21h00 Murici 1x2 CSA
Falamos campeonatos das séries A B C D campeonatos internacionais todos Português todos os resultados do Paulista da segunda divisão e ainda Futebol Internacional como Futebol Inglês Espanhol Italiano Portugal e o Argentino e campeonatos Importantes falaremos do Regional do Rio Grande do Norte do Cearense do Pernambucano e do Carioca e falamos da copa do nordeste
terça-feira, 19 de março de 2013
Finalistas pela 9ª vez consecutiva, Sollys e Unilever concentram 70% das melhores jogadoras da Superliga
Unilever, de Natália e Fofão, vai enfrentar Sollys, de Sheilla e Jaqueline, pela nona vez consecutiva na decisão
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Olhando para o ranking criado pela CBV (Confederação Brasileira de Vôlei) que elenca as melhores jogadoras da Superliga, é fácil perceber por que Sollys e Unilever estão em mais uma final juntos. Das 17 jogadoras mais bem ranqueadas pela entidade, nada menos do que 12 estão divididas entre Osasco e Rio de Janeiro. E a divisão, nesse caso, é completamente igualitária entre os dois: seis das melhores atletas estão no Sollys/Nestlé, enquanto outras seis vestem a camisa da Unilever.
São elas: Jaqueline, Sheilla, Thaísa, Adenízia, Fabíola e Fernanda Garay do lado paulista, e Natália, Fofão, Regiane, Valeskinha, Fabi e Juciely do lado carioca. Fora essas, sobram outras cinco jogadoras entre as melhores do ranking da CBV e, essas sim, estão divididas entre outras três equipes. Fabiana, Dani Lins e Sassá jogam pelo Sesi (semifinalista nesta temporada), Walewska joga pelo Vôlei Amil (também semifinalista) e Herrera veste a camisa do Praia Clube (que caiu nas quartas).
Além desses cinco times, restam outros cinco na Superliga que não têm sequer uma jogadora entre as 'top' da competição e, por conta disso, dificilmente conseguem ir além da primeira fase ou, no máximo, das quartas de final. Assim, as semifinalistas até mudam de vez em quando de uma temporada para outra, mas nos últimos nove anos, nenhuma dessas equipes conseguiu impedir que a mesma final se repetisse ano após ano.
Esse cenário de desequilíbrio técnico, porém, tem muito a ver com o desequilíbrio econômico das equipes da Superliga. Enquanto o Sollys/Nestlé é o que tem o maior investimento, a Unilever vem logo atrás, seguido por Sesi e Vôlei Amil que, em termos de recurso, destoam muito das outras equipes que disputam o torneio. Por conta disso, torna-se cada vez mais difícil 'equilibrar' a principal competição do vôlei nacional e evitar que a mesma briga por título se repita sempre.
ESPN.com.br
Unilever, de Natália e Fofão, vai enfrentar Sollys, de Sheilla e Jaqueline, pela nona vez consecutiva na decisão
A CBV tenta minimizar essa questão justamente com o ranking de jogadoras, que estabelece uma pontuação (de 1 a 7) para cada uma delas e tenta limitar a força dos times. De acordo com esse sistema, cada equipe pode ter, no máximo, três atletas com pontuação máxima (7) e, somando todo o elenco, pode chegar apenas a 32 pontos.
Mas esse ranqueamento ainda tem algumas exceções. Uma jogadora de pontuação 7 que foi formada na base do mesmo clube em que joga atualmente e permaneceu nele fica isenta do ranking e não conta na soma de pontos de sua equipe. É o caso de Adenízia, por exemplo, que foi formada no Sollys e tem pontuação 6, mas por ter sido da base do mesmo clube onde joga atualmente, não é levada em consideração nos 32 pontos máximos que a equipe pode ter na competição.
E é justamente esse sistema de ranqueamento que tem gerado questionamentos entre os times da Superliga feminina. Na última semana, o técnico do Vôlei Amil, José Roberto Guimarães, foi o principal 'porta-voz' desta reclamação ao dizer, após a eliminação para o Sollys/Nestlé na semifinal, que estava jogando contra uma "seleção nacional" e pedindo para a Confederação rever o sistema de pontos que não estava evitando o desequilíbrio na competição. Depois, Bernardinho, comandante da Unilever, foi mais cauteloso, mas também disse que teria de enfrentar toda uma "seleção" na final da Superliga e endossou os comentários do treinador da equipe de Campinas.
De qualquer forma, pelo menos de acordo com o ranqueamento para a temporada 2012/2013, o equilíbrio entre os finalistas existe. Osasco e Rio de Janeiro têm as melhores jogadoras desta Superliga e, na primeira fase, já travaram uma briga bem acirrada pela liderança da competição - que acabou ficando com a Unilever. Chegando à mais uma decisão, as duas equipes terão um único jogo para provar 'quem é melhor' nos detalhes e, enquanto isso, a CBV já começa a pensar em inovações para o ranqueamento na tentativa de minimizar o desequilíbrio que ainda existe e é grande na Superliga feminina.
Veja o ranking atual das atletas mais bem pontuadas pela CBV:
Jogadoras com 7 pontos
Fabiana (Sesi)
Fofão (Unilever)
Jaqueline (Sollys)
Natália (Unilever)
Sheilla (Sollys)
Thaisa (Sollys)
Walewska (Vôlei Amil)
Jogadoras com 6 pontos
Adenizia (Sollys)
Dani Lins (Sesi)
Fabíola (Sollys)
Regiane (Unilever)
Valeskinha (Unilever)
Sassá (Sesi)
Herrera (Praia Clube)
Fabi (Unilever)
Garay (Sollys)
Juciely (Unilever)
Fabiana (Sesi)
Fofão (Unilever)
Jaqueline (Sollys)
Natália (Unilever)
Sheilla (Sollys)
Thaisa (Sollys)
Walewska (Vôlei Amil)
Jogadoras com 6 pontos
Adenizia (Sollys)
Dani Lins (Sesi)
Fabíola (Sollys)
Regiane (Unilever)
Valeskinha (Unilever)
Sassá (Sesi)
Herrera (Praia Clube)
Fabi (Unilever)
Garay (Sollys)
Juciely (Unilever)
Lúcio deve admitir erro em entrevista e diminuir tensão com Ney Franco no São Paulo
No vestiário do São Paulo, o zagueiro Lúcio já admitiu que passou do limite na entrevista que concedeu no retorno da Argentina, quando afirmou: "Quando eu saí, o jogo estava 0 x 0!"
Eu empatei, eles perderam...
Ou ele, apontando o dedo para a substituição.
A admissão do vestiário pode se tornar pública na entrevista desta terça-feira, depois do treino da tarde. Se isso acontecer, a lógica é que a sensação de paz volte ao São Paulo. Ao menos em parte.
Porque é evidente o desconforto dos líderes do elenco com algumas decisões de Ney Franco. Também com a postura de fazer declarações públicas que mais tarde podem se voltar contra o próprio treinador.
Ney Franco está na encruzilhada mais séria desde que chegou ao São Paulo.
A diretoria lhe dá aval. Isso é fato. Nem Juvenal Juvêncio nem Adalberto Baptista têm intenção de trocar o técnico do São Paulo mais uma vez.
Mas é preciso que Ney Franco supere este momento e saia do episódio como o grande líder do vestiário são-paulino. Os próximos dias dirão.
Eu empatei, eles perderam...
Ou ele, apontando o dedo para a substituição.
A admissão do vestiário pode se tornar pública na entrevista desta terça-feira, depois do treino da tarde. Se isso acontecer, a lógica é que a sensação de paz volte ao São Paulo. Ao menos em parte.
Porque é evidente o desconforto dos líderes do elenco com algumas decisões de Ney Franco. Também com a postura de fazer declarações públicas que mais tarde podem se voltar contra o próprio treinador.
Ney Franco está na encruzilhada mais séria desde que chegou ao São Paulo.
A diretoria lhe dá aval. Isso é fato. Nem Juvenal Juvêncio nem Adalberto Baptista têm intenção de trocar o técnico do São Paulo mais uma vez.
Mas é preciso que Ney Franco supere este momento e saia do episódio como o grande líder do vestiário são-paulino. Os próximos dias dirão.
Caixa apertado
O acerto do Flamengo com Jorginho tem a ver diretamente com a falta de dinheiro na Gávea. Mano Menezes, amigo do diretor de futebol Paulo Pelaipe, era o preferido da cartolagem rubro-negra, mas teve sua contratação atrapalhada por causa de seu salário. O ex-técnico da seleção teria que ganhar mais do que Dorival Jr., cujo vencimento chegava a R$ 600 mil. Jorginho vai receber aproximadamente R$ 300 mil mensais.
Currículo. Aliás, Jorginho mal chegou à Gávea e já há dirigentes torcendo o nariz para sua contratação. Entendem que o ex-jogador não tem experiência para resolver os problemas do clube rapidamente: é apenas um nome promissor e uma aposta.
Dois coelhos... Coordenador do curso da Fifa na FGV, Pedro Trengrouse está dando aulas na Bocconi, uma das maiores universidades da Itália, onde leciona gestão esportiva no Fifa Master Bocconi. Ele está alinhavando audiência de Márcio Braga com o papa Francisco.
...numa cajadada só. Durante a visita do pontífice na próxima jornada mundial da juventude, no Rio, o ex-presidente flamenguista pretende entregar a camisa do clube ao papa Francisco, a exemplo do que fizera com João Paulo 2º e Bento 16.
'Test'... O acordo publicitário do Santos com a Chery por três jogos prevê ações de marketing com os torcedores, que poderão dirigir carros da montadora.
... 'drive' A ideia é fazer com que torcedores do Santos possam ir ao estádio num carro da montadora chinesa para conhecer o produto e possivelmente comprá-lo.
Estourou. Os 5.000 assentos provisórios da Fonte Nova para a Copa das Confederações vão custar mais caro que o previsto. No ano passado, quando decidiu alugar as cadeiras, a previsão do governo da Bahia era de gastar R$ 10 milhões com o serviço. Mas a licitação prevê desembolso de R$ 11,4 milhões.
Em dobro. Como os assentos provisórios serão alugados também para a Copa-2014, esse aumento representará R$ 2,8 milhões de gastos a mais com o estádio.
Apresentação. Como programado, o Corinthians fez seu primeiro contato telefônico com a família de Kevin Espada anteontem.
Agendado. A primeira conversa foi de apresentação, na qual o clube se solidarizou pela morte do menino. Um novo contato deve acontecer no final da semana para, aí sim, ser abordada a ideia de oferecer uma quantia em dinheiro à família.
Reencontro. Há a chance de a família receber parte da arrecadação com bilheteria do jogo entre Corinthians e San José --Kevin faleceu no jogo de ida do confronto.
segunda-feira, 18 de março de 2013
Torcendo o nariz
Fãs de São Paulo e Palmeiras continuam a torcer o nariz para as equipes, sobretudo em apresentações recentes. Ambas não acumulam resultados ruins na temporada, se forem levadas em conta as estatísticas, mas não empolgam. Não foi por acaso que ontem seus seguidores voltaram a presenteá-las com vaias, ao final de jogos no Morumbi e no ABC.
Descontados estragos nos gramados por causa da chuva e vento já outonais, a ausência de aplausos foi merecida. O São Paulo ganhou mais uma, se mantém no topo do Paulista, porém não entusiasmou nos 3 a 2 sobre o Oeste. O Palmeiras comportou-se quase como catadão no 1 a 1 com o lanterna São Caetano.
A partida no Anacleto Campanella deixou, outra vez, a sensação de que a turma alviverde tomou gosto de comportar-se como clube pequeno. A autodepreciação está embutida no discurso tímido da cartolagem (com ênfase na contenção de despesas), passa pela composição do elenco (não há um jogador acima da média após a saída de Barcos) e chega a Gilson Kleina. O técnico ousa pouco - e mesmo que quisesse ser atirado as opções de que dispõe o desencorajam.
A limitação sobressaiu no duelo com um adversário ameaçado de rebaixamento, no qual o talento do veterano Rivaldo não resolve. O Palmeiras teve posse de bola maior, no primeiro tempo, sem que isso resultasse em claras situações de gol. Para frustração de boa parte dos 2360 que se arriscaram a ir ao estádio, Henrique perdeu pênalti e Éder colocou o Azulão em vantagem.
Kleina mexeu na equipe, e a melhor coisa que fez se concentrou na entrada de Leandro. O atacante que veio no pacote de quatro atletas remetidos pelo Grêmio - quando chegará e quem será o quinto? - deu dinâmica ao ataque e marcou o gol de empate. Em compensação, na sequência errou passes e chutes.
O São Caetano recorreu ao que lhe cabia, ou seja, fechar-se de qualquer jeito. A opção defensiva dos donos da casa ressaltou a pobreza criativa palmeirense: não houve um lance mais bem elaborado, um drible, um passe, um lançamento em profundidade. Como esperar surpresa de Márcio Araújo, Wesley, Vílson? O bom e barato versão 2013, e inventado numa das tantas gestões Mustafá, até agora empilha 6 vitórias, 6 empates e 3 derrotas em jogos oficiais. Números bacanas, não? Mas futebol oscilante.
Retrospecto semelhante ao do São Paulo, que jogou 17 vezes no ano, perdeu 4, empatou 3, ganhou 10. Vai muito bem, obrigado? Nem tanto. O entrave principal se repetiu no duelo com presa fácil: a instabilidade. A rapaziada de Ney Franco vai da pressão total ao marasmo no mesmo jogo, como ontem. Abriu 2 a 0 no Oeste, sem muito esforço, e passou a impressão de goleada. Levou um antes do intervalo e esfriou. Fez o terceiro, no segundo tempo, mas tomou o segundo e temeu pelo empate.
Os 7800 e tantos abnegados que tomaram chuva ficaram apreensivos e, após o apito final, mostraram alívio com... assobios. O treinador reconheceu a inconstância e sabe que o abacaxi é espinhoso. No Estadual a situação está sob controle. O que pega é a Libertadores. Nela, a eficiência intermitente do São Paulo provoca aflição.
Estava na cara. O Flamengo diz que dispensou Dorival Júnior por falta de acordo financeiro. A direção sugeriu 50% na redução dos salários e ele aceitou 40% agora e mais 10% no meio do ano. Ora, se o clube quisesse acerto, teria topado. A intenção era livrar-se dele. Tanto que, pouco mais de 24 horas depois, anunciou Jorginho como sucessor. Está explicado.
Descontados estragos nos gramados por causa da chuva e vento já outonais, a ausência de aplausos foi merecida. O São Paulo ganhou mais uma, se mantém no topo do Paulista, porém não entusiasmou nos 3 a 2 sobre o Oeste. O Palmeiras comportou-se quase como catadão no 1 a 1 com o lanterna São Caetano.
A partida no Anacleto Campanella deixou, outra vez, a sensação de que a turma alviverde tomou gosto de comportar-se como clube pequeno. A autodepreciação está embutida no discurso tímido da cartolagem (com ênfase na contenção de despesas), passa pela composição do elenco (não há um jogador acima da média após a saída de Barcos) e chega a Gilson Kleina. O técnico ousa pouco - e mesmo que quisesse ser atirado as opções de que dispõe o desencorajam.
A limitação sobressaiu no duelo com um adversário ameaçado de rebaixamento, no qual o talento do veterano Rivaldo não resolve. O Palmeiras teve posse de bola maior, no primeiro tempo, sem que isso resultasse em claras situações de gol. Para frustração de boa parte dos 2360 que se arriscaram a ir ao estádio, Henrique perdeu pênalti e Éder colocou o Azulão em vantagem.
Kleina mexeu na equipe, e a melhor coisa que fez se concentrou na entrada de Leandro. O atacante que veio no pacote de quatro atletas remetidos pelo Grêmio - quando chegará e quem será o quinto? - deu dinâmica ao ataque e marcou o gol de empate. Em compensação, na sequência errou passes e chutes.
O São Caetano recorreu ao que lhe cabia, ou seja, fechar-se de qualquer jeito. A opção defensiva dos donos da casa ressaltou a pobreza criativa palmeirense: não houve um lance mais bem elaborado, um drible, um passe, um lançamento em profundidade. Como esperar surpresa de Márcio Araújo, Wesley, Vílson? O bom e barato versão 2013, e inventado numa das tantas gestões Mustafá, até agora empilha 6 vitórias, 6 empates e 3 derrotas em jogos oficiais. Números bacanas, não? Mas futebol oscilante.
Retrospecto semelhante ao do São Paulo, que jogou 17 vezes no ano, perdeu 4, empatou 3, ganhou 10. Vai muito bem, obrigado? Nem tanto. O entrave principal se repetiu no duelo com presa fácil: a instabilidade. A rapaziada de Ney Franco vai da pressão total ao marasmo no mesmo jogo, como ontem. Abriu 2 a 0 no Oeste, sem muito esforço, e passou a impressão de goleada. Levou um antes do intervalo e esfriou. Fez o terceiro, no segundo tempo, mas tomou o segundo e temeu pelo empate.
Os 7800 e tantos abnegados que tomaram chuva ficaram apreensivos e, após o apito final, mostraram alívio com... assobios. O treinador reconheceu a inconstância e sabe que o abacaxi é espinhoso. No Estadual a situação está sob controle. O que pega é a Libertadores. Nela, a eficiência intermitente do São Paulo provoca aflição.
Estava na cara. O Flamengo diz que dispensou Dorival Júnior por falta de acordo financeiro. A direção sugeriu 50% na redução dos salários e ele aceitou 40% agora e mais 10% no meio do ano. Ora, se o clube quisesse acerto, teria topado. A intenção era livrar-se dele. Tanto que, pouco mais de 24 horas depois, anunciou Jorginho como sucessor. Está explicado.
Apenas uma voz
A conquista da Taça Libertadores em 2005 e o tricampeonato brasileiro nos anos seguintes podem ter afastado o São Paulo da rota que ele próprio ajudou a criar para o futebol brasileiro. Enquanto esteve praticamente sozinho na terra de cegos, alguns parâmetros de organização e de instrumentalização do conhecimento foram estabelecidos. Não havia concorrência naquele nível, exceto o Internacional, campeão da América em 2006 e 2010.
Foi um período importante, a ponto de virar a regra para o que viria a seguir. Com Muricy Ramalho no comando, o trabalho coerente, de equipe, dentro e fora do campo, mostrou que mesmo sem um craque era possível vencer, desde que tudo funcionasse bem.
O sucesso é perigoso. Ao mesmo tempo em que molda o padrão, abastece a vaidade e desfoca o alvo. Estava claro que as virtudes do campo espelhavam o resultado do que se construía fora dele.
Faltava um ou outro detalhe ao time, como um jogador no meio de campo com maior capacidade de organizar o jogo, mesmo assim o clube empilhava títulos. Era o suficiente para aquele momento, para aquele tipo de situação. Hoje é pouco.
Para que serve a liderança do Paulista se a classificação na primeira fase da Libertadores está ameaçada? Os defeitos aparecem na competição mais exigente e mostram como o São Paulo se afastou de seus princípios.
O exemplo está no andar de cima. Enquanto Xavi, Iniesta e Messi atuarem juntos, e em alto nível, o modelo do Barcelona poderá ser reconstruído. Mas no futuro, o time atual será uma perigosa referência. Provavelmente, muitas escalações serão comparadas ao que vemos hoje, produzindo uma incômoda e desnecessária decepção.
Quer dizer, então, que o São Paulo é vitima de seu sucesso? Não, não é simples assim. Os jogadores mudam, o talento se desloca, mas o padrão pode ser mantido, principalmente na maneira de dirigir a instituição. E isso foi perdido no tsunami da soberba.
Hoje a condução é personalista e a autoridade questionada. A crença da superioridade definitiva interfere nos resultados. No momento de avançar, de superar aquele estágio, o clube estacionou.
Esquentar o óleo da frigideira de Ney Franco é fácil, difícil é enquadrar Luis Fabiano, é fazê-lo entender a hierarquia e mantê-lo em campo nos momentos cruciais. A percepção de quem vive o dia a dia do clube é que a administração já foi mais profissional. De fora, a visão não é muito diferente.
É o caso do Corinthians. O óbvio ululante é que "jamais na história deste País" houve tanta organização em seu departamento de futebol. Seja para contratar um jogador ou para ensiná-lo como funciona o acesso ao grupo titular.
Certamente não se chega a esse nível ouvindo apenas uma voz. Há muito tempo os treinadores estão isolados no São Paulo, independentemente de competência ou personalidade. Assim fica mais fácil eliminá-los. Se não prestam, a culpa deve ser dividida com quem os escolheu.
Foi um período importante, a ponto de virar a regra para o que viria a seguir. Com Muricy Ramalho no comando, o trabalho coerente, de equipe, dentro e fora do campo, mostrou que mesmo sem um craque era possível vencer, desde que tudo funcionasse bem.
O sucesso é perigoso. Ao mesmo tempo em que molda o padrão, abastece a vaidade e desfoca o alvo. Estava claro que as virtudes do campo espelhavam o resultado do que se construía fora dele.
Faltava um ou outro detalhe ao time, como um jogador no meio de campo com maior capacidade de organizar o jogo, mesmo assim o clube empilhava títulos. Era o suficiente para aquele momento, para aquele tipo de situação. Hoje é pouco.
Para que serve a liderança do Paulista se a classificação na primeira fase da Libertadores está ameaçada? Os defeitos aparecem na competição mais exigente e mostram como o São Paulo se afastou de seus princípios.
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Quer dizer, então, que o São Paulo é vitima de seu sucesso? Não, não é simples assim. Os jogadores mudam, o talento se desloca, mas o padrão pode ser mantido, principalmente na maneira de dirigir a instituição. E isso foi perdido no tsunami da soberba.
Hoje a condução é personalista e a autoridade questionada. A crença da superioridade definitiva interfere nos resultados. No momento de avançar, de superar aquele estágio, o clube estacionou.
Esquentar o óleo da frigideira de Ney Franco é fácil, difícil é enquadrar Luis Fabiano, é fazê-lo entender a hierarquia e mantê-lo em campo nos momentos cruciais. A percepção de quem vive o dia a dia do clube é que a administração já foi mais profissional. De fora, a visão não é muito diferente.
É o caso do Corinthians. O óbvio ululante é que "jamais na história deste País" houve tanta organização em seu departamento de futebol. Seja para contratar um jogador ou para ensiná-lo como funciona o acesso ao grupo titular.
Certamente não se chega a esse nível ouvindo apenas uma voz. Há muito tempo os treinadores estão isolados no São Paulo, independentemente de competência ou personalidade. Assim fica mais fácil eliminá-los. Se não prestam, a culpa deve ser dividida com quem os escolheu.
História ligeira
Não vá o sapateiro além dos sapatos e o jornalista além dos fatos.
Havia em 1964 um governo confuso e fraco no Brasil, presidido por um certo JG que havia sido eleito vice-presidente do renunciante amalucado JQ, que havia sucedido JK, predestinado a voltar nas eleições previstas para 1965.
JG tinha o apoio de setores progressistas para fazer certas reformas que se impunham no país desigual, mas foi derrubado pelo golpe dado por militares que rasgaram a Constituição, apoiado pela sociedade civil com Deus pela Família e a Propriedade.
O alegado risco de o Brasil se tornar comunista era o mesmo que de a seleção brasileira, então bicampeã mundial de futebol, perder um jogo contra o time infantil dos EUA.
O tempo engrossou, houve quem reagisse ao golpe, alguns poucos políticos de caráter, intelectuais sensíveis, artistas corajosos e, sobretudo, estudantes.
De indignação em indignação, de repressão em repressão, o tempo foi fechando até que a ditadura de fachada cordial se assumiu como tal, com o quinto Ato Institucional, que fechou o Congresso Nacional e suspendeu até o direito individual.
Então, como disse não Lenin, muito menos Che, mas Kennedy, "os que fazem a revolução pacífica inviável tornam a revolução armada inevitável".
JG, JQ, JK, os da política, estavam todos cassados pelos golpistas, entre eles o líder integralista Plínio Salgado, por meio de quem José Maria Marin entrou para a política.
Assim, patriotas equivocados como alguém disse depois, pegaram em armas para, de maneira suicida, tentar derrubar a inabalável ditadura que, com seu poder férreo, abusou da tortura e dos assassinatos de seus inimigos.
E é disso que se trata agora, por meio da Comissão Nacional da Verdade, que convocará Marin.
Contar tintim por tintim quem torturou, quem matou, quem alcaguetou ou foi cúmplice da barbárie.
Os que resistiram, por mais erros que tenham cometido, lutavam contra quem feriu o processo democrático e, mesmo em busca de uma outra ditadura, a tal do proletariado, foram punidos com prisão, morte, exílio, sumiço e, pior, torturas.
Em seguida, pela via da política, vieram a distensão, a Anistia, que não significa esquecimento, as Diretas Já!, derrotadas, a Nova República que de nova teve nada, o impedimento dos colloridos e os mensalões tucanos e petistas.
Hoje, com um país, apesar de tudo, muito melhor que o de antes, busca-se apurar os crimes do Estado. Simples assim.
Daí o presidente do COL estar em maus lençóis e em tal desespero que usa a página da CBF para tentar explicar o inexplicável.
Daí, também, mais de 40 mil brasileiros já terem assinado a petição "Fora Marin!".
Porque, além de dedo-durar, ele discursou para o torturador Sérgio Paranhos Fleury elogiar. Ou também vai negar?
A Itália de Felipão
Felipão foi convidado a assumir a seleção da Itália em agosto de 2002, logo depois de conquistar o título mundial pelo Brasil.
A afirmação é do próprio treinador, em entrevista ao jornal italiano "La Gazzetta dello Sport" na última terça-feira. Um dos motivos para não ter aceitado foi a proposta de Portugal, logo em seguida. Outro, o fato de os italianos, como os brasileiros, serem reticentes com técnicos estrangeiros.
Somos mesmo. Mas com treinadores brasileiros também. Ai, se Felipão perder da Itália na quinta...
Para vencer, a lógica do treinador da seleção é montar um time mais italiano. Uma equipe mais recheada por volantes marcadores, daqueles que recuperam a posse de bola e nem sempre sabem para onde dar o passe. Nas últimas décadas, esse estilo é bem brasileiro.
Mas Felipão escolheu volantes marcadores que sabem tratar a bola. Luiz Gustavo, do Bayern, é bom. É o reserva da dupla Javi Martínez e Schweinsteiger na equipe. Mas na terça-feira, contra o Arsenal, jogou melhor do que o volante espanhol, contratado a peso de ouro.
Felipão não quer brucutus como cabeças de área. Quer protetores da defesa. É parte de sua limitação não saber jogar com armadores como volantes. Paulinho e Ramires, acostumados a construir jogadas, precisam de adaptação para ficarem mais recuados. E Felipão necessita dessa segurança. Logo, quinta-feira é dia dos cabeças de área.
O BRASIL DE PRANDELLI
Eis a diferença para a Itália de hoje. Cesare Prandelli monta um time à maneira como os italianos gostam de jogar. A Azzurra não tem fantasia. Mas o projeto de reconstrução do futebol italiano --sim, existe um projeto-- olha o que há de mais moderno no planeta.
Arrigo Sacchi é o diretor das divisões de base, observa o que se faz na escola do Barcelona e na do Ajax --berço de Cruyff e Rinus Michels, mestres da escola de formação do Barça. Prandelli jogou contra a Holanda, em fevereiro, com Candreva na ponta direita. Avança e recua mudando o sistema de acordo com sua movimentação. Os volantes, Pirlo, Marchisio, Montolivo, ou Verratti, contra a Holanda, todos têm bom passe e visão de jogo.
O Brasil de Felipão não pode ser só dos volantes. Precisa ser de Neymar e Kaká. Contra a Itália, provavelmente Kaká por dentro, Neymar na ponta esquerda --com Mano Menezes, era o contrário.
A Itália será adversária do Brasil pelo menos duas vezes neste ano. Na quinta-feira, em Genebra, e em 22 de junho, em Salvador.
Entre os dois duelos, Felipão tentará construir uma equipe com cabeça, corpo e membros. Ela não precisa ter volantes de bom passe, como Prandelli deseja na Itália. Precisa ter rosto. Se conseguir isso, Felipão provavelmente será tratado na Itália com alguém que poderia ter mesmo dirigido a Azzurra.
E terá tranquilidade para trabalhar no Brasil.
JOGA, NEYMAR
Neymar teve bons momentos contra o Guarani, o que é impressionante levando em conta a semana que teve. Festança na segunda, atraso para o treino na sexta. Não é 100% garantido que algumas apresentações ruins tenham sido causadas por isso. Mas ele precisa de cuidado para não extrapolar.
WESLEY É MAIS
Wesley não é armador, e o Palmeiras sente falta das bolas enfiadas por Valdivia. Mas, na prática, Wesley significa mais. No início do ano, dos primeiros 23 gols do Palmeiras, Wesley deu o passe decisivo cinco vezes. Kleina ainda sofre para acertar o time. Pode ser que não dê tempo para o técnico.
Reajuste salarial interferiu em demissão de Dorival Júnior. Mano Menezes não será o técnico
Dorival Júnior foi dispensado pelo Flamengo pelos resultados ruins das últimas partidas. É claro. Mas também porque uma cláusula de contrato previa reajuste salarial nas próximas semanas. O salário de Dorival Júnior chegaria a um patamar que o Flamengo não pretendia pagar.
O próximo técnico rubro-negro ganhará em torno de R$ 200 mil a R$ 250 mil.
Também por causa disso, Mano Menezes não será procurado.
Outro nome cogitado pela proximidade com o diretor-executivo Paulo Pelaipe é Celso Roth. Esse nome também está descartado.
O Flamengo precisará de uma solução criativa. Tem de inventar um nome, que aceite ganhar menos do que os medalhões que poderiam chegar à Gávea.
O novo técnico vai se adaptar à política de pagamento do clube.
No início do ano, o clube trocou Vágner Love por Hernane.
A troca de Dorival Júnior segue a mesma lógica.
O próximo técnico rubro-negro ganhará em torno de R$ 200 mil a R$ 250 mil.
Também por causa disso, Mano Menezes não será procurado.
Outro nome cogitado pela proximidade com o diretor-executivo Paulo Pelaipe é Celso Roth. Esse nome também está descartado.
O Flamengo precisará de uma solução criativa. Tem de inventar um nome, que aceite ganhar menos do que os medalhões que poderiam chegar à Gávea.
O novo técnico vai se adaptar à política de pagamento do clube.
No início do ano, o clube trocou Vágner Love por Hernane.
A troca de Dorival Júnior segue a mesma lógica.
Flamengo anuncia Jorginho, e treinador começa a trabalhar já nesta segunda
Getty
Jorginho foi anunciado como técnico do Flamengo
A diretoria do Flamengo anunciou na noite deste domingo Jorginho como o novo técnico da equipe. O treinador assinou contrato até dezembro de 2014 e começa a trabalhar com o elenco já nesta segunda-feira. A apresentação pode acontecer pela manhã, na Gávea, e à tarde ele já deve comandar o primeiro treinamento no Ninho do Urubu.
Jorginho chega para substituir Dorival Júnior, que foi demitido no último sábado. O Flamengo alegou motivos financeiros para a saída do antigo treinador, que não aceitou a proposta do clube de reduzir o salário em 50%.
A primeira partida de Jorginho no comando do clube rubro-negro será no próximo sábado, contra o Boavista, no Engenhão.
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"Jorginho é um profissional com larga experiência internacional, passagem pela seleção brasileira, íntegro, respeitado, com história no clube como jogador. Certamente é um ótimo nome para o futebol do Flamengo", afirmou Wallim Vasconcellos, vice presidente de futebol, em entrevista ao site oficial do clube na internet.
A nota oficial do Flamengo ainda diz: "Aos 48 anos, recém chegado de estágios nos CT's do Barcelona e Real Madri, Jorginho é um profissional que preenche o perfil desejado pela nova diretoria: jovem, estudioso do futebol, com grande liderança e identificação com a história do clube - foi campeão carioca e brasileiro - e incentivador do trabalho de integração com as categorias de base". Jorginho trará o auxiliar técnico Aílton Ferraz para trabalhar junto com ele.
Por conta da redução de custos planejada pela diretoria rubro-negra, Jorginho era o principal alvos, já que não tem um salário tão elevado e preenche os requisitos técnicos que o clube queria. O próprio treinador já havia até admitido certo interesse em dirigir o Flamengo, em participação na última quarta-feira no Bate-Bola, da ESPN Brasil.
"Passei por lá e criei uma história dentro do clube, foi um dos melhores momentos da minha vida profissional. Agora sou um treinador e sou alguém respeitado, então é uma coisa que vai acontecer. Não sei quando, sinceramente, e hoje o Flamengo tem um grande treinador. Mas quem sabe, no futuro... Vamos aguardar", afirmou Jorginho.
"Passei por lá e criei uma história dentro do clube, foi um dos melhores momentos da minha vida profissional. Agora sou um treinador e sou alguém respeitado, então é uma coisa que vai acontecer. Não sei quando, sinceramente, e hoje o Flamengo tem um grande treinador. Mas quem sabe, no futuro... Vamos aguardar", afirmou Jorginho.
O último trabalho do novo treinador flamenguista foi no Kashima Antlers, do Japão, onde ficou até dezembro de 2012. Lá, Jorginho foi campeão da Copa da Liga Japonesa e da Copa Suruga Bank. Antes disso, o ex-lateral começou a carreira de treinador em 2005, no América-RJ. Depois foi auxiliar de Dunga na seleção brasileira, onde conquistou a Copa América de 2007 e a Copa das Confederações de 2009, mas foi eliminado pela Holanda nas quartas de final da Copa do Mundo de 2010. Na sequência, ainda dirigiu Goiás e Figueirense antes de ir para o Kashima.
Confira a carreira como auxiliar e técnico de Jorginho:
Clubes: América-RJ (2005-2006), Brasil (2006-2010), Goiás (2010), Figueirense (2011) e Kashima Antlers-JAP (2012).
Títulos: Copa América (2007), Copa das Confederações (2009), Copa Suruga Bank (2012) e Copa da Liga Japonesa (2012
Clubes: América-RJ (2005-2006), Brasil (2006-2010), Goiás (2010), Figueirense (2011) e Kashima Antlers-JAP (2012).
Títulos: Copa América (2007), Copa das Confederações (2009), Copa Suruga Bank (2012) e Copa da Liga Japonesa (2012
Sharapova domina Wozniacki e é bicampeã em Indian Wells
A russa Maria Sharapova (cabeça de chave número dois), conquistou neste domingo o WTA de Indian Wells com uma vitória sobre a dinamarquesa Caroline Wozniacki por 2 sets a 0 (6/2 e 6/2), em partida de uma hora e 21 minutos.
| Frederic J. Brown/AFP |
| Maria Sharapova devolve a bola no duelo contra Wozniacki |
Foi a quinta vitória de Sharapova sobre Wozniacki, em sete confrontos. A russa não perde para a rival faz três jogos --a última derrota tinha sido justamente em Indian Wells, em 2011, quando a dinamarquesa se sagrou campeã.
Este foi o 28º título da carreira da musa russa, campeã de Roland Garros no ano passado.
Na partida deste domingo, a russa não demorou a chegar na primeira quebra e deixar Wozniacki em posição desconfortável no placar. Pressionada no fundo da quadra, a dinamarquesa se esforçava para devolver a bola, mas Sharapova fechou a parcial em 6/2.
A russa manteve o ritmo no segundo set e logo abriu 2 a 0, precisando apenas controlar o ritmo para chegar novamente ao placar de 6 a 2 e ganhar seu primeiro título de 2013, que a coloca também na segunda colocação do ranking da WTA, atrás apenas da americana Serena Williams.
| Matthew Stockman/AFP | ||
| A russa Maria Sharapova posa com o troféu de campeã do torneio de Indian Wells, na Califórnia (EUA |
Copa Kaiser - Zona Leste
Etapa 1
L-24
EC Ajax - Vila Rica 3 x 0 Aguia Rocinha
L-12
Carrão - Vila Carrão 0 x 2 Colorado - Cid. Castro Alves
L-9
Só Alegria 0 x 0 Madrid FC - Mooca
L-10
Paulista FC - Itaim Paulista 1 x 1 Kemel Kizomba - Cid. Kemel
L-9
EC Canindé - Jardim Marilu 0 x 0 Cruz Credo - Vila Formosa
L-8
Tricolor Tradefer - Jd. Penha 1 x 0 União Gleba do Pêssego
L-7
América - V. Iolanda II 1 x 0 Fumaça Futebol e Farra - Jd. Marília
L-6
Sambreja Boll - Vila Cardoso Franco 1 x 1 8 de maio - Guaianases
L-10
Mec-Maranhão - Cid. Tiradentes 1 x 1 Meninos da Vila - Jd. Elba
L-12
Novo Sapopemba 4 x 2 Botafogo FC - Vila Talarico
L-7
Panela FC - Cohab T. Vilela 1 x 0 AE Juventude - São Mateus
L-8
EC Vila Nova 1 x 1 Associação Portuguesa - P. Rasa
L-3
Santa Cruz - Jardim Sinhá 0 x 0 Leões Unidos - Inácio Monteiro
Sete de Setembro - Vila Progresso 1 x 0 Família - Vila Miami
L-5
Adega FC - AE Carvalho 4 x 0 Vila Rica
L-6
Canarinho FC - São Mateus 1 x 1 Da Rocha - Itaim Paulista
L-11
EC Verona - Cid. Tiradentes 0 x 0 Piratininga - 3ª Divisão
L-4
Tornado 1 x 3 Fumaça - Cid. Tiradentes
L-5
Meninos Unidos do Laranjeiras 1 x 1 X do Morro - AE Carvalho
L-1
XI Primos - Vila Carioca 2 x 2 Garotinho - Jd. Nove de Julho
L-2
Juventude FC - Vila Prudente 0 x 1 Santa Cruz - Jd. Pedro José Nunes
L-4
Coroado - Guaianases 3 x 0 Portuguesa FC - Cohab T. Vilela
L-1
Jardim Verônia - E. Matarazzo 1 x 0 Caldeirão - Vila Nhocuné
L-2
Primavera - Jd. Fanganiello 4 x 6 1° de maio FC - Tatuapé
L-11
SDX - Cidade Tiradentes 3 x 0 Lazio FC - Tatuapé
L-24
EC Ajax - Vila Rica 3 x 0 Aguia Rocinha
L-12
Carrão - Vila Carrão 0 x 2 Colorado - Cid. Castro Alves
L-9
Só Alegria 0 x 0 Madrid FC - Mooca
L-10
Paulista FC - Itaim Paulista 1 x 1 Kemel Kizomba - Cid. Kemel
L-9
EC Canindé - Jardim Marilu 0 x 0 Cruz Credo - Vila Formosa
L-8
Tricolor Tradefer - Jd. Penha 1 x 0 União Gleba do Pêssego
L-7
América - V. Iolanda II 1 x 0 Fumaça Futebol e Farra - Jd. Marília
L-6
Sambreja Boll - Vila Cardoso Franco 1 x 1 8 de maio - Guaianases
L-10
Mec-Maranhão - Cid. Tiradentes 1 x 1 Meninos da Vila - Jd. Elba
L-12
Novo Sapopemba 4 x 2 Botafogo FC - Vila Talarico
L-7
Panela FC - Cohab T. Vilela 1 x 0 AE Juventude - São Mateus
L-8
EC Vila Nova 1 x 1 Associação Portuguesa - P. Rasa
L-3
Santa Cruz - Jardim Sinhá 0 x 0 Leões Unidos - Inácio Monteiro
Sete de Setembro - Vila Progresso 1 x 0 Família - Vila Miami
L-5
Adega FC - AE Carvalho 4 x 0 Vila Rica
L-6
Canarinho FC - São Mateus 1 x 1 Da Rocha - Itaim Paulista
L-11
EC Verona - Cid. Tiradentes 0 x 0 Piratininga - 3ª Divisão
L-4
Tornado 1 x 3 Fumaça - Cid. Tiradentes
L-5
Meninos Unidos do Laranjeiras 1 x 1 X do Morro - AE Carvalho
L-1
XI Primos - Vila Carioca 2 x 2 Garotinho - Jd. Nove de Julho
L-2
Juventude FC - Vila Prudente 0 x 1 Santa Cruz - Jd. Pedro José Nunes
L-4
Coroado - Guaianases 3 x 0 Portuguesa FC - Cohab T. Vilela
L-1
Jardim Verônia - E. Matarazzo 1 x 0 Caldeirão - Vila Nhocuné
L-2
Primavera - Jd. Fanganiello 4 x 6 1° de maio FC - Tatuapé
L-11
SDX - Cidade Tiradentes 3 x 0 Lazio FC - Tatuapé
Copa Kaiser - Zona Oeste
tapa 1
Grupo O-2
Jardim Regina - Pirituba 0 x 0 João Paulo - Jd. Maracanã
Grupo O-4
Associação São Marcos - Pirituba 1 x 1 Amigos - Residencial Sol Nascente
Grupo O-2
100 Juízo - Jd. Esperança 1 x 0 Alvorada - Jaraguá
Grupo O-4
Praça - Pirituba 2 x 1 Caju - Jaguaré
Grupo O-3
Associação Iguape - Jd. Iracema 1 x 2 Vila Nova Paquetá - Pirituba
Grupo O-1
Catumbi - San Remo 2 x 0 Boca Júnior - Pirituba
Grupo O-3
Parque Maria Domitila 1 x 2 Estrela - Rio Pequeno
Grupo O-1
Clube Favela - Rio Pequeno 1 x 1 Família 100 Valor - Jd. Panamericano
Grupo O-2
Jardim Regina - Pirituba 0 x 0 João Paulo - Jd. Maracanã
Grupo O-4
Associação São Marcos - Pirituba 1 x 1 Amigos - Residencial Sol Nascente
Grupo O-2
100 Juízo - Jd. Esperança 1 x 0 Alvorada - Jaraguá
Grupo O-4
Praça - Pirituba 2 x 1 Caju - Jaguaré
Grupo O-3
Associação Iguape - Jd. Iracema 1 x 2 Vila Nova Paquetá - Pirituba
Grupo O-1
Catumbi - San Remo 2 x 0 Boca Júnior - Pirituba
Grupo O-3
Parque Maria Domitila 1 x 2 Estrela - Rio Pequeno
Grupo O-1
Clube Favela - Rio Pequeno 1 x 1 Família 100 Valor - Jd. Panamericano
Copa Kaiser - Zona Sul
Etapa 1
Grupo S-1
Castelo - Santo Amaro 3 x 0 Chácara do Conde
Bafômetro - Heliópolis 3 x 2 Botafogo da Favela - Jd. Irene
Grupo S-2
Nós Travamos - Jd. Ângela 0 x 0 Parque São Paulo
Ajax - Jd. São Jorge 0 x 1 ABC - Pedreira
Grupo S-3
Pioneer - Vila Guacuri 0 x 0 Califórnia - Jd. Alvorada
Milianos - Jardim Rosana 2 x 2 Renegados - Cidade Júlia
Grupo S-4
Só o Pó - Jd. Santa Lúcia 1 x 1 América - P.N. Santo Amaro
Ponte Preta - Jd. Leme 1 x 0 Palmeirinha - Paraisópolis
Grupo S-1
Castelo - Santo Amaro 3 x 0 Chácara do Conde
Bafômetro - Heliópolis 3 x 2 Botafogo da Favela - Jd. Irene
Grupo S-2
Nós Travamos - Jd. Ângela 0 x 0 Parque São Paulo
Ajax - Jd. São Jorge 0 x 1 ABC - Pedreira
Grupo S-3
Pioneer - Vila Guacuri 0 x 0 Califórnia - Jd. Alvorada
Milianos - Jardim Rosana 2 x 2 Renegados - Cidade Júlia
Grupo S-4
Só o Pó - Jd. Santa Lúcia 1 x 1 América - P.N. Santo Amaro
Ponte Preta - Jd. Leme 1 x 0 Palmeirinha - Paraisópolis
Copa Kaiser - Zona Norte
Etapa 1
Grupo N-4
Mocidade Cabuçu - Jd. Elisa Maria 0 x 2 Inocoop - Jd. Brasil
Grupo N-1
GTX - Casa Verde 1 x 1 Botafogo - Jaçanã
Grupo N-4
Rio Verde - Vila Iório 1 x 2 Benfica - Vila Maria
Grupo N-2
Apache - Vila Maria 2 x 2 Bem Bolado - Santana
Grupo N-3
Líderes Madeiras - Brás 1 x 1 Esquadrão dos Cobras - vila Sabrina
Grupo N-1
Jaçanã FS 0 x 0 Existente - Jaçanã
Grupo N-2
Lausanne Paulista 0 x 1 Inter Biricutico - Jd. São Luiz
Grupo N-3
Lagoinha - Vila Maria 1 x 1 Vasco - Vila Galvão
Grupo N-4
Mocidade Cabuçu - Jd. Elisa Maria 0 x 2 Inocoop - Jd. Brasil
Grupo N-1
GTX - Casa Verde 1 x 1 Botafogo - Jaçanã
Grupo N-4
Rio Verde - Vila Iório 1 x 2 Benfica - Vila Maria
Grupo N-2
Apache - Vila Maria 2 x 2 Bem Bolado - Santana
Grupo N-3
Líderes Madeiras - Brás 1 x 1 Esquadrão dos Cobras - vila Sabrina
Grupo N-1
Jaçanã FS 0 x 0 Existente - Jaçanã
Grupo N-2
Lausanne Paulista 0 x 1 Inter Biricutico - Jd. São Luiz
Grupo N-3
Lagoinha - Vila Maria 1 x 1 Vasco - Vila Galvão
Não é anormal
O São Paulo não é eliminado na fase de grupos da Libertadores desde 1987. Era outro tempo. O grupo de quatro clubes qualificava apenas um. Campeão brasileiro em fevereiro de 1987, o São Paulo estreou sem Careca, em negociações com o Napoli. Pepe dá seu testemunho sobre aquela campanha: "Tem certeza de que eu era o técnico?".
Sim, Pepe, era você.
Mas a campanha foi rápida, é natural ter esquecido. Pepe dirigiu as duas primeiras partidas, derrota para o Guarani, vitória sobre o Cobreloa.
Nove dias depois, Pepe foi demitido e chegou Cilinho, dispensado dez meses antes. Uma derrota para o Colo-Colo no Morumbi liquidou a chance de vaga na segunda fase.
Talvez fosse melhor manter o técnico por mais tempo.
Talvez fosse melhor manter o técnico por mais tempo.
O diretor Adalberto Baptista garante a manutenção de Ney Franco até dezembro.
O processo recente de "corintianização" do São Paulo produz mudanças de técnico demais --seis desde a saída de Muricy, em 2009. O Corinthians "são-paulinizado" teve só três treinadores em seis anos e um deles saiu porque foi para a seleção brasileira.
Digamos que o São Paulo perca do Strongest e seja eliminado na fase de grupos. Vexame! Menor do que o fiasco do Corinthians contra o Tolima. E é quase consenso que o título mundial começou quando Tite não caiu.
Vergonha de quê?
A vergonha do Corinthians foi maior do que a do São Paulo em caso de eliminação na fase de grupos. Vergonha mesmo é assumir erro após erro. Leão foi um erro. Carpegiani, um equívoco. Adílson Batista... não deu certo. Ney Franco...
Ney Franco fica...
Errar e continuar errando, isso sim é vexame.
Perder, nem sempre. No Brasil, uma derrota na Libertadores sempre produz análises drásticas. Nesta semana, o São Paulo perdeu do Arsenal de Sarandí, e o Grêmio, do Caracas.
A primeira eliminação de um time brasileiro para um venezuelano na Libertadores aconteceu em... 1968! O Desportivo Português eliminou o Náutico --que era bom. E o Colo-Colo tirou o São Paulo há 25 anos.
O Brasil não perdia tantos jogos na primeira fase da Libertadores desde 2002. Naquele ano, o Flamengo ficou em último lugar na chave de Olimpia, Universidad Católica e Once Caldas. De 2003 para cá, houve seis brasileiros desclassificados até a etapa de grupos: Paulista, Santo André, Coritiba, Flamengo, Corinthians e o Inter de 2007, quando era campeão mundial. Nesse período, doze campanhas de argentinos morreram na fase de grupos --o River Plate foi eliminado pelo Caracas, o Independiente pela LDU, o San Lorenzo pelo Once Caldas.
Libertadores não é Champions League. Mas há vida inteligente na Venezuela, como na Ucrânia. Se o Chelsea, campeão da Europa, caiu contra o Shakhtar, da Ucrânia, e o Manchester United perdeu do Cluj, da Romênia, é justo haver risco de o São Paulo ser eliminado pelo penúltimo campeão argentino.
Por ora, há também boa chance de classificação
domingo, 17 de março de 2013
Potiguar
| 16h00 Assu 2x1 Alecrim |
| 16h00 América-RN 1x0 ABC |
| 17h00 Baraúnas-RN 2x1 Potiguar de Mossoró |
| 17h00 Santa Cruz-RN 1x2 Coríntians-RN |
Pernambucano
| 16h00 Serra Talhada 1x1 Santa Cruz-PE |
| 16h00 Ypiranga-PE 2x1 Central |
| 16h00 Chã Grande 1x2 Belo Jardim |
| 16h00 Porto-PE 3x4 Pesqueira |
| 16h00 Sport 2x1 Náutic |
Paulista
| 16h00 São Caetano 1x1 Palmeiras |
| 16h00 São Paulo 3x2 Oeste |
| 18h30 Ponte Preta 2x1 Atlético Sorocaba |
| 18h30 Paulista 1x1 Botafogo-SP |
Paranaense
| 16h00 Paraná Clube 2x2 Atlético-PR |
| 16h00 Toledo-PR 1x1 Rio Branco-PR |
| 16h00 Nacional-PR 0x2 Londrina-PR |
| 16h00 Operário 3x0 Paranavaí |
| 16h00 Arapongas 0x3 J.Malucelli |
Mineiro
| 16h00 Guarani-MG 4x1 América-T.O. |
| 16h00 Boa Esporte Clube 1x4 Cruzeiro |
| 18h30 Atlético-MG 5x2 América-MG |
Goiano
| 16h00 Grêmio-GO 2x0 Vila Nova-GO |
| 16h00 Itumbiara 2x3 Aparecidense |
| 16h00 CRAC-GO 2x1 Atlético-GO |
| 16h00 Goianésia 0x0 Rio Verde |
Gaúcho
| 16h00 Canoas 1x3 Internacional |
| 16h00 Santa Cruz-RS 0x2 Veranópolis |
| 18h00 Novo Hamburgo x Pelotas |
| 18h30 São Luiz x São José-RS |
Baiano
| 16h00 Vitória da Conquista 1x1 Bahia |
| 16h00 Juazeirense 1x0 Feirense |
| 16h00 Bahia de Feira 0x0 Juazeiro |
Argentino
| 14h00 Godoy Cruz 0x1 Lanús |
| 16h10 Newells Old Boys 1x0 River Plate |
| 18h10 Racing Club 1x1 Belgrano |
| 18h10 Vélez Sarsfield 1x1 Estudiantes |
| 20h15 Boca Juniors 1x1 Argentinos Juniors |
Português
| 13h00 Beira-Mar 2x2 Nacional da Madeira |
| 13h00 Estoril 0x2 Acadêmica |
| 13h00 Rio Ave 0x1 Moreirense |
| 15h00 Marítimo 1x1 Porto |
| 17h30 Vitória de Guimarães 0x3 Benfic |
Inglês
| 10h30 Sunderland 1x1 Norwich |
| 12h00 Tottenham 0x1 Fulham |
| 13h00 Chelsea 2x0 West Ham |
| 13h00 Wigan 2x1 Newcastle United |
Italiano
| 08h30 Siena 0x0 Cagliari |
| 11h00 Napoli 3x2 Atalanta |
| 11h00 Pescara 0x2 Chievo Verona |
| 11h00 Fiorentina 3x2 Genoa |
| 11h00 Milan 2x0 Palermo |
| 16h45 Torino 1x0 Lazio |
| 16h45 Roma 2x0 Parma |
Espanhol
| 08h00 Málaga 0x2 Espanyol |
| 13h00 Sevilla 4x0 Zaragoza |
| 16h00 Osasuna 0x2 Atlético de Madri |
| 17h00 Granada-ESP 1x1 Levante |
| 17h00 Barcelona 3x1 Rayo Vallecano |
Após susto com Sassá, Rio vence Sesi-SP e vai encarar Osasco na final
Marcada por um tremendo susto no meio do primeiro set, quando a atacante Sassá, do Sesi-SP, teve uma queda de pressão, sentiu falta de ar e deixou o ginásio de maca, a segunda partida da semifinal da Superliga Feminina de vôlei entre Rio de Janeiro e o time paulista terminou com final feliz para as donas da casa. Depois de um início de jogo equilibrado, a equipe do técnico Bernardinho imprimiu seu ritmo de jogo e com grandes atuações de Gabi e Sarah Pavan venceu por 3 sets a 0 (25/18, 25/21 e 25/23), fechou a série melhor de três por 2 a 0 e se classificou para enfrentar o Osasco na sua 12ª final de Superliga, a nona consecutiva, todas contra o time paulista. A decisão acontece no dia 7 de abril, em jogo único, no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo.
O JOGO
O Sesi-SP começou a partida a todo vapor e abriu rapidamente 3 a 0. Mas a empolgação das jogadoras da equipe paulista durou pouco. Em três ataques consecutivos, o time do técnico Bernardinho deixou tudo igual. E assim o set transcorreu até o décimo-primeiro ponto. A partir daí, as donas da casa se beneficiaram pelos erros do time paulista – foram set ao todo na primeira parcial - e impuseram seu ritmo, abrindo 17 a 11.
O Sesi-SP começou a partida a todo vapor e abriu rapidamente 3 a 0. Mas a empolgação das jogadoras da equipe paulista durou pouco. Em três ataques consecutivos, o time do técnico Bernardinho deixou tudo igual. E assim o set transcorreu até o décimo-primeiro ponto. A partir daí, as donas da casa se beneficiaram pelos erros do time paulista – foram set ao todo na primeira parcial - e impuseram seu ritmo, abrindo 17 a 11.
Superliga (Foto: Dhavid Normando / Ag. Estado)
Se a situação do Sesi-SP no set estava complicada, piorou quando a atacante Sassá sentiu falta de ar e começou a passar mal. A jogadora foi carregada por membros das duas comissões técnicas, foi atendida do lado de fora da quadra pelo médicos das duas equipes e foi para o vestiário de maca. A cena impressionou as companheiras da camisa 10, que praticamente assistiram o Rio de Janeiro fechar o primeiro set por 25 a 18.
Após o susto, as jogadoras do Sesi-SP, já cientes de Sassá havia sido medicada pelos médicos e passava bem, engrossaram o jogo novamente e dominaram a segunda parcial até a segunda parada técnica, quando venciam por 16 a 15. Mas o Rio não se entregava e o jogo seguiu lá e cá até o vigésimo ponto. Foi quando Amanda entrou para sacar e o time carioca abriu uma importante vantagem de 24 a 20. As paulistas ainda diminuíram o prejuízo para 24 a 21, mas no ataque seguinte a canadense Sarah Pavan colocou no chão para fazer 2 a 0.
A entrada da campeã olímpica Sassá no ginásio entre a parada do segundo e do terceiro sets para tranquilizar o público e mostrar que estava bem motivou o time paulista. Após receber o carinho da jogadora, que fez questão de mostrar que estava tudo bem com ela, as jogadoras do Sesi-SP entraram no terceiro set dispostas a prorrogar a semifinal. No começo, até conseguiram. Mas tranquilas em relação ao estado de saúde de Sassá, suas companheiros chegaram à primeira parada técnica vencendo por 8 a 6.
Na volta para quadra, o time paulista parou, o Rio de Janeiro reagiu e abriu 18 a 14, obrigando o técnico Talmo Oliveira a parar o jogo. O pedido de tempo coincidiu com a entrada no ginásio de Sassá, que mudou de ideia e, liberada pelos médicos, assistiu o resto da partida sentada nas cadeiras do Maracanãzinho ao lado dos pais. A presença da jogadora parece ter motivado suas companheiras, que acordaram na partida e fizeram 18 a 18.
O time paulista não se contentou com o empate e virou o jogo para 21 a 19, com três ataques sensacionais da oposto Tandara. Na mesma hora Bernardinho pediu tempo e parou o jogo, A bronca do ténico da seleção masculina, e, imediatamente, suas responderam em quadra e a liderança mudou de lado novamente (22 a 11). Desta vez quem parou o jogo foi Talmo. Mas a parada não surtiu efeito, e o Rio fez 25 a 22 e avançou para sua nona final de Superliga seguida.
Na volta para quadra, o time paulista parou, o Rio de Janeiro reagiu e abriu 18 a 14, obrigando o técnico Talmo Oliveira a parar o jogo. O pedido de tempo coincidiu com a entrada no ginásio de Sassá, que mudou de ideia e, liberada pelos médicos, assistiu o resto da partida sentada nas cadeiras do Maracanãzinho ao lado dos pais. A presença da jogadora parece ter motivado suas companheiras, que acordaram na partida e fizeram 18 a 18.
O time paulista não se contentou com o empate e virou o jogo para 21 a 19, com três ataques sensacionais da oposto Tandara. Na mesma hora Bernardinho pediu tempo e parou o jogo, A bronca do ténico da seleção masculina, e, imediatamente, suas responderam em quadra e a liderança mudou de lado novamente (22 a 11). Desta vez quem parou o jogo foi Talmo. Mas a parada não surtiu efeito, e o Rio fez 25 a 22 e avançou para sua nona final de Superliga seguida.
Dorival Junior errou e flamengo também errou
Dorival Júnior errou em não
ter aceitado redução de salario eles eram pra ter conversado e ter mantido o téc.
Não ter esperado uma derrota para time pequeno do carioca.
sábado, 16 de março de 2013
Paulista
| 16h00 Santos 2x1 Guarani |
| 16h00 Mirassol 3x4 São Bernardo |
| 16h00 Bragantino 3x2 Penapolense |
| 18h30 Corinthians 3x0 União Barbarense |
Gaúcho
| 16h00 Caxias 3x2 Cerâmica |
| 16h00 Cruzeiro-RS 0x1 Passo Fundo |
| 18h30 Grêmio 2x0 Lajeadense |
| 20h30 Esportivo-RS 1x2 Juventude |
Francês
| 13h00 Bastia 4x1 Lyon |
| 16h00 Lorient 4x0 Brest |
| 16h00 Montpellier 1x1 Troyes |
| 16h00 Reims 1x0 Rennes |
| 16h00 Toulouse 1x1 Bordeaux |
| 16h20 Lille 1x2 Evian |
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