| 18h30 Santos 2x2 Atlético-GO |
| 18h30 Sport 0x1 Figueirense |
| 18h30 Bahia 0x1 Cruzeiro |
| 21h00 Flamengo 2x0 Náutico |
Falamos campeonatos das séries A B C D campeonatos internacionais todos Português todos os resultados do Paulista da segunda divisão e ainda Futebol Internacional como Futebol Inglês Espanhol Italiano Portugal e o Argentino e campeonatos Importantes falaremos do Regional do Rio Grande do Norte do Cearense do Pernambucano e do Carioca e falamos da copa do nordeste
sábado, 11 de agosto de 2012
Brasileirão Série A
Brasilerão Série B
| 16h20 Goiás 2x0 Boa |
| 16h20 São Caetano 1x1 Criciúma |
| 16h20 Guaratinguetá 0x3 Joinville |
| 16h20 América-MG 1x2 Vitória |
| 16h20 Paraná Clube 4x0 CRB |
Francês
| 16h00 Evian 2x3 Bordeaux |
| 16h00 Nancy 1x0 Brest |
| 16h00 Nice 0x1 Ajaccio |
| 16h00 PSG 2x2 Lorient |
| 16h00 Rennes 0x1 Lyon |
| 16h00 Saint-Etienne 1x2 Lille |
| 16h00 Sochaux 2x3 Bastia |
| 16h00 Troyes 0x1 Valenciennes |
Brasilerão Série D
| 15h30 Guarani-MG 0x2 Volta Redonda |
| 16h00 Campinense-PB 1x1 Ypiranga-PE |
| 16h00 Vitória da Conquista 2x0 Itabaiana |
| 16h00 CRAC-GO 4x2 CENE-MS |
| 17h00 Sobradinho 3x3 Aparecidense |
| 19h00 Marília x Concórdia |
Brasilerão Série C
| 15h30 Santo André 2x1 Caxias |
| 16h00 Paysandu-PA 2x1 Cuiabá-MT |
| 16h00 Tupi 2x0 Brasiliense-DF |
| 16h00 Duque de Caxias 2x1 Macaé |
Argentino
| 14h00 Estudiantes 0x2 River Plate |
| 16h10 All Boys 1x1 Quilmes |
| 18h10 Belgrano 0x0 San Lorenzo |
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Segredos do Esporte: Doping
Aumenta a massa muscular, a força, a agressividade e ajuda na recuperação do atleta.
Muito antes do esporte se tornar uma indústria, o doping surgiu como alternativa para melhorar o rendimento.
O primeiro lugar, o pódio, a medalha e a indescritível sensação de ser superior parecem justificar o uso de todo tipo de substância.
Das permitidas às proibidas, das que ajudam às que matam.
Muitos atletas de alto rendimento, movidos pela desconfiança, devem se perguntar todos os dias: usar ou não?
Quem anda na linha, limpo?
O que significar andar na linha? O que é estar limpo?
O debate é imenso, afinal a indústria do doping parece andar sempre na frente da capacidade científica dos laboratórios especializados.
Antes de mais nada, é preciso definir o que é doping.
E também falar sobre a luta de classes no esporte.
Sobre as diferenças de preparação entre atletas ricos e pobres.
E até que ponto isso interfere numa disputa limpa e igual.
O mundo moderno está abarrotado de substâncias ergogênicas, aquelas que ajudam a melhorar o rendimento.
É exatamente aí que entra o poder da grana, pois nem toda substância ergogênica é doping, mas todo doping é substância ergogênica.
O que pode e o que não pode!
Muito antes do esporte se tornar uma indústria, o doping surgiu como alternativa para melhorar o rendimento.
O primeiro lugar, o pódio, a medalha e a indescritível sensação de ser superior parecem justificar o uso de todo tipo de substância.
Das permitidas às proibidas, das que ajudam às que matam.
Muitos atletas de alto rendimento, movidos pela desconfiança, devem se perguntar todos os dias: usar ou não?
Quem anda na linha, limpo?
O que significar andar na linha? O que é estar limpo?
O debate é imenso, afinal a indústria do doping parece andar sempre na frente da capacidade científica dos laboratórios especializados.
Antes de mais nada, é preciso definir o que é doping.
E também falar sobre a luta de classes no esporte.
Sobre as diferenças de preparação entre atletas ricos e pobres.
E até que ponto isso interfere numa disputa limpa e igual.
O mundo moderno está abarrotado de substâncias ergogênicas, aquelas que ajudam a melhorar o rendimento.
É exatamente aí que entra o poder da grana, pois nem toda substância ergogênica é doping, mas todo doping é substância ergogênica.
O que pode e o que não pode!
Com a palavra, o time do Segredos do Esporte!
O doping foi tema do Segredos do Esporte; clique no player e veja um trecho do programa
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Brasileirão Série A
| 21h00 Fluminense 2x1 São Paulo |
| 21h00 Atlético-MG 1x0 Coritiba |
| 21h00 Ponte Preta 0x0 Grêmio |
Copa Sul-Americana
| 19h45 Oriente Petrolero 1x2 Guaraní (PAR) |
| 22h15 Universidad Católica 3x0 Blooming |
| 22h15 Mineros de Guaiana 2x1 La Equidad |
Desabafo olímpico
Hoje o post não é sobre tênis. É sobre esporte
Estou um pouco perplexo como a torcida e a imprensa está tratando os resultados desta Olimpíada. Nunca vi o pessoal tão passional e tão apaixonado com os vitoriosos e tão críticos com os que perdem.
Na história do nosso esporte não vejo uma mudança tão radical para uma reação assim. Em todas as edições dos jogos conhecemos novos ¨heróis¨e novos ¨vilões¨ como estão chamando e deixo claro que eu não acho nem um nem outro. É só ver um atleta ganhar uma medalha e todos correm atrás dos seus familiares e histórias de vida. É só um atleta considerado favorito perder que é execrado nas mídias sociais e na boca do povo.
Será que é para tanto? Estamos dentro do evento mais difícil do mundo e ser favorito não quer dizer nada. Vimos vários atletas de outros países não vencerem sendo favoritos. Vimos muitos que nem eram conhecidos se superarem e com isso chegaram ao lugar mais alto. Isso é esporte.
Não estou aqui para ensinar ninguém. Como vocês, eu também estou na frente da televisão gritando, chorando, vibrando, xingando. Mesmo assim tento entender a dificuldade de vencer. A única hora que eu critico é quando vejo um time sem coração, sem vibração, um atleta nem aí com o que está acontecendo. Sendo muito sincero, não vi nenhum assim. Vi gente tremer, vi atleta travar e muita gente se superar. Descaso, não.
Adoraria ver essas mesmas pessoas tão severas e tão duras com os atletas sendo dessa mesma maneira políticos que nunca fizeram nada e são outra vez votados, dirigentes que se perpetuam e a grande maioria faz de conta que tudo bem ou pessoas que fazem mal ao nosso país e continuam pousando de gatinho.
Gente, é muito fácil agora abraçar e sair na foto com o Arthur Zanetti. Difícil é dar estrutura, lugar perfeito pra treinar e mais que isso, grana para ele poder estar tranquilo fazendo o que mais ama. É fácil criticar, crucificar, xingar... Difícil é apostar, abraçar, arriscar, incentivar e colher os frutos juntos.
No final desta Olimpíada vamos ver que outra vez ficamos com o mesmo número de medalhas. Algumas a mais de ouro quem sabe. Mas nada disso muda o meu discurso ou a nítida sensação que nossos atletas fazem demais para o que ganham.
Peço que não comparem os atletas das outras modalidades com o futebol. Eles não vão ganhar 180.000 por medalha de ouro. Muitos deles, 3 meses depois de voltar, vão desaparecer e continuarão com os mesmos problemas para sobreviver. TODOS que ganham e tem um pouco mais de espaço na mídia pedem o mesmo: EU QUERO MAIS ESTRUTURA PARA PODER VIVER DO MEU ESPORTE.
Espero que um dia o Brasil desperte para o esporte. Que sejamos justos e verdadeiros com os que carregam diariamente esportes sem nenhuma visibilidade.
Está acabando Londres e em um piscar de olhos Rio 2016 chegou.
Estou um pouco perplexo como a torcida e a imprensa está tratando os resultados desta Olimpíada. Nunca vi o pessoal tão passional e tão apaixonado com os vitoriosos e tão críticos com os que perdem.
Na história do nosso esporte não vejo uma mudança tão radical para uma reação assim. Em todas as edições dos jogos conhecemos novos ¨heróis¨e novos ¨vilões¨ como estão chamando e deixo claro que eu não acho nem um nem outro. É só ver um atleta ganhar uma medalha e todos correm atrás dos seus familiares e histórias de vida. É só um atleta considerado favorito perder que é execrado nas mídias sociais e na boca do povo.
Será que é para tanto? Estamos dentro do evento mais difícil do mundo e ser favorito não quer dizer nada. Vimos vários atletas de outros países não vencerem sendo favoritos. Vimos muitos que nem eram conhecidos se superarem e com isso chegaram ao lugar mais alto. Isso é esporte.
Não estou aqui para ensinar ninguém. Como vocês, eu também estou na frente da televisão gritando, chorando, vibrando, xingando. Mesmo assim tento entender a dificuldade de vencer. A única hora que eu critico é quando vejo um time sem coração, sem vibração, um atleta nem aí com o que está acontecendo. Sendo muito sincero, não vi nenhum assim. Vi gente tremer, vi atleta travar e muita gente se superar. Descaso, não.
Adoraria ver essas mesmas pessoas tão severas e tão duras com os atletas sendo dessa mesma maneira políticos que nunca fizeram nada e são outra vez votados, dirigentes que se perpetuam e a grande maioria faz de conta que tudo bem ou pessoas que fazem mal ao nosso país e continuam pousando de gatinho.
Gente, é muito fácil agora abraçar e sair na foto com o Arthur Zanetti. Difícil é dar estrutura, lugar perfeito pra treinar e mais que isso, grana para ele poder estar tranquilo fazendo o que mais ama. É fácil criticar, crucificar, xingar... Difícil é apostar, abraçar, arriscar, incentivar e colher os frutos juntos.
No final desta Olimpíada vamos ver que outra vez ficamos com o mesmo número de medalhas. Algumas a mais de ouro quem sabe. Mas nada disso muda o meu discurso ou a nítida sensação que nossos atletas fazem demais para o que ganham.
Peço que não comparem os atletas das outras modalidades com o futebol. Eles não vão ganhar 180.000 por medalha de ouro. Muitos deles, 3 meses depois de voltar, vão desaparecer e continuarão com os mesmos problemas para sobreviver. TODOS que ganham e tem um pouco mais de espaço na mídia pedem o mesmo: EU QUERO MAIS ESTRUTURA PARA PODER VIVER DO MEU ESPORTE.
Espero que um dia o Brasil desperte para o esporte. Que sejamos justos e verdadeiros com os que carregam diariamente esportes sem nenhuma visibilidade.
Está acabando Londres e em um piscar de olhos Rio 2016 chegou.
Olímpicas 9: Italiana de 47 anos busca medalha. Que diferença para os boleiros preguiçosos...
Josefa Idem Guerrini vai completar 48 anos em 23 de setembro. E nesta quinta-feira, 45 dias antes de seu aniversário, estará na Raia Olímpica de Londres em busca de uma medalha no caiaque (K1, 500 metros). Ela nasceu em Goch, Alemanha, perto da fronteira com a Holanda. Em 1990 se casou com o fisioterapeuta italiano Gugliemo Guerrini, seu treinador até hoje. Ganhou a cidadania do marido e passou a competir pela Itália dois anos depois.
Josefa Idem teve dois filhos, o primeiro nascido um ano antes das Olimpíadas de 1996 e o mais novo no ano anterior aos Jogos de 2004. Ainda assim ela esteve nessas duas edições olímpicas. Antes, aos 13 de idade, ganhou três medalhas de ouro no campeonato europeu. Estreou em Jogos Olímpicos em Los Angeles 1984, onde faturou bronze pela Alemanha Ocidental no K2 500 metros. Depois esteve em todas as Olimpíadas e em Londres alcançou sua oitava participação. Recorde entre mulheres!
Como italiana, tem dois bronzes, uma prata e um ouro (Sydney 2000), sempre remando sozinha na K1 500 metros. Em campeonatos mundiais Josefa tem cinco medalhas de ouro, nove de prata e seis de bronze. Nesta quinta, a adversária cuja idade mais se aproxima de Josefa é a finlandesa Anne Rikala, 12 anos mais jovem. Das oito finalistas, a britânica Rachel Cawthorn é a mais nova e nasceu em 1988, ano que marcou a segunda olimpíada da carreira da ítalo-germânica.
Josefa Idem rema cerca de 3,5 mil quilômetros por ano a 1,7 mil metros de altitude seguindo uma rotina de treinos diários em dois períodos. Para alcançar a final, ela chegou em primeiro lugar na sua bateria da fase semifinal. Mesmo se não subir ao pódio seu feito já é mais do que especial. São diferentes modalidades, mas ela reforça a ideia de que atletas realmente dedicados ao esporte têm chances muito maiores de carreira longa e competitiva. Inclusive no futebol. Basta lembrar de Júnior, campeão brasileiro pelo Flamengo aos 38 anos, e Juninho Pernambucano, um dos melhores jogadores do país, hoje, aos 37 de idade.
Para prorrogar sua carreira, o vascaíno faz sacrifícios, se esforça como Josefa Idem em suas remadas. Juninho faz três refeições diárias, acorda às 6 horas para o café, não bebe refrigerantes há dez anos, só água, reduziu o consumo de açúcar e segue uma programação de treinos específica. Paixão por esporte, carreira como prioridade e profissionalismo explicam as longas e vitoriosas trajetórias desses atletas. Mas você acha que se preocupam com isso os boleiros preguiçosos e mais voltados a outras atividades do que à que lhes proporciona dinheiro, conforto e fama?
Josefa Idem teve dois filhos, o primeiro nascido um ano antes das Olimpíadas de 1996 e o mais novo no ano anterior aos Jogos de 2004. Ainda assim ela esteve nessas duas edições olímpicas. Antes, aos 13 de idade, ganhou três medalhas de ouro no campeonato europeu. Estreou em Jogos Olímpicos em Los Angeles 1984, onde faturou bronze pela Alemanha Ocidental no K2 500 metros. Depois esteve em todas as Olimpíadas e em Londres alcançou sua oitava participação. Recorde entre mulheres!
Como italiana, tem dois bronzes, uma prata e um ouro (Sydney 2000), sempre remando sozinha na K1 500 metros. Em campeonatos mundiais Josefa tem cinco medalhas de ouro, nove de prata e seis de bronze. Nesta quinta, a adversária cuja idade mais se aproxima de Josefa é a finlandesa Anne Rikala, 12 anos mais jovem. Das oito finalistas, a britânica Rachel Cawthorn é a mais nova e nasceu em 1988, ano que marcou a segunda olimpíada da carreira da ítalo-germânica.
Josefa Idem rema cerca de 3,5 mil quilômetros por ano a 1,7 mil metros de altitude seguindo uma rotina de treinos diários em dois períodos. Para alcançar a final, ela chegou em primeiro lugar na sua bateria da fase semifinal. Mesmo se não subir ao pódio seu feito já é mais do que especial. São diferentes modalidades, mas ela reforça a ideia de que atletas realmente dedicados ao esporte têm chances muito maiores de carreira longa e competitiva. Inclusive no futebol. Basta lembrar de Júnior, campeão brasileiro pelo Flamengo aos 38 anos, e Juninho Pernambucano, um dos melhores jogadores do país, hoje, aos 37 de idade.
Para prorrogar sua carreira, o vascaíno faz sacrifícios, se esforça como Josefa Idem em suas remadas. Juninho faz três refeições diárias, acorda às 6 horas para o café, não bebe refrigerantes há dez anos, só água, reduziu o consumo de açúcar e segue uma programação de treinos específica. Paixão por esporte, carreira como prioridade e profissionalismo explicam as longas e vitoriosas trajetórias desses atletas. Mas você acha que se preocupam com isso os boleiros preguiçosos e mais voltados a outras atividades do que à que lhes proporciona dinheiro, conforto e fama?
a
Josefa Idem: finalista na canoagem 45 dias antes de completar 48 anos
São Paulo sacramenta venda de Lucas, e PSG dispara na lista dos compradores
São Paulo sacramentou a venda de Lucas ao PSG por R$ 107,8 mi; jogador só vai em janeiro de 2013
O São Paulo acaba de assinar a venda de Lucas para o Paris Saint-Germain. O negócio foi fechado em Paris na manhã desta quarta-feira. O clube francês desembolsará 43 milhões de euros (R$ 108,3 milhões). Lucas permanece no São Paulo até dezembro, disputa a Copa Sul-Americana e o Campeonato Brasileiro e só viaja para a França para a segunda metade do Campeonato Nacional e Uefa Champions League. É o maior negócio da história do futebol brasileiro.
A informação sobre a negociação com o Paris Saint-Germain foi antecipada no domingo pelo jornalista Marcelo Prado, no site globoesporte.com.
O preço, 43 milhões de euros, aproxima-se muito do valor idealizado pelo São Paulo, de 45 milhões. Como Lucas terá direito a 25% do valor, por uma cláusula em seu contrato, o São Paulo ficará com R$ 81,2 milhões (750%). Lucas fica com R$ 27,1 milhões.
O desejo da diretoria também é atendido quanto à permanência para as disputas do Brasileirão e da Copa Sul-Americana. A ideia é manter o time competitivo e fazer a equipe voltar à disputa da Copa Libertadores já no ano que vem.
PSG dispara como o mais gastão da Europa para a temporada 2012/2013
Getty
Com Lucas, PSG dispara como o maior 'gastão' da Europa
Com os 43 milhões gastos com Lucas, o Paris Saint-Germain dispara na lista dos clubes que mais gastaram na temporada europeia. São 148 milhões de euros ao todo nesta temporada. Contratou Ibrahimovic do Milan (23 milhões de euros), Thiago Silva do Milan (42 milhões de euros), Lavezzi do Napoli (30 milhões de euros), Marco Verrati, do Pescara (10 milhões de euros) e Lucas (43 milhões de euros).
Abaixo do PSG, os clubes mais gastadores da temporada, até este momento, são Chelsea (64 milhões de euros), Juventus (49 milhões de euros), Bayern de Munique (27 milhões de euros) e Arsenal (40 milhões de euros).
O presidente da Internazionale, Massimo Moratti, reagiu de modo conformado à perda da concorrência por Lucas para o PSG: "Não se compete com o dinheiro do PSG", disse na terça ao jornal italiano "La Gazzetta dello Sport".
Na mesma edição do diário italiano, o secretário-geral da Uefa, Gianni Infantino, reagiu de modo menos solícito. Lembrou que os franceses devem atender às regras do Fair Play financeiro. A Uefa determina para 2014 a obrigação de os clubes terem 45 milhões de euros, no máximo, de diferença entre a receita e a despesa. O PSG tem dois anos para se adaptar às novas regras. Até lá, tentará se consolidar como um dos clubes mais poderosos da Europa.
Abaixo do PSG, os clubes mais gastadores da temporada, até este momento, são Chelsea (64 milhões de euros), Juventus (49 milhões de euros), Bayern de Munique (27 milhões de euros) e Arsenal (40 milhões de euros).
O presidente da Internazionale, Massimo Moratti, reagiu de modo conformado à perda da concorrência por Lucas para o PSG: "Não se compete com o dinheiro do PSG", disse na terça ao jornal italiano "La Gazzetta dello Sport".
Na mesma edição do diário italiano, o secretário-geral da Uefa, Gianni Infantino, reagiu de modo menos solícito. Lembrou que os franceses devem atender às regras do Fair Play financeiro. A Uefa determina para 2014 a obrigação de os clubes terem 45 milhões de euros, no máximo, de diferença entre a receita e a despesa. O PSG tem dois anos para se adaptar às novas regras. Até lá, tentará se consolidar como um dos clubes mais poderosos da Europa.
Vagner Love encerra jejum de oito jogos, Flamengo bate Figueirense e vence a primeira com Dorival
Depois de um empate e uma derrota, o Flamengo conseguiu sua primeira vitória sob o comando de Dorival Júnior. A equipe carioca visitou o Figueirense no Orlando Scarpelli, nesta quarta-feira, e venceu por 2 a 0, em partida válida pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro. O técnico havia estreado no cargo com um empate por 0 a 0 com a Portuguesa e, na partida seguinte, viu o clube rubro-negro ser goleado por 4 a 1 pelo São Paulo.
Os dois gols da partida foram anotados pelo atacante Vagner Love. Aos 18 minutos do segundo tempo, ele aproveitou cobrança de escanteio de Adryan, se antecipou à zaga adversária e cabeceou para o fundo da meta adversária. Aos 43, o atacante foi acionado pela intermediária, ganhou dividida com o marcador, saiu de frente para o gol e definiu a vitória dos visitantes.
Nos minutos finais, o Figueirense foi para o tudo ou nada, mas viu o Flamengo fazer o segundo aos 43 minutos. Vagner Love foi lançado, levou a melhor sobre João Paulo e finalizou sem chance para Wilson para decretar a vitória rubro-negra.
Os dois gols da partida foram anotados pelo atacante Vagner Love. Aos 18 minutos do segundo tempo, ele aproveitou cobrança de escanteio de Adryan, se antecipou à zaga adversária e cabeceou para o fundo da meta adversária. Aos 43, o atacante foi acionado pela intermediária, ganhou dividida com o marcador, saiu de frente para o gol e definiu a vitória dos visitantes.
Dessa forma, o atacante volta a balançar as redes depois de ficar sem marcar em oito jogos. O último tento que ele havia anotado foi na vitória por 3 a 1 sobre o Coritiba, no dia 9 de junho. O gol não poderia vir em um momento melhor para Vagner Love. Isso porque o clube contratou Liedson, que foi apresentado na terça-feira, e, assim, o atacante enfrentará maior concorrência para manter a titularidade no time carioca.
Com o resultado, o Flamengo volta a vencer depois de quatro partidas (havia perdido três e empatado um), chega a 19 pontos e fica na décima colocação. Já o Figueirense completa sua 15ª partida sem vitória (nove derrotas e seis empates), estaciona nos oito pontos e segue isolado na lanterna da tabela. A equipe perdeu seus últimos sete confrontos na primeira divisão nacional.
Pela próxima rodada do Campeonato Brasileiro, o Flamengo receberá o Náutico no Raulino de Oliveira, em Volta Redonda, no sábado, às 21h (de Brasília). No mesmo dia, o Figueirense visitará o Sport na Ilha do Retiro, às 18h30.
Com o resultado, o Flamengo volta a vencer depois de quatro partidas (havia perdido três e empatado um), chega a 19 pontos e fica na décima colocação. Já o Figueirense completa sua 15ª partida sem vitória (nove derrotas e seis empates), estaciona nos oito pontos e segue isolado na lanterna da tabela. A equipe perdeu seus últimos sete confrontos na primeira divisão nacional.
Pela próxima rodada do Campeonato Brasileiro, o Flamengo receberá o Náutico no Raulino de Oliveira, em Volta Redonda, no sábado, às 21h (de Brasília). No mesmo dia, o Figueirense visitará o Sport na Ilha do Retiro, às 18h30.
O jogo
O confronto começou com as duas equipes mais preocupadas em não deixar o adversário ter espaço. Com isso, a bola ficou concentrada entre as intermediárias. Somente aos nove minutos, o Figueirense teve a primeira chance de gol. O volante Claudinei arriscou da entrada da área, mas por cima do travessão de Felipe. O Flamengo tinha mais a posse de bola, só que não era objetivo.
O panorama da partida seguia o mesmo com o passar do tempo. O Figueirense arriscava de fora, mas sem perigo ao gol de Felipe. Já o Flamengo tentava criar bons lances, mas só incomodou o goleiro Wilson em um chute de longe de Negueba, aos 22 minutos. Depois da tentativa, os rubro-negros melhoraram e por pouco não abriram o placar em duas oportunidades. Na primeira, Ramon chegou na área, só que foi desarmado por Léo. Na segunda, Léo Moura veio pela direita e, em vez de chutar, tentou tocar para Vagner Love e viu a zaga afastar a bola.
O Flamengo permaneceu ofensivo e, aos 30 minutos, teve sua melhor chance. Negueba cruzou pela direita, a zaga rebateu para o meio da área e sobrou para Luiz Antônio. No entanto, o volante chutou muito mal. A resposta do Figueirense veio no minuto seguinte. Caio arriscou de fora da área e viu Felipe espalmar para longe.
A partida ganhou em emoção porque aos 32 minutos Negueba fez boa jogada individual dentro da área e finalizou em cima de Wilson. Logo depois, os donos da casa ficaram com um homem a menos. Anderson Conceição, que já tinha cartão, fez falta em Vagner Love e acabou recebendo o vermelho do árbitro. Na cobrança da falta, Luiz Antônio chutou, a bola bateu na barreira e foi na trave.
Nos minutos finais, o jogo ficou nervoso, mas o Figueirense teve sua principal chance de marcar aos 43 minutos. Loco Abreu tocou para Ronny, que ficou livre na área. O meia chutou cruzado e viu a bola passar perto da trave de Felipe para desespero da torcida catarinense. Nos acréscimos, foi a vez de o Flamengo ficar com dez jogadores. Leonardo Moura deu um carrinho por trás em Ronny e recebeu o cartão vermelho direto do árbitro. Assim, o duelo foi para o intervalo sem gols.
A etapa final iniciou da mesma forma que o primeiro tempo, com os dois times mais preocupados com a parte defensiva. Só que na primeira chance, o Flamengo abriu o placar. Aos 18 minutos, após cobrança de escanteio, Vágner Love se antecipou à zaga catarinense e cabeceou para a rede. O gol acabou com o jejum de oito jogos sem marcar do atacante rubro-negro.
Depois do gol, o Flamengo recuou e chamou o Figueirense para seu campo de defesa. No entanto, os donos da casa não aproveitavam o espaço para criar bons lances. Os visitantes tiveram nova oportunidade de marcar aos 31 minutos. Ibson pegou rebote e chutou à direita do gol de Wilson. Três minutos depois, foi a vez de Luiz Antônio quase ampliar para os cariocas, mas a finalização também saiu ao lado.
A pressão carioca fez o Figueirense criar sua melhor chance no segundo tempo, aos 35 minutos. Após cruzamento pela esquerda, Loco Abreu cabeceou, mas na trave de Felipe. O lance animou os donos da casa, que assustaram quatro minutos depois em um chute de longe de Léo.
O panorama da partida seguia o mesmo com o passar do tempo. O Figueirense arriscava de fora, mas sem perigo ao gol de Felipe. Já o Flamengo tentava criar bons lances, mas só incomodou o goleiro Wilson em um chute de longe de Negueba, aos 22 minutos. Depois da tentativa, os rubro-negros melhoraram e por pouco não abriram o placar em duas oportunidades. Na primeira, Ramon chegou na área, só que foi desarmado por Léo. Na segunda, Léo Moura veio pela direita e, em vez de chutar, tentou tocar para Vagner Love e viu a zaga afastar a bola.
O Flamengo permaneceu ofensivo e, aos 30 minutos, teve sua melhor chance. Negueba cruzou pela direita, a zaga rebateu para o meio da área e sobrou para Luiz Antônio. No entanto, o volante chutou muito mal. A resposta do Figueirense veio no minuto seguinte. Caio arriscou de fora da área e viu Felipe espalmar para longe.
A partida ganhou em emoção porque aos 32 minutos Negueba fez boa jogada individual dentro da área e finalizou em cima de Wilson. Logo depois, os donos da casa ficaram com um homem a menos. Anderson Conceição, que já tinha cartão, fez falta em Vagner Love e acabou recebendo o vermelho do árbitro. Na cobrança da falta, Luiz Antônio chutou, a bola bateu na barreira e foi na trave.
Nos minutos finais, o jogo ficou nervoso, mas o Figueirense teve sua principal chance de marcar aos 43 minutos. Loco Abreu tocou para Ronny, que ficou livre na área. O meia chutou cruzado e viu a bola passar perto da trave de Felipe para desespero da torcida catarinense. Nos acréscimos, foi a vez de o Flamengo ficar com dez jogadores. Leonardo Moura deu um carrinho por trás em Ronny e recebeu o cartão vermelho direto do árbitro. Assim, o duelo foi para o intervalo sem gols.
A etapa final iniciou da mesma forma que o primeiro tempo, com os dois times mais preocupados com a parte defensiva. Só que na primeira chance, o Flamengo abriu o placar. Aos 18 minutos, após cobrança de escanteio, Vágner Love se antecipou à zaga catarinense e cabeceou para a rede. O gol acabou com o jejum de oito jogos sem marcar do atacante rubro-negro.
Depois do gol, o Flamengo recuou e chamou o Figueirense para seu campo de defesa. No entanto, os donos da casa não aproveitavam o espaço para criar bons lances. Os visitantes tiveram nova oportunidade de marcar aos 31 minutos. Ibson pegou rebote e chutou à direita do gol de Wilson. Três minutos depois, foi a vez de Luiz Antônio quase ampliar para os cariocas, mas a finalização também saiu ao lado.
A pressão carioca fez o Figueirense criar sua melhor chance no segundo tempo, aos 35 minutos. Após cruzamento pela esquerda, Loco Abreu cabeceou, mas na trave de Felipe. O lance animou os donos da casa, que assustaram quatro minutos depois em um chute de longe de Léo.
Nos minutos finais, o Figueirense foi para o tudo ou nada, mas viu o Flamengo fazer o segundo aos 43 minutos. Vagner Love foi lançado, levou a melhor sobre João Paulo e finalizou sem chance para Wilson para decretar a vitória rubro-negra.
Barcos dá novo show contra o Botafogo, Palmeiras vence e respira na tabela
Barcos comemora um dos gols contra o Botafogo, no Engenhão, ao lado de Obina
Barcos fez um gol de categoria no primeiro tempo, limpando o zagueiro, outro de oportunismo na etapa final e deveria ter feito um terceiro, 'de placa'. O argentino driblou um zagueiro e encobriu o goleiro para fazer 3 a 1, mas a jogada foi anulada de forma bastante equivocada pela arbitragem.
Para sorte do Palmeiras, o gol não fez falta, e o time somou pontos preciosos na luta para se afastar das últimas colocações. O Alviverde pula para 13 pontos, ainda na zona de rebaixamento, porém, mais perto do Sport, que tem 14 e é o primeiro clube fora no grupo dos quatro que caem.
O Botafogo, que hoje contou com um Seedorf sem brilho, viaja a São Paulo no final de semana para enfrentar a Portuguesa, no domingo. O Palmeiras segue no Rio para pegar o Fluminense, no mesmo dia.
Botafogo e Palmeiras voltam a se encontrar pela partida de volta da segunda fase da Copa Sul-Americana, dia 22 de agosto, no Rio de Janeiro.
Botafogo e Palmeiras voltam a se encontrar pela partida de volta da segunda fase da Copa Sul-Americana, dia 22 de agosto, no Rio de Janeiro.
O jogo
O duelo começou de forma intensa, com as duas equipes procurando sair para o ataque. E logo aos três minutos, a equipe alvinegra teve a chance de abrir o marcador. Lennon cruzou da direita, o goleiro Bruno saiu muito mal e acabou deixando a bola nos pés de Elkeson, que dominou livre da marcação e chutou rasteiro, à direita da meta palmeirense.
Aos oito minutos, Márcio Azevedo fez boa jogada pela esquerda e cruzou na área. A zaga afastou e a bola sobrou para Seedorf, que pegou de primeira e mandou para bem longe do gol defendido por Bruno.
O Palmeiras tentou dar a resposta com investida de Obina que atuava um pouco mais recuado do que o argentino Barcos que se posicionava entre os zagueiros botafoguenses. E o atacante argentino acabou marcando o primeiro gol aos 14 minutos. Após cruzamento do lateral-direito Arthur, a bola passou por Obina e chegou a Barcos que teve calma para dominar, driblar o zagueiro Antonio Carlos e colocar rasteiro no canto direito de Jéfferson.
O Palmeiras tentou dar a resposta com investida de Obina que atuava um pouco mais recuado do que o argentino Barcos que se posicionava entre os zagueiros botafoguenses. E o atacante argentino acabou marcando o primeiro gol aos 14 minutos. Após cruzamento do lateral-direito Arthur, a bola passou por Obina e chegou a Barcos que teve calma para dominar, driblar o zagueiro Antonio Carlos e colocar rasteiro no canto direito de Jéfferson.
O time de General Severiano tentou dar uma resposta imediata com uma boa jogada de Andrezinho que recebeu na área, girou e bateu para defesa segura de Bruno.
O Palmeiras quase ampliou aos 16 quando Fernadinho lançou Obina que ganhou na corrida de Fábio Ferreira, entrou na área e bateu forte, mas colocou a bola para fora.
A torcida botafoguense começou a vaiar o zagueiro Fábio Ferreira e só se acalmou aos 18 minutos quando Elkeson fez linda jogada, deu um lençol no zagueiro Maurício e bateu para grande defesa de Bruno que evitou o empate. O lance animou a equipe carioca que passou a pressionar, sob o comando de Seedorf e criou outra grande oportunidade aos 24 minutos em cabeçada de Elkeson que exigiu outra grande defesa de Bruno. Logo depois, o Botafogo perdeu o lateral-esquerdo Márcio Azevedo que sentiu dores lombares e e pediu para sair.
O Palmeiras apenas procurava se defender e até Obina voltava para ajudar a defesa. O time paulista não conseguia se organizar para sair da pressão imposta pela equipe carioca. Antes do final do primeiro tempo, o Botafogo ainda perdeu outra chance para empatar quando Fábio Ferreira, no bico direito da pequena área, recebeu cruzamento da direita, ajeitou e mandou uma bomba mas a bola passou rente à linha de gol e acabou saindo para frustração do zagueiro e da torcida alvinegra.
O Botafogo voltou para o segundo tempo com a mesma disposição ofensiva do primeiro tempo. E aos cinco minutos, Seedorf cobrou falta e Bruno fez boa defesa. Logo depois, Elkeson lançou Fellype Gabriel e Leandro Amaro salvou,mandando para escanteio. E o Palmeiras seguia com dificuldades de se organizar ofensivamente, limitando-se a defender a vantagem.
Aos 11 minutos, Bruno se atrapalhou em mais um cruzamento, mas a zaga aliviou, mas a intensa pressão da equipe carioca acabou resultando no gol do empate aos 12 minutos. Seedorf lançou Lima pela esquerda e o cruzamento encontrou Andrezinho entrando pelo meio para tocar de pé direito e colocar nas redes palmeirenses.
O técnico Luiz Felipe Scolari decidiu mudar a equipe colocando Daniel Carvalho no lugar de Obina. A intenção do treinador era tentar segurar um pouco a mais a bola que estava quase sempre com o Botafogo.
O time dirigido por Oswaldo de Oliveira seguia pressionando e buscava sempre as laterais do campo para tentar penetrar na defesa da equipe paulista. Elkeson, Fellype Gabriel e Elkeson se deslocavam pelos lados do campo e dificultavam a marcação da equipe paulista. Apesar da entrada de Daniel Carvalho, o Palmeiras continuava com problemas para fazer a bola chegar no ataque.
Mesmo dominado, o Palmeiras conseguiu o gol de desempate aos 27 minutos. O lateral Fernandinho enfiou a bola entre as pernas de Lennon e cruzou para Barcos que,sem marcação, apenas tocou para o fundo das redes de Jéfferson devolvendo a vantagem ao time paulista.
Aos 31 minutos, Fábio Ferreira falhou e a bola sobrou para Barcos que encobriu Jéfferson e mandou a bola para as redes, mas a arbitragem marcou impedimento do jogador argentino. Apesar dos protestos da torcida, Oswaldo de Oliveira colocou o atacante Rafael Marques que na sua primeira participação fez um bom cruzamento para Elkeson mas a defesa aliviou. Logo depois, Marques voltou a irritar a torcida ao se colocar na frente de um chute de Seedorf direcionado ao gol defendido por Bruno.
Nos minutos finais, o Botafogo pressionou de forma desesperada em busca do gol de empate mas o Palmeiras soube se defender com muita determinaçãoe segurar o importante resultado. No último lance importante da partida, Elkeson cruzou para Andrezinho que chutou rasteiro e a bola se chocou com a trave para alívio da equipe palmeirense.
FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO 1 X 2 PALMEIRAS
BOTAFOGO 1 X 2 PALMEIRAS
Local: Estádio Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 8 de agosto de 2012 (Quarta-feira)
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Francisco Carlos Nascimento (Fifa-AL)
Assistentes: Fábio Pereira (TO) e Antônio Lugo (MS)
Cartão Amarelo:Leandro Amaro(Palmeiras)
Gols:
BOTAFOGO:Andrezinho aos 12 minutos do segundo tempo
PALMEIRAS:Barcos aos 14 minutos do primeiro tempo e 27 minutos do segundo tempo
Data: 8 de agosto de 2012 (Quarta-feira)
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Francisco Carlos Nascimento (Fifa-AL)
Assistentes: Fábio Pereira (TO) e Antônio Lugo (MS)
Cartão Amarelo:Leandro Amaro(Palmeiras)
Gols:
BOTAFOGO:Andrezinho aos 12 minutos do segundo tempo
PALMEIRAS:Barcos aos 14 minutos do primeiro tempo e 27 minutos do segundo tempo
BOTAFOGO: Jéfferson, Lennon(Rafael Marques), Antônio Carlos, Fábio Ferreira e Márcio Azevedo(Lima); Jadson, Renato, Seedorf, Andrezinho e Fellype Gabriel(Vítor Júnior); Elkeson
Técnico: Oswaldo de Oliveira
Técnico: Oswaldo de Oliveira
PALMEIRAS: Bruno; Artur, Leandro Amaro, Maurício Ramos e Juninho; Henrique, Marcos Assunção, Fernandinho e Patrik(Betinho); Obina(Daniel Carvalho) e Barcos
Técnico: Luiz Felipe Scolari
Técnico: Luiz Felipe Scolari
Com bronze de Adriana Araújo, Brasil chega a 100 medalhas na história dos Jogos
Adriana Araújo perdeu a luta semifinal e ficou com o bronze no boxe
O bronze conquistado por Adriana Araújo no boxe é histórica para o Brasil: trata-se da 100ª medalha alcançada pelo país na história dos Jogos Olímpicos. Participando desde a edição da Antuérpia-1920, a delegação nacional chegou a Londres com 91 medalhas e já subiu ao pódio dez vezes em Londres.
Ao vencer a luta das quartas de final, o Brasil tinha 99 medalhas, mas faltava Adriana confirmar em qual lugar do pódio iria subir. Com a derrota na semifinal para a russa Sofya Ochigava, a brasileira não avançou à final e levou o bronze nesta quarta-feira.
Mais tarde, Juliana e Larissa ganharam a disputa do terceiro lugar do torneio feminino de vôlei de praia e chagaram à conquista número 101 do Brasil nos Jogos. Como Adriana ainda não recebeu a medalha - só sobe ao pódio após a final -, a dupla será lembrada como a 100ª vez do Brasil num pódio olímpico.
Na capital inglesa, além deste bronze no boxe, Arthur Zanetti (ginástica) e Sarah Menezes (judô) ganharam ouro, Thiago Pereira (natação) teve uma prata, Felipe Kitadai, Mayra Aguiar, Rafael Silva (todos judô), Cesar Cielo (natação), Juliana e Larissa (vôlei de praia) e Bruno Prada/Robert Scheidt (vela) alcançaram o bronze.
Agora, o Brasil possui 22 ouros, 26 pratas e 53 bronzes na história dos Jogos. Os esportes que mais deram medalhas ao país na Olimpíada são judô (19), vela (17), vôlei (16), atletismo (14) e natação (13).
Reuters
Sarah Menezes beija o ouro, a primeira do Brasil em Londres
E o número ainda irá crescer em Londres: Esquiva Falcão, no boxe, Alison e Emanuel, no vôlei de praia, e o futebol masculino já garantiram pódio nas respectivas competições.
“Estamos muito felizes com essa conquista da Adriana Araújo no boxe. Esta 100ª medalha olímpica simboliza a garra e o talento de todos os atletas brasileiros e serve ainda como uma bela homenagem à participação das mulheres brasileiras nos Jogos Olímpicos”, afirmou o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, Carlos Arthur Nuzman.
Ao ultrapassar a marca de 100 medalhas, o Brasil se junta a Alemanha, Alemanha Ocidental (extinta), Austrália, Bélgica, Bulgária, Canadá, China, Coreia do Sul, Cuba, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, França, Grã-Bretanha, Grécia, Holanda, Hungria, Itália, Japão, Noruega, Polônia, Romênia, Rússia, União Soviética (extinta), Suécia, Suíça, Tchecoslováquia (extinta) e Ucrânia.
Veja os esportes que deram medalhas ao Brasil em Jogos:
Judô: 19 (três de ouro, três de prata, 13 de bronze)
Vela: 17 (seis de ouro, três de prata, oito de bronze)
Vôlei: 16 (cinco de ouro, sete de prata, quatro de bronze)
Atletismo: 14 (quatro de ouro, três de prata, sete de bronze)
Natação: 13 (uma de ouro, quatro de prata, oito de bronze)
Futebol: 6 (quatro de prata, duas de bronze)
Basquete: 5 (uma de prata, quatro de bronze)
Tiro: 3 (uma de ouro, uma de prata, uma de bronze)
Hipismo: 3 (uma de ouro, duas de bronze)
Boxe: 1 (uma de bronze)
Ginástica: 1 (uma de ouro)
Taekwondo 1 (uma de bronze)
Veja abaixo todas as medalhas ganhas pelo país na história da Olimpíada:
Guilherme Paraense: ouro no tiro, pistola rápida
Afrânio da Costa: prata no tiro, pistola livre
Guilherme Paraense, Afrânio da Costa, Dario Barbosa, Fernando Soledade eSebastião Wolf : bronze no tiro, pistola livre por equipes
Londres-1948 (1 medalha)Basquete masculino: bronze
Helsinque-1952 (3 medalhas)Adhemar Ferreira da Silva: ouro no atletismo, salto triplo
José Telles da Conceição: bronze no atletismo, salto em altura
Tetsuo Okamoto: bronze na natação, 1500m livre
Melbourne-1956 (1 medalha)Adhemar Ferreira da Silva: ouro no atletismo, salto triplo
Roma-1960 (2 medalhas)Basquete masculino: bronze
Manuel dos Santos Júnior: bronze na natação, 100m livre
Getty
Thiago Pereira conquistou a prata nos 400m medley
Tóquio-1964 (1 medalha)Basquete masculino: bronze
Cidade do México-1968 (3 medalhas)Nelson Prudêncio: prata no atletismo, salto triplo
Servílio de Oliveira: bronze no boxe, peso mosca
Burkhard Cordes e Reinaldo Conrad, bronze na vela, flying dutchman
Munique-1972 (2 medalhas)Nelson Prudêncio: bronze no atletismo, salto triplo
Chiaki Ishii: bronze no judô, peso meio-pesado
Montreal-1976 (2 medalhas)João do Pulo: bronze no atletismo, salto triplo
Peter Ficker e Reinaldo Conrad: bronze na vela, flying dutchman
Moscou-1980 (4 medalhas)Eduardo Penido e Marcos Soares: ouro na vela, classe 470
Alexandre Welter e Lars Bjorkstrom: ouro na vela, classe Tornardo
João do Pulo: bronze no atletismo, salto triplo
Cyro Delgado, Djan Madruga, Jorge Fernandes e Marcus Mattioli: bronze na natação, 4x200m livre
Los Angeles-1984 (8 medalhas)Joaquim Cruz: ouro no atletismo, 800m rasos
Futebol masculino: prata
Douglas Vieira: prata no judô, peso meio-pesado
Ricardo Prado: prata na natação, 200m medley
Daniel Adler, Ronaldo Senfft e Torben Grael: prata na vela, classe Soling
Vôlei masculino: prata
Walter Carmona: bronze no judô, peso médio
Luiz Onmura: bronze no judô, peso leve
Seul-1988 (6 medalhas)Aurélio Miguel: ouro no judô, peso meio-pesado
Joaquim Cruz: prata no atletismo, 800m rasos
Futebol masculino: prata
Robson Caetano: bronze no atletismo, 200m rasos
Nelson Falcão e Torben Grael: bronze na vela, classe Star
Clinio Freitas e Lars Grael: bronze na vela, classe Tornado
Reuters
Arthur Zanetti comemora abraçando o técnico
Barcelona-1992 (3 medalhas)Rogério Sampaio: ouro no judô, peso meio-leve
Vôlei masculino: ouro
Gustavo Borges: prata na natação, 100m livre
Vôlei masculino: ouro
Gustavo Borges: prata na natação, 100m livre
Atlanta-1996 (15 medalhas)Robert Scheidt: ouro na vela, classe Laser
Marcelo Ferreira e Torben Grael: ouro na vela, classe Star
Jaqueline e Sandra: ouro no vôlei de praia
Basquete feminino: prata
Gustavo Borges: prata na natação, 200m livre
Adriana e Mônica: prata no vôlei de praia
André Domingos, Arnaldo Oliveira, Edson Luciano, Robson Caetano: bronze no atletismo, 4x100m
Futebol masculino: bronze
André Johannpeter, Doda, Luiz Felipe de Azevedo e Rodrigo Pessoa: bronze no hipismo, salto por equipes
Henrique Guimarães: bronze no judô, peso meio-leve
Aurélio Miguel: bronze no judô, peso meio-pesado
Gustavo Borges: bronze na natação, 100m livre
Fernando Scherer: bronze na natação, 50m livre
Kiko Pelicano e Lars Grael: bronze na vela, classe Tornado
Vôlei feminino: bronze
Marcelo Ferreira e Torben Grael: ouro na vela, classe Star
Jaqueline e Sandra: ouro no vôlei de praia
Basquete feminino: prata
Gustavo Borges: prata na natação, 200m livre
Adriana e Mônica: prata no vôlei de praia
André Domingos, Arnaldo Oliveira, Edson Luciano, Robson Caetano: bronze no atletismo, 4x100m
Futebol masculino: bronze
André Johannpeter, Doda, Luiz Felipe de Azevedo e Rodrigo Pessoa: bronze no hipismo, salto por equipes
Henrique Guimarães: bronze no judô, peso meio-leve
Aurélio Miguel: bronze no judô, peso meio-pesado
Gustavo Borges: bronze na natação, 100m livre
Fernando Scherer: bronze na natação, 50m livre
Kiko Pelicano e Lars Grael: bronze na vela, classe Tornado
Vôlei feminino: bronze
Sydney-2000 (12 medalhas)
Adriana Behar e Shelda, prata no vôlei de praia
Robert Scheidt: prata na vela, classe Laser
Zé Marco e Ricardo: prata no vôlei de praia
Tiago Camilo: prata no judô, peso leve
Carlos Honorato: prata no judô, peso médio
André Domingos, Claudinei Quirino, Edson Luciano e Vicente Lenilson: prata no atletismo, 4x100m
Carlos Jayme, Edvaldo Valério, Fernando Scherer e Gustavo Borges: bronze na natação, 4x100m livre
Marcelo Ferreira e Torben Grael: bronze na vela, classe Star
Vôlei feminino: bronze
Adriana e Sandra: bronze no vôlei de praia
Robert Scheidt: prata na vela, classe Laser
Zé Marco e Ricardo: prata no vôlei de praia
Tiago Camilo: prata no judô, peso leve
Carlos Honorato: prata no judô, peso médio
André Domingos, Claudinei Quirino, Edson Luciano e Vicente Lenilson: prata no atletismo, 4x100m
Carlos Jayme, Edvaldo Valério, Fernando Scherer e Gustavo Borges: bronze na natação, 4x100m livre
Marcelo Ferreira e Torben Grael: bronze na vela, classe Star
Vôlei feminino: bronze
Adriana e Sandra: bronze no vôlei de praia
Hipismo: bronze por equipes
Tiago Leme/ESPN
Sarah Mayra Rafael e Felipe foram os medalhistas do judô
Atenas-2004 (10 medalhas)Rodrigo Pessoa: ouro no hipismo, salto
Robert Scheidt: ouro na vela, Laser
Marcelo Ferreira e Torben Grael: ouro na vela, Star
Ricardo e Emanuel: ouro no vôlei de praia
Vôlei masculino: ouro
Futebol feminino: prata
Adriana Behar e Shelda: prata no vôlei de praia
Vanderlei Cordeiro de Lima: bronze no atletismo, maratona
Leandro Guilheiro: bronze no judô, peso leve
Flavio Canto: bronze no judô, peso meio-médio
Pequim-2008 (15 medalhas)Cesar Cielo: ouro na natação, 50m livre
Maurren Maggi: ouro no atletismo, salto em distância
Vôlei feminino: ouro
Futebol feminino: prata
Bruno Prada e Robert Scheidt: prata na vela, classe Star
Vôlei masculino: prata
Fábio Luiz e Marcio: prata no vôlei de praia
Futebol masculino: bronze
Ketleyn Quadros: bronze no judô, peso leve
Leandro Guilheiro: bronze no judô, peso leve
Tiago Camilo: bronze no judô, peso super-médio
Cesar Cielo: bronze na natação, 100m livre
Natália Falavigna: bronze no taekwondo, peso até 67kg
Fernanda Oliveira e Isabel Swan: bronze na vela, classe 470
Ricardo e Emanuel: bronze no vôlei de praia
Getty Images
Robert Scheidt e Bruno Prada: bronze em Londres
Londres-2012 (10 medalhas)Arthur Zanetti: ouro na ginástica, argolas
Sarah Menezes: ouro no judô, peso ligeiro
Thiago Pereira: prata na natação, 400m medley
Felipe Kitadai: bronze no judô, peso ligeiro
Mayra Aguiar: bronze no judô, peso meio-pesado
Rafael Silva: bronze no judô, peso pesado
Cesar Cielo: bronze na natação, 50m livre
Bruno Prada e Robert Scheidt: bronze na vela, Star
Sarah Menezes: ouro no judô, peso ligeiro
Thiago Pereira: prata na natação, 400m medley
Felipe Kitadai: bronze no judô, peso ligeiro
Mayra Aguiar: bronze no judô, peso meio-pesado
Rafael Silva: bronze no judô, peso pesado
Cesar Cielo: bronze na natação, 50m livre
Bruno Prada e Robert Scheidt: bronze na vela, Star
Adriana Araújo: bronze no boxe, até 60kg
Juliana e Larissa: bronze no vôlei de praia
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Brasileirão Série A
| 19h30 Internacional 0x0 Náutico |
| 19h30 Sport 0x2 Vasco |
| 20h30 Corinthians 1x1 Atlético-GO |
| 20h30 Bahia 0x0 Portuguesa |
| 21h50 Botafogo 1x2 Palmeiras |
| 21h50 Santos 4x2 Cruzeiro |
| 21h50 Figueirense 0x2 Flamengo |
Brasilerão Série D
| 17h00 Vilhena 3x1 Náutico-RR |
| 20h15 Araguaína 1x2 Mixto |
| 20h30 Santos-AP 0x0 Comercial-PI |
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Brasileirão Série B
| 21h00 América-RN 0x2 Atlético-PR |
| 21h00 Bragantino 0x2 Ipatinga-MG |
| 21h00 Avaí 3x1 ABC |
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
domingo, 5 de agosto de 2012
Copa Kaiser São Paulo - Zona Norte
Etapa 5
N-20
Juventus da Liberdade 0 x 0 Jaçanã FS
GTX 1 x 1 Rio Verde
N-20
Juventus da Liberdade 0 x 0 Jaçanã FS
GTX 1 x 1 Rio Verde
Copa Kaiser São Paulo - Zona Leste
Etapa 5
L-46
Jardim São Carlos 0 x 0 EC Noroeste
Nápoli EC Vila Industrial 2 x 0 Associação Central Leste
L-47
Grêmio Botafogo FC 1 x 2 Tiradentes
Jardim Elba 0 x 2 EC Ajax
L-46
Jardim São Carlos 0 x 0 EC Noroeste
Nápoli EC Vila Industrial 2 x 0 Associação Central Leste
L-47
Grêmio Botafogo FC 1 x 2 Tiradentes
Jardim Elba 0 x 2 EC Ajax
Campeonato Paulista - 2ª divisão
2ª fase
16ª rodada
Fernandópolis 0 x 3 Jabaquara
Guarujá 2 x 1 Manthiqueira
Sport Clube Barueri 3 x 1 Pirassununguense
Votuporanguense 1 x 0 Jaboticabal
Primavera 4 x 0 Tupã
Joseense 0 x 0 São Vicente
Nacional 1 x 0 Cotia
Olímpia 0 x 1 Sumaré
Guariba 1 x 2 Mauaense
Novorizontino 2 x 0 Osasco
Américo 3 x 0 Atlético Mogi-M. Cruzes (venceu por WO)
Desportivo 1 x 1 José Bonifácio
16ª rodada
Fernandópolis 0 x 3 Jabaquara
Guarujá 2 x 1 Manthiqueira
Sport Clube Barueri 3 x 1 Pirassununguense
Votuporanguense 1 x 0 Jaboticabal
Primavera 4 x 0 Tupã
Joseense 0 x 0 São Vicente
Nacional 1 x 0 Cotia
Olímpia 0 x 1 Sumaré
Guariba 1 x 2 Mauaense
Novorizontino 2 x 0 Osasco
Américo 3 x 0 Atlético Mogi-M. Cruzes (venceu por WO)
Desportivo 1 x 1 José Bonifácio
Brasileirão Série A
| 16h00 Vasco 0x0 Corinthians |
| 16h00 São Paulo 1x0 Sport |
| 16h00 Grêmio 3x1 Bahia |
| 16h00 Coritiba 0x2 Fluminense |
| 18h30 Cruzeiro 1x2 Ponte Preta |
| 18h30 Náutico 3x0 Santos |
Argentino
| 15h10 Godoy Cruz 1x1 All Boys |
| 17h10 San Lorenzo 2x1 San Martín |
| 19h15 River Plate 1x2 Belgrano |
Brasilerão Série D
| 15h00 Mirassol 0x0 Metropolitano-SC |
| 15h00 Cerâmica 2x0 Marília |
| 16h00 Horizonte-CE 2x0 Petrolina |
| 16h00 Concórdia 0x1 Cianorte |
| 16h00 Sousa-PB 2x1 Vitória da Conquista |
| 16h00 Itabaiana 0x0 CSA |
| 17h00 Baraúnas-RN 2x1 Campinense-PB |
| 19h30 Náutico-RR 3x1 Vilhena |
Brasileiro Série C
| 15h00 Caxias 2x1 Vila Nova-GO |
| 16h00 Cuiabá-MT 0x2 Fortaleza |
| 16h00 Treze-PB 1x0 Paysandu-PA |
| 16h00 Guarany de Sobral 0x1 Luverdense |
A seleção hoje teve pequena a Judá arbitro
Arbitro hoje deu uma pequena ajudinha a seleção brasileira dando um penati que não ouve será que seleção vai canha a medalha com ajudinha do juiz como foi hoje se for a sim não tem, mas graça o futebol mundial é pra se ganha na bola e não com a judia do arbitro que saber o time não cainharia na bola.
sábado, 4 de agosto de 2012
Brasileirão Série A
| 18h30 Palmeiras 0x1 Internacional |
| 18h30 Atlético-GO 1x2 Botafogo |
| 21h00 Portuguesa 2x0 Figueirense |
Brasilerão Série B
| 16h20 Atlético-PR 0x1 São Caetano |
| 16h20 Joinville 3x1 Criciúma |
| 16h20 Avaí 2x1 Ceará |
| 16h20 Guarani 2x1 Guaratinguetá |
| 16h20 ASA 3x2 América-MG |
| 21h00 ABC 2x0 Paraná Clube |
Brasilerão Série D
| 16h00 Santos-AP 2x2 Mixto |
| 16h00 Ceilândia 1x0 CRAC-GO |
| 16h00 CENE-MS 2x0 Sobradinho |
| 18h00 Araguaína 0x3 Sampaio Correa-MA |
| 19h00 Atlético Acreano 2x3 Remo |
Brasilerão Série C
| 15h00 Madureira 2x1 Macaé |
| 16h00 Santa Cruz-PE 4x0 Icasa |
| 16h00 Águia de Marabá 0x0 Salgueiro |
| 16h00 Tupi 0x0 Santo André |
| 16h00 Brasiliense-DF 1x1 Chapecoense |
Argentino
| 14h10 Racing Club 1x1 Atlético Rafaela |
| 16h10 Colón 1x0 Lanús |
| 18h15 Quilmes 3x0 Boca Juniors |
| 18h15 Newells Old Boys 1x1 Independiente |
Olimpíadas - Masculino
| 08h00 Japão 3x0 Egito |
| 10h30 México 4x2 Senegal |
| 13h00 Brasil 3x2 Honduras |
| 15h30 (4)Reino Unido 1x1 Coreia do Sul(5) |
A TV Record é vergonha nacional
Na hora de mostra a medalha do nadado
Brasileira rede Record não mostra na hora do gloria do brasileiro
Cessa selo na hora dele receber o bronze a medalha tv aberta que tem os
Direito não mostra o brasileiro.
Isso é vergonha nacional não é possível que
O COB.
Facão a mesma burrada de da a direita rede Record de televisão novamente vai ser a pior transmissão de aberta do pais esse ano foi é pior de todas.
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Brasilerão Série B
| 21h00 Vitória 0x1 Bragantino |
| 21h00 Grêmio Barueri 0x0 CRB |
| 21h00 Ipatinga-MG 0x6 Goiás |
| 21h00 Boa 1x1 América-RN |
Record interrompe cerimônia da medalha de Cielo para exibir programa policial
Cesar Cielo chora ao sair do pódio com o bronze, imagem que o espectador não viu na hora, na Record
Anunciada desde ontem com estardalhaço pela Record, a final dos 50 m livre, na natação, teve um desfecho surpreendente para quem assistiu à prova na emissora. A cerimônia da entrega das medalhas foi cortada antes do fim para a exibição, em São Paulo, do policial “Cidade Alerta”.
O público chegou a ver Cesar Cielo receber a medalha de bronze das mãos de Carlos Artur Nuzman, mas não conseguiu ouvir, até o final, o hino nacional da França, tocado em honra do vencedor da prova, Florent Manaudou, nem o desfile dos atletas, ao descer do pódio, que é tradicionalmente exibido.
No site da Record, informava-se que a transmissão dos Jogos Olímpicos iria até as 17h30, mas foi cortada às 16h50. Em outras cidades, no lugar do “Cidade Alerta”, comandado por Marcelo Rezende, foi ao ar o seriado “Todo Mundo Odeia Chris”.
A Olimpíada tem, de fato, ocupado um pedaço considerável da grade da Record. O Investimento é visível. A emissora já chegou a ficar no ar por horas seguidas com esportes em que atletas brasileiros não estavam disputando nada ou não tinham chance alguma, como as finais de ginástica feminina ou saltos ornamentais.
Por isso, surpreende a pressa em cortar o sinal do pódio da natação antes do final da
Olimpíadas - Feminino
| 08h00 Suécia 1x2 França |
| 10h30 Estados Unidos 2x0 Nova Zelândia |
| 13h00 Brasil 0x2 Japão |
| 15h30 Reino Unido 0x2 Canadá |
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Ginasta americana bate compatriota e russas e é 1ª negra campeã individual geral
Gaby Douglas se apresenta no solo; americana assegurou a medalha de ouro na final individual geral
Se na disputa por equipes da ginástica artística feminina na última terça-feira a Rússia e suas pequenas falhas praticamente não perturbaram os Estados Unidos, que conquistaram a medalha de ouro, nesta quinta a decisão do individual geral foi bem diferente, com uma briga acirrada até o fim entre as ginastas dos dois países. Ainda assim, quem acabou levando a melhor foi a norte-americana Gabby Douglas, que assegurou a medalha de ouro e se tornou a primeira negra a conquistar o título desta prova.
BRIGA DIRETA
Um dos blocos da final desta quinta-feira contava justamente com as quatro ginastas mais fortes: Gabby Douglas, Aly Raisman, Victoria Komova (1ª, 2ª e 3ª à esq.) e Aliya Mustafina (d)
Uma a uma, as outras três combatentes foram deixando a briga pelo pódio. Komova se complicou logo de cara, no salto, ao aterrissar fora do colchão e ter um desconto. A russa ainda continuou na briga e melhorou durante a prova, mas sempre atrás de Gabby Douglas, tendo de se contentar com a prata (61,973), apesar de ser apontada antes dos Jogos como favorita ao ouro. Após a divulgação das notas finais, Komova desabou no choro.
A outra russa, Mustafina, saiu da briga pelo título quando caiu na trave e ficou bastante abalada no restante da série. Uma apresentação também razoável no solo a impediu de levar a prata, e a estrela da ginástica mundial em 2010 ficou com o bronze, com 59,566 pontos.
Aly Raisman se comprometeu nas barras assimétricas, quando cometeu pequenos erros de execução e conseguiu uma nota relativamente baixa em relação a suas principais concorrentes. Mais tarde, ela ainda faria uma série bastante desequilibrada na trave. Raisman terminou a prova com os mesmos 59,566 pontos de Mustafina, mas ficou atrás da russa e fora do pódio nos critérios de desempate.
O título olímpico de Gabby Douglas é o terceiro consecutivo dos Estados Unidos no individual geral da ginástica feminina. Nastia Liukin foi campeã em Pequim-2008 e Carly Patterson ficara com o ouro em Atenas-2004.
As disputas da ginástica em Londres recomeçam apenas no domingo, com as finais por aparelhos. Único brasileiro que ainda está na disputa, Arthur Zanetti brigará por medalha nas argolas na segunda-feira, a partir das 6h (horário de Brasília
Copa Sul-Americana
| 16h15 Inti Gas 0x0 Millonarios |
| 19h15 La Equidad 0x1 Mineros de Guaiana |
| 21h30 Blooming 1x1 Universidad Católica |
| 21h30 Monagas 0x2 Liga de Loja |
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Copa Sul-Americana
| 19h30 Deportivo Quito 1x0 León de Huánuco |
| 19h30 Atlético-GO 1x1 Figueirense |
| 21h50 Bahia 0x2 São Paulo |
| 21h50 Palmeiras 2x0 Botafogo |
Olimpíadas - Masculino
| 10h30 Brasil 3x0 Nova Zelândia |
| 10h30 Egito 3x1 Belarus |
| 13h00 Japão 0x0 Honduras |
| 13h00 México 1x0 Suíça |
| 13h00 Espanha 0x0 Marrocos |
| 13h00 Coreia do Sul 0x0 Gabão |
| 15h45 Senegal 1x1 Emirados Árabes Unidos |
| 15h45 Reino Unido 1x0 Uruguai |
Após prata frustrante, Phelps leva primeiro ouro em Londres e se torna o maior medalhista da história
Phelps exibe a primeira medalha de ouro conquistada em Londres, no 4x200 livre
Michael Phelps é o recordista no número de medalhas da história dos Jogos Olímpicos. Com dois pódios nesta terça-feira, o norte-americano agora soma 19 conquistas em quatro edições olímpicas.
Primeiro, ele igualou a marca da ginasta russa Larisa Latynina com uma certa dose de frustração: liderou os 200m borboleta por praticamente toda a prova, mas perdeu o ouro na última braçada e viu o sul-africano Chad Le Clos comemorar a vitória chegando apenas cinco centésimos a frente: 1min52s96 para o campeão, 1min53s01 para o recordista (o japonês Takeshi Matsuda completou o pódio com 1min53s21)
Pouco depois, porém, ele voltou à água para fechar o revezamento 4x200m livre e apenas administrar a vantagem da equipe dos Estados Unidos para, depois de quatro provas sem conseguir ser campeão (duas pratas e um quarto lugar), ouvir novamente o hino do país no lugar mais alto do pódio.
Na prova que o consolidou como o maior nome dos Jogos quando se fala em medalhas, os EUA (Ryan Lochte, Conor Dwyer, Ricky Berens e Phelps) terminaram os 800m em 6min59s70. A França ficou no segundo lugar com 7min02s77, enquanto a China levou o bronze com 7min06s30.
“Foi frustrante depois dos 200m borboleta, mas com esses três caras no meu time - no revezamento - só tenho que agradecer. Eles me deram uma boa liderança no final”, disse Phelps à TV Record.
A marca
O maior medalhista de ouro dos Jogos (15) é agora também o maior premiado, considerando os três lugares do pódio, da história da Olimpíada. Michael Phelps, 15 ouros, 2 pratas e 2 bronzes, soma 19 prêmios e supera a ginasta Larisa Latynina, da Rússia, que partipou das edições de 1956-60-64 e levou 18 medalhas.
Nestes Jogos, Phelps já nadou quatro provas, conquistando um ouro, duas pratas e um quarto lugar. Agora, ele ainda tem mais duas disputas: 100m borboleta, 200m medley.
A marca
O maior medalhista de ouro dos Jogos (15) é agora também o maior premiado, considerando os três lugares do pódio, da história da Olimpíada. Michael Phelps, 15 ouros, 2 pratas e 2 bronzes, soma 19 prêmios e supera a ginasta Larisa Latynina, da Rússia, que partipou das edições de 1956-60-64 e levou 18 medalhas.
Nestes Jogos, Phelps já nadou quatro provas, conquistando um ouro, duas pratas e um quarto lugar. Agora, ele ainda tem mais duas disputas: 100m borboleta, 200m medley.
Getty
Phelps com a medalha rara: só duas pratas nos 19 pódios
A lista de medalhas de Michael Phelps:
Atenas-2004
OURO - 100m borboleta
OURO - 200m borboleta
OURO - 200m medley
OURO - 400m medley
OURO - 4x200m livre
OURO - 4x100m medley
BRONZE - 200m livre
BRONZE - 4x100m revezamento livre
OURO - 100m borboleta
OURO - 200m borboleta
OURO - 200m medley
OURO - 400m medley
OURO - 4x200m livre
OURO - 4x100m medley
BRONZE - 200m livre
BRONZE - 4x100m revezamento livre
Pequim-2008
OURO - 100m borboleta
OURO - 200m borboleta
OURO - 200m livre
OURO - 200m medley
OURO - 400m medley
OURO - 4x100m revezamento livre
OURO - 4x200m revezamento livre
OURO - 4x100m revezamento medley
Londres-2012
PRATA - 4x100 revezamento livre
OURO - 100m borboleta
OURO - 200m borboleta
OURO - 200m livre
OURO - 200m medley
OURO - 400m medley
OURO - 4x100m revezamento livre
OURO - 4x200m revezamento livre
OURO - 4x100m revezamento medley
Londres-2012
PRATA - 4x100 revezamento livre
PRATA - 200m borboleta
OURO - 4x200m livre
200m livre feminino
Allison Schmitt, dos Estados Unidos, levou a medalha de ouro com recorde olímpico ao marcar 1min53s61 na final dos 200m livre feminino. A prata ficou com a francesa Camille Muffat (1min55s58), enquanto o bronze é da australiana Bronte Barratt (1min55s81). Com o ouro, Schmitt completa as três provas que nadou em Londres com medalhas: foi prata nos 400m livre e bronze no revezamento 4x100m livre.
Allison Schmitt, dos Estados Unidos, levou a medalha de ouro com recorde olímpico ao marcar 1min53s61 na final dos 200m livre feminino. A prata ficou com a francesa Camille Muffat (1min55s58), enquanto o bronze é da australiana Bronte Barratt (1min55s81). Com o ouro, Schmitt completa as três provas que nadou em Londres com medalhas: foi prata nos 400m livre e bronze no revezamento 4x100m livre.
Os canais ESPN passam a Olimpíada de Londres ao vivo, com 72 horas diárias de transmissões esportivas, análises e muita informação. Uma equipe de mais de 60 profissionais, dos canais de TV, ESPN.com.br e Rádio Estadão ESPN, traz todos os dias os detalhes direto da Inglaterra. Para a cobertura dos Jogos, uma novidade: a ESPN Brasil HD, canal que trará toda a programação olímpica da ESPN Brasil em alta definição. O canal está disponível para as seguintes operadoras: NET Serviços, Claro TV, Cabo Natal (RN) e RTV (GO). Com isso, a ESPN tem quatro canais para cobertura dos Jogos Olímpicos: os tradicionais ESPN e ESPN Brasil e dois em alta definição, ESPN+ e ESPN Brasil HD. Veja todos os horários dos jogos em http://espn.estadao.com.br/programacao
terça-feira, 31 de julho de 2012
Brasilerão Série B
| 19h30 América-MG 0x2 Joinville |
| 19h30 Goiás 1x1 ABC |
| 19h30 Criciúma 2x1 Guarani |
| 19h30 Paraná Clube 1x1 Avaí |
| 19h30 Ceará 1x1 Boa |
| 21h50 São Caetano 0x0 Vitória |
| 21h50 Guaratinguetá 0x1 Atlético-PR |
| 21h50 América-RN 2x1 Grêmio Barueri |
| 21h50 Bragantino 2x2 ASA |
| 21h50 CRB 2x0 Ipatinga-MG |
EUA lideram final por equipes de ponta a ponta e reconquistam ouro na ginástica após 16 anosComentários 3
Norte-americana Jordyn Wieber crava sua saída no salto durante final feminina por equipes da ginástica
Os Estados Unidos voltaram ao lugar mais alto do pódio na ginástica artística feminina por equipes. Nesta terça-feira, o quinteto formado por Jordyn Wieber, Aly Raisman, Gaby Douglas, Kyla Ross e McKayla Maroney venceu a final de ponta a ponta e retomou a medalha de ouro após 16 anos. A última conquista do time norte-americano havia sido em Atlanta-1996.
RESULTADO DA FINAL FEMININA POR EQUIPES
2-Rússia - 178,530
3-Romênia - 176,414
4-China - 174,430
5-Canadá - 170,804
6-Reino Unido - 170,495
7-Itália - 167,930
8-Japão - 166,646
O forte time russo, por exemplo, viu suas ginastas comprometerem a nota final com falhas em dois aparelhos. Aliya Mustafina não mostrou seu conhecido talento na trave, Victoria Komova teve uma aterrisagem desastrosa também na trave e Anastasia Grishina e Ksenia Afanaseva sofreram quedas no solo. Ainda assim, a equipe europeia conseguiu somar 178,530 pontos e ficar com a medalha de prata.
O bronze caiu no colo da Romênia. Apesar da inconstância de suas três atletas mais jovens - Diana Bulimar, Diana Chelaru e Larisa Iordache -, o tradicional time europeu, que contou com as veteranas Sandra Izbasa e Catalina Ponor em ótima forma, aproveitou-se da apresentação desastrosa do time chinês no solo. Campeã há quatro anos em casa, a China, com um time novo e sem grandes destaques, foi bem em três aparelhos, mas teve uma nota péssima na prova de solo e teve de se contentar apenas com a quarta colocação.
Apesar da torcida anfitriã, o Reino Unido, terminou somente em sexto lugar, atrás ainda da ascendente seleção do Canadá. Itália e Japão completaram a final. O Brasil não disputou a decisão
Copa Sul-Americana
| 16h15 Unión Comercio 0x0 Envigado Fútbol Club |
| 19h00 Deportes Iquique 2x0 Nacional (URU) |
| 21h15 Emelec 1x0 San Martín (PER) |
| 21h15 Grêmio 1x0 Coritiba |
| 23h30 Deportes Tolima 3x1 Deportivo Lara |
Com título de rali no currículo, príncipe do Catar cumpre fama de multiatleta e conquista medalha no tiro
Campeão do Rali Dacar 2011 e medalhista olímpico em 2012. Esse é o retrospecto do príncipe do Catar, Nasser Salih Nasser Abdullah Al-Attiyah. Nesta terça-feira, o catari teve um grande desempenho na prova do skeet (popular tiro ao prato), conquistou a medalha de bronze e confirmou a fama de multiatleta. Al-Attiyah ficou atrás apenas do norte-americano Vincent Hancock e do dinamarquês Anders Golding, que levaram as medalhas de ouro e prata, respectivamente.
Vencedor do Rali Dacar em 2011, Al Attiyah disputou em Londres sua quinta Olimpíada. Curiosamente, a vaga só foi alcançada porque ele não conseguiu o bicampeonato no rali. "Perdi no Dacar, meu carro teve problemas mecânicos. Então, voltei para o Catar. Cheguei dois dias antes do campeonato asiático de tiro. Fui lá e consegui 150 pontos, que é o máximo possível, igualando o recorde mundial", contou o piloto-atirador ao ESPN.com.br.
O recorde rendeu a Al Attiyah o nome na história do esporte - ele foi apenas o quarto atirador a conseguir a marca - e uma vaga para a disputa de sua quinta edição dos Jogos Olímpicos. Apesar de já ser um veterano, o catari causou surpresa em alguns colegas de Vila Olímpica. "Vi muitos atletas que ficaram surpresos, que conheciam do rali. Muitos sul-americanos me encontraram e ficaram assustados, com aquela cara de 'o que ele está fazendo aqui?'"
Al Attiyah é, de fato, um atirador de primeiro escalão. Ele terminou o primeiro dia de classificação do skeet - o popular tiro ao prato - com 72 pontos em 75 possíveis. O líder foi o norte-americano Vincent Hancock, com 74 pontos. Al Attiyah fez a mesma pontuação do sueco Stefan Nilsson e do dinamarquês Anders Golding, mas está em quarto pelos critérios de desempate. Na terça, os atletas terão mais 50 tiros, até que sejam definidos os classificados para a final, disputada logo depois.
A quarta colocação no primeiro dia de eliminatórias iguala o melhor desempenho do príncipe nos Jogos Olímpicos. Em 2004, o catari foi quarto colocado em Atenas. "Espero conseguir melhorar agora, e isso significa subir ao pódio. É difícil, eu sei disso, mas estou me sentindo muito bem", afirmou Al Attiyah, com um inglês de sotaque carregado e a elegância de quem tem laços com a família real do país.
Conhecido no mundo do rali como "o príncipe do deserto", Al Attiyah não gosta muito de falar sobre sua ascendência. Ele não é um príncipe da linhagem real, mas carrega o título pelas relações de sua família com a cúpula do governo do Catar. Governo, aliás, que é parte fundamental na carreira do piloto-atirador.
"É estranho para algumas pessoas que eu me dedique a dois esportes tão diferentes. Mas eu aproveito a minha vida. É uma vida boa. O governo me dá muito apoio, ajuda nas competições de tiro e rali. Eles me tratam com estrela e eu acho justo, porque sempre lutei e ainda luto muito para colocar o Catar no mapa", diz o campeão do Rali Dacar, que enxerga um paralelo interessante nos dois esportes que pratica.
"Eu sempre gostei de caçar, de mirar um alvo e acertá-lo. O tiro e o automobilismo têm isso", afirma Al Attiyah, que cita uma grande semelhante entre as duas modalidades: "A concentração é fundamental em ambos."
Para conciliar rali e tiro, o príncipe monta um calendário no início de todos os anos. "Antes eu priorizava o rali, mas agora tento equilibrar mais", explica. Para ele, o mais interessante de ter essa vida dupla no esporte é poder conhecer mais gente. "Eu tenho um bom coração, gosto de fazer amigos. Por isso, estar em dois meios tão diferentes é ótimo", afirmou
Vencedor do Rali Dacar em 2011, Al Attiyah disputou em Londres sua quinta Olimpíada. Curiosamente, a vaga só foi alcançada porque ele não conseguiu o bicampeonato no rali. "Perdi no Dacar, meu carro teve problemas mecânicos. Então, voltei para o Catar. Cheguei dois dias antes do campeonato asiático de tiro. Fui lá e consegui 150 pontos, que é o máximo possível, igualando o recorde mundial", contou o piloto-atirador ao ESPN.com.br.
O recorde rendeu a Al Attiyah o nome na história do esporte - ele foi apenas o quarto atirador a conseguir a marca - e uma vaga para a disputa de sua quinta edição dos Jogos Olímpicos. Apesar de já ser um veterano, o catari causou surpresa em alguns colegas de Vila Olímpica. "Vi muitos atletas que ficaram surpresos, que conheciam do rali. Muitos sul-americanos me encontraram e ficaram assustados, com aquela cara de 'o que ele está fazendo aqui?'"
Getty
Al-Attiyah (primeiro da direita) no pódio da competição skeet
Al Attiyah é, de fato, um atirador de primeiro escalão. Ele terminou o primeiro dia de classificação do skeet - o popular tiro ao prato - com 72 pontos em 75 possíveis. O líder foi o norte-americano Vincent Hancock, com 74 pontos. Al Attiyah fez a mesma pontuação do sueco Stefan Nilsson e do dinamarquês Anders Golding, mas está em quarto pelos critérios de desempate. Na terça, os atletas terão mais 50 tiros, até que sejam definidos os classificados para a final, disputada logo depois.
A quarta colocação no primeiro dia de eliminatórias iguala o melhor desempenho do príncipe nos Jogos Olímpicos. Em 2004, o catari foi quarto colocado em Atenas. "Espero conseguir melhorar agora, e isso significa subir ao pódio. É difícil, eu sei disso, mas estou me sentindo muito bem", afirmou Al Attiyah, com um inglês de sotaque carregado e a elegância de quem tem laços com a família real do país.
Conhecido no mundo do rali como "o príncipe do deserto", Al Attiyah não gosta muito de falar sobre sua ascendência. Ele não é um príncipe da linhagem real, mas carrega o título pelas relações de sua família com a cúpula do governo do Catar. Governo, aliás, que é parte fundamental na carreira do piloto-atirador.
Getty
Al-Attiyah durante a competição do skeet nesta terça-feira
"É estranho para algumas pessoas que eu me dedique a dois esportes tão diferentes. Mas eu aproveito a minha vida. É uma vida boa. O governo me dá muito apoio, ajuda nas competições de tiro e rali. Eles me tratam com estrela e eu acho justo, porque sempre lutei e ainda luto muito para colocar o Catar no mapa", diz o campeão do Rali Dacar, que enxerga um paralelo interessante nos dois esportes que pratica.
"Eu sempre gostei de caçar, de mirar um alvo e acertá-lo. O tiro e o automobilismo têm isso", afirma Al Attiyah, que cita uma grande semelhante entre as duas modalidades: "A concentração é fundamental em ambos."
Para conciliar rali e tiro, o príncipe monta um calendário no início de todos os anos. "Antes eu priorizava o rali, mas agora tento equilibrar mais", explica. Para ele, o mais interessante de ter essa vida dupla no esporte é poder conhecer mais gente. "Eu tenho um bom coração, gosto de fazer amigos. Por isso, estar em dois meios tão diferentes é ótimo", afirmou
Há dois anos na Inglaterra, adolescente lituana leva ouro aos 15 e vira 'britânica adotiva'
Ruta Meilutyte, atleta da Lituânia, estuda treina na Inglaterra
"A estudante de Plymouth ganhou o ouro. Mas foi para a Lituânia", estampou o Daily Mail desta terça-feira ao se referir a Ruta Meilutyte, nadadora de apenas 15 anos que venceu a medalha de ouro nos 100m peito e se tornou não só a mais jovem medalhista em Londres, como também a primeira a subir ao pódio na natação pelo país europeu.
Depois de ganhar holofotes pela idade e pelo emocionante choro no lugar mais alto do pódio, o pós-ouro de Meilutyte em Londres levanta uma história de ligação com a Grã-Bretanha, o que a faz ser tratada como uma vitoriosa local. Uma britânica de fato, como colocou o técnico dela, Jon Rudd.
"Ela vai a uma escola britânica, compete por um clube britânico e tem um técnico britânico. Então ela é uma interessante história britânica. Devemos nos orgulhar dela como um produto do nosso trabalho nacional. Devemos tê-la como uma britânica adotiva", comentou o treinador da adolescente.
A atleta perdeu a mãe ainda muito cedo, morta num acidente de carro quanto Ruta tinha apenas quatro anos. Em 2010, aos 13, ela foi para a Inglaterra com o pai e passou a integrar um clube de natação na cidade de Plymouth, para dois anos depois brilhar "em casa" como a única atleta mulher da Lituânia na natação.
"Eu sigo sem acreditar. Estou chocada, mas de um jeito bom. Eu comecei a chorar no pódio, eu não posso acreditar, é muito para mim. Foi difícil, mas estou muito feliz", disse a mais jovem campeã de uma piscina olímpica desde Atlanta-96.
Depois de vencer os 100m peito, Ruta nada ainda as provas do 50m e 100m livre. Nesta última, terá a companhia de Missy Franklin, americana de 17 anos que venceu os 100m costas, num duelo particular de quem será a grande menina das piscinas londrinas. Nada por fora (e com que velocidade) a chinesa Ye Shiwen, ouro com recorde mundial nos 400m medley e que faz a final dos 200m medley nesta tarde - na semi, quebrou a melhor marca olímpica.
Os canais ESPN passam a Olimpíada de Londres ao vivo, com 72 horas diárias de transmissões esportivas, análises e muita informação. Uma equipe de mais de 60 profissionais, dos canais de TV, ESPN.com.br e Rádio Estadão ESPN, traz todos os dias os detalhes direto da Inglaterra. Para a cobertura dos Jogos, uma novidade: a ESPN Brasil HD, canal que trará toda a programação olímpica da ESPN Brasil em alta definição. O canal está disponível para as seguintes operadoras: NET Serviços, Claro TV, Cabo Natal (RN) e RTV (GO). Com isso, a ESPN tem quatro canais para cobertura dos Jogos Olímpicos: os tradicionais ESPN e ESPN Brasil e dois em alta definição, ESPN+ e ESPN Brasil HD. Veja todos os horários dos jogos em http://espn.estadao.com.br/programacao
Olimpíadas - Feminino
| 10h30 Japão 0x0 África do Sul |
| 10h30 Canadá 2x2 Suécia |
| 13h15 Estados Unidos 1x0 Coreia do Norte |
| 13h15 França 1x0 Colômbia |
| 15h45 Nova Zelândia 3x1 Camarões |
| 15h45 Reino Unido 1x0 Brasil |
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Perder chance de quebra de saque no último set foi a 'chave' para derrota de Bellucci. Não faltou raça
Thomaz Bellucci fez um grande jogo na estreia individual da Olimpíada. Encarou o Top 10 do mundo, Tsonga, e venceu o primeiro set. Porém, no set seguinte, o francês se recuperou e dificultou as tentativas de quebras de pontos do brasileiro, que perdeu por 6-4.
O terceiro e decisivo set teve um game chave. Quando estava empatado em 1 a 1, Belucci deixou de quebrar o saque de Tsonga, após um 15-40, e isso acabou determinando grande parte do jogo.
Mesmo com a derrota, ele mostrou muita garra, raça e representou o Brasil.
Mesmo com a derrota, ele mostrou muita garra, raça e representou o Brasil.
Veja a análise sobre a derrota de Belucci no player
Segredos do Esporte: O peso da tradição esportiva, e a necessidade de educar brasileiro a ser vitorioso
Aguentar a pressão de uma Olimpíada não é fácil. Entretanto, quando uma modalidade esportiva já tem tradição na competição, como o judô brasileiro, o atleta pode ficar mentalmente mais forte e enfrentar as disputas pode ser mais fácil. Já no caso da ginástica do Brasil, que não é tradicional, o peso pode ser maior.
Assista à análise do programa Segredos do Esporte
Olímpicas 1: Os boleiros "chinelinhos" e as medalhas sofridas do judô
As duas primeiras medalhas do Brasil em Londres vieram no judô. Por meio de atletas cujos nomes a massacrante maioria do povo jamais ouvira até então.
Piauiense, Sarah Menezes derrotou a campeã olímpica em Pequim 2008, Alina Dimitru. Quem viu a luta percebeu o sofrimento da romena com seu cotovelo lesionado.
A dor de Dimitru, a luta de Sarah, a dedicação extrema das duas mulheres pela medalha. Isso momentos depois do choro de Felipe Kitadai ao bater o italiano Elio Verde.
Quanta diferença entre a dedicação desses atletas, sua disposição para enfrentar a dor e tantos obstáculos, e alguns jogadores de futebol. Gente famosa, conhecida, bem remunerada.
É um tal de fibrose, contratura, desconforto, um festival de lesões que deixa médicos de mãos atadas. O jogador diz que está doendo e... não há o que fazer? Será que dói tanto? Será que dói mesmo? Vai saber...
O que faltaria a esses boleiros? Seriam eles frágeis demais? Preguiçosos? Realmente se machucam tanto assim ou aplicam o velho "migué"? Situação que nãoé nova e segue comum até hoje.
Atletas olímpicos são exemplos muito mais inspiradores do que certos ídolos de barro do futebol. Vídeos desses judocas deveriam ser exibidos em concentrações dos times. E os "chinelinhos" seriam obrigados a assistí-los.
Piauiense, Sarah Menezes derrotou a campeã olímpica em Pequim 2008, Alina Dimitru. Quem viu a luta percebeu o sofrimento da romena com seu cotovelo lesionado.
A dor de Dimitru, a luta de Sarah, a dedicação extrema das duas mulheres pela medalha. Isso momentos depois do choro de Felipe Kitadai ao bater o italiano Elio Verde.
Quanta diferença entre a dedicação desses atletas, sua disposição para enfrentar a dor e tantos obstáculos, e alguns jogadores de futebol. Gente famosa, conhecida, bem remunerada.
É um tal de fibrose, contratura, desconforto, um festival de lesões que deixa médicos de mãos atadas. O jogador diz que está doendo e... não há o que fazer? Será que dói tanto? Será que dói mesmo? Vai saber...
O que faltaria a esses boleiros? Seriam eles frágeis demais? Preguiçosos? Realmente se machucam tanto assim ou aplicam o velho "migué"? Situação que nãoé nova e segue comum até hoje.
Atletas olímpicos são exemplos muito mais inspiradores do que certos ídolos de barro do futebol. Vídeos desses judocas deveriam ser exibidos em concentrações dos times. E os "chinelinhos" seriam obrigados a assistí-los.
Reuters
Segunda da esquerda para direita, Sarah Menezes é campeã olímpica da categoria 48kg do judô
O Flamengo tem jeito
Pelo que o jogo que vi hoje o problema do time não era técnico e sim,
Tático por que o time não tem camisa o e nem mais meio de campo,
Pra marcar o time adversário, não. Sabem mais marcar níquel e nem fazer gol,
Precisa de um o gente mente.
domingo, 29 de julho de 2012
Brasileirão Série A
| 16h00 Fluminense 0x0 Atlético-MG |
| 16h00 São Paulo 4x1 Flamengo |
| 16h00 Sport 0x0 Atlético-GO |
| 16h00 Bahia 0x0 Corinthians |
| 18h30 Santos 2x1 Ponte Preta |
| 18h30 Cruzeiro 2x1 Palmeiras |
| 18h30 Portuguesa 3x1 Náutico |
Brasilerão Série D
| 15h00 Brasil de Pelotas 2x1 Mirassol |
| 15h30 Metropolitano-SC 2x1 Arapongas |
| 15h30 Cianorte 2x1 Cerâmica |
| 16h00 Ypiranga-PE 1x2 Baraúnas-RN |
| 16h00 Campinense-PB 1x0 Horizonte-CE |
| 16h00 Volta Redonda 1x0 Aracruz |
| 16h00 Feirense-BA x Itabaiana |
| 16h00 CSA 2x1 Sousa-PB |
| 16h00 Aparecidense 0x0 CENE-MS |
| 16h30 Penarol-AM 4x0 Náutico-RR |
| 17h00 Mogi Mirim 3x1 Concórdia |
Brasilerão Série C
| 15h00 Caxias 2x0 Madureira |
| 16h00 Fortaleza 2x1 Treze-PB |
| 16h00 Cuiabá-MT 0x0 Santa Cruz-PE |
| 16h00 Icasa 1x0 Guarany de Sobral |
| 16h00 Salgueiro 6x2 Luverdense |
Olimpíadas - Masculino
| 08h00 Egito 1x1 Nova Zelândia |
| 10h30 México 2x0 Gabão |
| 11h00 Brasil 3x1 Belarus |
| 13h00 Japão 1x0 Marrocos |
| 13h00 Senegal 2x0 Uruguai |
| 13h15 Coreia do Sul 2x1 Suíça |
| 15h45 Espanha 0x1 Honduras |
| 15h45 Reino Unido 3x1 Emirados Árabes Unidos |
Esgrimista italiana vence compatriota e garante o ouro no florete; tetracampeã é bronze
Pódio italiano na esgrima florete: Di Francisca (centro) foi ouro, Errigo (e) prata e Vezzali (d)
A esgrimista italiana Elisa di Francisca conquistou a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Londres no florete, neste sábado, ao vencer a compatriota Ariana Errigo na grande decisão da modalidade, com placar final de 12 a 11.
Para chegar até o ouro, além de vencer a compatriota na final, Di Francisca superou Mona Shaito, do Líbano, Carolin Golubytskyi, da Alemanha, Chieko Sugawara, do Japão e Hyun Hee Nam, da Coreia do Sul, já nas semifinais.
Completando o pódio, o bronze ficou com também italiana Valentina Vezzali, que era a grande favorita para o título. Vezzali havia faturado o ouro nas últimas quatro Olimpíadas, mas foi superada por Errigo, na semifinal em Londres.
Os canais ESPN passam a Olimpíada de Londres ao vivo, com 72 horas diárias de transmissões esportivas, análises e muita informação. Uma equipe de mais de 60 profissionais, dos canais de TV, ESPN.com.br e Rádio Estadão ESPN, traz todos os dias os detalhes direto da Inglaterra. Para a cobertura dos Jogos, uma novidade: a ESPN Brasil HD, canal que trará toda a programação olímpica da ESPN Brasil em alta definição. O canal está disponível para as seguintes operadoras: NET Serviços, Claro TV, Cabo Natal (RN) e RTV (GO). Com isso, a ESPN tem quatro canais para cobertura dos Jogos Olímpicos: os tradicionais ESPN e ESPN Brasil e dois em alta definição, ESPN+ e ESPN Brasil HD. Veja todos os horários dos jogos emhttp://espn.estadao.com.br/programacao
Os canais ESPN passam a Olimpíada de Londres ao vivo, com 72 horas diárias de transmissões esportivas, análises e muita informação. Uma equipe de mais de 60 profissionais, dos canais de TV, ESPN.com.br e Rádio Estadão ESPN, traz todos os dias os detalhes direto da Inglaterra. Para a cobertura dos Jogos, uma novidade: a ESPN Brasil HD, canal que trará toda a programação olímpica da ESPN Brasil em alta definição. O canal está disponível para as seguintes operadoras: NET Serviços, Claro TV, Cabo Natal (RN) e RTV (GO). Com isso, a ESPN tem quatro canais para cobertura dos Jogos Olímpicos: os tradicionais ESPN e ESPN Brasil e dois em alta definição, ESPN+ e ESPN Brasil HD. Veja todos os horários dos jogos emhttp://espn.estadao.com.br/programacao
Thiago Pereira é prata nos 400m medley e deixa Phelps sem medalha na primeira final da natação
Thiago Pereira com a medalha de prata, no pódio dos 400m medley
O brasileiro Thiago Pereira finalmente conquistou a primeira medalha dele em Jogos Olímpicos. Nos 400m medley, a primeira final disputada em Londres, ele ficou no segundo lugar, superando inclusive Michael Phelps. O ouro, de forma absoluta, foi do americano Ryan Lochte, enquanto o bronze ficou com Kosuke Hagino, do Japão.
Ouça a entrevista com Thiago Pereira, medalhista de prata na natação
Michael Phelps, que tem 16 medalhas na história dos Jogos, ficou no quarto lugar. Ele tem mais seis provas para tentar alcançar a recordista da modalidade: Larisa Latynina, da Rússia, conquistou 18 nos Jogos de 1956-60-64.
Getty
Phelps após a final dos 400m medley: quarto lugar
Mesmo nadando próximo do recorde mundial de Phelps (4min03s04), Lochte venceu com 4min05s18. Thiago Pereira ficou com a prata com 4min08s86, enquanto Hagino bateu com 4min08s94 para estabelecer o novo recorde asiático. Phelps, que viu o grande algoz vencer novamente - Lochte ganhou no Mundial de Xangai-2011 os 200m livre e 200m medley -, terminou em quarto com 4min09s28.
"Não estou acreditando, estou muito feliz. Já havia falado "é a última vez que nado". Quem viu, viu, quem não viu, não vê mais. Já tinha decidido que tiraria essa prova da minha programação", comentou Thiago, visivelmente bastante cansado.
"Só consegui sentir que ia levar nos últimos cinco metros. Estava travando e não sabia como os outros estavam. Sabor de ouro? Tem. Depois de várias tentativas, consegui", completou o brasileiro, que disse ainda sentir um gosto especial por ajudar o Corinthians, "que já teve título da Libertadores", e também por superar Michael Phelps, grande nome da geração.
"Só consegui sentir que ia levar nos últimos cinco metros. Estava travando e não sabia como os outros estavam. Sabor de ouro? Tem. Depois de várias tentativas, consegui", completou o brasileiro, que disse ainda sentir um gosto especial por ajudar o Corinthians, "que já teve título da Libertadores", e também por superar Michael Phelps, grande nome da geração.
Completaram a classificação, de quinto a oitavo, o sul-africano Le Clos Chad (4min12s42), o japonês Yuya Horihata (4min13s30), o australiano Holmes Fraser (4min13s49) e o italiano Luca Marin (4min14s89).
EFE
Thiago Pereira, com Phelps ao fundo, na final dos 400m medley
Evolução de Thiago - Em Atenas-2004, Thiago Pereira, ainda bastante jovem, ficou no quinto lugar nos 200m medley; quatro anos depois, foi quarto colocado na mesma prova; agora, finalmente, conseguiu subir ao pódio depois de consolidar o domínio pan-americano no ano passado.
No Pan de 2003, em Santo Domingo, Thiago levou duas medalhas; em 2007, foram oito conquistas no Rio de Janeiro; em 2011, em Guadalajara, o brasileiro conseguiu mais oito, se consolidando como o brasileiro com mais medalhas de outo na história do Pan, com 12.
No Pan de 2003, em Santo Domingo, Thiago levou duas medalhas; em 2007, foram oito conquistas no Rio de Janeiro; em 2011, em Guadalajara, o brasileiro conseguiu mais oito, se consolidando como o brasileiro com mais medalhas de outo na história do Pan, com 12.
400m livre masculino - Com novo recorde olímpico, o chinês Yang Sun foi medalha de ouro com 3min40s14, seguido pelo sul-coreano Taehwan Park (3min42s06) e pelo americano Peter Vanderkaay (3min44s69) na prova dos 400m livres.
Vale lembrar que o medalha de prata Park, ouro na prova em Pequim-2008, venceu a bateria dele na eliminatória, mas acabou eliminado pela organização. O canadense Ryan Cochrane chegou a ser colocado entre os finalistas, mas a Fina chamou a responsabilidade sobre o caso, entrou na frente da decisão da prova e devolveu o direito do asiático competir. De volta, ele até chegou a liderar o começo da prova, mas foi superado por Sun.
Vale lembrar que o medalha de prata Park, ouro na prova em Pequim-2008, venceu a bateria dele na eliminatória, mas acabou eliminado pela organização. O canadense Ryan Cochrane chegou a ser colocado entre os finalistas, mas a Fina chamou a responsabilidade sobre o caso, entrou na frente da decisão da prova e devolveu o direito do asiático competir. De volta, ele até chegou a liderar o começo da prova, mas foi superado por Sun.
400m medley feminino - Com novo recorde mundial, a chinesa Ye Shiwen venceu a final dos 400m medley feminino com o tempo de 4min28s43. No segundo lugar ficou norte-americana Elizabeth Beisel, com 4min00s46, e em terceiro a também chinesa Li Xuanxu, com 4min03s14, que arrancou na última piscina para superar a húngara Katinka Hosszu e garantir a dupla da China no pódio.
Semifinais dos 100m peito - Os dois Felipes do Brasil, tanto o França quanto o Lima, acabaram fora da decisão dos 100m peito que será disputada neste domingo. Felipe França nadou para 1m00s01, enquanto Lima terminou em 1m00s08. Dos 16 semifinalistas, nove fizeram abaixo de um minuto, e os outros melhores disputam o pódio amanhã.
4x100 livre feminino
Na última medalha do dia, a equipe feminina da Austrália levou a melhor no revezamento 4x100m nado livre e ganhou o ouro com 3min3s15, estabelecendo o novo recorde olímpico. A Holanda ficou com a prata, com 3min33s79, enquanto os Estados Unidos foram bronze com 3min34s24
Na última medalha do dia, a equipe feminina da Austrália levou a melhor no revezamento 4x100m nado livre e ganhou o ouro com 3min3s15, estabelecendo o novo recorde olímpico. A Holanda ficou com a prata, com 3min33s79, enquanto os Estados Unidos foram bronze com 3min34s24
sábado, 28 de julho de 2012
Brasileirão Série A
| 18h30 Internacional 0x0 Vasco |
| 18h30 Coritiba 2x1 Grêmio |
| 21h00 Botafogo 1x0 Figueirense |
Brasilerão Série B
| 16h20 Guarani 2x1 Atlético-PR |
| 16h20 Vitória 1x0 CRB |
| 16h20 Paraná Clube 1x0 Ceará |
| 16h20 ABC 3x0 Guaratinguetá |
| 21h00 Ipatinga-MG 1x2 São Caetano |
Brasilerão Série D
| 15h30 Guarani-MG 0x0 Nacional-MG |
| 17h00 Sobradinho 2x3 Ceilândia |
| 19h00 Mixto 1x1 Araguaína |
Assinar:
Postagens (Atom)





