabeça de chave número 5 e atleta de muita experiência. A pernambucana ainda volta às quadras mais tarde para fazer sua estreia na chave de duplas, ao lado da colombiana Mariana Duque-Marino.
A vitória na estreia em Bastad deixa a brasileira cada vez mais perto de uma inédita colocação no top 100. Atualmente ocupando a 105ª posição, Teliana soma 30 pontos com o resultado desta terça, o que a colocaria provisoriamente no grupo das 100 primeiras. Mas para que isso se confirme, é necessário que nenhuma de suas concorrentes diretas somem pontos nesta semana.
Campeã juvenil de Roland Garros e Wimbledon, a suíça Belinda Bencic recebeu convite para jogar na terra batida sueca, só que não conseguiu superar a primeira partida no torneio. Ela deu trabalho à georgiana Anna Tatsivili, contudo não evitou a derrota de virada, com placar final de 2/6, 6/4 e 6/4, em 2h13 de partida.
Depois de superar a número 1 do mundo no ranking juvenil, Tatishvili deverá ter outra líder pela frente, a norte-americana Serena Williams. Para que isso aconteça,a principal favorita ao título precisa fazer valer sua condição em partida que ocorrerá mais tarde nesta terça contra a cazaque Sesil Karatantcheva.
terça-feira, 16 de julho de 2013
O febeapá se veste de fraque e cartola
É pela matéria assinada pelo amigo Claudio Nogueira que ficamos sabendo que vai mesmo acontecer aquilo que tanto temíamos: o toque final na elitização do futebol brasileiro. Quer dizer, depois de elitizarem nossos estádios, transformando-os em arenas europeizadas, vão fazer o mesmo com o torcedor. A partir de agora, também a eles se aplicará o "padrão Fifa". No caso, de comportamento.
Significa dizer que quem puder pagar por uma cadeira numerada (atrás do gol, se não for rico nem convidado VIP) tem de cumprir cada exigência de certo Termo de Ajuste de Conduta, documento que o consórcio dono do Maracanã está preparando, não ouvindo gente do esporte, mas entregando-se nas mãos de profissionais de seu setor jurídico. Dura lex, sed lex.
Pois já se sabe de alguns pontos à espera do novo torcedor brasileiro: nada de bandeiras, nada de batucada, nada de nome feio, nada de tirar a camisa, nada da pobreza dos arquibaldos e geraldinos de antigamente. Enfim, o novo torcedor brasileiro deve mirar-se no exemplo do elegante, bem comportado e privilegiado cidadão inglês que vai a Wimbledon torcer, quase em silêncio, pelas estrelas do tênis.
Quem cita o modelo britânico é ninguém menos do que João Borba, presidente do consórcio que, por confessada incapacidade do governo do estado, tornou-se dono do Maracanã. Borba conta que, com os próprios olhos (olhos embasbacados de caipira em seu primeiro contato com a cidade grande), viu o quanto os ingleses se vestem de acordo.
- ... no convite estava escrito que não é recomendável ir com determinada roupa - diz Borba com pose de quem foi convidado. - Quando um inglês lê "não recomendável", entende que não deve usar aquele tipo de roupa.
Um primor. Na realidade, toda a fala de Borba é desastradamente primorosa. Qual será a roupa que o consórcio vai recomendar à torcida organizada de seu novo cliente, o Flamengo? Ou não haverá torcida organizada? Vigiados por câmeras desde a entrada do estádio, ou então por "seguranças privados", o que mais o torcedor será impedido de fazer, além, é claro, do quebra-quebra de cadeiras e outros atos de violência,os únicos comportamentos condenáveis. Se não pode cantar, nem batucar, nem xingar, nem se embandeirar, nem se vestir como bem entender, como será o novo torcedor brasileiro?
O presidente do consórcio antevê o Maracanã como uma "área de convivência", como os clubes de futebol do Rio já foram em outros tempos. A ideia de pais e filhos irem ao Maracanãzinho para um espetáculo de música (qual?), depois almoçarem no restaurante do estádio (qual?), visitarem o museu (qual?), comprarem em lojas temáticas (quais?) e depois assistirem ao futebol, tem tanto de otimista quanto de ingênua. É preciso não conhecer o Rio, o futebol, o torcedor e as famílias de hoje - e não de quando, por exemplo, o clube que acaba de se tornar o primeiro cliente do consórcio promovia com sucesso a perfumada "Noite do Leite de Rosas" e realizava seus jogos diante do ambiente florido das sociais do então maior estádio do Brasil. E dizer que é para essa utópica área de convivência que demolirão um estádio de atletismo, um parque aquático e uma escola.
Ainda não dá para saber até onde vai a ingenuidade de Borba. Ou se há desinformação por trás dela. Ou - o que é bem possível - se se trata, mesmo, de um empresário de black tie, daqueles que acham que o futebol, como tudo na vida, é de exclusividade dos eleitos. A estes, tudo, e aos outros, que se contentem em torcer pela TV, a sua, a do vizinho ou a do botequim da esquina.
Enquanto não sabemos ao certo qual é a do presidente do consórcio, façamos dele sério concorrente de Regis Fichter (o secretário que confessou a incapacidade do estado para administrar um Maracanã que lhe custou mais de bilhão) na disputa para ser o "cocoroca do ano", título que o saudoso Stanislaw Ponte Preta costumava atribuir aos destaques do seu festival de besteira que assolava - e ainda assola - o país.
Veterana espanhola vence a primeira em Bastad
Foto: Site oficial

Larsson levou a melhor em duelo 100% sueco na estreia
Larsson levou a melhor em duelo 100% sueco na estreia
Pela segunda rodada no saibro sueco a veterana espanhola terá pela frente quem passar do duelo envolvendo a pernambucana Teliana Pereira e a alemã Dinah Pfizenmaier, que se enfrentam nesta terça-feira às 6h (horário de Brasília), no primeiro jogo da quadra 2.
Outra espanhola que passou pela estreia em Bastad foi Arantxa Parra, responsável pela eliminação da russa Alla Kudryavsteva em virada com placar de 2/6, 6/4 e 7/5, em batalha de 2h13. Ela espera agora quem passar no embate entre a tcheca Klara Zakopalova, terceira favorita, e a convidada da casa Ellen Allgurin.
Quem não teve a mesma sorte foi a espanhola Silvia Soler, que apesar de ser a sétima pré-classificada não fez valer sua condição e caiu diante da francesa Virginie Razzano, com parciais de 7/5 e 6/1. Na fase seguinte, a francesa pega ou a compatriota Caroline Garcia, ou a romena Alexandra Dulgheru.
No duelo entre atletas da casa, a cabeça de chave 8 Johanna Larsson arrasou a compatriota Sofia Arvidsson com duplo 6/1, após 61 minutos de jogo. A sueca encara na segunda rodada a vencedora do confronto entre a russa Nina Bratchikova e a quali holandesa Lesley Kerkhove.
A italiana Flavia Pennetta fechou a lista das vencedoras desta segunda-feira no torneio sueco, precisando de três sets para superar a colombiana Mariana Duque-Marino com placar final de 6/1, 4/6 e 6/4, em exatas duas horas. Ela terá pela frente a vencedora da partida entre a convidada da casa Rebecca Peterson e a romena Simona Halep, segunda favorita.
Sharapova desiste de Stanford e volta em Toronto
Foto: Arquivo

Sharapova contratou Jimmy Connors como treinador
Sharapova contratou Jimmy Connors como treinador
Neste final de semana, Sharapova terminou o trabalho com o treinador Thomas Hogstedt, com quem ficou por dois anos e meio. Para o seu lugar, a russa chamou o norte-americano Jimmy Connors, que já treinou o compatriota Andy Roddick.
Sharapova decepcionou em Wimbledon, onde caiu na segunda rodada diante da portuguesa Michelle Larcher de Brito. Na volta, a russa tentará o primeiro título no torneio canadense, que alterna entre Montreal e Toronto a cada ano.
A jogadora de maior ranking inscrita em Stanford é a polonesa Agnieszka Radwanska, número 4 do mundo. A campeã de Wimbledon Marion Bartoli também está na lista, mas é possível que ela desista e apareça no Canadá. Serena Williams é a atual campeã do torneio, mas a número 1 do mundo não retornará.
Gonçalves e Pigossi começam bem em Campos
Campos do Jordão (SP) - Duas excelentes vitórias da nova geração abriram o Brasil Tennis Series, torneio feminino que conta pontos para o ranking mundial. Na quadra sintética do Tênis Clube de Campos do Jordão, Paula Gonçalves e Laura Pigossi avançaram às oitavas de final. Nanda Alves e Ana Clara Duarte foram eliminadas.
Em ótima fase, Paulinha entrou como cabeça 7 do torneio e superou a chilena Fernanda Brito, por 6/1 e 7/6 (7-2). A pupila de Carlos Kirmayr, que nesta semana ocupa o 305º posto do ranking, aguarda agora quem passar do duelo entre a argentina Sofia Blanco e a paulista Carla Forte.
Semifinalista há 10 dias em Rio Preto, Pigossi também aproveita bem a série de torneios de US$ 25 mil que acontecem no país. Aos 18 anos e 432ª do mundo, ela honrou o convite recebido e enfim superou a boliviana Maria Fernanda Alvarez, cabeça 6 e campeã em Campos há três anos, por 6/4 e 6/1. "Não aguentava mais perder para ela. Hoje consegui jogar firme e confiante", contou. Na próxima fase, Laura enfrenta a juvenil Luisa Stefani ou a qualificada Nathalia Rossi.
Duas vezes campeã na cidade, Nanda levou virada da venezuelana Adriana Perez, cabeça 3, por 1/6, 6/1 e 6/3, e Ana Clara parou na norte-americana e cabeça 4 Chieh-Yu Hsu, por 6/3 e 6/4.
Outras sete brasileiras entram em quadra nesta terça-feira no complemento da primeira rodada. Veja a ordem das partidas, que têm ingresso gratuito para o público:
Quadra principal - 10 horas
[1]Maria Irigoyen (ARG) vs. Gabriela Cé (BRA)
Natasha Fourouclas (AFS) vs. Eduarda Piai (BRA)
Não antes das 14 horas
Raquel Piltcher (BRA) vs. Guadalupe Rojas (ARG)
Quadra 1 - 10 horas
Ximena Hermoso (MEX) vs. [2]Veronica Cepede (PAR)
[5]Florencia Molinero (ARG) vs. Carolina Zeballos (ARG)
Não antes das 14 horas
Ana Sanchez (MEX) vs. Daiana Negreanu (ROM)
Quadra 2 - 10 horas
Montserrat Gonzalez (PAR) vs. Andrea Benitez (ARG)
Luisa Stefani (BRA) vs. Nathalia Rossi (BRA)
Não antes das 14h30
Veronica Cepede (PAR)/Adriana Perez (VEN) vs. Andrea Benitez (ARG)/Carla Forte (BRA)
Quadra 3 - 10 horas
Sofia Blanco (ARG) vs. Carla Forte (BRA)
Nathaly Kurata (BRA) vs. Steffi Carruthers (SAM)
Não antes das 14h30
Chieh-Yu Hsu (EUA)/Patricia Ku Flores (PER) vs. Paula Gonçalves (BRA)/Maria Irigoyen (ARG)
O Brasil Tennis Series é apresentado pela EMS Pharma e pela Guarani, por meio da Lei Paulista de Incentivo ao Esporte, através do Governo do Estado de São Paulo e da Secretaria de Esportes, Lazer e Juventude do Estado de São Paulo, e conta com o patrocínio Dualette, HTH e Boa Vista Serviços. O apoio é da Confederação Brasileira de Tênis, Federação Paulista de Tênis e da Prefeitura de Campos do Jordão. A organização é da Associação Itapirense de Judô, Esportes e Cultura.
Em ótima fase, Paulinha entrou como cabeça 7 do torneio e superou a chilena Fernanda Brito, por 6/1 e 7/6 (7-2). A pupila de Carlos Kirmayr, que nesta semana ocupa o 305º posto do ranking, aguarda agora quem passar do duelo entre a argentina Sofia Blanco e a paulista Carla Forte.
Semifinalista há 10 dias em Rio Preto, Pigossi também aproveita bem a série de torneios de US$ 25 mil que acontecem no país. Aos 18 anos e 432ª do mundo, ela honrou o convite recebido e enfim superou a boliviana Maria Fernanda Alvarez, cabeça 6 e campeã em Campos há três anos, por 6/4 e 6/1. "Não aguentava mais perder para ela. Hoje consegui jogar firme e confiante", contou. Na próxima fase, Laura enfrenta a juvenil Luisa Stefani ou a qualificada Nathalia Rossi.
Duas vezes campeã na cidade, Nanda levou virada da venezuelana Adriana Perez, cabeça 3, por 1/6, 6/1 e 6/3, e Ana Clara parou na norte-americana e cabeça 4 Chieh-Yu Hsu, por 6/3 e 6/4.
Outras sete brasileiras entram em quadra nesta terça-feira no complemento da primeira rodada. Veja a ordem das partidas, que têm ingresso gratuito para o público:
Quadra principal - 10 horas
[1]Maria Irigoyen (ARG) vs. Gabriela Cé (BRA)
Natasha Fourouclas (AFS) vs. Eduarda Piai (BRA)
Não antes das 14 horas
Raquel Piltcher (BRA) vs. Guadalupe Rojas (ARG)
Quadra 1 - 10 horas
Ximena Hermoso (MEX) vs. [2]Veronica Cepede (PAR)
[5]Florencia Molinero (ARG) vs. Carolina Zeballos (ARG)
Não antes das 14 horas
Ana Sanchez (MEX) vs. Daiana Negreanu (ROM)
Quadra 2 - 10 horas
Montserrat Gonzalez (PAR) vs. Andrea Benitez (ARG)
Luisa Stefani (BRA) vs. Nathalia Rossi (BRA)
Não antes das 14h30
Veronica Cepede (PAR)/Adriana Perez (VEN) vs. Andrea Benitez (ARG)/Carla Forte (BRA)
Quadra 3 - 10 horas
Sofia Blanco (ARG) vs. Carla Forte (BRA)
Nathaly Kurata (BRA) vs. Steffi Carruthers (SAM)
Não antes das 14h30
Chieh-Yu Hsu (EUA)/Patricia Ku Flores (PER) vs. Paula Gonçalves (BRA)/Maria Irigoyen (ARG)
O Brasil Tennis Series é apresentado pela EMS Pharma e pela Guarani, por meio da Lei Paulista de Incentivo ao Esporte, através do Governo do Estado de São Paulo e da Secretaria de Esportes, Lazer e Juventude do Estado de São Paulo, e conta com o patrocínio Dualette, HTH e Boa Vista Serviços. O apoio é da Confederação Brasileira de Tênis, Federação Paulista de Tênis e da Prefeitura de Campos do Jordão. A organização é da Associação Itapirense de Judô, Esportes e Cultura.
Herói em 2002, Tavarelli prevê final sem favorito do 'prático' Olimpia contra os 'diferenciados' do Atlético
Reuters
Ricardo Tavarelli é um dos grandes ídolos da história do Olimpia. O goleiro esteve em seis conquistas do Campeonato Paraguaio pelo time decano e foi fundamental no último título da Libertadores, em 2002. Nela, o ‘Mono' se consagrou ao defender pênaltis na semifinal diante do Grêmio e na decisão contra o surpreendente São Caetano. O clube de Assunção, por sinal, esteve atrás no placar na ida (0 a 1 para o Azulão no Paraguai) e na volta (0 a 1 para os paulistas até o intervalo do segundo tempo).
Elenco do Olimpia campeão da Libertadores em 2002
Hoje, Tavarelli segue ligado ao Olimpia, pois ocupa o cargo de diretor esportivo há dois anos e meio.
Nesta entrevista ao ESPN.com.br, ele fala um pouco da carreira dentro e fora das quatro linhas, relembra da conquista de 2002 e projeta a final entre Olimpia e Atlético-MG - começa nesta quarta-feira, às 22h (de Brasília), no Estádio Defensores del Chaco.
Leia abaixo a íntegra da conversa
Leia abaixo a íntegra da conversa
Como está sendo atuar como dirigente?É muito mais fácil jogar, mas é uma posição que gosto, de fazer e realizar projetos. É minha forma de ficar ligado ao futebol. Não gostaria de ser treinador, mas gosto do futebol, do ambiente.
Como crê que pode ajudar na diretoria?Minha experiência no vestiário. Sei o que o jogador pensa, e sei do esforço da diretoria. Sempre fica essa disputa, jogadores têm coisas corporativas, sempre tem uma cobrança entre eles. Como jogador, é uma coisa. Como diretor esportivo, é outra. Tem que olhar por todo mundo, tem que cuidar de muitas coisas, projeção, presente. Esse é o maior prêmio para nós, a alegria da torcida.
Li notícias de que o Olimpia está em grave crise financeira. Como está a situação?Não, aqui no clube não tem isso. Agora não. Tivemos uma situação de crise no começo do ano, mas os jogadores ficaram todos fechados, fecharam o vestiário. Juraram ir para frente. A torcida acompanhou. A campanha na Libertadores ajudou a colocar torcida e time juntos.
Do que se lembra da final da Libertadores em 2002?Final muito difícil, a gente perdeu em casa por 1 a 0, saímos perdendo por 1 a 0 no primeiro tempo na volta. Mas era um time de muita personalidade, com muita garra, tinha uma coluna vertebral experiente. O time de 2002 era aguerrido, esse também é, os jogadores do Olimpia tem muita raça, personalidade, muita qualidade.
Como projeta a decisão contra o Atlético-MG?Não sei, agora vamos olhar. São 11 contra 11, com dois times bons. O Olimpia tem um futebol prático, vertical, sem muito toque de bola. Já o Atlético tem jogadores diferenciados do meio para frente. São dois estilos bastante diferentes. O Olimpia não precisa muito para chegar à área.
O assédio sobre os jogadores está forte? Já receberam propostas?Sim, obviamente. Mas agora ninguém está pensando nessas coisas. Tudo está centrado na final. Depois disso... Todo mundo agora está com a mente nos próximos dois jogos, vai ser difícil.
Martin Silva é um dos principais, se não o principal, responsável pela ida do Olimpia à decisão. Acredita que ele tem um pouco de seu estilo?Ele tem um estilo mais conservador, eu gostava muito de pular, tenho essas coisas. Ele tem outra característica. Eu que o trouxe, o seguia desde 2009, no Defensor. Aí, quando me tornei dirigente aqui, logo quis trazê-lo. Vendemos para ele um projeto, e saiu campeão aqui. O Olimpia fazia tempo que não tinha um goleiro titular, trouxe muitos outros, e agora ele ficou desde 2010 para frente.
Você passou pelo futebol brasileiro atuando pelo Grêmio em 2004. Como foi?Um clube fantástico, torcida espetacular, clube que gostei muito, tem muita garra. Tem muita história. Meu segundo time.
Você passou pelo futebol brasileiro atuando pelo Grêmio em 2004. Como foi?Um clube fantástico, torcida espetacular, clube que gostei muito, tem muita garra. Tem muita história. Meu segundo time.
Teliana ganha terreno e alcança seu melhor ranking
Foto: Arquivo

Teliana está cada vez mais perto de um lugar no top 100
Teliana está cada vez mais perto de um lugar no top 100
Embora ainda não tenha conseguido figurar entre as 100 primeiras, Teliana não só se aproximou muito de um lugar nesta faixa do ranking, como também ficou cada vez mais próxima de disputar o primeiro Grand Slam da carreira. A lista do US Open sai com base no ranking desta semana e coloca as 104 primeiras na chave principal.
Podendo ainda contar com atletas de ranking protegido e algumas eventuais desistências, a pernambucana tem grandes chances de estar em ação nas quadras de Flushing Meadows. Neste ano, Teliana tentou a sorte no quali dos outros três Slam, mas em nenhum deles conseguiu passar pelo classificatório e entrar na chave principal.
A segunda melhor brasileira no ranking continua sendo a paulista Beatriz Haddad Maia, que manteve a 270ª colocação. Já a paulista Paula Gonçalves, terceira melhor do país, ganhou as mesmas seis posições que Teliana e saiu da 311ª colocação para a 305ª. A catarinense Maria Fernanda Alves fecha o grupo de representantes nacionais no top 400 no 393º lugar.
Com dores no quadril, Maria Sharapova desiste do Premier de Stanford
Maria Sharapova não vai mais participar do Premier de Stanford. Nesta segunda-feira, a russa confirmou a desistência do torneio norte-americano alegando dores no quadril, por conta de uma lesão sofrida em Wimbledon, e assim a tenista deve retornar ao circuito somente no Premier de Toronto.
Diretora do torneio disputado em Stanford (EUA), Kim Hall disse em comunicado divulgado nesta segunda que os organizadores da competição estão "desapontados pelos fãs" e destacou que "infelizmente as lesões fazem parte do esporte".
Em Wimbledon, Sharapova fez uma campanha muito ruim e foi eliminada logo na segunda rodada do torneio britânico, ao perder para a portuguesa Michelle Larcher de Britto por 2 sets a 0 (6/3 e 6/4).
Nesta final de semana, Maria Sharapova parou de trabalhar com o treinador Thomas Hogstedt, que estava treinando a russa há dois anos e meio, e contratou o norte-americano Jimmy Connors, que já foi técnico de Andy Roddick, tenista dos Estados Unidos.
Rus evita 18ª derrota seguida, mas iguala recorde
Foto: Arquivo

Rus só havia conseguido vitórias em challengers
Rus só havia conseguido vitórias em challengers
A última vitória de Rus em um WTA havia sido na estreia do torneio de Dallas, em agosto. A holandesa terminou a temporada com mais três derrotas em primeiras rodadas. O calvário de Rus continuou em Auckland, Sydney, Melbourne, Bogotá, Indian Wells e Miami. Ao sair do top 100, a holandesa precisou jogar ITFs, mas também perdeu de cara em Osprey.
Após mais duas derrotas em WTA, Rus finalmente ganhou um jogo, na estreia do challenger de Cagnes sur Mer. No entanto, ela só venceu outra vez no ITF de Marselha, chegando às quartas. Rus caiu na estreia em outros três WTA, passou pela primeira rodada em um ITF em seu país e então encerrou a série de derrotas no circuito principal nesta semana. Ela é atualmente a número 262 do ranking mundial.
A próxima adversária de Rus será a espanhola Estrella Cabeza ou a eslovena Tadeja Majeric. Cabeça de chave 1 em Bad Gastein, Mona Barthel teve uma estreia tranquilíssima no saibro austríaco. A alemã aplicou uma 'bicicleta', duplo 6/0 em 35 minutos, contra a norte-americana Chiara Scholl. Barthel joga na segunda rodada contra a austríaca Lisa Maria Moser ou uma jogadora do qualificatório.
A terceira favorita, Irina Camelia Begu, também passou sem problemas pela primeira rodada. A romena derrotou a convidada alemã Carina Witthoeft por duplo 6/3. Sua próxima oponente será a austríaca Yvonne Meusburger, vice-campeã de Budapeste. Já a italiana Karin Knapp marcou 6/3 e 6/2 contra a russa Valeria Solovyeva e espera Alexandra Cadantu ou Maria João Koehler.
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Craque tem de correr
"Uma das grandes bobagens que ouvi em minha carreira é que o jogador não tem que correr, a bola é que tem." Se qualquer outra pessoa dissesse isso, além de Josep Guardiola, haveria margem de contestação. Mas foi o técnico do Bayern quem fez esta afirmação no teatro Gran Rex, em Buenos Aires, em sua palestra de 2 de maio passado.
O lema de Guardiola, o craque também tem de correr, diz muito a respeito dos desempenhos de Corinthians e São Paulo na rodada de ontem, prévia da final da Recopa entre os dois clubes, na quarta-feira.
O Corinthians correu muito. O São Paulo andou. É mais difícil impor ritmo forte no sol das 4 da tarde em Salvador do que domingo de sol no inverno paulistano. Mas o xis da questão não é esse.
Maicon errou passe aos 21 minutos do primeiro tempo e o meio de campo do São Paulo parou.
Dali nasceu o lançamento de Renato Cajá para o gol de Dinei, que empatou Vitória x São Paulo em 1 a 1 naquele instante.
No Pacaembu, Tite escalou Pato na ponta esquerda com funções de marcação que não tinha nos primeiros tempos após seu retorno ao Brasil. No primeiro semestre, quando Pato e Guerrero jogavam juntos, o treinador corintiano deixava para o peruano a função de acompanhar o volante adversário.
Pato ontem voltou até a intermediária defensiva para marcar o lateral Michel, do Atlético-MG.
O craque correr ou colocar a mão na cintura nem sempre define o resultado da partida. Basta ver o andamento das partidas de Corinthians e São Paulo ontem. Até o intervalo, o Corinthians corria e o São Paulo andava. O time de Tite perdia, o de Autuori empatava.
Pato não fez grande atuação. Correu. Ganso também não. Andou.
Mas o time que se dedica a todas as disputas de bola diz muito a respeito do que se pode esperar dele a médio prazo.
Nos primeiros quinze minutos de segundo tempo em Salvador, o São Paulo sofreu um gol, teve um pênalti marcado contra sua meta e uma bola de Maxi Biancucchi raspando a trave de Rogério.
A formação de Autuori projeta um time em que Ganso jogue mais perto dos atacantes. Se for estático como ontem, não funcionará.
Nos últimos meses, o melhor jogador do São Paulo é também o que mais corre: Jadson. O Corinthians se ressente da saída de seu melhor jogador, também o de maior deslocamento no gramado: Paulinho.
| arte/Editoria da Arte |
| Vitória x São Paulo / Corinthians x Atlético-MG |
Mas o fato de estar mais montado e à custa de um sistema em que todos atacam e correm para recompor a defesa faz o Corinthians mais time do que o São Paulo atual.
Para ganhar a Recopa dentro do Pacaembu, na quarta-feira, o São Paulo precisará de atuação muito mais sólida do que a de ontem, em Salvador.
Vai precisar também de um time em que os craques façam mais do que pensar. Corram, como manda Pep Guardiola.
O TIME AJUDA
O Atlético tinha só Victor, Réver e Bernard titulares contra o Corinthians. E fez apresentação excelente no Pacaembu. Exemplo que, em boa fase, todos vão bem. O fato de treinar todos os jogadores por dois anos e meio faz reservas e titulares saberem de memória o que precisam fazer.
SEMANA VERDE
O Palmeiras pulou para segundo da Série B, com velocidade no ataque e fragilidade na defesa. O empate entre Chapecoense e Joinville, no sábado, ajudou. Nesta semana, é diferente. O Palmeiras encara o Figueirense. Derrota pode deixá-lo em quinto, caso o Sport vença o Icasa, amanhã.
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