| 16h00 Corinthians 2x1 Palmeiras |
| 16h00 Grêmio 2x0 Flamengo |
| 16h00 Figueirense 1x1 Bahia |
| 18h30 Botafogo 1x2 Ponte Preta |
| 18h30 Santos 2x2 Coritiba |
| 18h30 Sport 0x2 Internacional |
| 18h30 Atlético-GO 1x4 Fluminense |
Falamos campeonatos das séries A B C D campeonatos internacionais todos Português todos os resultados do Paulista da segunda divisão e ainda Futebol Internacional como Futebol Inglês Espanhol Italiano Portugal e o Argentino e campeonatos Importantes falaremos do Regional do Rio Grande do Norte do Cearense do Pernambucano e do Carioca e falamos da copa do nordeste
domingo, 24 de junho de 2012
Brasileirão Série A
Brasilerão Série D
| 15h00 Guarani-MG 0x1 Friburguense AO6 |
| 15h00 Resende x Nacional-MG |
| 16h00 Metropolitano-SC 2x1 Juventude AO8 |
| 16h00 Brasil de Pelotas 0x0 Arapongas AO8 |
| 16h00 Campinense-PB 2x1 Petrolina AO3 |
| 16h00 Ypiranga-PE 1x3 Horizonte-CE AO3 |
| 16h00 Cianorte 6x0 Marília AO 7 |
| 16h00 Gurupi x CRAC-GO |
| 16h00 Aparecidense 0x1 Ceilândia |
| 16h00 Feirense-BA 1x1 Sousa-PB AO 4 |
| 16h00 CSA 3x1 Vitória da Conquista AO 4 |
| 17h00 Comercial-PI 1x1 Araguaína AO 2 |
| 17h00 Mogi Mirim 2x1 Cerâmica AO 7 |
| 17h00 Penarol-AM 1x3 Atlético Acreano AO 1 |
| 18h00 Vilhena 1x1 Remo AO 1 |
Argentino - Clausura
| 15h00 San Lorenzo 3x1 San Martín |
| 15h00 Unión 2x2 Estudiantes |
| 15h00 All Boys 3x1 Boca Juniors |
| 15h00 Arsenal Sarandí 1x0 Belgrano |
| 15h00 Godoy Cruz 1x3 Atlético Rafaela |
| 15h00 Tigre 2x2 Independiente |
sábado, 23 de junho de 2012
Brasileirão Série A
| 18h30 Vasco 1x3 Cruzeiro |
| 18h30 Portuguesa 1x0 São Paulo |
| 21h00 Atlético-MG 5x1 Náutico |
Brasileiro Série B
| 16h20 Criciúma 3x2 Ipatinga-MG |
| 16h20 Guarani 1x1 ABC |
| 16h20 Ceará 1x0 Atlético-PR |
| 16h20 Goiás 4x3 Vitória |
| 21h00 Boa 3x1 Grêmio Barueri |
sexta-feira, 22 de junho de 2012
quinta-feira, 21 de junho de 2012
quarta-feira, 20 de junho de 2012
terça-feira, 19 de junho de 2012
Brasileiro Série B
| 21h00 América-MG 3x2 Bragantino |
| 21h00 América-RN 2x0 ASA |
| 21h00 CRB 2x2 São Caetano |
segunda-feira, 18 de junho de 2012
VÍDEO: Bottinelli marca de pênalti no fim, e Flamengo vence reservas do Santos
O Flamengo caminhava para um empate melancólico com os reservas dos Santos no Engenhão, pela quinta rodada do Brasileiro. Mas um pênalti marcado aos 40 minutos do segundo tempo mudou o rumo da partida. No final, o time de Joel Santana venceu os santistas por 1 a 0 e conquistou sua segunda vitória na Série A.
O gol de pênalti foi marcado pelo meia Dario Bottinelli. No lance assinalado pelo árbitro, o meia Gérson Magrão calçou Ibson. Escolhido para cobrar a penalidade máxima, o jogador flamenguista foi vaiado pela torcida presente no estádio. Mesmo assim, ele bateu forte no canto esquerdo de Aranha, que acertou o lado, mas não conseguiu fazer a defesa.
Com o resultado, o time de Joel Santana segue invicto no Brasileiro. São três empates e duas vitórias que garantem nove pontos ao clube e o deixa próximo do grupo dos quatro primeiros colocados. Já o Santos, focado na Libertadores, ainda não venceu no Brasileiro: são três empates, duas derrotas e a possibilidade do clube terminar a rodada na zona de rebaixamento.
Na segunda etapa, o técnico Joel Santana tentou mudar o jogo colocando o atacante Hernane e o meia Bottinelli na partida. Mesmo assim, o panorama não mudou e a equipe chegou a ter um gol anulado pela arbitragem. Já os santistas chegaram a ameaçar nos contra-ataques, mas também não conseguiram balançar as redes do adversário. O 0 a 0 parecia certo quando o pênalti foi assinalado, e o Fla, finalmente, conseguiu sair na frente no marcador. Com o 1 a 0 na frente, Joel promoveu a estreia de Mattheus, filho de Bebeto, na equipe. Ele substituiu Ibson.
Na próximo domingo, o Flamengo vai até o Rio Grande do Sul enfrentar o Grêmio, no Olímpico. Já o Santos recebe o Coritiba na Vila Belmiro.
O jogo
Com o Santos escalando um time reserva, priorizando as semifinais da Copa Libertadores da América, o Flamengo começou a partida tomando a iniciativa e buscando abrir logo o placar.Aos nove minutos, em jogada ensaiada de escanteio, o meia Renato Abreu soltou a bomba, de fora da área, e exigiu uma grande defesa de Aranha. A zaga santista afastou o perigo, no rebote.
Três minutos mais tarde, os rubro-negros tiveram outra grande chance. Renato Abreu cruzou da esquerda para Vagner Love, mas Aranha salvou, com um leve toque de mão esquerda, evitando o primeiro gol do time carioca.Bem postado na defesa, o time santista pouco se arriscava no setor ofensivo, apostando em um contra-ataque para surpreender o adversário.
Enquanto isso, o Flamengo continua insistindo em busca do gol e quase conseguiu alcançá-lo, aos 24. Vagner Love fez boa jogada sobre Bruno Rodrigo, porém, Aranha salvou a sua equipe, desviando o chute do centroavante rubro-negro.
A primeira boa chance de gol da etapa complementar foi dos cariocas. Aos seis, Magal fez bom lance individual pela esquerda, cruzou na direção de Vagner Love, mas o lateral Emerson Palmieri cortou a jogada antes, evitando o gol dos donos da casa.
Com o Flamengo encontrando dificuldades para furar o bloqueio alvinegro, o Santos passou a se arriscar um pouco mais no ataque e, aos 34, quase chegou ao gol. A zaga carioca errou a saída de bola, com Marllon, só que Dimba tentou um drible a mais, ao invés de tocar para Renteria ou Felipe Anderson, que entrava livres pela grande área, desperdiçando a oportunidade.
Mas, no melhor momento do Santos no confronto, o Flamengo chegou ao gol. Gérson Magrão cometeu pênalti sobre Ibson. Na cobrança, aos 42, o argentino Bottinelli, que havia entrado durante o segundo tempo, venceu Aranha e colocou o Fla na frente: 1 a 0.
FICHA TÉCNICA
FLAMENGO 1 X 0 SANTOS
Local: Estádio do Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 17 de junho de 2012 (domingo)
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Francisco Carlos Nascimento (AL)
Assistentes: Altemir Hausemann (RS) e Guilherme Dias Camilo (MG)
Cartões amarelos: Bottinelli (Flamengo); Geuvânio, Anderson Carvalho, Éwerthon Páscoa, Gérson Magrão (Santos)
Gol: FLAMENGO: Bottinelli, de pênalti, aos 42 minutos do segundo tempo
FLAMENGO: Paulo Victor; Wellington Silva, Marllon, Marcos González e Magal (Bottinelli); Airton, Luiz Antônio, Renato Abreu e Ibson (Mattheus); Diego Maurício (Hernane) e Vágner Love
Técnico: Joel Santana
SANTOS: Aranha; Maranhão, Bruno Rodrigo, Gustavo Henrique e Emerson Palmieri (Geuvânio); Anderson Carvalho (Alan Santos), Éwerthon Páscoa, Crystian (Dimba), Gérson Magrão e Felipe Anderson; Renteria
Técnico: Tata (interino)
O gol de pênalti foi marcado pelo meia Dario Bottinelli. No lance assinalado pelo árbitro, o meia Gérson Magrão calçou Ibson. Escolhido para cobrar a penalidade máxima, o jogador flamenguista foi vaiado pela torcida presente no estádio. Mesmo assim, ele bateu forte no canto esquerdo de Aranha, que acertou o lado, mas não conseguiu fazer a defesa.
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Com o resultado, o time de Joel Santana segue invicto no Brasileiro. São três empates e duas vitórias que garantem nove pontos ao clube e o deixa próximo do grupo dos quatro primeiros colocados. Já o Santos, focado na Libertadores, ainda não venceu no Brasileiro: são três empates, duas derrotas e a possibilidade do clube terminar a rodada na zona de rebaixamento.
Clique no player para ver o gol da vitória do Flamengo!
Na primeira etapa, o domínio do Flamengo sobre os reservas santistas foi evidente. Com 56% de posse de bola, o time carioca chutou oito vezes contra a meta do adversário – a equipe comandada por Muricy Ramalho não conseguiu finalizar nenhuma vez. O mesmo fenômeno também foi observado no número de escanteios: sete para o time carioca e apenas um para os paulistas.Na segunda etapa, o técnico Joel Santana tentou mudar o jogo colocando o atacante Hernane e o meia Bottinelli na partida. Mesmo assim, o panorama não mudou e a equipe chegou a ter um gol anulado pela arbitragem. Já os santistas chegaram a ameaçar nos contra-ataques, mas também não conseguiram balançar as redes do adversário. O 0 a 0 parecia certo quando o pênalti foi assinalado, e o Fla, finalmente, conseguiu sair na frente no marcador. Com o 1 a 0 na frente, Joel promoveu a estreia de Mattheus, filho de Bebeto, na equipe. Ele substituiu Ibson.
Na próximo domingo, o Flamengo vai até o Rio Grande do Sul enfrentar o Grêmio, no Olímpico. Já o Santos recebe o Coritiba na Vila Belmiro.
O jogo
Com o Santos escalando um time reserva, priorizando as semifinais da Copa Libertadores da América, o Flamengo começou a partida tomando a iniciativa e buscando abrir logo o placar.Aos nove minutos, em jogada ensaiada de escanteio, o meia Renato Abreu soltou a bomba, de fora da área, e exigiu uma grande defesa de Aranha. A zaga santista afastou o perigo, no rebote.
Três minutos mais tarde, os rubro-negros tiveram outra grande chance. Renato Abreu cruzou da esquerda para Vagner Love, mas Aranha salvou, com um leve toque de mão esquerda, evitando o primeiro gol do time carioca.Bem postado na defesa, o time santista pouco se arriscava no setor ofensivo, apostando em um contra-ataque para surpreender o adversário.
Enquanto isso, o Flamengo continua insistindo em busca do gol e quase conseguiu alcançá-lo, aos 24. Vagner Love fez boa jogada sobre Bruno Rodrigo, porém, Aranha salvou a sua equipe, desviando o chute do centroavante rubro-negro.
Flamengo e Santos só empataram no Engenhão
Crédito da imagem: Vipcomm
Os flamenguistas ainda tiveram mais duas grandes oportunidades para saírem a frente do Santos, antes do intervalo. Aos 34, Luiz Antônio mandou para fora o rebote de uma bola mal afastada por Aranha, com o gol vazio. Já aos 36, Renato Abreu soltou uma bomba em cobrança de área, exigindo mais uma grande defesa de Aranha no jogo.Crédito da imagem: Vipcomm
A primeira boa chance de gol da etapa complementar foi dos cariocas. Aos seis, Magal fez bom lance individual pela esquerda, cruzou na direção de Vagner Love, mas o lateral Emerson Palmieri cortou a jogada antes, evitando o gol dos donos da casa.
Com o Flamengo encontrando dificuldades para furar o bloqueio alvinegro, o Santos passou a se arriscar um pouco mais no ataque e, aos 34, quase chegou ao gol. A zaga carioca errou a saída de bola, com Marllon, só que Dimba tentou um drible a mais, ao invés de tocar para Renteria ou Felipe Anderson, que entrava livres pela grande área, desperdiçando a oportunidade.
Mas, no melhor momento do Santos no confronto, o Flamengo chegou ao gol. Gérson Magrão cometeu pênalti sobre Ibson. Na cobrança, aos 42, o argentino Bottinelli, que havia entrado durante o segundo tempo, venceu Aranha e colocou o Fla na frente: 1 a 0.
FICHA TÉCNICA
FLAMENGO 1 X 0 SANTOS
Local: Estádio do Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 17 de junho de 2012 (domingo)
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Francisco Carlos Nascimento (AL)
Assistentes: Altemir Hausemann (RS) e Guilherme Dias Camilo (MG)
Cartões amarelos: Bottinelli (Flamengo); Geuvânio, Anderson Carvalho, Éwerthon Páscoa, Gérson Magrão (Santos)
Gol: FLAMENGO: Bottinelli, de pênalti, aos 42 minutos do segundo tempo
FLAMENGO: Paulo Victor; Wellington Silva, Marllon, Marcos González e Magal (Bottinelli); Airton, Luiz Antônio, Renato Abreu e Ibson (Mattheus); Diego Maurício (Hernane) e Vágner Love
Técnico: Joel Santana
SANTOS: Aranha; Maranhão, Bruno Rodrigo, Gustavo Henrique e Emerson Palmieri (Geuvânio); Anderson Carvalho (Alan Santos), Éwerthon Páscoa, Crystian (Dimba), Gérson Magrão e Felipe Anderson; Renteria
Técnico: Tata (interino)
Alecsandro celebra 'espírito de líder', e Juninho aprova empate fora no Vasco
Dois dos principais jogadores do Vasco, Alecsandro e Juninho Pernambucano aprovaram a dedicação do time até o final e o empate por 1 a 1 contra o Palmeiras neste domingo, em Barueri, no interior de São Paulo, pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro. Cada um a seu modo.
Para o atacante, a postura do clube que está na ponta da tabela tem que ser esta, a da superação até o fim. "Espírito de líder é assim, tem que acreditar sempre até o final", afirmou o atacante. Seu companheiro de time também aprovou a igualdade.
"Um empate contra o Palmeiras fora é bom resultado, sim. Se pudermos vencer em casa e beliscar um ponto fora será uma boa média, é difícil, mas se fora de casa não der para ganhar, tem que marcar pelo menos um ponto, e acho que pelo que apresentamos não merecíamos perder hoje", disse Juninho Pernambucano.
O meia ainda explicou um lance em que teve a oportunidade de fazer o gol e acabou desperdiçando antes de empatar a partida. "Tive uma chance que baixei a cabeça no chute e não tive referência do goleiro, poderia ter tido maior tranquilidade para concluir, sorte que me redimi com uma bola parada. Estou feliz", disse.
O Vasco lidera isolamente o Brasileiro 13 pontos, dois a mais que o vice Cruzeiro, que soma 11.
Para o atacante, a postura do clube que está na ponta da tabela tem que ser esta, a da superação até o fim. "Espírito de líder é assim, tem que acreditar sempre até o final", afirmou o atacante. Seu companheiro de time também aprovou a igualdade.
"Um empate contra o Palmeiras fora é bom resultado, sim. Se pudermos vencer em casa e beliscar um ponto fora será uma boa média, é difícil, mas se fora de casa não der para ganhar, tem que marcar pelo menos um ponto, e acho que pelo que apresentamos não merecíamos perder hoje", disse Juninho Pernambucano.
O meia ainda explicou um lance em que teve a oportunidade de fazer o gol e acabou desperdiçando antes de empatar a partida. "Tive uma chance que baixei a cabeça no chute e não tive referência do goleiro, poderia ter tido maior tranquilidade para concluir, sorte que me redimi com uma bola parada. Estou feliz", disse.
O Vasco lidera isolamente o Brasileiro 13 pontos, dois a mais que o vice Cruzeiro, que soma 11.
Juninho fez o gol do Vasco neste domingo contra o Palmeiras
Crédito da imagem: Gazeta Press
Crédito da imagem: Gazeta Press
Com melhor atuação da Euro, Cristiano Ronaldo leva Portugal adiante
Uma atuação para aliviar as pressões e mostrar que é, sim, capaz de corresponder em momentos decisivos com a camisa da seleção portuguesa. Se quase saiu como vilão na partida contra a Dinamarca, Cristiano Ronaldo se redimiu em grande estilo diante da Holanda, comandando a vitória por 2 a 1, de virada, que mandou Portugal às quartas da Euro 2012.
Foi a melhor atuação individual do torneio até aqui, e talvez a melhor do craque do Real Madrid por Portugal. Além dos dois gols, foram duas bolas na trave e inúmeras oportunidades criadas.
É verdade que colaborou para isso a postura kamikaze da seleção holandesa, que, precisando vencer por dois de diferença para ter chances de classificação, revolucionou o time titular. Bert van Marwijk começou com Van der Vaart e Huntelaar, deixando a fraca defesa exposta.
A presença de Van der Vaart se justificou ofensivamente, com seu belo gol de fora da área, mas também deixou claro os motivos para Van Marwijk ter escalado o time até então com dois volantes.
Portugal teve liberdade para criar os lances de perigo e tomou conta do jogo após os primeiros 15 minutos. Fez o gol de empate com Cristiano Ronaldo, em ótima jogada de João Pereira pela direita, e poderia ter virado o jogo ainda antes do intervalo.
Obrigada a correr riscos, a Holanda se lançou à frente no segundo tempo e passou a jogar com três na defesa, após a entrada de Afellay no lugar do nervoso Willems, que corria risco de expulsão. No mano a mano com os três atacantes de Portugal, o desfecho já era previsível: contra-ataque com passe de Nani para Cristiano Ronaldo, que completou a virada.
A Holanda se despede com vergonha, tendo perdido os três jogos. Naturalmente, a derrota na estreia contra a Dinamarca condicionou a sequência da equipe na competição, escancarando problemas internos que precisarão ser corrigidos para não afetar a campanha nas eliminatórias da Copa do Mundo.
No outro jogo, a Alemanha completou 14 vitórias consecutivas em jogos de competição desde a derrota na semifinal do Mundial de 2010 contra a Espanha. Com o empate a seu favor, forçou apenas quando ficou a um gol da eliminação, por causa da vitória portuguesa. Bender, o substituto do suspenso Boateng, foi o improvável autor do gol decisivo.
Portugal enfrentará a República Tcheca com a sensação de ter todas as condições de passar às semifinais, especialmente se Ronaldo for capaz de repetir a atuação deste domingo. A Alemanha terá pela frente a Grécia e só não pode entrar pensando que vai ser fácil. Será um jogo de paciência, mas com evidente favoritismo para a turma de Joachim Löw.
Foi a melhor atuação individual do torneio até aqui, e talvez a melhor do craque do Real Madrid por Portugal. Além dos dois gols, foram duas bolas na trave e inúmeras oportunidades criadas.
É verdade que colaborou para isso a postura kamikaze da seleção holandesa, que, precisando vencer por dois de diferença para ter chances de classificação, revolucionou o time titular. Bert van Marwijk começou com Van der Vaart e Huntelaar, deixando a fraca defesa exposta.
A presença de Van der Vaart se justificou ofensivamente, com seu belo gol de fora da área, mas também deixou claro os motivos para Van Marwijk ter escalado o time até então com dois volantes.
Portugal teve liberdade para criar os lances de perigo e tomou conta do jogo após os primeiros 15 minutos. Fez o gol de empate com Cristiano Ronaldo, em ótima jogada de João Pereira pela direita, e poderia ter virado o jogo ainda antes do intervalo.
Obrigada a correr riscos, a Holanda se lançou à frente no segundo tempo e passou a jogar com três na defesa, após a entrada de Afellay no lugar do nervoso Willems, que corria risco de expulsão. No mano a mano com os três atacantes de Portugal, o desfecho já era previsível: contra-ataque com passe de Nani para Cristiano Ronaldo, que completou a virada.
A Holanda se despede com vergonha, tendo perdido os três jogos. Naturalmente, a derrota na estreia contra a Dinamarca condicionou a sequência da equipe na competição, escancarando problemas internos que precisarão ser corrigidos para não afetar a campanha nas eliminatórias da Copa do Mundo.
No outro jogo, a Alemanha completou 14 vitórias consecutivas em jogos de competição desde a derrota na semifinal do Mundial de 2010 contra a Espanha. Com o empate a seu favor, forçou apenas quando ficou a um gol da eliminação, por causa da vitória portuguesa. Bender, o substituto do suspenso Boateng, foi o improvável autor do gol decisivo.
Portugal enfrentará a República Tcheca com a sensação de ter todas as condições de passar às semifinais, especialmente se Ronaldo for capaz de repetir a atuação deste domingo. A Alemanha terá pela frente a Grécia e só não pode entrar pensando que vai ser fácil. Será um jogo de paciência, mas com evidente favoritismo para a turma de Joachim Löw.
domingo, 17 de junho de 2012
Brasileirão Série A
| 16h00 Flamengo 1x0 Santos |
| 16h00 Palmeiras 1x1 Vasco |
| 16h00 São Paulo 1x0 Atlético-MG |
| 16h00 Bahia 2x1 Sport |
| 18h30 Ponte Preta 1x0 Corinthians |
| 18h30 Coritiba 3x0 Atlético-GO |
| 18h30 Náutico 1x0 Grêmio |
Argentino - Clausura
| 15h10 Argentinos Juniors 1x0 All Boys |
| 15h10 Independiente 0x0 San Lorenzo |
| 17h10 Atlético Rafaela 4x2 Racing Club |
| 19h15 Boca Juniors 0x3 Arsenal Sarandí |
sábado, 16 de junho de 2012
Brasileirão Série A
| 18h30 Internacional 1x2 Botafogo |
| 18h30 Cruzeiro 1x0 Figueirense |
| 21h00 Fluminense 4x1 Portuguesa |
Brasileirão Série B
| 16h20 Joinville 1x1 Ceará |
| 16h20 Atlético-PR 0x0 Goiás |
| 16h20 ABC 4x2 CRB |
| 16h20 Bragantino 1x0 Guaratinguetá |
| 21h00 ASA 1x2 Criciúma |
Argentino - Clausura
| 13h00 Belgrano 3x1 Banfield |
| 18h20 Estudiantes 1x0 Olimpo |
| 20h20 Vélez Sarsfield 0x1 Tigre |
Informações e palpites para a quinta rodada do Brasileirão
CRUZEIRO x FIGUEIRENSESábado, Independência, 18h30
CRUZEIRO – Problemas – Tinga (machucado), Anselmo Ramon (suspenso pelo STJD) – Fábio, Diego Renan, Léo, Matheus e Éverton; Amaral e Charles; Fabinho, Montillo e Marcelo Oliveira; Wellington Paulista. Técnico: Celso Roth
FIGUEIRENSE – Problemas – Sandro (expulso), Roni (machucado) - Time provável (4-3-3) – Ricardo, Pablo, Canuto, Ânderson Conceição e Guilherme Santos; Ygor, Túlio e Almir; Caio, Júlio César e Aloísio. Técnico: Argel Fuchs
CURIOSIDADE – Argel jogou pelo Cruzeiro em 2006.
PALPITE – Cruzeiro
ARBITRAGEM – Pablo dos Santos Alves (RJ); Alessandro Rocha de Mattos, Fabiano da Silva Ramires
INTERNACIONAL x BOTAFOGOSábado, Beira Rio, 18h30
INTERNACIONAL – Problemas - Dátolo (machucado), Kléber (machucado), Rodrigo Moledo) – Time provável (4-2-3-1) - Muriel, Nei, Dalton, Índio e Fabrício; Guiñazú e Sandro Silva; D’Alessandro, Oscar e Dagoberto; Leandro Damião. Técnico: Dorival Júnior
BOTAFOGO – Problemas – Jádson (machucado, dúvida), Márcio Azevedo (expulso), Antônio Carlos (machucado), Marcelo Mattos (machucado) – Time provável (4-2-3-1) - Jéfferson, Lucas, Brinner, Fábio Ferreira e Lennon; Lucas Zen e Renato; Andrezinho, Vítor Júnior e Fellype Gabriel; Herrera. Técnico: Oswaldo de Oliveira
CURIOSIDADE – Ano passado, vitória do Inter por 1 x 0, gol de Leandro Damião
PALPITE – Internacional
ARBITRAGEM – Paulo César de Oliveira (SP); Vicente Romano Neto, Herman Brumel Vani
FLUMINENSE x PORTUGUESASábado, Engenhão, 21h
FLUMINENSE – Problemas – Rafael Sóbis (machucado), Valencia (machucado), Rafael Moura (machucado), Thiago Neves (machucado), Carlinhos (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Diego Cavalieri, Bruno, Gum, Ânderson e Carlinhos; Edinho e Jean; Wágner, Deco e Wellington Nem; Fred. Técnico: Abel Braga
PORTUGUESA – Problemas – Nenhum – Time provável (3-4-1-2) – Glédson, Gustavo, Rogério e Lima; Luís Ricardo, Moisés, Boquita, Léo Silva e Raí; Ananias e Vandinho. Técnico: Geninho
CURIOSIDADE – Nos bancos de reservas, Geninho tem uma coisa que Abel Braga não tem: um título brasileiro. Geninho era treinador do Atlético Paranaense, campeão em 2001. Abel foi vice-campeão brasileiro pelo Internacional em 1988 e 2006.
PALPITE – Fluminense
ARBITRAGEM – Dewson Fernando Freitas da Silva (PA); Carlos Berkenbrock, Kléber Lúcio Gil
SÃO PAULO x ATLÉTICODomingo, Morumbi, 16h
SÃO PAULO – Problemas – Denílson (terceiro cartão), Rogério (machucado), Cañete (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Dênis, Douglas, Paulo Miranda, Rhodolfo e Cortez; Fabrício e Casemiro; Lucas, Jádson e Cícero; Luís Fabiano. Técnico: Émerson Leão
ATLÉTICO – Problemas – Neto Berola (machucado), Guilherme (machucado), Marcos Rocha (terceiro cartão) – Time provável (4-2-3-1) – Giovanni, Carlos César, Réver, Rafael Marque e Júnior César; Pierre e Richarlyson; Danilinho, Ronaldinho Gaúcho e Bernard; Jô. Técnico: Cuca
CURIOSIDADE – Cuca foi treinado por Émerson Leão no Juventude, em 1995.
PALPITE – Atlético
ARBITRAGEM – Elmo Alves Resende Cunha (GO); Fabrício Vilarinho da Silva
PALMEIRAS x VASCODomingo, Arena Barueri, 16h
PALMEIRAS – Problemas – Arthur (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Bruno, Cicinho, Maurício Ramos, Thiago Heleno e Juninho; Henrique e Marcos Assunção; João Vítor, Daniel Carvalho e Luan; Barcos. Técnico: Luiz Felipe
VASCO – Problemas – Nenhum – Time provável (4-2-3-1) – Fernando Prass, Fágner, Dedé, Rodolfo e Felipe; Nílton e Rômulo; Éder Luís, Juninho Pernambucano e Diego Souza; Alecsandro. Técnico: Cristóvão Borges
CURIOSIDADE – Ano passado, o Vasco jogou contra o Palmeiras em São Paulo duas vezes. Empatou pelo Brasileirão por 1 x 1 e perdeu por 3 x 1 pela Copa Sul-Americana.
PALPITE – Vasco
ARBITRAGEM – Leandro Pedro Vuaden (RS); Marcelo Bertanha Barison, José Chaves Franco Filho
FLAMENGO x SANTOSDomingo, Engenhão, 16h
FLAMENGO – Problemas – Nenhum – Time provável (4-3-1-2) – Paulo Victor, Leonardo Moura, Marlon, Marcos González e Magal; Aírton, Luís Antônio, Renato e Íbson; Diego Maurício e Vágner Love. Técnico: Joel Santana
SANTOS – Problemas – Léo (machucado) – time será reserva – Time provável (4-2-3-1) – Aranha, Maranhão, Bruno Rodrigo, Durval e Gérson Magrão; Éverton Passos e Henrique; Rentería, Felipe Ânderson e Victor Andrade; Dimba. Técnico: Muricy Ramalho
CURIOSIDADE – Íbson enfrenta o Santos. Se seu ex-clube ganhar a Libertadores, ele colocará o título em seu currículo também.
PALPITE – Flamengo
ARBITRAGEM – Francisco Carlos Nascimento (AL); Altemir Haussmann, Guilherme Dias Camilo
BAHIA x SPORTDomingo, Pituaçu, 16h
BAHIA – Problemas – Gabriel (machucado, dúvida), Souza (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Marcelo Lomba, Fabinho, Danny Morais, Titi e Ávine; Fahel e Diones; Vânder, Lulinha e Hélder; Jones. Técnico: Paulo Roberto Falcão
SPORT – Problemas – Moacir (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Magrão, Renato, Edcarlos, Bruno Aguiar e Rivaldo; Tóbi e Marquinhos Paraná; Thiaguinho, Ritthely e William; Felipe Azevedo. Técnico: Vágner Mancini
CURIOSIDADE – O último jogo entre Sport e Bahia pela Série A foi vencido pelo tricolor, em 2001, por 1 x 0, gol de Nonato, NA Ilha do Retiro. Foi o último jogo do rubro-negro da Primeira Divisão, antes do rebaixamento de 2001.
PALPITE – Bahia
ARBITRAGEM – Guilherme Cereta de Lima (SP); Márcio Luiz Augusto, Ânderson Moraes Coelho
CORITIBA x ATLÉTICO GOIANIENSEDomingo, Couto Pereira, 18h30
CORITIBA – Problemas – Nenhum, mas deve poupar jogadores como Éverton Ribeiro, Lucas Mendes, Émerson – Time provável (4-2-3-1) – Vanderlei, Ayrton, Pereira, Démerson e Eltinho; Chico e Júnior Urso; Lincoln, Renan Oliveira e Robinho; Ânderson Aquino. Técnico: Marcelo Oliveira
ATLÉTICO GOIANIENSE – Problemas – Nenhum – Time provável (4-3-1-2) – Márcio, Joílson, Gílson, Paulo Henrique e Eron; Carlos, Pituca, Fernando Bob e Bida; Ricardo Bueno e Marcão. Técnico: Hélio dos Anjos
CURIOSIDADE – Ano passado, vitória do Atlético por 1 x 0, gol de Marcão, no Couto Pereira.
PALPITE – Coritiba
ARBITRAGEM – Niélson Nogueira Dias (PE); Rodrigo Pereira Joia, Albino Andrade Albert Júnior
NÁUTICO x GRÊMIODomingo, Aflitos, 18h30
NÁUTICO – Problemas – Márcio Rozário (expulso), Marlon (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Felipe, Auremir, Márcio
Felipe, Auremir, Márcio Rozário, Ronaldo Alves e Lúcio; Derlei e Elicarlos; Rhayner (Siloé 27 do 2º), Souza (César Marques 9 do 2º) e Martinez; Araújo (Romero 37 do 2º). Técnico: Alexandre Gallo
GRÊMIO – Problemas – Fernando (terceiro cartão), Gilberto Silva (poupado, provavelmente) – Time provável (4-3-1-2) – Victor, Gabriel, Werley, Naldo e Pará; Vílson, Souza, Léo Gago e Marco Antônio; Miralles e Kléber. Técnico: Vanderlei Luxemburgo
CURIOSIDADE – Depois da Batalha dos Aflitos, o Grêmio jogou três vezes no estádio, pelo Brasileirão. Venceu duas e empatou uma.
PALPITE – Empate
ARBITRAGEM – Manoel Nunes Lopo Garrido (BA), Roberto Braatz, Marcos Rocha de Amorim
PONTE PRETA x CORINTHIANSDomingo, Moisés Lucarelli, 18h30
PONTE PRETA – Problemas – Marcinho (machucado) – Time provável (4-3-1-2) – Édson Bastos, Cicinho, Ferron, Tiago Alves e João Paulo; Baraka, João Paulo, Renê Júnior e Caio; André Luís e Roger. Técnico: Gílson Kleina
CORINTHIANS – Problemas – Nenhum, mas jogará com time reserva – Time provável (4-2-3-1) - Danilo Fernandes, Wélder, Antônio Carlos, Wallace e Ramon; Marquinhos e William Arão, Gilsinho, Douglas e Romarinho; Élton. Técnico: Tite
CURIOSIDADE – Corinthians preocupa-se com o Santos no Pacaembu e enfrenta o clube que o eliminou no Paulistão, no mesmo Pacaembu.
PALPITE – Ponte Preta
ARBITRAGEM – Wílson Luiz Seneme (SP); Émerson Augusto de Carvalho, Rogério Pablos Zanardo
CRUZEIRO – Problemas – Tinga (machucado), Anselmo Ramon (suspenso pelo STJD) – Fábio, Diego Renan, Léo, Matheus e Éverton; Amaral e Charles; Fabinho, Montillo e Marcelo Oliveira; Wellington Paulista. Técnico: Celso Roth
FIGUEIRENSE – Problemas – Sandro (expulso), Roni (machucado) - Time provável (4-3-3) – Ricardo, Pablo, Canuto, Ânderson Conceição e Guilherme Santos; Ygor, Túlio e Almir; Caio, Júlio César e Aloísio. Técnico: Argel Fuchs
CURIOSIDADE – Argel jogou pelo Cruzeiro em 2006.
PALPITE – Cruzeiro
ARBITRAGEM – Pablo dos Santos Alves (RJ); Alessandro Rocha de Mattos, Fabiano da Silva Ramires
INTERNACIONAL x BOTAFOGOSábado, Beira Rio, 18h30
INTERNACIONAL – Problemas - Dátolo (machucado), Kléber (machucado), Rodrigo Moledo) – Time provável (4-2-3-1) - Muriel, Nei, Dalton, Índio e Fabrício; Guiñazú e Sandro Silva; D’Alessandro, Oscar e Dagoberto; Leandro Damião. Técnico: Dorival Júnior
BOTAFOGO – Problemas – Jádson (machucado, dúvida), Márcio Azevedo (expulso), Antônio Carlos (machucado), Marcelo Mattos (machucado) – Time provável (4-2-3-1) - Jéfferson, Lucas, Brinner, Fábio Ferreira e Lennon; Lucas Zen e Renato; Andrezinho, Vítor Júnior e Fellype Gabriel; Herrera. Técnico: Oswaldo de Oliveira
CURIOSIDADE – Ano passado, vitória do Inter por 1 x 0, gol de Leandro Damião
PALPITE – Internacional
ARBITRAGEM – Paulo César de Oliveira (SP); Vicente Romano Neto, Herman Brumel Vani
FLUMINENSE x PORTUGUESASábado, Engenhão, 21h
FLUMINENSE – Problemas – Rafael Sóbis (machucado), Valencia (machucado), Rafael Moura (machucado), Thiago Neves (machucado), Carlinhos (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Diego Cavalieri, Bruno, Gum, Ânderson e Carlinhos; Edinho e Jean; Wágner, Deco e Wellington Nem; Fred. Técnico: Abel Braga
PORTUGUESA – Problemas – Nenhum – Time provável (3-4-1-2) – Glédson, Gustavo, Rogério e Lima; Luís Ricardo, Moisés, Boquita, Léo Silva e Raí; Ananias e Vandinho. Técnico: Geninho
CURIOSIDADE – Nos bancos de reservas, Geninho tem uma coisa que Abel Braga não tem: um título brasileiro. Geninho era treinador do Atlético Paranaense, campeão em 2001. Abel foi vice-campeão brasileiro pelo Internacional em 1988 e 2006.
PALPITE – Fluminense
ARBITRAGEM – Dewson Fernando Freitas da Silva (PA); Carlos Berkenbrock, Kléber Lúcio Gil
SÃO PAULO x ATLÉTICODomingo, Morumbi, 16h
SÃO PAULO – Problemas – Denílson (terceiro cartão), Rogério (machucado), Cañete (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Dênis, Douglas, Paulo Miranda, Rhodolfo e Cortez; Fabrício e Casemiro; Lucas, Jádson e Cícero; Luís Fabiano. Técnico: Émerson Leão
ATLÉTICO – Problemas – Neto Berola (machucado), Guilherme (machucado), Marcos Rocha (terceiro cartão) – Time provável (4-2-3-1) – Giovanni, Carlos César, Réver, Rafael Marque e Júnior César; Pierre e Richarlyson; Danilinho, Ronaldinho Gaúcho e Bernard; Jô. Técnico: Cuca
CURIOSIDADE – Cuca foi treinado por Émerson Leão no Juventude, em 1995.
PALPITE – Atlético
ARBITRAGEM – Elmo Alves Resende Cunha (GO); Fabrício Vilarinho da Silva
PALMEIRAS x VASCODomingo, Arena Barueri, 16h
PALMEIRAS – Problemas – Arthur (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Bruno, Cicinho, Maurício Ramos, Thiago Heleno e Juninho; Henrique e Marcos Assunção; João Vítor, Daniel Carvalho e Luan; Barcos. Técnico: Luiz Felipe
VASCO – Problemas – Nenhum – Time provável (4-2-3-1) – Fernando Prass, Fágner, Dedé, Rodolfo e Felipe; Nílton e Rômulo; Éder Luís, Juninho Pernambucano e Diego Souza; Alecsandro. Técnico: Cristóvão Borges
CURIOSIDADE – Ano passado, o Vasco jogou contra o Palmeiras em São Paulo duas vezes. Empatou pelo Brasileirão por 1 x 1 e perdeu por 3 x 1 pela Copa Sul-Americana.
PALPITE – Vasco
ARBITRAGEM – Leandro Pedro Vuaden (RS); Marcelo Bertanha Barison, José Chaves Franco Filho
FLAMENGO x SANTOSDomingo, Engenhão, 16h
FLAMENGO – Problemas – Nenhum – Time provável (4-3-1-2) – Paulo Victor, Leonardo Moura, Marlon, Marcos González e Magal; Aírton, Luís Antônio, Renato e Íbson; Diego Maurício e Vágner Love. Técnico: Joel Santana
SANTOS – Problemas – Léo (machucado) – time será reserva – Time provável (4-2-3-1) – Aranha, Maranhão, Bruno Rodrigo, Durval e Gérson Magrão; Éverton Passos e Henrique; Rentería, Felipe Ânderson e Victor Andrade; Dimba. Técnico: Muricy Ramalho
CURIOSIDADE – Íbson enfrenta o Santos. Se seu ex-clube ganhar a Libertadores, ele colocará o título em seu currículo também.
PALPITE – Flamengo
ARBITRAGEM – Francisco Carlos Nascimento (AL); Altemir Haussmann, Guilherme Dias Camilo
BAHIA x SPORTDomingo, Pituaçu, 16h
BAHIA – Problemas – Gabriel (machucado, dúvida), Souza (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Marcelo Lomba, Fabinho, Danny Morais, Titi e Ávine; Fahel e Diones; Vânder, Lulinha e Hélder; Jones. Técnico: Paulo Roberto Falcão
SPORT – Problemas – Moacir (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Magrão, Renato, Edcarlos, Bruno Aguiar e Rivaldo; Tóbi e Marquinhos Paraná; Thiaguinho, Ritthely e William; Felipe Azevedo. Técnico: Vágner Mancini
CURIOSIDADE – O último jogo entre Sport e Bahia pela Série A foi vencido pelo tricolor, em 2001, por 1 x 0, gol de Nonato, NA Ilha do Retiro. Foi o último jogo do rubro-negro da Primeira Divisão, antes do rebaixamento de 2001.
PALPITE – Bahia
ARBITRAGEM – Guilherme Cereta de Lima (SP); Márcio Luiz Augusto, Ânderson Moraes Coelho
CORITIBA x ATLÉTICO GOIANIENSEDomingo, Couto Pereira, 18h30
CORITIBA – Problemas – Nenhum, mas deve poupar jogadores como Éverton Ribeiro, Lucas Mendes, Émerson – Time provável (4-2-3-1) – Vanderlei, Ayrton, Pereira, Démerson e Eltinho; Chico e Júnior Urso; Lincoln, Renan Oliveira e Robinho; Ânderson Aquino. Técnico: Marcelo Oliveira
ATLÉTICO GOIANIENSE – Problemas – Nenhum – Time provável (4-3-1-2) – Márcio, Joílson, Gílson, Paulo Henrique e Eron; Carlos, Pituca, Fernando Bob e Bida; Ricardo Bueno e Marcão. Técnico: Hélio dos Anjos
CURIOSIDADE – Ano passado, vitória do Atlético por 1 x 0, gol de Marcão, no Couto Pereira.
PALPITE – Coritiba
ARBITRAGEM – Niélson Nogueira Dias (PE); Rodrigo Pereira Joia, Albino Andrade Albert Júnior
NÁUTICO x GRÊMIODomingo, Aflitos, 18h30
NÁUTICO – Problemas – Márcio Rozário (expulso), Marlon (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Felipe, Auremir, Márcio
Felipe, Auremir, Márcio Rozário, Ronaldo Alves e Lúcio; Derlei e Elicarlos; Rhayner (Siloé 27 do 2º), Souza (César Marques 9 do 2º) e Martinez; Araújo (Romero 37 do 2º). Técnico: Alexandre Gallo
GRÊMIO – Problemas – Fernando (terceiro cartão), Gilberto Silva (poupado, provavelmente) – Time provável (4-3-1-2) – Victor, Gabriel, Werley, Naldo e Pará; Vílson, Souza, Léo Gago e Marco Antônio; Miralles e Kléber. Técnico: Vanderlei Luxemburgo
CURIOSIDADE – Depois da Batalha dos Aflitos, o Grêmio jogou três vezes no estádio, pelo Brasileirão. Venceu duas e empatou uma.
PALPITE – Empate
ARBITRAGEM – Manoel Nunes Lopo Garrido (BA), Roberto Braatz, Marcos Rocha de Amorim
PONTE PRETA x CORINTHIANSDomingo, Moisés Lucarelli, 18h30
PONTE PRETA – Problemas – Marcinho (machucado) – Time provável (4-3-1-2) – Édson Bastos, Cicinho, Ferron, Tiago Alves e João Paulo; Baraka, João Paulo, Renê Júnior e Caio; André Luís e Roger. Técnico: Gílson Kleina
CORINTHIANS – Problemas – Nenhum, mas jogará com time reserva – Time provável (4-2-3-1) - Danilo Fernandes, Wélder, Antônio Carlos, Wallace e Ramon; Marquinhos e William Arão, Gilsinho, Douglas e Romarinho; Élton. Técnico: Tite
CURIOSIDADE – Corinthians preocupa-se com o Santos no Pacaembu e enfrenta o clube que o eliminou no Paulistão, no mesmo Pacaembu.
PALPITE – Ponte Preta
ARBITRAGEM – Wílson Luiz Seneme (SP); Émerson Augusto de Carvalho, Rogério Pablos Zanardo
VIDEOBLOG LONDRES 2012: A diversidade cultural de uma cidade de todos os povos
Há 8 milhões de habitantes em Londres, dos quais 30% vieram de outras partes do planeta. É uma Torre de Babel!
E se você der uma volta pela cidade, é como se desse uma volta ao mundo devido à grande variedade de culturas que se manifestam em músicas, danças, hábitos, culinária e feiras. Até mesmo a comida brasileira está em alguns restaurantes por aqui.
Conheça mais dessa diversidade no ‘Aqui é Londres’ abaixo.
E se você der uma volta pela cidade, é como se desse uma volta ao mundo devido à grande variedade de culturas que se manifestam em músicas, danças, hábitos, culinária e feiras. Até mesmo a comida brasileira está em alguns restaurantes por aqui.
Conheça mais dessa diversidade no ‘Aqui é Londres’ abaixo.
Assista ao videoblog desta sexta-feira!
sexta-feira, 15 de junho de 2012
O São Paulo vai a Curitiba contra o Coxa e o tabu do placar mínimo
O São Paulo não jogou bem e, exceto Lucas, vários jogadores ficaram devendo. Luís Fabiano saiu na cara de Vanderlei aos 22 minutos do segundo tempo e chutou no corpo do goleiro coxa-branca. Aos 38 da segunda etapa, Douglas fez cruzamento e Luís Fabiano tocou de cabeça na trave. Faltou Cícero jogar bem, Jádson fazer lançamentos, Casemiro participar da partida.
A atuação do Coritiba tem muito a ver com o apagão tricolor. Marcelo Oliveira escalou o volante Gil pela direita, como marcador de Cortez, Sérgio Manoel e William cuidavam de Jádson e Cícero e a dupla de zaga mostrou segurança. Faltou o passe preciso de Éverton Ribeiro, o melhor entre os coxas, para colocar Éverton Costa ou Roberto na cara de Dênis.
E porque o Coxa fracassou no ataque, Lucas não perdoou. Aos 42 minutos, levou tr~es zagueiros na habilidade, no drible, e fez o gol que classificou como o mais importante de sua carreira.
"Pelas circunstâncias, foi um grande resultado", disse Lucas.
É claro que sim.
Mas...
Mas nas últimas três vezes em que o São Paulo fez 1 x 0, jogando a primeira em casa, em mata-matas de Copa do Brasil ou Libertadores, o placar não foi suficiente.
Recorde.
São Paulo 1 x 0 Avaí, gol contra do zagueiro Révson, permitiu ao clube catarinense a virada para 3 x 1 em Florianópolis e custou ao tricolor a eliminação nas quartas-de-final da Copa do Brasil de 2011.
São Paulo 1 x 0 Fluminense, gol de Adriano, permitiu ao time carioca a virada para 3 x 1, com gol de Washington no último instante, no Maracanã. Eliminação são-paulina nas quartas-de-final da Libertadores de 2008.
São Paulo 1 x 0 Grêmio, gol de Miranda, permitiu aos gremistas a virada para 2 x 0, com um gol de Tcheco, hoje coxa-branca, nas oitavas-de-final da Libertadores de 2007.
E tem ainda São Paulo 1 x 0 Libertad, pela Copa Sul-Americana do ano passado, que se transformou em Libertad 2 x 0 na volta, em Assunção.
A lembrança dos quatro resultados precisa estar presente em todas as palestras do técnico Émerson Leão, de hoje até quarta-feira que vem, no Couto Pereira.
Também vale puxar da memória outro resultado.
Nas semifinais da Libertadores de 2010, o São Paulo jogou no Beira Rio a primeira partida das semifinais. O Internacional fez 1 x 0, gol de Giuliano. O Tricolor teve chance de virar, fez 1 x 0, levou o empate, venceu por 2 x 1 no Morumbi, mas o resultado foi insuficiente.
Na memória, o placar de 1 x 0 serviu... para o Inter.
É tempo de servir para o São Paulo.
É claro que isso também depende do Coritiba.
A atuação do Coritiba tem muito a ver com o apagão tricolor. Marcelo Oliveira escalou o volante Gil pela direita, como marcador de Cortez, Sérgio Manoel e William cuidavam de Jádson e Cícero e a dupla de zaga mostrou segurança. Faltou o passe preciso de Éverton Ribeiro, o melhor entre os coxas, para colocar Éverton Costa ou Roberto na cara de Dênis.
E porque o Coxa fracassou no ataque, Lucas não perdoou. Aos 42 minutos, levou tr~es zagueiros na habilidade, no drible, e fez o gol que classificou como o mais importante de sua carreira.
"Pelas circunstâncias, foi um grande resultado", disse Lucas.
É claro que sim.
Mas...
Mas nas últimas três vezes em que o São Paulo fez 1 x 0, jogando a primeira em casa, em mata-matas de Copa do Brasil ou Libertadores, o placar não foi suficiente.
Recorde.
São Paulo 1 x 0 Avaí, gol contra do zagueiro Révson, permitiu ao clube catarinense a virada para 3 x 1 em Florianópolis e custou ao tricolor a eliminação nas quartas-de-final da Copa do Brasil de 2011.
São Paulo 1 x 0 Fluminense, gol de Adriano, permitiu ao time carioca a virada para 3 x 1, com gol de Washington no último instante, no Maracanã. Eliminação são-paulina nas quartas-de-final da Libertadores de 2008.
São Paulo 1 x 0 Grêmio, gol de Miranda, permitiu aos gremistas a virada para 2 x 0, com um gol de Tcheco, hoje coxa-branca, nas oitavas-de-final da Libertadores de 2007.
E tem ainda São Paulo 1 x 0 Libertad, pela Copa Sul-Americana do ano passado, que se transformou em Libertad 2 x 0 na volta, em Assunção.
A lembrança dos quatro resultados precisa estar presente em todas as palestras do técnico Émerson Leão, de hoje até quarta-feira que vem, no Couto Pereira.
Também vale puxar da memória outro resultado.
Nas semifinais da Libertadores de 2010, o São Paulo jogou no Beira Rio a primeira partida das semifinais. O Internacional fez 1 x 0, gol de Giuliano. O Tricolor teve chance de virar, fez 1 x 0, levou o empate, venceu por 2 x 1 no Morumbi, mas o resultado foi insuficiente.
Na memória, o placar de 1 x 0 serviu... para o Inter.
É tempo de servir para o São Paulo.
É claro que isso também depende do Coritiba.
quinta-feira, 14 de junho de 2012
quarta-feira, 13 de junho de 2012
VIDEOBLOG LONDRES 2012: Não gostei do empate entre Inglaterra e França, mas da loira que estava no pub...
Assisti ao empate de Inglaterra e França e não gostei do que vi. Times que só defendem, estou ficando velho, gosto de time que vai para frente, ataca. Porém, o povo inglês gostou, não esperava muita coisa do novo time.
Vi o jogo em um pub tradicional daqui de Londres, todos aplaudiram os jogadores, eis que surge a tal loira. Mas não vá pensando que é tipo ‘Mulher Samambaia’, essa é uma loira daquelas antigas.
Ela ficou atrás de mim e, como o jogo não acontecia nada, eu ficava com um olho no jogo e outro nela. Não sei se ela virá sexta-feira ao pub, mas torço para que ela vá!
Vi o jogo em um pub tradicional daqui de Londres, todos aplaudiram os jogadores, eis que surge a tal loira. Mas não vá pensando que é tipo ‘Mulher Samambaia’, essa é uma loira daquelas antigas.
Ela ficou atrás de mim e, como o jogo não acontecia nada, eu ficava com um olho no jogo e outro nela. Não sei se ela virá sexta-feira ao pub, mas torço para que ela vá!
Assista ao videoblog desta terça-feira!
O rei do pedaço
Dustin Brown levantando a desejada taça criada por Lord Stanley
Vencer uma Stanley Cup não é nada fácil. Terminar em último na conferência e passar como um rolo compressor sobre os três primeiros colocados do Oeste mostrou um pouco do que o hóquei no gelo pode proporcionar para nós. Foram necessários 45 anos para que o Los Angeles Kings se tornasse campeão pela primeira vez em sua história. Foi preciso que grandes craques passassem pela Califórnia para que o sonho pudesse ser construído. Wayne Gretzky, Luc Robitaille, Dave Taylor, Mike Murphy, Marcel Dionne e Rogie Vachon foram alguns deles. Agora, esta lista será completada pelos 28 jogadores que participaram da equipe nesta temporada, desde Jonathan Quick, eleito o MVP das finais, até Scott Parse e Dabis Drewiske, que jogaram apenas 9 partidas.
No Dia dos Namorados (mesmo que por lá seja comemorado em outro dia), a Califórnia ganhou uma nova paixão.
"Grupo da vida" reserva drama; Uefa fecha os olhos para violência
No dia em que a incompetência da polícia polonesa permitiu a anunciada batalha entre russos e poloneses nas ruas de Varsóvia, os jogos do grupo A deixaram tudo aberto para a rodada final, no próximo sábado. As quatro equipes entrarão em campo com possibilidades de classificação - e dependendo apenas do próprio resultado.
A Uefa, que parece mais preocupada em questões menores, como ameaçar sites como o 101greatgoals, que reproduzem gols dos jogos, segue fazendo vistas grossas para os problemas extracampo da Eurocopa. Perguntas sobre a pancadaria pré-jogo foram vetadas nas coletivas após a partida, e as denúncias de casos de racismo são abafadas ou tratadas com evasivas.
Dentro de campo, a República Tcheca se reabilitou da goleada sofrida na estreia ao vencer a Grécia por 2 a 1, graças aos dois gols marcados nos seis primeiros minutos. O lado esquerdo grego, problemático na estreia contra a Polônia, voltou a ser o calcanhar de Aquiles da equipe: ambos os gols saíram por ali. Destaque para a boa atuação do lateral tcheco Gebre Selassie, de origem etíope.
A saída de Rosicky no intervalo afetou a seleção tcheca, que no segundo tempo teve problemas para controlar o jogo e viu o crescimento da Grécia. Caso o meia não se recupere para a partida decisiva contra a Polônia, em função das dores no tendão de Aquiles, o técnico Michal Bilek terá sérios problemas.
O gol de empate grego saiu em uma falha absurda e rara de Petr Cech, permitindo a Gekas marcar com tranquilidade, mas faltou força ofensiva para buscar o empate. Para uma seleção que se propõe a ser forte na defesa e perigosa nos contra-ataques, jogar em desvantagem no placar nunca é o ideal.
Rússia e Polônia fizeram uma grande partida, com as duas equipes voltadas ao ataque e o placar de 1 a 1 fazendo justiça ao volume de jogo. A combinação entre Arshavin, que deu sua terceira assistência, e Dzagoev, que assumiu a artilharia isolada por seu terceiro gol, funcionou novamente.
Malafeev, que ganhou a vaga de Akinfeev no gol após uma grande temporada com o Zenit, esteve bem nas vezes em que foi exigido. Só não pôde fazer nada para evitar o golaço de Kuba, o mais bonito da competição até aqui. O cansaço tirou força da Rússia no segundo tempo, e o empate acabou satisfatório no final.
A classificação do grupo tem a Rússia com 4 pontos, República Tcheca com 3, Polônia com 2 e Grécia com 1. É importante lembrar que, no caso de empate em pontos, o primeiro critério é a pontuação (e, se necessário, saldo e gols marcados) nos jogos entre eles. Ou seja, caso haja um vencedor entre poloneses e tchecos, bastaria uma vitória simples da Grécia para eliminar os russos.
A Uefa, que parece mais preocupada em questões menores, como ameaçar sites como o 101greatgoals, que reproduzem gols dos jogos, segue fazendo vistas grossas para os problemas extracampo da Eurocopa. Perguntas sobre a pancadaria pré-jogo foram vetadas nas coletivas após a partida, e as denúncias de casos de racismo são abafadas ou tratadas com evasivas.
Dentro de campo, a República Tcheca se reabilitou da goleada sofrida na estreia ao vencer a Grécia por 2 a 1, graças aos dois gols marcados nos seis primeiros minutos. O lado esquerdo grego, problemático na estreia contra a Polônia, voltou a ser o calcanhar de Aquiles da equipe: ambos os gols saíram por ali. Destaque para a boa atuação do lateral tcheco Gebre Selassie, de origem etíope.
A saída de Rosicky no intervalo afetou a seleção tcheca, que no segundo tempo teve problemas para controlar o jogo e viu o crescimento da Grécia. Caso o meia não se recupere para a partida decisiva contra a Polônia, em função das dores no tendão de Aquiles, o técnico Michal Bilek terá sérios problemas.
O gol de empate grego saiu em uma falha absurda e rara de Petr Cech, permitindo a Gekas marcar com tranquilidade, mas faltou força ofensiva para buscar o empate. Para uma seleção que se propõe a ser forte na defesa e perigosa nos contra-ataques, jogar em desvantagem no placar nunca é o ideal.
Rússia e Polônia fizeram uma grande partida, com as duas equipes voltadas ao ataque e o placar de 1 a 1 fazendo justiça ao volume de jogo. A combinação entre Arshavin, que deu sua terceira assistência, e Dzagoev, que assumiu a artilharia isolada por seu terceiro gol, funcionou novamente.
Malafeev, que ganhou a vaga de Akinfeev no gol após uma grande temporada com o Zenit, esteve bem nas vezes em que foi exigido. Só não pôde fazer nada para evitar o golaço de Kuba, o mais bonito da competição até aqui. O cansaço tirou força da Rússia no segundo tempo, e o empate acabou satisfatório no final.
A classificação do grupo tem a Rússia com 4 pontos, República Tcheca com 3, Polônia com 2 e Grécia com 1. É importante lembrar que, no caso de empate em pontos, o primeiro critério é a pontuação (e, se necessário, saldo e gols marcados) nos jogos entre eles. Ou seja, caso haja um vencedor entre poloneses e tchecos, bastaria uma vitória simples da Grécia para eliminar os russos.
Ganso, o craque da ficção. Quando joga? Como joga? Afinal, ele joga?
O talento de Paulo Henrique Ganso com a bola nos pés é reconhecido. Mas futebol não se joga apenas com ela sob controle. O camisa 10 do Santos é pouco participativo, briga pela recuperação da pelota menos do que devem por ela lutar os jogadores de hoje. Ainda mais os meio-campistas.
Acompanhei no "Linha de Passe" da ESPN Brasil a discussão sobre ele e Oscar, se podem jogar juntos, ou não. Hoje, Ganso não pode sequer ser apontado titular absoluto da seleção. Não apenas pela recente cirurgia, mas pelo futebol de raros lampejos. É muito, mas muito pouco.
Oscar explorou bem as chances que teve, armando pelo centro da cancha ou mais pela direita. Roubou a bola no ataque, deu passes, lançamentos, fez gol. Ganso não tem feito nada disso, salvo eventuais brilharecos no Santos, onde Neymar o ofuscou amplamente de 2010 para cá.
Ganso é o craque de ficção, o jogador genial na mente de parte da imprensa e da torcida. Sem mercado nos grandes clubes internacionais com sua postura pouco participativa (o Barcelona escancarou isso), segue entrando e saindo do time enquanto esperam pelo seu "grande" futebol.
Ele ainda é tema de debate muito mais pelo que imaginam que possa fazer do que pelo que realmente faz. Talvez entre em campo nesta quarta-feira contra o Corinthians. Seria mais uma chance de mostrar que é um craque de verdade. Ainda há tempo.
Acompanhei no "Linha de Passe" da ESPN Brasil a discussão sobre ele e Oscar, se podem jogar juntos, ou não. Hoje, Ganso não pode sequer ser apontado titular absoluto da seleção. Não apenas pela recente cirurgia, mas pelo futebol de raros lampejos. É muito, mas muito pouco.
Oscar explorou bem as chances que teve, armando pelo centro da cancha ou mais pela direita. Roubou a bola no ataque, deu passes, lançamentos, fez gol. Ganso não tem feito nada disso, salvo eventuais brilharecos no Santos, onde Neymar o ofuscou amplamente de 2010 para cá.
Ganso é o craque de ficção, o jogador genial na mente de parte da imprensa e da torcida. Sem mercado nos grandes clubes internacionais com sua postura pouco participativa (o Barcelona escancarou isso), segue entrando e saindo do time enquanto esperam pelo seu "grande" futebol.
Ele ainda é tema de debate muito mais pelo que imaginam que possa fazer do que pelo que realmente faz. Talvez entre em campo nesta quarta-feira contra o Corinthians. Seria mais uma chance de mostrar que é um craque de verdade. Ainda há tempo.
Ganso em ação contra o Barcelona no Mundial
terça-feira, 12 de junho de 2012
Brasilerão Série B
| 21h00 Vitória 1x0 Guarani |
| 21h00 Grêmio Barueri 1x2 Paraná Clube |
| 21h00 Ipatinga-MG 1x2 Boa |
Eliminatórias da Concacaf
| 20h00 Antígua e Barbuda 0x0 Jamaica |
| 20h45 Canadá 0x0 Honduras |
| 21h00 Guiana 0x4 Costa Rica |
| 22h05 Panamá 1x0 Cuba |
| 22h30 El Salvador 1x2 México |
| 23h00 Guatemala 1x1 Estados Unidos |
Eliminatórias Asiáticas
| 07h00 Austrália 1x1 Japão |
| 08h00 Coreia do Sul 3x0 Líbano |
| 11h45 Iraque 1x1 Omã |
| 12h30 Irã 0x0 Qatar |
Vasco tenta igualar seu melhor início do Brasileirão contra o Palmeiras
Na história do Campeonato Brasileiro, uma única vez o Vasco começou com cinco vitórias consecutivas, o que pode igualar no próximo domingo contra o Palmeiras, em Barueri. Aconteceu em 1988, ano em que o clube de São Januário foi o melhor da fase de classificação, mas terminou eliminado pelo Fluminense, nas quartas-de-final. Naquele ano, o Vasco foi prejudicado pela paralisação do Brasileiro, em dezembro, e o reinício em janeiro, para as finais do campeonato.
Além da campanha atual, com quatro vitórias nas quatro primeiras rodadas, o Vasco teve campanha semelhante em 1976, 1978 e 1979, três campanhas em que jogou em casa em três das quatro primeiras rodadas.
Na história dos pontos corridos, quatro clubes conseguiram quatro vitórias nas quatro primeiras rodadas: Botafogo e Fluminense em 2005, Internacional em 2009 e o São Paulo em 2011. Nenhum deles foi campeão. Em 2005, o Fluminense foi quinto e o Botafogo nono colocado; em 2009, o Internacional foi vice-campeão; em 2011, o São Paulo terminou em sexto lugar.
Na história do Brasileirão, o melhor início é do Atlético Mineiro, em 1977, com oito vitórias nas primeiras oito rodadas.
Veja abaixo as campanhas históricas do Vasco, com cinco ou quatro vitórias no início do Campeonato Brasileiro:
1988 - 5 vitórias nas 5 primeiras rodadasVasco 1 x 0 Flamengo
Goiás 0 x 2 Vasco
Vasco 4 x 2 Portuguesa
Atlético Paranaense 0 x 1 Vasco
Palmeiras 2 x 3 Vasco
1976 - 4 vitórias nas 4 primeiras rodadasVasco 1 x 0 América Mineiro
Vasco 1 x 0 Goiás
Americano 2 x 3 Vasco
Vasco 4 x 2 Goiânia
1978 - 4 vitórias nas 4 primeiras rodadasGuarani 1 x 3 Vasco
Vasco 4 x 0 CSA
Vasco 3 x 1 Ponte Preta
Vasco 4 x 1 Confiança
1979 - 4 vitórias nas 4 primeiras rodadasVasco 5 x 1 Operário-MS
Vasco 3 x 0 Ceará
Central-PE 0 x 1 Vasco
Vasco 4 x 0 Botafogo-PB
2012 - 4 vitórias nas 4 primeiras rodadasVasco 2 x 1 Grêmio
Portuguesa 0 x 1 Vasco
Vasco 4 x 2 Náutico
Bahia 1 x 2 Vasco
Além da campanha atual, com quatro vitórias nas quatro primeiras rodadas, o Vasco teve campanha semelhante em 1976, 1978 e 1979, três campanhas em que jogou em casa em três das quatro primeiras rodadas.
Na história dos pontos corridos, quatro clubes conseguiram quatro vitórias nas quatro primeiras rodadas: Botafogo e Fluminense em 2005, Internacional em 2009 e o São Paulo em 2011. Nenhum deles foi campeão. Em 2005, o Fluminense foi quinto e o Botafogo nono colocado; em 2009, o Internacional foi vice-campeão; em 2011, o São Paulo terminou em sexto lugar.
Na história do Brasileirão, o melhor início é do Atlético Mineiro, em 1977, com oito vitórias nas primeiras oito rodadas.
Veja abaixo as campanhas históricas do Vasco, com cinco ou quatro vitórias no início do Campeonato Brasileiro:
1988 - 5 vitórias nas 5 primeiras rodadasVasco 1 x 0 Flamengo
Goiás 0 x 2 Vasco
Vasco 4 x 2 Portuguesa
Atlético Paranaense 0 x 1 Vasco
Palmeiras 2 x 3 Vasco
1976 - 4 vitórias nas 4 primeiras rodadasVasco 1 x 0 América Mineiro
Vasco 1 x 0 Goiás
Americano 2 x 3 Vasco
Vasco 4 x 2 Goiânia
1978 - 4 vitórias nas 4 primeiras rodadasGuarani 1 x 3 Vasco
Vasco 4 x 0 CSA
Vasco 3 x 1 Ponte Preta
Vasco 4 x 1 Confiança
1979 - 4 vitórias nas 4 primeiras rodadasVasco 5 x 1 Operário-MS
Vasco 3 x 0 Ceará
Central-PE 0 x 1 Vasco
Vasco 4 x 0 Botafogo-PB
2012 - 4 vitórias nas 4 primeiras rodadasVasco 2 x 1 Grêmio
Portuguesa 0 x 1 Vasco
Vasco 4 x 2 Náutico
Bahia 1 x 2 Vasco
Rafael Nadal sete vezes. O maior de todos no saibro venceu
Que monstro. Que gênio.
Jogou um tênis espetacular os quinze dias. Passou por cima da maioria dos seus adversários. Literalmente fez chover em Paris.
Quando o torneio começou ninguém esperava um massacre tão grande até a final. Nenhum set perdido e apenas um set complicado contra o Almagro (7/6) de resto ele passeou. Perdeu apenas 1 saque até a final e mostrou mais uma vez ao mundo que se um dia mudarem o nome do torneio para Rafael Nadal vai ser mais que justo.
Na final vimos um grande jogo. Começou com um Nadal firme e mais tranquilo nos dois primeiros sets. Chegou a abrir 2/0 no terceiro e todos pensamos que o jogo seria em três sets sem chances. Por sorte do outro lado tinha um outro gigante do tênis e da mente. Encontrou forças para mudar o ritmo do jogo, mudou sua tática, começou a usar mais sua esquerda na paralela e ganhou oito games seguidos. Fez 6/2 2/0 no quarto e jogou fogo no jogo.
No seu melhor momento. Choveu. Mais uma vez vamos discutir se a paralização prejudicou o Djokovic, se ele venceria o quarto set se não chovesse. O jogo foi suspenso para hoje e vimos um Nadal mais uma vez espetacular.
Hoje o Djoko sentiu muito mais o jogo mentalmente que o Nadal. Mais nervoso e preso perdeu o saque de cara e no final jogou muito mal o game do 5/6. Perdeu o jogo numa dupla falta e com isso deu adeus ao sonho do primeiro título em Roland Garros.
Foi um jogo incrível. Belas jogadas e um jogo muito mental.
Tive o prazer de comentar as duas semanas. Não tenho palavras para descrever a emoção de falar do que eu mais gosto na vida. Falar de tênis.
Como disse hoje no final da transmissão. Espero ter correspondido a altura. Espero que tenham curtido minha primeira participação e que eu tenha agregado um pouco nos jogos.
Agora fico na ESPN direto. Sou da casa.
Valeu galera. Obrigado pelas mensagens e pelo carinho
Jogou um tênis espetacular os quinze dias. Passou por cima da maioria dos seus adversários. Literalmente fez chover em Paris.
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Quando o torneio começou ninguém esperava um massacre tão grande até a final. Nenhum set perdido e apenas um set complicado contra o Almagro (7/6) de resto ele passeou. Perdeu apenas 1 saque até a final e mostrou mais uma vez ao mundo que se um dia mudarem o nome do torneio para Rafael Nadal vai ser mais que justo.
Na final vimos um grande jogo. Começou com um Nadal firme e mais tranquilo nos dois primeiros sets. Chegou a abrir 2/0 no terceiro e todos pensamos que o jogo seria em três sets sem chances. Por sorte do outro lado tinha um outro gigante do tênis e da mente. Encontrou forças para mudar o ritmo do jogo, mudou sua tática, começou a usar mais sua esquerda na paralela e ganhou oito games seguidos. Fez 6/2 2/0 no quarto e jogou fogo no jogo.
No seu melhor momento. Choveu. Mais uma vez vamos discutir se a paralização prejudicou o Djokovic, se ele venceria o quarto set se não chovesse. O jogo foi suspenso para hoje e vimos um Nadal mais uma vez espetacular.
Hoje o Djoko sentiu muito mais o jogo mentalmente que o Nadal. Mais nervoso e preso perdeu o saque de cara e no final jogou muito mal o game do 5/6. Perdeu o jogo numa dupla falta e com isso deu adeus ao sonho do primeiro título em Roland Garros.
Foi um jogo incrível. Belas jogadas e um jogo muito mental.
Tive o prazer de comentar as duas semanas. Não tenho palavras para descrever a emoção de falar do que eu mais gosto na vida. Falar de tênis.
Como disse hoje no final da transmissão. Espero ter correspondido a altura. Espero que tenham curtido minha primeira participação e que eu tenha agregado um pouco nos jogos.
Agora fico na ESPN direto. Sou da casa.
Valeu galera. Obrigado pelas mensagens e pelo carinho
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Deco elogia atuação contra Inter, mas não lamenta empate: 'Futebol não tem justiça, tem eficiência'
O meia Deco lamentou o empate do Fluminense em 0 a 0 com o Internacional no Engenhão, neste domingo, pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro. Segundo o jogador, o time carioca, que chegou ao terceiro empate no torneio, jogou melhor que o clube gaúcho, mas não mereceu vencer, pois não foi eficiente.
"A gente está com bastante gente fora, mas jogamos bem. Mas não marcamos, aí fica difícil. Tivemos duas situações claras contra o Internacional, assim fica difícil. Futebol não tem justiça tem eficiência. A gente jogou bem, mas não marcou", disse o meia luso-brasileiro ainda no gramado.
Já o volante Edinho lamentou o resultado. "Não fomos felizes, mas empatamos com uma grande equipe que vai tirar pontos dos outros. Acho que, pelo que a equipe jogou hoje, merece um resultado melhor. O Internacional vai brigar pelo título como a nossa mas acho que o empate está tranquilo", disse.
Para o goleiro Diego Cavalieri, o resultado não é desesperador, mas já deixa o sinal aceso para a luta pelo título. "É importante fazer pontos em casa, mas agora é manter a cabeça no lugar. Temos outro jogo no sábado para não deixar o grupo da frente disparar que depois fica complicado", finalizou.
"A gente está com bastante gente fora, mas jogamos bem. Mas não marcamos, aí fica difícil. Tivemos duas situações claras contra o Internacional, assim fica difícil. Futebol não tem justiça tem eficiência. A gente jogou bem, mas não marcou", disse o meia luso-brasileiro ainda no gramado.
Já o volante Edinho lamentou o resultado. "Não fomos felizes, mas empatamos com uma grande equipe que vai tirar pontos dos outros. Acho que, pelo que a equipe jogou hoje, merece um resultado melhor. O Internacional vai brigar pelo título como a nossa mas acho que o empate está tranquilo", disse.
Para o goleiro Diego Cavalieri, o resultado não é desesperador, mas já deixa o sinal aceso para a luta pelo título. "É importante fazer pontos em casa, mas agora é manter a cabeça no lugar. Temos outro jogo no sábado para não deixar o grupo da frente disparar que depois fica complicado", finalizou.
Para Deco (esquerda), o Flu jogou bem, mas falta de eficiência não tornou empate com Inter, de Sandro Silva, injusto
Crédito da imagem: Photocamera
Com seis pontos, o Flu já está com metade dos pontos do líder Vasco, o único time 100% da competição. Na próxima rodada, o time tricolor enfrenta a Portuguesa, novamente no EngenhãoCrédito da imagem: Photocamera
Náutico bate Botafogo e vence a primeira no Brasileiro
O Náutico venceu em casa o Botafogo por 3 a 2 neste domingo, no estádio dos Aflitos, em confronto válido pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o time alvirrubro chegou à primeira vitória na competição e agora tem quatro pontos no torneio, fora da zona de rebaixamento. Já o time alvinegro, que perdeu a segunda partida seguida, permanece com seis pontos.
Jogando em casa, o Naútico começou com tudo. Logo aos 16 minutos do primeiro tempo, Araújo abriu o placar para o Timbu. Aos 32, Lúcio, ex-Palmeiras e Grêmio, ampliou para o clube pernambucano. O cenário parecia que ia mudar no segundo tempo: Márcio Azevedo diminuiu logo aos dois minutos e E Fábio Ferreira empatou aos 14. Derley, aos 37, porém, interrompeu a reação do rival e garantiu a vitória.
Na próxima rodada, o Náutico recebe o Grêmio, enquanto o Botafogo visita o Internacional.
O Náutico começou a partida no ataque. Apoiado pela grande torcida presente aos Aflitos, o time dirigido por Alexandre Gallo tentou impor seu ritmo de jogo, enquanto o Botafogo tentava controlar o ímpeto do adversário e sair com a bola dominada para o ataque. A equipe carioca criou a primeira jogada de perigo aos cinco minutos quando Herrera recebeu em profundidade e tentou encobrir o goleiro Felipe que fez grande defesa.
Aos 17 minutos, o Náutico marcou o primeiro gol. O atacante Araújo recebeu na grande área, se livrou de Lucas e bateu sem chances para o goleiro Milton Raphael. A vantagem animou a equipe da casa que quase marcou o segundo aos 23 minutos em chute forte de Souza que passou muito perto da trave alvinegra. O Botafogo não conseguia ser objetivo, mostrando muita troca de passes no meio campo.
O time carioca só voltou a incomodar aos 25 minutos quando após cobrança de escanteio, Fábio Ferreira cabeceou para boa defesa de Felipe. O Botafogo mostrava nervosismo e pouca objetividade. Herrera, muito isolado, quase não tocava na bola.
Aos 33 minutos, o Náutico ampliou. Rhayner recebeu a bola pela direita, invadiu a área e chutou cruzado, A bola passou por Araújo mas Lúcio vinha acompanhando o lance e mandou para o fundo das redes.
O Botafogo, sem outra alternativa, partiu de forma desesperada para tentar descontar a vantagem da equipe pernambucana. E quase conseguiu anotar o primeiro gol aos 40 minutos quando Maicosuel levantou a bola na área em cobrança de falta e Brinner cabeceou no canto mas o goleiro Felipe salvou com os pés. Aos 44 foi a vez de Herrera encher o pé e obrigar Felipe a praticar outra boa intervenção.
O Botafogo voltou com Elkeson no lugar de Andrezinho e maior disposição ofensiva enquanto o Náutico tentava aproveitar os avanços alvinegros para tentar surpreender a equipe carioca em lançamentos para Araújo.
Aos três minutos, o time de General Severiano marcou o primeiro gol. Lucas penetrou pela lateral direita e cruzou para a entrada fulminante de Márcio Azevedo que tocou sem defesa para Felipe.
O gol animou a equipe carioca que adiantou seu meio campo e aos seis minutos, numa saída de bola errada do Náutico, Elkeson tentou entrar na área e foi derrubado por Márcio Rosário que já tinha sido advertido com o cartão amarelo no primeiro tempo e foi excluído da partidam deixando a equipe pernambucana com dez jogadores. Foi a segunda expulsão de Márcio Rosário neste início de competição.
Gallo trocou o meia Souza pelo zagueiro César Marques e passou a se defender para manter o resultado mas aos 13 minutos o Botafogo chegou ao empate. Elkeson cobrou falta na área e Fábio Ferreira dividiu com César Marques pelo alto. A bola desviou na cabeça de César Marques e entrou no canto esquerdo de Felipe mas o árbitro confirmou o gol para Fábio Ferreira.
A igualdade animou o time carioca que quase desempatou aos 15 em chute forte de Renato que Felipe desviou para escanteio. O goleiro do time pernambucano voltou a salvar sua equipe aos 17 minutos quando Herrera colocou Maicosuel livre na área e o chute do atacante foi defendido pelo goleiro.
O time da casa não conseguia mais se arrumar em campo e apenas tentava resistir à pressão cada vez maior do Botafogo. Araújo e Rhayner quase não recebiam passes e estavam mais preocupados em tentar impedir o avanço dos zagueiros adversários do que em atacar. Só aos 24 minutos é que o Náutico voltou a incomodar a defesa alvinegra e o goleiro Milton Raphael teve que intervir para cortar um cruzamento perigoso de Lúcio.
O Botafogo trocou o volante Jadson pelo meia Cidinho. O lance animou a equipe pernambucana que passou a equilibrar a partida. Aos 32 minutos, o Botafogo também ficou com dez jogadores. Márcio Azevedo atingiu Araújo em disputa de bola e acabou recebendo cartão vermelho.
Aos 37 minutos, o Náutico marcou o terceiro gol. Lúcio mandou pelo alto, Romero cabeceou e Vítor Júnior errou ao tentar recuar de cabeça e deixou a bola nos pés de Derley que passou pelo goleiro Milton Raphael e bateu para o gol vazio.
Depois do gol, o Náutico só se preocupou em administrar a vantagem até o final da partida.
FICHA TÉCNICA
NÁUTICO 3 X 2 BOTAFOGO
Local: Aflitos, em Recife (PE)
Data: 10 de junho de 2012 (Domingo)
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Heber Roberto Lopes (Fifa-PR)
Assistentes: Thiago Brigido (CE) e Pedro Christino (PR)
Cartão Amarelo: Márcio Rosário(Nau); Lucas(Bota)
Cartão Vermelho: Márcio Rosário(Nau); Márcio Azevedo(Bota)
Gols:
NÁUTICO: Araújo aos 17 e Lúcio aos 33 minutos do primeiro tempo; Derley aos 37 minutos do segundo tempo
BOTAFOGO: Márcio Azevedo aos três minutos e Fábio Ferreira aos 13 minutos do segundo tempo
NÁUTICO: Gideão; Auremir, Marcio Rosário, Ronaldo Alves e Lúcio; Derley, Elicarlos, Martinez e Souza(César Marques); Rhayner(Siloé) e Araújo(Romero)
Técnico: Alexandre Gallo
BOTAFOGO: Milton Raphael; Lucas, Brinner, Fábio Ferreira e Márcio Azevedo; Jadson(Cidinho), Renato, Maicosuel(Lucas Zen), Vitor Júnior e Andrezinho(Elkeson); Herrera
Técnico: Oswaldo de Oliveira
Jogando em casa, o Naútico começou com tudo. Logo aos 16 minutos do primeiro tempo, Araújo abriu o placar para o Timbu. Aos 32, Lúcio, ex-Palmeiras e Grêmio, ampliou para o clube pernambucano. O cenário parecia que ia mudar no segundo tempo: Márcio Azevedo diminuiu logo aos dois minutos e E Fábio Ferreira empatou aos 14. Derley, aos 37, porém, interrompeu a reação do rival e garantiu a vitória.
Na próxima rodada, o Náutico recebe o Grêmio, enquanto o Botafogo visita o Internacional.
Lúcio marcou sobre o Botafogo na primeira vitória do Naútico no Brasileiro
Crédito da imagem: Agência Estado
O jogo Crédito da imagem: Agência Estado
O Náutico começou a partida no ataque. Apoiado pela grande torcida presente aos Aflitos, o time dirigido por Alexandre Gallo tentou impor seu ritmo de jogo, enquanto o Botafogo tentava controlar o ímpeto do adversário e sair com a bola dominada para o ataque. A equipe carioca criou a primeira jogada de perigo aos cinco minutos quando Herrera recebeu em profundidade e tentou encobrir o goleiro Felipe que fez grande defesa.
Aos 17 minutos, o Náutico marcou o primeiro gol. O atacante Araújo recebeu na grande área, se livrou de Lucas e bateu sem chances para o goleiro Milton Raphael. A vantagem animou a equipe da casa que quase marcou o segundo aos 23 minutos em chute forte de Souza que passou muito perto da trave alvinegra. O Botafogo não conseguia ser objetivo, mostrando muita troca de passes no meio campo.
O time carioca só voltou a incomodar aos 25 minutos quando após cobrança de escanteio, Fábio Ferreira cabeceou para boa defesa de Felipe. O Botafogo mostrava nervosismo e pouca objetividade. Herrera, muito isolado, quase não tocava na bola.
Aos 33 minutos, o Náutico ampliou. Rhayner recebeu a bola pela direita, invadiu a área e chutou cruzado, A bola passou por Araújo mas Lúcio vinha acompanhando o lance e mandou para o fundo das redes.
O Botafogo, sem outra alternativa, partiu de forma desesperada para tentar descontar a vantagem da equipe pernambucana. E quase conseguiu anotar o primeiro gol aos 40 minutos quando Maicosuel levantou a bola na área em cobrança de falta e Brinner cabeceou no canto mas o goleiro Felipe salvou com os pés. Aos 44 foi a vez de Herrera encher o pé e obrigar Felipe a praticar outra boa intervenção.
O Botafogo voltou com Elkeson no lugar de Andrezinho e maior disposição ofensiva enquanto o Náutico tentava aproveitar os avanços alvinegros para tentar surpreender a equipe carioca em lançamentos para Araújo.
Aos três minutos, o time de General Severiano marcou o primeiro gol. Lucas penetrou pela lateral direita e cruzou para a entrada fulminante de Márcio Azevedo que tocou sem defesa para Felipe.
O gol animou a equipe carioca que adiantou seu meio campo e aos seis minutos, numa saída de bola errada do Náutico, Elkeson tentou entrar na área e foi derrubado por Márcio Rosário que já tinha sido advertido com o cartão amarelo no primeiro tempo e foi excluído da partidam deixando a equipe pernambucana com dez jogadores. Foi a segunda expulsão de Márcio Rosário neste início de competição.
Gallo trocou o meia Souza pelo zagueiro César Marques e passou a se defender para manter o resultado mas aos 13 minutos o Botafogo chegou ao empate. Elkeson cobrou falta na área e Fábio Ferreira dividiu com César Marques pelo alto. A bola desviou na cabeça de César Marques e entrou no canto esquerdo de Felipe mas o árbitro confirmou o gol para Fábio Ferreira.
A igualdade animou o time carioca que quase desempatou aos 15 em chute forte de Renato que Felipe desviou para escanteio. O goleiro do time pernambucano voltou a salvar sua equipe aos 17 minutos quando Herrera colocou Maicosuel livre na área e o chute do atacante foi defendido pelo goleiro.
O time da casa não conseguia mais se arrumar em campo e apenas tentava resistir à pressão cada vez maior do Botafogo. Araújo e Rhayner quase não recebiam passes e estavam mais preocupados em tentar impedir o avanço dos zagueiros adversários do que em atacar. Só aos 24 minutos é que o Náutico voltou a incomodar a defesa alvinegra e o goleiro Milton Raphael teve que intervir para cortar um cruzamento perigoso de Lúcio.
O Botafogo trocou o volante Jadson pelo meia Cidinho. O lance animou a equipe pernambucana que passou a equilibrar a partida. Aos 32 minutos, o Botafogo também ficou com dez jogadores. Márcio Azevedo atingiu Araújo em disputa de bola e acabou recebendo cartão vermelho.
Aos 37 minutos, o Náutico marcou o terceiro gol. Lúcio mandou pelo alto, Romero cabeceou e Vítor Júnior errou ao tentar recuar de cabeça e deixou a bola nos pés de Derley que passou pelo goleiro Milton Raphael e bateu para o gol vazio.
Depois do gol, o Náutico só se preocupou em administrar a vantagem até o final da partida.
FICHA TÉCNICA
NÁUTICO 3 X 2 BOTAFOGO
Local: Aflitos, em Recife (PE)
Data: 10 de junho de 2012 (Domingo)
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Heber Roberto Lopes (Fifa-PR)
Assistentes: Thiago Brigido (CE) e Pedro Christino (PR)
Cartão Amarelo: Márcio Rosário(Nau); Lucas(Bota)
Cartão Vermelho: Márcio Rosário(Nau); Márcio Azevedo(Bota)
Gols:
NÁUTICO: Araújo aos 17 e Lúcio aos 33 minutos do primeiro tempo; Derley aos 37 minutos do segundo tempo
BOTAFOGO: Márcio Azevedo aos três minutos e Fábio Ferreira aos 13 minutos do segundo tempo
NÁUTICO: Gideão; Auremir, Marcio Rosário, Ronaldo Alves e Lúcio; Derley, Elicarlos, Martinez e Souza(César Marques); Rhayner(Siloé) e Araújo(Romero)
Técnico: Alexandre Gallo
BOTAFOGO: Milton Raphael; Lucas, Brinner, Fábio Ferreira e Márcio Azevedo; Jadson(Cidinho), Renato, Maicosuel(Lucas Zen), Vitor Júnior e Andrezinho(Elkeson); Herrera
Técnico: Oswaldo de Oliveira
No melhor jogo da Euro, empate entre duas seleções fiéis a seu modo de ver futebol
Eu tenho todo o respeito pela história da Itália no futebol. Respeito pelos resultados e pela maneira de jogar. Apenas não sou obrigado a gostar dessa maneira de ver o jogo.
No domingo, a Itália fez um grande jogo contra a Espanha. A seu estilo. Que hoje não é, não, uma retranca. Eu chamo de "retranca" aquela coisa de 11 defendendo, o antifutebol, querer que não haja jogo e que o duelo acabe 0 a 0. A Itália não joga assim. A Itália simplesmente prioriza a defesa para depois pensar no ataque. Isso não é errado. De novo, só não me obriguem a gostar.
Um dia, em Madri, um grande amigo, jornalista francês da Eurosport, comentou comigo. "Vocês, brasileiros, acham que futebol é só atacar. E futebol é atacar e também defender".
Ele tem razão. A escola do Brasil sempre desprezou a arte de defender, nunca tivemos sistemas defensivos consistentemente sólidos em nossas bases e campeonatos e é essa, na minha opinião, a razão do desnivelamento entre o Brasileirão e as ligas europeias.
A Itália, ao contrário do Brasil, pensa primeiro em defender. Primeiro, na organização tática. Primeiro, em evitar que o outro te faça dano. Depois, pensa em como fazer dano. Pensa em soluções para chegar ao gol do outro lado. Sempre foi assim historicamente, é a maneira deles de ver futebol.
Se dá resultado? Não de forma constante. Consideremos o futebol pós-Guerra, somente. E a Itália tem no currículo uma Euro e duas Copas. A Espanha, por exemplo, tem duas Euros e uma Copa. A França, uma de cada. Tirando a Alemanha, a Itália está nivelada às outras "grandes" europeias. Às vezes chega (mais em Copas), às vezes dá papelões (mais em Euros).
Em Gdansk, a Itália foi fiel a seu estilo histórico. E fez bem. Contra uma Espanha sem atacante de ofício, Prandelli colocou oito jogadores compactados entre Buffon e a intermediária, às vezes com 3 e 5, na maioria das vezes com 5 e 3. Entre os zagueiros, De Rossi, que foi o melhor do time. Um volante que já chegou a ser um jogador ofensivo e agora comanda a zaga. Interessante.
A Itália disputou a posse de bola nos primeiros 20 minutos de jogo, depois não conseguiu mais (acabou 60 a 40 para a Espanha). Essa posse da Itália, quando a teve, consistia em ficar com ela no campo defensivo para que a Espanha não a tivesse. E consistia em tentativas de ligações diretas entre Pirlo e os atacantes. Deu certo, e no primeiro tempo a Itália obrigou Casillas a fazer três defesas importantes.
No segundo tempo, a Espanha passou a girar a bola com mais velocidade e a chutar mais a gol, dois recursos para furar a muralha que impedia a fluência de seu jogo nos primeiros 45 minutos. Em menos de 5 minutos, foram duas defesaças de Buffon em chutes de Cesc e Iniesta. Conforme o tempo foi passando, no entanto, a consistência defensiva da Itália foi falando mais alto.
É a hora em que fica mais nítida a necessidade de ter um jogador de referência à frente para a Espanha.
Os espanhóis foram a campo com Busquets e Xabi Alonso na proteção, depois Xavi, Iniesta, Silva e Cesc. É necessário, na continuidade do torneio, ter Torres ou Llorente no time. Quem sai? Possivelmente Cesc ou Silva. Mas poderia ser Xabi Alonso ou Busquets, já que eles não foram eficientes para evitar a exposição do sistema defensivo quando a Itália teve a bola.
Foi por isso que Balotelli teve uma chance clara desperdiçada (esse é um baita maluco). E foi por isso que Pirlo conseguiu habilitar Di Natale para o 1 a 0. A Espanha reagiu rápido e empatou com Cesc, após passe brilhante de Silva. E teve muitas chances de virar depois que Torres e Navas entraram no lugar dos dois protagonistas do gol espanhol - apesar de não terem jogado bem.
Torres perdeu um mano a mano com Buffon, que interpretou o que o atacante faria. Depois errou um passe de morte. E depois preferiu tentar um golaço por cobertura em vez de passar para um livre Jesús Navas. Três chances desperdiçadas por Torres. Um jogador que está sem confiança e, por essa razão, toma as decisões equivocadas em campo. Torres nunca foi grosso, mas anda perdendo gols demais. A única coisa que um atacante não pode fazer na vida.
Mas fica a lição para Del Bosque. É necessário ter um Torres ou um Llorente para que o sistema de passes no meio encontre alguém que finalize.
Essa é a escola espanhola de toda a vida? Não. Na verdade, é mais uma escola do Barcelona que está se espalhando por todo o país, que caiu no gosto dos técnicos de lá, da imprensa, dos torcedores e das crianças - e são elas que viram os atletas do dia de amanhã. A Fúria se transformou em tike-taka de uns 8 anos para cá - um termo cunhado por um narrador de basquete, que virou de futebol e morreu há alguns anos. Não é propriamente uma escola. Mas é o jeito de jogar atual da Espanha, e esse jeito de jogar foi respeitado em Gdansk e o será durante toda a Eurocopa.
Fiéis a seu estilo, Espanha e Itália fizeram um jogão para quem gosta de ver todas as facetas desse esporte chamado futebol. Seguirão fiéis. Creio que a Espanha disputará o título, creio que a Itália ficará pelo caminho.
No domingo, a Itália fez um grande jogo contra a Espanha. A seu estilo. Que hoje não é, não, uma retranca. Eu chamo de "retranca" aquela coisa de 11 defendendo, o antifutebol, querer que não haja jogo e que o duelo acabe 0 a 0. A Itália não joga assim. A Itália simplesmente prioriza a defesa para depois pensar no ataque. Isso não é errado. De novo, só não me obriguem a gostar.
Um dia, em Madri, um grande amigo, jornalista francês da Eurosport, comentou comigo. "Vocês, brasileiros, acham que futebol é só atacar. E futebol é atacar e também defender".
Ele tem razão. A escola do Brasil sempre desprezou a arte de defender, nunca tivemos sistemas defensivos consistentemente sólidos em nossas bases e campeonatos e é essa, na minha opinião, a razão do desnivelamento entre o Brasileirão e as ligas europeias.
A Itália, ao contrário do Brasil, pensa primeiro em defender. Primeiro, na organização tática. Primeiro, em evitar que o outro te faça dano. Depois, pensa em como fazer dano. Pensa em soluções para chegar ao gol do outro lado. Sempre foi assim historicamente, é a maneira deles de ver futebol.
Se dá resultado? Não de forma constante. Consideremos o futebol pós-Guerra, somente. E a Itália tem no currículo uma Euro e duas Copas. A Espanha, por exemplo, tem duas Euros e uma Copa. A França, uma de cada. Tirando a Alemanha, a Itália está nivelada às outras "grandes" europeias. Às vezes chega (mais em Copas), às vezes dá papelões (mais em Euros).
Em Gdansk, a Itália foi fiel a seu estilo histórico. E fez bem. Contra uma Espanha sem atacante de ofício, Prandelli colocou oito jogadores compactados entre Buffon e a intermediária, às vezes com 3 e 5, na maioria das vezes com 5 e 3. Entre os zagueiros, De Rossi, que foi o melhor do time. Um volante que já chegou a ser um jogador ofensivo e agora comanda a zaga. Interessante.
A Itália disputou a posse de bola nos primeiros 20 minutos de jogo, depois não conseguiu mais (acabou 60 a 40 para a Espanha). Essa posse da Itália, quando a teve, consistia em ficar com ela no campo defensivo para que a Espanha não a tivesse. E consistia em tentativas de ligações diretas entre Pirlo e os atacantes. Deu certo, e no primeiro tempo a Itália obrigou Casillas a fazer três defesas importantes.
No segundo tempo, a Espanha passou a girar a bola com mais velocidade e a chutar mais a gol, dois recursos para furar a muralha que impedia a fluência de seu jogo nos primeiros 45 minutos. Em menos de 5 minutos, foram duas defesaças de Buffon em chutes de Cesc e Iniesta. Conforme o tempo foi passando, no entanto, a consistência defensiva da Itália foi falando mais alto.
É a hora em que fica mais nítida a necessidade de ter um jogador de referência à frente para a Espanha.
Os espanhóis foram a campo com Busquets e Xabi Alonso na proteção, depois Xavi, Iniesta, Silva e Cesc. É necessário, na continuidade do torneio, ter Torres ou Llorente no time. Quem sai? Possivelmente Cesc ou Silva. Mas poderia ser Xabi Alonso ou Busquets, já que eles não foram eficientes para evitar a exposição do sistema defensivo quando a Itália teve a bola.
Foi por isso que Balotelli teve uma chance clara desperdiçada (esse é um baita maluco). E foi por isso que Pirlo conseguiu habilitar Di Natale para o 1 a 0. A Espanha reagiu rápido e empatou com Cesc, após passe brilhante de Silva. E teve muitas chances de virar depois que Torres e Navas entraram no lugar dos dois protagonistas do gol espanhol - apesar de não terem jogado bem.
Torres perdeu um mano a mano com Buffon, que interpretou o que o atacante faria. Depois errou um passe de morte. E depois preferiu tentar um golaço por cobertura em vez de passar para um livre Jesús Navas. Três chances desperdiçadas por Torres. Um jogador que está sem confiança e, por essa razão, toma as decisões equivocadas em campo. Torres nunca foi grosso, mas anda perdendo gols demais. A única coisa que um atacante não pode fazer na vida.
Mas fica a lição para Del Bosque. É necessário ter um Torres ou um Llorente para que o sistema de passes no meio encontre alguém que finalize.
Essa é a escola espanhola de toda a vida? Não. Na verdade, é mais uma escola do Barcelona que está se espalhando por todo o país, que caiu no gosto dos técnicos de lá, da imprensa, dos torcedores e das crianças - e são elas que viram os atletas do dia de amanhã. A Fúria se transformou em tike-taka de uns 8 anos para cá - um termo cunhado por um narrador de basquete, que virou de futebol e morreu há alguns anos. Não é propriamente uma escola. Mas é o jeito de jogar atual da Espanha, e esse jeito de jogar foi respeitado em Gdansk e o será durante toda a Eurocopa.
Fiéis a seu estilo, Espanha e Itália fizeram um jogão para quem gosta de ver todas as facetas desse esporte chamado futebol. Seguirão fiéis. Creio que a Espanha disputará o título, creio que a Itália ficará pelo caminho.
O dia em que ninguém ligava para a seleção brasileira
Ninguém liga para a seleção, certo?
A cada ataque do Brasil um suspiro. Um xingamento. De vez e quando até cabia uma apresentação: “quem é esse Utini (sic) mesmo?”.
Ninguém sabia ao certo porque a amarelinha era vestida por um monte de ‘estranhos’. Porém todos sabiam exatamente quem era aquele baixinho com a camisa que um dia foi do Maradona.
E com ele não tem conversa.
Foi bom ver o time de Mano Menezes repetir um padrão, uma escolha de jogo. Foi importante perceber que é preciso melhor marcação dos volantes. Foi notória a falta que Tiago Silva faz.
E que Neymar pode jogar longe da já manjada faixa esquerda do campo.
Bom mesmo foi ver as pessoas vendo.
Mas, ninguém liga, certo?
O capitão da Olimpíada fez falta
Crédito da imagem: Reuters
Não foi bem isso que vi na tarde deste sábado. Todos em volta de uma TV, daquelas surradas, de tubo (coisa démodé, hein?).Crédito da imagem: Reuters
A cada ataque do Brasil um suspiro. Um xingamento. De vez e quando até cabia uma apresentação: “quem é esse Utini (sic) mesmo?”.
Ninguém sabia ao certo porque a amarelinha era vestida por um monte de ‘estranhos’. Porém todos sabiam exatamente quem era aquele baixinho com a camisa que um dia foi do Maradona.
E com ele não tem conversa.
Foi bom ver o time de Mano Menezes repetir um padrão, uma escolha de jogo. Foi importante perceber que é preciso melhor marcação dos volantes. Foi notória a falta que Tiago Silva faz.
E que Neymar pode jogar longe da já manjada faixa esquerda do campo.
Bom mesmo foi ver as pessoas vendo.
Mas, ninguém liga, certo?
Itália acerta na tática e empata grande jogo com a Espanha
Estrear contra os atuais campeões com um esquema nunca testado em jogos soava como uma medida arriscada do técnico da Itália, Cesare Prandelli. Um risco que valeu a pena, já que o 3-5-2 inspirado na Juventus, com seis jogadores da equipe entre os titulares, mostrou-se eficiente para combater a Espanha. Empate no placar, mas taticamente o italiano foi melhor.
Sabendo da intenção do técnico adversário, Vicente del Bosque quis tirar pontos de referência e montou a Espanha sem um homem de área, formando a linha mais avançada de seu 4-3-3 com David Silva, Fàbregas e Iniesta. Um "falso nove" para combater o "falso zagueiro" De Rossi, recuado para compor a defesa italiana com Bonucci e Chiellini.
Se as escalações já davam a entender que seria o melhor duelo tático da competição, em campo o jogo entregou o que prometia. A Itália se defendia com uma linha de cinco homens, com Maggio e Giaccherini voltando para compor, mas também saía para o jogo, com Pirlo e Cassano criando lances de perigo. Em determinado momento, a posse de bola chegou a ficar igualmente repartida.
A Espanha insistiu muito em jogadas pelo meio, algo natural por sua formação, mas raras vezes conseguiu dar profundidade às jogadas. Os esboços de tabela normalmente esbarravam na marcação, com De Rossi mostrando excelência em seu novo papel. A Itália foi mais perigosa quando chegou à frente, e teve grande chance em uma cabeçada de Thiago Motta defendida por Casillas.
Quem esperava uma retranca, possivelmente por não ter visto como jogou a Itália desde a chegada de Prandelli, viu outra coisa. E foram os italianos a sair na frente. Uma redenção pessoal para Di Natale, substituto de Balotelli, que marcou após um precioso passe de Pirlo. O atacante da Udinese, 80 gols nos últimos três campeonatos italianos, havia perdido pênalti contra a Espanha em 2008.
A resposta espanhola não demorou, e a agilidade que faltou em outros momentos apareceu na triangulação entre Iniesta (o melhor do time), David Silva e Fàbregas, que deixou tudo igual.
A Itália sofreu no final com o cansaço e as mudanças de Del Bosque, que usou Jesús Navas para forçar mais o jogo pelos lados e colocou Torres como referência. A vitória espanhola só não veio porque Torres justificou sua ausência do time titular, desperdiçando duas boas oportunidades. A presença de um centroavante característico ajudou a abrir a defesa riva.
Tanto Prandelli quanto Del Bosque terão questões a responder na sequência da competição. Di Natale vira titular ou Balotelli continua ao lado de Cassano? E a Espanha, insiste com o falso centroavante ou passa a usar um homem de referência. O técnico não pode ter convocado três deles por acaso.
Mais tarde - A Irlanda, referência em termos de retranca bem armada, foi um time distante de suas caraterísticas e sucumbiu à Croácia por 3 a 1. É verdade que o jogo foi condicionado pelo gol prematudo de Mandzukic, o sexto mais rápido da história da Eurocopa, mas nem mesmo o empate com St. Ledger mudou o panorama da partida.
Erros incomuns, como a furada de Ward que colocou Jelavic sozinho diante de Given para fazer 2 a 1, custaram muito caro aos homens de Giovanni Trapattoni. O goleiro irlandês, que já tinha demorado a chegar na bola no primeiro gol, ainda levou o azar de ver a bola bater na trave e voltar em sua cabeça no terceiro, também de Mandzukic.
Apesar do prejuízo com um claro pênalti não marcado de Schildenfeld em Keane, já com o placar em 3 a 1 (curiosamente com o árbitro Björn Kuipers, o mesmo do polêmico Barcelona x Milan da última Champions League), a Irlanda não tem como dizer que o resultado foi injusto.
Além da dupla Mandzukic-Jelavic, a Croácia tem uma linha de meias muito interessante, com Perisic, Modric - este, o mais talentoso da equipe - e Rakitic. A defesa, porém, ainda desperta preocupações, sobretudo no jogo aéreo, e deve ser muito mais exigida nos próximos jogos.
Sabendo da intenção do técnico adversário, Vicente del Bosque quis tirar pontos de referência e montou a Espanha sem um homem de área, formando a linha mais avançada de seu 4-3-3 com David Silva, Fàbregas e Iniesta. Um "falso nove" para combater o "falso zagueiro" De Rossi, recuado para compor a defesa italiana com Bonucci e Chiellini.
Se as escalações já davam a entender que seria o melhor duelo tático da competição, em campo o jogo entregou o que prometia. A Itália se defendia com uma linha de cinco homens, com Maggio e Giaccherini voltando para compor, mas também saía para o jogo, com Pirlo e Cassano criando lances de perigo. Em determinado momento, a posse de bola chegou a ficar igualmente repartida.
A Espanha insistiu muito em jogadas pelo meio, algo natural por sua formação, mas raras vezes conseguiu dar profundidade às jogadas. Os esboços de tabela normalmente esbarravam na marcação, com De Rossi mostrando excelência em seu novo papel. A Itália foi mais perigosa quando chegou à frente, e teve grande chance em uma cabeçada de Thiago Motta defendida por Casillas.
Quem esperava uma retranca, possivelmente por não ter visto como jogou a Itália desde a chegada de Prandelli, viu outra coisa. E foram os italianos a sair na frente. Uma redenção pessoal para Di Natale, substituto de Balotelli, que marcou após um precioso passe de Pirlo. O atacante da Udinese, 80 gols nos últimos três campeonatos italianos, havia perdido pênalti contra a Espanha em 2008.
A resposta espanhola não demorou, e a agilidade que faltou em outros momentos apareceu na triangulação entre Iniesta (o melhor do time), David Silva e Fàbregas, que deixou tudo igual.
A Itália sofreu no final com o cansaço e as mudanças de Del Bosque, que usou Jesús Navas para forçar mais o jogo pelos lados e colocou Torres como referência. A vitória espanhola só não veio porque Torres justificou sua ausência do time titular, desperdiçando duas boas oportunidades. A presença de um centroavante característico ajudou a abrir a defesa riva.
Tanto Prandelli quanto Del Bosque terão questões a responder na sequência da competição. Di Natale vira titular ou Balotelli continua ao lado de Cassano? E a Espanha, insiste com o falso centroavante ou passa a usar um homem de referência. O técnico não pode ter convocado três deles por acaso.
Mais tarde - A Irlanda, referência em termos de retranca bem armada, foi um time distante de suas caraterísticas e sucumbiu à Croácia por 3 a 1. É verdade que o jogo foi condicionado pelo gol prematudo de Mandzukic, o sexto mais rápido da história da Eurocopa, mas nem mesmo o empate com St. Ledger mudou o panorama da partida.
Erros incomuns, como a furada de Ward que colocou Jelavic sozinho diante de Given para fazer 2 a 1, custaram muito caro aos homens de Giovanni Trapattoni. O goleiro irlandês, que já tinha demorado a chegar na bola no primeiro gol, ainda levou o azar de ver a bola bater na trave e voltar em sua cabeça no terceiro, também de Mandzukic.
Apesar do prejuízo com um claro pênalti não marcado de Schildenfeld em Keane, já com o placar em 3 a 1 (curiosamente com o árbitro Björn Kuipers, o mesmo do polêmico Barcelona x Milan da última Champions League), a Irlanda não tem como dizer que o resultado foi injusto.
Além da dupla Mandzukic-Jelavic, a Croácia tem uma linha de meias muito interessante, com Perisic, Modric - este, o mais talentoso da equipe - e Rakitic. A defesa, porém, ainda desperta preocupações, sobretudo no jogo aéreo, e deve ser muito mais exigida nos próximos jogos.
Grêmio domina o Corinthians, ganha a terceira seguida e mantém rival sem vitórias
O Grêmio precisou de apenas oito minutos e duas falhas do Corinthians para conquistar a terceira vitória seguida no Campeonato Brasileiro. Neste domingo, o clube gaúcho não teve dificuldades para superar os reservas corintianos por 2 a 0, alcançado a terceira vitória consecutiva na competição.
Os gols gremistas foram marcados por Marco Antonio, aos 21 minutos da primeira etapa, e por André Lima, oito minutos depois, aos 29.
O resultado levou os gremistas a 9 pontos, mantendo a equipe na disputa pelas primeiras colocações na tabela. O Corinthians, ainda priorizando a disputa da Libertadores, soma apenas um ponto, com três derrotas em quatro partidas.
Antes, contudo, as duas equipes voltam a campo no meio da semana. O Corinthians pega o Santos na Vila Belmiro pelas semifinais da Libertadores, enquanto o Grêmio recebe o Palmeiras no Olímpico, na disputa por uma vaga na decisão da Copa do Brasil.
O jogo
A partida começou com pouca emoção no estádio Olímpico. Enquanto o Corinthians exibia dificuldade com a falta de entrosamento, o Grêmio não conseguia encaixar jogadas de perigo. André Lima até tentou arrematar de fora da área, mas errou o alvo na primeira tentativa dos gaúchos.
O Corinthians só esboçou alguma ameaça aos 17 minutos, quando Douglas fez fila na defesa gremista e rolou para Fábio Santos, que foi desarmado na hora exata do chute. Porém, o Grêmio soube aproveitar as bobeiras da zaga alvinegra para mexer no placar.
Aos 21, a defesa corintiana afastou em disputa dentro da área, mas a bola sobrou para Marco Antônio emendar um chute forte e baixo. O meia contou ainda com falha de Danilo Fernandes para estufar a rede. Depois do gol, o Corinthians tentou se lançar ao ataque e Willian bateu da meia-direita, sendo defendido por Victor.
Porém, em mais um vacilo da defesa corintiana, o Grêmio ampliou a vantagem, aos 28. Miralles cruzou e a zaga afastou. Mas o argentino teve nova chance para alçar na área, na segunda trave, onde apareceu Souza livre para cruzar na pequena área. André Lima se antecipou à marcação para desviar para o gol.
Pouco depois, o time local quase marcou o terceiro. Miralles recebeu lançamento pela direita, invadiu a área e chutou forte, exigindo defesa de Danilo Fernandes. Antes do apito para o intervalo, Douglas tentou levar o Corinthians ao ataque e assustou o goleiro Victor ao cruzar direto para o gol. Já no último lance do primeiro tempo, Willian girou na área e chutou, em nova intervenção do camisa 1 gremista.
No intervalo, o técnico Vanderlei Luxemburgo colocou Kleber na vaga de Miralles, com o intuito de dar ritmo ao Gladiador. No início da etapa, Werley avançou como um atacante e recebeu passe na cara do gol, mas Danilo Fernandes fez grande defesa. Do outro lado, Willian apareceu com liberdade na área pela direita e chutou, obrigando Victor a salvar o Grêmio.
Para evitar um desgaste antes da semifinal da Copa do Brasil, o Grêmio esfriou o jogo e passou a administrar a posse de bola, avançando apenas na chances mais claras. Foi assim que Kleber chegou nas costas da zaga e caiu em disputa com Antônio Carlos, pedindo pênalti, mas o árbitro considerou a jogada normal.
Em seguida, Luxemburgo tirou Marco Antônio para a entrada de Rondinelly. O Grêmio assumiu uma postura clara de cautela, mas ainda foi ameaçado em cobrança de escanteio de Douglas que carimbou a trave. Apesar de quase ter feito o gol olímpico, o Corinthians não exibiu força suficiente para reagir e esteve perto de levar o terceiro, quando Danilo Fernandes espalmou para o meio da área e deixou a bola limpa para Kleber, mas o Gladiador errou o alvo e desperdiçou chance incrível.
FICHA TÉCNICA:
GRÊMIO 2 X 0 CORINTHIANS
Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre (RS)
Data: 10 de junho de 2012, domingo
Horário: 17h (de Brasília)
Árbitro: Evandro Rogério Roman (Fifa-PR)
Assistentes: Bruno Boschilia (PR) e Ivan Carlos Bohn (PR)
Cartões amarelos: Fernando e André Lima (Grêmio)
GOLS: GRÊMIO: Marco Antônio, aos 21, e André Lima, aos 28 minutos do primeiro tempo
GRÊMIO: Victor; Gabriel, Vilson, Werley e Pará; Fernando (Gilberto Silva), Souza, Léo Gago e Marco Antônio (Rondinelly); André Lima e Miralles (Kleber)
Técnico: Vanderlei Luxemburgo
CORINTHIANS: Danilo Fernandes; Welder, Antonio Carlos, Wallace e Fábio Santos; Marquinhos, Willian Arão, Ramon (Adilson) e Douglas (Romarinho); Willian e Elton
Técnico: Tite
Os gols gremistas foram marcados por Marco Antonio, aos 21 minutos da primeira etapa, e por André Lima, oito minutos depois, aos 29.
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O resultado levou os gremistas a 9 pontos, mantendo a equipe na disputa pelas primeiras colocações na tabela. O Corinthians, ainda priorizando a disputa da Libertadores, soma apenas um ponto, com três derrotas em quatro partidas.
Marco Antônio comemora o primeiro gol do Grêmio contra o Corinthians
Crédito da imagem: Divulgação
Na próxima rodada, o Grêmio vai até o Recife para enfrentar o Náutico, às 18h30 de domingo, nos Aflitos; o Corinthians pega a Ponte Preta, no mesmo dia e horário, em Campinas.Crédito da imagem: Divulgação
Antes, contudo, as duas equipes voltam a campo no meio da semana. O Corinthians pega o Santos na Vila Belmiro pelas semifinais da Libertadores, enquanto o Grêmio recebe o Palmeiras no Olímpico, na disputa por uma vaga na decisão da Copa do Brasil.
O jogo
A partida começou com pouca emoção no estádio Olímpico. Enquanto o Corinthians exibia dificuldade com a falta de entrosamento, o Grêmio não conseguia encaixar jogadas de perigo. André Lima até tentou arrematar de fora da área, mas errou o alvo na primeira tentativa dos gaúchos.
O Corinthians só esboçou alguma ameaça aos 17 minutos, quando Douglas fez fila na defesa gremista e rolou para Fábio Santos, que foi desarmado na hora exata do chute. Porém, o Grêmio soube aproveitar as bobeiras da zaga alvinegra para mexer no placar.
Aos 21, a defesa corintiana afastou em disputa dentro da área, mas a bola sobrou para Marco Antônio emendar um chute forte e baixo. O meia contou ainda com falha de Danilo Fernandes para estufar a rede. Depois do gol, o Corinthians tentou se lançar ao ataque e Willian bateu da meia-direita, sendo defendido por Victor.
Porém, em mais um vacilo da defesa corintiana, o Grêmio ampliou a vantagem, aos 28. Miralles cruzou e a zaga afastou. Mas o argentino teve nova chance para alçar na área, na segunda trave, onde apareceu Souza livre para cruzar na pequena área. André Lima se antecipou à marcação para desviar para o gol.
Pouco depois, o time local quase marcou o terceiro. Miralles recebeu lançamento pela direita, invadiu a área e chutou forte, exigindo defesa de Danilo Fernandes. Antes do apito para o intervalo, Douglas tentou levar o Corinthians ao ataque e assustou o goleiro Victor ao cruzar direto para o gol. Já no último lance do primeiro tempo, Willian girou na área e chutou, em nova intervenção do camisa 1 gremista.
No intervalo, o técnico Vanderlei Luxemburgo colocou Kleber na vaga de Miralles, com o intuito de dar ritmo ao Gladiador. No início da etapa, Werley avançou como um atacante e recebeu passe na cara do gol, mas Danilo Fernandes fez grande defesa. Do outro lado, Willian apareceu com liberdade na área pela direita e chutou, obrigando Victor a salvar o Grêmio.
Para evitar um desgaste antes da semifinal da Copa do Brasil, o Grêmio esfriou o jogo e passou a administrar a posse de bola, avançando apenas na chances mais claras. Foi assim que Kleber chegou nas costas da zaga e caiu em disputa com Antônio Carlos, pedindo pênalti, mas o árbitro considerou a jogada normal.
Em seguida, Luxemburgo tirou Marco Antônio para a entrada de Rondinelly. O Grêmio assumiu uma postura clara de cautela, mas ainda foi ameaçado em cobrança de escanteio de Douglas que carimbou a trave. Apesar de quase ter feito o gol olímpico, o Corinthians não exibiu força suficiente para reagir e esteve perto de levar o terceiro, quando Danilo Fernandes espalmou para o meio da área e deixou a bola limpa para Kleber, mas o Gladiador errou o alvo e desperdiçou chance incrível.
FICHA TÉCNICA:
GRÊMIO 2 X 0 CORINTHIANS
Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre (RS)
Data: 10 de junho de 2012, domingo
Horário: 17h (de Brasília)
Árbitro: Evandro Rogério Roman (Fifa-PR)
Assistentes: Bruno Boschilia (PR) e Ivan Carlos Bohn (PR)
Cartões amarelos: Fernando e André Lima (Grêmio)
GOLS: GRÊMIO: Marco Antônio, aos 21, e André Lima, aos 28 minutos do primeiro tempo
GRÊMIO: Victor; Gabriel, Vilson, Werley e Pará; Fernando (Gilberto Silva), Souza, Léo Gago e Marco Antônio (Rondinelly); André Lima e Miralles (Kleber)
Técnico: Vanderlei Luxemburgo
CORINTHIANS: Danilo Fernandes; Welder, Antonio Carlos, Wallace e Fábio Santos; Marquinhos, Willian Arão, Ramon (Adilson) e Douglas (Romarinho); Willian e Elton
Técnico: Tite
Com dois belos gols, Vasco vence o Bahia e mantém 100% de aproveitamento
O Vasco venceu sua quarta partida no Campeonato Brasileiro em grande estilo. Com dois belos gols, o time carioca não teve dificuldade para fazer 2 a 1 no Bahia, em Pituaçu, e manter os 100% de aproveitamento na competição. O resultado também devolveu à equipe a liderança do Nacional - perdida no sábado após triunfo do Atlético-MG.
Após quatro rodadas, o Vasco é o único com 12 pontos conquistados no Campeonato Brasileiro - dois mais que o segundo colocado, Atlético-MG. Já o Bahia, que vinha embalado pelo empate conseguido em Minas Gerais diante do agora vice-líder, fica com dois pontos, na 16ª posição.
A vitória deste domingo começou a ser construída logo aos oito minutos de jogo, quando o zagueiro Titi cometeu falta em Diego Souza na entrada da área. Na cobrança, Juninho Pernambucano foi perfeito, acertando o ângulo direito do goleiro Marcelo Lomba, que sequer esboçou reação ao ver a bola entrando em sua meta.
Aos 31 minutos veio segundo, no momento em que o Bahia esboçava uma pressão para reagir. Após cobrança de tiro de meta de Fernando Prass, Diego Souza ajeitou com o peito para Alecsandro, que devolveu. Com campo disponível, o meia acelerou, deixou dois marcadores para trás e tocou, com categoria, por cima de Marcelo Lomba.
Além do desempenho da equipe em campo e a quarta vitória consecutiva, o torcedor vascaíno ainda pôde comemorar o retorno de Dedé ao time. Depois de mais de dois meses afastado, com um edema ósseo na perna esquerda, o zagueiro foi a campo no lugar de Rodolfo, aos 10 minutos da segunda etapa.
Já em campo, Dedé viu o Bahia diminuir o placar final, já nos acréscimos. Aos 49 minutos do segundo tempo, após bate-rebate na área a bola sobrou para o atacante Júnior, que teve tranqulidade para limpar Fernando Prass e bater com força. O gol, no entanto, veio já no último lance de jogo e pouco ajudou os baianos.
Na quinta rodada do Campeonato Brasileiro, defendendo o 100% de aproveitamento, o Vasco volta a campo no próximo domingo, quando vai a São Paulo para encarar o Palmeiras, às 16h. No mesmo dia, também às 16h, o Bahia busca a recuperação novamente em Pituaçu, no duelo nordestino contra o Sport.
Em desvantagem, o Bahia tentou esboçar a reação. Um minuto após sofrer o gol, Gabriel arriscou chute cruzado, assustando o goleiro Fernando Prass. Pouco depois, aos 15, Lulinha recebeu dentro da área e dividiu com Rodolfo. Após o contato, o jogador do Bahia reclamou de pênalti, mas o árbitro Anderson Daronco mandou seguir.
Aos 21, novamente o Vasco assustou. Alecsandro cabeceou e acertou a trave do goleiro Marcelo Lomba. Um minuto depois, foi a vez de Felipe Bastos quase ampliar. O volante soltou o pé, dentro da área e obrigou o arqueiro do Bahia a fazer um verdadeiro milagre. Dez minutos mais tarde, porém, Lomba nada pôde fazer.
Após cobrança de tiro de meta de Fernando Prass, Diego Souza ajeitou com o peito para a Alecsandro, que devolveu. Com campo disponível, o meia acelerou, deixou dois marcadores para trás e tocou, com categoria, por cima de Marcelo Lomba.
O resultado mantido no placar não agradava o Bahia e também não satisfazia o Vasco. Em busca de mais gols, as equipes passaram a pressionar no segundo tempo e mantiveram a partida em alto nível. Livre de marcação, Diego Souza foi o primeiro a arriscar com um chute forte, mas a bola saiu para fora.
Já aos oito minutos do segundo tempo, Fernando Prass precisou defender dois tiros seguidos para evitar o gol do Bahia. Primeiro, o arqueiro tirou com os pés o chute de Júnior, evitando em seguida a finalização de Gabriel com as mãos.
A pressão imposta pelo Bahia promoveu o retorno do zagueiro Dedé ao Vasco. O jogador, apontado como um dos principais defensores do futebol brasileiro, entrou no lugar de Rodolfo e recuperou o seu posto na equipe após uma delicada lesão que o afastou dos últimos amistosos disputados pela Seleção na Alemanha e nos Estados Unidos.
O retorno do zagueiro apelidado de ‘Mito’ pela torcida não intimidou o Esquadrão, que insistia em buscar o seu primeiro gol no confronto. Após cobrança de escanteio aos 13 minutos, Titi chutou de qualquer jeito e exigiu outra grande intervenção de Fernando Prass.
As chances criadas pelo Bahia deixaram o Vasco satisfeito com o resultado obtido no primeiro tempo e levaram Cristóvão Borges a fechar o time no meio-campo. A equipe passou a dar menos espaços ao seu adversário, mas também buscou menos o ataque.
Com esta postura em campo, o Vasco teve apenas uma única chance concreta de promover qualquer alteração na partida. Substituto de Diego Souza no segundo tempo do confronto, Carlos Alberto conseguiu colocar a bola para dentro da rede aos 37 minutos, mas o bandeira viu o jogador em posição de impedimento e anulou o gol.
O lance não alterou a forma como o Vasco se comportava em campo. Sem qualquer mudança tática, a equipe não conseguiu conter o avanço do Bahia e Júnior tratou de marcar o gol de honra da sua equipe aos 49 minutos. O atleta aproveitou a indecisão no setor defensivo dos cariocas e chutou forte para colocar números finais ao marcador da partida.
FICHA TÉCNICA:
BAHIA 1 x 2 VASCO
Local: estádio Pituaçu, em Salvador (BA)
Data: 10 de junho de 2012, domingo
Hora: 17h (de Brasília)
Árbitro: Anderson Daronco (RS)
Assistentes: Carlos Berkenbrock e Nadine Camara Santos (ambos de SC)
Cartões Amarelos: Titi, Jones, Fahel, Ciro (Bahia); Fellipe Bastos, Juninho Pernambucano (Vasco)
GOLS:
VASCO: Juninho Pernambucano, aos sete minutos do primeiro tempo, e Diego Souza, aos 31 minutos do primeiro tempo
BAHIA: Júnior, aos 49 minutos do segundo tempo
BAHIA: Marcelo Lomba; Fabinho, Danny Morais, Titi e Ávine; Fahel (Ciro), Diones, Gabriel e Diego (Magno); Lulinha (Júnior) e Jones
Técnico: Paulo Roberto Falcão
VASCO: Fernando Prass, Allan, Renato Silva, Rodolfo (Dedé) e Felipe (Thiago Feltri); Nilton, Fellipe Bastos, Juninho Pernambucano e Diego Souza (Carlos Alberto); Éder Luis e Alecsandro
Técnico: Cristovão Borges
Após quatro rodadas, o Vasco é o único com 12 pontos conquistados no Campeonato Brasileiro - dois mais que o segundo colocado, Atlético-MG. Já o Bahia, que vinha embalado pelo empate conseguido em Minas Gerais diante do agora vice-líder, fica com dois pontos, na 16ª posição.
A vitória deste domingo começou a ser construída logo aos oito minutos de jogo, quando o zagueiro Titi cometeu falta em Diego Souza na entrada da área. Na cobrança, Juninho Pernambucano foi perfeito, acertando o ângulo direito do goleiro Marcelo Lomba, que sequer esboçou reação ao ver a bola entrando em sua meta.
Aos 31 minutos veio segundo, no momento em que o Bahia esboçava uma pressão para reagir. Após cobrança de tiro de meta de Fernando Prass, Diego Souza ajeitou com o peito para Alecsandro, que devolveu. Com campo disponível, o meia acelerou, deixou dois marcadores para trás e tocou, com categoria, por cima de Marcelo Lomba.
Além do desempenho da equipe em campo e a quarta vitória consecutiva, o torcedor vascaíno ainda pôde comemorar o retorno de Dedé ao time. Depois de mais de dois meses afastado, com um edema ósseo na perna esquerda, o zagueiro foi a campo no lugar de Rodolfo, aos 10 minutos da segunda etapa.
Já em campo, Dedé viu o Bahia diminuir o placar final, já nos acréscimos. Aos 49 minutos do segundo tempo, após bate-rebate na área a bola sobrou para o atacante Júnior, que teve tranqulidade para limpar Fernando Prass e bater com força. O gol, no entanto, veio já no último lance de jogo e pouco ajudou os baianos.
Na quinta rodada do Campeonato Brasileiro, defendendo o 100% de aproveitamento, o Vasco volta a campo no próximo domingo, quando vai a São Paulo para encarar o Palmeiras, às 16h. No mesmo dia, também às 16h, o Bahia busca a recuperação novamente em Pituaçu, no duelo nordestino contra o Sport.
Diego Souza marcou o segundo golaço e garantiu a tranquilidade para o Vasco
Crédito da imagem: Divulgação
O jogo - Mesmo jogando em Pituaçu, o Vasco começou a partida em cima dos donos da casa e foi recompensado logo aos oito minutos de jogo. Após o zagueiro Titi cometer falta em Diego Souza, na entrada da área, e levar o primeiro cartão amarelo do jogo, Juninho Pernambucano foi para a bola. Milimetricamente, o meio-campista colocou a bola no ângulo, abrindo o placar.Crédito da imagem: Divulgação
Em desvantagem, o Bahia tentou esboçar a reação. Um minuto após sofrer o gol, Gabriel arriscou chute cruzado, assustando o goleiro Fernando Prass. Pouco depois, aos 15, Lulinha recebeu dentro da área e dividiu com Rodolfo. Após o contato, o jogador do Bahia reclamou de pênalti, mas o árbitro Anderson Daronco mandou seguir.
Aos 21, novamente o Vasco assustou. Alecsandro cabeceou e acertou a trave do goleiro Marcelo Lomba. Um minuto depois, foi a vez de Felipe Bastos quase ampliar. O volante soltou o pé, dentro da área e obrigou o arqueiro do Bahia a fazer um verdadeiro milagre. Dez minutos mais tarde, porém, Lomba nada pôde fazer.
Após cobrança de tiro de meta de Fernando Prass, Diego Souza ajeitou com o peito para a Alecsandro, que devolveu. Com campo disponível, o meia acelerou, deixou dois marcadores para trás e tocou, com categoria, por cima de Marcelo Lomba.
O resultado mantido no placar não agradava o Bahia e também não satisfazia o Vasco. Em busca de mais gols, as equipes passaram a pressionar no segundo tempo e mantiveram a partida em alto nível. Livre de marcação, Diego Souza foi o primeiro a arriscar com um chute forte, mas a bola saiu para fora.
Já aos oito minutos do segundo tempo, Fernando Prass precisou defender dois tiros seguidos para evitar o gol do Bahia. Primeiro, o arqueiro tirou com os pés o chute de Júnior, evitando em seguida a finalização de Gabriel com as mãos.
A pressão imposta pelo Bahia promoveu o retorno do zagueiro Dedé ao Vasco. O jogador, apontado como um dos principais defensores do futebol brasileiro, entrou no lugar de Rodolfo e recuperou o seu posto na equipe após uma delicada lesão que o afastou dos últimos amistosos disputados pela Seleção na Alemanha e nos Estados Unidos.
O retorno do zagueiro apelidado de ‘Mito’ pela torcida não intimidou o Esquadrão, que insistia em buscar o seu primeiro gol no confronto. Após cobrança de escanteio aos 13 minutos, Titi chutou de qualquer jeito e exigiu outra grande intervenção de Fernando Prass.
As chances criadas pelo Bahia deixaram o Vasco satisfeito com o resultado obtido no primeiro tempo e levaram Cristóvão Borges a fechar o time no meio-campo. A equipe passou a dar menos espaços ao seu adversário, mas também buscou menos o ataque.
Com esta postura em campo, o Vasco teve apenas uma única chance concreta de promover qualquer alteração na partida. Substituto de Diego Souza no segundo tempo do confronto, Carlos Alberto conseguiu colocar a bola para dentro da rede aos 37 minutos, mas o bandeira viu o jogador em posição de impedimento e anulou o gol.
O lance não alterou a forma como o Vasco se comportava em campo. Sem qualquer mudança tática, a equipe não conseguiu conter o avanço do Bahia e Júnior tratou de marcar o gol de honra da sua equipe aos 49 minutos. O atleta aproveitou a indecisão no setor defensivo dos cariocas e chutou forte para colocar números finais ao marcador da partida.
FICHA TÉCNICA:
BAHIA 1 x 2 VASCO
Local: estádio Pituaçu, em Salvador (BA)
Data: 10 de junho de 2012, domingo
Hora: 17h (de Brasília)
Árbitro: Anderson Daronco (RS)
Assistentes: Carlos Berkenbrock e Nadine Camara Santos (ambos de SC)
Cartões Amarelos: Titi, Jones, Fahel, Ciro (Bahia); Fellipe Bastos, Juninho Pernambucano (Vasco)
GOLS:
VASCO: Juninho Pernambucano, aos sete minutos do primeiro tempo, e Diego Souza, aos 31 minutos do primeiro tempo
BAHIA: Júnior, aos 49 minutos do segundo tempo
BAHIA: Marcelo Lomba; Fabinho, Danny Morais, Titi e Ávine; Fahel (Ciro), Diones, Gabriel e Diego (Magno); Lulinha (Júnior) e Jones
Técnico: Paulo Roberto Falcão
VASCO: Fernando Prass, Allan, Renato Silva, Rodolfo (Dedé) e Felipe (Thiago Feltri); Nilton, Fellipe Bastos, Juninho Pernambucano e Diego Souza (Carlos Alberto); Éder Luis e Alecsandro
Técnico: Cristovão Borges
domingo, 10 de junho de 2012
Brasileirão Série A
| 16h00 Portuguesa 2x0 Atlético-GO |
| 17h00 Fluminense 0x0 Internacional |
| 17h00 Grêmio 2x0 Corinthians |
| 17h00 Bahia 1x2 Vasco |
| 18h30 São Paulo 1x0 Santos |
| 18h30 Cruzeiro 1x0 Sport |
| 18h30 Figueirense 0x0 Ponte Preta |
| 18h30 Náutico 3x2 Botafogo |
Argentino - Clausura
| 14h00 Tigre 3x1 San Lorenzo |
| 15h15 All Boys 3x1 Estudiantes |
| 17h15 Olimpo 2x2 Lanús |
| 17h20 Godoy Cruz 2x1 Belgrano |
Eliminatórias Africanas
| 10h00 Etiópia 2x0 República Centro-Africana |
| 10h00 Tanzânia 2x1 Gâmbia |
| 10h00 Lesoto 0x0 Sudão |
| 10h00 Moçambique 0x0 Zimbábue |
| 10h30 Ruanda 1x1 Benin |
| 13h00 Líbia 2x1 Camarões |
| 11h30 Congo RD 2x0 Togo |
| 13h00 Libéria 0x0 Angola |
| 14h00 Guiné 2x3 Egito |
| 16h00 Mali 2x1 Argélia |
Justin Wilson vence no Texas; Helinho é o 7º
Justin Wilson conquistou sua primeira vitória na temporada Divulgação/Indycar
Mesmo perdendo rendimento nas voltas finais, Helio Castroneves terminou em sétimo, um posto à frente do líder do campeonato Will Power. Em relação aos demais brasileiros, Tony Kanaan foi o 11º colocado e Rubens Barrichello nem largou devido a problemas no seu carro.
A corrida foi basicamente decidida pelo desgaste dos pneus. Com o tanque cheio, os carros tinham autonomia para aproximadamente 50 voltas, mas, pela degradação da borracha, ninguém conseguiu isso, o que aumentou o número de pit stops e embaralhou as estratégias.
Scott Dixon dominou dois terços da corrida com facilidade e parecia caminhar para a vitória, mas, de repente, começou a perder rendimento pelo desgaste dos pneus e acabou sofrendo um acidente - além dele, Charlie Kimball e Takuma Sato também bateram, todos sem gravidade.
Após a batida de Dixon, Will Power assumiu a liderança, seguido por Briscoe, Kanaan e Castroneves. Na relargada, Kanaan saiu melhor do que os líderes mas teve a asa danificada num toque com Power, que foi punido e perdeu uma volta, enquanto o brasileiro teve de fazer um pit stop extra para trocar a peça e perdeu posições.
Briscoe e Castroneves, então, passaram a fazer dobradinha para a Penske, mas logo foram alcançados por Graham Rahal, Justin Wilson, James Hinchcliffe e JR Hildebrand, que estavam numa janela diferente de pit stops e, naquele momento, tinham pneus mais novos.
A menos de 30 voltas do fim, Rahal e Wilson passaram Briscoe, enquanto Castroneves perdeu ainda mais rendimento devido ao desgaste dos pneus e caiu rapidamente na classificação, para o sétimo lugar, onde ficou até o fim, já que tinha uma volta de vantagem para Power, o oitavo.
Nas voltas finais, com melhor rendimento no seu carro, Wilson partiu para cima de Rahal, que, na entrada da penúltima volta, raspou seu carro no muro e perdeu a liderança. Mesmo se arrastando, Rahal ainda cruzou em segundo, pouco à frente de Briscoe.
A próxima etapa da temporada será disputada no próximo sábado, no oval curto de Milwaukee.
Alemanha e Holanda decepcionam, e Portugal pode sonhar
Não assisti à derrota da Holanda para a Dinamarca. Vi apenas os melhores momentos e é lógico que os holandeses poderiam ter empatado e até virado, foram várias as ocasiões de gol. Mas não dá para não considerar uma decepção a estreia com derrota para a seleção mais fraca do grupo.
Essa Dinamarca é a mesma que levou um vareio do Brasil do Mano Menezes há uns dias. Um time sólido, até, mas que não será campeão europeu. Longe disso.
O problema para a Holanda é que terá decidir contra Alemanha e Portugal. Contra a Alemanha, o problema é óbvio: maior rival e time favorito para ganhar esse campeonato. Contra Portugal, o problema é a freguesia recente, essas coisas podem afetar jogadores de futebol.
Apesar de esse ser o "grupo da morte", achei que seria tão da morte como outros que já vimos. "Da morte" no papel, mas com Alemanha e Holanda atropelando na prática e passando para as quartas de final. No entanto, ele pinta como um grupo que acabará deixando de fora ou Alemanha ou Holanda. Da morte, de fato.
A Alemanha não jogou bem contra Portugal. Müller e Podolski não apareceram e somente Özil trouxe a qualidade que todos esperavam ver nesse time. E apenas em alguns momentos do primeiro tempo. O destaque mesmo foi Hummels, um baita zagueiro. A Alemanha não criou volume de jogo, parece que jogou com o freio de mão puxado e, na verdade deveria ter empatado com Portugal.
Ponto positivo para essa seleção: ganhar mesmo jogando mal.
Para Portugal, foi um banho de esperança. Foram duas bolas no travessão, uma com Pepe e uma com Nani, e um gol incrível perdido por Varela (do Porto) aos 43 minutos do segundo tempo. Lance fácil, sozinho na pesquena área, bastava dar um corte, ver Neuer e Lahm passarem batidos e meter para dentro. Ficou com medo e chutou em cima do goleirão. Desses lances que não pode perder.
O ponto positivo para Portugal é saber que não tem uma seleção tão abaixo assim das favoritas. O meio-campo de baixinhos (Moutinho, Meireles e Velloso) sabe trocar passes. O problema a ser resolvido: Cristiano Ronaldo tem que receber a bola mais perto do gol e mais limpa. Isso aconteceu em algumas jogadas no segundo tempo, e o gol ficou mais próximo. Ele é muito bom, o respeito dos adversários por ele é nítido.
O mapa de calor da partida mostra que Cristiano Ronaldo recebeu muitas bolas longe do gol. Esse mapa precisa mudar contra a Dinamarca. E certamente Portugal precisa de um Nani melhor, mais ameaçador pela esquerda, para abrir a marcação dinamarquesa.
Portugal tem mais time e tem tudo para ganhar da Dinamarca. É jogo de vida ou morte, mas já se sabia que seria assim. E a esperança vem do seguinte: se vencer a Dinamarca, um empate contra a Holanda deverá (ou poderá) bastar para a classificação para as oitavas. Para os Tugas, apesar da derrota, foi um sábado que trouxe esperanças.
Essa Dinamarca é a mesma que levou um vareio do Brasil do Mano Menezes há uns dias. Um time sólido, até, mas que não será campeão europeu. Longe disso.
O problema para a Holanda é que terá decidir contra Alemanha e Portugal. Contra a Alemanha, o problema é óbvio: maior rival e time favorito para ganhar esse campeonato. Contra Portugal, o problema é a freguesia recente, essas coisas podem afetar jogadores de futebol.
Apesar de esse ser o "grupo da morte", achei que seria tão da morte como outros que já vimos. "Da morte" no papel, mas com Alemanha e Holanda atropelando na prática e passando para as quartas de final. No entanto, ele pinta como um grupo que acabará deixando de fora ou Alemanha ou Holanda. Da morte, de fato.
A Alemanha não jogou bem contra Portugal. Müller e Podolski não apareceram e somente Özil trouxe a qualidade que todos esperavam ver nesse time. E apenas em alguns momentos do primeiro tempo. O destaque mesmo foi Hummels, um baita zagueiro. A Alemanha não criou volume de jogo, parece que jogou com o freio de mão puxado e, na verdade deveria ter empatado com Portugal.
Ponto positivo para essa seleção: ganhar mesmo jogando mal.
Para Portugal, foi um banho de esperança. Foram duas bolas no travessão, uma com Pepe e uma com Nani, e um gol incrível perdido por Varela (do Porto) aos 43 minutos do segundo tempo. Lance fácil, sozinho na pesquena área, bastava dar um corte, ver Neuer e Lahm passarem batidos e meter para dentro. Ficou com medo e chutou em cima do goleirão. Desses lances que não pode perder.
O ponto positivo para Portugal é saber que não tem uma seleção tão abaixo assim das favoritas. O meio-campo de baixinhos (Moutinho, Meireles e Velloso) sabe trocar passes. O problema a ser resolvido: Cristiano Ronaldo tem que receber a bola mais perto do gol e mais limpa. Isso aconteceu em algumas jogadas no segundo tempo, e o gol ficou mais próximo. Ele é muito bom, o respeito dos adversários por ele é nítido.
O mapa de calor da partida mostra que Cristiano Ronaldo recebeu muitas bolas longe do gol. Esse mapa precisa mudar contra a Dinamarca. E certamente Portugal precisa de um Nani melhor, mais ameaçador pela esquerda, para abrir a marcação dinamarquesa.
Portugal tem mais time e tem tudo para ganhar da Dinamarca. É jogo de vida ou morte, mas já se sabia que seria assim. E a esperança vem do seguinte: se vencer a Dinamarca, um empate contra a Holanda deverá (ou poderá) bastar para a classificação para as oitavas. Para os Tugas, apesar da derrota, foi um sábado que trouxe esperanças.
Joel comemora 1ª vitória e critica imprensa por pressão: 'Está extrapolando'
Após a vitória do Flamengo por 3 a 1 sobre o Coritiba neste sábado, no Engenhão, o técnico Joel Santana não escondeu a satisfação por ver o time vencer a primeira desde que Ronaldinho Gaúcho deixou o clube de forma polêmica. Em entrevista coletiva logo depois do jogo, o treinador comemorou a nova fase do elenco e elogiou o estreante Hernane, que marcou um dos gols do confronto.
“É uma equipe nova, que nós praticamente não treinamos. Encontramos uma nova forma de jogar e deu certo. Estamos satisfeitos pelo resultado, o jogador novo contratado foi bem. Saímos daquela situação ruim e vamos nos colocar no bolo”, disse.
O treinador negou que o resultado tenha proporcionado tranquilidade para trabalhar. De acordo com Joel, a calma sempre existiu, mas os noticiários atrapalham o ambiente no clube carioca.
“É uma equipe nova, que nós praticamente não treinamos. Encontramos uma nova forma de jogar e deu certo. Estamos satisfeitos pelo resultado, o jogador novo contratado foi bem. Saímos daquela situação ruim e vamos nos colocar no bolo”, disse.
O treinador negou que o resultado tenha proporcionado tranquilidade para trabalhar. De acordo com Joel, a calma sempre existiu, mas os noticiários atrapalham o ambiente no clube carioca.
Joel Santana acredita que imprensa extrapola na pressão
Crédito da imagem: Agência Estado
Crédito da imagem: Agência Estado
“Tranquilidade eu tenho todo dia, mas é muito noticiário. A liberdade de imprensa está extrapolando. Quando tiver uma noticia coloca lá quem falou. Há quatro meses tem um órgão de vocês (imprensa) que me dá cacete. Estou refazendo a equipe. É só analisar o dia que eu cheguei e hoje”, analisou.
Apesar de cético em relação ao momento conturbado, Joel reconhece que o time estava em débito e que a primeira vitória deixa o torcedor mais tranquilo para a continuação no Brasileiro.
“Dá um pouco de tranquilidade ao torcedor, que veio e incentivou. Nós que estávamos devendo uma vitória. Com toda razão o torcedor ficou nervoso e começou a cobrar”, concluiu.
O Flamengo volta a campo no próximo domingo, quando recebe o Santos, às 16 horas (de Brasília) novamente no Engenhão.
Apesar de cético em relação ao momento conturbado, Joel reconhece que o time estava em débito e que a primeira vitória deixa o torcedor mais tranquilo para a continuação no Brasileiro.
“Dá um pouco de tranquilidade ao torcedor, que veio e incentivou. Nós que estávamos devendo uma vitória. Com toda razão o torcedor ficou nervoso e começou a cobrar”, concluiu.
O Flamengo volta a campo no próximo domingo, quando recebe o Santos, às 16 horas (de Brasília) novamente no Engenhão.
Na estreia de Ronaldinho, Jô marca de novo e dá vitória ao Atlético-MG contra o Palmeiras
Ronaldinho Gaúcho estreou com o pé direito com a camisa do Atlético-MG. Com todos os holofotes voltados ao meia, o time alvinegro conseguiu uma boa vitória por 1 a 0 sobre o Palmeiras em pleno Pacaembu. O único gol do jogo foi novamente marcado por Jô.
Ronaldinho apareceu bem em campo. Mesmo marcado bem de perto por Márcio Araújo, o meia conseguiu buscar o jogo e fez belas jogadas. Gaúcho se movimentou, lançou, cruzou e até cobrou uma falta que resultaria em um gol do zagueiro Rafael Marques se o árbitro não marcasse equivocadamente um impedimento.
O meia passou a conseguir lances de mais efeito a partir dos 12 minutos da etapa final, quando o ‘carrapato’ Márcio Araújo tomou um cartão amarelo. A partir daí, Ronaldinho achou espaço para fazer um lançamento de meio campo para deixar Jô na cara do gol. Neste lance, o atacante também marcaria o gol, mas o juiz acabou assinalando falta na divida com o zagueiro Henrique. Depois, a dupla voltou a aparecer. Gaúcho cruzou da direita na cabeça do companheiro, que cabeceou bem, mas parou em uma boa defesa de Bruno.
Jô, aliás, já passa a ser um dos grandes destaques do Atlético. Depois de deixar o Internacional por problemas disciplinares, o atacante estrou com a camisa alvinegra na última quarta-feira e já chegou ao seu segundo gol em dois jogos pelo clube mineiro. Mais que isso, o centroavante se posicionou bem e criou espaço para ter outras grandes chances.
Com o resultado, o Atlético-MG segue invicto no Brasileiro, já chega a dez pontos em apenas quatro jogos e dorme na liderança da competição. Do outro lado, o Palmeiras afunda mais um pouco na tabela. O time alviverde tem apenas um ponto e já chega a sua quarta derrota consecutiva.
A missão palmeirense agora é mudar o foco e esquecer o péssimo início no Brasileiro para abrir a participação na semifinal da Copa do Brasil contra o Grêmio, na quarta-feira. O jogo será no Estádio Olímpico. Já o Atlético-MG tem a semana de folga e só volta atuar no próximo domingo, quando visita o São Paulo. Pela competição nacional, o Palmeiras joga também no domingo, contra o Vasco e de novo em casa.
O jogo - Com todos os holofotes voltados para Ronaldinho Gaúcho, foi o Palmeiras quem acabou tendo a primeira chance. Aos 3 minutos, a bola foi alçada na área atleticana e acabou sobrando dentro da pequena área para Barcos. O argentino, porém, pegou mal e facilitou bastante a vida do goleiro Giovanni.
A primeira chegada com perigo do Atlético foi em um chute de longe de Richarlyson, aos 12 minutos, mas a bola acabou indo para fora. Também de longe, Luan respondeu para o Palmeiras cinco minutos depois, mas parou nas mãos de Giovanni.
A maior oportunidade do primeiro tempo viria aos 22 minutos. Danilinho encaixou um belo lançamento e deixou Bernard na cara do gol. O meia tentou tirar do alcance de Bruno, mas acabou mandando também para fora do gol.
Ronaldinho Gaúcho tentava aparecer para o jogo e até chamava algumas jogadas. O meia, porém, não conseguia se desvencilhar da boa marcação de Márcio Araújo. Do outro lado, o Palmeiras também não conseguia criar muito, e a primeira etapa terminou sem mais nenhuma grande chance para nenhum dos lados.
O segundo tempo, porém, já começaria bastante diferente. Logo aos 3 minutos, o Atlético-MG abriu o placar, em uma jogada sem participação de Ronaldinho. Bernard avançou pela direita, cortou muito bem a marcação de Cicinho e cruzou a bola na medida para Jô, que se antecipou à marcação de Thiago Heleno e cabeceou para o fundo do gol.
Em desvantagem, o Palmeiras partiu para o ataque. Com dificuldades para criar com a bola rolando, a primeira chance chegou aos 11 minutos, em cobrança de falta de Marcos Assunção. O meio-campista colocou por cima da barreira, no canto esquerdo de Giovanni, mas o goleiro do Atlético-MG caiu bem para mandar a bola para esquerda.
Aos 12, Ronaldinho foi derrubado com violência e viu seu marcador, Márcio Araújo, tomar amarelo. Dois minutos depois, o meia atleticano apareceu com maestria e arrancou um excelente lançamento para Jô. O atacante entrou na área dividindo a bola com Henrique e até conseguiria fazer o gol, mas o juiz parou a jogada alegando que o atleticano fez falta no zagueiro rival.
O Palmeiras só conseguia chegar nas bolas paradas, e Marcos Assunção obrigou Giovanni a trabalhar novamente em outra cobrança de falta, aos 18. Quem chegava com perigo, porém, era o Atlético-MG. Pela direita, Ronaldinho apareceu livre e colocou a bola na cabeça de Jô. Também livre, o atacante acabou parando nas mãos de Bruno. Na sequência, Bernard ainda tentou emendar de fora da área, mas pegou mal na bola e facilitou a vida do goleiro palmeirense.
Aos 29, mais um gol anulado do Atlético-MG. Ronaldinho bateu falta de muito longe, o goleiro Bruno acabou se atrapalhando com a bola e soltou nos pés de Rafael Marques. O zagueiro só teve o trabalho de empurrar para dentro. O juiz, porém, anotou equivocadamente um impedimento.
O Palmeiras só conseguia chegar nas bolas paradas e assustou bastante a torcida atleticana por duas vezes, com duas bolas chutadas no travessão por Marcos Assunção., umas aos 39 e outra aos 41. Sem acertar o gol nas faltas e sem criar outro tipo de jogada, o time alviverde não conseguiu buscar o empate, e o placar permaneceu inalterado até o fim.
FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 0 x 1 ATLÉTICO-MG
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 9 de junho de 2012, sábado
Horário: 21 horas (de Brasília)
Árbitro: Márcio Chagas da Silva (RS)
Assistentes: José Javel Silveira e Carlos Henrique Selbach (ambos do RS)
Cartões amarelos: Luan, Márcio Araújo, Luan, Henrique (Palmeiras) Marcos Rocha, Pierre, Danilinho (Atlético)
Público: 7.268 pagantes
Renda: R$ 245.835,00
Gol: ATLÉTICO: Jô, aos 3 minutos do segundo tempo
PALMEIRAS: Bruno; Cicinho (João Vitor), Henrique, Thiago Heleno e Juninho; Márcio Araújo, Marcos Assunção, Felipe (Maikon Leite) e Daniel Carvalho; Luan (Mazinho) e Barcos. Técnico: Luiz Felipe Scolari
ATLÉTICO-MG: Giovanni; Marcos Rocha (Serginho), Réver, Rafael Marques e Junior Cesar; Pierre, Richarlyson, Bernard (Leandro Donizete) e Ronaldinho Gaúcho; Danilinho (Leonardo Silva) e Jô. Técnico: Cuca
Ronaldinho apareceu bem em campo. Mesmo marcado bem de perto por Márcio Araújo, o meia conseguiu buscar o jogo e fez belas jogadas. Gaúcho se movimentou, lançou, cruzou e até cobrou uma falta que resultaria em um gol do zagueiro Rafael Marques se o árbitro não marcasse equivocadamente um impedimento.
O meia passou a conseguir lances de mais efeito a partir dos 12 minutos da etapa final, quando o ‘carrapato’ Márcio Araújo tomou um cartão amarelo. A partir daí, Ronaldinho achou espaço para fazer um lançamento de meio campo para deixar Jô na cara do gol. Neste lance, o atacante também marcaria o gol, mas o juiz acabou assinalando falta na divida com o zagueiro Henrique. Depois, a dupla voltou a aparecer. Gaúcho cruzou da direita na cabeça do companheiro, que cabeceou bem, mas parou em uma boa defesa de Bruno.
Jô, aliás, já passa a ser um dos grandes destaques do Atlético. Depois de deixar o Internacional por problemas disciplinares, o atacante estrou com a camisa alvinegra na última quarta-feira e já chegou ao seu segundo gol em dois jogos pelo clube mineiro. Mais que isso, o centroavante se posicionou bem e criou espaço para ter outras grandes chances.
Com o resultado, o Atlético-MG segue invicto no Brasileiro, já chega a dez pontos em apenas quatro jogos e dorme na liderança da competição. Do outro lado, o Palmeiras afunda mais um pouco na tabela. O time alviverde tem apenas um ponto e já chega a sua quarta derrota consecutiva.
A missão palmeirense agora é mudar o foco e esquecer o péssimo início no Brasileiro para abrir a participação na semifinal da Copa do Brasil contra o Grêmio, na quarta-feira. O jogo será no Estádio Olímpico. Já o Atlético-MG tem a semana de folga e só volta atuar no próximo domingo, quando visita o São Paulo. Pela competição nacional, o Palmeiras joga também no domingo, contra o Vasco e de novo em casa.
Ronaldinho apareceu bem em campo e levou a melhor no duelo com Marcos Assunção
Crédito da imagem: AE
Crédito da imagem: AE
O jogo - Com todos os holofotes voltados para Ronaldinho Gaúcho, foi o Palmeiras quem acabou tendo a primeira chance. Aos 3 minutos, a bola foi alçada na área atleticana e acabou sobrando dentro da pequena área para Barcos. O argentino, porém, pegou mal e facilitou bastante a vida do goleiro Giovanni.
A primeira chegada com perigo do Atlético foi em um chute de longe de Richarlyson, aos 12 minutos, mas a bola acabou indo para fora. Também de longe, Luan respondeu para o Palmeiras cinco minutos depois, mas parou nas mãos de Giovanni.
A maior oportunidade do primeiro tempo viria aos 22 minutos. Danilinho encaixou um belo lançamento e deixou Bernard na cara do gol. O meia tentou tirar do alcance de Bruno, mas acabou mandando também para fora do gol.
Ronaldinho Gaúcho tentava aparecer para o jogo e até chamava algumas jogadas. O meia, porém, não conseguia se desvencilhar da boa marcação de Márcio Araújo. Do outro lado, o Palmeiras também não conseguia criar muito, e a primeira etapa terminou sem mais nenhuma grande chance para nenhum dos lados.
O segundo tempo, porém, já começaria bastante diferente. Logo aos 3 minutos, o Atlético-MG abriu o placar, em uma jogada sem participação de Ronaldinho. Bernard avançou pela direita, cortou muito bem a marcação de Cicinho e cruzou a bola na medida para Jô, que se antecipou à marcação de Thiago Heleno e cabeceou para o fundo do gol.
Em desvantagem, o Palmeiras partiu para o ataque. Com dificuldades para criar com a bola rolando, a primeira chance chegou aos 11 minutos, em cobrança de falta de Marcos Assunção. O meio-campista colocou por cima da barreira, no canto esquerdo de Giovanni, mas o goleiro do Atlético-MG caiu bem para mandar a bola para esquerda.
Aos 12, Ronaldinho foi derrubado com violência e viu seu marcador, Márcio Araújo, tomar amarelo. Dois minutos depois, o meia atleticano apareceu com maestria e arrancou um excelente lançamento para Jô. O atacante entrou na área dividindo a bola com Henrique e até conseguiria fazer o gol, mas o juiz parou a jogada alegando que o atleticano fez falta no zagueiro rival.
O Palmeiras só conseguia chegar nas bolas paradas, e Marcos Assunção obrigou Giovanni a trabalhar novamente em outra cobrança de falta, aos 18. Quem chegava com perigo, porém, era o Atlético-MG. Pela direita, Ronaldinho apareceu livre e colocou a bola na cabeça de Jô. Também livre, o atacante acabou parando nas mãos de Bruno. Na sequência, Bernard ainda tentou emendar de fora da área, mas pegou mal na bola e facilitou a vida do goleiro palmeirense.
Aos 29, mais um gol anulado do Atlético-MG. Ronaldinho bateu falta de muito longe, o goleiro Bruno acabou se atrapalhando com a bola e soltou nos pés de Rafael Marques. O zagueiro só teve o trabalho de empurrar para dentro. O juiz, porém, anotou equivocadamente um impedimento.
O Palmeiras só conseguia chegar nas bolas paradas e assustou bastante a torcida atleticana por duas vezes, com duas bolas chutadas no travessão por Marcos Assunção., umas aos 39 e outra aos 41. Sem acertar o gol nas faltas e sem criar outro tipo de jogada, o time alviverde não conseguiu buscar o empate, e o placar permaneceu inalterado até o fim.
FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 0 x 1 ATLÉTICO-MG
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 9 de junho de 2012, sábado
Horário: 21 horas (de Brasília)
Árbitro: Márcio Chagas da Silva (RS)
Assistentes: José Javel Silveira e Carlos Henrique Selbach (ambos do RS)
Cartões amarelos: Luan, Márcio Araújo, Luan, Henrique (Palmeiras) Marcos Rocha, Pierre, Danilinho (Atlético)
Público: 7.268 pagantes
Renda: R$ 245.835,00
Gol: ATLÉTICO: Jô, aos 3 minutos do segundo tempo
PALMEIRAS: Bruno; Cicinho (João Vitor), Henrique, Thiago Heleno e Juninho; Márcio Araújo, Marcos Assunção, Felipe (Maikon Leite) e Daniel Carvalho; Luan (Mazinho) e Barcos. Técnico: Luiz Felipe Scolari
ATLÉTICO-MG: Giovanni; Marcos Rocha (Serginho), Réver, Rafael Marques e Junior Cesar; Pierre, Richarlyson, Bernard (Leandro Donizete) e Ronaldinho Gaúcho; Danilinho (Leonardo Silva) e Jô. Técnico: Cuca
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