terça-feira, 23 de abril de 2013

À espera de definições, Ibson, Alex Silva e Cleber Santana treinam normalmente



Ibson reforçará o Flamengo no clássico contra o Flu
Sem espaço e com alto salário, Ibson deverá deixar o Fla
Após ganhar o domingo e a segunda-feira de folga, o elenco do Flamengo se reapresentou na tarde desta terça no CT Ninho do Urubu, com treinos físicos na academia e uma leve atividade técnica no campo. Sem nenhum jogo oficial no futuro próximo, as atenções no clube ficaram voltadas para o zagueiro Alex Silva e os volantes Ibson e Cleber Santana.

Considerados "cartas fora do baralho", os dois primeiros deverão ser dispensados ou negociado pelo clube. Uma reunião ainda na noite desta terça-feira, inclusive, poderá definir o destino da dupla. 

Já Cleber Santana poderá voltar para o Avaí, que o vendeu para o Flamengo originalmente, em 2012. Ainda em dívida com o clube catarinense, o Rubro-Negro tem grandes chances de ceder o jogador para evitar maiores problemas financeiros ou mesmo judiciais. O presidente do Avaí, inclusive, está no Rio de Janeiro para negociar os termos do negócio.

A única ausência da atividade desta terça ficou por conta do zagueiro Marcos González, que está defendendo a seleção chilena.

Já eliminado do Campeonato Carioca, o Flamengo vive a expectativa pela definição das datas e horários do seu confronto com o Campinense, pela segunda rodada da Copa do Brasil. A CBF deverá fazer o anúncio nesta sexta-feira, após a definição dos demais jogos da primeira fase da competição. 

Enquanto isso, o elenco rubro-negro segue treinando. Nesta quarta-feira, o clube trabalhará em tempo integral, com atividades às 9h e às 15h30 (de Brasília), novamente no CT Ninho do Urubu, em Vargem Grande

Liga dos Campeões

15h45 Bayern de Munique 4x0 Barcelona

VÍDEO: Felipão se agarra ao passado para justificar o futuro. Xavi e Schweinsteiger jogariam com ele?


Luiz Felipe Scolari deu entrevista ao jornal Folha de S. Paulo e voltou a dizer que acha Cristiano Ronaldo melhor do que Messi. Não foi exatamente uma novidade. O treinador já havia manifestado sua preferência pelo atacante que comandou quanto diriga a seleção de Portugal em outras ocasiões, como no vídeo abaixo, em entrevista à televisão portuguesa.



Mas uma frase dele se destaca: "Essa história de volante goleador é muito bonita para a imprensa. É bonito, só não é bonito para o técnico e o time. Quando tu tens laterais como os nossos, Daniel Alves e Marcelo, tem que ter proteção". Como se fosse impossível para um ser humano jogar futebol com eficiência no passe, na criação, e também no desarme, na destruição das jogadas adversárias.

Scolari é três anos mais jovem do que o técnico do Bayern, Jupp Heynckes, que deixará o cargo ao final da temporada. Horas depois de o jornal chegar às bancas brasileiras, aqui em Munique o comandante do time alemão respondia, em entrevista coletiva na véspera do duelo com o Barcelona, sobre as mudanças no futebol desde seu título europeu, em 1998, com o Real Madrid.

Para o alemão, o futebol mudou muito e muda sempre. Cada vez mais é um jogo coletivo no qual os espaços ficam menores e é mais difícil decidir apenas com o talento. É evidente que Heynckes tem plena consciência de que as estratégias, os métodos que o fizeram campeão europeu com o time merengue há 15 anos não serviriam para, por exemplo, deter o Barcelona nesta semifinal de 2013.

Scolari, por sua vez, recorre ao passado para justificar o que fará no futuro: "A seleção ganhou em 1994 e quem eram os volantes? Mauro Silva e Dunga. 2002? Gilberto Silva e Kleberson. Essa história de volante goleador é muito bonita para a imprensa." Diz isso como se fosse impossível para um ser humano jogar futebol tirando a bola dos pés adversários e criando boas jogadas, dando bons passes.

Para Mauro Cezar, Felipão é obsoleto: 'Técnico busca no passado argumentos para explicar o presente'

E as competições que o Brasil perdeu mesmo com típicos "volantões"? Qual a razão para ele sequer buscar ao menos dois brasileiros capazes de marcar e criar? O técnico cebeefiano foi além: "Quando tu tens laterais como os nossos, Daniel Alves e Marcelo, tem que ter proteção". Ora, laterais como os que ele cita não podem marcar? Eles não fazem isso em seus times? Fazem. Tanto que Daniel é o mais faltoso jogador do Barça na atual Liga dos Campeões. 

Os conceitos "Scolarianos" fazem brotar mais perguntas. Afinal, esses ofensivos laterais são obrigatoriamentre mais importantes num time do que meio-campistas que marquem e saibam sair com a bola? Xavi perderia espaço no Barcelona dentro de tal conceito? E Schweinsteiger seria barrado no Bayern? Quais as chances do espanhol e do alemão em 2014 se fossem brasileiros?

Tudo isso repercutiu no dia em que Alex Ferguson, sete anos mais velho que Felipão, chegou ao seu décimo-terceiro título inglês com o Manchester United. O clube, que tinha sete antes do escocês, agora acumula 20 taças de campeão nacional. No jogo do título, 3 a 0 sobre o Aston Villa com Rooney (atacante de origem) no meio-campo fazendo lançamentos de 50 metros. E o experiente (39 anos), leve e hábil Ryan Giggs mais uma vez como volante.

Scolari tem a missão de levar o Brasil ao título em 2014. E tentará fazer isso defendendo velhas ideias. Não por acaso, perguntado pelo PVC sobre o que incorporou do futebol europeu ao atual trabalho na seleção, respondeu: "Os trabalhos em campo reduzido, com marcação por pressão. Eu já fazia, mas lá se faz mais, com mais intensidade, por mais tempo". Só? Conclusão: quase nada.

Claro que com a tradição da camisa amarela, jogando em casa, com o mínimo de organização, pode até dar certo. É futebol e o anfitriação da próxima Copa não é a Coréia, tampouco a África do Sul. Mas será bem difícil. Ainda mais quando um time é arquitetado em pouco tempo e com sua estrutura calçada em conceitos que parecem ter sido encontrados num brechó. E você, acha que Scolari faria diferença no banco de reservas de um dos semifinalistas da Liga dos Campeões?

PS: mais sobre o tema você pode ler no blog "Olho Tático", de André Rocha, clicando aqui

Os absurdos do Maracanã e seu leal defensor

Chama-se Regis Fichtner. Nos tempos do Febeapá, a flor dos Ponte Pretas não o perdoaria. Hoje, como secretário de estado da Casa Civil do Rio de Janeiro, tem carta branca para falar e escrever o que não deve. Ou melhor, deve, sim, ao governo que ele representa e a cujos absurdos tem a missão de defender com argumentos quase sempre indefensáveis.

Falando, o secretário firma posição a respeito das cadeiras perpétuas do Maracanã. Escrevendo, faz o mesmo quanto à reforma do estádio e a licitação que o entregará ao empresário amigo do governador. Não é hora de discutir se a atitude do governo, nos dois casos, é certa ou erada. Se a questão das cadeiras ainda está aberta, ou semiaberta, a do estádio, reforma e licitação, já são favas contadas. O que pretendemos, nessas linhas, é comentar as argumentações do secretário. Pouco importa se sinceras ou se formuladas apenas para agradar o patrão, verdadeiro responsável por tudo que ocorre no Maracanã.

Sobre as cadeiras perpétuas, ao dizer que quem as comprou não tem direito a elas o secretário defende que o estado tem poderes para tirar de qualquer cidadão aquilo que ele adquiriu legalmente. Tem mesmo, governador? A bobagem mais contundente está em outra fala, segundo a qual quem adquiriu as cadeiras para assistir à Copa do Mundo de 1950 não tem o direito de assistir de graça a "todas as Copas do Mundo". É mesmo, secretário? E quem disse que quem comprou as cativas (válidas por cinco anos) e perpétuas (o nome diz tudo) o fez só para assistir àquela Copa? Passou pela cabeça de algum deles – ou de alguém mais – que, 64 anos depois, haveria outra Copa do Mundo no Brasil? Os donos das cadeiras mereciam do governador e seu porta-voz ao menos o respeito a quem gastou uma pequena fortuna, entre 1948 e 1950, não só para ver a Copa, mas para ajudar a construir o estádio. Em vez de mandá-los para a Justiça, deveriam fazer como o governador da época (na verdade, um dos prefeitos do Distrito Federal) que lhe prometeu perpétua gratidão. As coisas eram bem mais direitas naquela época.

As razões da reforma e da licitação estão num artigo publicado em jornal carioca. Que já começa mal: "Assim que o Brasil foi escolhido sede da Copa de 2014, o governo do estado constatou que o Maracanã de 1950 não cumpria mais os requisitos atuais para a Copa do Mundo". Não é verdade. Quem o constatou foi a Fifa, que sintomaticamente não é sequer citada no artigo. Aliás, é a poderosa Fifa, a falsa ONU do futebol, a verdadeira dona desta e de todas as Copas. No Brasil, todos a obedecem de modo serviçal. Mudam-se leis, rompem-se tradições, permite-se que torcedores sejam lesados na compra de ingressos para a Copa das Confederações, baixa-se a cabeça quando seu secretário-geral nos ameaça com um pontapé no traseiro. Mas terá sido a Fifa a única vilã da história? Ou ela simplesmente abriu caminho para que nossos dirigentes, políticos e esportivos, gastassem uma fábula para reformar o Maracanã e depois o entregassem, prontinho, "seguro e confortável" ao amigo do governador? Se der pé, sem cadeiras perpétuas.

No tal artigo, confessando a incompetência do estado para gerir o novo Maracanã, já que sua missão principal é "prover serviços públicos essenciais, como educação, saúde e segurança" (quase não resistimos a perguntar como vão esses três itens no Rio de Janeiro do atual governo...), o secretário justifica que o ex-maior estádio do mundo passe a outras mãos. Repetindo, prontinho "seguro e confortável". 

Vale ler o artigo por inteiro, assim como acompanhar futuras possíveis falas do secretário sobre as cadeiras perpétuas. Quando ele diz que, a partir de agora, o Maracanã pertence à dona da Copa do Mundo (que não é o Brasil, mas a Fifa), pode estar agradando ao patrão, ou se livrando do pontapé no traseiro do arrogante secretário-geral, mas certamente, nos tempos de Stanislaw, seria sério candidato a cocoroca do ano

Os números que podem decidir o campeão europeu; veja análise sobre os semifinalistas da Champions

Quais os pontos de fortes para os alemães Bayern de Munique e Borussia Dortmund explorarem? Quais os caminhos para os espanhois Barcelona e Real Madrid chegarem à decisão? Veja uma análise em cima dos números que podem decidir o novo campeão europeu.
Veja a análise em cima dos números que podem decidir o novo campeão europeu

A austeridade tem vencido a riqueza na Champions League. O Borussia é exemplo?

Montar o time inteiro custou ao Borussia Dortmund 25 milhões de euros. Foram 17 milhões em Marco Reus, 4 milhões em Hummels, 4,5 milhões para comprar Lewandowski. De resto, contratações de descobertas, jovens jogadores que saíram livres de seus clubes ou foram formados em casa, como Mario Gotze e Schmelzer.

Alguma imprecisão pode haver, um milhão aqui, dois ali. Mas é diferente a política do Real Madrid. Só para ter Fábio Coentrão, foram 30 milhões de euros. Por Cristiano Ronaldo, 94 milhões, mais 68 milhões por Kaká.

Nos últimos anos, a austeridade tem vencido a riqueza. Tirando o Chelsea, campeão em 2010, Barcelona, Bayern e Manchester United são exemplos de comprar barato, com exceções. Revelar muito e descobrir jovens. O Borussia, um pouco mais.

Hummels é hoje um dos dois melhores zagueiros do planeta. Estreou no Bayern em 2007 e foi emprestado ao Borussia Dortmund. Ao final desse período, o clube o queria e Hummels queria a cidade. Ficou por 4 milhões de euros. O francês Varane foi uma descoberta do mesmo tipo, feita pelo Real Madrid, no Lens. Custou 10 milhões de euros.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Gaúcho

21h00 Grêmio 0x0 São Luiz     5x3

Espanhol

17h00 Celta 2x1 Zaragoza

Português

16h00 Olhanense 1x2 Vitória de Guimarães

Inglês


16h00 Manchester United 3x0 Aston Villa

Argentino

16h00 Unión 0x0 Lanús
20h30 Tigre 1x0 Argentinos Juniors

Felipão por Felipão


A declaração mais simbólica da entrevista de Felipão ao repórter Martín Fernandez é sobre seus cabeças-de-área. "Volante goleador só é bonito para vocês da imprensa."
A frase contém a dualidade que caracteriza a escolha do treinador para comandar o Brasil na Copa de 2014. Está na contramão do que se prega no futebol atual e, ao mesmo tempo, evidencia que o sucesso não subiu à cabeça do mais vitorioso técnico brasileiro depois de Zagallo e Telê.
Meu primeiro encontro com Felipão aconteceu no vestiário do estádio Olímpico, na véspera da final da Copa do Brasil de 1995.
Na semifinal, seu Grêmio havia eliminado o Flamengo de Vanderlei Luxemburgo e no dia seguinte perderia para o Corinthians, treinado por Eduardo Amorim e com Marcelinho Carioca.
Luxemburgo era o mais badalado, com o discurso avesso a tudo o que pensava --e pensa-- Felipão. "Volante não pode jogar com a bunda no chão", pregava Vanderlei.
Já naquele tempo, Luxemburgo era moderno e Felipão "anacrônico". Hoje, Luxemburgo está fora de moda, e Felipão tenta seu segundo título mundial --só o italiano Vittorio Pozzo conseguiu.
Há muitos jeitos de vencer. O que Felipão escolheu é ser fiel ao que aprendeu nos campos do interior gaúcho, com seus mestres Sérgio Moacir e Carlos Froner. Até hoje, ele é a mesma pessoa daquela tarde no estádio Olímpico, em 1995. Isso não significa desprezar o conhecimento de Arsene Wenger e Fabio Capello, com quem diz conversar sempre que quer. Nem deixar de ver o que de mais moderno se passa no planeta.
Na tarde desta terça-feira, ele estará em frente à televisão assistindo a Bayern x Barcelona. No dia seguinte, verá Borussia Dortmund x Real Madrid. Como já afirmou que o jogo do Barça é chato, é provável que prefira o estilo mais vertical da partida de quarta-feira.
As correções de estilo da seleção também vão em direção ao seu pensamento de sempre. "Meus zagueiros não dão um chutão...!", reclamou, após empate com a Rússia.
Bico pro mato que o jogo é de campeonato também é futebol brasileiro. Aprende-se na rua, na várzea e nos campos profissionais.
O Brasil já ganhou Copas chutando para longe --Bellini e Brito sabem bem disso.
É preciso atualizar o futebol brasileiro quanto ao que se faz na Europa, voltar a preservar a bola e jogar nos espaços cada vez mais curtos. É urgente, mas não antes da Copa de 2014. A entrevista de Felipão mostra isso também.
Se há muitos jeitos de vencer, só existe um jeito de ganhar a Copa com Felipão no comando: deixando Felipão ser Felipão.
Você pode gostar ou não dele.
Só não pode negar que suas inúmeras vitórias vieram sempre com fidelidade a si mesmo.
Fosse no Gauchão de 1987 ou na Copa de 2006, quando levou Portugal à semifinal depois de 40 anos.
O EX-MELHOR
Mourinho pode ir para o PSG ou Chelsea e ser substituído por Carlo Ancelotti, ganhando ou não a Champions. Não ganhou no Real metade do que Guardiola fez no Barcelona. Esta Champions pode colocá-lo na berlinda. Ou confirmá-lo como o segundo na história a vencer o torneio três vezes.
INTERIOR
Santos x Palmeiras garante um time do interior, Mogi ou Botafogo, nas semis. Neste século, só duas vezes, em 2009 e 2011, os quatro grandes chegaram nas quatro primeiras posições. No clássico, o Santos é favorito, mas seria mais se o Palmeiras voltasse de Tijuana na sexta-feira para jogar domingo.

E finalmente começará o Paulistão…


Parem as máquinas! Preparem os calmantes! Façam estoques de refrigerantes e pipoca! Reserve uma grana extra para ir aos estádios! No próximo final de semana, começará o Campeonato Paulista. Já não era sem tempo. Epa, o calendário corre solto desde janeiro, houve uma infinidade de jogos e só agora vem essa novidade?! Sim, sim, sim.
Acabou a arrastada e quase inútil fase de classificação para apurar-se os quatro times que, junto com Palmeiras, Santos, Corinthians e São Paulo, vão disputar o título pra valer. Ou você tinha alguma dúvida que o quarteto, com 19 oportunidades, iria jogar uma vaga no lixo? Só se algum deles fosse tomado por incontornável incompetência.
A nota destoante será o clássico que Santos e Palmeiras farão na Vila. Imaginava-se que não haveria choque de grandes nas quartas de final, disputada em confronto único. (Mais uma contradição do regulamento.) E, por isso, também haverá um duelo entre times do interior, em Mogi x Botafogo. Completam o quadro São Paulo x Penapolense e Ponte Preta x Corinthians.
Desse bloco, vejo o São Paulo como favorito diante do time de Penápolis. É só o que falta, neste momento, a turma de Ney Franco negar fogo diante de rival mais fraco. Jogo pra liquidar no tempo normal, sem risco de pênaltis. E esperar o vencedor de Ponte x Corinthians. Este deve ser mais equilibrado, pois a Ponte só perdeu uma vez (contra o Palmeiras) e mostrou muita regularidade. Como elenco, o Corinthians é melhor.
Santos x Palmeiras é casca de banana. O Santos não fez uma campanha extraordinária e depende muito da inspiração de Neymar. O Palestra não é grande coisa, mas mostrou que em certas ocasiões pode superar-se e surpreender. Não tenho favorito. Assim como é arriscado cravar o Mogi diante do Botafogo. São concorrentes que se equivalem.
Uma coisa é certa: o Paulistão precisa ser repensado. Caso contrário, continuará a minguar, em qualidade técnica e em público. Mas, para tanto, é preciso que a FPF faça sua parte. Fará?

Copa Kaiser - Zona Norte

Etapa 1
Grupo N-4
Benfica - Vila Maria 1 x 0 Inocoop - Jd. Brasil
Grupo N-3
Líderes Madeiras - Brás 2 x 2 Lagoinha - Vila Maria
Grupo N-1
Existente - Jaçanã 0 x 0 Botafogo - Jaçanã
Grupo N-2
Inter Biricutico - Jd. São Luiz 3 x 1 Apache - Vila Maria
Grupo N-1
Jaçanã FS 1 x 0 GTX - Casa Verde
Grupo N-3
Esquadrão dos Cobras - vila Sabrina 1 x 2 Vasco - Vila Galvão
Grupo N-4
Rio Verde - Vila Iório 0 x 3 Mocidade Cabuçu - Jd. Elisa Maria
Grupo N-2
Lausanne Paulista 1 x 2 Bem Bolado - Santana

Copa Kaiser - Zona Oes

Etapa 1
Grupo O-3
Estrela - Rio Pequeno 0 x 1 Vila Nova Paquetá - Pirituba
Grupo O-1
Clube Favela - Rio Pequeno 1 x 2 Catumbi - San Remo
Grupo O-2
João Paulo - Jd. Maracanã 0 x 0 Alvorada - Jaraguá
Grupo O-4
Associação São Marcos - Pirituba 0 x 3 Praça - Pirituba
Grupo O-3
Parque Maria Domitila 2 x 2 Associação Iguape - Jd. Iracema
Grupo O-4
Amigos - Residencial Sol Nascente 2 x 1 Caju - Jaguaré
Grupo O-2
Jardim Regina - Pirituba 3 x 0 100 Juízo - Jd. Esperança
Grupo O-1
Família 100 Valor - Jd. Panamericano 3 x 1 Boca Júnior - Pirituba

Copa Kaiser - Zona Leste

Etapa 1
L-12
Carrão - Vila Carrão 5 x 1 Botafogo FC - Vila Talarico
L-11
Piratininga - 3ª Divisão 1 x 0 Lazio FC - Tatuapé
L-1
Garotinho - Jd. Nove de Julho 0 x 0 Caldeirão - Vila Nhocuné
L-5
Vila Rica 0 x 1 X do Morro - AE Carvalho
L-8
União Gleba do Pêssego 1 x 0 Associação Portuguesa - P. Rasa
L-4
Portuguesa FC - Cohab T. Vilela 4 x 2 Tornado
L-12
Colorado - Cid. Castro Alves 2 x 2 Novo Sapopemba
L-4
Coroado - Guaianases 0 x 0 Fumaça - Cid. Tiradentes
L-7
Panela FC - Cohab T. Vilela 1 x 3 América - V. Iolanda II
L-3
Leões Unidos - Inácio Monteiro 0 x 0 Família - Vila Miami
L-10
Kemel Kizomba - Cid. Kemel 1 x 1 Meninos da Vila - Jd. Elba
L-11
EC Verona - Cid. Tiradentes 1 x 1 SDX - Cidade Tiradentes
L-2
1° de maio FC - Tatuapé 0 x 0 Santa Cruz - Jd. Pedro José Nunes
L-5
Adega FC - AE Carvalho 0 x 2 Meninos Unidos do Laranjeiras
L-7
AE Juventude - São Mateus 0 x 2 Fumaça Futebol e Farra - Jd. Marília

No Bayern, jogadores evitam falar em Guardiola. Troca de técnico com jeito de "saia-justa"

No dia 16 de janeiro o Bayern Munique surpreendeu o universo do futebol ao anunciar que a partir da temporada 2013/2014 Pep Guardiola irá dirigir a equipe bávara. Enquanto muitos apostavam que o ex-comandante do Barcelona iria para o Chelsea, Manchester City, "Mundo Árabe" ou algum outro ponto do planeta, o badalado catalão aceitou a inesperada proposta alemã.

Equipe forte que poderá ser finalista da Liga dos Campeões pela terceira vez em quatro anos, o Bayern não costumava aparecer entra os responsáveis pelas mais vorazes contratações do mercado. Reflexo da política sem devaneios que impera no futebol germânico, inclusive no mais rico de seus times. "Gastamos o que temos", costuma dizer o presidente do clube de Munique, Uli Hoeness.

Mas é impossível esconder: o anúncio de que Guardiola vem aí causou um certo mal estar. Jupp Heynckes, informou o clube inicialmente, se aposenta ao final da temporada. Mas aos 67 anos, o experiente treinador ainda desperta interesse de outros clubes. Seu futuro próximo pode estar longe do pijama e das pantufas e ainda próximo das chuteiras e dos gramados de futebol.

Dois dias antes do primeiro duelo entre o ex e o futuro time de Pep Guardiola, nossa equipe que veio à Europa para a cobertura dos jogos semifinais esteve na casa de Luís Gustavo entrevistando-o. Cuidadoso, o volante escolheu bem as palavras e não admitiu que há um mal estar quando a troca de comando técnico é lembrada. Contudo, revelou que internamente os atletas evitam o tema.

A situação não é tão simples e parece ter um quê de constrangimento. Heynckes deixará o Bayern campeão alemão numa temporada praticamente perfeita e repleta de recordes da Bundesliga. Poderá ganhar, ainda, a inédita tríplice coroa, pois além de lutar pelo título europeu, seu time estará na final da Copa da Alemanha, no primeiro dia de junho, diante do Sttutgart.

Luís Gustavo acredita que aprenderá muito sob o comando de Guardiola e reconhece que seu futuro treinador poderá ter papel importante na evolução do forte time bávaro para que fique ainda mais poderoso. "Mas existem diferenças, trocamos muitos passes, mas aqui o jogo é mais rápido. Lá na Espanha eles (o Barcelona) ficam tocando a bola com paciência, por longo tempo", compara.

O brasileiro do Bayern Munique acredita que o catalão levará novas idéias e conceitos ao elenco alemão, mas acha fundamental que os dois lados cedam para que tudo dê certo. Ele acredita que o próprio Guardiola precisará entender as características do futebol jogado na Alemanha, mais intenso, disputado e objetivo, para então colocar seus planos em prática.

Mas estranho mesmo será acompanhar a troca de comando técnico no começo da temporada que vem aí. O mais badalado treinador do futebol mundial substituirá um veterano que (aposentado, ou não), pode deixar o cargo com três taças debaixo do braço. Um grande desafio para todos os envolvidos. Enquanto isso, um clima estranho de "saia-justa" no ar.
Reprodução - Barça TV
Guardiola se encontrou com Heynckes em 2011, quando se preparavam para a Audi Cup
Guardiola se encontrou com Heynckes em 2011, quando se preparavam para a Audi Cup
Em entrevista exclusiva, Luiz Gustavo revela que elenco evita falar da troca de Heynckes por Guardiola
Clique no player e assista à entrevista!

A ressureição do Borussia Dortmund, da dívida de 170 milhões de euros às semifinais da Liga dos Campeões

Há seis anos, a situação do Borussia Dortmund parecia irreversível. Eram 170 milhões de euros de dívida e o débito crescia 25 milhões de euros por ano. Em novembro de 2004, o atual presidente, Reinhard Rauball, assumiu a direção do clube para ajustar todos os débitos. Conseguiu.

Rauball é também o presidente da Liga Alemã, que controla a Bundesliga. Uma espécia de Fábio Koff, quando conduzia o Clube dos 13 e o Grêmio. Digamos, mais competente.
Com Rauball, a Bundesliga se tornou o campeonato com maior média de público do planeta, o 
Borussia Dortmund tornou-se o clube com estádio mais repleto do mundo – 80.500 por jogo, com 80.700 de capacidade do Signa Iduna Park, o velho Westfallenstadion.
O Borussia chegou a vender o estádio para o Commerzbank e comprou-o de volta.
Pela primeira vez desde 2003, a Liga dos Campeões tem quatro campeões nas semifinais. Em 2003, foram Inter, Milan, Juventus e Real Madrid. Agora, pela primeira vez na história, dois clubes alemães. Dos quatro, só um não prima pela descoberta de jovens talentos.
O Barcelona revela, o Bayern importa revelações, o Borussia descobre e lança jogadores jovens.
Só o Real Madrid contrata a peso de ouro.
A receita pode levá-lo ao segundo título europeu de sua história. Não convém duvidar.

O rei perde a majestade: em 'casa' rival, Djokovic vence Nadal e conquista Monte Carlo pela 1ª vez


Djokovic desbanca Nadal no saibro e conquista Monte Carlo; veja imagens
Novak Djokovic fez o que parecia improvável pelo quadro pintado no início da semana. Com o tornozelo baleado e com dificuldades para vencer suas primeiras partida, o sérvio não parecia que aguentaria chegar até final. Mas chegou. E na decisão, conseguiu encerrar o reinado de Rafael Nadal em Monte Carlo com uma vitória por 2 sets a 0, parciais de 6-2 e 7-6 (7-1).

Foi o primeiro título de Djokovic no principado de Mônaco. Ele já havia sido vice-campeão duas vezes no torneio, em 2009 e 2012 – em ambas, perdeu para o espanhol. Agora, ele só precisa conquistar o Masters de Cincinnati para ter os troféus de todos os Masters na estante de casa. Foi ainda seu 14º torneio da série 1000 e o 37ª de sua carreira.

Para Nadal, a derrota significa o fim de um longo reinado em Monte Carlo. O espanhol havia vencido os últimos oito torneios, completando uma incrível sequência de 46 vitórias consecutivas na terra batida monegasca. Ele vinha de uma ótima sequência neste começo de ano, após ficar parado por sete meses por conta de uma lesão no joelho: levantou títulos em São Paulo, Acapulco e Indian Wells, além de ter sido finalista em Viña del Mar.




O tenista nascido em Mallorca segue em ação nesta semana. Ele é o cabeça de chave número dois do ATP 500 de Barcelona e irá estrear contra o vencedor do jogo entre o argentino Carlos Berlocq e o espanhol Daniel Gimeno-Traver. Já Djokovic volta a ação no Mastrs de Madrid, que será disputado a partir do dia 5 de maio.
Reuters
Djokovic faz malabarismo para devolver uma bola durante a final em Mônaco
Djokovic faz malabarismo para devolver uma bola durante a final em Mônaco
O jogo

Djokovic começou o jogo de forma arrasadora. Apesar do histórico desfavorável contra Nadal em jogos no saibro – antes do jogo eram duas vitórias em 14 partidas -, o sérvio foi consistente assim que o juiz de cadeira autorizou o primeiro saque. Consistente e cometendo menos erros, o atual líder do ranking chegou a abrir 5-0, com dois sets points para fechar um pneu em cima do espanhol.

No entanto, Nadal reagiu, fechou seu primeiro serviço no jogo e ainda quebrou Djokovic para diminuir a desvantagem para 5-2. Mas a reação parou por aí: Djokovic conquistou seu décimo break-point na primeira parcial e não desperdiçou a chance para fechar o set.

A segunda parcial começou de maneira totalmente diferente. O sérvio não iniciou a partida de forma arrasadora que fez na primeira parcial. Com longas trocas, os dois tenistas conseguiram manter os respectivos saques. O desequilíbrio veio no 5 a 5, quando Nadal conseguiu quebrar o rival. Mas de nada adiantou: Djokovic devolveu a quebra e levou a decisão para o tie-break.

E na parte decisiva do duelo, não deu para Nadal. Depois de ver o rival abrir 2 a 0, o espanhol conseguiu seu único ponto no tie-break. No final, o sérvio, como já é característico quando conquistar grandes títulos, vibrou muito ao ganhar o match point.

City sofre apagão, Bale comanda virada do Tottenham, e United pode ser campeão nesta segunda

O Manchester City abriu o placar no início, controlou o Tottenham na maior parte do jogo, mas sofreu uma apagão no final e perdeu neste domingo para os Spurs por 3 a 1 no White Hart Line. A derrota para o time de Londres agora permite que o Manchester United sagre-se campeão inglês já nesta segunda-feira.

O tropeço deixa os Citizens com 68 pontos em 33 rodadas, a 13 do arquirrival. Caso vença o Aston Villa no Old Trafford nesta segunda-feira (em jogo que será transmitido com exclusividade pela ESPN Brasil, ao vivo, às 15h30), o time de Alex Ferguson abrirá 15 pontos e poderá levantar a taça do Inglês pela 20ª vez. 

Do outro lado, o Tottenham mostra que não pretende vacilar no final da Premier League. A equipe luta ponto a ponto com Arsenal e Chelsea por uma vaga na Champions League da próxima temporada. Os comandados de André Villas-Boas têm agora 61 pontos, mesma pontuação do Chelsea, mas permanecem na quinta posição por causa dos critérios de desempate.
Getty
Gareth Bale encobre Joe Hart para fazer o terceiro gol do Tottenham sobre o Man City
Gareth Bale encobre Joe Hart para fazer o terceiro gol do Tottenham sobre o Man City
Na partida, o City deu mostras que controlaria o duelo do início ao fim. Com apenas cinco minutos de partida, Tevez fez grande jogada pela direita e passou para Milner. O meia inglês cruzou para trás e Samir Nasri apareceu para chutar de primeira e abrir o placar. 

O gol sofrido logo no começo não incendiou o Tottenham. Com Gareth Bale apagado, a equipe sofria para chegar no campo de ataque e criar uma oportunidade de perigo. Do outro lado, os Citizens se mostravam tranquilos em campo, mas atuando de forma burocrática.

O panorama do jogo só mudou no final da segunda etapa. Aos 30 minutos, Bale recebeu pela direita e deu lindo cruzamento para Clint Dempsey empatar a partida. Quatro minutos depois, Jermain Defoe puxou contra-ataque pela esquerda, encarou a marcação de Kompany, puxou a bola para o pé direito e chutou cruzado para marcar um belo gol.

Sem alternativas, o City tentou partir para o ataque, mas foi o rival que marcou mais uma vez. Tom Huddlestone deu ótima enfiada para Bale. O galês dominou, invadiu a área e com um leve toque, encobriu o goleiro Hart para fechar o placar com um golaço. 

O Tottenham agora enfrenta o Wigan no próximo fim de semana. Já o City, rezando para o Aston Villa vencer o United, enfrenta o West Ham no Etihad Stadium. 

domingo, 21 de abril de 2013

Potiguar


17h00 Alecrim 1x1 Assu
17h00 Potiguar de Mossoró 0x0 Baraúnas-RN
17h00 ABC 1x1 América-RN
17h00 Coríntians-RN 4x3 Santa Cruz-RN

Argentino

16h10 Atlético Rafaela 2x0 Independiente
18h10 Boca Juniors 0x0 Belgrano
18h10 Arsenal Sarandí 2x0 San Lorenzo
20h15 Godoy Cruz 1x2 River Plate

Pernambucano

16h00 Santa Cruz-PE 1x0 Náutico
16h00 Ypiranga-PE 1x5 Sport

Paulista

16h00 Santos 2x1 Penapolense
16h00 Corinthians 2x0 Atlético Sorocaba
16h00 Ituano 2x1 Palmeiras
16h00 Mogi Mirim 1x0 São Paulo
16h00 Bragantino 0x0 Ponte Preta
16h00 Mirassol 2x0 Linense
16h00 Oeste 0x4 São Bernardo
16h00 São Caetano 0x2 Paulista
16h00 Guarani 1x3 União Barbarense
16h00 XV de Piracicaba 4x1 Botafogo-SP

Mineiro

16h00 Atlético-MG 2x1 Villa Nova-MG
16h00 Tupi 0x2 Cruzeiro
16h00 América-MG 0x2 Tombense
16h00 América-T.O. 1x1 Caldense-MG
16h00 Guarani-MG 2x1 Boa Esporte Clube
16h00 Nacional-MG 2x1 Araxá

Goiano

16h00 Aparecidense 2x1 Anápolis
16h00 Grêmio-GO 1x0 CRAC-GO
16h00 Vila Nova-GO 3x0 Rio Verde

Gaúcho

16h00 Internacional 2x1 Lajeadense
18h30 Passo Fundo 0x0 Veranópolisx 2x4
 

Cearense

16h00 Guarany de Sobral 0x1 Fortaleza
16h00 Ceará 3x1 Icasa
16h00 Tiradentes-CE 2x0 Guarani de Juazeiro

Catarinense

16h00 Chapecoense 1x0 Hermann Aichinger
16h00 Avaí 3x1 Camboriú
16h00 Criciúma 3x3 Metropolitano-SC
16h00 Juventus-SC 0x2 Figueirense
16h00 Guarani-SC 2x1 Joinville

Carioca

16h00 Olaria 2x1 Nova Iguaçu
16h00 Volta Redonda0 x1 Botafogo
16h00 Friburguense 4x2 Quissamã
16h00 Duque de Caxias 0x1 Audax-RJ
16h00 Boavista 3x2 Resende
16h00 Fluminense 2x0 Bangu

Baiano

16h00 Vitória 0x1 Juazeiro
16h00 Juazeirense 0x0 Bahia
16h00 Bahia de Feira 1x0 Feirense
16h00 Vitória da Conquista 2x1 Botafogo-BA

Paranaense

15h30 Atlético-PR 3x1 Coritiba
16h00 Toledo-PR 1x2 Operário
16h00 Londrina-PR 3x0 J.Malucelli
16h00 Nacional-PR 0x1 Arapongas

Português

12h00 Nacional da Madeira 2x1 Marítimo
12h00 Vitória de Setúbal 2x1 Estoril
12h00 Beira-Mar 1x0 Gil Vicente
16h15 Benfica 2x0 Sporting

Alemão

10h30 Stuttgart 2x1 Freiburg
12h30 Nuremberg 0x1 Greuther Fürth

Paraense

09h30 Tuna Luso 0x0 Paragominas-PA

Inglês

09h30 Tottenham 3x1 Manchester City
12h00 Liverpool 2x2 Chelsea

Francês

09h00 Bastia 1x2 Lille
12h00 Nancy 3x1 Evian
12h00 Reims 0x1 Valenciennes
12h00 Sochaux 2x2 Bordeaux
12h00 Toulouse 0x1 Lorient
16h00 PSG 3x0 Nice

Italiano

07h30 Internazionale 1x0 Parma
10h00 Napoli 3x2 Cagliari
10h00 Siena 0x1 Chievo Verona
10h00 Catania 1x1 Palermo
10h00 Roma 1x1 Pescara
10h00 Bologna 1x1 Sampdoria
10h00 Fiorentina 4x3 Torino
15h45 Juventus 1x0 Milan

Espanhol

07h00 Getafe 0x2 Espanyol
12h00 La Coruña 1x1 Athletic Bilbao
14h00 Osasuna 0x0 Real Sociedad
16h00 Sevilla 0x1 Atlético de Madri

A força da grana


O Boca Juniors escalou meio time reserva e levou 6 a 1 do San Martín no Torneio Final da Argentina, apenas porque queria evitar um confronto contra brasileiros. Vencer o Toluca no México significaria o encontro contra o Emelec. Como perdeu, vai enfrentar o Corinthians. "Hoje, o Boca Juniors tem mais medo dos brasileiros do que os brasileiros do Boca Juniors", jura o jornalista Elias Perugino, da revista "El Gráfico", de Buenos Aires.
Há 22 anos, o cruzamento das oitavas de final também indicou Corinthians x Boca Juniors. Os corintianos tremeram lendo a notícia. O zagueiro Guinei tremeu quando entrou em campo. Batistuta ajudou a classificar os argentinos e o trauma só passou no Pacaembu, na finalíssima do ano passado.
Muita coisa mudou na América do Sul desde então. Hoje, o Corinthians arrecada R$ 120 milhões por ano pelo contrato de TV. O Boca Juniors recebe R$ 12 milhões.
O Corinthians recebe R$ 30 milhões anuais da Nike. O Boca ganha R$ 16 milhões do mesmo fornecedor de material esportivo.
A Caixa paga R$ 35 milhões por ano pela exposição de sua marca na camisa corintiana. O Banco Bilbao Vizcaya (BBVA) dá R$ 9 milhões para patrocinar os argentinos.
Esses números evidenciam a situação atual do futebol sul-americano. Pela primeira vez na história, um país, o Brasil, tem seis representantes nas oitavas de final. Na Argentina, o Corinthians é apontado como favorito, e o confronto de maior equilíbrio é São Paulo x Atlético-MG, o único entre brasileiros.
Das últimas dez edições de Libertadores, o Brasil ganhou cinco e esteve em nove finais. Em 2013, pode alcançar quatro taças consecutivas pela primeira vez na história.
A hegemonia é mais econômica do que técnica, mas tem a ver com a qualidade dos jogadores. E é agravada pelo declínio de clubes importantes de países vizinhos. O Uruguai não vence o torneio desde 1988. Na Argentina, clubes importantes decaíram. O River Plate foi para a segunda divisão há dois anos.
E mesmo o Boca contratou Carlos Bianchi com a missão de recolocá-lo em seu lugar.
O abismo econômico entre Brasil e o resto da América do Sul causa a ideia de que é proibido perder. Não é. As derrotas vão continuar acontecendo. Mais no início do que no fim do torneio. Há três semanas, dizia-se que os clubes brasileiros não acumulavam número tão baixo de pontos havia dez anos. E nunca houve tantos clubes do Brasil classificados para as oitavas de final.
Zebras não têm conta bancária, ou o Manchester United não seria eliminado pelo Basel numa temporada nem ficaria abaixo do Galatasaray na seguinte, na Champions League.
Mas hoje é muito menos provável do que há dez anos ter uma Libertadores em que um clube do Brasil não avance pelo menos até a final.

Hernane marca mais dois, reservas do Flamengo viram sobre o Macaé e time ainda pode ter chances no 'tapetão'


Após anotar um 'hat-trick' contra o Remo, Hernane marcou mais dois sobre o Macaé; o 'Brocador' tem 12 gols no Carioca
Após anotar um 'hat-trick' contra o Remo, Hernane marcou mais dois sobre o Macaé; o 'Brocador' tem 12 gols no Carioca
Jogando no estádio Moacyrzão, um time majoritariamente reserva do Flamengo contou com um segundo tempo inspirado para vencer o Macaé por 3 a 1, de virada, na última rodada da fase de grupos da Taça Rio. Hernane, duas vezes, e Nixon marcaram os gols da partida.

A princípio eliminado do Estadual, o Rubro-Negro ainda pode ter chances de classificação às semifinais do segundo turno caso o Fluminense perca para o Bangu neste domingo. O motivo é uma liminar do TJD-RJ que suspende o empate em 1 a 1 com o Duque de Caxias, no dia 6 de abril. Caso a partida seja remarcada, uma vitória pode levar o Fla a igualar os 13 pontos do segundo colocado Flu, e buscar a vaga no saldo de gols. O imbróglio não tem data de definição.

O jogo - Macaé começa quente e abre o placar cedo, mas Fla vira em segundo tempo implacável

Mesmo sabendo que ainda poderia ter chances de sobrevivência no Carioca, o técnico Jorginho optou por encarar o Macaé com uma equipe de reservas. A única exceção foi Hernane, que fez um pedido especial para jogar e foi escalado no comando de ataque.

Os primeiros minutos de jogo procuparam os poucos torcedores rubro-negros que compareceram ao estádio em Macaé. Logo aos 5, Ricardinho aproveitou bom lançamento para finalizar no canto. Paulo Victor fez grande defesa para evitar a abertura do placar.

Dois minutos depois, Rodrigo fez boa jogada pela esquerda e cruzou em direção à grande área. Marco Goiano subiu sozinho e cabeceou no canto. Desta vez, Paulo Victor nada pôde fazer, e o Macaé abriu 1 a 0.

Mas os lances de perigo pelo lado dos donos da casa não iriam muito além desta "blitz" inicial. Recomposto, o Flamengo começou a crescer dentro da partida e levou perigo com Rodolfo, que puxou contra-ataque em velocidade aos 11 e finalizou para defesa de Luís Henrique. No rebote, o próprio Rodolfo finalizou para fora.

Cleber Santana assustou com chutes perigosos aos 14 e aos 23, mas a bola passou ao largo do gol. Adryan obrigou Luís Henrique a fazer mais uma defesa aos 28, e Rodolfo chutou para fora aos 30. Aos 38 minutos, João Paulo recebeu de Rodolfo cara a cara, mas despediçou a melhor oportunidade rubro-negra do primeiro tempo.

Na volta dos vestiários, o jogo mudou de figura inteiramente. Disposto a buscar o empate, o Flamengo voltou com a marcação adiantada e marcou logo aos 2 minutos: Rodolfo cobrou escanteio da direita, a bola desviou na zaga e sobrou para Frauches. O garoto chutou cruzado, e a bola ficou à feição para Hernane mandar para o fundo das redes.

A "blitz", desta vez, seria rubro-negra. Aos 14, o estreante Digão fez boa jogada pela direita e cruzou. Adryan controlou a bola e finalizou, mas o goleiro Luís Henrique defendeu. Na sobra, Nixon emendou uma bomba e virou o jogo: 2 a 1 Flamengo.

Aos 16, a festa ficou completa. Adryan abriu boa bola para João Paulo na esquerda, e o camisa 6 acionou Luiz Antônio na grande área. O volante girou e tocou para Hernane, que finalizou no meio do gol. O goleiro Luís Henrique defendeu parcialmente, mas a bola acabou entrando. Foi o quinto gol do Brocador em um intervalo de apenas duas partidas, e seu 12º no Carioca.

E ficou por aí. Com o resultado definido em pouquíssimo tempo na segunda etapa, o Flamengo tocou a bola e ainda se deu ao luxo de desperdiçar algumas boas oportunidades. O destaque foi um lance de Lucas, que recebeu com extrema liberdade e finalizou em cima do goleiro Rerysson, que substituía o lesionado Luís Henrique.

Agora, o Rubro-Negro aguarda a partida do Fluminense contra o Bangu e a definição do imbróglio judicial no TJD-RJ para saber se continua ou não vivo no Carioca. O time também tem pela frente o confronto com o Campinense, pela segunda rodada da Copa do Brasil, mas a CBF ainda não anunciou as datas das partidas de ida e de volta.

Antes de 'férias' forçadas, Vasco se despede do Carioca com derrota para o Madureira



Tenorio
Tenorio tentou levar o Vasco à vitória, mas acabou cometendo o pênalti que selou o placar favorável ao Madureira
Após uma campanha decepcionante ao longo de três meses, o Vasco se despediu do Carioca com mais uma derrota amarga. O algoz da vez foi o Madureira, que balançou as redes com Derley, de pênalti, para selar o resultado final aos 32 minutos do segundo tempo.

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Agora, o elenco do Vasco receberá dez dias de "férias" antes de retomar os trabalhos. Já eliminado do Estadual, o clube treinará de olho no Campeonato Brasileiro, que começará no dia 26 de maio. Há ainda a Copa do Brasil, mas a caminhada cruzmaltina nesta competição só terá início em agosto, já nas oitavas de final.

O jogo - Vasco tenta, mas Madureira marca de pênalti e vence

Com seis alterações em relação ao time que venceu o Quissamã no último final de semana, o Vasco foi a campo disposto a dar um fim digno ao seu primeiro semestre. E o objetivo quase ficou mais próximo logo aos 7 minutos, quando Fellipe Bastos recebeu de Fillipe Soutto e emendou uma bomba. A bola passou à esquerda, assustando o goleiro Márcio.

Aos 19, começou o "bombardeio" de Tenorio, que cabeceou para fora bom cruzamento da esquerda. Aos 24, foi a vez de o equatoriano tentar marcar por cobertura, mas o goleiro Márcio impediu a abertura do placar. Aos 30, o atacante novamente tentou pelo alto, mas a bola desviou na zaga e saiu pela linha de fundo.

O Madureira começou a crescer de intensidade no final do primeiro tempo. Aos 33, Caio Cézar fez boa jogada na entrada da área e a bola sobrou para o experiente Jean, que finalizou de fora da área para boa defesa de Michel Alves.

Rodrigo Lindoso tentou aos 38, mas a bola saiu pela linha de fundo. Aos 40, Ramon voltou a chutar forte e Michel Alves fez mais uma grande defesa, antes do fim do primeiro tempo.

Na volta dos vestiários, o Vasco reclamou de pênalti em Tenorio logo aos 8 minutos, mas a arbitragem mandou seguir. Dakson exigiu mais uma boa defesa de Márcio aos 16, e Tenorio carimbou o travessão aos 17.

Mas a tarde estava fadada a acabar em mais um infortúnio para os poucos torcedores vascaínos que foram a Conselheiro Galvão. Aos 31 minutos, Tenorio, o jogador que mais criara jogadas perigosas no âmbito ofensivo, tentou uma acrobacia dentro da própria grande área e acertou a nuca de Derley. Pênalti, que o próprio jogador do Madureira cobrou no alto para abrir o placar.

O Vasco não se entregou nos minutos finais, mas a despedida melancólica já estava consumada. Com o resultado, o Madureira ultrapassou o próprio Vasco no grupo A da Taça Rio. Ainda à espera dos demais resultados da rodada, o Tricolor suburbano é provisoriamente o 3º colocado, com 9 pontos em sete partidas.. O Cruzmaltino é o 5º, com 8.

sábado, 20 de abril de 2013

Gaúcho


21h00 Juventude 3x2 Novo Hamburgo

Paraense

18h30 Remo 2x1 Paysandu-PA

Argentino

18h10 All Boys 1x1 San Martín
20h15 Quilmes 1x0 Estudiantes

Goiano

16h00 Atlético-GO 2x1 Goianésia
16h00 Itumbiara 1x1 Goiás

Cearense

16h00 Horizonte-CE 1x0 Ferroviário-CE

Carioca

15h30 Madureira 1x0 Vasco

18h30 Macaé 1x3 Flamengo

Alagoano

15h15 CEO 1x1 CSA
15h15 ASA 2x2 Murici
15h15 CRB 2x0 Corinthians-AL

Paranaense

15h00 Paraná Clube 2x1 Cianorte