domingo, 27 de maio de 2012

Copa Kaiser São Paulo - Zona Leste

Etapa 2
L-27

Coroado 0 x 1 EC Ajax
L-30
Canarinho 0 x 0 Grêmio Botafogo FC
L-25
Raízes 2 x 1 XI Primos
Adega FC 3 x 1 Lapenna
L-26
Associação Central Leste 1 x 1 Sambreja Boll
Novo Sapopemba 1 x 2 Nova Era
L-29
Maranhão EC 0 x 1 Tricolor do Parque
L-27
Raça Ruim 1 x 1 Áz de Ouro
L-28
EC Verona 3 x 0 Tricolor Tradefer
L-30
Jardim São Carlos 2 x 1 Panela
L-29
EC São Cristovão 2 x 0 AR Santos
L-28
Canindé 0 x 1 Sete de Setembro FC Vila Libanesa

Copa Kaiser São Paulo - Zona Norte

Etapa 2
N-11

Jardim Peri Gesan 3 x 1 Serrano FS
Nove de Julho 3 x 2 Esquadrão dos Cobras
N-10
AEC Guarani 0 x 0 União do Peri
Vet. Unidos Paulista 0 x 2 Juventus da Liberdade
N-9
Madeiras 0 x 1 GTX
Jaçanã FS 3 x 0 Botafogo FS

Copa Kaiser São Paulo - Zona Sul

Etapa 2
S-9

Ajax FC 0 x 0 Mãe Sara
Turma do Baffô 2 x 0 Só o Pó
S-10
Pioneer 0 x 1 Jardim dos Palmas
Milianos 2 x 2 Tutu
S-11
AE Ponte Preta 2 x 1 Renegados
Castelo 0 x 2 Ouro Preto

Copa Kaiser São Paulo - Zona Oeste

Etapa 2
O-11

Savime 1 x 1 Associação São Marcos
GR 100 Juízo 1 x 2 Nóis é Nóis
O-10
XI Garotos FC Piqueri 1 x 2 EC Comercial
O-9
Saloa 0 x 1 GDR Danúbio
O-10
Associação Iguape 1 x 2 CA Boca Júnior Pirituba
O-9
Vila Nova Paquetá 1 x 2 Jardim Regina

Brasileirão Série A


16h00 Santos 0x0 Sport
16h00 São Paulo 1x0 Bahia
16h00 Atlético-MG 1x0 Corinthians
16h00 Coritiba 2x3 Botafogo
18h30 Fluminense 2x2 Figueirense
18h30 Grêmio 1x0 Palmeiras

Amistosos


16h00 França 3x2 Islândia
16h00 País de Gales 0x2 México

Argentino - Clausura


15h00 Atlético Rafaela 1x1 Tigre
15h15 San Lorenzo 3x2 Newells Old Boys
17h10 Independiente 0x0 Unión
19h15 Boca Juniors 3x0 Godoy Cruz

VÍDEO: Webber vence em Mônaco, e temporada já entra para a história da Fórmula 1

O australiano Mark Webber venceu o GP de Mônaco, neste domingo, e colocou a temporada de 2012 definitivamente na história da Fórmula 1. Largando da pole, o piloto da Red Bull liderou toda a prova e tornou-se o sexto vencedor diferente deste ano – é a primeira vez que seis pilotos diferentes vencem as seis primeiras etapas de um campeonato.

Em 1983, ano em que o brasileiro Nelson Piquet foi campeão, as cinco primeiras provas tiveram vencedores diferentes. Nesta temporada, o britânico Jenson Button (McLaren), o espanhol Fernando Alonso (Ferrari), o alemão Nico Rosberg (Mercedes), o alemão Sebastian Vettel (Red Bull), o venezuelano Pastor Maldonado (Williams) e Webber quebraram o recorde.

A prova deste domingo não teve grandes emoções e ultrapassagens, apesar do alto número de disputas, o que é uma característica comum nas ruas do principado. A dez voltas do fim, uma chuva fina ainda juntou os seis primeiros colocados, mas o “trenzinho” não implicou em mudanças nas primeiras colocações. Assim, Nico Rosberg terminou em segundo, à frente de Fernando Alonso, Sebastian Vettel, Lewis Hamilton e Felipe Massa.


Veja os melhores momentos da corrida!

A prova - A largada do Grande Prêmio de Mônaco foi tumultuada. Depois de tentar atacar o espanhol Fernando Alonso, o francês Romain Grosjean tocou no alemão Michael Schumacher e ficou atravessado na pista. O venezuelano Pastor Maldonado também se envolveu e acabou fora.


Ouça o compacto da Estadão ESPN do GP de Mônaco
Os dois representantes do Brasil conseguiram evitar a confusão na largada e aproveitaram para ganhar algumas posições. Depois de começar na sétima colocação, Felipe Massa saltou para o quinto lugar, à frente do alemão Sebastian Vettel, enquanto Bruno Senna foi do 13º para o 10º posto.

Sem alterações nas três primeiras posições, o australiano Mark Webber passou a liderar a prova, seguido pelo alemão Nico Rosberg e pelo britânico Lewis Hamilton. Com a confusão protagonizada por Grosjean, Alonso ficou com o quarto posto e Schumacher caiu para oitavo.

Massa chegou a imprimir um ritmo mais forte que Alonso em alguns momentos, mas não conseguiu atacar o espanhol. Em meio a previsões de chuva, os principais candidatos à vitória iniciaram a rodada de pit-stops por volta da 28ª volta, apesar de estarem com pneus supermacios.

Em um bom trabalho da Ferrari, Alonso voltou à pista na frente de Hamilton. Para economizar pneus para a corrida, Vettel nem sequer participou da última etapa do treino classificatório. Com o 10º lugar do grid, ele largou com pneus macios, ficou na pista até a 46ª volta e retornou dos boxes no quarto lugar.

Dono de cinco vitórias em Mônaco, Schumacher chegou a sonhar com um novo triunfo depois de fazer a pole position, apesar da punição de cinco posições no grid. No entanto, a prova foi melancólica para o alemão desde o início, já que ele acabou tocado por Grosjean na largada e abandonou na 65ª volta.

A chuva, esperada desde o primeiro terço da corrida, finalmente atingiu o circuito na 66ª volta, de forma leve e por pouco tempo. Os carros se aproximaram uns dos outros, mas não houve qualquer mudança de posição entre os líderes, com Webber cruzando a linha de chegada à frente de Alonso e Rosberg.


Ouça a última volta do GP de Mônaco narrada por Everaldo Marques

GP de Mônaco - classificação final
1-) Mark Webber (AUS/Red Bull-Renault) – 78 voltas
2-) Nico Rosberg (ALE/Mercedes) – a 0s6
3-) Fernando Alonso (ESP/Ferrari) – a 0s9
4-) Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault) – a 1s3
5-) Lewis Hamilton (GBR/McLaren-Mercedes) – a 4s1
6-) Felipe Massa (BRA/Ferrari) – a 6s17-) Paul di Resta (GBR/Force India-Mercedes) – a 41s5
8-) Nico Hulkenberg (ALE/Force India-Mercedes) – a 42s5
9-) Kimi Raikkonen (FIN/Lotus-Renault) – a 44s0
10-) Bruno Senna (BRA/Williams-Renault) – a 44s511-) Sergio Perez (MEX/Sauber-Ferrari) – a 1 volta
12-) Jean-Eric Vergne (FRA/Toro Rosso-Ferrari) – a 1 volta
13-) Heikki Kovalainen (FIN/Caterham-Renault) – a 1 volta
14-) Timo Glock (ALE/Marussia-Cosworth) – a 1 volta
15-) Narain Karthikeyan (IND/HRT-Cosworth) – a 2 voltas

Não terminaram:
Jenson Button (GBR/McLaren-Mercedes) – acidente
Daniel Ricciardo (AUS/Toro Rosso-Ferrari) – mecânico
Charles Pic (FRA/Marussia-Cosworth) - mecânico
Michael Schumacher (ALE/Mercedes) - mecânico
Vitaly Petrov (RUS/Caterham-Renault) – mecânico
Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari) – acidente
Pedro de La Rosa (ESP/HRT-Cosworth) – acidente
Pastor Maldonado (VEN/Williams-Renault) – acidente
Romain Grosjean (FRA/Lotus-Renault) - acidente

Ginasta de 13 anos surpreende e bate Daniele Hypolito e Jade em torneio no PRComentários 13

Parte da seleção feminina de ginástica se reuniu em Toledo (PR), neste sábado, para o Troféu Brasil de Ginástica. Só que estrelas como Daniele Hypolito e Jade Barbosa foram ofuscadas por uma jovem de 13 anos. Atleta do Flamengo, Rebeca Andrade roubou a cena e ganhou a competição.
A jovem somou 55.250 nos quatro aparelhos disputados (salto, barras assimétricas, trave e solo). Adrian Gomes (54.450) e Daniele Hypolito (54.300) completaram o pódio. Jade Barbosa, melhor ginasta do país na atualidade, mas especialista em competições por aparelho, foi apenas a quarta colocada.
“É muito bom ver atletas juvenis competindo e vencendo. Significa que a renovação está sendo feita na ginástica e isso é muito importante. Vocês estão começando a ver alguns nomes para as Olimpíadas de 2016 e, com certeza, a Rebeca é um deles”, disse Daniele Hypolito, mais experiente ginasta da seleção.
O desempenho não credencia Rebeca a ir a Londres. Aos 13 anos, ela está fora da Olimpíada justamente por conta da idade, já que a competição exige que as atletas da modalidade tenham pelo menos 16 anos.
Além da conquista na disputa geral, Rebeca ainda se destacou por sua atuação no solo. A apresentação no aparelho lhe rendeu 13.650 pontos, mesmo número da própria Daniele, uma especialista no quesito. 
Rebeca Andrade, de 13 anos, durante a apresentação no Paraná; atleta surpreendeu contra veteranas
Rebeca Andrade, de 13 anos, durante a apresentação no Paraná; atleta surpreendeu contra veteranas

Com bicicleta de Alecsandro, Vasco se recupera de queda na Libertadores e bate a Lusa

Três dias depois de ser eliminado na Libertadores, o Vasco se recuperou no Campeonato Brasileiro. E em grande estilo. Ainda em São Paulo, o time cruzmaltino conseguiu uma vitória suada por 1 a 0 contra a Portuguesa. O único gol do jogo, porém, valeu o ingresso de quem compareceu ao Canindé. De bicicleta, Alecsandro garantiu o triunfo carioca.

O gol saiu aos 21 minutos do primeiro tempo. Fágner tabelou com Éder Luis, aproveitou o vacilo do defensor da Portuguesa, roubou a bola e cruzou na área. Lá no meio, Alecsandro achou uma linda bicicleta, e a bola ainda morreu no ângulo do estreante goleiro Glédson.

Apesar da vitória, o Vasco não jogou bem. Cheio de desfalques, os cariocas foram pressionados durante todo o segundo tempo, e a partida ainda teve alguns lances polêmicos. Em um deles, a Portuguesa pediu pênalti em uma entrada imprudente de Douglas dentro da área. Em outro, o juiz ainda acabou anulando um gol do time paulista.

A vitória, porém, faz com que os ânimos não se exaltem em São Januário. Aproveitando o calendário propício, o Vasco nem voltou ao Rio de Janeiro após ser eliminado pelo Corinthians na Copa Libertadores e seguiu treinando em São Paulo para o jogo deste sábado.

A vitória ainda deixa o Vasco como o único time até aqui a vencer as duas partidas que disputou no Brasileiro – no domingo, Botafogo, Figueirense, Atlético-MG e Fluminense pode repetir o feito. Já a Portuguesa segue sem vencer no Brasileiro. Na estreia, a Lusa havia ficado no empate com o Palmeiras.

Para as próximas rodadas, porém, a Portuguesa terá um importante reforço para o gol. O goleiro Dida foi apresentado nesta sexta-feira e esteve no Canindé neste sábado. Antes do jogo, ele entrou em campo, aplaudiu e foi aplaudido pela torcida e ainda ‘presentou’ os fãs com bolas jogadas em direção à arquibancada.

Alecsandro acertou um belíssima bicicleta e garantiu a vitória e a recuperação do Vasco
Alecsandro acertou um belíssima bicicleta e garantiu a vitória e a recuperação do Vasco
Crédito da imagem: AE
O jogo - A Portuguesa começou a partida com a estratégia definida de ocupar espaços dentro do campo de defesa do Vasco, forçando o adversário ao erro, e não permitir que Éder Luis e Diego Souza tivessem liberdade para armar a equipe visitante. Com três zagueiros, a exposição foi quase nula no primeiro tempo. Mas quando aconteceu, foi fatal para o time paulista.

Aplicado taticamente, o Vasco esperou que a Portuguesa desperdiçasse uma série de oportunidades para abrir o placar e administrar a partida a partir de um único lance. Logo aos três minutos, Raí serviu Ricardo Jesus em profundidade e o camisa 9 da Portuguesa bateu forte, para desvio de Renato Silva. Na batida de Raí no escanteio, o Vasco fez o corte, mas a bola sobrou para Ananias, na entrada da área. O tiro saiu forte e Fernando Prass defendeu no meio do gol.

Diego Souza tentava organizar o meio-campo vascaíno, mas a marcação da Lusa era forte na saída de bola e a única solução eram bolas levantadas. Dominar a partida, de certa forma, acomodou o time da Portuguesa, que levou o primeiro gol aos 20 minutos. E não foi um mero gol. Foi de placa.

Após passe de Diego Souza, Fagner fez cruzamento do lado direito do ataque e Alecsandro se posicionou à frente de Gustavo para acertar uma bicicleta perfeita. O atacante vascaíno marcou um belo gol, seu segundo só no Campeonato Brasileiro, para espantar de vez a ‘zica’ da eliminação da Copa Libertadores, quarta-feira, diante do Corinthians.

O Vasco era pressionado pela Portuguesa, que sabia se movimentar no campo ofensivo e contra-atacar no momento certo. Quando a Lusa se aproximava do primeiro gol, o atacante do Vasco acertou um lindo lance e deixou a equipe visitante à frente do marcador. O gol do inesperado.

Por mais que a Lusa tentasse se mostrar fria, o gol abalou os comandados de Geninho, que demoraram a reagir. Aos 26 minutos, Ricardo Jesus ficou sozinho na grande área do Vasco, sem a ajuda dos companheiros. O 9 da Lusa ainda deu sorte com o desvio de Rodolfo, mas nada aconteceu em mais uma cobrança de escanteio de Raí. No lance seguinte, Boquita desarmou Diego Souza e partiu para o campo de ataque. Ananias não acompanhou e o passe saiu para ninguém.

Com tudo sob seu controle, o Vasco tentava partir na velocidade de Éder Luis, mas a Lusa apertou a marcação na saída de bola. A formação com três zagueiros dava resultado, sem espaço para o Vasco avançar. Reintegrado ao elenco e fazendo sua reestreia com a camisa da Lusa, Gustavo foi o melhor homem da defesa lusitana.

Aos 36 mintuso, Éder Luis saiu em disparada na frente de Léo Silva e serviu Diego Souza no meio da área. O camisa 10 olhou para o lado e já tocou rápido para Alecsandro, em bela triangulação do cruz-maltino. Quando o autor do gol recebeu, fintou a marcação e bateu colocado, rente à trave de Gledson.

A Lusa pecava pela falta de criatividade, mas ainda teve uma boa chance aos 44, quando Henrique e Ananias fizeram tabela na diagonal da entrada da área e o meio-campista obrigou Fernando Prass a praticar boa defesa em tiro forte. Após um minuto de boa marcação do Vasco, o primeiro tempo foi encerrado no Canindé.

Na etapa complementar, a Lusa manteve a tendência do primeiro tempo e se manteve no campo de ataque. Logo aos três minutos, Raí cobrou escanteio na primeira trave e Luis Ricardo apareceu, em jogada ensaiada, para bater por cima do gol de Fernando Prass. Aos seis minutos, já com Douglas no lugar do lesionado Rodolfo do lado do Vasco, a Lusa chegou outra vez, agora com passe preciso de Luis Ricardo para Ananias, que puxou a bola para o lado esquerdo e bateu colocado, rente à trave de Fernando Prass, e à la Iniesta.

Conformado com a vantagem, o Vasco era pressionado pela Portuguesa, que aparecia no campo ofensivo e ameaçava a vitória parcial dos cariocas. Naquele momento, Geninho promoveu as entradas de Michael, para dominar o setor de meio-campo e Rodriguinho, para aumentar a velocidade no ataque no lugar de Ricardo Jesus.

Aos 18 minutos, a Portuguesa fez boa triangulação dentro da área do Vasco, com passe preciso de Boquita para Michael, que levou carrinho frontal de Douglas. Heber Roberto Lopes não entendeu o lance como falta e a bola seguiu rolando. A torcida da Lusa viu o time atacando o Vasco e aumentou o volume dos gritos, apoiando a equipe em busca do gol de empate.

Luis Ricardo avançou ao campo de ataque e fez passe preciso para Rodriguinho, que fintou e deslocou Fernando Prass, que mandou a bola para escanteio. Raí cobrou por cima do gol vascaíno. Cinco minutos mais tarde, aos 28, Luis Ricardo fez boa jogada pela direita do ataque e cruzou para o meio da área. Rodriguinho fez o pivô e deixa a bola livre. Sem atacante de referência, a Lusa perdeu mais essa chance.

Aos 31 minutos, Luis Ricardo levantou a bola na área, Ananias envolveu a marcação e Rodriguinho balançou as redes. O assistente acabou marcando impedimento de Ananias, que participou da jogada. Naquele momento da partida, a Portuguesa tinha chances demais e poder de fogo de menos para empatar a partida.

O massacre dos últimos minutos, com chances desperdiçadas por Ananias, em chute interceptado pelo companheiro Vandinho, e Gustavo, de cabeça após cobrança de escanteio, não foi suficiente para a Portuguesa igualar o marcador.

Ronaldinho sai vaiado, e Flamengo cede empate ao desfalcado Inter

O Flamengo marcou logo no início, esteve por duas vezes com dois gols de vantagem, mas cedeu o empate para o Internacional em jogo válido pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. No fim, 3 a 3 no Engenhão, com direito a vaias para Ronaldinho Gaúcho que foi substituído depois do terceiro gol do rival.

Com o empate, o Inter, que não teve a dupla da seleção brasileira Oscar e Damião nem os lesionados D'Alessandro e sandro Silva, chega aos quatro pontos ganhos no Brasileiro; já o Flamengo acumula a segunda igualdade, chegando a dois pontos.

O Flamengo começou bem e fez 2 a 0 com gols de Airton e Ronaldinho, esse último batendo pênalti sofrido por Ibson, que fez a reestreia pelo Fla. Mas ainda antes do intervalo o Internacional empatou com Gilberto, que desviou cruzamento de Fabrício.
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Ronaldinho marcou no primeiro tempo, mas acabou vaiado no segundo
Crédito: Internacional.com.br
Se os gaúchos conseguiram diminuir, o time da casa fez o terceiro logo no início do segundo tempo, com Vágner Love. E mesmo com os cariocas parecendo dominar a partida com a vantagem no placar, o Inter empatou em quatro minutos: Fabrício, aos 21, e Dátolo, aos 24, arriscaram chutes de fora da área e marcaram belos gols.

Aos 30, Ronaldinho Gaúcho foi substituído por Joel Santana e acabou bastante vaiado pela torcida do Engenhão. Na terceira rodada, enquanto o Flamengo sai para pegar a Ponte Preta, quarta-feira, em Campinas, o Inter joga em Porto Alegre contra o São Paulo no mesmo dia e horário.

O jogo
O Flamengo começou a partida tentando impor uma forte pressão e tirar proveito dos desfalques do Internacional. A medida surtiu resultado e os cariocas abriram o marcador logo aos oito minutos. Ronaldinho Gaúcho cobrou escanteio, Marcos González cabeceou, o goleiro Muriel deu rebote e Aírton completou para o fundo da rede.

A desvantagem no marcador colocou o Internacional no jogo e os visitantes quase empataram aos dez minutos, quando Fabrício cruzou e Gilberto cabeceou à esquerda do goleiro Paulo Victor. Porém, o gol encheu o Flamengo de moral e o Rubro-Negro seguiu pressionando e conseguiu ampliar aos 16 minutos, graças a uma falha do sistema defensivo do Colorado. Índio errou na saída de bola e acabou cometendo pênalti. O árbitro André Luiz de Freitas Castro anotou corretamente a penalidade, convertida por Ronaldinho Gaúcho.

Após esse lance, o Flamengo errou ao recuar e administrar muito cedo o resultado. Deu campo ao Internacional, que se aproveitou para pressionar. Aos 28 minutos por muito pouco os gaúchos não descontaram, pois Dagoberto invadiu a área e chutou cruzado para uma grande defesa de Paulo Victor. Porém, quatro minutos depois o goleiro flamenguista nada pôde fazer. Fabrício recebeu de Dátolo, chutou cruzado da esquerda e Gilberto empurrou para o fundo da rede.

O Flamengo percebeu que se continuasse só se devendo levaria o empate e adiantou a sua linha de marcação. Quase conseguiu o terceiro gol aos 36 minutos, quando Ibson penetrou livre na área, mas foi desarmado por Muriel quando tentava driblar o goleiro.

Na volta para o segundo tempo o Internacional apresentou o jovem atacante Maurides na vaga de Josimar, o que lhe deu maior poder de fogo. O empate poderia ter saído logo aos dois minutos se não fosse uma grande defesa de Paulo Victor em chute de Gilberto de dentro da área. Porém, novamente o setor defensivo gaúcho comprometeu e o Flamengo conseguiu ampliar dois minutos depois. Kléberson achou Vagner Love na área. O Artilheiro do Amor se livrou de Moledo e chutou sem chances para Muriel.

Só que, a exemplo do primeiro tempo, o Flamengo voltou a recuar e deu campo ao Internacional, que chegou ao empate em apenas três minutos. Aos 22, Fabrício mandou uma bomba de fora da área e marcou um golaço. Já aos 25, Dátolo fez jogada pelo meio, se livrou de Aírton e, também de fora da área, chutou de forma certeira, no canto esquerdo de Paulo Victor.

A partir daí as duas equipes passaram a jogar de forma aberta, porém com muita correria e poucos passes certos. Mesmo assim o Flamengo ainda teve uma grande chance de desempatar aos 45 minutos, quando Ibson cobrou escanteio e Welinton cabeceou para grande defesa do goleiro, que garantiu a igualdade.

FICHA TÉCNICA
FLAMENGO-RJ 3 X 3 INTERNACIONAL-RS

Local: Estádio Olímpico João Havelange, Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 26 de maio de 2012 (Sábado)
Horário: 18h30(de Brasília)
Árbitro: André Luiz de Freitas Castro (GO)
Assistentes: Fábio Pereira (TO) e Jesmar Miranda de Paula (GO)
Cartões amarelos: Vagner Love, Aírton e Kléberson (Flamengo) e Guiñazu, Elton e Dátolo (Internacional)
Gols:
FLAMENGO: Aírton aos 8 e Ronaldinho Gaúcho aos 16 minutos do 1º Tempo e Vagner Love aos 4 minutos do 2º Tempo
INTERNACIONAL: Gilberto aos 32 minutos do 1º Tempo e Fabrício aos 22 e Dátolo aos 25 minutos do 2º Tempo

FLAMENGO: Paulo Victor, Leonardo Moura, Marcos González, Welinton e Magal; Aírton (Amaral), Luiz Antonio (Renato Abreu), Kléberson e Ibson; Ronaldinho Gaúcho (Deivid) e Vagner Love
Técnico: Joel Santana

INTERNACIONAL: Muriel, Nei, Rodrigo Moledo, Índio e Fabrício; Elton, Guiñazu, Josimar (Maurides) e Jesús Dátolo; Dagoberto (Mario Bolatti) e Gilberto (Marcos Aurélio)
Técnico: Dorival Júnior

sábado, 26 de maio de 2012

Amistosos

21h00 Eua 5x1 Escócia

Brasileirão Série A


18h30 Flamengo 3x3 Internacional
18h30 Portuguesa 0x1 Vasco
18h30 Atlético-GO 1x1 Ponte Preta
21h00 Náutico 0x0 Cruzeiro

Brasilerão Série B


16h20 Guaratinguetá 2x1 Ceará
16h20 América-MG 4x0 CRB
16h20 Bragantino 3x4 Criciúma
21h00 ASA 1x1 Barueri

Argentino - Clausura


16h10 Lanús 1x0 All Boys
18h15 Argentinos Juniors 1x0 Banfield
20h20 Belgrano 1x0 Racing Club

Amistosos


13h00 Portugal 0x0 Macedônia
13h00 Espanha 2x0 Sérvia
13h00 Suíça 5x3 Alemanha
15h00 Holanda 1x2 Bulgária
15h45 Noruega 0x1 Inglaterra

Amistosos

10h30 Brasil 3x1 Dinamarca

No embalo da torcida, Fla supera São José, empata a semi e segue na briga

Precisando da vitória para forçar o quinto jogo da semifinal, o Flamengo teve das arquibancadas um reforço. Cerca de dois mil torcedores lotaram o ginásio do Tijuca e viram uma partida equilibrada, com boas jogadas, cestas bonitas e muita disputa pela bola. A equipe da Gávea venceu o São José por 92 a 80, empatou o confronto em 2 a 2 e segue viva na luta pela vaga para a final do NBB. Marcelinho foi o cestinha da partida, com 19 pontos. Pelo São José, Dedé foi o principal pontuador, com 17.

As duas equipes voltam a se enfrentar no próximo domingo, às 18h, no ginásio Lineu de Moura, em São José dos Campos-SP. Quem vencer garante vaga na final. Na outra semifinal, o Pinheiros venceu o Brasília por 109 a 105, também nesta sexta, e empatou a série semifinal em 2 a 2. O último duelo será no domingo, às 14h, em São Paulo.
- Foi a nossa grande partida na série. O time de São José jogou muito bem. Eles tiveram o mérito de aproveitar a estratégia de fazer muitas cestas de três pontos no primeiro tempo. Mas sabíamos que esse aproveitamento iria cair. Acho que o importante hoje foi o nosso banco de reservas. O Hayes e o Duda entraram muito bem, aproveitaram os espaços e fizeram a diferença. Agora, é descansar bem para a próxima partida, pois sabemos que será muito difícil - disse Marcelinho.
Marcelinho na partida do Flamengo e São José NBB basquete (Foto: Márcio Alves / Ag. O Globo)Marcelinho (dir.) foi o cesttinha da partida, com 19 pontos(Foto: Márcio Alves / Ag. O Globo)
Empurrado pela torcida, o Flamengo largou na frente no arremesso de três de Hélio. O São José respondeu à altura com a cesta de três de Dedé e a bandeja de Laws (5 a 3). Passada a euforia dos minutos iniciais, os times trabalharam mais a bola e se alternaram à frente do placar. Com dois pontos de Caio Torres, o Rubro-Negro fez 9 a 8. Após troca de passes envolvente, Marcelinho subiu livre para ampliar (15 a 12). Mas ele queria mais. Depois do erro de Murilo na bandeja, o ala/armador puxou o contra-ataque e anotou mais três pontos (18 a 12). Nos minutos finais, o São José diminuiu a diferença com duas cestas de três de Dedé: 24 a 20 para o Flamengo.
O São José voltou mais concentrado para o segundo quarto e fez 25 a 24, com cinco pontos de Álvaro. O Flamengo respondeu na mesma moeda e fez 29 a 25 após a cesta de Marcelinho, que levantou a torcida. O equilíbrio do primeiro período persistiu, com as duas equipes brigando pela posse de bola e disputando cada palmo da quadra. Vagner, da entrada do garrafão, marcou para o Flamengo e fez 33 a 33. A 4m25s do fim, Marcelinho deu um passe de costas para Vagner, de novo ele, anotar dois pontos na bandeja (37 a 35). Os minutos finais foram empolgantes, com os donos da casa tentando manter a vantagem de dois pontos. Mas não foi possível. Depois da troca de passes, Murilo fez 43 a 41. Hélio e Kammerichs colocaram o Flamengo na frente (45 a 43), mas não contavam com a cesta de três de Chico nos segundos finais do primeiro tempo: 46 a 45 para o São José.
Marcelinho na partida do Flamengo e São José NBB basquete (Foto: Márcio Alves / Ag. O Globo)Fla consegue levar a série para o quinto e último
jogo (Foto: Márcio Alves / Ag. O Globo)
A bola de três de Marcelinho na primeira jogada do terceiro quarto era o combustível que faltava para inflamar a torcida do Flamengo de novo (49 a 46). Com duas cestas seguidas, porém, o São José retomou a dianteira, fazendo 50 a 49. Caio Torres fez mais dois pontos, Murilo também, e o jogo continuou equilibrado (52 a 51). Na metade do período, o Rubro-Negro fez 57 a 55, com David Jackson e impediu o empate do rival no toco de Kammerichs sobre Álvaro. Na jogada seguinte, o próprio Álvaro pontuou na bandeja e anotou mais um no arremesso de bonificação (58 a 58).
A 2m53s do fim, Fúlvio acertou a mão no arremesso de três e colocou o São José na frente: 62 a 60. O Flamengo reagiu com quatro pontos de Hayes, fez 64 a 62 e colocou fogo no jogo. Após arremesso no aro de Chico, o americano sofreu falta no contra-ataque, mas só acertou um lance livre (65 a 62). Jefferson arriscou o chute de três, errou e viu Hayes, sempre ele, marcar na bandeja e fazer mais um no lance livre (68 a 62). O americano estava inspirado e ampliou a vantagem para oito pontos ao dar o tapinha no rebote. Foram dez pontos do pivô em dez minutos: 70 a 62.
Com um arremesso de três, Chico diminuiu a vantagem do Flamengo para cinco pontos ainda no primeiro minuto do último quarto. A cesta do São José, entretanto, não diminuiu o ímpeto do time carioca, que partiu para cima e fez 74 a 67. A equipe paulista tentava controlar as ações e trabalhava bem a bola na quadra do adversário. Mas não falhava muito no ataque e não conseguiu pontuar. Melhor para o Rubro-Negro, que fez 78 a 68 após dois lances livres de David Jackson e a bandeja de Hayes. Atrás no placar, o São José se lançou ao ataque. Mas se esqueceu da defesa. Livre no contra-ataque, Duda mandou a enterrada, anotou 81 a 73.

A 2m51s do fim, Marcelinho, destaque da partida, anotou mais uma cesta de três para ampliar o domínio (84 a 73). No último minuto, Fúlvio acertou o lance livre e diminuiu a vantagem para seis pontos (86 a 80). Mas parou por aí. O Flamengo segurou a ponta, venceu por 92 a 80 e levou a decisão para São Paulo.
- A torcida do Flamengo sempre faz a diferença - disse Duda (assista no vídeo).

Após duas prorrogações, Pinheiros bate Brasília e segue vivo na série

 
 Dois segundos. Era esse o tempo que separava o Pinheiros de uma vitória que o manteria vivo na briga pelo título do NBB 4. De uma vitória que teria um sabor de superação para o grupo. Sem poder contar com Shamell, que se recupera de uma cirurgia no tendão de Aquiles, a equipe mostrou força, mas pecou no fim do tempo normal e viu Nezinho levar o jogo para a prorrogação no ginásio Nilson Nelson. Mal sabia que seria a primeira de duas. Mesmo vendo alguns de seus principais jogadores serem eliminados por faltas, a equipe paulista foi valente. Suportou a pressão feita pelo atual bicampeão e a da arquibancada que cantava a plenos pulmões. Contou com a sorte também. Viu Alex desperdiçar bolas que não costuma errar e, depois de uma longa batalha, deixou a quadra com o que mais queria. Nesta sexta-feira, num confronto de tirar o fôlego, o Pinheiros provocou o quinto jogo da série semifinal: 109 a 105 (81 a 81 no tempo normal). Veja os melhores momentos no vídeo ao lado
Fiorotto na partida de basquete entre Brasília e Pinheiros (Foto: Brito Junior / Divulgação)Fiorotto anotou 13 pontos no jogo 4 entre Brasília e Pinheiros (Foto: Brito Junior / Divulgação)
Mostrou também ao Brasília que o caminho até a quarta final consecutiva não será dos mais fáceis. O dono da vaga será conhecido no domingo. A partida está marcada para as 14h, em São Paulo.

O cestinha foi Alex, com 27 pontos, um a menos que Marquinhos, do Pinheiros. Olivinha fez um duplo-duplo, com 21 pontos e 20 rebotes. Giovannoni também, com 16 pontos e 12 rebotes.
O jogo
Na camisa que vestiam durante o aquecimento, os jogadores do Pinheiros desejam força a Shamell. Sabiam também que teriam que mostrar o mesmo dentro de quadra para superar a ausência de um companheiro de tanta importância no esquema tático do time. E foi o que fizeram. Depois de um atraso de 15 minutos, devido a um problema no cronômetro de 24s, o jogo começou em ritmo intenso. A equipe paulista dominou as ações, deu poucos espaços aos anfitriões e abriu rapidamente 8 a 0.
O Brasília não mostrava a agressividade tão característica. Errava passes, escorregava e forçava arremessos. Ficou quase cinco minutos sem marcar um pontinho sequer. A primeira cesta, para alívio da torcida, foi de autoria de Guilherme Giovannoni (8 a 2).  Mas o adversário nem se importou. Continou dominante e fez com que o técnico José Carlos Vidal pedisse tempo e perguntasse aos seus comandados: "Só porque o Shamell não está nós já ganhamos?". O técnico queria atitude, mudança de postura, mas nada mudou. O Pinheiros administrava uma frente de 11 pontos e terminou o primeiro quarto sem sustos: 22 a 11.
Apesar do bom começo no segundo período (29 a 14), o time do ala Marquinhos parou em quadra. O ataque desandou. E o Brasília finalmente despertou. Liderado por Alex, o time foi encostando no marcador. Os arremessos longos passaram a ter endereço certo. Para tentar frear a reação, foi a vez de Claudio Mortari parar o jogo. Pedia que seus comandados voltassem ao padrão ofensivo. Mas as bolas encontravam com frequência o aro. E o Brasília chegou de vez: 34 a 32.
A bronca no vestiário surtiu efeito. O Pinheiros voltou firme e com Paulinho Boracini dando trabalho ao adversário. Agressivo como no primeiro quarto, o time paulista fugia no placar (55 a 43).  A arquibancada do Nilson Nelson começava a se calar. O atual bicampeão lutava. Da linha dos três, Rossi levantou a torcida outra vez (58 a 50). Dois lances livres cobrados por Alex ajudaram a diminuir o prejuízo no finalzinho: 58 a 52.
Giovannoni e Figueroa na partida de basquete entre Brasília e Pinheiros (Foto: Brito Junior / Divulgação)Giovannoni fez um duplo-duplo na partida (Foto: Brito Junior / Divulgação)
O Pinheiros se segurava como podia. Figueroa ficou pendurado com quatro faltas no momento em que os donos da casa ficaram a um pontinho do empate (61 a 60). A pressão era grande, Alex era gigante. Foi com ele que veio a virada, a 6m35s do fim da partida: 65 a 63. A festa durou pouco tempo. Olivinha acertou uma bola de três e retomou a frente (66 a 65). A arquibancada tentava fazer a sua parte. Vaiava Marquinhos e seus companheiros. Eles não se abatiam. Aproveitavam os ataques desperdiçados pelo Brasília para respirar (73 a 69). A 2m25s, Arthur cortou a vantagem para 73 a 71.
Mas um arremesso forçado de Nezinho custou caro. Marquinhos chamou a responsabilidade. Com ele, o Pinheiros fez 77 a 71. Giovannoni diminuiu para quatro pontos. No ataque seguinte, restando 45s, Alex, de três, levantou a torcida: 77 a 76. Olivinha foi para a linha do lance livre. Teve frieza suficiente para fazer 79 a 76. Os visitantes apertaram a marcação a 20s do fim. Mesmo assim, Alex encontrou um espaço para arremessar: 79 a 78. Pouco depois, Olivinha errou o passe e ligou o contra-ataque do Brasília, que desperdiçou a oportunidade de tomar o comando do marcador. Bola presa, posse do Pinheiros, Paulinho Boracini sofreu falta a 9s e converteu os dois lances (81 a 78). Depois foi a vez de Nezinho.
Ele acertou o primeiro, errou o segundo na tentativa de conseguir um rebote. Bola presa novamente restando 2s. Com o cronômetro zerando, a arbitragem marcou falta em Nezinho, para desespero do técnico Claudio Mortari. O jogo estava nas mãos do armador do Brasília. Ele suportou a pressão e levou a partida para a prorrogação: 81 a 81.
No tempo extra, o confronto seguiu equilibrado. O pivô Morro, mesmo com uma fratura no dedo mínimo da mão direita, colocou o Pinheiros na frente (89 a 87). Arthur tratou de empatar e ainda tirou Paulinho Boracini, então segundo maior pontuador do time adversário, do jogo. Ele cometeu a quinta falta. Morro também tomou o caminho do banco pelo mesmo motivo. Alex aproveitou e fez 93 a 91 para o Brasília. Restando 25s, o jovem Davi perdeu dois lances livres. Os jogadores do Brasília já comemoravam. Faltavam apenas 10s. Não podiam imaginar que Giovannoni perderia dois lances livres e que Marquinhos converteria uma bola de três para virar o jogo: 94 a 93. Só que Mineiro levou os companheiros ao desespero ao fazer uma falta boba em Alex. Nova chance para o Brasília. E o capitão desperdiçou uma cobrança para alívio do Pinheiros. Seria preciso mais uma prorrogação: 94 a 94.
Mesmo sem peças importantes em quadra, o time de Marquinhos resistia (104 a 103). Tinha no ala o seu ponto de equilíbrio para lutar contra um Brasília completo.  A 1m21s, Lucas Tischer tentou pará-lo e acabou cometendo falta. O cestinha do Pinheiros teve a chance de passar a frente, mas desperdiçou duas das três cobranças: 105 a 104.  Apesar da falha, a equipe não se abateu. Mineiro, de longe, arrancou a virada: 107 a 105. Brasília no ataque e...erro!  Marquinhos sofreu falta, perdeu de novo os dois lances. A última bola seria dos anfitriões. Respiração em suspenso. Alex seria o homem da decisão. A bola? Não entrou na cesta e morreu na mão do valente Pinheiros: 109 a 105. Fim de batalha. O sonho de disputar a primeira final segue intacto para Marquinhos e seus companheiros.

Euro 2012: Irlanda prepara ferrolho para anular rivais

A classificação para a Euro 2012 lavou a alma dos irlandeses após a frustração de ver a "mãozinha" de Thierry Henry ajudar a eliminar a seleção na repescagem para a Copa do Mundo de 2010. A primeira participação em uma Eurocopa desde 1988 tem a assinatura do italiano Giovanni Trapattoni, um dos técnicos mais experientes e vitoriosos do futebol mundial.

Capaz de armar uma retranca como poucos, "Trap" transformou a Irlanda em um time difícil de ser batido. Em suas duas últimas campanhas em eliminatórias, perdeu apenas um jogo, para a Rússia. Somente três seleções fizeram melhor: Alemanha, Espanha e Itália, todas invictas.

O problema para os irlandeses é que espanhóis e italianos estão no mesmo grupo, que ainda conta com a talentosa seleção croata, adversária da estreia. Ainda assim, nenhuma delas vai se sentir à vontade contra o ferrolho verde, que defende uma invencibilidade de 12 jogos, com apenas quatro gols sofridos no período.

A série invicta inclui amistosos contra Itália (vitória por 2 a 0) e Croácia (empate por 0 a 0) no ano passado. Embora o contexto seja diferente, Trapattoni já mostrou saber como frustrar os ataques rivais, contando com jogadores rodados como o goleiro Shay Given e o zagueiro Richard Dunne.

O problema é a falta de criatividade para criar problemas na frente. Com um meio-campo repleto de especialistas em marcação, a expectativa quase se resume às arrancadas de Damien Duff pelos lados do campo. Caso a bola chegue de alguma maneira ao ataque, a Irlanda confiará em Robbie Keane, recordista de gols pela seleção.

Com o estilo de jogo adotado, é difícil a Irlanda reagir quando leva o primeiro gol. Dá para pensar em uma classificação com três empates? O país conseguiu na Copa do Mundo de 1990, no grupo que tinha Inglaterra, Holanda e Egito. Mas nunca aconteceu a nenhuma seleção na história da Eurocopa.

A Irlanda é a única seleção entre as 16 participantes sem jogadores atuando no campeonato local, e 21 dos 23 convocados jogam por clubes ingleses. As exceções são Keane e Aiden McGeady, do Spartak Moscou.

Fique de olho - Dez anos depois de disputar a Copa do Mundo como um promissor atacante de 23 anos, Robbie Keane pode olhar para sua carreira com alguma frustração por não ter alcançado todo seu potencial. De qualquer maneira, sua história na seleção é importante: com 53 gols, é o recordista da Irlanda e um dos 30 maiores artilheiros entre todas as seleções do mundo.

Antes do Mundial de 2002, Keane já tinha experimentado decepções na carreira. Uma experiência no futebol italiano, pela Internazionale, não teve o desfecho esperado. Foi no Tottenham, onde permaneceu por seis anos, que viveu os melhores momentos da carreira, tornando-se ídolo da torcida.

O atacante ainda voltou aos Spurs após uma passagem ruim pelo Liverpool, mas não teve o sucesso de antes. Passou a rodar por outros clubes, como Celtic e West Ham, antes de aceitar o convite do Los Angeles Galaxy em 2011. No ano passado, ajudou o time a conquistar o título da Major League Soccer. Na Euro 2012, é um dos dois únicos jogadores atuando fora de clubes europeus.

Terceiro principal artilheiro das eliminatórias com sete gols, atrás apenas de Huntelaar e Klose, Keane é acusado de guardar seus tentos para jogos contra seleções menores. Nem sempre foi assim: na Copa de 2002, marcou gols importantes contra Alemanha, na fase de grupos, e Espanha, forçando a decisão por pênaltis nas oitavas-de-final. É a hora ideal para reviver aqueles momentos.

O comandante - Antes da chegada de Giovanni Trapattoni, a Irlanda viva momentos complicados. Uma campanha vexatória nas eliminatórias da Euro 2008 teve até uma goleada de 5 a 2 sofrida contra o Chipre.

Duas vezes campeão europeu pelo Milan em seus tempos de jogador, Trapattoni acumula 37 anos de carreira como técnico, alimentando o hábito de levantar taças. O currículo registra conquistas das três principais competições europeias (Copa dos Campeões, Copa da Uefa e a extinta Recopa), além de dez títulos nacionais repartidos entre quatro países.

A federação irlandesa conta com o apoio de um bilionário do ramo de telecomunicações para ajudar a pagar o salário do italiano, em um investimento de retorno garantido. É o melhor técnico da Irlanda desde o lendário Jack Charlton, que levou a Irlanda à Euro 88 e à Copa do Mundo de 1990, com uma geração indiscutivelmente mais talentosa.

Alcançar os resultados que Trapattoni tem alcançado apenas com jogadores, em sua maioria, coadjuvantes em times de médio e pequeno escalão da Inglaterra, é prova inquestionável de competência.

Os convocados:

Goleiros: Shay Given (Aston Villa/ING), Keiren Westwood (Sunderland/ING), David Forde (Millwall/ING);

Defensores: John O’Shea (Sunderland/ING), Stephen Kelly (Fulham/ING), Stephen Ward (Wolverhampton/ING), Richard Dunne (Aston Villa/ING), Sean St Ledger (Leicester/ING), Darren O’Dea (Leeds/ING), Kevin Foley (Wolverhampton/ING);

Meio-campistas: Glenn Whelan (Stoke/ING), Keith Andrews (West Bromwich/ING), Keith Fahey (Birmingham/ING), Darron Gibson (Everton/ING), Damien Duff (Fulham/ING), Aiden McGeady (Spartak Moscou/RUS), Stephen Hunt (Wolverhampton/ING), James McClean (Sunderland/ING);

Atacantes: Robbie Keane (Los Angeles Galaxy/EUA), Kevin Doyle (Wolverhampton/ING), Shane Long (West Bromwich/ING), Simon Cox (West Bromwich/ING), Jon Walters (Stoke/ING).

Ouça as partidas da Eurocopa a partir do dia 8 de junho pela Rádio Estadão/ESPN, e acompanhe diariamente o Fora de Jogo especial na ESPN e ESPN HD.

VIDEOBLOG: Dias e noites agitados em Londres

O videoblog vem novamente da sede das Olímpiadas de 2012.

A cidade de Londres continua ensolarada e todo mundo está feliz. Crianças com os pais jogando futebol, jogando taco, enchem o parque que estou aqui, e isso que este nem é o maior daqui.

Mas se os dias são nervosos, calorentos, as noites também estão muito legais. Por exemplo, na terça- feira, fui ao show do Skatalites, grupo de origem jamaicana, que é precursor do tradicional reggae. Do conjunto inicial, só há um remanescente vivo, que mantém a banda, que agora tem alguns músicos de origem americana e inglesa.



Assista ao videoblog desta sexta-feira!

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Brasilerão Série B


21h00 Guarani 0x0 Boa
21h00 ABC 0x0 Joinville

Argentino - Clausura

19h10 San Martín 3x2 Olimpo

Copa do Rei

Athletic Bilbao 0x3 Barcelona

Amistosos

Bégica 2x2 Montinegro

Amistos

Russia 1x1 Uruquai

Clássico paulista será um grande jogo, mas não é a final antecipada

Corinthians x Santos farão com certeza a semifinal brasileira mais justa desta Libertadores. As equipes de São Paulo são sem dúvida os melhores times do Brasil, bem a frente dos demais já eliminados da competição. Se o torcedor santista pode bater no peito e dizer que tem um time com grandes jogadores, dentre eles o melhor do país, o corintiano tem todo direito de encher a boca e se gabar de ter o time mais forte, mais competitivo do nosso futebol.

Pena para o Santos que o camisa 10, Ganso, estará fora destes pegas da semifinal e isso pode dar ao alvi-negro paulistano um certo favoritismo, mas é importante lembrar que na campanha vitoriosa do time da baixada ano passado, Ganso apareceu apenas na final e, vale lembrar também, que a semifinal santista da última temporada foi contra o Cerro Portenho, time muito inferior ao Corinthians.



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Serão dois grandes jogos e disso ninguém tem dúvida. Se de um lado o peixe espera por uma noite iluminada de Neymar sempre bem amparado pelo ótimo Arouca e pelo oportunista Alan Kardec, o timão conta com a solidez da dupla de volantes Ralf e Paulinho (aqui um parêntese para o Paulinho, um craque na posição, não faltará clube europeu tentando contratar o corintiano no final da temporada), além dos excelentes Émerson Sheik e Danilo.


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Até mesmo nos bancos de reservas a briga é de cachorro grande. Muricy é tido como o melhor, mas Tite tem gabarito e protagonizou uma cena que impressionou quando no gol de Paulinho comemorou que nem um doido no alambrado do Pacaembu.

Será espetacular acompanhar este duelo, mas é importante ressaltar que esta não é a final antecipada da Libertadores. Do outro lado dois times muito fortes vão brigar pela outra vaga na final. A LaU do Chile é um time com grande força de conjunto e dará muito trabalho ao gigantesco Boca. Se os argentinos não têm aqueeele time, o peso da camisa amarela-azul é absurdo. Um amigo meu disse dias desses que quando alguém coloca a camisa do Boca no varal, ele enverga.

Favorita no atletismo, inglesa é chamada de gorda por cartola; técnico se revolta

Jessica Ennis, uma das favoritas ao ouro olímpico no hetptatlo, ganhou as manchetes dos principais jornais ingleses nesta sexta-feira. A inglesa, uma das atletas mais importantes na promoção dos Jogos Olímpicos de Londres, teria sido chamada de “gorda” por um cartola importante do atletismo britânico, o que causou revolta em seu técnico.
“As coisas com as quais não podemos lidar são as que chamamos de balas de prata. Você não pode lidar com as expectativas e pressões de outras pessoas, como a gerência do BOA [Comitê Olímpico Britânico]”, disse Toni Minichiello, técnico de Ennis desde os 11 anos de idade, ao jornal The Guardian.
"“Eu recebo e-mails, ligações no telefone e mensagens de texto me dizendo o que eu tenho de fazer com Jessica para mudar algo. É muito barulho que pode distrair você”, completou Minichiello.
Foi o próprio técnico quem revelou a existências das críticas. Segundo ele, pessoas da cúpula disseram que a atleta estava “gorda e com excesso de peso”. Ennis, a despeito da avaliação dos cartolas, é uma das favoritas ao ouro em Londres, além de ser uma das garotas-propaganda mais importantes dos Jogos no Reino Unido.

SHAWN JOHNSON DIZ QUE PERDEU 11 KG E SOFREU AO SER CHAMADA DE GORDINHA

  • Dennis Grombkowski e Kevork Djansezian/Getty Images
Ela é a atual vice-campeã mundial outdoor do heptatlo, modalidade que reúne sete provas diferentes do atletismo em uma única competição. Focada na preparação para os Jogos, ela riu da polêmica. “Eu não vou entrar nisso neste momento. É definitivamente algo engraçado, mas de forma alguma um problema”, disse Ennis, campeã mundial da prova em 2009, ao The Sun.
A polêmica imediata sobre o caso foi tão grande que um outro caso veio à tona. Companheira de treinos de Jessica Ennis, Louise Hazel revelou ter sofrido o mesmo problema em um passado recente. “Eu também passei por isso, com pessoas da organização que deveriam nos ajudar. Acho que isso é vergonhoso”, disse a atleta, que também não revelou o nome de quem fez a crítica, ao Telegraph,  

Fifa suspende Brasil-RS e Treze-PB de torneios oficiais

mandatário da Fifa, Joseph Blatter, culminou numa dura punição para Brasil de Pelotas-RS e Treze-PB. Os dois clubes, que pleiteiam vagas na Série C do Campeonato Brasileiro, foram suspensos de competições nacionais e internacionais, por terem movido ação na Justiça comum contra a CBF.

Estas ações acabaram tumultuando o início do Campeonato Brasileiro das Séries C e D, que seriam iniciadas neste próximo final de semana. Mas foram suspensas por decisão do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) para garantir o direito do Santo André em disputar a Série C.

A Fifa vê como ilegal a ação da dupla de clubes brasileiros, que acionou a Justiça comum, ainda que tivessem esgotadas suas possibilidades em nível desportivo. O clube gaúcho foi punido na temporada passada por escalação irregular de um jogador e os paraibanos querem a vaga do Rio Branco-AC, que no ano passado também desrespeitou as regras da Fifa, mas sequer foi punido porque retirou o processo a tempo.

Esta decisão será comunicada à CBF ainda nesta tarde. A dupla não poderá disputar competições oficiais até que retirem as ações nos Tribunais de Justiça locais do Rio Grande do Sul e da Paraíba.

O advogado do Brasil-RS, Adriano de Leon, informou que não se manifestaria até que recebesse o comunicado oficial. "Enquanto não tivermos um documento oficial em mãos, isso será tratado apenas como boato", alegou.

Apesar da ameaça de desfiliação, o presidente do Treze, Fábio Azevedo, garantiu que vai manter sua posição de pleitear uma vaga na Justiça comum. "Já estou sabendo da punição e considero como lamentável. Eles (Fifa) estão desrespeitando a nossa Constituição e alguém tem que fazer algo. Não vamos mudar a posição", declarou.

ENTENDA O CASO - O Brasil de Pelotas foi punido na temporada passada por escalar o lateral Cláudio de forma irregular na primeira fase. Ele teria que cumprir suspensão do ano anterior, quando atuava pelo Ituiutaba (hoje Boa Esporte). Com a perda de seis pontos, acabou caindo para a lanterna de sua chave e rebaixado para a Série D. Fato que beneficiou o Santo André, rebaixado dentro de campo.

Quinto colocado na Série D de 2011, o Treze quer a vaga do Rio Branco, que acionou a Justiça comum para ter seu estádio liberado para receber torcida na competição em 2012. Por isso, o Treze acabou acionando o TJ da Paraíba para ficar com a vaga. O Araguaína-TO, que foi rebaixado no lugar do clube acreano, também pleiteia esta mesma vaga.

Presidente do Vila Nova lamenta paralisação da Série C

Mesmo tendo mais tempo para se preparar, o Vila Nova deve lamentar a paralisação da Série C do Campeonato Brasileiro. Pelo menos é o que afirma o presidente do clube, Marcos Martinez. A CBF ainda decidirá quem fica com a vaga: Brasil de Pelotas ou Santo André.

“Estou apreensivo. Não chego a dizer que é uma várzea porque a CBF é organizada. Mas estamos com equipe e programação montadas. Vamos continuar os trabalhos. Espero que tudo se resolva logo, já que não sabemos quando poderemos jogar”, disse o mandatário.

Ainda de acordo com Martinez, o Vila Nova, que deveria estrear na terceira divisão no domingo, contra o Oeste, no Estádio Serra Dourada, em Goiânia (GO), poderá ter alguns prejuízos financeiros durante este período.

“Se a gente começasse a jogar, já teríamos renda com bilheteria. Esta paralisação pode dificultar na tentativa de arrumar patrocínio também. Claro que teremos mais tempo para regularizar e treinar os atletas que foram contratados, mas esta suspensão foi mais maléfica do que benéfica”, concluiu Martinez.

Presidente do Paysandu critica adiamento do início da Série C

A decisão do STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) de adiar o início das séries C e D do Campeonato Brasileiro, devido a clubes entrando na Justiça comum brigando por vagas nas competições, desagradou ao presidente do Paysandu, Luiz Omar Pinheiros.

“O Paysandu só tem a perder com esse adiamento. O time já estava em ritmo de jogo, o Roberval Davino implementou seu trabalho até definindo esquema para jogar no domingo. Além da questão financeira que pode atrapalhar em relação a atraso de salários”, declarou.

A estreia do clube paraense na terceira divisão nacional estava marcada inicialmente para o próximo domingo, às 16h (de Brasília), no Estádio Leônidas Sodré de Castro, o Curuzu, em Belém do Pará

Manias, superstições ou loucuras?

Hoje fiz minha primeira participação como comentarista na ESPN. O especial de Roland Garros vai ao ar amanha sexta-feira as 23:30h e nele se falou muito da história dos brasileiros nos torneios, dos franceses e das chances do Djokovic, Nadal e Federer. Eu diria que está imperdível. Vale a pena ver.

Falamos de muitas coisas, mas uma que com certeza vai repercutir bastante é sobre superstição.

Na minha experiência como tenista já vi de tudo. O que mais tem no circuito é maluco supersticioso na enésima potência. Ouso dizer que só tem maluco no circuito.

Como considero que entendo um pouco do meio e convivi bastante com essa galera decidi abrir a porta do hospício e apresentar os maluquinhos pra galera.

Vou tentar deixar dez das maiores superstições da galera. Algumas podem até ser tiques ou manias. O que mais interessa é ver como a galera se comporta dentro do seu dia a dia dos torneios.

1: Chuveiro. Uma das mais divertidas e usadas manias dos jogadores de tênis é tomar banho no chuveiro que você tomou depois de vencer o jogo passado. Não existe nenhuma chance do cara mudar. Se na hora do banho esse chuveiro estiver ocupado, não importa, você espera e toma lá. Já vi fila de 5 ou mais tenistas esperando pelo mesmo chuveiro e um monte livre podendo ser usado. Como ninguém diz que é supersticioso fica todo mundo fazendo de conta que está conversando ou alongando esperando a sua vez.

2: Garrafinha. O grande Nadal é o rei dessa mania. O cara deixa alinhada, certinha e sempre fecha as garrafas. Aiiii da pessoa que tocar na garrafinha dele. Acho que se um dia alguém chutar, tropeçar ou mexer ele tem câimbra mental eterna. Fico imaginando que nos dias de hoje eu já teria chutado em uma virada só pra ver o circo pegar fogo. Ah, eu chutaria mesmo e faria aquela cara de Perdonnn

3: Não pisar na linha Essa também é bem normal. A galera não pisa na linha nunca ao voltar da virada. Não me perguntem o motivo. Não tenho a menor ideia. Essa é tão maluca que até eu entrei nessa numa época.

4: Comer no mesmo restaurante. Xiii essa tem a assinatura Guga. O meninão da ilha comia no mesmo restaurante e a mesma comida sempre que ganhava. Não tinha presidente da republica que fizesse mudar de restaurante. O mais duro era quando nesse primeiro dia o restaurante era péssimo e ele ganhava. Lá íamos nós a semana toda aguentar a gororoba do lugar

5: Abrir e fechar o zíper da bolsa. Esse é mais tic nervoso do que superstição. Mas tinha um dinamarquês que chamava Keneth Carlssen que era uma figura. Aiii de você se mexia em alguma coisa. Ele virava o pior dos vikings. Ele antes de entrar na quadra abria e fechava o zíper da bolsa umas 20 vezes seguidas. Você pode imaginar a cena? Abre, fecha, abre, fecha, abre, fecha...

6: Não deixar tocar na raquete antes do jogo. Essa eu aprendi com o Francisco Clavet. Espanhol ex 10 do mundo que não permitia você tocar na raquete dele. O cara era um anjo, um menino dos mais agradáveis, mas se você tocava na raquete dele... O cara chegava a rosnar. Pior ainda é se esse toque se estendia ao grip da raquete. Socorro. Eu que treinava com ele várias vezes mexia e até jogava a raquete dele no chão. Era muito divertido.

7: Barba. Não me perguntem o motivo, mas fazer a barba no meio do torneio era algo impossível de acontecer. Em torneios como Roland Garros o jogador começa todo bem apresentado e a grande maioria chega nos últimos dias parecendo um bronco.

8: Ver a chave. Por último uma das que eu mais gosto. Jogador de tênis vive declarando que não vê chave antes do torneio e que não importa o adversário. Que bando de mentiroso. É só sair a maldita chave que um monte de tenista se amontoa na frente do papel pra ver com quem joga. Mais que isso, olha com quem os outros jogam. Sempre tem aquele espirito de porco que chega pra você e diz: "Opaaa, Fino. Deu sorte ein?", "Já marcou o voo de volta?" "Você joga contra o Nadal no saibro ou Sampras na grama?"

Bom galera essas foram alguns bastidores do mundo do tênis. Se você achava que os tenistas eram normais depois desse post pode mudar de ideia.

Antes de ir tenho um pedido. Você tem alguma dessas ou outras loucuras? Abre ae pra noiiiiis. Conta pro povo?

A classificação para a Euro 2012 lavou a alma dos irlandeses após a frustração de ver a "mãozinha" de Thierry Henry ajudar a eliminar a seleção na repescagem para a Copa do Mundo de 2010. A primeira participação em uma Eurocopa desde 1988 tem a assinatura do italiano Giovanni Trapattoni, um dos técnicos mais experientes e vitoriosos do futebol mundial.

A 23ª edição do Antunadas, programa exclusivo do ESPN.com.br que é produzido apenas por você, fã do esporte, já está no ar! Confira quais foram as celebridades que tentaram a sorte nos esportes profissionais; conheça os gigantes e os gordinhos dos esportes americanos, além de saber quais quarterbacks da história da NFL lançaram para muitas jardas, sem sequer conseguir um touchdown! Tudo isto e muito mais!

Clique no vídeo abaixo, divirta-se e não esqueça de deixar a sua pergunta ou comentário!



Clique no player para assistir à 23ª edição do Antunadas

Sharapova pode completar o Grand Slam e sair de Roland Garros como nº1 do mundo

Não é só Novak Djokovic que pode sair de Roland Garros, que começa neste domingo com transmissão dos canais ESPN, completando os quatro títulos de Grand Slam do mundo do tênis. Entre as mulheres, a atual número 2 do ranking da WTA, Maria Sharapova, precisa apenas do troféu do torneio parisiense para completar sua coleção de Slams.

Maria Sharapova pode se tornar a nona mulher no mundo do tênis a conquistar os quatro títulos de Grand Slam, a primeira desde a norte-americana Serena Williams em 2003. A russa já venceu os títulos do Australian Open (2008), Wimbledon (2004) e US Open (2006).

As outras mulheres a conseguiram completar o Grand Slam foram Maureen Connolly Brinker, Doris Hart, Shirley Fry Irvin, Margaret Court, Billy Jean King, Chris Evert, Martina Navratilova, Steffi Graff e Serena Williams.

Além da chance de completar o Grand Slam, Maria Sharapova pode se tornar a nova líder do ranking da WTA. Para isso, a russa precisa vencer Roland Garros, desde que sua adversária na final não seja a tcheca Viktoria Azarenka, atual nº 1. Mesmo se chegar à final e perder, Sharapova ainda pode ser líder se Azarenka não fizer mais do que defender seus pontos de quartas-de-final.

Sharapova pode vencer o único título de Grand Slam que lhe falta em Roland Garros
Sharapova pode vencer o único título de Grand Slam que lhe falta em Roland Garros
Crédito da imagem: Reuters

Homem que derrotou Fedor estreia como azarão no UFC

Pezão estreia no UFC contra Velasquez
Pezão estreia no UFC contra Velasquez
Crédito da imagem: Gleidson Venga

Olá fãs de esportes,

Do alto de seus 1,93m e 120kg, Antonio Pezão entrou para a história do MMA como um dos homens que derrotou Fedor Emelianenko, o melhor peso pesados de todos os tempos neste esporte.

Na ocasião (2011), Pezão usou de seu tamanho e vigor para derrotar o lutador russo, que foi obrigado a desistir da disputa, no Strikeforce, devido aos ferimentos que sofreu na luta.

Um ano depois, por incrível que pareça, o brasileiro finalmente faz sua estreia no UFC, mas entra como azarão.

De um ano pra cá, é verdade, Pezão foi derrotado pelo então pouco conhecido Daniel Cormier, um wrestler de alto nível nos EUA que começava a trilhar seus passos no MMA, e cuja história começou a escrever contra o brasileiro, consagrando-se com uma arrasadora vitória diante de Josh Barnett no último sábado, na final do GP do Strikeforce.

Mas vamos voltar a falar de Pezão.

Ele, que enfrentaria Roy Nelson, mudou de adversário semanas antes da luta, e agora terá pela frente Cain Velásquez, o ex-campeão dos pesos pesados do UFC.

A troca de adversário aconteceu graças ao doping de Alistair Overeem, que enfrentaria Cigano, mas foi cortado da disputa.

Frank Mir, que lutaria contra Velásquez, foi promovido à luta pelo cinturão, e Pezão “promovido” ao duelo contra Velásquez.

O brasileiro gostou da mudança.

“Eles me colocaram para lutar com o Velásquez e fiquei muito lisonjeado com esta oportunidade”, disse o lutador a este blogueiro, “Ele é o número dois do mundo e me apeguei a esta oportunidade. Ele é um ótimo atleta, então contei com vários parceiros de treinos para me ajudarem a fazer essa preparação. Estou preparado, vou dar o meu melhor, não sei se esta luta vai acontecer mais em pé ou no chão, mas onde for estarei preparado para cair dentro o tempo todo”.

Pezão contou como espera se sair em sua estreia.

“Quero entrar com o “pezão” direito no evento”, brincou, “Vou atrás da vitória o tempo todo. Todos os atletas procuram melhorar, e foi o que fiz nestes oito meses que fiquei parado. Corrigi vários defeitos, assisti todas minhas lutas para ver meus erros, e é isto que quero mostrar neste sábado”.

O homem que passou por cima de Fedor e que finalmente fará sua estreia no UFC comemora o grande momento de sua carreira, e garante que entrar como azarão lhe dá ainda mais motivação para a disputa.

“O UFC é uma seleção do esporte, é como se um jogador de futebol chegasse a seleção brasileira. Eu cheguei ao ponto máximo do MMA, e agora quero me manter, fazer boas lutas, e por ser minha primeira luta, contra um cara duríssimo, ser o azarão é até uma coisa que gosto, para que eu vá ainda mais motivado para mostrar meu trabalho”.

A pedreira no caminho do brasileiro
A pedreira no caminho do brasileiro
Crédito da imagem: Gleidson Venga

Simon ganhou do Bellucci

Era um jogo bem ganhável para o brasileiro. Mesmo tendo que jogar contra um belo jogador de tênis e que tem ótimos resultados no circuito, o brasileiro Thomaz Bellucci, para mim, era favorito contra Gilles Simon hoje. Calma gente, explico os motivos.

Jogado em uma quadra bem lenta e com o francês em uma fase não das suas melhores, as chances de uma vitória aumentavam. Como Nice é na semana anterior de Roland Garros e os franceses sentem uma pressão impressionante no torneio, não seria nada estranho ver o francês perdendo o foco se o jogo se complicasse. Com certeza, uma pergunta ficaria na cabeça do Simon o tempo todo. Vale a pena me matar na semana anterior do torneio mais importante pra mim?

Ao começar o jogo, vimos dois jogadores trocando muitas bolas e o brasileiro tomando um pouco mais de riscos. Era de se esperar ver o Simon esperando os erros do Bellucci. Fez a tática desde o primeiro game e, dentro de suas características, usa a força do adversário para atacar na boa. Usou bolas fundas, correria e jogou mais no forehand do Thomaz. A favor do francês vinham os erros de devolução de saque do brasileiro (muitos). Com isso, foi levando o jogo sem problemas até o 6/5 do primeiro set. Em quase todos os games recebeu 2 ou 3 pontos de graça. Quando foi devolver no 6/5 e percebeu que o brasileiro sentiu um pouco a pressão, só colocou bola em jogo. Tirou os erros e esperou o brasileiro errar. Ele errou. O Bellucci perdeu o saque com 3 erros não forçados e perdeu o set.

No segundo set vimos um Bellucci baixar os braços. O que teria que acontecer com o Simon aconteceu com o brasileiro. Perdeu a paciência e, contra um jogador experiente, é a morte. Em pouco mais de 10 minutos perdeu de 6/0 e a derrota veio sem muita luta no segundo set.
Chances perdidas. Oportunidades que deixamos escapar. Hoje era um dia para ganhar confiança e seguir adiante no torneio. Mais ainda contra um bom jogador, mas ganhável.

Agora é pensar nos erros e focar pra Roland Garros.
O lado positivo foi ter passado o quali e ter vencido dois jogos na chave principal.

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Crédito da imagem: Reuters

VIDEOBLOG: Em Londres, o encontro da dança com o esporte é algo maravilhoso

Este videoblog vem direto de Londres para falar sobre arte.

Começou, no início da semana, o encontro da dança com o esporte no teatro Queen Elizabeth Hall. Foram dois espetáculos de dança: o primeiro falando de um dos jogos mais emocionantes da história das Copas, entre Alemanha e França; o segundo teve dois coreógrafos encenando Rocco e seus Irmãos, um filme belíssimo.

Torço para que um dia essas duas apresentações façam uma apresentação no Brasil, porque quem viu aqui em Londres ficou com água na boca. Veja trechos desses espetáculos e relembre o mencionado jogo entre as seleções alemã e francesa.


Assista ao videoblog desta quinta-feira!

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Copa do Brasil

21h00 Grêmio 2x0 Bahia

Libertadores


20h00 (4)Santos 1x0 Vélez Sarsfield (2)
22h30 (5)Universidad de Chile 1x1 Libertad(4)

O Vasco marcou o melhor do Corinthians por 179 minutos. Não foi o bastante

O Vasco foi valente! Poderia avançar às semifinais da Copa Libertadores e, na prática, faltou o tiro certo de Diego Souza, no contra-ataque proporcionado por Alessandro.

Ah, o Alessandro!
Não vinha bem quando se machucou, perdeu o lugar para Edenílson, que fraturou o dedo do pé e por isso ficou de fora da grade decisão.

E Alessandro quase entregou o ouro.

Mas o melhor jogador, aquele que todo corintiano sabe que, se vai bem, o Corinthians também vai, esse é Paulinho.
O Vasco tratou de cuidar do volante corintiano por 179 miutos. Esquece-se dele por uma fração, o suficiente para que fizesse o gol da classificação às semifinais aos 43 do segundo tempo. Não é uma crítica ao Vasco, uma constatação de que muitas vezes é impossível conter um jogador que decide. Paulinho não decidiu fazendo a transição, mas tocando de cabeça num escanteio, como não é sua característica.

Bola parada também vale. Mesmo que o Vasco tenha tido chance de empatar no final, no abafa, na cabeçada de Rômulo. Para os vascaínos, o vilão é Diego Souza. Não jogou mal, mas perdeu a bola da partida.

O fato é que o Corinthians está em paz e pensando na Libertadores como um dos torneio do ano.
Tem-se dito isso desde o início do ano.
Que este Corinthians, em paz, faria a melhor campanha de sua história na Libertadores.
Já faz mesmo, igualando o ano 2000.
E a pergunta, até onde o Corinthians pode ir?
A resposta: até onde ninguém parar.

Corintiano que é corintiano, torce pelo Vélez contra o Santos, nesta quinta. Aí, os argentinos se matam de um lado da chave e o Corinthians... bem, ainda assim teria de pegar a Universidad de Chile.

STJD determina suspensão das Séries C e D a três dias de início dos torneios

O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) anunciou nesta quarta-feira a suspensão do início das Séries C e D do Campeonato Brasileiro, que aconteceria no próximo fim de semana. O presidente da entidade, Rubens Approbato, aceitou pedido de liminar do Santo André para que as competições só comecem quando houver uma decisão definitiva das brigas judiciais envolvendo o próprio clube, Treze-PB, Rio Branco-AC, Brasil de Pelotas-RS e Araguaína-TO.

Uma das principais preocupações de Approbato é com o fato de Brasil, Rio Branco e Treze terem entrado na Justiça comum. Segundo a legislação da Fifa, os três clubes podem ser desfiliados.

"A soberania de cada país pode editar normas a respeito de matéria desportiva. Mas se essas normas forem contrárias às da Fifa, a entidade pode, sem ferir a soberania do país, desfiliar o clube", explicou.

A primeira batalha jurídica é entre Brasil e Santo André. O time gaúcho perdeu seis pontos na temporada passada pela escalação irregular do lateral-direito Claudio. A decisão do STJD beneficiou os paulistas, que se livraram do rebaixamento.

Para inverter a situação, o clube de Pelotas acionou a Justiça comum antes de se esgotarem as instâncias na esfera esportiva, o que é proibido pela Fifa. No início do mês, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ/RS) determinou que o clube fosse incluído imediatamente na competição sob pena de multa diária de R$ 100 mil.

A outra briga envolve três clubes: Treze, Araguaína e Rio Branco. Tudo começou no ano passado, quando o clube acreano acionou a Justiça comum para liberar a Arena da Floresta, então interditada. Por conta disso, acabou punido com o rebaixamento. No entanto, após um acordo jurídico o time do Norte reconquistou o direito de disputar a Série C.

Este fato desagradou tanto o Treze, quinto colocado na Série D de 2011, como o Araguaína, que acabou rebaixado no lugar. O clube paraibano, então, na última sexta-feira, confirmou na Justiça da Paraíba, por meio de uma liminar, a presença do Treze na Terceira Divisão. Mas sua inclusão não está homologada pela CBF.

Eliminação do Flu tem aplausos da torcida, choro de jogadores e agradecimentos de Abel

O gol do Boca Juniors, aos 45 minutos do segundo tempo, eliminou o Fluminense da Libertadores e abalou profundamente os jogadores do clube carioca, causando uma avalanche de emoções no Engenhão.

A torcida, que foi em bom número ao estádio, reconheceu o esforço dos jogadores e aplaudiu o time, que buscou o gol durante toda a partida, mesmo sem Fred e Deco – as duas estrelas do elenco estavam machucadas.

Enquanto os tricolores das arquibancadas apoiavam, os atletas desabavam diante da decepção que o empate por 1 a 1 lhes causou. Thiago Neves sentou-se no meio do campo, cabisbaixo, como se não acreditasse no que via; o zagueiro Anderson chorava, andando sem rumo.


Jogadores do Fluminense ficaram muito abatidos com o empate no Engenhão
Jogadores do Fluminense ficaram muito abatidos com o empate no Engenhão
Crédito da imagem: Reuters
Enquanto isso, o técnico Abel Braga procurava, um a um, os jogadores. Em meio à tristeza de todos, o treinador cumprimentava com um abraço e um aperto de mão. O lateral Bruno até tentou dar entrevista, mas não conseguiu ir além da primeira frase.

“Agora é abraçar os companheiros e um ajudar o outro”, disse o jogador antes de descer para os vestiários.

Oilers podem trocar sua escolha no Draft com os Blue Jackets

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Uma notícia chamou a atenção na NHL hoje à tarde. Um executivo da WHL, liga júnior de hóquei canadense, confidenciou que o Edmonton Oilers tem intenção de trocar sua 1ª escolha no Draft 2012 com o Columbus Blue Jackets.

Visão de OhioJá é de conhecimento de muitos que o time de Ohio quer contar com Nail Yakupov no seu elenco, atleta que atua pelo Sarnia Sting, da OHL (Ontario Hockey League). O problema é que a segunda escolha no geral, não garante o russo no elenco, que é o forte candidato para ser a primeira escolha deste ano. A questão em Columbus é: deixar passar e torcer para que o jogador caia no seu colo ou garanti-la, trocando sua posição com os Oilers?

Visão de EdmontonSabendo do desejo dos Blue Jackets e não querendo tanto o jogador Nail Yakupov, a 1ª escolha no geral para o Oilers pode se transformar em um grande trunfo para o futuro. Tudo isso ocorre porque o time canadense precisa de bons defensores. Sabemos que o time já possui um ataque muito bom e que pode fazer a diferença na busca pela Stanley Cup. Com este pensamento, o nome da vez em Edmonton é o defensor Ryan_Murray, de 18 anos, do Everett Silvertip, da WHL. Murray está cotado em segundo entre todos os jogadores do próximo Draft. Realizando a troca, os Oilers conseguiriam seu jogador de qualquer forma e ainda lucrariam com a troca com os Blue Jackets.

Visão do ThiagoCreio que se este rumor se concretizar, os Oilers acertam em sua decisão, pois como já dissemos anteriormente, o time necessita de um bom nome para sua defesa. Porém, sabemos que primeiras escolhas de draft não significam bons jogadores no futuro. Por mais que este fato não ocorra com tanto freqüência atualmente é bom ficar de olhos abertos. Na minha opinião, o ideal seria trocar a 1ª escolha por um defensor já lapidado. Temos muitos no mercado que poderiam se tornar um excelente D-man em Edmonton.

Djokovic, Nadal ou Federer. Quem vence Roland Garros?

É só começar o torneio de Roland Garros que as mesmas perguntas aparecem. Será que o Nadal vai ganhar mais uma vez? Será que o Federer eleva seu nível e consegue vencer Roland Garros? Chegou a hora do Djokovic vencer?

Os três são os favoritos e dificilmente algum outro jogador vença o torneio este ano. Pode acontecer, mas seria uma belíssima zebra.

Dos três gigantes posso assegurar que o espanhol é o grande favorito. Já venceu 6 vezes e apostar contra ele lá é quase um suicídio. Seu jogo foi fabricado para essa quadra e para jogos dramáticos. Para ganhar Paris você tem que ter muito físico, muita paciência, muita força mental, saber se adaptar a diferentes climas e algumas ventanias e mais importante que tudo isso. Ser frio na hora de ganhar. A cara dele certo? Como ele já venceu tantas vezes seus adversários já entrar com uns 3/0 atrás no primeiro set. Quem disse que camiseta não ganha jogo? Com ele isso acontece quase sempre.

Outro ponto positivo do Nadal é que o jogo é muito longo. No tênis sempre comentamos que ganhar de um top em jogos de melhor de 3 sets é bem mais fácil que em melhor de 5 sets. Simples... Você tem que ganhar 3 sets do cara e não 2.

Ponto negativo? Não consigo ver nenhum

Federer. Ele já venceu e com isso tem muito menos pressão nas costas. Lembro do Sampras em Roland Garros e o Federer mesmo antes de vencer. Toda pergunta era se ele um dia venceria. Se ele tinha jogo pra isso. Como ele já venceu pode se dar o luxo de jogar mais solto. Com isso o gênio das quadras pode virar um perigo. Temos que lembrar que ele vai cair do lado de um dos dois (Djoko ou Nadal), na semi ele pode encontrar e complicar a vida deles. O que pode prejudicar o suíço é se ele for escorregando nas rodadas iniciais e tiver que jogar muitos sets a fera pode cansar. Tudo que ele quer é chegar bem até a semifinal e poder encarar as feras de frente.

Outro ponto importante é se vai chover ou não em Paris nesses 15 dias. Sem chuva a quadra fica rápida e ele fica mais chato. Com chuva a quadra fica mais lenta e ele sofre mais.

Djokovic. Hoje ele é uma incógnita. Ele pode voltar a jogar muito e ganhar lá, mas as duas derrotas para o Nadal podem ter feito estragos no sérvio. Dos três é o que mais pode ser surpreendido. Ele vai ter que se focar muito. Vai ter que elevar seu nível outra vez. principalmente nas primeiras rodadas. Se passar as duas primeiras ele começa a voar outra vez.

Achei ele muito sem paciência para trocar bolas e sofrer nos pontos. Isso no ano passado não acontecia. Se ele quiser ter chances em Paris vai ter que mudar sua maneira de encarar os jogos agora.

Bom, é muito difícil prever alguma coisa. Estamos aqui falando que um dos três vai ganhar e dando um monte de motivo. Quem sabe se não aparece um Ferrer, Monfils, Tsonga ou uma zebra gigantesca e vence?

Deixe sua opinião. Quem ganha Roland Garros pra você?

Emocionado, Abel diz que só 'deuses' explicam eliminação e garante: 'Flu não vai cair'

Depois da dolorosa eliminação nas quartas de final da Copa Libertadores em pleno Engenhão, nesta quarta-feira, o técnico do Fluminense, Abel Braga, não escondou a tristeza e chegou para sua entrevista coletiva emocionado e com olhos marejados.

Em um gesto emocionante, Abel Braga amparou os jogadores mais jovens na saída de campo junto com o vice-presidente de futebol, Sandro Lima. Após a partida, o técnico agradeceu as palavras do dirigente e disse que somente "os deuses do futebol" explicam a eliminação.

“Quero agradecer as palavras do Sandro ao grupo. Foram palavras que emocionaram. Coisas que devem estar no coração de qualquer torcedor. Meus jogadores foram excepcionais. Sei exatamente o que as lágrimas deles representam. Correram até o último minuto e foram no limite. Ficou provado que temos um grupo muito forte. A eliminação baqueou, entristeceu, mas não vai fazer o Fluminense cair”, disse Abel.

Depois de dominar o Boca Juniors por quase 90 minutos, o Fluminense levou um gol aos 46 minutos do segundo tempo que selou a eliminação da equipe carioca nesta quarta-feira.

“O futebol tem dessas peças. Saímos de um jogo no qual o meu goleiro não fez nenhuma defesa. O Boca jogava por um lance. Tive o cuidado de não mexer naqueles que cobrariam pênaltis se fosse preciso. Só acho que não é normal acontecer aos 46 minutos do segundo tempo. Se fosse nos pênaltis, seria menos dolorido, mas treinamemos muito as cobranças e tenho quase que certeza que venceríamos. Só os deuses podem falar. Não tem explicação. Merecíamos uma sorte melhor”, analisou o técnico.

Após o título do Campeonato Carioca e a eliminação da Copa Libertadores no primeiro semestre, o Fluminense tentará se reerguer com a disputa do Campeonato Brasileiro.

Abel Braga consola Thiago Neves na saída de campo
Abel Braga consola Thiago Neves na saída de campo
Crédito da imagem: Agência Estado

Jádson marca, São Paulo empata com o Goiás e volta à semi após dez anos

Fora dez anos de espera, mas o São Paulo está de volta à semifinal da Copa do Brasil. O fim da fila aconteceu nesta quarta-feira, com o empate por 2 a 2 com o Goiás, em Goiânia. Na primeira partida, os paulistas tinham vencido por 2 a 0 no Morumbi.

Além do empate, que recolocou o São Paulo em sua primeira semifinal do torneio desde 2002, o resultado foi importante para acalmar os ânimos no clube. O meio-campista Jádson, que criou mal-estar com o treinador Emerson Leão, foi o autor do primeiro gol dos paulistas; Cortez fez o segundo. Pelo Goiás, Ricardo Goulart e Egídio marcaram.

Antes de iniciar a disputa das semifinais da Copa do Brasil, o Tricolor paulista encara o Bahia no domingo, no Morumbi, em busca de sua primeira vitória no Campeonato Brasileiro. Já o Goiás tenta seu primeiro triunfo depois de seis partidas recebendo o Paraná no Serra Dourada, em 5 de junho.

O jogo – Sem Paulo Miranda e Denilson, suspensos, Emerson Leão apostou em um 3-5-2 com as entradas dos zagueiros Bruno Uvini e Edson Silva ao lado de Rhodolfo. A alternativa do Goiás, mantido em seu 4-5-1, foi pressionar pelas laterais para evitar os avanços de Douglas e Bruno Cortez e contar com a movimentação de Iarley em cima de Casemiro na cabeça de área para criar espaços.

A alternativa, no início, deu certo. Embora sem fazer pressão, apesar de não ter sido intensa por conta da extensão do campo no Serra Dourada, o time anfitrião conseguia manter a bola em seu campo de ataque. Mesmo assim, levava sustos, já que Luis Fabiano saia da área e fazia o pivô para Lucas, sempre em velocidade.

Iarley, contudo, achou seu lugar para atrapalhar em cima de Casemiro. Desta forma, aos 19 minutos, deixou Ricardo Goulart em condições de bater rente à trave de Denis e, no minuto seguinte, Ricardo Goulart completou cruzamento nas redes pelo lado de fora. Estava encontrado o local para entrar na defesa do time visitante.

Aos 21 minutos, os paulistas ainda estiveram perto de abrir o placar, quando Cortez bateu na saída de Harlei e só não marcou porque Rafael Toloi salvou em cima da linha. O lateral, contudo, errava na marcação, assim como Douglas. E a saída de bola estava ruim, tanto que jadson e Cícero vinham até a defesa para ajudar. Dificuldades que custaram caro.

Aos 28 minutos, Iarley mais uma vez entrou na área pela meia-lua e rolou na esquerda para Ricardo Goulart entrar em velocidade e bater cruzado. A bola passou pro baixo do corpo de Denis e balançou as redes ao mesmo tempo em que injetou motivação no time e sua torcida em Goiânia.

A alegria, porém, durou 30 segundos. Em uma de suas primeiras oportunidades de sair driblando como gosta, Lucas passou por marcadores no bico esquerdo da grande área do Goiás e ajeitou para Jadson chegar de trás finalizando com precisão, empatando a partida. A revolta goiana foi manifestada com celulares atirados pela torcida em direção aos são-paulinos, que comemoravam o gol.

Como o São Paulo balançou as redes na condição de visitante, só uma goleada classificaria o time da casa. E o Verdão do Centro-Oeste pouco fez para alcançar os três gols necessários. O time de Enderson Moreira já não tocava mais a bola para ganhar espaço no ataque.

Diante da apatia que dominou seu adversário, o Tricolor não soube aproveitar porque abusava das jogadas individuais. Mesmo quando Luis Fabiano balançou as redes pelo lado de fora, havia Lucas livre como opção na pequena área. Os erros, entretanto, não eram tão fatais devido à vantagem conquistada no Morumbi.

O intervalo não serviu para injetar ânimo à equipe alviverde. Mas foi útil para Leão definir uma nova estratégia. Sem ter um especialista de confiança para marcar na cabeça de área, resolveu espalhar seus atletas na intermediária defensiva, deixando Jadson, Lucas e Luis Fabiano, às vezes ajudados por um lateral, para contra-atacar.

A estratégia valeu um escanteio que Rhodolfo cobrou nas redes aos 11 minutos, mas o árbitro invalidou alegando falta na grande área. Na sequência, o Goiás assustou com Peter, mas o Goiás não tinha tática ou empenho para buscar a goleada necessária para conseguir a vaga.

O time de Leão, porém, tinha tudo isso e eficiência até para corrigir o individualismo que prejudicou a equipe no primeiro tempo. Aos 16 minutos, Jadson lançou Luis Fabiano, que avançou na intermediária, limpou Marcos Paulo e tocou com precisão entre dois marcadores para Cortez dominar na grande área e bater na saída de Harlei.

A classificação estava tão consolidada que a torcida são-paulina presente gritava “olé” e Jadson, na tentativa de retardar o reinício da partida, passou a fazer embaixadas com a bola antes de levá-la ao local no qual o Goiás bateria falta. Iarley se irritou e brigou com o meia, Luis Fabiano e Edson Silva. Na cobrança, Egídio contou com desvio da barreira para empatar, aos 36 minutos do segundo tempo.

O lance e o gol, contudo, foram um raro momento de tensão no confronto. A vitória por 2 a 0 no Morumbi, na primeira partida, definiu a classificação são-paulina para as semifinais da Copa do Brasil.

VÍDEO: Valdivia agradece 'favor' de Felipão e revela pedidos por 'bigode invicto'

Um dos principais jogadores na vitória do Palmeiras por 2 a 0 sobre o Atlético-PR, que garantiu ao time paulista vaga na semifinal da Copa do Brasil na noite desta quarta-feira, Valdivia seria substituído pelo técnico Luis Felipe Scolari no segundo tempo. Porém, o meia pediu ao comandante para permanecer em campo a ajudar a equipe em uma partida decisiva.

Após o confronto, o jogador agradeceu a compreesão do treinador palmeirense, enfatizou que tem liberdade para conversar com Felipão, e espera que não criem nenhum tipo de polêmica em torno de seu pedido.

"Tenho confiança e liberdade para pedir (para permanecer em campo). Estava realmente cansado, mas é complicado sair. O Felipão deixou, e eu agradeço ele por isso. Não façam polêmica com isso", disse o meia na saída do gramado.


Clique no player e veja a declaração de Valdivia
Com o resultado desta quarta-feira, o Palmeiras quebrou um tabu de 13 anos sem se classificar à semifinal da competição nacional. Apesar de ciente do longo tempo, Valdivia se disse tranquilo com a situação e afirmou que o elenco atual não é responsável pelo histórico de derrotas em outras edições do torneio. 

Valdivia disse que elenco pediu por 'bigode invicto'
Valdivia disse que elenco pediu por 'bigode invicto'
Crédito da imagem: Agência Estado
"Estamos tranquilos. Não somos respopnsáveis pelo histórico de 13 anos. Não fazemos parte disso, mas fazemos parte de um grupo que conseguiu chegar a semifinal", analisou.

Por último, o jogado comentou sobre o já famoso 'bigode invicto'. Desde que apostou no visual, o Palmeiras ainda não foi derrotado por nenhuma equipe. De acordo com Valdivia, o elenco pediu para que ele continuasse com o estilo.

"Os jogadores pediram", disse Valdivia.

Agora, o Palmeiras espera o vencedor do confronto entre Grêmio e Bahia, que jogam nesta quinta-feira, em Porto Alegre, para saber quem será o adversário na próxima fase. Valdivia, que levou o terceiro cartão amarelo contra o Atlético-PR, estará suspenso.