19h10 Arsenal Sarandí 3x1 Lanús
Falamos campeonatos das séries A B C D campeonatos internacionais todos Português todos os resultados do Paulista da segunda divisão e ainda Futebol Internacional como Futebol Inglês Espanhol Italiano Portugal e o Argentino e campeonatos Importantes falaremos do Regional do Rio Grande do Norte do Cearense do Pernambucano e do Carioca e falamos da copa do nordeste
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Corinthians x Flu pareceu antigos jogos entre aspirantes
O torcedor mais nostálgico poderia ter dado um salto no passado, ao ver Corinthians e Fluminense, na tarde deste domingo, no Pacaembu. Não pelo número de estrelas; longe disso. Mas pela quantidade de reservas em campo. Com um pouco de imaginação, os veteranos frequentadores de arquibancadas voltariam para décadas atrás, quando havia preliminar, disputada pelos Aspirantes dos “quadros principais”.
Pois, na prática, o clássico entre o campeões de 2011 e de 2010 não passou de um rachão entre jogadores preteridos ou que pretendem ser lembrados pelos respectivos treinadores. Tite e Abel Braga não tiveram constrangimento de poupar todas as estrelas, por causa dos compromissos decisivos de meio de semana pela Taça Libertadores. Quer dizer, quase todos: Cássio, recentemente promovido a titular, foi mantido no gol do Corinthians.
Consequência dessa opção dos professores foi um jogo tecnicamente fraco, com poucos lances de emoção e forte desentrosamento. Ainda assim, Cássio e Ricardo Berna tiveram algum trabalho, nada porém que chamasse a atenção e emocionasse os 15 mil e tantos fanáticos que estiveram no Pacaembu. Não faltaram vaias no final, também mais para constar, porque as emoções estão reservadas para os duelos com Vasco e Boca Juniors.
O Fluminense venceu com gol de Leandro Euzébio, na metade do segundo tempo, e o resultado serve para animá-lo no desafio complicado contra os argentinos, que têm a vantagem de 1 a 0 obtida na semana passada. Ao Corinthians, restou a constatação de que Liedson ainda não está bem e que Douglas parece mais em forma.
Ok que seja começo de campeonato, com tempo suficiente para recuperação. Mas três pontos sempre são bem-vindos, pois podem pesar no final das contas. E, por falar em finanças: já que os clubes entregaram produto aquém do esperado (times reservas), por que não cobraram meia-entrada pra todo mundo? Seria justo e simpático.
Pois, na prática, o clássico entre o campeões de 2011 e de 2010 não passou de um rachão entre jogadores preteridos ou que pretendem ser lembrados pelos respectivos treinadores. Tite e Abel Braga não tiveram constrangimento de poupar todas as estrelas, por causa dos compromissos decisivos de meio de semana pela Taça Libertadores. Quer dizer, quase todos: Cássio, recentemente promovido a titular, foi mantido no gol do Corinthians.
Consequência dessa opção dos professores foi um jogo tecnicamente fraco, com poucos lances de emoção e forte desentrosamento. Ainda assim, Cássio e Ricardo Berna tiveram algum trabalho, nada porém que chamasse a atenção e emocionasse os 15 mil e tantos fanáticos que estiveram no Pacaembu. Não faltaram vaias no final, também mais para constar, porque as emoções estão reservadas para os duelos com Vasco e Boca Juniors.
O Fluminense venceu com gol de Leandro Euzébio, na metade do segundo tempo, e o resultado serve para animá-lo no desafio complicado contra os argentinos, que têm a vantagem de 1 a 0 obtida na semana passada. Ao Corinthians, restou a constatação de que Liedson ainda não está bem e que Douglas parece mais em forma.
Ok que seja começo de campeonato, com tempo suficiente para recuperação. Mas três pontos sempre são bem-vindos, pois podem pesar no final das contas. E, por falar em finanças: já que os clubes entregaram produto aquém do esperado (times reservas), por que não cobraram meia-entrada pra todo mundo? Seria justo e simpático.
O Chelsea e o Brasil
Palavra de Mano Menezes: a seleção que se pretende formar para a Copa de 2014 e para a Olimpíada de Londres tem muito mais a ver com o estilo do Bayern do que com a vitória do Chelsea, na decisão da Liga dos Campeões. Não, é claro que nem Mano Menezes nem a CBF planejam a derrota. A frase do técnico foi dita horas antes da decisão e é fiel à verdade.
Na briga de estilos entre os times de posse de bola, como o Bayern e o Barcelona, e os de contra-ataque, como o Chelsea, há um motivo evidente para escolher os primeiros: "Além de ser nossa característica, vamos jogar uma Copa do Mundo em casa e é natural que os adversários nos obriguem a dar o ritmo das partidas'' diz Mano.
A seleção é só uma parte pequena do que o Brasil precisa apreender de finais europeias, como a de sábado. Na Europa, joga-se em espaços mais curtos, marca-se mais à frente - até mesmo o Chelsea -, obriga-se a construir jogadas em centímetros.
É difícil definir exatamente até que ponto os espaços nas partidas disputadas no Brasil são maiores do que os europeus por desatualização ou característica da nossa cadência. O fato é que quem atua no Brasileirão, como Dedé, Neymar e Lucas, e pode chegar ao Mundial, tem de saber como manter a bola sob domínio quando tiver milímetros para sair da marcação.
Como o Brasil, a Itália discutiu nos últimos meses se seu estilo ainda é viável, levando em conta o tipo de jogo vencedor dos anos recentes, usado pelo Barcelona - e pelo Bayern. A vitória do Chelsea, do catenaccio, mostra que ainda é possível manter velhas características de cada país. Desde que se saiba jogar no espaço de um lenço.
Na briga de estilos entre os times de posse de bola, como o Bayern e o Barcelona, e os de contra-ataque, como o Chelsea, há um motivo evidente para escolher os primeiros: "Além de ser nossa característica, vamos jogar uma Copa do Mundo em casa e é natural que os adversários nos obriguem a dar o ritmo das partidas'' diz Mano.
A seleção é só uma parte pequena do que o Brasil precisa apreender de finais europeias, como a de sábado. Na Europa, joga-se em espaços mais curtos, marca-se mais à frente - até mesmo o Chelsea -, obriga-se a construir jogadas em centímetros.
É difícil definir exatamente até que ponto os espaços nas partidas disputadas no Brasil são maiores do que os europeus por desatualização ou característica da nossa cadência. O fato é que quem atua no Brasileirão, como Dedé, Neymar e Lucas, e pode chegar ao Mundial, tem de saber como manter a bola sob domínio quando tiver milímetros para sair da marcação.
Como o Brasil, a Itália discutiu nos últimos meses se seu estilo ainda é viável, levando em conta o tipo de jogo vencedor dos anos recentes, usado pelo Barcelona - e pelo Bayern. A vitória do Chelsea, do catenaccio, mostra que ainda é possível manter velhas características de cada país. Desde que se saiba jogar no espaço de um lenço.
Em jogo suspenso por duas vezes, Montpellier derrota o Auxerre e é campeão francês pela 1ª vez
A 38ª e última rodada do Campeonato Francês demorou a definir o campeão. A partida do líder Montpellier contra o já rebaixado Auxerre, fora de casa, foi suspensa por duas vezes no Estádio Abbé Deschamps com o placar em 1 a 1 por causa dos atos hostis da torcida mandante, que na volta do intervalo lançou bolas de tênis e tomates no campo e durante o segundo tempo atirou sinalizadores.
O Montpellier, porém, sabia que o empate já lhe daria o primeiro título nacional da história, pois o Paris Saint-Germain derrotou o Lorient por 2 a 1, fora de casa, e igualou em pontos na liderança: 79 a 79. No entanto, o time da capital tinha melhor saldo de gols (34 a 33) e torcia pela derrota do rival.
No jogo em Lorient, que também foi parado ainda no início do primeiro tempo - torcedores do time mandante lançaram sinalizadores no gramado do Estádio Yves Allainmat -, Monnet-Paquet abriu o placar para os mandantes, mas Pastore e Thiago Motta viraram para o PSG.
Além do Auxerre, foram rebaixados para a segunda divisão o Dijon, que tomou uma goleada de 5 a 0 do Rennes fora de casa, e o Caen, derrotado pelo Valenciennes por 3 a 1 como visitante.
O Montpellier, porém, sabia que o empate já lhe daria o primeiro título nacional da história, pois o Paris Saint-Germain derrotou o Lorient por 2 a 1, fora de casa, e igualou em pontos na liderança: 79 a 79. No entanto, o time da capital tinha melhor saldo de gols (34 a 33) e torcia pela derrota do rival.
Atletas do Montpellier tiram bolas de tênis atiradas pela torcida do Auxerre
Crédito da imagem: Reuters
Mas o Montpellier fez a sua parte, ganhou por 2 a 1 e ficou pela primeira vez com o Campeonato Francês em seus 93 anos de história. O herói da conquista foi o nigeriano John Utaka, autor dos dois gols. O outro atacante do time, Olivier Giroud, terminou como artilheiro da competição com 21 gols ao lado do brasileiro Nenê, do Paris Saint-Germain.Crédito da imagem: Reuters
No jogo em Lorient, que também foi parado ainda no início do primeiro tempo - torcedores do time mandante lançaram sinalizadores no gramado do Estádio Yves Allainmat -, Monnet-Paquet abriu o placar para os mandantes, mas Pastore e Thiago Motta viraram para o PSG.
Zagueiro brasileiro Hilton (4) celebra com companheiros um dos gols do campeão Montpellier
Crédito da imagem: Reuters
As vagas na próxima Champions League já estavam garantidas a Montpellier, PSG e Lille, assim como Lyon e Olympique de Marselha estão classificados para a Europa League. A última vaga no segundo torneio mais importante da Europa ficou com o Bordeaux, que derrotou em confronto direto o Saint-Ettiene por 3 a 2 e terminou na quinta colocação da Ligue 1.Crédito da imagem: Reuters
Além do Auxerre, foram rebaixados para a segunda divisão o Dijon, que tomou uma goleada de 5 a 0 do Rennes fora de casa, e o Caen, derrotado pelo Valenciennes por 3 a 1 como visitante.
Com time reserva e estreias, Santos não sai do zero contra o Bahia
Sem suas principais estrelas, o Santos deixou a desejar na estreia do Campeonato Brasileiro. Poupando Neymar, Ganso e companhia, o time da baixada ficou somente no empate sem gols contra o Bahia, neste domingo, no Pituaçu. De positivo, o técnico Muricy Ramalho pôde dar ritmo aos reservas e ainda promoveu diversas estreias: Galhardo, David Braz, Bernardo, Ewerton Páscoa e Gerson Magrão vestiram pela primeira vez a camisa do clube em uma partida oficial.
Sob muita chuva, que esvaziou o estádio baiano, as duas equipes fizeram um primeiro tempo de várias chances – todas desperdiçadas. A criatividade santista esbarrou no excesso de erros e no desentrosamento do time. O Bahia, que também atacou bastante, tentou se aproveitar da velocidade de seu jovem elenco nos contra-ataques. Sem Souza, o técnico Paulo Roberto Falcão deu uma chance a Ciro no time titular.
Na segunda etapa, em jogo mais aberto, os dois times criaram e perderam chances ainda mais claras de gol nos últimos minutos de jogo. Na principal delas, Felipe Anderson Lançou Borges e o atacante chutou à esquerda do gol, cara a cara com o goleiro Marcelo Lomba.
Pelo Brasileirão, o Santos volta a campo no próximo domingo, contra o Sport, na Vila Belmiro. No mesmo dia, o Bahia enfrenta o São Paulo, no Morumbi.
O Jogo
Atrapalhado pela chuva torrencial que atingia a cidade de Salvador durante todo o dia, o jogo começou com a bola pipocando muito nos pés dos atletas e com os times não conseguindo armar grandes jogadas de ataque. Recheado de estreias (cinco no total), o Santos visivelmente diminuiu o ritmo para tentar colocar os reforços no ritmo do jogo.
Os melhores lances santistas, por sinal, saíram dos pés de um contratado: o meia Bernardo, que treina há um bom tempo no CT Rei Pelé, mas ainda não havia tido a oportunidade de entrar em campo. Aos 11, ele levantou bola na cabeça de David Braz, que carimbou a trave. Na sequência, outro levantamento, só que para Bruno Rodrigo, que mandou na rede pelo lado de fora.
Na resposta, os baianos contavam com a velocidade do participativo Lulinha, que só pecava no excesso de passes errados. Em falta sofrida por ele quase na linha da grande área, Gerley bateu firme e exigiu boa defesa de Aranha.
Depois, no entanto, a empolgação pareceu ter diminuído e o nível da apresentação caiu drasticamente. Uma má notícia para o Santos foi a lesão de David Braz, que, antes do intervalo, saiu machucado com suspeita de um estiramento na coxa.
Na etapa final, com a diminuição da chuva, a expectativa era de que o embate melhorasse, mas isso acabou não ocorrendo. Desentrosado, o Santos seguia sem ameaçar. Mais inteiro, o time da casa abusava dos lances pela lateral e das bolas jogadas na área.
Na melhor das oportunidades, no entanto, Ciro recebeu na frente e bateu cruzado, mas parou em Aranha. Substituto do centroavante, Junior, pouco depois, recebeu e, de primeira, mandou forte. A bola passou por cima do gol.
No fim, Borges ainda teve duas chances para desempatar, mas errou o chute na primeira vez, mandando rente à trave, e depois parou em boa defesa de Marcelo Lomba, já nos acréscimos.
FICHA TÉCNICA:
BAHIA 0 X 0 SANTOS
Local: Estádio Pituaçu, em Salvador (BA)
Data: 20 de maio de 2012, domingo
Horário: 18h30 (horário de Brasília)
Árbitro: Evandro Rogério Roman (Fifa-PR)
Assistentes: Bruno Boschilia e José Carlos Dias Passos (ambos do PR)
Público: 8.808 pagantes
Cartões Amarelos: Fabinho (Bahia); Bruno Rodrigo (Santos)
BAHIA: Marcelo Lomba; Fabinho, Rafael Donato, Titi e Gerley; Fahel, Helder, Gabriel e Morais (Magno); Lulinha (Zé Roberto) e Ciro (Júnior)
Técnico: Paulo Roberto Falcão
SANTOS: Aranha; Galhardo (Maranhão), Bruno Rodrigo, David Braz (Vinicius) e Léo; Ewerton Páscoa, Gérson Magrão, Bernardo e Felipe Anderson; Rentería (Alan Santos) e Borges
Técnico: Muricy Ramalho
Sob muita chuva, que esvaziou o estádio baiano, as duas equipes fizeram um primeiro tempo de várias chances – todas desperdiçadas. A criatividade santista esbarrou no excesso de erros e no desentrosamento do time. O Bahia, que também atacou bastante, tentou se aproveitar da velocidade de seu jovem elenco nos contra-ataques. Sem Souza, o técnico Paulo Roberto Falcão deu uma chance a Ciro no time titular.
Na segunda etapa, em jogo mais aberto, os dois times criaram e perderam chances ainda mais claras de gol nos últimos minutos de jogo. Na principal delas, Felipe Anderson Lançou Borges e o atacante chutou à esquerda do gol, cara a cara com o goleiro Marcelo Lomba.
Renteria tenta livrar-se da marcação de Helder e Gerley em jogo feio no Pituaçu
Crédito da imagem: Gazeta Press
As duas equipes dividem atenção com outras competições, e tentam reverter complicadas desvantagens: o Santos foi derrotado contra o Vélez Sarsfield, pela Libertadores, e faz o jogo de volta na Vila Belmiro, nesta quinta. O Bahia perdeu do Grêmio, na Copa do Brasil, e terá de buscar a classificação no Olímpico, também na quinta. Crédito da imagem: Gazeta Press
Pelo Brasileirão, o Santos volta a campo no próximo domingo, contra o Sport, na Vila Belmiro. No mesmo dia, o Bahia enfrenta o São Paulo, no Morumbi.
O Jogo
Atrapalhado pela chuva torrencial que atingia a cidade de Salvador durante todo o dia, o jogo começou com a bola pipocando muito nos pés dos atletas e com os times não conseguindo armar grandes jogadas de ataque. Recheado de estreias (cinco no total), o Santos visivelmente diminuiu o ritmo para tentar colocar os reforços no ritmo do jogo.
Os melhores lances santistas, por sinal, saíram dos pés de um contratado: o meia Bernardo, que treina há um bom tempo no CT Rei Pelé, mas ainda não havia tido a oportunidade de entrar em campo. Aos 11, ele levantou bola na cabeça de David Braz, que carimbou a trave. Na sequência, outro levantamento, só que para Bruno Rodrigo, que mandou na rede pelo lado de fora.
Na resposta, os baianos contavam com a velocidade do participativo Lulinha, que só pecava no excesso de passes errados. Em falta sofrida por ele quase na linha da grande área, Gerley bateu firme e exigiu boa defesa de Aranha.
Depois, no entanto, a empolgação pareceu ter diminuído e o nível da apresentação caiu drasticamente. Uma má notícia para o Santos foi a lesão de David Braz, que, antes do intervalo, saiu machucado com suspeita de um estiramento na coxa.
Na etapa final, com a diminuição da chuva, a expectativa era de que o embate melhorasse, mas isso acabou não ocorrendo. Desentrosado, o Santos seguia sem ameaçar. Mais inteiro, o time da casa abusava dos lances pela lateral e das bolas jogadas na área.
Na melhor das oportunidades, no entanto, Ciro recebeu na frente e bateu cruzado, mas parou em Aranha. Substituto do centroavante, Junior, pouco depois, recebeu e, de primeira, mandou forte. A bola passou por cima do gol.
No fim, Borges ainda teve duas chances para desempatar, mas errou o chute na primeira vez, mandando rente à trave, e depois parou em boa defesa de Marcelo Lomba, já nos acréscimos.
FICHA TÉCNICA:
BAHIA 0 X 0 SANTOS
Local: Estádio Pituaçu, em Salvador (BA)
Data: 20 de maio de 2012, domingo
Horário: 18h30 (horário de Brasília)
Árbitro: Evandro Rogério Roman (Fifa-PR)
Assistentes: Bruno Boschilia e José Carlos Dias Passos (ambos do PR)
Público: 8.808 pagantes
Cartões Amarelos: Fabinho (Bahia); Bruno Rodrigo (Santos)
BAHIA: Marcelo Lomba; Fabinho, Rafael Donato, Titi e Gerley; Fahel, Helder, Gabriel e Morais (Magno); Lulinha (Zé Roberto) e Ciro (Júnior)
Técnico: Paulo Roberto Falcão
SANTOS: Aranha; Galhardo (Maranhão), Bruno Rodrigo, David Braz (Vinicius) e Léo; Ewerton Páscoa, Gérson Magrão, Bernardo e Felipe Anderson; Rentería (Alan Santos) e Borges
Técnico: Muricy Ramalho
Em primeiro jogo de Roth, Cruzeiro para em goleiro do Atlético-GO na estreia do Brasileiro
O Cruzeiro empatou em casa por 0 a 0 com o Atlético-GO neste domingo, no Parque dos Sabiás (Uberlândia), pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, ambas as equipes conquistaram seu primeiro ponto na competição.
O destaque do jogo foi o goleiro Roberto, do Atlético-GO, que salvou a equipe rubro-negra durante a partida, a primeira oficial de Celso Roth no Cruzeiro (ele assumiu após a saída de Vágner Mancini).
Na próxima rodada, o Cruzeiro visita o Náutico, enquanto o Atlético-GO recebe a Ponte Preta.
Cruzeiro e Atlético-GO priorizaram uma partida movimentada nos instantes iniciais, porém deficiente na parte técnica e com muitos erros. Ao aproveitar um cochilo da zaga cruzeirense, o Atlético-GO criou a primeira grande oportunidade. Aos oito minutos, Bida escapou nas costas da defesa, esperou o momento certo para concluir, mas pegou errado na bola, que saiu do lado direito da meta de Fábio.
A defesa do Cruzeiro sofria com a confusão, principalmente pelo meio. Aos 18 minutos, Bida assustou novamente a torcida de Uberlândia. O chute do meio-campista parou em grande defesa de Fábio. Enquanto isso, os mineiros não conseguiam se acertar.
A partir dos 25 minutos, o Atlético-GO passou a pecar pelo excesso de preciosismo. A falta de objetividade atrapalhou o time na busca pela vantagem antes do intervalo. E, ainda por cima, quase sofreu o gol. Na melhor chance do Cruzeiro, aos 42 minutos, Everton chutou para a defesa de Roberto. Na sobra, Souza ainda acertou a zaga goiana.
É possível piorar?
No segundo tempo, Cruzeiro e Atlético-GO conseguiram apresentar um futebol ainda pior em relação aos 45 minutos iniciais. Celso Roth promoveu a entrada de Diego Renan na lateral direita, mas os donos da casa seguiram sem jogadas pelas pontas.
O primeiro lance de perigo da etapa final foi criado apenas aos 18 minutos, quando Souza alcançou a ponta direita e cruzou para a cabeçada de Wellington Paulista. Roberto fez uma defesa milagrosa e salvou o Atlético-GO.
O lance serviu para animar Celso Roth a colocar o Cruzeiro na frente, com a entrada do atacante Anselmo Ramon na vaga do meio-campista Everton. O Atlético-GO respondeu com a mesma moeda: o centroavante William substituiu Elias.
O Cruzeiro se soltou com a mudança e ficou mais perigoso. Quando dava a impressão que poderia alcançar o gol, Anselmo Ramon ajudou a afundar as esperanças mineiras. Aos 31 minutos, o atacante levou o cartão vermelho por reclamação, no último ato de um fraco empate por 0 a 0.
FICHA TÉCNICA:
CRUZEIRO 0 X 0 ATLÉTICO-GO
Local: Estádio Parque do Sabiá, em Uberlândia (MG)
Data: 20 de maio de 2012 (domingo)
Horário: 18h30 (horário de Brasília)
Árbitro: Pericles Bassols Pegado Cortez (RJ)
Assistentes: Dibert Pedrosa Moisés (RJ) e Marco Santos Pessanha (RJ)
Cartões amarelos: Everton e Amaral (Cruzeiro); Gilson (Atlético-GO)
Cartões vermelhos: Anselmo Ramon (Cruzeiro);
CRUZEIRO: Fábio; Marcos (Diego Renan), Alex Silva (Victorino), Léo e Marcelo Oliveira; Amaral, Charles, Everton (Anselmo Ramon) e Souza; Montillo e Wellington Paulista
Técnico: Celso Roth
ATLÉTICO-GO: Roberto; Joílson, Gilson, Paulo Henrique e Ernandes; Pituca, Marino (Juninho), Fernando Bob e Bida; Elias (William) e Diogo Campos (Felipe)
Técnico: Adílson Batista
O destaque do jogo foi o goleiro Roberto, do Atlético-GO, que salvou a equipe rubro-negra durante a partida, a primeira oficial de Celso Roth no Cruzeiro (ele assumiu após a saída de Vágner Mancini).
Na próxima rodada, o Cruzeiro visita o Náutico, enquanto o Atlético-GO recebe a Ponte Preta.
Montillo é puxado por adversário do Atlético-GO; Cruzeiro ficou no 0 a 0
Crédito da imagem: Vipcomm
O jogoCrédito da imagem: Vipcomm
Cruzeiro e Atlético-GO priorizaram uma partida movimentada nos instantes iniciais, porém deficiente na parte técnica e com muitos erros. Ao aproveitar um cochilo da zaga cruzeirense, o Atlético-GO criou a primeira grande oportunidade. Aos oito minutos, Bida escapou nas costas da defesa, esperou o momento certo para concluir, mas pegou errado na bola, que saiu do lado direito da meta de Fábio.
A defesa do Cruzeiro sofria com a confusão, principalmente pelo meio. Aos 18 minutos, Bida assustou novamente a torcida de Uberlândia. O chute do meio-campista parou em grande defesa de Fábio. Enquanto isso, os mineiros não conseguiam se acertar.
A partir dos 25 minutos, o Atlético-GO passou a pecar pelo excesso de preciosismo. A falta de objetividade atrapalhou o time na busca pela vantagem antes do intervalo. E, ainda por cima, quase sofreu o gol. Na melhor chance do Cruzeiro, aos 42 minutos, Everton chutou para a defesa de Roberto. Na sobra, Souza ainda acertou a zaga goiana.
É possível piorar?
No segundo tempo, Cruzeiro e Atlético-GO conseguiram apresentar um futebol ainda pior em relação aos 45 minutos iniciais. Celso Roth promoveu a entrada de Diego Renan na lateral direita, mas os donos da casa seguiram sem jogadas pelas pontas.
O primeiro lance de perigo da etapa final foi criado apenas aos 18 minutos, quando Souza alcançou a ponta direita e cruzou para a cabeçada de Wellington Paulista. Roberto fez uma defesa milagrosa e salvou o Atlético-GO.
O lance serviu para animar Celso Roth a colocar o Cruzeiro na frente, com a entrada do atacante Anselmo Ramon na vaga do meio-campista Everton. O Atlético-GO respondeu com a mesma moeda: o centroavante William substituiu Elias.
O Cruzeiro se soltou com a mudança e ficou mais perigoso. Quando dava a impressão que poderia alcançar o gol, Anselmo Ramon ajudou a afundar as esperanças mineiras. Aos 31 minutos, o atacante levou o cartão vermelho por reclamação, no último ato de um fraco empate por 0 a 0.
FICHA TÉCNICA:
CRUZEIRO 0 X 0 ATLÉTICO-GO
Local: Estádio Parque do Sabiá, em Uberlândia (MG)
Data: 20 de maio de 2012 (domingo)
Horário: 18h30 (horário de Brasília)
Árbitro: Pericles Bassols Pegado Cortez (RJ)
Assistentes: Dibert Pedrosa Moisés (RJ) e Marco Santos Pessanha (RJ)
Cartões amarelos: Everton e Amaral (Cruzeiro); Gilson (Atlético-GO)
Cartões vermelhos: Anselmo Ramon (Cruzeiro);
CRUZEIRO: Fábio; Marcos (Diego Renan), Alex Silva (Victorino), Léo e Marcelo Oliveira; Amaral, Charles, Everton (Anselmo Ramon) e Souza; Montillo e Wellington Paulista
Técnico: Celso Roth
ATLÉTICO-GO: Roberto; Joílson, Gilson, Paulo Henrique e Ernandes; Pituca, Marino (Juninho), Fernando Bob e Bida; Elias (William) e Diogo Campos (Felipe)
Técnico: Adílson Batista
Em jogo de cores trocadas, mistão do Vasco bate o Grêmio na estreia do Brasileiro
Com a cabeça voltada para a Libertadores, o Vasco mandou a campo um time misto neste domingo, mas pode comemorar uma vitória na estreia do Brasileiro. Diante do Grêmio, os titulares Fellipe Bastos e Alecsandro resolveram, e o ‘expressinho’ vascaíno saiu de campo com um triunfo por 2 a 1. O volante Fernando marcou para o time gaúcho.
Apesar da derrota, o Grêmio não jogou mal. O time gaúcho conseguiu aproveitar a falta de entrosamento do rival, criou boas chances e até teve a oportunidade de empatar, mas parou nas mãos de Fernando Prass, que defendeu um pênalti cobrado por Marcelo Moreno.
A grande curiosidade de jogo ficou por conta dos uniformes. Mesmo jogando em casa, o Vasco optou pela terceira camisa e jogou de azul, cor do rival Grêmio. Por outro lado, o time gaúcho foi obrigado a vestir o branco, cor do rival Vasco.
As duas equipes mudam o foco agora. O Vasco passa a pensar no duelo de volta contra o Corinthians, pelas quartas de final da Libertadores. O jogo será na quarta-feira, no Pacaembu, e o time carioca precisa ao menos de um empate com gols para avançar. A situação do Grêmio é melhor. Diante do Bahia, os gaúchos jogam em casa e podem até perder por um gol na quinta-feira para passar à semifinal da Copa do Brasil.
Pelo Brasileiro, o Vasco volta a campo no sábado, quando viaja para São Paulo para enfrentar a Portuguesa. Já o Grêmio recebe o Palmeiras no domingo.
O jogo - O Vasco começou a partida tentando impor o domínio tentando se fazer valer do mando de campo. No entanto, o Grêmio logo impôs seu melhor toque de bola e criou a primeira boa chance do confronto, aos nove minutos. Após contra-ataque, a bola foi cruzada para Miralles, que chutou mal. Os visitantes se animaram com o lance e quase abriram o placar dois minutos depois com Marco Antônio, mas o meia foi travado por Renato Silva no momento da finalização.
O Grêmio aproveitava a falta de entrosamento dos vascaínos e chegava com facilidade ao campo de ataque. Tanto que aos 15 minutos André Lima recebeu a bola dentro da área e rolou para trás para a chegada de Marquinhos. No entanto, o meia chutou mal, em cima de Fernando Prass, que não teve dificuldade em fazer a defesa. Depois disso, o Vasco melhorou na marcação e conseguiu chegar com perigo pela primeira vez, aos 19. William Barbio fez boa jogada individual, mas chutou por cima do gol de Victor.
A jogada animou os cruz-maltinos, que não demoraram muito para abrir o placar, aos 22 minutos. Fellipe Bastos cobrou falta rasteira sem chance para Victor, que pulou, mas não conseguiu chegar na bola.
Os gremistas não se abateram com o revés e logo chegaram ao empate. Aos 25 minutos, Rondinelly, que havia acabado de entrar, rolou para Fernando na entrada da área. O volante acertou belo chute rasteio no canto de esquerdo de Fernando Prass, que se esticou, mas viu a bola ir para a rede.
Depois do empate, o confronto ficou equilibrado, com as duas equipes buscando o ataque. O Vasco tinha mais a posse de bola e o Grêmio tentava encaixar os contra-ataques. No entanto, ambas tinham dificuldade em criar boas chances de gol. Nos minutos finais, o panorama seguiu sendo o mesmo até o intervalo.
Aos poucos, o Grêmio melhorou e passou a ter o domínio do jogo. No entanto, os visitantes não conseguiam levar perigo aos donos da casa. Mesmo com dificuldade na parte ofensiva, foi o Vasco que marcou novamente. Aos 23 minutos, Juninho Pernambucano cruzou e Alecsandro apareceu livre para cabecear para a rede de Victor.
O gol animou os cruz-maltinos, que por pouco não aumentaram a vantagem aos 25 minutos. Em contra-ataque rápido, Carlos Alberto tabelou com Alecsandro e chutou para grande defesa de Victor. A resposta dos gremistas veio três minutos depois quando Marcelo Moreno recebeu na área e chutou para grande defesa de Fernando Prass. Só que no rebote, Miralles finalizou para fora.
O Grêmio partiu para cima em busca do empate e quase conseguiu aos 35 minutos. Renato Silva cabeceou na própria mão e o árbitro marcou pênalti. Só que na cobrança, Marcelo Moreno viu Fernando Prass acertar o canto e defender sua cobrança.
Nos minutos finais, o Grêmio quase empatou com Marcelo Moreno, que cabeceou uma bola rente a trave esquerda de Fernando Prass. Os vascaínos se seguraram como puderam e conseguiram sair de campo com a vitória.
Apesar da derrota, o Grêmio não jogou mal. O time gaúcho conseguiu aproveitar a falta de entrosamento do rival, criou boas chances e até teve a oportunidade de empatar, mas parou nas mãos de Fernando Prass, que defendeu um pênalti cobrado por Marcelo Moreno.
A grande curiosidade de jogo ficou por conta dos uniformes. Mesmo jogando em casa, o Vasco optou pela terceira camisa e jogou de azul, cor do rival Grêmio. Por outro lado, o time gaúcho foi obrigado a vestir o branco, cor do rival Vasco.
As duas equipes mudam o foco agora. O Vasco passa a pensar no duelo de volta contra o Corinthians, pelas quartas de final da Libertadores. O jogo será na quarta-feira, no Pacaembu, e o time carioca precisa ao menos de um empate com gols para avançar. A situação do Grêmio é melhor. Diante do Bahia, os gaúchos jogam em casa e podem até perder por um gol na quinta-feira para passar à semifinal da Copa do Brasil.
Pelo Brasileiro, o Vasco volta a campo no sábado, quando viaja para São Paulo para enfrentar a Portuguesa. Já o Grêmio recebe o Palmeiras no domingo.
Vasco atuou de azul neste domingo contra um Grêmio que foi a campo de branco
Crédito da imagem: Divulgação
Crédito da imagem: Divulgação
O jogo - O Vasco começou a partida tentando impor o domínio tentando se fazer valer do mando de campo. No entanto, o Grêmio logo impôs seu melhor toque de bola e criou a primeira boa chance do confronto, aos nove minutos. Após contra-ataque, a bola foi cruzada para Miralles, que chutou mal. Os visitantes se animaram com o lance e quase abriram o placar dois minutos depois com Marco Antônio, mas o meia foi travado por Renato Silva no momento da finalização.
O Grêmio aproveitava a falta de entrosamento dos vascaínos e chegava com facilidade ao campo de ataque. Tanto que aos 15 minutos André Lima recebeu a bola dentro da área e rolou para trás para a chegada de Marquinhos. No entanto, o meia chutou mal, em cima de Fernando Prass, que não teve dificuldade em fazer a defesa. Depois disso, o Vasco melhorou na marcação e conseguiu chegar com perigo pela primeira vez, aos 19. William Barbio fez boa jogada individual, mas chutou por cima do gol de Victor.
A jogada animou os cruz-maltinos, que não demoraram muito para abrir o placar, aos 22 minutos. Fellipe Bastos cobrou falta rasteira sem chance para Victor, que pulou, mas não conseguiu chegar na bola.
Os gremistas não se abateram com o revés e logo chegaram ao empate. Aos 25 minutos, Rondinelly, que havia acabado de entrar, rolou para Fernando na entrada da área. O volante acertou belo chute rasteio no canto de esquerdo de Fernando Prass, que se esticou, mas viu a bola ir para a rede.
Depois do empate, o confronto ficou equilibrado, com as duas equipes buscando o ataque. O Vasco tinha mais a posse de bola e o Grêmio tentava encaixar os contra-ataques. No entanto, ambas tinham dificuldade em criar boas chances de gol. Nos minutos finais, o panorama seguiu sendo o mesmo até o intervalo.
Vasco atuou de azul neste domingo contra um Grêmio que foi a campo de branco
Crédito da imagem: Divulgação
No segundo tempo, o Vasco veio modificado com as entradas de Juninho Pernambucano e Alecsandro. Nos primeiros minutos, os cruz-maltinos ainda tentaram chegar ao ataque, mas erravam muitos passes. O Grêmio aproveitou para quase virar aos sete minutos. Miralles foi lançado, mas chutou por cima do gol de Fernando Prass.Crédito da imagem: Divulgação
Aos poucos, o Grêmio melhorou e passou a ter o domínio do jogo. No entanto, os visitantes não conseguiam levar perigo aos donos da casa. Mesmo com dificuldade na parte ofensiva, foi o Vasco que marcou novamente. Aos 23 minutos, Juninho Pernambucano cruzou e Alecsandro apareceu livre para cabecear para a rede de Victor.
O gol animou os cruz-maltinos, que por pouco não aumentaram a vantagem aos 25 minutos. Em contra-ataque rápido, Carlos Alberto tabelou com Alecsandro e chutou para grande defesa de Victor. A resposta dos gremistas veio três minutos depois quando Marcelo Moreno recebeu na área e chutou para grande defesa de Fernando Prass. Só que no rebote, Miralles finalizou para fora.
O Grêmio partiu para cima em busca do empate e quase conseguiu aos 35 minutos. Renato Silva cabeceou na própria mão e o árbitro marcou pênalti. Só que na cobrança, Marcelo Moreno viu Fernando Prass acertar o canto e defender sua cobrança.
Nos minutos finais, o Grêmio quase empatou com Marcelo Moreno, que cabeceou uma bola rente a trave esquerda de Fernando Prass. Os vascaínos se seguraram como puderam e conseguiram sair de campo com a vitória.
Acabou a invencibilidade de Cássio no gol corintiano. O goleiro pediu para entrar em campo neste domingo, foi vazado pela primeira vez com a camisa alvinegra e viu o Corinthians perder para o Fluminense por 1 a 0 em duelo de reservas na estreia do Campeonato Brasileiro. O zagueiro Leandro Euzébio marcou o único gol da partida.
eliminação na Libertadores não desestabilizou o Internacional no Campeonato Brasileiro. Pelo contrário. Na estreia da competição nacional, neste domingo, a torcida colorada lotou o Beira-Rio no duelo contra o Coritiba e o time, mesmo desfalcado, correspondeu em campo: sem sustos, venceu por 2 a 0 e começou com o pé direito.
No primeiro tempo, o Inter partiu para cima e, sem dar espaço para o Coritiba nos contra-ataques, abriu boa vantagem. Leandro Damião marcou o primeiro em linda jogada: após rebote da defesa, invadiu a área driblando o marcador e chutou forte, no fundo da rede.
O segundo gol também teve participação do jogador. Damião tabelou com Dátolo e rolou para Dagoberto ampliar a vantagem. No segundo tempo, o Inter seguiu melhor no jogo, mas tirou o pé e contentou-se com a vantagem contruída no primeiro tempo. O meia Oscar também foi destaque, e distribuiu boas jogadas no ataque colorado.
No próximo sábado, o Internacional enfrenta o Flamengo, às 18h30, no Engenhão, pela segunda rodada. No domingo, o Coritiba também volta a campo pelo Brasileirão e recebe o Botafogo, às 16h, no Couto Pereira.
O jogo – Aproveitando o fato de jogar em casa e de atuar contra um Coritiba que poupou alguns titulares pensando na Copa do Brasil, o Internacional foi para cima em busca da vitória. Logo aos três minutos, criou a primeira chance: Dátolo escapou pela esquerda e cruzou para Leandro Damião, que serviu Dagoberto dentro da área. O camisa 20 colorado, no entanto, não conseguiu a conclusão.
A intensa movimentação do trio de meias formado por Oscar, Dátolo e Dagoberto era o grande trunfo do Inter. Trocando constantemente de posição, eles confundiam a marcação do Coxa. O primeiro gol, porém, surgiu em uma iniciativa de Leandro Damião: aos oito minutos, ele venceu a zaga na base da insistência, deu uma meia-lua curta em Emerson e ficou de frente para estufar as redes de Vanderlei: golaço, Inter 1 a 0.
O Internacional seguiu com maior posse de bola, mas parou de criar chances. Através de bons contra-golpes puxados por Lincoln e Renan Oliveira, o Coritiba cresceu no jogo. Aos 14, o lateral Gil apoiou bem e tocou para Renan Oliveira chutar por cima. Aos 28, Júnior Urso tentou um cruzamento e quase surpreendeu Muriel, que defendeu firme.
Quando o Coxa começava a gostar do jogo, o Inter fez outro golaço: aos 37, Dátolo achou Dagoberto na área. Ele tocou para Damião, que fez a parede, e recebeu de volta, chutando de primeira, no cantinho de Vanderlei: 2 a 0. O Coxa marcou aos 39, com Everton Costa, mas a arbitragem assinalou impedimento. O atacante paranaense parecia mesmo um pouco adiantado.
Marcelo Oliveira fez duas substituições para o intervalo: retirou Anderson Aquino e Willian para colocar Everton Ribeiro e Sérgio Manoel, o que deu maior liberdade para Renan Oliveira, um dos bons nomes da primeira etapa, chegar mais à frente. A primeira boa chance, porém, foi gaúcha: aos sete, Oscar lançou Damião, que ganhou na velocidade de Démerson e, mesmo desequilibrado, deu um toque na saída de Vanderlei. A bola mansamente foi à linha de fundo, quase entrando.
Com a tentativa do Coxa de propor o jogo, sobrava mais espaço para o Inter contra-atacar, algo raro no primeiro tempo. Aos 13, Dátolo puxou jogada em alta velocidade e serviu Oscar, que chutou para fora. Cinco minutos depois, o Coritiba quase descontou: Lincoln recebeu de Everton Ribeiro, driblou Rodrigo Moledo e arrematou para boa espalmada de Muriel.
Sem conseguir agredir o Inter, Marcelo Oliveira tirou Renan Oliveira e colocou Marcel, deixando o Coritiba num 4-3-3. Mas, com ainda mais espaços, o time gaúcho seguia mais perigoso: aos 32, Elton recebeu de Dagoberto na cara do gol, limpou o goleiro, mas nem chutou, nem cruzou, jogando a bola pela linha de fundo e perdendo uma chance incrível. Seis minutos depois, João Paulo quase fez um gol olímpico, cobrando escanteio no primeiro pau e obrigando Vanderlei a boa defesa. Aos 39, Leandro Damião recebeu de Oscar e chutou no travessão.
FICHA TÉCNICA
INTERNACIONAL 2 x 0 CORITIBA
Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS)
Data: 20 de maio de 2012, domingo
Horário: 16h (horário de Brasília)
Árbitro: Pablo dos Santos Alves (ES)
Assistentes: Fabiano da Silva Ramires (ES) e José Maciel Linhares (ES)
Público: 22.039
Cartão amarelo: Dátolo, Leandro Damião, Dagoberto e Oscar (Internacional); Lucas Mendes, Lincoln e Emerson (Coritiba)
Gols:
INTERNACIONAL: Leandro Damião, aos 8, e Dagoberto, aos 37 minutos do primeiro tempo
INTERNACIONAL: Muriel; Nei, Rodrigo Moledo, Índio e Fabrício; Guiñazu, Elton, Oscar, Dátolo (João Paulo) (Bolatti) e Dagoberto (Marcos Aurélio); Leandro Damião.
Técnico: Dorival Júnior
CORITIBA: Vanderlei; Gil, Emerson, Démerson e Lucas Mendes; Willian (Sérgio Manoel), Júnior Urso, Renan Oliveira (Marcel) e Lincoln; Everton Costa e Anderson Aquino.
Técnico: Marcelo Oliveira
No primeiro tempo, o Inter partiu para cima e, sem dar espaço para o Coritiba nos contra-ataques, abriu boa vantagem. Leandro Damião marcou o primeiro em linda jogada: após rebote da defesa, invadiu a área driblando o marcador e chutou forte, no fundo da rede.
O segundo gol também teve participação do jogador. Damião tabelou com Dátolo e rolou para Dagoberto ampliar a vantagem. No segundo tempo, o Inter seguiu melhor no jogo, mas tirou o pé e contentou-se com a vantagem contruída no primeiro tempo. O meia Oscar também foi destaque, e distribuiu boas jogadas no ataque colorado.
Damião e Dagoberto comemoram durante a vitória do Internacional
Crédito da imagem: Agência Estado
O Coritiba do técnico Marcelo Oliveira chegou a melhorar perto do fim, mas não teve forças para empatar e agora pensa na Copa do Brasil. No jogo de ida contra o Vitória, nas quartas de final, empatou sem gols e decide em casa a classificação, nesta quarta-feira.Crédito da imagem: Agência Estado
No próximo sábado, o Internacional enfrenta o Flamengo, às 18h30, no Engenhão, pela segunda rodada. No domingo, o Coritiba também volta a campo pelo Brasileirão e recebe o Botafogo, às 16h, no Couto Pereira.
O jogo – Aproveitando o fato de jogar em casa e de atuar contra um Coritiba que poupou alguns titulares pensando na Copa do Brasil, o Internacional foi para cima em busca da vitória. Logo aos três minutos, criou a primeira chance: Dátolo escapou pela esquerda e cruzou para Leandro Damião, que serviu Dagoberto dentro da área. O camisa 20 colorado, no entanto, não conseguiu a conclusão.
A intensa movimentação do trio de meias formado por Oscar, Dátolo e Dagoberto era o grande trunfo do Inter. Trocando constantemente de posição, eles confundiam a marcação do Coxa. O primeiro gol, porém, surgiu em uma iniciativa de Leandro Damião: aos oito minutos, ele venceu a zaga na base da insistência, deu uma meia-lua curta em Emerson e ficou de frente para estufar as redes de Vanderlei: golaço, Inter 1 a 0.
O Internacional seguiu com maior posse de bola, mas parou de criar chances. Através de bons contra-golpes puxados por Lincoln e Renan Oliveira, o Coritiba cresceu no jogo. Aos 14, o lateral Gil apoiou bem e tocou para Renan Oliveira chutar por cima. Aos 28, Júnior Urso tentou um cruzamento e quase surpreendeu Muriel, que defendeu firme.
Quando o Coxa começava a gostar do jogo, o Inter fez outro golaço: aos 37, Dátolo achou Dagoberto na área. Ele tocou para Damião, que fez a parede, e recebeu de volta, chutando de primeira, no cantinho de Vanderlei: 2 a 0. O Coxa marcou aos 39, com Everton Costa, mas a arbitragem assinalou impedimento. O atacante paranaense parecia mesmo um pouco adiantado.
Marcelo Oliveira fez duas substituições para o intervalo: retirou Anderson Aquino e Willian para colocar Everton Ribeiro e Sérgio Manoel, o que deu maior liberdade para Renan Oliveira, um dos bons nomes da primeira etapa, chegar mais à frente. A primeira boa chance, porém, foi gaúcha: aos sete, Oscar lançou Damião, que ganhou na velocidade de Démerson e, mesmo desequilibrado, deu um toque na saída de Vanderlei. A bola mansamente foi à linha de fundo, quase entrando.
Com a tentativa do Coxa de propor o jogo, sobrava mais espaço para o Inter contra-atacar, algo raro no primeiro tempo. Aos 13, Dátolo puxou jogada em alta velocidade e serviu Oscar, que chutou para fora. Cinco minutos depois, o Coritiba quase descontou: Lincoln recebeu de Everton Ribeiro, driblou Rodrigo Moledo e arrematou para boa espalmada de Muriel.
Sem conseguir agredir o Inter, Marcelo Oliveira tirou Renan Oliveira e colocou Marcel, deixando o Coritiba num 4-3-3. Mas, com ainda mais espaços, o time gaúcho seguia mais perigoso: aos 32, Elton recebeu de Dagoberto na cara do gol, limpou o goleiro, mas nem chutou, nem cruzou, jogando a bola pela linha de fundo e perdendo uma chance incrível. Seis minutos depois, João Paulo quase fez um gol olímpico, cobrando escanteio no primeiro pau e obrigando Vanderlei a boa defesa. Aos 39, Leandro Damião recebeu de Oscar e chutou no travessão.
FICHA TÉCNICA
INTERNACIONAL 2 x 0 CORITIBA
Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS)
Data: 20 de maio de 2012, domingo
Horário: 16h (horário de Brasília)
Árbitro: Pablo dos Santos Alves (ES)
Assistentes: Fabiano da Silva Ramires (ES) e José Maciel Linhares (ES)
Público: 22.039
Cartão amarelo: Dátolo, Leandro Damião, Dagoberto e Oscar (Internacional); Lucas Mendes, Lincoln e Emerson (Coritiba)
Gols:
INTERNACIONAL: Leandro Damião, aos 8, e Dagoberto, aos 37 minutos do primeiro tempo
INTERNACIONAL: Muriel; Nei, Rodrigo Moledo, Índio e Fabrício; Guiñazu, Elton, Oscar, Dátolo (João Paulo) (Bolatti) e Dagoberto (Marcos Aurélio); Leandro Damião.
Técnico: Dorival Júnior
CORITIBA: Vanderlei; Gil, Emerson, Démerson e Lucas Mendes; Willian (Sérgio Manoel), Júnior Urso, Renan Oliveira (Marcel) e Lincoln; Everton Costa e Anderson Aquino.
Técnico: Marcelo Oliveira
Cássio toma o primeiro gol, e Fluminense vence o Corinthians em duelo de reservas
Acabou a invencibilidade de Cássio no gol corintiano. O goleiro pediu para entrar em campo neste domingo, foi vazado pela primeira vez com a camisa alvinegra e viu o Corinthians perder para o Fluminense por 1 a 0 em duelo de reservas na estreia do Campeonato Brasileiro. O zagueiro Leandro Euzébio marcou o único gol da partida.
Com compromissos no meio da semana pela Libertadores, Corinthians e Fluminense mandaram a campo times recheados de reservas, e acabaram travando um jogo morno no Pacaembu. O time alvinegro até atacou mais vezes, mas os cariocas foram bem mais efetivos nas poucas chances que tiveram.
O gol acabou saindo justamente na especialidade de Cássio, a bola aérea. Após cobrança de Marco Júnior pela esquerda, Leandro Euzébio subiu muito mais que o lateral-esquerdo Ramon e cabeceou forte no segundo pau.
O goleiro alvinegro assumiu a titularidade após as falhas de Júlio César nas quartas do final do Paulista e ainda não havia tomado gols (foram três jogos em sequência – dois contra o Emelec e um contra o Vasco – e um quando ainda era reserva – contra o XV de Piracicaba, no Paulista).
Após estrearem no Brasileiro, os dois times mudam o foco agora e passam a pensar na Libertadores. O Corinthians volta ao Pacaembu na quarta-feira para enfrentar o Vasco – na ida, 0 a 0 em São Januário. No mesmo dia, o Flu precisa reverter a vantagem de 1 a 0 conseguida pelo Boca Juniors na Argentina.
Pelo Campeonato Brasileiro, os dois jogam apenas no próximo domingo. O Corinthians vai até Minas Gerais para enfrentar o Atlético-MG, enquanto o Fluminense recebe o Figueirense.
O confronto opunha os dois últimos campeões brasileiros – o Corinthians ficou com o título em 2011, e o Fluminense venceu no ano anterior –, mas tinha o brilho apagado pela disputa paralela da Copa Libertadores. Os dois times guardaram seus principais atletas para os jogos de volta do torneio sul-americano, no meio de semana, e foram a campo neste domingo com formações reservas.
O Corinthians adiantou a marcação, como Tite faz com o elenco principal, mas a pressão inicial se limitou a bolas levantadas à área, não aproveitadas pelos atacantes. Já o Fluminense, nos poucos momentos que conseguiu deixar o campo de defesa, errou considerável número de passes.
A melhor chance de gol da equipe da casa foi desperdiçada aos 32 minutos, quando Willian recebeu cruzamento de Douglas à frente de Berna e desviou com pouca força, facilitando o trabalho do goleiro.
O Fluminense também assustou Cássio antes do intervalo, ainda aos 14 minutos, quando o meio-campo alvinegro bobeou e permitiu envolvente contra-ataque. Após rápida troca de passes, o atacante Matheus Carvalho recebeu no bico esquerdo da área e concluiu a gol com um forte arremate, espalmado pelo arqueiro corintiano no canto direito.
No segundo tempo, o Fluminense voltou menos ansioso e com Jean no lugar de Lanzini. A partida ficou mais franca e equilibrada, mas a primeira boa chance de tirar o zero do placar foi corintiana. Willian fez desarme no meio-campo e entregou para Douglas. O meia entrou na área pelo lado esquerdo e chutou rasteiro. A bola acertou a trave e ainda tocou nas costas de Berna antes de ser agarrada pelo arqueiro.
O Fluminense, embora também não fizesse grande partida, foi quem abriu o marcador. Após escanteio cobrado pelo lado esquerdo, o zagueiro Leandro Euzébio subiu mais do que a defesa adversária e cabeceou à direita de Cássio. Foi o primeiro gol sofrido por ele após 431 minutos em campo (sem contar os acréscimos).
O Corinthians então partiu como pôde para frente – Tite até colocou os atacantes Elton e Adilson para ajudar Liedson –, mas esbarrou na própria falta de técnica e sofreu o terceiro revés na temporada – perdeu também para Santos e Ponte Preta, no Campeonato Paulista.
FICHA TÉCNICA:
CORINTHIANS 0 X 1 FLUMINENSE
Local: Estádio Pacaembu, em Sâo Paulo (SP)
Data: 20 de maio de 2012, domingo
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Fabrício Neves Corrêa (RS)
Assistentes: Altemir Hausmann e José Chaves Filho (ambos do RS)
Cartões amarelos: Ramon, Douglas (Corinthians); Matheus Carvalho, Rafinha (Fluminense)
Gol: FLUMINENSE: Leandro Euzébio, aos 26 minutos do segundo tempo
Público: 14.791 pagantes
Renda: R$ 419.729,00
CORINHIANS: Cássio; Welder, Antonio Carlos, Marquinhos e Ramon; Willian Arão (Adilson), Ramírez e Douglas; Gilsinho (Elton), Willian e Liedson. Técnico: Tite
FLUMINENSE: Ricardo Berna; Wallace, Wellington Carvalho, Leandro Euzébio e Carleto; Digão, Fábio Braga (Rafinha) e Lanzini (Jean); Matheus Carvalho (Carlinhos), Marcos Júnior e Samuel. Técnico: Leomir de Souza (auxiliar)
Com compromissos no meio da semana pela Libertadores, Corinthians e Fluminense mandaram a campo times recheados de reservas, e acabaram travando um jogo morno no Pacaembu. O time alvinegro até atacou mais vezes, mas os cariocas foram bem mais efetivos nas poucas chances que tiveram.
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O gol acabou saindo justamente na especialidade de Cássio, a bola aérea. Após cobrança de Marco Júnior pela esquerda, Leandro Euzébio subiu muito mais que o lateral-esquerdo Ramon e cabeceou forte no segundo pau.
O goleiro alvinegro assumiu a titularidade após as falhas de Júlio César nas quartas do final do Paulista e ainda não havia tomado gols (foram três jogos em sequência – dois contra o Emelec e um contra o Vasco – e um quando ainda era reserva – contra o XV de Piracicaba, no Paulista).
Após estrearem no Brasileiro, os dois times mudam o foco agora e passam a pensar na Libertadores. O Corinthians volta ao Pacaembu na quarta-feira para enfrentar o Vasco – na ida, 0 a 0 em São Januário. No mesmo dia, o Flu precisa reverter a vantagem de 1 a 0 conseguida pelo Boca Juniors na Argentina.
Pelo Campeonato Brasileiro, os dois jogam apenas no próximo domingo. O Corinthians vai até Minas Gerais para enfrentar o Atlético-MG, enquanto o Fluminense recebe o Figueirense.
Leandro Euzébio aproveitou uma falha de Ramón e marcou o único gol do jogo
Crédito da imagem: Photocamera
O jogoCrédito da imagem: Photocamera
O confronto opunha os dois últimos campeões brasileiros – o Corinthians ficou com o título em 2011, e o Fluminense venceu no ano anterior –, mas tinha o brilho apagado pela disputa paralela da Copa Libertadores. Os dois times guardaram seus principais atletas para os jogos de volta do torneio sul-americano, no meio de semana, e foram a campo neste domingo com formações reservas.
O Corinthians adiantou a marcação, como Tite faz com o elenco principal, mas a pressão inicial se limitou a bolas levantadas à área, não aproveitadas pelos atacantes. Já o Fluminense, nos poucos momentos que conseguiu deixar o campo de defesa, errou considerável número de passes.
A melhor chance de gol da equipe da casa foi desperdiçada aos 32 minutos, quando Willian recebeu cruzamento de Douglas à frente de Berna e desviou com pouca força, facilitando o trabalho do goleiro.
O Fluminense também assustou Cássio antes do intervalo, ainda aos 14 minutos, quando o meio-campo alvinegro bobeou e permitiu envolvente contra-ataque. Após rápida troca de passes, o atacante Matheus Carvalho recebeu no bico esquerdo da área e concluiu a gol com um forte arremate, espalmado pelo arqueiro corintiano no canto direito.
No segundo tempo, o Fluminense voltou menos ansioso e com Jean no lugar de Lanzini. A partida ficou mais franca e equilibrada, mas a primeira boa chance de tirar o zero do placar foi corintiana. Willian fez desarme no meio-campo e entregou para Douglas. O meia entrou na área pelo lado esquerdo e chutou rasteiro. A bola acertou a trave e ainda tocou nas costas de Berna antes de ser agarrada pelo arqueiro.
O Fluminense, embora também não fizesse grande partida, foi quem abriu o marcador. Após escanteio cobrado pelo lado esquerdo, o zagueiro Leandro Euzébio subiu mais do que a defesa adversária e cabeceou à direita de Cássio. Foi o primeiro gol sofrido por ele após 431 minutos em campo (sem contar os acréscimos).
O Corinthians então partiu como pôde para frente – Tite até colocou os atacantes Elton e Adilson para ajudar Liedson –, mas esbarrou na própria falta de técnica e sofreu o terceiro revés na temporada – perdeu também para Santos e Ponte Preta, no Campeonato Paulista.
FICHA TÉCNICA:
CORINTHIANS 0 X 1 FLUMINENSE
Local: Estádio Pacaembu, em Sâo Paulo (SP)
Data: 20 de maio de 2012, domingo
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Fabrício Neves Corrêa (RS)
Assistentes: Altemir Hausmann e José Chaves Filho (ambos do RS)
Cartões amarelos: Ramon, Douglas (Corinthians); Matheus Carvalho, Rafinha (Fluminense)
Gol: FLUMINENSE: Leandro Euzébio, aos 26 minutos do segundo tempo
Público: 14.791 pagantes
Renda: R$ 419.729,00
CORINHIANS: Cássio; Welder, Antonio Carlos, Marquinhos e Ramon; Willian Arão (Adilson), Ramírez e Douglas; Gilsinho (Elton), Willian e Liedson. Técnico: Tite
FLUMINENSE: Ricardo Berna; Wallace, Wellington Carvalho, Leandro Euzébio e Carleto; Digão, Fábio Braga (Rafinha) e Lanzini (Jean); Matheus Carvalho (Carlinhos), Marcos Júnior e Samuel. Técnico: Leomir de Souza (auxiliar)
Cuca confirma a contratação de Jô pelo Atlético-MG
Após a vitória sobre a Ponte Preta, na estreia pelo Campeonato Brasileiro 2012, o técnico Cuca, do Atlético-MG, anunciou a contratação do atacante Jô, afastado no Internacional, por conta de problemas disciplinares. Segundo o comandante, a informação foi passada a ele por Alexandre Kalil, presidente do Galo, mas os detalhes da negociação não foram revelados pelo técnico.
No clube gaúcho desde 2011, Jô, que marcou seis gols em 36 jogos pelo time colorado, não fazia mais parte dos planos do técnico Dorival Júnior, já que o jogador havia tido dois casos de indisciplina nos últimos dois meses. O mais recente aconteceu após a eliminação frente ao Fluminense, pela Copa Libertadores.
Junto de Jajá, o centroavante saiu com amigos no Rio de Janeiro na madrugada de quinta para sexta-feira e não voltou com a delegação do clube para o hotel. A dupla apenas se apresentou na manhã de sexta, fato que incomodou a diretoria colorada. Embora tenha decidido negociar Jô, Jajá ainda terá uma nova oportunidade no elenco gaúcho.
O atacante interessava, também, ao Palmeiras. Após o empate com a Portuguesa, nesse sábado, o gerente de futebol alviverde, César Sampaio, disse que o nome do jogador foi cogitado após uma conversa entre o presidente do Verdão, Arnaldo Tirone, e o mandatário do Inter, Giovanni Luigi.
No Galo, Jô terá grande concorrência no setor de ataque. O time do técnico Cuca já conta com: André, Guilherme, Neto Berola, Wesley, Danilinho, Paulo Henrique e Henrique.
No clube gaúcho desde 2011, Jô, que marcou seis gols em 36 jogos pelo time colorado, não fazia mais parte dos planos do técnico Dorival Júnior, já que o jogador havia tido dois casos de indisciplina nos últimos dois meses. O mais recente aconteceu após a eliminação frente ao Fluminense, pela Copa Libertadores.
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Junto de Jajá, o centroavante saiu com amigos no Rio de Janeiro na madrugada de quinta para sexta-feira e não voltou com a delegação do clube para o hotel. A dupla apenas se apresentou na manhã de sexta, fato que incomodou a diretoria colorada. Embora tenha decidido negociar Jô, Jajá ainda terá uma nova oportunidade no elenco gaúcho.
O atacante interessava, também, ao Palmeiras. Após o empate com a Portuguesa, nesse sábado, o gerente de futebol alviverde, César Sampaio, disse que o nome do jogador foi cogitado após uma conversa entre o presidente do Verdão, Arnaldo Tirone, e o mandatário do Inter, Giovanni Luigi.
Jô causou diversos problemas disciplinares durante pela passagem pelo Internacional
Crédito da imagem: Divulgação
A vinda do ex-corintiano, porém, não era um pedido do técnico Luiz Felipe Scolari, que recentemente entregou uma lista com possíveis reforços ao time do Verdão. Por isso, Sampaio havia dito que precisaria “analisar com carinho” a situação do atacante.Crédito da imagem: Divulgação
No Galo, Jô terá grande concorrência no setor de ataque. O time do técnico Cuca já conta com: André, Guilherme, Neto Berola, Wesley, Danilinho, Paulo Henrique e Henrique.
Herrera decide, faz três, e Botafogo vira sobre o São Paulo na estreia
Botafogo e São Paulo fizeram um duelo bastante movimentado na tarde deste domingo, no Engenhão, na estreia das duas equipes no Campeonato Brasileiro. E o grande nome da partida foi o argentino Herrera. O atacante substituiu Loco Abreu no intervalo, marcou três gols e foi decisivo para a vitória de virada do Botafogo por 4 a 2.
O São Paulo abriu o placar logo aos 11 minutos do primeiro tempo. Lucas fez boa jogada individual e tocou rasteiro para o meio da área. Livre na marca do pênalti, Jadson chutou de primeira no canto e marcou um belo gol.
O Botafogo chegou ao empate no início do segundo tempo, aos 4 minutos. Após cruzamento da direita, Herrera subiu mais do que a zaga e testou firme para o fundo do gol, longe do alcance de Dênis. Porém, mesmo com o gol sofrido, o São Paulo não se abateu. Aos 16 minutos, Luis Fabiano apareceu na segunda trave e cabeceou, a bola desviou e enganou o goleiro Jefferson.
E o time de Oswaldo de Oliveira conseguiu virar o jogo aos 27 minutos. O ex-corintiano Vítor Júnior cobrou falta, a bola desviou na barreira e foi para o fundo do gol. Inspirado, Herrera ainda balançou a rede mais uma vez. Aos 32, o argentino aproveitou bobeira da equipe do São Paulo e fuzilou o goleiro, fechando o placar em 4 a 2.
Na segunda rodada do Brasileirão, no próximo final de semana, o Botafogo visita o Coritiba no Couto Pereira, já o São Paulo recebe o Bahia, no Morumbi.
O Jogo
Botafogo e São Paulo fizeram uma partida de dois tempos bem distintos. O alvinegro Carioca começou melhor, mas logo esbarrou na forte marcação que a equipe paulista exercia no meio de campo. Mesmo com o domínio da posse de bola - terminou a etapa inicial com 68% - os comandados de Oswaldo de Oliveira tinham muitas dificuldades para penetrar na defesa são-paulina.
Por sua vez, o time paulista abusava dos desarmes no meio e partia em velocidade ao ataque. A dupla Luis Fabiano e Lucas penetrava com facilidade na defesa adversária, e Jadson fazia bom trabalho na armação.
O São Paulo abriu o placar aos 12 minutos. Após boa jogada pela direita, Lucas entregou na medida para Jadson, na altura da marca do pênalti, e o meia bateu de primeira, sem chance para Jefferson.
Mesmo em desvantagem, o Botafogo não conseguia fazer a bola chegar ao ataque, e Loco Abreu pouco participava do jogo. Na metade da etapa, o ritmo da partida caiu e a torcida carioca começou a protestar.
O São Paulo seguia mais perigoso, e aos 26, Cortez tabelou com Jadson e entrou na área. Livre, o lateral soltou a bomba, mas a bola saiu à direita do gol do Botafogo.
O Botafogo tentava pressionar. Aos 35, Renato pegou a sobra da defesa, mas chutou mal. Aos 39, Loco Abreu cabeceou por cima do gol de Denis após receber cruzamento de Márcio Azevedo.
O São Paulo quase ampliou no final do primeiro tempo. Cícero cruzou na cabeça de Lucas aos 44, mas Jefferson operou um milagre e evitou o gol. As maiores emoções da partida estavam, contudo, reservadas para o segundo tempo.
Oswaldo de Oliveira mexeu no time e tirou o apático Loco Abreu para a entrada de Herrera, enquanto o São Paulo voltou com a mesma formação. O argentino fez a diferença logo aos quatro minutos, cabeceando para o fundo da rede ao receber cruzamento de Lucas.
O gol animou o Botafogo, que passou a dominar a partida e a pressionar o adversário. Aos 8, Herrera acertou um balaço de fora da área, Denis rebateu, Márcio Azevedo aproveitou a sobra, mas o goleiro do São Paulo impediu o gol da virada.
O São Paulo respondeu aos 10. Jadson cobrou falta na entrada da área e achou Luis Fabiano livre. O Fabuloso cabeceou, mas Jefferson fez grande defesa.
O Botafogo era melhor, mas o São Paulo não se acanhava e chegou ao segundo gol em nova jogada da dupla, aos 16. Jadson mais uma vez achou a cabeça de Luis Fabiano, e desta vez, a bola desviou em Brinner e enganou Jefferson: 2 a 1.
O jogo seguia movimentado, e aos 21, Herrera foi calçado na área por Paulo Miranda e o árbitro apontou para a marca do pênalti. O mesmo Herrera cobrou com precisão e deixou tudo igual no placar novamente.
O Botafogo queria a virada e partia para cima do São Paulo. Aos 26, Márcio Azevedo tentou de fora da área e Denis defendeu. No minuto seguinte, Vítor Júnior cobrou falta, a bola desviou em Cícero e entrou no canto esquerdo de Denis.
O jogo não caiu de ritmo. Aos 29, Fellype Gabriel cruzou para o cabeceio de Herrera, que mandou rente à trave esquerda de Denis. Dois minutos depois, o São Paulo respondeu com mais uma cabeçada de Luis Fabiano, mas Jefferson fez boa defesa.
Na sequência, Maicon deu bobeira na saída de bola, foi desarmado por Fellype Gabriel, que deu para Herrera, livre, marcar o quarto gol alvinegro e selar a vitória carioca no Engenhão.
Com 4 a 2 no placar, o Botafogo se fechou e garantiu a vitória até o apito final. O destaque negativo ficou por conta do entrevero entre Oswaldo de Oliveria e a arbitragem, que resultou na expulsão do treinador.
FICHA TÉCNICA:
BOTAFOGO-RJ 4 X 2 SÃO PAULO-SP
Local: Estádio Olímpico João Havelange, o Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 20 de maio de 2012 (Domingo)
Horário: 16 horas (de Brasília)
Renda: R$ 215.010,00
Público: 4.836 pagantes (7.008 presentes)
Árbitro: Sandro Meira Ricci (Fifa-PE)
Assistentes: Roberto Braatz (Fifa-PR) e Jossemmar Moutinho (PE)
Cartões amarelos: Paulo Miranda, Luis Fabiano (São Paulo)
Cartão vermelho: Oswaldo de Oliveira
Gols: BOTAFOGO: Herrera, aos 4, e aos 23, Vítor Júnior, aos 27, e Herrera, aos 32 minutos do segundo tempo
SÃO PAULO: Jadson, aos 12 minutos do primeiro tempo; Luis Fabiano, aos 16 minutos do segundo tempo
BOTAFOGO: Jéfferson; Lucas, Brinner, Fábio Ferreira e Márcio Azevedo; Jadson, Renato, Fellype Gabriel (Lucas Zen), Vítor Júnior (Gabriel), Maicosuel; Loco Abreu (Herrera)
Técnico: Oswaldo de Oliveira
SÃO PAULO: Denis; Douglas, Paulo Miranda, Rhodolfo e Cortez; Denilson, Casemiro (Fernandinho), Cícero e Jadson (Maicon); Lucas e Luis Fabiano
Técnico: Emerson Leão
O São Paulo abriu o placar logo aos 11 minutos do primeiro tempo. Lucas fez boa jogada individual e tocou rasteiro para o meio da área. Livre na marca do pênalti, Jadson chutou de primeira no canto e marcou um belo gol.
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O Botafogo chegou ao empate no início do segundo tempo, aos 4 minutos. Após cruzamento da direita, Herrera subiu mais do que a zaga e testou firme para o fundo do gol, longe do alcance de Dênis. Porém, mesmo com o gol sofrido, o São Paulo não se abateu. Aos 16 minutos, Luis Fabiano apareceu na segunda trave e cabeceou, a bola desviou e enganou o goleiro Jefferson.
Herrera entrou no intervalo, marcou três gols e foi o herói do Botafogo
Crédito da imagem: Gazeta Press
O jogo era bem movimentado, e o time paulista teve pouco tempo para comemorar. Quando o relógio marcava 20 minutos, Paulo Miranda derrubou Herrera na área e o juiz assinalou pênalti. Na cobrança, o próprio Herrera deslocou Dênis e empatou: 2 a 2.Crédito da imagem: Gazeta Press
E o time de Oswaldo de Oliveira conseguiu virar o jogo aos 27 minutos. O ex-corintiano Vítor Júnior cobrou falta, a bola desviou na barreira e foi para o fundo do gol. Inspirado, Herrera ainda balançou a rede mais uma vez. Aos 32, o argentino aproveitou bobeira da equipe do São Paulo e fuzilou o goleiro, fechando o placar em 4 a 2.
Na segunda rodada do Brasileirão, no próximo final de semana, o Botafogo visita o Coritiba no Couto Pereira, já o São Paulo recebe o Bahia, no Morumbi.
O Jogo
Botafogo e São Paulo fizeram uma partida de dois tempos bem distintos. O alvinegro Carioca começou melhor, mas logo esbarrou na forte marcação que a equipe paulista exercia no meio de campo. Mesmo com o domínio da posse de bola - terminou a etapa inicial com 68% - os comandados de Oswaldo de Oliveira tinham muitas dificuldades para penetrar na defesa são-paulina.
Por sua vez, o time paulista abusava dos desarmes no meio e partia em velocidade ao ataque. A dupla Luis Fabiano e Lucas penetrava com facilidade na defesa adversária, e Jadson fazia bom trabalho na armação.
O São Paulo abriu o placar aos 12 minutos. Após boa jogada pela direita, Lucas entregou na medida para Jadson, na altura da marca do pênalti, e o meia bateu de primeira, sem chance para Jefferson.
Mesmo em desvantagem, o Botafogo não conseguia fazer a bola chegar ao ataque, e Loco Abreu pouco participava do jogo. Na metade da etapa, o ritmo da partida caiu e a torcida carioca começou a protestar.
O São Paulo seguia mais perigoso, e aos 26, Cortez tabelou com Jadson e entrou na área. Livre, o lateral soltou a bomba, mas a bola saiu à direita do gol do Botafogo.
O Botafogo tentava pressionar. Aos 35, Renato pegou a sobra da defesa, mas chutou mal. Aos 39, Loco Abreu cabeceou por cima do gol de Denis após receber cruzamento de Márcio Azevedo.
O São Paulo quase ampliou no final do primeiro tempo. Cícero cruzou na cabeça de Lucas aos 44, mas Jefferson operou um milagre e evitou o gol. As maiores emoções da partida estavam, contudo, reservadas para o segundo tempo.
Oswaldo de Oliveira mexeu no time e tirou o apático Loco Abreu para a entrada de Herrera, enquanto o São Paulo voltou com a mesma formação. O argentino fez a diferença logo aos quatro minutos, cabeceando para o fundo da rede ao receber cruzamento de Lucas.
O gol animou o Botafogo, que passou a dominar a partida e a pressionar o adversário. Aos 8, Herrera acertou um balaço de fora da área, Denis rebateu, Márcio Azevedo aproveitou a sobra, mas o goleiro do São Paulo impediu o gol da virada.
O São Paulo respondeu aos 10. Jadson cobrou falta na entrada da área e achou Luis Fabiano livre. O Fabuloso cabeceou, mas Jefferson fez grande defesa.
O Botafogo era melhor, mas o São Paulo não se acanhava e chegou ao segundo gol em nova jogada da dupla, aos 16. Jadson mais uma vez achou a cabeça de Luis Fabiano, e desta vez, a bola desviou em Brinner e enganou Jefferson: 2 a 1.
O jogo seguia movimentado, e aos 21, Herrera foi calçado na área por Paulo Miranda e o árbitro apontou para a marca do pênalti. O mesmo Herrera cobrou com precisão e deixou tudo igual no placar novamente.
O Botafogo queria a virada e partia para cima do São Paulo. Aos 26, Márcio Azevedo tentou de fora da área e Denis defendeu. No minuto seguinte, Vítor Júnior cobrou falta, a bola desviou em Cícero e entrou no canto esquerdo de Denis.
O jogo não caiu de ritmo. Aos 29, Fellype Gabriel cruzou para o cabeceio de Herrera, que mandou rente à trave esquerda de Denis. Dois minutos depois, o São Paulo respondeu com mais uma cabeçada de Luis Fabiano, mas Jefferson fez boa defesa.
Na sequência, Maicon deu bobeira na saída de bola, foi desarmado por Fellype Gabriel, que deu para Herrera, livre, marcar o quarto gol alvinegro e selar a vitória carioca no Engenhão.
Com 4 a 2 no placar, o Botafogo se fechou e garantiu a vitória até o apito final. O destaque negativo ficou por conta do entrevero entre Oswaldo de Oliveria e a arbitragem, que resultou na expulsão do treinador.
FICHA TÉCNICA:
BOTAFOGO-RJ 4 X 2 SÃO PAULO-SP
Local: Estádio Olímpico João Havelange, o Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 20 de maio de 2012 (Domingo)
Horário: 16 horas (de Brasília)
Renda: R$ 215.010,00
Público: 4.836 pagantes (7.008 presentes)
Árbitro: Sandro Meira Ricci (Fifa-PE)
Assistentes: Roberto Braatz (Fifa-PR) e Jossemmar Moutinho (PE)
Cartões amarelos: Paulo Miranda, Luis Fabiano (São Paulo)
Cartão vermelho: Oswaldo de Oliveira
Gols: BOTAFOGO: Herrera, aos 4, e aos 23, Vítor Júnior, aos 27, e Herrera, aos 32 minutos do segundo tempo
SÃO PAULO: Jadson, aos 12 minutos do primeiro tempo; Luis Fabiano, aos 16 minutos do segundo tempo
BOTAFOGO: Jéfferson; Lucas, Brinner, Fábio Ferreira e Márcio Azevedo; Jadson, Renato, Fellype Gabriel (Lucas Zen), Vítor Júnior (Gabriel), Maicosuel; Loco Abreu (Herrera)
Técnico: Oswaldo de Oliveira
SÃO PAULO: Denis; Douglas, Paulo Miranda, Rhodolfo e Cortez; Denilson, Casemiro (Fernandinho), Cícero e Jadson (Maicon); Lucas e Luis Fabiano
Técnico: Emerson Leão
VÍDEO: Napoli vence, estraga temporada invicta da Juventus e conquista título após 22 anos
No último jogo de Alessandro Del Piero como jogador da Juventus, o Napoli venceu a equipe de Turim por 2 a 0, neste domingo, pela final da Copa da Itália e conquistou o seu quarto título da competição na história, já que havia sido campeão em 1962, 1976 e 1987. Já a Juventus perdeu a oportunidade de se isolar como maior vencedora do torneio. Isso porque a Velha está empatada com a Roma com nove conquistas cada.
A derrota no último jogo da temporada representou o primeiro revés da Juventus em 2011/2012. Até então, a equipe havia se tornado a segunda equipe na história a conquistar a Série A de maneira invicta e, além disso, tinha alcançado a final da Copa Itália. Já o Napoli, que disputará a Europa League da próxima temporada, conquista o seu primeiro título de grande expressão em 22 anos – em 1990, a equipe venceu o Italiano e a Supercopa.
A derrota no último jogo da temporada representou o primeiro revés da Juventus em 2011/2012. Até então, a equipe havia se tornado a segunda equipe na história a conquistar a Série A de maneira invicta e, além disso, tinha alcançado a final da Copa Itália. Já o Napoli, que disputará a Europa League da próxima temporada, conquista o seu primeiro título de grande expressão em 22 anos – em 1990, a equipe venceu o Italiano e a Supercopa.
A partida ainda foi marcada por ser a última de Alessandro Del Piero pela Juventus. Desde 1993 na Velha Senhora, o jogador conquistou seis vezes o Campeonato Italiano (contando os dois títulos retirados do time por causa do escândalo de arbitragem), uma a Champions League e duas a Copa da Itália.
Clique no player e veja os melhores momentos da partida
Valendo o título da segunda principal competição nacional, o jogo teve um primeiro tempo disputado e com muita marcação. O Napoli tomou a iniciativa da partida e se lançou ao ataque nos primeiros minutos. Lavezzi quase marcou em chute que saiu à direita da meta defendida por Storari, que foi o titular nos últimos jogos da equipe de Turim no torneio e foi mantido para a decisão.
Passada a pressão adversária, a Juventus começou a controlar a partida e levar perigo ao adversário. Marchisio e Vidal, com arremates de longe, assustaram o goleiro De Sanctis. Porém, com poucas chances criadas de ambos os lados, sobretudo da atual campeã italiana, o placar se manteve zerado até o intervalo.
Na etapa final, o Napoli voltou melhor e, assim como no primeiro tempo, adotou uma postura ofensiva no início. Apesar de, com o tempo, o duelo ter ficado mais truncado, o time aproveitou o bom momento e abriu o marcador aos 13 minutos. Lavezzi alcançou bola na área, o goleiro Storari chegou atrasado, derrubou o atacante argentino e fez pênalti, que Cavani converteu.
Atrás no marcador, a Juventus passou a atuar de maneira mais ofensiva e a criar mais oportunidades de gol. Apesar da pressão exercida pelo time bianconero, que marcou foi a equipe napolitana. Em contra-ataque fulminante aos 37 minutos, Hamsik recebeu passe de Pandev e chutou cruzado para vencer Storari. Com a vantagem, os comandados de Walter Mazzarri apenas esperaram o apito final que permitiu o torcedor do Napoli ver a equipe ser campeã pela primeira vez depois de mais de duas décadas.
Nos últimos minutos do duelo, Quagliarella, que entrou no segundo tempo, ainda acertou uma cotovelada no rosto de Aronica e recebeu o cartão vermelho direto.
Passada a pressão adversária, a Juventus começou a controlar a partida e levar perigo ao adversário. Marchisio e Vidal, com arremates de longe, assustaram o goleiro De Sanctis. Porém, com poucas chances criadas de ambos os lados, sobretudo da atual campeã italiana, o placar se manteve zerado até o intervalo.
Na etapa final, o Napoli voltou melhor e, assim como no primeiro tempo, adotou uma postura ofensiva no início. Apesar de, com o tempo, o duelo ter ficado mais truncado, o time aproveitou o bom momento e abriu o marcador aos 13 minutos. Lavezzi alcançou bola na área, o goleiro Storari chegou atrasado, derrubou o atacante argentino e fez pênalti, que Cavani converteu.
Atrás no marcador, a Juventus passou a atuar de maneira mais ofensiva e a criar mais oportunidades de gol. Apesar da pressão exercida pelo time bianconero, que marcou foi a equipe napolitana. Em contra-ataque fulminante aos 37 minutos, Hamsik recebeu passe de Pandev e chutou cruzado para vencer Storari. Com a vantagem, os comandados de Walter Mazzarri apenas esperaram o apito final que permitiu o torcedor do Napoli ver a equipe ser campeã pela primeira vez depois de mais de duas décadas.
Nos últimos minutos do duelo, Quagliarella, que entrou no segundo tempo, ainda acertou uma cotovelada no rosto de Aronica e recebeu o cartão vermelho direto.
Sharapova vence batalha contra Na Li após interrupção por chuva e é bicampeã em Roma
A russa Maria Sharapova conquistou o bicampeonato do Torneio de Roma, neste domingo, ao vencer a chinesa Na Li por 2 sets a 1, parciais de 4-6, 6-4 e 7-6 (7-5), após quase cinco horas entre início e final da decisão, que ganhou contornos dramáticos por causa da chuva na capital italiana.
O jogo foi interrompido exatamente no 6 a 6 do terceiro set, antes do início do tie-break. Sharapova começou melhor, abriu 3 a 0, mas viu Na Li empatar em 5 a 5.
A russa, porém, contou com dois erros da adversária para ganhar a final por 7 a 5 na última parcial e revalidar o título conquistado em 2011 ao derrotar a australiana Samantha Stosur.
O jogo foi interrompido exatamente no 6 a 6 do terceiro set, antes do início do tie-break. Sharapova começou melhor, abriu 3 a 0, mas viu Na Li empatar em 5 a 5.
A russa, porém, contou com dois erros da adversária para ganhar a final por 7 a 5 na última parcial e revalidar o título conquistado em 2011 ao derrotar a australiana Samantha Stosur.
Sharapova revalidou o título em Roma após batalha contra Na Li
Crédito da imagem: Reuters
Crédito da imagem: Reuters
domingo, 20 de maio de 2012
Copa Kaiser São Paulo - Zona Sul
Etapa 2
S-12
Bafômetro 1 x 1 Beira Rio
Parque São Paulo 0 x 0 SE Ponte Preta
S-13
Nós Travamos 1 x 1 Unidos FC Jardim Maria Estela
Cantareira 0 x 0 R-2 Debony
S-14
AA Portuguesa 3 x 1 Renascente
EC Guarani 1 x 1 Internacional Moinho Velho
S-12
Bafômetro 1 x 1 Beira Rio
Parque São Paulo 0 x 0 SE Ponte Preta
S-13
Nós Travamos 1 x 1 Unidos FC Jardim Maria Estela
Cantareira 0 x 0 R-2 Debony
S-14
AA Portuguesa 3 x 1 Renascente
EC Guarani 1 x 1 Internacional Moinho Velho
Copa Kaiser São Paulo - Zona Norte
Etapa 2
N-14
Inajar de Souza 1 x 0 Peri Novo
Rio Verde 0 x 0 Vasco FC
N-12
Lagoinha 1 x 0 Grêmio Cachoeirinha
Apache 0 x 1 Leões da Geolândia
N-13
Mocidade Cabuçu 5 x 0 V. Bamsk
Lausanne Paulista 2 x 0 Só Embaça
N-14
Inajar de Souza 1 x 0 Peri Novo
Rio Verde 0 x 0 Vasco FC
N-12
Lagoinha 1 x 0 Grêmio Cachoeirinha
Apache 0 x 1 Leões da Geolândia
N-13
Mocidade Cabuçu 5 x 0 V. Bamsk
Lausanne Paulista 2 x 0 Só Embaça
Copa Kaiser São Paulo - Zona Oeste
Etapa 2
O-12
EC Vida Loka 1 x 1 Clube Favela
GR Unidos Jardim Brasília 1 x 0 Alvorada
O-13
Unidos do Largo 13 2 x 1 Praça
Catumbi 0 x 0 QK Vila Nova
O-14
Estrela 0 x 2 Parque Maria Domitila
Vila Izabel 0 x 0 Classe A
O-12
EC Vida Loka 1 x 1 Clube Favela
GR Unidos Jardim Brasília 1 x 0 Alvorada
O-13
Unidos do Largo 13 2 x 1 Praça
Catumbi 0 x 0 QK Vila Nova
O-14
Estrela 0 x 2 Parque Maria Domitila
Vila Izabel 0 x 0 Classe A
Copa Kaiser São Paulo - Zona Leste
Etapa 2
L-31
América FC 2 x 2 Coroa
Nápoli EC Vila Industrial 0 x 0 Sete de Setembro FC Vila Progresso
L-35
EC Botafogo 4 x 1 Juventude FC
Novo Horizonte 0 x 0 Unidos da Tiradentes
L-36
Jardim Elba 0 x 0 Menininos Unidos do Laranjeiras
Negritude 1 x 0 Santos FC Jardim das Oliveiras
L-32
Unidos do Jardim Planalto 2 x 1 EC Olaria
Tiradentes 1 x 0 EC Noroeste
L-33
Tornado GE 0 x 1 Carrão
Só Alegria 0 x 0 Primavera
L-34
Santa Cruz Jardim Sinhá 1 x 0 Boa Esperança
Jardim Verônia 2 x 0 Paulista FC
L-31
América FC 2 x 2 Coroa
Nápoli EC Vila Industrial 0 x 0 Sete de Setembro FC Vila Progresso
L-35
EC Botafogo 4 x 1 Juventude FC
Novo Horizonte 0 x 0 Unidos da Tiradentes
L-36
Jardim Elba 0 x 0 Menininos Unidos do Laranjeiras
Negritude 1 x 0 Santos FC Jardim das Oliveiras
L-32
Unidos do Jardim Planalto 2 x 1 EC Olaria
Tiradentes 1 x 0 EC Noroeste
L-33
Tornado GE 0 x 1 Carrão
Só Alegria 0 x 0 Primavera
L-34
Santa Cruz Jardim Sinhá 1 x 0 Boa Esperança
Jardim Verônia 2 x 0 Paulista FC
Francês
| 16h00 Lille 4x1 Nancy |
| 16h00 Auxerre 1x1 Montpellier |
| 16h00 Evian 0x1 Brest |
| 16h00 Valenciennes 3x1 Caen |
| 16h00 Lyon 3x4 Nice |
| 16h00 Saint-Etienne 2x3 Bordeaux |
| 16h00 Toulouse 0x2 Ajaccio |
| 16h00 Sochaux 1x0 Olympique |
| 16h00 Lorient 1x2 PSG |
| 16h00 Rennes 0x3 Dijon |
Brasileirão Série A
| 16h00 Botafogo 4x2 São Paulo |
| 16h00 Corinthians 0x2 Fluminense |
| 16h00 Internacional 2x0 Coritiba |
| 16h00 Ponte Preta 0x1 Atlético-MG |
| 18h30 Vasco 2x1 Grêmio |
| 18h30 Cruzeiro 0x0 Atlético-GO |
| 18h30 Bahia 0x0 Santos |
Argentino - Clausura
| 15h00 Olimpo 2x1 Independiente |
| 17h00 Vélez Sarsfield 0x1 Belgrano |
| 17h00 Atlético Rafaela 0x0 Colón |
| 19h15 Racing Club 0x2 Boca Juniors |
VÍDEO: Chelsea não seria campeão sem o russo e parece com clubes brasileiros
Tive a honra de comentar mais uma final da Uefa Champions League no estádio. E desta vez ela foi ainda maior, ao lado do Amigão Paulo Soares, com sua narração épica para um momento histórico. Londres, a cidade onde mais se respira futebol, enfim tem um campeão europeu no esporte rei.
O Chelsea com seus 107 anos de história e uma legião de torcedores que, a cada jogo, ocupam todos os cerca de 41 mil lugares de Stamford Bridge, o estádio dos Blues. Algo que já acontecia frequentemente mesmo antes da chegada dos do russo Roman Abramovich, que se tornou dono do clube em 2003.
O objetivo deste post é celebrar mais um grande momento do futebol, uma história escrita por monstros como Drogba e Cech, um triunfo com a marca de Lampard, Matta e outros heróis do time azul. Oportunamente, com mais calma, com mais tempo, nos aprofundaremos no assunto.
O Chelsea não seria campeão sem o dinheiro de Roman Abramovich. A relação do clube inglês com o russo é diferente das de Botafogo e Emil Pinheiro a partir da década de 1980, Palmeiras e Parmalat nos anos 1990, Fluminense e Unimed até hoje, Corinthians e Kia em 2005.
Mas nenhum deles ganhariam os títulos que arrerbataram sem o aporte financeiro desses "parceiros", "patrocinadores" "mecenas", etc. Se as conquistas dessas equipes foram exaltadas, por que não fazer o mesmo com a Champions League dos Blues?
Debater sobre a entrrada dessa grana toda nos times do Brasil e do exterior é válido e necessário, mas agora é hora de enaltecer o futebol, obviamente superior a tudo isso.
Por enquanto, Blues is the color e Paulo Soares é a voz marcante do rádio esportivo que a Estadão/ESPN levou aos ouvintes pelo mundo neste grande dia de futebol. Confira no vídeo abaixo as imagens e os momentos decisivos do triunfo do Chelsea sobre o Bayern, nos pênaltis, em Munique, com Amigão e Flávio Ortega. Um grande momento. Emocionante!
O Chelsea com seus 107 anos de história e uma legião de torcedores que, a cada jogo, ocupam todos os cerca de 41 mil lugares de Stamford Bridge, o estádio dos Blues. Algo que já acontecia frequentemente mesmo antes da chegada dos do russo Roman Abramovich, que se tornou dono do clube em 2003.
O objetivo deste post é celebrar mais um grande momento do futebol, uma história escrita por monstros como Drogba e Cech, um triunfo com a marca de Lampard, Matta e outros heróis do time azul. Oportunamente, com mais calma, com mais tempo, nos aprofundaremos no assunto.
O Chelsea não seria campeão sem o dinheiro de Roman Abramovich. A relação do clube inglês com o russo é diferente das de Botafogo e Emil Pinheiro a partir da década de 1980, Palmeiras e Parmalat nos anos 1990, Fluminense e Unimed até hoje, Corinthians e Kia em 2005.
Mas nenhum deles ganhariam os títulos que arrerbataram sem o aporte financeiro desses "parceiros", "patrocinadores" "mecenas", etc. Se as conquistas dessas equipes foram exaltadas, por que não fazer o mesmo com a Champions League dos Blues?
Debater sobre a entrrada dessa grana toda nos times do Brasil e do exterior é válido e necessário, mas agora é hora de enaltecer o futebol, obviamente superior a tudo isso.
Por enquanto, Blues is the color e Paulo Soares é a voz marcante do rádio esportivo que a Estadão/ESPN levou aos ouvintes pelo mundo neste grande dia de futebol. Confira no vídeo abaixo as imagens e os momentos decisivos do triunfo do Chelsea sobre o Bayern, nos pênaltis, em Munique, com Amigão e Flávio Ortega. Um grande momento. Emocionante!
Paulo Soares narrou da Allianz Arena, em Munique, o momento decisivo
A construção do Chelsea campeão da Europa e a parcela de Abramovich
O Chelsea foi o campeão da Liga dos Campeões mais cornetado dos últimos anos, nas redes sociais e nos debates na televisão. Tem gente que não suporta a vitória do Chelsea por motivos diversos. Ou porque jogou o velho catenaccio ou por causa da participação do dinheiro do petróleo, de Roman Abramovich.
Não se corneta campeão no dia de sua conquista. É de se respeitar o merecimento de quem trabalhou para alcançar seu objetivo.
Mas se você me obrigar um dos dois motivos para cornetar, essa razão é o dinheiro russo.
O futebol, não.
O Chelsea encontrou sua maneira de vencer times poderosos, mais ofensivos e criativos.
Ano passado, o Barcelona parecia ser a tendência do futebol mundial. Marcação pressão, posse de bola, revelação dos principais jogadores, dinheiro planejado para contratações pontuais.
O Barcelona continua sendo um modelo a ser copiado, mas não o único, como mostrou o Chelsea.
É o jeito mais legal de se montar um time, maneira que se asssemelha à do Manchester United e do Bayern de Munique. Mais tímidos nas revelações, Manchester e Bayern são imperialistas de seus países, mas contratam pontualmente, descobrem jogadores jovens, mesclam contratações bombásticas com outras pontuais.
O Chelsea, não.
E aí voltamos a Abramovich. Em 2004, seis meses depois de comprar o clube, Roman Abramovich foi a Munique assistir a Bayern 1 x 1 Real Madrid, oitavas-de-final da Liga dos Campeões. Queria ver o Real, que eliminou o Bayern, seu modelo para seguir no Chelsea. Os galáticos ganhavam tudo até então. Não ganharam mais nada na Europa a partir daí. Nem o Chelsea, da grana.
Tinha de ser em Munique, palco da cópia, em 2004, que o russo veria seu time levantar a taça mais cobiçada do futebol atual. E jogando de um jeito que parecia surrados dos campos modernos: num ferrolho.
Não importa se é bonito ou feio. O Chelsea foi exato ao diminuir a distância entre suas duas linhas de quatro homens, obrigar o adversário a construir o jogo por seus volantes, posicionar-se para contra-atacar, desde que Di Matteo assumiu o cargo.
Foi exato nas cobranças de faltas e escanteios. Quando o contra-ataque não saía, a bola parada resolvia.
Dos 11 gols na Liga dos Campeões desde que Di Matteo assumiu, cinco foram de contra-ataque, quatro de bola parada.
Incluindo aí a cabeçada mortal de Didier Drogba, homem da partida no Allianz Arena.
O Chelsea é o campeão do pragmatismo, como definiu seu treinador.
Também se joga futebol assim.
O duelo dos próximos anos é entre a posse de bola, marcação pressão e velocidade, estilo do Barça, vencedor nas Ligas dos Campeões de 2009 e 2011.
E o pragmatismo, que ganhou em 2010 com a Internazionale, em 2012 pelo Chelsea.
Não se corneta campeão no dia de sua conquista. É de se respeitar o merecimento de quem trabalhou para alcançar seu objetivo.
Mas se você me obrigar um dos dois motivos para cornetar, essa razão é o dinheiro russo.
O futebol, não.
O Chelsea encontrou sua maneira de vencer times poderosos, mais ofensivos e criativos.
Ano passado, o Barcelona parecia ser a tendência do futebol mundial. Marcação pressão, posse de bola, revelação dos principais jogadores, dinheiro planejado para contratações pontuais.
O Barcelona continua sendo um modelo a ser copiado, mas não o único, como mostrou o Chelsea.
É o jeito mais legal de se montar um time, maneira que se asssemelha à do Manchester United e do Bayern de Munique. Mais tímidos nas revelações, Manchester e Bayern são imperialistas de seus países, mas contratam pontualmente, descobrem jogadores jovens, mesclam contratações bombásticas com outras pontuais.
O Chelsea, não.
E aí voltamos a Abramovich. Em 2004, seis meses depois de comprar o clube, Roman Abramovich foi a Munique assistir a Bayern 1 x 1 Real Madrid, oitavas-de-final da Liga dos Campeões. Queria ver o Real, que eliminou o Bayern, seu modelo para seguir no Chelsea. Os galáticos ganhavam tudo até então. Não ganharam mais nada na Europa a partir daí. Nem o Chelsea, da grana.
Tinha de ser em Munique, palco da cópia, em 2004, que o russo veria seu time levantar a taça mais cobiçada do futebol atual. E jogando de um jeito que parecia surrados dos campos modernos: num ferrolho.
Não importa se é bonito ou feio. O Chelsea foi exato ao diminuir a distância entre suas duas linhas de quatro homens, obrigar o adversário a construir o jogo por seus volantes, posicionar-se para contra-atacar, desde que Di Matteo assumiu o cargo.
Foi exato nas cobranças de faltas e escanteios. Quando o contra-ataque não saía, a bola parada resolvia.
Dos 11 gols na Liga dos Campeões desde que Di Matteo assumiu, cinco foram de contra-ataque, quatro de bola parada.
Incluindo aí a cabeçada mortal de Didier Drogba, homem da partida no Allianz Arena.
O Chelsea é o campeão do pragmatismo, como definiu seu treinador.
Também se joga futebol assim.
O duelo dos próximos anos é entre a posse de bola, marcação pressão e velocidade, estilo do Barça, vencedor nas Ligas dos Campeões de 2009 e 2011.
E o pragmatismo, que ganhou em 2010 com a Internazionale, em 2012 pelo Chelsea.
Começou
Olá galera
Começar um novo desafio é uma coisa que me deixa muito feliz e me motiva demais.
A partir de hoje começo a escrever meu blog aqui no portal ESPN. Estou feliz e com a certeza que vou agregar muito tênis ao site e aos canais da casa.
Aos que já conhecem meu blog posso assegurar que continuo com a mesma pegada de sempre e me jogando nas bolas em cada texto. Aos que pela primeira vez vão ler minhas histórias prometo uma mistura de tênis, vida, bastidores e tudo que vier na minha cabeça.
Este espaço é nosso. Este espaço tem como regra número 1 respeitar o esporte que tanta alegria me deu e continua me dando.
Obrigado ESPN e ESPN.com.br pela oportunidade de ser um filho desta linda família.
Vamo que vamo.
É hora de falar de tênis.
Começar um novo desafio é uma coisa que me deixa muito feliz e me motiva demais.
A partir de hoje começo a escrever meu blog aqui no portal ESPN. Estou feliz e com a certeza que vou agregar muito tênis ao site e aos canais da casa.
Aos que já conhecem meu blog posso assegurar que continuo com a mesma pegada de sempre e me jogando nas bolas em cada texto. Aos que pela primeira vez vão ler minhas histórias prometo uma mistura de tênis, vida, bastidores e tudo que vier na minha cabeça.
Este espaço é nosso. Este espaço tem como regra número 1 respeitar o esporte que tanta alegria me deu e continua me dando.
Obrigado ESPN e ESPN.com.br pela oportunidade de ser um filho desta linda família.
Vamo que vamo.
É hora de falar de tênis.
Euro 2012: Com estrelas em declínio, Rússia vê fim de ciclo
Se considerarmos o período em que fazia parte da União Soviética, a Rússia tem uma história rica nos campeonatos europeus. Os soviéticos conquistaram o título em 1960 e chegaram a outras três finais, em 1964, 1972 e 1988. Depois da separação, a Rússia viveu outro grande momento em 2008, quando surpreendeu e alcançou as semifinais.
Naquela ocasião, a equipe impressionou com um futebol ofensivo e atraente, eliminando nas quartas-de-final a Holanda, considerada a melhor seleção do torneio até aquele momento. Guus Hiddink ganhou status de mágico, mas o feitiço não durou muito tempo e a história terminou com o fracasso nas eliminatórias da Copa do Mundo de 2010.
Sob o comando de Dick Advocaat, a Rússia chega à Euro 2012 com um problema: o elenco está envelhecido, há poucos sinais de renovação, e algumas das estrelas da última campanha, como Arshavin, Pavlyuchenko e Zhirkov, estão em declínio. O trio retornou recentemente ao futebol russo, na esperança de reencontrar o futebol de outros tempos e não comprometer o lugar no elenco.
O time solto de 2008 deu lugar a uma formação mais cautelosa, que valeu ao time o primeiro lugar no grupo B das eliminatórias, com apenas quatro gols sofridos em dez jogos.
Curiosamente, a principal esperança de gols do momento é um jogador que desfalcou o time na última Eurocopa, por lesão. Pavel Pogrebnyak, que se transferiu para o Fulham em janeiro, marcou seis gols em seus primeiros oito jogos na Premier League. Na lista de 26 pré-convocados, apenas Pogrebnyak e o meia Marat Izmailov atuam no exterior.
Izmailov, de 29 anos, viu sua carreira ressurgir no Sporting e recebeu sua primeira convocação para a seleção russa desde 2006. Apontado como uma das maiores promessas do país, ele participou da Copa do Mundo de 2002 e da Euro 2004, mas sofreu com as lesões nos anos que se seguiram.
Entre os torcedores, o clima é de pouca confiança, e superar a primeira fase já seria um sucesso. O grupo, com Polônia, Grécia e República Tcheca, não parece um grande empecilho para este objetivo, mas será necessário que os principais nomes voltem a render pela seleção.
Com a Copa do Mundo sendo disputada na Rússia em 2018, a renovação será uma necessidade nos próximos anos. Sendo assim, é inevitável pensar em um ciclo que se encerra para a atual geração.
Fique de olho - A contratação de Andrei Arshavin pelo Arsenal por 15 milhões de libras, em fevereiro de 2009, foi festejada como sinal de ambição do clube londrino. O atacante era tratado como um dos nomes mais importantes do futebol europeu, depois de liderar o Zenit a um título da Copa da Uefa e brilhar na Euro 2008.
No início, tudo correu como esperado - ou até melhor, como em um jogo contra o Liverpool, quando fez todos os gols dos Gunners no empate por 4 a 4. Aos poucos, porém, o rendimento foi caindo, e seu comprometimento com o time passou a ser questionado pelos torcedores e pela mídia.
Arshavin foi perdendo espaço no time até virar peça frequente no banco de reservas. O torcedor se virou contra o russo, passou a vaiá-lo, e a saída foi um retorno por empréstimo ao Zenit, na última janela de transferências. Na Rússia, houve quem questionasse até sua permanência na seleção.
Advocaat, que dirigiu Arshavin na primeira passagem pelo Zenit, descartou a ideia de abrir mão do jogador e promete dar a ele um papel importante no time. Resta saber se será o jogador que chegou ao Arsenal ou o que saiu dele.
O comandante - Advocaat tem em comum com Hiddink apenas a nacionalidade. Sem o carisma do antecessor, o técnico de 64 anos mostrou em várias oportunidades não se importar com a opinião pública e de seus jogadores, guiando a seleção russa de maneira autoritária.
O fato de não se preocupar muito em fazer amigos tornou Advocaat uma figura constantemente criticada, pelo estilo de futebol da equipe e pela dificuldade em renovar o elenco. Independemente do resultado, sua saída após a Eurocopa é fato consumado: ele retornará ao PSV, onde trabalhou nos anos 90.
Em duas passagens pela seleção holandesa, Advocaat chegou às quartas-de-final da Copa do Mundo de 1994 e às semifinais da Euro 2004. No futebol russo, levou o Zenit ao primeiro título nacional em 23 anos, em 2007, e à inédita Copa da Uefa em 2008.
Os pré-convocados (três serão cortados):
Goleiros: Igor Akinfeev (CSKA Moscou), Vyacheslav Malafeev (Zenit), Anton Shunin (Dynamo Moscou);
Defensores: Alexander Anyukov (Zenit), Alexei Berezutsky (CSKA Moscou), Vasily Berezutsky (CSKA Moscou), Sergei Ignashevich (CSKA Moscou), Roman Sharonov (Rubin Kazan), Roman Shishkin (Lokomotiv Moscou), Vladimir Granat (Dynamo Moscou);
Meio-campistas: Igor Denisov (Zenit), Roman Shirokov (Zenit), Konstantin Zyryanov (Zenit), Yuri Zhirkov (Anzhi), Alan Dzagoev (CSKA Moscou), Igor Semshov (Dynamo Moscou), Denis Glushakov (Lokomotiv Moscou), Magomed Ozdoev (Lokomotiv Moscou), Marat Izmailov (Sporting/POR), Dmitry Kombarov (Spartak Moscou);
Atacantes: Andrei Arshavin (Zenit), Alexander Kerzhakov (Zenit), Roman Pavlyuchenko (Lokomotiv Moscou), Artem Dzyuba (Spartak Moscou), Alexander Kokorin (Dynamo Moscou), Pavel Pogrebnyak (Fulham/ING).
Ouça as partidas da Eurocopa a partir do dia 8 de junho pela Rádio Estadão/ESPN, e acompanhe diariamente o Fora de Jogo especial na ESPN e ESPN HD.
Naquela ocasião, a equipe impressionou com um futebol ofensivo e atraente, eliminando nas quartas-de-final a Holanda, considerada a melhor seleção do torneio até aquele momento. Guus Hiddink ganhou status de mágico, mas o feitiço não durou muito tempo e a história terminou com o fracasso nas eliminatórias da Copa do Mundo de 2010.
Sob o comando de Dick Advocaat, a Rússia chega à Euro 2012 com um problema: o elenco está envelhecido, há poucos sinais de renovação, e algumas das estrelas da última campanha, como Arshavin, Pavlyuchenko e Zhirkov, estão em declínio. O trio retornou recentemente ao futebol russo, na esperança de reencontrar o futebol de outros tempos e não comprometer o lugar no elenco.
O time solto de 2008 deu lugar a uma formação mais cautelosa, que valeu ao time o primeiro lugar no grupo B das eliminatórias, com apenas quatro gols sofridos em dez jogos.
Curiosamente, a principal esperança de gols do momento é um jogador que desfalcou o time na última Eurocopa, por lesão. Pavel Pogrebnyak, que se transferiu para o Fulham em janeiro, marcou seis gols em seus primeiros oito jogos na Premier League. Na lista de 26 pré-convocados, apenas Pogrebnyak e o meia Marat Izmailov atuam no exterior.
Izmailov, de 29 anos, viu sua carreira ressurgir no Sporting e recebeu sua primeira convocação para a seleção russa desde 2006. Apontado como uma das maiores promessas do país, ele participou da Copa do Mundo de 2002 e da Euro 2004, mas sofreu com as lesões nos anos que se seguiram.
Entre os torcedores, o clima é de pouca confiança, e superar a primeira fase já seria um sucesso. O grupo, com Polônia, Grécia e República Tcheca, não parece um grande empecilho para este objetivo, mas será necessário que os principais nomes voltem a render pela seleção.
Com a Copa do Mundo sendo disputada na Rússia em 2018, a renovação será uma necessidade nos próximos anos. Sendo assim, é inevitável pensar em um ciclo que se encerra para a atual geração.
Fique de olho - A contratação de Andrei Arshavin pelo Arsenal por 15 milhões de libras, em fevereiro de 2009, foi festejada como sinal de ambição do clube londrino. O atacante era tratado como um dos nomes mais importantes do futebol europeu, depois de liderar o Zenit a um título da Copa da Uefa e brilhar na Euro 2008.
No início, tudo correu como esperado - ou até melhor, como em um jogo contra o Liverpool, quando fez todos os gols dos Gunners no empate por 4 a 4. Aos poucos, porém, o rendimento foi caindo, e seu comprometimento com o time passou a ser questionado pelos torcedores e pela mídia.
Arshavin foi perdendo espaço no time até virar peça frequente no banco de reservas. O torcedor se virou contra o russo, passou a vaiá-lo, e a saída foi um retorno por empréstimo ao Zenit, na última janela de transferências. Na Rússia, houve quem questionasse até sua permanência na seleção.
Advocaat, que dirigiu Arshavin na primeira passagem pelo Zenit, descartou a ideia de abrir mão do jogador e promete dar a ele um papel importante no time. Resta saber se será o jogador que chegou ao Arsenal ou o que saiu dele.
O comandante - Advocaat tem em comum com Hiddink apenas a nacionalidade. Sem o carisma do antecessor, o técnico de 64 anos mostrou em várias oportunidades não se importar com a opinião pública e de seus jogadores, guiando a seleção russa de maneira autoritária.
O fato de não se preocupar muito em fazer amigos tornou Advocaat uma figura constantemente criticada, pelo estilo de futebol da equipe e pela dificuldade em renovar o elenco. Independemente do resultado, sua saída após a Eurocopa é fato consumado: ele retornará ao PSV, onde trabalhou nos anos 90.
Em duas passagens pela seleção holandesa, Advocaat chegou às quartas-de-final da Copa do Mundo de 1994 e às semifinais da Euro 2004. No futebol russo, levou o Zenit ao primeiro título nacional em 23 anos, em 2007, e à inédita Copa da Uefa em 2008.
Os pré-convocados (três serão cortados):
Goleiros: Igor Akinfeev (CSKA Moscou), Vyacheslav Malafeev (Zenit), Anton Shunin (Dynamo Moscou);
Defensores: Alexander Anyukov (Zenit), Alexei Berezutsky (CSKA Moscou), Vasily Berezutsky (CSKA Moscou), Sergei Ignashevich (CSKA Moscou), Roman Sharonov (Rubin Kazan), Roman Shishkin (Lokomotiv Moscou), Vladimir Granat (Dynamo Moscou);
Meio-campistas: Igor Denisov (Zenit), Roman Shirokov (Zenit), Konstantin Zyryanov (Zenit), Yuri Zhirkov (Anzhi), Alan Dzagoev (CSKA Moscou), Igor Semshov (Dynamo Moscou), Denis Glushakov (Lokomotiv Moscou), Magomed Ozdoev (Lokomotiv Moscou), Marat Izmailov (Sporting/POR), Dmitry Kombarov (Spartak Moscou);
Atacantes: Andrei Arshavin (Zenit), Alexander Kerzhakov (Zenit), Roman Pavlyuchenko (Lokomotiv Moscou), Artem Dzyuba (Spartak Moscou), Alexander Kokorin (Dynamo Moscou), Pavel Pogrebnyak (Fulham/ING).
Ouça as partidas da Eurocopa a partir do dia 8 de junho pela Rádio Estadão/ESPN, e acompanhe diariamente o Fora de Jogo especial na ESPN e ESPN HD.
No fim, Figueirense marca e vence Náutico na estreia do Brasileiro
O Figueirense venceu em casa o Náutico por 2 a 1 neste sábado em confronto válido pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o time catarinense chegou aos três pontos, enquanto o Náutico, que retornou à Série A neste ano, segue sem pontuar na competição.
Os gols da partida ocorreram todos já na parte final do confronto. O Figueirense abriu o placar aos 31 minutos da etapa final. Nem deu muito tempo para a torcida alvinegra comemorar: apenas três minutos depois, Araújo empatou para o Náutico, aos 34. Aos 48, caio deu a vitória aos mandantes.
Na próxima rodada, o Figueirense visita o Fluminense, enquanto o Náutico, que retornou à primeira divisão nacional nesta temporada, recebe o Cruzeiro.
O jogo
O duelo começou a todo vapor, com os donos da casa chegando perto de inaugurar o marcador logo aos três minutos de bola rolando. Guilherme Santos desceu bem pela esquerda e cruzou, mas a bola acabou pegando um efeito e estava caindo nas costas do goleiro Gideão, que se esticou todo para dar um soco e colocar para escanteio.
O mesmo Guilherme e Roni voltaram a ameaçar a meta pernambucana aos 13 e aos 14 minutos, mas os chutes de ambos saíram rente à trave timbucana.
Do outro lado, os alvirrubros foram assustar apenas aos 25 minutos, quando Souza bateu falta para o gol e Wilson teve trabalho para colocar em escanteio. Dez minutos depois, Auremir soltou uma bomba da entrada da área, mas mandou à esquerda da meta dos anfitriões.
Ainda antes do intervalo, o Figueira teve a sua melhor chance, mas Roni desperdiçou ao chutar por cima o bom passe recebido de Luiz Fernando.
No segundo tempo, o embate diminuiu de ritmo, com ambos os times errando muitos passes, principalmente na hora de deixar os companheiros na cara do gol. Quando acertaram, os meias viram os avantes desperdiçarem, como quando Araújo saiu cara a cara com Wilson e perdeu gol incrível ao se embaralhar com a bola e não chutar.
Seguindo o ditado de quem não faz toma, os visitantes viram o maior ídolo da torcida local colocar o Figueira na frente. Fernandes avançou pelo meio, protegeu e bateu no cantinho, sem chances para Gideão.
Logo na sequência, no entanto, a bola foi alçada na área alvinegra e Sandro derrubou Ronaldo Alves na disputa por espaço. O juiz marcou pênalti, batido e convertido por Araújo, que se redimiu do tento perdido minutos atrás.
A pressão dos alvinegros, então, passou a ser intensa. Márcio Rosário acabou expulso por colocar a mão na bola e deixou o Náutico com 10. Raçudo, o Timbu ainda segurou o empate até os 48 minutos, mas uma puxeta de Caio, defendida por Gideão, sobrou nos pés do mesmo Caio, que colocou para o fundo das redes.
FICHA TÉCNICA
FIGUEIRENSE 2 X 1 NÁUTICO
Local: Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis (SC)
Data: 19 de maio de 2012, sábado
Horário: 21 horas (de Brasília)
Árbitro: Arilson Bispo da Anunciação (BA)
Assistentes: Rodrigo Pereira Jóia (RJ) e Adson Márcio Lopes Leal (BA)
Cartões Amarelos: Canuto, Sandro e Caio (Figueirense); Márcio Rosário e Souza (Náutico)
Cartão Vermelho: Márcio Rosário (Náutico)
Gols:
FIGUEIRENSE: Fernandes, aos 31 minutos do segundo tempo, e Caio, aos 48 minutos do segundo tempo
NÁUTICO: Araújo, de pênalti, aos 34 minutos do segundo tempo
FIGUEIRENSE: Wilson; Pablo (Coutinho), Canuto, Sandro e Guilherme; Túlio, Ygor, Toró (William Potker) e Luiz Fernando (Fernandes); Caio e Roni
Técnico: Argel Fucks
NÁUTICO: Gideão; Auremir, César Marques, Ronaldo Alves e Márcio Rosário; Elicarlos, Derley, Souza (Glaydson) e Cléverson (Lúcio); Ramon (Ramirez) e Araújo
Técnico: Alexandre Gallo
Os gols da partida ocorreram todos já na parte final do confronto. O Figueirense abriu o placar aos 31 minutos da etapa final. Nem deu muito tempo para a torcida alvinegra comemorar: apenas três minutos depois, Araújo empatou para o Náutico, aos 34. Aos 48, caio deu a vitória aos mandantes.
Na próxima rodada, o Figueirense visita o Fluminense, enquanto o Náutico, que retornou à primeira divisão nacional nesta temporada, recebe o Cruzeiro.
O jogo
O duelo começou a todo vapor, com os donos da casa chegando perto de inaugurar o marcador logo aos três minutos de bola rolando. Guilherme Santos desceu bem pela esquerda e cruzou, mas a bola acabou pegando um efeito e estava caindo nas costas do goleiro Gideão, que se esticou todo para dar um soco e colocar para escanteio.
O mesmo Guilherme e Roni voltaram a ameaçar a meta pernambucana aos 13 e aos 14 minutos, mas os chutes de ambos saíram rente à trave timbucana.
Do outro lado, os alvirrubros foram assustar apenas aos 25 minutos, quando Souza bateu falta para o gol e Wilson teve trabalho para colocar em escanteio. Dez minutos depois, Auremir soltou uma bomba da entrada da área, mas mandou à esquerda da meta dos anfitriões.
Ainda antes do intervalo, o Figueira teve a sua melhor chance, mas Roni desperdiçou ao chutar por cima o bom passe recebido de Luiz Fernando.
No segundo tempo, o embate diminuiu de ritmo, com ambos os times errando muitos passes, principalmente na hora de deixar os companheiros na cara do gol. Quando acertaram, os meias viram os avantes desperdiçarem, como quando Araújo saiu cara a cara com Wilson e perdeu gol incrível ao se embaralhar com a bola e não chutar.
Seguindo o ditado de quem não faz toma, os visitantes viram o maior ídolo da torcida local colocar o Figueira na frente. Fernandes avançou pelo meio, protegeu e bateu no cantinho, sem chances para Gideão.
Logo na sequência, no entanto, a bola foi alçada na área alvinegra e Sandro derrubou Ronaldo Alves na disputa por espaço. O juiz marcou pênalti, batido e convertido por Araújo, que se redimiu do tento perdido minutos atrás.
A pressão dos alvinegros, então, passou a ser intensa. Márcio Rosário acabou expulso por colocar a mão na bola e deixou o Náutico com 10. Raçudo, o Timbu ainda segurou o empate até os 48 minutos, mas uma puxeta de Caio, defendida por Gideão, sobrou nos pés do mesmo Caio, que colocou para o fundo das redes.
FICHA TÉCNICA
FIGUEIRENSE 2 X 1 NÁUTICO
Local: Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis (SC)
Data: 19 de maio de 2012, sábado
Horário: 21 horas (de Brasília)
Árbitro: Arilson Bispo da Anunciação (BA)
Assistentes: Rodrigo Pereira Jóia (RJ) e Adson Márcio Lopes Leal (BA)
Cartões Amarelos: Canuto, Sandro e Caio (Figueirense); Márcio Rosário e Souza (Náutico)
Cartão Vermelho: Márcio Rosário (Náutico)
Gols:
FIGUEIRENSE: Fernandes, aos 31 minutos do segundo tempo, e Caio, aos 48 minutos do segundo tempo
NÁUTICO: Araújo, de pênalti, aos 34 minutos do segundo tempo
FIGUEIRENSE: Wilson; Pablo (Coutinho), Canuto, Sandro e Guilherme; Túlio, Ygor, Toró (William Potker) e Luiz Fernando (Fernandes); Caio e Roni
Técnico: Argel Fucks
NÁUTICO: Gideão; Auremir, César Marques, Ronaldo Alves e Márcio Rosário; Elicarlos, Derley, Souza (Glaydson) e Cléverson (Lúcio); Ramon (Ramirez) e Araújo
Técnico: Alexandre Gallo
Vágner Love lamenta empate, mas destaca segundo tempo do Flamengo
Flamengo conseguiu uma boa reação na noite deste sábado ao sair perdendo para o Sport e, em plena Ilha do Retiro, conquistar o empate por 1 a 1 na estreia do clube neste Campeonato Brasileiro. Os jogadores do time rubro-negro, porém, não saíram de campo totalmente contentes com o resultado.
Autor do único gol carioca, o atacante Vágner Love lamentou o empate e atuação da equipe nos primeiros 45 minutos, mas destacou o desempenho da a etapa final. "Começamos a tocar, e apareceram as chances de gol. Temos que jogar que nem fizemos no segundo tempo", disse. "Queríamos começar com uma vitória, mas, infelizmente, ficamos apenas com um ponto", afirmou o centroavante, que, pouco antes de balançar as redes, havia perdido chance cara a cara com o goleiro.
A ideia original do time da Gávea, que ficou 28 dias sem jogar, apenas se preparanto para o Brasileiro, é de acumular o maior número de pontos possíves nessas primeiras rodadas, já que alguns concorrentes estão envolvidos em torneios paralelos.
"O que nós queríamos era ganhar aqui e sair com os três pontos, mas acabou não sendo possível. Um ponto não é de se jogar fora, mas poderíamos ter conseguido um resultado melhor aqui", analisou Léo Moura.
Autor do único gol carioca, o atacante Vágner Love lamentou o empate e atuação da equipe nos primeiros 45 minutos, mas destacou o desempenho da a etapa final. "Começamos a tocar, e apareceram as chances de gol. Temos que jogar que nem fizemos no segundo tempo", disse. "Queríamos começar com uma vitória, mas, infelizmente, ficamos apenas com um ponto", afirmou o centroavante, que, pouco antes de balançar as redes, havia perdido chance cara a cara com o goleiro.
A ideia original do time da Gávea, que ficou 28 dias sem jogar, apenas se preparanto para o Brasileiro, é de acumular o maior número de pontos possíves nessas primeiras rodadas, já que alguns concorrentes estão envolvidos em torneios paralelos.
"O que nós queríamos era ganhar aqui e sair com os três pontos, mas acabou não sendo possível. Um ponto não é de se jogar fora, mas poderíamos ter conseguido um resultado melhor aqui", analisou Léo Moura.
Com gol de Vágner Love, Flamengo busca empate com o Sport na estreia
Não foi a estreia dos sonhos para o Flamengo no Campeonato Brasileiro. Mas ao menos a equipe carioca não saiu de campo derrotada. Neste sábado, o time de Joel Santana visitou o Sport na Ilha do Retiro e arrancou um empate em 1 a 1.
Depois de um primeiro tempo sem gols, o Sport abriu o placar aos 12 minutos do segundo tempo. Moacir chutou travado, Marquinhos ficou com a sobra e chutou de canhota, no ângulo, sem chances de defesa para o goleiro Paulo Victor.
Mas o Flamengo não se abateu. Aos 29 minutos da segunda etapa, Vágner Love recebeu belo passe de Kléberson, entrou livre na área e bateu firme para empatar o jogo na Ilha do Retiro: 1 a 1.
O jogo
O Flamengo começou a partida tentando surpreender o Sport e partiu para cima dos donos da casa. No entanto, os pernambucanos logo equilibraram o confronto, mas não chegaram perto do gol de Paulo Victor. A primeira boa chance do jogo aconteceu somente aos 13 minutos. Ronaldinho Gaúcho cobrou falta de longe e quase acertou o ângulo esquerdo de Magrão.
O lance único de perigo não mudou o panorama da partida, com as duas equipes errando muito. O Sport só conseguiu criar boa chance aos 26 minutos. Primeiro, Marquinhos Gabriel recebeu dentro da áres e finalizou para grande defesa de Paulo Victor. Na cobrança de escanteio, Edcarlos subiu mais que a zaga e cabeceou para nova defesa do goleiro do Flamengo.
As oportunidades criadas animaram os donos da casa, que novamente quase abriram o placar aos 30 minutos. Após cobrança de falta errada de Ronaldinho Gaúcho, os pernambucanos saíram em contra-ataque. Thiaguinho pegou a bola na intermediária, foi até a área carioca e chutou para boa defesa de Paulo Victor. Seis minutos depois, foi a vez de Marquinhos Gabriel arriscar de longe e obrigar o goleiro carioca a salvar os visitantes.
O Flamengo, depois de muito tempo, conseguiu criar boa chance. Aos 41 minutos, em cobrança de falta rápida, a bola foi lançada para Kleberson dentro da área, mas o volante finalizou em cima de Magrão. Mesmo assim, o Sport seguiu melhor até o intervalo e só não foi com vantagem no placar por causa do goleiro Paulo Victor.
No segundo tempo, o Sport manteve o melhor desempenho e dominou os primeiros minutos. No entanto, somente aos nove quase abriu o placar na Ilha do Retiro. Marquinhos Gabriel cobrou falta e Paulo Victor mais uma vez impediu o gol dos donos da casa.
Não demorou muito e o Sport conseguiu fazer o gol. Aos 12 minutos, Moacir foi tentar chutar cruzado, pegou errado e a bola sobrou para Marquinhos Gabriel, sozinho. O atacante dominou e colocou no ângulo de Paulo Victor, que desta vez só ficou olhando.
Mesmo depois do gol, o Sport seguiu sendo melhor. Vendo isso, o técnico Joel Santana colocou o atacante Deivid na vaga de Bottinelli. A alteração quase surtiu efeito rápido, pois aos 19 minutos Deivid tocou de peito para Vágner Love dentro da área, mas o atacante carioca chutou por cima do gol de Magrão. O lance animou os visitantes, que passaram a buscar o ataque. Com isso, os donos da casa aproveitaram para tentar ampliar o placar em contra-ataques.
Os avanços do Flamengo foram recompensados aos 28 minutos. O atacante Vagner Love foi lançado dentro da área e só teve o trabalho de tocar na saída de Magrão para empatar o jogo na Ilha do Retiro.
Depois disso, o Sport passou a se defender mais e melhorou na marcação. O confronto só voltou a ter emoção aos 43. Em um avanço rápido dos donos da casa, Moacir foi lançado e cruzou, Wellinton tentou cortar e jogou a bola no próprio travessão. Assim, o duelo entre os rubro-negros acabou ficando empatado até o apito final.
FICHA TÉCNICA:
SPORT 1 X 1 FLAMENGO
Local: Ilha do Retiro, no Recife (PE)
Data: 19 de maio de 2012 (Sábado)
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Paulo César Oliveira (Fifa-SP)
Assistentes: Marcelo Van Gasse (Fifa-SP) e Vicente Romano Neto (SP)
Cartões amarelos: Edcarlos e Naldinho (Sport); Bottinelli e Wellinton (Flamengo)
GOLS: SPORT: Marquinhos Gabriel, aos 12min do segundo tempo
FLAMENGO: Vagner Love, aos 28min do segundo tempo
SPORT: Magrão; Tobi, Bruno Aguiar e Edcarlos; Moacir, Rithely, Naldinho (Diogo Oliveira), Thiaguinho (Renê) e Rivaldo; Marquinhos Gabriel e Felipe Azevedo (Ruan)
Técnico: Gustavo Bueno (interino)
FLAMENGO: Paulo Victor; Leonardo Moura, Marcos González, Welinton e Magal; Rômulo (Amaral), Luiz Antônio, Kléberson e Bottinelli (Deivid), Ronaldinho Gaúcho e Vagner Love
Depois de um primeiro tempo sem gols, o Sport abriu o placar aos 12 minutos do segundo tempo. Moacir chutou travado, Marquinhos ficou com a sobra e chutou de canhota, no ângulo, sem chances de defesa para o goleiro Paulo Victor.
Mas o Flamengo não se abateu. Aos 29 minutos da segunda etapa, Vágner Love recebeu belo passe de Kléberson, entrou livre na área e bateu firme para empatar o jogo na Ilha do Retiro: 1 a 1.
Vágner Love fez o gol de empate do Flamengo
Crédito da imagem: Vipcomm
Na próxima rodada, o Flamengo vai receber o Internacional, no sábado, no Engenhão. Já o Sport vai até a Vila Belmiro no dia seguinte para enfrentar o Santos.Crédito da imagem: Vipcomm
O jogo
O Flamengo começou a partida tentando surpreender o Sport e partiu para cima dos donos da casa. No entanto, os pernambucanos logo equilibraram o confronto, mas não chegaram perto do gol de Paulo Victor. A primeira boa chance do jogo aconteceu somente aos 13 minutos. Ronaldinho Gaúcho cobrou falta de longe e quase acertou o ângulo esquerdo de Magrão.
O lance único de perigo não mudou o panorama da partida, com as duas equipes errando muito. O Sport só conseguiu criar boa chance aos 26 minutos. Primeiro, Marquinhos Gabriel recebeu dentro da áres e finalizou para grande defesa de Paulo Victor. Na cobrança de escanteio, Edcarlos subiu mais que a zaga e cabeceou para nova defesa do goleiro do Flamengo.
As oportunidades criadas animaram os donos da casa, que novamente quase abriram o placar aos 30 minutos. Após cobrança de falta errada de Ronaldinho Gaúcho, os pernambucanos saíram em contra-ataque. Thiaguinho pegou a bola na intermediária, foi até a área carioca e chutou para boa defesa de Paulo Victor. Seis minutos depois, foi a vez de Marquinhos Gabriel arriscar de longe e obrigar o goleiro carioca a salvar os visitantes.
O Flamengo, depois de muito tempo, conseguiu criar boa chance. Aos 41 minutos, em cobrança de falta rápida, a bola foi lançada para Kleberson dentro da área, mas o volante finalizou em cima de Magrão. Mesmo assim, o Sport seguiu melhor até o intervalo e só não foi com vantagem no placar por causa do goleiro Paulo Victor.
No segundo tempo, o Sport manteve o melhor desempenho e dominou os primeiros minutos. No entanto, somente aos nove quase abriu o placar na Ilha do Retiro. Marquinhos Gabriel cobrou falta e Paulo Victor mais uma vez impediu o gol dos donos da casa.
Não demorou muito e o Sport conseguiu fazer o gol. Aos 12 minutos, Moacir foi tentar chutar cruzado, pegou errado e a bola sobrou para Marquinhos Gabriel, sozinho. O atacante dominou e colocou no ângulo de Paulo Victor, que desta vez só ficou olhando.
Mesmo depois do gol, o Sport seguiu sendo melhor. Vendo isso, o técnico Joel Santana colocou o atacante Deivid na vaga de Bottinelli. A alteração quase surtiu efeito rápido, pois aos 19 minutos Deivid tocou de peito para Vágner Love dentro da área, mas o atacante carioca chutou por cima do gol de Magrão. O lance animou os visitantes, que passaram a buscar o ataque. Com isso, os donos da casa aproveitaram para tentar ampliar o placar em contra-ataques.
Os avanços do Flamengo foram recompensados aos 28 minutos. O atacante Vagner Love foi lançado dentro da área e só teve o trabalho de tocar na saída de Magrão para empatar o jogo na Ilha do Retiro.
Depois disso, o Sport passou a se defender mais e melhorou na marcação. O confronto só voltou a ter emoção aos 43. Em um avanço rápido dos donos da casa, Moacir foi lançado e cruzou, Wellinton tentou cortar e jogou a bola no próprio travessão. Assim, o duelo entre os rubro-negros acabou ficando empatado até o apito final.
FICHA TÉCNICA:
SPORT 1 X 1 FLAMENGO
Local: Ilha do Retiro, no Recife (PE)
Data: 19 de maio de 2012 (Sábado)
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Paulo César Oliveira (Fifa-SP)
Assistentes: Marcelo Van Gasse (Fifa-SP) e Vicente Romano Neto (SP)
Cartões amarelos: Edcarlos e Naldinho (Sport); Bottinelli e Wellinton (Flamengo)
GOLS: SPORT: Marquinhos Gabriel, aos 12min do segundo tempo
FLAMENGO: Vagner Love, aos 28min do segundo tempo
SPORT: Magrão; Tobi, Bruno Aguiar e Edcarlos; Moacir, Rithely, Naldinho (Diogo Oliveira), Thiaguinho (Renê) e Rivaldo; Marquinhos Gabriel e Felipe Azevedo (Ruan)
Técnico: Gustavo Bueno (interino)
FLAMENGO: Paulo Victor; Leonardo Moura, Marcos González, Welinton e Magal; Rômulo (Amaral), Luiz Antônio, Kléberson e Bottinelli (Deivid), Ronaldinho Gaúcho e Vagner Love
Jogadores do Palmeiras lamentam empate, mas esperam melhora na Copa do Brasil
Os jogadores do Palmeiras lamentaram muito o empate sofrido contra a Portuguesa, na estreia das duas equipes no Brasileirão. Mesmo largando na frente no primeiro tempo, com Luan, o Alviverde não foi bem no segundo tempo e cedeu o empate em 1 a 1. O atacante Maikon Leite, que chutou uma bola na trave no último minuto de jogo, lamentou o resultado, mas pede foco na Copa do Brasil.
“Dominamos o jogo. Tomamos o gol de empate no final. É só o começo, não precisa confundira as coisas. Agora é pensar na Copa do Brasil”, disse o atacante.
Na Copa do Brasil, o Palmeiras arrancou o empate em 2 a 2 contra o Atlético-PR, em Curitiba, e tem certa vantagem para o jogo de volta, nesta quarta, em Barueri. O lateral-direito Cicinho também espera que o tropeço na estreia não abale a sequência do time na outra competição.
“Nosso time, no segundo tempo, não trabalhou a bola, só chutão, não saiu jogando. Eles aproveitaram a bola alta. Mérito deles. Copa do Brasil é outra competição, temos que pensar positivo, erguer a cabeça que o próximo jogo é decisão”, afirmou o lateral, mais contindo que o goleiro Bruno.
"Foi empate com gosto de derrota. A gente tomou gol no finalzinho com o jogo praticamente na nossa mão, mas de pontinho em pontinho a gente vai chegar lá", disse o camisa 1.
“Dominamos o jogo. Tomamos o gol de empate no final. É só o começo, não precisa confundira as coisas. Agora é pensar na Copa do Brasil”, disse o atacante.
Na Copa do Brasil, o Palmeiras arrancou o empate em 2 a 2 contra o Atlético-PR, em Curitiba, e tem certa vantagem para o jogo de volta, nesta quarta, em Barueri. O lateral-direito Cicinho também espera que o tropeço na estreia não abale a sequência do time na outra competição.
“Nosso time, no segundo tempo, não trabalhou a bola, só chutão, não saiu jogando. Eles aproveitaram a bola alta. Mérito deles. Copa do Brasil é outra competição, temos que pensar positivo, erguer a cabeça que o próximo jogo é decisão”, afirmou o lateral, mais contindo que o goleiro Bruno.
"Foi empate com gosto de derrota. A gente tomou gol no finalzinho com o jogo praticamente na nossa mão, mas de pontinho em pontinho a gente vai chegar lá", disse o camisa 1.
Brasileiro tem dia discreto após atuações brilhantes, mas Blue Jays vencem de novo
Em sua terceira aparição na MLB, o brasileiro Yan Gomes não repetiu o desempenho brilhante dos dois jogos anteriores, mas comemorou mais uma vitória na principal liga de beisebol do mundo. Gomes foi três vezes ao bastão neste domingo e acabou eliminado em todas elas. Mesmo assim, o Toronto Blue Jays conseguiu bater o New York Mets por 2 a 0.
Gomes estreou na MLB na quinta-feira e fez história ao se tornar o primeiro jogador do Brasil a atuar na liga de beisebol. Em seu primeiro jogo, contra o Yankees, conseguiu duas rebatidas válidas. A segunda aparição foi ainda melhor: e bateu até um home run.
O curioso é que o Blue Jays ganhou os três jogos desde a estreia de Gomes. A equipe canadense encaixou cinco vitórias seguidas e começa até a sonhar com uma vaga nos playoffs.
Yan Gomes nasceu no Brasil, em São Paulo, mas se mudou ainda adolescente para os Estados Unidos, onde fez faculdade e continuou a jogar o beisebol, esporte que praticava desde criança em seu país de origem. Ele foi selecionado no draft da MLB em 2009 pelos Blue Jays.
Gomes estreou na MLB na quinta-feira e fez história ao se tornar o primeiro jogador do Brasil a atuar na liga de beisebol. Em seu primeiro jogo, contra o Yankees, conseguiu duas rebatidas válidas. A segunda aparição foi ainda melhor: e bateu até um home run.
O curioso é que o Blue Jays ganhou os três jogos desde a estreia de Gomes. A equipe canadense encaixou cinco vitórias seguidas e começa até a sonhar com uma vaga nos playoffs.
Yan Gomes nasceu no Brasil, em São Paulo, mas se mudou ainda adolescente para os Estados Unidos, onde fez faculdade e continuou a jogar o beisebol, esporte que praticava desde criança em seu país de origem. Ele foi selecionado no draft da MLB em 2009 pelos Blue Jays.
VÍDEO: Leinster domina, vence fácil o Ulster e conquista o bi da Heineken Cup
Neste sábado, no Twickenham Stadium, em Londres, o Leinster conquistou pela terceira vez a Heineken Cup ao bater com facilidade o Ulster por 42 a 14. Assim, a equipe norte-irlandesa se iguala ao Leicester Tigers como únicos bicampeões genuínos (Tigers em 2001 e 2002, Leinster em 2011 e 2012).
O Ulster começou na frente com o pênalti convertido por Ruan Pienaar, mas o Leinster abriu 14 a 3 com os tries anotados por Sean O’Brien e Cian Healy. O time irlandês diminuiu a desvantagem antes do intervalo com outra penalidade de Pienaar, mas a euforia logo foi conta pelo time favorito.
O Ulster começou na frente com o pênalti convertido por Ruan Pienaar, mas o Leinster abriu 14 a 3 com os tries anotados por Sean O’Brien e Cian Healy. O time irlandês diminuiu a desvantagem antes do intervalo com outra penalidade de Pienaar, mas a euforia logo foi conta pelo time favorito.
Assista aos melhores momentos da final no player acima
O Leinster tomou conta das ações durante o segundo inteiro e anotou mais dois tries com Heinke van der Merwe e Sean Cronin, além de três pênaltis convertidos por Johnny Sexton. Final, 42 a 14.
O Leinster se tornou o segundo maior vencedor da história da Heineken Cup, atrás apenas do Toulouse (quatro títulos e dois vices). Já o Ulster, campeão em 1999, ficou em segundo pela primeira vez.
Análise de Antonio Martoni Neto
Nem mesmo o mais fanático torcedor do Leinster poderia imaginar. O agora tricampeão europeu ratificou o favoritismo vencendo de forma incontestável por 42 a 14 os norte-irlandeses do Ulster, que tentaram todas as alternativas para neutralizar o avassalador ataque adversário. A equipe da Republica da Irlanda foi superior, e sua experiência foi importantíssima nos momentos mais críticos da partida.
O jogo começou com o Ulster dominando as ações, jogando de forma segura, tirando a velocidade e quebrando o ritmo. Coube a Ruan Piennar abrir o placar com um penal. Na sequência, após varias fases ofensivas e na primeira oportunidade, Sean O’Brien marcou o primeiro try da partida; Jonnie Sexton converteu, e o Ulster sentiu o golpe. O Leinster soube aproveitar o momento e num lance de genialidade de Brian O’Driscoll a bola foi passada para O’Brien, que acelerou. A jogada terminou nas mãos do pilar artilheiro Cian Healey, que não perdoou; segundo try do Leinster. Ainda no final do primeiro tempo, com um penal de muita distância, Pienaar diminuiu: 14 x 6 no intervalo.
O segundo tempo começou equilibrado com as jogadas ocorrendo no meio campo. O embate dos forwards continuava intenso até que num chute despretensioso Stephen Ferris introduziu a bola dentro de sua linha de 22 metros, passou para o jovem abertura Paddy Jackson, que não percebeu que sua equipe havia introduzido a bola no campo defensivo. Assustado, o abertura chutou para lateral, a bola saiu direta e com isso deu ótima oportunidade para o Leinster tentar mais um try; o lateral foi bem executado, o maul perfeito, e perto da linha de try a equipe do Ulster derrubou a formação, penal-try apontado.
Na sequência, Humphries entrou no lugar de Jackson; a substituição após grave erro abateu toda a equipe, que ainda mostrou forças para reagir com um try bem trabalhado por toda a equipe e concluído por Tuohy, esperança de reação para os norte-irlandeses.
Mas o Leinster mostrou porque é o atual campeão europeu: acelerou o jogo, fez substituições que mantiveram o ritmo da equipe e daí para frente dominou amplamente o adversário, marcando tries com Van der Merwe e finalizando com Sean Cronin.
Sean O’Brien foi eleito o melhor da partida; O’Driscoll, contra todos os prognósticos e no sacrifício - jogando com o ombro machucado - fez a diferença, e o Leinster entra para a história do rugby europeu. Como disse O’Driscoll após o jogo: “A dinastia do Leinster continua, que venha a próxima temporada, pois o Leinster brigará por mais um título”.
O Leinster se tornou o segundo maior vencedor da história da Heineken Cup, atrás apenas do Toulouse (quatro títulos e dois vices). Já o Ulster, campeão em 1999, ficou em segundo pela primeira vez.
Análise de Antonio Martoni Neto
Nem mesmo o mais fanático torcedor do Leinster poderia imaginar. O agora tricampeão europeu ratificou o favoritismo vencendo de forma incontestável por 42 a 14 os norte-irlandeses do Ulster, que tentaram todas as alternativas para neutralizar o avassalador ataque adversário. A equipe da Republica da Irlanda foi superior, e sua experiência foi importantíssima nos momentos mais críticos da partida.
O jogo começou com o Ulster dominando as ações, jogando de forma segura, tirando a velocidade e quebrando o ritmo. Coube a Ruan Piennar abrir o placar com um penal. Na sequência, após varias fases ofensivas e na primeira oportunidade, Sean O’Brien marcou o primeiro try da partida; Jonnie Sexton converteu, e o Ulster sentiu o golpe. O Leinster soube aproveitar o momento e num lance de genialidade de Brian O’Driscoll a bola foi passada para O’Brien, que acelerou. A jogada terminou nas mãos do pilar artilheiro Cian Healey, que não perdoou; segundo try do Leinster. Ainda no final do primeiro tempo, com um penal de muita distância, Pienaar diminuiu: 14 x 6 no intervalo.
O segundo tempo começou equilibrado com as jogadas ocorrendo no meio campo. O embate dos forwards continuava intenso até que num chute despretensioso Stephen Ferris introduziu a bola dentro de sua linha de 22 metros, passou para o jovem abertura Paddy Jackson, que não percebeu que sua equipe havia introduzido a bola no campo defensivo. Assustado, o abertura chutou para lateral, a bola saiu direta e com isso deu ótima oportunidade para o Leinster tentar mais um try; o lateral foi bem executado, o maul perfeito, e perto da linha de try a equipe do Ulster derrubou a formação, penal-try apontado.
Na sequência, Humphries entrou no lugar de Jackson; a substituição após grave erro abateu toda a equipe, que ainda mostrou forças para reagir com um try bem trabalhado por toda a equipe e concluído por Tuohy, esperança de reação para os norte-irlandeses.
Mas o Leinster mostrou porque é o atual campeão europeu: acelerou o jogo, fez substituições que mantiveram o ritmo da equipe e daí para frente dominou amplamente o adversário, marcando tries com Van der Merwe e finalizando com Sean Cronin.
Sean O’Brien foi eleito o melhor da partida; O’Driscoll, contra todos os prognósticos e no sacrifício - jogando com o ombro machucado - fez a diferença, e o Leinster entra para a história do rugby europeu. Como disse O’Driscoll após o jogo: “A dinastia do Leinster continua, que venha a próxima temporada, pois o Leinster brigará por mais um título”.
Rangers deslancham no fim e retomam a vantagem sobre os Devils na final do Leste da NHL
Com três gols no terceiro período, o New York Rangers venceu fora de casa o New Jersey Devils por 3 a 0 e retomou vantagem sobre o rival na decisão da Conferência Leste da NHL. Com o resultado, os Rangers fizeram 2 a 1 na série que define um dos finalistas da Stanley Cup.
Dan Girardi, Chris Kreider e Ryan Callahan marcaram para o time de Nova York. O jogo 4 da série acontece nesta segunda-feira, às 21h, outra vez em Nova Jersey. A partida será transmitida ao vivo pela ESPN e ESPN HD.
Se a série ainda está indefinida na final do Leste, a decisão do Oeste pode terminar ainda neste fim de semana. Com 3 a 0 na série, o Los Angeles Kings pode fechar o confronto contra o Phoenix Coyotes caso vença em casa neste domingo, às 16h, na ESPN e ESPN HD.
Dan Girardi, Chris Kreider e Ryan Callahan marcaram para o time de Nova York. O jogo 4 da série acontece nesta segunda-feira, às 21h, outra vez em Nova Jersey. A partida será transmitida ao vivo pela ESPN e ESPN HD.
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Se a série ainda está indefinida na final do Leste, a decisão do Oeste pode terminar ainda neste fim de semana. Com 3 a 0 na série, o Los Angeles Kings pode fechar o confronto contra o Phoenix Coyotes caso vença em casa neste domingo, às 16h, na ESPN e ESPN HD.
Briscoe é pole das 500 Milhas de Indianápolis; Barrichello larga em décimo
O australiano Ryan Briscoe conquistou neste sábado a pole para as 500 Milhas de Indianápolis, prova mais tradicional do automobilismo. O piloto da Penske foi o mais rápido no Pole Day; o canadense James Hinchcliffe largará em segundo, e Ryan Hunter-Reay fecha a primeira fila com o terceiro lugar.
A seguna fila terá Marco Andretti, o líder da temporada Will Power, e Helio Castroneves, melhor representante brasileiro no grid de largada.
O novato Josef Newgarden larga em sétimo, seguido por Tony Kanaan e EJ Viso, último colocado entre os pilotos que foram para a disputa da pole no centenário Indianapolis Motorspeedway.
A seguna fila terá Marco Andretti, o líder da temporada Will Power, e Helio Castroneves, melhor representante brasileiro no grid de largada.
O novato Josef Newgarden larga em sétimo, seguido por Tony Kanaan e EJ Viso, último colocado entre os pilotos que foram para a disputa da pole no centenário Indianapolis Motorspeedway.
Australiano Briscoe largará na pole em Indianápolis
Crédito da imagem: Reuters
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Em sua estreia nas 500 Milhas de Indianápolis, Rubens Barrichello conquistou sua melhor posição de largada até agora na Indy. O brasileiro sairá da décima colocação na mais tradicional prova do automobilismo, marcada para o dia 27 deste mês.
Barrichello conseguiu a média de 224, 264 milhas por hora nas quatro voltas rápidas que deu no treino de classificação; o melhor da primeira fase foi o canadense James Hinchcliffe, com 225,746. Os nove primeiros colocados avançaram para a disputa da pole.
Rubens Barrichello durante os treinos para as 500 Milhas de Indianápolis
Crédito da imagem: Reuters
Crédito da imagem: Reuters
Renan Barão disputa cinturão interino do UFC contra Faber
Olá fãs de esportes,
Uma lesão no joelho obrigou o campeão dos pesos galos do UFC, Dominick Cruz, a se ausentar do octagon por um bom tempo, adiando sua defesa de título contra Urijah Faber, que estava marcada para o dia 07 de julho, no UFC 148.
Com isso, a direção do evento decidiu colocar em jogo um cinturão interino, e Faber irá disputá-lo contra Renan Barão.
O brasileiro já iria participar do show, onde enfrentaria Ivan Menjivar. O atleta da Kimura/Nova União foi remanejado para a disputa, em um duelo que foi anunciado esta noite por Dana White no episódio ao vivo do “The Ultimate Fighter” nos EUA.
Esta será a quarta luta de Barão no UFC. O lutador está invicto há 29 combates, já que perdeu apenas em sua estreia no MMA, vencendo 28 lutas seguintes e acumulando ainda um No Contest.
Acho que é uma excelente aposta brasileira para conquistar mais um cinturão do evento.
Com esta mudança, o card do UFC 148, que será realizado em Las Vegas, é o seguinte:
Anderson Silva vs. Chael Sonnen
Renan Barão vs. Urijah Faber
Forrest Griffin vs. Tito Ortiz
Rich Franklin vs. Cung Le
Dong Hyun Kim vs. Demian Maia
Khabib Nurmagomedov vs. Gleison Tibau
Riki Fukuda vs. Constantinos Philippou
Fabricio Camões vs. Melvin Guillard
John Alessio vs. Shane Roller
Chelsea campeão da Liga: 'bullying' nas chuteiras do espetáculo
Chelsea sai da fila e levanta pela primeira vez a cobiçada Liga dos Campeões da Europa, o torneio interclubes mais badalado do planeta.
Nos pênaltis. E não poderia mesmo ser diferente, já que pouco fez em campo, a não ser montar um paredão com oito ou nove jogadores na defesa, como aconteceu contra o Barcelona nas semifinais, e seja o que Deus quiser.
Os adoradores das chuteiras pragmáticas certamente estão eufóricos. O importante é vencer, não importa como.
Tudo bem que o Bayern de Munique não foi nenhuma maravilha, achou que o doce de leite já estava no ponto aos 37min do segundo tempo, bobeou e tomou o empate.
Na prorrogação, perdeu um pênalti logo de cara, com o ‘herói inglês’ Robbin, e depois dançou na loteria final das cobranças.
Os Blues, com o brilhante Drogba na frente e o capacete de ouro Petr Cech sob o gol, fizeram a festa no Allianz Arena, a casa do chucrute.
Cada jogador do Chelsea deverá receber R$ 1 milhão de prêmio do ex-seminarista Roman Abramovich pelo triunfo do sensacional futebol de resultados, do saboroso grito ‘defense, defense, defense...’
O Chelsea venceu, o esporte perdeu. Espera-se apenas que o time inglês não continue servindo de 'bullying' para as chuteiras do espetáculo.
########
Chimarrão e chucrute. O imortal Grêmio torceu barbaridades pela conquista do Chelsea. Explica-se: poderá contar com o Bayern de Munique na inauguração da Arena, em 8 de dezembro. Se os alemães devorassem os ingleses, o amistoso iria para o brejo porque seriam obrigados a disputar o Mundial de Clubes. Azar do Hamburgo, que figurava como regra três e perderá um bom cachê.
Sugismundo Freud. Pelo andar da carruagem, a roda é de pedra.
Túnel do tempo. O Brasil foi devidamente lembrado pela mídia espanhola após a vitória do Chelsea sobre o Bayern de Munique. O espanhol ‘As’ sapecou a manchete: ‘Maracanazo azul’. Um referência ao enxoval inglês e à perda da Copa de 50 da seleção brasileira para o Uruguai. Faz sentido.
Twitface. Santos, Fluminense, Corinthians e Vasco: quem tem mais condições de bater o Chelsea no Mundial da mamãe Fifa se conquistar a Libertadores?
Gilete press. Do técnico Di Matteo, ao canal alemão ‘SAT 1‘: “Foi um triunfo histórico. É a primeira vez que ganhamos a Liga dos Campeões. O Bayern jogou bem e teve mais chances. Mas quando se chega aos pênaltis, é uma loteria, e tivemos mais sorte." Matou a charada.
Tititi d’Aline. O Bayern repetiu o fiasco da Roma, que também perdeu o título em casa, em 1984. O Real Madrid (1957) e a Inter de Milão (1965) foram os únicos que deram a volta olímpica em casa.
Você sabia que... o Bayern de Munique havia vencido as quatro decisões que disputara nos pênaltis em competições europeias?
Bola de ouro. Roberto di Matteo. O italiano pegou uma tremenda batata quente, mas não se queimou. Ao contrário. Tratou de temperá-la, mesmo como cozinheiro interino, e serviu um jantar campeão aos torcedores do Chelsea.
Bola de latão. Robben. Mais uma vez, o holandês perdeu um pênalti e entregou a rapadura.
Bola de lixo. Cambistas. Venderam gato por lebre: ingresso da decisão da Liga feminina para o jogo dos marmanjos.
Bola sete. “Toda equipe tem o direito de jogar do jeito que pode e sabe. O que não se deve é enaltecer o futebol medíocre por causa de uma vitória” (do pequeno grande Tostão, na ‘Folha’, após o Chelsea eliminar o Barcelona nas semifinais da Champions – no alvo).
Dúvida pertinente. Chelsea e Corinthians, tudo a ver no pragmatismo?
Nos pênaltis. E não poderia mesmo ser diferente, já que pouco fez em campo, a não ser montar um paredão com oito ou nove jogadores na defesa, como aconteceu contra o Barcelona nas semifinais, e seja o que Deus quiser.
Os adoradores das chuteiras pragmáticas certamente estão eufóricos. O importante é vencer, não importa como.
Tudo bem que o Bayern de Munique não foi nenhuma maravilha, achou que o doce de leite já estava no ponto aos 37min do segundo tempo, bobeou e tomou o empate.
Na prorrogação, perdeu um pênalti logo de cara, com o ‘herói inglês’ Robbin, e depois dançou na loteria final das cobranças.
Os Blues, com o brilhante Drogba na frente e o capacete de ouro Petr Cech sob o gol, fizeram a festa no Allianz Arena, a casa do chucrute.
Cada jogador do Chelsea deverá receber R$ 1 milhão de prêmio do ex-seminarista Roman Abramovich pelo triunfo do sensacional futebol de resultados, do saboroso grito ‘defense, defense, defense...’
O Chelsea venceu, o esporte perdeu. Espera-se apenas que o time inglês não continue servindo de 'bullying' para as chuteiras do espetáculo.
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Chimarrão e chucrute. O imortal Grêmio torceu barbaridades pela conquista do Chelsea. Explica-se: poderá contar com o Bayern de Munique na inauguração da Arena, em 8 de dezembro. Se os alemães devorassem os ingleses, o amistoso iria para o brejo porque seriam obrigados a disputar o Mundial de Clubes. Azar do Hamburgo, que figurava como regra três e perderá um bom cachê.
Sugismundo Freud. Pelo andar da carruagem, a roda é de pedra.
Túnel do tempo. O Brasil foi devidamente lembrado pela mídia espanhola após a vitória do Chelsea sobre o Bayern de Munique. O espanhol ‘As’ sapecou a manchete: ‘Maracanazo azul’. Um referência ao enxoval inglês e à perda da Copa de 50 da seleção brasileira para o Uruguai. Faz sentido.
Twitface. Santos, Fluminense, Corinthians e Vasco: quem tem mais condições de bater o Chelsea no Mundial da mamãe Fifa se conquistar a Libertadores?
Gilete press. Do técnico Di Matteo, ao canal alemão ‘SAT 1‘: “Foi um triunfo histórico. É a primeira vez que ganhamos a Liga dos Campeões. O Bayern jogou bem e teve mais chances. Mas quando se chega aos pênaltis, é uma loteria, e tivemos mais sorte." Matou a charada.
Tititi d’Aline. O Bayern repetiu o fiasco da Roma, que também perdeu o título em casa, em 1984. O Real Madrid (1957) e a Inter de Milão (1965) foram os únicos que deram a volta olímpica em casa.
Você sabia que... o Bayern de Munique havia vencido as quatro decisões que disputara nos pênaltis em competições europeias?
Bola de ouro. Roberto di Matteo. O italiano pegou uma tremenda batata quente, mas não se queimou. Ao contrário. Tratou de temperá-la, mesmo como cozinheiro interino, e serviu um jantar campeão aos torcedores do Chelsea.
Bola de latão. Robben. Mais uma vez, o holandês perdeu um pênalti e entregou a rapadura.
Bola de lixo. Cambistas. Venderam gato por lebre: ingresso da decisão da Liga feminina para o jogo dos marmanjos.
Bola sete. “Toda equipe tem o direito de jogar do jeito que pode e sabe. O que não se deve é enaltecer o futebol medíocre por causa de uma vitória” (do pequeno grande Tostão, na ‘Folha’, após o Chelsea eliminar o Barcelona nas semifinais da Champions – no alvo).
Dúvida pertinente. Chelsea e Corinthians, tudo a ver no pragmatismo?
VÍDEO: Saiba como e de onde são feitos os programas da ESPN em Munique
Veja a estrutura montada na cidade da decisão para as transmissões dos programas dos canais ESPN, com um estúdio perto do estádio que receberá Bayern Munique x Chelsea.
Terraço de prédio vizinho ao estádio recebe o estúdio dos canais ESPN
VÍDEO: Nos pênaltis, Chelsea vence Bayern, cala Munique e é campeão da Champions pela primeira vez
Uma aplicação tática impressionante, uma decepção enorme dos donos da casa e festa inglesa na Alemanha. O Chelsea surpreendeu o Bayern de Munique, venceu nos pênaltis por 4 a 3, após empate por 1 a 1, neste sábado, no estádio Allianz Arena, em Munique, e se tornou campeão da Champions League pela primeira vez na história.
Drogba, que já havia balançado a rede no tempo normal, converteu o pênalti decisivo e foi eleito o melhor jogador da final. Olic e Schweinsteiger perderam as cobranças para o Bayern - o atacante parou nas mãos de Cech, e o meia chutou na trave - enquanto Mata errou para o Chelsea. David Luiz, Lampard, Ashley Cole e Drogba acertaram para os ingleses, e Lahm, Gómez e Neuer fizeram para os alemães.
No tempo normal, apesar da pressão do Bayern do início ao fim, o sistema defensivo do Chelsea só foi superado aos 37 minutos do segundo tempo, com um gol de cabeça de Muller após cruzamento de Schweinsteiger. No entanto, Drogba empatou o confronto aos 42. Na prorrogação, nada de gols, e a decisão acabou mesmo nos pênaltis.
Depois da frustração pela derrota na final de 2008 para o Manchester United nos pênaltis, o Chelsea conseguiu justamente da mesma forma a sua redenção. Com isso, o time dos experientes Drogba, Lampard, Terry e Cech atingiu o objetivo que perseguia desde que o bilionário russo Roman Abramovic comprou o clube.
Os dois times tinham desfalques para a decisão, e o Bayern, que não contava Badstuber, Alaba e Luiz Gustavo suspensos, teve como principal novidade a entrada de Contento na lateral esquerda. No Chelsea, David Luiz voltou a jogar e foi titular após se recuperar de lesão. A surpresa foi a entrada do lateral Bertrand, que atuou improvisado no meio-campo. As ausências foram Ramires, Terry e Ivanovic, todos suspensos.
Desde antes do apito inicial, o barulho da torcida do Bayern era mais forte do que a do Chelsea. Aliás, o comportamento dos torcedores nas arquibancadas era bem parecido com o dos times dentro de campo. Enquanto os alemães pressionavam e cantavam mais alto, os ingleses tentavam respostas nos contra-ataques e em gritos esporádicos. Apesar de jogar em casa, o time da casa não tinha uma maioria esmagadora de torcedores no estádio, já que a Uefa divide os ingressos para as duas equipes de forma igual.
Os alemães tiveram o domínio da partida desde o início e criaram as principais chances, mas acabaram falahando nas finalizações. Na primeira delas, Robben exigiu grande defesa de Cech e pouco depois Muller errou o chute. Mas a portunidade mais clara do primeiro tempo, aos 42 minutos, foi desperdiçada por Mario Gómez, que chutou torto após fazer boa jogada.
Na segunda etapa, o panorama do duelo continuou o mesmo. O Bayern cada vez mais aumentando a pressão, enquanto o Chelsea se defendia e tentava os contra-ataques. Ribéry chegou a balançar a rede para o time alemão após chute de Robben, mas a arbitragem anulou apontando impedimento do francês.
Apesar da enorme vantagem de posse de bola e de ficarem no campo de ataque durante quase todo o tempo, os donos da casa tinham dificuldades para encontrar espaços no sólido sistema defensivo dos visitantes.
Mas a insistência deu certo aos 37 minutos, quando Thomas Muller marcou de cabeça após cruzamento de Schweinsteiger, para delírio dos torcedores.
O tempo extra começou com a mesma emoção que terminou os 90 minutos. Logo no inicio, Drogba cometeu pênalti em Ribéry. Porém, aos 4 minutos, o goleiro Cech defendeu a cobrança de Robben.
O Bayern manteve o domínio da posse de bola, mas criou poucas chances, e a Champions League 2011/2012 acabou mesmo sendo decidida nos pênaltis. FICHA TÉCNICA:
BAYERN DE MUNIQUE 1 x 1 CHELSEA (3x4 nos pênaltis)
Local: Allianz Arena, em Munique (ALE)
Data: 19 de maio de 2012
Horário: 15h45
Árbitro: Pedro Proença (POR)
Assistentes: Bertino Miranda e Ricardo Santos (ambos POR)
Cartões amarelos: Schweinsteiger (Bayern); Ashley Cole, David Luiz, Drogba e Fernando Torres (Chelsea)
Gols: Thomas Muller, aos 39 minutos e Didier Drogba, aos 43 do segundo tempo
Nos pênaltis: David Luiz, Lampard, Cole e Drogba (Chelsea); Lahm, Gómez e Neuer (Bayern)
BAYERN DE MUNIQUE: Neuer; Lahm, Boateng, Tymoshchuk e Contento; Schweinteiger, Kroos; Robben, Muller (Van Buyten) e Ribéry (Olic); Gómez
Técnico: Juup Heynckes
CHELSEA: Cech; Bosingwa, Cahill, David Luiz e Ashley Cole; Mikel, Lampard, Bertrand (Malouda); Mata, Drogba e Kalou (Torres)
Técnico: Roberto di Matteo
Drogba, que já havia balançado a rede no tempo normal, converteu o pênalti decisivo e foi eleito o melhor jogador da final. Olic e Schweinsteiger perderam as cobranças para o Bayern - o atacante parou nas mãos de Cech, e o meia chutou na trave - enquanto Mata errou para o Chelsea. David Luiz, Lampard, Ashley Cole e Drogba acertaram para os ingleses, e Lahm, Gómez e Neuer fizeram para os alemães.
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No tempo normal, apesar da pressão do Bayern do início ao fim, o sistema defensivo do Chelsea só foi superado aos 37 minutos do segundo tempo, com um gol de cabeça de Muller após cruzamento de Schweinsteiger. No entanto, Drogba empatou o confronto aos 42. Na prorrogação, nada de gols, e a decisão acabou mesmo nos pênaltis.
Clique no player para assistir aos gols da partida!
Com a mesma aplicação tática que surpreendeu e eliminou o favorito Barcelona nas semifinais, o Chelsea teve bom desempenho defensivo na decisão, levou o duelo para os pênaltis e calou Munique neste sábado.Depois da frustração pela derrota na final de 2008 para o Manchester United nos pênaltis, o Chelsea conseguiu justamente da mesma forma a sua redenção. Com isso, o time dos experientes Drogba, Lampard, Terry e Cech atingiu o objetivo que perseguia desde que o bilionário russo Roman Abramovic comprou o clube.
Drogba festeja após o gol que levou a decisão para o tempo extra
Crédito da imagem: Reuters
O jogoCrédito da imagem: Reuters
Os dois times tinham desfalques para a decisão, e o Bayern, que não contava Badstuber, Alaba e Luiz Gustavo suspensos, teve como principal novidade a entrada de Contento na lateral esquerda. No Chelsea, David Luiz voltou a jogar e foi titular após se recuperar de lesão. A surpresa foi a entrada do lateral Bertrand, que atuou improvisado no meio-campo. As ausências foram Ramires, Terry e Ivanovic, todos suspensos.
Desde antes do apito inicial, o barulho da torcida do Bayern era mais forte do que a do Chelsea. Aliás, o comportamento dos torcedores nas arquibancadas era bem parecido com o dos times dentro de campo. Enquanto os alemães pressionavam e cantavam mais alto, os ingleses tentavam respostas nos contra-ataques e em gritos esporádicos. Apesar de jogar em casa, o time da casa não tinha uma maioria esmagadora de torcedores no estádio, já que a Uefa divide os ingressos para as duas equipes de forma igual.
Os alemães tiveram o domínio da partida desde o início e criaram as principais chances, mas acabaram falahando nas finalizações. Na primeira delas, Robben exigiu grande defesa de Cech e pouco depois Muller errou o chute. Mas a portunidade mais clara do primeiro tempo, aos 42 minutos, foi desperdiçada por Mario Gómez, que chutou torto após fazer boa jogada.
Peter Cech pega pênalti cobrado por Robben na prorrogação
Crédito da imagem: Reuters
Com uma postura defensiva, o Chelsea só acertou o gol em um chute de Kalou, que foi tranquilamente defendido pelo goleiro Neuer. Mesmo sem a equipe conseguir oferecer perigo ao adversário, os torcedores ingleses tentavam abafar os gritos dos alemães as arquibancadas. No banco, o técnico Roberto Di Matteo se mostrava mais agitado do que Jupp Heyckes, tentando corrigir o posicionamento do time para fechar todos os espaços.Crédito da imagem: Reuters
Na segunda etapa, o panorama do duelo continuou o mesmo. O Bayern cada vez mais aumentando a pressão, enquanto o Chelsea se defendia e tentava os contra-ataques. Ribéry chegou a balançar a rede para o time alemão após chute de Robben, mas a arbitragem anulou apontando impedimento do francês.
Apesar da enorme vantagem de posse de bola e de ficarem no campo de ataque durante quase todo o tempo, os donos da casa tinham dificuldades para encontrar espaços no sólido sistema defensivo dos visitantes.
Mas a insistência deu certo aos 37 minutos, quando Thomas Muller marcou de cabeça após cruzamento de Schweinsteiger, para delírio dos torcedores.
Thomas Muller comemora o gol do Bayern, que abriu o placar em Munique
Crédito da imagem: Reuters
O título estava perto e a festa parecia pronta, mas Drogba provou a sua qualidade mais uma vez. Aos 42 mintuos, o atacante marfinense aproveitou cobrança de escanteio de Mata e cabeceou para fazer o gol e empatar a partida, levando a final para a prorrogação.Crédito da imagem: Reuters
O tempo extra começou com a mesma emoção que terminou os 90 minutos. Logo no inicio, Drogba cometeu pênalti em Ribéry. Porém, aos 4 minutos, o goleiro Cech defendeu a cobrança de Robben.
O Bayern manteve o domínio da posse de bola, mas criou poucas chances, e a Champions League 2011/2012 acabou mesmo sendo decidida nos pênaltis. FICHA TÉCNICA:
BAYERN DE MUNIQUE 1 x 1 CHELSEA (3x4 nos pênaltis)
Local: Allianz Arena, em Munique (ALE)
Data: 19 de maio de 2012
Horário: 15h45
Árbitro: Pedro Proença (POR)
Assistentes: Bertino Miranda e Ricardo Santos (ambos POR)
Cartões amarelos: Schweinsteiger (Bayern); Ashley Cole, David Luiz, Drogba e Fernando Torres (Chelsea)
Gols: Thomas Muller, aos 39 minutos e Didier Drogba, aos 43 do segundo tempo
Nos pênaltis: David Luiz, Lampard, Cole e Drogba (Chelsea); Lahm, Gómez e Neuer (Bayern)
BAYERN DE MUNIQUE: Neuer; Lahm, Boateng, Tymoshchuk e Contento; Schweinteiger, Kroos; Robben, Muller (Van Buyten) e Ribéry (Olic); Gómez
Técnico: Juup Heynckes
CHELSEA: Cech; Bosingwa, Cahill, David Luiz e Ashley Cole; Mikel, Lampard, Bertrand (Malouda); Mata, Drogba e Kalou (Torres)
Técnico: Roberto di Matteo
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