20h30 Comercial-PI 0x2 Mixto
Falamos campeonatos das séries A B C D campeonatos internacionais todos Português todos os resultados do Paulista da segunda divisão e ainda Futebol Internacional como Futebol Inglês Espanhol Italiano Portugal e o Argentino e campeonatos Importantes falaremos do Regional do Rio Grande do Norte do Cearense do Pernambucano e do Carioca e falamos da copa do nordeste
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Olimpíada, Corinthians e Ricardo Gomes: as capas da ESPN de julho Assine
Opa. Vim justificar meu sumiço por aqui nesta semana, apesar das decisões de Euro, Libertadores e Copa do Brasil. A causa está abaixo: fechamos na madrugada de quarta para quinta a revista ESPN de julho, que traz três capas nesta edição.
A primeira, olímpica, destaca um trabalho criterioso de Dado Abreu, Rodrigo Borges e Luís Augusto Símon. Entre atletas, técnicos e jornalistas, eles consultaram mais de 30 especialistas para concluir quais medalhas o Brasil vai conquistas em Londres. A resposta, com a lista das medalhas de ouro, prata e bronze (não ficamos no muro!), além de um guia para acompanhar os favoritos, está na edição.
Outra capa, como não podia deixar de ser, é dedicada ao campeão da América. As fotos de Daniel Kfouri, a avaliação de todos os heróis por Ubiratan Leal, um texto em primeira pessoa do jornalista e corintiano Celso Unzelte e uma história diferente de Romarinho descoberta por Alessandro da Mata estão no especial sobre o tão sonhado título do Corinthians.
Por fim, a terceira capa, que vai circular em bancas do Rio de Janeiro, traz como destaque a matéria de Paulo Vinicíus Coelho com o técnico Ricardo Gomes. Em seu texto, PVC, que falou não apenas com o treinador mas também com seus familiares, conta detalhes e sentimentos do processo de recuperação de Ricardo, que reafirmou: "Eu vou voltar!".
Veja as capas:



AS REVISTAS CHEGAM ÀS BANCAS DE TODO O BRASIL NO COMEÇO DA PRÓXIMA SEMANA.
QUEM QUISER PODE ASSINAR A REVISTA ESPN NO SITE http://www.assinerevistaespn.com.br/ (excepcionalmente, é possível ler no site a íntegra a edição de junho, com Ronaldinho na capa.)
A primeira, olímpica, destaca um trabalho criterioso de Dado Abreu, Rodrigo Borges e Luís Augusto Símon. Entre atletas, técnicos e jornalistas, eles consultaram mais de 30 especialistas para concluir quais medalhas o Brasil vai conquistas em Londres. A resposta, com a lista das medalhas de ouro, prata e bronze (não ficamos no muro!), além de um guia para acompanhar os favoritos, está na edição.
Outra capa, como não podia deixar de ser, é dedicada ao campeão da América. As fotos de Daniel Kfouri, a avaliação de todos os heróis por Ubiratan Leal, um texto em primeira pessoa do jornalista e corintiano Celso Unzelte e uma história diferente de Romarinho descoberta por Alessandro da Mata estão no especial sobre o tão sonhado título do Corinthians.
Por fim, a terceira capa, que vai circular em bancas do Rio de Janeiro, traz como destaque a matéria de Paulo Vinicíus Coelho com o técnico Ricardo Gomes. Em seu texto, PVC, que falou não apenas com o treinador mas também com seus familiares, conta detalhes e sentimentos do processo de recuperação de Ricardo, que reafirmou: "Eu vou voltar!".
Veja as capas:
AS REVISTAS CHEGAM ÀS BANCAS DE TODO O BRASIL NO COMEÇO DA PRÓXIMA SEMANA.
QUEM QUISER PODE ASSINAR A REVISTA ESPN NO SITE http://www.assinerevistaespn.com.br/ (excepcionalmente, é possível ler no site a íntegra a edição de junho, com Ronaldinho na capa.)
Mesmo com derrota, Joel destaca comportamento do Fla e elogia Abel Braga: 'É um gentleman'
Derrotado por 1 a 0 no clássico centenário entre Flamengo e Fluminense, o técnico Joel Santana evitou criticar o time por conta do resultado adverso. Apesar de insatisfeito com o placar, o treinador rubro-negro destacou o comportamento da equipe durante a partida contra o rival.
“Foi o comportamento de uma equipe com a identidade do Flamengo, do que representamos. Às vezes você vence e pensa: ‘Opa, algo não está legal’. Mas você sente que a equipe teve personalidade diante de uma festa como essa, da chuva e contra um adversário como Flu, favorito que é pelo momento pelos jogadores”, disse.
Com o resultado, o Flamengo caiu para a nona colocação do Campeonato Brasileiro, com 12 pontos, e se distanciou dos líderes da competição. Mesmo assim, Joel Santana se disse esperançoso com o futuro do elenco flamenguista.
“Temos grandes virtudes para melhorar. Estamos ainda com a semente que está sendo plantada na Gávea. Você coloca os jogadores, eles correspondem e é uma vitória muito grande. Você encara uma equipe como o Flu, com time completo, coloca os garotos e não sabem como eles vão corresponder. Mas eles marcam, vibram, tanto que se cumprimentaram no fim do jogo pela partida que fizeram. O resultado chateia, mas temos um futuro brilhante, não tenho dúvidas”, comentou.
Joel também respondeu aos elogios feitos por Abel Braga após a partida, que afirmou superioridade do time rubro-negro em diversos momentos.
“O Abel é um gentleman, consagrado. Acima de tudo companheiro de trabalho que tem uma personalidade muito grande. Nos conhecemos há tempos e tivemos combates e viu o que nos vimos no jogo. O Fla teve a supremacia do jogo, é por isso que ele é o Abel. Parabenizo ele pelo resultado e estou satisfeito com que o Fla fez hoje”, concluiu.
Joel e o Flamengo buscam a recuperação no Campeonato Brasileiro no próximo domingo, contra o Bahia, no estádio de Pituaçu.
“Foi o comportamento de uma equipe com a identidade do Flamengo, do que representamos. Às vezes você vence e pensa: ‘Opa, algo não está legal’. Mas você sente que a equipe teve personalidade diante de uma festa como essa, da chuva e contra um adversário como Flu, favorito que é pelo momento pelos jogadores”, disse.
Com o resultado, o Flamengo caiu para a nona colocação do Campeonato Brasileiro, com 12 pontos, e se distanciou dos líderes da competição. Mesmo assim, Joel Santana se disse esperançoso com o futuro do elenco flamenguista.
“Temos grandes virtudes para melhorar. Estamos ainda com a semente que está sendo plantada na Gávea. Você coloca os jogadores, eles correspondem e é uma vitória muito grande. Você encara uma equipe como o Flu, com time completo, coloca os garotos e não sabem como eles vão corresponder. Mas eles marcam, vibram, tanto que se cumprimentaram no fim do jogo pela partida que fizeram. O resultado chateia, mas temos um futuro brilhante, não tenho dúvidas”, comentou.
Joel também respondeu aos elogios feitos por Abel Braga após a partida, que afirmou superioridade do time rubro-negro em diversos momentos.
“O Abel é um gentleman, consagrado. Acima de tudo companheiro de trabalho que tem uma personalidade muito grande. Nos conhecemos há tempos e tivemos combates e viu o que nos vimos no jogo. O Fla teve a supremacia do jogo, é por isso que ele é o Abel. Parabenizo ele pelo resultado e estou satisfeito com que o Fla fez hoje”, concluiu.
Joel e o Flamengo buscam a recuperação no Campeonato Brasileiro no próximo domingo, contra o Bahia, no estádio de Pituaçu.
Federer novamente 1 do mundo. Campeão de Wimbledon e unas cositas mas...
Que grande final de tênis o Federer e o Murray proporcionaram para todos nós hoje. Uma final digna da importância que ela tinha. Estavam frente a frente dois jogadores tentando fazer história.
De um lado o britânico Murray tentando acabar com um jejum de muito tempo sem títulos de um jogador da casa e tentando acabar com esse estigma de não conseguir ganhar um GS ou fazer boas finais. Do outro um jogador querendo o recorde de semanas como 1 do mundo. Voltar a ser o melhor jogador do planeta e algunas cositas mas.
O jogo foi de pura adrenalina. Foi uma aula de tênis do suíço com um Murray jogando demais e diferente do que normalmente ele é. Jogou agressivos os pontos importantes e buscou a vitória o tempo todo. Ele poderia ter vencido? Sim...
Depois de salvar vários momentos duros no primeiro set ele ganhou com muita personalidade por 6/4. É bem verdade que no começo do segundo o suíço começou a jogar melhor que ele e merecia, mas ele vai sonhar com o erro não forçado no 4/4 30/40 que ele tentou um winner na paralela e deveria ter jogado mais uma lá. Mas ele tentou. Depois disso o suíço cresceu muito. Ganhou o segundo e pararam por chuva.
No final um 4/6 7/5 6/3 6/4 de um grande jogo de tênis. Vimos longas trocas de bolas e dois jogadores lutando muito.
Com a vitória o Federer voltou a venceu um Slam, ganhou o posto de 1 do mundo e calou a boca de muita gente que achava ele morto.
Gostei demais da atitude do Murray. Que jogador, que cara diferenciado. Ele merece em um futuro próximo venceu um slam. Quem sabe não vem no US Open com a transmissão da ESPN e meus comentários...
Já faço o convite. Se liguem que vamos fazer um US Open muito legal. Vamos detonar.
De um lado o britânico Murray tentando acabar com um jejum de muito tempo sem títulos de um jogador da casa e tentando acabar com esse estigma de não conseguir ganhar um GS ou fazer boas finais. Do outro um jogador querendo o recorde de semanas como 1 do mundo. Voltar a ser o melhor jogador do planeta e algunas cositas mas.
O jogo foi de pura adrenalina. Foi uma aula de tênis do suíço com um Murray jogando demais e diferente do que normalmente ele é. Jogou agressivos os pontos importantes e buscou a vitória o tempo todo. Ele poderia ter vencido? Sim...
Depois de salvar vários momentos duros no primeiro set ele ganhou com muita personalidade por 6/4. É bem verdade que no começo do segundo o suíço começou a jogar melhor que ele e merecia, mas ele vai sonhar com o erro não forçado no 4/4 30/40 que ele tentou um winner na paralela e deveria ter jogado mais uma lá. Mas ele tentou. Depois disso o suíço cresceu muito. Ganhou o segundo e pararam por chuva.
Reuters
Quando voltaram vimos um Federer mais agressivo e aguentando mais as trocas de bolas. Ele mereceu.
Federer sorri com sua sétima taça de Wimbledon
No final um 4/6 7/5 6/3 6/4 de um grande jogo de tênis. Vimos longas trocas de bolas e dois jogadores lutando muito.
Com a vitória o Federer voltou a venceu um Slam, ganhou o posto de 1 do mundo e calou a boca de muita gente que achava ele morto.
Gostei demais da atitude do Murray. Que jogador, que cara diferenciado. Ele merece em um futuro próximo venceu um slam. Quem sabe não vem no US Open com a transmissão da ESPN e meus comentários...
Já faço o convite. Se liguem que vamos fazer um US Open muito legal. Vamos detonar.
Hunter-Reay vence terceira prova seguida e assume a liderança
O norte-americano Ryan Hunter-Reay chegou neste domingo à sua terceira vitória seguida na temporada 2012 da Fórmula Indy ao ser o primeiro a receber a bandeira quadriculada na etapa de Toronto, no Canadá. Com o triunfo na prova de rua, o piloto da Andretti assumiu a liderança da Indy, deixando para trás o australiano Will Power, o atual campeão.
Hunter-Reay já havia vencido também nos ovais de Milwaukee e Iowa, nas duas últimas etapas da Indy. Em grande fase, ele assumiu a liderança em Toronto após a segunda rodada de paradas para reabastecimento e depois aproveitou para abrir folga na ponta.
Uma relargada a três voltas para o fim deixou os rivais se aproximarem do líder, mas uma nova bandeira amarela, de um acidente envolvendo Dario Franchitti e Ryan Briscoe, tranquilizou as coisas para Hunter-Reay, que venceu sob bandeira amarela.
Entre os brasileiros, o melhor foi Tony Kanaan, que largou em 17.º e teve uma corrida de recuperação, chegando em quarto. Rubens Barrichello também foi bem. Ele estava em quinto até as últimas voltas, mas precisou fazer um reabastecimento para conseguir completar a prova e acabou em 11.º. Hélio Castroneves foi o sexto.
Então líder do campeonato, Will Power chegou a bater no muro, ficar com o pneu furado, mas mesmo assim conseguiu completar a prova em Toronto, com o 15.º lugar. Agora ele está 34 pontos atrás do líder Hunter-Reay. Havia seis anos que um norte-americano não liderava a Indy em pontos.
EFE
O norte-americano Ryan Hunter-Reay chegou à sua terceira vitória seguida na temporada 2012 da Fórmula Indy
Confira a classificação final da etapa de Toronto da Indy:
1º. - Ryan Hunter-Reay (EUA/Andretti), 85 voltas;
2º. - Charlie Kimball (EUA/Chip Ganassi), a 0s0757;
3º. Mike Conway (ING/A. J. Foyt), a 0s2848;
4º. - Tony Kanaan (BRA/KV), a 1s6672;
5º. - Oriol Servià (ESP/DRR Panther), a 1s9128;
6º. - Hélio Castroneves (BRA/Penske), a 2s4795;
7º. - J. R. Hildebrand (EUA/Panther), a 2s6233;
8º. - James Jakes (ING/Dale Coyne), a 3s7294;
9º. - Takuma Sato (JAP/Rahal Letterman), a 6s5633;
10º. - Alex Tagliani (CAN/BHA), a 9s9764;
11º. - Rubens Barrichello (BRA/KV), a 11s4636;
12º. - Simon Pagenaud (FRA/Schmidt Hamilton), a 43s8734;
13º. - Josef Newgarden (EUA/Fisher Hartman), a 1 volta;
14º. - Sébastien Bourdais (FRA/Dragon), a 1 volta;
15º. - Will Power (AUS/Penske), a 1 volta;
16º. - Marco Andretti (EUA/Andretti), a 1 volta;
17º. - Dario Franchitti (ESC/Chip Ganassi), a 1 volta;
18º. - Ed Carpenter (EUA/Carpenter), a 1 volta;
19º. - Ryan Briscoe (AUS/Penske), a 2 voltas;
20º. - Ernesto Viso (VEN/KV), a 4 voltas.
Arrasadora, Polônia vence campeões olímpicos Estados Unidos e fatura título inédito da Liga Mundial
Polônia comemora título inédito da Liga Mundial conquistado em Sofia, na Bulgária
Se os Estados Unidos começaram a partida como favoritos por serem os atuais campeões olímpicos, a energia dos jogadores poloneses dentro de quadra mostrava desde o início que a Polônia não facilitaria a tarefa do rival. Dessa forma, forçando bastante o saque desde o começo e fechando muito bem o bloqueio sobre o ataque adversário, a seleção polonesa surpreendeu logo no primeiro set, fazendo 25 a 17.
Na segunda parcial, os Estados Unidos voltaram mais concentrados e dispostos a empatar a partida. Contando com a experiência do capitão Stanley, o time americano conseguiu acertar melhor o saque, quebrando a recepção do adversário e dificultando mais a vida dos poloneses. Ainda assim, mesmo com a reta final do set mais emocionante, deu Polônia: 26 a 24.
Divulgação
Polônia massacra EUA na final e leva primeiro título da Liga
Depois de vencer o segundo set, ficou claro que os poloneses não abririam mão do título inédito da Liga Mundial. Voltando ainda com mais vontade para a terceira parcial, a Polônia não deu chances aos Estados Unidos e logo abriu boa vantagem no placar, ficando cinco pontos à frente dos rivais. Assim, restou à Polônia administrar o marcador para fechar a partida em 3 sets a 0, sem grandes dificuldades. Na decisão, mais uma vez brilhou o forte bloqueio polonês, com 11 pontos. No ataque, destaque para Bartman Zbigniew, autor de 16 pontos, e Kurek Bartosz, de outros 15, sendo três de saque.
O bronze da Liga Mundial ficou com Cuba, que fez um jogo equilibrado contra os búlgaros, donos da casa, vencendo apenas no tie-break, com parciais de 25/18, 19/25, 23/25, 25/23, 15/12.
O bronze da Liga Mundial ficou com Cuba, que fez um jogo equilibrado contra os búlgaros, donos da casa, vencendo apenas no tie-break, com parciais de 25/18, 19/25, 23/25, 25/23, 15/12.
A ascensão da Polônia no voleibol recente se concretizou principalmente no ano passado, quando o time ficou com o terceiro lugar na Liga Mundial - após perder para a campeã Rússia na semifinal, os poloneses passaram facilmente pela Argentina para ficar com a terceira colocação. Depois, na Copa do Mundo, também do ano passado, os poloneses foram os vice-campeões - ficando atrás da Itália e à frente do Brasil na classificação geral - e garantiram a vaga nos Jogos Olímpicos de Londres.
Com esse título inédito da Liga Mundial conquistado sobre a seleção americana, atual campeã olímpica, o time polonês se consolida com um dos grandes favoritos ao ouro em Londres-2012. O algoz da seleção brasileira na competição deste ano encerrou a campanha no torneio com apenas duas derrotas, ambas na fase de grupos - uma para o Brasil e outra para a Finlândia.
domingo, 8 de julho de 2012
Brasileirão Série A
| 16h00 Fluminense 1x0 Flamengo |
| 16h00 Santos 4x2 Grêmio |
| 16h00 São Paulo 3x1 Coritiba |
| 16h00 Figueirense 1x1 Vasco |
| 18h30 Atlético-MG 2x0 Portuguesa |
| 18h30 Ponte Preta 1x0 Palmeiras |
| 18h30 Sport 1x1 Corinthians |
Brasilerão Série D
| 15h00 Mirassol 0x0 Juventude |
| 16h00 Brasil de Pelotas 2x0 Metropolitano-SC |
| 16h00 Ypiranga-PE 2x1 Campinense-PB |
| 16h00 Volta Redonda 0x0 Guarani-MG |
| 16h00 Concórdia 2x2 Marília |
| 16h00 Feirense-BA 1x3 CSA |
| 16h00 Aparecidense 1x0 Sobradinho |
| 16h00 CENE-MS 0x0 CRAC-GO |
| 17h00 Baraúnas-RN 1x1 Petrolina |
| 17h00 Mogi Mirim 0x0 Cianorte |
| 17h00 Penarol-AM 1x0 Vilhena |
| 17h00 Itabaiana 2x2 Vitória da Conquista |
Brasilerão Série C
| 15h00 Chapecoense 3x2 Vila Nova-GO |
| 16h00 Luverdense 1x0 Fortaleza |
| 16h00 Icasa 3x0 Treze-PB |
| 16h00 Salgueiro 2x2 Santa Cruz-PE |
| 16h00 Brasiliense-DF 1x2 Santo André |
| 16h00 Duque de Caxias 0x2 Madureira |
Federer impede consagração de Murray, é hepta em Wimbledon e volta ao posto de número um do mundo
Roger Federer, 30 anos, está de volta. No palco onde mais se acostumou a brilhar, o suíço venceu Andy Murray, conquistou Wimbledon pela sétima vez na carreira e voltará a liderar o ranking mundial da ATP. Foram necessárias 3h40min para um dos melhores tenistas da história vencer o adversário britânico por 3 sets a 1, parciais de 4-6, 7-5, 6-3 e 6-4.
Federer soma agora 17 Grand Slam na carreira – recorde absoluto entre os homens –, 76 taças na estante e quebra um jejum que vinha desde 2010 sem conquistar títulos de Major. Ele também iguala o ex-tenista Pete Sampras em número de taças conquistadas no All England Club. Além disso, o suíço irá empatar em número de semanas no topo da lista com o norte-americano, que reinou por um total de 286 semanas no circuito masculino. Assim, na próxima segunda-feira, a ATP s deve confirmar o suíço em primeiro, Novak Djokovic em segundo, Rafael Nadal em terceiro e Andy Murray na quarta posição.
O britânico, que havia feito história ao ser o primeiro tenista da casa a atingir a final de Wimbledon desde 1938, segue com seu tabu de não vencer em finais de Grand Slam. Foi a quarta final de Major de sua carreira e o quarto vice (antes do jog deste domingo, ele havia perdido no US Open-2008 e nos Australian Open de 2010 e 2011). Ao menos, o atleta nascido na Escócia venceu pela primeira vez um set em decisões do tipo.
No confronto geral contra Federer, Murray perdeu a vantagem mínima que possuía: agora o placar aponta 8 a 8. Em decisões de Slam, o suíço destrói o adversário: três encontros, três vitórias e apenas uma parcial perdida.
No jogo disputado na quadra central, o suíço reviveu os melhores momentos da carreira. Com muita disposição, o ainda terceiro do mundo apresentou um diversificado arsenal de golpes. Alto aproveitamento de pontos com o primeiro serviço em quadra, grandes voleios e o domínio característico com o forehand.
Já Murray caiu durante o jogo: começou bem a partida, foi agressivo, mas pecou quando teve grandes oportunidades de dobrar o suíço na partida. Os erros fáceis acabaram com o seu jogo e o jejum histórico dos tenistas da casa permanece: desde 1936, com Fred Perry, que um britânico não triunfa na disputa do torneio de simples na grama sagrada de Wimbledon.
Federer soma agora 17 Grand Slam na carreira – recorde absoluto entre os homens –, 76 taças na estante e quebra um jejum que vinha desde 2010 sem conquistar títulos de Major. Ele também iguala o ex-tenista Pete Sampras em número de taças conquistadas no All England Club. Além disso, o suíço irá empatar em número de semanas no topo da lista com o norte-americano, que reinou por um total de 286 semanas no circuito masculino. Assim, na próxima segunda-feira, a ATP s deve confirmar o suíço em primeiro, Novak Djokovic em segundo, Rafael Nadal em terceiro e Andy Murray na quarta posição.
O britânico, que havia feito história ao ser o primeiro tenista da casa a atingir a final de Wimbledon desde 1938, segue com seu tabu de não vencer em finais de Grand Slam. Foi a quarta final de Major de sua carreira e o quarto vice (antes do jog deste domingo, ele havia perdido no US Open-2008 e nos Australian Open de 2010 e 2011). Ao menos, o atleta nascido na Escócia venceu pela primeira vez um set em decisões do tipo.
No confronto geral contra Federer, Murray perdeu a vantagem mínima que possuía: agora o placar aponta 8 a 8. Em decisões de Slam, o suíço destrói o adversário: três encontros, três vitórias e apenas uma parcial perdida.
No jogo disputado na quadra central, o suíço reviveu os melhores momentos da carreira. Com muita disposição, o ainda terceiro do mundo apresentou um diversificado arsenal de golpes. Alto aproveitamento de pontos com o primeiro serviço em quadra, grandes voleios e o domínio característico com o forehand.
Já Murray caiu durante o jogo: começou bem a partida, foi agressivo, mas pecou quando teve grandes oportunidades de dobrar o suíço na partida. Os erros fáceis acabaram com o seu jogo e o jejum histórico dos tenistas da casa permanece: desde 1936, com Fred Perry, que um britânico não triunfa na disputa do torneio de simples na grama sagrada de Wimbledon.
Federe cai na grama após conquistar o título de Wimbledon
sábado, 7 de julho de 2012
Brasileirão Série A
| 18h30 Botafogo 3x0 Bahia |
| 18h30 Internacional 2x1 Cruzeiro |
| 21h00 Atlético-GO 0x1 Náutico |
Brasilerão Série B
| 16h20 América-MG 3x2 Atlético-PR |
| 16h20 ABC 0x1 Vitória |
| 16h20 Bragantino 3x3 Goiás |
| 16h20 CRB 4x2 América-RN |
| 21h00 Paraná Clube 2x0 Boa |
Brasilerãp Série C
| 16h00 Guarany de Sobral 1x2 Paysandu-PA |
| 16h00 Águia de Marabá 2x1 Cuiabá-MT |
| 16h00 Macaé 4x2 Tupi |
sexta-feira, 6 de julho de 2012
quinta-feira, 5 de julho de 2012
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Por vaga olímpica, Jade convoca coletiva e faz apelo à CBG: 'É o meu sonho'
Após entrar em divergências com a Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) e ter seu nome cortado da equipe que representará o Brasil nos Jogos Olímpicos de Londres, Jade Barbosa convocou nesta terça-feira uma coletiva de imprensa na sede do Flamengo para fazer um apelo à entidade.
Como a convocação oficial só acontece nesta quarta-feira, a ginasta tentou reverter a situação incômoda e afirmou que ‘abriu mão de tudo’ pelo sonho de disputar mais uma Olimpíada.
“Tive divergências burocráticas com a Confederação, que estávamos negociando há alguns meses. Mas diante da possibilidade de ficar fora da olimpíada, abri mão de tudo e assinei o contrato na quinta-feira. Espero que me deem essa oportunidade”, afirmou Jade.
Apesar de confirmar “divergências” com a CBG, a ginasta não quis revelar quais foram os problemas que levaram ao corte e afirmou estar preparada para ganhar uma medalha caso seja convocada.
“Esse é o meu sonho. Estou treinando forte, nunca deixei de treinar. Estou apta e acho que tenho mais chances nesta do que nas últimas Olimpíadas. Posso estar errada, mas não tive a intenção de constranger a Confederação”, disse.
A única informação sobre os problemas entre Jade e a entidade foi fornecida pela vice-presidente de esportes olímpicos do Flamengo, Cristina Kallou. De acordo com a dirigente, que também evitou entrar em detalhes, a briga entre atleta e Confederação não possui nenhuma relação com dinheiro.
Procurada pela reportagem da ESPN, a Confederação Brasileia de Ginástica informou, por meio da assessoria de imprensa, que Jade está realmente fora dos Jogos de Londres.
Como a convocação oficial só acontece nesta quarta-feira, a ginasta tentou reverter a situação incômoda e afirmou que ‘abriu mão de tudo’ pelo sonho de disputar mais uma Olimpíada.
“Tive divergências burocráticas com a Confederação, que estávamos negociando há alguns meses. Mas diante da possibilidade de ficar fora da olimpíada, abri mão de tudo e assinei o contrato na quinta-feira. Espero que me deem essa oportunidade”, afirmou Jade.
Apesar de confirmar “divergências” com a CBG, a ginasta não quis revelar quais foram os problemas que levaram ao corte e afirmou estar preparada para ganhar uma medalha caso seja convocada.
“Esse é o meu sonho. Estou treinando forte, nunca deixei de treinar. Estou apta e acho que tenho mais chances nesta do que nas últimas Olimpíadas. Posso estar errada, mas não tive a intenção de constranger a Confederação”, disse.
A única informação sobre os problemas entre Jade e a entidade foi fornecida pela vice-presidente de esportes olímpicos do Flamengo, Cristina Kallou. De acordo com a dirigente, que também evitou entrar em detalhes, a briga entre atleta e Confederação não possui nenhuma relação com dinheiro.
Procurada pela reportagem da ESPN, a Confederação Brasileia de Ginástica informou, por meio da assessoria de imprensa, que Jade está realmente fora dos Jogos de Londres.
Divulgação
Jade Barbosa deve realmente ficar fora dos Jogos Olímpicos de Londres
10 incríveis momentos de Anderson Silva
Ele pode não ser o maior ídolo ou o mais importante lutador de todos os tempos, mas Anderson Silva é o melhor lutador que o MMA já teve em sua história.
Seu domínio no UFC tem sido tão grande que superou, na opinião deste blogueiro, o que Fedor Emelianenko fez no Pride.
São dois gênios, mas Anderson ultrapassou o lutador russo nos últimos anos.
Neste sábado, o Spider coloca seu cinturão em jogo contra Chael Sonnen.
Será a décima vez que ele fará isso!
E, já que o número 10 está em pauta, vamos relembrar dez grandes momentos da carreira do campeão.
10 – Anderson Silva vs Chris Leben – UFC Fight Night 5 – 28/06/2006Após brilhar na Inglaterra, Anderson estreia no UFC contra Leben e precisa de apenas 49 segundos para nocauteá-lo. Uma entrada arrasadora na organização, que já lhe garantiu a chance de disputar o cinturão contra o então campeão Rich Franklin.
09 – Anderson Silva vs Carlos Newton – Pride 25 – 16/03/2003Anderson entra no ringue ao som de Michael Jackson e vestindo roupas no estilo de seu ídolo. Mas o show veio mesmo em cima do ringue. O Spider aplicou uma belíssima joelhada voadora, que nocauteou o ex-campeão do UFC ainda no primeiro round.
08 – Anderson Silva vs Tony Fryklund – Cage Rage 16 – 22/04/2006O brasileiro assistiu ao filme “Ong Bak” e resolveu colocar em prática uma técnica usada no longa-metragem. Resultado: um nocaute com uma bela cotovelada em pé e um passaporte carimbado para o UFC.
07 – Anderson Silva vs Dan Henderson – UFC 82 – 01/03/2008
Nem mesmo o experiente e perigoso Dan Henderson fez frente ao campeão. Após um primeiro round de uma ligeira vantagem para o americano, Anderson simplesmente tratorizou o ex-campeão do Pride. Foi uma chuva de golpes em pé, que culminaram com uma massacre no chão até a finalização, que veio com um estrangulamento no fim do segundo round.
06 – Anderson Silva vs Lee Murray – Cage Rage 08 – 11/09/2004Quem vê Chael Sonnen se auto intitulando um gangster americano, talvez não saiba que Lee Murray sim era um verdadeiro gangster. Prova disso é que foi preso anos depois por participar do maior assalto a banco da história. Murray era o ídolo local e campeão do Cage Rage, e tentou intimidar Anderson logo na pesagem. A pressão não deu certo, o tempo fechou ali mesmo, e uma agressão ao brasileiro parecia que aconteceria a qualquer momento. Na hora da luta, Anderson deu show de frieza e dominou todos os rounds da luta, conquistando a vitória na decisão dos jurados e faturando o cinturão do evento.
05 – Anderson Silva vs Hayato Sakurai – Shooto, To the top 07 – 26/08/2001O primeiro cinturão de Anderson, assim como o do UFC e do Cage Rage, também foi conquistado na casa do adversário. Enfrentando a lenda japonesa Hayato Sakurai, Anderson novamente dominou toda a luta e levou a vitória na decisão unânime dos jurados. A estrela do campeão começava a brilhar.
04 – Anderson Silva vs Rich Franklin – UFC 64 – 14/10/2006
Foram precisos apenas 2m59s para Rich Franklin receber o maior castigo de sua carreira. Anderson não tomou conhecimento do campeão dos pesos médios e soltou seu arsenal de Muay Thai: chutes, socos, cotoveladas e, principalmente, joelhadas! A maior estrela do UFC iniciava seu reinado.
03 – Anderson Silva vs Vitor Belfort – UFC 126 – 05/02-2011Chamada de “luta do século” no Brasil, a disputa contra Belfort também não teve muito tempo de duração. Um chute frontal acertou o queixo de Vitor, que caiu nocauteado e foi alvo de uma série de socos que encerraram a luta aos 3m25s do primeiro round. A partir daquele momento, Anderson finalmente ganhou um reconhecimento que faltava em sua carreira: o de seu próprio país.
02 - Anderson Silva vs Forrest Griffin – UFC 101 – 08/08/2009
Pela segunda vez, Anderson subiria de categoria para lutar entre os meio-pesados, mas desta vez era para enfrentar um ex-campeão: o perigoso Forrest Griffin. O americano, no entanto, não se achou na luta. Anderson baixou a guarda, aplicou knockdown, ajudou seu adversário a se levantar e ainda aplicou um nocaute com um jab e andando para trás. A vitória foi tão esmagadora que Griffin saiu correndo para o vestiário, sem ao menos ouvir o anúncio oficial do resultado. Anos depois, o americano declarou que o Spider só seria derrotado quando permitissem que dois adversários ao mesmo tempo o enfrentassem no octagon.
01 – Anderson Silva vs Chael Sonnen – UFC 117 – 07/08/2010Sonnen provocou o campeão. Mexeu com Anderson, com sua família, seu país e seus ídolos, os irmãos Nogueira. Na hora da luta, o americano parecia cumprir tudo aquilo que prometera: castigar o campeão. Foram 23 minutos de domínio, mas um triângulo pôs fim ao sofrimento e espantou a zebra. Sonnen bateu e o mundo exaltou mais uma performance incrível do campeão. Curiosamente, Sonnen criticou, semanas antes, a faixa-preta de Jiu-Jitsu que Anderson recebera dos irmãos Nogueira. E não é que ele foi finalizado com uma técnica da Arte Suave?
Seu domínio no UFC tem sido tão grande que superou, na opinião deste blogueiro, o que Fedor Emelianenko fez no Pride.
São dois gênios, mas Anderson ultrapassou o lutador russo nos últimos anos.
Neste sábado, o Spider coloca seu cinturão em jogo contra Chael Sonnen.
Será a décima vez que ele fará isso!
E, já que o número 10 está em pauta, vamos relembrar dez grandes momentos da carreira do campeão.
Marcelo Alonso
Anderson enfrentando Lee Murray, que anos depois participou do maior assalto a banco da historia
10 – Anderson Silva vs Chris Leben – UFC Fight Night 5 – 28/06/2006Após brilhar na Inglaterra, Anderson estreia no UFC contra Leben e precisa de apenas 49 segundos para nocauteá-lo. Uma entrada arrasadora na organização, que já lhe garantiu a chance de disputar o cinturão contra o então campeão Rich Franklin.
09 – Anderson Silva vs Carlos Newton – Pride 25 – 16/03/2003Anderson entra no ringue ao som de Michael Jackson e vestindo roupas no estilo de seu ídolo. Mas o show veio mesmo em cima do ringue. O Spider aplicou uma belíssima joelhada voadora, que nocauteou o ex-campeão do UFC ainda no primeiro round.
08 – Anderson Silva vs Tony Fryklund – Cage Rage 16 – 22/04/2006O brasileiro assistiu ao filme “Ong Bak” e resolveu colocar em prática uma técnica usada no longa-metragem. Resultado: um nocaute com uma bela cotovelada em pé e um passaporte carimbado para o UFC.
07 – Anderson Silva vs Dan Henderson – UFC 82 – 01/03/2008
Nem mesmo o experiente e perigoso Dan Henderson fez frente ao campeão. Após um primeiro round de uma ligeira vantagem para o americano, Anderson simplesmente tratorizou o ex-campeão do Pride. Foi uma chuva de golpes em pé, que culminaram com uma massacre no chão até a finalização, que veio com um estrangulamento no fim do segundo round.
06 – Anderson Silva vs Lee Murray – Cage Rage 08 – 11/09/2004Quem vê Chael Sonnen se auto intitulando um gangster americano, talvez não saiba que Lee Murray sim era um verdadeiro gangster. Prova disso é que foi preso anos depois por participar do maior assalto a banco da história. Murray era o ídolo local e campeão do Cage Rage, e tentou intimidar Anderson logo na pesagem. A pressão não deu certo, o tempo fechou ali mesmo, e uma agressão ao brasileiro parecia que aconteceria a qualquer momento. Na hora da luta, Anderson deu show de frieza e dominou todos os rounds da luta, conquistando a vitória na decisão dos jurados e faturando o cinturão do evento.
05 – Anderson Silva vs Hayato Sakurai – Shooto, To the top 07 – 26/08/2001O primeiro cinturão de Anderson, assim como o do UFC e do Cage Rage, também foi conquistado na casa do adversário. Enfrentando a lenda japonesa Hayato Sakurai, Anderson novamente dominou toda a luta e levou a vitória na decisão unânime dos jurados. A estrela do campeão começava a brilhar.
04 – Anderson Silva vs Rich Franklin – UFC 64 – 14/10/2006
Foram precisos apenas 2m59s para Rich Franklin receber o maior castigo de sua carreira. Anderson não tomou conhecimento do campeão dos pesos médios e soltou seu arsenal de Muay Thai: chutes, socos, cotoveladas e, principalmente, joelhadas! A maior estrela do UFC iniciava seu reinado.
03 – Anderson Silva vs Vitor Belfort – UFC 126 – 05/02-2011Chamada de “luta do século” no Brasil, a disputa contra Belfort também não teve muito tempo de duração. Um chute frontal acertou o queixo de Vitor, que caiu nocauteado e foi alvo de uma série de socos que encerraram a luta aos 3m25s do primeiro round. A partir daquele momento, Anderson finalmente ganhou um reconhecimento que faltava em sua carreira: o de seu próprio país.
02 - Anderson Silva vs Forrest Griffin – UFC 101 – 08/08/2009
Pela segunda vez, Anderson subiria de categoria para lutar entre os meio-pesados, mas desta vez era para enfrentar um ex-campeão: o perigoso Forrest Griffin. O americano, no entanto, não se achou na luta. Anderson baixou a guarda, aplicou knockdown, ajudou seu adversário a se levantar e ainda aplicou um nocaute com um jab e andando para trás. A vitória foi tão esmagadora que Griffin saiu correndo para o vestiário, sem ao menos ouvir o anúncio oficial do resultado. Anos depois, o americano declarou que o Spider só seria derrotado quando permitissem que dois adversários ao mesmo tempo o enfrentassem no octagon.
01 – Anderson Silva vs Chael Sonnen – UFC 117 – 07/08/2010Sonnen provocou o campeão. Mexeu com Anderson, com sua família, seu país e seus ídolos, os irmãos Nogueira. Na hora da luta, o americano parecia cumprir tudo aquilo que prometera: castigar o campeão. Foram 23 minutos de domínio, mas um triângulo pôs fim ao sofrimento e espantou a zebra. Sonnen bateu e o mundo exaltou mais uma performance incrível do campeão. Curiosamente, Sonnen criticou, semanas antes, a faixa-preta de Jiu-Jitsu que Anderson recebera dos irmãos Nogueira. E não é que ele foi finalizado com uma técnica da Arte Suave?
Dormir para sonhar com La Fúria
Não entendi, ou melhor, fiz força para entender as restrições ao futebol espanhol que andei lendo e ouvindo nas últimas semanas. Chato, repetitivo, sem imaginação, de dar sono, foram algumas observações de analistas que, ao porem em dúvida as qualidades desse futebol, recusavam-se a enxergar o óbvio. Difícil de entender por um detalhe: até bem pouco, esses mesmo analistas morriam de amores pelo Barcelona, modelo em que a seleção espanhola se inspira (um deles chegou a sugerir a importação de Pep Guardiola para dirigir a seleção brasileira). E no entanto, na última semana de Eurocopa, eles se apoiaram no zero a zero de Espanha e Portugal – e na vitória da Itália sobre a Alemanha – para acharem que a seleção espanhola dá sono e que a italiana acaba de descobrir o futebol ofensivo.
È mesmo para não entender. É claro que não se pode chegar a uma conclusão apenas pelo resultado da final, por mais que a seleção espanhola tenha merecido a vitória e a taça. Ou por melhor que a italiana tenha lutado para evitar uma coisa e outra. Mas também não se pode tomar por base alguns desempenhos menos felizes nesta mesma Eurocopa para se pôr em xeque o futebol que nos últimos quatro, cinco anos vem se afirmando (e reafirmando) como o melhor do mundo. Um futebol que pode ser tudo, menos chato, repetitivo, sem imaginação. E que só dá sono em quem está com o próprio atrasado.
Claro, é possível e válido preferir outro estilo de jogo que não o dos espanhois. Por exemplo, um estilo mais econômico na troca de passes e mais incisivo na forma de atacar. Ou um estilo em que a chamada “posse de bola” seja menos importante do que o lançamento em profundidade para atacantes velozes, ou do que o ponta driblador capaz de vencer uma fileira de marcadores até entrar no gol com bola tudo. Um estilo, enfim, que aposte mais na excelência das individualidades do que na eficiência do coletivo. Nada a opor. Como Mano Menezes bem observou outro dia na ESPN, não há somente um modo de se armar um time, de se jogar futebol. Mas o que não deixa dúvidas é que a seleção espanhola, como o Barcelona que a inspira, dedica-se ao seu modo de jogar com uma competência que falta a qualquer outro time que, no momento, prefira outro estilo. Dá sono? Só se for para sonhar com a próxima exibição de Iniesta, Xavi e companhia.
È mesmo para não entender. É claro que não se pode chegar a uma conclusão apenas pelo resultado da final, por mais que a seleção espanhola tenha merecido a vitória e a taça. Ou por melhor que a italiana tenha lutado para evitar uma coisa e outra. Mas também não se pode tomar por base alguns desempenhos menos felizes nesta mesma Eurocopa para se pôr em xeque o futebol que nos últimos quatro, cinco anos vem se afirmando (e reafirmando) como o melhor do mundo. Um futebol que pode ser tudo, menos chato, repetitivo, sem imaginação. E que só dá sono em quem está com o próprio atrasado.
Claro, é possível e válido preferir outro estilo de jogo que não o dos espanhois. Por exemplo, um estilo mais econômico na troca de passes e mais incisivo na forma de atacar. Ou um estilo em que a chamada “posse de bola” seja menos importante do que o lançamento em profundidade para atacantes velozes, ou do que o ponta driblador capaz de vencer uma fileira de marcadores até entrar no gol com bola tudo. Um estilo, enfim, que aposte mais na excelência das individualidades do que na eficiência do coletivo. Nada a opor. Como Mano Menezes bem observou outro dia na ESPN, não há somente um modo de se armar um time, de se jogar futebol. Mas o que não deixa dúvidas é que a seleção espanhola, como o Barcelona que a inspira, dedica-se ao seu modo de jogar com uma competência que falta a qualquer outro time que, no momento, prefira outro estilo. Dá sono? Só se for para sonhar com a próxima exibição de Iniesta, Xavi e companhia.
Inter manda advogado a Milão e admite que Forlán pode repor Damião
O gerente de futebol do Internacional, Fernandão, admite que a provável contratação de Diego Forlán tem a ver com a perspectiva de venda de Leandro Damião depois da Olimpíada. Essa perspectiva apressou o interesse do Internacional, que enviou um advogado a Milão, para tentar ajudar o atacante uruguaio em seu processo de rescisão contratual com a Internazionale.
"Nós sabemos que será muito difícil segurar o Leandro Damião", disse Fernandão, por telefone, na manhã desta terça-feira.
Forlán disputou 18 das 38 partidas da Internazionale no Campeonato Italiano, algumas delas no meio-de-campo, função também ocupada em jogos da seleção uruguaia.
Não tem a mesma característica de Leandro Damião, embora possa ser utilizado como atacante no 4-2-3-1 normalmente usado por Dorival Júnior.
Entre contratar Diego Forlán e manter Leandro Damião, melhor seria manter o atual centroavante da Seleção Brasileira. A questão é conseguir fazer isso. Como é provável que precise vender, o Inter faz força para ter o uruguaio.
"Nós sabemos que será muito difícil segurar o Leandro Damião", disse Fernandão, por telefone, na manhã desta terça-feira.
Forlán disputou 18 das 38 partidas da Internazionale no Campeonato Italiano, algumas delas no meio-de-campo, função também ocupada em jogos da seleção uruguaia.
Não tem a mesma característica de Leandro Damião, embora possa ser utilizado como atacante no 4-2-3-1 normalmente usado por Dorival Júnior.
Entre contratar Diego Forlán e manter Leandro Damião, melhor seria manter o atual centroavante da Seleção Brasileira. A questão é conseguir fazer isso. Como é provável que precise vender, o Inter faz força para ter o uruguaio.
terça-feira, 3 de julho de 2012
Após imbróglio, Confederação decide deixar Jade Barbosa fora da Olimpíada de Londres
Depois de todo o imbróglio envolvendo a ginasta Jade Barbosa e a Confederação Brasileira de Ginástica (CBG), a entidade emitiu um comunicado nesta segunda-feira anunciando que a atleta não irá participar dos Jogos Olímpicos de Londres. A decisão aconteceu mesmo após Jade ter assinado o termo de compromisso sobre o uso dos uniformes da seleção brasileira na competição.
Na semana passada, Jade se envolveu em uma polêmica com a CBG por ter se recusado a assinar um termo obrigatório referente ao uso dos uniformes com os patrocínios da entidade. Também por conta disso, a ginasta deixou de participar de algumas competições previstas pela Confederação e acabou não se apresentando à seleção na última semana.
Com o comportamento de Jade Barbosa, que não justificou suas ações, a Confederação Brasileira de Ginástica optou por excluir a ginasta da equipe que vai para Londres. Ela ainda chegou a assinar o termo de compromisso em questão posteriormente, mas, ainda assim, a entidade manteve a sua decisão inicial.
“Após reunião com a comissão técnica, ficou decidido que ela está fora dos Jogos de Londres. Os motivos são que ela não se apresentou à seleção, por opção própria, após convocação e sequer participou das outras etapas do treinamento, como competições em Copas do Mundo, que são tidas como critério de avaliação e teste das ginastas”, ressaltou o supervisor de seleções da CBG, Klayler Mourthé.
Na semana passada, Jade se envolveu em uma polêmica com a CBG por ter se recusado a assinar um termo obrigatório referente ao uso dos uniformes com os patrocínios da entidade. Também por conta disso, a ginasta deixou de participar de algumas competições previstas pela Confederação e acabou não se apresentando à seleção na última semana.
Com o comportamento de Jade Barbosa, que não justificou suas ações, a Confederação Brasileira de Ginástica optou por excluir a ginasta da equipe que vai para Londres. Ela ainda chegou a assinar o termo de compromisso em questão posteriormente, mas, ainda assim, a entidade manteve a sua decisão inicial.
“Após reunião com a comissão técnica, ficou decidido que ela está fora dos Jogos de Londres. Os motivos são que ela não se apresentou à seleção, por opção própria, após convocação e sequer participou das outras etapas do treinamento, como competições em Copas do Mundo, que são tidas como critério de avaliação e teste das ginastas”, ressaltou o supervisor de seleções da CBG, Klayler Mourthé.
segunda-feira, 2 de julho de 2012
São Paulo vira "Corinthians". Corinthians vira "São Paulo". Inversão de papéis é evidente
O São Paulo era o clube do Centro de Treinamento modelo, um exemplo a ser seguido pelos demais. O Corinthians já tem o seu CT, de primeira qualidade.
O São Paulo era o clube que se orgulhava por ter um estádio. O Corinthians terá o seu (e aqui, neste post, não discutiremos os meios pelos quais chegará a isso, tema amplamente debatido neste espaço não é de hoje).
O São Paulo era o clube que observava boas oportunidades e contratava jogadores úteis sem gastar tanto. O Corinthians tem feito isso melhor do que ninguém.
O São Paulo era o dono da hegemonia no Campeonato Brasileiro. O Corinthians ganhou a Copa do Brasil 2009, brigou pela taça até a última rodada em 2010 e foi campeão nacional em 2011.
O São Paulo era o time brasileiro que lutava no exterior pela Copa Libertadores. O Corinthians poderá ser campeão do certame nesta quarta-feira.
O São Paulo era o clube que apostava, com sucesso, em veteranos como Zizinho, Gérson e Cerezo. Hoje o Corithians aposta em veteranos com bons resultados, casos de Emerson "Sheik" e Danilo.
O Corinthians era o clube que mandava técnico embora, mas manteve Tite mesmo depois da eliminação na Libertadores para o Tolima e com ele ganhou o Brasileiro dez meses depois. O São Paulo não consegue acertar com um técnico desde 2009, quando demitiu Muricy.
O Corinthians era o clube que apostava em zagueiros polêmicos, discutíveis, como Guinei, Gralak e outros. Hoje o São Paulo "brinda" sua torcida com Edson Silva, Paulo Miranda...
O Corinthians era o clube cujo presidente segurava o poder e irritava a oposição pelos métodos, envolvendo interpretações de estatuto. O São Paulo tem o mesmo homem na presidência, hoje, por conta de uma polêmica interpretação do estatuto.
O Corinthians teve em Vicente Matheus um presidente folclórico. O São Paulo tem hoje, em Juvenal Juvêncio, um forte candidato a "Vicente Matheus tricolor".
A inversão de papéis não parece ser mera casualidade.
“Eu seria um bom técnico para o São Paulo”, Juvenal Juvêncio, num momento de rara inspiração que causaria inveja até em Vicente Matheus
O São Paulo era o clube que se orgulhava por ter um estádio. O Corinthians terá o seu (e aqui, neste post, não discutiremos os meios pelos quais chegará a isso, tema amplamente debatido neste espaço não é de hoje).
O São Paulo era o clube que observava boas oportunidades e contratava jogadores úteis sem gastar tanto. O Corinthians tem feito isso melhor do que ninguém.
O São Paulo era o dono da hegemonia no Campeonato Brasileiro. O Corinthians ganhou a Copa do Brasil 2009, brigou pela taça até a última rodada em 2010 e foi campeão nacional em 2011.
O São Paulo era o time brasileiro que lutava no exterior pela Copa Libertadores. O Corinthians poderá ser campeão do certame nesta quarta-feira.
O São Paulo era o clube que apostava, com sucesso, em veteranos como Zizinho, Gérson e Cerezo. Hoje o Corithians aposta em veteranos com bons resultados, casos de Emerson "Sheik" e Danilo.
O Corinthians era o clube que mandava técnico embora, mas manteve Tite mesmo depois da eliminação na Libertadores para o Tolima e com ele ganhou o Brasileiro dez meses depois. O São Paulo não consegue acertar com um técnico desde 2009, quando demitiu Muricy.
O Corinthians era o clube que apostava em zagueiros polêmicos, discutíveis, como Guinei, Gralak e outros. Hoje o São Paulo "brinda" sua torcida com Edson Silva, Paulo Miranda...
O Corinthians era o clube cujo presidente segurava o poder e irritava a oposição pelos métodos, envolvendo interpretações de estatuto. O São Paulo tem o mesmo homem na presidência, hoje, por conta de uma polêmica interpretação do estatuto.
O Corinthians teve em Vicente Matheus um presidente folclórico. O São Paulo tem hoje, em Juvenal Juvêncio, um forte candidato a "Vicente Matheus tricolor".
A inversão de papéis não parece ser mera casualidade.
VIPCOMM
Juvenal Juvencio, 80 anos de idade: no poder desde 2006, sem títulos desde 2008
“Eu seria um bom técnico para o São Paulo”, Juvenal Juvêncio, num momento de rara inspiração que causaria inveja até em Vicente Matheus
Londres 2012: Bonsucesso com rainha, Seedorf, música de Gil para o Timão...
Topo com Gilberto Gil no festival Back2Black, do qual foi embaixador. Gil estava feliz com o sucesso da empreitada que reuniu músicos brasileiros e africanos, no velho mercado de peixes ao lado do rio Tâmisa.
Muita gente importante e boa subiu aos três palcos montados para a ocasião: Arnaldo Antunes, Mart’nália, Melodia, Criolo, Marcelo D2, Jorge Benjor e Emicida, além do próprio Gil. Criolo, por sinal, fez questão de colocar a bandeira do Corinthians no palco, sábado. É apaixonado pelo time.
Sempre gentil, Gil lembrou, durante nosso encontro, que mesmo não sendo corintiano fez em 93 uma música para o Timão e que estará na torcida nesta quarta. Eis a letra de “Curintiá”:
“Ser Corinthiano
É decidir que todo ano
A gente vai sofrer
Se enrolar no pano
Da bandeira e reclamar
Se o time não vencer
Mas de repente o ano é santo
A gente tá no céu
O time é forte, a sorte é grande
O axé tá com a Fiel
O axé tá com a Fiel
Voa suave o Gavião
O axé tá com a Fiel
Bate na trave o coração
Ser Corinthiano
É mergulhar no oceano
Da ilusão que afoga
Não importa o plano
do destino cada jogo
É o coração que joga
Bate na trave a ilusão
Da gente vai que vai
Chutar de novo que o coração
Entra e o grito sai
É Gol!!!
Curintiá!!!
É Gol!!!
Corintimão!!!”
Amigo dos tempos de primário no Colégio São Bento carioca, Eduardo Amaral, o Dudu, está sempre me escrevendo. Principalmente agora que vivo longe, aqui em Londres. E lembra de coisas incríveis.
Desta vez, Dudu, que é um excelente desenhista (adorava fazer caricaturas de times de futebol), cita o grande Nelson Rodrigues a propósito da seleção inglesa de futebol: “É o Bonsucesso com rainha”, dizia o mestre lá pelos anos 70.
Quem conhece os textos de Nelson Rodrigues sobre futebol sabe bem que o exagero é que dava molho a suas crônicas, imperdíveis em ‘O Globo’ e no ‘Jornal dos Sports’. Mas cá entre nós, anos e anos depois, vendo o time inglês na Eurocopa, não é que o mestre tem certa razão!
#########
Seedorf é uma exceção no futebol. Com a bola nos pés, é excelente. Coloca-se bem, ataca, defende e, apesar da idade avançada, é uma joia rara. Ele me chama a atenção mais pelo comportamento fora das quatro linhas.
Educado, elegante, sempre atencioso, Seedorf é um gentleman. Ele passou aqui por Londres, como comentarista da BBC em alguns jogos da fase inicial da Eurocopa, e como sempre esbanjou simpatia e conhecimento.
Há coisas que só acontecem com o Botafogo. Mas essa foi muito boa
Muita gente importante e boa subiu aos três palcos montados para a ocasião: Arnaldo Antunes, Mart’nália, Melodia, Criolo, Marcelo D2, Jorge Benjor e Emicida, além do próprio Gil. Criolo, por sinal, fez questão de colocar a bandeira do Corinthians no palco, sábado. É apaixonado pelo time.
Sempre gentil, Gil lembrou, durante nosso encontro, que mesmo não sendo corintiano fez em 93 uma música para o Timão e que estará na torcida nesta quarta. Eis a letra de “Curintiá”:
“Ser Corinthiano
É decidir que todo ano
A gente vai sofrer
Se enrolar no pano
Da bandeira e reclamar
Se o time não vencer
Mas de repente o ano é santo
A gente tá no céu
O time é forte, a sorte é grande
O axé tá com a Fiel
O axé tá com a Fiel
Voa suave o Gavião
O axé tá com a Fiel
Bate na trave o coração
Ser Corinthiano
É mergulhar no oceano
Da ilusão que afoga
Não importa o plano
do destino cada jogo
É o coração que joga
Bate na trave a ilusão
Da gente vai que vai
Chutar de novo que o coração
Entra e o grito sai
É Gol!!!
Curintiá!!!
É Gol!!!
Corintimão!!!”
Amigo dos tempos de primário no Colégio São Bento carioca, Eduardo Amaral, o Dudu, está sempre me escrevendo. Principalmente agora que vivo longe, aqui em Londres. E lembra de coisas incríveis.
Desta vez, Dudu, que é um excelente desenhista (adorava fazer caricaturas de times de futebol), cita o grande Nelson Rodrigues a propósito da seleção inglesa de futebol: “É o Bonsucesso com rainha”, dizia o mestre lá pelos anos 70.
Quem conhece os textos de Nelson Rodrigues sobre futebol sabe bem que o exagero é que dava molho a suas crônicas, imperdíveis em ‘O Globo’ e no ‘Jornal dos Sports’. Mas cá entre nós, anos e anos depois, vendo o time inglês na Eurocopa, não é que o mestre tem certa razão!
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Seedorf é uma exceção no futebol. Com a bola nos pés, é excelente. Coloca-se bem, ataca, defende e, apesar da idade avançada, é uma joia rara. Ele me chama a atenção mais pelo comportamento fora das quatro linhas.
Educado, elegante, sempre atencioso, Seedorf é um gentleman. Ele passou aqui por Londres, como comentarista da BBC em alguns jogos da fase inicial da Eurocopa, e como sempre esbanjou simpatia e conhecimento.
Há coisas que só acontecem com o Botafogo. Mas essa foi muito boa
Espanha guarda o espetáculo para a final. É a seleção do século
Não bastava a Espanha fazer história como o primeiro time a vencer, consecutivamente, duas Eurocopas e um Mundial. Ela precisava ainda deixar na decisão a marca do espetáculo, algo que lhe foi cobrado ao longo do torneio. O título com um 4 a 0 na final não deixa margem a questionamentos.
Se em vários momentos o time de Vicente del Bosque foi pouco agradável aos olhos durante a campanha - e correu riscos, como nos jogos contra Croácia e Portugal -, na hora de ganhar o título o torcedor foi premiado com uma exibição de gala.
Em grande parte o crescimento espanhol na final se deve ao futebol de Xavi, que ficou escondido ao longo da Eurocopa. Ele participou de todos os gols, dando diretamente duas assistências. Foi o melhor da decisão - e ainda ajudou, e muito, a limitar a influência de Pirlo, o melhor do torneio, marcando a saída de bola italiana.
A Itália não mudou a característica exibida ao longo da campanha e não ficou esperando a Espanha. Procurou marcar no campo inteiro, mas algumas atuações individuais comprometeram. Montolivo e Marchisio não conseguiram se envolver no jogo o suficiente, e Chiellini, antes de sair machucado, esteve mal posicionado na bela jogada do primeiro gol.
Tal como na final da Copa de 1998, um time saía com dois gols de desvantagem no primeiro tempo. E, apesar de buscar forças para reagir na segunda etapa, parecia evidente que não era possível.
A lesão de Thiago Motta após a última alteração feita por Cesare Prandelli acabou por matar as esperanças italianas e propiciar a goleada à Espanha - com direito ao gol de Fernando Torres que lhe valeu a Chuteira de Ouro do torneio.
O placar da final não pode diminuir a grande campanha italiana, que saiu do fiasco de 2010 para se transformar novamente em uma seleção forte e competitiva. As bases para um bom trabalho visando a Copa do Mundo de 2014 estão montadas.
Mas a seleção do século até aqui, não só pelas impressionantes conquistas, mas por estilo e pelo que representa para uma geração, é a Espanha. As outras que corram atrás. O bonde passa, e quem quiser apenas contar as estrelas na camisa corre o risco de ver a distância aumentar.
Se em vários momentos o time de Vicente del Bosque foi pouco agradável aos olhos durante a campanha - e correu riscos, como nos jogos contra Croácia e Portugal -, na hora de ganhar o título o torcedor foi premiado com uma exibição de gala.
Em grande parte o crescimento espanhol na final se deve ao futebol de Xavi, que ficou escondido ao longo da Eurocopa. Ele participou de todos os gols, dando diretamente duas assistências. Foi o melhor da decisão - e ainda ajudou, e muito, a limitar a influência de Pirlo, o melhor do torneio, marcando a saída de bola italiana.
A Itália não mudou a característica exibida ao longo da campanha e não ficou esperando a Espanha. Procurou marcar no campo inteiro, mas algumas atuações individuais comprometeram. Montolivo e Marchisio não conseguiram se envolver no jogo o suficiente, e Chiellini, antes de sair machucado, esteve mal posicionado na bela jogada do primeiro gol.
Tal como na final da Copa de 1998, um time saía com dois gols de desvantagem no primeiro tempo. E, apesar de buscar forças para reagir na segunda etapa, parecia evidente que não era possível.
A lesão de Thiago Motta após a última alteração feita por Cesare Prandelli acabou por matar as esperanças italianas e propiciar a goleada à Espanha - com direito ao gol de Fernando Torres que lhe valeu a Chuteira de Ouro do torneio.
O placar da final não pode diminuir a grande campanha italiana, que saiu do fiasco de 2010 para se transformar novamente em uma seleção forte e competitiva. As bases para um bom trabalho visando a Copa do Mundo de 2014 estão montadas.
Mas a seleção do século até aqui, não só pelas impressionantes conquistas, mas por estilo e pelo que representa para uma geração, é a Espanha. As outras que corram atrás. O bonde passa, e quem quiser apenas contar as estrelas na camisa corre o risco de ver a distância aumentar.
domingo, 1 de julho de 2012
Brasilerão Série C
| 16h00 Santa Cruz-PE 1x1 Guarany de Sobral |
| 16h00 Cuiabá-MT 0x0 Icasa |
| 17h00 Fortaleza 0x0 Águia de Marabá |
| 19h00 Caxias 0x4 Macaé |
Brasileirão Série A
| 16h00 Portuguesa 0x0 Santos |
| 16h00 Coritiba 2x3 Sport |
| 16h00 Bahia 1x1 Internacional |
| 18h30 Flamengo 3x2 Atlético-GO |
| 18h30 Palmeiras 3x1 Figueirense |
| 18h30 Grêmio 0x1 Atlético-MG |
Brasilerão Série D
| 15h00 Friburguense 1x0 Volta Redonda |
| 15h30 Arapongas 0x0 Mirassol |
| 15h30 Juventude 1x0 Brasil de Pelotas |
| 16h00 Horizonte-CE 0x0 Baraúnas-RN |
| 16h00 Ceilândia 3x2 CENE-MS |
| 16h00 Remo 4x2 Penarol-AM |
| 16h00 Vitória da Conquista 1x1 Feirense-BA |
| 16h00 Sousa-PB 2x1 Itabaiana |
| 16h00 CRAC-GO 3x0 Aparecidense |
| 17h00 Sampaio Correa-MA 4x0 Comercial-PI |
| 17h00 Cerâmica 3x1 Marcílio Dias-SC |
| 19h00 Atlético Acreano x Náutico-RR Adiado |
sábado, 30 de junho de 2012
Brasilerão Série B
| 16h20 Atlético-PR 0x0 Bragantino |
| 16h20 Criciúma 2x0 CRB |
| 16h20 São Caetano 1x1 Paraná Clube |
| 16h20 Vitória 2x0 Avaí |
| 21h00 Boa 0x0 Joinville |
Brasileirão Série A
| 16h20 Cruzeiro 2x3 São Paulo |
| 16h20 Náutico 0x2 Fluminense |
| 18h30 Vasco 3x2 Ponte Preta |
Brasilerão Série C
| 15h00 Madureira 1x0 Brasiliense-DF |
| 15h30 Santo André 0x0 Chapecoense |
| 16h00 Vila Nova-GO 4x1 Oeste |
| 16h00 Tupi 0x2 Duque de Caxias |
Informações e palpites para a sétima rodada do Brasileirão
NÁUTICO x FLUMINENSE
Sábado, Aflitos, 16h20NÁUTICO – Problemas – Araújo (empresatado pelo Fluminense), Rhayner (machucado, dúvida), Auremir (machucado, dúvida) – Time provável (4-2-3-1) – Felipe, Alessandro, Ronaldo Alves, Márcio Rozário e Lúcio; Derlei e Elicarlos; Rhayner (Ramirez), Souza e Martinez; Kim. Técnico: Alexandre Gallo
FLUMINENSE – Problemas – Deco (poupado de treino), Fred (machucado), Rafael Moura (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Diego Cavalieri, Bruno, Gum, Ânderson e Carlinhos; Edinho e Jean; Thiago Neves, Wágner e Wellington Nem; Samuel. Técnico: Abel Braga
CURIOSIDADE – No último encontro entre os dois clubes, nos Aflitos, em 2009, empate por 1 x 1.
PALPITE – Empate
ARBITRAGEM – Evandro Rogério Roman (PR); Alessandro Rocha de Mattos, Pedro Santos e Araújo
CRUZEIRO x SÃO PAULO
Sábado, Independência, 16h20CRUZEIRO – Problemas – Matheus (terceiro cartão), Anselmo Ramon (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Fábio, Léo, Victorino, Rafael Nonato e Éverton; Leandro Guerreiro e Charles; Tinga, Montillo e Fabinho; Wellington Paulista. Técnico: Celso Roth
SÃO PAULO – Problemas – Nenhum – Time provável (3-4-1-2) - Dênis, João Filipe, Rhodolfo e Édson Silva; Douglas, Maicon, Denílson e Cortez; Jádson; Lucas e Luís Fabiano. Técnico: Mílton Cruz (interino)
CURIOSIDADE – Ano passado, empate por 3 x 3 entre Cruzeiro e São Paulo, na Arena do Jacaré
PALPITE – Empate
ARBITRAGEM – Marcelo de Lima Henrique (RJ); Dibert Pedrosa Moisés, Rodrigo Pereira Joia
VASCO x PONTE PRETA
Sábado, São Januário, 18h30VASCO – Problemas – Rodolfo (machucado), Thiago Feltri (machucado), Juninho Pernambucano (machucado, dúvida) – Time provável (4-2-3-1) – Fernando Prass, Fágner, Dedé, Renato Silva e Felipe; Nílton e Felipe Bastos; Éder Luís, Carlos Alberto e Diego Souza; Alecsandro. Técnico: Cristóvão Borges
PONTE PRETA – Problemas – Nenhum – Time provável (4-3-1-2) – Édson Bastos, Cicinho, Ferrron, Tiago Alves e João Paulo; João Paulo Silva, Renê Júnior, Baraka e Nikão; André Luís e Roger. Técnico: Gílson Kleina
CURIOSIDADE – Em 2006, último confronto em São Januário contra a Ponte Preta, o Vasco empatou por 2 x 2.
PALPITE – Vasco
ARBITRAGEM – Fabrício Neves Corrêa (RS), Altemir Haussmann, José Javel Silveira
PORTUGUESA x SANTOS
Domingo, Canindé, 16hPORTUGUESA – Problemas – Luís Ricardo (terceiro cartão) – Time provável (3-5-2) – Dida, Gustavo, Lima e Rogério; Alê, Moisés, Léo Silva, Guilherme e Ivan; Diego Viana e Vandinho. Técnico: Geninho
SANTOS – Problemas – Ganso (recuperação, poupado do último treino) – Time provável (4-2-3-1) - Rafael, Wesley Douglas, Edu Dracena, Durval e Léo; Henrique e Arouca; Elano, Ganso e Neymar; Borges. Técnico: Muricy Ramalho
CURIOSIDADE – Geninho enfrenta o clube que o projetou como técnico e pelo qual disputou seu primeiro Brasileiro como treinador, em 1987.
PALPITE - Santos
ARBITRAGEM –Raphael Claus (SP); Marcelo Carvalho Van Gasse, Daniel Paulo Ziolli
CORITIBA x SPORT
Domingo, Couto Pereira, 16hCORITIBA – Problemas – Roberto (dores musculares). Deve jogar com time reserva – Time provável (4-2-3-1) – Victor Brasil, Jonas, Démerson, Lucas Claro e Eltinho; Júnior Urso e Chico; Robinho, Tcheco e Lincoln; Marcel. Técnico: Marcelo Oliveira
SPORT – Problemas – Thiaguinho (dispensado), Renato (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Magrão, Moacir, Bruno Aguiar, Edcarlos e Reinaldo; Tóbi e Rivaldo; Marquinhos Paraná, Henrique e Marquinhos Gabriel; Felipe Azevedo. Técnico: Vágner Mancini
CURIOSIDADE – O Coritiba x Sport mais famoso da história foi o empate por 0 x 0 em 1985, que classificou o Coxa para as semifinais do Campeonato Brasileiro contra o Atlético Mineiro. Naquele ano, o Coritiba foi campeão.
PALPITE – Coritiba
ARBITRAGEM – Wílson Luiz Seneme (SP); Vicente Romano Neto, Gustavo Rodrigues de Oliveira
BAHIA x INTERNACIONAL
Domingo, Pituaçu, 16hBAHIA – Problemas – Souza (machucado), Ávine (machucado, dúvida) – Time provável (4-2-3-1) – Marcelo Lomba, Fabinho, Danny Morais, Titi e Hélder; Diones e Fahel; Mancini, Elias e Gabriel; Jones Carioca. Técnico: Paulo Roberto Falcão
INTERNACIONAL – Problemas – Dagoberto (terceiro cartão), Kléber (machucado, dúvida) – Time provável (4-2-3-1) - Muriel, Nei, Índio, Bolívar e Kléber; Guiñazú e Élton; D’Alessandro, Oscar e Jajá; Leandro Damião. Técnico: Dorival Júnior
CURIOSIDADE – É a primeira vez que Paulo Roberto Falcão vai dirigir um clube contra o Internacional.
PALPITE – Bahia
ARBITRAGEM – Sandro Meira Ricci (DF); Roberto Braatz, Griselildo de Souza Dantas
FLAMENGO x ATLÉTICO GOIANIENSE
Domingo, Engenhão, 18h30FLAMENGO – Problemas - Aírton (terceiro cartão) – Time provável (4-3-1-2) - Paulo Victor, Wellington Silva, Marlon, Marcos González e Magal; Amaral, Luís Antônio, Renato e Íbson; Diego Maurício e Vágner Love. Técnico: Joel Santana
ATLÉTICO GOIANIENSE – Problemas – Nenhum – Time provável (4-3-1-2) – Márcio, Marcos, Gílson, Gabriel e Eron; Pituca, Joílson, Ernandes e Bida; Felipe e Wesley. Técnico: Hélio dos Anjos
CURIOSIDADE – Hélio dos Anjos era o terceiro goleiro do Flamengo na campanha do título brasileiro de 1980.
PALPITE – Flamengo
ARBITRAGEM – Héber Roberto Lopes (PR); Ivan Carlos Bohn, José Carlos Dias Passos
PALMEIRAS x FIGUEIRENSE
Domingo, Arena Barueri, 18h30PALMEIRAS – Problemas – Nenhum, mas Felipão jogará com reservas – Time provável (4-2-3-1) – Deola, Cicinho, Leandro Amaro, Thiago Heleno e Fernandinho; Henrique e Márcio Araújo; Patrik, Daniel Carvalho e Maykon Leite; Betinho. Técnico: Luiz Felipe
FIGUEIRENSE – Problemas – Ygor (em negociação com o Internacional) – Time provável (4-3-1-2) – Wílson, Coutinho, Ânderson Conceição, Canuto e Guilherme Santos; Doriva, Túlio e Almir; Caio, Júlio César e Aloísio. Técnico: Argel Fucks
CURIOSIDADE – Ano passado, o Palmeiras perdeu para o Figueirense por 2 x 0, no Canindé.
PALPITE – Palmeiras
ARBITRAGEM – Francisco Carlos Nascimento (AL); Bruno Boschillia, Carlos Jorge Titara da Rocha
GRÊMIO x ATLÉTICO
Domingo, Olímpcio, 18h30GRÊMIO – Problemas – Werley (emprestado pelo Atlético), Pará (machucado), Fábio Aurélio (falta liberação, dúvida), Naldo (machucado) – Time provável (4-3-1-2) – Victor, Tony, Gilberto Silva, Vílson e Edílson; Fernando, Souza, Léo Gago e Zé Roberto; Kléber e Marcelo Moreno. Técnico: Vanderlei Luxemburgo
ATLÉTICO – Problemas – Guilherme (recuperação física), Réver (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Giovanni, Serginho, Rafael Marques, Leonardo Silva e Júnior César; Pierre e Leandro Donizete; Danilinho, Ronaldinho Gaúcho e Bernard; Jô. Técnico: Cuca
CURIOSIDADE – Cuca enfrenta o time que jog
PALPITE – Atlético
ARBITRAGEM – Paulo César Oliveira (SP); Émerson Augusto de Carvalho, Ânderson Moraes Coelho
Sábado, Aflitos, 16h20NÁUTICO – Problemas – Araújo (empresatado pelo Fluminense), Rhayner (machucado, dúvida), Auremir (machucado, dúvida) – Time provável (4-2-3-1) – Felipe, Alessandro, Ronaldo Alves, Márcio Rozário e Lúcio; Derlei e Elicarlos; Rhayner (Ramirez), Souza e Martinez; Kim. Técnico: Alexandre Gallo
FLUMINENSE – Problemas – Deco (poupado de treino), Fred (machucado), Rafael Moura (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Diego Cavalieri, Bruno, Gum, Ânderson e Carlinhos; Edinho e Jean; Thiago Neves, Wágner e Wellington Nem; Samuel. Técnico: Abel Braga
CURIOSIDADE – No último encontro entre os dois clubes, nos Aflitos, em 2009, empate por 1 x 1.
PALPITE – Empate
ARBITRAGEM – Evandro Rogério Roman (PR); Alessandro Rocha de Mattos, Pedro Santos e Araújo
CRUZEIRO x SÃO PAULO
Sábado, Independência, 16h20CRUZEIRO – Problemas – Matheus (terceiro cartão), Anselmo Ramon (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Fábio, Léo, Victorino, Rafael Nonato e Éverton; Leandro Guerreiro e Charles; Tinga, Montillo e Fabinho; Wellington Paulista. Técnico: Celso Roth
SÃO PAULO – Problemas – Nenhum – Time provável (3-4-1-2) - Dênis, João Filipe, Rhodolfo e Édson Silva; Douglas, Maicon, Denílson e Cortez; Jádson; Lucas e Luís Fabiano. Técnico: Mílton Cruz (interino)
CURIOSIDADE – Ano passado, empate por 3 x 3 entre Cruzeiro e São Paulo, na Arena do Jacaré
PALPITE – Empate
ARBITRAGEM – Marcelo de Lima Henrique (RJ); Dibert Pedrosa Moisés, Rodrigo Pereira Joia
VASCO x PONTE PRETA
Sábado, São Januário, 18h30VASCO – Problemas – Rodolfo (machucado), Thiago Feltri (machucado), Juninho Pernambucano (machucado, dúvida) – Time provável (4-2-3-1) – Fernando Prass, Fágner, Dedé, Renato Silva e Felipe; Nílton e Felipe Bastos; Éder Luís, Carlos Alberto e Diego Souza; Alecsandro. Técnico: Cristóvão Borges
PONTE PRETA – Problemas – Nenhum – Time provável (4-3-1-2) – Édson Bastos, Cicinho, Ferrron, Tiago Alves e João Paulo; João Paulo Silva, Renê Júnior, Baraka e Nikão; André Luís e Roger. Técnico: Gílson Kleina
CURIOSIDADE – Em 2006, último confronto em São Januário contra a Ponte Preta, o Vasco empatou por 2 x 2.
PALPITE – Vasco
ARBITRAGEM – Fabrício Neves Corrêa (RS), Altemir Haussmann, José Javel Silveira
PORTUGUESA x SANTOS
Domingo, Canindé, 16hPORTUGUESA – Problemas – Luís Ricardo (terceiro cartão) – Time provável (3-5-2) – Dida, Gustavo, Lima e Rogério; Alê, Moisés, Léo Silva, Guilherme e Ivan; Diego Viana e Vandinho. Técnico: Geninho
SANTOS – Problemas – Ganso (recuperação, poupado do último treino) – Time provável (4-2-3-1) - Rafael, Wesley Douglas, Edu Dracena, Durval e Léo; Henrique e Arouca; Elano, Ganso e Neymar; Borges. Técnico: Muricy Ramalho
CURIOSIDADE – Geninho enfrenta o clube que o projetou como técnico e pelo qual disputou seu primeiro Brasileiro como treinador, em 1987.
PALPITE - Santos
ARBITRAGEM –Raphael Claus (SP); Marcelo Carvalho Van Gasse, Daniel Paulo Ziolli
CORITIBA x SPORT
Domingo, Couto Pereira, 16hCORITIBA – Problemas – Roberto (dores musculares). Deve jogar com time reserva – Time provável (4-2-3-1) – Victor Brasil, Jonas, Démerson, Lucas Claro e Eltinho; Júnior Urso e Chico; Robinho, Tcheco e Lincoln; Marcel. Técnico: Marcelo Oliveira
SPORT – Problemas – Thiaguinho (dispensado), Renato (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Magrão, Moacir, Bruno Aguiar, Edcarlos e Reinaldo; Tóbi e Rivaldo; Marquinhos Paraná, Henrique e Marquinhos Gabriel; Felipe Azevedo. Técnico: Vágner Mancini
CURIOSIDADE – O Coritiba x Sport mais famoso da história foi o empate por 0 x 0 em 1985, que classificou o Coxa para as semifinais do Campeonato Brasileiro contra o Atlético Mineiro. Naquele ano, o Coritiba foi campeão.
PALPITE – Coritiba
ARBITRAGEM – Wílson Luiz Seneme (SP); Vicente Romano Neto, Gustavo Rodrigues de Oliveira
BAHIA x INTERNACIONAL
Domingo, Pituaçu, 16hBAHIA – Problemas – Souza (machucado), Ávine (machucado, dúvida) – Time provável (4-2-3-1) – Marcelo Lomba, Fabinho, Danny Morais, Titi e Hélder; Diones e Fahel; Mancini, Elias e Gabriel; Jones Carioca. Técnico: Paulo Roberto Falcão
INTERNACIONAL – Problemas – Dagoberto (terceiro cartão), Kléber (machucado, dúvida) – Time provável (4-2-3-1) - Muriel, Nei, Índio, Bolívar e Kléber; Guiñazú e Élton; D’Alessandro, Oscar e Jajá; Leandro Damião. Técnico: Dorival Júnior
CURIOSIDADE – É a primeira vez que Paulo Roberto Falcão vai dirigir um clube contra o Internacional.
PALPITE – Bahia
ARBITRAGEM – Sandro Meira Ricci (DF); Roberto Braatz, Griselildo de Souza Dantas
FLAMENGO x ATLÉTICO GOIANIENSE
Domingo, Engenhão, 18h30FLAMENGO – Problemas - Aírton (terceiro cartão) – Time provável (4-3-1-2) - Paulo Victor, Wellington Silva, Marlon, Marcos González e Magal; Amaral, Luís Antônio, Renato e Íbson; Diego Maurício e Vágner Love. Técnico: Joel Santana
ATLÉTICO GOIANIENSE – Problemas – Nenhum – Time provável (4-3-1-2) – Márcio, Marcos, Gílson, Gabriel e Eron; Pituca, Joílson, Ernandes e Bida; Felipe e Wesley. Técnico: Hélio dos Anjos
CURIOSIDADE – Hélio dos Anjos era o terceiro goleiro do Flamengo na campanha do título brasileiro de 1980.
PALPITE – Flamengo
ARBITRAGEM – Héber Roberto Lopes (PR); Ivan Carlos Bohn, José Carlos Dias Passos
PALMEIRAS x FIGUEIRENSE
Domingo, Arena Barueri, 18h30PALMEIRAS – Problemas – Nenhum, mas Felipão jogará com reservas – Time provável (4-2-3-1) – Deola, Cicinho, Leandro Amaro, Thiago Heleno e Fernandinho; Henrique e Márcio Araújo; Patrik, Daniel Carvalho e Maykon Leite; Betinho. Técnico: Luiz Felipe
FIGUEIRENSE – Problemas – Ygor (em negociação com o Internacional) – Time provável (4-3-1-2) – Wílson, Coutinho, Ânderson Conceição, Canuto e Guilherme Santos; Doriva, Túlio e Almir; Caio, Júlio César e Aloísio. Técnico: Argel Fucks
CURIOSIDADE – Ano passado, o Palmeiras perdeu para o Figueirense por 2 x 0, no Canindé.
PALPITE – Palmeiras
ARBITRAGEM – Francisco Carlos Nascimento (AL); Bruno Boschillia, Carlos Jorge Titara da Rocha
GRÊMIO x ATLÉTICO
Domingo, Olímpcio, 18h30GRÊMIO – Problemas – Werley (emprestado pelo Atlético), Pará (machucado), Fábio Aurélio (falta liberação, dúvida), Naldo (machucado) – Time provável (4-3-1-2) – Victor, Tony, Gilberto Silva, Vílson e Edílson; Fernando, Souza, Léo Gago e Zé Roberto; Kléber e Marcelo Moreno. Técnico: Vanderlei Luxemburgo
ATLÉTICO – Problemas – Guilherme (recuperação física), Réver (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Giovanni, Serginho, Rafael Marques, Leonardo Silva e Júnior César; Pierre e Leandro Donizete; Danilinho, Ronaldinho Gaúcho e Bernard; Jô. Técnico: Cuca
CURIOSIDADE – Cuca enfrenta o time que jog
PALPITE – Atlético
ARBITRAGEM – Paulo César Oliveira (SP); Émerson Augusto de Carvalho, Ânderson Moraes Coelho
VIDIOS
O Flamengo procurou representantes do meia Diego "Cachete" Morales, vice-campeão argentino pelo Tigre. O clube recebeu a oferta de outro "enganche", esse mais armador, menos ofensivo, Victor Figueroa, do Newell's Old Boys. Mas esbarra na falta de credibilidade no mercado. A fama de clube que não costuma pagar em dia compromissos assumidos é conhecida. E isso tem atrapalhado.
Vice-campeão argentino, Morales tem 25 anos e começou no Chacarita Juniors. Desde 2010 veste a camisa do Tigre e foi relacionado para o confronto entre Argentina e Brasil, em Córdoba, no ano passado, um dos famosos "Superclásicos de las Américas". Figueroa tem 28 anos e também foi revelado pelos "Funebreros'. Desde 2011 defende o Newell's Old Boys.
Segundo a imprensa argentina, o meia Héctor Canteros, do Vélez Sarsfield, também estaria nos planos rubro-negros. Ele foi revelado pelo próprio "Fortín" e joga entre os profissionais desde 2008. Tem 23 anos e atua como meia, mais pela direita. Gosta de passes longos e é muito promissor. O técnico da Argentina, Alessandro Sabella, o convocou para os jogos contra o Brasil no ano passado.
Veja um gol de Morales contra o Boca Juniors
Aqui um gol de Figueroa contra o Tigre
Confira lances de Canteros contra o Brasil em 2011
Vice-campeão argentino, Morales tem 25 anos e começou no Chacarita Juniors. Desde 2010 veste a camisa do Tigre e foi relacionado para o confronto entre Argentina e Brasil, em Córdoba, no ano passado, um dos famosos "Superclásicos de las Américas". Figueroa tem 28 anos e também foi revelado pelos "Funebreros'. Desde 2011 defende o Newell's Old Boys.
Segundo a imprensa argentina, o meia Héctor Canteros, do Vélez Sarsfield, também estaria nos planos rubro-negros. Ele foi revelado pelo próprio "Fortín" e joga entre os profissionais desde 2008. Tem 23 anos e atua como meia, mais pela direita. Gosta de passes longos e é muito promissor. O técnico da Argentina, Alessandro Sabella, o convocou para os jogos contra o Brasil no ano passado.
Veja um gol de Morales contra o Boca Juniors
Aqui um gol de Figueroa contra o Tigre
Confira lances de Canteros contra o Brasil em 2011
VIDEOBLOG LONDRES 2012: Chegar a Wimbledon não é fácil, ingresso é caro, mas público comparece
O Grand Slam inglês de Wimbledon recebe um grande público, que tem a chance não só de assistir aos jogos, mas de encontrar com seus ídolos, beber, comer e fazer compras. Porém, chegar até o local das partidas não é fácil: o caminho é longo e demorado. Além disso, o preço dos ingressos não é barato, e para muitos serviços, há fila. Após um dia em Wimbledon, veio uma conclusão sobre o torneio: tudo é muito legal, mas de perto, como diria Caetano Veloso, ninguém é normal.
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sexta-feira, 29 de junho de 2012
Pirlo, Balotelli e Buffon deixam Alemanha no chão
Lembra-se daquela máxima de que "futebol é um jogo de onze em cada time e que, no final, os alemães vencem"? Se tem um momento em que ela falha, é quando a Itália está do outro lado. Mais uma vez, a Azzurra levou a melhor no clássico europeu, classificando-se para a final da Eurocopa graças a uma série de atuações inspiradas.
Mesmo com os dois gols de Mario Balotelli, Andrea Pirlo foi eleito o melhor em campo pela Uefa. Não por acaso: conseguiu ditar o ritmo da partida mais uma vez, mesmo com o técnico Joachim Löw armando a Alemanha pensando em limitar suas ações. Reus, que estava com moral elevado após o jogo contra a Grécia, saiu do time e viu entrar Kroos, que deveria ajudar o time a ganhar o controle do meio.
Não foi o que aconteceu. A Itália, que não usa pontas e por isso gosta de um jogo mais central, viu a partida ficar à sua feição. Pirlo teve todo o espaço para fazer o lançamento para Chiellini no lance do primeiro gol. Cassano recebeu a bola, passou como quis por Hummels (em rara falha em seu bom torneio) e cruzou para Balotelli se antecipar a Badstuber.
Depois, coube a Montolivo fazer um lançamento perfeito de 40 metros para Balotelli ampliar a vantagem com uma conclusão indefensável. O meia, que defenderá o Milan na próxima temporada, usou seu pé direito, o mesmo que leva uma chuteira com a bandeira alemã, país de sua mãe. No lance, Lahm falhou duplamente: ao dar condição a Balotelli e perdê-lo de vista.
Balotelli, que tirou a camisa para celebrar o gol (em possível alusão à incrivelmente infeliz charge da Gazzetta dello Sport que o retratava como King Kong), recompensou a confiança de Cesare Prandelli, depois de tantas dúvidas sobre sua capacidade de manter os nervos no lugar na hora de uma decisão.
Antes de abrir 2 a 0, porém, a Itália contou com as defesas de Gianluigi Buffon. Sem espalhafato, mas sempre bem colocado para fazer as defesas, o juventino mostrou porque é o maior goleiro de sua geração - e possivelmente o maior a surgir nos últimos 30 anos.
As alterações desesperadas de Löw no segundo tempo não bastaram para que a Alemanha desse a impressão de que poderia reagir. Schweinsteiger, apagado, decepcionado. As inúmeras chances perdidas pela Itália evitaram uma goleada e garantiram um final dramático, após o pênalti convertido por Özil.
Para a Alemanha, aumenta o jejum de conquistas que já dura desde 1996, e desta vez não bastará dizer que o time teve momentos inspirados de futebol. O que conta, para um país de tanta tradição futebolística, é a vitória. O consolo - que não serve para hoje, mas para o futuro - é saber que vários destes jogadores têm muita estrada a percorrer, e a equipe continuará forte.
No domingo, Itália e Espanha ficarão frente a frente pelo título e, por mais estranho que isso pudesse soar no passado, agora é fato: o futebol dos italianos é o mais atraente. O pragmatismo está do outro lado. Na fase de grupos, um grande jogo no empate por 1 a 1. Favoritismo para a decisão? Impossível.
Mas uma coisa é certa: aconteça o que acontecer no domingo, Pirlo é o melhor jogador do torneio
Mesmo com os dois gols de Mario Balotelli, Andrea Pirlo foi eleito o melhor em campo pela Uefa. Não por acaso: conseguiu ditar o ritmo da partida mais uma vez, mesmo com o técnico Joachim Löw armando a Alemanha pensando em limitar suas ações. Reus, que estava com moral elevado após o jogo contra a Grécia, saiu do time e viu entrar Kroos, que deveria ajudar o time a ganhar o controle do meio.
Não foi o que aconteceu. A Itália, que não usa pontas e por isso gosta de um jogo mais central, viu a partida ficar à sua feição. Pirlo teve todo o espaço para fazer o lançamento para Chiellini no lance do primeiro gol. Cassano recebeu a bola, passou como quis por Hummels (em rara falha em seu bom torneio) e cruzou para Balotelli se antecipar a Badstuber.
Depois, coube a Montolivo fazer um lançamento perfeito de 40 metros para Balotelli ampliar a vantagem com uma conclusão indefensável. O meia, que defenderá o Milan na próxima temporada, usou seu pé direito, o mesmo que leva uma chuteira com a bandeira alemã, país de sua mãe. No lance, Lahm falhou duplamente: ao dar condição a Balotelli e perdê-lo de vista.
Balotelli, que tirou a camisa para celebrar o gol (em possível alusão à incrivelmente infeliz charge da Gazzetta dello Sport que o retratava como King Kong), recompensou a confiança de Cesare Prandelli, depois de tantas dúvidas sobre sua capacidade de manter os nervos no lugar na hora de uma decisão.
Antes de abrir 2 a 0, porém, a Itália contou com as defesas de Gianluigi Buffon. Sem espalhafato, mas sempre bem colocado para fazer as defesas, o juventino mostrou porque é o maior goleiro de sua geração - e possivelmente o maior a surgir nos últimos 30 anos.
As alterações desesperadas de Löw no segundo tempo não bastaram para que a Alemanha desse a impressão de que poderia reagir. Schweinsteiger, apagado, decepcionado. As inúmeras chances perdidas pela Itália evitaram uma goleada e garantiram um final dramático, após o pênalti convertido por Özil.
Para a Alemanha, aumenta o jejum de conquistas que já dura desde 1996, e desta vez não bastará dizer que o time teve momentos inspirados de futebol. O que conta, para um país de tanta tradição futebolística, é a vitória. O consolo - que não serve para hoje, mas para o futuro - é saber que vários destes jogadores têm muita estrada a percorrer, e a equipe continuará forte.
No domingo, Itália e Espanha ficarão frente a frente pelo título e, por mais estranho que isso pudesse soar no passado, agora é fato: o futebol dos italianos é o mais atraente. O pragmatismo está do outro lado. Na fase de grupos, um grande jogo no empate por 1 a 1. Favoritismo para a decisão? Impossível.
Mas uma coisa é certa: aconteça o que acontecer no domingo, Pirlo é o melhor jogador do torneio
Resultado excelente para o Corinthians, que não jogou bem e precisa fazer mais
Para o Corinthians o resultado foi bom. Bom não, ótimo, aliás, excelente. O time brasileiro não apresentou futebol compatível com o 1 a 1, especialmente pelo segundo tempo, quando permitiu ao Boca Juniors dar as cartas e dominar as ações com um Riquelme boa parte do tempo solto, à vontade. Empatou graças ao talento do trio Paulinho-Emerson-Romarinho e pelo ótimo desempenho defensivo, com destaque para um primoroso Leandro Castan.
O Corinthians não marcou no campo de ataque como Tite prometera. Isso aconteceu poucas vezes nos 90 minutos. Na etapa final o Boca empurrou os corintianos para o próprio campo e fez seu jogo característico, costurando, tocando, buscando o espaço. O gol saiu na bola parada, mas houve mais chances, com direito a bola na trave, e um volume de jogo superior. O empate é para o corintiano comemorar, a atuação não. É preciso jogar mais na quarta-feira que vem.
As atuações de Santiago Silva e principalmente Mouche mascaram o bom futebol apresentado por Riquelme. “El Diez” jogou muito bem, mesmo sem ser tão brilhante quanto pode ser e já foi tantas vezes. Ele ainda é capaz de desequilibrar. Por essas e outras, Tite precisará fazer com que seu time acerte a marcação no principal jogador adversário e agrida mais no Pacaembu, diferentemente do que vimos no primeiro tempo diante do Santos, por exemplo.
Nesse Corinthians meio "Chelsea", Romarinho foi o verdadeiro "Drogbinha", veio do banco e ofereceu a opção ofensiva que faltava. Declarações equilibradas de jogadores experientes como Alex e Emerson após a peleja reforçam a tese da necessidade de um futebol melhor na finalíssima. Não há há motivos para festejar, de um lado, tampouco do outro. Sobram motivos para se preocupar, de um lado e do outro. Não haverá favorito no duelo da quarta-feira que vem.
Rankings
Passes certos:
Riquelme 64
Clemente Rodríguez 41
Ledesma 37
Alessandro 33
Desarmes certos:
Somoza 6
Alessandro 5
Leandro Castan 5
Ledesma 4
Cruzamentos certos:
Riquelme 3
Danilo 2
Clemente Rodríguez 2
Finalizações certas:Santiago Silva 2
Fonte: Footstats
O Corinthians não marcou no campo de ataque como Tite prometera. Isso aconteceu poucas vezes nos 90 minutos. Na etapa final o Boca empurrou os corintianos para o próprio campo e fez seu jogo característico, costurando, tocando, buscando o espaço. O gol saiu na bola parada, mas houve mais chances, com direito a bola na trave, e um volume de jogo superior. O empate é para o corintiano comemorar, a atuação não. É preciso jogar mais na quarta-feira que vem.
As atuações de Santiago Silva e principalmente Mouche mascaram o bom futebol apresentado por Riquelme. “El Diez” jogou muito bem, mesmo sem ser tão brilhante quanto pode ser e já foi tantas vezes. Ele ainda é capaz de desequilibrar. Por essas e outras, Tite precisará fazer com que seu time acerte a marcação no principal jogador adversário e agrida mais no Pacaembu, diferentemente do que vimos no primeiro tempo diante do Santos, por exemplo.
Nesse Corinthians meio "Chelsea", Romarinho foi o verdadeiro "Drogbinha", veio do banco e ofereceu a opção ofensiva que faltava. Declarações equilibradas de jogadores experientes como Alex e Emerson após a peleja reforçam a tese da necessidade de um futebol melhor na finalíssima. Não há há motivos para festejar, de um lado, tampouco do outro. Sobram motivos para se preocupar, de um lado e do outro. Não haverá favorito no duelo da quarta-feira que vem.
Rankings
Passes certos:
Riquelme 64
Clemente Rodríguez 41
Ledesma 37
Alessandro 33
Desarmes certos:
Somoza 6
Alessandro 5
Leandro Castan 5
Ledesma 4
Cruzamentos certos:
Riquelme 3
Danilo 2
Clemente Rodríguez 2
Finalizações certas:Santiago Silva 2
Fonte: Footstats
Reuters
O "filho" de Romário
É o que alguns jornais argentinos publicaram. O Corinthians foi a Buenos Aires com o “filho” de Romário na delegação, o dono da virada sobre o Palmeiras, no domingo.
Descobrir que aquele garoto de 21 anos, de cabelo espetado, não era o filho do rei da área deve ter sido uma tremenda decepção, além de um erro de informação.
O gol, entretanto, deixou algumas dúvidas.
Romarinho parece ainda não entender o que está acontecendo. Como quem disputa um Bragantino x Mogi Mirim, entrou aos 40 minutos do segundo tempo e tocou por cima do goleiro para empatar, aos 42.
O futebol tem dessas coisas. O Corinthians não estava bem. Não marcava como de costume e permitia a Riquelme circular de um lado para o outro.
O camisa 10 argentino escapava da marcação e fazia o que se esperava dele, o passe.
É preciso entender também que havia uma instituição de dez finais de Libertadores contra o peso da ansiedade corintiana. Não é simples enfrentá-la.
A equipe de Tite não conseguiu adiantar a marcação porque o Boca simplesmente não saia jogando, tocando a bola a partir da defesa.
A transição ao ataque era feita por bolas longas. Então, marcar a quem? Se o time subisse muito, seria batido em velocidade. Ofereceria espaço.
É uma estratégia, também adotada pelo Corinthians. A bola é lançada em direção à defesa contrária, o time avança um pouco e tenta ganhar a segunda bola. Se recuperá-la, evita o risco e a pressão na última linha.
Chicão deveria ter sido expulso por ter colocado a mão na bola antes do gol argentino? Se tivesse evitado o gol, sim. Não foi o caso.
O empate é bom resultado, mas ainda não definiu o título para o Corinthians. O Boca joga bem fora de casa.
A vantagem corintiana é que agora não basta esperar e marcar. É necessário jogar.
Se for o caso, até com o “filho” de Romário, o fato novo.
O que parecia loucura para um time organizado, com um sentido de justiça muito bem definido por Tite, pode virar solução.
Descobrir que aquele garoto de 21 anos, de cabelo espetado, não era o filho do rei da área deve ter sido uma tremenda decepção, além de um erro de informação.
O gol, entretanto, deixou algumas dúvidas.
Romarinho parece ainda não entender o que está acontecendo. Como quem disputa um Bragantino x Mogi Mirim, entrou aos 40 minutos do segundo tempo e tocou por cima do goleiro para empatar, aos 42.
O futebol tem dessas coisas. O Corinthians não estava bem. Não marcava como de costume e permitia a Riquelme circular de um lado para o outro.
O camisa 10 argentino escapava da marcação e fazia o que se esperava dele, o passe.
É preciso entender também que havia uma instituição de dez finais de Libertadores contra o peso da ansiedade corintiana. Não é simples enfrentá-la.
A equipe de Tite não conseguiu adiantar a marcação porque o Boca simplesmente não saia jogando, tocando a bola a partir da defesa.
A transição ao ataque era feita por bolas longas. Então, marcar a quem? Se o time subisse muito, seria batido em velocidade. Ofereceria espaço.
É uma estratégia, também adotada pelo Corinthians. A bola é lançada em direção à defesa contrária, o time avança um pouco e tenta ganhar a segunda bola. Se recuperá-la, evita o risco e a pressão na última linha.
Chicão deveria ter sido expulso por ter colocado a mão na bola antes do gol argentino? Se tivesse evitado o gol, sim. Não foi o caso.
O empate é bom resultado, mas ainda não definiu o título para o Corinthians. O Boca joga bem fora de casa.
A vantagem corintiana é que agora não basta esperar e marcar. É necessário jogar.
Se for o caso, até com o “filho” de Romário, o fato novo.
O que parecia loucura para um time organizado, com um sentido de justiça muito bem definido por Tite, pode virar solução.
Com apoio de Comaneci, tricampeã olímpica Catalina Ponor retorna aos Jogos após oito anos
Depois de lutar com sintomas de abstinência durante os últimos oito anos, a ginasta tricampeã olímpica Catalina Ponor vai reabastecer seu vício na Olimpíada de Londres. "Catalina se deu conta de que não vive sem a ginástica. Em um certo momento ela me disse 'é como uma droga sem a qual não vivo'", disse Nadia Comaneci, lenda romena da ginástica, em entrevista à 'Reuters' por telefone de Oklahoma, nos Estados Unidos.
"Se alguns anos atrás você tivesse dito a alguém que Catalina estaria voltando depois de oito anos sem competir, diria que não é possível. Na ginástica, mesmo um mês ou um ano é um tempo longo", acrescentou Comaneci, que tem sido um ombro amigo na retomada de Ponor.
Desde que Comaneci hipnotizou o mundo aos 14 anos flutuando por cima e por baixo das barras assimétricas e obtendo a primeira nota 10 da modalidade na Olimpíada de Montreal em 1976, o esporte foi dominado por clones esqueléticas de Nadia. Ponor, ex-rival da brasileira Daiane dos Santos e agora com 24 anos, nunca se encaixou no molde convencional da ginástica.
Ela mal recebeu um segundo olhar de suas rivais internacionais quando arrebatou três pratas - equipe, solo e trave - no campeonato mundial de Anaheim em 2003, já que não tinha competido contra elas nas várias ligas juvenis por que passou. Mas ginastas do calibre da rainha russa Svetlana Khorkina e da favorita norte-americana Carly Patterson não puderam ignorar Ponor quando ela obteve o ouro com suas piruetas na trave, atingiu a glória com sua desenvoltura no solo e levou a equipe feminina da Romênia ao topo do pódio na Olimpíada de Atenas de 2004.
DESEJO ARDENTE
Ela pode ter sido considerada uma "forasteira" por suas concorrentes, mas Ponor se tornou a primeira ginasta desde 1988 - e ainda a última - a desfilar pela vila olímpica com três reluzentes medalhas de ouro ao redor do pescoço. Mas tudo acabou em um estalo. Aos 18 anos, Ponor decidiu que já bastava, e no campeonato mundial de 2005 estava mais interessada em dançar noite afora nos clubes da moda de Melbourne do que acordar com a batuta do então técnico romeno Nicolae Forminte.
Ponor trocou o uniforme colante pelo biquíni à medida que sua vida se tornou alvo dos tabloides de fofoca e suas fotos na praia viraram uma constante na imprensa romena.
Mas a mulher que achava que os três ouros em Atenas e cinco títulos europeus que conquistou entre 2004 e 2006 seriam seu legado no esporte começou a ficar irrequieta após passar algum tempo com Comaneci nos Estados Unidos em 2010, quando flertou com a profissão de treinadora.
O desejo ardente de sucesso pulsava forte novamente. Mas seria ela capaz de competir com a atual elite de adolescentes capazes de contorcer o corpo de uma maneira que ela já não podia?
Comaneci disse que Ponor tem uma grande vantagem. "Ela tem sorte de não ter ficado muito, muito alta. Manteve a forma mignon e não sofreu grandes lesões, e isso a ajudou a voltar", disse Comaneci
"Se alguns anos atrás você tivesse dito a alguém que Catalina estaria voltando depois de oito anos sem competir, diria que não é possível. Na ginástica, mesmo um mês ou um ano é um tempo longo", acrescentou Comaneci, que tem sido um ombro amigo na retomada de Ponor.
Desde que Comaneci hipnotizou o mundo aos 14 anos flutuando por cima e por baixo das barras assimétricas e obtendo a primeira nota 10 da modalidade na Olimpíada de Montreal em 1976, o esporte foi dominado por clones esqueléticas de Nadia. Ponor, ex-rival da brasileira Daiane dos Santos e agora com 24 anos, nunca se encaixou no molde convencional da ginástica.
Reuters
Enquanto muitas aspirantes olímpicas sujeitam seus corpos a um regime de treinamento implacável a partir dos quatro ou cinco anos, Ponor nem sequer foi apontada como futura campeã até os 15 anos. Em 2002 ela foi selecionada em Constanta, e não em Deva ou Onesti - os principais celeiros das ginastas romenas - pelos treinadores da seleção Octavian Belu e Mariana Bitang. Fruto tardio em um esporte no qual as meninas costumam se aposentar quando chegam ao fim da adolescência, Ponor sabia ter uma curta janela de oportunidade para deixar sua marca no palco mundial.
Romena Catalina Ponor é tricampeã olímpica na ginástica
Ela mal recebeu um segundo olhar de suas rivais internacionais quando arrebatou três pratas - equipe, solo e trave - no campeonato mundial de Anaheim em 2003, já que não tinha competido contra elas nas várias ligas juvenis por que passou. Mas ginastas do calibre da rainha russa Svetlana Khorkina e da favorita norte-americana Carly Patterson não puderam ignorar Ponor quando ela obteve o ouro com suas piruetas na trave, atingiu a glória com sua desenvoltura no solo e levou a equipe feminina da Romênia ao topo do pódio na Olimpíada de Atenas de 2004.
DESEJO ARDENTE
Ela pode ter sido considerada uma "forasteira" por suas concorrentes, mas Ponor se tornou a primeira ginasta desde 1988 - e ainda a última - a desfilar pela vila olímpica com três reluzentes medalhas de ouro ao redor do pescoço. Mas tudo acabou em um estalo. Aos 18 anos, Ponor decidiu que já bastava, e no campeonato mundial de 2005 estava mais interessada em dançar noite afora nos clubes da moda de Melbourne do que acordar com a batuta do então técnico romeno Nicolae Forminte.
Ponor trocou o uniforme colante pelo biquíni à medida que sua vida se tornou alvo dos tabloides de fofoca e suas fotos na praia viraram uma constante na imprensa romena.
Mas a mulher que achava que os três ouros em Atenas e cinco títulos europeus que conquistou entre 2004 e 2006 seriam seu legado no esporte começou a ficar irrequieta após passar algum tempo com Comaneci nos Estados Unidos em 2010, quando flertou com a profissão de treinadora.
O desejo ardente de sucesso pulsava forte novamente. Mas seria ela capaz de competir com a atual elite de adolescentes capazes de contorcer o corpo de uma maneira que ela já não podia?
Comaneci disse que Ponor tem uma grande vantagem. "Ela tem sorte de não ter ficado muito, muito alta. Manteve a forma mignon e não sofreu grandes lesões, e isso a ajudou a voltar", disse Comaneci
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Após divergência com a confederação, Jade Barbosa não se apresenta para treinos e está fora de Londres-2012
Um dos grandes nomes do Brasil na ginástica artística não irá representar o país na Olimpíada de Londres, que começará daqui a exatos 30 dias. Por uma divergência contratual com a Confederação Brasileira de Ginástica (CBG), Jade Barbosa foi cortada da delegação que irá aos Jogos.
Jade Barbosa, de 21 anos de idade, se recusou a assinar um termo de compromisso obrigatório com a CBG, referente ao uso do uniforme com os patrocínios da confederação, e não se apresentou para os treinamentos com o resto do grupo no primeiro dia de atividades visando a Olimpíada, no Rio de Janeiro.
“Há vários meses já estávamos conversando sobre essas questões. Primeiro sobre um contrato de ajuda de custo aos atletas, com algumas cláusulas a serem aceitas. É direito deles de não concordarem com tudo. Para o evento específico, porém, existe outro compromisso", explicou o supervisor técnico da CBG, Kleyler Mourthe, ao ESPN.com.br.
“Se ela vai participar da Olimpíada, precisa seguir as determinações técnicas da comissão, como utilizar o uniforme da seleção. Existe como você integrar a seleção brasileira de futebol e não usar o uniforme?”, questionou. “Mesmo com os ajustes sugeridos, ela não aceitou assinar esse termo”.
Kleyler, no entanto, garantiu que a recusa de Jade Barbosa de participar dos Jogos Olímpicos de Londres não interfere em sua continuidade na seleção. “Uma coisa não esta ligada à outra. Com o tempo vamos ver o que é necessário. Nessa gestão da CBG ela está com as portas abertas. Não há impedimento para o futuro dela na seleção”, afirmou o supervisor técnico da CBG.
“Se ela vai participar da Olimpíada, precisa seguir as determinações técnicas da comissão, como utilizar o uniforme da seleção. Existe como você integrar a seleção brasileira de futebol e não usar o uniforme?”, questionou. “Mesmo com os ajustes sugeridos, ela não aceitou assinar esse termo”.
Agência Estado
“A convocação aconteceu no domingo, e Jade não avisou nem emitiu comunicado de que não viria aos treinos. Depois, mandou um e-mail dizendo que não concordava com os termos, diferente dos outros 43 atletas que temos nas seleções (ginástica artística, rítmica e de trampolim)”, falou.
Ginasta brasileira, Jade Barbosa chora no Pan-Americano de 2007; ela não a Londres por divergência com a CBG
Kleyler, no entanto, garantiu que a recusa de Jade Barbosa de participar dos Jogos Olímpicos de Londres não interfere em sua continuidade na seleção. “Uma coisa não esta ligada à outra. Com o tempo vamos ver o que é necessário. Nessa gestão da CBG ela está com as portas abertas. Não há impedimento para o futuro dela na seleção”, afirmou o supervisor técnico da CBG.
Sem Jade, medalhista de ouro nos Jogos Pan-Americanos de 2007, o Brasil treina para a Olimpíada de Londres com Daiane dos Santos, Daniele Hypolito, Adrian Gomes, Bruna Leal, Harumi de Freitas, Ethiene Franco e Leticia da Costa, que já estavam previamente convocadas, e Lais Souza e Priscila Cobello, que pediram autorização e puderam se integrar ao restante do grupo.
Repórter namorada de Casillas comete gafe e gera constrangimento com Iniesta; veja
Pouco depois de ajudar a Espanha a se classificar para mais uma final, o meia Iniesta entrou numa saia justa durante a entrevista concedida à repórter espanhola Sara Carbonero.
No início da conversa, a jornalista perguntou a Iniesta como foi assistir aos pênaltis e se ele desejava ter cobrado algum. Sem graça, diante da entrevistadora que é namorada do goleiro e capitão da seleção Iker Casillas, Iniesta respondeu constrangido, de cabeça baixa: "Eu bati o segundo".
Juvenal descarta vários nomes, mas não diz não sobre Dunga
Um a um, Juvenal Juvêncio descarta nomes de treinadores para mudar o São Paulo. “Nós queríamos o português, mas ele disse que não pode, que tem o tempo dele”, diz, referindo-se a André Villas Boas, que almoçou com o diretor de futebol Adalberto Baptista ontem e disse não ao Tricolor.
Juvenal Juvêncio acha, ou sabe, que o São Paulo precisa de um grande nome.
É ao mesmo tempo uma convicção e uma armadilha. Não foi por outro motivo, a não se procurar por um grande nome, que o São Paulo contratou e manteve Émerson Leão.
Cuca tem alguma chance?
“Não!”
Um tempo atrás falou-se sobre Carlos Bianchi, campeão da Libertadores quatro vezes, três delas pelo Boca. Chegou a haver um pré-acerto salarial, mas Juvenal Juvêncio foi contra trazer um treinador estrangeiro na época. E hoje?
“Eu também não sei se ele já está superado. Depois, alguém que chegue de fora ao Brasil, terá de se adaptar. Tem de ganhar quarta, ganhar de novo no domingo...”
Então sobraram poucos nomes, pondero. Dorival Júnior, Dunga. Se bem que falaram sobre Osvaldo Alvarez, do Guarani. Mas...
“O Vadão é difícil. O São Paulo precisa de um grande nome. A torcida ficou acostumada, talvez pelo Telê Santana ter sido um nome tão grande e ter feito tanto sucesso.”
Sobraram Dorival Júnior e Dunga, dos nomes cotados.
Juvenal não pensa em Dorival Júnior.
De todos os nomes conversados, Juvenal não disse gostar de nenhum. Ele repete sua desconfiança com os treinadores do mercado brasileiro.
Nesse cenário, também não mostra encanto quando ouve o nome de Dunga.
Mas se Dunga não teve um SIM, também não houve o NÃO.
Juvenal Juvêncio acha, ou sabe, que o São Paulo precisa de um grande nome.
É ao mesmo tempo uma convicção e uma armadilha. Não foi por outro motivo, a não se procurar por um grande nome, que o São Paulo contratou e manteve Émerson Leão.
Cuca tem alguma chance?
“Não!”
Um tempo atrás falou-se sobre Carlos Bianchi, campeão da Libertadores quatro vezes, três delas pelo Boca. Chegou a haver um pré-acerto salarial, mas Juvenal Juvêncio foi contra trazer um treinador estrangeiro na época. E hoje?
“Eu também não sei se ele já está superado. Depois, alguém que chegue de fora ao Brasil, terá de se adaptar. Tem de ganhar quarta, ganhar de novo no domingo...”
Então sobraram poucos nomes, pondero. Dorival Júnior, Dunga. Se bem que falaram sobre Osvaldo Alvarez, do Guarani. Mas...
“O Vadão é difícil. O São Paulo precisa de um grande nome. A torcida ficou acostumada, talvez pelo Telê Santana ter sido um nome tão grande e ter feito tanto sucesso.”
Sobraram Dorival Júnior e Dunga, dos nomes cotados.
Juvenal não pensa em Dorival Júnior.
De todos os nomes conversados, Juvenal não disse gostar de nenhum. Ele repete sua desconfiança com os treinadores do mercado brasileiro.
Nesse cenário, também não mostra encanto quando ouve o nome de Dunga.
Mas se Dunga não teve um SIM, também não houve o NÃO.
LIMITE/SC: Rubinho e Nelsinho sorriem. Massa não tem motivos para isso
Confira o vídeo com o comentário feito para o Sportscenter da ESPN Brasil
Quem também vai subindo em sua nova vida no automobilismo norte-americano é Rubens Barrichello. Ele foi o sétimo em Iowa, seu melhor resultado na Fórmula Indy. Para ampliar as perspectivas de Rubinho, Tony Kanaan, seu colega de time, voltou a andar no bloco da frente e chegou em terceiro. A próxima corrida acontecerá no dia 8 de julho, nas ruas de Toronto, no Canadá.
No Mundial de Rali, Sébastien Loeb venceu a etapa da Nova Zelândia e ampliou sua vantagem na liderança do campeonato. Agora o francês tem 38 pontos de vantagem sobre seu colega de Citroen, o finlandês Mikko Hirvonen. O brasileiro Paulo Nobre foi o décimo-sétimo. O Mundial de Rali para em julho e só volta no primeiro fim de semana de agosto, na Finlândia.
Domingo tem moto GP em Assen, na Holanda, onde no ano passado o americano Ben Spies venceu. Foi a única etapa de 2011 que não terminou com Casey Stoner, Jorge Lorenzo ou Dani Pedrosa em primeiro. Lorenzo é o atual líder do campeonato.
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Leão: data de validade expirada
Dificilmente o São Paulo conseguiria evoluir sob o comando de Émerson Leão.
O motivo?
O time não acreditava mais nele, na sua capacidade de gerenciar o grupo e propor alternativas para melhorar o rendimento.
Quem o contrata deve saber disso.
No início, havia alguma chance de dar certo pelo impacto causado, pelo temor, pela imposição do “trabalho”.
O problema é que esse tipo de condução tem prazo de validade.
E acabou. O São Paulo parece perdido, longe da estabilidade dos anos de Muricy Ramalho, sempre questionado e cornetado internamente. Quanta falta ele faz!
A soberba também atrapalha, a soberba que faz acreditar que até um poste seja capaz de comandar o time em função da estrutura exemplar.
É a junção de todos esses fatores que conduz à vitória: a estrutura, os profissionais corretos e uma direção afinada, coesa, sem dono. Sem soberba.
O time? Já havia deixado o professor Émerson aos leões, trabalhava para despejá-lo do CT.
O motivo?
O time não acreditava mais nele, na sua capacidade de gerenciar o grupo e propor alternativas para melhorar o rendimento.
Quem o contrata deve saber disso.
No início, havia alguma chance de dar certo pelo impacto causado, pelo temor, pela imposição do “trabalho”.
O problema é que esse tipo de condução tem prazo de validade.
E acabou. O São Paulo parece perdido, longe da estabilidade dos anos de Muricy Ramalho, sempre questionado e cornetado internamente. Quanta falta ele faz!
A soberba também atrapalha, a soberba que faz acreditar que até um poste seja capaz de comandar o time em função da estrutura exemplar.
É a junção de todos esses fatores que conduz à vitória: a estrutura, os profissionais corretos e uma direção afinada, coesa, sem dono. Sem soberba.
O time? Já havia deixado o professor Émerson aos leões, trabalhava para despejá-lo do CT.
VÍDEO: Quando o Boca contra-ataca. Cuidados que o Corinthians precisa ter na decisão
Mais uma análise de Boca Juniors x Corinthians, grande decisão da Copa Libertadores da América. Desta vez assinada por Renato Zanata Arnos, já bem conhecido por quem costuma acessar este blog. É a visão de quem conhece bem o futebol argentino, na tentativa de mostrar ao torcedores brasileiros, especialmente os corintianos, mais sobre o Boca.
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O dia 10 de fevereiro de 1935 foi marcado por um amistoso realizado no Pacaembu. Naquela ocasião, o Corinthians fez 2 a 0 no Boca Juniors, no primeiro de 11 duelos entre os clubes, com cinco vitórias xeneirzes, três empates e três vitórias do time do Parque São Jorge. O clube argentino marcou 27 gols e sofreu 17.
O Boca Juniors que receberá o Corinthians nesta quarta-feira em busca do seu 19º título internacional para bordar uma nova estrela dourada em sua camiseta azul y oro, uma das mais pesadas, temidas e gloriosas do futebol mundial. Os xeneizes, que acabam de se igualar ao Peñarol do Uruguai em finais de Libertadores disputadas (dez), estão a duas partidas de conquistarem o sétimo caneco da maior competição do continente.
Precisaram, primeiro, superar os últimos capítulos de um ambiente interno dividido entre a patota do Riquelme e a "turma" do já aposentado Martín Palermo, e um início de trabalho conturbado de Julio Cesar Falcioni. A relação extra-campo do técnico com o maior ídolo do clube já foi bem confusa. Dentro das quatro linhas, o obstáculo foi o baixo rendimento técnico e físico de alguns importantes nomes do elenco durante o primeiro semestre de 2011.
Entretanto, na segunda metade do ano passado com as lesões houve uma boa trégua, com a melhora técnica de Leandro Somoza, Walter Erviti e Pablo Mouche, aliada aos pontuais reforços do goleiro Agustín Orión, do lateral/zagueiro Facundo Roncaglia e do atacante Dario Cvitanich.
Com eles, o Boca Juniors se sagrou campeão invicto do torneio Apertura 2011 com destacada campanha de 43 pontos conquistados em 12 vitórias e sete empates. Marcou 25 gols e sofreu apenas seis nas 19 partidas disputadas. No começo deste ano o elenco xeneize se reforçou ainda mais com as chegadas do uruguaio Santiago “El Tanque” Silva e ao repatriar, Pablo Martín Ledesma, que já havia defendido o Boca entre 2003 e 2008.
Contabilizando a temporada 2011/2012 até aqui, após 55 jogos o Boca Juniors atinge a ótima marca de 30 vitórias, 20 empates e apenas cinco derrotas. O Corinthians terá que encarar um Boca Juniors eficiente na recuperação da pelota (diante da Universidad de Chile foram 30 desarmes contra apenas quatro da equipe chilena) entre a meia-lua da sua grande área e a faixa central do gramado. Neste setor o destaque fica por conta da trinca de volantes, Somoza, Ledesma e Erviti, conduzidos pelo maestro Juan Roman Riquelme, que lhes indica o momento certo de acelerar e cadenciar a transição ofensiva.
Este Boca Juniors não faz questão e não precisa ser protagonista na posse de bola para ser competitivo e letal, apesar de possuir um meio-campo qualificado para se impor neste quesito. O time de Falcioni vem respondendo às investidas dos seus adversários com contragolpes mortais a partir dos pés e da visão apurada da cancha do desequilibrante Riquelme. Com bolas longas "El Diez" explora muito bem a velocidade de Pablo Mouche e do lateral esquerdo Clemente Rodriguez.
Outros pontos a se destacar no atual escrete azul y oro, e que deveremos ver mais nesta quarta-feira, são os arremates de fora da área, principalmente contra o adversário que melhor negou terreno aos seus oponentes (e o goleiro Cássio vem cedendo rebotes). Há também a bola parada, capitaneada pelo próprio Riquelme, que busca na grande área as conclusões do centroavante "El Tanque" Silva e do zagueiro Rolando Schiavi.
Taticamente este Boca Juniors se organiza a partir de um 4-3-1-2 com variação sem a bola para um 4-4-1-1 (muita das vezes com Silva mais recuado que Riquelme) e um 4-3-3, quando a proposta é exercer uma maior pressão na saída de bola adversária, desenho tático este, geralmente aplicado na primeira metade das partidas disputadas em La Bombonera. De posse da pelota as principais variações são o 3-4-3 (com um dos laterais mais a frente na marcação e no apoio), o 4-1-3-2 e também o 4-3-3.
Confira um típico contra-ataque mortal deste Boca Juniors de Julio Cesar Falcioni. Neste contragolpe puxado por Erviti, a bola também passa pelos pés de Ledesma e termina com uma bela conclusão de Santiago “El Tanque” Silva, em seu primeiro gol pelo Boca, sobre o Colón, pelo campeonato argentino:
O niteroiense Renato Zanata Arnos, 45 anos, é co-autor do livro “Sarriá 82 - O que faltou ao futebol-arte?”. Ex-comentarista da TV Esporte Interativo, é responsável pelo blog “Resenha Tática”. No Twitter siga @rzanata_arnos
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O dia 10 de fevereiro de 1935 foi marcado por um amistoso realizado no Pacaembu. Naquela ocasião, o Corinthians fez 2 a 0 no Boca Juniors, no primeiro de 11 duelos entre os clubes, com cinco vitórias xeneirzes, três empates e três vitórias do time do Parque São Jorge. O clube argentino marcou 27 gols e sofreu 17.
O Boca Juniors que receberá o Corinthians nesta quarta-feira em busca do seu 19º título internacional para bordar uma nova estrela dourada em sua camiseta azul y oro, uma das mais pesadas, temidas e gloriosas do futebol mundial. Os xeneizes, que acabam de se igualar ao Peñarol do Uruguai em finais de Libertadores disputadas (dez), estão a duas partidas de conquistarem o sétimo caneco da maior competição do continente.
reprodução
Santiago Silva, no destaque, quando esteve no elenco do Corinthians, há uma década
Precisaram, primeiro, superar os últimos capítulos de um ambiente interno dividido entre a patota do Riquelme e a "turma" do já aposentado Martín Palermo, e um início de trabalho conturbado de Julio Cesar Falcioni. A relação extra-campo do técnico com o maior ídolo do clube já foi bem confusa. Dentro das quatro linhas, o obstáculo foi o baixo rendimento técnico e físico de alguns importantes nomes do elenco durante o primeiro semestre de 2011.
Entretanto, na segunda metade do ano passado com as lesões houve uma boa trégua, com a melhora técnica de Leandro Somoza, Walter Erviti e Pablo Mouche, aliada aos pontuais reforços do goleiro Agustín Orión, do lateral/zagueiro Facundo Roncaglia e do atacante Dario Cvitanich.
Com eles, o Boca Juniors se sagrou campeão invicto do torneio Apertura 2011 com destacada campanha de 43 pontos conquistados em 12 vitórias e sete empates. Marcou 25 gols e sofreu apenas seis nas 19 partidas disputadas. No começo deste ano o elenco xeneize se reforçou ainda mais com as chegadas do uruguaio Santiago “El Tanque” Silva e ao repatriar, Pablo Martín Ledesma, que já havia defendido o Boca entre 2003 e 2008.
Renato Zanata
O 4-3-1-2 do Boca Juniors contra o 4-2-3-1 dos comandados de Tite
Contabilizando a temporada 2011/2012 até aqui, após 55 jogos o Boca Juniors atinge a ótima marca de 30 vitórias, 20 empates e apenas cinco derrotas. O Corinthians terá que encarar um Boca Juniors eficiente na recuperação da pelota (diante da Universidad de Chile foram 30 desarmes contra apenas quatro da equipe chilena) entre a meia-lua da sua grande área e a faixa central do gramado. Neste setor o destaque fica por conta da trinca de volantes, Somoza, Ledesma e Erviti, conduzidos pelo maestro Juan Roman Riquelme, que lhes indica o momento certo de acelerar e cadenciar a transição ofensiva.
Este Boca Juniors não faz questão e não precisa ser protagonista na posse de bola para ser competitivo e letal, apesar de possuir um meio-campo qualificado para se impor neste quesito. O time de Falcioni vem respondendo às investidas dos seus adversários com contragolpes mortais a partir dos pés e da visão apurada da cancha do desequilibrante Riquelme. Com bolas longas "El Diez" explora muito bem a velocidade de Pablo Mouche e do lateral esquerdo Clemente Rodriguez.
Outros pontos a se destacar no atual escrete azul y oro, e que deveremos ver mais nesta quarta-feira, são os arremates de fora da área, principalmente contra o adversário que melhor negou terreno aos seus oponentes (e o goleiro Cássio vem cedendo rebotes). Há também a bola parada, capitaneada pelo próprio Riquelme, que busca na grande área as conclusões do centroavante "El Tanque" Silva e do zagueiro Rolando Schiavi.
Taticamente este Boca Juniors se organiza a partir de um 4-3-1-2 com variação sem a bola para um 4-4-1-1 (muita das vezes com Silva mais recuado que Riquelme) e um 4-3-3, quando a proposta é exercer uma maior pressão na saída de bola adversária, desenho tático este, geralmente aplicado na primeira metade das partidas disputadas em La Bombonera. De posse da pelota as principais variações são o 3-4-3 (com um dos laterais mais a frente na marcação e no apoio), o 4-1-3-2 e também o 4-3-3.
Confira um típico contra-ataque mortal deste Boca Juniors de Julio Cesar Falcioni. Neste contragolpe puxado por Erviti, a bola também passa pelos pés de Ledesma e termina com uma bela conclusão de Santiago “El Tanque” Silva, em seu primeiro gol pelo Boca, sobre o Colón, pelo campeonato argentino:
O niteroiense Renato Zanata Arnos, 45 anos, é co-autor do livro “Sarriá 82 - O que faltou ao futebol-arte?”. Ex-comentarista da TV Esporte Interativo, é responsável pelo blog “Resenha Tática”. No Twitter siga @rzanata_arnos
Números indicam que Corinthians enfrentará melhor Boca Juniors
Quem viu o Boca Juniors de Carlos Bianchi, Riquelme, Guillermo Barros Schelotto e Palermo, em 2000, sabe que aquele foi o mais completo time das seis conquistas da Libertadores. O equipazo quebrou o recorde de 39 partidas invictas do Racing, que durava desde 1966, chegou a 40 partidas sem derrota, conquistou o bicampeonato Argentino (Apertura 98, Clausura 99) e ganhou a Libertadores depois de 22 anos.
Mas nos números os melhores Bocas campeões da Libertadores são outros. O de 2001, também de Riquelme e Guillermo Barros Schelotto, mas com Barihjo no lugar de Palermo (Gaitán e Giménez jogaram a final contra o Cruz Azul) tinha 8 vitórias e três empates e uma derrota antes de disputar a final, campanha idêntia à do Boca Juniors de Julio Cesar Falcioni, o atual.
Em 1977, o time também tinha 27 pontos, mas com um jogo a menos. O de 1978 é o último campeão invicto. Mas na comparação com os quatro títulos deste século, os quatro que tornaram o Boca temido como é hoje, as melhores campanhas são as de 2001 e 2012.
Hoje, o Corinthians chega com vantagem de jogar em casa o segundo jogo, pode ser o primeiro campeão invicto desde o Boca Juniors de 1978, tem melhor ataque, melhor defesa, mas menos pontos.
O Corinthians marcou 26, com 7 vitórias e 5 empates. O Boca tem 27, com 8 vitórias, 3 empates e uma derrota.
Veja abaixo o time base e a campanha do Boca nas seis conquistas.
1977 - 8 vitórias, 4 empates e 1 derrota (7v, 3e, 0d, 27 pts, antes da final) - Gatti, Pernía, Tesare, Mouzo e Tarantini; Benítez, Suñé e Zanabria; Mastrangelo, Veglio e Felman. Técnico: Juan Carlos Lorenzo
1978 - 4 vítórias, 2 empates, 0 derrota - Gatti, Pernía, Sá, Mouzo e Bordón; Benítez, Suñé e Zanabria; Mastrangelo, Salinas e Perrotti. Técnico: Juan Carlos Lorenzo
2000 - 7 vitórias, 4 empates, 3 derrotas (7v, 2e, 3d, 23 pts antes da final) - Córdoba, Ibarra, Bermúdez, Samuel a Arruabarrena; Traverso, Battaglia, Basualdo e Riquelme; Guillermo Barros Schelotto e Palermo. Técnico: Carlos Bianchi
2001 - 9 vitórias, 3 empates, 2 derrotas (8v, 3e, 1d, 27 pts antes da final) - Córdoba, Ibarra, Bermúdez, Matellán e Clemente Rodriguez; Serna, Battaglia, Traverso e Riquelme; Guillermo Barros Schelotto e Barihjo. Técnico: Carlos Bianchi
2003 - 10 vitórias, 2 empates, 2 derrotas (8v, 2e, 2d, 26 pts antes da final) - Abondanzieri, Ibarra, Schiavi, Burdisso e Clemente Rodriguez; Villarreal, Cagna, Cascini e Battaglia; Tévez e Delgado. Técnico: Carlos Bianchi
2007 - 8 vitórias, 2 empates, 4 derrotas (6v, 2e, 4d, 20 pts antes da final) - Caranta, Ibarra, Cata Díaz, Morel Rodriguez e Clemente Rodrigues; Ledesma, Banega, Neri Cardozo e Riquelme; Palacio e Palermo. Técnico: Miguel Angel Russo
2012 - 8 vitórias, 3 empates, 1 derrota (27 pts antes da final, igual a 2001) - Orión, Roncaglia, Schiavi, Caruzzo e Clemente Rodriguez; Ledesma, Somoza, Ervitti e Riquelme; Mouche e Santiago Silva. Técnico: Julio Falcioni
Mas nos números os melhores Bocas campeões da Libertadores são outros. O de 2001, também de Riquelme e Guillermo Barros Schelotto, mas com Barihjo no lugar de Palermo (Gaitán e Giménez jogaram a final contra o Cruz Azul) tinha 8 vitórias e três empates e uma derrota antes de disputar a final, campanha idêntia à do Boca Juniors de Julio Cesar Falcioni, o atual.
Em 1977, o time também tinha 27 pontos, mas com um jogo a menos. O de 1978 é o último campeão invicto. Mas na comparação com os quatro títulos deste século, os quatro que tornaram o Boca temido como é hoje, as melhores campanhas são as de 2001 e 2012.
Hoje, o Corinthians chega com vantagem de jogar em casa o segundo jogo, pode ser o primeiro campeão invicto desde o Boca Juniors de 1978, tem melhor ataque, melhor defesa, mas menos pontos.
O Corinthians marcou 26, com 7 vitórias e 5 empates. O Boca tem 27, com 8 vitórias, 3 empates e uma derrota.
Veja abaixo o time base e a campanha do Boca nas seis conquistas.
1977 - 8 vitórias, 4 empates e 1 derrota (7v, 3e, 0d, 27 pts, antes da final) - Gatti, Pernía, Tesare, Mouzo e Tarantini; Benítez, Suñé e Zanabria; Mastrangelo, Veglio e Felman. Técnico: Juan Carlos Lorenzo
1978 - 4 vítórias, 2 empates, 0 derrota - Gatti, Pernía, Sá, Mouzo e Bordón; Benítez, Suñé e Zanabria; Mastrangelo, Salinas e Perrotti. Técnico: Juan Carlos Lorenzo
2000 - 7 vitórias, 4 empates, 3 derrotas (7v, 2e, 3d, 23 pts antes da final) - Córdoba, Ibarra, Bermúdez, Samuel a Arruabarrena; Traverso, Battaglia, Basualdo e Riquelme; Guillermo Barros Schelotto e Palermo. Técnico: Carlos Bianchi
2001 - 9 vitórias, 3 empates, 2 derrotas (8v, 3e, 1d, 27 pts antes da final) - Córdoba, Ibarra, Bermúdez, Matellán e Clemente Rodriguez; Serna, Battaglia, Traverso e Riquelme; Guillermo Barros Schelotto e Barihjo. Técnico: Carlos Bianchi
2003 - 10 vitórias, 2 empates, 2 derrotas (8v, 2e, 2d, 26 pts antes da final) - Abondanzieri, Ibarra, Schiavi, Burdisso e Clemente Rodriguez; Villarreal, Cagna, Cascini e Battaglia; Tévez e Delgado. Técnico: Carlos Bianchi
2007 - 8 vitórias, 2 empates, 4 derrotas (6v, 2e, 4d, 20 pts antes da final) - Caranta, Ibarra, Cata Díaz, Morel Rodriguez e Clemente Rodrigues; Ledesma, Banega, Neri Cardozo e Riquelme; Palacio e Palermo. Técnico: Miguel Angel Russo
2012 - 8 vitórias, 3 empates, 1 derrota (27 pts antes da final, igual a 2001) - Orión, Roncaglia, Schiavi, Caruzzo e Clemente Rodriguez; Ledesma, Somoza, Ervitti e Riquelme; Mouche e Santiago Silva. Técnico: Julio Falcioni
Patrícia Amorim pede licença da presidência do Flamengo até sexta-feira
A presidenta Patrícia Amorim alegou motivos particulares e se licenciou do cargo no Flamengo até sexta-feira. Sem dar detalhes sobre os motivos que levaram ao seu afastamento, a dirigente deixa de exercer todas as funções correspondentes ao seu cargo pelo menos nesta semana.
O vice-presidente Hélio Paulo Ferraz será o responsável por assinar documentos e responder pelo clube durante a ausência de Patrícia Amorim. No entanto, o dirigente não vem participando ativamente da rotina do clube e também disse desconhecer qual foi a real causa que motivou a licença da presidenta.
Pressionada no cargo após os resultados ruins que foram acumulados nesta temporada, Patrícia Amorim viu o estopim das críticas surgir depois da saída de Ronaldo Gaúcho do clube.
O vice-presidente Hélio Paulo Ferraz será o responsável por assinar documentos e responder pelo clube durante a ausência de Patrícia Amorim. No entanto, o dirigente não vem participando ativamente da rotina do clube e também disse desconhecer qual foi a real causa que motivou a licença da presidenta.
Pressionada no cargo após os resultados ruins que foram acumulados nesta temporada, Patrícia Amorim viu o estopim das críticas surgir depois da saída de Ronaldo Gaúcho do clube.
Sem ter o mesmo apoio nos bastidores, a mandatária perdeu força política na Gávea e estuda meios de reestruturar o Flamengo para salvar a sua gestão nesta temporada.
terça-feira, 26 de junho de 2012
Brasileiro Série B
| 21h00 Grêmio Barueri 0x1 América-MG |
| 21h00 Goiás 1x1 Guaratinguetá |
| 21h00 Ipatinga-MG 1x2 Ceará |
Federer e Djokovic nem suaram. Sharapova nem se despenteou. Venus nem correu
Nem acabou a primeira rodada e alguns jogos interessantes e muitas desistências em Wimbledon.
Os dois mais esperados jogos no masculino foram rápidos e sem muita emoção. O espanhol e ex número 1 do mundo Ferrero foi presa fácil para o Djokovic. Mesmo sem jogar um torneio preparatório o sérvio atropelou e se sentiu bem à vontade. Tenho que admitir que o jogo do espanhol cai como uma luva pro Djoko. Bolas com spin e sem aquela agressividade do passado não machucou em nenhum momento. 6/3 6/3 6/1 sem dramas.
O que dizer do Roger Federer então. Já tinha avisado que era um jogo tranquilo. Mesmo assim não esperava isso. A organização fez bem em tirar o jogo da central e colocar na quadra 1. 6/1 6/1 6/1 sem graça e emoção. Não acho que podemos tirar de base essa rodada. Os alucinados pelo Federer vão dizer que ele está voando... Calma gente. Vamos esperar um jogo mais duro para analisar.
Em um dos jogos mais esperados o Tipsarevic venceu em 3/0 o Nalbaldian sem muitos problemas. Mesmo com o resultado o jogo foi duro e bem jogado. Impressiona o sérvio nessa quadra. Ele se movimenta muito bem e tem um jogo que se adapta bem a superfície.
Nas meninas nada muito maluco. A única zebra se podemos chamar assim foi a derrota da Venus Williams que está com muitos problemas físicos e a cada dia mostra que está próxima de um adeus. Com muitos problemas a tenista vai perdendo motivação e mais uma vez perdeu sem muita luta. 6/1 6/3 na primeira rodada com a Vesnina não é algo normal.
Quem jogou bem e passou sem problemas foi a Sharapova. 6/2 6/3 e vai que vai mais uma vez em um GS
Antes de ir um grande parabéns ao Marcelo Melo e Dodig que venceram a primeira rodada das duplas. Venceram kerr e Fisher por 6/7 6/4 6/4 6/3. Bela estreia
No final o título diz tudo. Federer e Djokovic nem suaram. A Sharapova nem vai precisar retocar a maquiagem e a Venus coitada nem correu. Nem conseguiu correr
Estarei alerta nas outras rodadas. Podem continuar dando seus pitacos, chutes e tudo que quiserem.
Os dois mais esperados jogos no masculino foram rápidos e sem muita emoção. O espanhol e ex número 1 do mundo Ferrero foi presa fácil para o Djokovic. Mesmo sem jogar um torneio preparatório o sérvio atropelou e se sentiu bem à vontade. Tenho que admitir que o jogo do espanhol cai como uma luva pro Djoko. Bolas com spin e sem aquela agressividade do passado não machucou em nenhum momento. 6/3 6/3 6/1 sem dramas.
O que dizer do Roger Federer então. Já tinha avisado que era um jogo tranquilo. Mesmo assim não esperava isso. A organização fez bem em tirar o jogo da central e colocar na quadra 1. 6/1 6/1 6/1 sem graça e emoção. Não acho que podemos tirar de base essa rodada. Os alucinados pelo Federer vão dizer que ele está voando... Calma gente. Vamos esperar um jogo mais duro para analisar.
Em um dos jogos mais esperados o Tipsarevic venceu em 3/0 o Nalbaldian sem muitos problemas. Mesmo com o resultado o jogo foi duro e bem jogado. Impressiona o sérvio nessa quadra. Ele se movimenta muito bem e tem um jogo que se adapta bem a superfície.
Nas meninas nada muito maluco. A única zebra se podemos chamar assim foi a derrota da Venus Williams que está com muitos problemas físicos e a cada dia mostra que está próxima de um adeus. Com muitos problemas a tenista vai perdendo motivação e mais uma vez perdeu sem muita luta. 6/1 6/3 na primeira rodada com a Vesnina não é algo normal.
Quem jogou bem e passou sem problemas foi a Sharapova. 6/2 6/3 e vai que vai mais uma vez em um GS
Antes de ir um grande parabéns ao Marcelo Melo e Dodig que venceram a primeira rodada das duplas. Venceram kerr e Fisher por 6/7 6/4 6/4 6/3. Bela estreia
No final o título diz tudo. Federer e Djokovic nem suaram. A Sharapova nem vai precisar retocar a maquiagem e a Venus coitada nem correu. Nem conseguiu correr
Estarei alerta nas outras rodadas. Podem continuar dando seus pitacos, chutes e tudo que quiserem.
VIDEOBLOG LONDRES 2012: Semana começa com clima ruim, mas vai acabar com agito brasileiro
Esta é uma semana diferente aqui em Londres porque, no domingo, a Inglaterra foi eliminada nos pênaltis pela Itália nas quartas de final da Eurocopa. E todos os jornais falam sobre isso. Agora, o que resta é o tênis, pois começou em Wimbledon o terceiro Grand Slam do ano.
E a semana terminará com os brasileiros esquentando o clima em solo londrino: Jorge Ben Jor, Gilberto Gil, Marcelo D2, Emicida e inúmeros outros nomes da música popular brasileira participam de festival musical que começa a agitar os ânimos para a Olimpíada que, agora sim, é a bola da vez.
E a semana terminará com os brasileiros esquentando o clima em solo londrino: Jorge Ben Jor, Gilberto Gil, Marcelo D2, Emicida e inúmeros outros nomes da música popular brasileira participam de festival musical que começa a agitar os ânimos para a Olimpíada que, agora sim, é a bola da vez.
Clique no player e assista ao videoblog desta segunda-feira!
Corinthians vence com reservas e Palmeiras deve apresentar Obina
O gerente de futebol, César Sampaio, do Palmeiras, tem reunião agendada com os empresários Frederico Moraes e Rafael Martins, respectivamente representantes do Shandong Luneng e do jogador, para acertar o retorno de Obina. Embora o gerente palmeirense ainda julgue o preço alto, é provável que o negócio seja fechado nesta segunda-feira.
Digamos que o centroavante reforce os reservas do Palmeiras, depois de os titulares terem perdido para os suplentes do Corinthians, num jogo acima da expectativa, após a divulgação de que o clássico seria disputado por times mesclados.
O Palmeiras começou melhor, mas recuou demais depois de fazer 1 x 0, com Mazinho.
Levou o empate com gol de letra de Romarinho por causa disso.
No segundo tempo, o Corinthians se encolheu e o Palmeiras trabalhou a bola, principalmente com Valdivia, substituto de Daniel Carvalho. Mas a falta de criatividade -- ou de interesse no Campeonato Brasileiro -- deu ao Corinthians a força para sair ao ataque e virar o jogo no tiro de longa distância de Romarinho.
O atacante, ex-Bragantino, marcou seus dois primeiros gols pelo Corinthians, justamente no clássico contra o rival histórico.
Digamos que o centroavante reforce os reservas do Palmeiras, depois de os titulares terem perdido para os suplentes do Corinthians, num jogo acima da expectativa, após a divulgação de que o clássico seria disputado por times mesclados.
O Palmeiras começou melhor, mas recuou demais depois de fazer 1 x 0, com Mazinho.
Levou o empate com gol de letra de Romarinho por causa disso.
No segundo tempo, o Corinthians se encolheu e o Palmeiras trabalhou a bola, principalmente com Valdivia, substituto de Daniel Carvalho. Mas a falta de criatividade -- ou de interesse no Campeonato Brasileiro -- deu ao Corinthians a força para sair ao ataque e virar o jogo no tiro de longa distância de Romarinho.
O atacante, ex-Bragantino, marcou seus dois primeiros gols pelo Corinthians, justamente no clássico contra o rival histórico.
Os segredos do Boca Juniors e o que espera pelo Corinthians na Bombonera
Mais um apaixonado por futebol argentino colabora com o blog. É Júnior Marques, bacharel em Esporte, estudioso da bola que rola no país vizinho e colunista do “De Olho nos Hermanos” no A Prancheta – clique aqui e acesse. No twitter você também pode seguí-lo: @afajota. É dele a prévia de Boca Juniors x Corinthians, com análise tática do que o campeão brasileiro terá pela frente.
A fase final da Libertadores 2012 tem tons de “elitização” na “Copa”, afinal, desta vez notamos que as quatro melhores equipes da América chegaram. Os semi-finalistas foram simplesmente os campeões da Libertadores, do Campeonato Brasileiro, do Campeonato Argentino e da Copa Sulamericana. E a final ganha dramaticidade a mais, pois temos um estreante na situação diante de um velho conhecido.
Corinthians – A um passo do inédito
Aliando solidez, compactação e organização, o time de Tite fez grande campanha para chegar à final da Libertadores 2012. Sofrendo apenas três gols em toda a Copa, o Corinthians é um típico time copeiro, que utiliza o volume/conjunto para atacar e defender.
A equipe de Tite costuma ter dificuldade na marcação dos laterais, principalmente ao se deparar com jogadas em profundidade. Isso costuma ser amenizado principalmente pela disposição tática dos volantes Ralf e Paulinho e ponteiros Émerson e Jorge Henrique, que esporadicamente retornam ao setor defensivo para auxílio, e concretizam o tal “volume” de jogo anunciado.
A falta da “presença” de área, também costuma prejudicar o Corinthians no ataque, o que faz com que o “miolo” de zaga adversário tenha mais liberdade para marcar. Tite vem buscando tal alternativa em Alex ou Danilo, numa espécie de falso “9”, com mobilidade para armar o jogo e movimentar-se pela defesa.
Boca Juniors – Só camisa?
O hexacampeão da Libertadores está prestes a disputar sua décima final do torneio após 23 participações. Famoso por eliminar equipes brasileiras fora de seu território, chega a mais uma decisão: vem aí o Club Atlético Boca Juniors. Para quem assiste o time xeneize pela primeira vez na atual temporada, o pensamento errôneo de que a equipe “não é isso tudo” é até normal.
Se realizarmos uma rápida passagem pelos jogos da Libertadores do Boca, será natural lembranças do tipo: “Esse Boca não será campeão”, "Na Bombonera não adotou tamanha pressão, não será fora de casa que jogará”, “Time velho, lento, basta imprimir velocidade”.
Isso ocorre porque o Boca é uma equipe experiente, e que joga ou impõe sua maneira de jogar de acordo com o que o adversário lhe propõe. A experiência pode ser resumida quando citamos que três jogadores do atual plantel do Boca já conquistaram uma Libertadores: Schiavi, 39 anos (zagueiro), Clemente Rodríguez, 30 anos (lateral-esquerdo) e Juán Román Riquelme, 33 anos (meia, ou "enganche").
O Boca Juniors de Falcioni é um time funcional, ou seja, opera de acordo com o que tem. Não aguardem que na Bombonera imponha seu jogo ao adversário com pressão absurda, seguidos chutes à meta ou situações afins.
As jogadas em profundidade pela esquerda com Clemente e Erviti costumam ser acompanhadas por atacantes na área e Riquelme junto aos volantes na entrada desta. O jogo aéreo do Boca também requer atenção, pela presença de Insaurralde, Schiavi e Silva, fortes nas bolas pelo alto.
Sobre Santiago Silva, esqueça a pálida passagem do uruguaio pelo Corinthians há uma década. E leia o post publicado pelo blog em 23 de maio clicando aqui.
*Carrileros: Expressão típica do futebol argentino referente ao jogador que atua pelos lados do campo, com empenho no sistema defensivo e ofensivo. Comum no sistema “4-3-1-2”. Chamado de “carrilero” em referência à “carril” (cada um dos trilhos de uma via férrea) com passagem para ir e voltar. Numeração típica: “8” e “11”
Ponto fraco:
A defesa do Boca costuma ter dificuldade diante de jogadas rápidas em profundidade, principalmente pela setor da esquerda, pela maior disposição ofensiva representada por Erviti (volante) e Clemente Rodríguez (lateral).
“Você pode não gostar de como o Boca joga, mas não diga que jogamos mal”
Riquelme
Confrontos:27/06/12 – Boca Juniors x Corinthians – La Bombonera
04/07/12 – Corinthians x Boca Juniors - Pacaembu
E então, Boca Juniors ou Corinthians
A fase final da Libertadores 2012 tem tons de “elitização” na “Copa”, afinal, desta vez notamos que as quatro melhores equipes da América chegaram. Os semi-finalistas foram simplesmente os campeões da Libertadores, do Campeonato Brasileiro, do Campeonato Argentino e da Copa Sulamericana. E a final ganha dramaticidade a mais, pois temos um estreante na situação diante de um velho conhecido.
Corinthians – A um passo do inédito
Aliando solidez, compactação e organização, o time de Tite fez grande campanha para chegar à final da Libertadores 2012. Sofrendo apenas três gols em toda a Copa, o Corinthians é um típico time copeiro, que utiliza o volume/conjunto para atacar e defender.
TacticalPact
O ponto forte do Corinthians é: a compactação entre as três linhas do 4-2-3-1, o que resulta numa forte marcação e rápida saída, principalmente por intermédio de seus ponteiros Émerson e Jorge Henrique, sempre auxiliados pelos volantes e meias da equipe que “encostam” a todo momento. O Corinthians é sobretudo uma equipe que impõe volume para movimentar-se ofensiva e defensivamente.
Corinthians joga no 4-2-3-1
A equipe de Tite costuma ter dificuldade na marcação dos laterais, principalmente ao se deparar com jogadas em profundidade. Isso costuma ser amenizado principalmente pela disposição tática dos volantes Ralf e Paulinho e ponteiros Émerson e Jorge Henrique, que esporadicamente retornam ao setor defensivo para auxílio, e concretizam o tal “volume” de jogo anunciado.
A falta da “presença” de área, também costuma prejudicar o Corinthians no ataque, o que faz com que o “miolo” de zaga adversário tenha mais liberdade para marcar. Tite vem buscando tal alternativa em Alex ou Danilo, numa espécie de falso “9”, com mobilidade para armar o jogo e movimentar-se pela defesa.
Boca Juniors – Só camisa?
O hexacampeão da Libertadores está prestes a disputar sua décima final do torneio após 23 participações. Famoso por eliminar equipes brasileiras fora de seu território, chega a mais uma decisão: vem aí o Club Atlético Boca Juniors. Para quem assiste o time xeneize pela primeira vez na atual temporada, o pensamento errôneo de que a equipe “não é isso tudo” é até normal.
Se realizarmos uma rápida passagem pelos jogos da Libertadores do Boca, será natural lembranças do tipo: “Esse Boca não será campeão”, "Na Bombonera não adotou tamanha pressão, não será fora de casa que jogará”, “Time velho, lento, basta imprimir velocidade”.
Isso ocorre porque o Boca é uma equipe experiente, e que joga ou impõe sua maneira de jogar de acordo com o que o adversário lhe propõe. A experiência pode ser resumida quando citamos que três jogadores do atual plantel do Boca já conquistaram uma Libertadores: Schiavi, 39 anos (zagueiro), Clemente Rodríguez, 30 anos (lateral-esquerdo) e Juán Román Riquelme, 33 anos (meia, ou "enganche").
O Boca Juniors de Falcioni é um time funcional, ou seja, opera de acordo com o que tem. Não aguardem que na Bombonera imponha seu jogo ao adversário com pressão absurda, seguidos chutes à meta ou situações afins.
TacticalPact
Pontos fortes:A equipe "azul y oro" do bairro de La Boca é contragolpista, que explora muito a subida de seus volantes em relação ao maestro e cérebro da equipe: Juán Román Riquelme. Os volantes do Boca pelos lados do campo, os carrileros* Ledesma e Erviti são peças-chave na equipe de Falcioni, por subirem ao ataque e retornarem no auxílio a Somoza na marcação constantemente.
Diagrama tático xeneize: O 4-4-2 em losango no meio-campo ou 4-3-1-2.
As jogadas em profundidade pela esquerda com Clemente e Erviti costumam ser acompanhadas por atacantes na área e Riquelme junto aos volantes na entrada desta. O jogo aéreo do Boca também requer atenção, pela presença de Insaurralde, Schiavi e Silva, fortes nas bolas pelo alto.
Sobre Santiago Silva, esqueça a pálida passagem do uruguaio pelo Corinthians há uma década. E leia o post publicado pelo blog em 23 de maio clicando aqui.
*Carrileros: Expressão típica do futebol argentino referente ao jogador que atua pelos lados do campo, com empenho no sistema defensivo e ofensivo. Comum no sistema “4-3-1-2”. Chamado de “carrilero” em referência à “carril” (cada um dos trilhos de uma via férrea) com passagem para ir e voltar. Numeração típica: “8” e “11”
Santiago Silva reencontra o Corinthians: esqueça o jogador que passou pelo clube há uma década
A defesa do Boca costuma ter dificuldade diante de jogadas rápidas em profundidade, principalmente pela setor da esquerda, pela maior disposição ofensiva representada por Erviti (volante) e Clemente Rodríguez (lateral).
“Você pode não gostar de como o Boca joga, mas não diga que jogamos mal”
Riquelme
Confrontos:27/06/12 – Boca Juniors x Corinthians – La Bombonera
04/07/12 – Corinthians x Boca Juniors - Pacaembu
E então, Boca Juniors ou Corinthians
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