20h30 Racing Club 1x1 Colón
Falamos campeonatos das séries A B C D campeonatos internacionais todos Português todos os resultados do Paulista da segunda divisão e ainda Futebol Internacional como Futebol Inglês Espanhol Italiano Portugal e o Argentino e campeonatos Importantes falaremos do Regional do Rio Grande do Norte do Cearense do Pernambucano e do Carioca e falamos da copa do nordeste
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Deco elogia atuação contra Inter, mas não lamenta empate: 'Futebol não tem justiça, tem eficiência'
O meia Deco lamentou o empate do Fluminense em 0 a 0 com o Internacional no Engenhão, neste domingo, pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro. Segundo o jogador, o time carioca, que chegou ao terceiro empate no torneio, jogou melhor que o clube gaúcho, mas não mereceu vencer, pois não foi eficiente.
"A gente está com bastante gente fora, mas jogamos bem. Mas não marcamos, aí fica difícil. Tivemos duas situações claras contra o Internacional, assim fica difícil. Futebol não tem justiça tem eficiência. A gente jogou bem, mas não marcou", disse o meia luso-brasileiro ainda no gramado.
Já o volante Edinho lamentou o resultado. "Não fomos felizes, mas empatamos com uma grande equipe que vai tirar pontos dos outros. Acho que, pelo que a equipe jogou hoje, merece um resultado melhor. O Internacional vai brigar pelo título como a nossa mas acho que o empate está tranquilo", disse.
Para o goleiro Diego Cavalieri, o resultado não é desesperador, mas já deixa o sinal aceso para a luta pelo título. "É importante fazer pontos em casa, mas agora é manter a cabeça no lugar. Temos outro jogo no sábado para não deixar o grupo da frente disparar que depois fica complicado", finalizou.
"A gente está com bastante gente fora, mas jogamos bem. Mas não marcamos, aí fica difícil. Tivemos duas situações claras contra o Internacional, assim fica difícil. Futebol não tem justiça tem eficiência. A gente jogou bem, mas não marcou", disse o meia luso-brasileiro ainda no gramado.
Já o volante Edinho lamentou o resultado. "Não fomos felizes, mas empatamos com uma grande equipe que vai tirar pontos dos outros. Acho que, pelo que a equipe jogou hoje, merece um resultado melhor. O Internacional vai brigar pelo título como a nossa mas acho que o empate está tranquilo", disse.
Para o goleiro Diego Cavalieri, o resultado não é desesperador, mas já deixa o sinal aceso para a luta pelo título. "É importante fazer pontos em casa, mas agora é manter a cabeça no lugar. Temos outro jogo no sábado para não deixar o grupo da frente disparar que depois fica complicado", finalizou.
Para Deco (esquerda), o Flu jogou bem, mas falta de eficiência não tornou empate com Inter, de Sandro Silva, injusto
Crédito da imagem: Photocamera
Com seis pontos, o Flu já está com metade dos pontos do líder Vasco, o único time 100% da competição. Na próxima rodada, o time tricolor enfrenta a Portuguesa, novamente no EngenhãoCrédito da imagem: Photocamera
Náutico bate Botafogo e vence a primeira no Brasileiro
O Náutico venceu em casa o Botafogo por 3 a 2 neste domingo, no estádio dos Aflitos, em confronto válido pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o time alvirrubro chegou à primeira vitória na competição e agora tem quatro pontos no torneio, fora da zona de rebaixamento. Já o time alvinegro, que perdeu a segunda partida seguida, permanece com seis pontos.
Jogando em casa, o Naútico começou com tudo. Logo aos 16 minutos do primeiro tempo, Araújo abriu o placar para o Timbu. Aos 32, Lúcio, ex-Palmeiras e Grêmio, ampliou para o clube pernambucano. O cenário parecia que ia mudar no segundo tempo: Márcio Azevedo diminuiu logo aos dois minutos e E Fábio Ferreira empatou aos 14. Derley, aos 37, porém, interrompeu a reação do rival e garantiu a vitória.
Na próxima rodada, o Náutico recebe o Grêmio, enquanto o Botafogo visita o Internacional.
O Náutico começou a partida no ataque. Apoiado pela grande torcida presente aos Aflitos, o time dirigido por Alexandre Gallo tentou impor seu ritmo de jogo, enquanto o Botafogo tentava controlar o ímpeto do adversário e sair com a bola dominada para o ataque. A equipe carioca criou a primeira jogada de perigo aos cinco minutos quando Herrera recebeu em profundidade e tentou encobrir o goleiro Felipe que fez grande defesa.
Aos 17 minutos, o Náutico marcou o primeiro gol. O atacante Araújo recebeu na grande área, se livrou de Lucas e bateu sem chances para o goleiro Milton Raphael. A vantagem animou a equipe da casa que quase marcou o segundo aos 23 minutos em chute forte de Souza que passou muito perto da trave alvinegra. O Botafogo não conseguia ser objetivo, mostrando muita troca de passes no meio campo.
O time carioca só voltou a incomodar aos 25 minutos quando após cobrança de escanteio, Fábio Ferreira cabeceou para boa defesa de Felipe. O Botafogo mostrava nervosismo e pouca objetividade. Herrera, muito isolado, quase não tocava na bola.
Aos 33 minutos, o Náutico ampliou. Rhayner recebeu a bola pela direita, invadiu a área e chutou cruzado, A bola passou por Araújo mas Lúcio vinha acompanhando o lance e mandou para o fundo das redes.
O Botafogo, sem outra alternativa, partiu de forma desesperada para tentar descontar a vantagem da equipe pernambucana. E quase conseguiu anotar o primeiro gol aos 40 minutos quando Maicosuel levantou a bola na área em cobrança de falta e Brinner cabeceou no canto mas o goleiro Felipe salvou com os pés. Aos 44 foi a vez de Herrera encher o pé e obrigar Felipe a praticar outra boa intervenção.
O Botafogo voltou com Elkeson no lugar de Andrezinho e maior disposição ofensiva enquanto o Náutico tentava aproveitar os avanços alvinegros para tentar surpreender a equipe carioca em lançamentos para Araújo.
Aos três minutos, o time de General Severiano marcou o primeiro gol. Lucas penetrou pela lateral direita e cruzou para a entrada fulminante de Márcio Azevedo que tocou sem defesa para Felipe.
O gol animou a equipe carioca que adiantou seu meio campo e aos seis minutos, numa saída de bola errada do Náutico, Elkeson tentou entrar na área e foi derrubado por Márcio Rosário que já tinha sido advertido com o cartão amarelo no primeiro tempo e foi excluído da partidam deixando a equipe pernambucana com dez jogadores. Foi a segunda expulsão de Márcio Rosário neste início de competição.
Gallo trocou o meia Souza pelo zagueiro César Marques e passou a se defender para manter o resultado mas aos 13 minutos o Botafogo chegou ao empate. Elkeson cobrou falta na área e Fábio Ferreira dividiu com César Marques pelo alto. A bola desviou na cabeça de César Marques e entrou no canto esquerdo de Felipe mas o árbitro confirmou o gol para Fábio Ferreira.
A igualdade animou o time carioca que quase desempatou aos 15 em chute forte de Renato que Felipe desviou para escanteio. O goleiro do time pernambucano voltou a salvar sua equipe aos 17 minutos quando Herrera colocou Maicosuel livre na área e o chute do atacante foi defendido pelo goleiro.
O time da casa não conseguia mais se arrumar em campo e apenas tentava resistir à pressão cada vez maior do Botafogo. Araújo e Rhayner quase não recebiam passes e estavam mais preocupados em tentar impedir o avanço dos zagueiros adversários do que em atacar. Só aos 24 minutos é que o Náutico voltou a incomodar a defesa alvinegra e o goleiro Milton Raphael teve que intervir para cortar um cruzamento perigoso de Lúcio.
O Botafogo trocou o volante Jadson pelo meia Cidinho. O lance animou a equipe pernambucana que passou a equilibrar a partida. Aos 32 minutos, o Botafogo também ficou com dez jogadores. Márcio Azevedo atingiu Araújo em disputa de bola e acabou recebendo cartão vermelho.
Aos 37 minutos, o Náutico marcou o terceiro gol. Lúcio mandou pelo alto, Romero cabeceou e Vítor Júnior errou ao tentar recuar de cabeça e deixou a bola nos pés de Derley que passou pelo goleiro Milton Raphael e bateu para o gol vazio.
Depois do gol, o Náutico só se preocupou em administrar a vantagem até o final da partida.
FICHA TÉCNICA
NÁUTICO 3 X 2 BOTAFOGO
Local: Aflitos, em Recife (PE)
Data: 10 de junho de 2012 (Domingo)
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Heber Roberto Lopes (Fifa-PR)
Assistentes: Thiago Brigido (CE) e Pedro Christino (PR)
Cartão Amarelo: Márcio Rosário(Nau); Lucas(Bota)
Cartão Vermelho: Márcio Rosário(Nau); Márcio Azevedo(Bota)
Gols:
NÁUTICO: Araújo aos 17 e Lúcio aos 33 minutos do primeiro tempo; Derley aos 37 minutos do segundo tempo
BOTAFOGO: Márcio Azevedo aos três minutos e Fábio Ferreira aos 13 minutos do segundo tempo
NÁUTICO: Gideão; Auremir, Marcio Rosário, Ronaldo Alves e Lúcio; Derley, Elicarlos, Martinez e Souza(César Marques); Rhayner(Siloé) e Araújo(Romero)
Técnico: Alexandre Gallo
BOTAFOGO: Milton Raphael; Lucas, Brinner, Fábio Ferreira e Márcio Azevedo; Jadson(Cidinho), Renato, Maicosuel(Lucas Zen), Vitor Júnior e Andrezinho(Elkeson); Herrera
Técnico: Oswaldo de Oliveira
Jogando em casa, o Naútico começou com tudo. Logo aos 16 minutos do primeiro tempo, Araújo abriu o placar para o Timbu. Aos 32, Lúcio, ex-Palmeiras e Grêmio, ampliou para o clube pernambucano. O cenário parecia que ia mudar no segundo tempo: Márcio Azevedo diminuiu logo aos dois minutos e E Fábio Ferreira empatou aos 14. Derley, aos 37, porém, interrompeu a reação do rival e garantiu a vitória.
Na próxima rodada, o Náutico recebe o Grêmio, enquanto o Botafogo visita o Internacional.
Lúcio marcou sobre o Botafogo na primeira vitória do Naútico no Brasileiro
Crédito da imagem: Agência Estado
O jogo Crédito da imagem: Agência Estado
O Náutico começou a partida no ataque. Apoiado pela grande torcida presente aos Aflitos, o time dirigido por Alexandre Gallo tentou impor seu ritmo de jogo, enquanto o Botafogo tentava controlar o ímpeto do adversário e sair com a bola dominada para o ataque. A equipe carioca criou a primeira jogada de perigo aos cinco minutos quando Herrera recebeu em profundidade e tentou encobrir o goleiro Felipe que fez grande defesa.
Aos 17 minutos, o Náutico marcou o primeiro gol. O atacante Araújo recebeu na grande área, se livrou de Lucas e bateu sem chances para o goleiro Milton Raphael. A vantagem animou a equipe da casa que quase marcou o segundo aos 23 minutos em chute forte de Souza que passou muito perto da trave alvinegra. O Botafogo não conseguia ser objetivo, mostrando muita troca de passes no meio campo.
O time carioca só voltou a incomodar aos 25 minutos quando após cobrança de escanteio, Fábio Ferreira cabeceou para boa defesa de Felipe. O Botafogo mostrava nervosismo e pouca objetividade. Herrera, muito isolado, quase não tocava na bola.
Aos 33 minutos, o Náutico ampliou. Rhayner recebeu a bola pela direita, invadiu a área e chutou cruzado, A bola passou por Araújo mas Lúcio vinha acompanhando o lance e mandou para o fundo das redes.
O Botafogo, sem outra alternativa, partiu de forma desesperada para tentar descontar a vantagem da equipe pernambucana. E quase conseguiu anotar o primeiro gol aos 40 minutos quando Maicosuel levantou a bola na área em cobrança de falta e Brinner cabeceou no canto mas o goleiro Felipe salvou com os pés. Aos 44 foi a vez de Herrera encher o pé e obrigar Felipe a praticar outra boa intervenção.
O Botafogo voltou com Elkeson no lugar de Andrezinho e maior disposição ofensiva enquanto o Náutico tentava aproveitar os avanços alvinegros para tentar surpreender a equipe carioca em lançamentos para Araújo.
Aos três minutos, o time de General Severiano marcou o primeiro gol. Lucas penetrou pela lateral direita e cruzou para a entrada fulminante de Márcio Azevedo que tocou sem defesa para Felipe.
O gol animou a equipe carioca que adiantou seu meio campo e aos seis minutos, numa saída de bola errada do Náutico, Elkeson tentou entrar na área e foi derrubado por Márcio Rosário que já tinha sido advertido com o cartão amarelo no primeiro tempo e foi excluído da partidam deixando a equipe pernambucana com dez jogadores. Foi a segunda expulsão de Márcio Rosário neste início de competição.
Gallo trocou o meia Souza pelo zagueiro César Marques e passou a se defender para manter o resultado mas aos 13 minutos o Botafogo chegou ao empate. Elkeson cobrou falta na área e Fábio Ferreira dividiu com César Marques pelo alto. A bola desviou na cabeça de César Marques e entrou no canto esquerdo de Felipe mas o árbitro confirmou o gol para Fábio Ferreira.
A igualdade animou o time carioca que quase desempatou aos 15 em chute forte de Renato que Felipe desviou para escanteio. O goleiro do time pernambucano voltou a salvar sua equipe aos 17 minutos quando Herrera colocou Maicosuel livre na área e o chute do atacante foi defendido pelo goleiro.
O time da casa não conseguia mais se arrumar em campo e apenas tentava resistir à pressão cada vez maior do Botafogo. Araújo e Rhayner quase não recebiam passes e estavam mais preocupados em tentar impedir o avanço dos zagueiros adversários do que em atacar. Só aos 24 minutos é que o Náutico voltou a incomodar a defesa alvinegra e o goleiro Milton Raphael teve que intervir para cortar um cruzamento perigoso de Lúcio.
O Botafogo trocou o volante Jadson pelo meia Cidinho. O lance animou a equipe pernambucana que passou a equilibrar a partida. Aos 32 minutos, o Botafogo também ficou com dez jogadores. Márcio Azevedo atingiu Araújo em disputa de bola e acabou recebendo cartão vermelho.
Aos 37 minutos, o Náutico marcou o terceiro gol. Lúcio mandou pelo alto, Romero cabeceou e Vítor Júnior errou ao tentar recuar de cabeça e deixou a bola nos pés de Derley que passou pelo goleiro Milton Raphael e bateu para o gol vazio.
Depois do gol, o Náutico só se preocupou em administrar a vantagem até o final da partida.
FICHA TÉCNICA
NÁUTICO 3 X 2 BOTAFOGO
Local: Aflitos, em Recife (PE)
Data: 10 de junho de 2012 (Domingo)
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Heber Roberto Lopes (Fifa-PR)
Assistentes: Thiago Brigido (CE) e Pedro Christino (PR)
Cartão Amarelo: Márcio Rosário(Nau); Lucas(Bota)
Cartão Vermelho: Márcio Rosário(Nau); Márcio Azevedo(Bota)
Gols:
NÁUTICO: Araújo aos 17 e Lúcio aos 33 minutos do primeiro tempo; Derley aos 37 minutos do segundo tempo
BOTAFOGO: Márcio Azevedo aos três minutos e Fábio Ferreira aos 13 minutos do segundo tempo
NÁUTICO: Gideão; Auremir, Marcio Rosário, Ronaldo Alves e Lúcio; Derley, Elicarlos, Martinez e Souza(César Marques); Rhayner(Siloé) e Araújo(Romero)
Técnico: Alexandre Gallo
BOTAFOGO: Milton Raphael; Lucas, Brinner, Fábio Ferreira e Márcio Azevedo; Jadson(Cidinho), Renato, Maicosuel(Lucas Zen), Vitor Júnior e Andrezinho(Elkeson); Herrera
Técnico: Oswaldo de Oliveira
No melhor jogo da Euro, empate entre duas seleções fiéis a seu modo de ver futebol
Eu tenho todo o respeito pela história da Itália no futebol. Respeito pelos resultados e pela maneira de jogar. Apenas não sou obrigado a gostar dessa maneira de ver o jogo.
No domingo, a Itália fez um grande jogo contra a Espanha. A seu estilo. Que hoje não é, não, uma retranca. Eu chamo de "retranca" aquela coisa de 11 defendendo, o antifutebol, querer que não haja jogo e que o duelo acabe 0 a 0. A Itália não joga assim. A Itália simplesmente prioriza a defesa para depois pensar no ataque. Isso não é errado. De novo, só não me obriguem a gostar.
Um dia, em Madri, um grande amigo, jornalista francês da Eurosport, comentou comigo. "Vocês, brasileiros, acham que futebol é só atacar. E futebol é atacar e também defender".
Ele tem razão. A escola do Brasil sempre desprezou a arte de defender, nunca tivemos sistemas defensivos consistentemente sólidos em nossas bases e campeonatos e é essa, na minha opinião, a razão do desnivelamento entre o Brasileirão e as ligas europeias.
A Itália, ao contrário do Brasil, pensa primeiro em defender. Primeiro, na organização tática. Primeiro, em evitar que o outro te faça dano. Depois, pensa em como fazer dano. Pensa em soluções para chegar ao gol do outro lado. Sempre foi assim historicamente, é a maneira deles de ver futebol.
Se dá resultado? Não de forma constante. Consideremos o futebol pós-Guerra, somente. E a Itália tem no currículo uma Euro e duas Copas. A Espanha, por exemplo, tem duas Euros e uma Copa. A França, uma de cada. Tirando a Alemanha, a Itália está nivelada às outras "grandes" europeias. Às vezes chega (mais em Copas), às vezes dá papelões (mais em Euros).
Em Gdansk, a Itália foi fiel a seu estilo histórico. E fez bem. Contra uma Espanha sem atacante de ofício, Prandelli colocou oito jogadores compactados entre Buffon e a intermediária, às vezes com 3 e 5, na maioria das vezes com 5 e 3. Entre os zagueiros, De Rossi, que foi o melhor do time. Um volante que já chegou a ser um jogador ofensivo e agora comanda a zaga. Interessante.
A Itália disputou a posse de bola nos primeiros 20 minutos de jogo, depois não conseguiu mais (acabou 60 a 40 para a Espanha). Essa posse da Itália, quando a teve, consistia em ficar com ela no campo defensivo para que a Espanha não a tivesse. E consistia em tentativas de ligações diretas entre Pirlo e os atacantes. Deu certo, e no primeiro tempo a Itália obrigou Casillas a fazer três defesas importantes.
No segundo tempo, a Espanha passou a girar a bola com mais velocidade e a chutar mais a gol, dois recursos para furar a muralha que impedia a fluência de seu jogo nos primeiros 45 minutos. Em menos de 5 minutos, foram duas defesaças de Buffon em chutes de Cesc e Iniesta. Conforme o tempo foi passando, no entanto, a consistência defensiva da Itália foi falando mais alto.
É a hora em que fica mais nítida a necessidade de ter um jogador de referência à frente para a Espanha.
Os espanhóis foram a campo com Busquets e Xabi Alonso na proteção, depois Xavi, Iniesta, Silva e Cesc. É necessário, na continuidade do torneio, ter Torres ou Llorente no time. Quem sai? Possivelmente Cesc ou Silva. Mas poderia ser Xabi Alonso ou Busquets, já que eles não foram eficientes para evitar a exposição do sistema defensivo quando a Itália teve a bola.
Foi por isso que Balotelli teve uma chance clara desperdiçada (esse é um baita maluco). E foi por isso que Pirlo conseguiu habilitar Di Natale para o 1 a 0. A Espanha reagiu rápido e empatou com Cesc, após passe brilhante de Silva. E teve muitas chances de virar depois que Torres e Navas entraram no lugar dos dois protagonistas do gol espanhol - apesar de não terem jogado bem.
Torres perdeu um mano a mano com Buffon, que interpretou o que o atacante faria. Depois errou um passe de morte. E depois preferiu tentar um golaço por cobertura em vez de passar para um livre Jesús Navas. Três chances desperdiçadas por Torres. Um jogador que está sem confiança e, por essa razão, toma as decisões equivocadas em campo. Torres nunca foi grosso, mas anda perdendo gols demais. A única coisa que um atacante não pode fazer na vida.
Mas fica a lição para Del Bosque. É necessário ter um Torres ou um Llorente para que o sistema de passes no meio encontre alguém que finalize.
Essa é a escola espanhola de toda a vida? Não. Na verdade, é mais uma escola do Barcelona que está se espalhando por todo o país, que caiu no gosto dos técnicos de lá, da imprensa, dos torcedores e das crianças - e são elas que viram os atletas do dia de amanhã. A Fúria se transformou em tike-taka de uns 8 anos para cá - um termo cunhado por um narrador de basquete, que virou de futebol e morreu há alguns anos. Não é propriamente uma escola. Mas é o jeito de jogar atual da Espanha, e esse jeito de jogar foi respeitado em Gdansk e o será durante toda a Eurocopa.
Fiéis a seu estilo, Espanha e Itália fizeram um jogão para quem gosta de ver todas as facetas desse esporte chamado futebol. Seguirão fiéis. Creio que a Espanha disputará o título, creio que a Itália ficará pelo caminho.
No domingo, a Itália fez um grande jogo contra a Espanha. A seu estilo. Que hoje não é, não, uma retranca. Eu chamo de "retranca" aquela coisa de 11 defendendo, o antifutebol, querer que não haja jogo e que o duelo acabe 0 a 0. A Itália não joga assim. A Itália simplesmente prioriza a defesa para depois pensar no ataque. Isso não é errado. De novo, só não me obriguem a gostar.
Um dia, em Madri, um grande amigo, jornalista francês da Eurosport, comentou comigo. "Vocês, brasileiros, acham que futebol é só atacar. E futebol é atacar e também defender".
Ele tem razão. A escola do Brasil sempre desprezou a arte de defender, nunca tivemos sistemas defensivos consistentemente sólidos em nossas bases e campeonatos e é essa, na minha opinião, a razão do desnivelamento entre o Brasileirão e as ligas europeias.
A Itália, ao contrário do Brasil, pensa primeiro em defender. Primeiro, na organização tática. Primeiro, em evitar que o outro te faça dano. Depois, pensa em como fazer dano. Pensa em soluções para chegar ao gol do outro lado. Sempre foi assim historicamente, é a maneira deles de ver futebol.
Se dá resultado? Não de forma constante. Consideremos o futebol pós-Guerra, somente. E a Itália tem no currículo uma Euro e duas Copas. A Espanha, por exemplo, tem duas Euros e uma Copa. A França, uma de cada. Tirando a Alemanha, a Itália está nivelada às outras "grandes" europeias. Às vezes chega (mais em Copas), às vezes dá papelões (mais em Euros).
Em Gdansk, a Itália foi fiel a seu estilo histórico. E fez bem. Contra uma Espanha sem atacante de ofício, Prandelli colocou oito jogadores compactados entre Buffon e a intermediária, às vezes com 3 e 5, na maioria das vezes com 5 e 3. Entre os zagueiros, De Rossi, que foi o melhor do time. Um volante que já chegou a ser um jogador ofensivo e agora comanda a zaga. Interessante.
A Itália disputou a posse de bola nos primeiros 20 minutos de jogo, depois não conseguiu mais (acabou 60 a 40 para a Espanha). Essa posse da Itália, quando a teve, consistia em ficar com ela no campo defensivo para que a Espanha não a tivesse. E consistia em tentativas de ligações diretas entre Pirlo e os atacantes. Deu certo, e no primeiro tempo a Itália obrigou Casillas a fazer três defesas importantes.
No segundo tempo, a Espanha passou a girar a bola com mais velocidade e a chutar mais a gol, dois recursos para furar a muralha que impedia a fluência de seu jogo nos primeiros 45 minutos. Em menos de 5 minutos, foram duas defesaças de Buffon em chutes de Cesc e Iniesta. Conforme o tempo foi passando, no entanto, a consistência defensiva da Itália foi falando mais alto.
É a hora em que fica mais nítida a necessidade de ter um jogador de referência à frente para a Espanha.
Os espanhóis foram a campo com Busquets e Xabi Alonso na proteção, depois Xavi, Iniesta, Silva e Cesc. É necessário, na continuidade do torneio, ter Torres ou Llorente no time. Quem sai? Possivelmente Cesc ou Silva. Mas poderia ser Xabi Alonso ou Busquets, já que eles não foram eficientes para evitar a exposição do sistema defensivo quando a Itália teve a bola.
Foi por isso que Balotelli teve uma chance clara desperdiçada (esse é um baita maluco). E foi por isso que Pirlo conseguiu habilitar Di Natale para o 1 a 0. A Espanha reagiu rápido e empatou com Cesc, após passe brilhante de Silva. E teve muitas chances de virar depois que Torres e Navas entraram no lugar dos dois protagonistas do gol espanhol - apesar de não terem jogado bem.
Torres perdeu um mano a mano com Buffon, que interpretou o que o atacante faria. Depois errou um passe de morte. E depois preferiu tentar um golaço por cobertura em vez de passar para um livre Jesús Navas. Três chances desperdiçadas por Torres. Um jogador que está sem confiança e, por essa razão, toma as decisões equivocadas em campo. Torres nunca foi grosso, mas anda perdendo gols demais. A única coisa que um atacante não pode fazer na vida.
Mas fica a lição para Del Bosque. É necessário ter um Torres ou um Llorente para que o sistema de passes no meio encontre alguém que finalize.
Essa é a escola espanhola de toda a vida? Não. Na verdade, é mais uma escola do Barcelona que está se espalhando por todo o país, que caiu no gosto dos técnicos de lá, da imprensa, dos torcedores e das crianças - e são elas que viram os atletas do dia de amanhã. A Fúria se transformou em tike-taka de uns 8 anos para cá - um termo cunhado por um narrador de basquete, que virou de futebol e morreu há alguns anos. Não é propriamente uma escola. Mas é o jeito de jogar atual da Espanha, e esse jeito de jogar foi respeitado em Gdansk e o será durante toda a Eurocopa.
Fiéis a seu estilo, Espanha e Itália fizeram um jogão para quem gosta de ver todas as facetas desse esporte chamado futebol. Seguirão fiéis. Creio que a Espanha disputará o título, creio que a Itália ficará pelo caminho.
O dia em que ninguém ligava para a seleção brasileira
Ninguém liga para a seleção, certo?
A cada ataque do Brasil um suspiro. Um xingamento. De vez e quando até cabia uma apresentação: “quem é esse Utini (sic) mesmo?”.
Ninguém sabia ao certo porque a amarelinha era vestida por um monte de ‘estranhos’. Porém todos sabiam exatamente quem era aquele baixinho com a camisa que um dia foi do Maradona.
E com ele não tem conversa.
Foi bom ver o time de Mano Menezes repetir um padrão, uma escolha de jogo. Foi importante perceber que é preciso melhor marcação dos volantes. Foi notória a falta que Tiago Silva faz.
E que Neymar pode jogar longe da já manjada faixa esquerda do campo.
Bom mesmo foi ver as pessoas vendo.
Mas, ninguém liga, certo?
O capitão da Olimpíada fez falta
Crédito da imagem: Reuters
Não foi bem isso que vi na tarde deste sábado. Todos em volta de uma TV, daquelas surradas, de tubo (coisa démodé, hein?).Crédito da imagem: Reuters
A cada ataque do Brasil um suspiro. Um xingamento. De vez e quando até cabia uma apresentação: “quem é esse Utini (sic) mesmo?”.
Ninguém sabia ao certo porque a amarelinha era vestida por um monte de ‘estranhos’. Porém todos sabiam exatamente quem era aquele baixinho com a camisa que um dia foi do Maradona.
E com ele não tem conversa.
Foi bom ver o time de Mano Menezes repetir um padrão, uma escolha de jogo. Foi importante perceber que é preciso melhor marcação dos volantes. Foi notória a falta que Tiago Silva faz.
E que Neymar pode jogar longe da já manjada faixa esquerda do campo.
Bom mesmo foi ver as pessoas vendo.
Mas, ninguém liga, certo?
Itália acerta na tática e empata grande jogo com a Espanha
Estrear contra os atuais campeões com um esquema nunca testado em jogos soava como uma medida arriscada do técnico da Itália, Cesare Prandelli. Um risco que valeu a pena, já que o 3-5-2 inspirado na Juventus, com seis jogadores da equipe entre os titulares, mostrou-se eficiente para combater a Espanha. Empate no placar, mas taticamente o italiano foi melhor.
Sabendo da intenção do técnico adversário, Vicente del Bosque quis tirar pontos de referência e montou a Espanha sem um homem de área, formando a linha mais avançada de seu 4-3-3 com David Silva, Fàbregas e Iniesta. Um "falso nove" para combater o "falso zagueiro" De Rossi, recuado para compor a defesa italiana com Bonucci e Chiellini.
Se as escalações já davam a entender que seria o melhor duelo tático da competição, em campo o jogo entregou o que prometia. A Itália se defendia com uma linha de cinco homens, com Maggio e Giaccherini voltando para compor, mas também saía para o jogo, com Pirlo e Cassano criando lances de perigo. Em determinado momento, a posse de bola chegou a ficar igualmente repartida.
A Espanha insistiu muito em jogadas pelo meio, algo natural por sua formação, mas raras vezes conseguiu dar profundidade às jogadas. Os esboços de tabela normalmente esbarravam na marcação, com De Rossi mostrando excelência em seu novo papel. A Itália foi mais perigosa quando chegou à frente, e teve grande chance em uma cabeçada de Thiago Motta defendida por Casillas.
Quem esperava uma retranca, possivelmente por não ter visto como jogou a Itália desde a chegada de Prandelli, viu outra coisa. E foram os italianos a sair na frente. Uma redenção pessoal para Di Natale, substituto de Balotelli, que marcou após um precioso passe de Pirlo. O atacante da Udinese, 80 gols nos últimos três campeonatos italianos, havia perdido pênalti contra a Espanha em 2008.
A resposta espanhola não demorou, e a agilidade que faltou em outros momentos apareceu na triangulação entre Iniesta (o melhor do time), David Silva e Fàbregas, que deixou tudo igual.
A Itália sofreu no final com o cansaço e as mudanças de Del Bosque, que usou Jesús Navas para forçar mais o jogo pelos lados e colocou Torres como referência. A vitória espanhola só não veio porque Torres justificou sua ausência do time titular, desperdiçando duas boas oportunidades. A presença de um centroavante característico ajudou a abrir a defesa riva.
Tanto Prandelli quanto Del Bosque terão questões a responder na sequência da competição. Di Natale vira titular ou Balotelli continua ao lado de Cassano? E a Espanha, insiste com o falso centroavante ou passa a usar um homem de referência. O técnico não pode ter convocado três deles por acaso.
Mais tarde - A Irlanda, referência em termos de retranca bem armada, foi um time distante de suas caraterísticas e sucumbiu à Croácia por 3 a 1. É verdade que o jogo foi condicionado pelo gol prematudo de Mandzukic, o sexto mais rápido da história da Eurocopa, mas nem mesmo o empate com St. Ledger mudou o panorama da partida.
Erros incomuns, como a furada de Ward que colocou Jelavic sozinho diante de Given para fazer 2 a 1, custaram muito caro aos homens de Giovanni Trapattoni. O goleiro irlandês, que já tinha demorado a chegar na bola no primeiro gol, ainda levou o azar de ver a bola bater na trave e voltar em sua cabeça no terceiro, também de Mandzukic.
Apesar do prejuízo com um claro pênalti não marcado de Schildenfeld em Keane, já com o placar em 3 a 1 (curiosamente com o árbitro Björn Kuipers, o mesmo do polêmico Barcelona x Milan da última Champions League), a Irlanda não tem como dizer que o resultado foi injusto.
Além da dupla Mandzukic-Jelavic, a Croácia tem uma linha de meias muito interessante, com Perisic, Modric - este, o mais talentoso da equipe - e Rakitic. A defesa, porém, ainda desperta preocupações, sobretudo no jogo aéreo, e deve ser muito mais exigida nos próximos jogos.
Sabendo da intenção do técnico adversário, Vicente del Bosque quis tirar pontos de referência e montou a Espanha sem um homem de área, formando a linha mais avançada de seu 4-3-3 com David Silva, Fàbregas e Iniesta. Um "falso nove" para combater o "falso zagueiro" De Rossi, recuado para compor a defesa italiana com Bonucci e Chiellini.
Se as escalações já davam a entender que seria o melhor duelo tático da competição, em campo o jogo entregou o que prometia. A Itália se defendia com uma linha de cinco homens, com Maggio e Giaccherini voltando para compor, mas também saía para o jogo, com Pirlo e Cassano criando lances de perigo. Em determinado momento, a posse de bola chegou a ficar igualmente repartida.
A Espanha insistiu muito em jogadas pelo meio, algo natural por sua formação, mas raras vezes conseguiu dar profundidade às jogadas. Os esboços de tabela normalmente esbarravam na marcação, com De Rossi mostrando excelência em seu novo papel. A Itália foi mais perigosa quando chegou à frente, e teve grande chance em uma cabeçada de Thiago Motta defendida por Casillas.
Quem esperava uma retranca, possivelmente por não ter visto como jogou a Itália desde a chegada de Prandelli, viu outra coisa. E foram os italianos a sair na frente. Uma redenção pessoal para Di Natale, substituto de Balotelli, que marcou após um precioso passe de Pirlo. O atacante da Udinese, 80 gols nos últimos três campeonatos italianos, havia perdido pênalti contra a Espanha em 2008.
A resposta espanhola não demorou, e a agilidade que faltou em outros momentos apareceu na triangulação entre Iniesta (o melhor do time), David Silva e Fàbregas, que deixou tudo igual.
A Itália sofreu no final com o cansaço e as mudanças de Del Bosque, que usou Jesús Navas para forçar mais o jogo pelos lados e colocou Torres como referência. A vitória espanhola só não veio porque Torres justificou sua ausência do time titular, desperdiçando duas boas oportunidades. A presença de um centroavante característico ajudou a abrir a defesa riva.
Tanto Prandelli quanto Del Bosque terão questões a responder na sequência da competição. Di Natale vira titular ou Balotelli continua ao lado de Cassano? E a Espanha, insiste com o falso centroavante ou passa a usar um homem de referência. O técnico não pode ter convocado três deles por acaso.
Mais tarde - A Irlanda, referência em termos de retranca bem armada, foi um time distante de suas caraterísticas e sucumbiu à Croácia por 3 a 1. É verdade que o jogo foi condicionado pelo gol prematudo de Mandzukic, o sexto mais rápido da história da Eurocopa, mas nem mesmo o empate com St. Ledger mudou o panorama da partida.
Erros incomuns, como a furada de Ward que colocou Jelavic sozinho diante de Given para fazer 2 a 1, custaram muito caro aos homens de Giovanni Trapattoni. O goleiro irlandês, que já tinha demorado a chegar na bola no primeiro gol, ainda levou o azar de ver a bola bater na trave e voltar em sua cabeça no terceiro, também de Mandzukic.
Apesar do prejuízo com um claro pênalti não marcado de Schildenfeld em Keane, já com o placar em 3 a 1 (curiosamente com o árbitro Björn Kuipers, o mesmo do polêmico Barcelona x Milan da última Champions League), a Irlanda não tem como dizer que o resultado foi injusto.
Além da dupla Mandzukic-Jelavic, a Croácia tem uma linha de meias muito interessante, com Perisic, Modric - este, o mais talentoso da equipe - e Rakitic. A defesa, porém, ainda desperta preocupações, sobretudo no jogo aéreo, e deve ser muito mais exigida nos próximos jogos.
Grêmio domina o Corinthians, ganha a terceira seguida e mantém rival sem vitórias
O Grêmio precisou de apenas oito minutos e duas falhas do Corinthians para conquistar a terceira vitória seguida no Campeonato Brasileiro. Neste domingo, o clube gaúcho não teve dificuldades para superar os reservas corintianos por 2 a 0, alcançado a terceira vitória consecutiva na competição.
Os gols gremistas foram marcados por Marco Antonio, aos 21 minutos da primeira etapa, e por André Lima, oito minutos depois, aos 29.
O resultado levou os gremistas a 9 pontos, mantendo a equipe na disputa pelas primeiras colocações na tabela. O Corinthians, ainda priorizando a disputa da Libertadores, soma apenas um ponto, com três derrotas em quatro partidas.
Antes, contudo, as duas equipes voltam a campo no meio da semana. O Corinthians pega o Santos na Vila Belmiro pelas semifinais da Libertadores, enquanto o Grêmio recebe o Palmeiras no Olímpico, na disputa por uma vaga na decisão da Copa do Brasil.
O jogo
A partida começou com pouca emoção no estádio Olímpico. Enquanto o Corinthians exibia dificuldade com a falta de entrosamento, o Grêmio não conseguia encaixar jogadas de perigo. André Lima até tentou arrematar de fora da área, mas errou o alvo na primeira tentativa dos gaúchos.
O Corinthians só esboçou alguma ameaça aos 17 minutos, quando Douglas fez fila na defesa gremista e rolou para Fábio Santos, que foi desarmado na hora exata do chute. Porém, o Grêmio soube aproveitar as bobeiras da zaga alvinegra para mexer no placar.
Aos 21, a defesa corintiana afastou em disputa dentro da área, mas a bola sobrou para Marco Antônio emendar um chute forte e baixo. O meia contou ainda com falha de Danilo Fernandes para estufar a rede. Depois do gol, o Corinthians tentou se lançar ao ataque e Willian bateu da meia-direita, sendo defendido por Victor.
Porém, em mais um vacilo da defesa corintiana, o Grêmio ampliou a vantagem, aos 28. Miralles cruzou e a zaga afastou. Mas o argentino teve nova chance para alçar na área, na segunda trave, onde apareceu Souza livre para cruzar na pequena área. André Lima se antecipou à marcação para desviar para o gol.
Pouco depois, o time local quase marcou o terceiro. Miralles recebeu lançamento pela direita, invadiu a área e chutou forte, exigindo defesa de Danilo Fernandes. Antes do apito para o intervalo, Douglas tentou levar o Corinthians ao ataque e assustou o goleiro Victor ao cruzar direto para o gol. Já no último lance do primeiro tempo, Willian girou na área e chutou, em nova intervenção do camisa 1 gremista.
No intervalo, o técnico Vanderlei Luxemburgo colocou Kleber na vaga de Miralles, com o intuito de dar ritmo ao Gladiador. No início da etapa, Werley avançou como um atacante e recebeu passe na cara do gol, mas Danilo Fernandes fez grande defesa. Do outro lado, Willian apareceu com liberdade na área pela direita e chutou, obrigando Victor a salvar o Grêmio.
Para evitar um desgaste antes da semifinal da Copa do Brasil, o Grêmio esfriou o jogo e passou a administrar a posse de bola, avançando apenas na chances mais claras. Foi assim que Kleber chegou nas costas da zaga e caiu em disputa com Antônio Carlos, pedindo pênalti, mas o árbitro considerou a jogada normal.
Em seguida, Luxemburgo tirou Marco Antônio para a entrada de Rondinelly. O Grêmio assumiu uma postura clara de cautela, mas ainda foi ameaçado em cobrança de escanteio de Douglas que carimbou a trave. Apesar de quase ter feito o gol olímpico, o Corinthians não exibiu força suficiente para reagir e esteve perto de levar o terceiro, quando Danilo Fernandes espalmou para o meio da área e deixou a bola limpa para Kleber, mas o Gladiador errou o alvo e desperdiçou chance incrível.
FICHA TÉCNICA:
GRÊMIO 2 X 0 CORINTHIANS
Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre (RS)
Data: 10 de junho de 2012, domingo
Horário: 17h (de Brasília)
Árbitro: Evandro Rogério Roman (Fifa-PR)
Assistentes: Bruno Boschilia (PR) e Ivan Carlos Bohn (PR)
Cartões amarelos: Fernando e André Lima (Grêmio)
GOLS: GRÊMIO: Marco Antônio, aos 21, e André Lima, aos 28 minutos do primeiro tempo
GRÊMIO: Victor; Gabriel, Vilson, Werley e Pará; Fernando (Gilberto Silva), Souza, Léo Gago e Marco Antônio (Rondinelly); André Lima e Miralles (Kleber)
Técnico: Vanderlei Luxemburgo
CORINTHIANS: Danilo Fernandes; Welder, Antonio Carlos, Wallace e Fábio Santos; Marquinhos, Willian Arão, Ramon (Adilson) e Douglas (Romarinho); Willian e Elton
Técnico: Tite
Os gols gremistas foram marcados por Marco Antonio, aos 21 minutos da primeira etapa, e por André Lima, oito minutos depois, aos 29.
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O resultado levou os gremistas a 9 pontos, mantendo a equipe na disputa pelas primeiras colocações na tabela. O Corinthians, ainda priorizando a disputa da Libertadores, soma apenas um ponto, com três derrotas em quatro partidas.
Marco Antônio comemora o primeiro gol do Grêmio contra o Corinthians
Crédito da imagem: Divulgação
Na próxima rodada, o Grêmio vai até o Recife para enfrentar o Náutico, às 18h30 de domingo, nos Aflitos; o Corinthians pega a Ponte Preta, no mesmo dia e horário, em Campinas.Crédito da imagem: Divulgação
Antes, contudo, as duas equipes voltam a campo no meio da semana. O Corinthians pega o Santos na Vila Belmiro pelas semifinais da Libertadores, enquanto o Grêmio recebe o Palmeiras no Olímpico, na disputa por uma vaga na decisão da Copa do Brasil.
O jogo
A partida começou com pouca emoção no estádio Olímpico. Enquanto o Corinthians exibia dificuldade com a falta de entrosamento, o Grêmio não conseguia encaixar jogadas de perigo. André Lima até tentou arrematar de fora da área, mas errou o alvo na primeira tentativa dos gaúchos.
O Corinthians só esboçou alguma ameaça aos 17 minutos, quando Douglas fez fila na defesa gremista e rolou para Fábio Santos, que foi desarmado na hora exata do chute. Porém, o Grêmio soube aproveitar as bobeiras da zaga alvinegra para mexer no placar.
Aos 21, a defesa corintiana afastou em disputa dentro da área, mas a bola sobrou para Marco Antônio emendar um chute forte e baixo. O meia contou ainda com falha de Danilo Fernandes para estufar a rede. Depois do gol, o Corinthians tentou se lançar ao ataque e Willian bateu da meia-direita, sendo defendido por Victor.
Porém, em mais um vacilo da defesa corintiana, o Grêmio ampliou a vantagem, aos 28. Miralles cruzou e a zaga afastou. Mas o argentino teve nova chance para alçar na área, na segunda trave, onde apareceu Souza livre para cruzar na pequena área. André Lima se antecipou à marcação para desviar para o gol.
Pouco depois, o time local quase marcou o terceiro. Miralles recebeu lançamento pela direita, invadiu a área e chutou forte, exigindo defesa de Danilo Fernandes. Antes do apito para o intervalo, Douglas tentou levar o Corinthians ao ataque e assustou o goleiro Victor ao cruzar direto para o gol. Já no último lance do primeiro tempo, Willian girou na área e chutou, em nova intervenção do camisa 1 gremista.
No intervalo, o técnico Vanderlei Luxemburgo colocou Kleber na vaga de Miralles, com o intuito de dar ritmo ao Gladiador. No início da etapa, Werley avançou como um atacante e recebeu passe na cara do gol, mas Danilo Fernandes fez grande defesa. Do outro lado, Willian apareceu com liberdade na área pela direita e chutou, obrigando Victor a salvar o Grêmio.
Para evitar um desgaste antes da semifinal da Copa do Brasil, o Grêmio esfriou o jogo e passou a administrar a posse de bola, avançando apenas na chances mais claras. Foi assim que Kleber chegou nas costas da zaga e caiu em disputa com Antônio Carlos, pedindo pênalti, mas o árbitro considerou a jogada normal.
Em seguida, Luxemburgo tirou Marco Antônio para a entrada de Rondinelly. O Grêmio assumiu uma postura clara de cautela, mas ainda foi ameaçado em cobrança de escanteio de Douglas que carimbou a trave. Apesar de quase ter feito o gol olímpico, o Corinthians não exibiu força suficiente para reagir e esteve perto de levar o terceiro, quando Danilo Fernandes espalmou para o meio da área e deixou a bola limpa para Kleber, mas o Gladiador errou o alvo e desperdiçou chance incrível.
FICHA TÉCNICA:
GRÊMIO 2 X 0 CORINTHIANS
Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre (RS)
Data: 10 de junho de 2012, domingo
Horário: 17h (de Brasília)
Árbitro: Evandro Rogério Roman (Fifa-PR)
Assistentes: Bruno Boschilia (PR) e Ivan Carlos Bohn (PR)
Cartões amarelos: Fernando e André Lima (Grêmio)
GOLS: GRÊMIO: Marco Antônio, aos 21, e André Lima, aos 28 minutos do primeiro tempo
GRÊMIO: Victor; Gabriel, Vilson, Werley e Pará; Fernando (Gilberto Silva), Souza, Léo Gago e Marco Antônio (Rondinelly); André Lima e Miralles (Kleber)
Técnico: Vanderlei Luxemburgo
CORINTHIANS: Danilo Fernandes; Welder, Antonio Carlos, Wallace e Fábio Santos; Marquinhos, Willian Arão, Ramon (Adilson) e Douglas (Romarinho); Willian e Elton
Técnico: Tite
Com dois belos gols, Vasco vence o Bahia e mantém 100% de aproveitamento
O Vasco venceu sua quarta partida no Campeonato Brasileiro em grande estilo. Com dois belos gols, o time carioca não teve dificuldade para fazer 2 a 1 no Bahia, em Pituaçu, e manter os 100% de aproveitamento na competição. O resultado também devolveu à equipe a liderança do Nacional - perdida no sábado após triunfo do Atlético-MG.
Após quatro rodadas, o Vasco é o único com 12 pontos conquistados no Campeonato Brasileiro - dois mais que o segundo colocado, Atlético-MG. Já o Bahia, que vinha embalado pelo empate conseguido em Minas Gerais diante do agora vice-líder, fica com dois pontos, na 16ª posição.
A vitória deste domingo começou a ser construída logo aos oito minutos de jogo, quando o zagueiro Titi cometeu falta em Diego Souza na entrada da área. Na cobrança, Juninho Pernambucano foi perfeito, acertando o ângulo direito do goleiro Marcelo Lomba, que sequer esboçou reação ao ver a bola entrando em sua meta.
Aos 31 minutos veio segundo, no momento em que o Bahia esboçava uma pressão para reagir. Após cobrança de tiro de meta de Fernando Prass, Diego Souza ajeitou com o peito para Alecsandro, que devolveu. Com campo disponível, o meia acelerou, deixou dois marcadores para trás e tocou, com categoria, por cima de Marcelo Lomba.
Além do desempenho da equipe em campo e a quarta vitória consecutiva, o torcedor vascaíno ainda pôde comemorar o retorno de Dedé ao time. Depois de mais de dois meses afastado, com um edema ósseo na perna esquerda, o zagueiro foi a campo no lugar de Rodolfo, aos 10 minutos da segunda etapa.
Já em campo, Dedé viu o Bahia diminuir o placar final, já nos acréscimos. Aos 49 minutos do segundo tempo, após bate-rebate na área a bola sobrou para o atacante Júnior, que teve tranqulidade para limpar Fernando Prass e bater com força. O gol, no entanto, veio já no último lance de jogo e pouco ajudou os baianos.
Na quinta rodada do Campeonato Brasileiro, defendendo o 100% de aproveitamento, o Vasco volta a campo no próximo domingo, quando vai a São Paulo para encarar o Palmeiras, às 16h. No mesmo dia, também às 16h, o Bahia busca a recuperação novamente em Pituaçu, no duelo nordestino contra o Sport.
Em desvantagem, o Bahia tentou esboçar a reação. Um minuto após sofrer o gol, Gabriel arriscou chute cruzado, assustando o goleiro Fernando Prass. Pouco depois, aos 15, Lulinha recebeu dentro da área e dividiu com Rodolfo. Após o contato, o jogador do Bahia reclamou de pênalti, mas o árbitro Anderson Daronco mandou seguir.
Aos 21, novamente o Vasco assustou. Alecsandro cabeceou e acertou a trave do goleiro Marcelo Lomba. Um minuto depois, foi a vez de Felipe Bastos quase ampliar. O volante soltou o pé, dentro da área e obrigou o arqueiro do Bahia a fazer um verdadeiro milagre. Dez minutos mais tarde, porém, Lomba nada pôde fazer.
Após cobrança de tiro de meta de Fernando Prass, Diego Souza ajeitou com o peito para a Alecsandro, que devolveu. Com campo disponível, o meia acelerou, deixou dois marcadores para trás e tocou, com categoria, por cima de Marcelo Lomba.
O resultado mantido no placar não agradava o Bahia e também não satisfazia o Vasco. Em busca de mais gols, as equipes passaram a pressionar no segundo tempo e mantiveram a partida em alto nível. Livre de marcação, Diego Souza foi o primeiro a arriscar com um chute forte, mas a bola saiu para fora.
Já aos oito minutos do segundo tempo, Fernando Prass precisou defender dois tiros seguidos para evitar o gol do Bahia. Primeiro, o arqueiro tirou com os pés o chute de Júnior, evitando em seguida a finalização de Gabriel com as mãos.
A pressão imposta pelo Bahia promoveu o retorno do zagueiro Dedé ao Vasco. O jogador, apontado como um dos principais defensores do futebol brasileiro, entrou no lugar de Rodolfo e recuperou o seu posto na equipe após uma delicada lesão que o afastou dos últimos amistosos disputados pela Seleção na Alemanha e nos Estados Unidos.
O retorno do zagueiro apelidado de ‘Mito’ pela torcida não intimidou o Esquadrão, que insistia em buscar o seu primeiro gol no confronto. Após cobrança de escanteio aos 13 minutos, Titi chutou de qualquer jeito e exigiu outra grande intervenção de Fernando Prass.
As chances criadas pelo Bahia deixaram o Vasco satisfeito com o resultado obtido no primeiro tempo e levaram Cristóvão Borges a fechar o time no meio-campo. A equipe passou a dar menos espaços ao seu adversário, mas também buscou menos o ataque.
Com esta postura em campo, o Vasco teve apenas uma única chance concreta de promover qualquer alteração na partida. Substituto de Diego Souza no segundo tempo do confronto, Carlos Alberto conseguiu colocar a bola para dentro da rede aos 37 minutos, mas o bandeira viu o jogador em posição de impedimento e anulou o gol.
O lance não alterou a forma como o Vasco se comportava em campo. Sem qualquer mudança tática, a equipe não conseguiu conter o avanço do Bahia e Júnior tratou de marcar o gol de honra da sua equipe aos 49 minutos. O atleta aproveitou a indecisão no setor defensivo dos cariocas e chutou forte para colocar números finais ao marcador da partida.
FICHA TÉCNICA:
BAHIA 1 x 2 VASCO
Local: estádio Pituaçu, em Salvador (BA)
Data: 10 de junho de 2012, domingo
Hora: 17h (de Brasília)
Árbitro: Anderson Daronco (RS)
Assistentes: Carlos Berkenbrock e Nadine Camara Santos (ambos de SC)
Cartões Amarelos: Titi, Jones, Fahel, Ciro (Bahia); Fellipe Bastos, Juninho Pernambucano (Vasco)
GOLS:
VASCO: Juninho Pernambucano, aos sete minutos do primeiro tempo, e Diego Souza, aos 31 minutos do primeiro tempo
BAHIA: Júnior, aos 49 minutos do segundo tempo
BAHIA: Marcelo Lomba; Fabinho, Danny Morais, Titi e Ávine; Fahel (Ciro), Diones, Gabriel e Diego (Magno); Lulinha (Júnior) e Jones
Técnico: Paulo Roberto Falcão
VASCO: Fernando Prass, Allan, Renato Silva, Rodolfo (Dedé) e Felipe (Thiago Feltri); Nilton, Fellipe Bastos, Juninho Pernambucano e Diego Souza (Carlos Alberto); Éder Luis e Alecsandro
Técnico: Cristovão Borges
Após quatro rodadas, o Vasco é o único com 12 pontos conquistados no Campeonato Brasileiro - dois mais que o segundo colocado, Atlético-MG. Já o Bahia, que vinha embalado pelo empate conseguido em Minas Gerais diante do agora vice-líder, fica com dois pontos, na 16ª posição.
A vitória deste domingo começou a ser construída logo aos oito minutos de jogo, quando o zagueiro Titi cometeu falta em Diego Souza na entrada da área. Na cobrança, Juninho Pernambucano foi perfeito, acertando o ângulo direito do goleiro Marcelo Lomba, que sequer esboçou reação ao ver a bola entrando em sua meta.
Aos 31 minutos veio segundo, no momento em que o Bahia esboçava uma pressão para reagir. Após cobrança de tiro de meta de Fernando Prass, Diego Souza ajeitou com o peito para Alecsandro, que devolveu. Com campo disponível, o meia acelerou, deixou dois marcadores para trás e tocou, com categoria, por cima de Marcelo Lomba.
Além do desempenho da equipe em campo e a quarta vitória consecutiva, o torcedor vascaíno ainda pôde comemorar o retorno de Dedé ao time. Depois de mais de dois meses afastado, com um edema ósseo na perna esquerda, o zagueiro foi a campo no lugar de Rodolfo, aos 10 minutos da segunda etapa.
Já em campo, Dedé viu o Bahia diminuir o placar final, já nos acréscimos. Aos 49 minutos do segundo tempo, após bate-rebate na área a bola sobrou para o atacante Júnior, que teve tranqulidade para limpar Fernando Prass e bater com força. O gol, no entanto, veio já no último lance de jogo e pouco ajudou os baianos.
Na quinta rodada do Campeonato Brasileiro, defendendo o 100% de aproveitamento, o Vasco volta a campo no próximo domingo, quando vai a São Paulo para encarar o Palmeiras, às 16h. No mesmo dia, também às 16h, o Bahia busca a recuperação novamente em Pituaçu, no duelo nordestino contra o Sport.
Diego Souza marcou o segundo golaço e garantiu a tranquilidade para o Vasco
Crédito da imagem: Divulgação
O jogo - Mesmo jogando em Pituaçu, o Vasco começou a partida em cima dos donos da casa e foi recompensado logo aos oito minutos de jogo. Após o zagueiro Titi cometer falta em Diego Souza, na entrada da área, e levar o primeiro cartão amarelo do jogo, Juninho Pernambucano foi para a bola. Milimetricamente, o meio-campista colocou a bola no ângulo, abrindo o placar.Crédito da imagem: Divulgação
Em desvantagem, o Bahia tentou esboçar a reação. Um minuto após sofrer o gol, Gabriel arriscou chute cruzado, assustando o goleiro Fernando Prass. Pouco depois, aos 15, Lulinha recebeu dentro da área e dividiu com Rodolfo. Após o contato, o jogador do Bahia reclamou de pênalti, mas o árbitro Anderson Daronco mandou seguir.
Aos 21, novamente o Vasco assustou. Alecsandro cabeceou e acertou a trave do goleiro Marcelo Lomba. Um minuto depois, foi a vez de Felipe Bastos quase ampliar. O volante soltou o pé, dentro da área e obrigou o arqueiro do Bahia a fazer um verdadeiro milagre. Dez minutos mais tarde, porém, Lomba nada pôde fazer.
Após cobrança de tiro de meta de Fernando Prass, Diego Souza ajeitou com o peito para a Alecsandro, que devolveu. Com campo disponível, o meia acelerou, deixou dois marcadores para trás e tocou, com categoria, por cima de Marcelo Lomba.
O resultado mantido no placar não agradava o Bahia e também não satisfazia o Vasco. Em busca de mais gols, as equipes passaram a pressionar no segundo tempo e mantiveram a partida em alto nível. Livre de marcação, Diego Souza foi o primeiro a arriscar com um chute forte, mas a bola saiu para fora.
Já aos oito minutos do segundo tempo, Fernando Prass precisou defender dois tiros seguidos para evitar o gol do Bahia. Primeiro, o arqueiro tirou com os pés o chute de Júnior, evitando em seguida a finalização de Gabriel com as mãos.
A pressão imposta pelo Bahia promoveu o retorno do zagueiro Dedé ao Vasco. O jogador, apontado como um dos principais defensores do futebol brasileiro, entrou no lugar de Rodolfo e recuperou o seu posto na equipe após uma delicada lesão que o afastou dos últimos amistosos disputados pela Seleção na Alemanha e nos Estados Unidos.
O retorno do zagueiro apelidado de ‘Mito’ pela torcida não intimidou o Esquadrão, que insistia em buscar o seu primeiro gol no confronto. Após cobrança de escanteio aos 13 minutos, Titi chutou de qualquer jeito e exigiu outra grande intervenção de Fernando Prass.
As chances criadas pelo Bahia deixaram o Vasco satisfeito com o resultado obtido no primeiro tempo e levaram Cristóvão Borges a fechar o time no meio-campo. A equipe passou a dar menos espaços ao seu adversário, mas também buscou menos o ataque.
Com esta postura em campo, o Vasco teve apenas uma única chance concreta de promover qualquer alteração na partida. Substituto de Diego Souza no segundo tempo do confronto, Carlos Alberto conseguiu colocar a bola para dentro da rede aos 37 minutos, mas o bandeira viu o jogador em posição de impedimento e anulou o gol.
O lance não alterou a forma como o Vasco se comportava em campo. Sem qualquer mudança tática, a equipe não conseguiu conter o avanço do Bahia e Júnior tratou de marcar o gol de honra da sua equipe aos 49 minutos. O atleta aproveitou a indecisão no setor defensivo dos cariocas e chutou forte para colocar números finais ao marcador da partida.
FICHA TÉCNICA:
BAHIA 1 x 2 VASCO
Local: estádio Pituaçu, em Salvador (BA)
Data: 10 de junho de 2012, domingo
Hora: 17h (de Brasília)
Árbitro: Anderson Daronco (RS)
Assistentes: Carlos Berkenbrock e Nadine Camara Santos (ambos de SC)
Cartões Amarelos: Titi, Jones, Fahel, Ciro (Bahia); Fellipe Bastos, Juninho Pernambucano (Vasco)
GOLS:
VASCO: Juninho Pernambucano, aos sete minutos do primeiro tempo, e Diego Souza, aos 31 minutos do primeiro tempo
BAHIA: Júnior, aos 49 minutos do segundo tempo
BAHIA: Marcelo Lomba; Fabinho, Danny Morais, Titi e Ávine; Fahel (Ciro), Diones, Gabriel e Diego (Magno); Lulinha (Júnior) e Jones
Técnico: Paulo Roberto Falcão
VASCO: Fernando Prass, Allan, Renato Silva, Rodolfo (Dedé) e Felipe (Thiago Feltri); Nilton, Fellipe Bastos, Juninho Pernambucano e Diego Souza (Carlos Alberto); Éder Luis e Alecsandro
Técnico: Cristovão Borges
domingo, 10 de junho de 2012
Brasileirão Série A
| 16h00 Portuguesa 2x0 Atlético-GO |
| 17h00 Fluminense 0x0 Internacional |
| 17h00 Grêmio 2x0 Corinthians |
| 17h00 Bahia 1x2 Vasco |
| 18h30 São Paulo 1x0 Santos |
| 18h30 Cruzeiro 1x0 Sport |
| 18h30 Figueirense 0x0 Ponte Preta |
| 18h30 Náutico 3x2 Botafogo |
Argentino - Clausura
| 14h00 Tigre 3x1 San Lorenzo |
| 15h15 All Boys 3x1 Estudiantes |
| 17h15 Olimpo 2x2 Lanús |
| 17h20 Godoy Cruz 2x1 Belgrano |
Eliminatórias Africanas
| 10h00 Etiópia 2x0 República Centro-Africana |
| 10h00 Tanzânia 2x1 Gâmbia |
| 10h00 Lesoto 0x0 Sudão |
| 10h00 Moçambique 0x0 Zimbábue |
| 10h30 Ruanda 1x1 Benin |
| 13h00 Líbia 2x1 Camarões |
| 11h30 Congo RD 2x0 Togo |
| 13h00 Libéria 0x0 Angola |
| 14h00 Guiné 2x3 Egito |
| 16h00 Mali 2x1 Argélia |
Justin Wilson vence no Texas; Helinho é o 7º
Justin Wilson conquistou sua primeira vitória na temporada Divulgação/Indycar
Mesmo perdendo rendimento nas voltas finais, Helio Castroneves terminou em sétimo, um posto à frente do líder do campeonato Will Power. Em relação aos demais brasileiros, Tony Kanaan foi o 11º colocado e Rubens Barrichello nem largou devido a problemas no seu carro.
A corrida foi basicamente decidida pelo desgaste dos pneus. Com o tanque cheio, os carros tinham autonomia para aproximadamente 50 voltas, mas, pela degradação da borracha, ninguém conseguiu isso, o que aumentou o número de pit stops e embaralhou as estratégias.
Scott Dixon dominou dois terços da corrida com facilidade e parecia caminhar para a vitória, mas, de repente, começou a perder rendimento pelo desgaste dos pneus e acabou sofrendo um acidente - além dele, Charlie Kimball e Takuma Sato também bateram, todos sem gravidade.
Após a batida de Dixon, Will Power assumiu a liderança, seguido por Briscoe, Kanaan e Castroneves. Na relargada, Kanaan saiu melhor do que os líderes mas teve a asa danificada num toque com Power, que foi punido e perdeu uma volta, enquanto o brasileiro teve de fazer um pit stop extra para trocar a peça e perdeu posições.
Briscoe e Castroneves, então, passaram a fazer dobradinha para a Penske, mas logo foram alcançados por Graham Rahal, Justin Wilson, James Hinchcliffe e JR Hildebrand, que estavam numa janela diferente de pit stops e, naquele momento, tinham pneus mais novos.
A menos de 30 voltas do fim, Rahal e Wilson passaram Briscoe, enquanto Castroneves perdeu ainda mais rendimento devido ao desgaste dos pneus e caiu rapidamente na classificação, para o sétimo lugar, onde ficou até o fim, já que tinha uma volta de vantagem para Power, o oitavo.
Nas voltas finais, com melhor rendimento no seu carro, Wilson partiu para cima de Rahal, que, na entrada da penúltima volta, raspou seu carro no muro e perdeu a liderança. Mesmo se arrastando, Rahal ainda cruzou em segundo, pouco à frente de Briscoe.
A próxima etapa da temporada será disputada no próximo sábado, no oval curto de Milwaukee.
Alemanha e Holanda decepcionam, e Portugal pode sonhar
Não assisti à derrota da Holanda para a Dinamarca. Vi apenas os melhores momentos e é lógico que os holandeses poderiam ter empatado e até virado, foram várias as ocasiões de gol. Mas não dá para não considerar uma decepção a estreia com derrota para a seleção mais fraca do grupo.
Essa Dinamarca é a mesma que levou um vareio do Brasil do Mano Menezes há uns dias. Um time sólido, até, mas que não será campeão europeu. Longe disso.
O problema para a Holanda é que terá decidir contra Alemanha e Portugal. Contra a Alemanha, o problema é óbvio: maior rival e time favorito para ganhar esse campeonato. Contra Portugal, o problema é a freguesia recente, essas coisas podem afetar jogadores de futebol.
Apesar de esse ser o "grupo da morte", achei que seria tão da morte como outros que já vimos. "Da morte" no papel, mas com Alemanha e Holanda atropelando na prática e passando para as quartas de final. No entanto, ele pinta como um grupo que acabará deixando de fora ou Alemanha ou Holanda. Da morte, de fato.
A Alemanha não jogou bem contra Portugal. Müller e Podolski não apareceram e somente Özil trouxe a qualidade que todos esperavam ver nesse time. E apenas em alguns momentos do primeiro tempo. O destaque mesmo foi Hummels, um baita zagueiro. A Alemanha não criou volume de jogo, parece que jogou com o freio de mão puxado e, na verdade deveria ter empatado com Portugal.
Ponto positivo para essa seleção: ganhar mesmo jogando mal.
Para Portugal, foi um banho de esperança. Foram duas bolas no travessão, uma com Pepe e uma com Nani, e um gol incrível perdido por Varela (do Porto) aos 43 minutos do segundo tempo. Lance fácil, sozinho na pesquena área, bastava dar um corte, ver Neuer e Lahm passarem batidos e meter para dentro. Ficou com medo e chutou em cima do goleirão. Desses lances que não pode perder.
O ponto positivo para Portugal é saber que não tem uma seleção tão abaixo assim das favoritas. O meio-campo de baixinhos (Moutinho, Meireles e Velloso) sabe trocar passes. O problema a ser resolvido: Cristiano Ronaldo tem que receber a bola mais perto do gol e mais limpa. Isso aconteceu em algumas jogadas no segundo tempo, e o gol ficou mais próximo. Ele é muito bom, o respeito dos adversários por ele é nítido.
O mapa de calor da partida mostra que Cristiano Ronaldo recebeu muitas bolas longe do gol. Esse mapa precisa mudar contra a Dinamarca. E certamente Portugal precisa de um Nani melhor, mais ameaçador pela esquerda, para abrir a marcação dinamarquesa.
Portugal tem mais time e tem tudo para ganhar da Dinamarca. É jogo de vida ou morte, mas já se sabia que seria assim. E a esperança vem do seguinte: se vencer a Dinamarca, um empate contra a Holanda deverá (ou poderá) bastar para a classificação para as oitavas. Para os Tugas, apesar da derrota, foi um sábado que trouxe esperanças.
Essa Dinamarca é a mesma que levou um vareio do Brasil do Mano Menezes há uns dias. Um time sólido, até, mas que não será campeão europeu. Longe disso.
O problema para a Holanda é que terá decidir contra Alemanha e Portugal. Contra a Alemanha, o problema é óbvio: maior rival e time favorito para ganhar esse campeonato. Contra Portugal, o problema é a freguesia recente, essas coisas podem afetar jogadores de futebol.
Apesar de esse ser o "grupo da morte", achei que seria tão da morte como outros que já vimos. "Da morte" no papel, mas com Alemanha e Holanda atropelando na prática e passando para as quartas de final. No entanto, ele pinta como um grupo que acabará deixando de fora ou Alemanha ou Holanda. Da morte, de fato.
A Alemanha não jogou bem contra Portugal. Müller e Podolski não apareceram e somente Özil trouxe a qualidade que todos esperavam ver nesse time. E apenas em alguns momentos do primeiro tempo. O destaque mesmo foi Hummels, um baita zagueiro. A Alemanha não criou volume de jogo, parece que jogou com o freio de mão puxado e, na verdade deveria ter empatado com Portugal.
Ponto positivo para essa seleção: ganhar mesmo jogando mal.
Para Portugal, foi um banho de esperança. Foram duas bolas no travessão, uma com Pepe e uma com Nani, e um gol incrível perdido por Varela (do Porto) aos 43 minutos do segundo tempo. Lance fácil, sozinho na pesquena área, bastava dar um corte, ver Neuer e Lahm passarem batidos e meter para dentro. Ficou com medo e chutou em cima do goleirão. Desses lances que não pode perder.
O ponto positivo para Portugal é saber que não tem uma seleção tão abaixo assim das favoritas. O meio-campo de baixinhos (Moutinho, Meireles e Velloso) sabe trocar passes. O problema a ser resolvido: Cristiano Ronaldo tem que receber a bola mais perto do gol e mais limpa. Isso aconteceu em algumas jogadas no segundo tempo, e o gol ficou mais próximo. Ele é muito bom, o respeito dos adversários por ele é nítido.
O mapa de calor da partida mostra que Cristiano Ronaldo recebeu muitas bolas longe do gol. Esse mapa precisa mudar contra a Dinamarca. E certamente Portugal precisa de um Nani melhor, mais ameaçador pela esquerda, para abrir a marcação dinamarquesa.
Portugal tem mais time e tem tudo para ganhar da Dinamarca. É jogo de vida ou morte, mas já se sabia que seria assim. E a esperança vem do seguinte: se vencer a Dinamarca, um empate contra a Holanda deverá (ou poderá) bastar para a classificação para as oitavas. Para os Tugas, apesar da derrota, foi um sábado que trouxe esperanças.
Joel comemora 1ª vitória e critica imprensa por pressão: 'Está extrapolando'
Após a vitória do Flamengo por 3 a 1 sobre o Coritiba neste sábado, no Engenhão, o técnico Joel Santana não escondeu a satisfação por ver o time vencer a primeira desde que Ronaldinho Gaúcho deixou o clube de forma polêmica. Em entrevista coletiva logo depois do jogo, o treinador comemorou a nova fase do elenco e elogiou o estreante Hernane, que marcou um dos gols do confronto.
“É uma equipe nova, que nós praticamente não treinamos. Encontramos uma nova forma de jogar e deu certo. Estamos satisfeitos pelo resultado, o jogador novo contratado foi bem. Saímos daquela situação ruim e vamos nos colocar no bolo”, disse.
O treinador negou que o resultado tenha proporcionado tranquilidade para trabalhar. De acordo com Joel, a calma sempre existiu, mas os noticiários atrapalham o ambiente no clube carioca.
“É uma equipe nova, que nós praticamente não treinamos. Encontramos uma nova forma de jogar e deu certo. Estamos satisfeitos pelo resultado, o jogador novo contratado foi bem. Saímos daquela situação ruim e vamos nos colocar no bolo”, disse.
O treinador negou que o resultado tenha proporcionado tranquilidade para trabalhar. De acordo com Joel, a calma sempre existiu, mas os noticiários atrapalham o ambiente no clube carioca.
Joel Santana acredita que imprensa extrapola na pressão
Crédito da imagem: Agência Estado
Crédito da imagem: Agência Estado
“Tranquilidade eu tenho todo dia, mas é muito noticiário. A liberdade de imprensa está extrapolando. Quando tiver uma noticia coloca lá quem falou. Há quatro meses tem um órgão de vocês (imprensa) que me dá cacete. Estou refazendo a equipe. É só analisar o dia que eu cheguei e hoje”, analisou.
Apesar de cético em relação ao momento conturbado, Joel reconhece que o time estava em débito e que a primeira vitória deixa o torcedor mais tranquilo para a continuação no Brasileiro.
“Dá um pouco de tranquilidade ao torcedor, que veio e incentivou. Nós que estávamos devendo uma vitória. Com toda razão o torcedor ficou nervoso e começou a cobrar”, concluiu.
O Flamengo volta a campo no próximo domingo, quando recebe o Santos, às 16 horas (de Brasília) novamente no Engenhão.
Apesar de cético em relação ao momento conturbado, Joel reconhece que o time estava em débito e que a primeira vitória deixa o torcedor mais tranquilo para a continuação no Brasileiro.
“Dá um pouco de tranquilidade ao torcedor, que veio e incentivou. Nós que estávamos devendo uma vitória. Com toda razão o torcedor ficou nervoso e começou a cobrar”, concluiu.
O Flamengo volta a campo no próximo domingo, quando recebe o Santos, às 16 horas (de Brasília) novamente no Engenhão.
Na estreia de Ronaldinho, Jô marca de novo e dá vitória ao Atlético-MG contra o Palmeiras
Ronaldinho Gaúcho estreou com o pé direito com a camisa do Atlético-MG. Com todos os holofotes voltados ao meia, o time alvinegro conseguiu uma boa vitória por 1 a 0 sobre o Palmeiras em pleno Pacaembu. O único gol do jogo foi novamente marcado por Jô.
Ronaldinho apareceu bem em campo. Mesmo marcado bem de perto por Márcio Araújo, o meia conseguiu buscar o jogo e fez belas jogadas. Gaúcho se movimentou, lançou, cruzou e até cobrou uma falta que resultaria em um gol do zagueiro Rafael Marques se o árbitro não marcasse equivocadamente um impedimento.
O meia passou a conseguir lances de mais efeito a partir dos 12 minutos da etapa final, quando o ‘carrapato’ Márcio Araújo tomou um cartão amarelo. A partir daí, Ronaldinho achou espaço para fazer um lançamento de meio campo para deixar Jô na cara do gol. Neste lance, o atacante também marcaria o gol, mas o juiz acabou assinalando falta na divida com o zagueiro Henrique. Depois, a dupla voltou a aparecer. Gaúcho cruzou da direita na cabeça do companheiro, que cabeceou bem, mas parou em uma boa defesa de Bruno.
Jô, aliás, já passa a ser um dos grandes destaques do Atlético. Depois de deixar o Internacional por problemas disciplinares, o atacante estrou com a camisa alvinegra na última quarta-feira e já chegou ao seu segundo gol em dois jogos pelo clube mineiro. Mais que isso, o centroavante se posicionou bem e criou espaço para ter outras grandes chances.
Com o resultado, o Atlético-MG segue invicto no Brasileiro, já chega a dez pontos em apenas quatro jogos e dorme na liderança da competição. Do outro lado, o Palmeiras afunda mais um pouco na tabela. O time alviverde tem apenas um ponto e já chega a sua quarta derrota consecutiva.
A missão palmeirense agora é mudar o foco e esquecer o péssimo início no Brasileiro para abrir a participação na semifinal da Copa do Brasil contra o Grêmio, na quarta-feira. O jogo será no Estádio Olímpico. Já o Atlético-MG tem a semana de folga e só volta atuar no próximo domingo, quando visita o São Paulo. Pela competição nacional, o Palmeiras joga também no domingo, contra o Vasco e de novo em casa.
O jogo - Com todos os holofotes voltados para Ronaldinho Gaúcho, foi o Palmeiras quem acabou tendo a primeira chance. Aos 3 minutos, a bola foi alçada na área atleticana e acabou sobrando dentro da pequena área para Barcos. O argentino, porém, pegou mal e facilitou bastante a vida do goleiro Giovanni.
A primeira chegada com perigo do Atlético foi em um chute de longe de Richarlyson, aos 12 minutos, mas a bola acabou indo para fora. Também de longe, Luan respondeu para o Palmeiras cinco minutos depois, mas parou nas mãos de Giovanni.
A maior oportunidade do primeiro tempo viria aos 22 minutos. Danilinho encaixou um belo lançamento e deixou Bernard na cara do gol. O meia tentou tirar do alcance de Bruno, mas acabou mandando também para fora do gol.
Ronaldinho Gaúcho tentava aparecer para o jogo e até chamava algumas jogadas. O meia, porém, não conseguia se desvencilhar da boa marcação de Márcio Araújo. Do outro lado, o Palmeiras também não conseguia criar muito, e a primeira etapa terminou sem mais nenhuma grande chance para nenhum dos lados.
O segundo tempo, porém, já começaria bastante diferente. Logo aos 3 minutos, o Atlético-MG abriu o placar, em uma jogada sem participação de Ronaldinho. Bernard avançou pela direita, cortou muito bem a marcação de Cicinho e cruzou a bola na medida para Jô, que se antecipou à marcação de Thiago Heleno e cabeceou para o fundo do gol.
Em desvantagem, o Palmeiras partiu para o ataque. Com dificuldades para criar com a bola rolando, a primeira chance chegou aos 11 minutos, em cobrança de falta de Marcos Assunção. O meio-campista colocou por cima da barreira, no canto esquerdo de Giovanni, mas o goleiro do Atlético-MG caiu bem para mandar a bola para esquerda.
Aos 12, Ronaldinho foi derrubado com violência e viu seu marcador, Márcio Araújo, tomar amarelo. Dois minutos depois, o meia atleticano apareceu com maestria e arrancou um excelente lançamento para Jô. O atacante entrou na área dividindo a bola com Henrique e até conseguiria fazer o gol, mas o juiz parou a jogada alegando que o atleticano fez falta no zagueiro rival.
O Palmeiras só conseguia chegar nas bolas paradas, e Marcos Assunção obrigou Giovanni a trabalhar novamente em outra cobrança de falta, aos 18. Quem chegava com perigo, porém, era o Atlético-MG. Pela direita, Ronaldinho apareceu livre e colocou a bola na cabeça de Jô. Também livre, o atacante acabou parando nas mãos de Bruno. Na sequência, Bernard ainda tentou emendar de fora da área, mas pegou mal na bola e facilitou a vida do goleiro palmeirense.
Aos 29, mais um gol anulado do Atlético-MG. Ronaldinho bateu falta de muito longe, o goleiro Bruno acabou se atrapalhando com a bola e soltou nos pés de Rafael Marques. O zagueiro só teve o trabalho de empurrar para dentro. O juiz, porém, anotou equivocadamente um impedimento.
O Palmeiras só conseguia chegar nas bolas paradas e assustou bastante a torcida atleticana por duas vezes, com duas bolas chutadas no travessão por Marcos Assunção., umas aos 39 e outra aos 41. Sem acertar o gol nas faltas e sem criar outro tipo de jogada, o time alviverde não conseguiu buscar o empate, e o placar permaneceu inalterado até o fim.
FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 0 x 1 ATLÉTICO-MG
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 9 de junho de 2012, sábado
Horário: 21 horas (de Brasília)
Árbitro: Márcio Chagas da Silva (RS)
Assistentes: José Javel Silveira e Carlos Henrique Selbach (ambos do RS)
Cartões amarelos: Luan, Márcio Araújo, Luan, Henrique (Palmeiras) Marcos Rocha, Pierre, Danilinho (Atlético)
Público: 7.268 pagantes
Renda: R$ 245.835,00
Gol: ATLÉTICO: Jô, aos 3 minutos do segundo tempo
PALMEIRAS: Bruno; Cicinho (João Vitor), Henrique, Thiago Heleno e Juninho; Márcio Araújo, Marcos Assunção, Felipe (Maikon Leite) e Daniel Carvalho; Luan (Mazinho) e Barcos. Técnico: Luiz Felipe Scolari
ATLÉTICO-MG: Giovanni; Marcos Rocha (Serginho), Réver, Rafael Marques e Junior Cesar; Pierre, Richarlyson, Bernard (Leandro Donizete) e Ronaldinho Gaúcho; Danilinho (Leonardo Silva) e Jô. Técnico: Cuca
Ronaldinho apareceu bem em campo. Mesmo marcado bem de perto por Márcio Araújo, o meia conseguiu buscar o jogo e fez belas jogadas. Gaúcho se movimentou, lançou, cruzou e até cobrou uma falta que resultaria em um gol do zagueiro Rafael Marques se o árbitro não marcasse equivocadamente um impedimento.
O meia passou a conseguir lances de mais efeito a partir dos 12 minutos da etapa final, quando o ‘carrapato’ Márcio Araújo tomou um cartão amarelo. A partir daí, Ronaldinho achou espaço para fazer um lançamento de meio campo para deixar Jô na cara do gol. Neste lance, o atacante também marcaria o gol, mas o juiz acabou assinalando falta na divida com o zagueiro Henrique. Depois, a dupla voltou a aparecer. Gaúcho cruzou da direita na cabeça do companheiro, que cabeceou bem, mas parou em uma boa defesa de Bruno.
Jô, aliás, já passa a ser um dos grandes destaques do Atlético. Depois de deixar o Internacional por problemas disciplinares, o atacante estrou com a camisa alvinegra na última quarta-feira e já chegou ao seu segundo gol em dois jogos pelo clube mineiro. Mais que isso, o centroavante se posicionou bem e criou espaço para ter outras grandes chances.
Com o resultado, o Atlético-MG segue invicto no Brasileiro, já chega a dez pontos em apenas quatro jogos e dorme na liderança da competição. Do outro lado, o Palmeiras afunda mais um pouco na tabela. O time alviverde tem apenas um ponto e já chega a sua quarta derrota consecutiva.
A missão palmeirense agora é mudar o foco e esquecer o péssimo início no Brasileiro para abrir a participação na semifinal da Copa do Brasil contra o Grêmio, na quarta-feira. O jogo será no Estádio Olímpico. Já o Atlético-MG tem a semana de folga e só volta atuar no próximo domingo, quando visita o São Paulo. Pela competição nacional, o Palmeiras joga também no domingo, contra o Vasco e de novo em casa.
Ronaldinho apareceu bem em campo e levou a melhor no duelo com Marcos Assunção
Crédito da imagem: AE
Crédito da imagem: AE
O jogo - Com todos os holofotes voltados para Ronaldinho Gaúcho, foi o Palmeiras quem acabou tendo a primeira chance. Aos 3 minutos, a bola foi alçada na área atleticana e acabou sobrando dentro da pequena área para Barcos. O argentino, porém, pegou mal e facilitou bastante a vida do goleiro Giovanni.
A primeira chegada com perigo do Atlético foi em um chute de longe de Richarlyson, aos 12 minutos, mas a bola acabou indo para fora. Também de longe, Luan respondeu para o Palmeiras cinco minutos depois, mas parou nas mãos de Giovanni.
A maior oportunidade do primeiro tempo viria aos 22 minutos. Danilinho encaixou um belo lançamento e deixou Bernard na cara do gol. O meia tentou tirar do alcance de Bruno, mas acabou mandando também para fora do gol.
Ronaldinho Gaúcho tentava aparecer para o jogo e até chamava algumas jogadas. O meia, porém, não conseguia se desvencilhar da boa marcação de Márcio Araújo. Do outro lado, o Palmeiras também não conseguia criar muito, e a primeira etapa terminou sem mais nenhuma grande chance para nenhum dos lados.
O segundo tempo, porém, já começaria bastante diferente. Logo aos 3 minutos, o Atlético-MG abriu o placar, em uma jogada sem participação de Ronaldinho. Bernard avançou pela direita, cortou muito bem a marcação de Cicinho e cruzou a bola na medida para Jô, que se antecipou à marcação de Thiago Heleno e cabeceou para o fundo do gol.
Em desvantagem, o Palmeiras partiu para o ataque. Com dificuldades para criar com a bola rolando, a primeira chance chegou aos 11 minutos, em cobrança de falta de Marcos Assunção. O meio-campista colocou por cima da barreira, no canto esquerdo de Giovanni, mas o goleiro do Atlético-MG caiu bem para mandar a bola para esquerda.
Aos 12, Ronaldinho foi derrubado com violência e viu seu marcador, Márcio Araújo, tomar amarelo. Dois minutos depois, o meia atleticano apareceu com maestria e arrancou um excelente lançamento para Jô. O atacante entrou na área dividindo a bola com Henrique e até conseguiria fazer o gol, mas o juiz parou a jogada alegando que o atleticano fez falta no zagueiro rival.
O Palmeiras só conseguia chegar nas bolas paradas, e Marcos Assunção obrigou Giovanni a trabalhar novamente em outra cobrança de falta, aos 18. Quem chegava com perigo, porém, era o Atlético-MG. Pela direita, Ronaldinho apareceu livre e colocou a bola na cabeça de Jô. Também livre, o atacante acabou parando nas mãos de Bruno. Na sequência, Bernard ainda tentou emendar de fora da área, mas pegou mal na bola e facilitou a vida do goleiro palmeirense.
Aos 29, mais um gol anulado do Atlético-MG. Ronaldinho bateu falta de muito longe, o goleiro Bruno acabou se atrapalhando com a bola e soltou nos pés de Rafael Marques. O zagueiro só teve o trabalho de empurrar para dentro. O juiz, porém, anotou equivocadamente um impedimento.
O Palmeiras só conseguia chegar nas bolas paradas e assustou bastante a torcida atleticana por duas vezes, com duas bolas chutadas no travessão por Marcos Assunção., umas aos 39 e outra aos 41. Sem acertar o gol nas faltas e sem criar outro tipo de jogada, o time alviverde não conseguiu buscar o empate, e o placar permaneceu inalterado até o fim.
FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 0 x 1 ATLÉTICO-MG
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 9 de junho de 2012, sábado
Horário: 21 horas (de Brasília)
Árbitro: Márcio Chagas da Silva (RS)
Assistentes: José Javel Silveira e Carlos Henrique Selbach (ambos do RS)
Cartões amarelos: Luan, Márcio Araújo, Luan, Henrique (Palmeiras) Marcos Rocha, Pierre, Danilinho (Atlético)
Público: 7.268 pagantes
Renda: R$ 245.835,00
Gol: ATLÉTICO: Jô, aos 3 minutos do segundo tempo
PALMEIRAS: Bruno; Cicinho (João Vitor), Henrique, Thiago Heleno e Juninho; Márcio Araújo, Marcos Assunção, Felipe (Maikon Leite) e Daniel Carvalho; Luan (Mazinho) e Barcos. Técnico: Luiz Felipe Scolari
ATLÉTICO-MG: Giovanni; Marcos Rocha (Serginho), Réver, Rafael Marques e Junior Cesar; Pierre, Richarlyson, Bernard (Leandro Donizete) e Ronaldinho Gaúcho; Danilinho (Leonardo Silva) e Jô. Técnico: Cuca
Com três gols, Messi quebra tabu de 30 anos e se junta a carrasco e a 'recordista' polonês
Marcar três gols em um jogo é um feito raro, especial para qualquer jogador. Marcar três gols na seleção brasileira é algo ainda mais difícil, privilégio de um grupo seleto, que não completaria um time. Foi o que Messi fez neste sábado, na vitória por 4 a 3, em amistoso na cidade de New Jersey.
O craque argentino é apenas o nono jogador da história a balançar as redes pelo menos três vezes diante da seleção brasileira em uma mesma partida. É, também, o primeiro em 30 anos a alcançar o feito. O último foi justamente o mais famoso carrasco da equipe nacional: o italiano Paolo Rossi, que marcou todos os gols da Azzurra nos 3 a 2 que eliminaram o Brasil no Mundial da Espanha.
Para lembrar dos maiores carrascos da seleção brasileira antes de Messi e Rossi, é preciso voltar muito no tempo. Nos anos 1960, o tcheco Adamec e o belga Steckman conseguiram o feito; na década de 1940, o argentino Peucelle também anotou três gols.
O craque argentino é apenas o nono jogador da história a balançar as redes pelo menos três vezes diante da seleção brasileira em uma mesma partida. É, também, o primeiro em 30 anos a alcançar o feito. O último foi justamente o mais famoso carrasco da equipe nacional: o italiano Paolo Rossi, que marcou todos os gols da Azzurra nos 3 a 2 que eliminaram o Brasil no Mundial da Espanha.
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Para lembrar dos maiores carrascos da seleção brasileira antes de Messi e Rossi, é preciso voltar muito no tempo. Nos anos 1960, o tcheco Adamec e o belga Steckman conseguiram o feito; na década de 1940, o argentino Peucelle também anotou três gols.
Neste sábado, Messi quebrou tabu que durava 30 anos
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Paolo Rossi marcou três contra o Brasil na Copa de 1982
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Em 1934, o iugoslavo Marjanovic também fez três gols contra o Brasil na impressionante goleada por 8 a 4, em um amistoso histórico – jamais a seleção sofreria tantos gols quanto naquela partida. E, em 1925, o argentino Seoane foi o primeiro a conseguir o feito, em duelo pela Copa América.
Aos sete artilheiros citados acima, juntam-se o lendário argentino José Sanfilippo, um dos maiores goleadores do país em todos os tempos, ídolos das torcidas de San Lorenzo e Boca Juniors, e com passagem também pelo Bahia. Ele fez três gols na goleada por 4 a 1, em 1959.
E, se os oito acima marcaram três gols contra o Brasil, há um jogador que foi além: trata-se do polonês Ernst Willimowski, que marcou quatro vezes no eletrizante Brasil 6 x 5 Polônia, um dos maiores jogos da história das Copas do Mundo, disputado na França, em 1938.
Aos sete artilheiros citados acima, juntam-se o lendário argentino José Sanfilippo, um dos maiores goleadores do país em todos os tempos, ídolos das torcidas de San Lorenzo e Boca Juniors, e com passagem também pelo Bahia. Ele fez três gols na goleada por 4 a 1, em 1959.
E, se os oito acima marcaram três gols contra o Brasil, há um jogador que foi além: trata-se do polonês Ernst Willimowski, que marcou quatro vezes no eletrizante Brasil 6 x 5 Polônia, um dos maiores jogos da história das Copas do Mundo, disputado na França, em 1938.
Apenas o polonês Ernst Willimovski marcou quatro vezes na seleção
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Willimowski, que defendeu também a seleção alemã, e morreu aos 81 anos, em 1997, alegando ter marcado 1.175 gols, o que faria dele o recordista de gols entre os jogadores europeus em todos os tempos.
Veja abaixo a lista de jogadores que marcaram três vezes contra o Brasil:
2012 – Lionel Messi – 3 gols (Argentina, amistoso)
1982 – Paolo Rossi - 3 gols (Itália, Copa do Mundo)
1968 – Adamec – 3 gols (Iugoslávia, amistoso)
1963 – Steckman – 3 gols (Bélgica, amistoso)
1959 – Sanfilippo – 3 gols (Argentina, amistoso)
1940 – Peucelle – 3 gols (Argentina, Copa Roca)
1938 – Ernst Willimowski – 4 gols (Polônia, Copa do Mundo)
1934 – Marjanovic – 3 gols (Iugoslávia, amistoso)
1925 – Seoane – 3 gols (Argentina, Copa América)
Veja abaixo a lista de jogadores que marcaram três vezes contra o Brasil:
2012 – Lionel Messi – 3 gols (Argentina, amistoso)
1982 – Paolo Rossi - 3 gols (Itália, Copa do Mundo)
1968 – Adamec – 3 gols (Iugoslávia, amistoso)
1963 – Steckman – 3 gols (Bélgica, amistoso)
1959 – Sanfilippo – 3 gols (Argentina, amistoso)
1940 – Peucelle – 3 gols (Argentina, Copa Roca)
1938 – Ernst Willimowski – 4 gols (Polônia, Copa do Mundo)
1934 – Marjanovic – 3 gols (Iugoslávia, amistoso)
1925 – Seoane – 3 gols (Argentina, Copa América)
Atlético mais forte do que Ronaldinho. Mas Gaúcho pode ser diferencial do Galo
A primeira atuação de Ronaldinho Gaúcho pelo Atlético esteve longe de ser brilhante. Foram 20 passes certos, 6 errados, 4 lançamentos certos, 3 errados, 1 cruzamento certo, quatro errados. Tudo somado, 25 bolas corretas, 13 erradas, o que significa uma ação equivocada a cada três tentativas.
Não é bom.
Mas um dos lançamentos certos deixou Jô na cara do goleiro Bruno e o segundo gol do Galo só não saiu, porque o árbitro Márcio Chagas da Silva viu falta em Henrique. Bem discutível.
Ronaldinho foi nota 6 na estreia, em que Réver e Richarlyson foram quase perfeitos, Bernard e Jô, decisivos.
Mas o símbolo da vitória foi o time inteiro correndo para abraçar o ex-melhor do mundo, assim que o árbitro apitou o final de Palmeiras 0 x 1 Atlético Mineiro. O Galo líder provisório não teve um craque em campo, mas teve um líder.
Digamos que um líder emocional.
O Atlético de Cuca é forte, viverá na parte de cima da tabela durante o Brasileirão, tudo indica. E Ronaldinho pode ser um diferencial. Talvez menos pela qualidade de seus passes e lançamentos -- principalmente se repetidos os números do Pacaembu.
Mais porque ter um jogador de seu tamanho no elenco, com sua história, pode encher de confiança jogadores de bom nível e pouco prestígio. Jogadores como Bernard, Danilinho, Pierre, Jô e Richarlyson.
Não é bom.
Mas um dos lançamentos certos deixou Jô na cara do goleiro Bruno e o segundo gol do Galo só não saiu, porque o árbitro Márcio Chagas da Silva viu falta em Henrique. Bem discutível.
Ronaldinho foi nota 6 na estreia, em que Réver e Richarlyson foram quase perfeitos, Bernard e Jô, decisivos.
Mas o símbolo da vitória foi o time inteiro correndo para abraçar o ex-melhor do mundo, assim que o árbitro apitou o final de Palmeiras 0 x 1 Atlético Mineiro. O Galo líder provisório não teve um craque em campo, mas teve um líder.
Digamos que um líder emocional.
O Atlético de Cuca é forte, viverá na parte de cima da tabela durante o Brasileirão, tudo indica. E Ronaldinho pode ser um diferencial. Talvez menos pela qualidade de seus passes e lançamentos -- principalmente se repetidos os números do Pacaembu.
Mais porque ter um jogador de seu tamanho no elenco, com sua história, pode encher de confiança jogadores de bom nível e pouco prestígio. Jogadores como Bernard, Danilinho, Pierre, Jô e Richarlyson.
Por favor, parem de comparar Neymar a Messi. Respeitem Neymar
Quantas vezes será necessário que Messi enfrente Neymar, seja pelo Barcelona ou vestindo a camisa da Argentina, para que os "pachecos" de plantão se convençam do óbvio? Se convençam de que comparar os dois é o que de pior podem fazer com o brasileiro.
A cegueira motivada por um pseudo-patriotismo rasteiro motiva pessoas e personagens a forçarem a barra na tentativa de convencer alguém daquilo que evidentemente não é a tradução da realidade. Com qual objetivo? Onde eles pretendem chegar com isso?
Pelé, ou melhor, Édson, é um dos que de vez em quando aparecem para repetir que Neymar é melhor do que Messi. Será que ele usa esse discurso para descartar outra discussão — bem mais séria —, sobre a possibilidade de ele mesmo ser superado pelo atual 10 argentino?
Neymar pode, um dia, se igualar ao barcelonista como jogador de futebol, talvez o supere, sei lá. Só o tempo dirá. Mas hoje, aos 20 anos, com o argentino às vésperas do 25º aniversário, o brasileiro só tem a perder com a comparação, especialmente se alguém o convencer de que (já) é melhor.
Vamos parar com isso. Basta de frases feitas como as de Edson, o Pelé, talvez tentando fazer média com a torcida do Santos ou com os "pachecos". O torcedor santista e da seleção brasileira com o mínimo de equilíbrio e sensatez não precisa desse tipo de discurso.
Da mesma forma, Neymar não precisa ser melhor do que Messi para nos convencer de que é um jogador espetacular, possível melhor do planeta no futuro, evidente melhor do Brasil no momento. Vamos respeitá-lo, por favor.
PS: a defesa da seleção de Mano Menezes não será a deste sábado, do meio para a frente o time evolui e as alternativas aparecem, a seleção encerra o ciclo de quatro amistosos melhor do que quando começou. Neymar não decidiu contra a Argentina, mas jogou bem, participou de dois gols e assumiu a responsabilidade, se portou como protagonista, até lateral bateu. Mas o melhor de tudo, teve mais uma lição "in loco" do melhor jogador do planeta. Bom aluno, aí ele só tem a ganhar.
A cegueira motivada por um pseudo-patriotismo rasteiro motiva pessoas e personagens a forçarem a barra na tentativa de convencer alguém daquilo que evidentemente não é a tradução da realidade. Com qual objetivo? Onde eles pretendem chegar com isso?
Pelé, ou melhor, Édson, é um dos que de vez em quando aparecem para repetir que Neymar é melhor do que Messi. Será que ele usa esse discurso para descartar outra discussão — bem mais séria —, sobre a possibilidade de ele mesmo ser superado pelo atual 10 argentino?
Neymar pode, um dia, se igualar ao barcelonista como jogador de futebol, talvez o supere, sei lá. Só o tempo dirá. Mas hoje, aos 20 anos, com o argentino às vésperas do 25º aniversário, o brasileiro só tem a perder com a comparação, especialmente se alguém o convencer de que (já) é melhor.
Vamos parar com isso. Basta de frases feitas como as de Edson, o Pelé, talvez tentando fazer média com a torcida do Santos ou com os "pachecos". O torcedor santista e da seleção brasileira com o mínimo de equilíbrio e sensatez não precisa desse tipo de discurso.
Da mesma forma, Neymar não precisa ser melhor do que Messi para nos convencer de que é um jogador espetacular, possível melhor do planeta no futuro, evidente melhor do Brasil no momento. Vamos respeitá-lo, por favor.
PS: a defesa da seleção de Mano Menezes não será a deste sábado, do meio para a frente o time evolui e as alternativas aparecem, a seleção encerra o ciclo de quatro amistosos melhor do que quando começou. Neymar não decidiu contra a Argentina, mas jogou bem, participou de dois gols e assumiu a responsabilidade, se portou como protagonista, até lateral bateu. Mas o melhor de tudo, teve mais uma lição "in loco" do melhor jogador do planeta. Bom aluno, aí ele só tem a ganhar.
Neymar em ação contra a Argentina: mais uma exibição decisiva de Messi, o melhor, é óbvio
Crédito da imagem: divulgação/CBF
Crédito da imagem: divulgação/CBF
A vitória argentina, o show de Messi e a maturidade dos olímpicos do Brasil
Messi é um monstro!
É quase uma redundância, mas inevitável dizer isso depois de assistir a Brasil x Argentina. Porque qualquer análise sobre o jogo precisa incluir a atuação impecável do melhor jogador do mundo, fator de desequilíbrio, razão maior da vitória argentina sobre o Brasil.
A partir disso, e da constatação de que os argentinos têm o melhor jogador do planeta, pode-se fazer uma análise mais fria do bom futebol apresentado pelo Brasil.
Começou com mudança tática promovida por Mano Menezes, montando sua seleção com duas linhas de quatro homens, Oscar pela direita, Hulk à esquerda, Romulo e Sandro por dentro, Neymar pelo meio mais perto de Leandro Damião.
Deu certo. O Brasil marcou pressão, criou chances de gol, fez 1 x 0 com Rômulo e faria o segundo se Neymar finalizasse em vez de esperar a falta dentro da área, um minuto antes de Messi fazer diferente. Criou, invadiu, chutou e fez o gol de empate argentino.
A partir daí, Neymar diminuiu seu ritmo, embora tenha dado o passe para o terceiro gol do Brasil, marcado por Hulk.
Sem inspiração de Neymar, mas com time sólido, o segundo tempo trouxe uma lembrança.
O Brasil não precisa procurar pelo meihor do mundo em seu time. Ele está do outro lado. Mas sem ter o melhor do mundo, é possível ter um bom time, a melhor equipe do planeta até.
Lembre-se da história da Seleção em Copas do Mundo. Pelé não era o melhor do mundo em 1958, tanto que Didi saiu aclamado da Suécia como o melhor jogador da Copa.
O Brasil de 1962 venceu o Mundial quando perdeu o melhor do mundo, machucado.
E Romário não chegou à Copa de 1994 aclamado como o maior craque do planeta. Só virou depois de ganhar o Mundial.
Mais importante para ganhar uma Copa, ou a Olimpíada, é ter um time. E esse se esboça cada dia mais.
Um time que peca com Sandro, vacilão do primeiro gol de Messi, mas mostrou segurança com Uvini e Juan, dois zagueiros imaturos, mas de boa condição -- campeões mundiais sub-20 ano passado, foram bem na excursão, exceto Juan no pênalti cometido contra o México.
Um time que se organiza com Oscar, dribla com Neymar, faz pivô com Leandro Damião -- sua melhor jogada desde que viajou com a seleção foi o passe para Oscar marcar o segundo do Brasil.
Enfim, um time que dá sinais de que está se fortalecendo. Dá sinais de que é preciso ter paciência para ver meninos virando homens.
Enquanto isso, vejamos a criação da equipe, esqueçamos se Neymar será um dia o melhor do mundo.
Talvez seja, mas sua chance aumenta se jogar em 2014 num time capaz de vencer o Mundial.
É quase uma redundância, mas inevitável dizer isso depois de assistir a Brasil x Argentina. Porque qualquer análise sobre o jogo precisa incluir a atuação impecável do melhor jogador do mundo, fator de desequilíbrio, razão maior da vitória argentina sobre o Brasil.
A partir disso, e da constatação de que os argentinos têm o melhor jogador do planeta, pode-se fazer uma análise mais fria do bom futebol apresentado pelo Brasil.
Começou com mudança tática promovida por Mano Menezes, montando sua seleção com duas linhas de quatro homens, Oscar pela direita, Hulk à esquerda, Romulo e Sandro por dentro, Neymar pelo meio mais perto de Leandro Damião.
Deu certo. O Brasil marcou pressão, criou chances de gol, fez 1 x 0 com Rômulo e faria o segundo se Neymar finalizasse em vez de esperar a falta dentro da área, um minuto antes de Messi fazer diferente. Criou, invadiu, chutou e fez o gol de empate argentino.
A partir daí, Neymar diminuiu seu ritmo, embora tenha dado o passe para o terceiro gol do Brasil, marcado por Hulk.
Sem inspiração de Neymar, mas com time sólido, o segundo tempo trouxe uma lembrança.
O Brasil não precisa procurar pelo meihor do mundo em seu time. Ele está do outro lado. Mas sem ter o melhor do mundo, é possível ter um bom time, a melhor equipe do planeta até.
Lembre-se da história da Seleção em Copas do Mundo. Pelé não era o melhor do mundo em 1958, tanto que Didi saiu aclamado da Suécia como o melhor jogador da Copa.
O Brasil de 1962 venceu o Mundial quando perdeu o melhor do mundo, machucado.
E Romário não chegou à Copa de 1994 aclamado como o maior craque do planeta. Só virou depois de ganhar o Mundial.
Mais importante para ganhar uma Copa, ou a Olimpíada, é ter um time. E esse se esboça cada dia mais.
Um time que peca com Sandro, vacilão do primeiro gol de Messi, mas mostrou segurança com Uvini e Juan, dois zagueiros imaturos, mas de boa condição -- campeões mundiais sub-20 ano passado, foram bem na excursão, exceto Juan no pênalti cometido contra o México.
Um time que se organiza com Oscar, dribla com Neymar, faz pivô com Leandro Damião -- sua melhor jogada desde que viajou com a seleção foi o passe para Oscar marcar o segundo do Brasil.
Enfim, um time que dá sinais de que está se fortalecendo. Dá sinais de que é preciso ter paciência para ver meninos virando homens.
Enquanto isso, vejamos a criação da equipe, esqueçamos se Neymar será um dia o melhor do mundo.
Talvez seja, mas sua chance aumenta se jogar em 2014 num time capaz de vencer o Mundial.
sábado, 9 de junho de 2012
Brasilerão Série B
| 16h20 Paraná Clube 3x2 Guaratinguetá |
| 16h20 Criciúma 3x0 Goiás |
| 16h20 Grêmio Barueri 2x2 Guarani |
| 16h20 CRB 2x0 Atlético-PR |
| 21h00 Ceará 4x2 ABC |
Argentino - Clausura
| 14h00 Banfield 1x1 Boca Juniors |
| 18h10 Unión 0x0 San Martín |
| 18h10 Newells Old Boys 2x1 Independiente |
| 20h20 Vélez Sarsfield 2x1 Atlético Rafaela |
Eliminatórias Africanas
| 09h00 Zâmbia 1x0 Gana Grupo D |
| 09h30 Maláui 1x1 Nigéria Grupo F |
| 10h00 Botsuana 1x1 África do Sul Grupo A |
| 10h00 Uganda 1x1 Senegal Grupo J |
| 11h30 Congo 1x0 Níger Grupo E |
| 11h30 Gabão 1x0 Burkina Fasso Grupo E |
| 13h00 Namíbia 1x0 Quênia Grupo F |
| 14h00 Guiné Equatorial x Serra Leoa Grupo B |
| 14h30 Cabo Verde 1x2 Tunísia Grupo B |
| 15h00 Marrocos 2x2 Costa do Marfim Grupo C |
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Eliminatórias da Concacaf
| 15h00 Cuba 0x1 Canadá Grupo C |
| 20h00 Estados Unidos 3x1 Antígua e Barbuda Grupo A |
| 21h00 México 3x1 Guiana Grupo B |
| 22h30 Jamaica 2x1 Guatemala Grupo A |
| 22h30 Honduras 0x2 Panamá Grupo C |
| 23h00 Costa Rica 2x2 El Salvador Grupo B |
Eliminatórias Asiáticas
| 07h30 Japão 6x0 Jordânia Grupo B |
| 10h00 Omã 0x0 Austrália grupo B |
| 11h00 Líbano 1x1 Uzbequistão Grupo A |
| 13h15 Qatar 1x4 Coreia do Sul Grupo A |
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Sharapova vai à final e volta a ser a número 1
|
Paris (França) - Quatro anos depois, Maria Sharapova será novamente a número 1 do mundo. A russa derrotou a tcheca Petra Kvitova por duplo 6/3 na semifinal de Roland Garros e desbancará a bielorrussa Victoria Azarenka da liderança do ranking. Sharapova também está em sua primeira final em Paris e tentará completar o Slam de carreira diante de Sara Errani.
Sharapova passou 17 semanas como número 1, entre 2005 e 2008, em momentos diferentes. O dia 8 de junho foi o último da russa nesse posto. Uma grave lesão no ombro tirou Sharapova do circuito nessa temporada e fez com que a tenista de 25 anos tivesse que passar por um longo período de readaptação.
Um dos momentos mais marcantes da ressurreição de Sharapova foi a final de Wimbledon no ano passado, a primeira decisão de Slam depois da cirurgia. A russa foi derrotada por Kvitova e depois também foi vice do Australian Open contra Azarenka. Curiosamente, o piso em que Sharapova consolidou seu retorno ao topo foi o saibro, onde não teve sucesso em sua "primeira carreira".
Sharapova teve alguns problemas com o serviço no primeiro set da partida contra Kvitova, mas logo de estabilizou e dominou no fundo da quadra, contando com alguns erros da canhota tcheca nos break-points. Porém, a russa também mostrou habilidade e paciência para prevalecer no confronto.
Dos últimos cinco títulos de Sharapova, quatro foram na quadra lenta. A siberiana está em busca de seu quarto troféu de Grand Slam. O primeiro veio quando Sharapova tinha apenas 17 anos, em Wimbledon. Dois anos depois, ela venceu o US Open e, finalmente, foi campeã do Australian Open em 2008.
O encontro de Sharapova e Errani é inédito no circuito profissional. A russa venceu dois torneios Premier no saibro em 2012 (Stuttgart e Roma), enquanto a italiana foi campeã em eventos de menor porte (Monterrey, Acapulco e Budapeste). Porém, duas jogadoras do top 10 já foram vítimas de Errani no torneio (Angelique Kerber e Samantha Stosur).
Errani chega à primeira final de Slam em simples
|
Paris (França) - Sara Errani poderá ser a primeira tenista desde Mary Pierce em 2000 a vencer Roland Garros em simples e duplas. A italiana derrotou a australiana Samantha Stosur por 7/5, 1/6 e 6/3 e espera Maria Sharapova ou Petra Kvitova na decisão. Além de fazer a primeira final de simples em Grand Slam, Errani entrará no top 10.
Se for campeã, Errani será a primeira desde 1976 a vencer Roland Garros estando fora do top 20. Francesca Schiavone, sua compatriota, ganhou o título em 2010 como número 17 do mundo e Errani é a 24ª atualmente. A finalista é a terceira italiana a entrar no top 10, depois de Schiavone e Flavia Pennetta.
Um título de Roland Garros seria o sexto da carreira de Errani, quinto no saibro. Apesar de ter feito uma temporada extremamente sólida no piso, com três títulos, Errani não havia vencido uma jogadora do top 10 até chegar em Paris. Porém, a italiana não só derrotou duas (Stosur e Angelique Kerber), como também eliminou duas campeãs do torneio (Ana Ivanovic e Svetlana Kuznetsova).
Errani está na decisão de duplas ao lado da compatriota Roberta Vinci. Elas enfrentam Maria Kirilenko e Nadia Petrova, que terminaram nesta quinta o confronto com Andrea Hlavackova e Lucie Hradecka, 4/6, 7/5 e 7/5. As italianas foram vice-campeãs do Australian Open e perderam para as russas Vera Zvonareva e Kuznetsova.
Stosur, por sua vez, perdeu a segunda das três semifinais que fez em Roland Garros e a primeira das seis partidas que fez contra Errani. A australiana continua sem títulos desde que venceu o US Open no ano passado.
A número 6 do mundo começou a partida dominando com o saque e o forehand, apesar da grande capacidade defensiva de Errani. Stosur quebrou primeiro atacando o saque lento da italiana, mas não manteve a consistência e somou muitos erros. O nervosismo ao sacar em 5/5 resultou na quebra para Errani.
O segundo set de Stosur foi bem mais inspirado. A australiana chegou a ter set-point para aplicar um "pneu", mas precisou decidir no próprio serviço depois. Porém, Errani não se abalou e seguiu disciplinada e lutando no terceiro set. Apesar de deixar Stosur empatar, Errani quebrou novamente e fechou a partida, caindo no saibro francês e chorando de felicidade.
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Brasileirão Série A
| 19h30 Sport 2x1 Palmeiras |
| 19h30 Atlético-GO 0x1 Grêmio |
| 20h30 Vasco 4x2 Náutico |
| 20h30 Atlético-MG 1x1 Bahia |
| 20h30 Coritiba 2x0 Portuguesa |
| 21h50 Santos 1x1 Fluminense |
| 21h50 Internacional x São Paulo |
| 21h50 Ponte Preta 2x2 Flamengo |
Novo uniforme da Nike para Argentina causa polêmica
Novo uniforme dos Pumas para 2012
Leia Mais
Nike, atual fornecedora de material esportivo da seleção de rugby da Argentina lançou no último dia 2 a nova camisa de jogo dos Pumas.Sem as tradicionais listras azuis e brancas a nova camisa vem causando controvérsia e uma certa indignação dos torcedores mais puristas.
Parece que a Nike é fã de carteirinha das polêmicas, ano passado mexeu com a tradicional camisa branca da seleção inglesa e, na Nova Zelândia, durante a Copa do Mundo, lançou um uniforme “all black”.
Mesmo assim, com todo o rebuliço causado e com as reclamações tanto dos torcedores ingleses, como dos enfurecidos kiwis, a Nike ficou marcada pelo fiasco com “uniforme dos números caídos” da própria seleção inglesa que não renovou contrato com a empresa americana.
A Nike vem patinando para se acertar no mundo do rugby, buscar por polêmica é uma ferramenta, mas eles ainda não acertaram a mão.
E você, o que achou do novo uniforme dos Pumas?
Novo uniforme dos Pumas para 2012
Salário baixo é suposta prova de que Ronaldinho quer jogo. Você aposta?
A informação de dentro do Atlético Mineiro é que Ronaldinho Gaúcho vai receber R$ 300 mil mensais por um contrato até o final do ano, isto é, cerca de quatro vezes menos do que tinha acordado com o Flamengo, em torno de R$ 1,2 milhão por mês.
O salário baixo é a suposta prova de que Ronaldinho quer jogo. Não quer grana, mas jogar um Brasileirão de primeiro nível, como não conseguiu fazer -- pelo menos não de maneira incontestável -- pelo Flamengo.
Quem sabe.
Opinião é opinião e este colunista, que não precisa responder a torcedores pelo sucesso ou pelo fracasso de negociações pode assumir o risco mais tranquilamente para afirmar: Não, eu não o contrataria.
O Atlético tem um time em construção, jogadores de bom nível como Bernard e André. Mas... Mas é claro que se Ronaldinho quiser calar este crítico jogando muito, terei de colocar um esparadrapo na boca.
A negociação começou -- sempre de acordo com fontes atleticanas -- na quinta-feira, numa conversa entre Assis e Cuca, que jogaram juntos na campanha do Grêmio campeão da Copa do Brasil.
Na sexta, Assis convidou o presidente Alexandre Kalil a ir a Porto Alegre e o presidente seguiu para a capital gaúcha no sábado.
Lá, foi questionado sobre quanto poderia pagar e colocou no papel: R$ 300 mil -- sempre de acordo com fonte atleticana.
Então, Assis e Ronaldinho disseram sim.
Ronaldinho e Assis desembarcaram nesta segunda-feira em Belo Horizonte.
Para um fantástico sucesso?
Ou para um retumbante fracasso?
Talvez para uma campanha mais ou menos.
A questão é que, para Ronaldinho e os atleticanos, se vier vaga na Libertadores ninguém considerará um fiasco.
O salário baixo é a suposta prova de que Ronaldinho quer jogo. Não quer grana, mas jogar um Brasileirão de primeiro nível, como não conseguiu fazer -- pelo menos não de maneira incontestável -- pelo Flamengo.
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Quem sabe.
Opinião é opinião e este colunista, que não precisa responder a torcedores pelo sucesso ou pelo fracasso de negociações pode assumir o risco mais tranquilamente para afirmar: Não, eu não o contrataria.
O Atlético tem um time em construção, jogadores de bom nível como Bernard e André. Mas... Mas é claro que se Ronaldinho quiser calar este crítico jogando muito, terei de colocar um esparadrapo na boca.
A negociação começou -- sempre de acordo com fontes atleticanas -- na quinta-feira, numa conversa entre Assis e Cuca, que jogaram juntos na campanha do Grêmio campeão da Copa do Brasil.
Na sexta, Assis convidou o presidente Alexandre Kalil a ir a Porto Alegre e o presidente seguiu para a capital gaúcha no sábado.
Lá, foi questionado sobre quanto poderia pagar e colocou no papel: R$ 300 mil -- sempre de acordo com fonte atleticana.
Então, Assis e Ronaldinho disseram sim.
Ronaldinho e Assis desembarcaram nesta segunda-feira em Belo Horizonte.
Para um fantástico sucesso?
Ou para um retumbante fracasso?
Talvez para uma campanha mais ou menos.
A questão é que, para Ronaldinho e os atleticanos, se vier vaga na Libertadores ninguém considerará um fiasco.
Agora no Galo, no limite!
O Atlético Mineiro resolveu correr o risco. Apostou em Ronaldinho Gaúcho em momento de baixa. Até chegar ao Flamengo, a fase ruim não se refletia no salário.
Agora é um pouco diferente, até o jogador parece ter acordado. No Galo vai receber menos que no Fla, sem festa, sem apresentação pirotécnica.
A expectativa é que jogue futebol. Acuado e pressionado, pode dar certo no início. Mas depois só ele pode responder.
Aos 32 anos, ele sabe que não terá muito tempo pela frente, principalmente pela maneira que tem levado a vida fora do campo – com impacto direto no rendimento.
Talento o Gaúcho tem, de sobra. No capítulo vontade não se pode dizer o mesmo.
O Atlético fez uma aposta e sabe disso. Tomara que funcione. Cuca acredita que dará jeito nele. Custa a crer.
Agora é um pouco diferente, até o jogador parece ter acordado. No Galo vai receber menos que no Fla, sem festa, sem apresentação pirotécnica.
A expectativa é que jogue futebol. Acuado e pressionado, pode dar certo no início. Mas depois só ele pode responder.
Aos 32 anos, ele sabe que não terá muito tempo pela frente, principalmente pela maneira que tem levado a vida fora do campo – com impacto direto no rendimento.
Talento o Gaúcho tem, de sobra. No capítulo vontade não se pode dizer o mesmo.
O Atlético fez uma aposta e sabe disso. Tomara que funcione. Cuca acredita que dará jeito nele. Custa a crer.
VIDEOBLOG LONDRES 2012: Nem todos são a favor da rainha e há protestos; isso é democracia
A população de Londres saiu às ruas para festejar o jubileu de diamante da rainha Elizabeth II no final de semana. Mas não são todos que estão felizes com a festa da monarquia. Os republicanos protestam e questionam o poder.
Uma pesquisa recente do jornal ‘The Guardian’, porém, mostra que a população da Inglaterra ainda aprecia a rainha, mas se preocupa com o que pode acontecer depois que ela morrer. A maior parte não gostaria de ver a coroa na cabeça do príncipe Charles, mas na do príncipe William.
A favor ou contra, os protestos são pacíficos. Isso é democracia.
Uma pesquisa recente do jornal ‘The Guardian’, porém, mostra que a população da Inglaterra ainda aprecia a rainha, mas se preocupa com o que pode acontecer depois que ela morrer. A maior parte não gostaria de ver a coroa na cabeça do príncipe Charles, mas na do príncipe William.
A favor ou contra, os protestos são pacíficos. Isso é democracia.
Assista ao videoblog desta terça-feira!
terça-feira, 5 de junho de 2012
Brasilerão Série B
| 21h00 Goiás 2x0 Paraná Clube |
| 21h00 Vitória 2x2 América-RN |
| 21h00 São Caetano 1x1 América-MG |
| 21h00 Joinville 1x0 ASA |
Amistosos
| 12h00 Armênia 3x0 Cazaquistão |
| 14h00 Suécia 2x1 Sérvia |
| 15h00 Turquia 2x0 Ucrânia |
| 15h30 Áustria 0x0 Romênia |
| 16h00 França 4x0 Estônia |
Ronaldinho e Flamengo, que todos tomem jeito
É verdade, todo mundo errou. O Flamengo, sua presidenta, seus diretores e pseudo-diretores, seus treinadores, todos. E, é claro, errou Ronaldinho Gaúcho. Agora, os dois lados brigam na Justiça dispostos a arrancar milhões do adversário. É compreensível.
Ressentimento é fogo, e tanto o Flamengo como Ronaldinho Gaúcho, cada qual com seus motivos, estão para lá de ressentidos.
Não se trata de ficar em cima do muro, fugindo de uma opção para lá ou para cá. A questão é que uma decisão justa é quase impossível. Por que Ronaldinho Gaúcho não foi no Flamengo o que o Flemengo esperava? Por que faltou a treinos, ou chegou atrasado, ou namorou no hotel, ou se desentendeu com Luxemburgo? Mais importante: por que não jogou o futebol no que o Flamengo sonhava quando o contratou espetacularmente no começo do ano passado? Por que, enfim, o ex-craque conseguiu fazer com que uma imensa torcida se voltasse contra ele?
Mas há outros porquês em cima do Flamengo. Um deles, o único a que vou me referir, é por que o Flamengo não lhe pagou o que devia? Esta, pessoalmente, é a questão mais grave de todos. Fica ameaçado de perder a razão todo empregador que não paga o que deve ao empregado, seja um real, seja um milhão. E é aí que a coisa pega. De um lado, é verdade que Ronaldinho renunciou inexplicavelmente ao futebol que jogou um dia, a alegria com que se dedicava à bola, ao Ronaldinho Gaúcho dos bons tempos. Uma pena. Mas, do outro, o Flamengo - que tolerou todas os devios do jogador, que fez vista grossa ao mau comportamento de seu craque - não tem o direito de deixar de lhe dar o cano.
É tudo uma questão de princípios, que não sei se caberá à Justiça julgar. Ronaldinho Gaúcho vai tentar provar no Atlético Mineiro que ainda é Ronaldinho Gaúcho. Faz bem. Mas é bom que tome jeito. Quanto ao Flamengo, no momento em que cita Deivid como modelo de bom profissional (por aceitar jogar sem receber o dinheiro que o clube não lhe pode pagar), também precisa tomar jeito
Ressentimento é fogo, e tanto o Flamengo como Ronaldinho Gaúcho, cada qual com seus motivos, estão para lá de ressentidos.
Não se trata de ficar em cima do muro, fugindo de uma opção para lá ou para cá. A questão é que uma decisão justa é quase impossível. Por que Ronaldinho Gaúcho não foi no Flamengo o que o Flemengo esperava? Por que faltou a treinos, ou chegou atrasado, ou namorou no hotel, ou se desentendeu com Luxemburgo? Mais importante: por que não jogou o futebol no que o Flamengo sonhava quando o contratou espetacularmente no começo do ano passado? Por que, enfim, o ex-craque conseguiu fazer com que uma imensa torcida se voltasse contra ele?
Mas há outros porquês em cima do Flamengo. Um deles, o único a que vou me referir, é por que o Flamengo não lhe pagou o que devia? Esta, pessoalmente, é a questão mais grave de todos. Fica ameaçado de perder a razão todo empregador que não paga o que deve ao empregado, seja um real, seja um milhão. E é aí que a coisa pega. De um lado, é verdade que Ronaldinho renunciou inexplicavelmente ao futebol que jogou um dia, a alegria com que se dedicava à bola, ao Ronaldinho Gaúcho dos bons tempos. Uma pena. Mas, do outro, o Flamengo - que tolerou todas os devios do jogador, que fez vista grossa ao mau comportamento de seu craque - não tem o direito de deixar de lhe dar o cano.
É tudo uma questão de princípios, que não sei se caberá à Justiça julgar. Ronaldinho Gaúcho vai tentar provar no Atlético Mineiro que ainda é Ronaldinho Gaúcho. Faz bem. Mas é bom que tome jeito. Quanto ao Flamengo, no momento em que cita Deivid como modelo de bom profissional (por aceitar jogar sem receber o dinheiro que o clube não lhe pode pagar), também precisa tomar jeito
Salário baixo é suposta prova de que Ronaldinho quer jogo. Você aposta?
A informaç;ão de dentro do Atlético Mineiro é que Ronaldinho Gaúcho vai receber R$ 300 mil mensais por um contrato até o final do ano. O salário baixo é a suposta prova de que Ronaldinho quer jogo. Não quer grana, mas jogar um Brasileirão de primeiro nível, como não conseguiu fazer -- pelo menos não de maneira incontestável -- pelo Flamengo.
Quem sabe.
Opinião é opinião e este colunista, que não precisa responder a torcedores pelo sucesso ou pelo fracasso de negociações pode assumir o risco mais tranquilamente para afirmar: Não, eu não o contrataria.
O Atlético tem um time em construção, jogadores de bom nível como Bernard e André. Mas... Mas é claro que se Ronaldinho quiser calar este crítico jogando muito, terei de colocar um esparadrapo na boca.
A negociação começou -- sempre de acordo com fontes atleticanas -- na quinta-feira, numa conversa entre Assis e Cuca, que jogaram juntos na campanha do Grêmio campeão da Copa do Brasil.
Na sexta, Assis convidou o presidente Alexandre Kalil a ir a Porto Alegre e o presidente seguiu para a capital gaúcha no sábado.
Lá, foi questionado sobre quanto poderia pagar e colocou no papel: R$ 300 mil -- sempre de acordo com fonte atleticana.
Então, Assis e Ronaldinho disseram sim.
Ronaldinho e Assis desembarcaram nesta segunda-feira em Belo Horizonte.
Para um fantástico sucesso?
Ou para um retumbante fracasso?
Talvez para uma campanha mais ou menos.
A questão é que, para Ronaldinho e os atleticanos, se vier vaga na Libertadores ninguém considerará um fiasco.
Quem sabe.
Opinião é opinião e este colunista, que não precisa responder a torcedores pelo sucesso ou pelo fracasso de negociações pode assumir o risco mais tranquilamente para afirmar: Não, eu não o contrataria.
O Atlético tem um time em construção, jogadores de bom nível como Bernard e André. Mas... Mas é claro que se Ronaldinho quiser calar este crítico jogando muito, terei de colocar um esparadrapo na boca.
A negociação começou -- sempre de acordo com fontes atleticanas -- na quinta-feira, numa conversa entre Assis e Cuca, que jogaram juntos na campanha do Grêmio campeão da Copa do Brasil.
Na sexta, Assis convidou o presidente Alexandre Kalil a ir a Porto Alegre e o presidente seguiu para a capital gaúcha no sábado.
Lá, foi questionado sobre quanto poderia pagar e colocou no papel: R$ 300 mil -- sempre de acordo com fonte atleticana.
Então, Assis e Ronaldinho disseram sim.
Ronaldinho e Assis desembarcaram nesta segunda-feira em Belo Horizonte.
Para um fantástico sucesso?
Ou para um retumbante fracasso?
Talvez para uma campanha mais ou menos.
A questão é que, para Ronaldinho e os atleticanos, se vier vaga na Libertadores ninguém considerará um fiasco.
A coluna desta segunda-feira em O Estado de S. Paulo
O grande acerto da seleção nos amistosos contra Dinamarca e Estados Unidos foi a marcação por pressão. Tentar fazer o mesmo contra o México custou a quarta derrota da era Mano Menezes. A cada vez que a seleção se posicionava para retomar a bola no ataque, o México alongava o passe e colocava seus atacantes no mano a mano com a zaga brasileira.
O primeiro gol do México, marcado por Giovanni dos Santos, foi exatamente assim. Lançamento longo, Giovanni ficou só contra Danilo, ponto mais vulnerável da defesa. Danilo não conseguiu tomar a bola e a tentativa de cruzamento enganou o goleiro Rafael.
É correto avançar a marcação, mas é preciso medir os jogos em que a estratégia funciona. O Brasil seguiu usando a mesma tática, mas levou o segundo gol de maneira diferente. Foi o México quem marcou por pressão, o passe de Sandro veio na fogueira para Juan e o zagueiro campeão mundial sub-20 atrapalhou-se diante de Giovanni. Fez pênalti.
A derrota não apaga o que se fez de bom nos dois amistosos recentes, que mostraram que a crise do futebol brasileiro não é de talento, mas de maturidade. Defeito óbvio para uma seleção com referências como Oscar e Neymar, de 20 anos, Leandro Damião, de 23. Oscar não conseguiu sair de marcação mexicana. Neymar e Damião têm dificuldade contra marcadores mais rodados.
Ontem, por exemplo, os dribles de Neymar não colaram. Damião se enfiava entre os beques e sofria. Francisco Rodriguez e Moreno jogaram 26 e 35 partidas da temporada europeia, o primeiro pelo Stuttgart, o segundo pelo Espanyol. Desse ponto de vista, o melhor remédio é seguir o que costumava falar Nelson Rodrigues aos jovens: envelheçam!
O primeiro gol do México, marcado por Giovanni dos Santos, foi exatamente assim. Lançamento longo, Giovanni ficou só contra Danilo, ponto mais vulnerável da defesa. Danilo não conseguiu tomar a bola e a tentativa de cruzamento enganou o goleiro Rafael.
É correto avançar a marcação, mas é preciso medir os jogos em que a estratégia funciona. O Brasil seguiu usando a mesma tática, mas levou o segundo gol de maneira diferente. Foi o México quem marcou por pressão, o passe de Sandro veio na fogueira para Juan e o zagueiro campeão mundial sub-20 atrapalhou-se diante de Giovanni. Fez pênalti.
A derrota não apaga o que se fez de bom nos dois amistosos recentes, que mostraram que a crise do futebol brasileiro não é de talento, mas de maturidade. Defeito óbvio para uma seleção com referências como Oscar e Neymar, de 20 anos, Leandro Damião, de 23. Oscar não conseguiu sair de marcação mexicana. Neymar e Damião têm dificuldade contra marcadores mais rodados.
Ontem, por exemplo, os dribles de Neymar não colaram. Damião se enfiava entre os beques e sofria. Francisco Rodriguez e Moreno jogaram 26 e 35 partidas da temporada europeia, o primeiro pelo Stuttgart, o segundo pelo Espanyol. Desse ponto de vista, o melhor remédio é seguir o que costumava falar Nelson Rodrigues aos jovens: envelheçam!
Federer e Djokovic se salvaram em dia complicado
Dois dos melhores jogadores do mundo entraram em quadra quase juntos. Os dois tinham jogos contra adversários bons, mas que ninguém esperava muito esforço.
Na quadra central Roger Federer tinha um quase desconhecido dos grandes eventos, o belga Gofin. Não se esperava nada diferente a uma vitória do suíço sem muitos sustos. Que nada. Em um certo momento o placar mostrava 5/7 4/5 e a partir daquele momento tudo poderia acontecer. Um bom game e o belga estaria 2/0 em sets e mesmo tendo um Federer pela frente a zebra poderia acontece. Nessa hora o suíço se acalmou, colocou bolas na quadra e viu seu adversário sentir o momento. Se precipitou, errou e em pouco tempo viu seu sonho desmoronar. Ele ficou triste? Nem um pouco. A sua entrevista foi espetacular. Disse que tem um pôster do gênio no seu quarto e estava muito feliz de estar ali.
Agora Federer pega o vencedor do Del Potro e Berdych. Grandes emoções?
Ao mesmo tempo o mais do que improvável acontecia na outra quadra. Djokovic e Seppi jogavam e mostravam que jogo se ganha na quadra. Em um dia não tão espetacular o sérvio tinha muitos problemas. Perdeu o primeiro o segundo e se viu tendo que virar um 0/2 em sets muito desagradável. Em Paris contra um italiano que jogava muito no jogo e com a pressão de se manter no topo e lutar pelo seu primeiro Roland Garros. Nada fácil. Aí aparecem os campeões. Venceu o terceiro, mudou a tática, se acalmou mentalmente e foi buscando game a game. Ele conseguiu virar um jogo duríssimo e complicado. Complicado porque não jogou seu melhor tênis, mas tirou forças de um campeão.
Agora Djokovic pega o vencedor do Tsonga e Wawrinka. Os dois tiveram que parar o jogo 4/2 no quinto set quando o francês vencia. Que momento
Hoje muito tênis vai rolar. Estarei comentando o jogo do Nadal. Vamos curtir comigo
Na quadra central Roger Federer tinha um quase desconhecido dos grandes eventos, o belga Gofin. Não se esperava nada diferente a uma vitória do suíço sem muitos sustos. Que nada. Em um certo momento o placar mostrava 5/7 4/5 e a partir daquele momento tudo poderia acontecer. Um bom game e o belga estaria 2/0 em sets e mesmo tendo um Federer pela frente a zebra poderia acontece. Nessa hora o suíço se acalmou, colocou bolas na quadra e viu seu adversário sentir o momento. Se precipitou, errou e em pouco tempo viu seu sonho desmoronar. Ele ficou triste? Nem um pouco. A sua entrevista foi espetacular. Disse que tem um pôster do gênio no seu quarto e estava muito feliz de estar ali.
Agora Federer pega o vencedor do Del Potro e Berdych. Grandes emoções?
Ao mesmo tempo o mais do que improvável acontecia na outra quadra. Djokovic e Seppi jogavam e mostravam que jogo se ganha na quadra. Em um dia não tão espetacular o sérvio tinha muitos problemas. Perdeu o primeiro o segundo e se viu tendo que virar um 0/2 em sets muito desagradável. Em Paris contra um italiano que jogava muito no jogo e com a pressão de se manter no topo e lutar pelo seu primeiro Roland Garros. Nada fácil. Aí aparecem os campeões. Venceu o terceiro, mudou a tática, se acalmou mentalmente e foi buscando game a game. Ele conseguiu virar um jogo duríssimo e complicado. Complicado porque não jogou seu melhor tênis, mas tirou forças de um campeão.
Agora Djokovic pega o vencedor do Tsonga e Wawrinka. Os dois tiveram que parar o jogo 4/2 no quinto set quando o francês vencia. Que momento
Hoje muito tênis vai rolar. Estarei comentando o jogo do Nadal. Vamos curtir comigo
O Flamengo foi tão incompetente quanto Ronaldinho foi irresponsável
Ronaldinho durante a entrevista ao Fantástico (reprodução)
Ronaldinho, sabe-se lá por que, resolveu conceder entrevista ao Fantástico neste domingo. Nada disse, como de costume. Foi bastante questionado sobre o que deveria, sua conduta como atleta (?) do Flamengo, mas preferiu não falar a respeito.
Negou todas as polêmicas, exceto a que diz respeito ao fato de ter recebido mulheres em seu quarto na concentração do Flamengo. Essa ele explicou: foi só bater um papo rápido com uma velha conhecida no quarto dela e logo voltou ao seu para dormir. Beleza. Pouco importa.
Também negou que tenha chegado à Gávea sem condições de treinar, como disse o novo diretor de futebol do Flamengo, Zinho. É a palavra de Ronaldinho contra a de Zinho, e cada um que acredite em quem preferir.
De mais relevante na tal entrevista, talvez o fato de Ronaldinho ter dito que sua postura desde a chegada ao Flamengo não teve relação alguma com a falta de pagamento. Coisa que, aliás, já sabíamos.
Porque a postura de Ronaldinho no Flamengo não é diferente da postura de Ronaldinho no Milan ou mesmo no Barcelona – não sou eu quem diz, mas gente que seguia Milan e Barça de perto nos tempos do Gaúcho. E tanto em Milão como em Barcelona, Ronaldinho recebia em dia.
A impressão é que o ex-craque cansou há um bom tempo. Não quer mais jogar. Ou melhor: talvez até queira jogar uma partidinha aqui e outra ali, mas não está disposto a fazer os sacrifícios necessários a um atleta profissional de alto nível.
Talvez Ronaldinho adorasse dar uma basta em todas as cobranças e encheções que dirigentes, técnicos, imprensa e torcida lhe impõem diariamente. Talvez quisesse ir torrar sua grana, recebida honestamente, como bem entender. Sem ter que aturar pressões, cobranças ou vigilância.
E se ele quer isso, deveria fazê-lo, mesmo que seu ambicioso irmão o azucrine. Porque é direito de Ronaldinho parar e gastar sua fortuna quando e como bem entender.
Agora, convenhamos, deve ser duro parar enquanto você tem quem lhe ofereça salários na casa de 1,2 milhão de reais por mês, certo? E aí o problema está exclusivamente em que oferece essa grana para um “atleta” como Ronaldinho, não em quem a aceita.
O Flamengo foi o último pato. Não só ofereceu o tal salário, como o fez sem ter as garantias financeiras de que conseguiria pagá-lo – como, por exemplo, assinar um contrato decente com a ex-parceira Traffic. Para superar logo a concorrência de Grêmio e Palmeiras, o Flamengo acelerou. E bateu na terceira curva.
Não há motivos para aliviar a barra para algum dos lados, porque não há mocinhos no imbróglio Flamengo x Ronaldinho.
O Flamengo foi tão incompetente quanto Ronaldinho foi irresponsável. O jogo entre incompetência e irresponsabilidade até parecia equilibrado. Mas, encerrada a partida, tenho a impressão, foi o clube quem quebrou a cara. E a banca.
NA REVISTA
Para entender mais sobre o caso e os bastidores da relação de Ronaldinho Gaúcho com colegas, técnico e dirigentes do Flamengo, vale ler a reportagem de Aydano André Motta e Maurício Fonseca na revista ESPN deste mês. Ela chega às bancas a partir de hoje. Também é possível assiná-la pelo site http://assinerevistaespn.com.br/ e quem assinar até o dia 15 recebe inclusive esta edição.
No Galo, Kalil não resistiu e foi atrás de R10. Você, atleticano, aprovou?
Há pouco mais de dois anos o Atlético Mineiro começou a temporada com Vanderlei Luxemburgo no comando técnico. Meses antes, fechara uma temporada digna sob a batuta de Celso Roth. Não foi campeão, como a torcida sonhou, tampouco obteve a vaga na Libertadores, mas a sétima colocação de 2009 ainda é a melhor posição alcançada pelo Galo em pontos corridos, igualando 2003.
Luxemburgo era, então, o técnico que os times de São Paulo não queriam, tampouco os do Rio de Janeiro. Estava em baixa, mas o presidente Alexandre Kalil o contratou como "grife". Uma "grife" fora de moda, talvez, mas para ele e os que acreditam em suas estrategias, um grande passo. O time só escapou do rebaixamento depois que o técnico foi substituído pelo discreto Dorival Júnior.
A chegada de Ronaldinho Gaúcho à Cidade do Galo, batendo bola com uniforme de treinos do Atlético, causa furor. Kalil, claro, dirá à torcida que o seu clube dá um passo importante ao buscar um camisa 10 que já foi o melhor do mundo, apesar da passagem nada brilhante pelo Flamengo e da rejeição demonstrada por grande parte dos torcedores dos mais diversos clubes brasileiros.
Ronaldinho Gaúcho é uma "grife" fora de moda? Você, atleticano, aprova sua chegada ao Galo?
Luxemburgo era, então, o técnico que os times de São Paulo não queriam, tampouco os do Rio de Janeiro. Estava em baixa, mas o presidente Alexandre Kalil o contratou como "grife". Uma "grife" fora de moda, talvez, mas para ele e os que acreditam em suas estrategias, um grande passo. O time só escapou do rebaixamento depois que o técnico foi substituído pelo discreto Dorival Júnior.
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A chegada de Ronaldinho Gaúcho à Cidade do Galo, batendo bola com uniforme de treinos do Atlético, causa furor. Kalil, claro, dirá à torcida que o seu clube dá um passo importante ao buscar um camisa 10 que já foi o melhor do mundo, apesar da passagem nada brilhante pelo Flamengo e da rejeição demonstrada por grande parte dos torcedores dos mais diversos clubes brasileiros.
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Luxemburgo não deu certo no Galo. O que fará Ronaldinho Gaucho?
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Após rescindir com o Flamengo, Ronaldinho Gaúcho acerta com o Atlético-MG
Nem bem deixou o Flamengo em conturbada saída, e Ronaldinho Gaúcho já tem futuro definido para os próximos meses: o Atlético-MG acertou a contratação do meia-atacante. O clube mineiro também estava negociando com o meia Juninho Pernambucano, mas após o empresário e irmão de Ronaldinho, Roberto Assis, passar os valores ao presidente Alexandre Kalil, este não titubeou e logo aceitou a proposta para contar com o melhor do mundo de 2004 e 2005.
Na última sexta-feira, Ronaldinho entrou na Justiça contra o Flamengo cobrando cinco meses de direitos de imagem atrasados além do FGTS que não estaria sendo pago desde o ano passado, em uma soma de mais de R$ 40 milhões. Com essa alegação, ele conseguiu a rescisão do contrato com o clube rubro-negro e está livre para assinar com qualquer outro time. O pentacampeão mundial estava desde 2011 na Gávea e conquistou um título, o Carioca do mesmo ano.
As conversas teriam começado logo após o desfecho do caso contra o Flamengo. Aproveitando-se do bom relacionamento com Assis à época em jogaram juntos no Grêmio, no fim dos anos 1980, Cuca sondou o irmão do meia-atacante sobre a chance de negociar com o Atlético-MG. Ao receber o sinal positivo, o treinador passou a informação para Alexandre Kalil, que tomou as rédeas.
O Flamengo acusou o clube alviverde de aliciamento para tentar tirar Ronaldinho da Gávea. O Palmeiras diz que o clube carioca tenta “desviar o foco” por perder o jogador e lembra da tentativa de contratação do atacante Kleber por parte do Fla para acusa-lo de falta de ética.
Na última sexta-feira, Ronaldinho entrou na Justiça contra o Flamengo cobrando cinco meses de direitos de imagem atrasados além do FGTS que não estaria sendo pago desde o ano passado, em uma soma de mais de R$ 40 milhões. Com essa alegação, ele conseguiu a rescisão do contrato com o clube rubro-negro e está livre para assinar com qualquer outro time. O pentacampeão mundial estava desde 2011 na Gávea e conquistou um título, o Carioca do mesmo ano.
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As conversas teriam começado logo após o desfecho do caso contra o Flamengo. Aproveitando-se do bom relacionamento com Assis à época em jogaram juntos no Grêmio, no fim dos anos 1980, Cuca sondou o irmão do meia-atacante sobre a chance de negociar com o Atlético-MG. Ao receber o sinal positivo, o treinador passou a informação para Alexandre Kalil, que tomou as rédeas.
Bom relacionamento de Cuca com Assis teria iniciado aproximação com o Atlético-MG
Crédito: Agência Estado
Quem também estava interessado em ter Ronaldinho Gaúcho era o Palmeiras, que o disputou em 2011 com Flamengo e Grêmio. O time alviverde teria até o apoio de um fundo de investimento árabe para ajudar a pagar os salários do possível reforço, mas a diretoria desistiu da negociação.Crédito: Agência Estado
O Flamengo acusou o clube alviverde de aliciamento para tentar tirar Ronaldinho da Gávea. O Palmeiras diz que o clube carioca tenta “desviar o foco” por perder o jogador e lembra da tentativa de contratação do atacante Kleber por parte do Fla para acusa-lo de falta de ética.
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