sábado, 19 de maio de 2012

Brasileirão Série A


18h30 Palmeiras 1x1 Portuguesa
18h30 Sport 1x1 Flamengo
21h00 Figueirense 2x1 Náutico

Brasilerão Série B


16h20 América-RN 5x2 Goiás
16h20 Paraná Clube 1x1 Guarani
16h20 Boa 2x2 Avaí
16h20 Barueri 0x1 Vitória
16h20 Joinville 1x4 Atlético-PR
16h20 Criciúma 4x1 Guaratinguetá
21h00 São Caetano 0x1 ASA

Liga dos Campeões

15h45 (3)Bayern de Munique 1x1 Chelsea(4)

Argentino - Clausura


14h00 Banfield 0x3 Estudiantes
16h10 All Boys 1x0 San Martín
20h20 Union de santa  fé 1x0 San Lorenzo

Hermanos colocam Santos e Fluminense para dançar o tango

Não tem choro nem vela. O samba dançou em Buenos Aires. Quem deu as cartas no salão do mata-mata da Libertadores foi o tango.

Vélez Sarsfield e Boca Juniors saíram na frente contra Santos e Fluminense, respectivamente, no primeiro tiroteio das quartas de final.

Com Neymar em noite de peladeiro, o time paulista decepcionou no estádio José Amalfitani. Limitou-se a medíocres cinco chutes a gol contra o Velez e, pela primeira vez desde a hecatombe contra o Barcelona, passou em branco.

Se houvesse um tiquinho de justiça no mundo encantado das chuteiras, o Peixe certamente voltaria para o aquário com dois anzóis na boca.

No alçapão de La Bombonera, o Fluminense sucumbiu diante do Boca, um ‘bicho-papão’ que vai ganhando corpo, ainda mais quando conta com o apoio do apito amigo.

Sem as estrelas Deco e Fred ‘Slater’, lesionados, e com um jogador a menos desde os 33min de jogo (Carlinhos foi expulso), o time carioca só não está na UTI por causa do goleiro Diego Cavalieri. Ele pegou até pensamento.

Agora, Tricolor e Santos terão de ganhar por dois gols de vantagem para avançar, ou por 1 a 0, levando a decisão para a loteria dos pênaltis. Já os argentinos jogarão pelo empate, ou derrota por um gol de diferença, desde que façam um.

Pela Copa do Brasil, o Grêmio aproveitou a ressaca do Bahêa, venceu por 2 a 1, de virada, e manteve os 100% no torneio. Só perderá a vaga na semi se tomar um porre de chimarrão com etanol.
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A vida é bela. Nada contra, ao contrário. Mas não deixa de ser quiçá interessante e, porque não dizer, extremamente educativa. O novo rei da cocada queimada, o arroz de festa José Maria Marin, deu a si mesmo um reajuste salarial, passando de R$ 90 mil para R$ 160 mil na folha de pagamentos do Circo Brasileiro de Futebol – os funcionários ganham em média R$ 70 mil. Já o novo presidente da França, François Hollande, reduziu em 30% seu ganha pão, passando a receber 13 mil euros (R$ 32.500). Sua equipe de trabalho também sofreu um arrocho no holerite, terá de rejeitar presentes com valor superior a 150 euros (R$ 375) e vai andar de trem em viagens inferiores a três horas.

Sugismundo Freud. Não há saída: é necessário aprender a aprender.

Zapping. Placar do ibope da bola: Vasco/Corinthians 28 x 8 São Paulo/Goiás. O primeiro duelo entre cariocas e paulistas, pelas quartas de final da Libertadores, rendeu à plim-plim a segunda maior audiência desta temporada na grande Pauliceia desvairada e largada. Perdeu apenas para os 29 pontos de Corinthians x Emelec, uma semana atrás. Ano passado, o embate Santos x Once Caldas, também pelas quartas do torneio continental, amealhou 22 pontos na primeira troca de tiros e 26 na segunda partida. Na Band, a vitória do Tricolor cravou um ponto a mais que Palmeiras x Paraná, pelas oitavas.

Twitface. Aos olhos de lince da mídia caolha: o tira-teima da plim-plim não é manipulado por nenhum gavião.

Rei da graviola. O cartaz de Deivid no ninho do urubu lembra o sucesso de bilheteria do filme ‘... E o Vento Levou’. O atacante é tão imprescindível, mas tão importante que, se aparecer alguém no pedaço interessado em levá-lo, o Flamengo não vai fazer a mínima força para segurá-lo. O problema será convencê-lo a deixar a Gávea, já que o clube lhe deve uma boa grana, algo em torno de R$ 6 milhões. O acerto de contas já estaria na Justiça.

Dois toques. Levantamento do Circo Brasileiro de Futebol apontou 700 estádios espalhados pelo país, a maioria com capacidade para cinco mil torcedores.

Mega-Sena. O Fluminense festeja o ótimo prêmio que receberá da bondosa federação pela conquista do Carioquinha: R$ 700 mil. Grana mais que suficiente para sanar as dívidas com... a padaria mais próxima das Laranjeiras. O tricampeão Santos embolsará quase quatro vezes mais pelo Paulistinha, o que também não é lá essas coisas, pelo faturamento que proporciona à FPF.

Tiro curto. Na surdina, Grêmio tenta tirar Diego Souza do Vasco.

No bico da chuteira. O Corinthians, com 15,6% dos votos, lidera a lista de favoritos ao título do Brasileirão deste ano, de acordo com pesquisa do ‘Globo.com’ entre os jogadores. Depois, vêm Santos (14,6%), São Paulo (10,1%), Saci colorado (9,4%) e Fluminense (7,3%). Participaram 334 atletas de 23 times. Entre os artistas que defendem clubes paulistas, o ‘bando de loucos’ obteve 73 votos, 12 a mais que o Santos. O soberano São Paulo ganhou 48. Não há dúvida: o futebol é uma caixinha de surpresas.

Gilete press. De Marcelo Damato, no ‘Lance’: “A Globo não pretende exibir o Santos sem Neymar e Ganso. A emissora escolheu os jogos do Santos sempre fora do período de convocação para a seleção. Durante as Olimpíadas, nenhum jogo do campeão paulista será exibido. A emissora avalia que o atacante atrai mais público que o clube.” Futebol do Santos aqui você só vê com Neymar.

Tititi d’Aline. O Galinho anda todo prosa: ‘Zico, uma lição de vida’, de Marcus Vinicius Bucar Nunes, ganhou edição em inglês e será lançado na Feira do Livro de Nova York, em 8 de junho.

Você sabia que... o ‘professor’ Levir Culpi pediu apenas R$ 600 mil por mês para trabalhar na Raposa?

Bola de ouro. Ruben Magnano. O argentino deu um bico no ‘ame-o ou deixe-o’ e garantiu mais uma chance a Nenê e Leandrinho na cesta da seleção.

Bola de latão. Michael Schumacher. Pesquisa entre alemães (55,4%) mostra que o heptacampeão mundial queima óleo e deve deixar o circo.

Bola de lixo. ‘Professores’ sergipanos. Celso Teixeira (Itabaiana) e Gilberto Pereira (Confiança) trocaram carícias após expulsão no primeiro jogo da final do estadual. Desta vez, os jogadores formaram a turma do deixa disso.

Bola sete. “Bandeirinha que anulou o gol do Vasco é convocado para CPI. Em manobra política arrojada, os vascaínos Sérgio Cabral e Eduardo Paes conseguiram aprovar a convocação de Alessandro Rocha Matos” (do impagável ‘Piauí Herald’ – desce o pano!).

Dúvida pertinente. É tira-teima ou bota-teima?

Euro 2012: Grécia mantém estilo, mas não crê em novo milagre

Em 2004, a Grécia estreou contra os donos da casa no caminho para uma das conquistas mais inesperadas da história do esporte. Apesar da coincidência em 2012 - o primeiro jogo do grupo A será contra os poloneses -, é difícil acreditar que seja possível repetir a façanha de oito anos atrás.

Renovar a seleção não tem sido tarefa simples para o técnico Fernando Santos, que substituiu Otto Rehhagel após a Copa do Mundo de 2010. Veteranos como Katsouranis, Karagounis e Liberopoulos continuam por lá, e por pouco não sobrou até um lugar para Charisteas, o herói de Lisboa, que chegou a ser chamado pelo treinador português, mas não apareceu na lista prévia de 25 nomes.

A maneira de atuar não mudou muito desde a saída de Rehhagel. A Grécia segue sendo uma seleção baseada em um forte esquema defensivo. Classificou-se invicta nas eliminatórias, à frente de Croácia e Israel, e sofreu apenas cinco gols em 10 partidas. Mais do que filosofia, a retranca é uma necessidade para uma seleção que sofre para produzir ofensivamente.

Os 14 gols marcados no qualificatório representam o pior número entre as seleções classificadas. No 4-3-3, Gekas atua como referência na área, mas já não tem o desempenho de outros tempos - como quando foi artilheiro das eliminatórias europeias do Mundial de 2010. Samaras, que atua pelos lados, não é exatamente um goleador: marcou apenas sete vezes em 52 jogos pela seleção nacional.

A defesa, em contrapartida, oferece boas alternativas. Avraam Papadopoulos, do Olympiacos, é nome certo na zaga, após ser eleito o jogador do ano no futebol grego. A princípio, ele formaria dupla com Sokratis Papastathopoulos, do Werder Bremen, mas a ascensão do jovem Kyriakos Papadopoulos, do Schalke 04, deve deixar dúvidas para Santos.

Os laterais Torosidis e Holebas também são confiáveis, e ainda respondem por boa parte da produção ofensiva da equipe, com liberdade para apoiar, como fazem no Olympiacos. Holebas fez carreira no futebol da Alemanha, onde nasceu, mas se qualifica para defender a Grécia por causa do pai grego (a mãe é uruguaia). Ele também pode atuar na meia ou na ponta-esquerda, se necessário.

Fique de olho - Sotiris Ninis é considerado uma das maiores joias do futebol grego. Aos 22 anos, o meia-direita do Panathinaikos já é um jogador experiente, tendo estreado pelo clube aos 17 anos e pela seleção aos 18 - marcando em um amistoso contra o Chipre.

Em 2010, o baixinho integrou o elenco na Copa do Mundo, mas Rehhagel não parecia plenamente convencido, sobretudo por uma certa displicência sem a bola. Foi reserva e entrou duas vezes no segundo tempo. Desde então, mostrou grande amadurecimento.

Santos transformou Ninis em uma de suas peças fundamentais, mas por pouco as expectativas não foram frustradas por uma grave lesão no joelho sofrida em setembro. Ele retornou a tempo de terminar a temporada e confirmar seu lugar entre os convocados.

Armador com boa visão de jogo, Ninis também é conhecido por seu talento para chutes de fora da área, qualidade fundamental para uma equipe que não tem atacantes em grande momento.

O comandante - Substituir o homem que alcançou um feito praticamente inigualável não era tarefa simples para Fernando Santos, mas o português não caiu de paraquedas na função.

O treinador de 57 anos tem vasta experiência no futebol grego, tendo dirigido alguns dos principais times do país, como AEK, Panathinaikos e PAOK. Está, portanto, plenamente adaptado ao estilo de vida e à cultura do país, e é sempre visto nos estádios observando os atletas. Sob seu comando, a seleção só perdeu uma vez, em um amistoso contra a Romênia no ano passado.

Sem medo de fazer experiências, Santos convocou 55 jogadores desde que assumiu, 18 deles pela primeira vez. A capacidade de exercer o trabalho tático vem em primeiro lugar na avaliação do técnico. "Se tivéssemos um Messi na Grécia, talvez fosse diferente", alega o técnico, que já dirigiu os três principais times de seu país.

Os pré-convocados (dois serão cortados):
Goleiros: Kostas Chalkias (PAOK), Michalis Sifakis (Aris), Alexis Tzorvas (Palermo/ITA);

Defensores: Avraam Papadopoulos (Olympiacos), Sokratis Papastathopoulos (Werder Bremen/ALE), Vassilis Torosidis (Olympiacos), José Holebas (Olympiacos), Stelios Malezas (PAOK), Yiannis Maniatis (Olympiacos), Giorgos Tzavellas (Monaco/FRA), Kyriakos Papadopoulos (Schalke 04/ALE);

Meio-campistas: Yiannis Fetfatzidis (Olympiacos), Grigoris Makos (AEK), Costas Katsouranis (Panathinaikos), Giorgos Fotakis (PAOK), Costas Fortounis (Kaiserslautern/ALE), Giorgos Karagounis (Panathinaikos), Alexandros Tziolis (Monaco/FRA), Sotiris Ninis (Panathinaikos), Panayiotis Kone (Bologna/ITA);

Atacantes: Georgios Samaras (Celtic/ESC), Dimitris Salpingidis (PAOK), Costas Mitroglou (Olympiacos), Nikos Liberopoulos (AEK), Fanis Gekas (Samsunspor/TUR).

Ouça as partidas da Eurocopa a partir do dia 8 de junho pela Rádio Estadão/ESPN, e acompanhe diariamente o Fora de Jogo especial na ESPN e ESPN HD.

Neymar apanhou feito gente grande - e foi bom pra ele...

Tava na cara... Depois de algumas molezas pelo Paulistinha (e uma vitoria um tanto quanto ilusória sobre o Sao Paulo...), o Santos tinha tudo para se dar mal no seu primeiro jogo graúdo do ano - contra o Velez, num mata-mata de Libertadores, na Argentina.

O time de Muricy foi de novo levado às nuvens nos últimos dias. Neymar então... Por seus próprios méritos, passou a ser comparado de novo com Messi, terminou o Estadual tricampeão e artilheiro, etc. Voltou a dura realidade do futebol em Buenos Aires - a derrota de 1 x 0 pode significar o fim do sonho do bicampeonato sul-americano para o Santos.

E a volta do Santos à realidade pode ser simbolizada pela volta de Neymar à realidade. A blindagem ao grande talento do futebol nacional, estimulada pela diretoria e comissão técnica do Santos e encampada pela midia, no fim das contas joga contra o camisa 11 do Santos.

A forma pela qual Neymar passou a ser tratado pelos árbitros brasileiros é fictícia e prejudicial. No Brasil, e sobretudo em São Paulo, é proibido encostar en Neymar. Chegou junto, amarelo ou vermelho. Fora os cartões pelo tal rodízio de faltas... Na Libertadores e em qualquer lugar do mundo, fora o Brasil, não tem nada disso.

Não existe blindagem. Neymar sentiu isso em Buenos Aires, numa partida apitada pelo principal árbitro sul-americano da atualidade, o gorducho paraguaio Carlos Amarilla - por sinal casado com uma brasileira... Neymar apanhou feito gente grande. Ou melhor...Neymar foi marcado por gente grande. Com virilidade, dureza, rudeza...

E foi bom para ele. Foi bom para o Santos. Talvez custe a classificação nesta Libertadores. Mas servirá de aprendizado para o futuro - para o time e para o craque.

Neymar, e aí sim a comparação com Messi me parece válida, precisa de vez aprender a ficar de pé, não simular faltas, assimilar as pancadas de jogo, que acontecem e são inerentes a um jogo de contato como o futebol.

O amadurecimento dele como jogador passa por isso. A campanha "Proteja Neymar" bem que poderia mudar de slogan para: "Ajudem Neymar a crescer

VÍDEO: Animais invadindo gramados, arenas em transformação e melhores "Facial Dunks" são destaques do Antunadas

A 22ª edição do Antunadas, programa exclusivo do ESPN.com.br que é produzido apenas por você, fã do esporte, já está no ar! Confira as mais marcantes invasões de animais nos gramados dos esportes americanos, as maiores "Face Dunks" da NBA, e como acontece a transformação de uma arena de um esporte para outro!

Clique no vídeo abaixo, divirta-se e não esqueça de deixar a sua pergunta ou comentário!


Assista ao programa e deixe sua pergunta para a próxima edição!

O dia mais feliz da vida de Arjen Robben, na visão de seu colega de Bayern

Fábio Bolla foi repórter do LANCE! e hoje é assessor de imprensa do volante Luiz Gustavo, do Bayern. Passou o último mês em Munique, acompanhando seu cliente. Na quinta-feira, presenciou o dia de melhor ambiente no clube bávaro em todo esse período.

Um dos motivos dessa alegria foi a camisa enviada a Robben por Romário, seu ídolo de infância.
A matéria produzida pelo repórter André Plihal começou com a equipe dos canais ESPN em São Paulo, ouvindo Romário sobre o fato de Arjen Robben o ter como ídolo desde a infância.

Romário gravou o depoimento e o DVD seguiu, junto com uma camisa da seleção brasileira autografada por Romário, com uma mensagem em holandês. Robben sorriu. (AINDA NÃO ASSISTIU À REPORTAGEM? CLIQUE AQUI).
Eis a primeira novidade.

Luiz Gustavo diz não ter visto o craque holandês tão feliz em todo o seu período de convivência.
"Si, estoy muy contento", disse Robben, lembrando a primeira partida de futebol a que foi assistir no estádio. Dia 9 de junho de 1991, penúltima rodada do Campeonato Holandês vencido pelo PSV de Romário, vitória do Groningen, terceiro colocado, por 4 x 1. Robben nasceu em Bedum, cidade da região metropolitana de Groningen, mas torcia pelo PSV.

Como todos os amantes da equipe de Eindhoven, amava Romário.

Fábio Bolla contou que, antes de ver a matéria, o grupo de jogadores saiu do vestiário após uma longa reunião com a comissão técnica brincando e rindo como não se viu no último mês em Munique.
A felicidade pode ajudar na decisão contra o Chelsea? Talvez.
Pelos depoimentos de Luiz Gustavo e Fábio Bolla, a vida de Arjen Robben é que passou por uma transformação desde o presente enviado por Romário, na quinta-feira.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Barasilerão Série B


21h00 Ceará 1x2 América-MG
21h00 CRB 0x2 Bragantino
21h00 Ipatinga-MG 1x1 ABC

Argentino - Clausura


17h10 Godoy Cruz 1x1 Argentinos Juniors
19h15 Tigre 3x1Newells Old Boys

Em duelo de musas, Sharapova elimina Ivanovic

               
Divulgação
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Sharapova já havia batido Ivanovic neste ano

Roma (Itália) - Assim como já aconteceu em Indian Wells, neste ano, e em mais três oportunidades, a russa Maria Sharapova levou a melhor sobre a sérvia Ana Ivanovic no duelo que valia um lugar nas quartas de final do Premier de Roma. Nesta quinta-feira, a musa siberiana foi mais consistente e abocanhou a vitória em sets diretos, com parciais de 7/6 (7-4) e 6/3, depois de 1h47 de jogo.
Na próxima fase, Sharapova vai medir forças com a norte-americana Venus Williams, responsável por surpreender a australiana Samantha Stosur, cabeça de chave número 5. O retrospecto aponta bastante equilíbrio entre a russa e a mais velha das irmãs Williams, com três vitórias para cada lado.
Embora definido em sets diretos, o duelo com Ivanovic foi bastante equilibrado, principalmente na parcial inicial, quando a russa precisou salvar seis set-points antes de conseguir fechar no tiebreak. Sem deixar que a desvantagem no placar a abalasse, a sérvia começou com quebra no segundo set, mas não a manteve por muito tempo e viu Sharapova devolver logo em seguida.
As duas ainda trocaram quebras por mais uma vez até que Sharapova enfim decidiu manter os saques e pariu para a vitória. Depois de ver o placar igual em 3/3, a número 2 do mundo venceu três games seguidos, concretizando um break-point neste período, para assim carimbar sua vaga nas quartas no Foro Itálico.
O braço mais calibrado ajudou Sharapova e vencer o duelo de musas com a sérvia. Ela anotou dois erros não forçados a menos do que Ivanovic, que somou 32, e obteve uma marca bem superior em bolas vencedoras (30 a 19). A russa ainda conseguiu quatro aces, contra um da rival, mas por outro lado teve mais duplas faltas (8 a 4).

Federer vence Ferrero e vai às quartas de final em Roma

Embalado pela conquista do título em Madri no último domingo e pela consequente ascensão ao segundo lugar no ranking, o tenista suíço Roger Federer garantiu nesta quinta-feira a sua presença nas quartas de final do Masters 1000 de Roma, torneio italiano que é disputado em quadras de saibro.

Nesta quinta-feira, Federer chegou a levar um susto do espanhol Juan Carlos Ferrero no segundo set, mas acabou fechando a vitória em 2 a 1, com parciais de 6/2, 5/7 e 6/1, em 1 hora e 47 minutos. Assim, o suíço passou a ter 10 vitórias em 13 jogos contra o rival que está em 47º lugar no ranking.

Agora, Federer volta a jogar já nesta sexta-feira, quando encara o italiano Andreas Seppi nas quartas de final. Empurrado pela torcida local, o tenista da Itália passou nesta quinta pelo também suíço Stanislas Wawrinka e, ocupando atualmente o 30º lugar do ranking, vai encarar o número 2 do mundo.

Antes de Federer, o sérvio Novak Djokovic e o espanhol Rafael Nadal já tinham confirmado o favoritismo nesta quinta-feira e também avançaram para as quartas de final do torneio. Em compensação, o escocês Andy Murray, número 4 do mundo, não teve a mesma sorte e foi eliminado pelo francês Richard Gasquet.

Com isso, já estão definidos todos os confrontos das quartas de final em Roma. Djokovic vai jogar contra o francês Jo-Wilfried Tsonga, Nadal irá enfrentar o tcheco Tomas Berdych e Gasquet fará duelo com o espanhol David Ferrer. As quatro partidas estão previstas para acontecer nesta sexta-feira.

Em busca de ritmo, Bellucci resolve jogar em Nice

Em busca de ritmo de jogo antes de Roland Garros, o tenista brasileiro Thomaz Bellucci decidiu disputar o Torneio de Nice, que acontece na próxima semana, na França. Mas, como não estava previamente inscrito na competição, ele terá que disputar o qualifying a partir deste sábado.

Por conta de uma lesão no abdômen, Bellucci não pôde disputar os torneios de Barcelona e de Munique, no final de abril. Depois disso, ele esteve em quadra no Masters de Madri e de Roma, mas perdeu em ambos na estreia. Assim, resolveu jogar em Nice para se preparar para Roland Garros.

"Mão iria jogar Nice, não havíamos incluído esse torneio no meu calendário, mas eu e o Orsanic (o técnico Daniel Orsanic) conversamos e chegamos a conclusão que o melhor a fazer agora é jogar aqui, para ganhar ritmo de jogo e estar bem mais preparado para Roland Garros", explicou Bellucci.

"As coisas acabaram não acontecendo do jeito que imaginávamos. Não contava ficar sem jogar Barcelona e Munique por causa da lesão. São coisas inesperadas que acontecem e agora tenho que correr atrás, pois quero ir bem em Roland Garros. Vai ser bom jogar Nice", completou o brasileiro.

Atualmente em 67º lugar no ranking mundial, Bellucci depende de um bom resultado em Roland Garros para conseguir entrar na chave da Olimpíada de Londres, marcada para começar no dia 27 de julho. O torneio do Grand Slam em Paris, na França, tem início programado para 27 de maio.

Dixon é o mais rápido em Indianápolis; Barrichello iguala melhor tempo e fica em 20º

Em mais um dia de treinos livres para a prova mais famosa do automobilismo mundial, as 500 Milhas de Indianápolis, o neozelandês Scott Dixon, da Chip Ganassi, fechou a sessão em primeiro seguido de Josef Newgarden, da Fisher Hartman.

Entre os brasileiros, o melhor foi o tricampeão das 500 MIlhas de Indianápolis, Hélio Castroneves, da Penske, com o 14º tempo. Tony Kanaan, da KV Racing, ficou em 16º, três posições à frente de Bia Figueiredo, da Andretti. Já Rubens Barrichello repetiu sua melhor colocação nos treinos e ficou em 20º.

Filho do ex-piloto Bobby Rahal, Graham ficou em terceiro na classificação desta quinta-feira, logo à frente do australiano Will Power, líder do campeonato e que corre pela equipe Penske. Justin Wilson completou as cinco primeira posições da sessão.

Veja abaixo a classificação completa do treino desta quinta-feira:
1º. Scott Dixon (NZL/Chip Ganassi-Honda), 40s3428 ( 88 voltas )
2º. Josef Newgarden (EUA/Fisher Hartman-Honda), a 0a0687 ( 40 )
3º. Graham Rahal (EUA/Chip Ganassi-Honda), a 0s1837 ( 51 )
4º. Will Power (AUS/Penske-Chevrolet), a 0s2101 ( 70 )
5º. Justin Wilson (ING/Dale Coyne-Honda), a 0s2499 ( 48 )
6º. Ryan Briscoe (AUS/Penske-Chevrolet), a 0s2874 ( 68 )
7º. Wade Cunningham (NZL/A. J. Foyt-Honda), a 0s2985 ( 9 )
8º. Dario Franchitti (ESC/Chip Ganassi-Honda), a 0s3178 ( 82 )
9º. Charlie Kimball (EUA/Chip Ganassi-Honda), a 0s3221 ( 62 )
10º. J. R. Hildebrand (EUA/Panther-Chevrolet), a 0s3772 ( 30 )
11º. Mike Conway (ING/A. J. Foyt-Honda), a 0s3997 ( 27 )
12º. Alex Tagliani (CAN/BHA-Honda), a 0s4375 ( 77 )
13º. Oriol Servià (ESP/DRR Panther-Chevrolet), a 0s4471 ( 64 )
14º. Hélio Castroneves (BRA/Penske-Chevrolet), a 0s4554 ( 62 )15º. Bryan Clauson (EUA/Fisher Hartman-Honda), a 0s4756 ( 46 )
16º. Tony Kanaan (BRA/KV-Chevrolet), a 0s5353 ( 48 )17º. Takuma Sato (JAP/Rahal Letterman-Honda), a 0s5849 ( 47 )
18º. James Jakes (ING/Dale Coyne-Honda), a 0s5986 ( 42 )
19º. Bia Figueiredo (BRA/Andretti-Chevrolet), a 0s6400 ( 14 )
20º. Rubens Barrichello (BRA/KV-Chevrolet), a 0s6721 ( 54 )
21º. Michel Jourdain Jr. (MEX/Rahal Letterman-Honda), a 0s7245 ( 92 )
22º. Ed Carpenter (EUA/Carpenter-Chevrolet), a 0s7353 ( 64 )
23º. Ernesto Viso (VEN/KV-Chevrolet), a 0s8378 ( 67 )
24º. Townsend Bell (EUA/Sam Schmidt-Honda), a 0s7418 ( 30 )
25º. Sébastien Bourdais (FRA/Dragon-Chevrolet), a 1s5733 ( 21 )
26º. Tony Kanaan (BRA/KV-Chevrolet), a 1s6306 ( 4 )
27º. Jean Alesi (FRA/Fan Force-Lotus), a 3s0330 ( 67 )
28º. Simona de Silvestro (SUI/HVM-Lotus), a 3s4124 ( 15 )
29º. Ryan Hunter-Reay (EUA/Andretti-Chevrolet), a 21s1384 ( 2 )
30º. James Hinchcliffe (CAN/Andretti-Chevrolet), sem tempo ( 0 )

Euro 2012: Polônia aposta nos campeões alemães

Co-anfitriã da Euro 2012, a Polônia é a pior entre as seleções participantes segundo o ranking da Fifa. No entanto, o fato de jogar em casa e ter um grupo que poderia ser bem mais complicado são razões para acreditar em uma campanha positiva no torneio - entenda-se a classificação para as quartas-de-final.

Ao contrário dos anos 70 e 80, quando era presença frequente em Copas do Mundo (terceira colocada em 1974 e 1982) e contava com talentos do calibre de Lato e Boniek, hoje a Polônia não conta com muitos jogadores em cenários importantes. Há exceções, como o goleiro Szczesny, do Arsenal, e o trio de campeões alemães pelo Borussia Dortmund.

O lateral-direito Lukasz Piszczek, o meia Jakub "Kuba" Blaszczykowski e o atacante Robert Lewandowski formarão a espinha dorsal da equipe, que tem Rússia, Grécia e República Tcheca como adversárias.

Eliminada na primeira fase em 2008, a Polônia sabe que o apoio do torcedor será crucial para as chances de classificação à segunda fase - algo que o país não consegue em um torneio desde a Copa do Mundo de 1986. A dificuldade em selecionar jogadores levou o técnico Franciszek Smuda a procurar jogadores de origem polonesa nascidos ou criados em outros países.

São os casos, por exemplo, do zagueiro Perquis, do Sochaux, e o meia Obraniak, do Bordeaux, nascidos na França, e dos meio-campistas Matuszczyk, do Fortuna Dusseldorf, e Polanski, do Mainz, ambos poloneses de nascimento, mas formados no futebol alemão.

Entre os 26 jogadores pré-convocados, o único que ainda não fez sua estreia na seleção é o jovem meia Rafal Wolski, do Legia Varsóvia. Somente dois nomes na lista (Wasilewski e Murawski) têm 30 anos ou mais, mas nenhum deles alcança o número de jogos pela seleção de Dudka, volante do Auxerre. Dudka, que também pode ser zagueiro ou lateral, acumula 61 jogos pela Polônia e carrega a experiência de quem disputou a Copa do Mundo de 2006 e a Euro 2008.

Fique de olho - Robert Lewandowski, 23 anos, tornou-se um dos atacantes mais valorizados da Europa com sua campanha pelo Borussia Dortmund, vencedor da Bundesliga e da Copa da Alemanha. O ex-jogador do Lech Poznan marcou 30 gols na temporada, sendo 22 no campeonato nacional (nenhum de pênalti), e tornou-se também esperança para a seleção.

Em seu último ato pelo Dortmund na temporada, Lewandowski fez um hat-trick (três gols) na goleada de 5 a 2 sobre o Bayern de Munique, na final da Copa da Alemanha. Avaliado em pelo menos 15 milhões de euros, ele revelou que gostaria de jogar no futebol inglês ou espanhol no futuro.

O atacante vem de uma família muito ligada ao esporte: o pai foi lutador de judô e a mãe jogadora de voleibol. Sua noiva, Anna Stachurska, é lutadora de caratê.

O comandante - O ex-jogador Franciszek Smuda, que completará 64 anos durante o torneio, é conhecido como um técnico disciplinador e assumiu o cargo em 2009, depois de a Polônia perder a classificação para a Copa do Mundo da África do Sul.

Smuda é lembrado por seu grande trabalho à frente do Widzew Lodz nos anos 90, quando foi duas vezes campeão nacional e levou o time às quartas-de-final da Champions League em 1996, na última grande participação de um time polonês no torneio.

O treinador adotou uma linha de tolerância zero com casos de bebedeira, o que custou o lugar de alguns jogadores no grupo. Foi o caso de Slawomir Peszko, meio-campista do Colônia, expulso da seleção.

Criado no sul da Polônia, região de fortes laços culturais com a Alemanha, Smuda teve suas primeiras experiências como técnico no país vizinho, dirigindo times de divisões inferiores, e talvez por isso adote um estilo germânico em seu trabalho.

Os pré-convocados (três serão cortados):

Goleiros: Lukasz Fabianski (Arsenal/ING), Wojciech Szczesny (Arsenal/ING), Przemyslaw Tyton (PSV Eindhoven/HOL);

Defensores: Sebastian Boenisch (Werder Bremen/ALE), Kamil Glik (Torino/ITA), Marcin Kaminski (Lech Poznan), Tomasz Jodlowiec (Polonia Varsóvia), Damien Perquis (Sochaux/FRA), Lukasz Piszczek (Borussia Dortmund/ALE), Marcin Wasilewski (Anderlecht/BEL), Jakub Wawrzyniak (Legia Varsóvia), Grzegorz Wojtkowiak (Lech Poznan);

Meio-campistas: Jakub "Kuba" Blaszczykowski (Borussia Dortmund/ALE), Dariusz Dudka (Auxerre/FRA), Kamil Grosicki (Sivasspor/TUR), Adam Matuszczyk (Fortuna Düsseldorf/ALE), Adrian Mierzejewski (Trabzonspor/TUR), Rafal Murawski (Lech Poznan), Ludovic Obraniak (Bordeaux/FRA), Eugen Polanski (Mainz/ALE), Maciej Rybus (Terek Grozny/RUS), Rafal Wolski (Legia Varsóvia);

Atacantes: Pawel Brozek (Celtic/ESC), Michal Kucharczyk (Legia Varsóvia), Robert Lewandowski (Borussia Dortmund/ALE), Artur Sobiech (Hannover 96/ALE).

Ouça as partidas da Eurocopa a partir do dia 8 de junho pela Rádio Estadão/ESPN, e acompanhe diariamente o Fora de Jogo especial na ESPN e ESPN HD.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Copa do Brasil

21h00 Bahia 1x2 Grêmio

Libertadores


19h45 Boca Juniors 1x0 Fluminense
22h00 Vélez Sarsfield 1x0 Santos

WCT Rio - John John dominou na Barra

Em seu ano de estréia no WCT John John Florence deixou claro: Não tem medo de ninguém.


VIDEO: A final do WCT RIO e a vitória de John Florence

Chave da cidade. Não exatamente isso, mas  John Florence levou o troféu do Rio para casaFoto: Aleko Stergiou/ESPN
A maratona de bateria, que teve início nas esquerdas do Arpoador chegou ao seu auge nas ondas do Postinho, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro foi a terceira etapa do ASP World Tour 2012, o Billabong Rio Pro.
Ao vencer pela primeira vez uma etapa na elite o havaiano Jonh Jonh Florence foi catapultado à 5ª colocação no ranking que tem agora Joel Parkinson como líder.
Foi justamente Joel, tetra vice campeão mundial, que sucumbiu diante do surf eficiente do havaiano de 19 anos. Florence veio demolindo baterias com sua técnica apurada nos tubos e aéreos diversificados.
Hoje ele passou por Julian Wilson, Josh Kerr e Parko. “Esse é o melhor sentimento do mundo. Tive aquela bateria ruim no Arpoador e alguns dias sem competição, daí, tive tempo de ficar pensando sobre isso. Nem posso acreditar. Estou em choque. Eu simplesmente mantive meu plano, sem pensar nos outros caras. Estou muito feliz”, declarou o campeão.
John John venceu sua primeira etapa de WCT, mas muita gente já esperava por isso. Aos 12 anos ele já era capa da famosa revista americana Surfer, no ano seguinte foi o mais jovem competidor a entrar na Tríplice Coroa Havaiana de Surf [Triple Crown], vencendo o icônico circuito de 3 etapas no North Shore [Havaí] aos 19 anos. Ele é bicampeão do Volcom Pipe Pro, venceu o Backdoor Shootout e fez final com Kelly Slater no Pipe Master. Nas tubulares ondas da Barra era fácil imaginar que ele seria destaque.
John John Florence
John John Florence abusou da sequência tubo + aéreo para vencer sua primeira etapa entre os Tops.
Mineiro foi um dos sujeitos que mais se adaptou  às condições momentâneas do mar.Foto: Aleko Stergiou/ESPN
SURF COMPLETO
Florence iniciou a final mandando um aéreo 360 de backside. Fez 9.10 e alguns minutos depois, numa direita, entubou e finalizou a ondinha com um reverse capotado [7.27] que deixou Parko precisando de duas ondas para alcançá-lo. Nos 10 minutos finais Joel saiu da “combi” com louvor, num tubo mais longo que o de Florence, seguido de uma paulada na junção. Fez 8.27 e ficou precisando de uma nota menor que essa para virar a bateria.
O problema é que não havia muitas ondas. O que mais chamou a atenção foi a frieza com que ele encarou Joel. Havia feito o mesmo na semifinal com Josh Kerr e seus aéreos. Josh havia passado por Adriano de Souza, nas quartas, voando alto.
Mas Florence, em menos de 1 minuto, pegou dois tubos em ondas que pareciam ter se perdido das séries de ontem e chegaram hoje, só para ele. Fatura fechada. Como disse Joel: “Ele é o tipo de cara que atrai ondas boas”. Florence mostrou que tem muito mais sangue frio do que Julian. Ele já havia vencido o australiano de virada no 5º round e o deixou apavorado, diante das duas melhores ondas logo no início da quarta de final.
  
 
                Ele é o tipo de cara que atrai ondas boas
 
  
--Joel Parkinson ao comentar sobre John Florence
Alejo Muniz foi eliminado em uma bateria com poucas oportunidades Foto: Aleko Stergiou/ESPN

MINEIRO E ALEJO FICARAM NAS QUARTAS
Falando nas quartas. Mineiro foi um dos sujeitos que mais se adaptou às condições momentâneas do mar a cada bateria. Táticas corretas, técnica perfeita. Único a fazer um dez, num tubão.
Ele disse ter sido a melhor onda que já pegou no Brasil, mas o aéreo de Josh kerr terminou a jornada de Adriano rumo ao bicampeonato na Barra.
Nessa mesma fase Alejo Muniz, que fez um belo papel, perdeu por 16.57 a 5.90 para Mick Fanning numa bateria de poucas oportunidades.
Esse evento teve muitos resultados assim por conta da quantidade ou qualidade das ondas.
Placares com grande diferença entre o vencedor e o perdedor. Mick perderia depois para Joel, numa semifinal bem apertada. Alejo quartas
Público curtindo a competição na Barra da Tijuca Foto: Aleko Stergiou/ESPN
VALEU O INGRESSO Continuo achando que o formato de competição, com dois rounds de no losers, estica muito o tempo necessário para chegarmos às finais. Não fosse assim poderíamos ter visto essas baterias de hoje nos tubos, muito melhores, de ontem.
Esperar mais de 3 dias seguidos com boas ondas é forçar a barra, sem trocadilho. Mas o show foi ótimo, com mais tubos do que aéreos, como poderíamos supor.
Em alguns cilindros e cavernas vi lampejos de Backdoor e flashbacks de Snapper. A nova geração mostrou suas garras mais uma vez. Julian e Alejo também são da turma de 2011 e a maior premiação do ASP World Tour 2012 [100 mil dólares] está na conta de “JohnFlo”. “Isso me dá muita confiança.
Tenho muita confiança quando vou para eventos que tem tubos como Pipeline. Não estava esperando um grande resultado aqui”, disse Florence que, assim como tantos outros atletas, ficou surpreso com os tubos da Barra.
Ele agora deve estar ansioso pelo começo da próxima etapa em Fiji e suas esquerdas extra tubulares. A galera que se cuide.





Resultado da final do Billabong Rio Pro - 16,37 x 11,44 pontos:
Campeão: John John Florence (HAV) com notas 9,10 e 7,27 - US$ 100.000 e 10.000 pontos
Vice-campeão: Joel Parkinson (AUS) com notas 8,27 e 3,17 - US$ 40.000 e 8.000 pontos
Joel tomou a liderança do ranking: "É sempre bom ser o número um, é uma boa sensação, mas ainda é muito cedo e temos muitas etapas pela frente para pensar em título", disse Joel Parkinson. "Claro que eu queria muito ter vencido a final, mas estou feliz porque tenho conseguido resultados consistentes e isso é muito importante na briga pelo titulo. Esses dois últimos dias aqui no Postinho foram incríveis. Tivemos tubos, aéreos, ondas para manobras, foi insano. Terça-feira o mar estava "cabuloso" e foi bom vir para o Brasil e encontrar essas ondas tão boas aqui".
Joel Parkinson
Joel Parkinson, um cara que mantem o estilo, mesmo quando perde. Foto: Aleko Stergiou/ESPN
Semifinais – 3º lugar - US$ 20.000 e 6.500 pontos:
1ª: Joel Parkinson (AUS) 15.83 x 15.00 Mick Fanning (AUS)
2ª: John John Florence (HAV) 17.94 x 11.86 Josh Kerr (AUS)


Quartas de final – 5º lugar - US$ 15.000 e 5.200 pontos:
1ª: Joel Parkinson (AUS) 13.90 x 12.60 Tiago Pires (PRT)
2ª: Mick Fanning (AUS) 16.57 x 5.90 Alejo Muniz (BRA)
3ª: John John Florence (HAV) 14.94 x 9.43 Julian Wilson (AUS)
4ª: Josh Kerr (AUS) 17.10 x 14.27 Adriano de Souza (BRA)


TOP-22 do ASP World Title Race 2012 – depois da etapa do Brasil:
1º: Joel Parkinson (AUS) - 19.700 pontos
2º: Mick Fanning (AUS) - 18.250
3º: Josh Kerr (AUS) - 18.200
4º: Adriano de Souza (BRA) - 17.200
5º: Taj Burrow (AUS) - 15.750
5º: John John Florence (HAV) - 15.750
7º: Jordy Smith (AFR) - 15.700
8º: Kelly Slater (EUA) - 13.700
9º: Jeremy Flores (FRA) - 12.250
10: Owen Wright (AUS) - 12.150
11: Julian Wilson (AUS) - 9.700
12: Michel Bourez (TAH) - 8.500
13: Adrian Buchan (AUS) - 7.450
13: Tiago Pires (PRT) - 7.450
15: Heitor Alves (BRA) - 6.250
15: Brett Simpson (EUA) - 6.250
15: C. J. Hobgood (EUA) - 6.250
15: Miguel Pupo (BRA) - 6.250
19: Alejo Muniz (BRA) - 6.200
19: Kai Otton (AUS) - 6.200
21: Travis Logie (AFR) - 5.250
21: Bede Durbidge (AUS) - 5.250
Outros brasileiros:
23: Raoni Monteiro (BRA) - 4.000 pontos
29: Gabriel Medina (BRA) - 2.750
29: Jadson André (BRA) - 2.750
36: Willian Cardoso (BRA) - 500

[ ]´s + (_ (__ (___ + PAZ > FUN
EdiMilk

John John Florence
John John, por dentro ou por cima é um talento ascensão. Foto: Aleko Stergiou/ESPN
Joel Parkinson
Joel Parkinson perdeu a final mas ganhou a liderança do ranking. Foto: Aleko Stergiou/ESPN

O dia em que Arjen Robben tirou a Champions League do Chelsea

O torcedor do Liverpool tinha tanta certeza de que o pênalti cobrado por Arjen Robben terminaria nas mãos de Pep Reina que gravou toda a sequência. Robben cobrou, Reina defendeu. O lance, junto com a cobrança desperdiçada por Geremi, provocou a derrota do Chelsea na semifinal da Champions League 2006/07, colocou o Liverpool na final contra o Milan, tirou o Chelsea da disputa.

Foi o penúltimo jogo de Robben pelo Chelsea, clube que defendeu entre 2004 e 2007.
Dezoito dias depois, Robben fez sua última partida pelo clube londrina, na final da Copa da Inglaterra contra o Manchester United. Vitória por 1 x 0. Robben entrou no intervalo da partida no lugar de Joe Cole e foi substituído por Ashley Cole aos 3 do segundo tempo da prorrogação.

Não precisou cobrar pênaltis porque deixou o campo e porque Drogba fez o gol da vitória oito minutos após o holandês deixar o gramado.
Mas pênaltis continuam sendo um problema para Arjen Robben. Ele cobrou muito bem durante a semifinal contra o Real Madrid e fez o gol que levou à prorrogação.

Mas não foi escalado por Jupp Heynckes para cobrar na disputa por penalidades máximas. Cobraram Alaba, Kroos, Mario Gomez, Lahm e Schweinsteiger. Duas semanas antes, no jogo do segundo turno do Campeonato Alemão contra o Borussia Dortmund, o Bayern perdia para o Borussia Dortmund por 1 x 0, gol de Lewandowski. Poderia ter empatado a partida.
Mas Robben perdeu pênalti.

Corinthians aposta na força da Fiel para derrubar Vasco e maldição

Em um jogo com muita disposição, pouco talento e lama para dar e vender em São Januário, Vasco e Corinthians ficaram no zero e deixaram para resolver o mata-mata das quartas de final da Libertadores no Pacaembu.

E é na casa alugada, com o apoio de mais de 30 mil fiéis, que mora a grande esperança do ‘professor’ Tite & Cia. para derrubar o coirmão carioca e a maldição do campeão dos pontos corridos no Brasileirão.

Desde 2003, quando foi instituído o novo sistema de disputa do Nacional, o bambambã do torneio jamais chegou às semifinais da Libertadores. Ficou chorando as pitangas pelo meio do caminho nas oitavas ou quartas.

Mas, para implodir o tabu, o Corinthians precisa melhorar o tico-tico sem fubá, principalmente no ataque. Exceção do sheik Emerson, incansável batalhador, Alex, Danilo e Jorge Henrique decepcionaram na primeira batalha. Correram no vazio, sem nenhuma inspiração.

A sorte do time é que o Vasco também patinou na lama e não soube aproveitar as poucas chances criadas, mas tem dois resultados a seu favor: vitória e empate por gols. O Corinthians precisa vencer. Outro 0 a 0, pênaltis.

Às patacoadas das quartas de final da Copa do Brasil:

1) Palmeiras, bons ventos contra o Furacão: Valdivia gasta a bola, time reage duas vezes e fica muito perto de quebrar jejum após empate – desde 1999, os periquitos em revista não conseguem uma boquinha nas semifinais do torneio;

2) Vitória e Coxa abusam da incompetência, perdem um festival de gols e placar fica em branco;

3) Rei Leão sai de alma e juba lavadas do Morumbi: zagueiro Paulo Miranda volta, dá conta do recado e soberano São Paulo só perde a vaga para o Goiás se desfilar de salto alto no Serra Dourada – de quebra, aproveitou para rugir contra os goianos, que lhe devem salários atrasados (há quase dois anos saiu do clube).
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Roda da fortuna. A bola corre feliz e saudável na Cidade Maravilhosa dos bueiros voadores. Dos cinco clubes mais endividados do país, quatro repousam formosamente sob as bênçãos do Cristo Redentor. O líder dos papagaios é o Botafogo, com R$ 563 milhões, de acordo com a empresa de consultoria BDO. O Fluminense aparece em segundo, com R$ 404 milhões, à frente do Vasco (R$ 386 milhões). Aí pinta o estranho no ninho, o Galo, com R$ 367 milhões. O urubu voa em quinto, com R$ 355 milhões. Salve o tíquete-refeição!

Sugismundo Freud. Por mais que tentem, não se pode tolerar a intolerância.

Patati Patatá. Depois de ser ‘canonizado’ pela torcida, o aposentado ‘são Marcos’ virou embaixador dos periquitos em revista. Mas bem que poderia tentar a sorte como redator de ‘A Praça é Nossa’. As últimas sacadas: “Vou ser pai, sabe como é, não tinha o que fazer...”; “Preciso sempre dar uma cochiladinha, sabe como é velho...”; “É tarde de autógrafo do Batman? Parece que estou na Batcaverna (criticando a iluminação)...”; “Estou liberado para propaganda de aposentadoria, cadeira de rodas, peruca, batizado...” Uma figuraça!

Twitface. Entre as bugigangas mais vendidas pelos hermanos nas lojinhas ao redor do estádio La Bombonera, uma sai como água por R$ 5: miniatura da Libertadores com o escudo do... Corinthians.

Haja emoção! Flamengo apresenta o volante Amaral, ex-Nova Iguaçu, e o meia Jorge Luiz, ex-Friburguense. Corinthians acerta com lateral Guilherme, ex-Ponte, e o atacante Adilson, ex-15 de Piracicaba. Tricampeão Santos anuncia o centroavante Bill, ex-Corinthians, o lateral Galhardo e o defensor David Braz, ex-Flamengo. Palmeiras garante atacante Betinho, ex-São Caetano. O quebra-vento de transferências começou arrebatador...

Tiro curto. O empresário Edson Arantes do Nascimento colocou o rei Pelé numa tremenda saia justa: ‘Vamos fazer a maior Copa de todos os tempos’. Pega na mentira...

Esquindolelê. Pachecos do Rio fazem biquinho: a amarelinha desbotada poderá correr apenas 180 minutos na arena de R$ 1 bilhão, o ex-Maracanã: 90 na final da Copa das Confederações e 90 na decisão do Mundial – se chegar até lá. Chama o sheik

Ô coitado! Exigir uma folhinha mais livre para disputar amistosos é uma tremenda furada dos clubes brasileiros. Que o diga o pobre do Real Madrid. Sob uma temperatura amena de 38 graus, a equipe fechou a temporada com uma vitória sobre a seleção do Kuait e voltou para casa com minguados R$ 7,6 milhões na bagagem.

Gilete press. De Lauro Jardim, em ‘Veja’: “As mudanças no bairro de Itaquera com a construção do estádio do Corinthians vão inspirar um filme. A Ancine acaba de aprovar a captação de R$ 728 mil para ‘Brasil Futebol Clube’, documentário que contará a história da construção e o impacto na vida de quatro personagens. A Ancine também acaba de aprovar a captação para mais um filme que vai enaltecer o Santos em seu ano do centenário. Vem aí ‘O Melhor Ataque do Mundo’. O documentário orçado em R$ 748 mil homenageará o quarteto Dorval, Mengálvio, Pelé e Pepe.” The end.

Tititi d’Aline. Cansado de ver sempre as mesmas caras no departamento médico do Botafogo, Jobson procurou um lugar mais arejado para continuar a fisioterapia. Recorreu a mãos milagrosas de moças num bate-rebate de Ipanema. Só que saiu de fininho e elas foram ao clube cobrar a recuperação.

Você sabia que... o ‘professor’ Vagner Mancini vai ganhar R$ 200 mil para dar aulas no Sport?

Bola de ouro. John John Florence. O havaiano de 19 anos venceu a terceira etapa do Mundial de surfe, a primeira da carreira, na Barra.

Bola de latão. Jô/Jajá. A dupla dinâmica, que caiu na farra após a eliminação diante do Fluminense, foi multada e afastada pela diretoria do Saci colorado. Jajá ainda pode ficar no Beira-Rio, mas Jô já queimou a carambola.

Bola de lixo. Paul Kelly. O lutador inglês, demitido do UFC em 2011, foi em cana por tráfico de drogas (heroína e maconha), em Liverpool.

Bola sete. “O Santos não é o time do Neymar. O Neymar é o time do Santos” (de Mauro Beting, no ‘Lance’ – bingo!).

Dúvida pertinente. Boca x Flu e Vélez x Santos: uma noite de tango ou samba em Buenos Aires?

A dor do Chelsea em 2005, o gol do Vasco e os reféns do "tira-teima"

A discussão sobre no uso da tecnologia no futebol é grande e as opiniões se distribuem pelos radicalmente contra ou a favor e aqueles que fazem ressalvas, entre os quais me incluo. Há lances nos quais mesmo com o recurso da imagem, do replay, não existe certeza sobre o que de fato aconteceu. Há situações em que a TV aumenta a dúvida até.

O Chelsea, que sábado decidirá a Liga dos Campeões contra o Bayern Munique, reclama até hoje da desclassificação nas semifinais de 2005, diante do Liverpool. Após superar o próprio adversário alemão, a equipe londrina cruzou com os rivais ingleses de vermelho. Em Stamford Bridge, empate em 0 a 0, no Anfield Road, 1 a 0 para os Reds, gol (?) de Luís Garcia.



Até hoje não sabemos e provavelmente jamais saberemos se Gallas tirou a bola antes ou depois de a mesma ultrapassar completamente a chamada linha fatal. E aquele não foi o único lance polêmico da história do futebol que nem mesmo todas as câmeras de TV conseguiram decifrar.

Gallas tira a bola que ia entrando: ultrapassou a linha ou não?
Gallas tira a bola que ia entrando: ultrapassou a linha ou não? Não se sabe...
Mas no Brasil, mesmo que de maneira informal, vive-se há alguns anos em meio a uma espécie de "apito eletrônico virtual extra-oficial". Estamos nos referindo ao "tira-teima" da TV Globo. É evidente que trata-se de recurso que enriquece a transmissão, mas daí a elegê-lo como infalível, vai uma boa distância. Não concordo com os que o tratam como absoluto.

Não estou insinuando que o "tira-teima" é manipulado para este ou aquele lado, vale frisar aqui antes que alguns tirem equivocadas conclusões. Mas é algo operado por seres humanos, que podem errar, assim como uma máquina eventualmente falha. Apesar do nome até certo ponto pretencioso, o "tira-teima" pode, sim, ser questionado em determinadas situações.

Na importante partida da Libertadores noite de quinta-feira, Alecsandro empurrou a bola para as redes do Corinthians, mas a arbitragem anulou o gol. O atacante do Vasco estaria impedido. Mas havia um jogador do Corinthians, Emerson "Sheik" aparentemente dando condições ao vascaíno.

Acionado, o "tira-teima" cravou que o impedimento existiu. No canal Fox, que também transmitiu o cotejo, Carlos Eugênio Simon disse que não, ou seja, que a posição de Alecsandro era legal. Será que apenas o ex-árbitro pode estar equivocado? A máquina e seu operadores não falham?

O tira-teima: bola parece ter partido um pouco antes de congelarem a imagem
O tira-teima: bola parece ter partido um pouco antes de congelarem a imagem

Veja acima que na imagem do "tira-teima" a bola já partiu a uma fração de segundo no momento em que ela é congelada. Pelo menos é a minha sensação. Paramos o lance no instante do passe de cabeça do Diego Souza a partir da imagem da Fox (abaixo) e o centroavante parece na mesma linha.

As linhas posicionadas na imagem por torcedores: mais discussão
A Diego Souza toca com a cabeça: Alecandro e Sheik aparecem na mesma linha

Por falar em linha, rapidamente pipocaram nas redes sociais pela internet outras reproduções do lance. Torcedores também têm os seus "tira-teimas" hoje em dia, e alguns pegaram o momento do passe e puseram riscos sobre a imagem para provar que havia impedimento, ou não. Outros questionam a confiabilidade ou se as linhas estão mesmo no local certo.

Diego Souza toca com a cabeça: Alecandro e Sheik na mesma linha
As linhas posicionadas na imagem por torcedores: mais discussão sobre o lance

Mas poucos desconfiam do "tira-teima", como se o ser humano que o controla fosse dotado de um poder superior, um homem infalível. Basta que congele a imagem um pouco antes ou depois do momento certo para induzir muitos a acreditarem em algo pelo menos questionável.

A Globo deve continuar utilizando o "tira-teima", óbvio. Mas ninguém é obrigado a se curvar a ele sempre, ainda mais em lances como o do gol, a meu ver legal, feito por Alecsandro. Fiquemos, cada um de nós, com as respectivas opiniões, sem a ditadura do olho eletrônico, que eventualmente pode estar míope. 

VÍDEO: Em Munique, ao estádio de trem. No Brasil é mais perto. Veja!

Dizem que vida de torcedor na Europa é fácil, que o acesso aos estádios sempre é uma moleza, etc. Não é bem assim. Há canchas muito, mas muito próximas das estações de trem e/ou metrô e outras nem tanto. Sem disposição para uma caminhada, o europeu não poderia ir a certos jogos.

Aqui em Munique, a Allianz Arena, palco da decisão desta Liga dos Campeões, sábado, entre Bayern e Chelsea, é atendida pela estação de trem Fröttmaning, a pouco menos de um quilômetro e meio do acesso ao palco da finalíssima. O que não livra o torcedor de uma caminhada, algo em torno de 15 minutos, 20 minutos... O que, convenhamos, não é nada demais, pelo contrário.

Há exemplos no Brasil de estações de trem e metrô ainda mais próximas dos estádios de futebol. Os do Rio de Janeiro estão ainda mais perto dos locais de desembarque dos torcedores. Ainda assim fala-se demais em estacionamentos para automóveis nos estádios da Copa do Mundo de 2014.

Seria mais lógico cobrar das empresas responsáveis pelas linhas de trem e metrô que aprimorem os seus serviços. Há, sim, estrutura para levar a torcida aos jogos como na Europa, sem carro, desde que não sejamos preguiçosos a ponto de não encararmos uma caminhadinha de 15 minutos.

Confira as distâncias entre as estações de trem e/ou metrô e os estádios:
Palestra Itália (São Paulo) - 1,5 Km (metrô e trem)
Pacaembu (São Paulo) - 1,4 Km (metrô)
Allianz Arena (Munique) - 1,3 Km (trem)
Engenhão (Rio de Janeiro) - 179 metros trem)
Maracanã (Rio de Janeiro) - 130 metros (trem) e 450 metros (metrô)

Confira, abaixo, o vídeo gravado com Dudu Monsanto para o programa "Fora de Jogo", da ESPN.


VIDEOBLOG: O meu palpite é 3 a 1 para o Bayern de Munique!

Toda a equipe dos canais ESPN está em Munique e aguarda a grande final de sábado que o fã de esportes acompanha ao vivo na ESPN, ESPNHD e Rádio Estadão ESPN às 15h30.

Me parece que ainda não há clima de final de Champions League por aqui. Não encontramos ingleses pela rua, ou mesmo pessoas com a camisa do Bayern de Munique circulando.

A impressão é que aquela "sapecada" de 5 a 2 do Borussia Dortmund na final da Copa da Alemanha assustou um pouco a torcida da Baviera. Mas, acredito que na sexta feira os ingleses chegarão para esquentar a festa.

E como não sou de ficar em cima do muro, darei o meu palpite. Eu não gosto do Chelsea, e o motivo é que são adversários do meu Arsenal lá em Londres, e, apesar da cabeça baixa dos torcedores por aqui, vai dar 3 a 1 Bayern.


Assista ao videoblog desta quarta-feira!

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Copa do Brasil


19h30 Atlético-PR 2x2 Palmeiras
21h50 São Paulo 2x0 Goiás
21h50 Vitória 0x0 Coritiba

Libertadores


19h30 Libertad 1x1 Universidad de Chile
21h50 Vasco 0x0 Corinthians

Oswaldo de Oliveira fala em necessidade de reforços para Brasileiro

As três derrotas seguidas na última semana fizeram o Botafogo perder o título do Campeonato Carioca e ser eliminado na Copa do Brasil. Por conta disso, a diretoria do clube alvinegro corre em busca de reforços para o Campeonato Brasileiro. A meta é qualificar o elenco para a competição nacional, que é longa e necessita de jogadores no plantel para suprir eventuais desfalques no time titular.

Para o técnico Oswaldo de Oliveira, o Estadual serviu para avaliar as posições carentes no elenco. Com isso, o clube busca jogadores que possam chegar com a possibilidade de brigar para atuar entre os onze iniciais.

"Por mais que tenha sua importância, o Carioca acaba servindo como forma de avaliar a equipe e que posições precisam de reforços para o Brasileiro. Já sabemos das carências, das posições necessárias, e estamos trabalhando", disse ao site do clube.

A diretoria já contratou o lateral direito Lennon, do Vila Nova, e o meia Vítor Júnior, do Corinthians. O time alvinegro segue atrás de um zagueiro, um lateral esquerdo, um volante e um atacante.

Dentro de campo, o elenco do Botafogo realizará um período de treinamentos em Saquarema nesta semana, antes da estreia no Campeonato Brasileiro, no domingo, às 16h (de Brasília), contra o São Paulo, no Engenhão.

Joel desabafa, se diz envergonhado e pede mais comprometimento aos jogadores

Eliminado do Campeonato Carioca e da Libertadores da América, o Flamengo ‘curte’ os últimos dias de férias forçadas antes da estreia no Campeonato Brasileiro. No próximo domingo, a equipe encerra um período de praticamente um mês sem jogar contra o Sport, em Recife, pela primeira rodada do nacional. E é a partir deste ponto que o técnico Joel Santana espera que o elenco entre novamente nos eixos.

Segundo o treinador, os jogadores estão aceitando facilmente as derrotas. Além disso, o comandante se diz envergonhado com o desempenho do elenco. “Estamos cedendo derrotas facilmente. E para alguém vencer uma equipe do nosso porte, precisa ser muito melhor. Não aceito isso, não me faz bem, não me agrada. Estou com vergonha”, afirmou, em entrevista à TV Globo.

Joel ainda afirmou que o grupo de jogadores deve passar por algumas mudanças para a sequência da temporada. Segundo ele, é quase certo que o lateral-esquerdo Júnior César deixe o time e que outros três reforços, entre eles o meia Ibson, cheguem na equipe da Gávea.

“Uns dois jogadores vão chegar e entrar no time. O Ibson chega na última semana. Já o Júnior César está se resolvendo, nem eu sei direito. Na quarta ou quinta rodada do Brasileiro, acho que já vamos ter um plano de jogo firme, sério. Nós temos tudo para ir bem porque o Flamengo é assim: tem que ir bem”, declarou.



Técnico cobrpu mias compromisso dos jogadores do Fla
Técnico cobrpu mais compromisso dos jogadores do Fla
Crédito da imagem: AE
O técnico ainda deu a receita para o clube voltar ao caminho das vitórias. Para ele, o que falta é algo que o Flamengo que ele comandou em 2007 – que saiu da briga contra o rebaixamento e terminou o Brasileiro em terceiro lugar - tinha muito: comprometimento.

“Discordávamos, mas conseguíamos resolver tudo entre nós. Existia um comprometimento dentro de campo. E estamos precisando de mais comprometimento”, finalizou

WCT Rio - Mineiro e Alejo podem fazer final

X GAMES
Tubos e mais tubos. No dia com mais baterias disputadas no Billabong Pro Rio, Alejo foi direto para as quartas e Mineiro venceu Taj para chegar lá.

ASSISTA AO VIDEO

O 3º round, que havia começado ontem com as duas primeiras baterias, foi decidido em tubos de bom tamanho, mas não havia tantos disponíveis para dois atletas. Basta ver os resultados. Notão contra notinha na maior parte das disputas. O destaque ficou por conta de Petersinho que quase vira contra Joel, a ótima disputa entre J.J. Florence e Miguel e Mineirinho que se adaptou às raras esquerdas para vencer Travis Logie.Resultados do round 3:
Heat 3: Jordy Smith (ZAF) 17.37 def. Kolohe Andino (USA) 6.33Heat 4: Mick Fanning (AUS) 13.00 def. Bede Durbidge (AUS) 4.17Heat 5: Alejo Muniz (BRA) 13.34 def. Heitor Alves (BRA) 8.50Heat 6: Joel Parkinson (AUS) 13.07 def. Peterson Crisanto (BRA) 12.67Heat 7: Taj Burrow (AUS) 14.50 def. Patrick Gudauskas (USA) 13.70Heat 8: John John Florence (HAW) 16.23 def. Miguel Pupo (BRA) 14.14Heat 9: Julian Wilson (AUS) 15.90 def. C.J. Hobgood (USA) 8.94Heat 10: Josh Kerr (AUS) 10.73 def. Adam Melling (AUS) 7.33Heat 11: Jeremy Flores (FRA) 13.33 def. Adrian Buchan (AUS) 10.17Heat 12: Adriano de Souza (BRA) 15.10 def. Travis Logie (ZAF) 11.77
Rio de Janeiro
As direitas do Postinho, na Barra da Tijuca, proporcionaram bons tubos.Crédito da imagem: Aleko Stergiou/ESPN
No losersCom 3 atletas no mar e valendo vaga direto nas quartas de final [ninguém é eliminado nessa fase], Tiago Pires dominou a bateria de poucas ondas com Michael Bourez e Jordy Smith. Alejo pegou bons tubos nas direitas e mandou várias pauladas de back nas esquerdas para seguir direto para as quartas de final, deixando Fanning e Parko para a repescagem. Taj praticamente ficou de fora da disputa particular entre Florence e Julian. Esse foi o melhor confronto dessa fase, vencida por Florence nos minutos finais com mais um tubo “a La Backdoor”. Mineiro perdeu com o primeiro 10 [unânime] do evento, parecia aliviado por ter surfado aquele tubo “backdoriano”, saindo com a baforada. Mesmo assim Josh Kerr, com um tubo de 9.67 fez a melhor somatória da fase [17.84], deixando Mineiro em segundo e Jeremy Flores na combi. A falta de mais ondas por minuto não permitiu que o show fosse ainda melhor.Resultados do round 4:
Heat 1: Tiago Pires (PRT) 14.40, Jordy Smith (ZAF) 12.67, Michel Bourez (PYF) 7.50Heat 2: Alejo Muniz (BRA) 11.90, Mick Fanning (AUS) 11.43, Joel Parkinson (AUS) 10.73Heat 3: John John Florence (HAW) 17.73, Julian Wilson (AUS) 17.50, Taj Burrow (AUS) 13.20Heat 4: Josh Kerr (AUS) 17.84, Adriano de Souza (BRA) 14.10, Jeremy Flores (FRA) 5.97
Mineiro
Mineiro pegou um tubaço para marcar a única nota 10 do evento até agora.Crédito da imagem: Aleko Stergiou/ESPN
Mata mata no 5º roundPoucas ondas. Todas do Joel que venceu 4 das 6 disputas que fez com Jordy. Num tubo tão deep que nem o câmeraman conseguiu acompanhar, Parko passou por uma segunda sessão e saiu depois da baforada [9.33]. Pegou logo uma segunda onda para construir uma somatória que ainda não existia na metade da bateria. Mandou duas pauladas [6.83 ]. Pronto, Jordy foi para a combi somando míseros 7.00 e trincou a prancha. Joel ainda dropou no ar e pegou outro tubo com duas sessões, tipo Snapper [9.00]. Parko 5 x 2, com a maior somatória do round. [18.33 X 7.00].Depois de 15 minutos sem ondas reiniciaram a bateria entre Fanning e Bourez. Amigos que são, quando viram que estavam no limite do tempo resolveram não pegar nada e obter o "restart". O mar estava naquele momento letárgico. Com apenas dois tubinhos seguidos de pauladas, um quase replay do outro, Mick liquidou a fatura [14.00 X 7.20].
Jeremy pegou dois tubos na mesma onda [5.60]. Somou outro tubinho apertado, 3.57. Depois de fazer notas acima dos 9 pontos nos rounds anteriores Julian só fez um tubo de 6.50 nos 10 minutos finais e precisava de 2.67. Outra passada por dentro e estava na frente de Jeremy que falava sozinho no outside. Jeremy pegou um tubinho seguido de paulada na junção. Bateu na trave. [11.43 X 10.77].
Taj venceu na Barra em 1999. Adriano venceu ano passado, batendo Taj na final. Um tubo para a direita dava a vantagem ao australiano. Apenas um longo floater mantinha Mineiro basicamente empatado com Taj.O brasileiro passou à frente com outro floater e, faltando 5 minutos, pegou um tubo, saiu e mandou uma bolachada. Outro parecido, na seqüência, garantiu mais 6.40. Com a prioridade na mão Taj ficou esperando a onda salvadora que não veio. Grande atuação de Mineiro que soube, desde o princípio do evento, lidar com os humores do mar. [12.73 X 7.90].
As quartas de final ficaram assim:
qf 1: Tiago Pires (PRT) vs. Joel Parkinson (AUS)qf 2: Alejo Muniz (BRA) vs. Mick Fanning (AUS)qf 3: John John Florence (HAW) vs. Julian Wilson (AUS)qf 4: Josh Kerr (AUS) vs. Adriano De Souza (BRA)
Mineiro
Mineiro, além dos tubos, conseguiu encaixar suas manobras na vitória contra Taj. Está nas quartas de final.Crédito da imagem: ASP/Dunbar
Miguel Pupo
Miguel Pupo surfou bem, batalhou até o último minuto, mas perdeu para John John.Crédito da imagem: Aleko Stergiou/ESPN
Jordy Smith
Jordy Smith teve sua melhor atuação no terceiro round, quando venceu Kolohe Andino.Crédito da imagem: Aleko Stergiou/ESPN
Heitor Alves
Heitor Alves mandou a melhor manobra do dia. A prancha chegou a trincar na base da onda.Crédito da imagem: Aleko Stergiou/ESPN


Alejo Muniz
Alejo Muniz pegou bons tubos e me lembrou até o estilo do tube rider africano Shaun Tomson.Crédito da imagem: ASP/Dunbar

Joel Parkinson
Joel Parkinson estava se sentindo em Snapper ao vencer Jordy.Crédito da imagem: Aleko Stergiou/ESPN
Mick Fanning
Mick Fanning teve melhor atuação nos rounds anteriores, hoje passou porque Bourez achou menos ondas do que ele.Crédito da imagem: Aleko Stergiou/ESPN
Taj Burrow
Taj Burrow pegou bons tubos, mas não encontrou as ondas na bateria contra Adriano.Crédito da imagem: Aleko Stergiou/ESPN
"Eu estou amarradão, muito feliz mesmo. Ele me venceu na Austrália este ano, tivemos uma bateria muito apertada lá e eu estava com isso engasgado desde aquela final na Gold Coast. Então, eu queria muito essa vitória, e procurei dar o meu melhor na bateria. Estou feliz por ter avançado para as quartas de final aqui no Brasil, junto com o Alejo, um dos caras mais legais do Tour. Agora seremos nós dois representando o Brasil e espero que estejamos inspirados para quem sabe fazermos uma final aqui", disse Adriano de Souza, após a vitória sobre Taj Burrow.Amanhã o evento deve recomeçar logo cedo. A primeira chamada acontece às 6hs da manhã, com possível início das quartas de final às 7hs. A ESPN transmite tudo ao vivo. Vamos acordar cedo e torcer por Mineiro e Alejo. Os dois estão em lados diferentes da chave e uma final entre os eles não seria nada mal.

Zaragoza já viveu agonia do Tottenham. E Uefa virou, sim, a mesa em 2005

Terminar a temporada na zona de classificação para a Champions League e, ainda assim, não disputá-la. Pode acontecer com o Tottenham, caso o Chelsea seja campeão neste sábado. Mas já aconteceu antes, em 2000, quando o Zaragoza, quarto colocado na liga espanhola, foi preterido para que o Real Madrid defendesse seu título.

A diferença para a situação atual, como explica o último post, é que a substituição do quarto colocado pelo atual campeão é obrigatória. Na época, não era. A decisão coube à federação espanhola, que (não diga!) preferiu indicar o Real Madrid.

Sobrou apenas a Copa da Uefa para o Zaragoza, que havia feito uma temporada excepcional, incluindo uma goleada de 5 a 1 sobre o próprio Real Madrid, em pleno Bernabéu. Algo impensável para os dias de hoje, em que o Real Madrid termina uma liga com 100 pontos e o Zaragoza faz milagre para fugir do rebaixamento.



O fato de o atual campeão depender de um aval da federação local para defender o título já deveria ter alertado a Uefa sobre a necessidade de rever o regulamento. Mas não aconteceu, e em 2005 eles se viram de frente a uma situação semelhante. O Liverpool, campeão europeu em uma final histórica contra o Milan, não terminou entre os quatro da Premier League.

Naquela ocasião, porém, a federação inglesa não abriu mão de inscrever os quatro melhores do campeonato. O impasse envolvia dois rivais, já que o Everton seria o time ameaçado de perder a vaga.

Diante do absurdo de um regulamento que não dava vaga automática ao campeão, a Uefa se viu pressionada. Incluir o Liverpool na fase de grupos significaria tirar a vaga de um time que não tinha nenhuma culpa da situação. Depois de vários dias de discussão, a entidade aprovou a entrada dos Reds na primeira fase preliminar, quando enfrentaram o TNS, do País de Gales.

Uma decisão administrativa que viola algo previsto em regulamento não é nada diferente de uma virada de mesa, por mais que torcedores radicais possam questionar o termo.

A virada teve efeitos colaterais. O regulamento que prevê o máximo de quatro times por país tem uma razão de ser. Uma parte da receita distribuída aos clubes pela participação na Champions League vem do "market share", ou seja, o valor do mercado televisivo de cada país. Portanto, se o país tem um clube a mais, as fatias do bolo ficam menores.

A circunstância excepcional da inscrição do Liverpool fez com que o time jogasse sem proteção de país, podendo enfrentar clubes ingleses em qualquer etapa do torneio. Aconteceu na fase de grupos, quando o time de Rafa Benítez se deparou com o Chelsea.

Quem tem dúvidas sobre a história pode consultar os links a seguir, de notícias da época.

Uefa clarifies warning to Everton (Uefa esclarece alerta ao Everton) - 11/3/2005

Uefa rules out extra Euro place (Uefa descarta vaga europeia extra) - 25/4/2005

Uefa give top priority to resolving Liverpool issue (Uefa dá prioridade a resolver caso Liverpool) - 30/5/2005

Liverpool get in Champions League (Liverpool entra na Champions League) - 10/6/2005

A partir daquele caso, o campeão passou a ter sempre a vaga automática na fase de grupos da competição seguinte. Mas, naquela ocasião, a Uefa rasgou seu regulamento. Trata-se de uma entidade infinitamente mais organizada do que vemos por aqui, mas não significa que seja imaculada e não dê suas escorregadas de vez em quando.  

Chelsea fechado na defesa, agora contra o Bayern. Você apostaria nisso?

Time quase imbatível, rei da posse de bola, o Barcelona caiu duas vezes nas três últimas semifinais da Liga dos Campeões. E em três desses quatro jogos, o segundo contra a Internazionale em 2010 e os dois confrontos diante do Chelsea neste ano, os catalães foram parados por fortes sistemas defensivos. Curiosamente ao superarem Messi e companhia, os algozes do Barça se classificaram para decisões com o Bayern Munique.

Há dois anos a Inter dirigida por José Mourinho não foi apenas uma equipe retrancada diante do Barcelona. Em Milão saiu pro jogo, agrediu, atacou, fez 3 a 1. No Camp Nou, quando se viu com 10 homens ainda no primeiro tempo, se fechou, defendeu a vantagem construída em San Siro. Bem diferente do Chelsea, que admitiu a evidente, clara superioridade barcelonista. E formou um ferrolho que deixaria orgulhosos de Helenio Herrera a Milton Buzzeto.

Na decisão de 2010, em Madri, o Bayern não encontrou uma Internazionale retrancada. Perdeu para um time que até esperou os bávaros e contra-atacou de maneira mortal, apoiado num inspiradíssimo Diego Milito. Mas aquilo não era retranca. E agora? A finalíssima não será em território neutro como a cancha espanhola de dois anos atrás, mas em solo alemão, em Munique, na casa do Bayern, cujo técnico parece propenso a ousar.

Jupp Heynckes tem desfalques na defesa e em sua proteção, com as ausências dos suspensos, Badstuber (zagueiro), Alaba (lateral-esquerdo) e Luís Gustavo (volante). Para o lugar do brasileiro já sinalizou com a ideia de recuar Tony Kross para formar dupla de volantes com Schwesteiger, entrando Thomas Müller entre Ribery e Robben. Formaria, assim, o quinteto de meia-cancha no que seria um ofensivíssimo 4-2-3-1.

Diante de tal possibilidade veremos um Chelsea tão trancado quanto nos cotejos com o Barcelona? Há diferenças evidentes. Os catalães trocam passes mais pacientemente, não vão tanto à linha de fundo, evitam os chuveirinhos e parecem envergonhados quanto têm a chance do arremate de média ou longa distância. Os bávaros fazem tudo isso, seu estilo é menos vistoso, mais veloz, incisivo.

O Chelsea vai se prevenir, se defender, se fechar, creio. Mas não tanto como fez diante do Barça. E você, o que espera ver na decisão de sábado?
Messi é cercado por Terry, Mikel e Ashley Cole durante o jogo no Camp Nou
Messi é cercado por Terry, Mikel e Ashley Cole durante o jogo no Camp Nou
Crédito da imagem: Reuters

terça-feira, 15 de maio de 2012

Celso Roth é novo treinador do Cruzeiro, para o Brasileirão

Celso Roth é o novo treinador do Cruzeiro. Em reunião em Belo Horizonte ficaram acertadas as bases salariais e o tempo de contato, até dezembro deste ano. O anúncio será feito na tarde desta terça-feira, em Minas.

Roth vai ganhar um pouco menos do que recebia no Grêmio, seu último clube. Mas receberá mais do que Vágner Mancini tinha como salário em sua passagem de oito meses pela Toca da Raposa.

É a terceira vez que Roth trabalha em Belo Horizonte. Ele foi treinador do Atlético Mineiro nos Brasileiros de 2003 e 2009.

São as duas melhores campanhas do Galo nos Campeonatos Brasileiros de pontos corridos. Em ambas, o Atlético terminou em sétimo lugar. Em ambas, Roth deixou o cargo antes do final do contrato.

Em 2009, liderou oito rodadas como treinador do Atlético.
Celso Roth trabalhou por duas vezes no Atlético e retorna a Minas
Celso Roth trabalhou por duas vezes no Atlético e retorna a Minas
Crédito da imagem: Agência Estado

Seleção Brasileira conhece mais adversários dos Jogos de Londres

A seleção brasileira masculina conheceu mais três adversários nos Jogos Olímpicos de Londres: Itália, Estados Unidos e Argentina. Os italianos mostraram ter uma seleção de “chegada”. Não tiveram atuações brilhantes, especialmente na primeira etapa do Pré-Olímpico Europeu.
Mas deram “o bote” na hora certa tanto na semifinal diante da Sérvia como na decisão frente a Alemanha, que havia derrotado a Bulgária na outra semifinal. Já a Argentina não teve muito trabalho no torneio sul-americano e passou fácil por todos os adversários.
Os Estados Unidos também não tiveram tanto trabalho assim no torneio da Norceca, que reúne as Américas do Norte e Central, e derrotaram canadenses e cubanos. Agora, oito seleções já garantiram vaga em Londres: Brasil, Rússia e Polônia pela Copa do Mundo e a anfitriã Grã Bretanha.
Além da Tunísia, representante africana e os classificados nos pré-olímpicos continentais: Itália, Estados Unidos e Argentina. A Federação Internacional divulgou na manhã dessa segunda-feira as seleções participantes dos pré-olímpicos mundiais que definem as últimas quatro seleções que estarão nos Jogos Olímpicos.
Um dos torneios será em Tóquio, no Japão e definirá, além do representante asiático, mais uma seleção classificada. Participam desse torneio: Japão, China, Coréia, Austrália, Irã, do técnico Julio Velasco, Sérvia, Venezuela e Porto Rico.
A Alemanha será sede do outro Pré-Olímpico que terá, além dos donos da casa, República Tcheca, Cuba e Índia. E a Bulgária, que herdou a sede italiana e receberá em Sofia as seleções Egito, França e Paquistão. A fórmula de disputa é: todos contra todos e o campeão vai a Londres.
Os três torneios acontecem no começo do mês de junho. Portanto, as cartas já estão na mesa e, independentemente dos classificados, Brasil, Rússia, Estados Unidos e Polônia são as minhas seleções favoritas para voltar com medalha dos Jogos. Itália e Argentina correm por fora e também podem surpreender.
No torneio feminino, a seleção brasileira fez a sua parte, derrotou todos os adversários sem perder sets no pré-olímpico Sul-Americano que aconteceu em São Carlos, interior paulista, e também carimbou seu passaporte para Londres.
Os canais ESPN transmitem os Jogos Olímpicos de Londres e estou esperando você, fã de esportes, para acompanharmos juntos esse grande evento esportivo e torcermos juntos para as nossas duplas na praia e as seleções na quadra.

VÍDEO: Romário não condena Marin por análise prévia de convocações: 'Sempre aconteceu'

Sucessor de Ricardo Teixeira na CBF, José Maria Marin não tem evitado o contato com a imprensa – pelo contrário, o novo presidente da entidade tem mantido boa relação com a mídia. Mas uma medida adotada pelo mandatário foi alvo de críticas: Marin afirmou que gostaria de ver as listas de convocados por Mano Menezes 48 horas antes de o treinador anunciá-la.

Para Romário, a postura de Marin não deve ser condenada. Pelo contrário, o ex-jogador até vê méritos na atitude do presidente da CBF que, segundo ele, deixa clara uma realidade existente em todo o mundo. Segundo o ex-jogador, a prática é comum em clubes e seleções de todo o mundo.

“Na minha cabeça, isso sempre aconteceu no futebol mundial. Infelizmente, quem conhece pouco dos bastidores e ouve isso, se assusta. Mas nós, que já vivemos há alguns anos no futebol, sabemos que isso sempre aconteceu, seja em clubes ou seleções. Uns 10 dias ou uma semana antes, os presidentes sempre tiveram noção de quem seria convocado. Então, quando o presidente põe isso em público está bem correto e tem que ser assim mesmo”, disse Romário em participação no Juca Entrevista Especial – o programa vai ao ar às 21 horas de sábado (19).



Veja um trecho do Juca Entrevista com Romário
Para Romário, o nível de interferência de Marin nas listas de Mano Menezes é algo que diz respeito à relação entre ambos. Nas palavras do hoje deputado federal, o treinador possivelmente aceitou a condição.

“O atual presidente não colocou o treinador lá, o Mano já estava no cargo quando ele assumiu. Eu acredito que deve ter havido uma conversa e o presidente colocou: vai ser assim, quer? E, pelo que parece, ele (Mano) quis, porque continua aí. Para mim, parece pra mim justo que o presidente, que é quem manda e paga o salário, falar se acha ou não que fulano deve ser chamado. Agora, depende do treinador, aceitar ou não”, afirmou.

A promessa de Teixeira – A interferência de dirigentes em convocações tanto não é novidade que, em 2002, Ricardo Teixeira pediu ao treinador Luiz Felipe Scolari que levasse Romário para a Copa do Mundo, disputada na Coreia do Sul e no Japão.

“No final, o resultado acabou mostrando que ele tinha razão”, disse Romário no Juca Entrevista. Questionado sobre o que faria com um treinador que não obedece a uma ordem superior, o ex-atacante não teve dúvidas.

“Eu, como presidente, se peço pra não convocar, e ele convoca, no dia seguinte eu demito”, afirmou o Baixinho. Depois, ele admitiu que talvez Teixeira não tenha dito a Felipão o mesmo que disse a ele, Romário.

“O Ricardo Teixeira apertar a minha mão e falar que eu vou para a Copa do Mundo é uma coisa, mas não sei o que foi conversado com o Felipão”, disse.

A importação de técnicos pelo país do futebol

Sempre que o futebol brasileiro vai mal - ou parece ir mal - aparece alguém a sugerir que contratemos técnicos estrangeiros para pôr ordem na casa. A sugestão não se restringe aos limites dos clubes. Fala-se mesmo em abrir uma porta para que, pela primeira vez na História, a seleção brasileira seja entregue a um professor lá de fora. Valerá a pena? Será que nossos craques jogarão mais ou melhor com um deles do que com Mano Menezes? Em que Pep Guardiola, por exemplo, poderia nos ajudar?

A história não é nova. Quando ia completar dez anos sem ganhar o Campeonato Carioca, na transição do amadorismo para o profissionalismo, o Flamengo mandou buscar em Viena o húngaro Dori Kruschner, cuja única contribuição importante ao futebol brasileiro seria a de trazer para cá o então moderno WM. Pela mesma época, o Fluminense andou recorrendo a técnicos uruguaios (Hector Cabelli, Carlos Carlomagno, Ondino Viera) convencido de que, nascidos num país que ganhara duas Olimpíadas e uma Copa do Mundo, eles sabiam mais que qualquer brasileiro. Depois, Botafogo e Vasco, para nos limitarmos a clubes do Rio, também importaram seus 'coaches'.

Na seleção brasileira, sempre houve certo pudor quanto a entregá-la a um comando estrangeiro. Como se, com isso, estivéssemos tingindo as cores verde e amarela de nossa Pátria em calções e chuteiras. Ma foi só perdermos duas Copas do Mundo seguidas, as de 1950 e 1954, para chegarmos à conclusão de que só um feiticeiro importado nos levaria ao título em 1958. E que maior feiticeiro havia se não o paraguaio Fleitas Solich, a quem a nação rubro-negra idolatrava? Solich realmente ajudara o Flamengo a ganhar seu segundo tricampeonato (1953-1954-1955), depois de tentativas meio bizarras do clube para encontrar o substituto de Flávio Costa (entre elas, a de Togo Renan Soares, o Kanela, técnico de basquete, e Cândido de Oliveira, um português). Foi assim que o nome do paraguaio apareceu como forte candidato a dirigir a seleção na Suécia, o que foi abandonado em nome do tal pudor. No caso, para sorte da seleção.

Não por pudor, nem por posições xenófobas, muito menos por achar que temos os melhores treinadores do mundo, devemos olhar com muita cautela as soluções salvadoras que apontam para a importação de ideias, filosofias, métodos de trabalho como solução para o futebol brasileiro. Se este vai mal? ou parece ir mal ? as causas hão de estar mais dentro do campo do que na boca do túnel. A expressão é antiga, reconheço, porém o lugar é mais definidor do papel do técnico do que o atual quadrilátero onde ele atua na lateral do campo. Porque o túnel era ou ainda é o espaço que liga o vestiário (o lado de fora) ao campo (onde tudo acontece). Os limites de quem comanda são estes.

Até ali, ideias, filosofias e métodos de trabalho do técnico talvez funcionem. Dali para dentro do campo, é nos pés do craque que a bola rola.

Parece-me que o que falta ao futebol brasileiro, hoje, é justamente a quantidade de craques como nos tempos em que a seleção não se formava com ampla maioria de ?estrangeiros?. Quer dizer, craques brasileiros jogando em outros países. Tempos em que Botafogo, Corinthians, Cruzeiro, Flamengo, Fluminense, Grêmio, Internacional, Palmeiras, São Paulo, Vasco da Gama (sempre citados alfabeticamente), ou o Santos da era pré-Neymar, conseguiam formar grandes times, independentemente da nacionalidade de quem os dirigia. O curioso em tudo isso é que os que hoje sugerem a contratação de técnicos de fora para salvar o futebol brasileiro são o mesmos que vivem clamando para que o futebol brasileiro volte a se abrasileirar.