| 19h45 Chivas 0x2 Vélez Sarsfield Grupo 7 |
| 22h00 Fluminense 0x2 Boca Juniors Grupo 4 |
| 22h00 Nacional (PAR) 1x3 Corinthians Grupo 6 |
Falamos campeonatos das séries A B C D campeonatos internacionais todos Português todos os resultados do Paulista da segunda divisão e ainda Futebol Internacional como Futebol Inglês Espanhol Italiano Portugal e o Argentino e campeonatos Importantes falaremos do Regional do Rio Grande do Norte do Cearense do Pernambucano e do Carioca e falamos da copa do nordeste
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Libertadores
Copa do Brasil
| 19h30 Grêmio 3x0 Ipatinga-MG |
| 19h30 Coritiba 3x0 ASA |
| 20h30 Penarol-AM 0x5 Atlético-MG |
| 20h30 ABC 1x1 Vitória |
| 21h50 Ceará 2x2 Paraná Clube |
| 21h50 Chapecoense 1x1 Cruzeiro |
| 21h50 Remo 2x1 Bahia |
| 21h50 Bahia de Feira 2x5 São Paulo |
| 21h50 Goiás 4x3 América-MG |
| 21h50 Sport 1x4 Paysandu-PA |
Italiano
| 15h45 Catania 1x2 Lecce |
| 15h45 Fiorentina 0x0 Palermo |
| 15h45 Genoa 1x1 Cesena |
| 15h45 Internazionale 2x1 Siena |
| 15h45 Juventus 2x1 Lazio |
| 15h45 Napoli 1x3 Atalanta |
| 15h45 Parma 2x0 Novara |
| 15h45 Roma 3x1 Udinese |
Inglês
| 15h45 Manchester City 4x1 West Bromwich Albion |
| 15h45 Wigan 1x0 Manchester United |
| 15h45 Wolverhampton 0x3 Arsenal |
| 16h00 QPR 3x0 Swansea City |
Espanhol
| 15h00 Granada-ESP 2x2 Athletic Bilbao |
| 15h00 Sporting de Gijón 3x2 Levante |
| 15h00 Valencia 4x1 Rayo Vallecano |
| 17h00 Atlético de Madri 1x4 Real Madrid |
Alemão
| 15h00 Hoffenheim 4x0 Hamburgo |
| 15h00 Bayer Leverkusen 3x1 Kaiserslautern |
| 15h00 Nuremberg 4x1 Schalke 04 |
| 15h00 Hannover 2x0 Wolfsburg |
| 15h00 Borussia Dortmund 1x0 Bayern de Munique |
terça-feira, 10 de abril de 2012
Libertadores
| 18h30 Deportivo Quito 2x0 Defensor Sporting Grupo 7 |
| 20h45 Unión Española 2x1 Bolívar Grupo 3 |
| 20h45 Zamora 0x1 Arsenal Sarandí Grupo 4 |
| 23h00 Atlético Nacional 3x0 Peñarol Grupo 8 |
Alemão
| 15h00 Hertha 1x2 Freiburg |
| 15h00 Werder Bremen 2x2 Borussia Mgladbach |
| 15h00 Mainz 05 4x0 Colônia |
| 15h00 Augsburg 1x3 Stuttgart |
Uma seleção de 4 titulares?
Daniel Alves, Marcelo, Thiago Silva e, sobretudo, Neymar. Qualquer seleção brasileira formada hoje teria esses quatro jogadores. E quem mais?
Difícil resposta. A seleção brasileira hoje vive uma crise de identidade. Mano Menezes se esforça para repetir a base nas suas convocações, mas a base ainda não deu liga.
São pouquíssimos os jogadores confiáveis e inquestionáveis no Brasil hoje. Mesmo os quatro acima têm algumas ressalvas. Os laterais, por exemplo. Daniel Alves nunca conseguiu ser brilhante na seleção como é no Barcelona (aliás, não dá para comparar, né?). E Marcelo reina no outro lado por absoluta falta de concorrência. Thiago Silva e Neymar talvez sejam os únicos hoje em dia acima de qualquer suspeita.
Comecemos pelo gol. Júlio César não é mais o mesmo? Não. Isso está claro. Para qualquer um. Mas quem se habilita? Diego Alves? Nem titular absoluto do Valencia ele é? Os goleiros que atuam no Brasil? Victor e Fabio caíram de produção. Jefferson oscila também...
Na zaga. Quem seria o companheiro de Thiago Silva? David Luiz surgiu bem, mas ainda não é uma segurança. Dedé é um fenômeno local. Ainda não foi devidamente testado.
Dupla de volantes? Terreno pantanoso. Mano apostou em Lucas Leiva, que se machucou seriamente. Sandro tem pedigree, mas não é titular na Inglaterra. Ralf joga muito no Corinthians. Mas e na seleção? Candidatos a segundo volante não faltam. Fernandinho, Elias, Paulinho, Arouca, mas ninguém incontestável. Nem Hernanes, que vem atuando na seleção e na Lazio mais à frente.
E o camisa 10? Aí a batalha é de fato dura. PH Ganso não emplaca. Ronaldinho Gaúcho? Acho que já deu, né? Kaká é uma possibilidade. Mas não consegue a sequencia que tanto deseja no Real Madrid?
E os campanheiros de Neymar? Pelos lados, algumas possibilidades. Lucas, Hulk, Robinho (?) ou mais um jogador para fechar o meio-campo, mudando o sistema.
O que não dá é para abrir mão de um camisa 9 incontestável. E ele joga no Brasil, certo? Alexandre Pato precisa começar tudo de novo e se livrar das lesões para merecer nova chance. No país, encontram-se hoje os principais goleadores do país. Os mais veteranos (que convivem com lesões), como Fred, Vágner Love e Luís Fabiano, a aposta Leandro Damião...
A Olimpíada pode dar uma mão a Mano Menezes e confirmar algumas possibilidades. Fernando (Grêmio), Casemiro (São Paulo)... Ou deixar o cenário ainda mais obscuro. Para você: qual a seleção brasileira ideal hoje, a dois anos da Copa?
Difícil resposta. A seleção brasileira hoje vive uma crise de identidade. Mano Menezes se esforça para repetir a base nas suas convocações, mas a base ainda não deu liga.
São pouquíssimos os jogadores confiáveis e inquestionáveis no Brasil hoje. Mesmo os quatro acima têm algumas ressalvas. Os laterais, por exemplo. Daniel Alves nunca conseguiu ser brilhante na seleção como é no Barcelona (aliás, não dá para comparar, né?). E Marcelo reina no outro lado por absoluta falta de concorrência. Thiago Silva e Neymar talvez sejam os únicos hoje em dia acima de qualquer suspeita.
Comecemos pelo gol. Júlio César não é mais o mesmo? Não. Isso está claro. Para qualquer um. Mas quem se habilita? Diego Alves? Nem titular absoluto do Valencia ele é? Os goleiros que atuam no Brasil? Victor e Fabio caíram de produção. Jefferson oscila também...
Na zaga. Quem seria o companheiro de Thiago Silva? David Luiz surgiu bem, mas ainda não é uma segurança. Dedé é um fenômeno local. Ainda não foi devidamente testado.
Dupla de volantes? Terreno pantanoso. Mano apostou em Lucas Leiva, que se machucou seriamente. Sandro tem pedigree, mas não é titular na Inglaterra. Ralf joga muito no Corinthians. Mas e na seleção? Candidatos a segundo volante não faltam. Fernandinho, Elias, Paulinho, Arouca, mas ninguém incontestável. Nem Hernanes, que vem atuando na seleção e na Lazio mais à frente.
E o camisa 10? Aí a batalha é de fato dura. PH Ganso não emplaca. Ronaldinho Gaúcho? Acho que já deu, né? Kaká é uma possibilidade. Mas não consegue a sequencia que tanto deseja no Real Madrid?
E os campanheiros de Neymar? Pelos lados, algumas possibilidades. Lucas, Hulk, Robinho (?) ou mais um jogador para fechar o meio-campo, mudando o sistema.
O que não dá é para abrir mão de um camisa 9 incontestável. E ele joga no Brasil, certo? Alexandre Pato precisa começar tudo de novo e se livrar das lesões para merecer nova chance. No país, encontram-se hoje os principais goleadores do país. Os mais veteranos (que convivem com lesões), como Fred, Vágner Love e Luís Fabiano, a aposta Leandro Damião...
A Olimpíada pode dar uma mão a Mano Menezes e confirmar algumas possibilidades. Fernando (Grêmio), Casemiro (São Paulo)... Ou deixar o cenário ainda mais obscuro. Para você: qual a seleção brasileira ideal hoje, a dois anos da Copa?
Só pode ser balela
Tanto faz se o diretor de seleções da CBF gosta ou não do futebol do Barcelona.
Ninguém é obrigado a se encantar com o estilo do time de Guardiola e nem transformá-lo em padrão de futebol bem jogado.
Mas também não dá para afirmar que o jogo catalão é uma balela.
Algo diferente anda acontecendo na Espanha e o responsável por todas as seleções nacionais deveria saber mais, estar disposto a entender como funciona a metodologia de treinamento criticada por ele.
O Corinthians, time que ele dirigiu até o final do ano, jogou no domingo contra o Paulista pelo Campeonato Estadual com apenas dois jogadores criados nas divisões de base: o goleiro Julio Cesar e o zagueiro Marquinhos, hoje ainda reserva do reserva.
Já o Barcelona, contra o Milan, na semana passada, pela Liga dos Campeões, entrou em campo com nove jogadores formados na base.
Só pode ser mesmo balela.
“Eu já fui pra lá e não vi o time jogar igual ao profissional, ainda perderam de 2 a 0 para o sub-17 do Corinthians”, disse o ex-presidente corintiano.
É verdade que o Barcelona perdeu para o Corinthians no sub-17, Corinthians que dois meses depois se livrou da comissão técnica responsável pelo feito. E mais: o placar foi 2 a 1.
Nesta terça tem Messi e suas balelas na tela dos canais ESPN.
Ninguém é obrigado a se encantar com o estilo do time de Guardiola e nem transformá-lo em padrão de futebol bem jogado.
Mas também não dá para afirmar que o jogo catalão é uma balela.
Algo diferente anda acontecendo na Espanha e o responsável por todas as seleções nacionais deveria saber mais, estar disposto a entender como funciona a metodologia de treinamento criticada por ele.
O Corinthians, time que ele dirigiu até o final do ano, jogou no domingo contra o Paulista pelo Campeonato Estadual com apenas dois jogadores criados nas divisões de base: o goleiro Julio Cesar e o zagueiro Marquinhos, hoje ainda reserva do reserva.
Já o Barcelona, contra o Milan, na semana passada, pela Liga dos Campeões, entrou em campo com nove jogadores formados na base.
Só pode ser mesmo balela.
“Eu já fui pra lá e não vi o time jogar igual ao profissional, ainda perderam de 2 a 0 para o sub-17 do Corinthians”, disse o ex-presidente corintiano.
É verdade que o Barcelona perdeu para o Corinthians no sub-17, Corinthians que dois meses depois se livrou da comissão técnica responsável pelo feito. E mais: o placar foi 2 a 1.
Nesta terça tem Messi e suas balelas na tela dos canais ESPN.
O maior elogio que Pelé poderia fazer a Lionel Messi
Pelé voltou a falar sobre Messi, ontem à noite, na Vila Belmiro. Disse que antes de se comparar a Pelé, Messi precisa ser melhor do que Neymar.
Sem perceber, Pelé confere a Messi o maior de todos os elogios que o argentino poderia receber: seu incômodo.
Se você não viu Pelé jogar e se não viu Maradona, saiba que há uma diferença fundamental na relação do rei com Messi. Nos anos 80, quando Diego era inquestionavelmente o melhor jogador do planeta, Pelé não costumava dar declarações sobre seu futebol, não com a frequência com que tem comentado Messi.
As rusgas entre Pelé e Maradona datam mais dos anos 90, quando Diego já estava em declínio. Nos 80, Pelé era mais discreto.
Messi não precisa de mais elogios. Seu futebol fala por si:
Neste ano, Messi tem impressionantes 60 gols em 50 jogos, média de 1,2 por partida.
Pelé também não precisava.
O recorde de Pelé data de 1961, com 111 gols em 75 partidas, média de 1,48 por jogo.
As épocas são distintas, o futebol e os craques também.. Pelé foi o melhor jogador do século 20. Messi, o melhor do século 21.
Pelo menos por enquanto.
Sem perceber, Pelé confere a Messi o maior de todos os elogios que o argentino poderia receber: seu incômodo.
Se você não viu Pelé jogar e se não viu Maradona, saiba que há uma diferença fundamental na relação do rei com Messi. Nos anos 80, quando Diego era inquestionavelmente o melhor jogador do planeta, Pelé não costumava dar declarações sobre seu futebol, não com a frequência com que tem comentado Messi.
As rusgas entre Pelé e Maradona datam mais dos anos 90, quando Diego já estava em declínio. Nos 80, Pelé era mais discreto.
Messi não precisa de mais elogios. Seu futebol fala por si:
Neste ano, Messi tem impressionantes 60 gols em 50 jogos, média de 1,2 por partida.
Pelé também não precisava.
O recorde de Pelé data de 1961, com 111 gols em 75 partidas, média de 1,48 por jogo.
As épocas são distintas, o futebol e os craques também.. Pelé foi o melhor jogador do século 20. Messi, o melhor do século 21.
Pelo menos por enquanto.
MÉDICO DO MILAN
Os médicos do Milan diz que não ver motivo essa contusão de pato parece mas coisa da cabeça de pato está parecendo ser isso o problema do jogador
Pelé tem cada uma
Pelé tem cada uma que da dez ele não pode dizer que Neimar é melhor do quer messe se Neimar fosse melhor do que o camisa dez da Argentina ele teria sedo escolhido melhor do mundo mesmo jogando no Brasil
O TIME SEM CANA DE VENCE
O time do flamengo é rim mesmo ou é os jogadores que jogam sem a cana de vencer uma partida da na libertadores e quando o time está vencendo todo mundo parece relaxa de mas ou melhor fica sem vontade de vence a partida estava praticamente ganha o time conce que perder pra ele mesmo na libertadores se continua nessa toada quando for no campeonato Brasileiro vai brica não cai se o time continua jogando sem vontade de vence uma partida
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Inglês
| 11h00 Everton 4x0 Sunderland |
| 11h00 Newcastle United 2x0 Bolton |
| 11h00 Tottenham 1x2 Norwich |
| 13h30 Aston Villa 1x1 Stoke City |
| 16h00 Fulham 1x1 Chelsea |
Diretoria do Flamengo já admite saída de Ronaldinho e conta com Juan para confortar torcida
Nos bastidores, dirigentes do Flamengo já falam com naturalidade sobre a possível saída de Ronaldinho Gaúcho. Na opinião de cartolas do clube, é melhor o atacante deixar a Gávea do que continuar apresentando o rendimento atual.
Conforme revelou o UOL Esporte, Ronaldinho já manisfestou internamente interesse em rescindir seu contrato, após os recentes atos hostis da torcida. A ideia do clube, porém, é conseguir lucrar com uma eventual negociação para o exterior.
O impacto negativo do fracasso da passagem do R10 pela Gávea seria reduzido com o retorno de Juan ao clube. Em conversas informais, dirigentes rubro-negros afirmam ter certeza de que o jogador da Roma irá voltar ao Fla. E que sua contratação faria a torcida esquecer a decepção com Ronaldinho.
Conforme revelou o UOL Esporte, Ronaldinho já manisfestou internamente interesse em rescindir seu contrato, após os recentes atos hostis da torcida. A ideia do clube, porém, é conseguir lucrar com uma eventual negociação para o exterior.
O impacto negativo do fracasso da passagem do R10 pela Gávea seria reduzido com o retorno de Juan ao clube. Em conversas informais, dirigentes rubro-negros afirmam ter certeza de que o jogador da Roma irá voltar ao Fla. E que sua contratação faria a torcida esquecer a decepção com Ronaldinho.
Meninos do Brasil
O diretor de seleções da CBF, Andrés Sanches, é taxativo, quando questionado sobre a pressão que ele mesmo parece exercer sobre Mano Menezes: "Se o Mano sair, eu saio junto!"
Ao mesmo tempo em que questiona os resultados obtidos pela seleção, Andrés garante que trabalha como muro de proteção. "É claro que eu o estou protegendo, só não vê quem não quer."
O ponto positivo de ter um diretor de seleções é esse. A cada declaração, fala-se mais de Andrés Sanchez do que do técnico e de seus resultados.
O ponto negativo é que Andrés está bem no meio do fogo da política, depois da renúncia de Ricardo Teixeira. Até prova em contrário, Marin, Marco Polo Del Nero e Andrés Sanchez respeitarão um o espaço do outro até o início do processo eleitoral, perto da Copa do Mundo.
Como aqui já se escreveu, se Marin mexer com Andrés, este agita os clubes para criar a liga. E se Andrés tentar criar a liga agora, Marin interfere no departamento de seleções.
Há quem pense que a situação pode ficar mais quente antes. Que alguém poderá pegar em armas antes do processo eleitoral. É por isso que, a cada dia, aparecem mais boatos sobre quem seriam os favoritos de Marco Polo e José Maria Marin para o cargo de técnico da seleção, em caso de troca: Muricy ou Felipão?
Calma!
A seleção já tem problemas demais, a dois anos da Copa, para se mexer em mais um vespeiro, para discutir quando e quem substituirá Mano Menezes.
A seleção tem outro problema-extra nos últimos meses, a dificuldade de se fazer um diagnóstico preciso da crise do futebol brasileiro. Depois do Barcelona 4 x 0 Santos, então, tudo ficou meio misturado. A qualidade dos clubes, a renovação de jogadores, a seleção que perdeu a Copa América... Onde está nosso drama?
Há um problema fundamental e inevitável, poucas vezes diagnosticado: o excesso de juventude. Neymar, Ganso, Lucas e Leandro Damião são a solução e, ao mesmo tempo, o dilema. Nunca houve um ataque tão jovem. Nunca na história da seleção tantos garotos tiveram tanta importância, nem em tão larga escala como hoje. O confuso diagnóstico de muita gente é que falta talento ao Brasil de hoje. Não é verdade. Falta maturidade.
Também não é verdade que o Brasil tenha perdido seu estilo. O que falta mesmo à seleção é seguir o histórico conselho de Nelson Rodrigues: "Envelheçam!"
Mas daqui até a Copa há apenas dois anos e uma Olimpíada no meio. Ela pode ser decisiva.
Se Neymar, Ganso e Damião conquistarem o ouro, ou fizerem campanha irrepreensível - chegar à final e ficar com a prata em jogo sem reparos - Mano vai até a Copa e muita gente verá nos garotos jogadores maduros, prontos para ficarem com o caneco. Seremos os melhores do mundo de novo, mesmo sem sermos. Caso contrário, estará montado o cenário para Marin e Marco Polo agirem. Troca de técnico, de diretor, de tudo!
A política anda perigosamente perto da seleção. As análises precipitadas só reforçam isso.
Parreira disse que não há outra hipótese, a não ser o Brasil ganhar o Mundial de 2014. Se a política ficar ainda mais próxima, não há hipótese de vencer. A não ser que Deus seja mesmo brasileiro.
Ao mesmo tempo em que questiona os resultados obtidos pela seleção, Andrés garante que trabalha como muro de proteção. "É claro que eu o estou protegendo, só não vê quem não quer."
O ponto positivo de ter um diretor de seleções é esse. A cada declaração, fala-se mais de Andrés Sanchez do que do técnico e de seus resultados.
O ponto negativo é que Andrés está bem no meio do fogo da política, depois da renúncia de Ricardo Teixeira. Até prova em contrário, Marin, Marco Polo Del Nero e Andrés Sanchez respeitarão um o espaço do outro até o início do processo eleitoral, perto da Copa do Mundo.
Como aqui já se escreveu, se Marin mexer com Andrés, este agita os clubes para criar a liga. E se Andrés tentar criar a liga agora, Marin interfere no departamento de seleções.
Há quem pense que a situação pode ficar mais quente antes. Que alguém poderá pegar em armas antes do processo eleitoral. É por isso que, a cada dia, aparecem mais boatos sobre quem seriam os favoritos de Marco Polo e José Maria Marin para o cargo de técnico da seleção, em caso de troca: Muricy ou Felipão?
Calma!
A seleção já tem problemas demais, a dois anos da Copa, para se mexer em mais um vespeiro, para discutir quando e quem substituirá Mano Menezes.
A seleção tem outro problema-extra nos últimos meses, a dificuldade de se fazer um diagnóstico preciso da crise do futebol brasileiro. Depois do Barcelona 4 x 0 Santos, então, tudo ficou meio misturado. A qualidade dos clubes, a renovação de jogadores, a seleção que perdeu a Copa América... Onde está nosso drama?
Há um problema fundamental e inevitável, poucas vezes diagnosticado: o excesso de juventude. Neymar, Ganso, Lucas e Leandro Damião são a solução e, ao mesmo tempo, o dilema. Nunca houve um ataque tão jovem. Nunca na história da seleção tantos garotos tiveram tanta importância, nem em tão larga escala como hoje. O confuso diagnóstico de muita gente é que falta talento ao Brasil de hoje. Não é verdade. Falta maturidade.
Também não é verdade que o Brasil tenha perdido seu estilo. O que falta mesmo à seleção é seguir o histórico conselho de Nelson Rodrigues: "Envelheçam!"
Mas daqui até a Copa há apenas dois anos e uma Olimpíada no meio. Ela pode ser decisiva.
Se Neymar, Ganso e Damião conquistarem o ouro, ou fizerem campanha irrepreensível - chegar à final e ficar com a prata em jogo sem reparos - Mano vai até a Copa e muita gente verá nos garotos jogadores maduros, prontos para ficarem com o caneco. Seremos os melhores do mundo de novo, mesmo sem sermos. Caso contrário, estará montado o cenário para Marin e Marco Polo agirem. Troca de técnico, de diretor, de tudo!
A política anda perigosamente perto da seleção. As análises precipitadas só reforçam isso.
Parreira disse que não há outra hipótese, a não ser o Brasil ganhar o Mundial de 2014. Se a política ficar ainda mais próxima, não há hipótese de vencer. A não ser que Deus seja mesmo brasileiro.
Palmeiras parece o “Sandoval Quaresma
Em fim de Semana Santa, o Palmeiras me fez lembrar de Sandoval Quaresma, personagem da Escolinha do Professor Raimundo interpretado por Brandão Filho. Lembra dele? Era um que respondia perfeitamente às perguntas mais difíceis. “Opa! Tá na ponta da língua.” Na hora de tirar o 10, ele embaralhava tudo, se enroscava e só saía bobagem. “Estava indo tão bem”, lamentava…
Pois com o Palestra acontece algo semelhante. Até duas semanas atrás, mantinha invencibilidade invejável, estava na liderança do Paulista e parecia um time muito mais sólido e sem os traumas do ano passado. Até que sofreu a primeira derrota –2 a1, de virada, para o Corinthians. Daí em diante, acumulou outras duas,1 a0 para o Mirassol e3 a1 para o Guarani, na tarde deste domingo, em Campinas.
A turma de Felipão mostrou falhas que atrapalharam a vida em 2011, sobretudo em bolas aéreas. Os adversários descobriram, de novo, que basta lançar bolas na área palmeirense que sai coisa bem. E saiu, para o Guarani: os três gols tiveram como origem, meio ou fim esse tipo de jogada. E com Deola ainda boas defesas.
O Palmeiras teve, de quebra, o azar de perder Wesley logo no começo (lesão no joelho). E, justiça lhe seja feita, também criou jogadas de gol – e Juliano, do Guarani, foi muito bem em vários lances. Mas, por ironia, o gol palestrino (Barcos) saiu de pênalti mandrake marcado pelo árbitro numa boa encenação de Daniel Carvalho.
Com o resultado, o Palmeiras caiu para quinto lugar e, por enquanto, tem o próprio Guarani como adversário na fase de mata-mata. Ok que não é um drama, conforme diz Felipão. Mas esses tropeços na reta final da etapa de classificação incomodam, tiram do time a vantagem de jogar em casa e recolocam a maldita pulga atrás da orelha do torcedor.
É a síndrome de Sandoval Quaresma… Estava indo tão bem…
Pois com o Palestra acontece algo semelhante. Até duas semanas atrás, mantinha invencibilidade invejável, estava na liderança do Paulista e parecia um time muito mais sólido e sem os traumas do ano passado. Até que sofreu a primeira derrota –2 a1, de virada, para o Corinthians. Daí em diante, acumulou outras duas,1 a0 para o Mirassol e3 a1 para o Guarani, na tarde deste domingo, em Campinas.
A turma de Felipão mostrou falhas que atrapalharam a vida em 2011, sobretudo em bolas aéreas. Os adversários descobriram, de novo, que basta lançar bolas na área palmeirense que sai coisa bem. E saiu, para o Guarani: os três gols tiveram como origem, meio ou fim esse tipo de jogada. E com Deola ainda boas defesas.
O Palmeiras teve, de quebra, o azar de perder Wesley logo no começo (lesão no joelho). E, justiça lhe seja feita, também criou jogadas de gol – e Juliano, do Guarani, foi muito bem em vários lances. Mas, por ironia, o gol palestrino (Barcos) saiu de pênalti mandrake marcado pelo árbitro numa boa encenação de Daniel Carvalho.
Com o resultado, o Palmeiras caiu para quinto lugar e, por enquanto, tem o próprio Guarani como adversário na fase de mata-mata. Ok que não é um drama, conforme diz Felipão. Mas esses tropeços na reta final da etapa de classificação incomodam, tiram do time a vantagem de jogar em casa e recolocam a maldita pulga atrás da orelha do torcedor.
É a síndrome de Sandoval Quaresma… Estava indo tão bem…
RJ foi experiente na Superliga feminina. Na masculina, só deu Lorena
Será que os cariocas vão conseguir parar Lorena no terceiro e decisivo jogo da semifinal?
Crédito da imagem: CBV
Crédito da imagem: CBV
A balança do confronto entre Rio de Janeiro e Vôlei Futuro na semifinal da superliga masculina pendeu para os paulistas dessa vez. Muito em função das belas atuações de Lorena e Ricardinho. Quem conhece Lorena sabe que quando é desafiado vira o que virou nesse domingo.
Tornou-se tão endiabrado que quase ninguém conseguiu segurá-lo no bloqueio, especialmente depois da discussão com Théo. E a tônica desse confronto é essa: os cariocas têm que arrumar um jeito de parar Lorena no ataque. Agora, a situação se inverte porque o Vôlei Futuro vai decidir a vaga na final diante da sua torcida.
Mas para vencer sabe que precisa minimizar os erros. A entrada de Bob no lugar do Dentinho deu, não só um novo ânimo para os paulistas, mas uma nova opção de jogo à favor dos visitantes no terceiro confronto. E Ricardinho soube utilizar bem suas armas no ataque e “colocou” Lorena no jogo na hora certa.
Do lado carioca, o central Lucão foi o melhor. Os ponteiros ficaram devendo, principalmente quando Dante cansou e Lipe teve queda no rendimento da recepção. A vantagem agora é paulista, mas a série está aberta e os cariocas podem surpreender.
Na outra semi, o Cruzeiro mostrou sua força diante do Minas. O Cruzeiro tem um ataque forte com Wallace e isso fez a diferença. Já o Minas chegou numa honrosa semifinal, já que pesou a falta de experiência de alguns dos seus jogadores em partidas decisivas.
Na superliga feminina, Osasco e Rio de Janeiro na decisão pela oitava vez consecutiva. Está ficando chato. Tudo porque faltou ao Vôlei Futuro mais pegada no terceiro jogo da semi.
Não dá para querer um resultado melhor com um time que apenas Fernanda Garay funcionou mais ou menos. Diferente do Rio que teve seus méritos para chegar em mais uma final. Se recuperou psicologicamente da derrota no segundo jogo e se impôs no terceiro.
VÍDEO: Futebol, sensacional até sem gols. Qual seu 0 a 0 inesquecível?
O futebol é um esporte diferente, o melhor de todos. Uma das razões é a valorização do ponto, do gol. Não é fácil marcar, não é simples colocar a bola entre as traves num campo que pode ter entre até 10 mil metros quadrados. Daí o valor que tem o gol, por isso ele provoca comemorações de jogadores e torcedores muito maiores do que em outras modalidades onde a pontuação é mais alta, frequente e... banal.
Real Madrid e Valencia fizeram neste domingo um desses 0 a 0 sensacionais. Muitas chances para ambas as equipes, bolas nas traves e emoção até o fim. No caso específico, o cotejo empolgou mais uma torcida envolvida na disputa do título espanhol, a do Barcelona, que curtiu o resultado e ficaria ainda mais feliz se os merengues fossem derrotados. A disputa pelo titulo está muito mais aberta depois dessa ótima peleja.
Um jogão, mesmo sem gol, que não é apenas um detalhe, como já foi dito um dia. Mas mesmo sem ele, o futebol pode ser sensacional. Se você ainda duvida, veja o vídeo abaixo com os melhores momentos de Real Madrid x Valencia e diga qual o seu 0 a 0 inesquecível.
Real Madrid e Valencia fizeram neste domingo um desses 0 a 0 sensacionais. Muitas chances para ambas as equipes, bolas nas traves e emoção até o fim. No caso específico, o cotejo empolgou mais uma torcida envolvida na disputa do título espanhol, a do Barcelona, que curtiu o resultado e ficaria ainda mais feliz se os merengues fossem derrotados. A disputa pelo titulo está muito mais aberta depois dessa ótima peleja.
Um jogão, mesmo sem gol, que não é apenas um detalhe, como já foi dito um dia. Mas mesmo sem ele, o futebol pode ser sensacional. Se você ainda duvida, veja o vídeo abaixo com os melhores momentos de Real Madrid x Valencia e diga qual o seu 0 a 0 inesquecível.
Clique no player e veja os melhores momentos do jogão de domingo
Crônica de um 0 a 0 eletrizante
O Real Madrid x Valencia deste domingo poderá ser citado como exemplo de que um jogo de futebol não depende de muitos gols para ser emocionante. O duelo do Santiago Bernabéu, pela tensão que carregava dos dois lados, foi um dos melhores momentos da temporada que se aproxima do final.
O elenco de José Mourinho tinha a oportunidade de entrar para a história do clube como o primeiro a marcar pelo menos um gol em 42 partidas oficiais consecutivas. Então, como se fosse uma maldição, ficou outra vez nos 41. Como já havia acontecido entre 1951 e 1952 e entre 1988 e 1989 - este último com um time inesquecível que alcançaria o pentacampeonato espanhol em 1990.
Antes do Valencia, 15 times haviam visitado o Bernabéu na liga. Só dois haviam conseguido tirar pontos: o Barcelona, que venceu, e o Málaga, que empatou. Onze deles levaram pelo menos quatro gols.
O Valencia, por sua vez, tinha somado apenas um ponto nas últimas três rodadas, jogando fora a boa vantagem que havia construído na terceira colocação. No empate por 1 a 1 com o Levante, uma semana atrás, os torcedores protestaram contra o técnico Unai Emery. A goleada sobre o AZ, pela Liga Europa, devolveu um pouco da confiança.
Mourinho escalou o ataque dos 101 gols na temporada - Cristiano Ronaldo (49), Benzema (28) e Higuaín (24) - e se deparou com um Valencia que, no papel, parecia ultradefensivo. Jonas foi sacrificado para a escalação de mais um meio-campista, Tino Costa, enquanto Soldado, com problemas físicos, começou no banco. Na lateral-direita foi escalado o zagueiro Ricardo Costa.
Tinha tudo para se desenhar como um duelo de ataque contra defesa, daqueles em que a resistência do visitante acaba caindo diante da pressão. Havia sido assim em outubro, quando o Betis conseguiu levar o 0 a 0 até o intervalo, mas acabou caindo por 4 a 1.
Desta vez, no entanto, foi diferente. O Valencia não apenas se defendeu com competência, como foi constantemente perigoso nos contragolpes. A bola na trave de Cristiano Ronaldo foi respondida por uma de Ricardo Costa, em uma cabeçada que pegou toda a defesa batida, pedindo um impedimento que não existia.
No intervalo, Mourinho colocou Di María no lugar de Higuaín, sabendo que a velocidade do ex-benfiquista seria importante. Di María entrou bem, mas o segundo tempo se transformou em um recital do goleiro Guaita, que fez pelo menos três defesas brilhantes para mostrar como o Valencia está bem servido de goleiros. Emery se dá ao luxo de promover um revezamento, com Guaita jogando no campeonato e Diego Alves nas copas.
O Valencia também teve suas chances de arrancar a vitória. O travessão impediu o gol de Tino Costa, e Casillas impediu que o bom lateral Jordi Alba marcasse.
Foi um empate sem gols, mas as emoções sobraram em um jogo que não baixou de intensidade ao longo dos 90 minutos. Bom não apenas para o torcedor neutro, mas também para o do Barcelona, que viu sua desvantagem cair para 4 pontos, depois de chegar a ser de dez.
Restando sete rodadas, incluindo um confronto direto muito aguardado no Camp Nou dentro de duas semanas, a liga está muito aberta, e o lado psicológico terá muita influência no que vem pela frente. Na disputa por título, por Champions, por Europa League e por permanência na primeira divisão.
O elenco de José Mourinho tinha a oportunidade de entrar para a história do clube como o primeiro a marcar pelo menos um gol em 42 partidas oficiais consecutivas. Então, como se fosse uma maldição, ficou outra vez nos 41. Como já havia acontecido entre 1951 e 1952 e entre 1988 e 1989 - este último com um time inesquecível que alcançaria o pentacampeonato espanhol em 1990.
Antes do Valencia, 15 times haviam visitado o Bernabéu na liga. Só dois haviam conseguido tirar pontos: o Barcelona, que venceu, e o Málaga, que empatou. Onze deles levaram pelo menos quatro gols.
O Valencia, por sua vez, tinha somado apenas um ponto nas últimas três rodadas, jogando fora a boa vantagem que havia construído na terceira colocação. No empate por 1 a 1 com o Levante, uma semana atrás, os torcedores protestaram contra o técnico Unai Emery. A goleada sobre o AZ, pela Liga Europa, devolveu um pouco da confiança.
Mourinho escalou o ataque dos 101 gols na temporada - Cristiano Ronaldo (49), Benzema (28) e Higuaín (24) - e se deparou com um Valencia que, no papel, parecia ultradefensivo. Jonas foi sacrificado para a escalação de mais um meio-campista, Tino Costa, enquanto Soldado, com problemas físicos, começou no banco. Na lateral-direita foi escalado o zagueiro Ricardo Costa.
Tinha tudo para se desenhar como um duelo de ataque contra defesa, daqueles em que a resistência do visitante acaba caindo diante da pressão. Havia sido assim em outubro, quando o Betis conseguiu levar o 0 a 0 até o intervalo, mas acabou caindo por 4 a 1.
Desta vez, no entanto, foi diferente. O Valencia não apenas se defendeu com competência, como foi constantemente perigoso nos contragolpes. A bola na trave de Cristiano Ronaldo foi respondida por uma de Ricardo Costa, em uma cabeçada que pegou toda a defesa batida, pedindo um impedimento que não existia.
No intervalo, Mourinho colocou Di María no lugar de Higuaín, sabendo que a velocidade do ex-benfiquista seria importante. Di María entrou bem, mas o segundo tempo se transformou em um recital do goleiro Guaita, que fez pelo menos três defesas brilhantes para mostrar como o Valencia está bem servido de goleiros. Emery se dá ao luxo de promover um revezamento, com Guaita jogando no campeonato e Diego Alves nas copas.
O Valencia também teve suas chances de arrancar a vitória. O travessão impediu o gol de Tino Costa, e Casillas impediu que o bom lateral Jordi Alba marcasse.
Foi um empate sem gols, mas as emoções sobraram em um jogo que não baixou de intensidade ao longo dos 90 minutos. Bom não apenas para o torcedor neutro, mas também para o do Barcelona, que viu sua desvantagem cair para 4 pontos, depois de chegar a ser de dez.
Restando sete rodadas, incluindo um confronto direto muito aguardado no Camp Nou dentro de duas semanas, a liga está muito aberta, e o lado psicológico terá muita influência no que vem pela frente. Na disputa por título, por Champions, por Europa League e por permanência na primeira divisão.
Sobre a Liga que ressuscita, o Foo Fighters e eventos em São Paulo
Bola e música. Além de dar nome ao programa do amigo Rodrigo Rodrigues, as duas coisas estão muito presentes na minha vida. Mais a bola do que a música. Mas essa balança foi se equilibrando ao longo dos anos e hoje não saberia dizer se prefiro um bom jogo ou um bom show.
Uma diferença fundamental é que futebol tem toda semana, quase todo dia. E eu gosto de ver jogos daqui, da Inglaterra, Espanha, onde for. O jogo me encanta. Com música, é diferente. Por mais que haja um pequeno número de gêneros que eu abomine, são poucas as bandas que me fazem gastar dinheiro e tempo para ir a um show, baixar um CD completo, decorar as letras.
Nesse fim de semana, a música falou muito mais alto do que o futebol para mim.
Antes, a bola. Não vi o jogo do Barcelona, vi o empate do Real Madrid. Não vou me alongar muito sobre a discussão do futebol na Espanha. Eles são campeões da Europa e do mundo com times formados por jogadores que atuam na liga espanhola, têm os dois melhores times do planeta (disparado), outros tantos de grande qualidade, estão disseminando nas bases o futebol que todo mundo sonha em ver no Brasil... mas ainda se insiste que o campeonato é uma porcaria, etc, etc, etc. Não vou me alongar nesse post, falo mais disso durante a semana, porque acho que vale a pena.
Mas, enfim. Quem acompanha futebol, sabe que o Valencia tem um time bom. Bem montado por um ótimo técnico (injustiçado pelas bandas dos laranjais valencianos), com jogadores de qualidade e capazes de encarar o Real de frente. Foi o que aconteceu. Claro que o Real Madrid esteve mais perto do gol, mas não seria absurdo se tivesse perdido o duelo.
A volta de Di María é fundamental nessa reta final, é um jogador tático, com poder de finalização, de drible e de criar chances. Kaká, creio, ocupará mais o espaço de Ozil nos jogos grandes - deveria ter entrado antes contra o Valencia.
O fato é que, por mais normal que o resultado seja, o Real Madrid empata pela terceira vez. E a diferença, que era de 10, agora é de 4 pontos. Eu dava a liga como morta. Obviamente, ela não está. Estava e não está mais. Isso se chama ressurreição.
Há quem diga que ela nunca esteve morta. Eu discordo. O andar da carruagem mostrava um Barcelona instável, alternando grandes jogos com atuações médias e excesso de Messi-dependência. E o Real Madrid ganhando de todo mundo com sobras. Por jogo apresentado e chances de gol, era para ter ganhado do Málaga. Do Villarreal. E do Valencia. Não ganhou de nenhum dos três.
O Barcelona vem de 9 vitórias seguidas e vai ter que ganhar os últimos 7 jogos para ser campeão (não seria um milagre e, sim, um feito). Se não vencer o duelo direto com o Real Madrid, no Camp Nou, esquece. Se vencer o duelo direto, mas tropeçar alguma vez, terá de torcer por dois outros tropeços do Real. Ou seja, percebam que o Barcelona, caso não ganhe seus sete jogos, terá de contar com que o Real Madrid não ganhe três de sete. Muito difícil que isso aconteça.
A tabela do Real é mais complicada. Terá de ir ao Calderón no meio da semana e a Bilbao a três rodadas do fim. Mas o Barcelona tem um elenco mais curto, e a parte física pode fazer diferença na reta final. De todas as maneiras, a disputa está reaberta e todas as rodadas terão "finais" para os gigantes. A liga, como dizem lá, está "al rojo vivo".
Chega de bola, vamos à música.
Todos temos bandas preferidas, né? As minhas, são quatro, e não necessariamente nessa ordem. Beatles, ACDC, Metallica e Foo Fighters. Então foi um momento especial para mim ter uma dessas bandas tocando pela primeira vez em minha cidade nesse fim de semana.
Primeiro, a corneta soa. Precisamos aprender a fazer eventos. São Paulo cresce, o Brasil cresce, as coisas começam a acontecer por aqui, mas parece que não acompanhamos a necessidade de evoluir na organização de eventos.
Com todos os elogios que merece o Lollapalooza (toda uma instituição!), não dá para termos uma hora de fila para comprar as fichas no caixa. Depois uma hora de fila para pegar algo nos bares/lanchonetes. E mais uma hora de fila para ir ao banheiro. Não dá para ser montada uma estrutura com duas torres enormes e tendas na frente do palco principal. Visibilidade comprometida, terreno em declínio, ideal para qualquer coisa, menos shows. Telões que mais pareciam TVs de 29 polegadas e não permitiam o bom acompanhamento dos shows à distância. Tudo isso precisa melhorar.
Aí, fora do festival, aquele abandono de sempre com o qual temos de conviver os que moramos em São Paulo. A prefeitura de São Paulo é uma instituição nula. Não serve para nada. E deu mais um show de incompetência em um evento programado há mais de quatro meses. Não havia engenharia de trânsito, transporte público, bolsões de estacionamento, organização para táxis, iluminação, segurança. Nada. 70 mil pessoas saíram ao mesmo tempo do mesmo local e... nada. Uma vergonha total.
São Paulo adora se gabar por ser a "locomotiva do Brasil". Havia milhares de pessoas de outros Estados no Jockey sábado, era possível ouvir sotaques de gente de todos os lugares do país. Não devem ter ficado muito impressionados com São Paulo, não.
Bom, guardo a corneta no bolso para dedicar algumas palavras ao show do Foo Fighters.
Em 13 de janeiro de 2001, 11 anos atrás, eu fui ao Rock in Rio para assistir ao REM. No mesmo dia, tocaria o Foo Fighters. Eu conhecia as principais músicas, gostava delas, mas a ideia era ver a banda que fecharia aquele dia. Fui pra ver o REM. Vi Foo Fighters. No dia seguinte, comprei três CDs em algum shopping do Rio. Os três CDs que a banda tinha lançado até então.
Foram 13 músicas, êxtase total. Na época, o Napster era dos meus melhores amigos. E meu IPod toca até hoje três ou quatro músicas daquele show específico. Nada como a Internet para eternizar momentos eternos de nossas vidas.
Morei cinco anos na Europa, onde bandas tocam em todas as esquinas, e não fui a nenhum show do Foo Fighters. Passei o domingo "à la Mourinho" me perguntando: "por que? por que? por que?". Sei lá por quê. Mas não fui.
Muitas vezes na vida a gente se encanta com alguma coisa - um show, um restaurante, uma praia, um lugar - e, quando tenta repetir o momento, se decepciona. As coisas nunca são iguais. E são raras as coisas tão boas, mas tão boas, que ficam em nossas memórias e corações para sempre.
Eu estava com um certo medo, confesso. Receio talvez seja a melhor palavra. 11 anos depois, voltaria a ver o Foo Fighters. E se não fosse tão bom? E se, aos 32, meu pique e meu estado de espírito fossem muito distintos dos meus 21 anos de idade? E se eles não tocassem a música X ou a Y?
É. Não foi tão bom.
Foi melhor.
A mulher da minha vida, que eu tinha deixado alguns metros para trás no meio da multidão de 2001 (nunca me perdoei), ficou o tempo inteiro ao meu lado em 2012. Amigos do coração também estavam comigo. E putz, eles não me decepcionaram. Nada me decepcionou. 26 músicas. 26 músicas que eu gosto e conheço. O dobro de 2001 para um coração que pedia o dobro, mas ficaria igualmente feliz com o triplo, com o quádruplo. Na verdade, acho que eu poderia ver seis, sete horas de show sem reclamar. Talvez esse show pudesse tocar em loop constante em minha vida.
Alguém tuitou a seguinte frase, sei lá com qual intenção: "Quem disser que essa noite viu o show da sua vida vai estar contando mais sobre a sua vida do que sobre o show de hoje". Espero, ao corroborar tal frase, estar contando aos leitores coisas boas sobre mim.
Como não consigo parar de pensar e repassar os detalhes do evento de sábado, assisti a um DVD que comprei e não havia tirado da caixa. Back and Forth. A criação da banda e toda sua história. A história de uma banda que gira em torno de um cara que foi baterista de uma outra tal banda que simplesmente revolucionou o mundo 20 anos atrás. Para quem gosta, fica a recomendação.
Vida longa ao rock and roll. Vida longa a David Grohl. Vida longa aos Foo Fighters.
Clique aqui para ver o set list do show do Rock in Rio em 2001. Aqui para ver o set list do show de São Paulo, sábado. E aqui para assistir, no You Tube, o show completo.
Uma diferença fundamental é que futebol tem toda semana, quase todo dia. E eu gosto de ver jogos daqui, da Inglaterra, Espanha, onde for. O jogo me encanta. Com música, é diferente. Por mais que haja um pequeno número de gêneros que eu abomine, são poucas as bandas que me fazem gastar dinheiro e tempo para ir a um show, baixar um CD completo, decorar as letras.
Nesse fim de semana, a música falou muito mais alto do que o futebol para mim.
Antes, a bola. Não vi o jogo do Barcelona, vi o empate do Real Madrid. Não vou me alongar muito sobre a discussão do futebol na Espanha. Eles são campeões da Europa e do mundo com times formados por jogadores que atuam na liga espanhola, têm os dois melhores times do planeta (disparado), outros tantos de grande qualidade, estão disseminando nas bases o futebol que todo mundo sonha em ver no Brasil... mas ainda se insiste que o campeonato é uma porcaria, etc, etc, etc. Não vou me alongar nesse post, falo mais disso durante a semana, porque acho que vale a pena.
Mas, enfim. Quem acompanha futebol, sabe que o Valencia tem um time bom. Bem montado por um ótimo técnico (injustiçado pelas bandas dos laranjais valencianos), com jogadores de qualidade e capazes de encarar o Real de frente. Foi o que aconteceu. Claro que o Real Madrid esteve mais perto do gol, mas não seria absurdo se tivesse perdido o duelo.
A volta de Di María é fundamental nessa reta final, é um jogador tático, com poder de finalização, de drible e de criar chances. Kaká, creio, ocupará mais o espaço de Ozil nos jogos grandes - deveria ter entrado antes contra o Valencia.
O fato é que, por mais normal que o resultado seja, o Real Madrid empata pela terceira vez. E a diferença, que era de 10, agora é de 4 pontos. Eu dava a liga como morta. Obviamente, ela não está. Estava e não está mais. Isso se chama ressurreição.
Há quem diga que ela nunca esteve morta. Eu discordo. O andar da carruagem mostrava um Barcelona instável, alternando grandes jogos com atuações médias e excesso de Messi-dependência. E o Real Madrid ganhando de todo mundo com sobras. Por jogo apresentado e chances de gol, era para ter ganhado do Málaga. Do Villarreal. E do Valencia. Não ganhou de nenhum dos três.
O Barcelona vem de 9 vitórias seguidas e vai ter que ganhar os últimos 7 jogos para ser campeão (não seria um milagre e, sim, um feito). Se não vencer o duelo direto com o Real Madrid, no Camp Nou, esquece. Se vencer o duelo direto, mas tropeçar alguma vez, terá de torcer por dois outros tropeços do Real. Ou seja, percebam que o Barcelona, caso não ganhe seus sete jogos, terá de contar com que o Real Madrid não ganhe três de sete. Muito difícil que isso aconteça.
A tabela do Real é mais complicada. Terá de ir ao Calderón no meio da semana e a Bilbao a três rodadas do fim. Mas o Barcelona tem um elenco mais curto, e a parte física pode fazer diferença na reta final. De todas as maneiras, a disputa está reaberta e todas as rodadas terão "finais" para os gigantes. A liga, como dizem lá, está "al rojo vivo".
Chega de bola, vamos à música.
Todos temos bandas preferidas, né? As minhas, são quatro, e não necessariamente nessa ordem. Beatles, ACDC, Metallica e Foo Fighters. Então foi um momento especial para mim ter uma dessas bandas tocando pela primeira vez em minha cidade nesse fim de semana.
Primeiro, a corneta soa. Precisamos aprender a fazer eventos. São Paulo cresce, o Brasil cresce, as coisas começam a acontecer por aqui, mas parece que não acompanhamos a necessidade de evoluir na organização de eventos.
Com todos os elogios que merece o Lollapalooza (toda uma instituição!), não dá para termos uma hora de fila para comprar as fichas no caixa. Depois uma hora de fila para pegar algo nos bares/lanchonetes. E mais uma hora de fila para ir ao banheiro. Não dá para ser montada uma estrutura com duas torres enormes e tendas na frente do palco principal. Visibilidade comprometida, terreno em declínio, ideal para qualquer coisa, menos shows. Telões que mais pareciam TVs de 29 polegadas e não permitiam o bom acompanhamento dos shows à distância. Tudo isso precisa melhorar.
Aí, fora do festival, aquele abandono de sempre com o qual temos de conviver os que moramos em São Paulo. A prefeitura de São Paulo é uma instituição nula. Não serve para nada. E deu mais um show de incompetência em um evento programado há mais de quatro meses. Não havia engenharia de trânsito, transporte público, bolsões de estacionamento, organização para táxis, iluminação, segurança. Nada. 70 mil pessoas saíram ao mesmo tempo do mesmo local e... nada. Uma vergonha total.
São Paulo adora se gabar por ser a "locomotiva do Brasil". Havia milhares de pessoas de outros Estados no Jockey sábado, era possível ouvir sotaques de gente de todos os lugares do país. Não devem ter ficado muito impressionados com São Paulo, não.
Bom, guardo a corneta no bolso para dedicar algumas palavras ao show do Foo Fighters.
Em 13 de janeiro de 2001, 11 anos atrás, eu fui ao Rock in Rio para assistir ao REM. No mesmo dia, tocaria o Foo Fighters. Eu conhecia as principais músicas, gostava delas, mas a ideia era ver a banda que fecharia aquele dia. Fui pra ver o REM. Vi Foo Fighters. No dia seguinte, comprei três CDs em algum shopping do Rio. Os três CDs que a banda tinha lançado até então.
Foram 13 músicas, êxtase total. Na época, o Napster era dos meus melhores amigos. E meu IPod toca até hoje três ou quatro músicas daquele show específico. Nada como a Internet para eternizar momentos eternos de nossas vidas.
Morei cinco anos na Europa, onde bandas tocam em todas as esquinas, e não fui a nenhum show do Foo Fighters. Passei o domingo "à la Mourinho" me perguntando: "por que? por que? por que?". Sei lá por quê. Mas não fui.
Muitas vezes na vida a gente se encanta com alguma coisa - um show, um restaurante, uma praia, um lugar - e, quando tenta repetir o momento, se decepciona. As coisas nunca são iguais. E são raras as coisas tão boas, mas tão boas, que ficam em nossas memórias e corações para sempre.
Eu estava com um certo medo, confesso. Receio talvez seja a melhor palavra. 11 anos depois, voltaria a ver o Foo Fighters. E se não fosse tão bom? E se, aos 32, meu pique e meu estado de espírito fossem muito distintos dos meus 21 anos de idade? E se eles não tocassem a música X ou a Y?
É. Não foi tão bom.
Foi melhor.
A mulher da minha vida, que eu tinha deixado alguns metros para trás no meio da multidão de 2001 (nunca me perdoei), ficou o tempo inteiro ao meu lado em 2012. Amigos do coração também estavam comigo. E putz, eles não me decepcionaram. Nada me decepcionou. 26 músicas. 26 músicas que eu gosto e conheço. O dobro de 2001 para um coração que pedia o dobro, mas ficaria igualmente feliz com o triplo, com o quádruplo. Na verdade, acho que eu poderia ver seis, sete horas de show sem reclamar. Talvez esse show pudesse tocar em loop constante em minha vida.
Alguém tuitou a seguinte frase, sei lá com qual intenção: "Quem disser que essa noite viu o show da sua vida vai estar contando mais sobre a sua vida do que sobre o show de hoje". Espero, ao corroborar tal frase, estar contando aos leitores coisas boas sobre mim.
Como não consigo parar de pensar e repassar os detalhes do evento de sábado, assisti a um DVD que comprei e não havia tirado da caixa. Back and Forth. A criação da banda e toda sua história. A história de uma banda que gira em torno de um cara que foi baterista de uma outra tal banda que simplesmente revolucionou o mundo 20 anos atrás. Para quem gosta, fica a recomendação.
Vida longa ao rock and roll. Vida longa a David Grohl. Vida longa aos Foo Fighters.
Clique aqui para ver o set list do show do Rock in Rio em 2001. Aqui para ver o set list do show de São Paulo, sábado. E aqui para assistir, no You Tube, o show completo.
'Papai' Joel respira tranquilo na UTI do urubu; Verdão 'salva' Paulistinha
Papai’ Joel respira bem mais tranquilo no trono do Flamengo, depois de esmagar o Vasco chororô com um belo gol de pênalti na bacia das almas.
Já não se fala mais em sua demissão 24 horas por dia no ninho do urubu - o tititi agora gira em torno de apenas 23h59min.
O treinador ganhou ótima sobrevida até quinta, quando o time decidirá seu futuro na Libertadores.
Necessita somente de um pequeno milagre: derrotar o Lanús, líder do grupo 2, e rezar por um empate entre Emelec e Olímpia.
O muy amigo Renato Gaúcho está só na torcida por uma chinelada... argentina, equatoriana ou paraguaia. A galera confia 99,99% no sucesso do técnico: ‘Joel, você está mais para seu Barriga do que para treinador’.
No Paulistinha, em mais uma espetacular e sorumbática rodada, destaque para o poderoso Verdão: levou um baile do Guarani, com direito a olé, no salão de festas do Brinco de Ouro, e garantiu um pouco de emoção à última rodada.
O time de Felipão contabiliza duas das três derrotas dos grandes para a festa do interior – em uma semana, apanhou de Mirassol e Bugre.
O Corinthians também merece aplausos, já que conseguiu mais uma retumbante goleada, a sétima por 1 a 0. Que poderia ser ainda maior se o apito amigo enxergasse um pênalti do Paulista...
Já o Santos de Neymar & Cia. tomou uma virada do ‘Boca Juniors’ de São Caetano. O prejuízo seria bem menor se o bandeirinha deixasse o jogo correr em paz e não anulasse um gol de Ganso.
E como o Paulistinha é uma autêntica dádiva dos deuses, o soberano São Paulo igualou um recorde de 10 anos ao bater o Mogi: 10 vitórias consecutivas (oito pelo estadual e duas pela Copa do Brasil). De quebra, 13 partidas sem perder.
Não há o que contestar: pintou no Morumbi o grande campeão da pré-temporada de 19 jogos, onde tudo é absolutamente igual a nada.
Às outras caramboladas dos estaduais moribundos:
1) Carioquinha: há coisas que só acontecem no Botafogo – time bate o Friburguense, carimba vaga na semifinal da Taça Rio com antecedência e sai de campo sob efusivas vaias de 4.452 testemunhas (2.824 pagantes); Fluminense supera Madureira e fica numa nice: só depende da boa vontade dos coirmãos;
2) Mineirinho: Galo bica duas vezes a Raposa, se acomoda e cai da espora na Arena do Jacaré, permitindo o empate e as gozações dos coirmãos;
3) Baianinho: genérico dá muito trabalho, mas original Bahêa consegue sair do sufoco quando o acarajé já começava a queimar;
4) Gauchinho: surpreendentemente, Saci colorado e imortal Grêmio voltam a vencer, mesmo com times desfigurados e sem bombacha.
########
Pica-Pau. O fantasma do Barcelona continua atazanando a cabeça do Santos. A folhinha já mudou de ano, mas o baile de Messi & Cia. ainda deixa o presidente Luís Álvaro Ribeiro atordoado. Tanto que ele não tem dúvidas: se a final do Mundial de Clubes fosse hoje, o Peixe teria ótimas chances de colocar o time espanhol na roda, coisa de 10% contra 90%.
Sugismundo Freud. As pessoas fazem coisas horríveis por dinheiro, inclusive trabalhar.
Pica-Pau. A sogra de Kaká, Rosângela Lyra, pensa em editar um CD com os melhores momentos do genro nos últimos jogos do Real Madrid e mandá-lo ao Mano dos manos. Ela acha que assim o ‘professor’ se curvará novamente ao talento do meia e não ficará mais com lero-lero para justificar sua ausência da próxima lista de convocados.
Twitface. Palmeiras de Felipão: amor eterno amor?
Gilete press. De Ricardo Perrone, no ‘Uol’: “Mudou radicalmente o discurso de dirigentes do Flamengo sobre Ronaldinho em conversas informais. A partir do acerto verbal com Adriano, o gaúcho passou a ser descrito como acomodado e desinteressado. Os elogios agora são todos para Adriano. Ronaldinho virou exemplo negativo (...) Mas, aos olhos de conselheiros críticos da iminente contratação de Adriano, só a diretoria enxerga diferenças entre Imperador e R-10. A aposta é em novo fracasso retumbante.” E põe retumbante nisso.
Tiro curto. Sua senhoria está se superando no apito: bordoadas à vontade, pênalti não marcado, gol anulado erradamente... Só falta mandar o trem partir no suco da mamona.
Tititi d’Aline. Balotelli merece 10, com louvor. A nota foi dada pela exigente ‘professora’ Jeniffer Thompson, que desafiou o italiano para um tira-teima no edredom após curtir alguns gols com Rooney. Ao ‘The Sun’, ela revelou que a brincadeira com Balotelli sempre passou de cinco horas. Ininterruptas.
Você sabia que... Messi, a ‘Pulga’ argentina, está a sete gols do recorde do alemão Muller, do Bayern de Munique, que marcou 67 numa única temporada europeia (1972/73)?
Bola de ouro. Thomaz Bellucci. Finalmente conseguiu dar uma raquetada de alegria à torcida. Carregou o Brasil nas costas contra a Colômbia, pela Davis.
Bola de latão. Mídia caolha. Com o Cristo Redentor no coração, deixou o Maracanãzinho resmungando contra a ousadia do Vôlei Futuro em bater o RJX, do amigo de todas as horas Eike Batista.
Bola de lixo. Roberto Dinamite. Rasgou os maiores elogios ao árbitro Wagner dos Santos Rosa – de ladrão para baixo. Lembrou inesquecíveis momentos do capitão gancho Eu-rico Miranda.
Bola sete. “Nosso time não é imbatível” (do rei Leão, após a 10ª vitória do soberano São Paulo – o Corinthians que o diga!).
Dúvida pertinente. Ronaldinho Gaúcho sairá do Flamengo pela porta da frente ou da sacristia?
Já não se fala mais em sua demissão 24 horas por dia no ninho do urubu - o tititi agora gira em torno de apenas 23h59min.
O treinador ganhou ótima sobrevida até quinta, quando o time decidirá seu futuro na Libertadores.
Necessita somente de um pequeno milagre: derrotar o Lanús, líder do grupo 2, e rezar por um empate entre Emelec e Olímpia.
O muy amigo Renato Gaúcho está só na torcida por uma chinelada... argentina, equatoriana ou paraguaia. A galera confia 99,99% no sucesso do técnico: ‘Joel, você está mais para seu Barriga do que para treinador’.
No Paulistinha, em mais uma espetacular e sorumbática rodada, destaque para o poderoso Verdão: levou um baile do Guarani, com direito a olé, no salão de festas do Brinco de Ouro, e garantiu um pouco de emoção à última rodada.
O time de Felipão contabiliza duas das três derrotas dos grandes para a festa do interior – em uma semana, apanhou de Mirassol e Bugre.
O Corinthians também merece aplausos, já que conseguiu mais uma retumbante goleada, a sétima por 1 a 0. Que poderia ser ainda maior se o apito amigo enxergasse um pênalti do Paulista...
Já o Santos de Neymar & Cia. tomou uma virada do ‘Boca Juniors’ de São Caetano. O prejuízo seria bem menor se o bandeirinha deixasse o jogo correr em paz e não anulasse um gol de Ganso.
E como o Paulistinha é uma autêntica dádiva dos deuses, o soberano São Paulo igualou um recorde de 10 anos ao bater o Mogi: 10 vitórias consecutivas (oito pelo estadual e duas pela Copa do Brasil). De quebra, 13 partidas sem perder.
Não há o que contestar: pintou no Morumbi o grande campeão da pré-temporada de 19 jogos, onde tudo é absolutamente igual a nada.
Às outras caramboladas dos estaduais moribundos:
1) Carioquinha: há coisas que só acontecem no Botafogo – time bate o Friburguense, carimba vaga na semifinal da Taça Rio com antecedência e sai de campo sob efusivas vaias de 4.452 testemunhas (2.824 pagantes); Fluminense supera Madureira e fica numa nice: só depende da boa vontade dos coirmãos;
2) Mineirinho: Galo bica duas vezes a Raposa, se acomoda e cai da espora na Arena do Jacaré, permitindo o empate e as gozações dos coirmãos;
3) Baianinho: genérico dá muito trabalho, mas original Bahêa consegue sair do sufoco quando o acarajé já começava a queimar;
4) Gauchinho: surpreendentemente, Saci colorado e imortal Grêmio voltam a vencer, mesmo com times desfigurados e sem bombacha.
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Pica-Pau. O fantasma do Barcelona continua atazanando a cabeça do Santos. A folhinha já mudou de ano, mas o baile de Messi & Cia. ainda deixa o presidente Luís Álvaro Ribeiro atordoado. Tanto que ele não tem dúvidas: se a final do Mundial de Clubes fosse hoje, o Peixe teria ótimas chances de colocar o time espanhol na roda, coisa de 10% contra 90%.
Sugismundo Freud. As pessoas fazem coisas horríveis por dinheiro, inclusive trabalhar.
Pica-Pau. A sogra de Kaká, Rosângela Lyra, pensa em editar um CD com os melhores momentos do genro nos últimos jogos do Real Madrid e mandá-lo ao Mano dos manos. Ela acha que assim o ‘professor’ se curvará novamente ao talento do meia e não ficará mais com lero-lero para justificar sua ausência da próxima lista de convocados.
Twitface. Palmeiras de Felipão: amor eterno amor?
Gilete press. De Ricardo Perrone, no ‘Uol’: “Mudou radicalmente o discurso de dirigentes do Flamengo sobre Ronaldinho em conversas informais. A partir do acerto verbal com Adriano, o gaúcho passou a ser descrito como acomodado e desinteressado. Os elogios agora são todos para Adriano. Ronaldinho virou exemplo negativo (...) Mas, aos olhos de conselheiros críticos da iminente contratação de Adriano, só a diretoria enxerga diferenças entre Imperador e R-10. A aposta é em novo fracasso retumbante.” E põe retumbante nisso.
Tiro curto. Sua senhoria está se superando no apito: bordoadas à vontade, pênalti não marcado, gol anulado erradamente... Só falta mandar o trem partir no suco da mamona.
Tititi d’Aline. Balotelli merece 10, com louvor. A nota foi dada pela exigente ‘professora’ Jeniffer Thompson, que desafiou o italiano para um tira-teima no edredom após curtir alguns gols com Rooney. Ao ‘The Sun’, ela revelou que a brincadeira com Balotelli sempre passou de cinco horas. Ininterruptas.
Você sabia que... Messi, a ‘Pulga’ argentina, está a sete gols do recorde do alemão Muller, do Bayern de Munique, que marcou 67 numa única temporada europeia (1972/73)?
Bola de ouro. Thomaz Bellucci. Finalmente conseguiu dar uma raquetada de alegria à torcida. Carregou o Brasil nas costas contra a Colômbia, pela Davis.
Bola de latão. Mídia caolha. Com o Cristo Redentor no coração, deixou o Maracanãzinho resmungando contra a ousadia do Vôlei Futuro em bater o RJX, do amigo de todas as horas Eike Batista.
Bola de lixo. Roberto Dinamite. Rasgou os maiores elogios ao árbitro Wagner dos Santos Rosa – de ladrão para baixo. Lembrou inesquecíveis momentos do capitão gancho Eu-rico Miranda.
Bola sete. “Nosso time não é imbatível” (do rei Leão, após a 10ª vitória do soberano São Paulo – o Corinthians que o diga!).
Dúvida pertinente. Ronaldinho Gaúcho sairá do Flamengo pela porta da frente ou da sacristia?
domingo, 8 de abril de 2012
Potiguar
| 16h00 Alecrim 2x1 Santa Cruz-RN |
| 16h00 Potiguar de Mossoró 0x0 Palmeira de Goianinha |
| 16h00 Assu 1x1 América-RN |
| 16h00 Coríntians-RN 0x3 Baraúnas-RN |
| 16h00 ABC 2x0 Caicó |
Pernambucano
| 16h00 Santa Cruz-PE 5x0 América-PE |
| 16h00 Porto-PE 1x3 Sport |
| 16h00 Belo Jardim 3x1 Central |
| 16h00 Salgueiro 2x1 Araripina |
| 16h00 Petrolina 2x0 Ypiranga-PE |
Mineiro
| 16h00 Atlético-MG 2x2 Cruzeiro |
| 16h00 Uberaba 0x2 América-MG |
| 16h00 Guarani-MG 2x2 América-T.O. |
| 16h00 EC Democrata 2x2 Tupi |
| 16h00 Caldense-MG 2x1 Villa Nova-MG |
| 16h00 Nacional-MG 2x1 Boa |
Goiano
| 16h00 Anapolina 0x2 Atlético-GO |
| 16h00 CRAC-GO 1x3 Itumbiara |
| 16h00 Goiás 2x1 Morrinhos |
| 16h00 Rio Verde 1x1 Vila Nova-GO |
Gaúcho
| 16h00 São Luiz 0x3 Internacional Grupo 1 |
| 16h00 Universidade 3x0 São José-RS Grupo 1 |
| 16h00 Juventude 1x0 Santa Cruz-RS Grupo 1 |
| 16h00 Lajeadense 1x1 Ypiranga-RS Grupo 1 |
| 16h00 Cruzeiro-RS 0x1 Pelotas Grupo 2 |
| 16h00 Grêmio 3x1 Caxias Grupo 2 |
| 16h00 Cerâmica 0x0 Novo Hamburgo Grupo 2 |
| 16h00 Avenida 0x0 Veranópolis Grupo 2 |
Carioca
| 16h00 Botafogo 3x1 Friburguense | ||||
| 16h00 Bonsucesso 3x3 Boavista-RJ | ||||
| 16h00 Americano-RJ 2x2 Nova Iguaçu | ||||
| 16h00 Volta Redonda 1x1 Resende |
Paulista
| 16h00 Guarani 3x1 Palmeiras |
| 16h00 Corinthians 1x0 Paulista |
| 18h30 São Caetano 2x1 Santos |
| 18h30 XV de Piracicaba 2x1 Ponte Preta |
| 18h30 Catanduvense 2x4 Botafogo-SP |
| 18h30 Comercial-SP 2x1 Guaratinguetá |
Catarinense
| 16h00 Chapecoense 2x3 Hermann Aichinger |
| 16h00 Criciúma 2x3 Metropolitano-SC |
| 16h00 Avaí 1x0 Joinville |
| 16h00 Brusque 1x2 Figueirense |
Baiano
| 16h00 Bahia 3x2 Bahia de Feira |
| 16h00 Itabuna 0x1 Juazeirense |
| 16h00 Feirense-BA 2x0 Serrano |
| 16h00 Vitória da Conquista 0x0 Atlético-BA |
| 16h00 Fluminense-BA 2x1 Camaçari |
| 16h00 Juazeiro 0x2 Vitória |
Paranaense
| 15h30 Corinthians-PR 1x1 Atlético-PR |
| 16h00 Londrina-PR 0x1 Operário |
| 16h00 Paranavaí 2x1 Rio Branco-PR |
| 16h00 Arapongas 2x1 Toledo-PR |
| 19h30 Coritiba 3x1 Cianorte |
Espanhol
| 07h00 Levante 2x0 Atlético de Madri |
| 11h00 Mallorca 0x0 Granada-ESP |
| 13h00 Athletic Bilbao 1x0 Sevilla |
| 16h30 Real Madrid 0x0 Valencia |
sábado, 7 de abril de 2012
Paulista
| 18h30 São Paulo 2x0 Mogi Mirim |
| 18h30 Portuguesa 2x2 Linense |
| 18h30 Ituano 1x1 Mirassol |
| 18h30 Bragantino 1x4 Oeste |
Carioca
| 15h45 Madureira 0x2 Fluminense |
| 16h00 Olaria 0x0 Duque de Caxias |
| 16h00 Bangu 1x0 Macaé |
| 18h30 Vasco 1x2 Flamengo |
Alagoano
| 15h15 Penedense 1x2 ASA |
| 15h15 Corinthians-AL 0x1 CRB |
| 20h00 Coruripe-AL 0x1 Sport Santo Antônio |
Argentino - Clausura
| 15h00 Atlético Rafaela 3x1 San Martín |
| 17h10 Colón 1x0 Lanús |
| 17h10 Boca Juniors 2x1 Argentinos Juniors |
| 19h30 All Boys 2x0 Tigre |
| 19h30 Banfield 2x2 Unión |
Francês
| 14h00 Evian 1x3 Rennes |
| 14h00 Brest 3x1 Lille |
| 14h00 Valenciennes 2x0 Toulouse |
| 14h00 Dijon 0x2 Nancy |
| 14h00 Ajaccio 1x1 Saint-Etienne |
| 14h00 Montpellier 2x1 Sochaux |
| 16h00 Lyon 2x1 Auxerre |
Espanhol
| 13h00 Getafe 2x0 Sporting de Gijón |
| 13h00 Rayo Vallecano 6x0 Osasuna |
| 13h00 Espanyol 2x2 Real Sociedad |
| 15h00 Zaragoza 1x4 Barcelona |
| 17h00 Betis 3x1 Villarreal |
Português
| 12h00 Rio Ave 2x2 Feirense |
| 12h00 Olhanense 1x2 Paços Ferreira |
| 14h30 Marítimo 2x4 Nacional da Madeira |
| 16h30 Braga 0x1 Porto |
Italiano
| 10h00 Atalanta 1x2 Siena |
| 10h00 Cagliari 2x2 Internazionale |
| 10h00 Cesena 0x0 Bologna |
| 10h00 Chievo Verona 3x2 Catania |
| 10h00 Lecce 4x2 Roma |
| 10h00 Milan 1x2 Fiorentina |
| 10h00 Novara 1x1 Genoa |
| 10h00 Udinese 3x1 Parma |
| 13h30 Palermo 0x2 Juventus |
| 16h00 Lazio 3x1 Napoli |
Inglês
| 08h45 Sunderland 0x0 Tottenham |
| 11h00 Bolton 0x3 Fulham |
| 11h00 Chelsea 2x1 Wigan |
| 11h00 Liverpool 1x1 Aston Villa |
| 11h00 Norwich 2x2 Everton |
| 11h00 West Bromwich Albion 3x0 Blackburn Rovers |
| 13h30 Stoke City 2x1 Wolverhampton |
Alemão
| 10h30 Colônia 1x1 Werder Bremen |
| 10h30 Stuttgart 4x1 Mainz |
| 10h30 Bayern de Munique 2x1 Augsburg |
| 10h30 Wolfsburg x Borussia Dortmund |
| 10h30 Freiburg 2x2 Nuremberg |
| 10h30 Kaiserslautern 1x2 Hoffenheim |
| 13h30 Borussia Mgladbach 0x0 Hertha |
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Português
| 13h00 União Leiria 0x0 Gil Vicente |
| 14h00 Beira-Mar 2x1 Acadêmica |
| 16h15 Vitória de Setúbal 1x0 Vitória de Guimarães |
Espanha domina Europa. Campeonato só tem Real e Barça, Parreira?
Dizem que o campeonato espanhol é fraco. Afirmam por aí que os times não existem, além dos gigantes Barcelona e Real Madrid. Alguns vão mais longe e comparam as equipes espanholas pequenas e médias aos times de menor porte que participam dos Estaduais no Brasil. Será?
Hoje o mundo do futebol destaca a presença de cinco espanhóis nas semifinais dos torneios europeus. Em 2007 e 2008, a Inglaterra teve três representantes entre os quatro melhores da Champions League, mas nenhum inglês alcançou tal estágio na então Copa da Uefa.
O sucesso espanhol na atual temporada só pode ser comparado em tempos recentes a 2000, quando classificou "apenas" três times às semifinais, mas todos na Liga dos Campeões, vencida em Saint-Denis, Paris, pelo Real Madrid na decisão frente ao Valencia, 3 a 0 (vídeo abaixo).
Em 2012, as duas decisões européias poderão ser espanholas. Será que o campeonato é tão fraco assim? Os fatos mostram que não. Quem quiser brigar com a realidade, fique à vontade. Aliás, o técnico campeão mundial em 1994 com a seleção brasileira disse dia desses que a liga espanhola é fraca. Aspas para Carlos Alberto Parreira:
"O campeonato espanhol tem três times. Os outros, do terceiro pra baixo (...) é uma inutilidade, uma fraqueza técnica (...) O Espanhol só tem duas equipes, o Barcelona e o Real Madrid"
Pergunta do blog: Será que Parreira viu, por exemplo, o Athletic Bilbao de Marcelo Bielsa eliminando o Manchester United, do campeonato inglês que ele tanto elogiou na entrevista ao canal Sportv? Você pode ver o trecho clicando aqui. E o time de "El Loco" obteve vitórias na Inglaterra e na Espanha!
Há, sim, fracos na Liga Espanhola, que ficam concentrados na metade de baixo da tabela de classificação e costumam ser presas fáceis para os dois gigantes, hoje os mais fortes do mundo, não apenas do país, com elenco estelares e protagonistas de grandes duelos. Mas entre a dupla e essas equipes há um grupo de bons times. E na atual temporada, tema da análise, isso está mais claro.
Para alguém que tem fama de estudioso do futebol, a análise decepciona, pela falta de profundidade, por não demonstrar tanto conhecimento. Devemos (e temos o direito de) esperar mais de Parreira, que, com todo respeito, demonstrou ser hoje, com dizem por aí, apenas uma opinião com grife.
E você, concorda com a afirmação dele?
Semifinalistas espanhóis:
2012 - 5 - Barcelona*, Real Madrid*, Atlético de Madrid**, Athletic Bilbao** e Valencia**
2011 - 3 - Barcelona*, Real Madrid* e Villarreal**
2010 - 2 - Barcelona* e Atlético de Madrid**
2009 - 1 - Barcelona*
2008 - 1 - Barcelona*
2007 - 3 - Espanyol**, Osasuna** e Sevilla**
2006 - 3 - Barcelona*, Villarreal* e Sevilla**
2005 - 0
2004 - 3 - Deportivo La Coruña*, Villarreal** e Valencia**
2003 - 1 - Real Madrid*
2002 - 2 - Barcelona* e Real Madrid*
2001 - 3 - Real Madrid*, Valencia* e Barcelona**
2000 - 3 - Barcelona*, Real Madrid* e Valencia*
* UCL
** EL/CU
Hoje o mundo do futebol destaca a presença de cinco espanhóis nas semifinais dos torneios europeus. Em 2007 e 2008, a Inglaterra teve três representantes entre os quatro melhores da Champions League, mas nenhum inglês alcançou tal estágio na então Copa da Uefa.
O sucesso espanhol na atual temporada só pode ser comparado em tempos recentes a 2000, quando classificou "apenas" três times às semifinais, mas todos na Liga dos Campeões, vencida em Saint-Denis, Paris, pelo Real Madrid na decisão frente ao Valencia, 3 a 0 (vídeo abaixo).
Em 2012, as duas decisões européias poderão ser espanholas. Será que o campeonato é tão fraco assim? Os fatos mostram que não. Quem quiser brigar com a realidade, fique à vontade. Aliás, o técnico campeão mundial em 1994 com a seleção brasileira disse dia desses que a liga espanhola é fraca. Aspas para Carlos Alberto Parreira:
"O campeonato espanhol tem três times. Os outros, do terceiro pra baixo (...) é uma inutilidade, uma fraqueza técnica (...) O Espanhol só tem duas equipes, o Barcelona e o Real Madrid"
Pergunta do blog: Será que Parreira viu, por exemplo, o Athletic Bilbao de Marcelo Bielsa eliminando o Manchester United, do campeonato inglês que ele tanto elogiou na entrevista ao canal Sportv? Você pode ver o trecho clicando aqui. E o time de "El Loco" obteve vitórias na Inglaterra e na Espanha!
Há, sim, fracos na Liga Espanhola, que ficam concentrados na metade de baixo da tabela de classificação e costumam ser presas fáceis para os dois gigantes, hoje os mais fortes do mundo, não apenas do país, com elenco estelares e protagonistas de grandes duelos. Mas entre a dupla e essas equipes há um grupo de bons times. E na atual temporada, tema da análise, isso está mais claro.
Para alguém que tem fama de estudioso do futebol, a análise decepciona, pela falta de profundidade, por não demonstrar tanto conhecimento. Devemos (e temos o direito de) esperar mais de Parreira, que, com todo respeito, demonstrou ser hoje, com dizem por aí, apenas uma opinião com grife.
E você, concorda com a afirmação dele?
Semifinalistas espanhóis:
2012 - 5 - Barcelona*, Real Madrid*, Atlético de Madrid**, Athletic Bilbao** e Valencia**
2011 - 3 - Barcelona*, Real Madrid* e Villarreal**
2010 - 2 - Barcelona* e Atlético de Madrid**
2009 - 1 - Barcelona*
2008 - 1 - Barcelona*
2007 - 3 - Espanyol**, Osasuna** e Sevilla**
2006 - 3 - Barcelona*, Villarreal* e Sevilla**
2005 - 0
2004 - 3 - Deportivo La Coruña*, Villarreal** e Valencia**
2003 - 1 - Real Madrid*
2002 - 2 - Barcelona* e Real Madrid*
2001 - 3 - Real Madrid*, Valencia* e Barcelona**
2000 - 3 - Barcelona*, Real Madrid* e Valencia*
* UCL
** EL/CU
Joel Santana: "Desde que eu cheguei, não consegui treinar. Só joguei
A eliminação do Flamengo na primeira fase da Libertadores é muito provável. Mas a chance de classificação não é tão escassa assim. O maior problema não é dar empate no jogo Olimpia x Emelec, em que os dois têm chance de classificação. O maior problema é o Flamengo jogar bem, não sofrer gol -- tem sofrido três por partida -- e ganhar do Lanús. 18o colocado no Torneio Clausura, líder do Grupo 2 da Libertadores.
A desclassificação precoce, se confirmada, fatalmente fará Joel Santana vilão. E é claro que grande parte da culpa é dele. Não a maior.
A maior parte é do Flamengo e da presidente Patrícia Amorim. Um clube que termina a fase pré-Libertadores com o técnico ameaçado e depois demitido -- Vanderlei Luxemburgo -- e acaba a fase de grupos com o novo treinador ameaçado -- Joel Santana -- admite a culpa.
O despreparo e a falta de planejamento para a Libertadores causam a crise. Não apenas a escolha do técnico.
Na manhã desta sexta-feira, Joel Santana retornou a ligação. Atendeu dizendo que não tem dado entrevistas, mas falou algumas coisas sobre a equipe. Assumiu que o time não está bem e que tem falhado muito. Defendeu-se: "Desde que eu cheguei, eu não treinei o time. Só joguei." Ele diz mais. Que o time está sofrendo derrotas, porque está mal mesmo. Que a defesa sofre gols que não pode sofrer. E que perde jogos a partir dos 30 minutos do segundo tempo, o que insinua problemas físicos, sobre os quais não continua falando. "Eu não vou falar sobre nada do passado", diz.
Joel estreou no dia 9 de fevereiro, vencendo o Madureira. Tem 15 jogos, com 8 vitórias, 3 empates e 4 derrotas. É pouco tempo.
No entanto, ele teve duas semanas completas de treino. Entre a derrota paa o Vasco, na semifinal da Taça Guanabara, e a derrota para o Boavista, em fevereiro.
Entre as vitórias contra Friburguense e Volta Redonda, seis dias, entre 18 e 24 de março.
Entre 2001, quando deixou o Vasco, e 2007, quando assumiu o Flamengo, Joel teve uma coleção de trabalhos sem sucesso. Guarani, Internacional, Brasiliense, Fluminense... De lá para cá, teve sucesso no Flamengo em 2007, fracasso no Cruzeiro, sucesso no Botafogo, trabalho médio no Bahia, vai mal no Flamengo. Mas em 15 jogos e na bagunça do Fla de hoje, é impossível atribuir toda a culpa a ele.
O maior culpado hoje é o Flamengo.

A desclassificação precoce, se confirmada, fatalmente fará Joel Santana vilão. E é claro que grande parte da culpa é dele. Não a maior.
A maior parte é do Flamengo e da presidente Patrícia Amorim. Um clube que termina a fase pré-Libertadores com o técnico ameaçado e depois demitido -- Vanderlei Luxemburgo -- e acaba a fase de grupos com o novo treinador ameaçado -- Joel Santana -- admite a culpa.
O despreparo e a falta de planejamento para a Libertadores causam a crise. Não apenas a escolha do técnico.
Na manhã desta sexta-feira, Joel Santana retornou a ligação. Atendeu dizendo que não tem dado entrevistas, mas falou algumas coisas sobre a equipe. Assumiu que o time não está bem e que tem falhado muito. Defendeu-se: "Desde que eu cheguei, eu não treinei o time. Só joguei." Ele diz mais. Que o time está sofrendo derrotas, porque está mal mesmo. Que a defesa sofre gols que não pode sofrer. E que perde jogos a partir dos 30 minutos do segundo tempo, o que insinua problemas físicos, sobre os quais não continua falando. "Eu não vou falar sobre nada do passado", diz.
Joel estreou no dia 9 de fevereiro, vencendo o Madureira. Tem 15 jogos, com 8 vitórias, 3 empates e 4 derrotas. É pouco tempo.
No entanto, ele teve duas semanas completas de treino. Entre a derrota paa o Vasco, na semifinal da Taça Guanabara, e a derrota para o Boavista, em fevereiro.
Entre as vitórias contra Friburguense e Volta Redonda, seis dias, entre 18 e 24 de março.
Entre 2001, quando deixou o Vasco, e 2007, quando assumiu o Flamengo, Joel teve uma coleção de trabalhos sem sucesso. Guarani, Internacional, Brasiliense, Fluminense... De lá para cá, teve sucesso no Flamengo em 2007, fracasso no Cruzeiro, sucesso no Botafogo, trabalho médio no Bahia, vai mal no Flamengo. Mas em 15 jogos e na bagunça do Fla de hoje, é impossível atribuir toda a culpa a ele.
O maior culpado hoje é o Flamengo.
VÍDEO: Top dente
Obra do editor Leandro Sarhan, nosso Messinho.
Camisa 10 pra ele.
Camisa 10 pra ele.
Clique no player e assista!
Pachecada de bico quadrado feliz da vida: a Espanha é um lixo
Bingo! A Pachecada globalizada de chuteira de bico quadrado pode encher a pança de chocolate e comemorar a chegada do coelhinho da Páscoa até fazer fila na porta do banheiro.
As quartas de final dos dois principais torneios do Velho Continente provaram por A+B+C+D+E o diabo a quatro que a bola espanhola realmente tem muita fama e pouquíssima qualidade.
Barcelona e Real Madrid só conseguem reinar absolutos no banquete de paella, regado a sangria, porque jogam contra um bando de pernas de pau, equipes que lutariam desesperadamente para sobreviver no melhor do Brasileirão.
Como se não bastasse ter a seleção campeã do mundo e da Eurocopa, o país agora será obrigado a conviver melancolicamente com cinco dos oito semifinalistas da Champions e da Liga Europa, torneios inexpressivos que distribuem vales-refeição aos participantes.
O bambambã da Champions, por exemplo, ganha pouco mais de R$ 70 milhões se chegar até o fim da linha, levantar a taça, enquanto o vencedor da milionária Libertadores papa R$ 6 milhões.
A esquadra espanhola irá a campo com os bambalas Barcelona, Real Madrid, Atlético de Bilbao, Valencia e Atlético de Madrid. Um ridículo Exército Brancaleone, que não teria a mínima chance contra a tropa de elite brasileira.
########
Zapping. A bola na plim-plim agradou apenas até a página três nesta semana. O esperado duelo Internacional x Santos, pela Libertadores, rendeu 22 pontos no ibope global da grande Pauliceia esburacada, achincalhada e explorada. O jogo no Beira-Rio cravou quatro pontos a menos que Corinthians x Cruz Azul, em 21 de março. O segundo embate entre Barcelona e Milan, pela Liga dos Campeões, também não correspondeu à expectativa: 12 pontos, dois a menos do que há uma semana.
Rá-Tim-Bomba. Calma, galera rubro-negra! O mar da Libertadores ainda está para cavalo marinho paraguaio. De 29%, as possibilidades de classificação para o mata-mata caíram para 6%, de acordo com ‘Chance de Gol’. De lanterna na mão, o urubu ocupa a linha de fogo da tropa brasileira. Está atrás de Flu (100%), Corinthians (99,9%), Santos (99,7%), Vasco (98%) e Saci colorado (89%). No ‘Infobola, o Flamengo respira bem melhor: 8%. Os outros brasucas: Flu – 100%; Santos e Corinthians – 98%; Vasco – 96%; e Internacional – 69%.
Sugismundo Freud. Não se entregue ao pessimismo, há sempre alguma coisa para se fazer: arrancar dente, tomar remédio, pedir dinheiro emprestado...
Pirlimpimpim. Coirmãos tricolores e vascaínos dão a maior força nas redes sociais ao urubu: ‘Troféu Imprensa de humor: Flamengo na Libertadores’; ‘Flamengo é como pão de forma: quadrado, miolo mole e fácil de dobrar’; ‘Diretoria acerta patrocínio master com a Rayovac para acender a lanterna’; ‘Flamengo, um time nota dez: 10 moralizado, 10 norteado, 10 amparado, 10 treinado, 10 iludido e 10 truido.’ Desce o pano!
Twitface. É dando que se recebe: a Odebrecht impulsionou o samba da Gaviões no último carnaval. Uma pequena ajuda, não mais que R$ 2 milhões.
Saco de pancadas. Sem Marta, as meninas da seleção de futebol colhem os frutos do extraordinário apoio dado pelo Circo Brasileiro de Futebol. Depois de entregues à própria sorte, elas começaram a preparação para a Olimpíada e levaram três bordoadas. Apanharam dos EUA, Canadá e Japão. Na despedida da Copa Kirin, caíram de quatro aos pés das japonesas, campeãs mundiais (4 a 1).
Pega, pega. Conhecido pelo temperamento episcopal, o 'pitbull' Felipe Melo trocou umas ideias com Alberto Riera, seu companheiro de Galatasaray. Papo vai, papo vem, e o espanhol foi levado ao hospital com o rosto ensanguentado.
Gilete press. De Rafael Marques, no ‘Extra’: “A relação entre Juninho Pernambucano e o Vasco anda estremecida. Ao celebrar novo contrato, o Reizinho acertou receber R$ 50 mil por jogo, além de gratificação por gol e conquista. A questão, entre regalias e questionamentos internos, é que Juninho só recebeu dinheiro por uma partida, das 14 disputadas este ano.” Xiiiiiiiii!
Tititi d’Aline. O comitê da Copa gasta uma nota alta com o fofo Ronaldo: coloca sempre um carro blindado à disposição do Fenômeno, além de alguns ‘guarda-roupas’. Se precisar, até helicóptero pinta na parada. A ajuda de custo é um segredo guardado a sete chaves em um banco suíço.
Você sabia que... o atacante brasileiro Pato passou 345 dias lesionado e perdeu 66 partidas do Milan desde janeiro de 2010?
Bola de ouro. Marcelo Bielsa. ‘El Loco’ argentino transformou o Atlético de Bilbao na grande sensação da Liga Europa. É apontado por Guardiola, do Barcelona, como melhor treinador do mundo.
Bola de latão. Segundona carioca. Acontece de tudo no campeonato, menos futebol. De WO a bizarrices como as do Teresópolis: deixou do lado de fora do estádio o trio de arbitragem e o time adversário. Foi expulso do campeonato.
Bola de lixo. Equatorianos. Meia dúzia de imbecis imitou macaco quando Vagner Love entrou em campo para o aquecimento. E a Conmebol na moita.
Bola sete. "O Manchester United saiu da Liga dos Campeões e demitiu o técnico? Claro que não! Precisamos ter mais profissionalismo no Brasil. Não dá para pensar em demissão só pelos maus resultados” (do ‘papai’ Joel, lembrando ‘Sir’ Alex Ferguson – fala sério!).
Dúvida pertinente. Ronaldinho Gaúcho, R$ 1,2 milhão por mês, é o único culpado pela dramática situação do Flamengo na UTI das chuteiras?
As quartas de final dos dois principais torneios do Velho Continente provaram por A+B+C+D+E o diabo a quatro que a bola espanhola realmente tem muita fama e pouquíssima qualidade.
Barcelona e Real Madrid só conseguem reinar absolutos no banquete de paella, regado a sangria, porque jogam contra um bando de pernas de pau, equipes que lutariam desesperadamente para sobreviver no melhor do Brasileirão.
Como se não bastasse ter a seleção campeã do mundo e da Eurocopa, o país agora será obrigado a conviver melancolicamente com cinco dos oito semifinalistas da Champions e da Liga Europa, torneios inexpressivos que distribuem vales-refeição aos participantes.
O bambambã da Champions, por exemplo, ganha pouco mais de R$ 70 milhões se chegar até o fim da linha, levantar a taça, enquanto o vencedor da milionária Libertadores papa R$ 6 milhões.
A esquadra espanhola irá a campo com os bambalas Barcelona, Real Madrid, Atlético de Bilbao, Valencia e Atlético de Madrid. Um ridículo Exército Brancaleone, que não teria a mínima chance contra a tropa de elite brasileira.
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Zapping. A bola na plim-plim agradou apenas até a página três nesta semana. O esperado duelo Internacional x Santos, pela Libertadores, rendeu 22 pontos no ibope global da grande Pauliceia esburacada, achincalhada e explorada. O jogo no Beira-Rio cravou quatro pontos a menos que Corinthians x Cruz Azul, em 21 de março. O segundo embate entre Barcelona e Milan, pela Liga dos Campeões, também não correspondeu à expectativa: 12 pontos, dois a menos do que há uma semana.
Rá-Tim-Bomba. Calma, galera rubro-negra! O mar da Libertadores ainda está para cavalo marinho paraguaio. De 29%, as possibilidades de classificação para o mata-mata caíram para 6%, de acordo com ‘Chance de Gol’. De lanterna na mão, o urubu ocupa a linha de fogo da tropa brasileira. Está atrás de Flu (100%), Corinthians (99,9%), Santos (99,7%), Vasco (98%) e Saci colorado (89%). No ‘Infobola, o Flamengo respira bem melhor: 8%. Os outros brasucas: Flu – 100%; Santos e Corinthians – 98%; Vasco – 96%; e Internacional – 69%.
Sugismundo Freud. Não se entregue ao pessimismo, há sempre alguma coisa para se fazer: arrancar dente, tomar remédio, pedir dinheiro emprestado...
Pirlimpimpim. Coirmãos tricolores e vascaínos dão a maior força nas redes sociais ao urubu: ‘Troféu Imprensa de humor: Flamengo na Libertadores’; ‘Flamengo é como pão de forma: quadrado, miolo mole e fácil de dobrar’; ‘Diretoria acerta patrocínio master com a Rayovac para acender a lanterna’; ‘Flamengo, um time nota dez: 10 moralizado, 10 norteado, 10 amparado, 10 treinado, 10 iludido e 10 truido.’ Desce o pano!
Twitface. É dando que se recebe: a Odebrecht impulsionou o samba da Gaviões no último carnaval. Uma pequena ajuda, não mais que R$ 2 milhões.
Saco de pancadas. Sem Marta, as meninas da seleção de futebol colhem os frutos do extraordinário apoio dado pelo Circo Brasileiro de Futebol. Depois de entregues à própria sorte, elas começaram a preparação para a Olimpíada e levaram três bordoadas. Apanharam dos EUA, Canadá e Japão. Na despedida da Copa Kirin, caíram de quatro aos pés das japonesas, campeãs mundiais (4 a 1).
Pega, pega. Conhecido pelo temperamento episcopal, o 'pitbull' Felipe Melo trocou umas ideias com Alberto Riera, seu companheiro de Galatasaray. Papo vai, papo vem, e o espanhol foi levado ao hospital com o rosto ensanguentado.
Gilete press. De Rafael Marques, no ‘Extra’: “A relação entre Juninho Pernambucano e o Vasco anda estremecida. Ao celebrar novo contrato, o Reizinho acertou receber R$ 50 mil por jogo, além de gratificação por gol e conquista. A questão, entre regalias e questionamentos internos, é que Juninho só recebeu dinheiro por uma partida, das 14 disputadas este ano.” Xiiiiiiiii!
Tititi d’Aline. O comitê da Copa gasta uma nota alta com o fofo Ronaldo: coloca sempre um carro blindado à disposição do Fenômeno, além de alguns ‘guarda-roupas’. Se precisar, até helicóptero pinta na parada. A ajuda de custo é um segredo guardado a sete chaves em um banco suíço.
Você sabia que... o atacante brasileiro Pato passou 345 dias lesionado e perdeu 66 partidas do Milan desde janeiro de 2010?
Bola de ouro. Marcelo Bielsa. ‘El Loco’ argentino transformou o Atlético de Bilbao na grande sensação da Liga Europa. É apontado por Guardiola, do Barcelona, como melhor treinador do mundo.
Bola de latão. Segundona carioca. Acontece de tudo no campeonato, menos futebol. De WO a bizarrices como as do Teresópolis: deixou do lado de fora do estádio o trio de arbitragem e o time adversário. Foi expulso do campeonato.
Bola de lixo. Equatorianos. Meia dúzia de imbecis imitou macaco quando Vagner Love entrou em campo para o aquecimento. E a Conmebol na moita.
Bola sete. "O Manchester United saiu da Liga dos Campeões e demitiu o técnico? Claro que não! Precisamos ter mais profissionalismo no Brasil. Não dá para pensar em demissão só pelos maus resultados” (do ‘papai’ Joel, lembrando ‘Sir’ Alex Ferguson – fala sério!).
Dúvida pertinente. Ronaldinho Gaúcho, R$ 1,2 milhão por mês, é o único culpado pela dramática situação do Flamengo na UTI das chuteiras?
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Liga Europa
| 16h05 Valencia 4x0 AZ |
| 16h05 Athletic Bilbao 2x2 Schalke 04 |
| 16h05 Metalist 1x1 Sporting |
| 16h05 Hannover 1x2 Atlético de Madri |
time sem cana de vencer
O time do flamengo é rim mesmo ou é os jogadores que jogam sem a cana de vencer uma partida da na libertadores e quando o time está vencendo todo mundo parece relaxa de mas ou melhor fica sem vontade de vence a partida estava praticamente ganha o time conce que perder pra ele mesmo na libertadores se continua nessa toada quando for no campeonato Brasileiro vai brica não cai se o time continua jogando sem vontade de vence uma partida
Campeonato Rondoniense
Primeira fase
Terceira rodada
Genus 0 x 2 VEC
Ariquemes 2 x 0 União Cacoalense
Espigão 2 x 1 Ji-Paraná
Rolim de Moura 1 x 4 Moto Clube
Terceira rodada
Genus 0 x 2 VEC
Ariquemes 2 x 0 União Cacoalense
Espigão 2 x 1 Ji-Paraná
Rolim de Moura 1 x 4 Moto Clube
Campeonato Sul-Matogrossense
Primeira fase
Segundo turno
13ª rodada
Comercial 2 x 0 Misto
Chapadão 1 x 1 CENE
Ivinhema 3 x 2 Urso
7 de Setembro 5 x 1 Colorado
Naviraiense 2 x 1 Águia Negra
Segundo turno
13ª rodada
Comercial 2 x 0 Misto
Chapadão 1 x 1 CENE
Ivinhema 3 x 2 Urso
7 de Setembro 5 x 1 Colorado
Naviraiense 2 x 1 Águia Negra
Campeonato Amazonense
Segundo turno
Quinta rodada
Iranduba 2 x 1 São Raimundo
Rio Negro 3 x 2 Peñarol
Operário 0 x 2 Princesa
Manicoré 0 x 2 Fast Clube
Holanda 1 x 0 Nacional
Quinta rodada
Iranduba 2 x 1 São Raimundo
Rio Negro 3 x 2 Peñarol
Operário 0 x 2 Princesa
Manicoré 0 x 2 Fast Clube
Holanda 1 x 0 Nacional
Campeonato Paraibano
Turno único
Volta
Auto Esporte 1 x 0 Esporte-Patos
CSP 1 x 0 Paraíba
Treze 3 x 1 Flamengo
Volta
Auto Esporte 1 x 0 Esporte-Patos
CSP 1 x 0 Paraíba
Treze 3 x 1 Flamengo
Campeonato Sergipano
Segunda fase
Segunda rodada
Confiança 1 x 0 River Plate
Lagarto 0 x 4 São Domingos
Sete de Junho 1 x 1 Olímpico
Segunda rodada
Confiança 1 x 0 River Plate
Lagarto 0 x 4 São Domingos
Sete de Junho 1 x 1 Olímpico
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Baiano
| 20h30 Vitória 1x1 Vitória da Conquista |
| 20h30 Atlético-BA 5x0 Juazeiro |
| 20h30 Serrano 0x1 Fluminense-BA |
| 20h30 Camaçari 1x1 Feirense-BA |
| 20h30 Bahia de Feira 2x1 Itabuna |
| 22h00 Juazeirense 1x1 Bahia |
Copa do Brasil
| 19h30 Ipatinga-MG 0x1 Grêmio |
| 20h30 ASA 1x0 Coritiba |
| 20h30 Juventude 2x0 Portuguesa |
| 21h50 América-MG 0x Goiás |
| 21h50 Horizonte-CE 1x3 Palmeiras |
| 21h50 Paysandu-PA 2x1 Sport |
| 21h50 Guarani 1x2 Botafogo |
Libertadores
| 19h30 Godoy Cruz 0x1 Universidad de Chile |
| 21h50 Internacional 1x1 Santos |
| 21h50 Emelec 3x2 Flamengo |
| 21h50 Junior de Barranquilla 0x1 Universidad Católica |
Potiguar
| 18h00 Alecrim 1x1 Coríntians-RN |
| 20h30 Palmeira de Goianinha 0x0 Baraúnas-RN |
| 20h30 ABC 1x1 Assu |
| 20h30 Caicó 1x4 Santa Cruz-RN |
| 20h30 Potiguar de Mossoró 2x1 América-RN |
Conte Drácula
Antonio Conte está sedento.
O técnico da Juventus reuniu elenco e comissão técnica antes do treino desta terça, em Vinovo, e pediu com os caninos à mostra: vamos sugar o sangue dos adversários até a última gota.
Conte não quer ninguém 'morcegando' na reta final do Calcio.
A Velha Senhora agora está a apenas dois pontos do líder Milan.
À Sky Sport, Conte garantiu que o time vai 'cuspir sangue' até o final.
E para isso, o treinador vai ficar na jugular dos 'bianconeri'.
Para ele, os jogadores adquiriram maturidade suficiente para entender o momento do time.
Se chegaram onde chegaram , agora não é hora de retrair os dentes e muito menos de dormir de cabeça pra baixo.
A caça ao Milan será ainda mais feroz, insaciável.
Caso contrário, Conte Drácula vai botar todo o elenco pra tomar banho de sol.
O técnico da Juventus reuniu elenco e comissão técnica antes do treino desta terça, em Vinovo, e pediu com os caninos à mostra: vamos sugar o sangue dos adversários até a última gota.
Conte não quer ninguém 'morcegando' na reta final do Calcio.
A Velha Senhora agora está a apenas dois pontos do líder Milan.
À Sky Sport, Conte garantiu que o time vai 'cuspir sangue' até o final.
E para isso, o treinador vai ficar na jugular dos 'bianconeri'.
Para ele, os jogadores adquiriram maturidade suficiente para entender o momento do time.
Se chegaram onde chegaram , agora não é hora de retrair os dentes e muito menos de dormir de cabeça pra baixo.
A caça ao Milan será ainda mais feroz, insaciável.
Caso contrário, Conte Drácula vai botar todo o elenco pra tomar banho de sol.
Barça 3 x 1 Milan, e os árbitros como vedetes do futebol mundial
Faz sentido falarmos mais desse sujeito do que de Messi ou Ibra?
Não há dúvida: se Bjorn Kuipers não tivesse marcado o pênalti de Nesta sobre Busquets ninguém estaria agora falando sobre o tal árbitro holandês. Talvez alguns gatos pingados contestassem a não marcação da penalidade, mas certamente não seria esse, neste momento, o assunto principal da partida.
Isso basta para classificar como equivocada a decisão do árbitro. Se a bola estava ou não em jogo na hora da falta de Nesta, se Puyol também cometeu falta no italiano, se esse tipo de lance acontece a toda hora após cobranças de escanteio são justificativas possíveis. Cada um escolhe o argumento que achar mais conveniente.
O segundo tempo do jogo nem havia começado e Eládio Paramés, o polêmico e falastrão porta-voz de Mourinho já escrevia em seu sempre frenético Twitter: "Depois desses 45 minutos, já sabemos quem vai ganhar a Champions. Hoje aprendemos que os pênaltis podem ser marcados mesmo quando a bola não está em jogo".
Partida encerrada, foi a vez de Ibrahimovic reclamar, dizendo que agora entendia "porque Mourinho se sentia daquele jeito quando saía para jogar no Camp Nou". Guardiola respondeu, com a elegância habitual, dizendo que enquanto Ibra e Mourinho falam, o seu Barcelona joga bola. O que é verdade.
Mas também é verdade que passaremos mais alguns dias lendo e ouvindo notícias e lamúrias sobre arbitragem. Os árbitros viraram as estrelas do futebol mundial na Espanha, na Itália e no Brasil. Na Inglaterra e na Alemanha, se não é assim, o motivo é única e exclusivamente a postura mais respeitosa dos profissionais do futebol em relação à autoridade dos árbitros. Porque na Inglaterra, por exemplo, também foram muitos os erros na temporada.
Tem algo errado.
Futebol não precisa de polêmica de arbitragem pra ser divertido. Os jogos não precisam de erros para ser bons. O papo de que a conversa de botequim perde a graça sem o erro do juiz é baboseira. Polêmicas de arbitragem podem gerar alguns jornais vendidos a mais, mas isso não parece um bom motivo para que nada seja feito para sanar os erros constantes.
A FIFA precisa se mexer, com o que quer que seja. Pode ser com tecnologia, com mais gente, com melhor preparação, com menos subjetividade ou com qualquer outra brilhante ideia que porventura saia da cabeça de seus rodados dirigentes. Mas precisa se mexer.
Não fosse a arbitragem, provavelmente estaríamos aqui falando mais de um Barcelona classificado sem polêmicas. E de um Milan que merece elogios por ter se mostrado, entre as grandes equipes, aquela que melhor soube enfrentar o time mais forte do planeta e um dos mais fortes da história do futebol.
Mas não. Estamos falando de um holandês sem importância alguma para o futebol.
Até quando?
E o soberano São Paulo acerta na mosca: sobe para baixo
De grão em grão, o soberano São Paulo vai galgando a escada para superar Flamengo e Corinthians na lista dos mais queridos do país.
O melhor exemplo de que os cartolas estão certíssimos quando resolvem trocar o colarinho branco pela bola de cristal da mãe Dinah são os números do sensacional projeto Sócio Torcedor.
Eles cresceram absurdamente... para baixo. De 30 mil e certa lambuja, despencaram para menos de 15 mil, segundo informações de conselheiros.
O mandachuva e raios ‘Juvenal Antena’ e seus abnegados seguidores procuram encontrar as razões do incrível gol contra.
A mais plausível: o clube está sem soltar o grito de campeão desde 2008, ano em que deu a volta olímpica pelo tri do Brasileirão. Pelo andar da carruagem, não há Justus que dê jeito.
Recente pesquisa da Pluri Consultoria mostrou que os são-paulinos se aproximam com um perigoso ‘Pois é’ do retrovisor das Ferrari rubro-negra e corintiana: 16 milhões de torcedores, contra 29 milhões de flamenguistas e 25 milhões de fiéis.
A pesquisa ouviu 10.545 pessoas de 144 cidades abrangendo todas as regiões do país – o participante só pôde assinalar um clube.
Outro põe, tira, deixa ficar: o Corinthians está em 15º lugar entre os 100 times mais populares no Facebook, de acordo com pesquisa do ‘Futebol Finance’. Tem 2,08 milhões de fás. O Flamengo aparece em 17º, com 2,04 milhões, e o Tricolor em 23º, com 1,1 milhão. O Barça lidera, com 28,8 milhões.
Por falar no soberano... As propostas pelo carimbo principal no enxoval do clube chegaram a R$ 25 milhões, mesma grana que os periquitos em revista garantem que receberão da Kia – há quem jure que serão R$ 19 milhões.
Dindim de respeito em época de vacas magras, mas a cartolagem tricolor resiste: não topa pagar 10% às samaritanas agências que vendem o edredom para a lua de mel.
########
Terror. Simplesmente estarrecedor o número apresentado pelo jornal ‘Lance’: 155 mortes nos últimos 24 anos no Brasil por causa de confrontos entre vândalos travestidos de torcedores. O ponto de partida do levantamento foi o assassinato do palmeirense Cléo, em 1988. São Paulo é a locomotiva da vergonha, com 32 mortes. Em segundo aparece o Rio, com 19, três a mais que Goiás. O Ceará acumula 15, enquanto Minas soma 12. Balanço final: 83% dos entrevistados pela empresa Stochos Sports & Entertainment têm medo de ir ao estádio em razão da violência. E certamente da impunidade.
Twitface. Barcelona e Corinthians, tudo a ver... pelo menos no apito amigo.
São João. Por alguns momentos, a Baixada Santista ficou agitada. Depois de longo e tenebroso inverno na Terra do Fogo, mais precisamente desde 18 de dezembro, finalmente o estoque de rojões e estrelinhas poderia brilhar no encantado céu da Vila Belmiro, numa inesquecível festa regada a churros e sangria. Só se esqueceram de avisar o principal convidado, o Barcelona.
Twitface. Mais um recorde para Messi, a ‘Pulga’: com dois gols de pênalti, chegou a 14 e tornou-se o maior artilheiro em uma só edição da Liga dos Campeões desde 1992/93.
Gilete press. De Ricardo Perrone, no ‘Uol’: “Dirigentes e parte da comissão técnica do Palmeiras sentem que o clima azedou. De acordo com essa análise, Wesley e Valdivia são os protagonistas da mudança de humor no elenco. O problema com Wesley seria o fato de ele chegar ganhando R$ 220 mil mensais, livres de impostos (...) Já em relação a Valdivia, seus críticos dizem que quando está bem ele não rende o suficiente para justificar o alto salário. E que não se cuida como deveria fora de campo.” Periquitos em ebulição.
Tiro curto. Dos grandes clubes brasileiros, apenas o Saci colorado e Galo não estão na lista dos 100 mais populares do mundo no Facebook. O time gaúcho tem 133 mil fãs e a equipe mineira, 16 mil.
Tititi d’Aline. Quatro suítes, três andares, banheira de hidromassagem e um batalhão de mordomias: é a canoa de Neymar que repousa no Guarujá. Tem 25 metros e custou a bagatela de R$ 15 milhões.
Você sabia que... a Copa do Brasil/11, com 262 jogos, gerou R$ 1,1 bilhão em exposição de mídia?
Bola de ouro. Bayern/Barcelona. Na bola, no talento ou no apito amigo, não importa: chegaram com méritos às semifinais da Liga dos Campeões da Europa.
Bola de latão. Ronaldinho Gaúcho. Pela 11ª vez, o pimpão ficou fora de um treino do urubu. E na véspera de um jogo importante pela Libertadores.
Bola de lixo. Palmeiras B. Como se não bastasse servir de laboratório absolutamente ineficaz e torrar R$ 1 milhão por mês, a equipe caiu para a terceira divisão paulista. Um ótimo custo sem um tostão de benefício.
Bola sete. “O gasto do Vasco com ex-jogadores que entraram na Justiça ameaça empatar com a folha do futebol. O clube gasta R$ 2 milhões mensais com um time que tem Mauro Galvão, Edmundo e Júnior Baiano” (de Marluci Martins, no ‘Extra’ – que beleza!)
Dúvida pertinente. Por que os Pachecos torcem tanto contra o Barcelona?
O melhor exemplo de que os cartolas estão certíssimos quando resolvem trocar o colarinho branco pela bola de cristal da mãe Dinah são os números do sensacional projeto Sócio Torcedor.
Eles cresceram absurdamente... para baixo. De 30 mil e certa lambuja, despencaram para menos de 15 mil, segundo informações de conselheiros.
O mandachuva e raios ‘Juvenal Antena’ e seus abnegados seguidores procuram encontrar as razões do incrível gol contra.
A mais plausível: o clube está sem soltar o grito de campeão desde 2008, ano em que deu a volta olímpica pelo tri do Brasileirão. Pelo andar da carruagem, não há Justus que dê jeito.
Recente pesquisa da Pluri Consultoria mostrou que os são-paulinos se aproximam com um perigoso ‘Pois é’ do retrovisor das Ferrari rubro-negra e corintiana: 16 milhões de torcedores, contra 29 milhões de flamenguistas e 25 milhões de fiéis.
A pesquisa ouviu 10.545 pessoas de 144 cidades abrangendo todas as regiões do país – o participante só pôde assinalar um clube.
Outro põe, tira, deixa ficar: o Corinthians está em 15º lugar entre os 100 times mais populares no Facebook, de acordo com pesquisa do ‘Futebol Finance’. Tem 2,08 milhões de fás. O Flamengo aparece em 17º, com 2,04 milhões, e o Tricolor em 23º, com 1,1 milhão. O Barça lidera, com 28,8 milhões.
Por falar no soberano... As propostas pelo carimbo principal no enxoval do clube chegaram a R$ 25 milhões, mesma grana que os periquitos em revista garantem que receberão da Kia – há quem jure que serão R$ 19 milhões.
Dindim de respeito em época de vacas magras, mas a cartolagem tricolor resiste: não topa pagar 10% às samaritanas agências que vendem o edredom para a lua de mel.
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Terror. Simplesmente estarrecedor o número apresentado pelo jornal ‘Lance’: 155 mortes nos últimos 24 anos no Brasil por causa de confrontos entre vândalos travestidos de torcedores. O ponto de partida do levantamento foi o assassinato do palmeirense Cléo, em 1988. São Paulo é a locomotiva da vergonha, com 32 mortes. Em segundo aparece o Rio, com 19, três a mais que Goiás. O Ceará acumula 15, enquanto Minas soma 12. Balanço final: 83% dos entrevistados pela empresa Stochos Sports & Entertainment têm medo de ir ao estádio em razão da violência. E certamente da impunidade.
Twitface. Barcelona e Corinthians, tudo a ver... pelo menos no apito amigo.
São João. Por alguns momentos, a Baixada Santista ficou agitada. Depois de longo e tenebroso inverno na Terra do Fogo, mais precisamente desde 18 de dezembro, finalmente o estoque de rojões e estrelinhas poderia brilhar no encantado céu da Vila Belmiro, numa inesquecível festa regada a churros e sangria. Só se esqueceram de avisar o principal convidado, o Barcelona.
Twitface. Mais um recorde para Messi, a ‘Pulga’: com dois gols de pênalti, chegou a 14 e tornou-se o maior artilheiro em uma só edição da Liga dos Campeões desde 1992/93.
Gilete press. De Ricardo Perrone, no ‘Uol’: “Dirigentes e parte da comissão técnica do Palmeiras sentem que o clima azedou. De acordo com essa análise, Wesley e Valdivia são os protagonistas da mudança de humor no elenco. O problema com Wesley seria o fato de ele chegar ganhando R$ 220 mil mensais, livres de impostos (...) Já em relação a Valdivia, seus críticos dizem que quando está bem ele não rende o suficiente para justificar o alto salário. E que não se cuida como deveria fora de campo.” Periquitos em ebulição.
Tiro curto. Dos grandes clubes brasileiros, apenas o Saci colorado e Galo não estão na lista dos 100 mais populares do mundo no Facebook. O time gaúcho tem 133 mil fãs e a equipe mineira, 16 mil.
Tititi d’Aline. Quatro suítes, três andares, banheira de hidromassagem e um batalhão de mordomias: é a canoa de Neymar que repousa no Guarujá. Tem 25 metros e custou a bagatela de R$ 15 milhões.
Você sabia que... a Copa do Brasil/11, com 262 jogos, gerou R$ 1,1 bilhão em exposição de mídia?
Bola de ouro. Bayern/Barcelona. Na bola, no talento ou no apito amigo, não importa: chegaram com méritos às semifinais da Liga dos Campeões da Europa.
Bola de latão. Ronaldinho Gaúcho. Pela 11ª vez, o pimpão ficou fora de um treino do urubu. E na véspera de um jogo importante pela Libertadores.
Bola de lixo. Palmeiras B. Como se não bastasse servir de laboratório absolutamente ineficaz e torrar R$ 1 milhão por mês, a equipe caiu para a terceira divisão paulista. Um ótimo custo sem um tostão de benefício.
Bola sete. “O gasto do Vasco com ex-jogadores que entraram na Justiça ameaça empatar com a folha do futebol. O clube gasta R$ 2 milhões mensais com um time que tem Mauro Galvão, Edmundo e Júnior Baiano” (de Marluci Martins, no ‘Extra’ – que beleza!)
Dúvida pertinente. Por que os Pachecos torcem tanto contra o Barcelona?
Felipe Bastos trabalha para Felipe brilhar. Em Lima foi o contrário
Quando jogam Felipe Bastos e Felipe juntos, normalmente é fácil saber o papel de cada um. Felipe recua, posiciona-se como segundo volante, como aconteceu no primeiro tempo de ontem. Felipe Bastos bloqueia o lado esquerdo. Por ali, sua missão é marcar lateral -- eventualmente o segundo volante que sai para o jogo -- e construir o jogo.
Ele trabalha, para Felipe organizar o time inteiro.
Em Lima, foi um pouco diferente. Embora as funções tenham sido idênticas, Felipe Bastos brilhou. O lance do primeiro jogo mostra bem os posicionamentos. Felipe Bastos carrega da esquerda para dentro e acerta o primeiro petardo.
O segundo, do lado oposto, deixou o Vasco na cara do gol para se classificar. Basta uma vitória do Libertad sobre o Nacional na quinta-feira -- a situação do Flamengo é muito mais dramática, depois da goleada do Lanús sobre o Olimpia, por 6 x 0.
O Vasco errou passes demais, mas isso também é culpa do gramado ruim do estádio de Lima. Mas jogou uma partida de Libertadores, dividindo na hora certa -- não houve pênalti de Thiago Feltri -- passando sufoco -- Allan heroico tirou em cima da linha -- mas saindo com três pontos.
Dos brasileiros, o Vasco tinha o grupo mais complicado na primeira fase. Está prestes a superar essa dificuldade.
Espetacular, Barça é imbatível com "12". Ah se fosse o Real de Mourinho
A função do árbitro de futebol é mediar o espetáculo. Ser discreto, não interferir no andamento da peleja, não mudar os rumos do jogo. Quando consegue, é perfeito, não gera comentários posteriores, deixa as análises pós-partida voltadas apenas para os atletas. Bjorn Kuipers fez tudo ao contrário ao INVENTAR um pênalti absurdo contra o Milan no duelo com o Barcelona no Camp Nou. Esse cara simplesmente estragou tudo! O jogo era para ser melhor!!!
O cotejo estava empatado com gols (1 a 1), o bastante para o time italiano se classificar. Nesta e Busquets se agarraram, puxaram as respectivas camisas. Puyol se meteu no duelo corpo-a-corpo e o apitador holandês ESCOLHEU marcar algo. Marcou um pênalti caseiro para o Barça. Ali, no final do primeiro tempo, mudou os rumos do duelo, "roubou" a festa e, de certa forma, algo mais...
É evidente que o time catalão poderia alcançar a classificação sem ajuda descarada do apito. Poderia, mas não a tinha assegurada. E pela frente encarava um Milan que, mesmo depois do gol do Iniesta no começo da etapa final, jogaria por uma bola. Um gol bastaria. Seria assim não fosse o pênalti à catalã, digo, à brasileira... Para competar, Kuipers deu "perigo de gol" numa jogada de Robinho que entrava com a bola dominada diante de Victor Valdés. Pífio!
Não é a primeira vez. Os árbitros erram a favor do Barcelona também. A camisa pesa, a fama do time pesa, muita coisa pesa. É no campeonato espanhol, é na Liga dos Campeões. Isso mesmo, essas coisas também acontece em jogos do atual campeão da Uefa Champions League. O que vimos no Camp Nou não foi uma novidade. Ou você esqueceu a semifinal de 2008/2009 apitada pelo norueguês Tom Ovrebo (vídeos abaixo)?
Quem não torce desarvoradamente pelo time catalão e queria um bom espetáculo, um jogo emocionante até o final, viu tais possibilidades irem para o ralo quando Bjorn Kuipers "operou" o Milan. Em tese o Barcelona não precisaria disso. Na prática, a equipe do "low profile" Pep Guardiola precisou. Imagine o que diriam muitos se o time ajudado fosse o Real Madrid do polêmico e também reclamão José Mourinho.
Clique aqui e veja no site do jornal português "A Bola" a sequência do lance que gerou toda a polêmica em vídeo por um ângulo bem esclarecedor.
PS: aos que reclamam por eu não ter comentado os "pênaltis" do jogo de San Siro, não o fiz porque na minha opinião não houve penalidade máxima alguma na peleja de Milão. Ok? E por gentileza, não percam tempo com tolices como "você é torcedor do Real Madrid" ou "não gosta do Barça". Os fãs de futebol saíram perdendo com a péssima arbitragem do holandês. E esse post apenas chama a atenção para o fato de, assim como o time merengue, o poderoso esquadrão da Catalunha eventualmente também ser ajudado pelo apito, como qualquer outro.
O cotejo estava empatado com gols (1 a 1), o bastante para o time italiano se classificar. Nesta e Busquets se agarraram, puxaram as respectivas camisas. Puyol se meteu no duelo corpo-a-corpo e o apitador holandês ESCOLHEU marcar algo. Marcou um pênalti caseiro para o Barça. Ali, no final do primeiro tempo, mudou os rumos do duelo, "roubou" a festa e, de certa forma, algo mais...
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É evidente que o time catalão poderia alcançar a classificação sem ajuda descarada do apito. Poderia, mas não a tinha assegurada. E pela frente encarava um Milan que, mesmo depois do gol do Iniesta no começo da etapa final, jogaria por uma bola. Um gol bastaria. Seria assim não fosse o pênalti à catalã, digo, à brasileira... Para competar, Kuipers deu "perigo de gol" numa jogada de Robinho que entrava com a bola dominada diante de Victor Valdés. Pífio!
Não é a primeira vez. Os árbitros erram a favor do Barcelona também. A camisa pesa, a fama do time pesa, muita coisa pesa. É no campeonato espanhol, é na Liga dos Campeões. Isso mesmo, essas coisas também acontece em jogos do atual campeão da Uefa Champions League. O que vimos no Camp Nou não foi uma novidade. Ou você esqueceu a semifinal de 2008/2009 apitada pelo norueguês Tom Ovrebo (vídeos abaixo)?
Quem não torce desarvoradamente pelo time catalão e queria um bom espetáculo, um jogo emocionante até o final, viu tais possibilidades irem para o ralo quando Bjorn Kuipers "operou" o Milan. Em tese o Barcelona não precisaria disso. Na prática, a equipe do "low profile" Pep Guardiola precisou. Imagine o que diriam muitos se o time ajudado fosse o Real Madrid do polêmico e também reclamão José Mourinho.
Nesta segura a camisa de Busquets, que põe a mão no italiano.
Ele estaria acariciando o rival? É a natural disputa pelo espaço
Ele estaria acariciando o rival? É a natural disputa pelo espaço
O exato momento em que a bola entra em jogo. Puyol já se embolou
Bola sobre a área, dois dos três caem. Bem colocado, árbitro inventa
Se ainda não está satisfeito, veja o empurra-empurra com participação
de Puyol sem que bola estivesse em jogo, ela ainda está no escanteio
Crédito das imagens: reprodução da TV
de Puyol sem que bola estivesse em jogo, ela ainda está no escanteio
Crédito das imagens: reprodução da TV
Clique aqui e veja no site do jornal português "A Bola" a sequência do lance que gerou toda a polêmica em vídeo por um ângulo bem esclarecedor.
PS: aos que reclamam por eu não ter comentado os "pênaltis" do jogo de San Siro, não o fiz porque na minha opinião não houve penalidade máxima alguma na peleja de Milão. Ok? E por gentileza, não percam tempo com tolices como "você é torcedor do Real Madrid" ou "não gosta do Barça". Os fãs de futebol saíram perdendo com a péssima arbitragem do holandês. E esse post apenas chama a atenção para o fato de, assim como o time merengue, o poderoso esquadrão da Catalunha eventualmente também ser ajudado pelo apito, como qualquer outro.
Domio
Dificudade não se sabia de quanto seria o grande jogo foi bem é futebol emocionante foi bem jogado pelo dois clubes eles fizeram um grande partida mas se deu a lógica deu melhor time do mundo atualmente que se chama Barcelona
terça-feira, 3 de abril de 2012
Libertadores
| 19h45 Lanús 6x0 Olimpia-PAR Grupo 2 |
| 22h00 Alianza Lima 1x2 Vasco Grupo 5 |
| 22h00 Deportivo Táchira 1x1 Cruz Azul-MEX Grupo 6 |
Inédito no Paulistão: oito classificados a duas rodadas do fim. É para acabar?
Em 62 partidas entre grandes e pequenos do Paulistão, só duas terminaram com vitórias dos clubes do interior. São 14 empates e 46 vitórias dos grandes.
Na história do Campeonato Paulista, só em 1934 demorou tanto para um pequeno alcançar uma vitória. Naquele ano, o Ypiranga venceu o Corinthians, quando a equipe do Parque São Jorge já não tinha mais chance de título. Neste ano, na 13a rodada, o Mogi Mirim venceu o Santos, o primeiro triunfo de um nanico.
Mas o maior exemplo da falência do Campeonato Paulista é que, a duas rodadas do fim, os oito classificados já estão definidos.
Ano passado, no retorno da fórmula que classificava oito equipes para as finais -- nos anos 80 e 90 houve sistemas assim -- havia apenas quatro classificados na 17a rodada. Antes da 19a, última da primeira fase, só seis estavam definidos.
Entre 2007 e 2010, quando quatro se qualificavam para as semifinais, nunca a fase de classificação se definiu tão cedo. Em 2007 e 2009 havia três garantidos antes da última rodada. Em 2008 e 2010, existiam duas vagas abertas antes da última rodada.
No início do ano, questionado sobre a fragilidade do interior e sobre o excesso de clubes, o presidente da Federação Paulista respondeu: "O futebol de São Paulo é diferente, porque há muitos clubes no interior."
Há mesmo?
Se há, a Federação precisa fazer alguma coisa. Espalhar dinheiro e condições técnicas de os nanicos brigarem com os grandes.
Ou não há sentido continuar havendo campeonato.
Você acha que o Paulistão deveria acabar?

Mirasol: único pequeno a vencer titulares de um grande
Na história do Campeonato Paulista, só em 1934 demorou tanto para um pequeno alcançar uma vitória. Naquele ano, o Ypiranga venceu o Corinthians, quando a equipe do Parque São Jorge já não tinha mais chance de título. Neste ano, na 13a rodada, o Mogi Mirim venceu o Santos, o primeiro triunfo de um nanico.
Mas o maior exemplo da falência do Campeonato Paulista é que, a duas rodadas do fim, os oito classificados já estão definidos.
Ano passado, no retorno da fórmula que classificava oito equipes para as finais -- nos anos 80 e 90 houve sistemas assim -- havia apenas quatro classificados na 17a rodada. Antes da 19a, última da primeira fase, só seis estavam definidos.
Entre 2007 e 2010, quando quatro se qualificavam para as semifinais, nunca a fase de classificação se definiu tão cedo. Em 2007 e 2009 havia três garantidos antes da última rodada. Em 2008 e 2010, existiam duas vagas abertas antes da última rodada.
No início do ano, questionado sobre a fragilidade do interior e sobre o excesso de clubes, o presidente da Federação Paulista respondeu: "O futebol de São Paulo é diferente, porque há muitos clubes no interior."
Há mesmo?
Se há, a Federação precisa fazer alguma coisa. Espalhar dinheiro e condições técnicas de os nanicos brigarem com os grandes.
Ou não há sentido continuar havendo campeonato.
Você acha que o Paulistão deveria acabar?
Mirasol: único pequeno a vencer titulares de um grande
VIDEOBLOG: Violência continua pelo Brasil, e Ministério do Esporte deve tomar providências
Este final de semana foi para lá de ruim em termos de futebol e foi muito violento como sempre. Confusão em Pelotas, no Rio de Janeiro, em Goiânia, onde teve morte, ou seja, não é privilégio das torcidas Gaviões e Mancha Alviverde. A violência não é localizada em São Paulo, mas está espalhada em todo o Brasil.
Quem é o responsável por isso no país? O Ministério do Esporte? O governo federal? Os governos estaduais? Quem fiscaliza e coloca em prática o estatuto do torcedor? Os clubes não se manifestam, nem a CBF ou as federações.
A dois anos da Copa do Mundo de 2014 em solo nacional, discutimos os investimentos desnecessários em grandes estádios que vão se tornar "elefantes brancos", os gastos que não têm tamanho com as obras, mas e a discussão sobre a violência? Tal discussão não pode ser deixada de lado.
Eu exijo, aqui, providências e quero saber quem vai dar o passo à frente. Eu gostaria de ouvir pronunciamentos e providências principalmente do Ministério do Esporte, cujo ministro Aldo Rebelo é uma pessoa séria e deve se mostrar sério dessa vez.
Quem é o responsável por isso no país? O Ministério do Esporte? O governo federal? Os governos estaduais? Quem fiscaliza e coloca em prática o estatuto do torcedor? Os clubes não se manifestam, nem a CBF ou as federações.
A dois anos da Copa do Mundo de 2014 em solo nacional, discutimos os investimentos desnecessários em grandes estádios que vão se tornar "elefantes brancos", os gastos que não têm tamanho com as obras, mas e a discussão sobre a violência? Tal discussão não pode ser deixada de lado.
Eu exijo, aqui, providências e quero saber quem vai dar o passo à frente. Eu gostaria de ouvir pronunciamentos e providências principalmente do Ministério do Esporte, cujo ministro Aldo Rebelo é uma pessoa séria e deve se mostrar sério dessa vez.
Assista ao videoblog desta segunda-feira!
Del Nero e 'Zé da Medalha' querem o quartel da amarelinha na Pauliceia
A dupla dinâmica Del Nero/Zé Medalha Marin é insaciável. Pretende muito mais que o jogo de abertura e uma das semifinais da Copa de 2014 na Pauliceia desvairada, esburacada e angustiada.
Com a faca, o queijo e a goiabada no pires de plástico, mais o guardanapo de papel no colarinho branco, eles também desejam saborear a amarelinha desbotada ao logo da festa da ‘mamãe’ Fifa.
A maior metrópole do país serviria como quartel-general para os manos do Mano – ou de outro ‘professor’, já que Mano depende de um pódio dourado na Olimpíada de Londres para continuar no comando da equipe.
Depois que o ‘titio’ Teixeira trocou o trono por uma vida de cão no paraíso dos farofeiros em Boca Raton, a dobradinha Del Nero/Zé Medalha Marin empunhou a bandeira dos Bandeirantes e quer porque quer dominar as chuteiras nacionais, comendo pelas beiradas, com apetite avassalador.
Por falar em doce de coco... Nada contra, ao contrário. Mas não deixa de ser interessante e, por que não dizer, um merecedor prêmio Nobel de economia à ‘Suíça sul-americana’, exemplar saco sem fundo.
Ao ótimo pulo do gato: cinco anos atrás, o Circo Brasileiro de Futebol estimou em módicos R$ 2 bilhões o toma lá, dá cá com os gastos das arenas da Copa.
Há dois anos, o miado saltou para R$ 5,8 bilhões. Nada preocupante, apenas 300% de reajuste, de acordo com a ‘Folha’.
Em 2012, as unhas do gato de estimação voltaram a crescer e chegaram a quase R$ 7 bilhões.
Como a bola ainda vai demorar para rolar...miiiiaaaaauuuuu. A Copa é deles, a conta é nossa.
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Zapping. Apesar de ter jogado com os titulares contra o Oeste, no Prudentão, o Corinthians rendeu apenas 15 pontos de média no ibope global da grande Pauliceia. Uma semana atrás, quando o ‘professor’ Tite escalou um misto frio para encarar o Comercial, o ‘campeão de audiência’ também cravou 15 pontos. Já o segundo programa do reality show ‘The Ultimate Fighter’ amealhou 11 pontos, um a menos do que na estreia.
Sugismundo Freud (by Nelson Rodrigues). Só os gênios enxergam o óbvio.
Pitágoras. A derrota em Assunção abalou o voo do urubu, mas a linha de crédito permanece das melhores. Dos seis brasileiros na briga para chegar ao mata-mata da Libertadores, Ronaldinho Gaúcho e sua trupe carregam sorumbáticas 29,6% de possibilidades, de acordo com o site ‘Chance de Gol’. A equipe rubro-negra aparece logo depois de Fluminense (100%), Corinthians (mais de 99,99%), Santos (96,8%), Internacional (92,7%) e Vasco (78,8%). Traduzindo: é a única no agradável bico do corvo.
Twitface. Roberto ‘Você está demitido’ Justus marcou o primeiro golaço como marqueteiro do soberano Tricolor: a Lenovo não quer saber de carimbar o enxoval do clube como patrocinador master.
‘Cinquina’. O fofo Ronaldo é mesmo um fenômeno. Há poucos dias, anunciou que Leandro Damião, do Saci colorado, era o seu mais fiel representante na bola de hoje, um excelente genérico. Gooooollll: a 9ine, empresa de Ronaldo, acaba de fechar o primeiro contrato publicitário de Damião. A Gatorade começa pagando R$ 600 mil/ano. Pode dobrar se o atacante continuar na seleção.
Tiro curto. O garoto Neymar encontrou um novo brinquedinho para passar o tempo longe da bola: uma prancha de wakeboard.
Pé de cana. De Norte a Sul, com raras exceções, condena-se a decisão do Superior Tribunal de Justiça: somente o bafômetro e o exame de sangue podem atestar a embriaguez do motorista. E, de Leste a Oeste, a maioria defende a liberação do álcool nas arenas da Copa de 2014.
Gilete press. De Lauro Jardim, em ‘Veja’: “Heleno teve um público muito fraco na sua semana de estreia. Exibido em 57 salas pelo país, o filme com Rodrigo Santoro foi visto por 21.600 pessoas entre sexta-feira e domingo. O resultado é decepcionante. Muito menos badalado e exibido no fim de semana passado em 23 salas a menos, a estreia de ‘Raul Seixas: O Início, O Fim e O Meio’ levou 25 mil espectadores aos cinemas.” Lamentável.
Tititi d’Aline. Meninas do basquete e do vôlei estão de nariz torcido. Pesquisa da Universidade de Emory (EUA) indicou que as baixinhas têm mais orgasmo durante o sexo. Quanto menor a distância entre o clitóris e o canal vaginal da mulher, mais olhinho virado.
Você sabia que... o casal Beckham colocou a pousada de Londres à venda por R$ 50 milhões – conhecida como ‘Palácio de Beckingham, ela tem 89 mil m²?
Bola de ouro. Vagner Love. O artilheiro do amor é um apaixonado pelo gol: 10 em 11 jogos com a camisa do urubu.
Bola de latão. Mídia caolha. Após 17 rodadas, descobriu que o Paulistinha é sem graça e por isso precisa mudar.
Bola de lixo. Vândalos goianos. Em apenas um ano, selvagens travestidos de torcedores de Vila Nova e Goiás foram responsáveis por nove mortes.
Bola sete. “O Santos quer condicionar a arbitragem, como no primeiro jogo, começando a guerrilha” (do presidente do Saci colorado, Giovanni Luigi, sobre as críticas de ‘Muriçoca’ Ramalho a Sandro Meira Ricci – há controvérsias).
Dúvida pertinente. O que é mais chato: futevôlei, vôlei de praia ou estadual?
Com a faca, o queijo e a goiabada no pires de plástico, mais o guardanapo de papel no colarinho branco, eles também desejam saborear a amarelinha desbotada ao logo da festa da ‘mamãe’ Fifa.
A maior metrópole do país serviria como quartel-general para os manos do Mano – ou de outro ‘professor’, já que Mano depende de um pódio dourado na Olimpíada de Londres para continuar no comando da equipe.
Depois que o ‘titio’ Teixeira trocou o trono por uma vida de cão no paraíso dos farofeiros em Boca Raton, a dobradinha Del Nero/Zé Medalha Marin empunhou a bandeira dos Bandeirantes e quer porque quer dominar as chuteiras nacionais, comendo pelas beiradas, com apetite avassalador.
Por falar em doce de coco... Nada contra, ao contrário. Mas não deixa de ser interessante e, por que não dizer, um merecedor prêmio Nobel de economia à ‘Suíça sul-americana’, exemplar saco sem fundo.
Ao ótimo pulo do gato: cinco anos atrás, o Circo Brasileiro de Futebol estimou em módicos R$ 2 bilhões o toma lá, dá cá com os gastos das arenas da Copa.
Há dois anos, o miado saltou para R$ 5,8 bilhões. Nada preocupante, apenas 300% de reajuste, de acordo com a ‘Folha’.
Em 2012, as unhas do gato de estimação voltaram a crescer e chegaram a quase R$ 7 bilhões.
Como a bola ainda vai demorar para rolar...miiiiaaaaauuuuu. A Copa é deles, a conta é nossa.
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Zapping. Apesar de ter jogado com os titulares contra o Oeste, no Prudentão, o Corinthians rendeu apenas 15 pontos de média no ibope global da grande Pauliceia. Uma semana atrás, quando o ‘professor’ Tite escalou um misto frio para encarar o Comercial, o ‘campeão de audiência’ também cravou 15 pontos. Já o segundo programa do reality show ‘The Ultimate Fighter’ amealhou 11 pontos, um a menos do que na estreia.
Sugismundo Freud (by Nelson Rodrigues). Só os gênios enxergam o óbvio.
Pitágoras. A derrota em Assunção abalou o voo do urubu, mas a linha de crédito permanece das melhores. Dos seis brasileiros na briga para chegar ao mata-mata da Libertadores, Ronaldinho Gaúcho e sua trupe carregam sorumbáticas 29,6% de possibilidades, de acordo com o site ‘Chance de Gol’. A equipe rubro-negra aparece logo depois de Fluminense (100%), Corinthians (mais de 99,99%), Santos (96,8%), Internacional (92,7%) e Vasco (78,8%). Traduzindo: é a única no agradável bico do corvo.
Twitface. Roberto ‘Você está demitido’ Justus marcou o primeiro golaço como marqueteiro do soberano Tricolor: a Lenovo não quer saber de carimbar o enxoval do clube como patrocinador master.
‘Cinquina’. O fofo Ronaldo é mesmo um fenômeno. Há poucos dias, anunciou que Leandro Damião, do Saci colorado, era o seu mais fiel representante na bola de hoje, um excelente genérico. Gooooollll: a 9ine, empresa de Ronaldo, acaba de fechar o primeiro contrato publicitário de Damião. A Gatorade começa pagando R$ 600 mil/ano. Pode dobrar se o atacante continuar na seleção.
Tiro curto. O garoto Neymar encontrou um novo brinquedinho para passar o tempo longe da bola: uma prancha de wakeboard.
Pé de cana. De Norte a Sul, com raras exceções, condena-se a decisão do Superior Tribunal de Justiça: somente o bafômetro e o exame de sangue podem atestar a embriaguez do motorista. E, de Leste a Oeste, a maioria defende a liberação do álcool nas arenas da Copa de 2014.
Gilete press. De Lauro Jardim, em ‘Veja’: “Heleno teve um público muito fraco na sua semana de estreia. Exibido em 57 salas pelo país, o filme com Rodrigo Santoro foi visto por 21.600 pessoas entre sexta-feira e domingo. O resultado é decepcionante. Muito menos badalado e exibido no fim de semana passado em 23 salas a menos, a estreia de ‘Raul Seixas: O Início, O Fim e O Meio’ levou 25 mil espectadores aos cinemas.” Lamentável.
Tititi d’Aline. Meninas do basquete e do vôlei estão de nariz torcido. Pesquisa da Universidade de Emory (EUA) indicou que as baixinhas têm mais orgasmo durante o sexo. Quanto menor a distância entre o clitóris e o canal vaginal da mulher, mais olhinho virado.
Você sabia que... o casal Beckham colocou a pousada de Londres à venda por R$ 50 milhões – conhecida como ‘Palácio de Beckingham, ela tem 89 mil m²?
Bola de ouro. Vagner Love. O artilheiro do amor é um apaixonado pelo gol: 10 em 11 jogos com a camisa do urubu.
Bola de latão. Mídia caolha. Após 17 rodadas, descobriu que o Paulistinha é sem graça e por isso precisa mudar.
Bola de lixo. Vândalos goianos. Em apenas um ano, selvagens travestidos de torcedores de Vila Nova e Goiás foram responsáveis por nove mortes.
Bola sete. “O Santos quer condicionar a arbitragem, como no primeiro jogo, começando a guerrilha” (do presidente do Saci colorado, Giovanni Luigi, sobre as críticas de ‘Muriçoca’ Ramalho a Sandro Meira Ricci – há controvérsias).
Dúvida pertinente. O que é mais chato: futevôlei, vôlei de praia ou estadual?
Barcelona x Milan: por uma bola
O Milan tem o tempo a seu favor. O empate sem gols na partida de ida é o melhor entre os piores resultados que um mandante pode ter em uma etapa eliminatória com o regulamento utilizado na Champions.
O Milan é dono do tempo se souber se defender, se marcar o time de Guardiola como o fez no San Siro. Massimiliano Allegri não deve afundar sua equipe na defesa, mas pode esperar pelo Barça e acreditar nos contra-ataques.
A pressão está no lado catalão. E também a obrigação de chegar à semifinal. Agora depende de Guardiola, que assumiu todo o seu respeito pelo adversário ao escalar Keita para proteger a defesa ao lado de Busquets.
A formação aumentou o poder de marcação e retirou um jogador do lado esquerdo. E o Barcelona ficou manco, pois o fluxo de jogo é muito forte no setor direito. A transição do ataque para a defesa apresenta grande volume com Daniel, Xavi, Messi e Alexis.
É da direita para a esquerda, para o jogador que entra na diagonal no lado oposto, como fazia David Villa antes de se contundir. Guardiola tem apostado em Tello, 20 anos, mais um produto de La Masia. Mas como titular...
Sem ocupar o setor, o time trabalha a bola e acaba insistindo demais pela faixa central. Falta um nome. Tello? Fábregas? Cuenca? Keita? Essa é a dúvida que pode decidir o estilo a ser adotado e o jogo.
O Milan vai esperar, defender e jogar por uma bola.
Com um jogador para receber a bola na esquerda e entrar em diagonal, o Barça fica perto da classificação.
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