quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Brasileirão Série A

21h00 Vasco 2x2 Coritiba
21h00 Corinthians 1x0 Internacional
21h00 Figueirense 1x3 Santos

Brasilerão Série D

20h00 Aracruz 1x0 Nacional-MG

Copa Sul-Americana

19h00 Universitario de Sucre 1x2 Liverpool-URU
21h30 Deportivo Lara 0x0 Deportes Tolima
21h30 Argentinos Juniors 1x2 Tigre

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Brasilerão Série D

20h30 Mixto 1x1 Santos-AP
20h30 Sampaio Correa-MA 3x0 Araguaína
20h30 Atlético Acreano 0x2 Vilhena

Brasileirão Série A

19h30 Grêmio 1x2 Portuguesa
19h30 Cruzeiro 1x1 Fluminense
20h30 Ponte Preta 0x2 Bahia
20h30 Atlético-GO 1x1 Atlético-MG
21h50 Botafogo 2x0 Sport
21h50 Palmeiras 1x0 Flamengo
21h50 Náutico 3x0 São Paulo

Copa Sul-Americana

19h15 Liga de Loja 4x2 Monagas
21h45 Envigado Fútbol Club 2x0 Unión Comercio

Amistosos

15h00 Brasil 3x0 Suécia
15h45 Bélgica 4x2 Holanda
15h45 Alemanha 1x3 Argentina
16h00 Itália 1x2 Inglaterra
17h00 Portugal 2x0 Panamá
17h30 Porto Rico 1x2 Espanha
21h00 Estados Unidos 1x0 México

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Brasilerão Série B

19h30 Joinville 1x0 Bragantino
19h30 Vitória 2x0 Guaratinguetá
19h30 Criciúma 4x3 América-RN
19h30 Ipatinga-MG 2x0 Paraná Clube
19h30 CRB 0x2 Ceará
21h50 Atlético-PR 1x0 ASA
21h50 Grêmio Barueri 2x0 Goiás
21h50 Boa 1x3 São Caetano
21h50 Guarani 0x2 Avaí
21h50 ABC 0x2 América-MG

Copa Sul-Americana

18h30 Cerro Largo 0x0 Aurora
21h00 Nacional (URU) 4x0 Deportes Iquique
23h30 Millonarios 3x0 Inti Gas

Djokovic voltou a sorrir

epois de perder a tão sonhada medalha olímpica e terminar em quarto lugar o sérvio voltou a sorrir. Não sei se esse sorriso foi meio amarelo ou com o título ele volta a ter sua confiança outra vez.

Ganhar um Master 1000 sempre é importante, mais ainda quando a luta pelo primeiro posto está tão dura e próxima. O que deixa um pouco de dúvida é que ele não teve os outros três grandes como adversários e quando isso acontece o atropelamento é certo. Rafael Nadal está machucado e continua lutando com seu joelho. Federer pegou uma semana de descanso e volta esta semana, Murray tentou, mas percebeu que faria uma loucura e ganhou seu primeiro jogo e preferiu se poupar. Sem os três ninguém foi jogador a altura do Djoko.

A final contra o Gasquet foi a demonstração que esses quatro jogadores estão em outro patamar. Os únicos que às vezes conseguem tumultuar são o Ferrer e o Tsonga. Mais ninguém.

Esta semana a galera volta a jogar e o torneio promete. A preocupação é se o Nadal consegue se recuperar pro US Open ou não. Vale a torcida. O torneio perde muito sem ele.

Bom, deixa eu ir que hoje o filhão tem sua primeira aula de natação e o bicho está enlouquecido. Depois eu conto como foram as braçadas dele.
Reuters
Djokovic comemora título do Masters de Toronto
Djokovic comemora título do Masters de Toronto

Rio-16 vai custar bem mais que R$ 29 bi. E seja o que o Cristo Redentor quiser!

E agora, o Brasil! Pois é, daqui a quatro anos a grande festa do esporte aterrissará na Cidade Maravilhosa dos bueiros voadores e morros uivantes. O futuro a Deus pertence, mas boa parte do seu, do meu, do nosso rico dinheirinho já se sabe para onde vai: os Jogos de 2016.

Com a transparência de um muro de concreto, o COB (caixinha, obrigado Brasil) ainda não fechou o orçamento. Porém, esbanjando subserviência, Carlos ‘Rolando Lero’ Nuzman, seus pares e ímpares já informaram que custarão bem mais do que o previsto em 2009, que foi de R$ 28,6 bilhões.

O cálculo do número de medalhas também é uma incógnita. Sabe-se apenas que Nuzman e prosélitos sonham com um Brasil olímpico no top ten.

No entanto, os ventos que andaram soprando dos organizadores britânicos não são nada agradáveis.

Eles só conseguiram chegar ao terceiro lugar no quadro de medalhas, depois de EUA e China, porque começaram a se preparar em 2000. Ou seja, 12 anos atrás, para colher os frutos em Londres.

Na Olimpíada de Sydney, o orçamento foi de R$ 175 milhões. Produto final: 28 medalhas. Em 2012, R$ 950 milhões e 65 pódios (29 de ouro). O Brasil gastou R$ 2 bilhões no ciclo Pequim/Londres. Balanço: 17 medalhas (dois ouros).

Até onde se sabe o planejamento para os Jogos de 2016 praticamente inexiste. Por enquanto, só a bandeira com os anéis. E seja o que o Cristo Redentor quiser.            
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Pica-Pau. O governo deve anunciar nas próximas semanas um plano para a Rio-16, aumentando os recursos que estiveram disponíveis na preparação para a conquista das 17 medalhas em Londres, algo em torno de R$ 2 bilhões. Com mais dinheiro, espera colocar o Brasil olímpico entre os 10 primeiros daqui a quatro anos. No vácuo do tilintar das moedas, poderia fechar o cerco ao COB, fiscalizar melhor o destino dos recursos. Olho vivo, porque jacaré não se mete em escada rolante.

Sugismundo Freud. O mundo seria bem melhor se todos tivessem cérebro.

Dona Fifi. As feras do basquete dos EUA comemoraram o ouro até altas horas da madrugada. Eles chegaram na boate como o diabo gosta: tomaram antes 16 garrafas de champanhe. E continuaram bebendo sem parar. Lebron James até subiu no palco para cantar e dançar.

Twitface. Bossa Nova, Brazuca e Carnavalesca são as geniais opções da Adidas para batizar a bola da Copa/14. A coluna é Gorduchina e fim de papo.

Filma nóis. O novo rei da cocada queimada, o popular Zé da Medalha, segue na árdua batalha de colocar para escanteio qualquer resquício da política que imperava nos tempos do saudoso ‘titio’ Teixeira. O chefe da delegação das chuteiras furadas na Suécia é o supercraque petista Marco Maia, presidente da Câmara dos Deputados e torcedor do Grêmio. O vice-presidente da República, Michel Temer, esteve no hotel para uma visita. Toca o sino!

Tiro curto. O moleque Neymar deixou os Jogos cheio de moral: prata de latão no peito e iPad na boca dos ingleses – sensível ao toque.

Zapping. Executivos da plim-plim andam de cabelo em pé e orelha quente: o ibope da bola dominical rola bem murcho. Nem o Corinthians, considerado campeão de audiência pela emissora, consegue alavancar a audiência. O duelo contra o Coritiba, pela 16ª rodada do Brasileirão, cravou 12 pontos na grande Pauliceia faroeste, cinco a menos que o jogo diante do Vasco, uma semana atrás. Há 15 dias, Bahia x Corinthians amealhou 14 pontos. Na Band, o embate entre paranaenses e paulistas rendeu 5,4 pontos. Na Record, a decisão do ouro entre Brasil e México registrou 17 pontos, cinco a mais que Brasil x EUA, no vôlei feminino. No domingo, Brasil x Rússia obteve 11.

Saque. Não pegou nada bem a cortada de Paula Pequeno no tricampeão olímpico Zé Roberto Guimarães. Ela jurou que estava voando, mas foi mal aproveitada e mal orientada em quadra. De fato, o time ganhou apenas o ouro.

Gilete press. De Ancelmo Gois, no ‘Globo’: “Londres repetiu a tradição de todos os Jogos. Na Vila Olímpica, onde os atletas se hospedaram, quem via uma meia encobrindo a maçaneta de um quarto já sabia: entrada proibida, saliência em andamento no interior.” Nheco nheco.

Tititi d’Aline. A chama olímpica já aquece o Rio. Renata Frisson, a mulher melão, se colocou à disposição para acender a pira e tocar fogo na Olimpíada e na galera. Reivindicou ainda revezamento apenas com as mulheres-frutas, após período de treinamento com o imperador Adriano.

Você sabia que... os visitantes somam 43 vitórias em 16 rodadas do Brasileirão?

Bola de ouro. Galo. Nas mãos do mestre Cuca, aproveitamento fantástico: 84%.

Bola de latão. Nadzeya Ostapchuk. A bielorussa foi buscar forças no doping e perdeu a medalha de ouro no arremesso de peso.

Bola de lixo. Jason Miller. O anjinho do MMA foi preso em Orange County, na California: estava pelado, com um extintor de incêndio nas mãos, dentro de uma igreja. Miller, 31 anos, já realizou 33 lutas.

Bola sete. “Foi com grande consternação que o prefeito Eduardo Paes confirmou que um dos cinco anéis da bandeira olímpica foi furtado no trajeto entre Londres e Rio. O sumiço do anel amarelo foi constatado na base aérea do Galeão” (do impagável ‘Piauí Herald’ – desce o pano).

Dúvida pertinente. Não está na hora de uma varredura nas contas do COB

Olímpicas 13: "Nuzmanlândia" fica atrás do Cazaquistão. Brasil "prepotência olímpica"

Satisfeitos. É assim que se dizem os comandantes do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) ao atingirem a meta de pelo menos 15 medalhas, marca alcançada quatro anos antes, na China. Desta vez chegaram a 17. Em Pequim foram três ouros, quatro pratas e oito bronzes. Em Londres, a diferença ficou em uma prata e um bronze a mais.

Mas há oito anos, nos Jogos de Atenas, foram 10 medalhas, cinco de ouro, duas de prata e três de bronze. E o 16º lugar, contra o 23º em solo chinês e o 22º desta vez. Os resultados PIORARAM. Isso, mesmo, a passos de siri, andaram para trás. E Marcus Vinícius Freire, superintendente executivo do COB, se irritou quando Jorge Luiz Rodrigues, de O Globo, apresentou números.

— Nós tivemos seis vezes mais dinheiro público investido, entre Lei Piva. Só de Lei Piva o COB ganhou R$ 970 milhões... - disse o jornalista, quando o dirigente o interrompeu.

— Quem ganhou?

— Desde 2001 o COB recebeu R$ 970 mlihões da Lei Piva para dividir com as Confederações - acrescentou o repórter do jornal carioca, antes de a temperatura subir com o cartola "cobiano" nitidamente irritado em plena entrevista coletiva — clique aqui e veja o vídeo. Clicando aqui você lê reportagem em O Globo.

Mais adiante, Marcus Vinicius disse: "Recurso não compra medalha, se você tiver o endereço me dá que eu vou lá e compro". Cazaquistão, Cuba, Irã, Jamaica, Nova Zelândia e Coréia do Norte, por exemplo, ficaram à frente do Brasil. Será que esses países têm o... "endereço". Certamente sim. O endereço da formação de atletas. Em alguns casos da formação de pessoas, de cidadãos por meio do esporte. É possível priorizar isso e ganhar medalhas em consequência.

No blog do jornalista José Cruz, uma conta interessante é apresentada por Sebastião Alfredo Jr. Ele desconsidera as duas medalhas conquistadas pelo futebol em Pequim e a de prata obtida em Londres, já que a modalidade não recebe verbas da Lei Agnelo Piva com patrocínio das estatais. Sem essas três medalhas, o Brasil ganhou em 2012 a mais do que em 2008 somente duas de bronze e uma de prata, cotadas em R$ 1 bilhão. Sim, pois "esse foi o acréscimo de investimento de dinheiro público em relação ao investido no ciclo olímpico anterior", ele destaca.

Mas os dirigentes do COB estão satisfeitos. Parecem viver num universo paralelo. No reino da "Nuzmanlândia", onde R$ 1 bilhão não devem significar tanto assim. Como diz o jormalista Mateus Benato, do Diário Lance!, o Brasil é uma "PREPOTÊNCIA OLÍMPICA".

No meio disso tudo, o presidente do COB está "cansado". Clique aqui e veja.

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"Não tem ninguém no Brasil que entenda mais de esportes do que o Comitê Olímpico Brasileiro e as suas Confederações..." - Marcus Vinicius, do COB

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Antônio Strini
COB: Presidente Nuzman, chefe de missão Bernard, superintendente Marcus Vinicius
COB: Presidente Nuzman, chefe de missão Bernard, superintendente Marcus Vinicius

Abel não vê Fluminense como anti-Atlético e prevê dureza até o fim

A três pontos do Atlético Mineiro, com três vitórias seguidas e o melhor ataque do Brasileirão, compartilhado com o Galo, o Fluminense passou a ser visto como o maior candidato a atrapalhar a trajetória atleticana em direção ao título brasileiro que não é seu desde 1971.

Essa, no entanto, não é a ideia de Abel Braga. O treinador do Fluminense segue apostando na consistência de seu sistema defensivo, mas acha que o Brasileirão será disputado arduamente até o final. Ele aponta times capazes de se tornarem pedras no sapato dos líderes no segundo turno.

"O São Paulo, por exemplo, vai ficar muito forte com os retornos de Lucas e Luís Fabiano", diz.
Abel não diz com isso que o São Paulo é o maior rival, mas seu depoimento dá noção de sua crença de que, até o São Paulo, sétimo colocado, muita gente pode brigar pelo título.

A história não diz isso. Fluminense tem um jogo e três pontos a menos do que o Atlético, clube de maior pontuação na história dos pontos corridos em 15 rodadas. Nos primeiros quinze jogos do campeonato, o recorde de pontos pertencia ao Fluminense de 2010 e ao Corinthians de 2011, ambos com 33.

O Galo tem 38.
O máximo de diferença retirada para ser campeão aconteceu com o Flamengo em 2009. Na 23a rodada, estava 13 pontos abaixo do Palmeiras. Terminou em primeiro lugar, com o Palmeiras em quinto.
Hoje, o Galo tem 13 pontos de vantagem sobre o São Paulo e um jogo a menos.

domingo, 12 de agosto de 2012

Francês

16h00 Reims 0x1 Olympique

Brasileirão Série A

16h00 São Paulo 1x2 Grêmio
16h00 Internacional 2x1 Ponte Preta
16h00 Atlético-MG 1x0 Vasco
16h00 Coritiba 1x2 Corinthians
18h30 Fluminense 1x0 Palmeiras
18h30 Portuguesa 1x1 Botafogo

Brasilerão Série C

15h30 Chapecoense 1x0 Oeste
16h00 Fortaleza 2x0 Santa Cruz-PE
16h00 Treze-PB 3x1 Guarany de Sobral
16h00 Luverdense 5x1 Águia de Marabá
16h00 Vila Nova-GO 5x1 Madureira
16h00 Salgueiro 2x1 Icasa

Supercopa da Alemanha

15h00 Bayern de Munique 2x1 Borussia Dortmund

Brasilerão Série D

15h00 Friburguense 2x1 Aracruz
15h30 Juventude 4x0 Mirassol
15h30 Cianorte 0x0 Mogi Mirim
16h00 Mixto 4x0 Comercial-PI
16h00 Metropolitano-SC 2x0 Brasil de Pelotas
16h00 Petrolina 1x3 Baraúnas-RN
16h00 Remo 4x0 Náutico-RR
17h00 Sampaio Correa-MA 6x0 Santos-AP
17h00 CSA 4x0 Feirense-BA
18h00 Vilhena 2x1 Penarol-AM

Argentino

15h00 Argentinos Juniors 0x2 Racing Club
17h10 Unión x Godoy Cruz
19h15 Boca Juniors 2x0 Tigre

Amistosos

11h00 Colônia 0x4 Arsenal
11h00 Liverpool 3x1 Bayer Leverkusen

Supercopa da Inglaterra

09h30 Chelsea 2x3 Manchester City

Brasil vira contra americanas e completa incrível saga com ouro no vôlei feminino

Jogadoras da seleção feminina de vôlei perfiladas no alto do pódio
Jogadoras da seleção feminina de vôlei perfiladas no alto do pódio

De quase eliminada a bicampeã olímpica. A seleção brasileira feminina de vôlei completou neste sábado sua espetacular saga nos Jogos de Londres, venceu a outrora "imbatível" seleção dos Estados Unidos por 3 sets a 1, de virada, e conquistou a medalha de ouro, a terceira do país nesta Olimpíada.

José Roberto Guimarães torna-se o primeiro brasileiro da história com três ouros olímpicos (ele foi técnico da seleção masculina em Barcelona-1992 e, claro, da feminina em Pequim-2008). A líbero Fabi, as meio-de-rede Thaísa e Fabiana, a oposto Sheilla e as pontas Paula e Jacqueline, todas elas campeãs quatro anos atrás, tornam-se as primeiras mulheres bicampeãs olímpicas da história do país.

O Brasil chegou a Londres desacreditado pelos resultados dos últimos torneios importantes do vôlei feminino. Na primeira fase, perdeu para Coreia do Sul e para os próprios Estados Unidos e venceu de forma apertada, no tie-break, China e Turquia. Por isso, chegou à última rodada precisando de uma combinação de resultados para se classificar.
Getty
Fabiana comemora ponto do Brasil na final contra os EUA
Fabiana comemora ponto do Brasil na final contra os EUA

A seleção de Zé Roberto precisava que os Estados Unidos ganhassem da Turquia. Em uma Olimpíada marcada por "entregadas" no basquete, badminton, handebol e até no futebol feminino, não seria surpreendente que as americanas "preferissem" deixar pelo caminho uma das seleções mais fortes do mundo - ao menos no papel. 

Mas não. Os EUA venceram a Turquia e abriram o caminho para o Brasil, que fez sua parte, bateu a Sérvia e entrou como quarta colocada no grupo. Nas quartas de final, o duelo foi contra a Rússia, até então invicta no torneio e algoz do Brasil em jogos emocionantes nas finais dos Mundiais de 2006 e 2010, além da Olimpíada de 2004.

Foi a hora da virada. O Brasil fez um jogo sensacional contra a Rússia e salvou seis match points antes de conseguir vencer o tie-break e romper o malefício. Com moral, o time passeou em três sets contra o Japão na semifinal antes do duelo contra as americanas. 

No primeiro set da decisão, os EUA deram razão às análises que os colocavam como favoritos. Massacraram o Brasil por 25 a 11 e deram a impressão que passeariam na final. Mas tudo mudou. O Brasil cresceu na partida a partir do segundo set, acertou a mão e fechou as parciais seguintes por 25-17, 25-20 e 25-17 contra um atordoado time dos Estados Unidos.

Com a derrota, os EUA seguem sem nunca ter conseguido um ouro olímpico no vôlei feminino - agora são três ouros (1984, 2008 e 2012). O Brasil junta-se a Japão e China como países com dois ouros, atrás de Cuba, com três, e a extinta União Soviética, que foi quatro vezes campeã

sábado, 11 de agosto de 2012

Brasileirão Série A

18h30 Santos 2x2 Atlético-GO
18h30 Sport 0x1 Figueirense
18h30 Bahia 0x1 Cruzeiro
21h00 Flamengo 2x0 Náutico

Supercopa de Portugal

16h45 Porto 1x0 Acadêmica

Brasilerão Série B

16h20 Goiás 2x0 Boa
16h20 São Caetano 1x1 Criciúma
16h20 Guaratinguetá 0x3 Joinville
16h20 América-MG 1x2 Vitória
16h20 Paraná Clube 4x0 CRB

Francês

16h00 Evian 2x3 Bordeaux
16h00 Nancy 1x0 Brest
16h00 Nice 0x1 Ajaccio
16h00 PSG 2x2 Lorient
16h00 Rennes 0x1 Lyon
16h00 Saint-Etienne 1x2 Lille
16h00 Sochaux 2x3 Bastia
16h00 Troyes 0x1 Valenciennes

Brasilerão Série D

15h30 Guarani-MG 0x2 Volta Redonda
16h00 Campinense-PB 1x1 Ypiranga-PE
16h00 Vitória da Conquista 2x0 Itabaiana
16h00 CRAC-GO 4x2 CENE-MS
17h00 Sobradinho 3x3 Aparecidense
19h00 Marília x Concórdia

Brasilerão Série C

15h30 Santo André 2x1 Caxias
16h00 Paysandu-PA 2x1 Cuiabá-MT
16h00 Tupi 2x0 Brasiliense-DF
16h00 Duque de Caxias 2x1 Macaé

Argentino

14h00 Estudiantes 0x2 River Plate
16h10 All Boys 1x1 Quilmes
18h10 Belgrano 0x0 San Lorenzo

Olimpíadas - Masculino

11h00 Brasil 1x2 México

Supercopa da Itália

09h00 Juventus 4x2 Napoli

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Brasilerão Série B

21h00 Ceará 2x0 Grêmio Barueri
21h00 ASA 1x0 Guarani

Argentino

18h10 San Martín 0x1 Colón
20h15 Lanús 0x1 Newells Old Boys

Olimpíadas - Masculino

15h45 Japão 0x2 Coreia do Sul

Francês

15h45 Montpellier 1x1 Toulouse

Segredos do Esporte: Doping

Aumenta a massa muscular, a força, a agressividade e ajuda na recuperação do atleta.

Muito antes do esporte se tornar uma indústria, o doping surgiu como alternativa para melhorar o rendimento.

O primeiro lugar, o pódio, a medalha e a indescritível sensação de ser superior parecem justificar o uso de todo tipo de substância.

Das permitidas às proibidas, das que ajudam às que matam.

Muitos atletas de alto rendimento, movidos pela desconfiança, devem se perguntar todos os dias: usar ou não?

Quem anda na linha, limpo?

O que significar andar na linha? O que é estar limpo?

O debate é imenso, afinal a indústria do doping parece andar sempre na frente da capacidade científica dos laboratórios especializados.

Antes de mais nada, é preciso definir o que é doping.

E também falar sobre a luta de classes no esporte.

Sobre as diferenças de preparação entre atletas ricos e pobres.

E até que ponto isso interfere numa disputa limpa e igual.

O mundo moderno está abarrotado de substâncias ergogênicas, aquelas que ajudam a melhorar o rendimento.

É exatamente aí que entra o poder da grana, pois nem toda substância ergogênica é doping, mas todo doping é substância ergogênica.

O que pode e o que não pode!

Com a palavra, o time do Segredos do Esporte!
O doping foi tema do Segredos do Esporte; clique no player e veja um trecho do programa

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Brasileirão Série A

21h00 Fluminense 2x1 São Paulo
21h00 Atlético-MG 1x0 Coritiba
21h00 Ponte Preta 0x0 Grêmio

Copa Sul-Americana

19h45 Oriente Petrolero 1x2 Guaraní (PAR)
22h15 Universidad Católica 3x0 Blooming
22h15 Mineros de Guaiana 2x1 La Equidad

Olimpíadas - Feminino

09h00 França 0x1 Canadá
15h45 Japão 1x2 Estados Unidos

Desabafo olímpico

Hoje o post não é sobre tênis. É sobre esporte

Estou um pouco perplexo como a torcida e a imprensa está tratando os resultados desta Olimpíada. Nunca vi o pessoal tão passional e tão apaixonado com os vitoriosos e tão críticos com os que perdem.
Na história do nosso esporte não vejo uma mudança tão radical para uma reação assim. Em todas as edições dos jogos conhecemos novos ¨heróis¨e novos ¨vilões¨ como estão chamando e deixo claro que eu não acho nem um nem outro. É só ver um atleta ganhar uma medalha e todos correm atrás dos seus familiares e histórias de vida. É só um atleta considerado favorito perder que é execrado nas mídias sociais e na boca do povo.

Será que é para tanto? Estamos dentro do evento mais difícil do mundo e ser favorito não quer dizer nada. Vimos vários atletas de outros países não vencerem sendo favoritos. Vimos muitos que nem eram conhecidos se superarem e com isso chegaram ao lugar mais alto. Isso é esporte.

Não estou aqui para ensinar ninguém. Como vocês, eu também estou na frente da televisão gritando, chorando, vibrando, xingando. Mesmo assim tento entender a dificuldade de vencer. A única hora que eu critico é quando vejo um time sem coração, sem vibração, um atleta nem aí com o que está acontecendo. Sendo muito sincero, não vi nenhum assim. Vi gente tremer, vi atleta travar e muita gente se superar. Descaso, não.

Adoraria ver essas mesmas pessoas tão severas e tão duras com os atletas sendo dessa mesma maneira políticos que nunca fizeram nada e são outra vez votados, dirigentes que se perpetuam e a grande maioria faz de conta que tudo bem ou pessoas que fazem mal ao nosso país e continuam pousando de gatinho.

Gente, é muito fácil agora abraçar e sair na foto com o Arthur Zanetti. Difícil é dar estrutura, lugar perfeito pra treinar e mais que isso, grana para ele poder estar tranquilo fazendo o que mais ama. É fácil criticar, crucificar, xingar... Difícil é apostar, abraçar, arriscar, incentivar e colher os frutos juntos.

No final desta Olimpíada vamos ver que outra vez ficamos com o mesmo número de medalhas. Algumas a mais de ouro quem sabe. Mas nada disso muda o meu discurso ou a nítida sensação que nossos atletas fazem demais para o que ganham.

Peço que não comparem os atletas das outras modalidades com o futebol. Eles não vão ganhar 180.000 por medalha de ouro. Muitos deles, 3 meses depois de voltar, vão desaparecer e continuarão com os mesmos problemas para sobreviver. TODOS que ganham e tem um pouco mais de espaço na mídia pedem o mesmo: EU QUERO MAIS ESTRUTURA PARA PODER VIVER DO MEU ESPORTE.

Espero que um dia o Brasil desperte para o esporte. Que sejamos justos e verdadeiros com os que carregam diariamente esportes sem nenhuma visibilidade.

Está acabando Londres e em um piscar de olhos Rio 2016 chegou.

Olímpicas 9: Italiana de 47 anos busca medalha. Que diferença para os boleiros preguiçosos...

Josefa Idem Guerrini vai completar 48 anos em 23 de setembro. E nesta quinta-feira, 45 dias antes de seu aniversário, estará na Raia Olímpica de Londres em busca de uma medalha no caiaque (K1, 500 metros). Ela nasceu em Goch, Alemanha, perto da fronteira com a Holanda. Em 1990 se casou com o fisioterapeuta italiano Gugliemo Guerrini, seu treinador até hoje. Ganhou a cidadania do marido e passou a competir pela Itália dois anos depois.

Josefa Idem teve dois filhos, o primeiro nascido um ano antes das Olimpíadas de 1996 e o mais novo no ano anterior aos Jogos de 2004. Ainda assim ela esteve nessas duas edições olímpicas. Antes, aos 13 de idade, ganhou três medalhas de ouro no campeonato europeu. Estreou em Jogos Olímpicos em Los Angeles 1984, onde faturou bronze pela Alemanha Ocidental no K2 500 metros. Depois esteve em todas as Olimpíadas e em Londres alcançou sua oitava participação. Recorde entre mulheres!

Como italiana, tem dois bronzes, uma prata e um ouro (Sydney 2000), sempre remando sozinha na K1 500 metros. Em campeonatos mundiais Josefa tem cinco medalhas de ouro, nove de prata e seis de bronze. Nesta quinta, a adversária cuja idade mais se aproxima de Josefa é a finlandesa Anne Rikala, 12 anos mais jovem. Das oito finalistas, a britânica Rachel Cawthorn é a mais nova e nasceu em 1988, ano que marcou a segunda olimpíada da carreira da ítalo-germânica.

Josefa Idem rema cerca de 3,5 mil quilômetros por ano a 1,7 mil metros de altitude seguindo uma rotina de treinos diários em dois períodos. Para alcançar a final, ela chegou em primeiro lugar na sua bateria da fase semifinal. Mesmo se não subir ao pódio seu feito já é mais do que especial. São diferentes modalidades, mas ela reforça a ideia de que atletas realmente dedicados ao esporte têm chances muito maiores de carreira longa e competitiva. Inclusive no futebol. Basta lembrar de Júnior, campeão brasileiro pelo Flamengo aos 38 anos, e Juninho Pernambucano, um dos melhores jogadores do país, hoje, aos 37 de idade.

Para prorrogar sua carreira, o vascaíno faz sacrifícios, se esforça como Josefa Idem em suas remadas. Juninho faz três refeições diárias, acorda às 6 horas para o café, não bebe refrigerantes há dez anos, só água, reduziu o consumo de açúcar e segue uma programação de treinos específica. Paixão por esporte, carreira como prioridade e profissionalismo explicam as longas e vitoriosas trajetórias desses atletas. Mas você acha que se preocupam com isso os boleiros preguiçosos e mais voltados a outras atividades do que à que lhes proporciona dinheiro, conforto e fama?


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Josefa Idem: finalista na canoagem 45 dias antes de completar 48 anos
Josefa Idem: finalista na canoagem 45 dias antes de completar 48 anos

São Paulo sacramenta venda de Lucas, e PSG dispara na lista dos compradores

São Paulo sacramentou a venda de Lucas ao PSG por R$ 107,8 mi; jogador só vai em janeiro
São Paulo sacramentou a venda de Lucas ao PSG por R$ 107,8 mi; jogador só vai em janeiro de 2013
O São Paulo acaba de assinar a venda de Lucas para o Paris Saint-Germain. O negócio foi fechado em Paris na manhã desta quarta-feira. O clube francês desembolsará 43 milhões de euros (R$ 108,3 milhões). Lucas permanece no São Paulo até dezembro, disputa a Copa Sul-Americana e o Campeonato Brasileiro e só viaja para a França para a segunda metade do Campeonato Nacional e Uefa Champions League. É o maior negócio da história do futebol brasileiro.

A informação sobre a negociação com o Paris Saint-Germain foi antecipada no domingo pelo jornalista Marcelo Prado, no site globoesporte.com.

O preço, 43 milhões de euros, aproxima-se muito do valor idealizado pelo São Paulo, de 45 milhões. Como Lucas terá direito a 25% do valor, por uma cláusula em seu contrato, o São Paulo ficará com R$ 81,2 milhões (750%). Lucas fica com R$ 27,1 milhões.

O desejo da diretoria também é atendido quanto à permanência para as disputas do Brasileirão e da Copa Sul-Americana. A ideia é manter o time competitivo e fazer a equipe voltar à disputa da Copa Libertadores já no ano que vem.

PSG dispara como o mais gastão da Europa para a temporada 2012/2013

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São Paulo sacramentou a venda de Lucas ao PSG por R$ 107,8 milhões
Com Lucas, PSG dispara como o maior 'gastão' da Europa 

Com os 43 milhões gastos com Lucas, o Paris Saint-Germain dispara na lista dos clubes que mais gastaram na temporada europeia. São 148 milhões de euros ao todo nesta temporada. Contratou Ibrahimovic do Milan (23 milhões de euros), Thiago Silva do Milan (42 milhões de euros), Lavezzi do Napoli (30 milhões de euros), Marco Verrati, do Pescara (10 milhões de euros) e Lucas (43 milhões de euros).

Abaixo do PSG, os clubes mais gastadores da temporada, até este momento, são Chelsea (64 milhões de euros), Juventus (49 milhões de euros), Bayern de Munique (27 milhões de euros) e Arsenal (40 milhões de euros).

O presidente da Internazionale, Massimo Moratti, reagiu de modo conformado à perda da concorrência por Lucas para o PSG: "Não se compete com o dinheiro do PSG", disse na terça ao jornal italiano "La Gazzetta dello Sport".

Na mesma edição do diário italiano, o secretário-geral da Uefa, Gianni Infantino, reagiu de modo menos solícito. Lembrou que os franceses devem atender às regras do Fair Play financeiro. A Uefa determina para 2014 a obrigação de os clubes terem 45 milhões de euros, no máximo, de diferença entre a receita e a despesa. O PSG tem dois anos para se adaptar às novas regras. Até lá, tentará se consolidar como um dos clubes mais poderosos da Europa.

Vagner Love encerra jejum de oito jogos, Flamengo bate Figueirense e vence a primeira com Dorival

Depois de um empate e uma derrota, o Flamengo conseguiu sua primeira vitória sob o comando de Dorival Júnior. A equipe carioca visitou o Figueirense no Orlando Scarpelli, nesta quarta-feira, e venceu por 2 a 0, em partida válida pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro. O técnico havia estreado no cargo com um empate por 0 a 0 com a Portuguesa e, na partida seguinte, viu o clube rubro-negro ser goleado por 4 a 1 pelo São Paulo.

Os dois gols da partida foram anotados pelo atacante Vagner Love. Aos 18 minutos do segundo tempo, ele aproveitou cobrança de escanteio de Adryan, se antecipou à zaga adversária e cabeceou para o fundo da meta adversária. Aos 43, o atacante foi acionado pela intermediária, ganhou dividida com o marcador, saiu de frente para o gol e definiu a vitória dos visitantes. 

Dessa forma, o atacante volta a balançar as redes depois de ficar sem marcar em oito jogos. O último tento que ele havia anotado foi na vitória por 3 a 1 sobre o Coritiba, no dia 9 de junho. O gol não poderia vir em um momento melhor para Vagner Love. Isso porque o clube contratou Liedson, que foi apresentado na terça-feira, e, assim, o atacante enfrentará maior concorrência para manter a titularidade no time carioca.

Com o resultado, o Flamengo volta a vencer depois de quatro partidas (havia perdido três e empatado um), chega a 19 pontos e fica na décima colocação. Já o Figueirense completa sua 15ª partida sem vitória (nove derrotas e seis empates), estaciona nos oito pontos e segue isolado na lanterna da tabela. A equipe perdeu seus últimos sete confrontos na primeira divisão nacional.

Pela próxima rodada do Campeonato Brasileiro, o Flamengo receberá o Náutico no Raulino de Oliveira, em Volta Redonda, no sábado, às 21h (de Brasília). No mesmo dia, o Figueirense visitará o Sport na Ilha do Retiro, às 18h30.

O jogo

O confronto começou com as duas equipes mais preocupadas em não deixar o adversário ter espaço. Com isso, a bola ficou concentrada entre as intermediárias. Somente aos nove minutos, o Figueirense teve a primeira chance de gol. O volante Claudinei arriscou da entrada da área, mas por cima do travessão de Felipe. O Flamengo tinha mais a posse de bola, só que não era objetivo.

O panorama da partida seguia o mesmo com o passar do tempo. O Figueirense arriscava de fora, mas sem perigo ao gol de Felipe. Já o Flamengo tentava criar bons lances, mas só incomodou o goleiro Wilson em um chute de longe de Negueba, aos 22 minutos. Depois da tentativa, os rubro-negros melhoraram e por pouco não abriram o placar em duas oportunidades. Na primeira, Ramon chegou na área, só que foi desarmado por Léo. Na segunda, Léo Moura veio pela direita e, em vez de chutar, tentou tocar para Vagner Love e viu a zaga afastar a bola.

O Flamengo permaneceu ofensivo e, aos 30 minutos, teve sua melhor chance. Negueba cruzou pela direita, a zaga rebateu para o meio da área e sobrou para Luiz Antônio. No entanto, o volante chutou muito mal. A resposta do Figueirense veio no minuto seguinte. Caio arriscou de fora da área e viu Felipe espalmar para longe.

A partida ganhou em emoção porque aos 32 minutos Negueba fez boa jogada individual dentro da área e finalizou em cima de Wilson. Logo depois, os donos da casa ficaram com um homem a menos. Anderson Conceição, que já tinha cartão, fez falta em Vagner Love e acabou recebendo o vermelho do árbitro. Na cobrança da falta, Luiz Antônio chutou, a bola bateu na barreira e foi na trave.

Nos minutos finais, o jogo ficou nervoso, mas o Figueirense teve sua principal chance de marcar aos 43 minutos. Loco Abreu tocou para Ronny, que ficou livre na área. O meia chutou cruzado e viu a bola passar perto da trave de Felipe para desespero da torcida catarinense. Nos acréscimos, foi a vez de o Flamengo ficar com dez jogadores. Leonardo Moura deu um carrinho por trás em Ronny e recebeu o cartão vermelho direto do árbitro. Assim, o duelo foi para o intervalo sem gols.

A etapa final iniciou da mesma forma que o primeiro tempo, com os dois times mais preocupados com a parte defensiva. Só que na primeira chance, o Flamengo abriu o placar. Aos 18 minutos, após cobrança de escanteio, Vágner Love se antecipou à zaga catarinense e cabeceou para a rede. O gol acabou com o jejum de oito jogos sem marcar do atacante rubro-negro.

Depois do gol, o Flamengo recuou e chamou o Figueirense para seu campo de defesa. No entanto, os donos da casa não aproveitavam o espaço para criar bons lances. Os visitantes tiveram nova oportunidade de marcar aos 31 minutos. Ibson pegou rebote e chutou à direita do gol de Wilson. Três minutos depois, foi a vez de Luiz Antônio quase ampliar para os cariocas, mas a finalização também saiu ao lado.

A pressão carioca fez o Figueirense criar sua melhor chance no segundo tempo, aos 35 minutos. Após cruzamento pela esquerda, Loco Abreu cabeceou, mas na trave de Felipe. O lance animou os donos da casa, que assustaram quatro minutos depois em um chute de longe de Léo.

Nos minutos finais, o Figueirense foi para o tudo ou nada, mas viu o Flamengo fazer o segundo aos 43 minutos. Vagner Love foi lançado, levou a melhor sobre João Paulo e finalizou sem chance para Wilson para decretar a vitória rubro-negra.

Barcos dá novo show contra o Botafogo, Palmeiras vence e respira na tabela

Barcos comemora um dos gols contra o Botafogo, no Engenhão, ao lado de Barcos
Barcos comemora um dos gols contra o Botafogo, no Engenhão, ao lado de Obina

O atacante Barcos voltou a infernizar a defesa do Botafogo e a decidir um jogo para o Palmeiras contra a equipe carioca. Autor dos gols da vitória por 2 a 0 do time paulista, semana passada, pela Copa Sul-Americana, o argentino fez mais dois gols nesta quarta-feira, nos 2 a 1 do Palmeiras, no Engenhão, agora pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro. Andrezinho descontou e por pouco não empatou nos acrécimos, carimbando a trave.

Barcos fez um gol de categoria no primeiro tempo, limpando o zagueiro, outro de oportunismo na etapa final e deveria ter feito um terceiro, 'de placa'. O argentino driblou um zagueiro e encobriu o goleiro para fazer 3 a 1, mas a jogada foi anulada de forma bastante equivocada pela arbitragem.
Para sorte do Palmeiras, o gol não fez falta, e o time somou pontos preciosos na luta para se afastar das últimas colocações. O Alviverde pula para 13 pontos, ainda na zona de rebaixamento, porém, mais perto do Sport, que tem 14 e é o primeiro clube fora no grupo dos quatro que caem.
O Botafogo, que hoje contou com um Seedorf sem brilho, viaja a São Paulo no final de semana para enfrentar a Portuguesa, no domingo. O Palmeiras segue no Rio para pegar o Fluminense, no mesmo dia.
Botafogo e Palmeiras voltam a se encontrar pela partida de volta da segunda fase da Copa Sul-Americana, dia 22 de agosto, no Rio de Janeiro.

O jogo

O duelo começou de forma intensa, com as duas equipes procurando sair para o ataque. E logo aos três minutos, a equipe alvinegra teve a chance de abrir o marcador. Lennon cruzou da direita, o goleiro Bruno saiu muito mal e acabou deixando a bola nos pés de Elkeson, que dominou livre da marcação e chutou rasteiro, à direita da meta palmeirense.
Aos oito minutos, Márcio Azevedo fez boa jogada pela esquerda e cruzou na área. A zaga afastou e a bola sobrou para Seedorf, que pegou de primeira e mandou para bem longe do gol defendido por Bruno.
O Palmeiras tentou dar a resposta com investida de Obina que atuava um pouco mais recuado do que o argentino Barcos que se posicionava entre os zagueiros botafoguenses. E o atacante argentino acabou marcando o primeiro gol aos 14 minutos. Após cruzamento do lateral-direito Arthur, a bola passou por Obina e chegou a Barcos que teve calma para dominar, driblar o zagueiro Antonio Carlos e colocar rasteiro no canto direito de Jéfferson.
O time de General Severiano tentou dar uma resposta imediata com uma boa jogada de Andrezinho que recebeu na área, girou e bateu para defesa segura de Bruno.
O Palmeiras quase ampliou aos 16 quando Fernadinho lançou Obina que ganhou na corrida de Fábio Ferreira, entrou na área e bateu forte, mas colocou a bola para fora.
A torcida botafoguense começou a vaiar o zagueiro Fábio Ferreira e só se acalmou aos 18 minutos quando Elkeson fez linda jogada, deu um lençol no zagueiro Maurício e bateu para grande defesa de Bruno que evitou o empate. O lance animou a equipe carioca que passou a pressionar, sob o comando de Seedorf e criou outra grande oportunidade aos 24 minutos em cabeçada de Elkeson que exigiu outra grande defesa de Bruno. Logo depois, o Botafogo perdeu o lateral-esquerdo Márcio Azevedo que sentiu dores lombares e e pediu para sair.
O Palmeiras apenas procurava se defender e até Obina voltava para ajudar a defesa. O time paulista não conseguia se organizar para sair da pressão imposta pela equipe carioca. Antes do final do primeiro tempo, o Botafogo ainda perdeu outra chance para empatar quando Fábio Ferreira, no bico direito da pequena área, recebeu cruzamento da direita, ajeitou e mandou uma bomba mas a bola passou rente à linha de gol e acabou saindo para frustração do zagueiro e da torcida alvinegra.
O Botafogo voltou para o segundo tempo com a mesma disposição ofensiva do primeiro tempo. E aos cinco minutos, Seedorf cobrou falta e Bruno fez boa defesa. Logo depois, Elkeson lançou Fellype Gabriel e Leandro Amaro salvou,mandando para escanteio. E o Palmeiras seguia com dificuldades de se organizar ofensivamente, limitando-se a defender a vantagem.
Aos 11 minutos, Bruno se atrapalhou em mais um cruzamento, mas a zaga aliviou, mas a intensa pressão da equipe carioca acabou resultando no gol do empate aos 12 minutos. Seedorf lançou Lima pela esquerda e o cruzamento encontrou Andrezinho entrando pelo meio para tocar de pé direito e colocar nas redes palmeirenses.
O técnico Luiz Felipe Scolari decidiu mudar a equipe colocando Daniel Carvalho no lugar de Obina. A intenção do treinador era tentar segurar um pouco a mais a bola que estava quase sempre com o Botafogo.
O time dirigido por Oswaldo de Oliveira seguia pressionando e buscava sempre as laterais do campo para tentar penetrar na defesa da equipe paulista. Elkeson, Fellype Gabriel e Elkeson se deslocavam pelos lados do campo e dificultavam a marcação da equipe paulista. Apesar da entrada de Daniel Carvalho, o Palmeiras continuava com problemas para fazer a bola chegar no ataque.
Mesmo dominado, o Palmeiras conseguiu o gol de desempate aos 27 minutos. O lateral Fernandinho enfiou a bola entre as pernas de Lennon e cruzou para Barcos que,sem marcação, apenas tocou para o fundo das redes de Jéfferson devolvendo a vantagem ao time paulista.
Aos 31 minutos, Fábio Ferreira falhou e a bola sobrou para Barcos que encobriu Jéfferson e mandou a bola para as redes, mas a arbitragem marcou impedimento do jogador argentino. Apesar dos protestos da torcida, Oswaldo de Oliveira colocou o atacante Rafael Marques que na sua primeira participação fez um bom cruzamento para Elkeson mas a defesa aliviou. Logo depois, Marques voltou a irritar a torcida ao se colocar na frente de um chute de Seedorf direcionado ao gol defendido por Bruno.
Nos minutos finais, o Botafogo pressionou de forma desesperada em busca do gol de empate mas o Palmeiras soube se defender com muita determinaçãoe segurar o importante resultado. No último lance importante da partida, Elkeson cruzou para Andrezinho que chutou rasteiro e a bola se chocou com a trave para alívio da equipe palmeirense.

FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO 1 X 2 PALMEIRAS

Local: Estádio Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 8 de agosto de 2012 (Quarta-feira)
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Francisco Carlos Nascimento (Fifa-AL)
Assistentes: Fábio Pereira (TO) e Antônio Lugo (MS)
Cartão Amarelo:Leandro Amaro(Palmeiras)
Gols:
BOTAFOGO:Andrezinho aos 12 minutos do segundo tempo
PALMEIRAS:Barcos aos 14 minutos do primeiro tempo e 27 minutos do segundo tempo
BOTAFOGO: Jéfferson, Lennon(Rafael Marques), Antônio Carlos, Fábio Ferreira e Márcio Azevedo(Lima); Jadson, Renato, Seedorf, Andrezinho e Fellype Gabriel(Vítor Júnior); Elkeson
Técnico: Oswaldo de Oliveira
PALMEIRAS: Bruno; Artur, Leandro Amaro, Maurício Ramos e Juninho; Henrique, Marcos Assunção, Fernandinho e Patrik(Betinho); Obina(Daniel Carvalho) e Barcos
Técnico: Luiz Felipe Scolari

Com bronze de Adriana Araújo, Brasil chega a 100 medalhas na história dos Jogos

Adriana Araújo perdeu a luta semifinal e ficou com o bronze no boxe
Adriana Araújo perdeu a luta semifinal e ficou com o bronze no boxe

O bronze conquistado por Adriana Araújo no boxe é histórica para o Brasil: trata-se da 100ª medalha alcançada pelo país na história dos Jogos Olímpicos. Participando desde a edição da Antuérpia-1920, a delegação nacional chegou a Londres com 91 medalhas e já subiu ao pódio dez vezes em Londres.

Ao vencer a luta das quartas de final, o Brasil tinha 99 medalhas, mas faltava Adriana confirmar em qual lugar do pódio iria subir. Com a derrota na semifinal para a russa Sofya Ochigava, a brasileira não avançou à final e levou o bronze nesta quarta-feira.

Mais tarde, Juliana e Larissa ganharam a disputa do terceiro lugar do torneio feminino de vôlei de praia e chagaram à conquista número 101 do Brasil nos Jogos. Como Adriana ainda não recebeu a medalha - só sobe ao pódio após a final -, a dupla será lembrada como a 100ª vez do Brasil num pódio olímpico.

Na capital inglesa, além deste bronze no boxe, Arthur Zanetti (ginástica) e Sarah Menezes (judô) ganharam ouro, Thiago Pereira (natação) teve uma prata, Felipe Kitadai, Mayra Aguiar, Rafael Silva (todos judô), Cesar Cielo (natação), Juliana e Larissa (vôlei de praia) e Bruno Prada/Robert Scheidt (vela) alcançaram o bronze.

Agora, o Brasil possui 22 ouros, 26 pratas e 53 bronzes na história dos Jogos. Os esportes que mais deram medalhas ao país na Olimpíada são judô (19), vela (17), vôlei (16), atletismo (14) e natação (13).
Reuters
Judoca Sarah Menezes beija a medalha de ouro, a primeira do Brasil em Londres
Sarah Menezes beija o ouro, a primeira do Brasil em Londres

E o número ainda irá crescer em Londres: Esquiva Falcão, no boxe, Alison e Emanuel, no vôlei de praia, e o futebol masculino já garantiram pódio nas respectivas competições.

“Estamos muito felizes com essa conquista da Adriana Araújo no boxe. Esta 100ª medalha olímpica simboliza a garra e o talento de todos os atletas brasileiros e serve ainda como uma bela homenagem à participação das mulheres brasileiras nos Jogos Olímpicos”, afirmou o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, Carlos Arthur Nuzman.

Ao ultrapassar a marca de 100 medalhas, o Brasil se junta a Alemanha, Alemanha Ocidental (extinta), Austrália, Bélgica, Bulgária, Canadá, China, Coreia do Sul, Cuba, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, França, Grã-Bretanha, Grécia, Holanda, Hungria, Itália, Japão, Noruega, Polônia, Romênia, Rússia, União Soviética (extinta), Suécia, Suíça, Tchecoslováquia (extinta) e Ucrânia.

Veja os esportes que deram medalhas ao Brasil em Jogos:

Judô: 19 (três de ouro, três de prata, 13 de bronze)
Vela: 17 (seis de ouro, três de prata, oito de bronze)
Vôlei: 16 (cinco de ouro, sete de prata, quatro de bronze)
Atletismo: 14 (quatro de ouro, três de prata, sete de bronze)
Natação: 13 (uma de ouro, quatro de prata, oito de bronze)
Futebol: 6 (quatro de prata, duas de bronze)
Basquete: 5 (uma de prata, quatro de bronze)
Tiro: 3 (uma de ouro, uma de prata, uma de bronze)
Hipismo: 3 (uma de ouro, duas de bronze)
Boxe: 1 (uma de bronze)
Ginástica: 1 (uma de ouro)
Taekwondo 1 (uma de bronze)

Veja abaixo todas as medalhas ganhas pelo país na história da Olimpíada:

Antuérpia-1920 (3 medalhas)
Guilherme Paraense: ouro no tiro, pistola rápida
Afrânio da Costa: prata no tiro, pistola livre
Guilherme Paraense, Afrânio da Costa, Dario Barbosa, Fernando Soledade eSebastião Wolf : bronze no tiro, pistola livre por equipes

Londres-1948 (1 medalha)Basquete masculino: bronze

Helsinque-1952 (3 medalhas)Adhemar Ferreira da Silva: ouro no atletismo, salto triplo
José Telles da Conceição: bronze no atletismo, salto em altura
Tetsuo Okamoto: bronze na natação, 1500m livre

Melbourne-1956 (1 medalha)Adhemar Ferreira da Silva: ouro no atletismo, salto triplo

Roma-1960 (2 medalhas)Basquete masculino: bronze
Manuel dos Santos Júnior: bronze na natação, 100m livre
Getty
Thiago Pereira conquistou a prata nos 400m medley
Thiago Pereira conquistou a prata nos 400m medley

Tóquio-1964 (1 medalha)Basquete masculino: bronze

Cidade do México-1968 (3 medalhas)Nelson Prudêncio: prata no atletismo, salto triplo
Servílio de Oliveira: bronze no boxe, peso mosca
Burkhard Cordes e Reinaldo Conrad, bronze na vela, flying dutchman

Munique-1972 (2 medalhas)Nelson Prudêncio: bronze no atletismo, salto triplo
Chiaki Ishii: bronze no judô, peso meio-pesado

Montreal-1976 (2 medalhas)João do Pulo: bronze no atletismo, salto triplo
Peter Ficker e Reinaldo Conrad: bronze na vela, flying dutchman

Moscou-1980 (4 medalhas)Eduardo Penido e Marcos Soares: ouro na vela, classe 470
Alexandre Welter e Lars Bjorkstrom: ouro na vela, classe Tornardo
João do Pulo: bronze no atletismo, salto triplo
Cyro Delgado, Djan Madruga, Jorge Fernandes e Marcus Mattioli: bronze na natação, 4x200m livre

Los Angeles-1984 (8 medalhas)Joaquim Cruz: ouro no atletismo, 800m rasos
Futebol masculino: prata
Douglas Vieira: prata no judô, peso meio-pesado
Ricardo Prado: prata na natação, 200m medley
Daniel Adler, Ronaldo Senfft e Torben Grael: prata na vela, classe Soling
Vôlei masculino: prata
Walter Carmona: bronze no judô, peso médio
Luiz Onmura: bronze no judô, peso leve

Seul-1988 (6 medalhas)Aurélio Miguel: ouro no judô, peso meio-pesado
Joaquim Cruz: prata no atletismo, 800m rasos
Futebol masculino: prata
Robson Caetano: bronze no atletismo, 200m rasos
Nelson Falcão e Torben Grael: bronze na vela, classe Star
Clinio Freitas e Lars Grael: bronze na vela, classe Tornado

Reuters
Arthur Zanetti comemora abraçando o técnico
Arthur Zanetti comemora abraçando o técnico 


Barcelona-1992 (3 medalhas)Rogério Sampaio: ouro no judô, peso meio-leve
Vôlei masculino: ouro
Gustavo Borges: prata na natação, 100m livre


Atlanta-1996 (15 medalhas)Robert Scheidt: ouro na vela, classe Laser
Marcelo Ferreira e Torben Grael: ouro na vela, classe Star
Jaqueline e Sandra: ouro no vôlei de praia
Basquete feminino: prata
Gustavo Borges: prata na natação, 200m livre
Adriana e Mônica: prata no vôlei de praia
André Domingos, Arnaldo Oliveira, Edson Luciano, Robson Caetano: bronze no atletismo, 4x100m
Futebol masculino: bronze
André Johannpeter, Doda, Luiz Felipe de Azevedo e Rodrigo Pessoa: bronze no hipismo, salto por equipes
Henrique Guimarães: bronze no judô, peso meio-leve
Aurélio Miguel: bronze no judô, peso meio-pesado
Gustavo Borges: bronze na natação, 100m livre
Fernando Scherer: bronze na natação, 50m livre
Kiko Pelicano e Lars Grael: bronze na vela, classe Tornado
Vôlei feminino: bronze




Sydney-2000 (12 medalhas)
Adriana Behar e Shelda, prata no vôlei de praia
Robert Scheidt: prata na vela, classe Laser
Zé Marco e Ricardo: prata no vôlei de praia
Tiago Camilo: prata no judô, peso leve
Carlos Honorato: prata no judô, peso médio
André Domingos, Claudinei Quirino, Edson Luciano e Vicente Lenilson: prata no atletismo, 4x100m
Carlos Jayme, Edvaldo Valério, Fernando Scherer e Gustavo Borges: bronze na natação, 4x100m livre
Marcelo Ferreira e Torben Grael: bronze na vela, classe Star
Vôlei feminino: bronze
Adriana e Sandra: bronze no vôlei de praia
Hipismo: bronze por equipes

Tiago Leme/ESPN
Sarah Menezes, Mayra Aguiar, Rafael Silva e Felipe Kitadai foram os medalhistas do judô brasileiro
Sarah  Mayra  Rafael e Felipe foram os medalhistas do judô 

Atenas-2004 (10 medalhas)Rodrigo Pessoa: ouro no hipismo, salto
Robert Scheidt: ouro na vela, Laser
Marcelo Ferreira e Torben Grael: ouro na vela, Star
Ricardo e Emanuel: ouro no vôlei de praia
Vôlei masculino: ouro
Futebol feminino: prata
Adriana Behar e Shelda: prata no vôlei de praia
Vanderlei Cordeiro de Lima: bronze no atletismo, maratona
Leandro Guilheiro: bronze no judô, peso leve
Flavio Canto: bronze no judô, peso meio-médio

Pequim-2008 (15 medalhas)Cesar Cielo: ouro na natação, 50m livre
Maurren Maggi: ouro no atletismo, salto em distância
Vôlei feminino: ouro
Futebol feminino: prata
Bruno Prada e Robert Scheidt: prata na vela, classe Star
Vôlei masculino: prata
Fábio Luiz e Marcio: prata no vôlei de praia
Futebol masculino: bronze
Ketleyn Quadros: bronze no judô, peso leve
Leandro Guilheiro: bronze no judô, peso leve
Tiago Camilo: bronze no judô, peso super-médio
Cesar Cielo: bronze na natação, 100m livre
Natália Falavigna: bronze no taekwondo, peso até 67kg
Fernanda Oliveira e Isabel Swan: bronze na vela, classe 470
Ricardo e Emanuel: bronze no vôlei de praia
Getty Images
Robert Scheidt (à esq.) e Bruno Prada, emocionado, exibem suas medalhas de bronze
Robert Scheidt e Bruno Prada: bronze em Londres 


Londres-2012 (10 medalhas)Arthur Zanetti: ouro na ginástica, argolas
Sarah Menezes: ouro no judô, peso ligeiro
Thiago Pereira: prata na natação, 400m medley
Felipe Kitadai: bronze no judô, peso ligeiro
Mayra Aguiar: bronze no judô, peso meio-pesado
Rafael Silva: bronze no judô, peso pesado
Cesar Cielo: bronze na natação, 50m livre
Bruno Prada e Robert Scheidt: bronze na vela, Star
Adriana Araújo: bronze no boxe, até 60kg
Juliana e Larissa: bronze no vôlei de praia

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Brasileirão Série A

19h30 Internacional 0x0 Náutico
19h30 Sport 0x2 Vasco
20h30 Corinthians 1x1 Atlético-GO
20h30 Bahia 0x0 Portuguesa
21h50 Botafogo 1x2 Palmeiras
21h50 Santos 4x2 Cruzeiro
21h50 Figueirense 0x2 Flamengo

Copa Sul-Americana

19h15 Barcelona-EQU 5x1 Deportivo Táchira
21h45 Cerro Porteño 4x0 OŽHiggins

Brasilerão Série D

17h00 Vilhena 3x1 Náutico-RR
20h15 Araguaína 1x2 Mixto
20h30 Santos-AP 0x0 Comercial-PI

domingo, 5 de agosto de 2012

Copa Kaiser São Paulo - Zona Norte

Etapa 5
N-20

Juventus da Liberdade 0 x 0 Jaçanã FS
GTX 1 x 1 Rio Verde

Copa Kaiser São Paulo - Zona Sul

Etapa 5
S-20

Turma do Baffô 0 x 0 Ouro Preto
Cantareira 2 x 1 Tutu

Copa Kaiser São Paulo - Zona Oeste

Etapa 5
O-20

Classe A 2 x 1 Jardim Regina
GDR Danúbio 1 x 0 Catumbi

Copa Kaiser São Paulo - Zona Leste

Etapa 5
L-46

Jardim São Carlos 0 x 0 EC Noroeste
Nápoli EC Vila Industrial 2 x 0 Associação Central Leste
L-47
Grêmio Botafogo FC 1 x 2 Tiradentes
Jardim Elba 0 x 2 EC Ajax

Copa Paulista

1ª fase
6ª rodada
Penapolense  3x2  Santacruzense

Campeonato Paulista - 2ª divisão

2ª fase
16ª rodada
Fernandópolis 0 x 3 Jabaquara
Guarujá 2 x 1 Manthiqueira
Sport Clube Barueri 3 x 1 Pirassununguense
Votuporanguense 1 x 0 Jaboticabal
Primavera 4 x 0 Tupã
Joseense 0 x 0 São Vicente
Nacional 1 x 0 Cotia
Olímpia 0 x 1 Sumaré
Guariba 1 x 2 Mauaense
Novorizontino 2 x 0 Osasco
Américo 3 x 0 Atlético Mogi-M. Cruzes (venceu por WO)
Desportivo 1 x 1 José Bonifácio

Brasileirão Série A

16h00 Vasco 0x0 Corinthians
16h00 São Paulo 1x0 Sport
16h00 Grêmio 3x1 Bahia
16h00 Coritiba 0x2 Fluminense
18h30 Cruzeiro 1x2 Ponte Preta
18h30 Náutico 3x0 Santos

Argentino

15h10 Godoy Cruz 1x1 All Boys
17h10 San Lorenzo 2x1 San Martín
19h15 River Plate 1x2 Belgrano

Brasilerão Série D

15h00 Mirassol 0x0 Metropolitano-SC
15h00 Cerâmica 2x0 Marília
16h00 Horizonte-CE 2x0 Petrolina
16h00 Concórdia 0x1 Cianorte
16h00 Sousa-PB 2x1 Vitória da Conquista
16h00 Itabaiana 0x0 CSA
17h00 Baraúnas-RN 2x1 Campinense-PB
19h30 Náutico-RR 3x1 Vilhena

Brasileiro Série C

15h00 Caxias 2x1 Vila Nova-GO
16h00 Cuiabá-MT 0x2 Fortaleza
16h00 Treze-PB 1x0 Paysandu-PA
16h00 Guarany de Sobral 0x1 Luverdense

A seleção hoje teve pequena a Judá arbitro

Arbitro hoje deu uma pequena ajudinha a seleção brasileira dando um penati que não ouve será que seleção vai canha a medalha com ajudinha do juiz como foi hoje se for a sim não tem, mas graça o futebol mundial é pra se ganha na bola e não com a judia do arbitro que saber o time não cainharia  na bola.    

sábado, 4 de agosto de 2012

Brasileirão Série A

18h30 Palmeiras 0x1 Internacional
18h30 Atlético-GO 1x2 Botafogo
21h00 Portuguesa 2x0 Figueirense

Brasilerão Série B

16h20 Atlético-PR 0x1 São Caetano
16h20 Joinville 3x1 Criciúma
16h20 Avaí 2x1 Ceará
16h20 Guarani 2x1 Guaratinguetá
16h20 ASA 3x2 América-MG
21h00 ABC 2x0 Paraná Clube

Brasilerão Série D

16h00 Santos-AP 2x2 Mixto
16h00 Ceilândia 1x0 CRAC-GO
16h00 CENE-MS 2x0 Sobradinho
18h00 Araguaína 0x3 Sampaio Correa-MA
19h00 Atlético Acreano 2x3 Remo

Brasilerão Série C

15h00 Madureira 2x1 Macaé
16h00 Santa Cruz-PE 4x0 Icasa
16h00 Águia de Marabá 0x0 Salgueiro
16h00 Tupi 0x0 Santo André
16h00 Brasiliense-DF 1x1 Chapecoense

Argentino

14h10 Racing Club 1x1 Atlético Rafaela
16h10 Colón 1x0 Lanús
18h15 Quilmes 3x0 Boca Juniors
18h15 Newells Old Boys 1x1 Independiente

Olimpíadas - Masculino

08h00 Japão 3x0 Egito
10h30 México 4x2 Senegal
13h00 Brasil 3x2 Honduras
15h30 (4)Reino Unido 1x1 Coreia do Sul(5)

A TV Record é vergonha nacional

Na hora de mostra a medalha do nadado
Brasileira rede Record não mostra na hora do gloria do brasileiro
Cessa selo na hora dele receber o bronze a medalha tv aberta que tem os
Direito não mostra o brasileiro.
 Isso é vergonha nacional não é possível que
O COB.
Facão a mesma burrada de da a direita rede Record de televisão novamente vai ser a pior transmissão de aberta do pais esse ano foi é pior de todas.  

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Brasilerão Série B

21h00 Vitória 0x1 Bragantino
21h00 Grêmio Barueri 0x0 CRB
21h00 Ipatinga-MG 0x6 Goiás
21h00 Boa 1x1 América-RN

Brasilerão Série D

20h00 Aracruz 0x2 Guarani-MG

Brasilerão Série C

19h30 Oeste 1x0 Duque de Caxias

Argentino

19h00 Arsenal Sarandí 1x0 Unión
21h10 Vélez Sarsfield 3x0 Argentinos Juniors

Record interrompe cerimônia da medalha de Cielo para exibir programa policial

Cesar Cielo chora ao sair do pódio com o bronze, imagem que o espectador não viu na hora, na Record
Cesar Cielo chora ao sair do pódio com o bronze, imagem que o espectador não viu na hora, na Record
Anunciada desde ontem com estardalhaço pela Record, a final dos 50 m livre, na natação, teve um desfecho surpreendente para quem assistiu à prova na emissora. A cerimônia da entrega das medalhas foi cortada antes do fim para a exibição, em São Paulo, do policial “Cidade Alerta”.

O público chegou a ver Cesar Cielo receber a medalha de bronze das mãos de Carlos Artur Nuzman, mas não conseguiu ouvir, até o final, o hino nacional da França, tocado em honra do vencedor da prova, Florent Manaudou, nem o desfile dos atletas, ao descer do pódio, que é tradicionalmente exibido.

No site da Record, informava-se que a transmissão dos Jogos Olímpicos iria até as 17h30, mas foi cortada às 16h50. Em outras cidades, no lugar do “Cidade Alerta”, comandado por Marcelo Rezende, foi ao ar o seriado “Todo Mundo Odeia Chris”.

A Olimpíada tem, de fato, ocupado um pedaço considerável da grade da Record. O Investimento é visível. A emissora já chegou a ficar no ar por horas seguidas com esportes em que atletas brasileiros não estavam disputando nada ou não tinham chance alguma, como as finais de ginástica feminina ou saltos ornamentais. 

Por isso, surpreende a pressa em cortar o sinal do pódio da natação antes do final da

Olimpíadas - Feminino

08h00 Suécia 1x2 França
10h30 Estados Unidos 2x0 Nova Zelândia
13h00 Brasil 0x2 Japão
15h30 Reino Unido 0x2 Canadá

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Ginasta americana bate compatriota e russas e é 1ª negra campeã individual geral

Gaby Douglas se apresenta no solo; americana assegurou a medalha de ouro na final individual geral
Gaby Douglas se apresenta no solo; americana assegurou a medalha de ouro na final individual geral
Se na disputa por equipes da ginástica artística feminina na última terça-feira a Rússia e suas pequenas falhas praticamente não perturbaram os Estados Unidos, que conquistaram a medalha de ouro, nesta quinta a decisão do individual geral foi bem diferente, com uma briga acirrada até o fim entre as ginastas dos dois países. Ainda assim, quem acabou levando a melhor foi a norte-americana Gabby Douglas, que assegurou a medalha de ouro e se tornou a primeira negra a conquistar o título desta prova.

BRIGA DIRETA

  • REUTERS/Carlos Barria Um dos blocos da final desta quinta-feira contava justamente com as quatro ginastas mais fortes: Gabby Douglas, Aly Raisman, Victoria Komova (1ª, 2ª e 3ª à esq.) e Aliya Mustafina (d)
No combate paralelo com a compatriota Aly Raisman e com as russas Aliya Mustafina e Victoria Komova, Douglas foi a única que conseguiu manter a firmeza nos quatro aparelhos, do início ao fim da competição. Melhor das eliminatórias, a nova sensação da ginástica americana voltou a fazer grandes performances e deixou as três rivais para trás com a soma de 62,232 pontos.
Uma a uma, as outras três combatentes foram deixando a briga pelo pódio. Komova se complicou logo de cara, no salto, ao aterrissar fora do colchão e ter um desconto. A russa ainda continuou na briga e melhorou durante a prova, mas sempre atrás de Gabby Douglas, tendo de se contentar com a prata (61,973), apesar de ser apontada antes dos Jogos como favorita ao ouro. Após a divulgação das notas finais, Komova desabou no choro.
A outra russa, Mustafina, saiu da briga pelo título quando caiu na trave e ficou bastante abalada no restante da série. Uma apresentação também razoável no solo a impediu de levar a prata, e a estrela da ginástica mundial em 2010 ficou com o bronze, com 59,566 pontos.
Aly Raisman se comprometeu nas barras assimétricas, quando cometeu pequenos erros de execução e conseguiu uma nota relativamente baixa em relação a suas principais concorrentes. Mais tarde, ela ainda faria uma série bastante desequilibrada na trave. Raisman terminou a prova com os mesmos 59,566 pontos de Mustafina, mas ficou atrás da russa e fora do pódio nos critérios de desempate.
O título olímpico de Gabby Douglas é o terceiro consecutivo dos Estados Unidos no individual geral da ginástica feminina. Nastia Liukin foi campeã em Pequim-2008 e Carly Patterson ficara com o ouro em Atenas-2004.
As disputas da ginástica em Londres recomeçam apenas no domingo, com as finais por aparelhos. Único brasileiro que ainda está na disputa, Arthur Zanetti brigará por medalha nas argolas na segunda-feira, a partir das 6h (horário de Brasília

Copa Sul-Americana

16h15 Inti Gas 0x0 Millonarios
19h15 La Equidad 0x1 Mineros de Guaiana
21h30 Blooming 1x1 Universidad Católica
21h30 Monagas 0x2 Liga de Loja

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Copa Sul-Americana


19h30 Deportivo Quito 1x0 León de Huánuco
19h30 Atlético-GO 1x1 Figueirense
21h50 Bahia 0x2 São Paulo
21h50 Palmeiras 2x0 Botafogo

Olimpíadas - Masculino


10h30 Brasil 3x0 Nova Zelândia
10h30 Egito 3x1 Belarus
13h00 Japão 0x0 Honduras
13h00 México 1x0 Suíça
13h00 Espanha 0x0 Marrocos
13h00 Coreia do Sul 0x0 Gabão
15h45 Senegal 1x1 Emirados Árabes Unidos
15h45 Reino Unido 1x0 Uruguai

Após prata frustrante, Phelps leva primeiro ouro em Londres e se torna o maior medalhista da história

Phelps exibe a primeira medalha de ouro conquistada em Londres, no 4x200 livre
Phelps exibe a primeira medalha de ouro conquistada em Londres, no 4x200 livre

Michael Phelps é o recordista no número de medalhas da história dos Jogos Olímpicos. Com dois pódios nesta terça-feira, o norte-americano agora soma 19 conquistas em quatro edições olímpicas.

Primeiro, ele igualou a marca da ginasta russa Larisa Latynina com uma certa dose de frustração: liderou os 200m borboleta por praticamente toda a prova, mas perdeu o ouro na última braçada e viu o sul-africano Chad Le Clos comemorar a vitória chegando apenas cinco centésimos a frente: 1min52s96 para o campeão, 1min53s01 para o recordista (o japonês Takeshi Matsuda completou o pódio com 1min53s21)

Pouco depois, porém, ele voltou à água para fechar o revezamento 4x200m livre e apenas administrar a vantagem da equipe dos Estados Unidos para, depois de quatro provas sem conseguir ser campeão (duas pratas e um quarto lugar), ouvir novamente o hino do país no lugar mais alto do pódio.

Na prova que o consolidou como o maior nome dos Jogos quando se fala em medalhas, os EUA (Ryan Lochte, Conor Dwyer, Ricky Berens e Phelps) terminaram os 800m em 6min59s70. A França ficou no segundo lugar com 7min02s77, enquanto a China levou o bronze com 7min06s30.

“Foi frustrante depois dos 200m borboleta, mas com esses três caras no meu time - no revezamento - só tenho que agradecer. Eles me deram uma boa liderança no final”, disse Phelps à TV Record.

A marca
O maior medalhista de ouro dos Jogos (15) é agora também o maior premiado, considerando os três lugares do pódio, da história da Olimpíada. Michael Phelps, 15 ouros, 2 pratas e 2 bronzes, soma 19 prêmios e supera a ginasta Larisa Latynina, da Rússia, que partipou das edições de 1956-60-64 e levou 18 medalhas.

Nestes Jogos, Phelps já nadou quatro provas, conquistando um ouro, duas pratas e um quarto lugar. Agora, ele ainda tem mais duas disputas: 100m borboleta, 200m medley.

Getty
Phelps com a medalha rara: só duas pratas nos 19 pódios
Phelps com a medalha rara: só duas pratas nos 19 pódios

A lista de medalhas de Michael Phelps:
Atenas-2004
OURO - 100m borboleta
OURO - 200m borboleta
OURO - 200m medley
OURO - 400m medley
OURO - 4x200m livre
OURO - 4x100m medley
BRONZE - 200m livre
BRONZE - 4x100m revezamento livre

Pequim-2008
OURO - 100m borboleta
OURO - 200m borboleta
OURO - 200m livre
OURO - 200m medley
OURO - 400m medley
OURO - 4x100m revezamento livre
OURO - 4x200m revezamento livre
OURO - 4x100m revezamento medley

Londres-2012

PRATA - 4x100 revezamento livre
PRATA - 200m borboleta
OURO - 4x200m livre

200m livre feminino
Allison Schmitt, dos Estados Unidos, levou a medalha de ouro com recorde olímpico ao marcar 1min53s61 na final dos 200m livre feminino. A prata ficou com a francesa Camille Muffat (1min55s58), enquanto o bronze é da australiana Bronte Barratt (1min55s81). Com o ouro, Schmitt completa as três provas que nadou em Londres com medalhas: foi prata nos 400m livre e bronze no revezamento 4x100m livre.

Os canais ESPN passam a Olimpíada de Londres ao vivo, com 72 horas diárias de transmissões esportivas, análises e muita informação. Uma equipe de mais de 60 profissionais, dos canais de TV, ESPN.com.br e Rádio Estadão ESPN, traz todos os dias os detalhes direto da Inglaterra. Para a cobertura dos Jogos, uma novidade: a ESPN Brasil HD, canal que trará toda a programação olímpica da ESPN Brasil em alta definição. O canal está disponível para as seguintes operadoras: NET Serviços, Claro TV, Cabo Natal (RN) e RTV (GO). Com isso, a ESPN tem quatro canais para cobertura dos Jogos Olímpicos: os tradicionais ESPN e ESPN Brasil e dois em alta definição, ESPN+ e ESPN Brasil HD. Veja todos os horários dos jogos em http://espn.estadao.com.br/programacao

terça-feira, 31 de julho de 2012

Brasilerão Série B


19h30 América-MG 0x2 Joinville
19h30 Goiás 1x1 ABC
19h30 Criciúma 2x1 Guarani
19h30 Paraná Clube 1x1 Avaí
19h30 Ceará 1x1 Boa
21h50 São Caetano 0x0 Vitória
21h50 Guaratinguetá 0x1 Atlético-PR
21h50 América-RN 2x1 Grêmio Barueri
21h50 Bragantino 2x2 ASA
21h50 CRB 2x0 Ipatinga-MG

EUA lideram final por equipes de ponta a ponta e reconquistam ouro na ginástica após 16 anosComentários 3

Norte-americana Jordyn Wieber crava sua saída no salto durante final feminina por equipes da ginástica
Norte-americana Jordyn Wieber crava sua saída no salto durante final feminina por equipes da ginástica
Os Estados Unidos voltaram ao lugar mais alto do pódio na ginástica artística feminina por equipes. Nesta terça-feira, o quinteto formado por Jordyn Wieber, Aly Raisman, Gaby Douglas, Kyla Ross e McKayla Maroney venceu a final de ponta a ponta e retomou a medalha de ouro após 16 anos. A última conquista do time norte-americano havia sido em Atlanta-1996.

RESULTADO DA FINAL FEMININA POR EQUIPES

1-EUA - 183,596 pontos

2-Rússia - 178,530

3-Romênia - 176,414

4-China - 174,430

5-Canadá - 170,804

6-Reino Unido - 170,495

7-Itália - 167,930

8-Japão - 166,646
Para encerrarem o jejum, as americanas, bastante incentivadas pela torcida na Arena Greenwich, tiveram performance praticamente perfeita, assim como já haviam feito nas eliminatórias do último domingo, somaram 183,596 pontos e ainda contaram com erros sucessivos e apresentações medianas de suas principais rivais.
O forte time russo, por exemplo, viu suas ginastas comprometerem a nota final com falhas em dois aparelhos. Aliya Mustafina não mostrou seu conhecido talento na trave, Victoria Komova teve uma aterrisagem desastrosa também na trave e Anastasia Grishina e Ksenia Afanaseva sofreram quedas no solo. Ainda assim, a equipe europeia conseguiu somar 178,530 pontos e ficar com a medalha de prata.
O bronze caiu no colo da Romênia. Apesar da inconstância de suas três atletas mais jovens - Diana Bulimar, Diana Chelaru e Larisa Iordache -, o tradicional time europeu, que contou com as veteranas Sandra Izbasa e Catalina Ponor em ótima forma, aproveitou-se da apresentação desastrosa do time chinês no solo. Campeã há quatro anos em casa, a China, com um time novo e sem grandes destaques, foi bem em três aparelhos, mas teve uma nota péssima na prova de solo e teve de se contentar apenas com a quarta colocação.
Apesar da torcida anfitriã, o Reino Unido, terminou somente em sexto lugar, atrás ainda da ascendente seleção do Canadá. Itália e Japão completaram a final. O Brasil não disputou a decisão