20h30 Ceará 2x1 Crateús
Falamos campeonatos das séries A B C D campeonatos internacionais todos Português todos os resultados do Paulista da segunda divisão e ainda Futebol Internacional como Futebol Inglês Espanhol Italiano Portugal e o Argentino e campeonatos Importantes falaremos do Regional do Rio Grande do Norte do Cearense do Pernambucano e do Carioca e falamos da copa do nordeste
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Liga Europa
| 16h05 Valencia 4x0 AZ |
| 16h05 Athletic Bilbao 2x2 Schalke 04 |
| 16h05 Metalist 1x1 Sporting |
| 16h05 Hannover 1x2 Atlético de Madri |
time sem cana de vencer
O time do flamengo é rim mesmo ou é os jogadores que jogam sem a cana de vencer uma partida da na libertadores e quando o time está vencendo todo mundo parece relaxa de mas ou melhor fica sem vontade de vence a partida estava praticamente ganha o time conce que perder pra ele mesmo na libertadores se continua nessa toada quando for no campeonato Brasileiro vai brica não cai se o time continua jogando sem vontade de vence uma partida
Campeonato Rondoniense
Primeira fase
Terceira rodada
Genus 0 x 2 VEC
Ariquemes 2 x 0 União Cacoalense
Espigão 2 x 1 Ji-Paraná
Rolim de Moura 1 x 4 Moto Clube
Terceira rodada
Genus 0 x 2 VEC
Ariquemes 2 x 0 União Cacoalense
Espigão 2 x 1 Ji-Paraná
Rolim de Moura 1 x 4 Moto Clube
Campeonato Sul-Matogrossense
Primeira fase
Segundo turno
13ª rodada
Comercial 2 x 0 Misto
Chapadão 1 x 1 CENE
Ivinhema 3 x 2 Urso
7 de Setembro 5 x 1 Colorado
Naviraiense 2 x 1 Águia Negra
Segundo turno
13ª rodada
Comercial 2 x 0 Misto
Chapadão 1 x 1 CENE
Ivinhema 3 x 2 Urso
7 de Setembro 5 x 1 Colorado
Naviraiense 2 x 1 Águia Negra
Campeonato Amazonense
Segundo turno
Quinta rodada
Iranduba 2 x 1 São Raimundo
Rio Negro 3 x 2 Peñarol
Operário 0 x 2 Princesa
Manicoré 0 x 2 Fast Clube
Holanda 1 x 0 Nacional
Quinta rodada
Iranduba 2 x 1 São Raimundo
Rio Negro 3 x 2 Peñarol
Operário 0 x 2 Princesa
Manicoré 0 x 2 Fast Clube
Holanda 1 x 0 Nacional
Campeonato Paraibano
Turno único
Volta
Auto Esporte 1 x 0 Esporte-Patos
CSP 1 x 0 Paraíba
Treze 3 x 1 Flamengo
Volta
Auto Esporte 1 x 0 Esporte-Patos
CSP 1 x 0 Paraíba
Treze 3 x 1 Flamengo
Campeonato Sergipano
Segunda fase
Segunda rodada
Confiança 1 x 0 River Plate
Lagarto 0 x 4 São Domingos
Sete de Junho 1 x 1 Olímpico
Segunda rodada
Confiança 1 x 0 River Plate
Lagarto 0 x 4 São Domingos
Sete de Junho 1 x 1 Olímpico
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Baiano
| 20h30 Vitória 1x1 Vitória da Conquista |
| 20h30 Atlético-BA 5x0 Juazeiro |
| 20h30 Serrano 0x1 Fluminense-BA |
| 20h30 Camaçari 1x1 Feirense-BA |
| 20h30 Bahia de Feira 2x1 Itabuna |
| 22h00 Juazeirense 1x1 Bahia |
Copa do Brasil
| 19h30 Ipatinga-MG 0x1 Grêmio |
| 20h30 ASA 1x0 Coritiba |
| 20h30 Juventude 2x0 Portuguesa |
| 21h50 América-MG 0x Goiás |
| 21h50 Horizonte-CE 1x3 Palmeiras |
| 21h50 Paysandu-PA 2x1 Sport |
| 21h50 Guarani 1x2 Botafogo |
Libertadores
| 19h30 Godoy Cruz 0x1 Universidad de Chile |
| 21h50 Internacional 1x1 Santos |
| 21h50 Emelec 3x2 Flamengo |
| 21h50 Junior de Barranquilla 0x1 Universidad Católica |
Potiguar
| 18h00 Alecrim 1x1 Coríntians-RN |
| 20h30 Palmeira de Goianinha 0x0 Baraúnas-RN |
| 20h30 ABC 1x1 Assu |
| 20h30 Caicó 1x4 Santa Cruz-RN |
| 20h30 Potiguar de Mossoró 2x1 América-RN |
Conte Drácula
Antonio Conte está sedento.
O técnico da Juventus reuniu elenco e comissão técnica antes do treino desta terça, em Vinovo, e pediu com os caninos à mostra: vamos sugar o sangue dos adversários até a última gota.
Conte não quer ninguém 'morcegando' na reta final do Calcio.
A Velha Senhora agora está a apenas dois pontos do líder Milan.
À Sky Sport, Conte garantiu que o time vai 'cuspir sangue' até o final.
E para isso, o treinador vai ficar na jugular dos 'bianconeri'.
Para ele, os jogadores adquiriram maturidade suficiente para entender o momento do time.
Se chegaram onde chegaram , agora não é hora de retrair os dentes e muito menos de dormir de cabeça pra baixo.
A caça ao Milan será ainda mais feroz, insaciável.
Caso contrário, Conte Drácula vai botar todo o elenco pra tomar banho de sol.
O técnico da Juventus reuniu elenco e comissão técnica antes do treino desta terça, em Vinovo, e pediu com os caninos à mostra: vamos sugar o sangue dos adversários até a última gota.
Conte não quer ninguém 'morcegando' na reta final do Calcio.
A Velha Senhora agora está a apenas dois pontos do líder Milan.
À Sky Sport, Conte garantiu que o time vai 'cuspir sangue' até o final.
E para isso, o treinador vai ficar na jugular dos 'bianconeri'.
Para ele, os jogadores adquiriram maturidade suficiente para entender o momento do time.
Se chegaram onde chegaram , agora não é hora de retrair os dentes e muito menos de dormir de cabeça pra baixo.
A caça ao Milan será ainda mais feroz, insaciável.
Caso contrário, Conte Drácula vai botar todo o elenco pra tomar banho de sol.
Barça 3 x 1 Milan, e os árbitros como vedetes do futebol mundial
Faz sentido falarmos mais desse sujeito do que de Messi ou Ibra?
Não há dúvida: se Bjorn Kuipers não tivesse marcado o pênalti de Nesta sobre Busquets ninguém estaria agora falando sobre o tal árbitro holandês. Talvez alguns gatos pingados contestassem a não marcação da penalidade, mas certamente não seria esse, neste momento, o assunto principal da partida.
Isso basta para classificar como equivocada a decisão do árbitro. Se a bola estava ou não em jogo na hora da falta de Nesta, se Puyol também cometeu falta no italiano, se esse tipo de lance acontece a toda hora após cobranças de escanteio são justificativas possíveis. Cada um escolhe o argumento que achar mais conveniente.
O segundo tempo do jogo nem havia começado e Eládio Paramés, o polêmico e falastrão porta-voz de Mourinho já escrevia em seu sempre frenético Twitter: "Depois desses 45 minutos, já sabemos quem vai ganhar a Champions. Hoje aprendemos que os pênaltis podem ser marcados mesmo quando a bola não está em jogo".
Partida encerrada, foi a vez de Ibrahimovic reclamar, dizendo que agora entendia "porque Mourinho se sentia daquele jeito quando saía para jogar no Camp Nou". Guardiola respondeu, com a elegância habitual, dizendo que enquanto Ibra e Mourinho falam, o seu Barcelona joga bola. O que é verdade.
Mas também é verdade que passaremos mais alguns dias lendo e ouvindo notícias e lamúrias sobre arbitragem. Os árbitros viraram as estrelas do futebol mundial na Espanha, na Itália e no Brasil. Na Inglaterra e na Alemanha, se não é assim, o motivo é única e exclusivamente a postura mais respeitosa dos profissionais do futebol em relação à autoridade dos árbitros. Porque na Inglaterra, por exemplo, também foram muitos os erros na temporada.
Tem algo errado.
Futebol não precisa de polêmica de arbitragem pra ser divertido. Os jogos não precisam de erros para ser bons. O papo de que a conversa de botequim perde a graça sem o erro do juiz é baboseira. Polêmicas de arbitragem podem gerar alguns jornais vendidos a mais, mas isso não parece um bom motivo para que nada seja feito para sanar os erros constantes.
A FIFA precisa se mexer, com o que quer que seja. Pode ser com tecnologia, com mais gente, com melhor preparação, com menos subjetividade ou com qualquer outra brilhante ideia que porventura saia da cabeça de seus rodados dirigentes. Mas precisa se mexer.
Não fosse a arbitragem, provavelmente estaríamos aqui falando mais de um Barcelona classificado sem polêmicas. E de um Milan que merece elogios por ter se mostrado, entre as grandes equipes, aquela que melhor soube enfrentar o time mais forte do planeta e um dos mais fortes da história do futebol.
Mas não. Estamos falando de um holandês sem importância alguma para o futebol.
Até quando?
E o soberano São Paulo acerta na mosca: sobe para baixo
De grão em grão, o soberano São Paulo vai galgando a escada para superar Flamengo e Corinthians na lista dos mais queridos do país.
O melhor exemplo de que os cartolas estão certíssimos quando resolvem trocar o colarinho branco pela bola de cristal da mãe Dinah são os números do sensacional projeto Sócio Torcedor.
Eles cresceram absurdamente... para baixo. De 30 mil e certa lambuja, despencaram para menos de 15 mil, segundo informações de conselheiros.
O mandachuva e raios ‘Juvenal Antena’ e seus abnegados seguidores procuram encontrar as razões do incrível gol contra.
A mais plausível: o clube está sem soltar o grito de campeão desde 2008, ano em que deu a volta olímpica pelo tri do Brasileirão. Pelo andar da carruagem, não há Justus que dê jeito.
Recente pesquisa da Pluri Consultoria mostrou que os são-paulinos se aproximam com um perigoso ‘Pois é’ do retrovisor das Ferrari rubro-negra e corintiana: 16 milhões de torcedores, contra 29 milhões de flamenguistas e 25 milhões de fiéis.
A pesquisa ouviu 10.545 pessoas de 144 cidades abrangendo todas as regiões do país – o participante só pôde assinalar um clube.
Outro põe, tira, deixa ficar: o Corinthians está em 15º lugar entre os 100 times mais populares no Facebook, de acordo com pesquisa do ‘Futebol Finance’. Tem 2,08 milhões de fás. O Flamengo aparece em 17º, com 2,04 milhões, e o Tricolor em 23º, com 1,1 milhão. O Barça lidera, com 28,8 milhões.
Por falar no soberano... As propostas pelo carimbo principal no enxoval do clube chegaram a R$ 25 milhões, mesma grana que os periquitos em revista garantem que receberão da Kia – há quem jure que serão R$ 19 milhões.
Dindim de respeito em época de vacas magras, mas a cartolagem tricolor resiste: não topa pagar 10% às samaritanas agências que vendem o edredom para a lua de mel.
########
Terror. Simplesmente estarrecedor o número apresentado pelo jornal ‘Lance’: 155 mortes nos últimos 24 anos no Brasil por causa de confrontos entre vândalos travestidos de torcedores. O ponto de partida do levantamento foi o assassinato do palmeirense Cléo, em 1988. São Paulo é a locomotiva da vergonha, com 32 mortes. Em segundo aparece o Rio, com 19, três a mais que Goiás. O Ceará acumula 15, enquanto Minas soma 12. Balanço final: 83% dos entrevistados pela empresa Stochos Sports & Entertainment têm medo de ir ao estádio em razão da violência. E certamente da impunidade.
Twitface. Barcelona e Corinthians, tudo a ver... pelo menos no apito amigo.
São João. Por alguns momentos, a Baixada Santista ficou agitada. Depois de longo e tenebroso inverno na Terra do Fogo, mais precisamente desde 18 de dezembro, finalmente o estoque de rojões e estrelinhas poderia brilhar no encantado céu da Vila Belmiro, numa inesquecível festa regada a churros e sangria. Só se esqueceram de avisar o principal convidado, o Barcelona.
Twitface. Mais um recorde para Messi, a ‘Pulga’: com dois gols de pênalti, chegou a 14 e tornou-se o maior artilheiro em uma só edição da Liga dos Campeões desde 1992/93.
Gilete press. De Ricardo Perrone, no ‘Uol’: “Dirigentes e parte da comissão técnica do Palmeiras sentem que o clima azedou. De acordo com essa análise, Wesley e Valdivia são os protagonistas da mudança de humor no elenco. O problema com Wesley seria o fato de ele chegar ganhando R$ 220 mil mensais, livres de impostos (...) Já em relação a Valdivia, seus críticos dizem que quando está bem ele não rende o suficiente para justificar o alto salário. E que não se cuida como deveria fora de campo.” Periquitos em ebulição.
Tiro curto. Dos grandes clubes brasileiros, apenas o Saci colorado e Galo não estão na lista dos 100 mais populares do mundo no Facebook. O time gaúcho tem 133 mil fãs e a equipe mineira, 16 mil.
Tititi d’Aline. Quatro suítes, três andares, banheira de hidromassagem e um batalhão de mordomias: é a canoa de Neymar que repousa no Guarujá. Tem 25 metros e custou a bagatela de R$ 15 milhões.
Você sabia que... a Copa do Brasil/11, com 262 jogos, gerou R$ 1,1 bilhão em exposição de mídia?
Bola de ouro. Bayern/Barcelona. Na bola, no talento ou no apito amigo, não importa: chegaram com méritos às semifinais da Liga dos Campeões da Europa.
Bola de latão. Ronaldinho Gaúcho. Pela 11ª vez, o pimpão ficou fora de um treino do urubu. E na véspera de um jogo importante pela Libertadores.
Bola de lixo. Palmeiras B. Como se não bastasse servir de laboratório absolutamente ineficaz e torrar R$ 1 milhão por mês, a equipe caiu para a terceira divisão paulista. Um ótimo custo sem um tostão de benefício.
Bola sete. “O gasto do Vasco com ex-jogadores que entraram na Justiça ameaça empatar com a folha do futebol. O clube gasta R$ 2 milhões mensais com um time que tem Mauro Galvão, Edmundo e Júnior Baiano” (de Marluci Martins, no ‘Extra’ – que beleza!)
Dúvida pertinente. Por que os Pachecos torcem tanto contra o Barcelona?
O melhor exemplo de que os cartolas estão certíssimos quando resolvem trocar o colarinho branco pela bola de cristal da mãe Dinah são os números do sensacional projeto Sócio Torcedor.
Eles cresceram absurdamente... para baixo. De 30 mil e certa lambuja, despencaram para menos de 15 mil, segundo informações de conselheiros.
O mandachuva e raios ‘Juvenal Antena’ e seus abnegados seguidores procuram encontrar as razões do incrível gol contra.
A mais plausível: o clube está sem soltar o grito de campeão desde 2008, ano em que deu a volta olímpica pelo tri do Brasileirão. Pelo andar da carruagem, não há Justus que dê jeito.
Recente pesquisa da Pluri Consultoria mostrou que os são-paulinos se aproximam com um perigoso ‘Pois é’ do retrovisor das Ferrari rubro-negra e corintiana: 16 milhões de torcedores, contra 29 milhões de flamenguistas e 25 milhões de fiéis.
A pesquisa ouviu 10.545 pessoas de 144 cidades abrangendo todas as regiões do país – o participante só pôde assinalar um clube.
Outro põe, tira, deixa ficar: o Corinthians está em 15º lugar entre os 100 times mais populares no Facebook, de acordo com pesquisa do ‘Futebol Finance’. Tem 2,08 milhões de fás. O Flamengo aparece em 17º, com 2,04 milhões, e o Tricolor em 23º, com 1,1 milhão. O Barça lidera, com 28,8 milhões.
Por falar no soberano... As propostas pelo carimbo principal no enxoval do clube chegaram a R$ 25 milhões, mesma grana que os periquitos em revista garantem que receberão da Kia – há quem jure que serão R$ 19 milhões.
Dindim de respeito em época de vacas magras, mas a cartolagem tricolor resiste: não topa pagar 10% às samaritanas agências que vendem o edredom para a lua de mel.
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Terror. Simplesmente estarrecedor o número apresentado pelo jornal ‘Lance’: 155 mortes nos últimos 24 anos no Brasil por causa de confrontos entre vândalos travestidos de torcedores. O ponto de partida do levantamento foi o assassinato do palmeirense Cléo, em 1988. São Paulo é a locomotiva da vergonha, com 32 mortes. Em segundo aparece o Rio, com 19, três a mais que Goiás. O Ceará acumula 15, enquanto Minas soma 12. Balanço final: 83% dos entrevistados pela empresa Stochos Sports & Entertainment têm medo de ir ao estádio em razão da violência. E certamente da impunidade.
Twitface. Barcelona e Corinthians, tudo a ver... pelo menos no apito amigo.
São João. Por alguns momentos, a Baixada Santista ficou agitada. Depois de longo e tenebroso inverno na Terra do Fogo, mais precisamente desde 18 de dezembro, finalmente o estoque de rojões e estrelinhas poderia brilhar no encantado céu da Vila Belmiro, numa inesquecível festa regada a churros e sangria. Só se esqueceram de avisar o principal convidado, o Barcelona.
Twitface. Mais um recorde para Messi, a ‘Pulga’: com dois gols de pênalti, chegou a 14 e tornou-se o maior artilheiro em uma só edição da Liga dos Campeões desde 1992/93.
Gilete press. De Ricardo Perrone, no ‘Uol’: “Dirigentes e parte da comissão técnica do Palmeiras sentem que o clima azedou. De acordo com essa análise, Wesley e Valdivia são os protagonistas da mudança de humor no elenco. O problema com Wesley seria o fato de ele chegar ganhando R$ 220 mil mensais, livres de impostos (...) Já em relação a Valdivia, seus críticos dizem que quando está bem ele não rende o suficiente para justificar o alto salário. E que não se cuida como deveria fora de campo.” Periquitos em ebulição.
Tiro curto. Dos grandes clubes brasileiros, apenas o Saci colorado e Galo não estão na lista dos 100 mais populares do mundo no Facebook. O time gaúcho tem 133 mil fãs e a equipe mineira, 16 mil.
Tititi d’Aline. Quatro suítes, três andares, banheira de hidromassagem e um batalhão de mordomias: é a canoa de Neymar que repousa no Guarujá. Tem 25 metros e custou a bagatela de R$ 15 milhões.
Você sabia que... a Copa do Brasil/11, com 262 jogos, gerou R$ 1,1 bilhão em exposição de mídia?
Bola de ouro. Bayern/Barcelona. Na bola, no talento ou no apito amigo, não importa: chegaram com méritos às semifinais da Liga dos Campeões da Europa.
Bola de latão. Ronaldinho Gaúcho. Pela 11ª vez, o pimpão ficou fora de um treino do urubu. E na véspera de um jogo importante pela Libertadores.
Bola de lixo. Palmeiras B. Como se não bastasse servir de laboratório absolutamente ineficaz e torrar R$ 1 milhão por mês, a equipe caiu para a terceira divisão paulista. Um ótimo custo sem um tostão de benefício.
Bola sete. “O gasto do Vasco com ex-jogadores que entraram na Justiça ameaça empatar com a folha do futebol. O clube gasta R$ 2 milhões mensais com um time que tem Mauro Galvão, Edmundo e Júnior Baiano” (de Marluci Martins, no ‘Extra’ – que beleza!)
Dúvida pertinente. Por que os Pachecos torcem tanto contra o Barcelona?
Felipe Bastos trabalha para Felipe brilhar. Em Lima foi o contrário
Quando jogam Felipe Bastos e Felipe juntos, normalmente é fácil saber o papel de cada um. Felipe recua, posiciona-se como segundo volante, como aconteceu no primeiro tempo de ontem. Felipe Bastos bloqueia o lado esquerdo. Por ali, sua missão é marcar lateral -- eventualmente o segundo volante que sai para o jogo -- e construir o jogo.
Ele trabalha, para Felipe organizar o time inteiro.
Em Lima, foi um pouco diferente. Embora as funções tenham sido idênticas, Felipe Bastos brilhou. O lance do primeiro jogo mostra bem os posicionamentos. Felipe Bastos carrega da esquerda para dentro e acerta o primeiro petardo.
O segundo, do lado oposto, deixou o Vasco na cara do gol para se classificar. Basta uma vitória do Libertad sobre o Nacional na quinta-feira -- a situação do Flamengo é muito mais dramática, depois da goleada do Lanús sobre o Olimpia, por 6 x 0.
O Vasco errou passes demais, mas isso também é culpa do gramado ruim do estádio de Lima. Mas jogou uma partida de Libertadores, dividindo na hora certa -- não houve pênalti de Thiago Feltri -- passando sufoco -- Allan heroico tirou em cima da linha -- mas saindo com três pontos.
Dos brasileiros, o Vasco tinha o grupo mais complicado na primeira fase. Está prestes a superar essa dificuldade.
Espetacular, Barça é imbatível com "12". Ah se fosse o Real de Mourinho
A função do árbitro de futebol é mediar o espetáculo. Ser discreto, não interferir no andamento da peleja, não mudar os rumos do jogo. Quando consegue, é perfeito, não gera comentários posteriores, deixa as análises pós-partida voltadas apenas para os atletas. Bjorn Kuipers fez tudo ao contrário ao INVENTAR um pênalti absurdo contra o Milan no duelo com o Barcelona no Camp Nou. Esse cara simplesmente estragou tudo! O jogo era para ser melhor!!!
O cotejo estava empatado com gols (1 a 1), o bastante para o time italiano se classificar. Nesta e Busquets se agarraram, puxaram as respectivas camisas. Puyol se meteu no duelo corpo-a-corpo e o apitador holandês ESCOLHEU marcar algo. Marcou um pênalti caseiro para o Barça. Ali, no final do primeiro tempo, mudou os rumos do duelo, "roubou" a festa e, de certa forma, algo mais...
É evidente que o time catalão poderia alcançar a classificação sem ajuda descarada do apito. Poderia, mas não a tinha assegurada. E pela frente encarava um Milan que, mesmo depois do gol do Iniesta no começo da etapa final, jogaria por uma bola. Um gol bastaria. Seria assim não fosse o pênalti à catalã, digo, à brasileira... Para competar, Kuipers deu "perigo de gol" numa jogada de Robinho que entrava com a bola dominada diante de Victor Valdés. Pífio!
Não é a primeira vez. Os árbitros erram a favor do Barcelona também. A camisa pesa, a fama do time pesa, muita coisa pesa. É no campeonato espanhol, é na Liga dos Campeões. Isso mesmo, essas coisas também acontece em jogos do atual campeão da Uefa Champions League. O que vimos no Camp Nou não foi uma novidade. Ou você esqueceu a semifinal de 2008/2009 apitada pelo norueguês Tom Ovrebo (vídeos abaixo)?
Quem não torce desarvoradamente pelo time catalão e queria um bom espetáculo, um jogo emocionante até o final, viu tais possibilidades irem para o ralo quando Bjorn Kuipers "operou" o Milan. Em tese o Barcelona não precisaria disso. Na prática, a equipe do "low profile" Pep Guardiola precisou. Imagine o que diriam muitos se o time ajudado fosse o Real Madrid do polêmico e também reclamão José Mourinho.
Clique aqui e veja no site do jornal português "A Bola" a sequência do lance que gerou toda a polêmica em vídeo por um ângulo bem esclarecedor.
PS: aos que reclamam por eu não ter comentado os "pênaltis" do jogo de San Siro, não o fiz porque na minha opinião não houve penalidade máxima alguma na peleja de Milão. Ok? E por gentileza, não percam tempo com tolices como "você é torcedor do Real Madrid" ou "não gosta do Barça". Os fãs de futebol saíram perdendo com a péssima arbitragem do holandês. E esse post apenas chama a atenção para o fato de, assim como o time merengue, o poderoso esquadrão da Catalunha eventualmente também ser ajudado pelo apito, como qualquer outro.
O cotejo estava empatado com gols (1 a 1), o bastante para o time italiano se classificar. Nesta e Busquets se agarraram, puxaram as respectivas camisas. Puyol se meteu no duelo corpo-a-corpo e o apitador holandês ESCOLHEU marcar algo. Marcou um pênalti caseiro para o Barça. Ali, no final do primeiro tempo, mudou os rumos do duelo, "roubou" a festa e, de certa forma, algo mais...
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É evidente que o time catalão poderia alcançar a classificação sem ajuda descarada do apito. Poderia, mas não a tinha assegurada. E pela frente encarava um Milan que, mesmo depois do gol do Iniesta no começo da etapa final, jogaria por uma bola. Um gol bastaria. Seria assim não fosse o pênalti à catalã, digo, à brasileira... Para competar, Kuipers deu "perigo de gol" numa jogada de Robinho que entrava com a bola dominada diante de Victor Valdés. Pífio!
Não é a primeira vez. Os árbitros erram a favor do Barcelona também. A camisa pesa, a fama do time pesa, muita coisa pesa. É no campeonato espanhol, é na Liga dos Campeões. Isso mesmo, essas coisas também acontece em jogos do atual campeão da Uefa Champions League. O que vimos no Camp Nou não foi uma novidade. Ou você esqueceu a semifinal de 2008/2009 apitada pelo norueguês Tom Ovrebo (vídeos abaixo)?
Quem não torce desarvoradamente pelo time catalão e queria um bom espetáculo, um jogo emocionante até o final, viu tais possibilidades irem para o ralo quando Bjorn Kuipers "operou" o Milan. Em tese o Barcelona não precisaria disso. Na prática, a equipe do "low profile" Pep Guardiola precisou. Imagine o que diriam muitos se o time ajudado fosse o Real Madrid do polêmico e também reclamão José Mourinho.
Nesta segura a camisa de Busquets, que põe a mão no italiano.
Ele estaria acariciando o rival? É a natural disputa pelo espaço
Ele estaria acariciando o rival? É a natural disputa pelo espaço
O exato momento em que a bola entra em jogo. Puyol já se embolou
Bola sobre a área, dois dos três caem. Bem colocado, árbitro inventa
Se ainda não está satisfeito, veja o empurra-empurra com participação
de Puyol sem que bola estivesse em jogo, ela ainda está no escanteio
Crédito das imagens: reprodução da TV
de Puyol sem que bola estivesse em jogo, ela ainda está no escanteio
Crédito das imagens: reprodução da TV
Clique aqui e veja no site do jornal português "A Bola" a sequência do lance que gerou toda a polêmica em vídeo por um ângulo bem esclarecedor.
PS: aos que reclamam por eu não ter comentado os "pênaltis" do jogo de San Siro, não o fiz porque na minha opinião não houve penalidade máxima alguma na peleja de Milão. Ok? E por gentileza, não percam tempo com tolices como "você é torcedor do Real Madrid" ou "não gosta do Barça". Os fãs de futebol saíram perdendo com a péssima arbitragem do holandês. E esse post apenas chama a atenção para o fato de, assim como o time merengue, o poderoso esquadrão da Catalunha eventualmente também ser ajudado pelo apito, como qualquer outro.
Domio
Dificudade não se sabia de quanto seria o grande jogo foi bem é futebol emocionante foi bem jogado pelo dois clubes eles fizeram um grande partida mas se deu a lógica deu melhor time do mundo atualmente que se chama Barcelona
terça-feira, 3 de abril de 2012
Libertadores
| 19h45 Lanús 6x0 Olimpia-PAR Grupo 2 |
| 22h00 Alianza Lima 1x2 Vasco Grupo 5 |
| 22h00 Deportivo Táchira 1x1 Cruz Azul-MEX Grupo 6 |
Inédito no Paulistão: oito classificados a duas rodadas do fim. É para acabar?
Em 62 partidas entre grandes e pequenos do Paulistão, só duas terminaram com vitórias dos clubes do interior. São 14 empates e 46 vitórias dos grandes.
Na história do Campeonato Paulista, só em 1934 demorou tanto para um pequeno alcançar uma vitória. Naquele ano, o Ypiranga venceu o Corinthians, quando a equipe do Parque São Jorge já não tinha mais chance de título. Neste ano, na 13a rodada, o Mogi Mirim venceu o Santos, o primeiro triunfo de um nanico.
Mas o maior exemplo da falência do Campeonato Paulista é que, a duas rodadas do fim, os oito classificados já estão definidos.
Ano passado, no retorno da fórmula que classificava oito equipes para as finais -- nos anos 80 e 90 houve sistemas assim -- havia apenas quatro classificados na 17a rodada. Antes da 19a, última da primeira fase, só seis estavam definidos.
Entre 2007 e 2010, quando quatro se qualificavam para as semifinais, nunca a fase de classificação se definiu tão cedo. Em 2007 e 2009 havia três garantidos antes da última rodada. Em 2008 e 2010, existiam duas vagas abertas antes da última rodada.
No início do ano, questionado sobre a fragilidade do interior e sobre o excesso de clubes, o presidente da Federação Paulista respondeu: "O futebol de São Paulo é diferente, porque há muitos clubes no interior."
Há mesmo?
Se há, a Federação precisa fazer alguma coisa. Espalhar dinheiro e condições técnicas de os nanicos brigarem com os grandes.
Ou não há sentido continuar havendo campeonato.
Você acha que o Paulistão deveria acabar?

Mirasol: único pequeno a vencer titulares de um grande
Na história do Campeonato Paulista, só em 1934 demorou tanto para um pequeno alcançar uma vitória. Naquele ano, o Ypiranga venceu o Corinthians, quando a equipe do Parque São Jorge já não tinha mais chance de título. Neste ano, na 13a rodada, o Mogi Mirim venceu o Santos, o primeiro triunfo de um nanico.
Mas o maior exemplo da falência do Campeonato Paulista é que, a duas rodadas do fim, os oito classificados já estão definidos.
Ano passado, no retorno da fórmula que classificava oito equipes para as finais -- nos anos 80 e 90 houve sistemas assim -- havia apenas quatro classificados na 17a rodada. Antes da 19a, última da primeira fase, só seis estavam definidos.
Entre 2007 e 2010, quando quatro se qualificavam para as semifinais, nunca a fase de classificação se definiu tão cedo. Em 2007 e 2009 havia três garantidos antes da última rodada. Em 2008 e 2010, existiam duas vagas abertas antes da última rodada.
No início do ano, questionado sobre a fragilidade do interior e sobre o excesso de clubes, o presidente da Federação Paulista respondeu: "O futebol de São Paulo é diferente, porque há muitos clubes no interior."
Há mesmo?
Se há, a Federação precisa fazer alguma coisa. Espalhar dinheiro e condições técnicas de os nanicos brigarem com os grandes.
Ou não há sentido continuar havendo campeonato.
Você acha que o Paulistão deveria acabar?
Mirasol: único pequeno a vencer titulares de um grande
VIDEOBLOG: Violência continua pelo Brasil, e Ministério do Esporte deve tomar providências
Este final de semana foi para lá de ruim em termos de futebol e foi muito violento como sempre. Confusão em Pelotas, no Rio de Janeiro, em Goiânia, onde teve morte, ou seja, não é privilégio das torcidas Gaviões e Mancha Alviverde. A violência não é localizada em São Paulo, mas está espalhada em todo o Brasil.
Quem é o responsável por isso no país? O Ministério do Esporte? O governo federal? Os governos estaduais? Quem fiscaliza e coloca em prática o estatuto do torcedor? Os clubes não se manifestam, nem a CBF ou as federações.
A dois anos da Copa do Mundo de 2014 em solo nacional, discutimos os investimentos desnecessários em grandes estádios que vão se tornar "elefantes brancos", os gastos que não têm tamanho com as obras, mas e a discussão sobre a violência? Tal discussão não pode ser deixada de lado.
Eu exijo, aqui, providências e quero saber quem vai dar o passo à frente. Eu gostaria de ouvir pronunciamentos e providências principalmente do Ministério do Esporte, cujo ministro Aldo Rebelo é uma pessoa séria e deve se mostrar sério dessa vez.
Quem é o responsável por isso no país? O Ministério do Esporte? O governo federal? Os governos estaduais? Quem fiscaliza e coloca em prática o estatuto do torcedor? Os clubes não se manifestam, nem a CBF ou as federações.
A dois anos da Copa do Mundo de 2014 em solo nacional, discutimos os investimentos desnecessários em grandes estádios que vão se tornar "elefantes brancos", os gastos que não têm tamanho com as obras, mas e a discussão sobre a violência? Tal discussão não pode ser deixada de lado.
Eu exijo, aqui, providências e quero saber quem vai dar o passo à frente. Eu gostaria de ouvir pronunciamentos e providências principalmente do Ministério do Esporte, cujo ministro Aldo Rebelo é uma pessoa séria e deve se mostrar sério dessa vez.
Assista ao videoblog desta segunda-feira!
Del Nero e 'Zé da Medalha' querem o quartel da amarelinha na Pauliceia
A dupla dinâmica Del Nero/Zé Medalha Marin é insaciável. Pretende muito mais que o jogo de abertura e uma das semifinais da Copa de 2014 na Pauliceia desvairada, esburacada e angustiada.
Com a faca, o queijo e a goiabada no pires de plástico, mais o guardanapo de papel no colarinho branco, eles também desejam saborear a amarelinha desbotada ao logo da festa da ‘mamãe’ Fifa.
A maior metrópole do país serviria como quartel-general para os manos do Mano – ou de outro ‘professor’, já que Mano depende de um pódio dourado na Olimpíada de Londres para continuar no comando da equipe.
Depois que o ‘titio’ Teixeira trocou o trono por uma vida de cão no paraíso dos farofeiros em Boca Raton, a dobradinha Del Nero/Zé Medalha Marin empunhou a bandeira dos Bandeirantes e quer porque quer dominar as chuteiras nacionais, comendo pelas beiradas, com apetite avassalador.
Por falar em doce de coco... Nada contra, ao contrário. Mas não deixa de ser interessante e, por que não dizer, um merecedor prêmio Nobel de economia à ‘Suíça sul-americana’, exemplar saco sem fundo.
Ao ótimo pulo do gato: cinco anos atrás, o Circo Brasileiro de Futebol estimou em módicos R$ 2 bilhões o toma lá, dá cá com os gastos das arenas da Copa.
Há dois anos, o miado saltou para R$ 5,8 bilhões. Nada preocupante, apenas 300% de reajuste, de acordo com a ‘Folha’.
Em 2012, as unhas do gato de estimação voltaram a crescer e chegaram a quase R$ 7 bilhões.
Como a bola ainda vai demorar para rolar...miiiiaaaaauuuuu. A Copa é deles, a conta é nossa.
########
Zapping. Apesar de ter jogado com os titulares contra o Oeste, no Prudentão, o Corinthians rendeu apenas 15 pontos de média no ibope global da grande Pauliceia. Uma semana atrás, quando o ‘professor’ Tite escalou um misto frio para encarar o Comercial, o ‘campeão de audiência’ também cravou 15 pontos. Já o segundo programa do reality show ‘The Ultimate Fighter’ amealhou 11 pontos, um a menos do que na estreia.
Sugismundo Freud (by Nelson Rodrigues). Só os gênios enxergam o óbvio.
Pitágoras. A derrota em Assunção abalou o voo do urubu, mas a linha de crédito permanece das melhores. Dos seis brasileiros na briga para chegar ao mata-mata da Libertadores, Ronaldinho Gaúcho e sua trupe carregam sorumbáticas 29,6% de possibilidades, de acordo com o site ‘Chance de Gol’. A equipe rubro-negra aparece logo depois de Fluminense (100%), Corinthians (mais de 99,99%), Santos (96,8%), Internacional (92,7%) e Vasco (78,8%). Traduzindo: é a única no agradável bico do corvo.
Twitface. Roberto ‘Você está demitido’ Justus marcou o primeiro golaço como marqueteiro do soberano Tricolor: a Lenovo não quer saber de carimbar o enxoval do clube como patrocinador master.
‘Cinquina’. O fofo Ronaldo é mesmo um fenômeno. Há poucos dias, anunciou que Leandro Damião, do Saci colorado, era o seu mais fiel representante na bola de hoje, um excelente genérico. Gooooollll: a 9ine, empresa de Ronaldo, acaba de fechar o primeiro contrato publicitário de Damião. A Gatorade começa pagando R$ 600 mil/ano. Pode dobrar se o atacante continuar na seleção.
Tiro curto. O garoto Neymar encontrou um novo brinquedinho para passar o tempo longe da bola: uma prancha de wakeboard.
Pé de cana. De Norte a Sul, com raras exceções, condena-se a decisão do Superior Tribunal de Justiça: somente o bafômetro e o exame de sangue podem atestar a embriaguez do motorista. E, de Leste a Oeste, a maioria defende a liberação do álcool nas arenas da Copa de 2014.
Gilete press. De Lauro Jardim, em ‘Veja’: “Heleno teve um público muito fraco na sua semana de estreia. Exibido em 57 salas pelo país, o filme com Rodrigo Santoro foi visto por 21.600 pessoas entre sexta-feira e domingo. O resultado é decepcionante. Muito menos badalado e exibido no fim de semana passado em 23 salas a menos, a estreia de ‘Raul Seixas: O Início, O Fim e O Meio’ levou 25 mil espectadores aos cinemas.” Lamentável.
Tititi d’Aline. Meninas do basquete e do vôlei estão de nariz torcido. Pesquisa da Universidade de Emory (EUA) indicou que as baixinhas têm mais orgasmo durante o sexo. Quanto menor a distância entre o clitóris e o canal vaginal da mulher, mais olhinho virado.
Você sabia que... o casal Beckham colocou a pousada de Londres à venda por R$ 50 milhões – conhecida como ‘Palácio de Beckingham, ela tem 89 mil m²?
Bola de ouro. Vagner Love. O artilheiro do amor é um apaixonado pelo gol: 10 em 11 jogos com a camisa do urubu.
Bola de latão. Mídia caolha. Após 17 rodadas, descobriu que o Paulistinha é sem graça e por isso precisa mudar.
Bola de lixo. Vândalos goianos. Em apenas um ano, selvagens travestidos de torcedores de Vila Nova e Goiás foram responsáveis por nove mortes.
Bola sete. “O Santos quer condicionar a arbitragem, como no primeiro jogo, começando a guerrilha” (do presidente do Saci colorado, Giovanni Luigi, sobre as críticas de ‘Muriçoca’ Ramalho a Sandro Meira Ricci – há controvérsias).
Dúvida pertinente. O que é mais chato: futevôlei, vôlei de praia ou estadual?
Com a faca, o queijo e a goiabada no pires de plástico, mais o guardanapo de papel no colarinho branco, eles também desejam saborear a amarelinha desbotada ao logo da festa da ‘mamãe’ Fifa.
A maior metrópole do país serviria como quartel-general para os manos do Mano – ou de outro ‘professor’, já que Mano depende de um pódio dourado na Olimpíada de Londres para continuar no comando da equipe.
Depois que o ‘titio’ Teixeira trocou o trono por uma vida de cão no paraíso dos farofeiros em Boca Raton, a dobradinha Del Nero/Zé Medalha Marin empunhou a bandeira dos Bandeirantes e quer porque quer dominar as chuteiras nacionais, comendo pelas beiradas, com apetite avassalador.
Por falar em doce de coco... Nada contra, ao contrário. Mas não deixa de ser interessante e, por que não dizer, um merecedor prêmio Nobel de economia à ‘Suíça sul-americana’, exemplar saco sem fundo.
Ao ótimo pulo do gato: cinco anos atrás, o Circo Brasileiro de Futebol estimou em módicos R$ 2 bilhões o toma lá, dá cá com os gastos das arenas da Copa.
Há dois anos, o miado saltou para R$ 5,8 bilhões. Nada preocupante, apenas 300% de reajuste, de acordo com a ‘Folha’.
Em 2012, as unhas do gato de estimação voltaram a crescer e chegaram a quase R$ 7 bilhões.
Como a bola ainda vai demorar para rolar...miiiiaaaaauuuuu. A Copa é deles, a conta é nossa.
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Zapping. Apesar de ter jogado com os titulares contra o Oeste, no Prudentão, o Corinthians rendeu apenas 15 pontos de média no ibope global da grande Pauliceia. Uma semana atrás, quando o ‘professor’ Tite escalou um misto frio para encarar o Comercial, o ‘campeão de audiência’ também cravou 15 pontos. Já o segundo programa do reality show ‘The Ultimate Fighter’ amealhou 11 pontos, um a menos do que na estreia.
Sugismundo Freud (by Nelson Rodrigues). Só os gênios enxergam o óbvio.
Pitágoras. A derrota em Assunção abalou o voo do urubu, mas a linha de crédito permanece das melhores. Dos seis brasileiros na briga para chegar ao mata-mata da Libertadores, Ronaldinho Gaúcho e sua trupe carregam sorumbáticas 29,6% de possibilidades, de acordo com o site ‘Chance de Gol’. A equipe rubro-negra aparece logo depois de Fluminense (100%), Corinthians (mais de 99,99%), Santos (96,8%), Internacional (92,7%) e Vasco (78,8%). Traduzindo: é a única no agradável bico do corvo.
Twitface. Roberto ‘Você está demitido’ Justus marcou o primeiro golaço como marqueteiro do soberano Tricolor: a Lenovo não quer saber de carimbar o enxoval do clube como patrocinador master.
‘Cinquina’. O fofo Ronaldo é mesmo um fenômeno. Há poucos dias, anunciou que Leandro Damião, do Saci colorado, era o seu mais fiel representante na bola de hoje, um excelente genérico. Gooooollll: a 9ine, empresa de Ronaldo, acaba de fechar o primeiro contrato publicitário de Damião. A Gatorade começa pagando R$ 600 mil/ano. Pode dobrar se o atacante continuar na seleção.
Tiro curto. O garoto Neymar encontrou um novo brinquedinho para passar o tempo longe da bola: uma prancha de wakeboard.
Pé de cana. De Norte a Sul, com raras exceções, condena-se a decisão do Superior Tribunal de Justiça: somente o bafômetro e o exame de sangue podem atestar a embriaguez do motorista. E, de Leste a Oeste, a maioria defende a liberação do álcool nas arenas da Copa de 2014.
Gilete press. De Lauro Jardim, em ‘Veja’: “Heleno teve um público muito fraco na sua semana de estreia. Exibido em 57 salas pelo país, o filme com Rodrigo Santoro foi visto por 21.600 pessoas entre sexta-feira e domingo. O resultado é decepcionante. Muito menos badalado e exibido no fim de semana passado em 23 salas a menos, a estreia de ‘Raul Seixas: O Início, O Fim e O Meio’ levou 25 mil espectadores aos cinemas.” Lamentável.
Tititi d’Aline. Meninas do basquete e do vôlei estão de nariz torcido. Pesquisa da Universidade de Emory (EUA) indicou que as baixinhas têm mais orgasmo durante o sexo. Quanto menor a distância entre o clitóris e o canal vaginal da mulher, mais olhinho virado.
Você sabia que... o casal Beckham colocou a pousada de Londres à venda por R$ 50 milhões – conhecida como ‘Palácio de Beckingham, ela tem 89 mil m²?
Bola de ouro. Vagner Love. O artilheiro do amor é um apaixonado pelo gol: 10 em 11 jogos com a camisa do urubu.
Bola de latão. Mídia caolha. Após 17 rodadas, descobriu que o Paulistinha é sem graça e por isso precisa mudar.
Bola de lixo. Vândalos goianos. Em apenas um ano, selvagens travestidos de torcedores de Vila Nova e Goiás foram responsáveis por nove mortes.
Bola sete. “O Santos quer condicionar a arbitragem, como no primeiro jogo, começando a guerrilha” (do presidente do Saci colorado, Giovanni Luigi, sobre as críticas de ‘Muriçoca’ Ramalho a Sandro Meira Ricci – há controvérsias).
Dúvida pertinente. O que é mais chato: futevôlei, vôlei de praia ou estadual?
Barcelona x Milan: por uma bola
O Milan tem o tempo a seu favor. O empate sem gols na partida de ida é o melhor entre os piores resultados que um mandante pode ter em uma etapa eliminatória com o regulamento utilizado na Champions.
O Milan é dono do tempo se souber se defender, se marcar o time de Guardiola como o fez no San Siro. Massimiliano Allegri não deve afundar sua equipe na defesa, mas pode esperar pelo Barça e acreditar nos contra-ataques.
A pressão está no lado catalão. E também a obrigação de chegar à semifinal. Agora depende de Guardiola, que assumiu todo o seu respeito pelo adversário ao escalar Keita para proteger a defesa ao lado de Busquets.
A formação aumentou o poder de marcação e retirou um jogador do lado esquerdo. E o Barcelona ficou manco, pois o fluxo de jogo é muito forte no setor direito. A transição do ataque para a defesa apresenta grande volume com Daniel, Xavi, Messi e Alexis.
É da direita para a esquerda, para o jogador que entra na diagonal no lado oposto, como fazia David Villa antes de se contundir. Guardiola tem apostado em Tello, 20 anos, mais um produto de La Masia. Mas como titular...
Sem ocupar o setor, o time trabalha a bola e acaba insistindo demais pela faixa central. Falta um nome. Tello? Fábregas? Cuenca? Keita? Essa é a dúvida que pode decidir o estilo a ser adotado e o jogo.
O Milan vai esperar, defender e jogar por uma bola.
Com um jogador para receber a bola na esquerda e entrar em diagonal, o Barça fica perto da classificação.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Russas conquistam as duplas em Miami e festejam como coelhinhas
Radwanska surpreende Sharapova e conquista o título do WTA de Miami
O retrospecto e o desempenho nos últimos jogos apontavam favoritismo de Maria Sharapova, mas foi Agnieszka Radwanska quem sorriu e levantou o troféu do WTA de Miami neste sábado. Arriscando pouco, mas deslocando a rival e forçando erros, a polonesa número 4 do mundo fez 7/5 e 6/4 e derrotou a russa pela segunda vez em nove jogos na carreira.
Agnieszka Radwanska disparou apenas seis winners, mas só cometeu 12 erros na final (Foto: Getty Images)
O primeiro título de Radwanska em Miami é a sua segunda conquista em 2012. A jovem de 23 anos também foi campeã do WTA de Dubai, onde derrotou a alemã Julia Goerges na decisão. Na carreira, a polonesa agora acumula nove títulos em 11 finais disputadas.
Para Sharapova, a derrota deste sábado significa seu quarto vice-campeonato na carreira em um torneio no qual nunca triunfou. A ex-número1 do mundo e atual vice-líder do ranking perder as finais de 2005 (superada por Kim Clijsters), 2006 (Svetlana Kuznetsova), 2011 (Victoria Azarenka) e 2012.
Blog lembra: Radwanska vence com o cérebro. Leia e opine!
O primeiro set foi duro, com poucas chances e ambas tenistas confirmando seus saques. Sharapova adotou uma tática menos agressiva do que a habitual, mas ainda era quem atacava mais dentro de quadra. Radwanska, por sua vez, jogava com mais paciência e esperava boas chances para usar ângulos e deslocar a adversária.
Sharapova conseguiu dois break points em toda a parcial, mas não conseguiu converter. Radwanska não teve chances no serviço da russa até o 12º game. Sacando para forçar o tie-break, a número 2 do mundo bobeou. Ao errar um voleio fácil, deu três set points para a polonesa. Sharapova salvou os dois primeiros, mas jogou uma direita boba na rede e definiu a parcial. Game e primeiro set, Radwanska: 7/5.
O segundo set foi parecido. Radwanska, que só executou um winner no primeiro set, manteve a tática de arriscar pouco. Sharapova, que terminou o jogo com 31 winners, seguiu arriscando. A russa voltou a ter um break point, mas jogou a chance fora com mais um dos 46 erros não forçados que acumulou ao longo do jogo.
Novamente, a decisão veio com falhas de Sharapova. Sacando em 4/5 e 15/40, a número 2 do mundo cometeu três erros não forçados e perdeu a final. Game, set, match, Radwanska.
Para Sharapova, a derrota deste sábado significa seu quarto vice-campeonato na carreira em um torneio no qual nunca triunfou. A ex-número1 do mundo e atual vice-líder do ranking perder as finais de 2005 (superada por Kim Clijsters), 2006 (Svetlana Kuznetsova), 2011 (Victoria Azarenka) e 2012.
Blog lembra: Radwanska vence com o cérebro. Leia e opine!
O primeiro set foi duro, com poucas chances e ambas tenistas confirmando seus saques. Sharapova adotou uma tática menos agressiva do que a habitual, mas ainda era quem atacava mais dentro de quadra. Radwanska, por sua vez, jogava com mais paciência e esperava boas chances para usar ângulos e deslocar a adversária.
Sharapova conseguiu dois break points em toda a parcial, mas não conseguiu converter. Radwanska não teve chances no serviço da russa até o 12º game. Sacando para forçar o tie-break, a número 2 do mundo bobeou. Ao errar um voleio fácil, deu três set points para a polonesa. Sharapova salvou os dois primeiros, mas jogou uma direita boba na rede e definiu a parcial. Game e primeiro set, Radwanska: 7/5.
O segundo set foi parecido. Radwanska, que só executou um winner no primeiro set, manteve a tática de arriscar pouco. Sharapova, que terminou o jogo com 31 winners, seguiu arriscando. A russa voltou a ter um break point, mas jogou a chance fora com mais um dos 46 erros não forçados que acumulou ao longo do jogo.
Novamente, a decisão veio com falhas de Sharapova. Sacando em 4/5 e 15/40, a número 2 do mundo cometeu três erros não forçados e perdeu a final. Game, set, match, Radwanska.
Morre Chinaglia, ídolo do Lazio e ex-companheiro de Pelé no Cosmos
- Nesta manhã ele acordou para tomar um remédio e depois disse que iria deitar. Fui verificá-lo e ele não respirava mais - disse Anthony em declarações publicadas pela agência de notícias italiana “Ansa”.
Chinaglia, que estava com 65 anos, passou por uma operação na última semana, após sofrer um ataque cardíaco.
Ídolo do Lazio na década de 70, Chinaglia chegou a ser companheiro de equipe de Pelé quando o brasileiro atuou no New York Cosmos. O italiano foi o jogador que mais marcou gols pela equipe da Big Apple (193
Chega de demagogia
A Polícia Militar recomendou ao Corinthians que não use mais a quadra da Gaviões da Fiel como ponto de venda de ingressos. O Corinthians informa que utilizava essa forma para vender os bilhetes, porque o estatuto do torcedor obriga a distribuir em cinco pontos diferentes da cidade. E porque era a melhor maneira de reunir os uniformizados num mesmo local do estádio - os ingressos são numerados - sem incomodar os torcedores comuns.
Nos anos 90, quando os bilhetes não tinham números, a Justiça proibiu o funcionamento das uniformizadas, mas elas se reuniam nos mesmos lugares de antes, nos estádios, só que sem uniformes. A justificativa: sem numeração dos ingressos, era impossível impedi-los de se sentar lado a lado. Hoje os integrantes das uniformizadas sentam-se lado a lado porque a polícia recomendava vender ingressos de modo a agrupá-los.
Os dirigentes do Corinthians julgam que agora a Gaviões terá mais dificuldade de se reunir no setor amarelo do Pacaembu, por não conseguir comprar ingressos com numerações próximas.
Mas a Mancha nunca comprou ingressos na sua quadra e sempre se reuniu nas arquibancadas. Entram no estádio, sentam-se em local diferente do numerado e... Tudo bem! A polícia não os separa. Uma semana após os dois homicídios da Inajar de Souza, a 13 km do Pacaembu, o assassino está solto e, provavelmente, rindo. Cinco envolvidos na rixa estão presos, os cinco da Mancha.
Mas os dois torcedores mortos eram palmeirenses, o que indica que o assassino estava do lado da Gaviões. Logo, não há nenhum suspeito dos homicídios encarcerado.
A Secretaria de Segurança Pública informa que o inquérito avança. Os gaviões suspeitos viajaram para o Rio, o que dificultou a prisão. A Delegada Margarette Barreto, do Decradi (Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância) diz que o resultado da investigação será positivo. Ela é candidata a vereadora, mas não assume.
"Então a senhora não é candidata?", questiono. "Eu não disse isso", a delegada responde.
Fernando Capez foi o promotor responsável pela extinção da Mancha e da Independente, nos anos 90. A medida não resolveu nada. Hoje, 17 anos depois, seguimos discutindo violência de torcidas. Capez é deputado estadual.
Quem deveria prender assassinos faz política. Terça-feira, pedi uma entrevista ao governador Geraldo Alckmin sobre violência no futebol, dois anos antes da Copa. Ele se recusou a falar.
A questão é de estado. Nos últimos 30 anos, proibiram torcidas, bandeiras, cervejas... Prender e manter presos os assassinos? Não, isso não se fez. Dizem que a situação dentro dos estádios melhorou. Meia verdade. Não há brigas entre as torcidas, mas entre torcedores e policiais, sim.
De 2009 para cá, quando começaram os clássicos com 10% de torcedores visitantes, a PM teve seis arranca-rabos com torcedores. Num deles, baleou dois torcedores em Presidente Prudente.
A violência não é um problema do futebol. É questão de polícia e de Justiça. A polícia deve prender, a Justiça manter o criminoso preso. Eu pago imposto, exijo segurança. Quero ir ao cinema, ao teatro, levar meu filho à escola. Quero ir ao estádio em paz!
Nos anos 90, quando os bilhetes não tinham números, a Justiça proibiu o funcionamento das uniformizadas, mas elas se reuniam nos mesmos lugares de antes, nos estádios, só que sem uniformes. A justificativa: sem numeração dos ingressos, era impossível impedi-los de se sentar lado a lado. Hoje os integrantes das uniformizadas sentam-se lado a lado porque a polícia recomendava vender ingressos de modo a agrupá-los.
Os dirigentes do Corinthians julgam que agora a Gaviões terá mais dificuldade de se reunir no setor amarelo do Pacaembu, por não conseguir comprar ingressos com numerações próximas.
Mas a Mancha nunca comprou ingressos na sua quadra e sempre se reuniu nas arquibancadas. Entram no estádio, sentam-se em local diferente do numerado e... Tudo bem! A polícia não os separa. Uma semana após os dois homicídios da Inajar de Souza, a 13 km do Pacaembu, o assassino está solto e, provavelmente, rindo. Cinco envolvidos na rixa estão presos, os cinco da Mancha.
Mas os dois torcedores mortos eram palmeirenses, o que indica que o assassino estava do lado da Gaviões. Logo, não há nenhum suspeito dos homicídios encarcerado.
A Secretaria de Segurança Pública informa que o inquérito avança. Os gaviões suspeitos viajaram para o Rio, o que dificultou a prisão. A Delegada Margarette Barreto, do Decradi (Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância) diz que o resultado da investigação será positivo. Ela é candidata a vereadora, mas não assume.
"Então a senhora não é candidata?", questiono. "Eu não disse isso", a delegada responde.
Fernando Capez foi o promotor responsável pela extinção da Mancha e da Independente, nos anos 90. A medida não resolveu nada. Hoje, 17 anos depois, seguimos discutindo violência de torcidas. Capez é deputado estadual.
Quem deveria prender assassinos faz política. Terça-feira, pedi uma entrevista ao governador Geraldo Alckmin sobre violência no futebol, dois anos antes da Copa. Ele se recusou a falar.
A questão é de estado. Nos últimos 30 anos, proibiram torcidas, bandeiras, cervejas... Prender e manter presos os assassinos? Não, isso não se fez. Dizem que a situação dentro dos estádios melhorou. Meia verdade. Não há brigas entre as torcidas, mas entre torcedores e policiais, sim.
De 2009 para cá, quando começaram os clássicos com 10% de torcedores visitantes, a PM teve seis arranca-rabos com torcedores. Num deles, baleou dois torcedores em Presidente Prudente.
A violência não é um problema do futebol. É questão de polícia e de Justiça. A polícia deve prender, a Justiça manter o criminoso preso. Eu pago imposto, exijo segurança. Quero ir ao cinema, ao teatro, levar meu filho à escola. Quero ir ao estádio em paz!
Corinthians antecipa Páscoa em Prudente
O Corinthians foi um coelho de Páscoa muy amigo e distribuiu três chocolates para o Oeste, no jogo deste domingo,em Presidente Prudente.Presentestraiçoeiros para o time do interior, mas que alegraram a torcida alvinegra e sobretudo Liedson. O centroavante acabou com jejum de 13 jogos e mais uns minutos, marcou o primeiro e o terceiro, além de fazer a assistência para o gol de William. Saiu como herói do jogo.
Uma partida que tinha tudo para ser monótona, do começo ao fim. O Corinthians só não teve ritmo arrastado total, porque Liedson e Emerson destoaram. O centroavante pelos gols (e pelo espírito de luta) e o Sheick pela velocidade que mostrou toda vez que pegava na bola. Foram os verdadeiros animadores numa tarde de muito calor.
Tite optou por formação titular, depois do descanso para muitos no meio da semana, e surpreendeu com Douglas desde o início. O meia que substituiu Alex (ainda fora de combate) não esteve bem e mostrou lampejos de qualidade (que tem) em alguns lances. Demorou a ser trocado por Willian, na etapa final. Deixou interrogações no ar.
A responsabilidade corintiana aumentou com a expulsão de Neno pouco depois da metade do primeiro tempo. Mesmo com um a mais, o campeão brasileiro não foi à frente como se esperava e o goleiro Zé Carlos nem levou sustos. Até a reviravolta da etapa final, com os gols e com descidas do Corinthians mais frequentes ao ataque.
O que chamou a atenção, mesmo, foi a quebra do “encanto” que segurava Liedson. O goleador correu, trombou, dividiu, finalizou como sempre, só que desta vez foi recompensado. Tirou um peso das costas, voltou a ser o Levezinho de antes.
Uma partida que tinha tudo para ser monótona, do começo ao fim. O Corinthians só não teve ritmo arrastado total, porque Liedson e Emerson destoaram. O centroavante pelos gols (e pelo espírito de luta) e o Sheick pela velocidade que mostrou toda vez que pegava na bola. Foram os verdadeiros animadores numa tarde de muito calor.
Tite optou por formação titular, depois do descanso para muitos no meio da semana, e surpreendeu com Douglas desde o início. O meia que substituiu Alex (ainda fora de combate) não esteve bem e mostrou lampejos de qualidade (que tem) em alguns lances. Demorou a ser trocado por Willian, na etapa final. Deixou interrogações no ar.
A responsabilidade corintiana aumentou com a expulsão de Neno pouco depois da metade do primeiro tempo. Mesmo com um a mais, o campeão brasileiro não foi à frente como se esperava e o goleiro Zé Carlos nem levou sustos. Até a reviravolta da etapa final, com os gols e com descidas do Corinthians mais frequentes ao ataque.
O que chamou a atenção, mesmo, foi a quebra do “encanto” que segurava Liedson. O goleador correu, trombou, dividiu, finalizou como sempre, só que desta vez foi recompensado. Tirou um peso das costas, voltou a ser o Levezinho de antes.
Copa Kaiser São Paulo - Zona Leste
Etapa 1
Grupo L-1
Adega FC 2 x 0 Santos FC Jardim das Oliveiras
Unidos FC Jardim São Carlos 1 x 1 Escadão
Grupo L-2
Nova Era 1 x 0 Aguia Rocinha
Modelo 0 x 1 Botafogo EC
Grupo L-3
Coroado 1 x 0 100 Maldade
Boa Esperança 2 x 1 Da Rocha
Grupo L-4
EC Verona 2 x 0 Detroit
Meninos da Vila 1 x 1 Carrão
Grupo L-5
Kemel Kizomba 0 x 1 Família
EC Olaria 0 x 1 Tricolor do Parque
Grupo L-6
Panela 1 x 0 Vila Reis
Coroa 5 x 1 Associação Central
Grupo L-7
Entre Amigos 0 x 1 Associação Portuguesa
América FC 0 x 2 Canarinho
Grupo L-8
Unidos do Jardim Planalto 2 x 2 Pau Queimado
EC São Cristovão 1 x 1 Associação Piratininga
Grupo L-9
Tornado GE 4 x 1 Sete de Setembro FC Vila Libanesa
Artur Alvim 0 x 0 EC 1° de Maio
Grupo L-10
Santa Cruz Jardim Sinhá 2 x 2 Áz de Ouro
XI Garotos FC Parque Guarani 1 x 2 Alto Alegre
Grupo L-11
Associação Central Leste 3 x 1 Santa Cruz FC Jardim Pedro José Nunes
Juventude FC 5 x 0 Colorado
Grupo L-12
Negritude 1 x 1 Bento Gonçalves
Grupo L-1
Adega FC 2 x 0 Santos FC Jardim das Oliveiras
Unidos FC Jardim São Carlos 1 x 1 Escadão
Grupo L-2
Nova Era 1 x 0 Aguia Rocinha
Modelo 0 x 1 Botafogo EC
Grupo L-3
Coroado 1 x 0 100 Maldade
Boa Esperança 2 x 1 Da Rocha
Grupo L-4
EC Verona 2 x 0 Detroit
Meninos da Vila 1 x 1 Carrão
Grupo L-5
Kemel Kizomba 0 x 1 Família
EC Olaria 0 x 1 Tricolor do Parque
Grupo L-6
Panela 1 x 0 Vila Reis
Coroa 5 x 1 Associação Central
Grupo L-7
Entre Amigos 0 x 1 Associação Portuguesa
América FC 0 x 2 Canarinho
Grupo L-8
Unidos do Jardim Planalto 2 x 2 Pau Queimado
EC São Cristovão 1 x 1 Associação Piratininga
Grupo L-9
Tornado GE 4 x 1 Sete de Setembro FC Vila Libanesa
Artur Alvim 0 x 0 EC 1° de Maio
Grupo L-10
Santa Cruz Jardim Sinhá 2 x 2 Áz de Ouro
XI Garotos FC Parque Guarani 1 x 2 Alto Alegre
Grupo L-11
Associação Central Leste 3 x 1 Santa Cruz FC Jardim Pedro José Nunes
Juventude FC 5 x 0 Colorado
Grupo L-12
Negritude 1 x 1 Bento Gonçalves
Copa Kaiser São Paulo - Zona Oeste
Etapa 1
Grupo O-1
Associação São Marcos 2 x 2 Nego Negro
Saloa 0 x 1 CA Boca Júnior Pirituba
Grupo O-2
GDR Danúbio 0 x 0 Saad
Nóis é Nóis 0 x 1 XI Garotos FC Piqueri
Grupo O-3
Savime 0 x 0 Novo Roma
EC Comercial 1 x 0 Clube Favela
Grupo O-4
Praça 2 x 0 Vem "Q" Tem
GR Unidos Jardim Brasília 0 x 0 GR 100 Juízo
Grupo O-1
Associação São Marcos 2 x 2 Nego Negro
Saloa 0 x 1 CA Boca Júnior Pirituba
Grupo O-2
GDR Danúbio 0 x 0 Saad
Nóis é Nóis 0 x 1 XI Garotos FC Piqueri
Grupo O-3
Savime 0 x 0 Novo Roma
EC Comercial 1 x 0 Clube Favela
Grupo O-4
Praça 2 x 0 Vem "Q" Tem
GR Unidos Jardim Brasília 0 x 0 GR 100 Juízo
Copa Kaiser São Paulo - Zona Sul
Etapa 1
Grupo S-1
Ouro Preto 1 x 1 Tutu
Ajax FC 2 x 0 Santa Amélia
Grupo S-2
Mãe Sara 2 x 1 Renegados
Pioneer 9 x 0 GR Unidos Vila Carioca
Grupo S-3
Jardim dos Palmas 1 x 0 SE Ponte Preta
Castelo 3 x 2 Moleque Travesso
Grupo S-4
AE Ponte Preta 3 x 2 Real Atlético
Unidos FC Jardim Maria Estela 0 x 1 Bafômetro
Grupo S-1
Ouro Preto 1 x 1 Tutu
Ajax FC 2 x 0 Santa Amélia
Grupo S-2
Mãe Sara 2 x 1 Renegados
Pioneer 9 x 0 GR Unidos Vila Carioca
Grupo S-3
Jardim dos Palmas 1 x 0 SE Ponte Preta
Castelo 3 x 2 Moleque Travesso
Grupo S-4
AE Ponte Preta 3 x 2 Real Atlético
Unidos FC Jardim Maria Estela 0 x 1 Bafômetro
Copa Kaiser São Paulo - Zona Norte
Etapa 1
Grupo N-1
Madeiras 2 x 2 Jardim Brasil
Serrano FS 0 x 0 União do Peri
Grupo N-2
Vet. Unidos Paulista 2 x 1 Riachuelo
Jardim Peri Gesan 1 x 2 GTX
Grupo N-3
Juventus da Liberdade 1 x 1 Leões da Geolândia
Esquadrão dos Cobras 2 x 1 Galo do Parque
Grupo N-4
Nove de Julho 3 x 0 100 Juízo FS
Lagoinha 1 x 1 V. Bamsk
Grupo N-1
Madeiras 2 x 2 Jardim Brasil
Serrano FS 0 x 0 União do Peri
Grupo N-2
Vet. Unidos Paulista 2 x 1 Riachuelo
Jardim Peri Gesan 1 x 2 GTX
Grupo N-3
Juventus da Liberdade 1 x 1 Leões da Geolândia
Esquadrão dos Cobras 2 x 1 Galo do Parque
Grupo N-4
Nove de Julho 3 x 0 100 Juízo FS
Lagoinha 1 x 1 V. Bamsk
Minas e Vôlei Futuro calam torcidas fora de casa
Vitória diante das cariocas no Maracanãzinho lotado dá moral às paulistas na decisão da semifinal
Crédito da imagem: CBV
Crédito da imagem: CBV
O final de semana foi repleto de jogos emocionantes nos playoffs da Superliga. No torneio feminino, o Vôlei Futuro conseguiu uma vitória incrível diante do Rio de Janeiro, calando as cariocas e o Ginásio do Maracanãzinho com mais de 11.000 torcedores.
Vitória que não só escondeu os erros do primeiro jogo, mas principalmente, que dá moral para o terceiro e decisivo encontro na próxima sexta-feira. As cariocas não têm peças de reposição e isso atrapalhou os planos do técnico Bernardinho.
Apesar de a terceira partida acontecer novamente no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, se o time de Araçatuba jogar de forma parecida como atuou no segundo jogo, pode ter vantagem para chegar à final. Osasco espera de camarote o adversário da decisão já que passou com tranquilidade pelo Minas.
No torneio masculino, vitória magnífica do Minas diante do Florianópolis em Santa Catarina. Foi uma virada histórica de uma equipe com valores importantes: o jovem Lucarelli, o veterano levantador Marcelinho e com a competência do técnico Marcelo Fronckoviack.
Lucarelli ganhou muita experiência nessa edição da superliga e vai brigar com João Paulo Tavares por uma vaga na seleção brasileira. Marcelinho calou a boca dos críticos com uma atuação de gala e Fronkoviack demonstrou maturidade ao levar para a semi o elenco com menos estrelas entre os favoritos da competição.
Na semi, O Minas chega como azarão diante do Cruzeiro que tem no levantador Willian Arjona e no oposto Wallace, seus grandes expoentes. Mas tudo pode acontecer quando se trata de uma equipe raçuda como o Minas e agora ainda mais cheio de moral.
Do outro lado, um duelo de gigantes com Rio de Janeiro de Dante e Marlon e Vôlei Futuro de Ricardinho e Lorena. É um encontro sem prognósticos, mas se tivesse que apostar hoje numa final ela seria entre Rio de Janeiro e Minas. Mas jogo se decide dentro de quadra
Santos precisou ir ao Japão apanhar para conhecer e copiar o Barcelona
Muricy Ramaho construiu fama de técnico estudioso, que passa madrugadas vendo e revendo jogos e que busca inspiração até na estratégia das equipes de basquete da NBA. Daí a surpreendente, para a maioria, reação do treinador no Mundial de Clubes do ano passado. Após meses preparando o Santos para o duelo com o Barcelona, demonstrou não ter uma estrategia definida às vésperas do encontro. Fez mudanças de última hora e o confronto foi ainda mais fácil para os catalães do que se esperava.
A surpresa de Muricy ficou evidente. Parecia que sequer havia assistido às partidas do campeão europeu antes do torneio. Ficou a sensação de que descobriu o Barça no Japão. O presidente do clube, Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro, foi mais claro. "Nós tivemos uma surpresa no ano passado", disse algum tempo depois do atropelamento. Estranho, afinal, os canais ESPN exibem as pelejas do time de Pep Guardiola com frequência e, se preciso, deveriam ter ido à Europa conhecer de perto.
A consequência disso? O Santos resolveu copiar o Barcelona e agora troca muito mais passes (veja abaixo). Nem todos os times podem e devem atuar dessa forma, mas é legal perceber que uma equipe brasileira adota esse estilo em tempos de bola parada e contra-ataque como armas preferidas dos "professores". O curioso é notar que o campeão da Libertadores precisou ir ao outro lado do planeta apanhar como apanhou de Messi & Companhia para perceber isso.
Claro que a diferença técnica entre o Brasileiro e o Paulista é grande, mas note que o Santos saiu das últimas posições nos rankings de passes, atrás dos demais representantes de São Paulo no Série A nacional, para liderar tal quesito no Estadual. Detalhe: foram 733 passes certos do Barcelona contra 207 do Santos naqueles 4 a 0.
Médias de passes do Santos*
No Brasileiro 2011
Total: 294 (15º)
Certos: 256 (16º)
No Paulista 2011
Total: 324 (4º)
Certos: 292 (4º)
No Paulista 2012
Total: 390 (1º)
Certos: 356 (1º)
* entre parênteses a posição no ranking
Fonte: Footstats
A surpresa de Muricy ficou evidente. Parecia que sequer havia assistido às partidas do campeão europeu antes do torneio. Ficou a sensação de que descobriu o Barça no Japão. O presidente do clube, Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro, foi mais claro. "Nós tivemos uma surpresa no ano passado", disse algum tempo depois do atropelamento. Estranho, afinal, os canais ESPN exibem as pelejas do time de Pep Guardiola com frequência e, se preciso, deveriam ter ido à Europa conhecer de perto.
A consequência disso? O Santos resolveu copiar o Barcelona e agora troca muito mais passes (veja abaixo). Nem todos os times podem e devem atuar dessa forma, mas é legal perceber que uma equipe brasileira adota esse estilo em tempos de bola parada e contra-ataque como armas preferidas dos "professores". O curioso é notar que o campeão da Libertadores precisou ir ao outro lado do planeta apanhar como apanhou de Messi & Companhia para perceber isso.
Claro que a diferença técnica entre o Brasileiro e o Paulista é grande, mas note que o Santos saiu das últimas posições nos rankings de passes, atrás dos demais representantes de São Paulo no Série A nacional, para liderar tal quesito no Estadual. Detalhe: foram 733 passes certos do Barcelona contra 207 do Santos naqueles 4 a 0.
Médias de passes do Santos*
No Brasileiro 2011
Total: 294 (15º)
Certos: 256 (16º)
No Paulista 2011
Total: 324 (4º)
Certos: 292 (4º)
No Paulista 2012
Total: 390 (1º)
Certos: 356 (1º)
* entre parênteses a posição no ranking
Fonte: Footstats
No Mundial de Clubes, um atropelamento que inspirou o técnico Muricy Ramalho
Radwanska já pensa em seu primeiro Grand Slam
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Miami (EUA) - O tênis da polonesa Agnieszka Radwanska continua evoluindo. Já ocupando o quarto lugar do ranking, ela conquistou neste sábado o maior troféu de sua curta carreira, ao derrotar a russa Maria Sharapova no Premier de Miami, e isso já faz com que ela pense em vencer seu primeiro Grand Slam.
"Eu tenho obtido uma série de vitórias importantes sobre as tenistas no topo do ranking", pontuou Radwanska. "Mais do que isso, estou extremamente feliz por estar jogando o melhor tênis da minha vida desde que a temporada começou. Só espero que isso continue", afirmou ela, ao ser questionada sobre o desejo de levantar um dos Slam ainda em 2012.
A polonesa tem agora 26 vitórias nos 30 jogos que disputou na temporada. Sintomaticamente, todas as quatro derrotas foram para a atual líder do ranking, a bielorrussa Victoria Azarenka. As duas tenistas estão empatadas em quantidade de vitórias em 2012.
Sobre a decisão de Miami contra Sharapova, para quem havia perdido sete de oito duelos, a polonesa explicou a tática: "Tentei desde o começo da partida me concentrar no meu próprio serviço. Jamais serei capaz de sacar como Maria, então tenho que tentar outras formas de ganhar o ponto e variar bastante. Então, tratei de colocar o primeiro saque em quadra e batalhar nas trocas. Acho que fiz um grande trabalho hoje".
Este foi o nono troféu de Radwanska na carreira e o sexto da categoria Premier
domingo, 1 de abril de 2012
Campeonato Sergipano
Segunda fase
Segunda rodada - volta
São Domingos 2 x 0 Itabaiana
Olímpico 0 x 0 Socorrense
River Plate 0 x 0 Sete de Junho
Guarany 0 x 1 Sergipe
Segunda rodada - volta
São Domingos 2 x 0 Itabaiana
Olímpico 0 x 0 Socorrense
River Plate 0 x 0 Sete de Junho
Guarany 0 x 1 Sergipe
Campeonato Paraíbano
Turno Único - Volta
14ª Rodada
Auto Esporte 2 x 1 Botafogo
Campinense 2 x 1 Treze
Paraíba 0 x 0 Sousa
14ª Rodada
Auto Esporte 2 x 1 Botafogo
Campinense 2 x 1 Treze
Paraíba 0 x 0 Sousa
Campeonato Maranhense
2º Turno
Primeira Rodada
São José 2 x 2 Cordino
Santa Quitéria 1 x 1 Sampaio Corrêa
Viana 2 x 0 Imperatriz
Primeira Rodada
São José 2 x 2 Cordino
Santa Quitéria 1 x 1 Sampaio Corrêa
Viana 2 x 0 Imperatriz
Campeonato Sul-Matogrossense
2º Turno
12ª Rodada
Chapadão 3 x 0 SAAD
Urso 1 x 3 Águia Negra
Colorado 0 x 1 Ivinhema
12ª Rodada
Chapadão 3 x 0 SAAD
Urso 1 x 3 Águia Negra
Colorado 0 x 1 Ivinhema
Potiguar
| 16h00 Palmeira de Goianinha 0x1 ABC |
| 16h00 Caicó 2x1 Potiguar de Mossoró |
| 17h00 Assu 2x1 Coríntians-RN |
| 17h00 Baraúnas-RN 2x1 Alecrim |
Pernambucano
| 16h00 Santa Cruz-PE 1x0 Náutico |
| 16h00 Petrolina 4x3 Porto-PE |
| 16h00 Salgueiro 2x2 Belo Jardim |
| 16h00 Central 2x2 América-PE |
| 16h00 Araripina 0x1 Ypiranga-PE |
Paranaense
| 16h00 Londrina-PR 1x1 Toledo-PR |
| 16h00 Roma-PR 1x1 Corinthians-PR |
| 16h00 Cianorte 0x0 Paranavaí |
| 16h00 Operário 0x1 Arapongas |
| 16h00 Rio Branco-PR 1x2 Coritiba |
Mineiro
| 16h00 Uberaba 0x3 Atlético-MG |
| 16h00 Villa Nova-MG 1x2 EC Democrata |
| 16h00 Guarani-MG 1x1 Caldense-MG |
Goiano
| 16h00 Aparecidense 2x1 Anapolina |
| 16h00 Itumbiara 1x2 Rio Verde |
| 16h00 Morrinhos 3x2 CRAC-GO |
| 16h00 Vila Nova-GO 3x2 Goiás |
Gaúcho
| 16h00 Ypiranga-RS 1x0 São Luiz Grupo 1 |
| 16h00 Internacional 1x0 Universidade Grupo 1 |
| 16h00 Novo Hamburgo x Avenida |
| 16h00 Pelotas 1x0 Grêmio Grupo 2 |
| 18h30 Caxias 0x0 Cerâmica Grupo 2 |
| 19h00 Veranópolis 2x2 Cruzeiro-RS Grupo 2 |
Carioca
| 16h00 Flamengo 2x1 Bangu |
| 16h00 Friburguense 1x1 Madureira |
| 16h00 Duque de Caxias 2x1 Bonsucesso |
| 18h30 Fluminense 1x1 Botafogo |
Paulista
| 16h00 Portuguesa 0x2 Santos |
| 16h00 Oeste 0x3 Corinthians |
| 18h30 Ituano 2x4 São Paulo |
| 18h30 Guaratinguetá 2x1 Ponte Preta |
| 18h30 Linense 1x3 Botafogo-SP |
| 18h30 Catanduvense 0x1 Guarani |
| 18h30 Bragantino 2x0 São Caetano |
Cearense
| 16h00 Guarani de Juazeiro 2x2 Crato |
| 16h00 Guarany de Sobral 3x2 Tiradentes-CE |
| 16h00 Itapipoca 0x3 Ceará |
| 17h00 Fortaleza 2x0 Icasa |
Catarinense
| 16h00 Joinville 3x0 Criciúma |
| 16h00 Metropolitano-SC 0x2 Chapecoense |
| 18h30 Hermann Aichinger 2x1 Camboriú |
| 18h30 Figueirense 2x2 Avaí |
Baiano
| 16h00 Bahia 3x2 Serrano |
| 16h00 Juazeiro 2x2 Camaçari |
| 16h00 Vitória da Conquista 4x2 Bahia de Feira |
| 16h00 Fluminense-BA 1x0 Atlético-BA |
| 16h00 Feirense-BA 4x0 Juazeirense |
| 16h00 Itabuna 0x2 Vitória |
Argentino - Clausura
| 15h00 All Boys 0x2 Arsenal Sarandí |
| 15h00 San Lorenzo 0x2 Vélez Sarsfield |
| 17h15 San Martín 2x2 Colón |
| 17h15 Newells Old Boys 2x0 Racing Club |
| 19h30 Estudiantes 0x3 Boca Juniors |
Português
| 12h00 Feirense 1x3 Beira-Mar |
| 12h00 Nacional da Madeira 2x1 Rio Ave |
| 12h00 Gil Vicente 0x1 Vitória de Setúbal |
| 14h15 União Leiria 0x1 Sporting |
| 16h15 Vitória de Guimarães 3x1 Paços Ferreira |
Italiano
| 07h30 Roma 5x2 Novara |
| 10h00 Bologna 1x3 Palermo |
| 10h00 Cagliari x Atalanta |
| 10h00 Fiorentina 1x2 Chievo Verona |
| 10h00 Internazionale 5x4 Genoa |
| 10h00 Lecce 0x0 Cesena |
| 10h00 Siena 1x0 Udinese |
| 15h45 Juventus 3x0 Napoli |
Espanhol
| 07h00 Atlético de Madri 3x0 Getafe |
| 13h00 Valencia 1x1 Levante |
| 16h30 Real Sociedad 4x0 Rayo Vallecano |
| 16h30 Villarreal 0x0 Espanyol |
Caçada humana
No último domingo eu comentei o jogo Santos x Bragantino, na Vila Belmiro, para a TV. Embora muitas vezes já tivesse visto Neymar em ação num estádio, foi a primeira vez que eu acompanhei sua atuação com o envolvimento e atenção que a função de comentarista exige. Além disso, nada como comentar uma partida na cabine do estádio, uma vez que nas transmissões feitas em estúdio, as câmeras estão normalmente com foco em quem está com a bola, não permitindo que o pobre analista consiga ver a movimentação de todos. O envolvimento e a proximidade permitiram que eu pudesse testemunhar uma autêntica caçada humana, cuja presa tem juba de leão e atende pelo nome de Neymar.
Quando eu li as estatísticas da partida e constatei que o Bragantino era a equipe mais faltosa do Campeonato Paulista, com os três primeiros nomes da lista de jogadores mais faltosos da competição, esperei pelo pior. E o pior veio. Não que o Braga seja um time tosco, pois não é. Tem bom passe, um dos melhores ataques do campeonato e luta com boas chances para estar entre os oito melhores da tabela. Só que, para o infortúnio do jovem santista, a proposta de jogo dos rivais incluía o cada vez mais manjado recurso das faltinhas para parar as jogadas. E o problema dessa tática, para os talentosos, é que quanto mais bonita é a jogada, maior a vontade de pará-la - e maior a intensidade das faltas. Neymar, muito, mas muito acima do nível dos demais em campo, pagou o pato.
"Neymar é cai-cai". Todo mundo que acompanha futebol já ouviu essa frase. Acho até que, no começo da carreira, ele foi assim. Mas já faz um bom tempo que sua atitude mudou. Hoje, grosso modo, de cada dez vezes que o garoto cai, sete ou oito são por conta de pancadas. As outras duas são para fugir de pancadas. Simulação? Ele ainda não é como Messi, que jamais simula e, muitas vezes, recebe a falta e prefere se reerguer para continuar a jogada. Mas Neymar hoje simula bem pouco. E o mais revoltante é constatar que, por conta da injusta fama de cai-cai, para cada dez faltas que sofre, só seis ou sete são marcadas.
No jogo do domingo, ele levou tapa na cara, cotovelada no queixo e botinadas de absolutamente todos os matizes. O lado cruel de tudo isso é que, quando foi reclamar com um zagueiro que bateu mais duro que seus companheiros do triste sistema de rodízio de faltas, ouviu do algoz: "Deus te abençoe". O que foi isso? Humor negro? Se essas histórias fossem exclusividade da zaga do Bragantino, nem seriam tão trágicas. A tragédia é que sabemos que outros times, do Paulistão e da Libertadores, times grandes, inclusive, usam a mesma tática para tentar impedir Neymar de produzir a coisa que os que pagam ingresso ou são assinantes de pay-per-view mais querem ver: lindas jogadas.
É por isso que eu insisto: enquanto a arbitragem não for verdadeiramente orientada a proteger os craques - e, com eles, o espetáculo -, o futebol jamais atingirá todo o seu potencial de entretenimento e atração de público.
Quando eu li as estatísticas da partida e constatei que o Bragantino era a equipe mais faltosa do Campeonato Paulista, com os três primeiros nomes da lista de jogadores mais faltosos da competição, esperei pelo pior. E o pior veio. Não que o Braga seja um time tosco, pois não é. Tem bom passe, um dos melhores ataques do campeonato e luta com boas chances para estar entre os oito melhores da tabela. Só que, para o infortúnio do jovem santista, a proposta de jogo dos rivais incluía o cada vez mais manjado recurso das faltinhas para parar as jogadas. E o problema dessa tática, para os talentosos, é que quanto mais bonita é a jogada, maior a vontade de pará-la - e maior a intensidade das faltas. Neymar, muito, mas muito acima do nível dos demais em campo, pagou o pato.
"Neymar é cai-cai". Todo mundo que acompanha futebol já ouviu essa frase. Acho até que, no começo da carreira, ele foi assim. Mas já faz um bom tempo que sua atitude mudou. Hoje, grosso modo, de cada dez vezes que o garoto cai, sete ou oito são por conta de pancadas. As outras duas são para fugir de pancadas. Simulação? Ele ainda não é como Messi, que jamais simula e, muitas vezes, recebe a falta e prefere se reerguer para continuar a jogada. Mas Neymar hoje simula bem pouco. E o mais revoltante é constatar que, por conta da injusta fama de cai-cai, para cada dez faltas que sofre, só seis ou sete são marcadas.
No jogo do domingo, ele levou tapa na cara, cotovelada no queixo e botinadas de absolutamente todos os matizes. O lado cruel de tudo isso é que, quando foi reclamar com um zagueiro que bateu mais duro que seus companheiros do triste sistema de rodízio de faltas, ouviu do algoz: "Deus te abençoe". O que foi isso? Humor negro? Se essas histórias fossem exclusividade da zaga do Bragantino, nem seriam tão trágicas. A tragédia é que sabemos que outros times, do Paulistão e da Libertadores, times grandes, inclusive, usam a mesma tática para tentar impedir Neymar de produzir a coisa que os que pagam ingresso ou são assinantes de pay-per-view mais querem ver: lindas jogadas.
É por isso que eu insisto: enquanto a arbitragem não for verdadeiramente orientada a proteger os craques - e, com eles, o espetáculo -, o futebol jamais atingirá todo o seu potencial de entretenimento e atração de público.
Palmeiras faz história contra o Mirassol
O Palmeiras gosta de fazer história. Na noite deste sábado, entrou para a galeria de proezas do Mirassol. O time do interior jamais havia vencido um grande na elite paulista e festejou o momento especial na noite deste sábado, com o 1 a 0 conseguido no Pacaembu.
Não vale dizer que a equipe de Felipão esteve desfalcada, pois não foram tantas baixas assim. A rigor, Cicinho e Marcos Assunção. Valdivia nem tanto, porque ele mais se machuca do que joga. No mais, era a formação que até a semana passada, antes de cair diante do Corinthians, sustentava sequência de 22 partidas sem perder.
Mas o Palmeiras que foi a campo esteve muito aquém do que tem apresentado. Jogou mal, criou pouco e viu o Mirassol ter mais oportunidades de gol. Até que sofreu o castigo aos 25 minutos do segundo tempo, com o gol de Preto, no desdobramento de lance de bola parada em que até Barcos estava na jogada para defender.
O resultado não altera grande coisa na vida palestrina – a classificação para a fase seguinte está matematicamente garantida. O que haveria era o retorno à liderança, mesmo que temporário. Isso não aconteceu e serve para colocar uma pulga atrás da orelha do treinador.
A compensação é que o tropeço veio num momento em que isso ainda é possível. Mas não deixa de ser desagradável cair diante de time pequeno.
Não vale dizer que a equipe de Felipão esteve desfalcada, pois não foram tantas baixas assim. A rigor, Cicinho e Marcos Assunção. Valdivia nem tanto, porque ele mais se machuca do que joga. No mais, era a formação que até a semana passada, antes de cair diante do Corinthians, sustentava sequência de 22 partidas sem perder.
Mas o Palmeiras que foi a campo esteve muito aquém do que tem apresentado. Jogou mal, criou pouco e viu o Mirassol ter mais oportunidades de gol. Até que sofreu o castigo aos 25 minutos do segundo tempo, com o gol de Preto, no desdobramento de lance de bola parada em que até Barcos estava na jogada para defender.
O resultado não altera grande coisa na vida palestrina – a classificação para a fase seguinte está matematicamente garantida. O que haveria era o retorno à liderança, mesmo que temporário. Isso não aconteceu e serve para colocar uma pulga atrás da orelha do treinador.
A compensação é que o tropeço veio num momento em que isso ainda é possível. Mas não deixa de ser desagradável cair diante de time pequeno.
Zebra ou maracutaia?
As surpresas do GP da Malásia aumentam a curiosidade em relação ao próximo GP na China. Eu, particularmente, apostaria mais em outra boa corrida do mexicano Perez, mesmo sem pódio, do que numa segunda vitória de Alonso. Esta foi muito mais "achada" do que o 2.º lugar de Perez, que merecia ter sido o 1.º. Achada, pra não dizer facilitada. Pelo menos três motivos dão razão a quem pensar assim.
O primeiro foi o erro estratégico da Sauber de não ficar marcando os passos da Ferrari para entrar no box assim que Alonso entrasse. Naquele momento o pneu slick era 5 segundos mais rápido, e este foi o tempo que Perez perdeu ficando na pista com pneu de chuva por mais tempo do que Alonso. E, mesmo assim, o Perez estava tão mais veloz que foi buscar de volta a corrida que tinha sido jogada fora.
O segundo motivo foi o aviso dado pelo engenheiro de Perez pelo rádio: "Você deve saber que a equipe precisa muito deste segundo lugar". Dá até para entender que aqueles 18 pontos representam 41% dos 44 que a equipe conquistou durante todo o campeonato passado. Mas foi uma ducha de água fria e, pra mim, isso tirou a concentração de Perez, que vinha num ritmo excelente e seguro.
O terceiro motivo tem sua origem nos antecedentes da Sauber, como parceira da Ferrari, a ponto de usar o motor italiano e dividir tecnologia. O episódio mais marcante foi o da decisão do campeonato de 1997 em Jerez, quando Jacques Villeneuve (Williams) vinha se aproximando do líder Michael Schumacher e a troca de posição que daria o título a Villeneuve parecia inevitável. À frente dos dois estava o argentino Norberto Fontana, piloto da Sauber e retardatário. As câmeras de TV mostraram o poderoso Jean Todt, então comandante da Ferrari, deixar a sua posição no pit wall para ir até a da Sauber e cochichar no ouvido de Peter Sauber. Obviamente, Fontana deu passagem fácil para Schumacher e, conforme confessou recentemente a um jornal argentino, segurou Villeneuve por 3 ou 4 curvas "e nunca recebi um agradecimento nem de Schumacher nem de Todt". Claro que não recebeu. Porque não deu certo. Villeneuve alcançou Schumacher e passou, mesmo com o alemão tendo jogado o carro contra o dele (em 94 tinha dado certo contra Damon Hill). Villeneuve ganhou o título e o carro da Williams ganhou uma marca do pneu da Ferrari estampada na carenagem lateral.
A Sauber, no mínimo, não empurrou Perez para a primeira vitória dele e também da equipe (sem contar o tempo em que correu como BMW-Sauber e venceu uma com Robert Kubica). Perez nunca vai esquecer isso. Mas, ainda assim, chamou a atenção de todos. Quanto à equipe, deixou de escrever seu nome entre as vencedoras de GP, e de ter o passe de Perez ainda mais valorizado numa futura negociação. Receio de perder um volumoso patrocínio do México através de Carlos Slim, o homem mais rico do mundo? Nem este risco existia porque a Sauber tem como piloto reserva um outro garoto, provavelmente ainda mais promissor, chamado Esteban Gutierrez, hoje um dos candidatos ao título da GP2. Quem diria! Quase 42 anos depois da última vitória de Pedro Rodriguez em Spa-Francorchamps, o México volta a brilhar na F-1.
O primeiro foi o erro estratégico da Sauber de não ficar marcando os passos da Ferrari para entrar no box assim que Alonso entrasse. Naquele momento o pneu slick era 5 segundos mais rápido, e este foi o tempo que Perez perdeu ficando na pista com pneu de chuva por mais tempo do que Alonso. E, mesmo assim, o Perez estava tão mais veloz que foi buscar de volta a corrida que tinha sido jogada fora.
O segundo motivo foi o aviso dado pelo engenheiro de Perez pelo rádio: "Você deve saber que a equipe precisa muito deste segundo lugar". Dá até para entender que aqueles 18 pontos representam 41% dos 44 que a equipe conquistou durante todo o campeonato passado. Mas foi uma ducha de água fria e, pra mim, isso tirou a concentração de Perez, que vinha num ritmo excelente e seguro.
O terceiro motivo tem sua origem nos antecedentes da Sauber, como parceira da Ferrari, a ponto de usar o motor italiano e dividir tecnologia. O episódio mais marcante foi o da decisão do campeonato de 1997 em Jerez, quando Jacques Villeneuve (Williams) vinha se aproximando do líder Michael Schumacher e a troca de posição que daria o título a Villeneuve parecia inevitável. À frente dos dois estava o argentino Norberto Fontana, piloto da Sauber e retardatário. As câmeras de TV mostraram o poderoso Jean Todt, então comandante da Ferrari, deixar a sua posição no pit wall para ir até a da Sauber e cochichar no ouvido de Peter Sauber. Obviamente, Fontana deu passagem fácil para Schumacher e, conforme confessou recentemente a um jornal argentino, segurou Villeneuve por 3 ou 4 curvas "e nunca recebi um agradecimento nem de Schumacher nem de Todt". Claro que não recebeu. Porque não deu certo. Villeneuve alcançou Schumacher e passou, mesmo com o alemão tendo jogado o carro contra o dele (em 94 tinha dado certo contra Damon Hill). Villeneuve ganhou o título e o carro da Williams ganhou uma marca do pneu da Ferrari estampada na carenagem lateral.
A Sauber, no mínimo, não empurrou Perez para a primeira vitória dele e também da equipe (sem contar o tempo em que correu como BMW-Sauber e venceu uma com Robert Kubica). Perez nunca vai esquecer isso. Mas, ainda assim, chamou a atenção de todos. Quanto à equipe, deixou de escrever seu nome entre as vencedoras de GP, e de ter o passe de Perez ainda mais valorizado numa futura negociação. Receio de perder um volumoso patrocínio do México através de Carlos Slim, o homem mais rico do mundo? Nem este risco existia porque a Sauber tem como piloto reserva um outro garoto, provavelmente ainda mais promissor, chamado Esteban Gutierrez, hoje um dos candidatos ao título da GP2. Quem diria! Quase 42 anos depois da última vitória de Pedro Rodriguez em Spa-Francorchamps, o México volta a brilhar na F-1.
80 anos de BA-VI no estúdio do Loucos
Neste Sábado, 31 de Março, o Loucos Por Futebol traz um BA-VI para deixar qualquer um de queixo caído.
Em comemoração aos 80 anos de disputas entre Bahia e Vitória, o cantor Ricardo Chaves, torcedor fanático do Bahia, e o músico do Tihuana, Fernando Baía, doente pelo Vitória travam um duelo delicioso de acompanhar sobre o BA-VI no estúdio do Loucos.
E tem mais...
Na crônica de Roberto Porto, o dia em quem o Botafogo vetou a contratação do craque Zizinho.
João Máximo relembra sobre um dos grandes laterais da seleção brasileira, João Ferreira, o Bigode.
E o Loucos acompanhou dois irmãos que são mascotes no Derby de Campinas (Guarani x Ponte Preta) que completou 100 anos no dia 24 de Março,.
Fiquem ligados no Loucos desta semana.... O nosso BA-VI promete!
Loucos por Futebol – Sábado (31/03) às 23h00.
Reprises: consulte a programação no site.
Participação de Ricardo Chaves e Fernando Baía no Loucos por Futebol
Em comemoração aos 80 anos de disputas entre Bahia e Vitória, o cantor Ricardo Chaves, torcedor fanático do Bahia, e o músico do Tihuana, Fernando Baía, doente pelo Vitória travam um duelo delicioso de acompanhar sobre o BA-VI no estúdio do Loucos.
Ricardo Chaves no Loucos por Futebol
E tem mais...
Na crônica de Roberto Porto, o dia em quem o Botafogo vetou a contratação do craque Zizinho.
João Máximo relembra sobre um dos grandes laterais da seleção brasileira, João Ferreira, o Bigode.
Fernando Baía no Loucos por Futebol
E o Loucos acompanhou dois irmãos que são mascotes no Derby de Campinas (Guarani x Ponte Preta) que completou 100 anos no dia 24 de Março,.
Fiquem ligados no Loucos desta semana.... O nosso BA-VI promete!
Participação de Ricardo Chaves e Fernando Baía no Loucos por Futebol
Loucos por Futebol – Sábado (31/03) às 23h00.
Reprises: consulte a programação no site.
De volta das férias!
Peyton Manning assinou com os Broncos, Vincent Jackson foi para os Bucs, o New Orleans Saints recebeu a punição mais severa da história da NFL, Andy Pettitte decidiu voltar da aposentadoria e mais uma vez veste a camisa do New York Yankees, o atual MVP da Liga Nacional, Ryan Braun, teve sua suspensão anulada em uma decisão histórica da MLB e Magic Johnson agora é um dos donos do Los Angeles Dodgers.
Como você tá vendo absolutamente nada aconteceu no mês de março! O mês perfeito para tirar férias! É a "lei de Murphy", my friends.
Bom, agora estamos longe do sol de Sarasota, Florida e de volta aqui em São Paulo. O Antunadas vem por aí com força total, e a MLB começa em alguns dias. Conto com a participação de todos no nosso blog.
Feliz de estar de volta!
Como você tá vendo absolutamente nada aconteceu no mês de março! O mês perfeito para tirar férias! É a "lei de Murphy", my friends.
Bom, agora estamos longe do sol de Sarasota, Florida e de volta aqui em São Paulo. O Antunadas vem por aí com força total, e a MLB começa em alguns dias. Conto com a participação de todos no nosso blog.
Feliz de estar de volta!
VIDEOBLOG: Cinema e futebol, uma excelente mistura que dá samba
Cinema e Futebol, uma excelente mistura que é o tema do videoblog de hoje.
‘Santos, 100 anos de futebol arte’ é um filme maravilhoso. Assisti à pré-estreia e vale a pena ver, é sensacional. Eu mudei meus conceitos sobre Libertadores, que é, de fato, coisa para macho. As imagens do jogo Penãrol e Santos mostram que não é qualquer jogador que tem condições de entrar em campo em uma partida como aquela.
‘Heleno’, um filme que não é baseado na biografia dele, mas da qual muita coisa foi retirada. Vale dizer que não é um filme sobre futebol, mas sobre um homem que teve uma vida muito complicada e que, pelas circunstâncias, tornou-se um grande jogador.
Além disso, em abril, será transmitida nos canais ESPN a série ‘Ao som do mar, à luz do sol’: quatro episódios que contam a história do futebol de praia.
E em maio, terá o 11º Festival Internacional de Filmes de Futebol no Rio de Janeiro. Haverá todo tipo de filme, e o Festival será aberto com a produção russa Jogo da Morte, que reúne uma partida de russos presos contra soldados alemães, que perdem, e muitos jogadores acabam sendo fuzilados.
‘Santos, 100 anos de futebol arte’ é um filme maravilhoso. Assisti à pré-estreia e vale a pena ver, é sensacional. Eu mudei meus conceitos sobre Libertadores, que é, de fato, coisa para macho. As imagens do jogo Penãrol e Santos mostram que não é qualquer jogador que tem condições de entrar em campo em uma partida como aquela.
‘Heleno’, um filme que não é baseado na biografia dele, mas da qual muita coisa foi retirada. Vale dizer que não é um filme sobre futebol, mas sobre um homem que teve uma vida muito complicada e que, pelas circunstâncias, tornou-se um grande jogador.
Além disso, em abril, será transmitida nos canais ESPN a série ‘Ao som do mar, à luz do sol’: quatro episódios que contam a história do futebol de praia.
E em maio, terá o 11º Festival Internacional de Filmes de Futebol no Rio de Janeiro. Haverá todo tipo de filme, e o Festival será aberto com a produção russa Jogo da Morte, que reúne uma partida de russos presos contra soldados alemães, que perdem, e muitos jogadores acabam sendo fuzilados.
Assista ao videoblog desta sexta-feira!
sábado, 31 de março de 2012
Campeonato Brasiliense
2º Turno
Primeira Rodada
Bandeirante 0 x 4 Sobradinho
Ceilândia 3 x 1 Capital
Brasiliense 1 x 0 Legião
Primeira Rodada
Bandeirante 0 x 4 Sobradinho
Ceilândia 3 x 1 Capital
Brasiliense 1 x 0 Legião
Campeonato Tocantinense
2º Turno
Primeira Rodada
Tocantins 1 x 0 Paraíso
colinas 1 x 3 Gurupi
Tocantinópolis 2 x 1 Interporto
Guaraí 3 x 1 Palmas
Primeira Rodada
Tocantins 1 x 0 Paraíso
colinas 1 x 3 Gurupi
Tocantinópolis 2 x 1 Interporto
Guaraí 3 x 1 Palmas
Campeonato Sul-Matogrossense
2º turno
12ª rodadaCene 2 x 2 Misto
Comercial 1 x 2 Aquidauense
7 de Setembro 5 x 1 Itaporã
12ª rodadaCene 2 x 2 Misto
Comercial 1 x 2 Aquidauense
7 de Setembro 5 x 1 Itaporã
Paulista
| 18h30 Palmeiras 0x1 Mirassol |
| 18h30 XV de Piracicaba 2x1 Comercial-SP |
| 18h30 Mogi Mirim 3x1 Paulista |
Carioca
| 16h00 Nova Iguaçu 0x0 Volta Redonda |
| 16h00 Macaé 1x4 Vasco |
| 16h00 Resende 2x1 Americano-RJ |
| 16h00 Boavista-RJ 1x2 Olaria |
Argentino - Clausura
| 16h00 Olimpo 2x5 Banfield |
| 18h15 Unión 1x1 Godoy Cruz |
| 20h30 Tigre 1x2 Argentinos Juniors |
| 20h30 Independiente 2x0 Atlético Rafaela |
Francês
| 14h00 Saint-Etienne 2x3 Nice |
| 14h00 Sochaux 2x1 Brest |
| 14h00 Bordeaux 1x1 Dijon |
| 14h00 Lorient 0x1 Evian |
| 14h00 Auxerre 2x0 Valenciennes |
| 16h00 Nancy 2x1 PSG |
Espanhol
| 13h00 Racing Santander 0x1 Granada-ESP |
| 13h00 Sporting de Gijón 1x2 Zaragoza |
| 15h00 Osasuna 1x5 Real Madrid |
| 17h00 Barcelona 2x0 Athletic Bilbao |
| 17h00 Málaga 0x2 Betis |
Inglês
| 11h00 Aston Villa 2x4 Chelsea |
| 11h00 Blackburn Rovers x Manchester United |
| 11h00 Everton 2x0 West Bromwich Albion |
| 11h00 Fulham 2x1 Norwich |
| 11h00 Manchester City 3x3 Sunderland |
| 11h00 QPR 2x1 Arsenal |
| 11h00 Wigan 2x0 Stoke City |
| 11h00 Wolverhampton 2x3 Bolton |
Alemão
| 10h30 Kaiserslautern 0x1 Hamburgo |
| 10h30 Werder Bremen 0x3 Mainz |
| 10h30 Bayer Leverkusen 0x2 Freiburg |
| 10h30 Nuremberg 0x1 Bayern de Munique |
| 10h30 Augsburg 2x1 Colônia |
| 13h30 Hertha 1x4 Wolfsburg |
sexta-feira, 30 de março de 2012
Valdivia e a magia que era vidro e se quebrou
No meio da tarde, ao ouvir que Valdivia para por mais 30 dias, por nova contusão muscular, não tive como evitar paródia com uma cantiga de roda do tempo de criança. Lembra do “Ciranda, cirandinha”? Pois então. Em vez de anel, o que parece de vidro é a “magia” do meia chileno. Pelo jeito, quebrou a varinha de condão do Mago.
Impressionante como o rapaz se machuca. Desde que retornou de breve aventura pelo “mundo árabe”, como diz meu amigo e companheiro de ESPN, Mauro Cezar Pereira, o camisa 10 do Palmeiras não engata uma sequência significativa de jogos. Passou de ano e meio desde o regresso, a peso de ouro, e talvez ele tenha ficado metade desse período na enfermaria.
É muito, é preocupante, é decepcionante. Para ele, para o clube e para a torcida. Valdivia conquistou simpatia dos palestrinos por sua primeira passagem pelo Parque Antártica, sobretudo pela campanha no Paulista de 2008. Por isso, o regresso foi festejado. Era o jogador que faltava para dar toque refinado no meio-campo da equipe. Não emplacou.
Após as primeiras contusões, ficou mal-estar no ar, porque ele sugeria que forçavam a retomada de atividades. Depois, aparentemente se acertou e Felipão esperou o tempo que era necessário para tê-lo na equipe. Mas a rotina não se rompe, ao contrário dos músculos dele: faz alguns jogos e, quando parece que vingarão novamente suas proezas, vem outra contusão. E recomeça o ciclo de tratamento, treinamentos leves e expectativa pela liberação total.
Só neste ano já é a segunda. Ah, mas a de agora (coxa esquerda) não tem nada a ver com a anterior (coxa direita). Mas e as anteriores? A que creditar isso tudo? A uma incrível coincidência de azar? A algum problema estrutural do jogador? Ou a outros fatores?
Fiz quase as mesmas perguntas recentemente ao escrever a respeito de Luís Fabiano, que pode não padecer dos mesmos males do chileno, mas fica tanto quanto ele. Não obtive respostas consistentes. Temo que agora as interrogações continuarão a martelar.
Impressionante como o rapaz se machuca. Desde que retornou de breve aventura pelo “mundo árabe”, como diz meu amigo e companheiro de ESPN, Mauro Cezar Pereira, o camisa 10 do Palmeiras não engata uma sequência significativa de jogos. Passou de ano e meio desde o regresso, a peso de ouro, e talvez ele tenha ficado metade desse período na enfermaria.
É muito, é preocupante, é decepcionante. Para ele, para o clube e para a torcida. Valdivia conquistou simpatia dos palestrinos por sua primeira passagem pelo Parque Antártica, sobretudo pela campanha no Paulista de 2008. Por isso, o regresso foi festejado. Era o jogador que faltava para dar toque refinado no meio-campo da equipe. Não emplacou.
Após as primeiras contusões, ficou mal-estar no ar, porque ele sugeria que forçavam a retomada de atividades. Depois, aparentemente se acertou e Felipão esperou o tempo que era necessário para tê-lo na equipe. Mas a rotina não se rompe, ao contrário dos músculos dele: faz alguns jogos e, quando parece que vingarão novamente suas proezas, vem outra contusão. E recomeça o ciclo de tratamento, treinamentos leves e expectativa pela liberação total.
Só neste ano já é a segunda. Ah, mas a de agora (coxa esquerda) não tem nada a ver com a anterior (coxa direita). Mas e as anteriores? A que creditar isso tudo? A uma incrível coincidência de azar? A algum problema estrutural do jogador? Ou a outros fatores?
Fiz quase as mesmas perguntas recentemente ao escrever a respeito de Luís Fabiano, que pode não padecer dos mesmos males do chileno, mas fica tanto quanto ele. Não obtive respostas consistentes. Temo que agora as interrogações continuarão a martelar.
VÍDEO: Meleca Real
No Chipre, antes de enfrentar o Apoel, o goleiro Casillas do Real Madrid, sacaneou o mascotinho do time adversário.
A imagem fala por si mesmo.
Repare que o garotinho se tocou do que estava acontecendo.
Esfregar o convite da festa no salão na cara do convidado...
A imagem fala por si mesmo.
Repare que o garotinho se tocou do que estava acontecendo.
Clique no player e assista!
Que mancada, Casillas. Esfregar o convite da festa no salão na cara do convidado...
VÍDEO: É gol! Time do Fla rebola. O do Boca, vibra, exulta, chora...
No momento em que o Flamengo, jogando mal, empatou a partida com o Olímpia, no começo do segundo tempo, duvido que algum rubro-negro tenha saído a rebolar pela sala de casa ao ritmo imaginário de um funk pífio desses aí. Numa hora daquela, num jogo daquele, o torcedor comemora com raiva, fúria, gritos, palavrões.
Mas os jogadores... Os do Flamengo dançam. Homenageiam um certo DJ, um determinado MC, mesmo que a "composição" seja de um baixo nível inacreditável. Sem noção, os comandados de Joel Santana reagem em partidas pesadas, duras, de Libertadores, como se fossem joguinhos contra os pequenos do campeonato carioca.
Na noite seguinte, com um homem a menos e sem jogar um futebol de campeão, o Boca Juniors venceu o Arsenal por 2 a 0. Santiago "El Tanque" Silva desde 2007 se destaca na Argentina, no Vélez Sarsfield e no Banfield antes de chegar ao time xeneize. Centroavante, não marcou na Libertadores.
Mas Silva iniciou a jogada do primeiro gol, de Ledesma, com toque genial de calcanhar, e construiu o lance do segundo tento, quando ainda deu o passe para Sanchez Mino. Após participar decisivamente no 2 a 0, o uruguaio se emocionou. E foi celebrado pelos companheiros. Um belo momento.
O time de 2012 não é poderoso como outros "Bocas" que aterrorizaram times brasileiros. Mas ainda sobra espírito de Libertadores por lá. O envolvimento de Santiago Silva com o time e sua torcida, o compromisso com a vitória, a emoção, tudo isso foi manifestado de maneira exemplar.
Por outro lado, aos rubro-negros falta sintonia com a Libertadores. Falta apetite pela vitória. E falta futebol ao Flamengo, enquanto o rebolado dos jogadores simboliza a falta de compromisso.
Mas os jogadores... Os do Flamengo dançam. Homenageiam um certo DJ, um determinado MC, mesmo que a "composição" seja de um baixo nível inacreditável. Sem noção, os comandados de Joel Santana reagem em partidas pesadas, duras, de Libertadores, como se fossem joguinhos contra os pequenos do campeonato carioca.
Leia Mais
- Com um a menos, Boca vence Arsenal e encaminha classificação no grupo do Flu
- Fluminense vence o Zamora fora, segue único 100% e é o 1º classificado às oitavas
- Abel foca primeiro lugar geral e desabafa contra críticos após 1 a 0: 'É goleada'
- Autor do gol da vitória, Sóbis diz: 'É bom se sentir importante'
Na noite seguinte, com um homem a menos e sem jogar um futebol de campeão, o Boca Juniors venceu o Arsenal por 2 a 0. Santiago "El Tanque" Silva desde 2007 se destaca na Argentina, no Vélez Sarsfield e no Banfield antes de chegar ao time xeneize. Centroavante, não marcou na Libertadores.
Mas Silva iniciou a jogada do primeiro gol, de Ledesma, com toque genial de calcanhar, e construiu o lance do segundo tento, quando ainda deu o passe para Sanchez Mino. Após participar decisivamente no 2 a 0, o uruguaio se emocionou. E foi celebrado pelos companheiros. Um belo momento.
O time de 2012 não é poderoso como outros "Bocas" que aterrorizaram times brasileiros. Mas ainda sobra espírito de Libertadores por lá. O envolvimento de Santiago Silva com o time e sua torcida, o compromisso com a vitória, a emoção, tudo isso foi manifestado de maneira exemplar.
Por outro lado, aos rubro-negros falta sintonia com a Libertadores. Falta apetite pela vitória. E falta futebol ao Flamengo, enquanto o rebolado dos jogadores simboliza a falta de compromisso.
Vágner Love faz homenagem a algum DJ, MC ou sabe-se lá o que. Libertadores?
Silva não marcou, mas deu começou a jogada do primeiro gol...
...e deu passe para o segundo nos 2 a 0 sobre o Arsenal. Aliviado...
...o uruguaio foi abraçado pelos companheiros mesmo sem ir às redes...
...e esfregou os olhos, emocionado com o feito: envolvimento total
Ledesma e toda a sua emoção ao empurrar a bola para o gol: adrenalina a mil
Veja, abaixo, o vídeo com o comentário feito no Bate-Bola da ESPN Brasil.
Veja, abaixo, o vídeo com o comentário feito no Bate-Bola da ESPN Brasil.
Veja comentário!
O gênio do Animal
Este post é dedicado a falar do Edmundo dentro de campo, dos lances certos e errados nas quatro linhas. Sei que alguns vão criticar e lembrar do episódio ocorrido em 95, mas vou ficar no campo/bola porque esta é a proposta.
Mesmo que tarde, a chance de dizer adeus a um grande jogador é uma possibilidade de retribuir, com carinho, tudo que ele fez pelo torcedor. Claro que o jogador erra. Afinal de contas, ele é um ser humano. O atacante perde gol, o goleiro leva um frango, zagueiro fura, mas isso faz parte do futebol.
O que fica para a história é a história que este ou aquele jogador escreve. Mesmo que por linhas tortas, como muitos fizeram e ainda fazem, alguns ficam eternizados e ganham destaque.
Edmundo é um daqueles casos de amor e ódio que a bola produz. Amado pelas torcidas do Vasco e Palmeiras, odiado por muitas, ele viveu no fio da navalha boa parte da carreira. Em alguns casos, ele não sabia o risco que corria, mas foi em frente.
Chutou uma câmera, ficou preso em um quarto de hotel, agrediu adversários, mas deixou marcas importantes no mundo da bola. Quem não lembra dos 6 gols diante do União São João, em São Januário?
Ou os 29 gols no mesmo ano, em 97, quando ele passou a ser o recordista de gols em uma edição de Brasileirão? E as dancinhas provocativas após os gols contra o Flamengo? E a rebolada na frente do Gonçalves?
E aquele golaço, digno de placa, diante do Manchester, no bom e velho Maracanã?
Claro que algumas situações tiveram o revés, mas o Animal, como ficou conhecido, rugia mais forte a cada ameaça. Viu o time do Botafogo rebolar, dias depois, na comemoração do título. E daí?
Mesmo com tantas saídas, a idolatria da torcida do Vasco por Edmundo sempre foi clara. Tão clara que ele desconcentrou em São Januário quando atuou pelo Cruzeiro. Perdeu pênalti. Pelo Vasco também, mas quem disse que o torcedor o crucificou.
O título mais importante foi chutado para fora em uma cobrança de pênalti. E daí? A campanha de 97 fez com que ele entrasse numa seleta galeria: a dos ídolos.
Lá, não importa tanto o currículo, os títulos conquistados ou as conquistas que ficaram pelo caminho.
Lá, a paixão é capaz de elevar o jogador a esta condição e os braços do povo são o trampolim para este status.
Só um ídolo é capaz de arrastar uma multidão. Outros já fizeram isso.
Quarta, dia 28 de março, foi a vez de Edmundo!
Mesmo que tarde, a chance de dizer adeus a um grande jogador é uma possibilidade de retribuir, com carinho, tudo que ele fez pelo torcedor. Claro que o jogador erra. Afinal de contas, ele é um ser humano. O atacante perde gol, o goleiro leva um frango, zagueiro fura, mas isso faz parte do futebol.
O que fica para a história é a história que este ou aquele jogador escreve. Mesmo que por linhas tortas, como muitos fizeram e ainda fazem, alguns ficam eternizados e ganham destaque.
Edmundo é um daqueles casos de amor e ódio que a bola produz. Amado pelas torcidas do Vasco e Palmeiras, odiado por muitas, ele viveu no fio da navalha boa parte da carreira. Em alguns casos, ele não sabia o risco que corria, mas foi em frente.
Chutou uma câmera, ficou preso em um quarto de hotel, agrediu adversários, mas deixou marcas importantes no mundo da bola. Quem não lembra dos 6 gols diante do União São João, em São Januário?
Ou os 29 gols no mesmo ano, em 97, quando ele passou a ser o recordista de gols em uma edição de Brasileirão? E as dancinhas provocativas após os gols contra o Flamengo? E a rebolada na frente do Gonçalves?
E aquele golaço, digno de placa, diante do Manchester, no bom e velho Maracanã?
Claro que algumas situações tiveram o revés, mas o Animal, como ficou conhecido, rugia mais forte a cada ameaça. Viu o time do Botafogo rebolar, dias depois, na comemoração do título. E daí?
Mesmo com tantas saídas, a idolatria da torcida do Vasco por Edmundo sempre foi clara. Tão clara que ele desconcentrou em São Januário quando atuou pelo Cruzeiro. Perdeu pênalti. Pelo Vasco também, mas quem disse que o torcedor o crucificou.
O título mais importante foi chutado para fora em uma cobrança de pênalti. E daí? A campanha de 97 fez com que ele entrasse numa seleta galeria: a dos ídolos.
Lá, não importa tanto o currículo, os títulos conquistados ou as conquistas que ficaram pelo caminho.
Lá, a paixão é capaz de elevar o jogador a esta condição e os braços do povo são o trampolim para este status.
Só um ídolo é capaz de arrastar uma multidão. Outros já fizeram isso.
Quarta, dia 28 de março, foi a vez de Edmundo!
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