21h00 Avaí 1x0 São Caetano
Falamos campeonatos das séries A B C D campeonatos internacionais todos Português todos os resultados do Paulista da segunda divisão e ainda Futebol Internacional como Futebol Inglês Espanhol Italiano Portugal e o Argentino e campeonatos Importantes falaremos do Regional do Rio Grande do Norte do Cearense do Pernambucano e do Carioca e falamos da copa do nordeste
terça-feira, 22 de maio de 2012
Mística em ação
Em minha última visita a Londres ganhei de presente o livro "Born to Run", que li quase todo no avião de volta aos Estados Unidos. Escrito por Christopher McDougall, relata sobretudo a história de um americano apelidado Caballo Blanco e de seus amigos, os índios Tarahumara, no México.
Ex-lutador de boxe, Caballo Blanco, que se chamava Michael Randall Hickman, adotara o nome fictício de Micah True (Autêntico), mas acabara mesmo mais conhecido pelo apelido que os mexicanos lhe tinham dado. Com os Tarahumara, Caballo Blanco aprendeu não apenas a correr imensas distâncias, mas a encontrar sua paz com a natureza. Ele acreditava que a espécie humana tinha sido criada para correr longas distâncias atrás de suas presas e precisava voltar a suas origens.
Como escrevi aqui no passado, Caballo Blanco foi encontrado morto no dia 30 de março deste ano em trilhas montanhosas no Novo México. Aparentemente sofreu uma queda, procurou um riacho para lavar seus ferimentos e teve um ataque cardíaco, em consequência de uma cardiomiopatia idiopática. Isto é, de origem desconhecida.
Já falei sobre ele no passado, sobre as ultramaratonas de que participava e que organizava, procurando levantar fundos para ajudar os índios. Algumas pessoas se tornam lendárias em vida e mais ainda depois de mortas. Uma medida da estatura alcançada por Caballo Blanco está não apenas no livro de que é personagem e no filme que está para ser lançado sobre sua vida, como num artigo de nada menos do que cinco páginas no New York Times desta segunda-feira, 21 de maio.
Recomendo-o aos leitores, que podem também acessá-lo na edição online do jornal. Para entender a atração, o quase misticismo, que longas corridas exercem sobre as pessoas (quem sabe, uma memória genética?), acho interessante reproduzir abaixo o e-mail que recebi de meu “olheiro” Rafael Proença sobre a Corrida da Ponte neste último fim de semana, atravessando a Baía de Guanabara, de Niterói até o Rio.
Rafael, assinante da ESPN, fã de basquetebol, passou a trocar correspondência comigo desde o tempo em que eu comentava jogos da NBA. (Assistam, a propósito, ao video “Corrida da Ponte”.) Nos últimos anos, Rafael descobriu também o fascínio das corridas longas. Seu depoimento vai na íntegra.
“Alô, prezado Werneck:
A corrida foi sensacional, de longe a melhor que fiz nesses meus poucos três anos como corredor. Por não ter corrido no ano passado, não tenho como estabelecer parâmetros em alguns pontos, mas, pelo que disseram outros corredores, a organização corrigiu a maioria das falhas de 2011. E, de fato, tudo correu muito bem: desde o pré-prova, com o transporte gratuito das barcas para os cariocas que solicitaram a passagem, até os guarda-volumes bem identificados, que funcionavam dentro de ônibus. Positiva foi também a largada sob forma de ondas e o controle dos "pipocas", ou "bandidos". Antes de acessar a área de largada, era obrigatório mostrar aos fiscais o número de peito, do contrário, a passagem seria bloqueada. Não sei se alguém conseguiu burlar. Segundo alguns corredores, muitos correram em 2011 sem estarem inscritos.
No ano passado, a prova foi disputada no mês de abril sob um sol escaldante que fez com que muitos corredores "quebrassem". Desta vez, no final de maio, tudo foi bem melhor. Durante o percurso, vi somente duas pessoas precisando de atendimento médico, uma aparentemente com uma lesão ainda na Ponte, e outra na Perimetral, aparentando mal estar - saliento que a distribuição do aparato médico também foi precisa, a todo momento era possível ver uma ambulância no trajeto. Ainda assim, o dia foi quente no Rio e os que fizeram tempos mais altos possivelmente sofreram no final. Minha maior preocupação era com o nível altimétrico da prova e os dois quilômetros de subida do vão central, mas a experiência de correr sobre a Baía de Guanabara foi tão incrível que eles passaram despercebidos. Mais um ponto positivo para a organização foi quanto ao posicionamento dos postos de hidratação, um problema na edição passada. Bem distribuídos, possibilitavam aos corredores se hidratarem em pequenos espaços de tempo. A cada três quilômetros havia postos de água, fartos, e graças à intensa reposição, era possível se dar ao luxo de escolher água gelada ou ao natural. Este é um ponto importante, pois nas corridas no Brasil raramente há a segunda opção, o que, pra mim, é ruim, pois não gosto de beber gelado durante a atividade. Foram ainda disponibilizados dois postos de bebida energética, uma se não me falha a memória entre o quarto e o quinto quilômetros, na Ponte, e outro na altura do 15º quilômetro, na Perimetral. Minha única crítica fica por conta deste primeiro posto, que servia a bebida dentro de sacos plásticos, o que não me agrada. No segundo, copos abertos. Sobre os chuveiros aspersores da Perimetral, o primeiro funcionou muito bem, o segundo quase não liberava água. Chegando ao Aterro do Flamengo, em frente ao Museu de Arte Moderna, meu GPS marcou 21,65 km. Pensando em fazer uma prova conservadora, assustado com tudo o que ouvi e li sobre 2011, procurei não me preocupar inicialmente com tempo. Com os quilômetros passando e o corpo respondendo bem, mantive uma boa média de velocidade e, para a minha felicidade, fiz meu melhor tempo numa meia maratona, 01 hora e 45 minutos, cinco minutos a menos do que o melhor tempo anterior, conquistado numa prova clássica de 21.096 metros e plana.
Em suma, prezado Werneck, foi um dia especial e uma experiência ímpar, a qual pretendo repetir nos próximos anos. Com a demolição da Perimetral, fico preocupado com o que poderá acontecer com a Corrida da Ponte; espero que ela não saia do calendário, pois o sucesso é absoluto e um desafio e tanto para nós, corredores. Por falta de tempo hábil, não tive tempo de homenagear Yllen Kerr. Assumo desde já o compromisso de fazê-lo em 2013: colocarei o nome de Yllen, o seu e da Corja em minha camiseta. Acho que é isso.
Ex-lutador de boxe, Caballo Blanco, que se chamava Michael Randall Hickman, adotara o nome fictício de Micah True (Autêntico), mas acabara mesmo mais conhecido pelo apelido que os mexicanos lhe tinham dado. Com os Tarahumara, Caballo Blanco aprendeu não apenas a correr imensas distâncias, mas a encontrar sua paz com a natureza. Ele acreditava que a espécie humana tinha sido criada para correr longas distâncias atrás de suas presas e precisava voltar a suas origens.
Como escrevi aqui no passado, Caballo Blanco foi encontrado morto no dia 30 de março deste ano em trilhas montanhosas no Novo México. Aparentemente sofreu uma queda, procurou um riacho para lavar seus ferimentos e teve um ataque cardíaco, em consequência de uma cardiomiopatia idiopática. Isto é, de origem desconhecida.
Já falei sobre ele no passado, sobre as ultramaratonas de que participava e que organizava, procurando levantar fundos para ajudar os índios. Algumas pessoas se tornam lendárias em vida e mais ainda depois de mortas. Uma medida da estatura alcançada por Caballo Blanco está não apenas no livro de que é personagem e no filme que está para ser lançado sobre sua vida, como num artigo de nada menos do que cinco páginas no New York Times desta segunda-feira, 21 de maio.
Recomendo-o aos leitores, que podem também acessá-lo na edição online do jornal. Para entender a atração, o quase misticismo, que longas corridas exercem sobre as pessoas (quem sabe, uma memória genética?), acho interessante reproduzir abaixo o e-mail que recebi de meu “olheiro” Rafael Proença sobre a Corrida da Ponte neste último fim de semana, atravessando a Baía de Guanabara, de Niterói até o Rio.
Rafael, assinante da ESPN, fã de basquetebol, passou a trocar correspondência comigo desde o tempo em que eu comentava jogos da NBA. (Assistam, a propósito, ao video “Corrida da Ponte”.) Nos últimos anos, Rafael descobriu também o fascínio das corridas longas. Seu depoimento vai na íntegra.
“Alô, prezado Werneck:
A corrida foi sensacional, de longe a melhor que fiz nesses meus poucos três anos como corredor. Por não ter corrido no ano passado, não tenho como estabelecer parâmetros em alguns pontos, mas, pelo que disseram outros corredores, a organização corrigiu a maioria das falhas de 2011. E, de fato, tudo correu muito bem: desde o pré-prova, com o transporte gratuito das barcas para os cariocas que solicitaram a passagem, até os guarda-volumes bem identificados, que funcionavam dentro de ônibus. Positiva foi também a largada sob forma de ondas e o controle dos "pipocas", ou "bandidos". Antes de acessar a área de largada, era obrigatório mostrar aos fiscais o número de peito, do contrário, a passagem seria bloqueada. Não sei se alguém conseguiu burlar. Segundo alguns corredores, muitos correram em 2011 sem estarem inscritos.
No ano passado, a prova foi disputada no mês de abril sob um sol escaldante que fez com que muitos corredores "quebrassem". Desta vez, no final de maio, tudo foi bem melhor. Durante o percurso, vi somente duas pessoas precisando de atendimento médico, uma aparentemente com uma lesão ainda na Ponte, e outra na Perimetral, aparentando mal estar - saliento que a distribuição do aparato médico também foi precisa, a todo momento era possível ver uma ambulância no trajeto. Ainda assim, o dia foi quente no Rio e os que fizeram tempos mais altos possivelmente sofreram no final. Minha maior preocupação era com o nível altimétrico da prova e os dois quilômetros de subida do vão central, mas a experiência de correr sobre a Baía de Guanabara foi tão incrível que eles passaram despercebidos. Mais um ponto positivo para a organização foi quanto ao posicionamento dos postos de hidratação, um problema na edição passada. Bem distribuídos, possibilitavam aos corredores se hidratarem em pequenos espaços de tempo. A cada três quilômetros havia postos de água, fartos, e graças à intensa reposição, era possível se dar ao luxo de escolher água gelada ou ao natural. Este é um ponto importante, pois nas corridas no Brasil raramente há a segunda opção, o que, pra mim, é ruim, pois não gosto de beber gelado durante a atividade. Foram ainda disponibilizados dois postos de bebida energética, uma se não me falha a memória entre o quarto e o quinto quilômetros, na Ponte, e outro na altura do 15º quilômetro, na Perimetral. Minha única crítica fica por conta deste primeiro posto, que servia a bebida dentro de sacos plásticos, o que não me agrada. No segundo, copos abertos. Sobre os chuveiros aspersores da Perimetral, o primeiro funcionou muito bem, o segundo quase não liberava água. Chegando ao Aterro do Flamengo, em frente ao Museu de Arte Moderna, meu GPS marcou 21,65 km. Pensando em fazer uma prova conservadora, assustado com tudo o que ouvi e li sobre 2011, procurei não me preocupar inicialmente com tempo. Com os quilômetros passando e o corpo respondendo bem, mantive uma boa média de velocidade e, para a minha felicidade, fiz meu melhor tempo numa meia maratona, 01 hora e 45 minutos, cinco minutos a menos do que o melhor tempo anterior, conquistado numa prova clássica de 21.096 metros e plana.
Em suma, prezado Werneck, foi um dia especial e uma experiência ímpar, a qual pretendo repetir nos próximos anos. Com a demolição da Perimetral, fico preocupado com o que poderá acontecer com a Corrida da Ponte; espero que ela não saia do calendário, pois o sucesso é absoluto e um desafio e tanto para nós, corredores. Por falta de tempo hábil, não tive tempo de homenagear Yllen Kerr. Assumo desde já o compromisso de fazê-lo em 2013: colocarei o nome de Yllen, o seu e da Corja em minha camiseta. Acho que é isso.
O Chelsea, o Bayern, o Barça e a Liga: campeões nem sempre merecem
“Campeão com justiça” e “título merecido” são, em geral, duas das expressões mais utilizadas instantes depois de decisões de campeonatos.
Reparem: nas análises, um título nunca é conquistado sem justiça. O vencedor sempre merece a vitória, assim como o derrotado, mesmo criando mais oportunidades, faz por merecer sua derrota.
Depois dos jogos, explicações são sempre definitivas para justificar derrotas, transformando o futebol em ciência exata. Ganhou porque o time é “cascudo”, porque estava psicologicamente mais preparado, porque isso, porque aquilo.
É curioso, contudo, que todas as justificativas às vezes dependem de um único lance, de um mero detalhe, para mudar totalmente.
Cito o exemplo da última final da Liga dos Campeões. Tivesse Robben convertido o pênalti desperdiçado ou mesmo Drogba acertado a trave no cabeceio que deu o gol de empate ao Chelsea, a relação de explicações, justificativas e análises sobre o jogo mudaria completamente.
Explicações e justificativa para o título alemão brotariam fáceis e seriam até mais numerosas do que aquelas encontradas para justificar a conquista inglesa. E o Chelsea, essa é fácil prever, teria pagado o preço por abdicar do jogo.
Teremos sempre a opção de não analisar o mérito ou não de uma vitória ou de um título. De argumentar que atacar mais e criar mais chances não quer dizer merecer. A argumentação faz sentido, porque o futebol, apaixonante também por isso, permite a um time “jogar menos” (ou, ok, de forma menos ofensiva e vistosa) e vencer.
Foi o que fez o Chelsea. Diante de sua inferioridade incontestável nas semifinais, foi massacrado pelo Barcelona nas chances de gol criadas e na posse de bola. Mas ganhou. Repetiu a tática contra o Bayern, talvez com a justificativa de atuar fora de casa. E ganhou novamente.
Foi um campeão legítimo. Não burlou regras, não contou com a ajuda da arbitragem. E foi campeão. Por isso, incontestável.
Contou com o acaso, contou com a sorte? Contou. Não há demérito nisso. Sobretudo para vencer o Barcelona, o Chelsea precisava contar com a sorte. Fazia, aliás, parte da “tática” do time inglês, como chegou a afirmar o técnico Di Matteo antes dos embates.
Só acho o seguinte: se analisamos a "justiça", se queremos abordar esse tema, o principal aspecto da análise precisa ser a quantidade de chances criadas, a busca pelo gol e o número de finalizações (mais que a posse de bola, inclusive). A vontade de vencer.
Pra fazer essa análise, não temos que ter medo de "diminuir os campeões". Eles podem ser campeões legítimos e incontestáveis, mas podem, sim, merecer o título menos que seus adversários.
Foi o caso do Chelsea contra o Bayern.
Reparem: nas análises, um título nunca é conquistado sem justiça. O vencedor sempre merece a vitória, assim como o derrotado, mesmo criando mais oportunidades, faz por merecer sua derrota.
Depois dos jogos, explicações são sempre definitivas para justificar derrotas, transformando o futebol em ciência exata. Ganhou porque o time é “cascudo”, porque estava psicologicamente mais preparado, porque isso, porque aquilo.
É curioso, contudo, que todas as justificativas às vezes dependem de um único lance, de um mero detalhe, para mudar totalmente.
Cito o exemplo da última final da Liga dos Campeões. Tivesse Robben convertido o pênalti desperdiçado ou mesmo Drogba acertado a trave no cabeceio que deu o gol de empate ao Chelsea, a relação de explicações, justificativas e análises sobre o jogo mudaria completamente.
Explicações e justificativa para o título alemão brotariam fáceis e seriam até mais numerosas do que aquelas encontradas para justificar a conquista inglesa. E o Chelsea, essa é fácil prever, teria pagado o preço por abdicar do jogo.
Teremos sempre a opção de não analisar o mérito ou não de uma vitória ou de um título. De argumentar que atacar mais e criar mais chances não quer dizer merecer. A argumentação faz sentido, porque o futebol, apaixonante também por isso, permite a um time “jogar menos” (ou, ok, de forma menos ofensiva e vistosa) e vencer.
Foi o que fez o Chelsea. Diante de sua inferioridade incontestável nas semifinais, foi massacrado pelo Barcelona nas chances de gol criadas e na posse de bola. Mas ganhou. Repetiu a tática contra o Bayern, talvez com a justificativa de atuar fora de casa. E ganhou novamente.
Foi um campeão legítimo. Não burlou regras, não contou com a ajuda da arbitragem. E foi campeão. Por isso, incontestável.
Contou com o acaso, contou com a sorte? Contou. Não há demérito nisso. Sobretudo para vencer o Barcelona, o Chelsea precisava contar com a sorte. Fazia, aliás, parte da “tática” do time inglês, como chegou a afirmar o técnico Di Matteo antes dos embates.
Só acho o seguinte: se analisamos a "justiça", se queremos abordar esse tema, o principal aspecto da análise precisa ser a quantidade de chances criadas, a busca pelo gol e o número de finalizações (mais que a posse de bola, inclusive). A vontade de vencer.
Pra fazer essa análise, não temos que ter medo de "diminuir os campeões". Eles podem ser campeões legítimos e incontestáveis, mas podem, sim, merecer o título menos que seus adversários.
Foi o caso do Chelsea contra o Bayern.
Euro 2012: Elogios já não bastam. Alemanha sabe que precisa vencer
A seleção alemã apresentou nos últimos anos um futebol de encher os olhos. Com um grupo de jogadores jovens, velozes, habilidosos e criativos, o time de Joachim Löw acumulou elogios por suas apresentações. Passou pelas eliminatórias da Euro 2012 sem desperdiçar pontos, e obteve vitórias convincentes em amistosos contra outras seleções de primeira linha.
O problema é que, para um país que se acostumou a sempre vencer, não basta apenas agradar aos críticos. Os 16 anos desde a última conquista, na Euro 96, já se aproximam do maior período de jejum desde o primeiro título, o da Copa do Mundo de 1954 (18 anos até a Euro 72). Se a Alemanha já é respeitada como favorita mesmo quando não tem seus melhores times, por causa da história, desta vez a responsabilidade é enorme.
Somente a melhor Espanha de todos os tempos foi capaz de interromper o caminho alemão rumo ao título em 2008, na final da Eurocopa, e 2010, na semifinal da Copa do Mundo. No entanto, se a Furia aparecer pela frente de novo, não adiantará dar desculpas.
O Nationalelf é uma máquina perfeitamente composta, com pelo menos duas ótimas opções por posição. A seleção de 2010, com destaques como Özil, Müller, Neuer, Lahm, Schweinsteiger e Khedira, já era a mais jovem em 76 anos a representar a Alemanha em um Mundial. Desde então, novos talentos despontaram para a equipe nacional, como Hummels, Reus e Götze.
Em um elenco repleto de jogadores na casa dos 23 anos, o capitão Lahm, aos 28, tem posição de veterano. Entre os 27 pré-convocados, só o goleiro Wiese e os atacantes Cacau e Klose têm 30 anos ou mais. Klose, reserva de Mario Gómez, tem 63 gols pela seleção e está a cinco de igualar o recorde de Gerd Müller.
Um eventual revés com a seleção faria os jogadores do Bayern de Munique recordarem a triste experiência da final de Champions League perdida para o Chelsea. Apesar de não ser a última chance desta geração, provavelmente deixaria o estigma de uma equipe obrigada a se contentar apenas com os elogios. Como foi a Holanda, sua adversária no grupo B, durante os anos 70.
Fique de olho - Bastian Schweinsteiger é aquele jogador que se convencionou chamar de "termômetro" das equipes que representa. Quando joga bem, o time funciona. Quando tem um dia ruim, todos sofrem em campo. O jogador do Bayern é um volante que todo técnico gostaria de ter: forte fisicamente, marcador implacável, criativo na saída para o jogo e ótimo em chutes de longa distância.
Não foi por acaso que, no início deste ano, o Bayern viveu seu pior momento na temporada quando "Schweini" se recuperava de uma fratura na clavícula e outras contusões. Foi naquela sequência de jogos que o time perdeu terreno e deu espaço para a ascensão do Borussia Dortmund. A seleção também teve problemas com seu desfalque: perdeu para a França em fevereiro.
Aos 27 anos e com 90 jogos de seleção no currículo, Schweinsteiger forma uma dupla ideal com Khedira no meio-campo alemão. Só falta um grande título internacional, algo que ainda não foi capaz de ganhar com o clube.
O comandante - Joachim Löw montou uma seleção arrasadora, capaz de golear Inglaterra e Argentina na mesma Copa do Mundo. Somente um troféu, porém, colocará o treinador de 52 anos em uma galeria de nomes como Sepp Herberger, Helmut Schön, Franz Beckenbauer e Berti Vogts, campeões de grandes torneios pela Alemanha.
Antes de chegar à seleção como auxiliar de Jürgen Klinsmann, Löw tinha uma carreira de pouco destaque como técnico de clubes. Mas as versões de que ele fazia o trabalho tático e Klinsmann funcionava mais como um grande motivador ganharam bons argumentos após a saída do ex-atacante, em seguida à Copa do Mundo de 2006.
O futebol de imposição física que marcou a Alemanha durante a maior parte da história hoje é raramente identificável. Löw adota um 4-2-3-1 muito rápido e técnico, com o contra-ataque mais mortal do futebol de seleções.
Os pré-convocados (quatro serão cortados):
Goleiros: Manuel Neuer (Bayern), Marc-Andre ter Stegen (Borussia Mönchengladbach), Tim Wiese (Werder Bremen), Ron-Robert Zieler (Hannover 96);
Defensores: Jerome Boateng (Bayern), Holger Badstuber (Bayern), Philipp Lahm (Bayern), Per Mertesacker (Arsenal/ING), Mats Hummels (Borussia Dortmund), Benedikt Höwedes (Schalke 04), Marcel Schmelzer (Borussia Dortmund);
Meio-campistas: Mesut Özil (Real Madrid/ESP), Sami Khedira (Real Madrid/ESP), Toni Kroos (Bayern), Thomas Müller (Bayern), Bastian Schweinsteiger (Bayern), Marco Reus (Borussia Mönchengladbach), Mario Götze (Borussia Dortmund), Ilkay Gündogan (Borussia Dortmund), Sven Bender (Borussia Dortmund), Lars Bender (Bayer Leverkusen), Andre Schürrle (Bayer Leverkusen), Julian Draxler (Schalke 04), Lukas Podolski (Colônia);
Atacantes: Cacau (Stuttgart), Mario Gomez (Bayern), Miroslav Klose (Lazio/ITA).
O problema é que, para um país que se acostumou a sempre vencer, não basta apenas agradar aos críticos. Os 16 anos desde a última conquista, na Euro 96, já se aproximam do maior período de jejum desde o primeiro título, o da Copa do Mundo de 1954 (18 anos até a Euro 72). Se a Alemanha já é respeitada como favorita mesmo quando não tem seus melhores times, por causa da história, desta vez a responsabilidade é enorme.
Somente a melhor Espanha de todos os tempos foi capaz de interromper o caminho alemão rumo ao título em 2008, na final da Eurocopa, e 2010, na semifinal da Copa do Mundo. No entanto, se a Furia aparecer pela frente de novo, não adiantará dar desculpas.
O Nationalelf é uma máquina perfeitamente composta, com pelo menos duas ótimas opções por posição. A seleção de 2010, com destaques como Özil, Müller, Neuer, Lahm, Schweinsteiger e Khedira, já era a mais jovem em 76 anos a representar a Alemanha em um Mundial. Desde então, novos talentos despontaram para a equipe nacional, como Hummels, Reus e Götze.
Em um elenco repleto de jogadores na casa dos 23 anos, o capitão Lahm, aos 28, tem posição de veterano. Entre os 27 pré-convocados, só o goleiro Wiese e os atacantes Cacau e Klose têm 30 anos ou mais. Klose, reserva de Mario Gómez, tem 63 gols pela seleção e está a cinco de igualar o recorde de Gerd Müller.
Um eventual revés com a seleção faria os jogadores do Bayern de Munique recordarem a triste experiência da final de Champions League perdida para o Chelsea. Apesar de não ser a última chance desta geração, provavelmente deixaria o estigma de uma equipe obrigada a se contentar apenas com os elogios. Como foi a Holanda, sua adversária no grupo B, durante os anos 70.
Fique de olho - Bastian Schweinsteiger é aquele jogador que se convencionou chamar de "termômetro" das equipes que representa. Quando joga bem, o time funciona. Quando tem um dia ruim, todos sofrem em campo. O jogador do Bayern é um volante que todo técnico gostaria de ter: forte fisicamente, marcador implacável, criativo na saída para o jogo e ótimo em chutes de longa distância.
Não foi por acaso que, no início deste ano, o Bayern viveu seu pior momento na temporada quando "Schweini" se recuperava de uma fratura na clavícula e outras contusões. Foi naquela sequência de jogos que o time perdeu terreno e deu espaço para a ascensão do Borussia Dortmund. A seleção também teve problemas com seu desfalque: perdeu para a França em fevereiro.
Aos 27 anos e com 90 jogos de seleção no currículo, Schweinsteiger forma uma dupla ideal com Khedira no meio-campo alemão. Só falta um grande título internacional, algo que ainda não foi capaz de ganhar com o clube.
O comandante - Joachim Löw montou uma seleção arrasadora, capaz de golear Inglaterra e Argentina na mesma Copa do Mundo. Somente um troféu, porém, colocará o treinador de 52 anos em uma galeria de nomes como Sepp Herberger, Helmut Schön, Franz Beckenbauer e Berti Vogts, campeões de grandes torneios pela Alemanha.
Antes de chegar à seleção como auxiliar de Jürgen Klinsmann, Löw tinha uma carreira de pouco destaque como técnico de clubes. Mas as versões de que ele fazia o trabalho tático e Klinsmann funcionava mais como um grande motivador ganharam bons argumentos após a saída do ex-atacante, em seguida à Copa do Mundo de 2006.
O futebol de imposição física que marcou a Alemanha durante a maior parte da história hoje é raramente identificável. Löw adota um 4-2-3-1 muito rápido e técnico, com o contra-ataque mais mortal do futebol de seleções.
Os pré-convocados (quatro serão cortados):
Goleiros: Manuel Neuer (Bayern), Marc-Andre ter Stegen (Borussia Mönchengladbach), Tim Wiese (Werder Bremen), Ron-Robert Zieler (Hannover 96);
Defensores: Jerome Boateng (Bayern), Holger Badstuber (Bayern), Philipp Lahm (Bayern), Per Mertesacker (Arsenal/ING), Mats Hummels (Borussia Dortmund), Benedikt Höwedes (Schalke 04), Marcel Schmelzer (Borussia Dortmund);
Meio-campistas: Mesut Özil (Real Madrid/ESP), Sami Khedira (Real Madrid/ESP), Toni Kroos (Bayern), Thomas Müller (Bayern), Bastian Schweinsteiger (Bayern), Marco Reus (Borussia Mönchengladbach), Mario Götze (Borussia Dortmund), Ilkay Gündogan (Borussia Dortmund), Sven Bender (Borussia Dortmund), Lars Bender (Bayer Leverkusen), Andre Schürrle (Bayer Leverkusen), Julian Draxler (Schalke 04), Lukas Podolski (Colônia);
Atacantes: Cacau (Stuttgart), Mario Gomez (Bayern), Miroslav Klose (Lazio/ITA).
Bellucci dando um passo atrás para ganhar confiança
Muitos têm me perguntado o que eu estou achando da atitude do Thomaz em jogar uma chave de classificação depois de tanto tempo. Alguns estão achando muito estranho e até escuto pessoas perguntando se não é dar um passo atrás na carreira.
Eu claramente acredito que todo tenista tem altos e baixos. Já vi no circuito fases horrorosas do Agassi, Rios, do Hewitt e de mais alguns bons jogadores e tops do nosso circuito. Por ser um esporte individual manter um alto nível por 5, 10 anos é realmente muito difícil.
Quando o tenista começa a perder muito a tática mais usada que quase sempre dá certo é baixar um pouco o nível do torneio e buscar ganhar alguns jogos seguidos. Como qualquer um nós também vivemos de confiança e de conquistas.
Ao jogar o torneio classificatório em Nice e ganhar três jogos para passar pra chave principal o Thomaz com certeza ganhou ritmo, voltou a vencer e logicamente ganhou confiança. Ele precisava mais do que ninguém disso.
Tenho que admitir que não é nada fácil e gostoso fazer essa escolha. Acostumado com o bem bom das chaves principais voltar a estar fora do torneio te faz escutar frases de efeito como. Você é jogador ou qualy (como assim os fora da chave não são jogadores). Desculpe mas isso e aquilo é só para quem está direto no torneio... Isso e mais algumas pérolas insuportáveis.
Se o jogador consegue esquecer isso e classifica tudo muda. Regalias, sorrisos e mais sorrisos. É a conhecida sacanagem que acontece em todos os lugares e trabalhos.
Espero que a decisão ajude para Roland Garros, mas todos sabemos que a mudança de calendário tem como foco a classificação para as Olimpíadas e conquista de confiança para o restante da temporada.
Agora que ele entrou na chave vamos torcer para ele possa ganhar alguns jogos
Eu claramente acredito que todo tenista tem altos e baixos. Já vi no circuito fases horrorosas do Agassi, Rios, do Hewitt e de mais alguns bons jogadores e tops do nosso circuito. Por ser um esporte individual manter um alto nível por 5, 10 anos é realmente muito difícil.
Quando o tenista começa a perder muito a tática mais usada que quase sempre dá certo é baixar um pouco o nível do torneio e buscar ganhar alguns jogos seguidos. Como qualquer um nós também vivemos de confiança e de conquistas.
Ao jogar o torneio classificatório em Nice e ganhar três jogos para passar pra chave principal o Thomaz com certeza ganhou ritmo, voltou a vencer e logicamente ganhou confiança. Ele precisava mais do que ninguém disso.
Tenho que admitir que não é nada fácil e gostoso fazer essa escolha. Acostumado com o bem bom das chaves principais voltar a estar fora do torneio te faz escutar frases de efeito como. Você é jogador ou qualy (como assim os fora da chave não são jogadores). Desculpe mas isso e aquilo é só para quem está direto no torneio... Isso e mais algumas pérolas insuportáveis.
Se o jogador consegue esquecer isso e classifica tudo muda. Regalias, sorrisos e mais sorrisos. É a conhecida sacanagem que acontece em todos os lugares e trabalhos.
Espero que a decisão ajude para Roland Garros, mas todos sabemos que a mudança de calendário tem como foco a classificação para as Olimpíadas e conquista de confiança para o restante da temporada.
Agora que ele entrou na chave vamos torcer para ele possa ganhar alguns jogos
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Corinthians x Flu pareceu antigos jogos entre aspirantes
O torcedor mais nostálgico poderia ter dado um salto no passado, ao ver Corinthians e Fluminense, na tarde deste domingo, no Pacaembu. Não pelo número de estrelas; longe disso. Mas pela quantidade de reservas em campo. Com um pouco de imaginação, os veteranos frequentadores de arquibancadas voltariam para décadas atrás, quando havia preliminar, disputada pelos Aspirantes dos “quadros principais”.
Pois, na prática, o clássico entre o campeões de 2011 e de 2010 não passou de um rachão entre jogadores preteridos ou que pretendem ser lembrados pelos respectivos treinadores. Tite e Abel Braga não tiveram constrangimento de poupar todas as estrelas, por causa dos compromissos decisivos de meio de semana pela Taça Libertadores. Quer dizer, quase todos: Cássio, recentemente promovido a titular, foi mantido no gol do Corinthians.
Consequência dessa opção dos professores foi um jogo tecnicamente fraco, com poucos lances de emoção e forte desentrosamento. Ainda assim, Cássio e Ricardo Berna tiveram algum trabalho, nada porém que chamasse a atenção e emocionasse os 15 mil e tantos fanáticos que estiveram no Pacaembu. Não faltaram vaias no final, também mais para constar, porque as emoções estão reservadas para os duelos com Vasco e Boca Juniors.
O Fluminense venceu com gol de Leandro Euzébio, na metade do segundo tempo, e o resultado serve para animá-lo no desafio complicado contra os argentinos, que têm a vantagem de 1 a 0 obtida na semana passada. Ao Corinthians, restou a constatação de que Liedson ainda não está bem e que Douglas parece mais em forma.
Ok que seja começo de campeonato, com tempo suficiente para recuperação. Mas três pontos sempre são bem-vindos, pois podem pesar no final das contas. E, por falar em finanças: já que os clubes entregaram produto aquém do esperado (times reservas), por que não cobraram meia-entrada pra todo mundo? Seria justo e simpático.
Pois, na prática, o clássico entre o campeões de 2011 e de 2010 não passou de um rachão entre jogadores preteridos ou que pretendem ser lembrados pelos respectivos treinadores. Tite e Abel Braga não tiveram constrangimento de poupar todas as estrelas, por causa dos compromissos decisivos de meio de semana pela Taça Libertadores. Quer dizer, quase todos: Cássio, recentemente promovido a titular, foi mantido no gol do Corinthians.
Consequência dessa opção dos professores foi um jogo tecnicamente fraco, com poucos lances de emoção e forte desentrosamento. Ainda assim, Cássio e Ricardo Berna tiveram algum trabalho, nada porém que chamasse a atenção e emocionasse os 15 mil e tantos fanáticos que estiveram no Pacaembu. Não faltaram vaias no final, também mais para constar, porque as emoções estão reservadas para os duelos com Vasco e Boca Juniors.
O Fluminense venceu com gol de Leandro Euzébio, na metade do segundo tempo, e o resultado serve para animá-lo no desafio complicado contra os argentinos, que têm a vantagem de 1 a 0 obtida na semana passada. Ao Corinthians, restou a constatação de que Liedson ainda não está bem e que Douglas parece mais em forma.
Ok que seja começo de campeonato, com tempo suficiente para recuperação. Mas três pontos sempre são bem-vindos, pois podem pesar no final das contas. E, por falar em finanças: já que os clubes entregaram produto aquém do esperado (times reservas), por que não cobraram meia-entrada pra todo mundo? Seria justo e simpático.
O Chelsea e o Brasil
Palavra de Mano Menezes: a seleção que se pretende formar para a Copa de 2014 e para a Olimpíada de Londres tem muito mais a ver com o estilo do Bayern do que com a vitória do Chelsea, na decisão da Liga dos Campeões. Não, é claro que nem Mano Menezes nem a CBF planejam a derrota. A frase do técnico foi dita horas antes da decisão e é fiel à verdade.
Na briga de estilos entre os times de posse de bola, como o Bayern e o Barcelona, e os de contra-ataque, como o Chelsea, há um motivo evidente para escolher os primeiros: "Além de ser nossa característica, vamos jogar uma Copa do Mundo em casa e é natural que os adversários nos obriguem a dar o ritmo das partidas'' diz Mano.
A seleção é só uma parte pequena do que o Brasil precisa apreender de finais europeias, como a de sábado. Na Europa, joga-se em espaços mais curtos, marca-se mais à frente - até mesmo o Chelsea -, obriga-se a construir jogadas em centímetros.
É difícil definir exatamente até que ponto os espaços nas partidas disputadas no Brasil são maiores do que os europeus por desatualização ou característica da nossa cadência. O fato é que quem atua no Brasileirão, como Dedé, Neymar e Lucas, e pode chegar ao Mundial, tem de saber como manter a bola sob domínio quando tiver milímetros para sair da marcação.
Como o Brasil, a Itália discutiu nos últimos meses se seu estilo ainda é viável, levando em conta o tipo de jogo vencedor dos anos recentes, usado pelo Barcelona - e pelo Bayern. A vitória do Chelsea, do catenaccio, mostra que ainda é possível manter velhas características de cada país. Desde que se saiba jogar no espaço de um lenço.
Na briga de estilos entre os times de posse de bola, como o Bayern e o Barcelona, e os de contra-ataque, como o Chelsea, há um motivo evidente para escolher os primeiros: "Além de ser nossa característica, vamos jogar uma Copa do Mundo em casa e é natural que os adversários nos obriguem a dar o ritmo das partidas'' diz Mano.
A seleção é só uma parte pequena do que o Brasil precisa apreender de finais europeias, como a de sábado. Na Europa, joga-se em espaços mais curtos, marca-se mais à frente - até mesmo o Chelsea -, obriga-se a construir jogadas em centímetros.
É difícil definir exatamente até que ponto os espaços nas partidas disputadas no Brasil são maiores do que os europeus por desatualização ou característica da nossa cadência. O fato é que quem atua no Brasileirão, como Dedé, Neymar e Lucas, e pode chegar ao Mundial, tem de saber como manter a bola sob domínio quando tiver milímetros para sair da marcação.
Como o Brasil, a Itália discutiu nos últimos meses se seu estilo ainda é viável, levando em conta o tipo de jogo vencedor dos anos recentes, usado pelo Barcelona - e pelo Bayern. A vitória do Chelsea, do catenaccio, mostra que ainda é possível manter velhas características de cada país. Desde que se saiba jogar no espaço de um lenço.
Em jogo suspenso por duas vezes, Montpellier derrota o Auxerre e é campeão francês pela 1ª vez
A 38ª e última rodada do Campeonato Francês demorou a definir o campeão. A partida do líder Montpellier contra o já rebaixado Auxerre, fora de casa, foi suspensa por duas vezes no Estádio Abbé Deschamps com o placar em 1 a 1 por causa dos atos hostis da torcida mandante, que na volta do intervalo lançou bolas de tênis e tomates no campo e durante o segundo tempo atirou sinalizadores.
O Montpellier, porém, sabia que o empate já lhe daria o primeiro título nacional da história, pois o Paris Saint-Germain derrotou o Lorient por 2 a 1, fora de casa, e igualou em pontos na liderança: 79 a 79. No entanto, o time da capital tinha melhor saldo de gols (34 a 33) e torcia pela derrota do rival.
No jogo em Lorient, que também foi parado ainda no início do primeiro tempo - torcedores do time mandante lançaram sinalizadores no gramado do Estádio Yves Allainmat -, Monnet-Paquet abriu o placar para os mandantes, mas Pastore e Thiago Motta viraram para o PSG.
Além do Auxerre, foram rebaixados para a segunda divisão o Dijon, que tomou uma goleada de 5 a 0 do Rennes fora de casa, e o Caen, derrotado pelo Valenciennes por 3 a 1 como visitante.
O Montpellier, porém, sabia que o empate já lhe daria o primeiro título nacional da história, pois o Paris Saint-Germain derrotou o Lorient por 2 a 1, fora de casa, e igualou em pontos na liderança: 79 a 79. No entanto, o time da capital tinha melhor saldo de gols (34 a 33) e torcia pela derrota do rival.
Atletas do Montpellier tiram bolas de tênis atiradas pela torcida do Auxerre
Crédito da imagem: Reuters
Mas o Montpellier fez a sua parte, ganhou por 2 a 1 e ficou pela primeira vez com o Campeonato Francês em seus 93 anos de história. O herói da conquista foi o nigeriano John Utaka, autor dos dois gols. O outro atacante do time, Olivier Giroud, terminou como artilheiro da competição com 21 gols ao lado do brasileiro Nenê, do Paris Saint-Germain.Crédito da imagem: Reuters
No jogo em Lorient, que também foi parado ainda no início do primeiro tempo - torcedores do time mandante lançaram sinalizadores no gramado do Estádio Yves Allainmat -, Monnet-Paquet abriu o placar para os mandantes, mas Pastore e Thiago Motta viraram para o PSG.
Zagueiro brasileiro Hilton (4) celebra com companheiros um dos gols do campeão Montpellier
Crédito da imagem: Reuters
As vagas na próxima Champions League já estavam garantidas a Montpellier, PSG e Lille, assim como Lyon e Olympique de Marselha estão classificados para a Europa League. A última vaga no segundo torneio mais importante da Europa ficou com o Bordeaux, que derrotou em confronto direto o Saint-Ettiene por 3 a 2 e terminou na quinta colocação da Ligue 1.Crédito da imagem: Reuters
Além do Auxerre, foram rebaixados para a segunda divisão o Dijon, que tomou uma goleada de 5 a 0 do Rennes fora de casa, e o Caen, derrotado pelo Valenciennes por 3 a 1 como visitante.
Com time reserva e estreias, Santos não sai do zero contra o Bahia
Sem suas principais estrelas, o Santos deixou a desejar na estreia do Campeonato Brasileiro. Poupando Neymar, Ganso e companhia, o time da baixada ficou somente no empate sem gols contra o Bahia, neste domingo, no Pituaçu. De positivo, o técnico Muricy Ramalho pôde dar ritmo aos reservas e ainda promoveu diversas estreias: Galhardo, David Braz, Bernardo, Ewerton Páscoa e Gerson Magrão vestiram pela primeira vez a camisa do clube em uma partida oficial.
Sob muita chuva, que esvaziou o estádio baiano, as duas equipes fizeram um primeiro tempo de várias chances – todas desperdiçadas. A criatividade santista esbarrou no excesso de erros e no desentrosamento do time. O Bahia, que também atacou bastante, tentou se aproveitar da velocidade de seu jovem elenco nos contra-ataques. Sem Souza, o técnico Paulo Roberto Falcão deu uma chance a Ciro no time titular.
Na segunda etapa, em jogo mais aberto, os dois times criaram e perderam chances ainda mais claras de gol nos últimos minutos de jogo. Na principal delas, Felipe Anderson Lançou Borges e o atacante chutou à esquerda do gol, cara a cara com o goleiro Marcelo Lomba.
Pelo Brasileirão, o Santos volta a campo no próximo domingo, contra o Sport, na Vila Belmiro. No mesmo dia, o Bahia enfrenta o São Paulo, no Morumbi.
O Jogo
Atrapalhado pela chuva torrencial que atingia a cidade de Salvador durante todo o dia, o jogo começou com a bola pipocando muito nos pés dos atletas e com os times não conseguindo armar grandes jogadas de ataque. Recheado de estreias (cinco no total), o Santos visivelmente diminuiu o ritmo para tentar colocar os reforços no ritmo do jogo.
Os melhores lances santistas, por sinal, saíram dos pés de um contratado: o meia Bernardo, que treina há um bom tempo no CT Rei Pelé, mas ainda não havia tido a oportunidade de entrar em campo. Aos 11, ele levantou bola na cabeça de David Braz, que carimbou a trave. Na sequência, outro levantamento, só que para Bruno Rodrigo, que mandou na rede pelo lado de fora.
Na resposta, os baianos contavam com a velocidade do participativo Lulinha, que só pecava no excesso de passes errados. Em falta sofrida por ele quase na linha da grande área, Gerley bateu firme e exigiu boa defesa de Aranha.
Depois, no entanto, a empolgação pareceu ter diminuído e o nível da apresentação caiu drasticamente. Uma má notícia para o Santos foi a lesão de David Braz, que, antes do intervalo, saiu machucado com suspeita de um estiramento na coxa.
Na etapa final, com a diminuição da chuva, a expectativa era de que o embate melhorasse, mas isso acabou não ocorrendo. Desentrosado, o Santos seguia sem ameaçar. Mais inteiro, o time da casa abusava dos lances pela lateral e das bolas jogadas na área.
Na melhor das oportunidades, no entanto, Ciro recebeu na frente e bateu cruzado, mas parou em Aranha. Substituto do centroavante, Junior, pouco depois, recebeu e, de primeira, mandou forte. A bola passou por cima do gol.
No fim, Borges ainda teve duas chances para desempatar, mas errou o chute na primeira vez, mandando rente à trave, e depois parou em boa defesa de Marcelo Lomba, já nos acréscimos.
FICHA TÉCNICA:
BAHIA 0 X 0 SANTOS
Local: Estádio Pituaçu, em Salvador (BA)
Data: 20 de maio de 2012, domingo
Horário: 18h30 (horário de Brasília)
Árbitro: Evandro Rogério Roman (Fifa-PR)
Assistentes: Bruno Boschilia e José Carlos Dias Passos (ambos do PR)
Público: 8.808 pagantes
Cartões Amarelos: Fabinho (Bahia); Bruno Rodrigo (Santos)
BAHIA: Marcelo Lomba; Fabinho, Rafael Donato, Titi e Gerley; Fahel, Helder, Gabriel e Morais (Magno); Lulinha (Zé Roberto) e Ciro (Júnior)
Técnico: Paulo Roberto Falcão
SANTOS: Aranha; Galhardo (Maranhão), Bruno Rodrigo, David Braz (Vinicius) e Léo; Ewerton Páscoa, Gérson Magrão, Bernardo e Felipe Anderson; Rentería (Alan Santos) e Borges
Técnico: Muricy Ramalho
Sob muita chuva, que esvaziou o estádio baiano, as duas equipes fizeram um primeiro tempo de várias chances – todas desperdiçadas. A criatividade santista esbarrou no excesso de erros e no desentrosamento do time. O Bahia, que também atacou bastante, tentou se aproveitar da velocidade de seu jovem elenco nos contra-ataques. Sem Souza, o técnico Paulo Roberto Falcão deu uma chance a Ciro no time titular.
Na segunda etapa, em jogo mais aberto, os dois times criaram e perderam chances ainda mais claras de gol nos últimos minutos de jogo. Na principal delas, Felipe Anderson Lançou Borges e o atacante chutou à esquerda do gol, cara a cara com o goleiro Marcelo Lomba.
Renteria tenta livrar-se da marcação de Helder e Gerley em jogo feio no Pituaçu
Crédito da imagem: Gazeta Press
As duas equipes dividem atenção com outras competições, e tentam reverter complicadas desvantagens: o Santos foi derrotado contra o Vélez Sarsfield, pela Libertadores, e faz o jogo de volta na Vila Belmiro, nesta quinta. O Bahia perdeu do Grêmio, na Copa do Brasil, e terá de buscar a classificação no Olímpico, também na quinta. Crédito da imagem: Gazeta Press
Pelo Brasileirão, o Santos volta a campo no próximo domingo, contra o Sport, na Vila Belmiro. No mesmo dia, o Bahia enfrenta o São Paulo, no Morumbi.
O Jogo
Atrapalhado pela chuva torrencial que atingia a cidade de Salvador durante todo o dia, o jogo começou com a bola pipocando muito nos pés dos atletas e com os times não conseguindo armar grandes jogadas de ataque. Recheado de estreias (cinco no total), o Santos visivelmente diminuiu o ritmo para tentar colocar os reforços no ritmo do jogo.
Os melhores lances santistas, por sinal, saíram dos pés de um contratado: o meia Bernardo, que treina há um bom tempo no CT Rei Pelé, mas ainda não havia tido a oportunidade de entrar em campo. Aos 11, ele levantou bola na cabeça de David Braz, que carimbou a trave. Na sequência, outro levantamento, só que para Bruno Rodrigo, que mandou na rede pelo lado de fora.
Na resposta, os baianos contavam com a velocidade do participativo Lulinha, que só pecava no excesso de passes errados. Em falta sofrida por ele quase na linha da grande área, Gerley bateu firme e exigiu boa defesa de Aranha.
Depois, no entanto, a empolgação pareceu ter diminuído e o nível da apresentação caiu drasticamente. Uma má notícia para o Santos foi a lesão de David Braz, que, antes do intervalo, saiu machucado com suspeita de um estiramento na coxa.
Na etapa final, com a diminuição da chuva, a expectativa era de que o embate melhorasse, mas isso acabou não ocorrendo. Desentrosado, o Santos seguia sem ameaçar. Mais inteiro, o time da casa abusava dos lances pela lateral e das bolas jogadas na área.
Na melhor das oportunidades, no entanto, Ciro recebeu na frente e bateu cruzado, mas parou em Aranha. Substituto do centroavante, Junior, pouco depois, recebeu e, de primeira, mandou forte. A bola passou por cima do gol.
No fim, Borges ainda teve duas chances para desempatar, mas errou o chute na primeira vez, mandando rente à trave, e depois parou em boa defesa de Marcelo Lomba, já nos acréscimos.
FICHA TÉCNICA:
BAHIA 0 X 0 SANTOS
Local: Estádio Pituaçu, em Salvador (BA)
Data: 20 de maio de 2012, domingo
Horário: 18h30 (horário de Brasília)
Árbitro: Evandro Rogério Roman (Fifa-PR)
Assistentes: Bruno Boschilia e José Carlos Dias Passos (ambos do PR)
Público: 8.808 pagantes
Cartões Amarelos: Fabinho (Bahia); Bruno Rodrigo (Santos)
BAHIA: Marcelo Lomba; Fabinho, Rafael Donato, Titi e Gerley; Fahel, Helder, Gabriel e Morais (Magno); Lulinha (Zé Roberto) e Ciro (Júnior)
Técnico: Paulo Roberto Falcão
SANTOS: Aranha; Galhardo (Maranhão), Bruno Rodrigo, David Braz (Vinicius) e Léo; Ewerton Páscoa, Gérson Magrão, Bernardo e Felipe Anderson; Rentería (Alan Santos) e Borges
Técnico: Muricy Ramalho
Em primeiro jogo de Roth, Cruzeiro para em goleiro do Atlético-GO na estreia do Brasileiro
O Cruzeiro empatou em casa por 0 a 0 com o Atlético-GO neste domingo, no Parque dos Sabiás (Uberlândia), pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, ambas as equipes conquistaram seu primeiro ponto na competição.
O destaque do jogo foi o goleiro Roberto, do Atlético-GO, que salvou a equipe rubro-negra durante a partida, a primeira oficial de Celso Roth no Cruzeiro (ele assumiu após a saída de Vágner Mancini).
Na próxima rodada, o Cruzeiro visita o Náutico, enquanto o Atlético-GO recebe a Ponte Preta.
Cruzeiro e Atlético-GO priorizaram uma partida movimentada nos instantes iniciais, porém deficiente na parte técnica e com muitos erros. Ao aproveitar um cochilo da zaga cruzeirense, o Atlético-GO criou a primeira grande oportunidade. Aos oito minutos, Bida escapou nas costas da defesa, esperou o momento certo para concluir, mas pegou errado na bola, que saiu do lado direito da meta de Fábio.
A defesa do Cruzeiro sofria com a confusão, principalmente pelo meio. Aos 18 minutos, Bida assustou novamente a torcida de Uberlândia. O chute do meio-campista parou em grande defesa de Fábio. Enquanto isso, os mineiros não conseguiam se acertar.
A partir dos 25 minutos, o Atlético-GO passou a pecar pelo excesso de preciosismo. A falta de objetividade atrapalhou o time na busca pela vantagem antes do intervalo. E, ainda por cima, quase sofreu o gol. Na melhor chance do Cruzeiro, aos 42 minutos, Everton chutou para a defesa de Roberto. Na sobra, Souza ainda acertou a zaga goiana.
É possível piorar?
No segundo tempo, Cruzeiro e Atlético-GO conseguiram apresentar um futebol ainda pior em relação aos 45 minutos iniciais. Celso Roth promoveu a entrada de Diego Renan na lateral direita, mas os donos da casa seguiram sem jogadas pelas pontas.
O primeiro lance de perigo da etapa final foi criado apenas aos 18 minutos, quando Souza alcançou a ponta direita e cruzou para a cabeçada de Wellington Paulista. Roberto fez uma defesa milagrosa e salvou o Atlético-GO.
O lance serviu para animar Celso Roth a colocar o Cruzeiro na frente, com a entrada do atacante Anselmo Ramon na vaga do meio-campista Everton. O Atlético-GO respondeu com a mesma moeda: o centroavante William substituiu Elias.
O Cruzeiro se soltou com a mudança e ficou mais perigoso. Quando dava a impressão que poderia alcançar o gol, Anselmo Ramon ajudou a afundar as esperanças mineiras. Aos 31 minutos, o atacante levou o cartão vermelho por reclamação, no último ato de um fraco empate por 0 a 0.
FICHA TÉCNICA:
CRUZEIRO 0 X 0 ATLÉTICO-GO
Local: Estádio Parque do Sabiá, em Uberlândia (MG)
Data: 20 de maio de 2012 (domingo)
Horário: 18h30 (horário de Brasília)
Árbitro: Pericles Bassols Pegado Cortez (RJ)
Assistentes: Dibert Pedrosa Moisés (RJ) e Marco Santos Pessanha (RJ)
Cartões amarelos: Everton e Amaral (Cruzeiro); Gilson (Atlético-GO)
Cartões vermelhos: Anselmo Ramon (Cruzeiro);
CRUZEIRO: Fábio; Marcos (Diego Renan), Alex Silva (Victorino), Léo e Marcelo Oliveira; Amaral, Charles, Everton (Anselmo Ramon) e Souza; Montillo e Wellington Paulista
Técnico: Celso Roth
ATLÉTICO-GO: Roberto; Joílson, Gilson, Paulo Henrique e Ernandes; Pituca, Marino (Juninho), Fernando Bob e Bida; Elias (William) e Diogo Campos (Felipe)
Técnico: Adílson Batista
O destaque do jogo foi o goleiro Roberto, do Atlético-GO, que salvou a equipe rubro-negra durante a partida, a primeira oficial de Celso Roth no Cruzeiro (ele assumiu após a saída de Vágner Mancini).
Na próxima rodada, o Cruzeiro visita o Náutico, enquanto o Atlético-GO recebe a Ponte Preta.
Montillo é puxado por adversário do Atlético-GO; Cruzeiro ficou no 0 a 0
Crédito da imagem: Vipcomm
O jogoCrédito da imagem: Vipcomm
Cruzeiro e Atlético-GO priorizaram uma partida movimentada nos instantes iniciais, porém deficiente na parte técnica e com muitos erros. Ao aproveitar um cochilo da zaga cruzeirense, o Atlético-GO criou a primeira grande oportunidade. Aos oito minutos, Bida escapou nas costas da defesa, esperou o momento certo para concluir, mas pegou errado na bola, que saiu do lado direito da meta de Fábio.
A defesa do Cruzeiro sofria com a confusão, principalmente pelo meio. Aos 18 minutos, Bida assustou novamente a torcida de Uberlândia. O chute do meio-campista parou em grande defesa de Fábio. Enquanto isso, os mineiros não conseguiam se acertar.
A partir dos 25 minutos, o Atlético-GO passou a pecar pelo excesso de preciosismo. A falta de objetividade atrapalhou o time na busca pela vantagem antes do intervalo. E, ainda por cima, quase sofreu o gol. Na melhor chance do Cruzeiro, aos 42 minutos, Everton chutou para a defesa de Roberto. Na sobra, Souza ainda acertou a zaga goiana.
É possível piorar?
No segundo tempo, Cruzeiro e Atlético-GO conseguiram apresentar um futebol ainda pior em relação aos 45 minutos iniciais. Celso Roth promoveu a entrada de Diego Renan na lateral direita, mas os donos da casa seguiram sem jogadas pelas pontas.
O primeiro lance de perigo da etapa final foi criado apenas aos 18 minutos, quando Souza alcançou a ponta direita e cruzou para a cabeçada de Wellington Paulista. Roberto fez uma defesa milagrosa e salvou o Atlético-GO.
O lance serviu para animar Celso Roth a colocar o Cruzeiro na frente, com a entrada do atacante Anselmo Ramon na vaga do meio-campista Everton. O Atlético-GO respondeu com a mesma moeda: o centroavante William substituiu Elias.
O Cruzeiro se soltou com a mudança e ficou mais perigoso. Quando dava a impressão que poderia alcançar o gol, Anselmo Ramon ajudou a afundar as esperanças mineiras. Aos 31 minutos, o atacante levou o cartão vermelho por reclamação, no último ato de um fraco empate por 0 a 0.
FICHA TÉCNICA:
CRUZEIRO 0 X 0 ATLÉTICO-GO
Local: Estádio Parque do Sabiá, em Uberlândia (MG)
Data: 20 de maio de 2012 (domingo)
Horário: 18h30 (horário de Brasília)
Árbitro: Pericles Bassols Pegado Cortez (RJ)
Assistentes: Dibert Pedrosa Moisés (RJ) e Marco Santos Pessanha (RJ)
Cartões amarelos: Everton e Amaral (Cruzeiro); Gilson (Atlético-GO)
Cartões vermelhos: Anselmo Ramon (Cruzeiro);
CRUZEIRO: Fábio; Marcos (Diego Renan), Alex Silva (Victorino), Léo e Marcelo Oliveira; Amaral, Charles, Everton (Anselmo Ramon) e Souza; Montillo e Wellington Paulista
Técnico: Celso Roth
ATLÉTICO-GO: Roberto; Joílson, Gilson, Paulo Henrique e Ernandes; Pituca, Marino (Juninho), Fernando Bob e Bida; Elias (William) e Diogo Campos (Felipe)
Técnico: Adílson Batista
Em jogo de cores trocadas, mistão do Vasco bate o Grêmio na estreia do Brasileiro
Com a cabeça voltada para a Libertadores, o Vasco mandou a campo um time misto neste domingo, mas pode comemorar uma vitória na estreia do Brasileiro. Diante do Grêmio, os titulares Fellipe Bastos e Alecsandro resolveram, e o ‘expressinho’ vascaíno saiu de campo com um triunfo por 2 a 1. O volante Fernando marcou para o time gaúcho.
Apesar da derrota, o Grêmio não jogou mal. O time gaúcho conseguiu aproveitar a falta de entrosamento do rival, criou boas chances e até teve a oportunidade de empatar, mas parou nas mãos de Fernando Prass, que defendeu um pênalti cobrado por Marcelo Moreno.
A grande curiosidade de jogo ficou por conta dos uniformes. Mesmo jogando em casa, o Vasco optou pela terceira camisa e jogou de azul, cor do rival Grêmio. Por outro lado, o time gaúcho foi obrigado a vestir o branco, cor do rival Vasco.
As duas equipes mudam o foco agora. O Vasco passa a pensar no duelo de volta contra o Corinthians, pelas quartas de final da Libertadores. O jogo será na quarta-feira, no Pacaembu, e o time carioca precisa ao menos de um empate com gols para avançar. A situação do Grêmio é melhor. Diante do Bahia, os gaúchos jogam em casa e podem até perder por um gol na quinta-feira para passar à semifinal da Copa do Brasil.
Pelo Brasileiro, o Vasco volta a campo no sábado, quando viaja para São Paulo para enfrentar a Portuguesa. Já o Grêmio recebe o Palmeiras no domingo.
O jogo - O Vasco começou a partida tentando impor o domínio tentando se fazer valer do mando de campo. No entanto, o Grêmio logo impôs seu melhor toque de bola e criou a primeira boa chance do confronto, aos nove minutos. Após contra-ataque, a bola foi cruzada para Miralles, que chutou mal. Os visitantes se animaram com o lance e quase abriram o placar dois minutos depois com Marco Antônio, mas o meia foi travado por Renato Silva no momento da finalização.
O Grêmio aproveitava a falta de entrosamento dos vascaínos e chegava com facilidade ao campo de ataque. Tanto que aos 15 minutos André Lima recebeu a bola dentro da área e rolou para trás para a chegada de Marquinhos. No entanto, o meia chutou mal, em cima de Fernando Prass, que não teve dificuldade em fazer a defesa. Depois disso, o Vasco melhorou na marcação e conseguiu chegar com perigo pela primeira vez, aos 19. William Barbio fez boa jogada individual, mas chutou por cima do gol de Victor.
A jogada animou os cruz-maltinos, que não demoraram muito para abrir o placar, aos 22 minutos. Fellipe Bastos cobrou falta rasteira sem chance para Victor, que pulou, mas não conseguiu chegar na bola.
Os gremistas não se abateram com o revés e logo chegaram ao empate. Aos 25 minutos, Rondinelly, que havia acabado de entrar, rolou para Fernando na entrada da área. O volante acertou belo chute rasteio no canto de esquerdo de Fernando Prass, que se esticou, mas viu a bola ir para a rede.
Depois do empate, o confronto ficou equilibrado, com as duas equipes buscando o ataque. O Vasco tinha mais a posse de bola e o Grêmio tentava encaixar os contra-ataques. No entanto, ambas tinham dificuldade em criar boas chances de gol. Nos minutos finais, o panorama seguiu sendo o mesmo até o intervalo.
Aos poucos, o Grêmio melhorou e passou a ter o domínio do jogo. No entanto, os visitantes não conseguiam levar perigo aos donos da casa. Mesmo com dificuldade na parte ofensiva, foi o Vasco que marcou novamente. Aos 23 minutos, Juninho Pernambucano cruzou e Alecsandro apareceu livre para cabecear para a rede de Victor.
O gol animou os cruz-maltinos, que por pouco não aumentaram a vantagem aos 25 minutos. Em contra-ataque rápido, Carlos Alberto tabelou com Alecsandro e chutou para grande defesa de Victor. A resposta dos gremistas veio três minutos depois quando Marcelo Moreno recebeu na área e chutou para grande defesa de Fernando Prass. Só que no rebote, Miralles finalizou para fora.
O Grêmio partiu para cima em busca do empate e quase conseguiu aos 35 minutos. Renato Silva cabeceou na própria mão e o árbitro marcou pênalti. Só que na cobrança, Marcelo Moreno viu Fernando Prass acertar o canto e defender sua cobrança.
Nos minutos finais, o Grêmio quase empatou com Marcelo Moreno, que cabeceou uma bola rente a trave esquerda de Fernando Prass. Os vascaínos se seguraram como puderam e conseguiram sair de campo com a vitória.
Apesar da derrota, o Grêmio não jogou mal. O time gaúcho conseguiu aproveitar a falta de entrosamento do rival, criou boas chances e até teve a oportunidade de empatar, mas parou nas mãos de Fernando Prass, que defendeu um pênalti cobrado por Marcelo Moreno.
A grande curiosidade de jogo ficou por conta dos uniformes. Mesmo jogando em casa, o Vasco optou pela terceira camisa e jogou de azul, cor do rival Grêmio. Por outro lado, o time gaúcho foi obrigado a vestir o branco, cor do rival Vasco.
As duas equipes mudam o foco agora. O Vasco passa a pensar no duelo de volta contra o Corinthians, pelas quartas de final da Libertadores. O jogo será na quarta-feira, no Pacaembu, e o time carioca precisa ao menos de um empate com gols para avançar. A situação do Grêmio é melhor. Diante do Bahia, os gaúchos jogam em casa e podem até perder por um gol na quinta-feira para passar à semifinal da Copa do Brasil.
Pelo Brasileiro, o Vasco volta a campo no sábado, quando viaja para São Paulo para enfrentar a Portuguesa. Já o Grêmio recebe o Palmeiras no domingo.
Vasco atuou de azul neste domingo contra um Grêmio que foi a campo de branco
Crédito da imagem: Divulgação
Crédito da imagem: Divulgação
O jogo - O Vasco começou a partida tentando impor o domínio tentando se fazer valer do mando de campo. No entanto, o Grêmio logo impôs seu melhor toque de bola e criou a primeira boa chance do confronto, aos nove minutos. Após contra-ataque, a bola foi cruzada para Miralles, que chutou mal. Os visitantes se animaram com o lance e quase abriram o placar dois minutos depois com Marco Antônio, mas o meia foi travado por Renato Silva no momento da finalização.
O Grêmio aproveitava a falta de entrosamento dos vascaínos e chegava com facilidade ao campo de ataque. Tanto que aos 15 minutos André Lima recebeu a bola dentro da área e rolou para trás para a chegada de Marquinhos. No entanto, o meia chutou mal, em cima de Fernando Prass, que não teve dificuldade em fazer a defesa. Depois disso, o Vasco melhorou na marcação e conseguiu chegar com perigo pela primeira vez, aos 19. William Barbio fez boa jogada individual, mas chutou por cima do gol de Victor.
A jogada animou os cruz-maltinos, que não demoraram muito para abrir o placar, aos 22 minutos. Fellipe Bastos cobrou falta rasteira sem chance para Victor, que pulou, mas não conseguiu chegar na bola.
Os gremistas não se abateram com o revés e logo chegaram ao empate. Aos 25 minutos, Rondinelly, que havia acabado de entrar, rolou para Fernando na entrada da área. O volante acertou belo chute rasteio no canto de esquerdo de Fernando Prass, que se esticou, mas viu a bola ir para a rede.
Depois do empate, o confronto ficou equilibrado, com as duas equipes buscando o ataque. O Vasco tinha mais a posse de bola e o Grêmio tentava encaixar os contra-ataques. No entanto, ambas tinham dificuldade em criar boas chances de gol. Nos minutos finais, o panorama seguiu sendo o mesmo até o intervalo.
Vasco atuou de azul neste domingo contra um Grêmio que foi a campo de branco
Crédito da imagem: Divulgação
No segundo tempo, o Vasco veio modificado com as entradas de Juninho Pernambucano e Alecsandro. Nos primeiros minutos, os cruz-maltinos ainda tentaram chegar ao ataque, mas erravam muitos passes. O Grêmio aproveitou para quase virar aos sete minutos. Miralles foi lançado, mas chutou por cima do gol de Fernando Prass.Crédito da imagem: Divulgação
Aos poucos, o Grêmio melhorou e passou a ter o domínio do jogo. No entanto, os visitantes não conseguiam levar perigo aos donos da casa. Mesmo com dificuldade na parte ofensiva, foi o Vasco que marcou novamente. Aos 23 minutos, Juninho Pernambucano cruzou e Alecsandro apareceu livre para cabecear para a rede de Victor.
O gol animou os cruz-maltinos, que por pouco não aumentaram a vantagem aos 25 minutos. Em contra-ataque rápido, Carlos Alberto tabelou com Alecsandro e chutou para grande defesa de Victor. A resposta dos gremistas veio três minutos depois quando Marcelo Moreno recebeu na área e chutou para grande defesa de Fernando Prass. Só que no rebote, Miralles finalizou para fora.
O Grêmio partiu para cima em busca do empate e quase conseguiu aos 35 minutos. Renato Silva cabeceou na própria mão e o árbitro marcou pênalti. Só que na cobrança, Marcelo Moreno viu Fernando Prass acertar o canto e defender sua cobrança.
Nos minutos finais, o Grêmio quase empatou com Marcelo Moreno, que cabeceou uma bola rente a trave esquerda de Fernando Prass. Os vascaínos se seguraram como puderam e conseguiram sair de campo com a vitória.
Acabou a invencibilidade de Cássio no gol corintiano. O goleiro pediu para entrar em campo neste domingo, foi vazado pela primeira vez com a camisa alvinegra e viu o Corinthians perder para o Fluminense por 1 a 0 em duelo de reservas na estreia do Campeonato Brasileiro. O zagueiro Leandro Euzébio marcou o único gol da partida.
eliminação na Libertadores não desestabilizou o Internacional no Campeonato Brasileiro. Pelo contrário. Na estreia da competição nacional, neste domingo, a torcida colorada lotou o Beira-Rio no duelo contra o Coritiba e o time, mesmo desfalcado, correspondeu em campo: sem sustos, venceu por 2 a 0 e começou com o pé direito.
No primeiro tempo, o Inter partiu para cima e, sem dar espaço para o Coritiba nos contra-ataques, abriu boa vantagem. Leandro Damião marcou o primeiro em linda jogada: após rebote da defesa, invadiu a área driblando o marcador e chutou forte, no fundo da rede.
O segundo gol também teve participação do jogador. Damião tabelou com Dátolo e rolou para Dagoberto ampliar a vantagem. No segundo tempo, o Inter seguiu melhor no jogo, mas tirou o pé e contentou-se com a vantagem contruída no primeiro tempo. O meia Oscar também foi destaque, e distribuiu boas jogadas no ataque colorado.
No próximo sábado, o Internacional enfrenta o Flamengo, às 18h30, no Engenhão, pela segunda rodada. No domingo, o Coritiba também volta a campo pelo Brasileirão e recebe o Botafogo, às 16h, no Couto Pereira.
O jogo – Aproveitando o fato de jogar em casa e de atuar contra um Coritiba que poupou alguns titulares pensando na Copa do Brasil, o Internacional foi para cima em busca da vitória. Logo aos três minutos, criou a primeira chance: Dátolo escapou pela esquerda e cruzou para Leandro Damião, que serviu Dagoberto dentro da área. O camisa 20 colorado, no entanto, não conseguiu a conclusão.
A intensa movimentação do trio de meias formado por Oscar, Dátolo e Dagoberto era o grande trunfo do Inter. Trocando constantemente de posição, eles confundiam a marcação do Coxa. O primeiro gol, porém, surgiu em uma iniciativa de Leandro Damião: aos oito minutos, ele venceu a zaga na base da insistência, deu uma meia-lua curta em Emerson e ficou de frente para estufar as redes de Vanderlei: golaço, Inter 1 a 0.
O Internacional seguiu com maior posse de bola, mas parou de criar chances. Através de bons contra-golpes puxados por Lincoln e Renan Oliveira, o Coritiba cresceu no jogo. Aos 14, o lateral Gil apoiou bem e tocou para Renan Oliveira chutar por cima. Aos 28, Júnior Urso tentou um cruzamento e quase surpreendeu Muriel, que defendeu firme.
Quando o Coxa começava a gostar do jogo, o Inter fez outro golaço: aos 37, Dátolo achou Dagoberto na área. Ele tocou para Damião, que fez a parede, e recebeu de volta, chutando de primeira, no cantinho de Vanderlei: 2 a 0. O Coxa marcou aos 39, com Everton Costa, mas a arbitragem assinalou impedimento. O atacante paranaense parecia mesmo um pouco adiantado.
Marcelo Oliveira fez duas substituições para o intervalo: retirou Anderson Aquino e Willian para colocar Everton Ribeiro e Sérgio Manoel, o que deu maior liberdade para Renan Oliveira, um dos bons nomes da primeira etapa, chegar mais à frente. A primeira boa chance, porém, foi gaúcha: aos sete, Oscar lançou Damião, que ganhou na velocidade de Démerson e, mesmo desequilibrado, deu um toque na saída de Vanderlei. A bola mansamente foi à linha de fundo, quase entrando.
Com a tentativa do Coxa de propor o jogo, sobrava mais espaço para o Inter contra-atacar, algo raro no primeiro tempo. Aos 13, Dátolo puxou jogada em alta velocidade e serviu Oscar, que chutou para fora. Cinco minutos depois, o Coritiba quase descontou: Lincoln recebeu de Everton Ribeiro, driblou Rodrigo Moledo e arrematou para boa espalmada de Muriel.
Sem conseguir agredir o Inter, Marcelo Oliveira tirou Renan Oliveira e colocou Marcel, deixando o Coritiba num 4-3-3. Mas, com ainda mais espaços, o time gaúcho seguia mais perigoso: aos 32, Elton recebeu de Dagoberto na cara do gol, limpou o goleiro, mas nem chutou, nem cruzou, jogando a bola pela linha de fundo e perdendo uma chance incrível. Seis minutos depois, João Paulo quase fez um gol olímpico, cobrando escanteio no primeiro pau e obrigando Vanderlei a boa defesa. Aos 39, Leandro Damião recebeu de Oscar e chutou no travessão.
FICHA TÉCNICA
INTERNACIONAL 2 x 0 CORITIBA
Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS)
Data: 20 de maio de 2012, domingo
Horário: 16h (horário de Brasília)
Árbitro: Pablo dos Santos Alves (ES)
Assistentes: Fabiano da Silva Ramires (ES) e José Maciel Linhares (ES)
Público: 22.039
Cartão amarelo: Dátolo, Leandro Damião, Dagoberto e Oscar (Internacional); Lucas Mendes, Lincoln e Emerson (Coritiba)
Gols:
INTERNACIONAL: Leandro Damião, aos 8, e Dagoberto, aos 37 minutos do primeiro tempo
INTERNACIONAL: Muriel; Nei, Rodrigo Moledo, Índio e Fabrício; Guiñazu, Elton, Oscar, Dátolo (João Paulo) (Bolatti) e Dagoberto (Marcos Aurélio); Leandro Damião.
Técnico: Dorival Júnior
CORITIBA: Vanderlei; Gil, Emerson, Démerson e Lucas Mendes; Willian (Sérgio Manoel), Júnior Urso, Renan Oliveira (Marcel) e Lincoln; Everton Costa e Anderson Aquino.
Técnico: Marcelo Oliveira
No primeiro tempo, o Inter partiu para cima e, sem dar espaço para o Coritiba nos contra-ataques, abriu boa vantagem. Leandro Damião marcou o primeiro em linda jogada: após rebote da defesa, invadiu a área driblando o marcador e chutou forte, no fundo da rede.
O segundo gol também teve participação do jogador. Damião tabelou com Dátolo e rolou para Dagoberto ampliar a vantagem. No segundo tempo, o Inter seguiu melhor no jogo, mas tirou o pé e contentou-se com a vantagem contruída no primeiro tempo. O meia Oscar também foi destaque, e distribuiu boas jogadas no ataque colorado.
Damião e Dagoberto comemoram durante a vitória do Internacional
Crédito da imagem: Agência Estado
O Coritiba do técnico Marcelo Oliveira chegou a melhorar perto do fim, mas não teve forças para empatar e agora pensa na Copa do Brasil. No jogo de ida contra o Vitória, nas quartas de final, empatou sem gols e decide em casa a classificação, nesta quarta-feira.Crédito da imagem: Agência Estado
No próximo sábado, o Internacional enfrenta o Flamengo, às 18h30, no Engenhão, pela segunda rodada. No domingo, o Coritiba também volta a campo pelo Brasileirão e recebe o Botafogo, às 16h, no Couto Pereira.
O jogo – Aproveitando o fato de jogar em casa e de atuar contra um Coritiba que poupou alguns titulares pensando na Copa do Brasil, o Internacional foi para cima em busca da vitória. Logo aos três minutos, criou a primeira chance: Dátolo escapou pela esquerda e cruzou para Leandro Damião, que serviu Dagoberto dentro da área. O camisa 20 colorado, no entanto, não conseguiu a conclusão.
A intensa movimentação do trio de meias formado por Oscar, Dátolo e Dagoberto era o grande trunfo do Inter. Trocando constantemente de posição, eles confundiam a marcação do Coxa. O primeiro gol, porém, surgiu em uma iniciativa de Leandro Damião: aos oito minutos, ele venceu a zaga na base da insistência, deu uma meia-lua curta em Emerson e ficou de frente para estufar as redes de Vanderlei: golaço, Inter 1 a 0.
O Internacional seguiu com maior posse de bola, mas parou de criar chances. Através de bons contra-golpes puxados por Lincoln e Renan Oliveira, o Coritiba cresceu no jogo. Aos 14, o lateral Gil apoiou bem e tocou para Renan Oliveira chutar por cima. Aos 28, Júnior Urso tentou um cruzamento e quase surpreendeu Muriel, que defendeu firme.
Quando o Coxa começava a gostar do jogo, o Inter fez outro golaço: aos 37, Dátolo achou Dagoberto na área. Ele tocou para Damião, que fez a parede, e recebeu de volta, chutando de primeira, no cantinho de Vanderlei: 2 a 0. O Coxa marcou aos 39, com Everton Costa, mas a arbitragem assinalou impedimento. O atacante paranaense parecia mesmo um pouco adiantado.
Marcelo Oliveira fez duas substituições para o intervalo: retirou Anderson Aquino e Willian para colocar Everton Ribeiro e Sérgio Manoel, o que deu maior liberdade para Renan Oliveira, um dos bons nomes da primeira etapa, chegar mais à frente. A primeira boa chance, porém, foi gaúcha: aos sete, Oscar lançou Damião, que ganhou na velocidade de Démerson e, mesmo desequilibrado, deu um toque na saída de Vanderlei. A bola mansamente foi à linha de fundo, quase entrando.
Com a tentativa do Coxa de propor o jogo, sobrava mais espaço para o Inter contra-atacar, algo raro no primeiro tempo. Aos 13, Dátolo puxou jogada em alta velocidade e serviu Oscar, que chutou para fora. Cinco minutos depois, o Coritiba quase descontou: Lincoln recebeu de Everton Ribeiro, driblou Rodrigo Moledo e arrematou para boa espalmada de Muriel.
Sem conseguir agredir o Inter, Marcelo Oliveira tirou Renan Oliveira e colocou Marcel, deixando o Coritiba num 4-3-3. Mas, com ainda mais espaços, o time gaúcho seguia mais perigoso: aos 32, Elton recebeu de Dagoberto na cara do gol, limpou o goleiro, mas nem chutou, nem cruzou, jogando a bola pela linha de fundo e perdendo uma chance incrível. Seis minutos depois, João Paulo quase fez um gol olímpico, cobrando escanteio no primeiro pau e obrigando Vanderlei a boa defesa. Aos 39, Leandro Damião recebeu de Oscar e chutou no travessão.
FICHA TÉCNICA
INTERNACIONAL 2 x 0 CORITIBA
Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS)
Data: 20 de maio de 2012, domingo
Horário: 16h (horário de Brasília)
Árbitro: Pablo dos Santos Alves (ES)
Assistentes: Fabiano da Silva Ramires (ES) e José Maciel Linhares (ES)
Público: 22.039
Cartão amarelo: Dátolo, Leandro Damião, Dagoberto e Oscar (Internacional); Lucas Mendes, Lincoln e Emerson (Coritiba)
Gols:
INTERNACIONAL: Leandro Damião, aos 8, e Dagoberto, aos 37 minutos do primeiro tempo
INTERNACIONAL: Muriel; Nei, Rodrigo Moledo, Índio e Fabrício; Guiñazu, Elton, Oscar, Dátolo (João Paulo) (Bolatti) e Dagoberto (Marcos Aurélio); Leandro Damião.
Técnico: Dorival Júnior
CORITIBA: Vanderlei; Gil, Emerson, Démerson e Lucas Mendes; Willian (Sérgio Manoel), Júnior Urso, Renan Oliveira (Marcel) e Lincoln; Everton Costa e Anderson Aquino.
Técnico: Marcelo Oliveira
Cássio toma o primeiro gol, e Fluminense vence o Corinthians em duelo de reservas
Acabou a invencibilidade de Cássio no gol corintiano. O goleiro pediu para entrar em campo neste domingo, foi vazado pela primeira vez com a camisa alvinegra e viu o Corinthians perder para o Fluminense por 1 a 0 em duelo de reservas na estreia do Campeonato Brasileiro. O zagueiro Leandro Euzébio marcou o único gol da partida.
Com compromissos no meio da semana pela Libertadores, Corinthians e Fluminense mandaram a campo times recheados de reservas, e acabaram travando um jogo morno no Pacaembu. O time alvinegro até atacou mais vezes, mas os cariocas foram bem mais efetivos nas poucas chances que tiveram.
O gol acabou saindo justamente na especialidade de Cássio, a bola aérea. Após cobrança de Marco Júnior pela esquerda, Leandro Euzébio subiu muito mais que o lateral-esquerdo Ramon e cabeceou forte no segundo pau.
O goleiro alvinegro assumiu a titularidade após as falhas de Júlio César nas quartas do final do Paulista e ainda não havia tomado gols (foram três jogos em sequência – dois contra o Emelec e um contra o Vasco – e um quando ainda era reserva – contra o XV de Piracicaba, no Paulista).
Após estrearem no Brasileiro, os dois times mudam o foco agora e passam a pensar na Libertadores. O Corinthians volta ao Pacaembu na quarta-feira para enfrentar o Vasco – na ida, 0 a 0 em São Januário. No mesmo dia, o Flu precisa reverter a vantagem de 1 a 0 conseguida pelo Boca Juniors na Argentina.
Pelo Campeonato Brasileiro, os dois jogam apenas no próximo domingo. O Corinthians vai até Minas Gerais para enfrentar o Atlético-MG, enquanto o Fluminense recebe o Figueirense.
O confronto opunha os dois últimos campeões brasileiros – o Corinthians ficou com o título em 2011, e o Fluminense venceu no ano anterior –, mas tinha o brilho apagado pela disputa paralela da Copa Libertadores. Os dois times guardaram seus principais atletas para os jogos de volta do torneio sul-americano, no meio de semana, e foram a campo neste domingo com formações reservas.
O Corinthians adiantou a marcação, como Tite faz com o elenco principal, mas a pressão inicial se limitou a bolas levantadas à área, não aproveitadas pelos atacantes. Já o Fluminense, nos poucos momentos que conseguiu deixar o campo de defesa, errou considerável número de passes.
A melhor chance de gol da equipe da casa foi desperdiçada aos 32 minutos, quando Willian recebeu cruzamento de Douglas à frente de Berna e desviou com pouca força, facilitando o trabalho do goleiro.
O Fluminense também assustou Cássio antes do intervalo, ainda aos 14 minutos, quando o meio-campo alvinegro bobeou e permitiu envolvente contra-ataque. Após rápida troca de passes, o atacante Matheus Carvalho recebeu no bico esquerdo da área e concluiu a gol com um forte arremate, espalmado pelo arqueiro corintiano no canto direito.
No segundo tempo, o Fluminense voltou menos ansioso e com Jean no lugar de Lanzini. A partida ficou mais franca e equilibrada, mas a primeira boa chance de tirar o zero do placar foi corintiana. Willian fez desarme no meio-campo e entregou para Douglas. O meia entrou na área pelo lado esquerdo e chutou rasteiro. A bola acertou a trave e ainda tocou nas costas de Berna antes de ser agarrada pelo arqueiro.
O Fluminense, embora também não fizesse grande partida, foi quem abriu o marcador. Após escanteio cobrado pelo lado esquerdo, o zagueiro Leandro Euzébio subiu mais do que a defesa adversária e cabeceou à direita de Cássio. Foi o primeiro gol sofrido por ele após 431 minutos em campo (sem contar os acréscimos).
O Corinthians então partiu como pôde para frente – Tite até colocou os atacantes Elton e Adilson para ajudar Liedson –, mas esbarrou na própria falta de técnica e sofreu o terceiro revés na temporada – perdeu também para Santos e Ponte Preta, no Campeonato Paulista.
FICHA TÉCNICA:
CORINTHIANS 0 X 1 FLUMINENSE
Local: Estádio Pacaembu, em Sâo Paulo (SP)
Data: 20 de maio de 2012, domingo
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Fabrício Neves Corrêa (RS)
Assistentes: Altemir Hausmann e José Chaves Filho (ambos do RS)
Cartões amarelos: Ramon, Douglas (Corinthians); Matheus Carvalho, Rafinha (Fluminense)
Gol: FLUMINENSE: Leandro Euzébio, aos 26 minutos do segundo tempo
Público: 14.791 pagantes
Renda: R$ 419.729,00
CORINHIANS: Cássio; Welder, Antonio Carlos, Marquinhos e Ramon; Willian Arão (Adilson), Ramírez e Douglas; Gilsinho (Elton), Willian e Liedson. Técnico: Tite
FLUMINENSE: Ricardo Berna; Wallace, Wellington Carvalho, Leandro Euzébio e Carleto; Digão, Fábio Braga (Rafinha) e Lanzini (Jean); Matheus Carvalho (Carlinhos), Marcos Júnior e Samuel. Técnico: Leomir de Souza (auxiliar)
Com compromissos no meio da semana pela Libertadores, Corinthians e Fluminense mandaram a campo times recheados de reservas, e acabaram travando um jogo morno no Pacaembu. O time alvinegro até atacou mais vezes, mas os cariocas foram bem mais efetivos nas poucas chances que tiveram.
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O gol acabou saindo justamente na especialidade de Cássio, a bola aérea. Após cobrança de Marco Júnior pela esquerda, Leandro Euzébio subiu muito mais que o lateral-esquerdo Ramon e cabeceou forte no segundo pau.
O goleiro alvinegro assumiu a titularidade após as falhas de Júlio César nas quartas do final do Paulista e ainda não havia tomado gols (foram três jogos em sequência – dois contra o Emelec e um contra o Vasco – e um quando ainda era reserva – contra o XV de Piracicaba, no Paulista).
Após estrearem no Brasileiro, os dois times mudam o foco agora e passam a pensar na Libertadores. O Corinthians volta ao Pacaembu na quarta-feira para enfrentar o Vasco – na ida, 0 a 0 em São Januário. No mesmo dia, o Flu precisa reverter a vantagem de 1 a 0 conseguida pelo Boca Juniors na Argentina.
Pelo Campeonato Brasileiro, os dois jogam apenas no próximo domingo. O Corinthians vai até Minas Gerais para enfrentar o Atlético-MG, enquanto o Fluminense recebe o Figueirense.
Leandro Euzébio aproveitou uma falha de Ramón e marcou o único gol do jogo
Crédito da imagem: Photocamera
O jogoCrédito da imagem: Photocamera
O confronto opunha os dois últimos campeões brasileiros – o Corinthians ficou com o título em 2011, e o Fluminense venceu no ano anterior –, mas tinha o brilho apagado pela disputa paralela da Copa Libertadores. Os dois times guardaram seus principais atletas para os jogos de volta do torneio sul-americano, no meio de semana, e foram a campo neste domingo com formações reservas.
O Corinthians adiantou a marcação, como Tite faz com o elenco principal, mas a pressão inicial se limitou a bolas levantadas à área, não aproveitadas pelos atacantes. Já o Fluminense, nos poucos momentos que conseguiu deixar o campo de defesa, errou considerável número de passes.
A melhor chance de gol da equipe da casa foi desperdiçada aos 32 minutos, quando Willian recebeu cruzamento de Douglas à frente de Berna e desviou com pouca força, facilitando o trabalho do goleiro.
O Fluminense também assustou Cássio antes do intervalo, ainda aos 14 minutos, quando o meio-campo alvinegro bobeou e permitiu envolvente contra-ataque. Após rápida troca de passes, o atacante Matheus Carvalho recebeu no bico esquerdo da área e concluiu a gol com um forte arremate, espalmado pelo arqueiro corintiano no canto direito.
No segundo tempo, o Fluminense voltou menos ansioso e com Jean no lugar de Lanzini. A partida ficou mais franca e equilibrada, mas a primeira boa chance de tirar o zero do placar foi corintiana. Willian fez desarme no meio-campo e entregou para Douglas. O meia entrou na área pelo lado esquerdo e chutou rasteiro. A bola acertou a trave e ainda tocou nas costas de Berna antes de ser agarrada pelo arqueiro.
O Fluminense, embora também não fizesse grande partida, foi quem abriu o marcador. Após escanteio cobrado pelo lado esquerdo, o zagueiro Leandro Euzébio subiu mais do que a defesa adversária e cabeceou à direita de Cássio. Foi o primeiro gol sofrido por ele após 431 minutos em campo (sem contar os acréscimos).
O Corinthians então partiu como pôde para frente – Tite até colocou os atacantes Elton e Adilson para ajudar Liedson –, mas esbarrou na própria falta de técnica e sofreu o terceiro revés na temporada – perdeu também para Santos e Ponte Preta, no Campeonato Paulista.
FICHA TÉCNICA:
CORINTHIANS 0 X 1 FLUMINENSE
Local: Estádio Pacaembu, em Sâo Paulo (SP)
Data: 20 de maio de 2012, domingo
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Fabrício Neves Corrêa (RS)
Assistentes: Altemir Hausmann e José Chaves Filho (ambos do RS)
Cartões amarelos: Ramon, Douglas (Corinthians); Matheus Carvalho, Rafinha (Fluminense)
Gol: FLUMINENSE: Leandro Euzébio, aos 26 minutos do segundo tempo
Público: 14.791 pagantes
Renda: R$ 419.729,00
CORINHIANS: Cássio; Welder, Antonio Carlos, Marquinhos e Ramon; Willian Arão (Adilson), Ramírez e Douglas; Gilsinho (Elton), Willian e Liedson. Técnico: Tite
FLUMINENSE: Ricardo Berna; Wallace, Wellington Carvalho, Leandro Euzébio e Carleto; Digão, Fábio Braga (Rafinha) e Lanzini (Jean); Matheus Carvalho (Carlinhos), Marcos Júnior e Samuel. Técnico: Leomir de Souza (auxiliar)
Cuca confirma a contratação de Jô pelo Atlético-MG
Após a vitória sobre a Ponte Preta, na estreia pelo Campeonato Brasileiro 2012, o técnico Cuca, do Atlético-MG, anunciou a contratação do atacante Jô, afastado no Internacional, por conta de problemas disciplinares. Segundo o comandante, a informação foi passada a ele por Alexandre Kalil, presidente do Galo, mas os detalhes da negociação não foram revelados pelo técnico.
No clube gaúcho desde 2011, Jô, que marcou seis gols em 36 jogos pelo time colorado, não fazia mais parte dos planos do técnico Dorival Júnior, já que o jogador havia tido dois casos de indisciplina nos últimos dois meses. O mais recente aconteceu após a eliminação frente ao Fluminense, pela Copa Libertadores.
Junto de Jajá, o centroavante saiu com amigos no Rio de Janeiro na madrugada de quinta para sexta-feira e não voltou com a delegação do clube para o hotel. A dupla apenas se apresentou na manhã de sexta, fato que incomodou a diretoria colorada. Embora tenha decidido negociar Jô, Jajá ainda terá uma nova oportunidade no elenco gaúcho.
O atacante interessava, também, ao Palmeiras. Após o empate com a Portuguesa, nesse sábado, o gerente de futebol alviverde, César Sampaio, disse que o nome do jogador foi cogitado após uma conversa entre o presidente do Verdão, Arnaldo Tirone, e o mandatário do Inter, Giovanni Luigi.
No Galo, Jô terá grande concorrência no setor de ataque. O time do técnico Cuca já conta com: André, Guilherme, Neto Berola, Wesley, Danilinho, Paulo Henrique e Henrique.
No clube gaúcho desde 2011, Jô, que marcou seis gols em 36 jogos pelo time colorado, não fazia mais parte dos planos do técnico Dorival Júnior, já que o jogador havia tido dois casos de indisciplina nos últimos dois meses. O mais recente aconteceu após a eliminação frente ao Fluminense, pela Copa Libertadores.
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Junto de Jajá, o centroavante saiu com amigos no Rio de Janeiro na madrugada de quinta para sexta-feira e não voltou com a delegação do clube para o hotel. A dupla apenas se apresentou na manhã de sexta, fato que incomodou a diretoria colorada. Embora tenha decidido negociar Jô, Jajá ainda terá uma nova oportunidade no elenco gaúcho.
O atacante interessava, também, ao Palmeiras. Após o empate com a Portuguesa, nesse sábado, o gerente de futebol alviverde, César Sampaio, disse que o nome do jogador foi cogitado após uma conversa entre o presidente do Verdão, Arnaldo Tirone, e o mandatário do Inter, Giovanni Luigi.
Jô causou diversos problemas disciplinares durante pela passagem pelo Internacional
Crédito da imagem: Divulgação
A vinda do ex-corintiano, porém, não era um pedido do técnico Luiz Felipe Scolari, que recentemente entregou uma lista com possíveis reforços ao time do Verdão. Por isso, Sampaio havia dito que precisaria “analisar com carinho” a situação do atacante.Crédito da imagem: Divulgação
No Galo, Jô terá grande concorrência no setor de ataque. O time do técnico Cuca já conta com: André, Guilherme, Neto Berola, Wesley, Danilinho, Paulo Henrique e Henrique.
Herrera decide, faz três, e Botafogo vira sobre o São Paulo na estreia
Botafogo e São Paulo fizeram um duelo bastante movimentado na tarde deste domingo, no Engenhão, na estreia das duas equipes no Campeonato Brasileiro. E o grande nome da partida foi o argentino Herrera. O atacante substituiu Loco Abreu no intervalo, marcou três gols e foi decisivo para a vitória de virada do Botafogo por 4 a 2.
O São Paulo abriu o placar logo aos 11 minutos do primeiro tempo. Lucas fez boa jogada individual e tocou rasteiro para o meio da área. Livre na marca do pênalti, Jadson chutou de primeira no canto e marcou um belo gol.
O Botafogo chegou ao empate no início do segundo tempo, aos 4 minutos. Após cruzamento da direita, Herrera subiu mais do que a zaga e testou firme para o fundo do gol, longe do alcance de Dênis. Porém, mesmo com o gol sofrido, o São Paulo não se abateu. Aos 16 minutos, Luis Fabiano apareceu na segunda trave e cabeceou, a bola desviou e enganou o goleiro Jefferson.
E o time de Oswaldo de Oliveira conseguiu virar o jogo aos 27 minutos. O ex-corintiano Vítor Júnior cobrou falta, a bola desviou na barreira e foi para o fundo do gol. Inspirado, Herrera ainda balançou a rede mais uma vez. Aos 32, o argentino aproveitou bobeira da equipe do São Paulo e fuzilou o goleiro, fechando o placar em 4 a 2.
Na segunda rodada do Brasileirão, no próximo final de semana, o Botafogo visita o Coritiba no Couto Pereira, já o São Paulo recebe o Bahia, no Morumbi.
O Jogo
Botafogo e São Paulo fizeram uma partida de dois tempos bem distintos. O alvinegro Carioca começou melhor, mas logo esbarrou na forte marcação que a equipe paulista exercia no meio de campo. Mesmo com o domínio da posse de bola - terminou a etapa inicial com 68% - os comandados de Oswaldo de Oliveira tinham muitas dificuldades para penetrar na defesa são-paulina.
Por sua vez, o time paulista abusava dos desarmes no meio e partia em velocidade ao ataque. A dupla Luis Fabiano e Lucas penetrava com facilidade na defesa adversária, e Jadson fazia bom trabalho na armação.
O São Paulo abriu o placar aos 12 minutos. Após boa jogada pela direita, Lucas entregou na medida para Jadson, na altura da marca do pênalti, e o meia bateu de primeira, sem chance para Jefferson.
Mesmo em desvantagem, o Botafogo não conseguia fazer a bola chegar ao ataque, e Loco Abreu pouco participava do jogo. Na metade da etapa, o ritmo da partida caiu e a torcida carioca começou a protestar.
O São Paulo seguia mais perigoso, e aos 26, Cortez tabelou com Jadson e entrou na área. Livre, o lateral soltou a bomba, mas a bola saiu à direita do gol do Botafogo.
O Botafogo tentava pressionar. Aos 35, Renato pegou a sobra da defesa, mas chutou mal. Aos 39, Loco Abreu cabeceou por cima do gol de Denis após receber cruzamento de Márcio Azevedo.
O São Paulo quase ampliou no final do primeiro tempo. Cícero cruzou na cabeça de Lucas aos 44, mas Jefferson operou um milagre e evitou o gol. As maiores emoções da partida estavam, contudo, reservadas para o segundo tempo.
Oswaldo de Oliveira mexeu no time e tirou o apático Loco Abreu para a entrada de Herrera, enquanto o São Paulo voltou com a mesma formação. O argentino fez a diferença logo aos quatro minutos, cabeceando para o fundo da rede ao receber cruzamento de Lucas.
O gol animou o Botafogo, que passou a dominar a partida e a pressionar o adversário. Aos 8, Herrera acertou um balaço de fora da área, Denis rebateu, Márcio Azevedo aproveitou a sobra, mas o goleiro do São Paulo impediu o gol da virada.
O São Paulo respondeu aos 10. Jadson cobrou falta na entrada da área e achou Luis Fabiano livre. O Fabuloso cabeceou, mas Jefferson fez grande defesa.
O Botafogo era melhor, mas o São Paulo não se acanhava e chegou ao segundo gol em nova jogada da dupla, aos 16. Jadson mais uma vez achou a cabeça de Luis Fabiano, e desta vez, a bola desviou em Brinner e enganou Jefferson: 2 a 1.
O jogo seguia movimentado, e aos 21, Herrera foi calçado na área por Paulo Miranda e o árbitro apontou para a marca do pênalti. O mesmo Herrera cobrou com precisão e deixou tudo igual no placar novamente.
O Botafogo queria a virada e partia para cima do São Paulo. Aos 26, Márcio Azevedo tentou de fora da área e Denis defendeu. No minuto seguinte, Vítor Júnior cobrou falta, a bola desviou em Cícero e entrou no canto esquerdo de Denis.
O jogo não caiu de ritmo. Aos 29, Fellype Gabriel cruzou para o cabeceio de Herrera, que mandou rente à trave esquerda de Denis. Dois minutos depois, o São Paulo respondeu com mais uma cabeçada de Luis Fabiano, mas Jefferson fez boa defesa.
Na sequência, Maicon deu bobeira na saída de bola, foi desarmado por Fellype Gabriel, que deu para Herrera, livre, marcar o quarto gol alvinegro e selar a vitória carioca no Engenhão.
Com 4 a 2 no placar, o Botafogo se fechou e garantiu a vitória até o apito final. O destaque negativo ficou por conta do entrevero entre Oswaldo de Oliveria e a arbitragem, que resultou na expulsão do treinador.
FICHA TÉCNICA:
BOTAFOGO-RJ 4 X 2 SÃO PAULO-SP
Local: Estádio Olímpico João Havelange, o Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 20 de maio de 2012 (Domingo)
Horário: 16 horas (de Brasília)
Renda: R$ 215.010,00
Público: 4.836 pagantes (7.008 presentes)
Árbitro: Sandro Meira Ricci (Fifa-PE)
Assistentes: Roberto Braatz (Fifa-PR) e Jossemmar Moutinho (PE)
Cartões amarelos: Paulo Miranda, Luis Fabiano (São Paulo)
Cartão vermelho: Oswaldo de Oliveira
Gols: BOTAFOGO: Herrera, aos 4, e aos 23, Vítor Júnior, aos 27, e Herrera, aos 32 minutos do segundo tempo
SÃO PAULO: Jadson, aos 12 minutos do primeiro tempo; Luis Fabiano, aos 16 minutos do segundo tempo
BOTAFOGO: Jéfferson; Lucas, Brinner, Fábio Ferreira e Márcio Azevedo; Jadson, Renato, Fellype Gabriel (Lucas Zen), Vítor Júnior (Gabriel), Maicosuel; Loco Abreu (Herrera)
Técnico: Oswaldo de Oliveira
SÃO PAULO: Denis; Douglas, Paulo Miranda, Rhodolfo e Cortez; Denilson, Casemiro (Fernandinho), Cícero e Jadson (Maicon); Lucas e Luis Fabiano
Técnico: Emerson Leão
O São Paulo abriu o placar logo aos 11 minutos do primeiro tempo. Lucas fez boa jogada individual e tocou rasteiro para o meio da área. Livre na marca do pênalti, Jadson chutou de primeira no canto e marcou um belo gol.
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O Botafogo chegou ao empate no início do segundo tempo, aos 4 minutos. Após cruzamento da direita, Herrera subiu mais do que a zaga e testou firme para o fundo do gol, longe do alcance de Dênis. Porém, mesmo com o gol sofrido, o São Paulo não se abateu. Aos 16 minutos, Luis Fabiano apareceu na segunda trave e cabeceou, a bola desviou e enganou o goleiro Jefferson.
Herrera entrou no intervalo, marcou três gols e foi o herói do Botafogo
Crédito da imagem: Gazeta Press
O jogo era bem movimentado, e o time paulista teve pouco tempo para comemorar. Quando o relógio marcava 20 minutos, Paulo Miranda derrubou Herrera na área e o juiz assinalou pênalti. Na cobrança, o próprio Herrera deslocou Dênis e empatou: 2 a 2.Crédito da imagem: Gazeta Press
E o time de Oswaldo de Oliveira conseguiu virar o jogo aos 27 minutos. O ex-corintiano Vítor Júnior cobrou falta, a bola desviou na barreira e foi para o fundo do gol. Inspirado, Herrera ainda balançou a rede mais uma vez. Aos 32, o argentino aproveitou bobeira da equipe do São Paulo e fuzilou o goleiro, fechando o placar em 4 a 2.
Na segunda rodada do Brasileirão, no próximo final de semana, o Botafogo visita o Coritiba no Couto Pereira, já o São Paulo recebe o Bahia, no Morumbi.
O Jogo
Botafogo e São Paulo fizeram uma partida de dois tempos bem distintos. O alvinegro Carioca começou melhor, mas logo esbarrou na forte marcação que a equipe paulista exercia no meio de campo. Mesmo com o domínio da posse de bola - terminou a etapa inicial com 68% - os comandados de Oswaldo de Oliveira tinham muitas dificuldades para penetrar na defesa são-paulina.
Por sua vez, o time paulista abusava dos desarmes no meio e partia em velocidade ao ataque. A dupla Luis Fabiano e Lucas penetrava com facilidade na defesa adversária, e Jadson fazia bom trabalho na armação.
O São Paulo abriu o placar aos 12 minutos. Após boa jogada pela direita, Lucas entregou na medida para Jadson, na altura da marca do pênalti, e o meia bateu de primeira, sem chance para Jefferson.
Mesmo em desvantagem, o Botafogo não conseguia fazer a bola chegar ao ataque, e Loco Abreu pouco participava do jogo. Na metade da etapa, o ritmo da partida caiu e a torcida carioca começou a protestar.
O São Paulo seguia mais perigoso, e aos 26, Cortez tabelou com Jadson e entrou na área. Livre, o lateral soltou a bomba, mas a bola saiu à direita do gol do Botafogo.
O Botafogo tentava pressionar. Aos 35, Renato pegou a sobra da defesa, mas chutou mal. Aos 39, Loco Abreu cabeceou por cima do gol de Denis após receber cruzamento de Márcio Azevedo.
O São Paulo quase ampliou no final do primeiro tempo. Cícero cruzou na cabeça de Lucas aos 44, mas Jefferson operou um milagre e evitou o gol. As maiores emoções da partida estavam, contudo, reservadas para o segundo tempo.
Oswaldo de Oliveira mexeu no time e tirou o apático Loco Abreu para a entrada de Herrera, enquanto o São Paulo voltou com a mesma formação. O argentino fez a diferença logo aos quatro minutos, cabeceando para o fundo da rede ao receber cruzamento de Lucas.
O gol animou o Botafogo, que passou a dominar a partida e a pressionar o adversário. Aos 8, Herrera acertou um balaço de fora da área, Denis rebateu, Márcio Azevedo aproveitou a sobra, mas o goleiro do São Paulo impediu o gol da virada.
O São Paulo respondeu aos 10. Jadson cobrou falta na entrada da área e achou Luis Fabiano livre. O Fabuloso cabeceou, mas Jefferson fez grande defesa.
O Botafogo era melhor, mas o São Paulo não se acanhava e chegou ao segundo gol em nova jogada da dupla, aos 16. Jadson mais uma vez achou a cabeça de Luis Fabiano, e desta vez, a bola desviou em Brinner e enganou Jefferson: 2 a 1.
O jogo seguia movimentado, e aos 21, Herrera foi calçado na área por Paulo Miranda e o árbitro apontou para a marca do pênalti. O mesmo Herrera cobrou com precisão e deixou tudo igual no placar novamente.
O Botafogo queria a virada e partia para cima do São Paulo. Aos 26, Márcio Azevedo tentou de fora da área e Denis defendeu. No minuto seguinte, Vítor Júnior cobrou falta, a bola desviou em Cícero e entrou no canto esquerdo de Denis.
O jogo não caiu de ritmo. Aos 29, Fellype Gabriel cruzou para o cabeceio de Herrera, que mandou rente à trave esquerda de Denis. Dois minutos depois, o São Paulo respondeu com mais uma cabeçada de Luis Fabiano, mas Jefferson fez boa defesa.
Na sequência, Maicon deu bobeira na saída de bola, foi desarmado por Fellype Gabriel, que deu para Herrera, livre, marcar o quarto gol alvinegro e selar a vitória carioca no Engenhão.
Com 4 a 2 no placar, o Botafogo se fechou e garantiu a vitória até o apito final. O destaque negativo ficou por conta do entrevero entre Oswaldo de Oliveria e a arbitragem, que resultou na expulsão do treinador.
FICHA TÉCNICA:
BOTAFOGO-RJ 4 X 2 SÃO PAULO-SP
Local: Estádio Olímpico João Havelange, o Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 20 de maio de 2012 (Domingo)
Horário: 16 horas (de Brasília)
Renda: R$ 215.010,00
Público: 4.836 pagantes (7.008 presentes)
Árbitro: Sandro Meira Ricci (Fifa-PE)
Assistentes: Roberto Braatz (Fifa-PR) e Jossemmar Moutinho (PE)
Cartões amarelos: Paulo Miranda, Luis Fabiano (São Paulo)
Cartão vermelho: Oswaldo de Oliveira
Gols: BOTAFOGO: Herrera, aos 4, e aos 23, Vítor Júnior, aos 27, e Herrera, aos 32 minutos do segundo tempo
SÃO PAULO: Jadson, aos 12 minutos do primeiro tempo; Luis Fabiano, aos 16 minutos do segundo tempo
BOTAFOGO: Jéfferson; Lucas, Brinner, Fábio Ferreira e Márcio Azevedo; Jadson, Renato, Fellype Gabriel (Lucas Zen), Vítor Júnior (Gabriel), Maicosuel; Loco Abreu (Herrera)
Técnico: Oswaldo de Oliveira
SÃO PAULO: Denis; Douglas, Paulo Miranda, Rhodolfo e Cortez; Denilson, Casemiro (Fernandinho), Cícero e Jadson (Maicon); Lucas e Luis Fabiano
Técnico: Emerson Leão
VÍDEO: Napoli vence, estraga temporada invicta da Juventus e conquista título após 22 anos
No último jogo de Alessandro Del Piero como jogador da Juventus, o Napoli venceu a equipe de Turim por 2 a 0, neste domingo, pela final da Copa da Itália e conquistou o seu quarto título da competição na história, já que havia sido campeão em 1962, 1976 e 1987. Já a Juventus perdeu a oportunidade de se isolar como maior vencedora do torneio. Isso porque a Velha está empatada com a Roma com nove conquistas cada.
A derrota no último jogo da temporada representou o primeiro revés da Juventus em 2011/2012. Até então, a equipe havia se tornado a segunda equipe na história a conquistar a Série A de maneira invicta e, além disso, tinha alcançado a final da Copa Itália. Já o Napoli, que disputará a Europa League da próxima temporada, conquista o seu primeiro título de grande expressão em 22 anos – em 1990, a equipe venceu o Italiano e a Supercopa.
A derrota no último jogo da temporada representou o primeiro revés da Juventus em 2011/2012. Até então, a equipe havia se tornado a segunda equipe na história a conquistar a Série A de maneira invicta e, além disso, tinha alcançado a final da Copa Itália. Já o Napoli, que disputará a Europa League da próxima temporada, conquista o seu primeiro título de grande expressão em 22 anos – em 1990, a equipe venceu o Italiano e a Supercopa.
A partida ainda foi marcada por ser a última de Alessandro Del Piero pela Juventus. Desde 1993 na Velha Senhora, o jogador conquistou seis vezes o Campeonato Italiano (contando os dois títulos retirados do time por causa do escândalo de arbitragem), uma a Champions League e duas a Copa da Itália.
Clique no player e veja os melhores momentos da partida
Valendo o título da segunda principal competição nacional, o jogo teve um primeiro tempo disputado e com muita marcação. O Napoli tomou a iniciativa da partida e se lançou ao ataque nos primeiros minutos. Lavezzi quase marcou em chute que saiu à direita da meta defendida por Storari, que foi o titular nos últimos jogos da equipe de Turim no torneio e foi mantido para a decisão.
Passada a pressão adversária, a Juventus começou a controlar a partida e levar perigo ao adversário. Marchisio e Vidal, com arremates de longe, assustaram o goleiro De Sanctis. Porém, com poucas chances criadas de ambos os lados, sobretudo da atual campeã italiana, o placar se manteve zerado até o intervalo.
Na etapa final, o Napoli voltou melhor e, assim como no primeiro tempo, adotou uma postura ofensiva no início. Apesar de, com o tempo, o duelo ter ficado mais truncado, o time aproveitou o bom momento e abriu o marcador aos 13 minutos. Lavezzi alcançou bola na área, o goleiro Storari chegou atrasado, derrubou o atacante argentino e fez pênalti, que Cavani converteu.
Atrás no marcador, a Juventus passou a atuar de maneira mais ofensiva e a criar mais oportunidades de gol. Apesar da pressão exercida pelo time bianconero, que marcou foi a equipe napolitana. Em contra-ataque fulminante aos 37 minutos, Hamsik recebeu passe de Pandev e chutou cruzado para vencer Storari. Com a vantagem, os comandados de Walter Mazzarri apenas esperaram o apito final que permitiu o torcedor do Napoli ver a equipe ser campeã pela primeira vez depois de mais de duas décadas.
Nos últimos minutos do duelo, Quagliarella, que entrou no segundo tempo, ainda acertou uma cotovelada no rosto de Aronica e recebeu o cartão vermelho direto.
Passada a pressão adversária, a Juventus começou a controlar a partida e levar perigo ao adversário. Marchisio e Vidal, com arremates de longe, assustaram o goleiro De Sanctis. Porém, com poucas chances criadas de ambos os lados, sobretudo da atual campeã italiana, o placar se manteve zerado até o intervalo.
Na etapa final, o Napoli voltou melhor e, assim como no primeiro tempo, adotou uma postura ofensiva no início. Apesar de, com o tempo, o duelo ter ficado mais truncado, o time aproveitou o bom momento e abriu o marcador aos 13 minutos. Lavezzi alcançou bola na área, o goleiro Storari chegou atrasado, derrubou o atacante argentino e fez pênalti, que Cavani converteu.
Atrás no marcador, a Juventus passou a atuar de maneira mais ofensiva e a criar mais oportunidades de gol. Apesar da pressão exercida pelo time bianconero, que marcou foi a equipe napolitana. Em contra-ataque fulminante aos 37 minutos, Hamsik recebeu passe de Pandev e chutou cruzado para vencer Storari. Com a vantagem, os comandados de Walter Mazzarri apenas esperaram o apito final que permitiu o torcedor do Napoli ver a equipe ser campeã pela primeira vez depois de mais de duas décadas.
Nos últimos minutos do duelo, Quagliarella, que entrou no segundo tempo, ainda acertou uma cotovelada no rosto de Aronica e recebeu o cartão vermelho direto.
Sharapova vence batalha contra Na Li após interrupção por chuva e é bicampeã em Roma
A russa Maria Sharapova conquistou o bicampeonato do Torneio de Roma, neste domingo, ao vencer a chinesa Na Li por 2 sets a 1, parciais de 4-6, 6-4 e 7-6 (7-5), após quase cinco horas entre início e final da decisão, que ganhou contornos dramáticos por causa da chuva na capital italiana.
O jogo foi interrompido exatamente no 6 a 6 do terceiro set, antes do início do tie-break. Sharapova começou melhor, abriu 3 a 0, mas viu Na Li empatar em 5 a 5.
A russa, porém, contou com dois erros da adversária para ganhar a final por 7 a 5 na última parcial e revalidar o título conquistado em 2011 ao derrotar a australiana Samantha Stosur.
O jogo foi interrompido exatamente no 6 a 6 do terceiro set, antes do início do tie-break. Sharapova começou melhor, abriu 3 a 0, mas viu Na Li empatar em 5 a 5.
A russa, porém, contou com dois erros da adversária para ganhar a final por 7 a 5 na última parcial e revalidar o título conquistado em 2011 ao derrotar a australiana Samantha Stosur.
Sharapova revalidou o título em Roma após batalha contra Na Li
Crédito da imagem: Reuters
Crédito da imagem: Reuters
domingo, 20 de maio de 2012
Copa Kaiser São Paulo - Zona Sul
Etapa 2
S-12
Bafômetro 1 x 1 Beira Rio
Parque São Paulo 0 x 0 SE Ponte Preta
S-13
Nós Travamos 1 x 1 Unidos FC Jardim Maria Estela
Cantareira 0 x 0 R-2 Debony
S-14
AA Portuguesa 3 x 1 Renascente
EC Guarani 1 x 1 Internacional Moinho Velho
S-12
Bafômetro 1 x 1 Beira Rio
Parque São Paulo 0 x 0 SE Ponte Preta
S-13
Nós Travamos 1 x 1 Unidos FC Jardim Maria Estela
Cantareira 0 x 0 R-2 Debony
S-14
AA Portuguesa 3 x 1 Renascente
EC Guarani 1 x 1 Internacional Moinho Velho
Copa Kaiser São Paulo - Zona Norte
Etapa 2
N-14
Inajar de Souza 1 x 0 Peri Novo
Rio Verde 0 x 0 Vasco FC
N-12
Lagoinha 1 x 0 Grêmio Cachoeirinha
Apache 0 x 1 Leões da Geolândia
N-13
Mocidade Cabuçu 5 x 0 V. Bamsk
Lausanne Paulista 2 x 0 Só Embaça
N-14
Inajar de Souza 1 x 0 Peri Novo
Rio Verde 0 x 0 Vasco FC
N-12
Lagoinha 1 x 0 Grêmio Cachoeirinha
Apache 0 x 1 Leões da Geolândia
N-13
Mocidade Cabuçu 5 x 0 V. Bamsk
Lausanne Paulista 2 x 0 Só Embaça
Copa Kaiser São Paulo - Zona Oeste
Etapa 2
O-12
EC Vida Loka 1 x 1 Clube Favela
GR Unidos Jardim Brasília 1 x 0 Alvorada
O-13
Unidos do Largo 13 2 x 1 Praça
Catumbi 0 x 0 QK Vila Nova
O-14
Estrela 0 x 2 Parque Maria Domitila
Vila Izabel 0 x 0 Classe A
O-12
EC Vida Loka 1 x 1 Clube Favela
GR Unidos Jardim Brasília 1 x 0 Alvorada
O-13
Unidos do Largo 13 2 x 1 Praça
Catumbi 0 x 0 QK Vila Nova
O-14
Estrela 0 x 2 Parque Maria Domitila
Vila Izabel 0 x 0 Classe A
Copa Kaiser São Paulo - Zona Leste
Etapa 2
L-31
América FC 2 x 2 Coroa
Nápoli EC Vila Industrial 0 x 0 Sete de Setembro FC Vila Progresso
L-35
EC Botafogo 4 x 1 Juventude FC
Novo Horizonte 0 x 0 Unidos da Tiradentes
L-36
Jardim Elba 0 x 0 Menininos Unidos do Laranjeiras
Negritude 1 x 0 Santos FC Jardim das Oliveiras
L-32
Unidos do Jardim Planalto 2 x 1 EC Olaria
Tiradentes 1 x 0 EC Noroeste
L-33
Tornado GE 0 x 1 Carrão
Só Alegria 0 x 0 Primavera
L-34
Santa Cruz Jardim Sinhá 1 x 0 Boa Esperança
Jardim Verônia 2 x 0 Paulista FC
L-31
América FC 2 x 2 Coroa
Nápoli EC Vila Industrial 0 x 0 Sete de Setembro FC Vila Progresso
L-35
EC Botafogo 4 x 1 Juventude FC
Novo Horizonte 0 x 0 Unidos da Tiradentes
L-36
Jardim Elba 0 x 0 Menininos Unidos do Laranjeiras
Negritude 1 x 0 Santos FC Jardim das Oliveiras
L-32
Unidos do Jardim Planalto 2 x 1 EC Olaria
Tiradentes 1 x 0 EC Noroeste
L-33
Tornado GE 0 x 1 Carrão
Só Alegria 0 x 0 Primavera
L-34
Santa Cruz Jardim Sinhá 1 x 0 Boa Esperança
Jardim Verônia 2 x 0 Paulista FC
Francês
| 16h00 Lille 4x1 Nancy |
| 16h00 Auxerre 1x1 Montpellier |
| 16h00 Evian 0x1 Brest |
| 16h00 Valenciennes 3x1 Caen |
| 16h00 Lyon 3x4 Nice |
| 16h00 Saint-Etienne 2x3 Bordeaux |
| 16h00 Toulouse 0x2 Ajaccio |
| 16h00 Sochaux 1x0 Olympique |
| 16h00 Lorient 1x2 PSG |
| 16h00 Rennes 0x3 Dijon |
Brasileirão Série A
| 16h00 Botafogo 4x2 São Paulo |
| 16h00 Corinthians 0x2 Fluminense |
| 16h00 Internacional 2x0 Coritiba |
| 16h00 Ponte Preta 0x1 Atlético-MG |
| 18h30 Vasco 2x1 Grêmio |
| 18h30 Cruzeiro 0x0 Atlético-GO |
| 18h30 Bahia 0x0 Santos |
Argentino - Clausura
| 15h00 Olimpo 2x1 Independiente |
| 17h00 Vélez Sarsfield 0x1 Belgrano |
| 17h00 Atlético Rafaela 0x0 Colón |
| 19h15 Racing Club 0x2 Boca Juniors |
VÍDEO: Chelsea não seria campeão sem o russo e parece com clubes brasileiros
Tive a honra de comentar mais uma final da Uefa Champions League no estádio. E desta vez ela foi ainda maior, ao lado do Amigão Paulo Soares, com sua narração épica para um momento histórico. Londres, a cidade onde mais se respira futebol, enfim tem um campeão europeu no esporte rei.
O Chelsea com seus 107 anos de história e uma legião de torcedores que, a cada jogo, ocupam todos os cerca de 41 mil lugares de Stamford Bridge, o estádio dos Blues. Algo que já acontecia frequentemente mesmo antes da chegada dos do russo Roman Abramovich, que se tornou dono do clube em 2003.
O objetivo deste post é celebrar mais um grande momento do futebol, uma história escrita por monstros como Drogba e Cech, um triunfo com a marca de Lampard, Matta e outros heróis do time azul. Oportunamente, com mais calma, com mais tempo, nos aprofundaremos no assunto.
O Chelsea não seria campeão sem o dinheiro de Roman Abramovich. A relação do clube inglês com o russo é diferente das de Botafogo e Emil Pinheiro a partir da década de 1980, Palmeiras e Parmalat nos anos 1990, Fluminense e Unimed até hoje, Corinthians e Kia em 2005.
Mas nenhum deles ganhariam os títulos que arrerbataram sem o aporte financeiro desses "parceiros", "patrocinadores" "mecenas", etc. Se as conquistas dessas equipes foram exaltadas, por que não fazer o mesmo com a Champions League dos Blues?
Debater sobre a entrrada dessa grana toda nos times do Brasil e do exterior é válido e necessário, mas agora é hora de enaltecer o futebol, obviamente superior a tudo isso.
Por enquanto, Blues is the color e Paulo Soares é a voz marcante do rádio esportivo que a Estadão/ESPN levou aos ouvintes pelo mundo neste grande dia de futebol. Confira no vídeo abaixo as imagens e os momentos decisivos do triunfo do Chelsea sobre o Bayern, nos pênaltis, em Munique, com Amigão e Flávio Ortega. Um grande momento. Emocionante!
O Chelsea com seus 107 anos de história e uma legião de torcedores que, a cada jogo, ocupam todos os cerca de 41 mil lugares de Stamford Bridge, o estádio dos Blues. Algo que já acontecia frequentemente mesmo antes da chegada dos do russo Roman Abramovich, que se tornou dono do clube em 2003.
O objetivo deste post é celebrar mais um grande momento do futebol, uma história escrita por monstros como Drogba e Cech, um triunfo com a marca de Lampard, Matta e outros heróis do time azul. Oportunamente, com mais calma, com mais tempo, nos aprofundaremos no assunto.
O Chelsea não seria campeão sem o dinheiro de Roman Abramovich. A relação do clube inglês com o russo é diferente das de Botafogo e Emil Pinheiro a partir da década de 1980, Palmeiras e Parmalat nos anos 1990, Fluminense e Unimed até hoje, Corinthians e Kia em 2005.
Mas nenhum deles ganhariam os títulos que arrerbataram sem o aporte financeiro desses "parceiros", "patrocinadores" "mecenas", etc. Se as conquistas dessas equipes foram exaltadas, por que não fazer o mesmo com a Champions League dos Blues?
Debater sobre a entrrada dessa grana toda nos times do Brasil e do exterior é válido e necessário, mas agora é hora de enaltecer o futebol, obviamente superior a tudo isso.
Por enquanto, Blues is the color e Paulo Soares é a voz marcante do rádio esportivo que a Estadão/ESPN levou aos ouvintes pelo mundo neste grande dia de futebol. Confira no vídeo abaixo as imagens e os momentos decisivos do triunfo do Chelsea sobre o Bayern, nos pênaltis, em Munique, com Amigão e Flávio Ortega. Um grande momento. Emocionante!
Paulo Soares narrou da Allianz Arena, em Munique, o momento decisivo
A construção do Chelsea campeão da Europa e a parcela de Abramovich
O Chelsea foi o campeão da Liga dos Campeões mais cornetado dos últimos anos, nas redes sociais e nos debates na televisão. Tem gente que não suporta a vitória do Chelsea por motivos diversos. Ou porque jogou o velho catenaccio ou por causa da participação do dinheiro do petróleo, de Roman Abramovich.
Não se corneta campeão no dia de sua conquista. É de se respeitar o merecimento de quem trabalhou para alcançar seu objetivo.
Mas se você me obrigar um dos dois motivos para cornetar, essa razão é o dinheiro russo.
O futebol, não.
O Chelsea encontrou sua maneira de vencer times poderosos, mais ofensivos e criativos.
Ano passado, o Barcelona parecia ser a tendência do futebol mundial. Marcação pressão, posse de bola, revelação dos principais jogadores, dinheiro planejado para contratações pontuais.
O Barcelona continua sendo um modelo a ser copiado, mas não o único, como mostrou o Chelsea.
É o jeito mais legal de se montar um time, maneira que se asssemelha à do Manchester United e do Bayern de Munique. Mais tímidos nas revelações, Manchester e Bayern são imperialistas de seus países, mas contratam pontualmente, descobrem jogadores jovens, mesclam contratações bombásticas com outras pontuais.
O Chelsea, não.
E aí voltamos a Abramovich. Em 2004, seis meses depois de comprar o clube, Roman Abramovich foi a Munique assistir a Bayern 1 x 1 Real Madrid, oitavas-de-final da Liga dos Campeões. Queria ver o Real, que eliminou o Bayern, seu modelo para seguir no Chelsea. Os galáticos ganhavam tudo até então. Não ganharam mais nada na Europa a partir daí. Nem o Chelsea, da grana.
Tinha de ser em Munique, palco da cópia, em 2004, que o russo veria seu time levantar a taça mais cobiçada do futebol atual. E jogando de um jeito que parecia surrados dos campos modernos: num ferrolho.
Não importa se é bonito ou feio. O Chelsea foi exato ao diminuir a distância entre suas duas linhas de quatro homens, obrigar o adversário a construir o jogo por seus volantes, posicionar-se para contra-atacar, desde que Di Matteo assumiu o cargo.
Foi exato nas cobranças de faltas e escanteios. Quando o contra-ataque não saía, a bola parada resolvia.
Dos 11 gols na Liga dos Campeões desde que Di Matteo assumiu, cinco foram de contra-ataque, quatro de bola parada.
Incluindo aí a cabeçada mortal de Didier Drogba, homem da partida no Allianz Arena.
O Chelsea é o campeão do pragmatismo, como definiu seu treinador.
Também se joga futebol assim.
O duelo dos próximos anos é entre a posse de bola, marcação pressão e velocidade, estilo do Barça, vencedor nas Ligas dos Campeões de 2009 e 2011.
E o pragmatismo, que ganhou em 2010 com a Internazionale, em 2012 pelo Chelsea.
Não se corneta campeão no dia de sua conquista. É de se respeitar o merecimento de quem trabalhou para alcançar seu objetivo.
Mas se você me obrigar um dos dois motivos para cornetar, essa razão é o dinheiro russo.
O futebol, não.
O Chelsea encontrou sua maneira de vencer times poderosos, mais ofensivos e criativos.
Ano passado, o Barcelona parecia ser a tendência do futebol mundial. Marcação pressão, posse de bola, revelação dos principais jogadores, dinheiro planejado para contratações pontuais.
O Barcelona continua sendo um modelo a ser copiado, mas não o único, como mostrou o Chelsea.
É o jeito mais legal de se montar um time, maneira que se asssemelha à do Manchester United e do Bayern de Munique. Mais tímidos nas revelações, Manchester e Bayern são imperialistas de seus países, mas contratam pontualmente, descobrem jogadores jovens, mesclam contratações bombásticas com outras pontuais.
O Chelsea, não.
E aí voltamos a Abramovich. Em 2004, seis meses depois de comprar o clube, Roman Abramovich foi a Munique assistir a Bayern 1 x 1 Real Madrid, oitavas-de-final da Liga dos Campeões. Queria ver o Real, que eliminou o Bayern, seu modelo para seguir no Chelsea. Os galáticos ganhavam tudo até então. Não ganharam mais nada na Europa a partir daí. Nem o Chelsea, da grana.
Tinha de ser em Munique, palco da cópia, em 2004, que o russo veria seu time levantar a taça mais cobiçada do futebol atual. E jogando de um jeito que parecia surrados dos campos modernos: num ferrolho.
Não importa se é bonito ou feio. O Chelsea foi exato ao diminuir a distância entre suas duas linhas de quatro homens, obrigar o adversário a construir o jogo por seus volantes, posicionar-se para contra-atacar, desde que Di Matteo assumiu o cargo.
Foi exato nas cobranças de faltas e escanteios. Quando o contra-ataque não saía, a bola parada resolvia.
Dos 11 gols na Liga dos Campeões desde que Di Matteo assumiu, cinco foram de contra-ataque, quatro de bola parada.
Incluindo aí a cabeçada mortal de Didier Drogba, homem da partida no Allianz Arena.
O Chelsea é o campeão do pragmatismo, como definiu seu treinador.
Também se joga futebol assim.
O duelo dos próximos anos é entre a posse de bola, marcação pressão e velocidade, estilo do Barça, vencedor nas Ligas dos Campeões de 2009 e 2011.
E o pragmatismo, que ganhou em 2010 com a Internazionale, em 2012 pelo Chelsea.
Começou
Olá galera
Começar um novo desafio é uma coisa que me deixa muito feliz e me motiva demais.
A partir de hoje começo a escrever meu blog aqui no portal ESPN. Estou feliz e com a certeza que vou agregar muito tênis ao site e aos canais da casa.
Aos que já conhecem meu blog posso assegurar que continuo com a mesma pegada de sempre e me jogando nas bolas em cada texto. Aos que pela primeira vez vão ler minhas histórias prometo uma mistura de tênis, vida, bastidores e tudo que vier na minha cabeça.
Este espaço é nosso. Este espaço tem como regra número 1 respeitar o esporte que tanta alegria me deu e continua me dando.
Obrigado ESPN e ESPN.com.br pela oportunidade de ser um filho desta linda família.
Vamo que vamo.
É hora de falar de tênis.
Começar um novo desafio é uma coisa que me deixa muito feliz e me motiva demais.
A partir de hoje começo a escrever meu blog aqui no portal ESPN. Estou feliz e com a certeza que vou agregar muito tênis ao site e aos canais da casa.
Aos que já conhecem meu blog posso assegurar que continuo com a mesma pegada de sempre e me jogando nas bolas em cada texto. Aos que pela primeira vez vão ler minhas histórias prometo uma mistura de tênis, vida, bastidores e tudo que vier na minha cabeça.
Este espaço é nosso. Este espaço tem como regra número 1 respeitar o esporte que tanta alegria me deu e continua me dando.
Obrigado ESPN e ESPN.com.br pela oportunidade de ser um filho desta linda família.
Vamo que vamo.
É hora de falar de tênis.
Euro 2012: Com estrelas em declínio, Rússia vê fim de ciclo
Se considerarmos o período em que fazia parte da União Soviética, a Rússia tem uma história rica nos campeonatos europeus. Os soviéticos conquistaram o título em 1960 e chegaram a outras três finais, em 1964, 1972 e 1988. Depois da separação, a Rússia viveu outro grande momento em 2008, quando surpreendeu e alcançou as semifinais.
Naquela ocasião, a equipe impressionou com um futebol ofensivo e atraente, eliminando nas quartas-de-final a Holanda, considerada a melhor seleção do torneio até aquele momento. Guus Hiddink ganhou status de mágico, mas o feitiço não durou muito tempo e a história terminou com o fracasso nas eliminatórias da Copa do Mundo de 2010.
Sob o comando de Dick Advocaat, a Rússia chega à Euro 2012 com um problema: o elenco está envelhecido, há poucos sinais de renovação, e algumas das estrelas da última campanha, como Arshavin, Pavlyuchenko e Zhirkov, estão em declínio. O trio retornou recentemente ao futebol russo, na esperança de reencontrar o futebol de outros tempos e não comprometer o lugar no elenco.
O time solto de 2008 deu lugar a uma formação mais cautelosa, que valeu ao time o primeiro lugar no grupo B das eliminatórias, com apenas quatro gols sofridos em dez jogos.
Curiosamente, a principal esperança de gols do momento é um jogador que desfalcou o time na última Eurocopa, por lesão. Pavel Pogrebnyak, que se transferiu para o Fulham em janeiro, marcou seis gols em seus primeiros oito jogos na Premier League. Na lista de 26 pré-convocados, apenas Pogrebnyak e o meia Marat Izmailov atuam no exterior.
Izmailov, de 29 anos, viu sua carreira ressurgir no Sporting e recebeu sua primeira convocação para a seleção russa desde 2006. Apontado como uma das maiores promessas do país, ele participou da Copa do Mundo de 2002 e da Euro 2004, mas sofreu com as lesões nos anos que se seguiram.
Entre os torcedores, o clima é de pouca confiança, e superar a primeira fase já seria um sucesso. O grupo, com Polônia, Grécia e República Tcheca, não parece um grande empecilho para este objetivo, mas será necessário que os principais nomes voltem a render pela seleção.
Com a Copa do Mundo sendo disputada na Rússia em 2018, a renovação será uma necessidade nos próximos anos. Sendo assim, é inevitável pensar em um ciclo que se encerra para a atual geração.
Fique de olho - A contratação de Andrei Arshavin pelo Arsenal por 15 milhões de libras, em fevereiro de 2009, foi festejada como sinal de ambição do clube londrino. O atacante era tratado como um dos nomes mais importantes do futebol europeu, depois de liderar o Zenit a um título da Copa da Uefa e brilhar na Euro 2008.
No início, tudo correu como esperado - ou até melhor, como em um jogo contra o Liverpool, quando fez todos os gols dos Gunners no empate por 4 a 4. Aos poucos, porém, o rendimento foi caindo, e seu comprometimento com o time passou a ser questionado pelos torcedores e pela mídia.
Arshavin foi perdendo espaço no time até virar peça frequente no banco de reservas. O torcedor se virou contra o russo, passou a vaiá-lo, e a saída foi um retorno por empréstimo ao Zenit, na última janela de transferências. Na Rússia, houve quem questionasse até sua permanência na seleção.
Advocaat, que dirigiu Arshavin na primeira passagem pelo Zenit, descartou a ideia de abrir mão do jogador e promete dar a ele um papel importante no time. Resta saber se será o jogador que chegou ao Arsenal ou o que saiu dele.
O comandante - Advocaat tem em comum com Hiddink apenas a nacionalidade. Sem o carisma do antecessor, o técnico de 64 anos mostrou em várias oportunidades não se importar com a opinião pública e de seus jogadores, guiando a seleção russa de maneira autoritária.
O fato de não se preocupar muito em fazer amigos tornou Advocaat uma figura constantemente criticada, pelo estilo de futebol da equipe e pela dificuldade em renovar o elenco. Independemente do resultado, sua saída após a Eurocopa é fato consumado: ele retornará ao PSV, onde trabalhou nos anos 90.
Em duas passagens pela seleção holandesa, Advocaat chegou às quartas-de-final da Copa do Mundo de 1994 e às semifinais da Euro 2004. No futebol russo, levou o Zenit ao primeiro título nacional em 23 anos, em 2007, e à inédita Copa da Uefa em 2008.
Os pré-convocados (três serão cortados):
Goleiros: Igor Akinfeev (CSKA Moscou), Vyacheslav Malafeev (Zenit), Anton Shunin (Dynamo Moscou);
Defensores: Alexander Anyukov (Zenit), Alexei Berezutsky (CSKA Moscou), Vasily Berezutsky (CSKA Moscou), Sergei Ignashevich (CSKA Moscou), Roman Sharonov (Rubin Kazan), Roman Shishkin (Lokomotiv Moscou), Vladimir Granat (Dynamo Moscou);
Meio-campistas: Igor Denisov (Zenit), Roman Shirokov (Zenit), Konstantin Zyryanov (Zenit), Yuri Zhirkov (Anzhi), Alan Dzagoev (CSKA Moscou), Igor Semshov (Dynamo Moscou), Denis Glushakov (Lokomotiv Moscou), Magomed Ozdoev (Lokomotiv Moscou), Marat Izmailov (Sporting/POR), Dmitry Kombarov (Spartak Moscou);
Atacantes: Andrei Arshavin (Zenit), Alexander Kerzhakov (Zenit), Roman Pavlyuchenko (Lokomotiv Moscou), Artem Dzyuba (Spartak Moscou), Alexander Kokorin (Dynamo Moscou), Pavel Pogrebnyak (Fulham/ING).
Ouça as partidas da Eurocopa a partir do dia 8 de junho pela Rádio Estadão/ESPN, e acompanhe diariamente o Fora de Jogo especial na ESPN e ESPN HD.
Naquela ocasião, a equipe impressionou com um futebol ofensivo e atraente, eliminando nas quartas-de-final a Holanda, considerada a melhor seleção do torneio até aquele momento. Guus Hiddink ganhou status de mágico, mas o feitiço não durou muito tempo e a história terminou com o fracasso nas eliminatórias da Copa do Mundo de 2010.
Sob o comando de Dick Advocaat, a Rússia chega à Euro 2012 com um problema: o elenco está envelhecido, há poucos sinais de renovação, e algumas das estrelas da última campanha, como Arshavin, Pavlyuchenko e Zhirkov, estão em declínio. O trio retornou recentemente ao futebol russo, na esperança de reencontrar o futebol de outros tempos e não comprometer o lugar no elenco.
O time solto de 2008 deu lugar a uma formação mais cautelosa, que valeu ao time o primeiro lugar no grupo B das eliminatórias, com apenas quatro gols sofridos em dez jogos.
Curiosamente, a principal esperança de gols do momento é um jogador que desfalcou o time na última Eurocopa, por lesão. Pavel Pogrebnyak, que se transferiu para o Fulham em janeiro, marcou seis gols em seus primeiros oito jogos na Premier League. Na lista de 26 pré-convocados, apenas Pogrebnyak e o meia Marat Izmailov atuam no exterior.
Izmailov, de 29 anos, viu sua carreira ressurgir no Sporting e recebeu sua primeira convocação para a seleção russa desde 2006. Apontado como uma das maiores promessas do país, ele participou da Copa do Mundo de 2002 e da Euro 2004, mas sofreu com as lesões nos anos que se seguiram.
Entre os torcedores, o clima é de pouca confiança, e superar a primeira fase já seria um sucesso. O grupo, com Polônia, Grécia e República Tcheca, não parece um grande empecilho para este objetivo, mas será necessário que os principais nomes voltem a render pela seleção.
Com a Copa do Mundo sendo disputada na Rússia em 2018, a renovação será uma necessidade nos próximos anos. Sendo assim, é inevitável pensar em um ciclo que se encerra para a atual geração.
Fique de olho - A contratação de Andrei Arshavin pelo Arsenal por 15 milhões de libras, em fevereiro de 2009, foi festejada como sinal de ambição do clube londrino. O atacante era tratado como um dos nomes mais importantes do futebol europeu, depois de liderar o Zenit a um título da Copa da Uefa e brilhar na Euro 2008.
No início, tudo correu como esperado - ou até melhor, como em um jogo contra o Liverpool, quando fez todos os gols dos Gunners no empate por 4 a 4. Aos poucos, porém, o rendimento foi caindo, e seu comprometimento com o time passou a ser questionado pelos torcedores e pela mídia.
Arshavin foi perdendo espaço no time até virar peça frequente no banco de reservas. O torcedor se virou contra o russo, passou a vaiá-lo, e a saída foi um retorno por empréstimo ao Zenit, na última janela de transferências. Na Rússia, houve quem questionasse até sua permanência na seleção.
Advocaat, que dirigiu Arshavin na primeira passagem pelo Zenit, descartou a ideia de abrir mão do jogador e promete dar a ele um papel importante no time. Resta saber se será o jogador que chegou ao Arsenal ou o que saiu dele.
O comandante - Advocaat tem em comum com Hiddink apenas a nacionalidade. Sem o carisma do antecessor, o técnico de 64 anos mostrou em várias oportunidades não se importar com a opinião pública e de seus jogadores, guiando a seleção russa de maneira autoritária.
O fato de não se preocupar muito em fazer amigos tornou Advocaat uma figura constantemente criticada, pelo estilo de futebol da equipe e pela dificuldade em renovar o elenco. Independemente do resultado, sua saída após a Eurocopa é fato consumado: ele retornará ao PSV, onde trabalhou nos anos 90.
Em duas passagens pela seleção holandesa, Advocaat chegou às quartas-de-final da Copa do Mundo de 1994 e às semifinais da Euro 2004. No futebol russo, levou o Zenit ao primeiro título nacional em 23 anos, em 2007, e à inédita Copa da Uefa em 2008.
Os pré-convocados (três serão cortados):
Goleiros: Igor Akinfeev (CSKA Moscou), Vyacheslav Malafeev (Zenit), Anton Shunin (Dynamo Moscou);
Defensores: Alexander Anyukov (Zenit), Alexei Berezutsky (CSKA Moscou), Vasily Berezutsky (CSKA Moscou), Sergei Ignashevich (CSKA Moscou), Roman Sharonov (Rubin Kazan), Roman Shishkin (Lokomotiv Moscou), Vladimir Granat (Dynamo Moscou);
Meio-campistas: Igor Denisov (Zenit), Roman Shirokov (Zenit), Konstantin Zyryanov (Zenit), Yuri Zhirkov (Anzhi), Alan Dzagoev (CSKA Moscou), Igor Semshov (Dynamo Moscou), Denis Glushakov (Lokomotiv Moscou), Magomed Ozdoev (Lokomotiv Moscou), Marat Izmailov (Sporting/POR), Dmitry Kombarov (Spartak Moscou);
Atacantes: Andrei Arshavin (Zenit), Alexander Kerzhakov (Zenit), Roman Pavlyuchenko (Lokomotiv Moscou), Artem Dzyuba (Spartak Moscou), Alexander Kokorin (Dynamo Moscou), Pavel Pogrebnyak (Fulham/ING).
Ouça as partidas da Eurocopa a partir do dia 8 de junho pela Rádio Estadão/ESPN, e acompanhe diariamente o Fora de Jogo especial na ESPN e ESPN HD.
No fim, Figueirense marca e vence Náutico na estreia do Brasileiro
O Figueirense venceu em casa o Náutico por 2 a 1 neste sábado em confronto válido pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o time catarinense chegou aos três pontos, enquanto o Náutico, que retornou à Série A neste ano, segue sem pontuar na competição.
Os gols da partida ocorreram todos já na parte final do confronto. O Figueirense abriu o placar aos 31 minutos da etapa final. Nem deu muito tempo para a torcida alvinegra comemorar: apenas três minutos depois, Araújo empatou para o Náutico, aos 34. Aos 48, caio deu a vitória aos mandantes.
Na próxima rodada, o Figueirense visita o Fluminense, enquanto o Náutico, que retornou à primeira divisão nacional nesta temporada, recebe o Cruzeiro.
O jogo
O duelo começou a todo vapor, com os donos da casa chegando perto de inaugurar o marcador logo aos três minutos de bola rolando. Guilherme Santos desceu bem pela esquerda e cruzou, mas a bola acabou pegando um efeito e estava caindo nas costas do goleiro Gideão, que se esticou todo para dar um soco e colocar para escanteio.
O mesmo Guilherme e Roni voltaram a ameaçar a meta pernambucana aos 13 e aos 14 minutos, mas os chutes de ambos saíram rente à trave timbucana.
Do outro lado, os alvirrubros foram assustar apenas aos 25 minutos, quando Souza bateu falta para o gol e Wilson teve trabalho para colocar em escanteio. Dez minutos depois, Auremir soltou uma bomba da entrada da área, mas mandou à esquerda da meta dos anfitriões.
Ainda antes do intervalo, o Figueira teve a sua melhor chance, mas Roni desperdiçou ao chutar por cima o bom passe recebido de Luiz Fernando.
No segundo tempo, o embate diminuiu de ritmo, com ambos os times errando muitos passes, principalmente na hora de deixar os companheiros na cara do gol. Quando acertaram, os meias viram os avantes desperdiçarem, como quando Araújo saiu cara a cara com Wilson e perdeu gol incrível ao se embaralhar com a bola e não chutar.
Seguindo o ditado de quem não faz toma, os visitantes viram o maior ídolo da torcida local colocar o Figueira na frente. Fernandes avançou pelo meio, protegeu e bateu no cantinho, sem chances para Gideão.
Logo na sequência, no entanto, a bola foi alçada na área alvinegra e Sandro derrubou Ronaldo Alves na disputa por espaço. O juiz marcou pênalti, batido e convertido por Araújo, que se redimiu do tento perdido minutos atrás.
A pressão dos alvinegros, então, passou a ser intensa. Márcio Rosário acabou expulso por colocar a mão na bola e deixou o Náutico com 10. Raçudo, o Timbu ainda segurou o empate até os 48 minutos, mas uma puxeta de Caio, defendida por Gideão, sobrou nos pés do mesmo Caio, que colocou para o fundo das redes.
FICHA TÉCNICA
FIGUEIRENSE 2 X 1 NÁUTICO
Local: Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis (SC)
Data: 19 de maio de 2012, sábado
Horário: 21 horas (de Brasília)
Árbitro: Arilson Bispo da Anunciação (BA)
Assistentes: Rodrigo Pereira Jóia (RJ) e Adson Márcio Lopes Leal (BA)
Cartões Amarelos: Canuto, Sandro e Caio (Figueirense); Márcio Rosário e Souza (Náutico)
Cartão Vermelho: Márcio Rosário (Náutico)
Gols:
FIGUEIRENSE: Fernandes, aos 31 minutos do segundo tempo, e Caio, aos 48 minutos do segundo tempo
NÁUTICO: Araújo, de pênalti, aos 34 minutos do segundo tempo
FIGUEIRENSE: Wilson; Pablo (Coutinho), Canuto, Sandro e Guilherme; Túlio, Ygor, Toró (William Potker) e Luiz Fernando (Fernandes); Caio e Roni
Técnico: Argel Fucks
NÁUTICO: Gideão; Auremir, César Marques, Ronaldo Alves e Márcio Rosário; Elicarlos, Derley, Souza (Glaydson) e Cléverson (Lúcio); Ramon (Ramirez) e Araújo
Técnico: Alexandre Gallo
Os gols da partida ocorreram todos já na parte final do confronto. O Figueirense abriu o placar aos 31 minutos da etapa final. Nem deu muito tempo para a torcida alvinegra comemorar: apenas três minutos depois, Araújo empatou para o Náutico, aos 34. Aos 48, caio deu a vitória aos mandantes.
Na próxima rodada, o Figueirense visita o Fluminense, enquanto o Náutico, que retornou à primeira divisão nacional nesta temporada, recebe o Cruzeiro.
O jogo
O duelo começou a todo vapor, com os donos da casa chegando perto de inaugurar o marcador logo aos três minutos de bola rolando. Guilherme Santos desceu bem pela esquerda e cruzou, mas a bola acabou pegando um efeito e estava caindo nas costas do goleiro Gideão, que se esticou todo para dar um soco e colocar para escanteio.
O mesmo Guilherme e Roni voltaram a ameaçar a meta pernambucana aos 13 e aos 14 minutos, mas os chutes de ambos saíram rente à trave timbucana.
Do outro lado, os alvirrubros foram assustar apenas aos 25 minutos, quando Souza bateu falta para o gol e Wilson teve trabalho para colocar em escanteio. Dez minutos depois, Auremir soltou uma bomba da entrada da área, mas mandou à esquerda da meta dos anfitriões.
Ainda antes do intervalo, o Figueira teve a sua melhor chance, mas Roni desperdiçou ao chutar por cima o bom passe recebido de Luiz Fernando.
No segundo tempo, o embate diminuiu de ritmo, com ambos os times errando muitos passes, principalmente na hora de deixar os companheiros na cara do gol. Quando acertaram, os meias viram os avantes desperdiçarem, como quando Araújo saiu cara a cara com Wilson e perdeu gol incrível ao se embaralhar com a bola e não chutar.
Seguindo o ditado de quem não faz toma, os visitantes viram o maior ídolo da torcida local colocar o Figueira na frente. Fernandes avançou pelo meio, protegeu e bateu no cantinho, sem chances para Gideão.
Logo na sequência, no entanto, a bola foi alçada na área alvinegra e Sandro derrubou Ronaldo Alves na disputa por espaço. O juiz marcou pênalti, batido e convertido por Araújo, que se redimiu do tento perdido minutos atrás.
A pressão dos alvinegros, então, passou a ser intensa. Márcio Rosário acabou expulso por colocar a mão na bola e deixou o Náutico com 10. Raçudo, o Timbu ainda segurou o empate até os 48 minutos, mas uma puxeta de Caio, defendida por Gideão, sobrou nos pés do mesmo Caio, que colocou para o fundo das redes.
FICHA TÉCNICA
FIGUEIRENSE 2 X 1 NÁUTICO
Local: Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis (SC)
Data: 19 de maio de 2012, sábado
Horário: 21 horas (de Brasília)
Árbitro: Arilson Bispo da Anunciação (BA)
Assistentes: Rodrigo Pereira Jóia (RJ) e Adson Márcio Lopes Leal (BA)
Cartões Amarelos: Canuto, Sandro e Caio (Figueirense); Márcio Rosário e Souza (Náutico)
Cartão Vermelho: Márcio Rosário (Náutico)
Gols:
FIGUEIRENSE: Fernandes, aos 31 minutos do segundo tempo, e Caio, aos 48 minutos do segundo tempo
NÁUTICO: Araújo, de pênalti, aos 34 minutos do segundo tempo
FIGUEIRENSE: Wilson; Pablo (Coutinho), Canuto, Sandro e Guilherme; Túlio, Ygor, Toró (William Potker) e Luiz Fernando (Fernandes); Caio e Roni
Técnico: Argel Fucks
NÁUTICO: Gideão; Auremir, César Marques, Ronaldo Alves e Márcio Rosário; Elicarlos, Derley, Souza (Glaydson) e Cléverson (Lúcio); Ramon (Ramirez) e Araújo
Técnico: Alexandre Gallo
Vágner Love lamenta empate, mas destaca segundo tempo do Flamengo
Flamengo conseguiu uma boa reação na noite deste sábado ao sair perdendo para o Sport e, em plena Ilha do Retiro, conquistar o empate por 1 a 1 na estreia do clube neste Campeonato Brasileiro. Os jogadores do time rubro-negro, porém, não saíram de campo totalmente contentes com o resultado.
Autor do único gol carioca, o atacante Vágner Love lamentou o empate e atuação da equipe nos primeiros 45 minutos, mas destacou o desempenho da a etapa final. "Começamos a tocar, e apareceram as chances de gol. Temos que jogar que nem fizemos no segundo tempo", disse. "Queríamos começar com uma vitória, mas, infelizmente, ficamos apenas com um ponto", afirmou o centroavante, que, pouco antes de balançar as redes, havia perdido chance cara a cara com o goleiro.
A ideia original do time da Gávea, que ficou 28 dias sem jogar, apenas se preparanto para o Brasileiro, é de acumular o maior número de pontos possíves nessas primeiras rodadas, já que alguns concorrentes estão envolvidos em torneios paralelos.
"O que nós queríamos era ganhar aqui e sair com os três pontos, mas acabou não sendo possível. Um ponto não é de se jogar fora, mas poderíamos ter conseguido um resultado melhor aqui", analisou Léo Moura.
Autor do único gol carioca, o atacante Vágner Love lamentou o empate e atuação da equipe nos primeiros 45 minutos, mas destacou o desempenho da a etapa final. "Começamos a tocar, e apareceram as chances de gol. Temos que jogar que nem fizemos no segundo tempo", disse. "Queríamos começar com uma vitória, mas, infelizmente, ficamos apenas com um ponto", afirmou o centroavante, que, pouco antes de balançar as redes, havia perdido chance cara a cara com o goleiro.
A ideia original do time da Gávea, que ficou 28 dias sem jogar, apenas se preparanto para o Brasileiro, é de acumular o maior número de pontos possíves nessas primeiras rodadas, já que alguns concorrentes estão envolvidos em torneios paralelos.
"O que nós queríamos era ganhar aqui e sair com os três pontos, mas acabou não sendo possível. Um ponto não é de se jogar fora, mas poderíamos ter conseguido um resultado melhor aqui", analisou Léo Moura.
Com gol de Vágner Love, Flamengo busca empate com o Sport na estreia
Não foi a estreia dos sonhos para o Flamengo no Campeonato Brasileiro. Mas ao menos a equipe carioca não saiu de campo derrotada. Neste sábado, o time de Joel Santana visitou o Sport na Ilha do Retiro e arrancou um empate em 1 a 1.
Depois de um primeiro tempo sem gols, o Sport abriu o placar aos 12 minutos do segundo tempo. Moacir chutou travado, Marquinhos ficou com a sobra e chutou de canhota, no ângulo, sem chances de defesa para o goleiro Paulo Victor.
Mas o Flamengo não se abateu. Aos 29 minutos da segunda etapa, Vágner Love recebeu belo passe de Kléberson, entrou livre na área e bateu firme para empatar o jogo na Ilha do Retiro: 1 a 1.
O jogo
O Flamengo começou a partida tentando surpreender o Sport e partiu para cima dos donos da casa. No entanto, os pernambucanos logo equilibraram o confronto, mas não chegaram perto do gol de Paulo Victor. A primeira boa chance do jogo aconteceu somente aos 13 minutos. Ronaldinho Gaúcho cobrou falta de longe e quase acertou o ângulo esquerdo de Magrão.
O lance único de perigo não mudou o panorama da partida, com as duas equipes errando muito. O Sport só conseguiu criar boa chance aos 26 minutos. Primeiro, Marquinhos Gabriel recebeu dentro da áres e finalizou para grande defesa de Paulo Victor. Na cobrança de escanteio, Edcarlos subiu mais que a zaga e cabeceou para nova defesa do goleiro do Flamengo.
As oportunidades criadas animaram os donos da casa, que novamente quase abriram o placar aos 30 minutos. Após cobrança de falta errada de Ronaldinho Gaúcho, os pernambucanos saíram em contra-ataque. Thiaguinho pegou a bola na intermediária, foi até a área carioca e chutou para boa defesa de Paulo Victor. Seis minutos depois, foi a vez de Marquinhos Gabriel arriscar de longe e obrigar o goleiro carioca a salvar os visitantes.
O Flamengo, depois de muito tempo, conseguiu criar boa chance. Aos 41 minutos, em cobrança de falta rápida, a bola foi lançada para Kleberson dentro da área, mas o volante finalizou em cima de Magrão. Mesmo assim, o Sport seguiu melhor até o intervalo e só não foi com vantagem no placar por causa do goleiro Paulo Victor.
No segundo tempo, o Sport manteve o melhor desempenho e dominou os primeiros minutos. No entanto, somente aos nove quase abriu o placar na Ilha do Retiro. Marquinhos Gabriel cobrou falta e Paulo Victor mais uma vez impediu o gol dos donos da casa.
Não demorou muito e o Sport conseguiu fazer o gol. Aos 12 minutos, Moacir foi tentar chutar cruzado, pegou errado e a bola sobrou para Marquinhos Gabriel, sozinho. O atacante dominou e colocou no ângulo de Paulo Victor, que desta vez só ficou olhando.
Mesmo depois do gol, o Sport seguiu sendo melhor. Vendo isso, o técnico Joel Santana colocou o atacante Deivid na vaga de Bottinelli. A alteração quase surtiu efeito rápido, pois aos 19 minutos Deivid tocou de peito para Vágner Love dentro da área, mas o atacante carioca chutou por cima do gol de Magrão. O lance animou os visitantes, que passaram a buscar o ataque. Com isso, os donos da casa aproveitaram para tentar ampliar o placar em contra-ataques.
Os avanços do Flamengo foram recompensados aos 28 minutos. O atacante Vagner Love foi lançado dentro da área e só teve o trabalho de tocar na saída de Magrão para empatar o jogo na Ilha do Retiro.
Depois disso, o Sport passou a se defender mais e melhorou na marcação. O confronto só voltou a ter emoção aos 43. Em um avanço rápido dos donos da casa, Moacir foi lançado e cruzou, Wellinton tentou cortar e jogou a bola no próprio travessão. Assim, o duelo entre os rubro-negros acabou ficando empatado até o apito final.
FICHA TÉCNICA:
SPORT 1 X 1 FLAMENGO
Local: Ilha do Retiro, no Recife (PE)
Data: 19 de maio de 2012 (Sábado)
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Paulo César Oliveira (Fifa-SP)
Assistentes: Marcelo Van Gasse (Fifa-SP) e Vicente Romano Neto (SP)
Cartões amarelos: Edcarlos e Naldinho (Sport); Bottinelli e Wellinton (Flamengo)
GOLS: SPORT: Marquinhos Gabriel, aos 12min do segundo tempo
FLAMENGO: Vagner Love, aos 28min do segundo tempo
SPORT: Magrão; Tobi, Bruno Aguiar e Edcarlos; Moacir, Rithely, Naldinho (Diogo Oliveira), Thiaguinho (Renê) e Rivaldo; Marquinhos Gabriel e Felipe Azevedo (Ruan)
Técnico: Gustavo Bueno (interino)
FLAMENGO: Paulo Victor; Leonardo Moura, Marcos González, Welinton e Magal; Rômulo (Amaral), Luiz Antônio, Kléberson e Bottinelli (Deivid), Ronaldinho Gaúcho e Vagner Love
Depois de um primeiro tempo sem gols, o Sport abriu o placar aos 12 minutos do segundo tempo. Moacir chutou travado, Marquinhos ficou com a sobra e chutou de canhota, no ângulo, sem chances de defesa para o goleiro Paulo Victor.
Mas o Flamengo não se abateu. Aos 29 minutos da segunda etapa, Vágner Love recebeu belo passe de Kléberson, entrou livre na área e bateu firme para empatar o jogo na Ilha do Retiro: 1 a 1.
Vágner Love fez o gol de empate do Flamengo
Crédito da imagem: Vipcomm
Na próxima rodada, o Flamengo vai receber o Internacional, no sábado, no Engenhão. Já o Sport vai até a Vila Belmiro no dia seguinte para enfrentar o Santos.Crédito da imagem: Vipcomm
O jogo
O Flamengo começou a partida tentando surpreender o Sport e partiu para cima dos donos da casa. No entanto, os pernambucanos logo equilibraram o confronto, mas não chegaram perto do gol de Paulo Victor. A primeira boa chance do jogo aconteceu somente aos 13 minutos. Ronaldinho Gaúcho cobrou falta de longe e quase acertou o ângulo esquerdo de Magrão.
O lance único de perigo não mudou o panorama da partida, com as duas equipes errando muito. O Sport só conseguiu criar boa chance aos 26 minutos. Primeiro, Marquinhos Gabriel recebeu dentro da áres e finalizou para grande defesa de Paulo Victor. Na cobrança de escanteio, Edcarlos subiu mais que a zaga e cabeceou para nova defesa do goleiro do Flamengo.
As oportunidades criadas animaram os donos da casa, que novamente quase abriram o placar aos 30 minutos. Após cobrança de falta errada de Ronaldinho Gaúcho, os pernambucanos saíram em contra-ataque. Thiaguinho pegou a bola na intermediária, foi até a área carioca e chutou para boa defesa de Paulo Victor. Seis minutos depois, foi a vez de Marquinhos Gabriel arriscar de longe e obrigar o goleiro carioca a salvar os visitantes.
O Flamengo, depois de muito tempo, conseguiu criar boa chance. Aos 41 minutos, em cobrança de falta rápida, a bola foi lançada para Kleberson dentro da área, mas o volante finalizou em cima de Magrão. Mesmo assim, o Sport seguiu melhor até o intervalo e só não foi com vantagem no placar por causa do goleiro Paulo Victor.
No segundo tempo, o Sport manteve o melhor desempenho e dominou os primeiros minutos. No entanto, somente aos nove quase abriu o placar na Ilha do Retiro. Marquinhos Gabriel cobrou falta e Paulo Victor mais uma vez impediu o gol dos donos da casa.
Não demorou muito e o Sport conseguiu fazer o gol. Aos 12 minutos, Moacir foi tentar chutar cruzado, pegou errado e a bola sobrou para Marquinhos Gabriel, sozinho. O atacante dominou e colocou no ângulo de Paulo Victor, que desta vez só ficou olhando.
Mesmo depois do gol, o Sport seguiu sendo melhor. Vendo isso, o técnico Joel Santana colocou o atacante Deivid na vaga de Bottinelli. A alteração quase surtiu efeito rápido, pois aos 19 minutos Deivid tocou de peito para Vágner Love dentro da área, mas o atacante carioca chutou por cima do gol de Magrão. O lance animou os visitantes, que passaram a buscar o ataque. Com isso, os donos da casa aproveitaram para tentar ampliar o placar em contra-ataques.
Os avanços do Flamengo foram recompensados aos 28 minutos. O atacante Vagner Love foi lançado dentro da área e só teve o trabalho de tocar na saída de Magrão para empatar o jogo na Ilha do Retiro.
Depois disso, o Sport passou a se defender mais e melhorou na marcação. O confronto só voltou a ter emoção aos 43. Em um avanço rápido dos donos da casa, Moacir foi lançado e cruzou, Wellinton tentou cortar e jogou a bola no próprio travessão. Assim, o duelo entre os rubro-negros acabou ficando empatado até o apito final.
FICHA TÉCNICA:
SPORT 1 X 1 FLAMENGO
Local: Ilha do Retiro, no Recife (PE)
Data: 19 de maio de 2012 (Sábado)
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Paulo César Oliveira (Fifa-SP)
Assistentes: Marcelo Van Gasse (Fifa-SP) e Vicente Romano Neto (SP)
Cartões amarelos: Edcarlos e Naldinho (Sport); Bottinelli e Wellinton (Flamengo)
GOLS: SPORT: Marquinhos Gabriel, aos 12min do segundo tempo
FLAMENGO: Vagner Love, aos 28min do segundo tempo
SPORT: Magrão; Tobi, Bruno Aguiar e Edcarlos; Moacir, Rithely, Naldinho (Diogo Oliveira), Thiaguinho (Renê) e Rivaldo; Marquinhos Gabriel e Felipe Azevedo (Ruan)
Técnico: Gustavo Bueno (interino)
FLAMENGO: Paulo Victor; Leonardo Moura, Marcos González, Welinton e Magal; Rômulo (Amaral), Luiz Antônio, Kléberson e Bottinelli (Deivid), Ronaldinho Gaúcho e Vagner Love
Jogadores do Palmeiras lamentam empate, mas esperam melhora na Copa do Brasil
Os jogadores do Palmeiras lamentaram muito o empate sofrido contra a Portuguesa, na estreia das duas equipes no Brasileirão. Mesmo largando na frente no primeiro tempo, com Luan, o Alviverde não foi bem no segundo tempo e cedeu o empate em 1 a 1. O atacante Maikon Leite, que chutou uma bola na trave no último minuto de jogo, lamentou o resultado, mas pede foco na Copa do Brasil.
“Dominamos o jogo. Tomamos o gol de empate no final. É só o começo, não precisa confundira as coisas. Agora é pensar na Copa do Brasil”, disse o atacante.
Na Copa do Brasil, o Palmeiras arrancou o empate em 2 a 2 contra o Atlético-PR, em Curitiba, e tem certa vantagem para o jogo de volta, nesta quarta, em Barueri. O lateral-direito Cicinho também espera que o tropeço na estreia não abale a sequência do time na outra competição.
“Nosso time, no segundo tempo, não trabalhou a bola, só chutão, não saiu jogando. Eles aproveitaram a bola alta. Mérito deles. Copa do Brasil é outra competição, temos que pensar positivo, erguer a cabeça que o próximo jogo é decisão”, afirmou o lateral, mais contindo que o goleiro Bruno.
"Foi empate com gosto de derrota. A gente tomou gol no finalzinho com o jogo praticamente na nossa mão, mas de pontinho em pontinho a gente vai chegar lá", disse o camisa 1.
“Dominamos o jogo. Tomamos o gol de empate no final. É só o começo, não precisa confundira as coisas. Agora é pensar na Copa do Brasil”, disse o atacante.
Na Copa do Brasil, o Palmeiras arrancou o empate em 2 a 2 contra o Atlético-PR, em Curitiba, e tem certa vantagem para o jogo de volta, nesta quarta, em Barueri. O lateral-direito Cicinho também espera que o tropeço na estreia não abale a sequência do time na outra competição.
“Nosso time, no segundo tempo, não trabalhou a bola, só chutão, não saiu jogando. Eles aproveitaram a bola alta. Mérito deles. Copa do Brasil é outra competição, temos que pensar positivo, erguer a cabeça que o próximo jogo é decisão”, afirmou o lateral, mais contindo que o goleiro Bruno.
"Foi empate com gosto de derrota. A gente tomou gol no finalzinho com o jogo praticamente na nossa mão, mas de pontinho em pontinho a gente vai chegar lá", disse o camisa 1.
Brasileiro tem dia discreto após atuações brilhantes, mas Blue Jays vencem de novo
Em sua terceira aparição na MLB, o brasileiro Yan Gomes não repetiu o desempenho brilhante dos dois jogos anteriores, mas comemorou mais uma vitória na principal liga de beisebol do mundo. Gomes foi três vezes ao bastão neste domingo e acabou eliminado em todas elas. Mesmo assim, o Toronto Blue Jays conseguiu bater o New York Mets por 2 a 0.
Gomes estreou na MLB na quinta-feira e fez história ao se tornar o primeiro jogador do Brasil a atuar na liga de beisebol. Em seu primeiro jogo, contra o Yankees, conseguiu duas rebatidas válidas. A segunda aparição foi ainda melhor: e bateu até um home run.
O curioso é que o Blue Jays ganhou os três jogos desde a estreia de Gomes. A equipe canadense encaixou cinco vitórias seguidas e começa até a sonhar com uma vaga nos playoffs.
Yan Gomes nasceu no Brasil, em São Paulo, mas se mudou ainda adolescente para os Estados Unidos, onde fez faculdade e continuou a jogar o beisebol, esporte que praticava desde criança em seu país de origem. Ele foi selecionado no draft da MLB em 2009 pelos Blue Jays.
Gomes estreou na MLB na quinta-feira e fez história ao se tornar o primeiro jogador do Brasil a atuar na liga de beisebol. Em seu primeiro jogo, contra o Yankees, conseguiu duas rebatidas válidas. A segunda aparição foi ainda melhor: e bateu até um home run.
O curioso é que o Blue Jays ganhou os três jogos desde a estreia de Gomes. A equipe canadense encaixou cinco vitórias seguidas e começa até a sonhar com uma vaga nos playoffs.
Yan Gomes nasceu no Brasil, em São Paulo, mas se mudou ainda adolescente para os Estados Unidos, onde fez faculdade e continuou a jogar o beisebol, esporte que praticava desde criança em seu país de origem. Ele foi selecionado no draft da MLB em 2009 pelos Blue Jays.
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