Bahia 1x1 Santos
Falamos campeonatos das séries A B C D campeonatos internacionais todos Português todos os resultados do Paulista da segunda divisão e ainda Futebol Internacional como Futebol Inglês Espanhol Italiano Portugal e o Argentino e campeonatos Importantes falaremos do Regional do Rio Grande do Norte do Cearense do Pernambucano e do Carioca e falamos da copa do nordeste
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Argentino
| 18h00 All Boys 1x1 Colón |
| 20h15 Independiente 0x1 Belgrano |
| 22h30 Atlético Rafaela 0x0 River Plate |
Amistosos
| 15h00 Arábia Saudita 0x0 Argentina |
| 17h30 Holanda 0x0 Alemanha |
| 17h30 Suécia 4x2 Inglaterra |
| 17h30 Gabão 2x2 Portugal |
| 17h45 Polônia 1x3 Uruguai |
| 17h50 Itália 1x2 França |
| 19h30 Panamá 1x5 Espanha |
| 22h30 Brasil 1x1 Colômbia |
Eliminatórias Asiáticas
| 14h30 Irã 0x1 Uzbequistão |
| 09h00 Qatar 1x0 Líbano |
| 09h00 Iraque 1x0 Jordânia |
| 09h00 Omã 1x2 Japão |
Copa do Mundo de futsal
| 07h00 Argentina 2x3 Brasil |
| 09h30 Colômbia 3x1 Ucrânia |
| 09h30 Portugal 3x4 Itália |
| 12h00 Espanha 3x2 Rússia |
Zico reitera apoio a chapa de oposição, mas recusa cargo remunerado no Fla
Zico hoje é técnico da seleção do Iraque
As eleições presidenciais seguem sendo o principal assunto no Flamengo. E com elas, o ídolo Zico.Apontado pelos novos candidatos de oposição, Eduardo Bandeira de Mello e Walter D’Agostino, como o principal nome para assumir o comando do futebol rubro-negro, o Galinho de Quintino veio a público nesta terça-feira (13) para deixar claro que segue apoiando a Chapa Azul, mas não tem interesse em assumir qualquer cargo remunerado no clube que defendeu durante dezoito anos.
"Eu acredito e apoio o projeto da Chapa Azul, mas acho eticamente incorreto ligar minha legítima colaboração como ídolo do clube, torcedor, a uma possibilidade de receber um cargo remunerado caso a presidência mude. Não gostaria que o torcedor e o sócio do Flamengo entendessem meu posicionamento desta forma, por isso faço questão de deixar bem claro que esta hipótese está descartada. Não posso – pelo contrato firmado com o Iraque – e não vou – pela minha visão de como deve ser encarada a gestão – aceitar a oferta de cargo remunerado em caso de vitória da Chapa Azul", escreveu o atual técnico da seleção iraquiana em seu site oficial.
"Eu acredito e apoio o projeto da Chapa Azul, mas acho eticamente incorreto ligar minha legítima colaboração como ídolo do clube, torcedor, a uma possibilidade de receber um cargo remunerado caso a presidência mude. Não gostaria que o torcedor e o sócio do Flamengo entendessem meu posicionamento desta forma, por isso faço questão de deixar bem claro que esta hipótese está descartada. Não posso – pelo contrato firmado com o Iraque – e não vou – pela minha visão de como deve ser encarada a gestão – aceitar a oferta de cargo remunerado em caso de vitória da Chapa Azul", escreveu o atual técnico da seleção iraquiana em seu site oficial.
Deu Djokovic
A final de ontem no Master da ATP foi um espetáculo.
De um lado o todo poderoso Federer e sua classe absurda. Começou o jogo perfeito e passando por cima de um Djokovic irreconhecível, assustado e jogando totalmente errado. Do outro um Djokovic lutador, inteligente e com uma intensidade de menino de 18 anos.
O jogo não poderia ter sido mais emocionante e interessante. Quando começou o massacre do Federer e ele abriu 3/0 parecia que seria fácil pro suíço. Isso mesmo. Seria. Só que do outro lado da quadra estava o Djokovic. Quando mudou um pouco a maneira de jogar o jogo endureceu e ao mudar os ataques por lado esquerdo do suíço tudo ficou mais simples pra ele.
Fico pensando os motivos para ele ter entrado com a tática de atacar e jogar muitas bolas na direita do Federer. Numa quadra rápida como aquela dar essa confiança ao gênio das quadras poderia ter sido fatal.
Quando o Djoko entrou em jogo e acertou sua tática o jogo ficou muito interessante. Começou a correr, atacar na hora certa e errar muito pouco na hora do aperto. Nos detalhes, no coração e errando pouco nos pontos importantes ele levou o primeiro set.
O segundo foi bem parecido. O Federer mais uma vez teve suas chances, fez 5/3 mas na hora de definir falhou. Mentalmente o Djokovic foi melhor e mais forte. Aguentou o tranco e mostrou ao suíço que está mais preparado fisicamente e mentalmente que ele.
# Coisas que eu percebi
A intensidade do Djokovic está destruindo os adversários.
Eles jogam bem por muito tempo, mas não o jogo inteiro.
Uma chance e pronto. O Djokovic pega.
O Federer está jogando muito bem, mas falta aquela raiva, necessidade a mais. Isso faz dele um jogador mais ganhável aos seus adversários de ponta
Foi um grande evento. Grandes jogos e uma final maravilhosa.
De um lado o todo poderoso Federer e sua classe absurda. Começou o jogo perfeito e passando por cima de um Djokovic irreconhecível, assustado e jogando totalmente errado. Do outro um Djokovic lutador, inteligente e com uma intensidade de menino de 18 anos.
O jogo não poderia ter sido mais emocionante e interessante. Quando começou o massacre do Federer e ele abriu 3/0 parecia que seria fácil pro suíço. Isso mesmo. Seria. Só que do outro lado da quadra estava o Djokovic. Quando mudou um pouco a maneira de jogar o jogo endureceu e ao mudar os ataques por lado esquerdo do suíço tudo ficou mais simples pra ele.
Fico pensando os motivos para ele ter entrado com a tática de atacar e jogar muitas bolas na direita do Federer. Numa quadra rápida como aquela dar essa confiança ao gênio das quadras poderia ter sido fatal.
Quando o Djoko entrou em jogo e acertou sua tática o jogo ficou muito interessante. Começou a correr, atacar na hora certa e errar muito pouco na hora do aperto. Nos detalhes, no coração e errando pouco nos pontos importantes ele levou o primeiro set.
O segundo foi bem parecido. O Federer mais uma vez teve suas chances, fez 5/3 mas na hora de definir falhou. Mentalmente o Djokovic foi melhor e mais forte. Aguentou o tranco e mostrou ao suíço que está mais preparado fisicamente e mentalmente que ele.
# Coisas que eu percebi
A intensidade do Djokovic está destruindo os adversários.
Eles jogam bem por muito tempo, mas não o jogo inteiro.
Uma chance e pronto. O Djokovic pega.
O Federer está jogando muito bem, mas falta aquela raiva, necessidade a mais. Isso faz dele um jogador mais ganhável aos seus adversários de ponta
Foi um grande evento. Grandes jogos e uma final maravilhosa.
A falta que Abel Braga faria
Ao que parece, em meio à sua justificada alegria, o torcedor do Fluminense chega ao fim do ano com apenas uma preocupação: fica Abel ou sai Abel? Portanto, em situação bem mais confortável do que a de torcedores de outros clubes cariocas. Os do Flamengo, por exemplo, prevêem um 2013 nublado, independentemente de quem vença as próximas eleições. Os do Vasco rezam para que a crise atual não se estenda por mais tempo. E os do Botafogo torcem para que alguns reforços venham a tornar seu time mais competitivo. Ou, em outras palavras, menos irregular e mais confiável.
Nenhum desses problema ronda a sede da Rua Álvaro Chaves, motivo pelo qual o torcedor do Fluminense, sonhando em repetir ou mesmo superar o desempenho deste ano – acrescentando a Libertadores aos títulos de campeão carioca e campeão brasileiro – se preocupa em não mexer num time que está ganhando. O que inclui Abel Braga.
Num ponto, e apenas num ponto, a preocupação tricolor se justifica. Abel conseguiu fazer do elenco tricolor (estelar segundo alguns, apenas bom segundo outros) um grupo em todos os sentidos: harmonioso, unido, integrado, comprometido. É o seu grande mérito. Quem vê os reservas tricolores vibrando com os gols que os titulares marcam, ou quem viu o goleiro Ricardo Berna carregar Abel nos ombros, o Ricardo Berna que Abel barrou para que Diego Cavalieri subisse, entende o que eu falo. Reservas do Fluminense, em condições de serem titulares em outros times, aceitam o banco, com paciência, sem queixas, sem invejas, porque aceitá-lo significava ajudar o Fluminense a vencer. Penso ter sido esta a maior contribuição de Abel Braga ao sucesso tricolor. Se ele sair, que outro treinador terá a mesma habilidade? Quem, no atual futebol brasileiro, sabe tão bem fazer do elenco um time? Ou, para usar as palavras do próprio Abel, fazer do time “uma família”?
Já do Abel Braga técnico, tático, estratégico, o homem que move as peças no complicado xadrez do futebol, este talvez não seja perda tão séria nas ambições tricolores para 2013. O estilo que chamam de pragmático, ou cirúrgico, ou cauteloso, ou pouco corajoso, do treinador do tetra tricolor, não é motivo para maiores preocupações. O Abel que transformou o elenco numa família é insubstituível. O outro, nem tanto.
Nenhum desses problema ronda a sede da Rua Álvaro Chaves, motivo pelo qual o torcedor do Fluminense, sonhando em repetir ou mesmo superar o desempenho deste ano – acrescentando a Libertadores aos títulos de campeão carioca e campeão brasileiro – se preocupa em não mexer num time que está ganhando. O que inclui Abel Braga.
Num ponto, e apenas num ponto, a preocupação tricolor se justifica. Abel conseguiu fazer do elenco tricolor (estelar segundo alguns, apenas bom segundo outros) um grupo em todos os sentidos: harmonioso, unido, integrado, comprometido. É o seu grande mérito. Quem vê os reservas tricolores vibrando com os gols que os titulares marcam, ou quem viu o goleiro Ricardo Berna carregar Abel nos ombros, o Ricardo Berna que Abel barrou para que Diego Cavalieri subisse, entende o que eu falo. Reservas do Fluminense, em condições de serem titulares em outros times, aceitam o banco, com paciência, sem queixas, sem invejas, porque aceitá-lo significava ajudar o Fluminense a vencer. Penso ter sido esta a maior contribuição de Abel Braga ao sucesso tricolor. Se ele sair, que outro treinador terá a mesma habilidade? Quem, no atual futebol brasileiro, sabe tão bem fazer do elenco um time? Ou, para usar as palavras do próprio Abel, fazer do time “uma família”?
Já do Abel Braga técnico, tático, estratégico, o homem que move as peças no complicado xadrez do futebol, este talvez não seja perda tão séria nas ambições tricolores para 2013. O estilo que chamam de pragmático, ou cirúrgico, ou cauteloso, ou pouco corajoso, do treinador do tetra tricolor, não é motivo para maiores preocupações. O Abel que transformou o elenco numa família é insubstituível. O outro, nem tanto.
Jogo de 7 erros do Palmeiras
Sociedade Esportiva Palmeiras, um nome com uma linda história, um clube vitorioso mas que atualmente vive dias de agonia. O rebaixamento para a série B parece ser o caminho depois de uma fraca campanha no atual campeonato brasileiro. A torcida sofre e cada um tem sua explicação para o momento ruim. Acompanho o Palmeiras pela ESPN e Rádio Estadão/ESPN desde o início do ano passado. Depois da derrota para o Fluminense, fiquei pensando onde estão os problemas do Palmeiras e cheguei aos 7 erros da temporada. Não sou o dono da verdade, o blog é um espaço para troca de idéias mas vamos as minhas observações:
Erro-1- Diretoria: O presidente Arnaldo Tirone e o vice de futebol Roberto Frizzo já viraram figurinhas carimbadas quando o assunto é critica no Palmeiras. Desde o ano passado, eles estão no foco quando ocorre uma polêmica. Em alguns casos, foram omissos como na situação de Kleber Gladiador no ano passado, os problemas de Valdivia e as contratações duvidosas. Não é dificil você escutar que falta "pulso firme" aos dois para controlar o ambiente do clube. Agora, o momento é de tentar segurar a bola de neve que se transformou a gestão do time.
Erro- 2- Copa do Brasil: Não gosto de escutar que o título da Copa do Brasil fez mal ao Palmeiras. Conquistas sempre são bem vindas, ainda mais para o Palmeiras que estava precisando de um grande título. Agora, os efeitos da conquista podem te levar ao céu ou ao inferno. Depende de como cada um encara as coisas. Alguns jogadores no elenco, acreditaram que o ano terminava após a conquista e que a recuperação no campeonato brasileiro aconteceria rapidamente, assim que o elenco determinasse. A festa durou muito tempo...
Erro-3- Luiz Felipe Scolari: Os números mostram um técnico vitorioso, um treinador que conquistou a Copa do Brasil mas que estava desgastado com o elenco, principalmente, neste segundo semestre. O time melhorou com a chegada de Gilson Kleina, o ambiente é outro. Felipão trabalhou muito tempo com este elenco, o desgaste é natural. A indecisão sobre sua saída atrasou a recuperação. Ninguém demitiria um técnico campeão logo após a conquista mas se a diretoria observasse o dia-a-dia, teria concluido que a tal "quimica" com os jogadores já tinha acabado. E fazia tempo...
Erro- 4- Omissão: Enquanto alguns jogadores estão em campo na tentativa de tirar o time da zona de rebaixamento do campeonato brasileiro, outros atletas estão longe da "sintonia" da lista de objetivos na temporada. O tempo no departamento médico foi maior do que em campo. A todo momento alguém levanta a questão do "custo-benefício". Valdivia é o maior exemplo disso
Erro- 5- Política: Dos grandes clubes de São Paulo, o Palmeiras é o que tem a política mais complicada. A oposição não fica tranquila. O fato da eleição acontecer em dezembro, sem segurança para quem está no elenco agora também prejudica. Os jogadores, a comissão técnica não sabem o que vai acontecer. As contratações e o planejamento ficam atrasados. Uma reforma no estatuto é urgente e uma tentativa de união na direção do clube podem ajudar. Além disso, o tal "dedo duro" continua na ativa. Todo mundo tenta mas ninguém consegue achar quem vaza as informações para a imprensa.
Erro- 6- Elenco: O elenco do Palmeiras não é o melhor do Brasil. Foi campeão da Copa do Brasil com uma união em campo e dedicação mais do que o talento. Os próprios jogadores assumem isso. O problema é que neste momento de crise, de complicação, o elenco está nervoso e afobado e um erro em campo pode ser fatal. Outro ponto é que muitos vieram de clubes de menor expressão e estão sentindo a pressão pela falta de resultados. Violência não resolve, protesto sim mas dentro de um limite
Erro- 7- Punições: Os objetos atirados em campo, no Pacaembu, no jogo contra o Corinthians colocaram o Palmeiras longe da capital paulista. Jogos em Araraquara e Presidente Prudente desgastam o elenco. Concentrações, tempo fora de casa, tudo isso atrapalha a recuperação. O torcedor da capital é crítico mas o apoio e incentivo acontecem quase que na mesma medida. Jogar perto da torcida sempre ajuda, foi assim que o Palmeiras ensaiou uma recuperação.
Espero que tenham gostado, me sinto honrado de poder trocar idéias com vocês através do blog. Se quiser acompanhar, estou no twitter: www.twitter.com/dumeneses
Erro-1- Diretoria: O presidente Arnaldo Tirone e o vice de futebol Roberto Frizzo já viraram figurinhas carimbadas quando o assunto é critica no Palmeiras. Desde o ano passado, eles estão no foco quando ocorre uma polêmica. Em alguns casos, foram omissos como na situação de Kleber Gladiador no ano passado, os problemas de Valdivia e as contratações duvidosas. Não é dificil você escutar que falta "pulso firme" aos dois para controlar o ambiente do clube. Agora, o momento é de tentar segurar a bola de neve que se transformou a gestão do time.
Erro- 2- Copa do Brasil: Não gosto de escutar que o título da Copa do Brasil fez mal ao Palmeiras. Conquistas sempre são bem vindas, ainda mais para o Palmeiras que estava precisando de um grande título. Agora, os efeitos da conquista podem te levar ao céu ou ao inferno. Depende de como cada um encara as coisas. Alguns jogadores no elenco, acreditaram que o ano terminava após a conquista e que a recuperação no campeonato brasileiro aconteceria rapidamente, assim que o elenco determinasse. A festa durou muito tempo...
Erro-3- Luiz Felipe Scolari: Os números mostram um técnico vitorioso, um treinador que conquistou a Copa do Brasil mas que estava desgastado com o elenco, principalmente, neste segundo semestre. O time melhorou com a chegada de Gilson Kleina, o ambiente é outro. Felipão trabalhou muito tempo com este elenco, o desgaste é natural. A indecisão sobre sua saída atrasou a recuperação. Ninguém demitiria um técnico campeão logo após a conquista mas se a diretoria observasse o dia-a-dia, teria concluido que a tal "quimica" com os jogadores já tinha acabado. E fazia tempo...
Erro- 4- Omissão: Enquanto alguns jogadores estão em campo na tentativa de tirar o time da zona de rebaixamento do campeonato brasileiro, outros atletas estão longe da "sintonia" da lista de objetivos na temporada. O tempo no departamento médico foi maior do que em campo. A todo momento alguém levanta a questão do "custo-benefício". Valdivia é o maior exemplo disso
Erro- 5- Política: Dos grandes clubes de São Paulo, o Palmeiras é o que tem a política mais complicada. A oposição não fica tranquila. O fato da eleição acontecer em dezembro, sem segurança para quem está no elenco agora também prejudica. Os jogadores, a comissão técnica não sabem o que vai acontecer. As contratações e o planejamento ficam atrasados. Uma reforma no estatuto é urgente e uma tentativa de união na direção do clube podem ajudar. Além disso, o tal "dedo duro" continua na ativa. Todo mundo tenta mas ninguém consegue achar quem vaza as informações para a imprensa.
Erro- 6- Elenco: O elenco do Palmeiras não é o melhor do Brasil. Foi campeão da Copa do Brasil com uma união em campo e dedicação mais do que o talento. Os próprios jogadores assumem isso. O problema é que neste momento de crise, de complicação, o elenco está nervoso e afobado e um erro em campo pode ser fatal. Outro ponto é que muitos vieram de clubes de menor expressão e estão sentindo a pressão pela falta de resultados. Violência não resolve, protesto sim mas dentro de um limite
Erro- 7- Punições: Os objetos atirados em campo, no Pacaembu, no jogo contra o Corinthians colocaram o Palmeiras longe da capital paulista. Jogos em Araraquara e Presidente Prudente desgastam o elenco. Concentrações, tempo fora de casa, tudo isso atrapalha a recuperação. O torcedor da capital é crítico mas o apoio e incentivo acontecem quase que na mesma medida. Jogar perto da torcida sempre ajuda, foi assim que o Palmeiras ensaiou uma recuperação.
Espero que tenham gostado, me sinto honrado de poder trocar idéias com vocês através do blog. Se quiser acompanhar, estou no twitter: www.twitter.com/dumeneses
Marcelo dos Santos
Vidro estilhaçado, manequins jogados no chão e pichações: 'Fora Tirone'
Com Jussiê em grande fase, Bordeaux mira Liga dos Campeões
Poucas pessoas imaginavam que após 12 rodadas haveria tanto equilíbrio no Campeonato Francês. Afinal, o Paris Saint-Germain foi o clube que mais investiu na última janela de transferências e, apesar de liderar a Ligue 1, tem a mesma pontuação do Olympique de Marselha, com um jogo a mais, e está somente três pontos à frente do sétimo colocado. Nesse bolo aparece o Bordeaux, do meia brasileiro Jussiê, grande destaque da equipe.
Neste final de semana o ex-jogador do Cruzeiro deu duas assistências e marcou um gol na vitória por 4 a 0, fora de casa, sobre o Lorient. Conversei com ele na segunda, no programa Futebol no Mundo, da Rádio Estadão ESPN.
Jussiê está feliz na França, onde joga desde 2005, quando foi contratado pelo Lens. No Bordeaux há quase seis anos, está totalmente identificado com a torcida, é ídolo, mas planeja retornar ao futebol brasileiro em breve - seu contrato vai até 2015. Campeão francês na temporada 2008/09, Jussiê admite que os tempos são outros agora, e que uma vaga na Liga dos Campeões já seria um grande feito para os girondinos.

Neste final de semana o ex-jogador do Cruzeiro deu duas assistências e marcou um gol na vitória por 4 a 0, fora de casa, sobre o Lorient. Conversei com ele na segunda, no programa Futebol no Mundo, da Rádio Estadão ESPN.
Jussiê está feliz na França, onde joga desde 2005, quando foi contratado pelo Lens. No Bordeaux há quase seis anos, está totalmente identificado com a torcida, é ídolo, mas planeja retornar ao futebol brasileiro em breve - seu contrato vai até 2015. Campeão francês na temporada 2008/09, Jussiê admite que os tempos são outros agora, e que uma vaga na Liga dos Campeões já seria um grande feito para os girondinos.
Clique no player acima e ouça a entrevista com Jussiê
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Argentino
| 18h00 Argentinos Juniors 2x1 Estudiantes |
| 20h15 Unión 2x2 San Lorenzo |
| 22h30 Quilmes 0x1 Vélez Sarsfield |
Tire suas dúvidas sobre a vaga da Sul-Americana na Libertadores
A decisão da Conmebol de atribuir uma vaga na Copa Libertadores da América ao vencedor da Copa Sul-Americana constantemente causa dúvidas. Recentemente, o técnico do São Paulo, Ney Franco, se confundiu em uma entrevista coletiva ao falar da possibilidade de obter uma vaga direta na fase de grupos da Libertadores de 2013 com um eventual título da Sul-Americana. Ele foi informado, posteriormente, de que a hipótese não existe.
A Libertadores prevê a participação de 38 equipes, sendo cinco de Brasil e Argentina e três dos outros nove países envolvidos, além do atual campeão. A vaga da Sul-Americana não aumenta este número. O time campeão entra no lugar do último classificado do respectivo país. Os critérios variam: no Brasil é o quarto colocado, mas em alguns países é o melhor classificado na pontuação geral do ano, tirando os campeões dos torneios curtos.
A aplicação desta regra, no entanto, só se faz necessária caso o campeão da Sul-Americana não tenha conseguido se classificar através de seu respectivo campeonato nacional. Do contrário, a distribuição de vagas continua como está. É o que pode acontecer, por exemplo, com Grêmio ou São Paulo, que podem ganhar a Sul-Americana depois de garantirem vagas via Brasileirão. Já no Chile, por exemplo, a Universidad Católica pode roubar a terceira vaga, pois não tem chances pelo campeonato.
Os dois casos se verificaram nos últimos anos. Em 2010, com o título do Independiente na Sul-Americana, o Racing perdeu a vaga a que teria direito pela soma dos pontos no ano. Se o Goiás fosse campeão, o prejudicado pela regra seria o Grêmio. Já em 2011, a campeã Universidad de Chile estava garantida na Libertadores com o título do Torneio Apertura. A vaga não precisou ser usada.
E o vice da Sul-Americana, não herda o direito à vaga? Não. Aconteceu com a LDU Quito, derrotada por La U ano passado. Sem a vaga pelo campeonato equatoriano, ficou fora da Libertadores de 2012.
Sendo a vaga pela Sul-Americana a última do país, ela não dá direito ao acesso direto à fase de grupos, e sim à primeira fase ("pré-Libertadores", como convencionou-se chamá-la). No cenário do Campeonato Brasileiro, ainda existe uma possibilidade de aplicação. Por exemplo, se o Botafogo ultrapassar o São Paulo e terminar em quarto lugar, pode ainda assim ficar sem a vaga no caso de o Tricolor vencer a Sul-Americana.
O regulamento do Campeonato Brasileiro prevê todos os cenários possíveis de distribuição das vagas, dependendo de times brasileiros conquistarem também a Libertadores (como foi este ano, com o Corinthians) e/ou a Sul-Americana. As vagas "Brasil 1" e "Brasil 2", que dão privilégios de cabeça-de-chave, são do Corinthians e do campeão brasileiro Fluminense, respectivamente.
O Palmeiras, campeão da Copa do Brasil, é o "Brasil 3", e o vice-campeão brasileiro será o "Brasil 4", ambos garantidos na fase de grupos, mas não como cabeças-de-chave. Nas últimas edições, a Conmebol passou a adotar um critério que dá duas cabeças-de-chave cada a Brasil e Argentina e as outras para o primeiro representante de outros quatro países sul-americanos, promovendo um revezamento a cada ano.
O "Brasil 5", que joga a primeira fase, é o terceiro colocado do Brasileirão. Também para a "pré-Libertadores" vai o "Brasil 6", o quarto do Brasileirão - ou o campeão da Sul-Americana, caso este não esteja entre os quatro primeiros.
A Argentina, para evitar a repetição do caso de 2010, quando o campeonato perdeu um lugar para a Sul-Americana, decidiu alterar o critério da última vaga, passando a entregá-la ao melhor argentino no torneio continental, independentemente de conquistá-lo ou não. Por isso, o Tigre, único argentino entre os semifinalistas da Sul-Americana de 2012, já garantiu o lugar.
Ficou claro? Se ainda houver dúvidas, pode colocar aí nos comentários.
A Libertadores prevê a participação de 38 equipes, sendo cinco de Brasil e Argentina e três dos outros nove países envolvidos, além do atual campeão. A vaga da Sul-Americana não aumenta este número. O time campeão entra no lugar do último classificado do respectivo país. Os critérios variam: no Brasil é o quarto colocado, mas em alguns países é o melhor classificado na pontuação geral do ano, tirando os campeões dos torneios curtos.
A aplicação desta regra, no entanto, só se faz necessária caso o campeão da Sul-Americana não tenha conseguido se classificar através de seu respectivo campeonato nacional. Do contrário, a distribuição de vagas continua como está. É o que pode acontecer, por exemplo, com Grêmio ou São Paulo, que podem ganhar a Sul-Americana depois de garantirem vagas via Brasileirão. Já no Chile, por exemplo, a Universidad Católica pode roubar a terceira vaga, pois não tem chances pelo campeonato.
Os dois casos se verificaram nos últimos anos. Em 2010, com o título do Independiente na Sul-Americana, o Racing perdeu a vaga a que teria direito pela soma dos pontos no ano. Se o Goiás fosse campeão, o prejudicado pela regra seria o Grêmio. Já em 2011, a campeã Universidad de Chile estava garantida na Libertadores com o título do Torneio Apertura. A vaga não precisou ser usada.
E o vice da Sul-Americana, não herda o direito à vaga? Não. Aconteceu com a LDU Quito, derrotada por La U ano passado. Sem a vaga pelo campeonato equatoriano, ficou fora da Libertadores de 2012.
Sendo a vaga pela Sul-Americana a última do país, ela não dá direito ao acesso direto à fase de grupos, e sim à primeira fase ("pré-Libertadores", como convencionou-se chamá-la). No cenário do Campeonato Brasileiro, ainda existe uma possibilidade de aplicação. Por exemplo, se o Botafogo ultrapassar o São Paulo e terminar em quarto lugar, pode ainda assim ficar sem a vaga no caso de o Tricolor vencer a Sul-Americana.
O regulamento do Campeonato Brasileiro prevê todos os cenários possíveis de distribuição das vagas, dependendo de times brasileiros conquistarem também a Libertadores (como foi este ano, com o Corinthians) e/ou a Sul-Americana. As vagas "Brasil 1" e "Brasil 2", que dão privilégios de cabeça-de-chave, são do Corinthians e do campeão brasileiro Fluminense, respectivamente.
O Palmeiras, campeão da Copa do Brasil, é o "Brasil 3", e o vice-campeão brasileiro será o "Brasil 4", ambos garantidos na fase de grupos, mas não como cabeças-de-chave. Nas últimas edições, a Conmebol passou a adotar um critério que dá duas cabeças-de-chave cada a Brasil e Argentina e as outras para o primeiro representante de outros quatro países sul-americanos, promovendo um revezamento a cada ano.
O "Brasil 5", que joga a primeira fase, é o terceiro colocado do Brasileirão. Também para a "pré-Libertadores" vai o "Brasil 6", o quarto do Brasileirão - ou o campeão da Sul-Americana, caso este não esteja entre os quatro primeiros.
A Argentina, para evitar a repetição do caso de 2010, quando o campeonato perdeu um lugar para a Sul-Americana, decidiu alterar o critério da última vaga, passando a entregá-la ao melhor argentino no torneio continental, independentemente de conquistá-lo ou não. Por isso, o Tigre, único argentino entre os semifinalistas da Sul-Americana de 2012, já garantiu o lugar.
Ficou claro? Se ainda houver dúvidas, pode colocar aí nos comentários.
Santos, sem Neymar: 11 cabeças de bagre. Palavra do presidente
E o presidente Luís Álvaro Ribeiro, hein? O popular Laor fez um brilhante diagnóstico sobre o atual elenco santista, montado por ele.
Irritado com as seguidas convocações de Neymar para defender a amarelinha desbotada, o cartola prometeu reforçar o Peixe com material de primeira.
Acredita que só assim ‘Muriçoca’ Ramalho poderá realizar um bom trabalho quando Neymar for chamado para defender o time dos manos do Mano.
Com a nobre palavra, Laor, no 'Lance': “Ano que vem, esperamos montar um grupo mais numeroso a fim de impedir que Muricy seja obrigado a escalar 11 'cabeças de bagre' porque nossos craques estão na seleção. É uma frustração muito grande.”
Laor acha que o Circo Brasileiro de Futebol precisa indenizar os clubes que cedem jogadores à amarelinha desbotada. Neymar, por exemplo, jogou apenas 15 das 35 partidas do Peixe no Brasileirão.
As outras 20 ficaram por conta dos ‘cabeças de bagre’: Rafael, Aranha, Galhardo, Bruno Peres, Durval, Gerson Magrão, Adriano, Arouca, Henrique, Felipe Anderson, André, Vitor Andrade, Juan, Leo, Edu Dracena, Bernardo, Patito Rodrigues, Bill...
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Negócio da China. O presidente e supertécnico ‘Juvenal Antena’ deve andar com a orelha queimando. Boa parte dos conselheiros só fala no ótimo negócio que fez ao liberar o então brucutu Jean para o Fluminense. Considerado um dos grandes destaques do campeonato, o volante renderá aos cofres do soberano São Paulo a fortuna de... R$ 8,5 milhões. O Flu já pagou R$ 2,5 milhões. E o tetracampeão já tem na mesa uma proposta de 7 milhões de euros de um clube europeu por Jean.
Sugismundo Freud. Lembre-se: cana dá pinga e cana.
Zapping. A decisão do título brasileiro não empolgou a turma da poltrona, pipoca e tubaína na grande Pauliceia entregue ao faroeste. A vitória do Fluminense sobre os periquitos em revista rendeu apenas 17 pontos no ibope global, um a menos que o jogo Palmeiras x Botafogo. Na Band, o duelo no Prudentão cravou seis pontos.
Dona Fifi. Hit entre os corintianos: ‘Cai cai Verdão/cai cai Verdão/pra segunda divisão/chora não/chora não/chora não/que eu tô indo pro Japão.
Gato por lebre. O Circo Brasileiro de Futebol é extremamente fogoso. Anuncia aos quatro ventos do ventilador que o amistoso contra a Colômbia, nos Estados Unidos, será o milésimo jogo da amarelinha desbotada. Só que se fecha em copas e não divulga a lista com todos os confrontos até hoje. Garante ter o documento, elaborado pelo setor de Acervos e Memórias, mas se nega a divulgá-lo. O ESPN.com.br queria publicar as partidas, porém recebeu um sonoro não. Aí tem!
Twitface. A esperança é a última que morre: a salvação dos periquitos em revista repousa garbosamente em 1%, de acordo com o ‘Infobola’. Já o Leão da Ilha ruge em 27%, enquanto a Lusa nada em 85%, e o Bahêa, em 89%.
Pirlimpimpim 1. Os seguidores do Saci colorado descobriram mais um motivo para a ótima campanha de coadjuvante do time no Brasileirão. Em 35 jogos, a equipe reclamou de vários pênaltis ‘indiscutíveis’, mas o apito amigo fez vista grossa e não marcou nenhum. Segue o jogo...
Pirlimpimpim 2. O futuro de Fernandão na casamata do Saci colorado é um segredo guardado a sete chaves. Apenas os operários que tocam a reforma do Beira-Rio, o dono do carrinho de pipoca e o borracheiro a 50 quilômetros do estádio sabem que o ‘professor’... será dispensado.
De chaleira. Fluminense, uma festa inesquecível do tetra: pouso de emergência, atraso de várias horas até a chegada nas Laranjeiras, saques e violência.
Gilete press. De José Cruz, no ‘Uol’: “A construção do estádio em Brasília para a Copa 2014 tem custo de R$ 812,2 milhões. Desse total, o governo do Distrito Federal já pagou R$ 528,5 milhões, segundo o Portal da Transparência. Enquanto isso 12.221 pacientes aguardam na fila para realizar ressonância magnética. Apenas um aparelho está disponível no sistema de saúde. E está quebrado!” A Copa é deles, a conta é nossa.
Tititi d’Aline. Astro do Brooklyn Nets, nova franquia da NBA, o armador Deron Williams garantiu ter visto um OVNI (objeto voador não identificado) durante a passagem do furacão Sandy por Nova York. Do nada, pintou... Lebron James.
Você sabia que... a Prefeitura de São Paulo liberou R$ 160 milhões dos R$ 420 milhões que havia prometido ao Corinthians em incentivos fiscais para a construção do Itaquerão?
Bola de ouro. Chapecoense/Paysandu/Icasa/Oeste. Aos trancos e barrancos, não importa: disputarão a Série B no próximo ano.
Bola de latão. Guarani. O campeão brasileiro de 1978 vive um filme de horror: sem presidente, sem dinheiro e à beira do precipício na segundona.
Bola de lixo. Vândalos palmeirenses. Os bandidos voltaram a atacar e tocaram fogo na loja oficial do clube. E nada acontece. Até quando?
Bola sete. “O Flamengo garante ter colocado os salários dos jogadores em dia, pagando o mês de... setembro! Por acaso, não estamos em... novembro?” (De Renato Maurício Prado, no ‘Globo’ – na Gávea, 2+2= 5).
Dúvida pertinente. O Fluminense vai para a UTI se perder a Unimed ?
Irritado com as seguidas convocações de Neymar para defender a amarelinha desbotada, o cartola prometeu reforçar o Peixe com material de primeira.
Acredita que só assim ‘Muriçoca’ Ramalho poderá realizar um bom trabalho quando Neymar for chamado para defender o time dos manos do Mano.
Com a nobre palavra, Laor, no 'Lance': “Ano que vem, esperamos montar um grupo mais numeroso a fim de impedir que Muricy seja obrigado a escalar 11 'cabeças de bagre' porque nossos craques estão na seleção. É uma frustração muito grande.”
Laor acha que o Circo Brasileiro de Futebol precisa indenizar os clubes que cedem jogadores à amarelinha desbotada. Neymar, por exemplo, jogou apenas 15 das 35 partidas do Peixe no Brasileirão.
As outras 20 ficaram por conta dos ‘cabeças de bagre’: Rafael, Aranha, Galhardo, Bruno Peres, Durval, Gerson Magrão, Adriano, Arouca, Henrique, Felipe Anderson, André, Vitor Andrade, Juan, Leo, Edu Dracena, Bernardo, Patito Rodrigues, Bill...
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Negócio da China. O presidente e supertécnico ‘Juvenal Antena’ deve andar com a orelha queimando. Boa parte dos conselheiros só fala no ótimo negócio que fez ao liberar o então brucutu Jean para o Fluminense. Considerado um dos grandes destaques do campeonato, o volante renderá aos cofres do soberano São Paulo a fortuna de... R$ 8,5 milhões. O Flu já pagou R$ 2,5 milhões. E o tetracampeão já tem na mesa uma proposta de 7 milhões de euros de um clube europeu por Jean.
Sugismundo Freud. Lembre-se: cana dá pinga e cana.
Zapping. A decisão do título brasileiro não empolgou a turma da poltrona, pipoca e tubaína na grande Pauliceia entregue ao faroeste. A vitória do Fluminense sobre os periquitos em revista rendeu apenas 17 pontos no ibope global, um a menos que o jogo Palmeiras x Botafogo. Na Band, o duelo no Prudentão cravou seis pontos.
Dona Fifi. Hit entre os corintianos: ‘Cai cai Verdão/cai cai Verdão/pra segunda divisão/chora não/chora não/chora não/que eu tô indo pro Japão.
Gato por lebre. O Circo Brasileiro de Futebol é extremamente fogoso. Anuncia aos quatro ventos do ventilador que o amistoso contra a Colômbia, nos Estados Unidos, será o milésimo jogo da amarelinha desbotada. Só que se fecha em copas e não divulga a lista com todos os confrontos até hoje. Garante ter o documento, elaborado pelo setor de Acervos e Memórias, mas se nega a divulgá-lo. O ESPN.com.br queria publicar as partidas, porém recebeu um sonoro não. Aí tem!
Twitface. A esperança é a última que morre: a salvação dos periquitos em revista repousa garbosamente em 1%, de acordo com o ‘Infobola’. Já o Leão da Ilha ruge em 27%, enquanto a Lusa nada em 85%, e o Bahêa, em 89%.
Pirlimpimpim 1. Os seguidores do Saci colorado descobriram mais um motivo para a ótima campanha de coadjuvante do time no Brasileirão. Em 35 jogos, a equipe reclamou de vários pênaltis ‘indiscutíveis’, mas o apito amigo fez vista grossa e não marcou nenhum. Segue o jogo...
Pirlimpimpim 2. O futuro de Fernandão na casamata do Saci colorado é um segredo guardado a sete chaves. Apenas os operários que tocam a reforma do Beira-Rio, o dono do carrinho de pipoca e o borracheiro a 50 quilômetros do estádio sabem que o ‘professor’... será dispensado.
De chaleira. Fluminense, uma festa inesquecível do tetra: pouso de emergência, atraso de várias horas até a chegada nas Laranjeiras, saques e violência.
Gilete press. De José Cruz, no ‘Uol’: “A construção do estádio em Brasília para a Copa 2014 tem custo de R$ 812,2 milhões. Desse total, o governo do Distrito Federal já pagou R$ 528,5 milhões, segundo o Portal da Transparência. Enquanto isso 12.221 pacientes aguardam na fila para realizar ressonância magnética. Apenas um aparelho está disponível no sistema de saúde. E está quebrado!” A Copa é deles, a conta é nossa.
Tititi d’Aline. Astro do Brooklyn Nets, nova franquia da NBA, o armador Deron Williams garantiu ter visto um OVNI (objeto voador não identificado) durante a passagem do furacão Sandy por Nova York. Do nada, pintou... Lebron James.
Você sabia que... a Prefeitura de São Paulo liberou R$ 160 milhões dos R$ 420 milhões que havia prometido ao Corinthians em incentivos fiscais para a construção do Itaquerão?
Bola de ouro. Chapecoense/Paysandu/Icasa/Oeste. Aos trancos e barrancos, não importa: disputarão a Série B no próximo ano.
Bola de latão. Guarani. O campeão brasileiro de 1978 vive um filme de horror: sem presidente, sem dinheiro e à beira do precipício na segundona.
Bola de lixo. Vândalos palmeirenses. Os bandidos voltaram a atacar e tocaram fogo na loja oficial do clube. E nada acontece. Até quando?
Bola sete. “O Flamengo garante ter colocado os salários dos jogadores em dia, pagando o mês de... setembro! Por acaso, não estamos em... novembro?” (De Renato Maurício Prado, no ‘Globo’ – na Gávea, 2+2= 5).
Dúvida pertinente. O Fluminense vai para a UTI se perder a Unimed ?
Venceu o Fluminense, com o sangue do vigor... Camisa grená é metáfora da transformação
O verso mais famoso do hino composto por Lamartine Babo entre os três que identificam as três cores é o que se refere ao verde.
Vence o Fluminense,
com o verde da esperança,
pois quem espera sempre alcança,
clube que orgulha o Brasil
retumbante de glórias
e vitórias mil.
Mas há outras duas estrofes menos conhecidas sobre o branco, da fidalguia, e o grená, do vigor.
De certa maneira, o uso inédito da camisa inteira grená em jogo que vale título é metáfora da campanha e da transformação do Fluminense.
Não é preciso voltar aos anos 90, ao título da Série C. Retorne mesmo a 2004 ou 2006, campanhas do bloco de baixo. Hoje é preciso puxar pela memória para se referir aos tempos em que o Fluminense não disputava títulos. De 2007 para cá, é fácil enumerar: Copa do Brasil, vice da Libertadores, vice da Sul-Americana, campeão brasileiro, terceiro lugar do Brasileirão, campeão carioca, campeão brasileiro pela quarta vez, somando a essa lista o Robertão de 1970.
O Fluminense se transformou.
Em parte, porque melhorou sua relação com a Unimed, desde o final do mandato de Roberto Horcades, mas principalmente na gestão de Peter Siemsem. A Unimed colocava o dinheiro também em 2004. O Flu é que não sabia administrá-lo, o que produzia conflitos entre jogadores com salários em dia e outros atrasados, uns assalariados da patrocinadora, outros do próprio clube.
O reflexo é a mais impressionante campanha dos pontos corridos, empatada com a do São Paulo de 2007. O melhor ataque, como o Brasileirão não tinha no campeão desde 2007. Mas também a melhor defesa, o maior número de vitórias, o menor número de derrotas, 38 pontos somados em casa, 38 pontos como visitante.
O Fluminense é mais vigor do que esperança.
Foi campeão de grená, em vez da tradicional camisa tricolor.
Vence o Fluminense,
como sangue do encarnado
com amor e com vigor.
faz a torcida querida
vibrar com emoção...
Tetracampeão...
Vence o Fluminense,
com o verde da esperança,
pois quem espera sempre alcança,
clube que orgulha o Brasil
retumbante de glórias
e vitórias mil.
Mas há outras duas estrofes menos conhecidas sobre o branco, da fidalguia, e o grená, do vigor.
De certa maneira, o uso inédito da camisa inteira grená em jogo que vale título é metáfora da campanha e da transformação do Fluminense.
Não é preciso voltar aos anos 90, ao título da Série C. Retorne mesmo a 2004 ou 2006, campanhas do bloco de baixo. Hoje é preciso puxar pela memória para se referir aos tempos em que o Fluminense não disputava títulos. De 2007 para cá, é fácil enumerar: Copa do Brasil, vice da Libertadores, vice da Sul-Americana, campeão brasileiro, terceiro lugar do Brasileirão, campeão carioca, campeão brasileiro pela quarta vez, somando a essa lista o Robertão de 1970.
O Fluminense se transformou.
Em parte, porque melhorou sua relação com a Unimed, desde o final do mandato de Roberto Horcades, mas principalmente na gestão de Peter Siemsem. A Unimed colocava o dinheiro também em 2004. O Flu é que não sabia administrá-lo, o que produzia conflitos entre jogadores com salários em dia e outros atrasados, uns assalariados da patrocinadora, outros do próprio clube.
O reflexo é a mais impressionante campanha dos pontos corridos, empatada com a do São Paulo de 2007. O melhor ataque, como o Brasileirão não tinha no campeão desde 2007. Mas também a melhor defesa, o maior número de vitórias, o menor número de derrotas, 38 pontos somados em casa, 38 pontos como visitante.
O Fluminense é mais vigor do que esperança.
Foi campeão de grená, em vez da tradicional camisa tricolor.
Vence o Fluminense,
como sangue do encarnado
com amor e com vigor.
faz a torcida querida
vibrar com emoção...
Tetracampeão...
Com Abel, Flu mostra evolução tática. Árabes "impediram" os três títulos consecutivos
Você sabia que neste Campeonato Brasileiro Wellington Nem e Rafael Sóbis desarmam até melhor do que os volantes Edinho e Jean? E que no ano passado Liédson e William eram os homens que mais roubavam a bola no campo de ataque?
Como o Corinthians de 2011, o Fluminense de 2012 mostra evolução do futebol jogado no Brasil. Equipes que saem do lugar comum e jogam de forma eficiente, pouco se importando com a visão romântica dos que esperam um jogo dos sonhos.
Nada contra um futebol espetacular, mas esse só se apresenta quando ocorre a reunião de vários talentos que se entendem, se entrosam sob o comando de um bom técnico. É raro, nem sempre possível e nada necessário para quem tenta dar ao seu torcedor aquilo que mais deseja: o título.
Desarmes certos (em %)
Edinho - 83,5
Jean - 73,8
Wellington Nem - 89,5
Rafael Sóbis - 93,8
O Fluminense tem zagueiros questionados, que integram a melhor defesa do certame. Jogam protegidos, como o trio de "beques" do São Paulo tricampeão em 2006/2007/2008 e os corintianos de 2011. Proteção iniciada quando a turma lá da frente também marca, participa. Isso não era comum por aqui, mas começa a ficar.
Como Tite no ano passado, Abel Braga tem muitos méritos por conseguir fazer seu time jogar como se deve. Isso não significa a perfeição. Houve muitos momentos de exposição da defesa tricolor, o que permitiu a Diego Cavalieri se tornar personagem vital da conquista. O time pode, e deve, melhorar nesse quesito.
E também é possível esperar mais futebol bonito, o que depende de maior assiduidade do experiente e lúcido Deco e de um melhor momento do talentoso Thiago Neves. Claro que o time de Abel também pode crescer nesse aspecto, deve ser uma de suas preocupações para 2013.
O técnico voltou ao Fluminense durante o primeiro turno do Brasileiro de 2011. Perdeu quatro das seis primeiras partidas sob seu comando, mas o time foi o melhor do returno, brigando pelo título até a penúltima rodada e chegando à Copa Libertadores.
Não fosse a fraca colocação na primeira metade do campeonato (11º), hoje os tricolores estariam comemorando o tri. Bastaria Abel voltar antes ao Fluminense. Mas o Al Jazira não deixou... Com ele os tricolores poderiam ter três títulos seguidos. Não têm. A "culpa" deve ser dos árabes.
Como o Corinthians de 2011, o Fluminense de 2012 mostra evolução do futebol jogado no Brasil. Equipes que saem do lugar comum e jogam de forma eficiente, pouco se importando com a visão romântica dos que esperam um jogo dos sonhos.
Nada contra um futebol espetacular, mas esse só se apresenta quando ocorre a reunião de vários talentos que se entendem, se entrosam sob o comando de um bom técnico. É raro, nem sempre possível e nada necessário para quem tenta dar ao seu torcedor aquilo que mais deseja: o título.
Desarmes certos (em %)
Edinho - 83,5
Jean - 73,8
Wellington Nem - 89,5
Rafael Sóbis - 93,8
O Fluminense tem zagueiros questionados, que integram a melhor defesa do certame. Jogam protegidos, como o trio de "beques" do São Paulo tricampeão em 2006/2007/2008 e os corintianos de 2011. Proteção iniciada quando a turma lá da frente também marca, participa. Isso não era comum por aqui, mas começa a ficar.
Como Tite no ano passado, Abel Braga tem muitos méritos por conseguir fazer seu time jogar como se deve. Isso não significa a perfeição. Houve muitos momentos de exposição da defesa tricolor, o que permitiu a Diego Cavalieri se tornar personagem vital da conquista. O time pode, e deve, melhorar nesse quesito.
E também é possível esperar mais futebol bonito, o que depende de maior assiduidade do experiente e lúcido Deco e de um melhor momento do talentoso Thiago Neves. Claro que o time de Abel também pode crescer nesse aspecto, deve ser uma de suas preocupações para 2013.
O técnico voltou ao Fluminense durante o primeiro turno do Brasileiro de 2011. Perdeu quatro das seis primeiras partidas sob seu comando, mas o time foi o melhor do returno, brigando pelo título até a penúltima rodada e chegando à Copa Libertadores.
Não fosse a fraca colocação na primeira metade do campeonato (11º), hoje os tricolores estariam comemorando o tri. Bastaria Abel voltar antes ao Fluminense. Mas o Al Jazira não deixou... Com ele os tricolores poderiam ter três títulos seguidos. Não têm. A "culpa" deve ser dos árabes.
Reprodução da TV
Flu x Coritiba: Deivid é pressionado por cinco adversários ainda no campo de defesa. É desarmado e na sequência sairia o primeiro gol da vitória por 2 a 1
Campeão elegante
O gol de Fred, nos minutos finais do jogo com o Palmeiras, foi a síntese do Fluminense no Brasileiro que acaba de conquistar: sobriedade, eficiência e elegância. O centroavante entrou livre na área, vislumbrou o passe que vinha da direita, tocou de primeira, seco, sem firula, para marcar o 19.º gol dele na competição da qual é artilheiro e destaque maior. O 59.º da equipe que tem o melhor ataque. O gol da vitória por 3 a 2, o gol do título nos minutos finais, o gol que liquidou as pretensões dos demais concorrentes. O gol que deixou praticamente sem oxigênio o moribundo rival de ontem em Presidente Prudente.
O Flu de novo volta ao topo nacional, por méritos, e com larga antecedência. Depois da emoção do domingo, no atípico palco da festa, poderá conceder-se o prazer de desfilar nas três rodadas restantes, a exibir diante de Cruzeiro, Sport e Vasco a altivez, a galhardia dos que se sabem superiores - ou, vá lá, mais regulares e pacientes do que os outros.
Assim se comportou o Tricolor de Abel Braga na prova de resistência da Série A nacional. A campanha teve cadência quase marcial e só não ganhou realce, no começo, por causa do ritmo empolgante do Atlético-MG até a virada do turno. Ronaldinho Gaúcho e seus companheiros concentravam a atenção ao triturar desafiantes e abrir vantagem folgada. Mas, desde as rodadas iniciais, em maio, o observador atento notaria a harmonia do Flu. Fred e seus acólitos mantiveram a toada, deram o bote e nunca mais foram alcançados.
O Flu não vacilou - ou, no máximo, se permitiu correr riscos calculados. Não foi sempre, e monotonamente, esplêndido. Não é um superesquadrão - e é redundância dizer que não há, por aqui, um Barcelona como aquele de um ano e meio atrás. Como todo time normal, passou por apertos, levou sufoco, tomou sustos (como nos dois gols do Palmeiras, após abrir 2 a 0). Porém, tirou de letra as oscilações, ao contrário do Atlético-MG. Isso desequilibrou a balança.
Uma equipe não acumula por sorte, por acaso, por intervenção divina 22 vitórias, dez empates e apenas três derrotas. Não leva só 28 gols, o que o torna a defesa menos vulnerável. Há trabalho, método, jogadores, técnico a contribuir para retrospecto impecável. Diego Cavalieri é o goleiro do campeonato, vive momento excepcional, embora olimpicamente ignorado pelo técnico da seleção. A defesa é estável, assim como o meio de campo. O ataque tem Fred, o demolidor, o tormento dos zagueiros, também esnobado por Mano Menezes.
O Flu é campeão com legitimidade, ganhou a coroa no campo. Que se roam de inveja os que enxergam apenas complô ou que não conseguem ir além de surradas teorias conspiratórias para explicar o sucesso alheio! O Flu é campeão brasileiro porque jogou mais, não porque os árbitros roubaram, para usar o verbo popular.
No duelo com o Palmeiras teve gol mal anulado (Sóbis, ainda no 1 a 0) e pênalti sobre Marcos Júnior relevado pelo juiz. Que errou como tantos falharam, em ocasiões anteriores, a favor ou contra o Fluminense. O Flu volta para casa nos braços da torcida e, ao mesmo tempo em que comemora, já tem de espichar o olho para 2013. Com Abel, com Fred, com Cavalieri na campanha da Libertadores. Um campeão de verdade!
Ah, sim, teve um adversário pela frente... um time dedicado e esforçado, da mesma forma que é limitado e desnorteado. O Palmeiras sucumbiu a suas fraquezas esportivas, aliadas à insignificância, à autossuficiência e ao egoísmo de quem o comanda.
Longe de casa
Os números explicam: melhor ataque com 59 gols, melhor defesa com 28 sofridos e 11 vitórias como visitante, marca extraordinária para a realidade do futebol brasileiro. Sem o Maracanã, o Fluminense praticamente não encontrou diferença entre jogar dentro ou fora de casa.
Com o estádio do Botafogo, o Engenhão, como base, o Flu jogou fora de casa o tempo todo. Boa parte do título se deve ao comportamento do grupo no campo de seus adversários. Mérito de Abel Braga e de um artilheiro chamado Fred, o dono da grande área, a materialização da frieza de uma campanha que ainda não terminou.
Mas para Abel chegar lá faltava uma partida, justamente contra o Palmeiras de seu amigo Gilson Kleina. Dentro de campo o futebol não deixa espaço para amizade. E assim foi o jogo, com mais emoção que velocidade sob o sol intenso de Presidente Prudente.
Passa o tempo, passam os jogos, só não passa a agonia palmeirense. A 35.ª rodada do Brasileiro terminou sem o gostinho de esperança, apesar de uma delicada sobrevida matemática, graças a uma necessária e improvável combinação de resultados. É isso, o Palmeiras lutou, e muito, mas não conseguiu reagir.
O Fluminense não é um time encantador. Como não foram o Corinthians de 2011 ou o Flamengo de 2010. O futebol bonito não tem sido a realidade nem a meta dos principais clubes brasileiros. Infelizmente ainda não chegamos a esse nível de excelência. O momento é de transição, de luta pela sobrevivência para depois tentar buscar outros valores igualmente importantes, como a qualidade do jogo.
A palavra do momento é pragmatismo, da qual gostamos demais, além da conta. Enquanto as dívidas não forem tratadas com seriedade e os clubes cuidarem de suas estruturas como a base de toda atividade do futebol, a corda vai continuar bamba.
O Fluminense é um exemplo disso. Possui dívida na casa dos R$ 400 milhões, mas vive garantido pelo dinheiro da Unimed, e não é pouco. Trata-se de uma estabilidade perigosa, talvez artificial, sustentada por grandes jogadores, mesmo que ainda sem um local adequado para os treinamentos. O título de 2012 mora no talento de vários jogadores e na capacidade de Abel Braga manter o time organizado e coeso desde o início do campeonato.
No primeiro turno, o Flu ficou a apenas um ponto da histórica campanha do Atlético-MG. Com 73% de aproveitamento, o segredo foi a manutenção de um trabalho linear, com poucos tropeços e uma defesa segura.
Fred resume bem esse título. Os 19 gols marcados até agora mostram o domínio exercido na grande área. Ele também perde suas oportunidades, mas marca muito. O Palmeiras que o diga. Individualizar a conquista, porém, seria injustiça diante de gente como os volantes Edinho e Jean e do goleiro Diego Cavalieri.
O campeão brasileiro é incontestável. Não brilhou, não encantou, mas não sofreu para ganhar o título.
O volante que é meia
Correa e Maikon Leite saíram do treino secreto de sexta-feira sem saber qual dos dois seria titular contra o Fluminense. A opção podia ser pela velocidade de Maikon ou pela marcação de Correa. Ponto para Correa era o fato de Maikon Leite jogar trinta minutos e ter o tornozelo inchado, nos últimos jogos.
Correa também podia cuidar de Carlinhos, válvula de escape do Flu pelo lado esquerdo. Contra o São Paulo, semana passada, foi assim.
Correa cuidou de Carlinhos e Juninho marcou bem Wellington Nem em quase todos os lances. Quase, porque na bola do primeiro gol do Flu Nem entrou em diagonal com Juninho atrasado. Outro erro: Jean estava livre.
Jean, o volante que é meia, cria mais do que Thiago Neves no melhor time do campeonato. Kleina pensou em tudo. Denoni marcava Thiago Neves, Jean era marcado por Patrick Vieira... Não, no primeiro gol Jean estava livre para fazer o passe.
Não era muito simples a situação de Kleina antes do jogo e suas opções foram justas. Até mesmo Obina, que não deu certo. Curioso é como o que parece ser certo dá errado e quando tudo está errado dá certo. Marcos Assunção saiu do jogo para a entrada de Luan e o gol do empate por 2 a 2 do Palmeiras, acredite, saiu de bola parada - Patrick Vieira.
Das raras coisas boas do campeonato do Palmeiras, uma é terminar com pratas da casa como Patrick e João Denoni.
E mesmo eles... Patrick perdeu gol escancarado semana passada, Denoni deu passe errado, deu contra-ataque ao Flu e o escanteio em que Fred quase marcou no fim. Problemas táticos?
Talvez mais emocionais até do que técnicos. Mas como pedir calma nesta hora? De 2002 para cá, o Palmeiras anda em círculos a tal ponto que pode cair em Volta Redonda.
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Copa do Mundo de futsal
Itália 5 x 1 Egito
Brasil 16 x 0 Panamá
Rússia 3 x 0 Rep. Tcheca
Sérvia 1 x 2 Argentina
Brasil 16 x 0 Panamá
Rússia 3 x 0 Rep. Tcheca
Sérvia 1 x 2 Argentina
Brasileiro: Gols de Vasco 1 x 1 Atlético Mineiro
O Atlético-MG entrou em campo neste domingo sabendo que dependia apenas de suas próprias forças para evitar o título antecipado do Fluminense. O time de Cuca, porém, não fez a sua parte, ficando no empate em 1 a 1 com o Vasco e viu o Flu conquistar o título brasileiro. Em um jogo polêmico, Ronaldinho Gaúcho marcou de pênalti para o Galo e Alecsandro empatou para o time carioca
Com pênalti polêmico, Flamengo provoca 3ª derrota do Náutico em casa no Brasileiro
Graças a um pênalti contestável marcado pelo árbitro Guilherme Cereta Lima de Jean Rolt em cima de Wellington Bruno, o Flamengo venceu o Náutico por 1 a 0, neste domingo, no Recife. O pênalti foi convertido por Renato Abreu. Esta foi apenas a terceira derrota do time pernambucano em casa em 18 jogos disputados neste Campeonato Brasileiro.
Em posições intermediárias na tabela, as equipes já não brigam por nada na competição. Com a vitória, o Flamengo ultrapassou o Santos, o Coritiba e o próprio Náutico e pulou para 47 pontos, em nono lugar. O Náutico tem 45 pontos e caiu para 14°.
Na próxima rodada, o Flamengo recebe o Palmeiras, no Engenhão, em partida que pode marcar o rebaixamento do time paulista, e o Náutico visita o São Paulo, no Morumbi. Os dois jogos acontecem no domingo.
O jogo
O Náutico iniciou a partida sendo empurrado pela torcida que lotava os Aflitos e foi para cima do Flamengo. Nos primeiros minutos, os pernambucanos fizeram uma verdadeira blitz no campo ofensivo. No entanto, a primeira boa chance só aconteceu aos dez minutos. Após pressão na área carioca, a bola sobrou para Rhayner na entrada da área. O meia acertou chute forte, mas viu a bola desviar na zaga e ir para escanteio.
O lance animou os donos da casa, que seguiram melhores no jogo. O Flamengo buscava avançar, mas os visitantes se limitavam a buscar Vagner Love, que estava bem marcado. Sem ter problema na defesa, o Náutico partia para o ataque e teve outra boa chance aos 21 minutos. Após bola levantada na área, Kieza apareceu para cabecear, mas parou em ótima defesa de Paulo Victor.
Depois disso, o confronto diminuiu de intensidade, principalmente porque o Flamengo melhorou a marcação. Com isso, os lances de perigo pararam de acontecer. Somente aos 41 minutos, o Náutico chegou novamente perto do gol. Souza tocou para Danilo Santos dentro da área, mas o lateral chutou cruzado, em cima de Paulo Victor. Assim, o duelo foi em branco para o intervalo.
No segundo tempo, o Flamengo melhorou e conseguiu chegar com mais facilidade ao ataque. No entanto, os cariocas deixavam espaços atrás e permitiam os avanços do Náutico. Mesmo assim, os rubro-negros tiveram a primeira boa chance aos nove minutos. Em ataque rápido, Felipe Dias tocou para Hernane, que chutou para boa defesa de Felipe. A resposta dos donos da casa veio sete minutos depois, quando Souza cobrou falta de longe, a bola desviou na barreira, mas Paulo Victor estava atento e fez a defesa.
A partir dai, o confronto ficou aberto, com as duas equipes mais preocupadas em atacar. O Náutico se aproveitou melhor disso e quase abriu o placar aos 20 minutos. Rogério fez boa jogada individual pela direita, passou por três marcadores e chutou, mas em cima de Paulo Victor. Seis minutos depois, em contra-ataque rápido, Araújo lançou, que finalizou para fora, desperdiçando ótima oportunidade.
Aos poucos, o Naútico foi dominando novamente o duelo, mas foi quando sofreu o revés, aos 36 minutos. O árbitro marcou pênalti de Jean Rolt em Wellington Bruno. Na cobrança, Renato Abreu bateu no canto, sem chance para Felipe.
Nos minutos finais, o Náutico foi com tudo em busca do empate, mas acabou desperdiçando as chances de conseguir sair de campo com pelo menos um ponto.
FICHA TÉCNICA:
NÁUTICO 0 X 1 FLAMENGO
Local: Aflitos, em Recife
Data: 11 de novembro de 2012 (Domingo)
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Guilherme Ceretta de Lima (SP)
Assistentes: Marcelo Van Gasse (SP) e Cleriston Rios (SE)
Cartões amarelos: Dadá e Kieza (Náutico); Felipe Dias (Flamengo)
GOL:
FLAMENGO: Renato Abreu, aos 36min do segundo tempo
Data: 11 de novembro de 2012 (Domingo)
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Guilherme Ceretta de Lima (SP)
Assistentes: Marcelo Van Gasse (SP) e Cleriston Rios (SE)
Cartões amarelos: Dadá e Kieza (Náutico); Felipe Dias (Flamengo)
GOL:
FLAMENGO: Renato Abreu, aos 36min do segundo tempo
NÁUTICO: Felipe; Patric. Jean Rolt, Alison e Danilo Santos; Josa, Dadá (Dimba), Souza e Rhayner; Rogério (Araújo) e Kieza.
Técnico: Alexandre Gallo
Técnico: Alexandre Gallo
FLAMENGO: Paulo Victor; Wellington Silva, Renato Santos, Marcos González e Felipe Dias; Amaral, Ibson (Bottinelli), Renato Abreu e Cléber Santana (Wellington Bruno); Hernane e Vagner Love (Paulo Sérgio)
Técnico: Dorival Júnior
Técnico: Dorival Júnior
Kleina faz clamor contra violência de torcida do Palmeiras, e Tirone ironiza: 'Todo mundo morre'
Clique no player e assista a entrevista de Arnaldo Tirone
Brigas na sede do clube, ameaças de morte e tentativas de invasão de campo foram alguns dos incidentes relacionados ao Palmeiras recentemente.
“Vamos voltar de cabeça erguida, não adianta trabalhar em cima de ameaça de violência. Isso só vai prejudicar um atleta que quiser reagir. O lado emocional pesa muito. O ser humano é movido pelo emocional. Vamos fazer nossa parte, se o torcedor quiser conversar com a gente...Ninguém aqui vai jogar a toalha, não é meu perfil. Aconteça o que acontecer haverá dignidade”, disse Kleina depois da partida em Presidente Prudente.
Ameaçado de morte anteriormente, o presidente palmeirense, Arnaldo Tirone, não pareceu muito preocupado com os riscos que pode correr em caso de queda do time à Segundona. “Tudo mundo vai morrer, se eu morrer pelo Palmeiras pelo menos vai sair no jornal : ‘o Tirone morreu’. Os jogadores estão de parabéns. O presidente está muito chateado, não conseguimos vencer. Mas não vai resolver nada ficar desesperado. Estou muito triste, assim como a torcida.”
O Palmeiras tenta não dar detalhes sobre o retorno da equipe a São Paulo. O mais provável é que os jogadores jantem no hotel aonde estão hospedados em Prudente e peguem um voo para a capital paulista no final da noite.
O que é preciso para não cair
Como a Portuguesa foi derrotada pelo Botafogo, no sábado, o Palmeiras tem chances matemáticas de diminuir a diferença de sete pontos para o rival paulista, que tem 40 pontos, nas três rodadas restantes - o Bahia também tem 40 e enfrenta o Cruzeiro às 19h30 deste domingo, em Belo Horizonte. O Sport, à frente do Palmeiras e também na zona de rebaixamento, tem 36 pontos e pega o Figueirense, às 19h30, em Florianópolis.
Porém, o Alviverde precisa vencer todas as suas três partidas e torcer para Lusa ou Bahia - dependendo do resultado dos nordestinos diante do Cruzeiro - somarem apenas um ponto até o final da competição, além de ter que ‘secar’ o Sport.
Como a Portuguesa foi derrotada pelo Botafogo, no sábado, o Palmeiras tem chances matemáticas de diminuir a diferença de sete pontos para o rival paulista, que tem 40 pontos, nas três rodadas restantes - o Bahia também tem 40 e enfrenta o Cruzeiro às 19h30 deste domingo, em Belo Horizonte. O Sport, à frente do Palmeiras e também na zona de rebaixamento, tem 36 pontos e pega o Figueirense, às 19h30, em Florianópolis.
Porém, o Alviverde precisa vencer todas as suas três partidas e torcer para Lusa ou Bahia - dependendo do resultado dos nordestinos diante do Cruzeiro - somarem apenas um ponto até o final da competição, além de ter que ‘secar’ o Sport.
A próxima batalha palmeirense acontecerá em Volta Redonda, domingo que vem, contra o Flamengo.
Ao mesmo tempo o Alviverde estará torcendo contra o Bahia, que receberá a Ponte Preta, em Salvador, contra a Portuguesa, que jogará com o Grêmio, em São Paulo e contra o Sport, que duelará com o Botafogo, no Recife.
Ao mesmo tempo o Alviverde estará torcendo contra o Bahia, que receberá a Ponte Preta, em Salvador, contra a Portuguesa, que jogará com o Grêmio, em São Paulo e contra o Sport, que duelará com o Botafogo, no Recife.
Fred brilha em vitória sobre o Palmeiras e dá título brasileiro ao Fluminense
Com três rodadas de antecedência o Fluminense é o campeão brasileiro de 2012. Uma suada vitória por 3 a 2 sobre o Palmeiras, neste domingo, em Presidente Prudente, aliado à ajuda do rival Vasco, que empatou com o vice-líder Atlético-MG por 1 a 1, no Rio de Janeiro, garantiu o quarto título brasileiro do Tricolor, os três quando a competição já tinha o nome de Campeonato Brasileiro - 1984, 2010 e 2012 -, mais a Taça Roberto Gomes de Pedrosa de 1970, o Nacional da época.
Fred, herói da conquista e artilheiro da competição com 19 gols, marcou duas vezes, a segunda delas nos minutos finais, e Maurício Ramos fez contra para o Flu - Barcos e Patrick Vieira descontaram.
O Fluminense chega a 76 pontos e não pode mais ser alcançado nas próximas três rodadas pelo Atlético, que tem 65. No domingo que vem, contra o Cruzeiro, no Engenhão, o técnico Abel Braga, o ‘paredão’ Diego Cavalieri, o ‘matador’ Fred e todo o elenco do Flu serão ovacionados com a faixa de campeões no peito.
Por outro lado, o rebaixamento do Palmeiras à Série B não é oficial, mas se tornou ainda mais difícil de ser evitado.
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Abel Braga comemora o título do Brasileirão carregado por integrantes da comissão técnica do Flu
Como a Portuguesa foi derrotada pelo Botafogo, no sábado, o Palmeiras tem chances matemáticas de diminuir a diferença de sete pontos para o rival paulista, que tem 40 pontos, nas três rodadas restantes - o Bahia também tem 40 e enfrenta o Cruzeiro às 19h30 deste domingo, em Belo Horizonte. O Sport, à frente do Palmeiras e também na zona de rebaixamento, tem 36 pontos e pega o Figueirense, às 19h30, em Florianópolis.
Porém, o Alviverde precisa vencer todas as suas três partidas e torcer para Lusa ou Bahia - dependendo do resultado dos nordestinos diante do Cruzeiro - somarem apenas um ponto até o final da competição, além de ter que ‘secar’ o Sport.
A próxima batalha palmeirense acontecerá em Volta Redonda, domingo que vem, contra o Flamengo. Ao mesmo tempo o Alviverde estará torcendo contra o Bahia, que receberá a Ponte Preta, em Salvador, contra a Portuguesa, que jogará com o Grêmio, em São Paulo e contra o Sport, que duelará com o Botafogo, no Recife.
Nem mesmo os torcedores palmeirenses parecem acreditar mais no time do coração. Neste domingo, por exemplo, pouco mais de 8 mil pessoas estiveram no Estádio Prudentão para ver mais uma derrota da equipe paulista, a 20ª na competição.
O jogo: O Palmeiras começou a partida exibindo mais ímpeto na busca pelo ataque. Mesmo assim, a primeira finalização foi do Fluminense, com Rafael Sobis, que dominou pela meia-esquerda e arriscou a batida, carimbando a defesa. Na jogada seguinte, o time mandante respondeu. Wesley cruzou da direita e Obina subiu mais que os defensores para cabecear com perigo, ao lado do gol.
O garoto Patrick Vieira se mostrou uma boa alternativa no início do confronto. Apesar de jovem, o meia mostrou ousadia para partir em direção da marcação, apostando em jogadas individuais. Em uma das tentativas, o atleta roubou a bola de Jean no meio-campo, avançou e abriu na direita para Barcos, que cruzou para o meio da área, mas Obina não dominou.
Mesmo pressionando na frente, o time paulista ainda levou sustos atrás. Aos 12, o lateral direito Bruno cruzou da direita e Fred cabeceou no meio da zaga, mas o goleiro palmeirense salvou o time. Sob intenso calor em Presidente Prudente, o Verdão tentou armar um setor defensivo sólido sempre que a bola caía nos pés dos adversários. Mesmo assim, Carlinhos achou espaço para tabelar com Fred e bater fraco, nas mãos de Bruno.
Do outro lado, Barcos recebeu de costas para o gol, marcado por Gum, mas girou e bateu para fora. No lance posterior, Bruno precisou sair do gol para afastar um lançamento com um soco, mas se chocou com Henrique, que caiu e precisou de atendimento médico. Na sequência, o árbitro Leandro Vuaden paralisou a partida para os jogadores dos dois times beberem água.
Henrique ainda se esforçou para continuar em campo depois da parada, mas não suportou as dores no peito e pediu substituição, dando lugar a Román. Sem conseguir chegar tocando bola, o Palmeiras apostou nas bolas paradas. Aos 27, Marcos Assunção bateu escanteio na medida para Hernán Barcos, que cabeceou sozinho na pequena área, por cima do travessão. O argentino escondeu o rosto com as duas mãos, sem acreditar na chance desperdiçada.
O Palmeiras não suportou o ritmo na tarde quente e diminuiu as buscas ao ataque. Já o Fluminense mostrou seu poder letal na frente. Ao contrário do Verdão, o time do Rio de Janeiro desperdiça poucas chances. Aos 40, Fred se antecipou à defesa na área e cabeceou na trave. No rebote, o goleador bateu errado e mandou sem direção.
Mas o atacante não deixou passar sua segunda chance. A jogada do gol começou quando Wellington Nem recebeu no meio da área, com liberdade, e bateu rasteiro. Bruno espalmou para seu lado esquerdo, e o rebote sobrou para Fred, que, livre diante de marcadores apáticos, chutou em direção ao gol. A bola passou por entre a marcação e estufou as redes, no último lance do primeiro tempo, aos 45 minutos.
No intervalo, Gilson Kleina optou por tirar Obina, que pouco produziu na primeira etapa, e colocar Maikon Leite. Além da troca de jogadores, o treinador também alterou a posição dos atletas, deslocando Correa para a lateral e mandando Wesley para o meio-campo.
Porém, quem ameaçou primeiro foi o Fluminense, em chute de Rafael Sóbis, defendido por Bruno. Logo depois do lance, a torcida tricolor comemorou o gol do Vasco, que, em São Januário, chegou ao empate contra o Atlético-MG. Era a combinação de resultados necessária para o time de Abel Braga ser campeão.
Os visitantes queriam garantir ainda mais o placar. Depois de Bruno espalmar um chute de longe, Rafael Sobis mandou para as redes, mas foi flagrado em posição de impedimento. Aos oito minutos, o time carioca ampliou. Fred cruzou da direita e Maurício Ramos mandou contra o próprio gol.
A situação do jogo foi o estopim para a torcida organizada palmeirense começar a xingar a maior parte dos jogadores do time. Kleina abriu ainda mais a equipe, pois tirou Marcos Assunção e colocou Luan.
Já no Fluminense, Marcos Junior entrou no lugar de Wellington Nem.
Mesmo sob a forte pressão das arquibancadas, o Palmeiras foi ao ataque. Aos 16 minutos, depois de cobrança de escanteio, a bola sobrou para Barcos, que mandou para o gol. Apenas três minutos depois, Correa bateu falta da meia-direita e Patrick Vieira chegou sozinho de cabeça para empatar.
O Fluminense se abalou em campo e quase levou o terceiro logo depois. Maikon Leite recebeu livre pela direita da área e bateu forte, exigindo grande defesa de Diego Cavalieri. Se antes dos gols apenas a organizada do Palmeiras xingava os jogadores, depois do empate o estádio se uniu para entoar “vamos ganhar, Porco” e “mais um, mais um”.
Ao perceber seu time desestabilizado, Abel Braga fez a alteração que a torcida tricolor tanto critica: tirou um atacante, Rafael Sobis, para colocar um meio-campista, Valencia. A partir daí, o jogo ficou eletrizante, praticamente uma disputa de ataque contra defesa. As duas equipes buscavam o sistema ofensivo e tinham de se preocupar com contragolpes.
Correa chegou a pedir pênalti em disputa na área, mas o árbitro considerou a jogada normal. Aos 30 minutos, depois de confusão na área, Maurício Ramos chutou forte e Diego Cavalieri fez defesa incrível. Em seguida, foi a vez de o Fluminense pedir pênalti sobre Marcos Junior, mas Leandro Vuaden mandou seguir.
Na resposta do Fluminense, Fred pegou a bola livre atrás da zaga, mas chutou na rede pelo lado de fora. Aos 43 minutos, o goleador não desperdiçou, pois recebeu na área livre e chutou para estufar as redes.
FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 2 X 3 FLUMINENSE
PALMEIRAS 2 X 3 FLUMINENSE
Local: Estádio Eduardo José Farah, em Presidente Prudente (SP)
Data: 11 de novembro de 2012 (Domingo)
Horário: 17 horas (de Brasília)
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (Fifa-RS)
Assistentes: Carlos Berkenbrock (Fifa-SC) e Fabiano Ramires (ES)
Cartões amarelos: Luan (Palmeiras)
Público: 8.461
Renda: R$ 223.495,00
GOLS: PALMEIRAS: Barcos, aos 16, e Patrick Vieira, aos 19 minutos do segundo tempo; FLUMINENSE: Fred, aos 45 minutos do primeiro tempo e aos 43 do segundo. Maurício Ramos (contra), aos 8 minutos do segundo tempo
Data: 11 de novembro de 2012 (Domingo)
Horário: 17 horas (de Brasília)
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (Fifa-RS)
Assistentes: Carlos Berkenbrock (Fifa-SC) e Fabiano Ramires (ES)
Cartões amarelos: Luan (Palmeiras)
Público: 8.461
Renda: R$ 223.495,00
GOLS: PALMEIRAS: Barcos, aos 16, e Patrick Vieira, aos 19 minutos do segundo tempo; FLUMINENSE: Fred, aos 45 minutos do primeiro tempo e aos 43 do segundo. Maurício Ramos (contra), aos 8 minutos do segundo tempo
PALMEIRAS: Bruno; Wesley, Mauricio Ramos, Henrique (Román) e Juninho; João Denoni, Marcos Assunção (Luan), Correa e Patrick Vieira; Obina (Maikon Leite) e Barcos
Técnico: Gilson Kleina
FLUMINENSE: Diego Cavalieri; Bruno (Diguinho), Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho, Jean e Thiago Neves; Wellington Nem (Marcos Junior), Rafael Sobis (Valencia) e Fred
Técnico: Abel Braga
Técnico: Abel Braga
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