| 21h50 Ind. Santa Fe 1x0 Olimpia-PAR |
Falamos campeonatos das séries A B C D campeonatos internacionais todos Português todos os resultados do Paulista da segunda divisão e ainda Futebol Internacional como Futebol Inglês Espanhol Italiano Portugal e o Argentino e campeonatos Importantes falaremos do Regional do Rio Grande do Norte do Cearense do Pernambucano e do Carioca e falamos da copa do nordeste
terça-feira, 9 de julho de 2013
Errani e Halep atropelam na 'reestreia' no saibro
Foto: Divulgação

Halep venceu dois torneios entre Paris e Londres
Halep venceu dois torneios entre Paris e Londres
Cabeça 7, Silvia Soler também venceu, mas com um placar mais apertado. A espanhola bateu a francesa Mathilde Johansson por 6/4, 1/6 e 7/5 e pega a croata Mirjana Lucic ou a colombiana Mariana Duque Marino.
A convidada local Corinna Dentoni surpreendeu a francesa Caroline Garcia e virou com parciais de 5/7, 6/4 e 6/4. A italiana enfrenta a tcheca Renata Voracova ou a romena Irina Camelia Begu.
Já no WTA de Budapeste, Hungria, também no saibro, Simona Halep atropelou a cazaque Sesil Karatantcheva por 6/3 e 6/0. A terceira favorita, que venceu os dois primeiros títulos da carreira entre Roland Garros e Wimbledon, encara a húngara Agnes Bukta, que derrotou a tcheca Sandra Zahlavova por 6/1, 4/6 e 7/6 (7-4).
"Foi um bom jogo para mim. A primeira rodada é sempre difícil. Com 3/0 no primeiro set, comecei a ficar nervosa e queria terminar rápido, porque esperei muito hoje. É legal jogar no saibro, porque amo esse piso. Joguei bem na grama, mas me sinto melhor no saibro", comentou Halep.
Cabeça 4, Annika Beck eliminou a eslovena Tadeja Majeric por 6/1 e 6/2 e encontra a tcheca Lucie Hradecka, que recebeu um bye por conta da desistência da adversária. O torneio de Budapeste não realizou qualificatório, portanto, não houve substituição.
Johanna Larsson passou pela espanhola Lara Arruabarrena por 6/2 e 7/5 e encontra Yvonne Meusburger ou Alison van Uytvanck. Já outra espanhola, Maria Teresa Torro Flor, teve mais sucesso e marcou 6/1 e 7/5 contra a russa Nina Bratchikova. Torro Flor aguarda por Timea Babos ou Aleksandra Krunic.
'Armada' brasileira estreia nesta terça em Campinas
Foto: Divulgação

A juvenil Leticia Vidal superou o quali de Campinas
A juvenil Leticia Vidal superou o quali de Campinas
Campinas (São Paulo) - Com a missão de marcar o maior número de pontos possível no ranking mundial, 12 brasileiras estreiam nesta terça-feira na etapa de Campinas do Circuito Mundial de Tênis Feminino, torneio de US$ 25 mil que será disputado até domingo nas quadras de saibro da Sociedade Hípica de Campinas. O maior destaque é a paulista Bia Haddad, agora número 2 do país.
A maioria das brasileiras terão partidas difíceis pela frente. A própria Bia, agora número 270 do ranking, deve sofrer diante da experiente argentina Mailen Auroux. A carioca Ana Clara Duarte encara logo a principal favorita, a argentina Maria Irigoyen, enquanto Nathalia Rossi mede forças com a bolivana Maria Fernanda Alvarez, sexta entre as inscritas, e a juvenil Carolina Alves joga contra a argentina Florencia Molinero, campeã de Rio Preto no domingo.
Um duelo totalmente nacional acontecerá entre Paula Gonçalves e Nanda Alves. Já Laura Pigossi, após surpreendente campanha com a semifinal na etapa de Rio Preto, enfrenta a argentina Sofia Blanco, vinda do qualificatório. A juvenil Luisa Stefani, que teve grande série invicta no começo da temporada, recebeu convite e enfrenta a qualificada Daiana Negreanu, da Romênia.
Nos primeiros jogos do torneio, disputados nesta segunda-feira, a venezuelana Adriana Perez confirmou favoritismo e superou a peruana Patricia Ku Flores, por duplo 6/3; Ximena Hermoso levou a melhor no duelo mexicano contra Ana Sanchez por 6/2 e 6/4; e a paraguaia Montserrat Gonzalez eliminou a chilena Fernanda Brito, por 4/6, 6/1 e 6/2. Na rodada final do quali, avançaram à chave principal Gabriela Cé, Eduarda Piai, Carla Forte e a juvenil Letícia Vidal.
Confira a ordem das partidas desta terça-feira. A entrada é gratuita para o público:
Quadra 1 - 9h30
Paula Gonçalves (BRA) vs. Maria Fernanda Alves (BRA)
Daiana Negreanu (ROM) vs. Luisa Stefani (BRA)
Mailen Auroux (ARG) vs. Beatriz Haddad Maia (BRA)
Não antes das 15h30
Maria Fernanda Alvarez (BOL)/Maria Fernanda Alves (BRA) vs. Fernanda Brito (CHI)/Guadalupe Perez (ARG)
Quadra 3 - 9h30
Carolina Meligeni Alves (BRA) vs. [3]Florencia Molinero (ARG)
Leticia Vidal (BRA) vs. [2]Veronica Cepede (PAR)
[1]Maria Irigoyen (BRA) vs. Gabriela Cé (BRA)
Não antes das 15h30
Florencia Molinero/Carolina Zeballos (ARG) vs. Marcela Bueno/Flávia Bueno (BRA)
Quadra 4 - 9h30
Nathalia Rossi (BRA) vs. [6]Maria Fernanda Alvarez (BOL)
[7]Amanda Contreras (GBR) vs. Victoria Bosio (ARG)
Manoela Chiacchio (BRA) vs. Eduarda Piai (BRA)
Não antes das 15h30
Veronica Cepede (PAR)/Adriana Perez (VEN) vs. Patricia Ku Flores (PER)/Nathalia Rossi (BRA)
Quadra 7 - 9h30
Carolina Zeballos (ARG) vs. Andrea Benitez (ARG)
[8]Catalina Pella (ARG) vs. Carla Forte (BRA)
Gabriela Cé (BRA) vs. [5]Chieh-Yu Hsu (EUA)
Quadra 8 - 13h00
Sofia Blanco (ARG) x Laura Pigossi (BRA)
Após descanso
Montserrat Gonzalez (PAR)/Ana Sachez (MEX) vs. Paula Gonçalves (BRA)/Maria Irigoyen (ARG)
A segunda edição do Circuito Mundial de Tênis Feminino do Interior é apresentada pela Usina Colombo/Açúcar Caravelas por meio da Lei Paulista de Incentivo ao Esporte, através do Governo do Estado de São Paulo e da Secretaria de Esportes, Lazer e Juventude do Estado de São Paulo, e conta com o patrocínio das empresas Mahle, Romi, Tilibra, Poty, Supermercados Sonda e Correios. O apoio é da Confederação Brasileira de Tênis, Federação Paulista de Tênis, da Sociedade Hípica de Campinas. A organização é da Associação Saque de Ouro.
A maioria das brasileiras terão partidas difíceis pela frente. A própria Bia, agora número 270 do ranking, deve sofrer diante da experiente argentina Mailen Auroux. A carioca Ana Clara Duarte encara logo a principal favorita, a argentina Maria Irigoyen, enquanto Nathalia Rossi mede forças com a bolivana Maria Fernanda Alvarez, sexta entre as inscritas, e a juvenil Carolina Alves joga contra a argentina Florencia Molinero, campeã de Rio Preto no domingo.
Um duelo totalmente nacional acontecerá entre Paula Gonçalves e Nanda Alves. Já Laura Pigossi, após surpreendente campanha com a semifinal na etapa de Rio Preto, enfrenta a argentina Sofia Blanco, vinda do qualificatório. A juvenil Luisa Stefani, que teve grande série invicta no começo da temporada, recebeu convite e enfrenta a qualificada Daiana Negreanu, da Romênia.
Nos primeiros jogos do torneio, disputados nesta segunda-feira, a venezuelana Adriana Perez confirmou favoritismo e superou a peruana Patricia Ku Flores, por duplo 6/3; Ximena Hermoso levou a melhor no duelo mexicano contra Ana Sanchez por 6/2 e 6/4; e a paraguaia Montserrat Gonzalez eliminou a chilena Fernanda Brito, por 4/6, 6/1 e 6/2. Na rodada final do quali, avançaram à chave principal Gabriela Cé, Eduarda Piai, Carla Forte e a juvenil Letícia Vidal.
Confira a ordem das partidas desta terça-feira. A entrada é gratuita para o público:
Quadra 1 - 9h30
Paula Gonçalves (BRA) vs. Maria Fernanda Alves (BRA)
Daiana Negreanu (ROM) vs. Luisa Stefani (BRA)
Mailen Auroux (ARG) vs. Beatriz Haddad Maia (BRA)
Não antes das 15h30
Maria Fernanda Alvarez (BOL)/Maria Fernanda Alves (BRA) vs. Fernanda Brito (CHI)/Guadalupe Perez (ARG)
Quadra 3 - 9h30
Carolina Meligeni Alves (BRA) vs. [3]Florencia Molinero (ARG)
Leticia Vidal (BRA) vs. [2]Veronica Cepede (PAR)
[1]Maria Irigoyen (BRA) vs. Gabriela Cé (BRA)
Não antes das 15h30
Florencia Molinero/Carolina Zeballos (ARG) vs. Marcela Bueno/Flávia Bueno (BRA)
Quadra 4 - 9h30
Nathalia Rossi (BRA) vs. [6]Maria Fernanda Alvarez (BOL)
[7]Amanda Contreras (GBR) vs. Victoria Bosio (ARG)
Manoela Chiacchio (BRA) vs. Eduarda Piai (BRA)
Não antes das 15h30
Veronica Cepede (PAR)/Adriana Perez (VEN) vs. Patricia Ku Flores (PER)/Nathalia Rossi (BRA)
Quadra 7 - 9h30
Carolina Zeballos (ARG) vs. Andrea Benitez (ARG)
[8]Catalina Pella (ARG) vs. Carla Forte (BRA)
Gabriela Cé (BRA) vs. [5]Chieh-Yu Hsu (EUA)
Quadra 8 - 13h00
Sofia Blanco (ARG) x Laura Pigossi (BRA)
Após descanso
Montserrat Gonzalez (PAR)/Ana Sachez (MEX) vs. Paula Gonçalves (BRA)/Maria Irigoyen (ARG)
A segunda edição do Circuito Mundial de Tênis Feminino do Interior é apresentada pela Usina Colombo/Açúcar Caravelas por meio da Lei Paulista de Incentivo ao Esporte, através do Governo do Estado de São Paulo e da Secretaria de Esportes, Lazer e Juventude do Estado de São Paulo, e conta com o patrocínio das empresas Mahle, Romi, Tilibra, Poty, Supermercados Sonda e Correios. O apoio é da Confederação Brasileira de Tênis, Federação Paulista de Tênis, da Sociedade Hípica de Campinas. A organização é da Associação Saque de Ouro.
'Foi uma pena não termos vencido', lamenta Bruno
Foto: Divulgação

Bruno e Lisa ficaram com o vice nas duplas mistas
Bruno e Lisa ficaram com o vice nas duplas mistas
Londres (Inglaterra) - Por muito pouco o título de duplas mistas de Wimbledon escapou das mãos de Bruno Soares. Em uma final que durou mais de duas horas, o mineiro e sua parceira, a norte-americana Lisa Raymond, chegaram a ter dois match-points na mão, mas não resistiram à força de Daniel Nestor e Kristina Mladenovic.
Em uma partida que muito equilibrada, a dupla do atleta mineiro levou 41 minutos para definir o primeiro set à seu favor em 7/5. Na segunda rodada, Nestor e Mladenovic reagiram e ganharam por em 6/2, em 23 minutos. No último e decisivo set, o equilíbrio foi retomado e Soares/Raymond mostrou superioridade até o momento em que teve dois match points à favor.
Foi quando Nestor e Mladenovic, atuais vice-campeões de Rolanda Garros, conseguiram reagir e viraram o jogo, vencendo por 8/6 depois de 59 minutos de um exaustivo set. Atual campeão do US Open nas duplas mistas, Bruno Soares celebrou a participação em mais uma final de Grand Slam.
"Nós sabíamos que seria uma final dura, pois eles estão em um grande momento, tendo ido à final em Roland Garros. Foi um grande jogo e uma pena não termos vencido, mas estamos felizes com o resultado e com o nosso
Sem vitórias em clássicos em 2013, São Paulo emenda maior seca contra rivais desde 2002
O São Paulo disputou seis clássicos estaduais em 2013. Empatou dois e perdeu quatro confrontos contra seus rivais históricos, Corinthians, Palmeiras e Santos. O último clássico vencido aconteceu em 2 de dezembro, os 3 x 1 sobre o Corinthians no Pacaembu na despedida do rival antes do Mundial do Japão.
Uma seca em clássicos tão extensa não acontecia na vida tricolor desde 2002. Em abril daquele ano, o São Paulo do técnico Oswaldo de Oliveira completou nove clássicos com três empates e seis derrotas. O retrospecto ridículo terminou com vitória por 2 x 1 sobre o Corinthians, na partida de volta das semifinais da Copa do Brasil. Como o Corinthians havia vencido o primeiro confronto por 2 x 0, a quebra do jejum em clássicos não causou efeito, por causa da eliminação do torneio nacional.
A seca de vitórias em clássicos acontece simultaneamente à escolha do novo treinador. Entre Muricy e Paulo Autuori, o nome do campeão mundial de 2005 pelo São Paulo é mais forte entre os cartolas -- Muricy ganha de goleada na arquibancada.
A crise técnica passa menos pela escolha do treinador e mais pela crise política e de lideranças no vestiário. A situação era semelhante em abril de 2002, mês em que o grupo do presidente Paulo Amaral perdeu a eleição para Marcelo Portugal Gouvêa, presidente que tinha Juvenal Juvêncio em sua base de apoio:
A SECA DE CLÁSSICOS DE 2013
3/2/2013 - São Paulo 1 x 3 Santos
10/3/2013 - São Paulo 0 x 0 Palmeiras
31/3/2013 - São Paulo 1 x 2 Corinthians
5/5/2013 - São Paulo 0 x 0 Corinthians
3/7/2013 - São Paulo 1 x 2 Corinthians
7/7/2013 - São Paulo 0 x 2 Santos
10/3/2013 - São Paulo 0 x 0 Palmeiras
31/3/2013 - São Paulo 1 x 2 Corinthians
5/5/2013 - São Paulo 0 x 0 Corinthians
3/7/2013 - São Paulo 1 x 2 Corinthians
7/7/2013 - São Paulo 0 x 2 Santos
A SECA DE 2001/2002
29/4/2001 - SÃO PAULO 3 x 1 CORINTHIANS
3/10/2001 - São Paulo 0 x 1 Santos
6/10/2001 - São Paulo 0 x 1 Palmeiras
3/11/2001 - São Paulo 1 x 1 Corinthians
20/3/2002 - São Paulo 2 x 4 Palmeiras
31/3/2002 - São Paulo 1 x 3 Corinthians
7/4/2002 - São Paulo 2 x 3 Santos
21/4/2002 - São Paulo 1 x 1 Palmeiras
24/4/2002 - São Paulo 0 x 2 Corinthians
28/4/2002 - São Paulo 2 x 2 Palmeiras
3e, 6d
6/10/2001 - São Paulo 0 x 1 Palmeiras
3/11/2001 - São Paulo 1 x 1 Corinthians
20/3/2002 - São Paulo 2 x 4 Palmeiras
31/3/2002 - São Paulo 1 x 3 Corinthians
7/4/2002 - São Paulo 2 x 3 Santos
21/4/2002 - São Paulo 1 x 1 Palmeiras
24/4/2002 - São Paulo 0 x 2 Corinthians
28/4/2002 - São Paulo 2 x 2 Palmeiras
3e, 6d
1/5/2002 - São Paulo 2 x 1 Corinthians - Ganhou mas foi eliminado da Copa do Brasil
Foto: Divulgação

Djokovic promove evento para ajudar sua fundação
Djokovic promove evento para ajudar sua fundação
O sérvio chegou ao lado da namorada Jelena Ristic e cumprimentou os convidados especiais. Entre eles, estavam as atrizes de Hollywood Goldie Hawn e sua filha Kate Hudson. Richard Branson, dono das empresas Virgin e um dos homens mais ricos do Reino Unido, também esteve no evento, assim como o alemão Boris Becker.
Djokovic iniciou sua fundação em 2007, seguindo os passos de outros ídolos do tênis, como Roger Federer, Rafael Nadal e Maria Sharapova. O projeto ajuda o desenvolvimento educacional de crianças em áreas pobres do mundo, especialmente da Sérvia.
O primeiro grande evento feito pela fundação aconteceu em setembro de 2012 e arrecadou US$ 1,4 milhão. Djokovic recebeu da ATP o Prêmio Humanitário Arthur Ashe em 2012 e ganhou o Prêmio Centrepoint de Caridade das mãos do Príncipe William.
59 dias, 59 posts para a NFL: 2012, o ano dos quarterbacks
Seguimos a contagem regressiva para o dia 5 de setembro, que vai marcar o início da nova temporada da NFL. Ano passado, os quarterbacks fizeram a festa em cima das defesas adversária e vários feitos inéditos foram alcançados. Em 2012, pela primeira vez, um QB...
... anotou 15+ TDs terrestres em suas duas primeiras temporadas na liga (Cam Newton);
... fez um passe para TD em 54 jogos seguidos (Drew Brees);
... correu para um TD de 75 jardas e passou para um TD de 75 jardas na mesma temporada (RGIII);
... conseguiu 250 jardas aéreas, 100 terrestres e anotou um TD aéreo e outro terrestre no mesmo jogo (Newton);
... chegou a 73 jogos na carreira com pelo menos 3 passes para TD (Peyton Manning);
... venceu dez títulos de divisão como titular (Tom Brady);
... passou para 4TDs em um jogo sem ser interceptado 14 vezes na carreira (Brady);
... acumulou 443 jardas aéreas em um jogo, mas não fez nenhum passe para TD (Matthew Stafford);
... fez pelo menos um passe para TD nos 16 jogos da temporada regular em três anos seguidos (Brady);
... passou para dez alvos diferentes em um jogo de pós-temporada (Aaron Rodgers);
... foi titular em um jogo de playoff sem ter tentado um único passe na temporada regular (Joe Webb);
... foi derrotado em jogo de playoff atuando em casa pela quinta vez (Peyton);
... venceu um jogo de pós temporada como visitante pela sexta vez na carreira (Joe Flacco);
E na sua opnião, quais são os principais candidatos a novos feitos inéditos em 2013? Respostas em 59 dias. Amanhã tem mais.
***
MAIS UMA VEZ, O FÃ DE ESPORTES DOS CANAIS ESPN VAI ACOMPANHAR COM EXCLUSIVIDADE EM TV PAGA A COBERTURA DA TEMPORADA DA NFL. SERÃO PELO MENOS CINCO TRANSMISSÕES POR RODADA, ALÉM DE TODOS OS JOGOS DOS PLAYOFFS E O SUPER BOWL XLVIII, DIA 2 DE FEVEREIRO. NÃO PERCA!
Tricolor que entrou em campo para beijar Fred se gaba no Facebook. Saiba como o invasor poderia ser punido
No blog de Cassio Zirpoli, no site do Diário de Pernambuco, a informação: nada aconteceu com o torcedor do Fluminense que no domingo invadiu o gramado do novo estádio de São Lourenço da Mata para beijar os pés de Fred e tirar uma foto com ele. "Só foi detido ao voltar para a cadeira na escadinha de acesso. De lá, foi levado até o juizado especial, onde foi lavrado um boletim de ocorrência.al torcedor ainda recebeu um lanche da organização antes de ser liberado. Pouco tempo depois ele já estava tirando onda no facebook (veja aqui)".
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No Facebook o invasor do gramado:
"Fui liberado agora vey......por causa da invasao da arena"
"Lançe final jaja eu estarei la em.....pode assistir foto com fred e a invasao do campo kkkkkkkkkkkk"
"Nunca pensei q iria bombar tanto assim....ja me ligaram duas veses do rio de janeiro pow perguntaram altas coisas..........na hr q eu fui preso"
"Q braba mermao..um report do rio de janero me ligo vey ppor causa da polemica do jogo"
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"Ele está sujeito às penas do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, do Estatuto do Torcedor e pode responder processo criminal por invasão do campo", explica o advogado Martinho Neves Miranda. Ele acrescenta que o clube mandante (no caso o Botafogo) corre o risco de ser punido por não reprimir a desordem na praça desportiva. "Esse torcedor pode responder criminal e civilmente pelos danos causados ao clube. Se o Botafogo for condenado no tribunal, ele pode responder por isso", explica o advogado.
O mesmo vale para torcedor do Flamengo que atirou um copo na direção de um jogador do Coritiba na partida de sábado, em Brasília. "Se os rubro-negros forem punidos, o clube pode e deve processar o cidadão", ressalta Martinho. "A partir do momento em que o primeiro torcedor for punido civilmente após uma ação ser movida por um clube de futebol contra ele, teremos um novo cenário", acrescenta. "Sabemos que o dirigente costuma passar a mão na cabeça dessas pessoas", lembra.
Reprodução
Torcedor que invadiu o gramado em São Lourenço da Mata sai da cancha após beijar os pés de Fred
Reprodução
No Facebook do torcedor identificado como Douglas Alei, foto do próprio vestindo a camisa que usava no domingo
Bartoli sobe e Sharapova volta à vice-liderança
Foto: Arquivo

Bartoli igualou melhor ranking da carreira com o título
Bartoli igualou melhor ranking da carreira com o título
Apesar da queda ainda na segunda rodada em Wimbledon, a russa Maria Sharapova voltou a assumir a vice-liderança do ranking, deixando para a trás a bielorrussa Victoria Azarenka, que caiu na mesma rodada que a musa siberiana, mas defendia mais pontos na competição e por isso acabou perdendo terreno na disputa pelo segundo lugar.
Na ponta, a norte-americana Serena Williams continua absoluta e mantém mais de 2.700 pontos de frente em relação a Sharapova. Algoz da número 1 na grama londrina, a alemã Sabine Lisicki, acabou com o vice-campeonato e com isso perdeu a chance de alcançar seu melhor posicionamento da carreira no ranking. Ela poderia ter ido ao 11º posto, mas acabou ficando mesmo com a 18ª colocação, seis acima da que ocupava antes.
Semifinalista em Wimbledon, superada justamente por Lisicki, a polonesa Agnieszka Radwanska aparece como a número 4 do mundo, seguida pela chinesa Na Li, e pela italiana Sara Errani, que trocaram de posição. A tcheca Petra Kvitova se manteve na oitava colocação, a alemã Angelique Kerber caiu dois postos e ficou como a 9 do mundo e a dinamarquesa Caroline Wozniacki vem para fechar o top 10.
Um pouco mais embaixo, a britânica Laura Robson aproveitou sua melhor campanha da carreira em Wimbledon, onde alcançou as oitavas de final, para subir do 38º para o 27º lugar e se tornou assim a primeira atleta de seu país a figurar no top 30 desde Jo Durie, em abril de 1987. Outra marca importante é a de norte-americanas no top 50: são seis agora, o que não acontecia desde novembro de 2006.
Volante Rincón, ex- Santo André e Guarani, morre com suspeita de malária africana
Divulgação
O volante Claudiney Ramos, conhecido como Rincón, morreu na madrugada desta segunda-feira, aos 33 anos. Ele estava internado em Sorocaba com suspeita de malária africana, que teria contraído durante uma visita ao continente.
Rincón durante passagem pelo Avenida, do Rio Grande do Sul
"A notícia pegou todos nós de surpresa. Estamos muito abalados. Além de grande jogador, o Rincón tinha o carinho de todos nós aqui do Macaé. É uma grande perda para o nosso futebol. Neste momento, nos solidarizamos na dor da família. Por isso, decretei luto oficial de 3 dias no clube", disse o presidente do Macaé, Theodomiro Bittencourt Filho, em nota oficial. Rincón defendeu o clube fluminense em 2011.
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Recentemente, o volante naturalizou-se como cidadão de Guiné Equatorial, país de língua espanhola da África Ocidental.
Natural de Porecatu, no interior paranaense, o jogador defendeu a seleção do país africano no início de junho. Primeiro, no amistoso contra Togo (derrota por 1 a 0). Depois, pelas Eliminatórias Africanas para a Copa do Mundo de 2014, quando Guiné perdeu para Cabo Verde (2 a 1) e empatou com a Tunísia (1 a 1).
Claudiney Rincón jogou por Santo André, Paulista, Guarani, ASA, Macaé, Itabaiana e Avenida.
Natural de Porecatu, no interior paranaense, o jogador defendeu a seleção do país africano no início de junho. Primeiro, no amistoso contra Togo (derrota por 1 a 0). Depois, pelas Eliminatórias Africanas para a Copa do Mundo de 2014, quando Guiné perdeu para Cabo Verde (2 a 1) e empatou com a Tunísia (1 a 1).
Claudiney Rincón jogou por Santo André, Paulista, Guarani, ASA, Macaé, Itabaiana e Avenida.
Outro jogador brasileiro, o goleiro Danilo, que atua no Alecrim e também defendeu a seleção de Guiné Equatorial, também está com malária. O jogador está internado na UTI em estado grave.
Teliana vai ao 111º posto e Bia é número 2 do país
Foto: Arquivo

Teliana pode entrar no top 100 na próxima semana
Teliana pode entrar no top 100 na próxima semana
Como neste ranking caíram apenas os pontos do quali de Wimbledon e do título no ITF de Perigueux, Teliana vai subir ainda mais, já que ainda faltam serem computados os pontos do título em Denain, no último fim domingo. Com isso e mais o que somar nesta semana no WTA de Palermo, a pernambucana pode chegar ao top 100.
Teliana aparece provisoriamente na 99ª colocação, mas depende não só dos próprios resultados, mas também do que as adversárias próximas dela irão fazer para poder enfim comemorar um inédito top 100. Mesmo que este não venha, ela praticamente assegura um lugar no US Open, que tem as 104 melhores da WTA garantidas na chave principal.
Quem também tem muito a comemorar é a paulista Beatriz Haddad Maia, que saiu da 328ª colocação para a 270ª, a mais alta da carreira. De quebra, a jovem promessa nacional assumiu a condição de segunda melhor brasileira no ranking, ultrapassando a paulista Paula Gonçalves, que apesar de ser deixada para trás por Bia, subiu 14 lugares e agora é a 311 do mundo.
segunda-feira, 8 de julho de 2013
A vida sem Neymar
A segunda vitória do Santos depois da despedida de Neymar aconteceu graças à mesma política de revelações que fez surgir na Vila Belmiro o maior talento brasileiro dos últimos anos.
Ontem, o time campeão da Copa São Paulo, em janeiro, estava no Morumbi. O mesmo técnico, Claudinei Oliveira, e quatro destaques daquela campanha --Neílton, Leandrinho, Giva e Pedro Castro.
O firme zagueiro Gustavo Henrique completou a lista dos representantes das divisões de base. Antes do clássico, o presidente em exercício, Odílio Rodrigues, fez questão de tratar Claudinei Oliveira como "técnico do Santos." A médio prazo, a ideia pode mudar. Mas a atuação no Morumbi dá crédito a quem apostar na nova geração de meninos.
Claudinei escalou Leandrinho para fechar o lado direito e deixou Neílton atacar pela esquerda (veja ilustração). No segundo tempo, apostou em Giva como centroavante, substituto de Willian José. Em seu primeiro toque na bola, o primeiro gol santista.
Como o presidente Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro escreveu ontem na Folha, revelar e manter jogadores deu mais receita ao Santos do que a política exportadora de outros tempos.
O contraste com a falta de rumo do São Paulo se evidencia justamente nesse quesito.
O contraste com a falta de rumo do São Paulo se evidencia justamente nesse quesito.
Há quatro anos, uma das razões da troca de Muricy Ramalho por Ricardo Gomes era tentar melhorar a transição das divisões de base de Cotia para o CT dos profissionais.
Razão semelhante produziu a demissão de Muricy do Santos há um mês. O Santos sabe que só tem um caminho: revelar. Muito melhor do que contratar os jogadores medianos disponíveis no mercado que agradam a Muricy.
Às vezes, melhor até do que contratar craques consagrados, como Ganso. Ontem, Milton Cruz deslocou Ganso para a esquerda, por entender Jadson como seu armador mais produtivo.
O maior problema do São Paulo não parece ser a falta de talento, mas a ausência de alguém capaz de comprometer os jogadores e fazê-los se comportarem como um time.
Nos últimos quatro anos, Cotia forjou o melhor jogador do Tricolor --Lucas. Mas o baixo aproveitamento da base não ajudou a produzir um time vencedor.
Isso coloca Juvenal Juvêncio numa encruzilhada.
Contratar Muricy é voltar no tempo, de certa forma admitir o fracasso da operação Cotia, neste momento. Não o contratar é comprar briga com a arquibancada.
Ver nascer uma nova geração de garotos santistas justamente no clássico é perceber que o rival foi mais feliz na política que Cotia deveria representar.
Claro, é precoce dizer que os novos meninos da Vila representarão sucesso. Mas é justa a lembrança de que esse caminho levou o Santos a seus períodos mais vitoriosos, de Pelé a Neymar.
O futuro de Murray
O Everest da carreira de Andy Murray ficou para trás, finalmente. Ele foi campeão da edição mais insana de Wimbledon, que começou com o belga Steve Darcis batendo Rafael Nadal em três sets, passou por sete abandonos no mesmo dia, pelo saque-voleio de Sergiy Stakhovsky contra Roger Federer, pela virada de Sabine Lisicki contra Serena Williams, pelo título da excêntrica Marion Bartoli e terminou com o jejum de 77 anos dos britânicos em casa.
Todos sabemos como Murray chegou aqui. Ele sempre teve o talento, mas faltava a cabeça. Após ver Novak Djokovic sair do papel de coadjuvante e virar número 1 do mundo, o escocês decidiu contratar um treinador. O treinador: Ivan Lendl. Já no Australian Open de 2012, Murray levou Djokovic quase ao limite na semifinal. Então, ele fez sua primeira final em Wimbledon, superando o histórico de Tim Henman. Algumas semanas depois, jogou o melhor tênis de sua vida nas Olimpíadas. Finalmente, o primeiro Slam foi vencido de forma turbulenta e sob ventania no US Open.
O semestre inicial de 2013 não foi dos melhores e a temporada de saibro foi um desastre, mas tudo seria esquecido se ele fosse campeão de Wimbledon. Por isso, a decisão de não jogar Roland Garros foi um grande acerto (e acredito que Lendl teve um dedo nisso). Durante a campanha, para a surpresa de todos, o adversário que mais colocou o título em perigo foi o (agora não mais) decadente Fernando Verdasco.
A dúvida é para onde Murray vai agora. O maior objetivo de sua vida foi alcançado. Não é fácil reunir forças outra vez e procurar outras coisas com a mesma vontade. Mas há sim alguns feitos que Murray pode atingir para rechear seu currículo:
1. Ser número 1 do mundo
Neste ano, a tarefa parece impossível, já que Djokovic e Nadal estão bem acima, pois tiveram um grande primeiro semestre. Essa é uma missão que ficará para a próxima temporada, mas totalmente dependente da próxima meta.
Neste ano, a tarefa parece impossível, já que Djokovic e Nadal estão bem acima, pois tiveram um grande primeiro semestre. Essa é uma missão que ficará para a próxima temporada, mas totalmente dependente da próxima meta.
2. Melhorar no saibro
A única temporada boa que Murray fez no saibro foi em 2011 (semifinais em Roland Garros e Monte Carlo). É um pedaço do ano que distribui mais de 5.000 pontos e faz uma diferença gigante no ranking (Nadal que o diga). Em 2013, fez sentido deixar o piso antes, porque ainda havia Wimbledon para vencer. Já no próximo ano, não.
A única temporada boa que Murray fez no saibro foi em 2011 (semifinais em Roland Garros e Monte Carlo). É um pedaço do ano que distribui mais de 5.000 pontos e faz uma diferença gigante no ranking (Nadal que o diga). Em 2013, fez sentido deixar o piso antes, porque ainda havia Wimbledon para vencer. Já no próximo ano, não.
3. Parar de perder finais no Australian Open
Chegar à decisão em Melbourne não é um problema para Murray, ele já fez isso três vezes. Mas saiu com o prato de vice em todas. Podemos dizer que enfrentar Djokovic na Austrália é um pouco (atenção, eu disse um pouco) como pegar Nadal em Paris. Porém, como vimos várias vezes, partidas entre Djokovic e Murray são decididas em detalhes.
Chegar à decisão em Melbourne não é um problema para Murray, ele já fez isso três vezes. Mas saiu com o prato de vice em todas. Podemos dizer que enfrentar Djokovic na Austrália é um pouco (atenção, eu disse um pouco) como pegar Nadal em Paris. Porém, como vimos várias vezes, partidas entre Djokovic e Murray são decididas em detalhes.
4. Ser campeão do ATP Finals
Além de ser o torneio mais importante depois dos Slam, o evento é disputado em Londres (apesar do apoio da torcida ser bem menor do que em Wimbledon).
Além de ser o torneio mais importante depois dos Slam, o evento é disputado em Londres (apesar do apoio da torcida ser bem menor do que em Wimbledon).
Sobre Djokovic, posso dizer essa foi sua pior final de Slam junto com o US Open de 2007, sua primeira. O sérvio foi uma máquina de erros não-forçados e seu saque não estava afiado como na semifinal. Mas em um mês começam os grandes torneios da América do Norte, onde ele é o melhor. Oportunidades não faltarão.
Mas, por enquanto, vamos aplaudir o campeão.
PS: Uma grande pena o título de Bruno Soares ter escapado, ainda mais pelos dois match-points perdidos. Mas sabemos que o mineiro continuará com enormes chances de vencer mais um Slam. Só que, com todo respeito a Lisa Raymond, eu sou mais a Makarova.
Bruno desperdiça 2 match-points e fica com o vice
Foto: Divulgação

Bruno e Raymond perderam para os vices em Paris
Bruno e Raymond perderam para os vices em Paris
Principais favoritos ao título, a dupla do mineiro e da norte-americana não havia perdido sets até a decisão e logo no momento que não podiam perderam logo dois. Depois de 2h04 de confronto, Mladenovic e Nestor, cabeças de chave número 8, concretizaram a vitória, com placar final de 5/7. 6/2 e 8/6.
O jogo começou favorável para Bruno e Lisa, que logo no segundo game se aproveitaram de um game ruim de Nesto no saque para conseguir a quebra. Só que a vantagem não durou muito e logo em seguida a norte-americana também foi quebrada. Os cabeças de chave não desanimaram e ainda converteram mais um break-point, que lhes deram a vitória na parcial.
No segundo set, Soares e Raymond tiveram muita dificuldade para líder com os saques da duplas rival e faturaram somente 20% dos pontos na devolução. Por conta disso, eles não tiveram uma chance de quebra sequer, ao passo que Nestor e Mladenovic somaram quatro, das quais concretizaram duas, igualando assim o marcador.
A definição foi então para o terceiro set, no qual Mladenovic passou por apuros todas as vezes que foi aos serviços. Ela inclusive teve que salvar dois match-points sacando com placar contrário de 5/6, deixando a dupla franco-canadense na partida. Logo depois do sufoco, Bruno não confirmou o serviço e Nestor foi para o saque, confirmou e garantiu a conquista do título de Wimbledon.
Mladenovic e Nestor disputava sua segunda final seguida de Grand Slam, tendo batido na trave em Roland Garros, onde foram derrotados pelos tchecos Frantisek Cermak e Lucie Hradecka. Esta é a terceira vez que o canadense vence nas duplas mistas, tendo conquistado outros oito títulos de Slam nas duplas masculinas. Por sua vez, a francesa já venceu um dos quatro principais torneios do tênis, só que no juvenil, em que levantou a taça em Paris.
Bruno desperdiça 2 match-points e fica com o vice
Foto: Arquivo

Bruno e Raymond perderam para os vices em Paris
Bruno e Raymond perderam para os vices em Paris
Principais favoritos ao título, a dupla do mineiro e da norte-americana não havia perdido sets até a decisão e logo no momento que não podiam perderam logo dois. Depois de 2h04 de confronto, Mladenovic e Nestor, cabeças de chave número 8, concretizaram a vitória, com placar final de 5/7. 6/2 e 8/6.
O jogo começou favorável para Bruno e Lisa, que logo no segundo game se aproveitaram de um game ruim de Nesto no saque para conseguir a quebra. Só que a vantagem não durou muito e logo em seguida a norte-americana também foi quebrada. Os cabeças de chave não desanimaram e ainda converteram mais um break-point, que lhes deram a vitória na parcial.
No segundo set, Soares e Raymond tiveram muita dificuldade para líder com os saques da duplas rival e faturaram somente 20% dos pontos na devolução. Por conta disso, eles não tiveram uma chance de quebra sequer, ao passo que Nestor e Mladenovic somaram quatro, das quais concretizaram duas, igualando assim o marcador.
A definição foi então para o terceiro set, no qual Mladenovic passou por apuros todas as vezes que foi aos serviços. Ela inclusive teve que salvar dois match-points sacando com placar contrário de 5/6, deixando a dupla franco-canadense na partida. Logo depois do sufoco, Bruno não confirmou o serviço e Nestor foi para o saque, confirmou e garantiu a conquista do título de Wimbledon.
Mladenovic e Nestor disputava sua segunda final seguida de Grand Slam, tendo batido na trave em Roland Garros, onde foram derrotados pelos tchecos Frantisek Cermak e Lucie Hradecka. Esta é a terceira vez que o canadense vence nas duplas mistas, tendo conquistado outros oito títulos de Slam nas duplas masculinas. Por sua vez, a francesa já venceu um dos quatro principais torneios do tênis, só que no juvenil, em que levantou a taça em Paris.
Bia Haddad é principal atração no ITF de Campinas
Foto: Arquivo

Pigossi foi semi em Rio Preto e ganhou vaga em Campinas
Pigossi foi semi em Rio Preto e ganhou vaga em Campinas
Campinas (São Paulo) - Tenista que aparecerá nesta segunda-feira como segunda brasileira mais bem colocada no ranking mundial, a canhota Beatriz Haddad Maia será a principal atração da etapa de Campinas do Circuito Mundial de Tênis Feminino, torneio com premiação de US$ 25 mil que começa nesta segunda-feira, nas quadras de saibro da Sociedade Hípica.
Com fortes concorrentes estrangeiras inscritas, Bia não figura entre as cabeças de chave e terá estreia difícil contra a experiente argentina Mailen Auroux. Em caso de vitória, enfrentará quem passar do jogo entre a boliviana Maria Fernanda Alvarez, cabeça 6, e a paulista Nathalia Rossi.
Paula Gonçalves e Nanda Alves duelam entre si na rodada de abertura, enquanto Laura Pigossi aguarda uma qualificada e Ana Clara Duarte encara a cabeça 1, a argentina Maria Irigoyen. A organização deu convites à nova geração: Carolina Alves, Luísa Stefani e Manoela Chiacchio.
Rio Preto - A argentina Fernanda Molinero conquistou seu primeiro título da temporada e o terceiro da carreira de nível US$ 25 mil, ao ganhar de virada a etapa de Rio Preto do Circuito Mundial na manhã deste domingo. Ela derrotou Irigoyen, que era a principal inscrita na semana, por 0/6, 6/2 e 6/3.
Molinero, de 24 anos, defendeu assim o título que havia conquistado em Rio Preto no ano passado. Ela é a atual 233ª do ranking, mas já figurou como 170ª no ano passado.
A segunda edição do Circuito Mundial de Tênis Feminino do Interior é apresentada pela Usina Colombo/Açúcar Caravelas por meio da Lei Paulista de Incentivo ao Esporte, através do Governo do Estado de São Paulo e da Secretaria de Esportes, Lazer e Juventude do Estado de São Paulo, e conta com o patrocínio das empresas Mahle, Romi, Tilibra, Poty, Supermercados Sonda e Correios. O apoio é da Confederação Brasileira de Tênis, Federação Paulista de Tênis, do Clube Monte Líbano de São José do Rio Preto e da Sociedade Hípica de Campinas. A organização é da Associação Saque de Ouro.
Com fortes concorrentes estrangeiras inscritas, Bia não figura entre as cabeças de chave e terá estreia difícil contra a experiente argentina Mailen Auroux. Em caso de vitória, enfrentará quem passar do jogo entre a boliviana Maria Fernanda Alvarez, cabeça 6, e a paulista Nathalia Rossi.
Paula Gonçalves e Nanda Alves duelam entre si na rodada de abertura, enquanto Laura Pigossi aguarda uma qualificada e Ana Clara Duarte encara a cabeça 1, a argentina Maria Irigoyen. A organização deu convites à nova geração: Carolina Alves, Luísa Stefani e Manoela Chiacchio.
Rio Preto - A argentina Fernanda Molinero conquistou seu primeiro título da temporada e o terceiro da carreira de nível US$ 25 mil, ao ganhar de virada a etapa de Rio Preto do Circuito Mundial na manhã deste domingo. Ela derrotou Irigoyen, que era a principal inscrita na semana, por 0/6, 6/2 e 6/3.
Molinero, de 24 anos, defendeu assim o título que havia conquistado em Rio Preto no ano passado. Ela é a atual 233ª do ranking, mas já figurou como 170ª no ano passado.
A segunda edição do Circuito Mundial de Tênis Feminino do Interior é apresentada pela Usina Colombo/Açúcar Caravelas por meio da Lei Paulista de Incentivo ao Esporte, através do Governo do Estado de São Paulo e da Secretaria de Esportes, Lazer e Juventude do Estado de São Paulo, e conta com o patrocínio das empresas Mahle, Romi, Tilibra, Poty, Supermercados Sonda e Correios. O apoio é da Confederação Brasileira de Tênis, Federação Paulista de Tênis, do Clube Monte Líbano de São José do Rio Preto e da Sociedade Hípica de Campinas. A organização é da Associação Saque de Ouro.
Teliana vence, fica perto do top 100 e do US Open
Foto: Arquivo

Teliana faturou o seu 18º título como profissional
Teliana faturou o seu 18º título como profissional
Na final deste domingo, a pernambucana derrubou a italiana Alberta Brianti, que já foi 55 do mundo e tem um título de WTA no currículo, por sets diretos, com placar final de 6/4 e 7/5. O grande trunfo de Teliana, principal favorita no evento, durante a partida foi seu excelente aproveitamento nos break-points, concretizou todos os seis que teve a seu favor e ainda salvou três dos sete que enfrentou contra.
Teliana deverá aparecer no 110º posto no ranking a ser divulgado nesta segunda-feira, após Wimbledon, que será o mais alto de sua carreira. Com mais 50 pontos de Denain, que só serão computados na outra lista, ela deve aparecer bem perto do top 100, o que teoricamente já lhe daria vaga direta no US Open de agosto. Vale lembrar que o tênis brasileiro não disputa um torneio de Grand Slam desde 1993.
Ainda na briga por melhores colocações no ranking, a pernambucana radicada em Curitiba vai ter a próxima semana para somar mais pontos no WTA de Palermo. Teliana estreia no saibro italiano contra a atleta da casa Karin Knapp e se passar tem uma segunda rodada complicada contra quem vencer o duelo entre a local Flavia Pennetta e a tcheca Klara Zakopalova, cabeça de chave 4.
Na atual temporada, além dos dois títulos conquistados recentemente, Teliana tem como resultados mais expressivos as quartas de final obtidas no WTA de Cali e as semifinais no WTA de Bogotá, logo na semana seguinte, chegando à penúltima rodada na capital colombiana tendo saído do qualificatório.
Bartoli conquista Wimbledon, põe fim a longa seca e deixa Lisicki chorando
Seis anos depois da primeira participação em uma final de Wimbledon, Marion Bartoli enfim pode soltar o grito de campeã. A número 15 do mundo, que perdeu a decisão de 2007 para Venus Williams, superou neste sábado, sem problemas, Sabine Lisicki por 6/1 e 6/4, na final do Grand Slam britânico. Vibrando muito com o título inédito no All England Club, em Londres, a francesa deixou aos prantos a alemã, que até então era só alegria, principalmente depois de ter tirado ninguém menos que Serena Williams nas oitavas de final do torneio. A 24ª do ranking mundial se prejudicou bastante com os prórpios erros e provocou a derrota muito por ficar visivelmente abalada depois de ter perdido o primeiro set.
Extasiada com o título inédito, Bartoli foi comemorar a façanha com a equipe que a acompanhou na quadra central do All England Club, com direito a abraço na ex-tenista Amélie Mauresmo, campeã de Wimbledon em 2006, e na compatriota Kristina Mladenovic, que vai disputar a final de duplas mistas contra o brasileiro Bruno Soares, neste domingo. Sentada no banco, Lisicki não segurou as lágrimas, nem mesmo na hora de dar entrevista após o jogo.
- Acho que eu estava sobrecarregada por toda essa situação, mas dou crédito para Marion, ela esteve nessa situação antes e lidou com a situação perfeitamente. Ela merece. Espero ter uma chance novamente. Ainda amo este torneio, eu ainda amo esta quadra. Quero agradecer a toda a minha equipe por estar aqui. Nós já passamos por tanto, altos e baixos. Esta foi a minha primeira final de Grand Slam, mas espero que tenhamos uma outra oportunidade mais uma vez - comentou Lisicki.
por 6/1 (Foto: Agência Reuters)
Com o primeiro triunfo em Wimbledon, Bartoli acabou com uma grande seca na carreira. Somente na 47ª participação em Grand Slams é que a tenista de 28 anos conseguiu conquistar um título de um dos quatro torneios mais importantes do circuito (Aberto da Austrália, Roland Garros, Wimbledon e US Open). Nenhuma tenista passou por tantas tentativas até obter o troféu inédito.
- Honestamente, eu não posso acreditar ainda. Sonhei com isso por tanto tempo. Tem sido meu sonho desde que eu tinha seis anos de idade. Eu estava na final, em 2007, eu sei como se sente, Sabine, e eu tenho certeza que você vai estar lá mais uma vez, eu não tenho nenhuma dúvida sobre isso. Quando eu comecei esta campanha jogando na quadra 14, se tivessem me dito que eu iria ganhar, eu acharia isso impossível - revelou Bartoli.
Depois das entrevistas, as duas cumpriram o protocolo de Wimbledon, de saírem ao mesmo tempo de quadra. Mas elas se despediram do local da final mais do que juntas, abraçadas.
O jogo
Em busca do título inédito, Bartoli e Lisicki sentiram de imediato a tensão de uma final de Grand Slam. As duas começaram a partida pecando nas duplas faltas: a francesa cometeu duas e a alemã, uma. Ambos os erros fizeram as tenistas perderem seus respectivos primeiros games de serviço. Na sequência, Bartoli foi ganhando confiança à medida que via as bolas aceleradas surtirem efeito. Ela achou o ritmo em quadra e dominou a adversária. Com mais uma quebra no segundo break point que teve no terceiro game, a número 15 do mundo passou a frente sem sofrer muito. Somente quando estava atrás por 4/1 é que Lisicki se soltou mais, acertando boas deixadas, mas os erros não forçados e uma nova dupla falta a fizeram ser derrotada em outro game de saque. Depois, ao perder o primeiro set por 6/1, em 30 minutos, a alemã completou sete pontos desperdiçados de forma seguida por falhas próprias. Foram 14 erros não forçados dela na parcial, contra apenas quatro da francesa, em 48 pontos jogados.
a incentivou durante a decisão (Foto: Agência AFP)
A apatia de Lisicki nem lembrava a valente tenista que superou Serena Williams nas oitavas. No intervalo entre os sets, ela até foi chorando para o vestiário. O tempo solitária acalmou a alemã, que conseguiu confirmar o primeiro game de serviço da segunda parcial. Mas as dificuldades continuaram. Bartoli impediu que a adversária convertesse quatro break points em um segundo game de cerca de 10 minutos e ainda conquistou uma quebra com tranquilidade na sequência.
As lágrimas de Lisicki no término do primeiro set se transformaram em intenso pranto quando ela estava sacando com 3/1 contra e cometeu uma dupla falta. Era mais uma nova oportunidade de quebra para Bartoli. Lisicki lutou, salvou alguns break points, mas sofreu a quebra.
A francesa aproveitou o abalo emocional da adversária e chegou a fazer 15-40 quando tinha 5/1. Lisicki respirou fundo e salvou três match points no game antes de confirmar o serviço. O triunfo pareceu renovar o espírito da tenista. O público também fez sua parte e tentou incentivar a alemã. Mais estável, Lisicki conseguiu devolver uma das quebras e vibrou bastante com o feito. Nesse momento, Bartoli pouco produzia em quadra. Lisicki, em reação, estava melhor. Porém, a francesa encontrou seu jogo, pontuou três vezes consecutivas e enfim fechou a partida, com um ace.
Autuori fala em tom de despedida; reunião e coletiva devem selar saída na segunda-feira
Os dias do técnico Paulo Autuori no Vasco parecem estar contados. Insatisfeito com os constantes atrasos salariais, o comandante havia estabelecido o mês de julho como limite para que a situação fosse resolvida. Como o clube ainda deve dois meses de bonificações, ele se reunirá nesta segunda-feira com o presidente Roberto Dinamite, o diretor geral Cristiano Koehler e o diretor executivo de futebol Ricardo Gomes para discutir o futuro.
"Não vamos nos posicionar hoje, só amanhã [segunda]. Vamos ter uma conversa amanhã, com o presidente, Autuori e Ricardo. Talvez nem seja amanhã, [a definição] pode acontecer só na terça", revelou Koehler, por telefone, ao ESPN.com.br.
O próprio Autuori falou em tom de despedida na entrevista coletiva após a derrota por 5 a 3 para o Internacional, em Caxias do Sul, neste domingo. O comandante voltou criticar a inabilidade do Vasco de cumprir com as suas obrigações financeiras, e revelou que já comunicou à diretoria a sua decisão sobre o futuro.
"A situação do clube não é de hoje, vem de longo tempo,. Eu me sinto, como todos os outros, completamente impotente para fazer coisas quando minimamente a gente não consegue cumprir com as nossas obrigações. Em relação à minha posição, a direção já sabe aquilo que eu já defini com eles", afirmou.
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Paulo Autuori, técnico do Vasco, no jogo contra o Internacional em Caxias do Sul
Questionado sobre qual seria a sua posição, o treinador disse que a diretoria se pronunciará na segunda-feira, e lembrou que o respeito ao "deadline" para a quitação de dívidas estava previsto no seu contrato.
"Eles vão falar. Quando eu acertei publicamente ficou claro que, se não cumprissem, teriam que asssumir, porque isso está no meu contrato. Eu não vim aqui para ser mais mais um, para empurrar as coisas com a barriga. Desde sempre eu disse que não vou ficar de papo, ou de palavras, ou empurrar as coisas com a barriga", completou, misterioso.
Paralelamente, a assessoria de Autuori anunciou que o treinador concederá entrevista coletiva na segunda-feira. O evento, no entanto, não acontecerá em São Januário. A tendência é que o técnico aproveite a ocasião para anunciar a sua saída do Vasco.
O clube, por sua vez, vive a expectativa de obter na próxima semana certidões negativas de débito, que permitiriam a renegociação da dívida com o Ministério da Fazenda e desbloqueariam a receita penhorada do ex-patrocinador Eletrobras. Essa verba seria aplicada justamente na quitação de dívidas com funcionários e jogadores.
Teliana: 'Cada semana sinto estar crescendo mais'
Divulgação

Teliana havia sido campeã também na semana passada
Teliana havia sido campeã também na semana passada
Teliana superou uma dura batalha de dois sets contra a experiente italiana Alberta Brianti, de 33 anos e que já foi 55 do mundo, com parciais de 6/4 7/5. "O jogo hoje foi muito no mental. A Alberta é uma ótima tenista, varia bem o jogo e sabia que não poderia vacilar. Entrei bem focada, jogando firme todos os pontos e pressionando ela o tempo todo", afirmou a pernambucana.
Em duas oportunidades, a brasileira esteve abaixo na segunda etapa, com 0/2 e depois com 3/5, mas virou e fechou em sets diretos. "Sabia, mesmo perdendo, que se jogasse ponto a ponto, sem errar, ela poderia sentir o momento. Então procurei ficar tranquila e jogar solta", acrescentou Teliana, que faturou o segundo na temporada
"Estou muito feliz, jogando muito bem, a cada semana sinto estar crescendo mais", comemorou. Com a conquista, Teliana somará 50 pontos no ranking da WTA do próximo dia 15 de julho e pode aparecer dentro do grupo das 100 melhores do mundo. Nesta segunda-feira, dia 8, ela soma os pontos do quali de Wimbledon e do título em Perigeaux , ficando provavelmente na 110ª colocação.
"A evolução no ranking é fruto do trabalho que está sendo feito por toda minha equipe. Patrocinadores e empresários que acreditaram no meu potencial, graças a essas pessoas posso sempre viajar com meus treinadores e ter todo o suporte para ir bem nas competições", continuou Teliana, que segue direto para Palermo, onde irá disputar o WTA local, no saibro.
No torneio italiano, Teliana vai abrir campanha contra a italiana Karin Knapp, 104ª, que perdeu nas oitavas de Wimbledon para a campeã Marion Bartoli. "Depois de semanas em challengers, voltarei aos WTAs agora mais forte e confiante. Vou procurar jogar o meu melhor para seguir evoluindo e crescendo. A Knapp joga muito bem, está numa grande fase. Agora vou recuperar as energias para começar tudo de novo em mais uma semana", finalizou.
Musas do Esporte
domingo, 7 de julho de 2013
Anderson tropeça na própria genialidade
A derrota de Anderson Silva para Chris Weidman neste sábado levanta uma série de questões sobre a atuação do agora ex-campeão dos médios do UFC.
Anderson fez um bom primeiro round. Defendeu-se muito bem dos ataques do americano no chão, e "quebrou" mentalmente seu adversário com suas provocações de costume. A impressão que dava era que Weidman já estava derrotado e era questão de tempo, ou de uma decisão do próprio Anderson, de quando o nocaute chegaria.
Getty
Anderson provocou Weidman no fim do primeiro round, tentando desconcentrar o rival
No segundo round, porém, o brasileiro esbarrou na própria genialidade. Abaixar a guarda, imitar gestos de Bruce Lee, etc, são coisas que somente um lutador muito superior tecnicamente aos outros pode fazer numa luta tão importante. E isso Anderson fez em várias, vide confrontos contra Stephan Bonnar, Forrest Griffin, Belfort, etc. O problema é que a genialidade cria uma linha muito tênue entre a beleza de um "balé violento", como já foi descrito seus movimentos, com a arrogância ou, digamos, a falta de sensibilidade/bom-senso de entender onde está o limite daquilo.
Anderson passou dos limites. Ao invés de definir o combate, seguiu na luta e seu adversário, já derrotado no jogo mental, aproveitou uma brecha e conquistou o nocaute mais importante de sua vida. Era evidente que Weidman estava frustrado no fim do primeiro round e no início do segundo, e somente um vacilo enorme do brasileiro poderia reverter aquilo. Mas, por tudo que Anderson já fez naquele octagon, o que incomodava era sua postura, e não um temor de que poderia acabar sendo nocauteado. Mas foi.
Um campeão como ele, tido como um gênio na arte que faz, e considerado um dos maiores de todos os tempos, coloca toda uma reputação em risco sempre que sobe num ringue. A atitude que deveria ter era a mesma de todos os outros campeões, como Aldo ou Jon Jones, que entram para definir o mais rápido que podem, ou de GSP, que até faz algumas lutas monótonas, mas seguras para garantir uma vitória.
Anderson errou! E é difícil compreender ou justificar seu segundo round. Mais difícil ainda é entrar em sua mente, pensar o que se passa na cabeça de um homem milionário, que quebrou os principais recordes no seu esporte e está tão a frente dos adversários de sua categoria. Qual seria sua motivação? Há alguma necessidade de apresentar algo novo em cada uma de suas lutas? É uma responsabilidade e um peso muito grande ser o Anderson Silva no MMA, principalmente no Brasil.
Sua atuação certamente desagradou fãs e patrocinadores. A repercussão já vem sendo muito negativa, e somente uma próxima atuação digna do grande gênio que é poderá limpar um pouco sua barra. Espero que tenha pessoas ao seu redor lhe explicando onde errou e que aquilo jamais volte a acontecer.
Sobre o novo campeão, mantenho ainda meu ceticismo e continuo achando que ele chegou muito cedo a esta disputa. Weidman estava mesmo perdido depois que Anderson conseguiu escapar daquele ataque no solo, mas, é claro, teve todo o mérito do mundo em não desistir e seguir na luta. Foi coroado com o nocaute que marcará sua carreira para sempre.
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Após a luta, Anderson reconheceu a superioridade de Weidman
Se Anderson não quiser mesmo uma revanche, o que duvido muito, a categoria de médios voltará a ser "normal", com um nível equilibrado entre uns quatro ou cinco atletas, e não com a disparidade que existia entre o "Spider" e os outros. Vitor Belfort e Ronaldo Jacaré são sérios candidatos a lutarem de igual pra igual com o novo campeão.
Dana White, por sua vez, caso não consiga promover a revanche, terá que dar o braço a torcer e colocar Belfort na briga pelo título. Uma posição merecida e conquistada dentro do cage pelo "Fenômeno".
Uma noite histórica e que renderá muito mais assunto nos próximos dias, e continuaremos discutindo aqui no blog. Afinal, o dia 06 de julho de 2013 entrará para a história como a data em que Anderson Silva foi derrotado no UFC.
A maior zebra da história do evento foi, na minha opinião, a derrota de GSP para Matt Serra.
Mas este revés de Anderson, agora, certamente entra nesta lista.
Com a cabeça na Libertadores, Atlético-MG reserva bate Criciúma e deixa a degola no Brasileiro
Gazeta Press
Rosinei (o 2º da dir. para esq.) comemora seu gol contra o Criciúma com seus companheiros de Atlético-MG
Raras vezes uma vitória importou tão pouco para o Atlético-MG. A apenas três dias do jogo de volta de uma histórica semifinal de Libertadores contra o Newell's Old Boys, o clube alvinegro entrou em campo com um time reserva e venceu em casa o Criciúma por 3 a 2, neste domingo, em confronto válido pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro.
Com o triunfo, o Atlético-MG, que escalou apenas o goleiro Victor e o zagueiro Réver (suspenso para a partida de quarta-feira) do time titular, chegou aos sete pontos, deixou a vice-lanterna e assumiu a 13ª posição. Já o Criciúma permaneceu com apenas seis pontos, caiu para o 17º lugar e assumiu a vaga deixada pelo clube mineiro na degola.
Com um primeiro tempo massacrante, apresentando um volume de jogo que tornou o Atlético-MG o time mais empolgante do primeiro semestre, o time alvinegro teve várias chances e abriu o placar aos 10 minutos, com Rosinei. Apesar da pressão, o Criciúma empatou aos 24, em uma falha da zaga mineira que culminou com gol contra de Luan.
O susto, porém, passou já no começo da etapa final, com gol de Alecsandro aos dois minutos. Aos 37 minutos, Leleu marcou o terceiro. Wellington Paulista ainda descontou aos 47 minutos, mas a vitória atleticana já estava mais que assegurada.
O Atlético-MG garantiu a segunda vitória no Brasileiro sem sustos, a não ser por lesões de Luan, substituto natural de Bernard, que saiu sentindo uma contusão no tornozelo, e de Rosinei, com dores no joelho. Ambos estão com situação indefinida para quarta-feira.
Com a vitória, o Atlético chegou à sua 52ª partida invicto no estádio Independência - a equipe alvinegra não perde lá desde a reabertura. E a força no Horto será fundamental para o jogo contra o Newell's: o time mineiro precisa vencer por três gols de diferença para ir à inédita decisão (a ida foi 2 a 0 para o time argentino).
Pelo Brasileiro, o Atlético volta a campo contra o Corinthians, no próximo domingo, enquanto o Criciúma recebe o Goiás.
O jogo
O jogo começou nervoso no Independência. Em menos de cinco minutos, o árbitro Anderson Daronco teve que parar a partida três vezes, dar cartão amarelo por falta dura para Morais e interceder em discussão entre Réver e Wellington Paulista.
Aos poucos, no entanto, o Atlético passou a se preocupar em atacar e mudou o foco da partida. Perigoso, o Atlético-MG demorou pouco para abrir o marcador. Após assustar Bruno em chute de Neto Berola, os donos da casa chegaram ao gol aos dez minutos de jogo.
Como elemento surpresa, Rosinei veio de trás após roubada de bola e apareceu sozinho para receber lançamento de Guilherme e tirar a bola do alcance do goleiro do Criciúma.
O gol animou o time mineiro, que chegou com perigo em mais três oportunidades. Na melhor delas, aos 21, Neto Berola achou espaço e soltou a bomba da entrada da área. A bola bateu na trave direita de Bruno a passou na frente da linha do gol antes de sair pela linha de fundo.
Quem marcou, no entanto, foi o Criciúma. Dois minutos após Morais finalizar para o time catarinense pela primeira vez, aos 23, Lins aproveitou vacilo da zaga e chutou cruzado. Ao tentar afastar, o atacante Luan acabou jogando contra o próprio patrimônio e igualou o placar no Independência.
O gol esfriou o Atlético-MG, que demorou dez minutos para voltar a pressionar o Criciúma. Foram ao menos dois lances de perigo nos cinco minutos finais da primeira etapa, com Guilherme e Alecsandro, em vão.
O centroavante, porém, finalmente marcaria logo no início do segundo tempo. Aos 2, Michel descolou belo cruzamento e Alecsandro se antecipou ao zagueiro Matheus Ferraz para cabecear para o fundo da rede do Criciúma.
O gol voltou a deixar o jogo truncado. Em nove minutos, Anderson Daronco foi obrigado a aplicar mais três cartões amarelos para Luan, Elton e Amaral.
Quando o jogo voltou a ser movimentado, os dois goleiros começaram a aparecer. Do lado do Criciúma, Bruno superou as dores na nuca após dividida para fazer milagre em chute de Réver na pequena área. Enquanto isso, Victor defendeu bom tiro de Lins e deu sorte em outro chute do atacante que raspou o travessão.
Após o lance, o Atlético avançou a sua marcação nos 20 minutos finais e não voltou a tomar sustos. Dominando o meio-campo e as investidas, o Atlético-MG ainda voltou a marcar com Cláudio Leleu, aos 37, aproveitando novo passe de Guilherme.
Ainda deu tempo do Criciúma voltar a diminuir o placar. Ex-jogador do Cruzeiro, Wellington Paulista provou que tem sorte contra o antigo rival ao aproveitar passe de Leandro Brasília para driblar Victor e dar números finais à partida.
FICHA TÉCNICA:
ATLÉTICO-MG 3 X 2 CRICIÚMA
ATLÉTICO-MG 3 X 2 CRICIÚMA
Local: Estádio Independência, em Belo Horizonte (MG)
Data: 7 de julho de 2013, domingo
Horário: 18h30 (de Brasília)
Arbitro: Andersom Daronco (RS)
Assistentes: José Antônio Chaves Franco Filho (RS) e José Javel Silveira (RS)
Cartões Amarelos:Jemerson e Luan (Atlético-MG), Sueliton, Ewerton Páscoa, Amaral, Elton e Morais (Criciúma
Gols:
Atlético-MG: Rosinei, aos 10 minutos do primeiro tempo; Alecsandro, aos 2, e Cláudio Leleu, aos 37 do segundo
Criciúma: Luan (contra), aos 25 do primeiro tempo; Wellington Paulista, aos 47 do segundo
Data: 7 de julho de 2013, domingo
Horário: 18h30 (de Brasília)
Arbitro: Andersom Daronco (RS)
Assistentes: José Antônio Chaves Franco Filho (RS) e José Javel Silveira (RS)
Cartões Amarelos:Jemerson e Luan (Atlético-MG), Sueliton, Ewerton Páscoa, Amaral, Elton e Morais (Criciúma
Gols:
Atlético-MG: Rosinei, aos 10 minutos do primeiro tempo; Alecsandro, aos 2, e Cláudio Leleu, aos 37 do segundo
Criciúma: Luan (contra), aos 25 do primeiro tempo; Wellington Paulista, aos 47 do segundo
ATLÉTICO-MG: Victor; Michel; Réver, Jemerson e Júnior César; Josué, Rosinei (Lucas Cândido), Luan (Cláudio Leleu) e Guilherme; Neto Berola e Alecsandro
Técnico: Cuca
Técnico: Cuca
CRICIÚMA: Bruno; Sueliton, Matheus Ferraz, Ewerton Páscoa e Marlon; Amaral, Elton (Leandro Brasília), João Vitor (Ivo) e Morais (Cassiano); Lins e Wellington Paulista
Técnico: Vadão
Técnico: Vadão
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