quinta-feira, 16 de maio de 2013

Libertadores

20h00 Olimpia-PAR 2x0 Tigre
22h30 Ind. Santa Fe 1x0 Grêmio

Copa do Brasil

19h30 Avaí 0x3 América-MG

Santos não pretende definir situação de Neymar antes de domingo, pela final do Paulistão


A reunião do conselho gestor do Santos manteve a divisão entre os conselheiros que pretendem vender Neymar já e a minoria favorável ao cumprimento do contrato até o final da Copa do Mundo de 2014. Importante dizer que quem vai decidir isso será Neymar. Mas a opinião do Santos precisa ser definida. Se houver proposta vende? Ou não vende?

Havia uma hipótese de haver nova reunião do conselho gestor na sexta-feira para discutir apenas e exaustivamente a possibilidade de negociar Neymar já. Esse encontro não deve acontecer. A próxima reunião do conselho gestor será na próxima quarta-feira. A ideia é conversar com Neymar e sentir o seu desejo logo depois da final do Campeonato Paulista, no domingo.

Conselheiros como o presidente Luis Alvaro, que participou da reunião de quarta-feira por telefone, e Álvaro de Souza, seguem favoráveis à permanência. A maior parte dos conselheiros que moram em Santos e convivem com a pressão da torcida local diariamente são mais temerosos de manter e Neymar sair sem o Santos receber nada pela venda -- recebeu de outras maneiras nestes últimos quatro anos.

Isso à parte, a movimentação em torno de Neymar prossegue. Wágner Ribeiro confirma encontros com o pai do jogador, embora desminta conversas sobre a negociação agora. Sabe-se que se Neymar decidir jogar na Europa já sua preferência será pelo Barcelona. Mas há informações do Real Madrid de que o clube da capital espanhola está disposto a oferecer a Neymar o mesmo salário de Cristiano Ronaldo e permitir que uma porcentagem dos contratos de publicidade permaneçam com o jogador. Isso historicamente não acontece em  Madri.

Parece cada dia mais provável que Neymar vá para a Europa para disputar a temporada 2013;14. Mas não há garantia disso.

Série C do Carioca começa com 6 WOs, time sem jogadores inscritos e estádios vazios


A primeira rodada da Série C do Campeonato Carioca, no último final de semana, foi marcada por diversos fatos que mostraram as dificuldades que os clubes pequenos do Rio de Janeiro enfrentam. Dos 18 jogos marcados, 6 terminaram em W.O. (33,3% da rodada), pela desistência de equipes, falta de ambulância ou não comparecimento. Outras partidas foram realizadas mesmo com jogadores que não estavam inscritos na competição, e a maioria dos estádios estava vazio e com os portões fechados para os torcedores.

Antes mesmo do início da Terceira Divisão do Carioca, quatro clubes desistiram de participar: Atlético Rio, Carapebus, Everest e Rio das Ostras. Como a tabela da competição já estava pronta, todos os jogos que tiverem essas equipes envolvidas terminarão em W.O, com o placar considerado de 3 a 0 e os adversários somando três pontos.

A medida adotada pela Ferj (Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro) é diferente do que aconteceu na Série B do Estadual. Na Segundona, Imperial e Rio Branco também saíram do torneio antes do começo, por causa de problemas financeiros. Na ocasião, as partidas desses times foram apenas excluídas da tabela, após definição do Conselho Arbitral, além de multa de R$ 50 mil para cada.

Mas outros dois duelos, que aconteceriam na primeira rodada da Série C, também não foram disputados. No sábado, o Arraial do Cabo receberia o La Coruña, mas o rival não tinha nenhum atleta inscrito e compareceu no campo. No domingo, foi a vez do Bela Vista perder por W.O. para o União central, já que os mandantes não levaram nenhuma ambulância ao estádio, conforme exige o regulamento.

Em duas partidas que foram realizadas houve irregularidades. O Nilópolis, que empatou com o Marinho por 2 a 2, tinha apenas dois jogadores inscritos no BIRA (Boletim Informativo de Registro de Atletas), no site da Ferj na internet. Porém, o nome de 13 atletas consta na súmula do jogo. A mesma situação aconteceu na vitória do Nova Cidade sobre o Serrano, por 3 a 0, na qual o time ganhador atuou com atletas que não estavam inscritos no campeonato. 
Reprodução
Nilópolis tem apenas dois jogadores inscritos na Série C do Carioca, como mostra o BIRA no site da Ferj
Nilópolis tem apenas dois jogadores inscritos na Série C do Carioca, como mostra o BIRA no site da Ferj
Reprodução
No entanto, 13 atletas do Nilópolis estavam na súmula da partida contra o Marinho
No entanto, 13 atletas do Nilópolis estavam na súmula da partida contra o Marinho
Apesar dos problemas, as equipes prejudicadas enfrentam dificuldades financeiras para entrarem no tribunal, já que precisam pagar R$ 1.000,00 para formalizarem uma denúncia.

Questionada sobre os acontecimentos pela reportagem do ESPN.com.br, a Ferj foi pouco específica em cada situação. Em resposta por e-mail, o diretor de competições da Federação do Rio, Marcelo Vianna, deu respostas genéricas sempre fazendo referências ao que está escrito Regulamento Geral das Competições e no Regulamento Específico da Série C.

Marcelo Vianna também respondeu se a Ferj pretende tomar alguma medida para melhorar o campeonato após problemas enfrentados na primeira rodada da Série C do Carioca, os diversos jogos que terminaram em W.O. e as dificuldades financeiras dos clubes pequenos do Rio.

"Evidente que a Ferj se preocupa com o andamento e o bom desenvolvimento dos seus campeonatos. Entretanto, não participa nem interfere na gestão de qualquer clube, que goza da autonomia. Assim sendo, a decisão em participar de qualquer competição cabe exclusivamente a cada uma das associações, nas condições dos respectivos REC, que eles mesmos analisam, discutem e aprovam, em reunião específica para tal, com 60 dias de antecedência. Mesmo assim a Ferj, antes do início do campeonato da série C deste ano, entendendo as dificuldades financeiras dos clubes, permitiu que os mesmos firmassem acordo de pagamento de seus débitos em 60 meses", respondeu o diretor de competições.

"A Ferj não tem conhecimento das disponibilidades financeiras nem do fluxo de caixa de qualquer de seus filiados, que não lhe dão ciência de suas receitas nem de suas despesas", completou Vianna, sobre as dificuldades dos clubes em fazer o pagamento para denúncias de irregularidades.

Mas poucos torcedores puderam presenciar de perto os problemas na primeira rodada, já quea maioria dos jogos foi disputado com portões fechados, por causa da falta de condições dos estádios, interditados para o público.

Flamengo leva susto, mas bate Campinense e avança na Copa do Brasil


Gazeta Press
Gabriel conduz a bola em Juiz de Fora: Flamengo levou um susto, mas saiu classificado
Gabriel conduz a bola em Juiz de Fora: Flamengo levou um susto, mas saiu classificado na Copa do Brasil
O Flamengo chegou a levar um susto e teve de suar. Mas venceu o Campinense pelo mesmo placar do jogo de ida (2 a 1) em Juiz de Fora e garantiu a classificação na Copa do Brasil. Na terceira fase da competição, o time rubro-negro enfrenta o Asa de Arapiraca, de Alagoas. 

Parecia que seria uma noite tranquila. Nem bem a bola tinha rolado e, aos cinco minutos, Léo Moura cruzou para a grande área. Em uma grande confusão, Wellington se assustou com a bola, que resvalou no seu peito e ainda tocou em Roberto Dias antes de dormir na rede. Flamengo 1 a 0. Noite tranquila? Apenas parecia. Um minuto depois, a pane foi na zaga rubro-negra.

Em rápida saída de bola, o campeão da Copa Nordeste lançou a bola na ponta esquerda. Jeferson Maranhense cruzou para a área e a bola desviou em Elias, sobrando limpa para Bismarck de frente para o gol. E o meia não perdoou: 1 a 1 em Juiz de Fora.

O jogo, então, revelou sua verdadeira face. Como vencera a partida fora de casa por 2 a 1, o Flamengo perigava deixar a vaga ser decidida nas penalidades. Sem se encontrar em campo, o time do técnico Jorginho passou a atacar pelo lado esquerdo, com investidas de Rafinha e os avanços de Ramon. Gabriel, centralizado, tentava resolver nas jogadas individuais e por vezes acertava.

Consciente de que havia conseguido um trunfo importante, o gol fora de casa, o time da Paraíba se fechou na defesa e esperava as saídas rápidas no contra-ataque. Em um destes lances, um susto para a torcida rubro-negra em Juiz de Fora. Panda recebeu pelo lado esquerdo da grande área e chutou forte, entre Felipe e a trave. O goleiro falhou e a bola entrou, mas o árbitro anulou corretamente o gol, já que o lateral do Campinense estava impedido.

A partir daí, o jogo ficou truncado. Passes errados surgiram em demasia e aposta em jogadas individuais. Gabriel e Rafinha tentavam de um lado, Bismarck respondia do outro. E os dois times desceram para o vestiário.

Na volta do intervalo, o técnico Jorginho percebeu que a saída de bola do meio de campo do Flamengo estava prejudicada. Sacou, então, Amaral para a entrada de Luiz Antônio. Teve resultado. Com o meio de campo mais leve e técnico, o jogo rubro-negro passou a fluir. O Campinense ficou, então, acuado em seu campo. E as chances apareceram com o predomínio carioca. Apareceu, então, Pantera. Aos 11 minutos, Renato mandou uma bomba de falta e o goleiro do Campinense fez linda defesa no ângulo esquerdo.

Aos 17, Elias invadiu a área pelo lado direito e chutou rente à trave do goleiro. Aos 19, Renato tabelou com Hernane, que chutou colocado. Pantera, de novo, fez bela defesa. Aos 24 minutos, o goleiro fez sua defesa mais plástica: em escanteio cobrado por Ramon, Hernane fuzilou de cabeça e Pantera espalmou.

Jorginho, então modificou o time. Tirou Renato e Rafinha para as entradas de Rodolfo e Paulinho, este último estreante da noite. Aos 32 minutos, o alívio chegou ao Flamengo. Elias driblou uma adversário na entrada da área, tocou para Hernane e a bola sobrou para Paulinho dentro da grande área. O estreante deu um toque por cima da zaga e deixou Elias de frente para Pantera. O camisa 8 fuzilou, sem chances para o goleiro. Flamengo 2 a 1.

Com a classificação encaminhada, o time passou a valorizar a posse de bola parar não correr sustos. Sem fôlego, o Campinense pareceu entender que a classificação tinha escapado pelas mãos. E tinha mesmo. Para festa da torcida em Juiz de Fora. 

FICHA TÉCNICA:
FLAMENGO 2 X 1 CAMPINENSE


Local: Estádio Municipal Radialista Mário Helênio, em Juiz de Fora (MG)
Data: 15 de maio de 2013 (Quarta-feira)
Horário: 22 horas
Árbitro: Cleisson Pereira (MG)
Assistentes: Guilherme Dias Camilo (MG) e Pablo da Costa (MG)
Cartões amarelos: Renato Santos (FLA) e Danilo Portugal, Alberto e Jeferson Maranhão (CAM)
Renda: R$ 653.612,50 / 18.211 pagantes
FLAMENGO: Felipe, Leonardo Moura, Renato Santos, González e Ramon; Amaral (Luiz Antônio), Elias, Renato (Rodolfo) e Gabriel; Rafinha (Paulinho) e Hernane
Técnico: Jorginho

CAMPINENSE: Pantera, Alberto (Thiago Granja), Roberto Dias, Edvânio e Panda; Wellington, Danilo Portugal (Edimar), Dedé e Bismarck (Ricardo Maranhão); Zé Paulo e Jeferson Maranhense
Técnico: Oliveira Canindé

Brilho de Riquelme e arbitragem enterram sonho do bi do Corinthians


Reuters
Riquelme celebra com o banco de reserva o gol do Boca no Pacaembu
Riquelme celebra com o banco de reserva o gol do Boca no Pacaembu
Faltando cerca de meia hora para o início da partida, os jogadores do Boca Juniors subiram para o aquecimento. Todos eles com uniforme de treino. Riquelme, não. Utilizava agasalho.

O craque argentino é assim. Procura se destacar nos mínimos detalhes. Se a sua visita anterior ao Pacaembu acabou não sendo tão feliz – perdeu o título da Libertadores e anunciou sua saída do clube –, ele não teve o que reclamar dessa vez. Ignorou a sequência histórica de 12 derrotas no Argentino, regeu o Boca como nos velhos tempos e conduziu o time no empate em 1 a 1 com o Corinthians.

Ouça os gols da partida na voz de Carlos Lima:
Riquelme
Paulinho

Precisando fazer o placar, a equipe alvinegra pecou pelo nervosismo, abusou das jogadas pelo meio e ainda foi prejudicada pela arbitragem ruim do paraguaio Carlos Amarilla. O juiz estrangeiro anulou gol legal de Romarinho e não deu pênalti em corte com a mão de Marin dentro da área - ainda tem um lance duvidoso em gol anulado de Paulinho.

Andando de um lado para o outro – porque ele não corre –, Riquelme não deu bola para a pressão dos quase 40 mil corintianos e, em chute do lado direito, encobriu Cássio no primeiro tempo. Paulinho ainda empatou de cabeça no início da etapa complementar.

Faltaram dois gols. O time brasileiro agora volta a sua atenção para a final do Paulista contra o Santos, no domingo, na Vila Belmiro. A equipe venceu por 2 a 1 no Pacaembu na semana passada. Em duelo caseiro, o Boca enfrenta o Newell’s Old Boys nas quartas de final da Libertadores.

O jogo

O Corinthians não está acostumado a ter pressa com Tite. Na segunda passagem do treinador pelo Parque São Jorge, essa é apenas a primeira vez que ele entra num confronto na Libertadores precisando correr atrás do resultado. Por isso, o time alvinegro mostrou logo de cara que fugiria de suas características e partiria para pressão.
Getty
Emerson lamenta lance durante Corinthians x Boca Juniors
Emerson lamenta lance durante Corinthians x Boca Juniors
Não deu certo. Ao invés de encurralar o Boca em seu campo, a equipe se viu vítima de seu nervosismo, esbarrando na parede montada pelos argentinos na frente da defesa e chegando ao gol de Orión somente aos 15 minutos, em chute de Danilo que passou rente à trave.

Até então, os visitantes controlavam bem o jogo, procurando quase sempre Riquelme para levar perigo até Cássio. O meia conseguiu fugir da marcação pelo lado esquerdo em uma oportunidade e fez cruzamento perigoso. Ninguém surgiu para completar.

Com experiência de sobra no torneio – seis atletas estiveram na final do ano passado –, o Boca catimbava a partida e contava com a atuação desastrada do paraguaio Carlos Amarilla.

Aos 9 minutos, Marin cortou com o braço dentro da área e o juiz mandou seguir. Envolvido na jogada, Emerson Sheik protestou e levou cartão amarelo. O defensor portenho deu um tapa na bola dentro da área.

Em outra jogada que provocou indignação dos torcedores, Romarinho recebeu passe em profundidade de Emerson, saiu sozinho na cara do gol, driblou Orión e pôs o Corinthians na frente aos 23. A arbitragem anulou e alegou erradamente impedimento do atacante.

Prejudicado por Amarilla, a equipe tentava manter a serenidade costumeira, mas, em lance despretensioso, levou o gol na sequência. Flutuando pelo gramado, Riquelme apareceu pela direita e, do bico da área, arriscou chute encobrindo Cássio e complicando de vez a vida corintiana aos 24.

Sem marcar há três jogos, Guerrero era o retrato do nervosismo do time em campo. Sem conseguir dar continuidade a praticamente nenhuma jogada, o peruano fez o torcedor perder a paciência ainda no primeiro tempo.

Reuters
Paulinho comemora com Ralf ao marcar para o Corinthians contra o Boca Juniors no Pacaembu
Paulinho comemora com Ralf ao marcar
O Corinthians voltou diferente na etapa complementar. Não só pelas alterações – Alexandre Pato e Edenilson nos lugares de Romarinho e Alessandro, respectivamente –, mas também por sua atitude. Menos afobados, os jogadores alvinegros sufocaram o Boca nos primeiros 15 minutos.

Primeiro, em arremate perigoso de Danilo. Depois, em cabeçada de Paulo André que tirou tinta da trave de Orión. Os argentinos acabaram não resistindo a tamanha pressão. Aos 5, Emerson Sheik cruzou na medida para Paulinho, que deslocou de cabeça para o fundo da rede e empatou em 1 a 1 o confronto.

Na jogada seguite, Guerrero ainda invadiu sozinho a área, mas foi parado pelo goleiro portenho quando se preparava para finalizar.

O Boca teve a chance de matar a partida em falha de Cássio aos 12 minutos. O camisa 1 corintiano rebateu chute de Riquelme nos pés de Blandi. Mesmo sem marcação, o centroavante conseguiu mandar por cima do gol.

Os comandados do experiente Carlos Bianchi ficariam nisso. Depois do lance, o Corinthians voltou à carga e chegou ao segundo gol novamente com Paulinho. Em bola alçada na área, o titular da seleção aproveitou confusão e balançou a rede. O árbitro Carlos Amarilla observou empurrão em Orión e marcou falta em jogada duvidosa.

Ainda se recuperando de lesão, Riquelme saiu para a entrada do atacante Lucas Viatri aos 23. Sem o craque, o Boca passou a jogar com dois homens de área na frente.

Abrindo mais o jogo, os corintianos apostavam na passagem dos laterais e constante movimentação do meio para furar a retaguarda argentina. Quase funcionou aos 30 minutos. Gil mandou o time para o ataque, Guerrero desviou para Pato, mas o reforço de R$ 40 milhões perdeu um gol incrível.

A pressão alvinegra ainda persistiu, mas ficou nisso. A história dessa vez será contada pelos visitantes.

FICHA TÉCNICA:
CORINTHIANS 1 X 1 BOCA JUNIORS

Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 15 de maio de 2013, quarta-feira
Horário: 22 horas (de Brasília)
Árbitro: Carlos Amarilla (PAR)
Assistentes: Rodney Aquino e Carlos Cáceres (ambos do PAR)
Público: 36.319 pagantes (total de 38.445)
Renda: R$ 2.709.112,50
Cartões amarelos: Emerson, Alessandro e Paulinho (Corinthians); Marin, Orión e Blandi (Boca Juniors)
Gols: CORINTHIANS: Paulinho, aos 5 minutos do primeiro tempo; BOCA JUNIORS: Riquelme, aos 24 minutos do primeiro tempo

CORINTHIANS: 
Cássio; Alessandro (Edenílson), Gil, Paulo André e Fábio Santos; Ralf e Paulinho; Romarinho (Alexandre Pato), Danilo (Douglas) e Emerson; Guerrero
Técnico:Tite

BOCA JUNIORS: Orión; Marín, Caruzzo, Burdisso e Clemente Rodríguez; Erbes (Bravo), Somoza, Erviti e Sánchez Miño; Riquelme (Viatri); Blandi (Zárate)
Técnico: Carlos Bianchi
A

Unilever renova com Fabi e mais três; Valeskinha passa por cirurgia


Divulgação
A líbero Fabi renovou contrato com a Unilever
A líbero Fabi renovou contrato com a Unilever

Campeã da última edição da Superliga, a Unilever anunciou nesta quarta-feira a renovação do contrato de mais quatro atletas, entre elas a líbero Fabi, bicampeã olímpica. Sua reserva Juju Perdigão, a ponteira Régis e a levantadora Roberta também acertaram a permanência no time carioca.

No início da semana, a equipe comandada por Bernardinho havia divulgado também o acerto com a canadense Sarah Pavan, Valeskinha e da experiente levantadora Fofão, que no último ano fez seu retorno às quadras após breve período afastada.
"Tenho uma identificação muito grande com o time. Agora é acompanhar a montagem do grupo, que, como sempre, deverá ser competitivo. Certamente teremos grandes desafios pela frente”, disse a líbero Fabi, que conquistou a Superliga seis vezes com a camisa da equipe carioca.
Entre as jogadoras que renovaram com a Unilever esta semana, duas passaram por cirurgia recentemente. No sábado, foi a vez de Régis, que retirou um corpo livre do joelho direito e deve voltar às quadras em quatro semanas. Já Valeskinha foi submetida a operação mais complicada para a reconstrução do tendão patelar do joelho esquerdo e ficará cinco meses sem treinar com bola.
"A jogadora ficará imobilizada por quatro semanas e depois irá iniciar a fisioterapia. A previsão é que possa voltar à atividade com bola cinco meses após a cirurgia", explicou o médico responsável pelo procedimento, Dr. Ney Pecegueiro.
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Nos dois posts anteriores sobre o contagiante Derby della Capitale, o blog abordou a parte sinistra das torcidas de Roma e Lazio, uma morte como a do jovem boliviano Kevin Spada - clique aqui - e a postura abominável de alguns elementos de comportamento fascista - acesse aqui.

Mas o jogo de maior rivalidade no calcio não é só isso, pelo contrário. Roma x Lazio é muito mais, é paixão pelos dois times que quando se enfrentam levam ao Estádio Olímpico torcedores que se odeiam, claro, afinal, são rivais, mas acima de tudo amam seus clubes.

Neste post você verá que quando o jogo tem mando romanista e o hino da Roma é executado, é possível ouvir as vaias dos laziales, mas pouco a pouco sobressai a cantoria de...

"Roma, Roma, Roma

Coração desta cidade

Único grande amor

De tanta e tanta gente que faz suspirar"


Confira nos vídeos abaixo e a seguir a letra em italiano










Roma Roma Roma
core de sta città
unico grande amore
de tanta e tanta gente
che fai sospirà

Roma Roma Roma
lasciace cantà,
da sta voce nasce un coro
so centomila voci
c'hai fatto innamorà

Roma Roma bella
t'ho dipinta io,
gialla come er sole
rossa come er core mio Roma

Roma Roma mia
nun te fa incantà
tu sei nata grande
e grande hai da restà

Roma Roma Roma
core de sta città
unico grande amore
de tanta e tanta gente
c'hai fatto innammorà




No próximo post, o vôo da águia laziale. Dia 26 Roma e Lazio farão o maior derby da história do calcioem Roma. Pela primeira vez os velhos rivais decidirão um título, a Coppa Italia, com trasmissão dos canais ESPN. O jogo mais esperado do futebol italiano em toda a temporada.

Ronaldinho: craque? líder? ou nenhum dos dois?

Ronaldinho fora da Copa das Confederações. Uma bomba. Sim. Uma bomba. Tínhamos essa informação na ESPN, pelo repórter (sempre bem informado) André Plihal, mas custamos a acreditar.
Ronaldinho voltou a ser o jogador mais badalado do país. Joga na melhor equipe do Brasil hoje: o Atlético-MG. É o ídolo máximo desta equipe. Fez grandes jogos nos grandes jogos, contra São Paulo e Cruzeiro.
Por que não entrar numa lista de 23 numa seleção que nem time tem ainda? Uma seleção que não tem referência, que não tem estofo, que não tem representatividade, que não tem respaldo...
A explicação mais simples. Porque decepcionou Felipão recentemente, dentro e fora do campo, quando esteve a serviço da seleção.
Bem. Felipão conhece bem Ronaldinho. Conhece há muito tempo. Ronaldo Assis Moreira sempre foi um mágico da bola, desde menino. Teve uma fase espetacular, de melhor do mundo mesmo, no Barcelona.
Mas Ronaldinho tem um outro lado. Ou melhor: outros lados. Ele poucas vezes foi regular, ele pouca vezes foi referência (como é hoje, no Galo), ele quase nunca foi líder, ele poucas vezes desequilibrou quando jogou pela seleção brasileira.
Em 2000, fracassou na Olimpíada. Em 2002, era a maior esperança brasileira na Copa, mas foi engolido por Rivaldo e Ronaldo, e teve um brilhareco contra a Inglaterra, no mesmo jogo em que foi expulso. Em 2006, melhor do mundo, foi uma completa decepção. Em 2008, convocado na marra para mais uma Olimpíada, tentou liderar um grupo de jovens, mas não cumpriu o papel. Em 2010, não mereceu estar lá.
Diante deste histórico, o que faz algum treinador pensar que ele possa virar referência, líder e craque de uma seleção que vai disputar a Copa em seu país? Felipão deve ter pensado nisso tudo antes de decidir.
Ronaldinho não está na seleção de Felipão. Também não estaria na minha. E na sua?

Superliga feminina deve ser mais equilibrada que a masculina


Nos últimos anos, o que vimos na Superliga, principalmente no torneio feminino, foi a hegemonia de Rio de Janeiro e Osasco. No torneio masculino, a quantidade de equipes que brigaram pelo título foi maior. Há dois anos, por exemplo, o torneio masculino chegou a ter 7 ou 8 equipes com chances de lutar pelo título.
Mas pela montagem das equipes dessa temporada, o que dá para perceber é que houve uma inversão de valores. O torneio masculino encolheu com o término de Campinas, Florianópolis e Vôlei Futuro. Se alguma dessas equipes conseguir voltar, a tendência é que volte mais fraca.
Com o Rio de Janeiro diminuindo seus investimentos em função da crise nas empresas de Eike Batista, o torneio masculino terá apenas duas equipes fortes brigando pelo título: Cruzeiro e Sesi.
As outras equipes, por mais que se reforcem, não conseguirão chegar no patamar das duas. Minas e Rio de Janeiro aparecem num nível abaixo. À partir daí, é outro campeonato entre Volta Redonda, Juiz de Fora, Canoas, São Bernardo, Taubaté e Monte Cristo, que subiu da série B.
Já o torneio feminino pelas contratações feitas até aqui já tem cinco boas equipes com quatro delas brigando pelo título. Além de Osasco e Rio de Janeiro, Campinas, que contratou Carol Gattaz e Praia Clube que pode acertar com a ponta Mari, se reforçaram bastante inclusive com estrangeiras.
O Sesi aparece à seguir com uma boa equipe, mas não tão forte quanto às concorrentes. O Pinheiros que também manteve a mesma base da temporada passada, pode aprontar das suas. Daí para baixo é outro campeonato com Rio do Sul, São Caetano, São Bernardo, Minas e o estreante time do Maranhão.
Muitos atletas ainda aguardam por novas equipes. Murilo, por exemplo, está esperando pelo acerto do ex-técnico Giovane Gávio com algum clube e um patrocinador. Por isso, a ponta Jaqueline ainda não acertou em Osasco. Giba também vive situação parecida e está sem clube.
O novo perfil da superliga continua mostrando que as equipes melhoraram, principalmente no torneio feminino. No masculino, poucas equipes têm hoje condições de contratar atletas de seleção brasileira e por isso a distância técnica entre os times aumentou. 

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Cearense

21h50 Guarany de Sobral 1x1 Ceará

Potiguar

20h30 Potiguar de Mossoró 2x2 América-RN

Libertadores

22h00 Corinthians 1x1 Boca Juniors

19:30 Veles Sarsfild 1x2 Newes Old Boys

Copa do Brasil

19h30 Salgueiro 0x0 Vitória
19h30 Goiás 1x0 Santo André
19h30 Criciúma 3x1 São Bernardo
20h30 Paysandu-PA 0x2 Naviraiense
22h00 Internacional 2x0 Santa Cruz-PE
22h00 Flamengo 2x1 Campinense-PB
22h00 Bahia 1x0 Luverdense
 20:30Betim-MG 0 x 1 CRAC-GO
21:30 Nacional 4x1 Coritiba 

Liga Europa

16h05 Chelsea 2x1 Benfica

Com o apoio da torcida, São José se impõe, bate Flamengo e sai na frente na semifinal do NBB


Divulgação
São José venceu a primeira partida diante do Flamengo
São José venceu a primeira partida diante do Flamengo
Depois de surpreender nas quartas de final do NBB e eliminar o Brasília, que havia feito a segunda melhor campanha na primeira fase, o São José tem mais um favorito ao título nacional pela frente: o Flamengo, que sobrou na competição até o momento. No entanto, com o apoio da torcida, que fez muito barulho no Ginásio Lineu de Moura, o time do Vale do Paraíba não decepcionou e derrotou o Rubro-negro, por 80 a 72 (34 a 33). Após abrir 1 a 0 na série semifinal, a equipe paulista vai ao Rio de Janeiro na sexta-feira encarar o time carioca na HSBC Arena.

O apoio das arquibancadas animou os jogadores do São José, que fizeram frente à poderosa equipe do Flamengo nos minutos iniciais. Pelo outro lado, no entanto, a equipe carioca pouco se importou com o embalo dos anfitriões e manteve o ritmo de jogo que vinha apresentando na competição. Desta forma, o time rubro-negro terminou o primeiro quarto vencendo por 20 a 17.

A desvantagem no placar não desanimou a equipe do Vale do Paraíba, que continuou mostrando um bom desempenho dentro de quadra no Ginásio Lineu de Moura. Melhor na defesa, o time da casa permitiu que o Flamengo anotasse apenas 13 pontos no segundo quarto. O ataque do São José, por sua vez, voltou a funcionar e os anfitriões chegaram ao intervalo na frente: 34 a 33.

O bom resultado parcial voltou a animar a torcida e o time correspondeu dentro de quadra. Logo na primeira cesta, o São José anotou três pontos. O Flamengo, por sua vez, voltou a mostrar que é um dos favoritos ao título e segurou o time da casa, ficando à frente do placar antes do início do último período. Apesar do apoio que vinha das arquibancadas, o time do Vale do Paraíba era derrotado por quatro pontos.

O início do último quarto, no entanto, mostrou que a partida ainda reservava fortes emoções. Impecável no ataque, o São José aproveitou os erros de ataque do Flamengo e abriu a maior vantagem no jogo: nove pontos. A torcida “explodiu” no Ginásio Lineu de Moura e os anfitriões caminharam para a vitória, por 80 a 72, em casa. O bom desempenho garantiu o primeiro ponto na série.

Após a derrota fora de casa, o Flamengo faz o segundo jogo do confronto decisivo em seus domínios. Nesta sexta-feira, a equipe carioca volta a encarar o São José, às 21 horas (de Brasília), na HSBC Arena, com o apoio de sua torcida.

Melhor jogadora de handebol do mundo, Alexandra ganha selo e carimbo especiais dos Correios


Divulgação - Correios
Cartela com 12 selos em homenagem a Alexandra Nascimento
Cartela com 12 selos em homenagem a Alexandra Nascimento
Eleita a melhor jogadora de handebol do mundo em 2012, Alexandra Nascimento receberá uma homenagem dos Correios: ela estampará um selo e um carimbo comemorativos da empresa, que patrocina a confederação brasileira da modalidade (CBHd).

Divulgação - Correios
O carimbo dos Correios em homenagem a Alexandra
O carimbo dos Correios em homenagem a Alexandra
A ponta direita vive grande fase desde o Mundial do Brasil, em 2011, e se destacou nos Jogos Olímpicos de Londres, liderando a seleção à sexta colocação, a melhor de sua história.

Além disso, é uma das principais armas do time austríaco Hypo, onde está há quase dez anos.

"É um orgulho ter esse privilégio de receber o reconhecimento pelo meu trabalho. Foi uma temporada maravilhosa com todos esses títulos em equipe e individuais", disse a jogadora de 31 anos, nascida em Limeira (SP), mas criada em Vitória (ES). E é exatamente na capital capixaba que acontecerá a festa de lançamento das peças estilizadas. 

"Sempre dá um frio na barriga. Mas converso muito com meu marido e ele, que me apoia incondicionalmente, diz que devo aproveitar esse momento e que, com tantos anos de trabalho, um dia, esse reconhecimento iria chegar. Quero disfrutar sim o momento, mas também agradecer e ajudar, compartilhando tudo o que sei", falou Alexandra.
Divulgação - Correios
Selo comemorativo para a melhor jogadora de handebol do mundo
Selo comemorativo para a melhor jogadora de handebol do mundo

Base da Seleção para 2014 foi convocada por Felipão e é muito boa. Falta um time


A base da Seleção Brasileira para a Copa das Confederações deste ano é a mesma que será utilizada por Luiz Felipe Scolari na Copa do Mundo de 2014. A história mostra isso, o tempo curto de preparação colabora para tanto e a atual safra mais limitada do que em outras épocas - resultando em menos opções disponíveis - deve comprovar a tese.

Em 1997, Zagallo convocou 20 atletas para a Copa das Confederações e, no ano seguinte, levou 15 deles (75%) entre os 22. Em 2005, Carlos Alberto Parreira chamou 23 e manteve para o Mundial 14 (60,8%). Já em 2009 Dunga convocou 23 e seguiu para a Copa com 18 desse grupo (78,2%).

A exceção em anos anteriores à Mundiais ocorreu em 2001, naquela polêmica convocação de Emerson Leão, demitido logo após o torneio e substituído por Felipão. Dos 23 lembrados por Leão dentro de todas restrições existentes, apenas quatro permaneceram no elenco (17,4%).

Veja abaixo as mudanças ocorridas com Zagallo, Parreira e Dunga - justamente nas três edições conquistadas pelo Brasil.

1997 - 1998 (75%)
Permaneceram: Dida, Cafu, Aldair, Júnior Baiano, Roberto Carlos, Bebeto, Dunga, Ronaldo, Leonardo, Gonçalves, Zé Roberto, César Sampaio, Doriva, Denílson e Rivaldo
Cortados: Flávio Conceição, Romário, Rogério Ceni, Zé Maria e Juninho Paulista
Entraram: Taffarel, Giovanni, Emerson, Carlos Germano, Zé Carlos, André Cruz e Edmundo

2005 - 2006 (60,8%)

Permaneceram: Dida, Lúcio, Emerson, Gilberto, Robinho, Kaká, Adriano, Ronaldinho, Zé Roberto, Cicinho, Juan, Luisão, Gilberto Silva e Juninho Pernambucano
Cortados: Maicon, Roque Júnior, Marcos, Léo, Renato, Júlio Baptista, Ricardo Oliveira, Edu Gaspar e Gomes
Entraram: Juan, Roberto Carlos, Ronaldo, Rogério Ceni, Cris, Mineiro, Ricardinho, Fred e Júlio César

2009 - 2010 (78,2%)
Permaneceram: Júlio César, Maicon, Lúcio, Juan, Felipe Melo, Elano, Gilberto Silva, Luis Fabiano, Kaká, Robinho, Daniel Alves, Luisão, Josué, Ramires, Júlio Baptista, Kléberson, Nilmar e Gomes
Cortados: Kléber, Victor, Miranda, André Santos e Alexandre Pato
Entraram: Michel Bastos, Thiago Silva, Gilberto, Doni e Grafite

Do grupo convocado por Scolari agora, minha aposta é que pelo menos 70% será o mesmo da Copa de 2014. Ou seja, analisando os atletas que estarão na Copa das Confederações deste ano pelo menos 16 devem ir para o Mundial.

É um grupo forte, muito forte. Poucas seleções no planeta têm a qualidade de Thiago Silva, David Luiz, Paulinho, Oscar, Neymar, Lucas, Bernard, entre outros - Ronaldinho deveria estar. Em qualidade esse grupo perde apenas para Espanha e Alemanha. O problema é que não há um time, e nesse quesito a lista de times à frente dos brasileiros aumenta bastante.

Felipão terá que correr contra o tempo. E acima de tudo, esquecer essa história de "todos juntos com a Seleção". A prioridade agora é montar um time e torná-lo competitivo.

Bem no Fla, melhor no Galo e ignorado por Felipão, Ronaldinho pode ter escapado de uma roubada


Em oito jogos pela Copa Libertadores, Ronaldinho já deu seis passes para gols (média de 0,8 por partida), além de ter feito quatro tentos (0,5 de média). No ano passado, pelo Flamengo, o camisa 10 acumulou seis assistências em sete partidas (0,9 de média).

Ele terminou sua curta participação no certame de 2012 como líder neste quesito entre os jogadores de equipes brasileiras. O gaúcho marcou dois gols com a camisa rubro-negra naquela competição.

Assim, nas suas duas participações em Libertadores após as temporadas vividas na Europa, Ronaldinho alcança 12 passes que resultaram em gols após 15 partidas. Média: 0,8, quase uma assistência por partida.

arquivo
Ronaldinho comemora um de seus três gols nos 5 a 4 sobre o Santos, na Vila Belmiro, em 2011
Ronaldinho comemora um de seus três gols nos 5 a 4 sobre o Santos, na Vila Belmiro, em 2011

É evidente que no Atlético Ronaldinho tem jogado mais do que no Flamengo. Mas não dá para concordar com a ideia de que ele nada jogou quando estava no time carioca. Terminou mal sua passagem, que teve bons momentos.

Em determinado período do Brasileiro de 2011, ele liderava entre os que mais davam passes para gols, com sete assistências. Então com nove tentos, também liderou a tabela de artilheiros naquela fase dos incríveis 5 a 4 sobre o Santos de Neymar, em duelo que entrou para a história da competição como um dos melhores de todos os tempos.

EFE
Ronaldinho comemora ao marcar, de pênalti, o segundo gol do Atlético-MG na vitória sobre o The Strongest
Ronaldinho comemora ao marcar, de pênalti, o segundo gol do Atlético-MG na vitória sobre o The Strongest

Naquele campeonato, o Flamengo, de Ronaldinho, foi líder, inclusive. Depois ele caiu de produção como todo o time — e seus salários começaram a atrasar, diga-se. Ainda assim os rubro-negros beliscaram uma vaga na Copa Libertadores. Com tantos números e informações, como afirmar que ele "não jogou nada" no time da Gávea?

Para não ficar dúvida alguma: no Atlético de Cuca, um time melhor, mais organizado do que o Flamengo de Vanderlei Luxemburgo, ele tem sido melhor do que foi no clube carioca. Mas daí a achar que ele nada fez com a camisa vermelha e preta... É brigar contra os fatos.

Luiz Felipe Scolari certamente tem seu motivos para não convocar Ronaldinho para a Copa das Confederações. Razões misteriosas, já que ele se recusa a falar sobre atletas que não integram sua lista de escolhidos. Motivos para chamar o camisa 10 do Galo ele teria, inclusive em boa parte do tempo em que ainda defendia o Flamengo.

Como a seleção cebeefiana comandada por Felipão é um arremedo de time, ao contrário do estruturado Atlético de Cuca, ficar fora dessa lista pode ter sido um excelente negócio para o jogador. Não seria pequena a chance de, numa equipe sem entrosamento, conjunto, ele afundar e reforçar teses como a de que não se sai bem de camisa amarela.

Ronaldinho pode ter escapado de uma tremenda roubada. Luiz Felipe Scolari, que repete o comportamento de outros tempos, deixando e fora o jogador mais pedido numa convocação, é quem vai ter que se virar.

'Para Ronaldinho, foi bom negócio não ser convocado para a Copa das Confederações', analisa Mauro

Palmeiras frustra torcida, vê Bruno engolir frango e dá adeus à Libertadores


Gazeta Press
Bruno lamenta falha bizarra no primeiro gol do Tijuana, que vence no Pacaembu e elimina o Palmeiras da Libertadores
Bruno lamenta falha bizarra no primeiro gol do Tijuana, que vence no Pacaembu e elimina o Palmeiras da Libertadores
Teve de tudo. ‘Cera’ de goleiro adversário, cai-cai, protestos contra juiz, expulsão de preparador físico e até mesmo briga na arquibancada envolvendo integrante da complicada política da equipe. Faltou apenas o principal: futebol.

Mesmo com uma postura mais ousada, confiando no toque de bola de seu meio-de-campo, o Palmeiras esbarrou em suas próprias limitações e não conseguiu aproveitar a festa armada por sua torcida para fazer valer o mando de campo. Perdeu por 2 a 1 em pleno Pacaembu, nesta terça-feira, e se despediu mais cedo da Libertadores.

O primeiro gol dos mexicanos foi marcado aos 26 minutos do primeiro tempo, em frango do goleiro Bruno ao tentar agarrar bola de Ruíz. Na volta do intervalo, o time alviverde não teve nem tempo de reagir. Logo aos 6, Arce pegou rebote de falta batida na área e mandou forte no canto esquerdo. Souza ainda diminuiu em cobrança de pênalti aos 16.

A partida contou com a presença ilustre do técnico da seleção dos Estados Unidos, o ex-jogador Jürgen Klinsmann, que viajou até São Paulo para observar dois jogadores americanos dos Xolos.

Eliminado, o Palmeiras só volta a campo agora contra o Atlético-GO, na estreia da Série B do Brasileiro, diante de seus torcedores, no dia 25. O Tijuana segue na Libertadores e enfrenta o Atlético-MG nas quartas de final da competição.
EFE
Jogadores do Tijuana comemoram o primeiro gol contra o Palmeiras na Libertadores
Jogadores do Tijuana comemoram o primeiro gol contra o Palmeiras na Libertadores
O jogo – Não foi a pressão avassaladora que o Palmeiras prometia, mas bastou para mostrar ao Tijuana que a partida seria outra no Pacaembu. Com uma postura mais agressiva em relação ao confronto de ida, o time alviverde tentou sufocar rapidamente os visitantes.

Quase deu certo. Com apenas 2 minutos, a equipe pediu pênalti. Em jogada pela esquerda, a bola explodiu no braço de Arce. O árbitro venezuelano Juan Soto, o mesmo da polêmica derrota para o Libertad, ainda na fase de grupos, apenas mandou seguir.

O juiz estrangeiro era o principal alvo de protestos dos torcedores palmeirenses no começo da partida.

Em cobrança de escanteio aos 8, ele voltaria a aparecer. Ayrton bateu aberto, Maurício escorou para o meio da área e encontrou Marcelo Oliveira desmarcado. O lateral-esquerdo virou o corpo e chutou por cima do gol. Ele já havia sido flagrado em impedimento pela arbitragem antes mesmo da finalização.

Na sequência, Vinícius roubou bola no lado esquerdo, se aproximou da área e cruzou para Kleber Pinheiro. O centroavante acabou passando batido no lance.

Um pouco afobado em campo, o Palmeiras não conseguia tirar proveito da qualidade do passe de Tiago Real, que venceu briga com Souza por uma vaga entre os titulares. Com dificuldades para fugir da marcação do Tijuana, o time chegava apenas nas bolas paradas.

Em uma delas, aos 24 minutos, Ayrton acertou o travessão de Saucedo.

A falta de sorte palmeirense se provaria fatal em seguida, em roubada de Fidel Martínez e fraco arremate de Riascos no meio do gol. Bruno, no entanto, se complicou e engoliu um frangaço ao se agachar para fazer a defesa e ver a bola passar do lado de seu braço. Com o placar de 1 a 0 para o Tijuana, os donos da casa agora precisavam fazer dois para avançar.

A derrota parcial deixou o clima tenso no estádio. Um sinal de esperança veio com a expulsão de Ruiz, mas o árbitro voltou atrás para o desespero dos torcedores e reconheceu a trapalhada ao dar o segundo amarelo para o mexicano.

Refém da ‘cera’ do goleiro Saucedo e do ‘cai-cai’ promovido pelos demais atletas, o Palmeiras viu a partida travar na ida para o intervalo.

Precisando virar o jogo, a equipe voltou com Souza no lugar de Wesley. Não houve tempo nem mesmo de esboçar reação. Logo aos 6 minutos do segundo tempo, o Tijuana ampliou o marcador em falha da defesa alviverde. Henrique cortou cobrança de falta para o meio da área e entregou para Arce. O mexicano não perdoou e chutou com força para fazer 2 a 0.

A resposta palmeirense quase veio na sequência. Maikon Leite, que entrou na etapa complementar, desceu em velocidade pela direita e cruzou para Souza. O volante cabeceou rente à trave, arrancando o grito de gol do torcedor.

Ele viria aos 15. Em outra boa levantada na área, Aguilar cortou com o braço e o juiz assinalou pênalti. Na batida, Souza deslocou Saucedo com categoria e recolocou o time da casa no jogo. Foi a deixa para que o estádio voltasse a se incendiar, na pressão por mais dois gols.

O empate chegou a sair aos 23 minutos após cabeceio de Kleber Pinheiro, mas a arbitragem marcou impedimento do atacante. Ele estava em posição legal.

Acurralado dentro de seu próprio campo, o Tijuana não conseguia nem mesmo enrolar mais a partida, como fez no primeiro tempo. A equipe teve a chance, contudo, de fazer o terceiro e matar a partida. Riascos puxou contra-ataque rápido, invadiu a área, cortou Bruno e viu Maurício Ramos salvar o perigo em cima da linha.

Os mexicanos ainda tiveram Aguilar expulso com dois cartões amarelos aos 39. Tarde demais para uma reação palmeirense.

Entre Kaká e Ronaldinho, Felipão escolheu Neymar. E acertou!


Vipcomm
Felipão durante o anúncio dos convocados para a Copa das Confederações
Felipão durante o anúncio da lista para a Copa das Confederações.
A convocação de Luiz Felipe Scolari para a Copa das Confederações deixa claro que só há espaço na seleção brasileira para uma estrela com liberdade total. Entre Kaká e Ronaldinho, mais experientes e tratados como a grande dúvida da lista, o treinador optou por Neymar. 

Em entrevista ao programa "Roda Viva" em 2005, ainda como técnico da seleção portuguesa, Felipão disse que via no presente e no futuro as equipes e seleções atuando no 4-4-1-1 (Leia a íntegra AQUI). Agora, não deve fugir disso, já que o melhor desempenho brasileiro sob seu comando, no primeiro tempo dos 2 a 2 contra a Itália, foi com este desenho tático.

Duas linhas de quatro. Na defesa, a dúvida deve ser entre David Luiz e Dante. Nas demais posições, a lógica indica Daniel Alves e Marcelo nas laterais e Thiago Silva na zaga, além do veterano Julio César no gol. No meio, Lucas ou Hulk e Oscar pelos lados e Fernando e Hernanes ou Paulinho no centro.

À frente, Neymar ganha liberdade total para se aproximar de Fred e não ser encaixotado à esquerda pelas linhas compactas dos adversários. Toda dinâmica ofensiva deve girar em torno da Joia santista, que sem a bola terá como função cercar o volante mais plantado do oponente. Se cair à esquerda, Oscar centraliza para articular e Marcelo aproveita o corredor.

O mesmo à direita com o meia. Ou mesmo Daniel Alves, que apoia também por dentro. Pelo que Scolari já sugeriu, os volantes, ou ao menos um deles, deve ficar preso para a cobertura dos laterais.

Dentro da proposta de jogo, a ausência de Ramires é mais questionável que a de Kaká e Ronaldinho. O volante do Chelsea poderia atuar por dentro ou aberto na segunda linha de quatro. Kaká também teria como se adaptar em um dos flancos, mas a falta de ritmo de jogo no Real Madrid certamente pesou.

A exclusão de Ronaldinho parece ter caráter essencialmente tático. Com ele, não seria possível fugir de um 4-2-3-1 “torto”, com o craque do Galo centralizado e Neymar espetado, mas restrito ao lado esquerdo. Oscar seria sacrificado á direita mais próximo dos volantes e o time teria três jogadores sem capacidade de marcação.

Ronaldinho, brilhante no Galo, também teve problemas quando encarou oponentes compactos. Diante da Inglaterra na estreia em Wembley, a volta das férias serviu como álibi. Contra o Chile no Mineirão, o camisa dez já brilhava em seu clube e se entregou à marcação na maior parte do tempo.

Neymar também não decide na seleção como no Santos e a fase não é das melhores. O craque, porém, é mais jovem, atacante e goleador. Combina mais com Fred.

Em tese, a escolha tem coerência. Compactar os setores é um dever. Com exceção da ideia de prender volantes para liberar laterais, a proposta é condizente com o futebol atual. Vejamos na prática.

Olho Tático
Uma formação possível da seleção com David Luiz, Paulinho e Lucas, mas não deve fugir das linhas de quatro que dá liberdade a Neymar.
Uma formação possível da seleção com David Luiz, Paulinho e Lucas, mas não deve fugir das linhas de quatro que dá liberdade a Neymar.


Se Kaká não joga no Real e Ronaldinho não joga na seleção, abrir mão dos dois não é nenhum absurdo


Getty
Kaká e Ronaldinho estiveram juntos na seleção em 2009
Kaká e Ronaldinho estiveram juntos na seleção em 2009, mas não estarão na Copa das Confederações. Faz sentido


Kaká passou a ter mais oportunidades no Real Madrid e pouco apresentou.

Ronaldinho Gaúcho, que tem jogado muito bem no Atlético, não fez o mesmo nas chances que teve na seleção.

Portanto, se Kaká não joga no Real e Ronaldinho não joga na seleção, abrir mão dos dois não é nenhum absurdo.

Ao deixar de fora os atletas de 31 e 33 anos, Felipão aproveita para testar a capacidade de Bernard , 20 anos e uma grande carreira pela frente. Sim, testar. Porque que a Copa das Confederação não é objetivo final todos concordam.

Se tiver que corrigir “o erro” para a Copa do Mundo, Felipão ainda poderá fazê-lo.
Já a não convocação de Ramires para garantir a presença de Luiz Gustavo tem mais a ver, parece, com a polêmica declaração sobre o tipo de volantes que pretende ver na seleção.
Também não é um absurdo. 

Mas talvez seja a decisão mais contestável do técnico. Mais contestável do que deixar Kaká e Ronaldinho de fora. Ou não?

Sobre Neymar
Me antecipo aos comentários baseado nas respostas das redes sociais: argumentar que, com base na lógica acima, Neymar também não deveria ser chamado não faz sentido. Neymar tem 21 anos, qualidade técnica indiscutível e é cobiçado por todo o planeta. Abrir mão de Neymar admitindo que ele não renderá na seleção seria admissão de incompetência do treinador. 

A convocação tem o que nunca faltou a Felipão: coragem!


Ninguém tem certeza absoluta se a convocação da seleção brasileira sem uma cabeça pensante no meio-de-campo, um entre Kaká e Ronaldinho Gaúcho, levará à montagem do time.
Ninguém tem certeza também se Ronaldinho no time faria diferença.
Nem Felipão.
Eu, por exemplo, julgo há tempos que Kaká fazia mais sentido numa seleção tão jovem, por chamar para si a responsabilidade. Numa entrevista, tira a pressão de Neymar, de Lucas, de Oscar. Os garotos de 21 anos (Lucas ainda não completou) têm talento de sobra, mas pela idade são mais talhados para fazer pensar em 2018. Não em ganhar 2014.

Ronaldinho se recolhe mais a seu campo, chama menos a atenção nas entrevistas, tira menos pressão dos garotos. Mas daria experiência em campo. Em tese.

Como se percebeu na entrevista coletiva, Felipão não acha essa experiência necessária.
Em 2002, também não achava.
Eram apenas seis jogadores com experiência em Copa do Mundo no grupo de 23 que viajou à Ásia. São apenas quatro agora, entre os que vão disputar a Copa das Confederações.
Hoje, como naquele período, Felipão apostou em sua única certeza, a de que vai olhar no espelho, no sucesso ou no fracasso, e saber que tomou a decisão que sua consciência mandou.

Em teoria, um time com garotos de 21 anos, como Oscar, Neymar e Lucas, mesmo reforçados por Fred, Thiago Silva e Júlio César, é talhado para ganhar em 2018.
Mas Felipão já surpreendeu mais com times piores.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Libertadores

22h00 Palmeiras 1x2 Tijuana

Copa da França

15h55 Troyes 1x2 Bordeaux

Inglês

15h45 Arsenal 4x1 Wigan
16h00 Reading 0x2 Manchester City

Felipão convoca a Seleção nesta terça. Já convoquei a minha, agora monte a sua


Quando estudava no Instituto Educacional Imaculada, em Campinas, passava aulas e aulas montando a Seleção Brasileira ideal. Desenhava esquemas táticos, pensava na melhor maneira de atuar e, claro, fazia a convocação. Lista completa, com 23 nomes, nada de apenas chamar os titulares. Isso me tomava bastante tempo... Acho que era um dos motivos que me faziam sofrer tanto para passar de ano.

Sigo com esse costume. Não, não de sofrer na escola, mas de montar "minha" Seleção.

Nesta terça-feira Luiz Felipe Scolari anuncia os 23 convocados para a disputa da Copa das Confederações. Eu me antecipo ao treinador e divulgo abaixo, com exclusividade, os meus escolhidos.

Goleiros: Júlio César (Queens Park Rangers-ING), Diego Alves (Valencia-ESP) e Diego Cavalieri (Fluminense);

Defensores: Daniel Alves (Barcelona-ESP), Mário Fernandes (CSKA Moscou-RUS), Marcelo (Real Madrid-ESP), Filipe Luís (Atlético de Madrid-ESP), Thiago Silva (Paris Saint-Germain-FRA), David Luiz (Chelsea-ING), Réver (Atlético Mineiro) e Dante (Bayern Munique-ALE));

Meio-campistas: Paulinho (Corinthians), Ralf (Corinthians), Lucas Leiva (Liverpool-ING), Ramires (Chelsea-ING), Ronaldinho (Atlético Mineiro), Kaká (Real Madrid-ESP), Oscar (Chelsea-ING) e Lucas (Paris Saint-Germain-FRA);

Atacantes: Neymar (Santos), Hulk (Zenit São Petersburgo-RUS), Fred (Fluminense) e Alexandre Pato (Corinthians).

Esta é a "minha" Seleção Brasileira, ou seja, levo em consideração o meu gosto pelo futebol. Cada um tem o seu. Eu, você, Felipão. Não estou prevendo com essa lista os chamados pelo técnico gaúcho, apenas seria o meu grupo ideal. Grupo que precisaria de treinamento, entrosamento, confiança, enfim, ser testado.

Minhas polêmicas, que gerariam muito debate na imprensa esportiva, seriam as escolhas de Kaká e Ronaldinho Gaúcho, além da convocação de Mário Fernandes.

Sobre os dois veteranos, não acho que a presença de um seja um fator impeditivo para o outro estar na lista dos 23. Concordo que os dois ao mesmo tempo, em campo, não é uma boa opção, mas ter ambos no grupo considero importante. Logicamente uma conversa com eles para explicar minhas ideias seria fundamental, assim como a aceitação deles em, eventualmente, ter papéis de rotação. Não acho que seria um problema, já que não são atletas causadores de confusão, e saberiam de sua importância no grupo tendo como objetivo final o título mundial.

Já o ex-lateral-direito do Grêmio precisaria ser questionado, além, é claro, de ter demonstrado vontade em estar na Seleção. Seu passado pode até lhe condenar, mas uma conversa hoje em dia é algo básico a ser feito com ele - que está jogando muito bem na lateral do CSKA e é uma ótima opção defensiva para a posição, que carece de grandes nomes no atual momento do futebol brasileiro.

Sofri para cortar Fernando, do Grêmio. Fiquei entre ele e Lucas, do Liverpool. Gosto muito do jogador dos Reds, e sua experiência internacional pesou na minha decisão. Os volantes corintianos são imprescindíveis pra mim. Também lembrei do Luiz Gustavo, do Bayern.

Só que a maior dúvida não foi essa, e sim no setor ofensivo: por causa do talento absurdo de Bernard, tinha que cortar alguém de uma lista que já estava fechada na minha cabeça. Só que Bernard tem estilo de jogo parecido com Oscar e Lucas, todos jogadores leves, por isso não queria cortar Hulk - o primeiro na lista de cortes - pela variação nas opções táticas. Fui obrigado a deixar a revelação do Galo de fora da Copa das Confederações.

Sem dúvida alguma é um grupo fortíssimo, um dos melhores do planeta. Time titular? Só posso adiantar que jogaria no 4-2-3-1, com muita movimentação no ataque, trocas de posições na linha de 3 e uma transição veloz para a defesa. Futebol moderno. Ágil, físico e eficiente. Bonito quando desse.

Enfim, esta é uma seleção imaginária. Não será chamada pelo Felipão, e nem deveria por causa dos testes e apostas que já citei e que deveriam acontecer nos meses anteriores a um torneio importante. Mas é o "meu" time. E o seu? Escale e escreva nos comentários mais abaixo, mas precisa ter 23 convocados!