| 17h00 Palmeira de Goianinha 1x0 Alecrim |
| 17h00 Caicó 0x3 Coríntians-RN |
| 17h00 ABC 4x2 América-RN |
| 18h00 Assu 2x3 Santa Cruz-RN |
| 18h00 Potiguar de Mossoró 1x1 Baraúnas-RN |
Falamos campeonatos das séries A B C D campeonatos internacionais todos Português todos os resultados do Paulista da segunda divisão e ainda Futebol Internacional como Futebol Inglês Espanhol Italiano Portugal e o Argentino e campeonatos Importantes falaremos do Regional do Rio Grande do Norte do Cearense do Pernambucano e do Carioca e falamos da copa do nordeste
domingo, 29 de janeiro de 2012
Potiguar
Pernambucano
| 17h00 Sport 4x3 Náutico |
| 17h00 Ypiranga-PE 1x4 Porto-PE |
| 17h00 América-PE 1x3 Belo Jardim |
| 17h00 Serra Talhada 0x1 Salgueiro |
| 17h00 Central 1x1 Petrolina |
Paranaense
| 17h00 Corinthians-PR 2x0 Londrina-PR |
| 17h00 Arapongas 2x0 Paranavaí |
| 17h00 Rio Branco-PR 0x2 Atlético-PR |
| 17h00 Operário 2x1 Roma-PR |
| 17h00 Toledo-PR 1x2 Cianorte |
Goiano
| 17h00 Anapolina 1x1 Aparecidense |
| 17h00 CRAC-GO 1x1 Morrinhos |
| 17h00 Goianésia 2x1 Atlético-GO |
| 17h00 Rio Verde 1x2 Itumbiara |
Gaúcho
| 17h00 Juventude 2x1 Grêmio |
| 17h00 São José-RS 3x0 Avenida |
| 18h00 Universidade 1x3 Cerâmica |
| 18h00 Lajeadense 3x1 Pelotas |
| 19h30 São Luiz 0x0 Caxias |
Carioca
| 17h00 Americano-RJ 1x1 Boavista-RJ Grupo B |
| 17h00 Duque de Caxias 1x3 Vasco |
| 17h00 Resende 3x2 Olaria Grupo A |
| 17h00 Nova Iguaçu 0x0 BotafogoGrupo A |
Paulista
| 17h00 Corinthians 1x1 Linense |
| 17h00 Catanduvense 1x1 Palmeiras |
| 19h30 Paulista 1x1 Santos |
| 19h30 Guarani 2x0 Ituano |
| 19h30 Mogi Mirim 1x3 Ponte Preta |
Catarinense
| 17h00 Chapecoense 2x1 Camboriú |
| 17h00 Metropolitano-SC 3x0 Marcílio Dias-SC |
| 17h00 Joinville 2x2 Figueirense |
| 19h30 Avaí 2x1 Hermann Aichinger |
| 19h30 Criciúma 3x0 Brusque |
Baiano
| 17h00 Vitória 0x0 Itabuna |
| 17h00 Camaçari 5x3 Juazeiro |
| 17h00 Bahia de Feira 2x0 Vitória da Conquista |
| 17h00 Atlético-BA 3x0 Fluminense-BA |
| 17h00 Juazeirense x Feirense |
| 17h00 Serrano 1x3 Bahia |
Mineiro
| 16h00 Caldense-MG 1x0 Tupi |
| 17h00 Atlético-MG 2x0 Boa |
| 17h00 Uberaba 0x1 América-T.O. |
| 17h00 Guarani-MG 1x2 Villa Nova-MG |
| 19h30 EC Democrata 1x3 América-MG |
Português
| 14h00 União Leiria 2x4 Paços Ferreira |
| 14h00 Vitória de Setúbal 2x3 Olhanense |
| 15h00 Sporting 2x0 Beira-Mar |
| 17h15 Gil Vicente 3x1 Porto |
Italiano
| 09h30 Fiorentina 2x1 Siena |
| 12h00 Cesena 0x1 Atalanta |
| 12h00 Chievo Verona 0x3 Lazio |
| 12h00 Genoa 3x2 Napoli |
| 12h00 Lecce 1x0 Internazionale |
| 12h00 Palermo 2x0 Novara |
| 12h00 Roma 1x1 Bologna |
| 17h45 Milan 3x0 Cagliari |
Espanhol
| 09h00 Betis 1x2 Granada-ESP |
| 13h00 Real Sociedad 5x1 Sporting de Gijón |
| 13h00 Levante 1x2 Getafe |
| 15h00 Racing Santander 2x2 Valencia |
| 18h30 Málaga 2x1 Sevilla |
sábado, 28 de janeiro de 2012
Carioca
| 17h00 Bonsucesso 3x1 Madureira Grupo B |
| 17h00 Friburguense 2x1 Bangu Grupo B |
| 17h00 Macaé 0x0 Flamengo Grupo A |
| 19h30 Volta Redonda 0x3 Fluminense Grupo A |
Paulista
| 17h00 São Paulo 2x1 São Caetano |
| 17h00 Oeste 0x0 Mirassol |
| 19h30 Portuguesa 2x1 Guaratinguetá |
| 19h30 Botafogo-SP 1x2 Comercial-SP |
| 19h30 XV de Piracicaba 2x3 Bragantino |
Francês
| 16h00 Lorient 1x1 Sochaux |
| 16h00 Lyon 3x1 Dijon |
| 16h00 Nice 0x1 Montpellier |
| 16h00 Toulouse 1x0 Caen |
| 16h00 Brest 0x1 PSG |
| 16h00 Auxerre 1x3 Nancy |
| 18h00 Lille 3x0 Saint-Etienne |
Espanhol
| 15h00 Rayo Vallecano 2x3 Athletic Bilbao |
| 15h00 Espanyol 1x0 Mallorca |
| 17h00 Real Madrid 3x1 Zaragoza |
| 19h00 Villarreal 0x0 Barcelona |
Alemão
| 12h30 Augsburg 2x2 Kaiserslautern |
| 12h30 Borussia Dortmund 3x1 Hoffenheim |
| 12h30 Hertha 1x2 Hamburgo |
| 12h30 Bayern de Munique 2x0 Wolfsburg |
| 12h30 Werder Bremen 2x0 Bayer Leverkusen |
| 15h30 Colônia 1x4 Schalke 04 |
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Diário da CAN: Elefantes se arrastam para a próxima fase
Favorita, a Costa do Marfim cumpriu o script e se classificou para as quartas-de-final da Copa Africana de Nações com duas vitórias em dois jogos. Só não dá para dizer que o futebol apresentado até aqui justifica a badalação em cima dos Elefantes. A vitória por 2 a 0 sobre Burkina Faso, na segunda rodada do grupo B, chegou mais pelas falhas do adversário do que pela qualidade de jogo marfinense.
François Zahoui pode ser o primeiro técnico negro a conquistar a CAN em 20 anos - o último foi Yeo Martial, justamente o responsável pelo único título da Costa do Marfim, em 1992. Em suas entrevistas, ele tem pedido que os jogadores esqueçam o confronto de seus clubes, concentrem-se na realidade africana e, acima de tudo, pensem no resultado acima do espetáculo.
Zahoui comemora o fato de não ter levado gols até aqui na competição, mas o time tem muito a melhorar em seu jogo coletivo. A exemplo da vitória na estreia por 1 a 0 sobre o Sudão, houve muita distância entre os setores, e a fluidez não foi a que se esperava de uma equipe com bons valores individuais. O técnico ainda não conseguiu, por exemplo, tirar o máximo de Yaya Touré, eleito o melhor jogador africano de 2011.
O primeiro gol, marcado por Kalou, saiu em uma falha defensiva de Burkina Faso, que já havia errado muito na derrota por 2 a 1 para Angola na estreia. Os Elefantes levaram alguns sustos na segunda parte e poderiam ter sofrido o empate. A tranquilidade só veio no erro de Bakary Koné, zagueiro do Lyon, que cabeceou para trás uma bola inofensiva e encobriu o próprio goleiro, marcando contra.
Burkina Faso vai para casa com a quinta eliminação consecutiva na fase de grupos desde que chegou às semifinais em 1998, ano em que sediou o torneio. O técnico português Paulo Duarte saiu atirando contra a federação, pela dificuldade em regularizar os passaportes de alguns atletas. "Perdemos três jogadores antes do início da competição porque não conseguimos regularizá-los", lamentou Duarte, conhecido como o "Mourinho da África".
Antes da competição, Burkina já havia passado por dias apreensivos em função da acusação da Namíbia sobre o uso de um atleta supostamente irregular nas eliminatórias, o camaronês naturalizado Herve Zengue. O caso só foi encerrado no início deste mês, com a escalação de Zengue declarada legítima. Ainda assim, o jogador não entrou na convocação.
No primeiro jogo do dia, Angola deixou escapar por duas vezes a vantagem sobre o Sudão, que no empate por 2 a 2 marcou seus primeiros gols pela CAN em 36 anos. Desde a edição de 1976, o país só havia participado uma vez, em 2008, perdendo todas as partidas sem balançar as redes. Bashir foi o responsável pelos dois tentos sudaneses, respondendo aos gols de Manucho, ex-Manchester United, para os Palancas Negras.
Angola pega a Costa do Marfim na última rodada sabendo que um empate é suficiente para garantir a classificação. O Sudão ainda tem possibilidades, desde que faça sua parte contra Burkina Faso e conte com uma ajudinha dos Elefantes - que, por enquanto, têm se limitado ao passo do elefantinho.
Nesta sexta-feira, o grupo C tem a segunda rodada. O Gabão, que venceu Níger na estreia, enfrenta Marrocos, que busca a reabilitação após perder para a Tunísia. Os gaboneses podem repetir o feito da outra anfitriã, Guiné Equatorial, e garantir por antecipação uma vaga na próxima fase. A Tunísia é favorita para bater o fraco Níger e alcançar 6 pontos.
François Zahoui pode ser o primeiro técnico negro a conquistar a CAN em 20 anos - o último foi Yeo Martial, justamente o responsável pelo único título da Costa do Marfim, em 1992. Em suas entrevistas, ele tem pedido que os jogadores esqueçam o confronto de seus clubes, concentrem-se na realidade africana e, acima de tudo, pensem no resultado acima do espetáculo.
Zahoui comemora o fato de não ter levado gols até aqui na competição, mas o time tem muito a melhorar em seu jogo coletivo. A exemplo da vitória na estreia por 1 a 0 sobre o Sudão, houve muita distância entre os setores, e a fluidez não foi a que se esperava de uma equipe com bons valores individuais. O técnico ainda não conseguiu, por exemplo, tirar o máximo de Yaya Touré, eleito o melhor jogador africano de 2011.
O primeiro gol, marcado por Kalou, saiu em uma falha defensiva de Burkina Faso, que já havia errado muito na derrota por 2 a 1 para Angola na estreia. Os Elefantes levaram alguns sustos na segunda parte e poderiam ter sofrido o empate. A tranquilidade só veio no erro de Bakary Koné, zagueiro do Lyon, que cabeceou para trás uma bola inofensiva e encobriu o próprio goleiro, marcando contra.
Burkina Faso vai para casa com a quinta eliminação consecutiva na fase de grupos desde que chegou às semifinais em 1998, ano em que sediou o torneio. O técnico português Paulo Duarte saiu atirando contra a federação, pela dificuldade em regularizar os passaportes de alguns atletas. "Perdemos três jogadores antes do início da competição porque não conseguimos regularizá-los", lamentou Duarte, conhecido como o "Mourinho da África".
Antes da competição, Burkina já havia passado por dias apreensivos em função da acusação da Namíbia sobre o uso de um atleta supostamente irregular nas eliminatórias, o camaronês naturalizado Herve Zengue. O caso só foi encerrado no início deste mês, com a escalação de Zengue declarada legítima. Ainda assim, o jogador não entrou na convocação.
No primeiro jogo do dia, Angola deixou escapar por duas vezes a vantagem sobre o Sudão, que no empate por 2 a 2 marcou seus primeiros gols pela CAN em 36 anos. Desde a edição de 1976, o país só havia participado uma vez, em 2008, perdendo todas as partidas sem balançar as redes. Bashir foi o responsável pelos dois tentos sudaneses, respondendo aos gols de Manucho, ex-Manchester United, para os Palancas Negras.
Angola pega a Costa do Marfim na última rodada sabendo que um empate é suficiente para garantir a classificação. O Sudão ainda tem possibilidades, desde que faça sua parte contra Burkina Faso e conte com uma ajudinha dos Elefantes - que, por enquanto, têm se limitado ao passo do elefantinho.
Nesta sexta-feira, o grupo C tem a segunda rodada. O Gabão, que venceu Níger na estreia, enfrenta Marrocos, que busca a reabilitação após perder para a Tunísia. Os gaboneses podem repetir o feito da outra anfitriã, Guiné Equatorial, e garantir por antecipação uma vaga na próxima fase. A Tunísia é favorita para bater o fraco Níger e alcançar 6 pontos.
VÍDEO: O São Paulo sem Rogério Ceni
Mais de 20 anos de clube. Mais de 1000 jogos pela equipe. Mais de 100 gols... Rogério Ceni é o jogador mais importante da história do São Paulo (e um dos maiores goleiros brasileiros de todos os tempos), gostem dele ou não.
Rogério é o goleirão, o líder, o cara que dá a última palavra antes de o time entrar em campo, o cara que mais treina, o cara que entende o time mais que o treinador, o cara que sabe tudo sobre o adversário, o cara que comanda como dirigente.
Isso tem o lado bom, claro. E o lado ruim também. O São Paulo tornou-se excessivamente dependente de Rogério Ceni, sobretudo nesses tempos de vacas magras.
Agora, seis meses afastado por conta de uma cirurgia (apenas a segunda contusão na carreira do goleiro), o São Paulo antecipa a discussão sobre a vida pós-Ceni.
É complicadíssimo e delicado o processo de ruptura do cordão umbilical com o ídolo, ainda mais o ídolo de um clube só, o ídolo em extinção.
Em pleno processo (radical) de refomulação, o São Paulo perde sua referência.
O problema maior é o pacote completo, o que transcende o goleiro. É repor tudo aquilo que Rogério Ceni significa. Candidatos a líder não faltam. Luís Fabiano, o capitão temperamental e ídolo da torcida? Rhodolfo, que era capitão no Atlético-PR? Fabrício, que veio para ser líder, mas não tem identidade com o clube? Ou Leão, que estava escondido, mas sempre gostou de mandar (aliás, como têm semelhanças Rogério Ceni e Leão...)?
O futuro do São Paulo depende da indicação de Rogério Ceni. Ele vai querer continuar jogando? Só até o fim do ano? Mais um ano? Vai querer ser técnico? Dirigente?
O sucesso do São Paulo vai depender dessa transição, delicada transição. O São Paulo sabe viver sem Rogério Ceni dentro e fora de campo?
Rogério é o goleirão, o líder, o cara que dá a última palavra antes de o time entrar em campo, o cara que mais treina, o cara que entende o time mais que o treinador, o cara que sabe tudo sobre o adversário, o cara que comanda como dirigente.
Isso tem o lado bom, claro. E o lado ruim também. O São Paulo tornou-se excessivamente dependente de Rogério Ceni, sobretudo nesses tempos de vacas magras.
Agora, seis meses afastado por conta de uma cirurgia (apenas a segunda contusão na carreira do goleiro), o São Paulo antecipa a discussão sobre a vida pós-Ceni.
É complicadíssimo e delicado o processo de ruptura do cordão umbilical com o ídolo, ainda mais o ídolo de um clube só, o ídolo em extinção.
Em pleno processo (radical) de refomulação, o São Paulo perde sua referência.
Será o fim da carreira de Rogério Ceni? O repórter Eduardo Affonso analisa!
Como substituir Rogério Ceni? O mais simples parece ser a substituição no gol. Denis é um bom goleiro tecnicamente falando (não deve aos demais dos grandes clubes do país), mas vai herdar uma responsabilidade e pressão monstruosas. O problema maior é o pacote completo, o que transcende o goleiro. É repor tudo aquilo que Rogério Ceni significa. Candidatos a líder não faltam. Luís Fabiano, o capitão temperamental e ídolo da torcida? Rhodolfo, que era capitão no Atlético-PR? Fabrício, que veio para ser líder, mas não tem identidade com o clube? Ou Leão, que estava escondido, mas sempre gostou de mandar (aliás, como têm semelhanças Rogério Ceni e Leão...)?
O futuro do São Paulo depende da indicação de Rogério Ceni. Ele vai querer continuar jogando? Só até o fim do ano? Mais um ano? Vai querer ser técnico? Dirigente?
O sucesso do São Paulo vai depender dessa transição, delicada transição. O São Paulo sabe viver sem Rogério Ceni dentro e fora de campo?
Urubu coloca um pé na cova, mas dá para driblar o coveiro
O Flamengo começou sua caminhada na luta pelo trono da América em ponto de bala de goma.
A união faz a força: cada um por si e ninguém pelo voo do urubu. Resultado: colocou uma das chuteiras na cova da pré-Libertadores.
Mas poderia ter sido muito pior, já que 'são' Felipe pegou até sombra no céu de Potosi (quatro mil metros de altitude).
Atrás de uma defesa absolutamente sem defesa, o goleiro garantiu a derrota por apenas 2 a 1 e a esperança rubro-negra de virar o jogo no Engenhão.
A equipe boliviana é mais fraca que verão na Sibéria e uma simples vitória por 1 a 0 coloca o time carioca na fase de grupos.
O maior problema será superar os obstáculos fora de campo. Por mais que o ‘pofexô’ Vanderlei Luxemburgo tente provar o contrário, vende apenas gato por lebre. O ambiente lembra mais o de um canil de pitbulls em guerra.
O ‘mestre dos mestres’ sofre grande rejeição do grupo, principalmente do superstar Ronaldinho Gaúcho. Também vive em guerra com a cartolagem que dá suporte à presidenta Patrícia Amorim. Aqui se faz, aqui se ganha.
A seu favor joga uma multa de R$ 400 mil pela rescisão de contrato. Um ótimo aliado num clube em que situação financeira é alvissareiramente dramática.
Daí, o brado retumbante do ‘pofexô’: ‘Não peço demissão’.
#######
Radio Rabiola. A felicidade de Assis, irmão e empresário de Ronaldinho Gaúcho, com a contratação de Vagner Love foi tanta que por pouco ele não foi ao aeroporto recepcionar o atacante com uma banda. Assis acredita que, após investir R$ 22,5 milhões no artilheiro do amor, o Flamengo provou por A+B+O diabo a quatro que será mamão com açúcar acertar a situação de Ronaldinho Gaúcho, credor de R$ 4 milhões. O prazo termina na próxima quinta.
Sugismundo Freud. Prepare-se para o pior, e o que vier será lucro.
Pif-Paf. A nau vascaína voltou a navegar sob o comando de Gepeto. O meia Felipe bateu de frente com o vice de finanças, Nelson ‘Pinóquio’ Rocha, e revelou que ninguém até agora recebeu o 13º salário, desmentindo a versão que havia sido dada pelo transparente cartola. Felipe aproveitou o bate e rola para informar a quem possa interessar que o mês deixou de ter 30 dias em São Januário há muito tempo, mas nem por isso os atletas resolveram jogar a toalha, fazer corpo mole. Até conquistaram a Copa do Brasil. Toca o sino.
Twitface. E o cartolão e ex-governador José Maria Marin, hein? Após embolsar uma das medalhas da garotada corintiana, bombou nas redes sociais. O elemento já está sendo chamado de ‘Zé da Medalha’. Que beleza!
Zapping. De volta à telinha, o campeão de audiência Corinthians amealhou 17 pontos no ibope global da Grande Pauliceia desvairada, esburacada e abandonada. O duelo contra o Guaratinguetá rendeu quatro pontos a mais que São Paulo x Botafogo, na abertura do Paulistinha, mas não provocou suspiros na emissora. Pela manhã, a decisão entre Corinthians e Fluminense, pela Copinha, cravou 10 pontos de audiência.
Vapt-vupt. Daniel Carvalho, o novo periquito: fofo, rechonchudo, gordinho, gordo ou barril?
Gilete press. De Fernando Calazans, no ‘Globo’: “Thiago Neves é, no cômputo geral do futebol brasileiro, um jogador mediano com lampejos que se mostraram, ao menos no Flamengo, cada vez mais espaçados (...). Não sei se o perdedor foi o Flamengo, que ficou sem Thiago Neves, ou se foi o Fluminense, que vai lhe pagar impensáveis R$ 700 mil a cada mês.” Na mosca.
Tiro curto. O Barcelona pretende aproveitar até o último instante a paixão do torcedor. O clube planeja criar um mausoléu no Camp Nou. O estádio receberia 20 mil urnas funerárias, e os cofres do clube, R$ 15 milhões.
Que bonito é... Um dos integrantes da delegação brasileira na Olimpíada de Seul, em 1988, o ex-nadador David Ferreira Castro se delicia com os frutos colhidos por representar o país. Há seis anos, ele mergulha atrás de um emprego. Já cansou de mandar currículo. Castro defendeu o Brasil nos 400m e 1.500m. Parou aos 36 anos e esperava pelo menos uma forcinha da CBDA.
Tititi d’Aline. O apito do ex-juiz José Roberto Wright como analista de videoteipe ganhou cartão vermelho da plim-plim. Desde 1998 na Vênus Platinada, ele não teve o contrato renovado. Perdeu o lugar para Leonardo Gaciba. Na Record, a oferenda será para ex-bandeira Ana Paula de Oliveira.
Você sabia que... o Circo Brasileiro de Futebol faturou R$ 296,5 milhões em 2011?
Bola de ouro. Rafael Nadal. O espanhol despachou mais uma vez o freguês suíço Roger Federer (18ª vitória em 27 jogos) e disputará pela 15ª vez uma final de Grand Slam, a quarta consecutiva.
Bola de latão. FPF. A ilustre entidade, comandada pelo palmeirense Marco Polo Del Nero, insiste em explicar o inexplicável: o vergonhoso comportamento de José Maria Marin, que embolsou uma medalha na decisão da Copinha.
Bola de lixo. Oscar Ruiz. O ex-juiz colombiano, que apitou quatro finais de Libertadores e participou de três Copas, foi denunciado pelo árbitro Germán Sánchez por assédio sexual. O ataque teria acontecido na casa de Ruiz, em 2010.
Bola sete. “O endividado Cruzeiro está negociando com a Caixa Econômica Federal uma antecipação de R$ 50 milhões referentes ao que o clube receberá da Globo este ano” (de Lauro Jardim, em ‘Veja´’ – que dureza!).
Dúvida pertinente. Barcelusa ou Palmeiras, qual é a quarta força do futebol paulista hoje?
A união faz a força: cada um por si e ninguém pelo voo do urubu. Resultado: colocou uma das chuteiras na cova da pré-Libertadores.
Mas poderia ter sido muito pior, já que 'são' Felipe pegou até sombra no céu de Potosi (quatro mil metros de altitude).
Atrás de uma defesa absolutamente sem defesa, o goleiro garantiu a derrota por apenas 2 a 1 e a esperança rubro-negra de virar o jogo no Engenhão.
A equipe boliviana é mais fraca que verão na Sibéria e uma simples vitória por 1 a 0 coloca o time carioca na fase de grupos.
O maior problema será superar os obstáculos fora de campo. Por mais que o ‘pofexô’ Vanderlei Luxemburgo tente provar o contrário, vende apenas gato por lebre. O ambiente lembra mais o de um canil de pitbulls em guerra.
O ‘mestre dos mestres’ sofre grande rejeição do grupo, principalmente do superstar Ronaldinho Gaúcho. Também vive em guerra com a cartolagem que dá suporte à presidenta Patrícia Amorim. Aqui se faz, aqui se ganha.
A seu favor joga uma multa de R$ 400 mil pela rescisão de contrato. Um ótimo aliado num clube em que situação financeira é alvissareiramente dramática.
Daí, o brado retumbante do ‘pofexô’: ‘Não peço demissão’.
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Radio Rabiola. A felicidade de Assis, irmão e empresário de Ronaldinho Gaúcho, com a contratação de Vagner Love foi tanta que por pouco ele não foi ao aeroporto recepcionar o atacante com uma banda. Assis acredita que, após investir R$ 22,5 milhões no artilheiro do amor, o Flamengo provou por A+B+O diabo a quatro que será mamão com açúcar acertar a situação de Ronaldinho Gaúcho, credor de R$ 4 milhões. O prazo termina na próxima quinta.
Sugismundo Freud. Prepare-se para o pior, e o que vier será lucro.
Pif-Paf. A nau vascaína voltou a navegar sob o comando de Gepeto. O meia Felipe bateu de frente com o vice de finanças, Nelson ‘Pinóquio’ Rocha, e revelou que ninguém até agora recebeu o 13º salário, desmentindo a versão que havia sido dada pelo transparente cartola. Felipe aproveitou o bate e rola para informar a quem possa interessar que o mês deixou de ter 30 dias em São Januário há muito tempo, mas nem por isso os atletas resolveram jogar a toalha, fazer corpo mole. Até conquistaram a Copa do Brasil. Toca o sino.
Twitface. E o cartolão e ex-governador José Maria Marin, hein? Após embolsar uma das medalhas da garotada corintiana, bombou nas redes sociais. O elemento já está sendo chamado de ‘Zé da Medalha’. Que beleza!
Zapping. De volta à telinha, o campeão de audiência Corinthians amealhou 17 pontos no ibope global da Grande Pauliceia desvairada, esburacada e abandonada. O duelo contra o Guaratinguetá rendeu quatro pontos a mais que São Paulo x Botafogo, na abertura do Paulistinha, mas não provocou suspiros na emissora. Pela manhã, a decisão entre Corinthians e Fluminense, pela Copinha, cravou 10 pontos de audiência.
Vapt-vupt. Daniel Carvalho, o novo periquito: fofo, rechonchudo, gordinho, gordo ou barril?
Gilete press. De Fernando Calazans, no ‘Globo’: “Thiago Neves é, no cômputo geral do futebol brasileiro, um jogador mediano com lampejos que se mostraram, ao menos no Flamengo, cada vez mais espaçados (...). Não sei se o perdedor foi o Flamengo, que ficou sem Thiago Neves, ou se foi o Fluminense, que vai lhe pagar impensáveis R$ 700 mil a cada mês.” Na mosca.
Tiro curto. O Barcelona pretende aproveitar até o último instante a paixão do torcedor. O clube planeja criar um mausoléu no Camp Nou. O estádio receberia 20 mil urnas funerárias, e os cofres do clube, R$ 15 milhões.
Que bonito é... Um dos integrantes da delegação brasileira na Olimpíada de Seul, em 1988, o ex-nadador David Ferreira Castro se delicia com os frutos colhidos por representar o país. Há seis anos, ele mergulha atrás de um emprego. Já cansou de mandar currículo. Castro defendeu o Brasil nos 400m e 1.500m. Parou aos 36 anos e esperava pelo menos uma forcinha da CBDA.
Tititi d’Aline. O apito do ex-juiz José Roberto Wright como analista de videoteipe ganhou cartão vermelho da plim-plim. Desde 1998 na Vênus Platinada, ele não teve o contrato renovado. Perdeu o lugar para Leonardo Gaciba. Na Record, a oferenda será para ex-bandeira Ana Paula de Oliveira.
Você sabia que... o Circo Brasileiro de Futebol faturou R$ 296,5 milhões em 2011?
Bola de ouro. Rafael Nadal. O espanhol despachou mais uma vez o freguês suíço Roger Federer (18ª vitória em 27 jogos) e disputará pela 15ª vez uma final de Grand Slam, a quarta consecutiva.
Bola de latão. FPF. A ilustre entidade, comandada pelo palmeirense Marco Polo Del Nero, insiste em explicar o inexplicável: o vergonhoso comportamento de José Maria Marin, que embolsou uma medalha na decisão da Copinha.
Bola de lixo. Oscar Ruiz. O ex-juiz colombiano, que apitou quatro finais de Libertadores e participou de três Copas, foi denunciado pelo árbitro Germán Sánchez por assédio sexual. O ataque teria acontecido na casa de Ruiz, em 2010.
Bola sete. “O endividado Cruzeiro está negociando com a Caixa Econômica Federal uma antecipação de R$ 50 milhões referentes ao que o clube receberá da Globo este ano” (de Lauro Jardim, em ‘Veja´’ – que dureza!).
Dúvida pertinente. Barcelusa ou Palmeiras, qual é a quarta força do futebol paulista hoje?
Magoado, Oberdan Cattani diz que não votou a favor de busto de Marcos
A aprovação ao busto em homenagem ao goleiro Marcos, feita por aclamação na noite de quinta-feira, não foi tão unânime quanto pareceu no primeiro momento. O ex-vice-presidente de futebol, Serafim Del Grande, diz ser contra a maneira como foi feita a aprovação. "Eu sou a favor do busto, mas um negócio desses deveria partir da presidência do clube e partir de uma reunião de diretoria, o COF aprovar e mandar para o Conselho Deliberativo, já com todos os custos definidos."
Mais do que Serafim Del Grande, Oberdan Cattani diz que não votou a favor do busto. Oberdan foi goleiro do Palmeira entre 1940 e 1954 e durante anos discutiu-se seu merecimento para ser o quarto jogador com um busto no clube. O goleiro tinha uma estátua com suas mãos na sala de trofeus, demolida com o início das obras do novo estádio -- os bustos de Junqueira, Ademir da Guia e Waldemar Fiúme também estão guardados enquanto as obras acontecem.
Na manhã desta sexta-feira, Oberdan falou sobre sua tristeza:
PVC - O senhor é conselheiro do Palmeiras. Votou a favor do busto para Marcos?
OBERDAN - Não, eu não me dou com o Marcos, não! Para mim esse negócio de busto, tanto faz. Mas eu não votei nisso, não.
PVC - Por que o senhor não se dá bem com o Marcos?
OBERDAN - Porque uma vez eu critiquei os goleiros brasileiros, dizendo que eles não sabiam sair do gol. E o Marcos se magoou e respondeu pelos jornais. No passado, a gente tinha de sair do gol para fazer defesas contra Baltazar, Servílio. Tinha de sair. Desde então, eu deixo o Marcos para lá.
PVC - O senhor tem mágoas por não ter o seu busto?
OBERDAN - Eu tenho 73 anos de Palmeiras e hoje sou esquecido lá. Se me perguntam sobre os dirigentes, hoje eu não os conheço. Os do meu tempo não estão mais lá. Mudou muito. Do meu tempo, só ficamos o Turcão e eu.
Mas eu tenho minhas mãos lá na sala de troféus, o estádio novo vai ficar lindo e isso é o mais importante. Sobre o Marcos, o busto é merecido. Ele deu glórias para o Palmeiras. Só não tenho relacionamento com ele.
PVC - O senhor não tem o busto porque enfrentou o Palmeiras, quando jogava pelo Juventus?
OBERDAN - Eu joguei duas vezes pelo Juventus, contra o Palmeiras. Eles ganharam por 3 x 2 e, depois, no Parque Antártica, eles venceram por 1 x 0, com gol do Rodrigues (Oberdan diz "eles", referindo-se às vitórias do Palmeiras).
Mais do que Serafim Del Grande, Oberdan Cattani diz que não votou a favor do busto. Oberdan foi goleiro do Palmeira entre 1940 e 1954 e durante anos discutiu-se seu merecimento para ser o quarto jogador com um busto no clube. O goleiro tinha uma estátua com suas mãos na sala de trofeus, demolida com o início das obras do novo estádio -- os bustos de Junqueira, Ademir da Guia e Waldemar Fiúme também estão guardados enquanto as obras acontecem.
Na manhã desta sexta-feira, Oberdan falou sobre sua tristeza:
PVC - O senhor é conselheiro do Palmeiras. Votou a favor do busto para Marcos?
OBERDAN - Não, eu não me dou com o Marcos, não! Para mim esse negócio de busto, tanto faz. Mas eu não votei nisso, não.
PVC - Por que o senhor não se dá bem com o Marcos?
OBERDAN - Porque uma vez eu critiquei os goleiros brasileiros, dizendo que eles não sabiam sair do gol. E o Marcos se magoou e respondeu pelos jornais. No passado, a gente tinha de sair do gol para fazer defesas contra Baltazar, Servílio. Tinha de sair. Desde então, eu deixo o Marcos para lá.
PVC - O senhor tem mágoas por não ter o seu busto?
OBERDAN - Eu tenho 73 anos de Palmeiras e hoje sou esquecido lá. Se me perguntam sobre os dirigentes, hoje eu não os conheço. Os do meu tempo não estão mais lá. Mudou muito. Do meu tempo, só ficamos o Turcão e eu.
Mas eu tenho minhas mãos lá na sala de troféus, o estádio novo vai ficar lindo e isso é o mais importante. Sobre o Marcos, o busto é merecido. Ele deu glórias para o Palmeiras. Só não tenho relacionamento com ele.
PVC - O senhor não tem o busto porque enfrentou o Palmeiras, quando jogava pelo Juventus?
OBERDAN - Eu joguei duas vezes pelo Juventus, contra o Palmeiras. Eles ganharam por 3 x 2 e, depois, no Parque Antártica, eles venceram por 1 x 0, com gol do Rodrigues (Oberdan diz "eles", referindo-se às vitórias do Palmeiras).
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Diário da CAN: Jogador da quarta divisão faz história. E o Newcastle agradece
Guiné Equatorial ocupa a posição 151 no ranking da Fifa, nunca tinha disputado a Copa Africana de Nações, e só garantiu vaga para a edição de 2012 por sediá-la em conjunto com o Gabão. Apesar do fator campo, poucos seriam capazes de prever a classificação para as quartas-de-final. Mas ela veio, com uma rodada de antecedência e às custas do favorito do grupo.
Senegal, derrotado por 2 a 1 nesta quarta-feira, volta para casa como a primeira grande decepção do torneio. Melhor para o Newcastle, que receberá antes do esperado seu artilheiro da temporada, Demba Ba, e seu novo contratado, Papiss Cissé, destaque do Freiburg no ano passado.
Um dia depois de receber o prometido prêmio de US$ 1 milhão do filho do presidente do país pela vitória sobre a Líbia na estreia, os jogadores da Guiné Equatorial levaram ao delírio os 40 mil torcedores que lotaram o estádio de Bata e tiveram de suportar um atraso na rodada.
A partida entre Líbia e Zâmbia começou uma hora e quinze minutos depois do horário previsto, por causa de uma tempestade que prejudicou o gramado. A bola rolou (não exatamente) mesmo assim, em condições precárias, o que acabou nivelando a partida. A Líbia se adaptou melhor ao campo encharcado e esteve por duas vezes em vantagem, mas não conseguiu segurar os três pontos: 2 a 2.
Foi o primeiro empate da CAN, o único jogo com mais de três gols, e também o único em que os jogadores precisaram usar técnicas de futebol de areia para passar a bola. A partida acabou sendo divertida, mas os dois times concordam que ela nunca deveria ter começado em um lamaçal.
Na partida de fundo, Guiné Equatorial repetiu a escalação da vitória sobre a Líbia, com onze jogadores nascidos fora do país. O campo já apresentava um estado bem mais aceitável em relação ao jogo preliminar.
No primeiro tempo, a diferença técnica se fez notar e Senegal dominou a partida, mas não conseguiu marcar, desperdiçando várias oportunidades. Ba e seus companheiros não foram sombra do que são na Europa, perdendo chance atrás de chance.
A segunda parte mudou de figura e viu os donos da casa mais corajosos. Iban "Randy" Iyanga, jogador do Las Palmas, segunda divisão espanhola, fez 1 a 0 e instalou o desespero no lado senegalês. Moussa Sow empatou aos 44 minutos e permitiu que Senegal respirasse, mas o golpe fatal veio nos acréscimos.
O herói da noite chama-se David Álvarez, atende pelo apelido de "Kily" e atua pelo Langreo, da quarta - isso mesmo, QUARTA - divisão da Espanha. Com um disparo de fora da área, garantiu o maior momento da história do futebol de seu país. À frente da equipe, o técnico brasileiro Gílson Paulo, chamado às pressas para assumir o cargo dias antes da competição.
Na última rodada, a Líbia conta com o desânimo do Senegal para vencer e sonhar com a segunda vaga. Mas terá de contar ainda com uma derrota de Zâmbia, que pega Guiné Equatorial. Zâmbia só precisa do empate para se classificar, mas ainda pode ficar em primeiro com uma vitória sobre os anfitriões.
Nesta quinta, o grupo B tem a segunda rodada. A Costa do Marfim, que venceu o Sudão por 1 a 0, enfrenta Burkina Faso, derrotada por 2 a 1 pela seleção de Angola na primeira rodada. Sudaneses e angolanos fazem o outro jogo da noite.
Senegal, derrotado por 2 a 1 nesta quarta-feira, volta para casa como a primeira grande decepção do torneio. Melhor para o Newcastle, que receberá antes do esperado seu artilheiro da temporada, Demba Ba, e seu novo contratado, Papiss Cissé, destaque do Freiburg no ano passado.
Um dia depois de receber o prometido prêmio de US$ 1 milhão do filho do presidente do país pela vitória sobre a Líbia na estreia, os jogadores da Guiné Equatorial levaram ao delírio os 40 mil torcedores que lotaram o estádio de Bata e tiveram de suportar um atraso na rodada.
A partida entre Líbia e Zâmbia começou uma hora e quinze minutos depois do horário previsto, por causa de uma tempestade que prejudicou o gramado. A bola rolou (não exatamente) mesmo assim, em condições precárias, o que acabou nivelando a partida. A Líbia se adaptou melhor ao campo encharcado e esteve por duas vezes em vantagem, mas não conseguiu segurar os três pontos: 2 a 2.
Foi o primeiro empate da CAN, o único jogo com mais de três gols, e também o único em que os jogadores precisaram usar técnicas de futebol de areia para passar a bola. A partida acabou sendo divertida, mas os dois times concordam que ela nunca deveria ter começado em um lamaçal.
Na partida de fundo, Guiné Equatorial repetiu a escalação da vitória sobre a Líbia, com onze jogadores nascidos fora do país. O campo já apresentava um estado bem mais aceitável em relação ao jogo preliminar.
No primeiro tempo, a diferença técnica se fez notar e Senegal dominou a partida, mas não conseguiu marcar, desperdiçando várias oportunidades. Ba e seus companheiros não foram sombra do que são na Europa, perdendo chance atrás de chance.
A segunda parte mudou de figura e viu os donos da casa mais corajosos. Iban "Randy" Iyanga, jogador do Las Palmas, segunda divisão espanhola, fez 1 a 0 e instalou o desespero no lado senegalês. Moussa Sow empatou aos 44 minutos e permitiu que Senegal respirasse, mas o golpe fatal veio nos acréscimos.
O herói da noite chama-se David Álvarez, atende pelo apelido de "Kily" e atua pelo Langreo, da quarta - isso mesmo, QUARTA - divisão da Espanha. Com um disparo de fora da área, garantiu o maior momento da história do futebol de seu país. À frente da equipe, o técnico brasileiro Gílson Paulo, chamado às pressas para assumir o cargo dias antes da competição.
Na última rodada, a Líbia conta com o desânimo do Senegal para vencer e sonhar com a segunda vaga. Mas terá de contar ainda com uma derrota de Zâmbia, que pega Guiné Equatorial. Zâmbia só precisa do empate para se classificar, mas ainda pode ficar em primeiro com uma vitória sobre os anfitriões.
Nesta quinta, o grupo B tem a segunda rodada. A Costa do Marfim, que venceu o Sudão por 1 a 0, enfrenta Burkina Faso, derrotada por 2 a 1 pela seleção de Angola na primeira rodada. Sudaneses e angolanos fazem o outro jogo da noite.
Garotada corintiana dá uma lição aos vampiros de chuteiras
Muito mais que a conquista da oitava Copa São Paulo, com virada no melhor estilo Corinthians, a garotada deu uma lição à cartolagem do clube, principalmente ao presidente licenciado, o eterno rei do sorriso Andrés Sanchez.
Mesmo comendo o pão que até o diabo recusou, com precárias condições de trabalho, os meninos superaram os obstáculos e demonstraram que a base merece muito mais que simples camisas e calções lavados, tapinhas nas costas e desculpas esfarrapadas para justificar o injustificável.
Há que se ter o mesmo respeito que os 40 mil fieis dedicaram ao time na vitória sobre o Fluminense, no Pacaembu. Um ‘bando de loucos’ sem um centavo de resquício da alienação que acompanha os dirigentes quando se trata de olhar para o futuro das chuteiras do esporte bretão nacional – em todos os clubes, diga-se de passagem.
Os garotos merecem parabéns, e os cartolas, desprezo, já que não passam de vampiros oportunistas atrás do sucesso alheio.
Graças ao sonho de um dia vingar no planeta bola, os meninos superaram várias barreiras, como não ter campo fixo para treinar, alojamento (sem teto, pediram ajuda ao Flamengo de Guarulhos) e a rejeição instalada no clube, e heroicamente chegaram ao caneco.
O Corinthians começa o ano como terminou, soltando o grito de campeão. Mas essa faixa pertence somente aos moleques e à Fiel.
Pelo menos até que o clube cumpra a promessa de entregar um CT com quatro campos, restaurante, hotel, academia e... a dignidade que os meninos merecem.
#######
Pif-Paf. Os russos do CSKA são um verdadeiro exemplo de mão aberta, de dinheiro na mão é vendaval. O Flamengo só precisou de três lances para convencer os russos a liberar o atacante Vagner Lance. Primeiro, ofereceu R$ 15 milhões em cinco anos. Depois, mandou R$ 18 milhões, e nada. A foice e o martelo só desceram quando a proposta chegou a R$ 22,8 milhões, parcelados em três anos. Negócio concluído, agora só falta receber.
Sugismundo Freud. A coisa mais profunda em certas pessoas é o sono.
Rádio Rabiola. A presidenta Patrícia Amorim deve colocar a maquiagem de molho. Se resolver encarar novamente a urna eletrônica para a Câmara de Vereadores, ela encontrará um adversário de peso. O ex-jogador e técnico Andrade foi convencido pelo PSDB a brigar por uma cadeira nas próximas eleições. Nos pés e nas mãos de Andrade, o Flamengo ganhou vários títulos.
Twitface. Estresse é um problema que dificilmente será enfrentado pelo Fluminense fora de campo. Três meses depois de ser contratado, o gerente financeiro Renato Blaute já curte férias.
Marketing. Os bons ventos que deixaram de soprar na publicidade dos clubes chegaram ao Parque São Jorge. A Hypermarcas ainda não decidiu se renovará o contrato com o ‘bando de loucos’. O acordo termina em abril. O Corinthians sonha fechar o enxoval com R$ 50 milhões. Já belisca R$ 10 milhões com o Fisk e mais R$ 2 milhões com a TIM. O patrocínio master está se transformando numa dor de cabeça para os clubes. Flamengo, São Paulo e Palmeiras já passam o chapéu.
Tiro curto. O Grêmio passou a borracha no nome de Giuliano. O Dnipro, da Ucrânia, insistiu em receber R$ 22,8 milhões, mas o Imortal parou em R$ 18,2 milhões.
Gilete press. De João Carlos Assumpção, no ‘Lance’: “Agora, além dos campos de futebol, virou moda também no octógono os brasileiros festejarem suas vitórias louvando Cristo. Atribuem a ele os murros, cotoveladas, pancadas na cabeça e todo o sangue que tiram de seus adversários.” ‘Mata-leão’. Aleluia!
Papelão. A ginasta Daniele Hypólito caiu do cavalo numa blitz de madrugada no Leblon. Ela se recusou a fazer o teste do bafômetro e também não apresentou a carteira de habilitação. Apesar das piruetas nas explicações, tomou duas multas (total de R$ 1.010) e perdeu 10 pontos.
Tititi d’Aline. O hermano Jesus Dátolo aterrissou no Internacional com um significativo carimbo das fãs: em 2010, quando defendia o Napoli, provocou frissons ao posar nu para uma revista gay. Torcedores e cartolas do time italiano ficaram tão felizes que andaram queimando exemplares da publicação, já que o ex-atleta do Boca Juniors usou a camisa do clube no ensaio.
Você sabia que... o Manchester City já multou Tevez em R$ 25,5 milhões por indisciplina?
Bola de ouro. Matheus Caldeira, Ravi, Cristiano, Leandro, Antonio Carlos, Marquinhos, Denner, Anderson, Gomes, Giovanni, Wesley, Matheuzinho, Douglas, Leonardo e o técnico Narciso. Campeões da Copinha contra tudo e contra todos, até o próprio Corinthians.
Bola de latão. FPF. A nobre entidade respeita a Copinha como pérola de bijuteria. Na final, a torcida ganhou tratamento vip: cinco horas para entrar no Pacaembu, ameaça de agressão por parte de cambistas, policiais mais interessados no BBB...
Bola de lixo. José Maria Marin. O imaculado representante do Circo Brasileiro de Futebol, torcedor do São Paulo e ex-governador dos paulistas, foi flagrado colocando no bolso uma medalha de campeão da Copinha.
Bola sete. “Fiquei sete meses sem sexo por causa do Corinthians. Não tinha cabeça. Outras prioridades, uma loucura” (do presidente licenciado Andrés Gomes, à revista ‘GQ’ – ô coitado!).
Dúvida pertinente. Flamengo: vale mais um Vagner Love no ataque do que um Thiago Neves no meio-campo?
Mesmo comendo o pão que até o diabo recusou, com precárias condições de trabalho, os meninos superaram os obstáculos e demonstraram que a base merece muito mais que simples camisas e calções lavados, tapinhas nas costas e desculpas esfarrapadas para justificar o injustificável.
Há que se ter o mesmo respeito que os 40 mil fieis dedicaram ao time na vitória sobre o Fluminense, no Pacaembu. Um ‘bando de loucos’ sem um centavo de resquício da alienação que acompanha os dirigentes quando se trata de olhar para o futuro das chuteiras do esporte bretão nacional – em todos os clubes, diga-se de passagem.
Os garotos merecem parabéns, e os cartolas, desprezo, já que não passam de vampiros oportunistas atrás do sucesso alheio.
Graças ao sonho de um dia vingar no planeta bola, os meninos superaram várias barreiras, como não ter campo fixo para treinar, alojamento (sem teto, pediram ajuda ao Flamengo de Guarulhos) e a rejeição instalada no clube, e heroicamente chegaram ao caneco.
O Corinthians começa o ano como terminou, soltando o grito de campeão. Mas essa faixa pertence somente aos moleques e à Fiel.
Pelo menos até que o clube cumpra a promessa de entregar um CT com quatro campos, restaurante, hotel, academia e... a dignidade que os meninos merecem.
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Pif-Paf. Os russos do CSKA são um verdadeiro exemplo de mão aberta, de dinheiro na mão é vendaval. O Flamengo só precisou de três lances para convencer os russos a liberar o atacante Vagner Lance. Primeiro, ofereceu R$ 15 milhões em cinco anos. Depois, mandou R$ 18 milhões, e nada. A foice e o martelo só desceram quando a proposta chegou a R$ 22,8 milhões, parcelados em três anos. Negócio concluído, agora só falta receber.
Sugismundo Freud. A coisa mais profunda em certas pessoas é o sono.
Rádio Rabiola. A presidenta Patrícia Amorim deve colocar a maquiagem de molho. Se resolver encarar novamente a urna eletrônica para a Câmara de Vereadores, ela encontrará um adversário de peso. O ex-jogador e técnico Andrade foi convencido pelo PSDB a brigar por uma cadeira nas próximas eleições. Nos pés e nas mãos de Andrade, o Flamengo ganhou vários títulos.
Twitface. Estresse é um problema que dificilmente será enfrentado pelo Fluminense fora de campo. Três meses depois de ser contratado, o gerente financeiro Renato Blaute já curte férias.
Marketing. Os bons ventos que deixaram de soprar na publicidade dos clubes chegaram ao Parque São Jorge. A Hypermarcas ainda não decidiu se renovará o contrato com o ‘bando de loucos’. O acordo termina em abril. O Corinthians sonha fechar o enxoval com R$ 50 milhões. Já belisca R$ 10 milhões com o Fisk e mais R$ 2 milhões com a TIM. O patrocínio master está se transformando numa dor de cabeça para os clubes. Flamengo, São Paulo e Palmeiras já passam o chapéu.
Tiro curto. O Grêmio passou a borracha no nome de Giuliano. O Dnipro, da Ucrânia, insistiu em receber R$ 22,8 milhões, mas o Imortal parou em R$ 18,2 milhões.
Gilete press. De João Carlos Assumpção, no ‘Lance’: “Agora, além dos campos de futebol, virou moda também no octógono os brasileiros festejarem suas vitórias louvando Cristo. Atribuem a ele os murros, cotoveladas, pancadas na cabeça e todo o sangue que tiram de seus adversários.” ‘Mata-leão’. Aleluia!
Papelão. A ginasta Daniele Hypólito caiu do cavalo numa blitz de madrugada no Leblon. Ela se recusou a fazer o teste do bafômetro e também não apresentou a carteira de habilitação. Apesar das piruetas nas explicações, tomou duas multas (total de R$ 1.010) e perdeu 10 pontos.
Tititi d’Aline. O hermano Jesus Dátolo aterrissou no Internacional com um significativo carimbo das fãs: em 2010, quando defendia o Napoli, provocou frissons ao posar nu para uma revista gay. Torcedores e cartolas do time italiano ficaram tão felizes que andaram queimando exemplares da publicação, já que o ex-atleta do Boca Juniors usou a camisa do clube no ensaio.
Você sabia que... o Manchester City já multou Tevez em R$ 25,5 milhões por indisciplina?
Bola de ouro. Matheus Caldeira, Ravi, Cristiano, Leandro, Antonio Carlos, Marquinhos, Denner, Anderson, Gomes, Giovanni, Wesley, Matheuzinho, Douglas, Leonardo e o técnico Narciso. Campeões da Copinha contra tudo e contra todos, até o próprio Corinthians.
Bola de latão. FPF. A nobre entidade respeita a Copinha como pérola de bijuteria. Na final, a torcida ganhou tratamento vip: cinco horas para entrar no Pacaembu, ameaça de agressão por parte de cambistas, policiais mais interessados no BBB...
Bola de lixo. José Maria Marin. O imaculado representante do Circo Brasileiro de Futebol, torcedor do São Paulo e ex-governador dos paulistas, foi flagrado colocando no bolso uma medalha de campeão da Copinha.
Bola sete. “Fiquei sete meses sem sexo por causa do Corinthians. Não tinha cabeça. Outras prioridades, uma loucura” (do presidente licenciado Andrés Gomes, à revista ‘GQ’ – ô coitado!).
Dúvida pertinente. Flamengo: vale mais um Vagner Love no ataque do que um Thiago Neves no meio-campo?
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Campeonato Catarinense
Turno
2ª rodada
Camboriú 0 x 1 Metropolitano-SC
Hermann Aichinger 1 x 1 Figueirense
Brusque 0 x 1 Chapecoense
2ª rodada
Camboriú 0 x 1 Metropolitano-SC
Hermann Aichinger 1 x 1 Figueirense
Brusque 0 x 1 Chapecoense
Potiguar
| 21h30 Palmeira de Goianinha 1x0 Assu |
| 21h30 Baraúnas-RN 0x1 Caicó |
| 21h30 Coríntians-RN 1x0 América-RN |
| 21h30 ABC 2x1 Santa Cruz-RN |
Cearense
| 21h20 Tiradentes-CE 4x0 Guarani de Juazeiro |
| 21h20 Trairiense 3x4 Horizonte-CE |
| 21h20 Crateús 2x1 Ferroviário-CE |
| 21h20 Ceará 2x2 Crato |
| 22h00 Itapipoca 0x1 Fortaleza |
Pernambucano
| 20h30 Santa Cruz-PE 2x0 Ypiranga-PE |
| 21h00 Porto-PE 1x1 Araripina |
| 21h00 Salgueiro 3x0 Central |
| 22h10 Náutico 2x0 América-PE |
Goiano
| 20h30 Itumbiara 3x1 CRAC-GO |
| 20h30 Morrinhos2x4 Goiás |
| 20h30 Vila Nova-GO 3x0 Rio Verde |
| 22h00 Atlético-GO 2x1 Anapolina |
Baiano
| 20h30 Juazeiro 0x4 Atlético-BA |
| 20h30 Bahia 2x0 Juazeirense |
| 20h30 Fluminense-BA 1x1 Serrano |
| 20h30 Feirense 0x0 Camaçari |
| 20h30 Itabuna 0x4 Bahia de Feira |
| 22h00 Vitória da Conquista 0x5 Vitória |
Libertadores
| 19h50 Unión Española 1x0 Tigres |
| 22h00 Real Potosí 2x1 Flamengo |
| 22h00 Internacional 1x0 Once Caldas |
Paranaense
| 18h00 Iraty 1x2 Arapongas |
| 19h30 Coritiba 2x0 Corinthians-PR |
| 20h30 Londrina-PR 4x0 Paranavaí |
| 20h30 Roma-PR 0x1 Cianorte |
| 20h30 Rio Branco-PR 3x2 Toledo-PR |
| 22h00 Operário 0x1 Atlético-PR |
Gaúcho
| 17h00 São José-RS 3x0 Veranópolis |
| 19h30 Universidade 1x3 Grêmio |
| 20h00 São Luiz 0x0 Cruzeiro-RS |
| 20h30 Ypiranga-RS 0x0 Novo Hamburgo |
| 22h00 Lajeadense 0x2 Caxias |
Paulista
| 17h00 Mirassol 1x1 Catanduvense |
| 17h00 Botafogo-SP 2x1 XV de Piracicaba |
| 19h30 Oeste 2x3 São Paulo |
| 19h30 Ponte Preta 5x1 Bragantino |
| 19h30 Paulista 3x0 Comercial-SP |
| 21h50 Linense 3x3 São Caetano |
| 22h00 Palmeiras 1x1 Portuguesa |
| 22h00 Guaratinguetá 0x2 Corinthians |
Criador de “Que desagradável” promete novos bordões pela Fox Sports
Tirado da equipe do Sportv, o narrador João Guilherme aparece na largada das atividades da Fox Sports como um dos principais nomes do elenco da emissora. Em sua casa atual, o criador de “Que desagradável” promete reproduzir seu famoso bordão e ainda apresentar novos para antigos e novos seguidores.
“O ‘Que desagradável‘ vem comigo, aonde quer que eu for, o bordão é meu. O bordão é muito importante, ele cria a identidade do narrador. A gente é lembrado pelo bordão que tem. E vem novos bordões por aí. Eles surgem naturalmente. A gente não fica parando e pensando: ‘vou falar isso’. Às vezes a gente ouve uma musica, uma conversa, lê alguma coisa, aí vem o estalo de usar na transmissão. É o retorno do publico faz ele se consagrar”, afirmou João Guilherme no evento de lançamento do canal, na última segunda-feira, em São Paulo.
O narrador relata ter criado o bordão que marca sua carreira de repente, em um improviso após um escorregão de Petkovic durante jogo entre Flamengo e Cruzeiro em 2001. Para o começo de atividades da Fox Sports, João Guilherme diz que deve tentar popularizar outro termo que já vinha ensaiando no Sportv.
“No final no Sportv, eu estava usando um bordão que estava começando a pegar, que é o ‘Para tudo‘. É um bordão para quando alguém faz uma jogada bonita, estava começando a repercutir. Pretendo usar no Fox Sports”, diz o narrador.
Aos 40 anos, João Guilherme refuta o status de número 1 entre os narradores da Fox Sport, que também conta com Marco de Vargas (ex-Sport) Hamilton Rodrigues e Eder Reis (ex-RedeTV). “Isso nunca foi falado, de ser número 1, número 2. Temos um grupo em que todos têm qualidade, todos buscam o seu espaço. No início, os espaços vão ser conquistados naturalmente. Todos temos grandes oportunidades para mostrar serviço”, afirma.
João Guilherme começou a carreira em 1988 na Rádio Carioca. Ainda no Rio de Janeiro, passou pela Tupi. Em seguida, o narrador se mudou para São Paulo, onde atuou pela Rádio Gazeta. Pelo Sportv, onde chegou por indicação do comentarista Mauro Beting, foram quase 15 anos de serviços prestados.
LEIA MAIS:
Perto da estreia, Fox Sports ainda não tem espaço na TV fechada e refuta compra do BandSports
Fox Sports anuncia Brasil Open e atenção a pelotão inferior do tênis
Simon rejeita convites para comentar arbitragem por protagonismo na Fox Sports
Crítico Mauricio Stycer comenta:
Sem saber onde será vista e com “elenco” de atores, Fox Sports preocupa antes da estreia
O narrador relata ter criado o bordão que marca sua carreira de repente, em um improviso após um escorregão de Petkovic durante jogo entre Flamengo e Cruzeiro em 2001. Para o começo de atividades da Fox Sports, João Guilherme diz que deve tentar popularizar outro termo que já vinha ensaiando no Sportv.
“No final no Sportv, eu estava usando um bordão que estava começando a pegar, que é o ‘Para tudo‘. É um bordão para quando alguém faz uma jogada bonita, estava começando a repercutir. Pretendo usar no Fox Sports”, diz o narrador.
Aos 40 anos, João Guilherme refuta o status de número 1 entre os narradores da Fox Sport, que também conta com Marco de Vargas (ex-Sport) Hamilton Rodrigues e Eder Reis (ex-RedeTV). “Isso nunca foi falado, de ser número 1, número 2. Temos um grupo em que todos têm qualidade, todos buscam o seu espaço. No início, os espaços vão ser conquistados naturalmente. Todos temos grandes oportunidades para mostrar serviço”, afirma.
João Guilherme começou a carreira em 1988 na Rádio Carioca. Ainda no Rio de Janeiro, passou pela Tupi. Em seguida, o narrador se mudou para São Paulo, onde atuou pela Rádio Gazeta. Pelo Sportv, onde chegou por indicação do comentarista Mauro Beting, foram quase 15 anos de serviços prestados.
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terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Clijsters vence Wozniacki, vai às semis, e ranking da WTA terá nova líder
Dois anos no topo e nenhum título de Grand Slam. É assim que o mundo lembrará da primeira passagem de Caroline Wozniacki como número 1 do mundo. A dinamarquesa foi derrota na madrugada desta terça-feira pela belga Kim Clijsters, cabeça de chave número 11, por 2 sets a 0, parciais de 6-3, 7-6(4), pelas quartas de final do Australian Open.
A atual campeã do torneio castigou a musa dinamarquesa e aplicou 39 bolas vencedoras na partida, enquanto a adversária conseguiu apenas 13 winners. Apesar disso, Clijsters cedeu quatro quebras de saque à Wozniacki, que teve seu game de serviço perdido por seis vezes.
Kim Clijsters chegou a abrir 5-2 no primeiro set e teve o saque para fechar, mas perdeu a chance e vence só no game seguinte. A belga também teve a chance de liquidar o jogo quando sacou em 5-3 no segundo set, mas vacilou e só foi ganhar o confronto no tie break.
Com este resultado, Clijsters busca o bicampeonato na Austrália e avança à semifinal do torneio. Para voltar à decisão do Grand Slam, a belga terá que passar pela bielorrussa Victoria Azarenka, que venceu a polonesa Agnieska Radwanska nesta terça por 2 sets a 1.
Número 3 do ranking da WTA, Azarenka é uma das três tenistas que podem ultrapassar Caroline Wozniacki na ponta da lista. As outras são a tcheca Petra Kvitova (2ª colcoada) e a russa Maria Sharapova (4ª). Wozniacki cairá, no mínimo, para o terceiro posto.
A atual campeã do torneio castigou a musa dinamarquesa e aplicou 39 bolas vencedoras na partida, enquanto a adversária conseguiu apenas 13 winners. Apesar disso, Clijsters cedeu quatro quebras de saque à Wozniacki, que teve seu game de serviço perdido por seis vezes.
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Kim Clijsters chegou a abrir 5-2 no primeiro set e teve o saque para fechar, mas perdeu a chance e vence só no game seguinte. A belga também teve a chance de liquidar o jogo quando sacou em 5-3 no segundo set, mas vacilou e só foi ganhar o confronto no tie break.
Com este resultado, Clijsters busca o bicampeonato na Austrália e avança à semifinal do torneio. Para voltar à decisão do Grand Slam, a belga terá que passar pela bielorrussa Victoria Azarenka, que venceu a polonesa Agnieska Radwanska nesta terça por 2 sets a 1.
Número 3 do ranking da WTA, Azarenka é uma das três tenistas que podem ultrapassar Caroline Wozniacki na ponta da lista. As outras são a tcheca Petra Kvitova (2ª colcoada) e a russa Maria Sharapova (4ª). Wozniacki cairá, no mínimo, para o terceiro posto.
Azarenka comemora recuperação e vaga na semi
Melbourne (Austrália) - Uma das postulantes a terminar o Australian Open como número 1 do mundo, a bielorrussa Victoria Azarenka por pouco não teve que deixar suas aspirações de lado. Nesta terça-feira, ela saiu perdendo para a polonesa Agnieszka Radwanska, mas conseguiu se recuperar no jogo e carimbou a vaga para as semifinais do torneio.
“Estou muito feliz com a minha vitória. Consegui dar a volta por cima, foi muito importante ver como eu pude me recuperar depois de não jogar bem no primeiro set”, comemorou Azarenka, que anotou parciais de 6/7 (0-7), 6/0 e 6/2 diante da rival polonesa. “Foi muito difícil esquecer o primeiro set e começar do zero e continuar batalhando”, acrescentou
Agora, ela tem um duelo complicado com a belga Kim Clijsters, atual campeã em Melbourne e a mais experiente entre todas as que ainda se encontram vivas na chave. “Kim é uma grande campeã, sabe lidar bem com as situações nos grandes jogos”, declarou a bielorrussa. Além de brigar por seu primeiro título de Grand Slam, a atual número 3 do mundo também pode alcançar a liderança do ranking.
Quando questionada sobre preferir ser número 1 ou vencer um Slam, a bielorrussa optou por uma saída mais criativa. “Acho que você pode conciliar vencer um Grand Slam com ser número 1”, disse rindo. Ela também se esquivou ao falar de quem merece ser a líder do ranking. “Não tenho opinião sobre o ranking e estou apenas focada em meu jogo. Quem faz o ranking é a WTA, não as jogadoras. É assim que funciona e eu respeito isso”, pontuou Azarenka.
Outro ponto que Azarenka não pode escapar de comentar foi a recorrente discussão sobre os gritos dela e da russa Maria Sharapova. “Isso já me foi perguntado antes e vou repetir o que já disse. Não acredito que Maria e eu sejamos as únicas que gritem em quadra. Só posso falar por mim mesma e não pelas outras, por isso digo que é assim que jogo e faço isso desde criança”, decretou a bielorrussa.
“Estou muito feliz com a minha vitória. Consegui dar a volta por cima, foi muito importante ver como eu pude me recuperar depois de não jogar bem no primeiro set”, comemorou Azarenka, que anotou parciais de 6/7 (0-7), 6/0 e 6/2 diante da rival polonesa. “Foi muito difícil esquecer o primeiro set e começar do zero e continuar batalhando”, acrescentou
Agora, ela tem um duelo complicado com a belga Kim Clijsters, atual campeã em Melbourne e a mais experiente entre todas as que ainda se encontram vivas na chave. “Kim é uma grande campeã, sabe lidar bem com as situações nos grandes jogos”, declarou a bielorrussa. Além de brigar por seu primeiro título de Grand Slam, a atual número 3 do mundo também pode alcançar a liderança do ranking.
Quando questionada sobre preferir ser número 1 ou vencer um Slam, a bielorrussa optou por uma saída mais criativa. “Acho que você pode conciliar vencer um Grand Slam com ser número 1”, disse rindo. Ela também se esquivou ao falar de quem merece ser a líder do ranking. “Não tenho opinião sobre o ranking e estou apenas focada em meu jogo. Quem faz o ranking é a WTA, não as jogadoras. É assim que funciona e eu respeito isso”, pontuou Azarenka.
Outro ponto que Azarenka não pode escapar de comentar foi a recorrente discussão sobre os gritos dela e da russa Maria Sharapova. “Isso já me foi perguntado antes e vou repetir o que já disse. Não acredito que Maria e eu sejamos as únicas que gritem em quadra. Só posso falar por mim mesma e não pelas outras, por isso digo que é assim que jogo e faço isso desde criança”, decretou a bielorrussa.
Clijsters vai à semi e Wozniacki perde o número 1
Melbourne (Austrália) - O tênis feminino terá uma nova líder na próxima segunda-feira. Caroline Wozniacki deixará o posto após ser derrotada pela belga Kim Clijsters por 6/3 e 7/6 (7-5) nas quartas de final do Australian Open. A atual campeã do torneio enfrenta a bielorrussa Victoria Azarenka em busca da final.
Wozniacki deixará a liderança do ranking após 67 semanas. Criticada por não ter chegado sequer a uma final de Slam durante o seu reinado (ela foi vice do US Open em 2009), a dinamarquesa ficará no máximo na terceira posição após Melbourne. Se Maria Sharapova for à final, Wozniacki cai para a quarta colocação.
Clijsters ocupou a liderança por uma semana em fevereiro do ano passado, no único intervalo nos meses de número 1 de Wozniacki. As duas haviam se enfrentado duas vezes antes desta terça, com duas vitórias da belga. Porém, com a torção que Clijsters sofreu nas oitavas de final, era incerta a condição física da campeã de quatro Slam.
Nos primeiros games da partida, ficou claro que Clijsters pretendia disputar pontos curtos. Com a mão calibrada, a belga acertou belos winners e abriu 5/2 rapidamente. Wozniacki quebrou, mas não suportou a pressão no game seguinte e ficou um set abaixo.
No segundo set, Clijsters também abriu 5/2 e permitiu reação, deixando o placar chegar em 5/5. A decisão foi para um disputado tiebreak, que Clijsters venceu com dois belos winners nos últimos dois pontos. Clijsters chega à semifinal com 4 a 2 de vantagem nos confrontos com Azarenka, mas a bielorrusa venceu o último deles, em Miami.
Wozniacki deixará a liderança do ranking após 67 semanas. Criticada por não ter chegado sequer a uma final de Slam durante o seu reinado (ela foi vice do US Open em 2009), a dinamarquesa ficará no máximo na terceira posição após Melbourne. Se Maria Sharapova for à final, Wozniacki cai para a quarta colocação.
Clijsters ocupou a liderança por uma semana em fevereiro do ano passado, no único intervalo nos meses de número 1 de Wozniacki. As duas haviam se enfrentado duas vezes antes desta terça, com duas vitórias da belga. Porém, com a torção que Clijsters sofreu nas oitavas de final, era incerta a condição física da campeã de quatro Slam.
Nos primeiros games da partida, ficou claro que Clijsters pretendia disputar pontos curtos. Com a mão calibrada, a belga acertou belos winners e abriu 5/2 rapidamente. Wozniacki quebrou, mas não suportou a pressão no game seguinte e ficou um set abaixo.
No segundo set, Clijsters também abriu 5/2 e permitiu reação, deixando o placar chegar em 5/5. A decisão foi para um disputado tiebreak, que Clijsters venceu com dois belos winners nos últimos dois pontos. Clijsters chega à semifinal com 4 a 2 de vantagem nos confrontos com Azarenka, mas a bielorrusa venceu o último deles, em Miami.
O tabu de Felipão
Luiz Felipe não ganha um título desde que o Brasil foi campeão do mundo, em 2002, mas fez trabalhos importantes de lá para cá. Por exemplo, levou Portugal à semifinal da Copa do Mundo. Nos estaduais, o tabu não tem meio termo. Felipão não ganha desde o Gauchão de 1996. Nunca foi campeão paulista e disputou o torneio quatro vezes. Não ganhou o título mineiro que disputou em 2001.
Campeão gáucho pelo Grêmio em 1987, 1995 e 1996, conquistou o segundo desses títulos jogando com o time reserva. Anunciou que jogaria o Grenal decisivo com apenas três titulares. Escalou outros três, mas venceu a final com cinco suplentes. Aquele Grêmio dependia de bolas paradas, como o Palmeiras de hoje.
Na estreia do Paulistão 2012, que pode quebrar o tabu de Felipão, o time fez 1 a 0 em escanteio cobrado por Marcos Assunção, para variar. Sofreu o empate de pênalti. E fez 2 a 1 graças à boa jogada de Valdivia.
No tempo em que era campeão estadual e usava o banguzinho - gíria gaúcha para descrever o time aspirante - Felipão era o paizão. Ano passado, um dos maiores problemas do Palmeiras foi a crise do vestiário. Em consequência dela, má vontade nos treinos, mal futebol.
A situação melhorou depois da contratação de César Sampaio para diretor de futebol. Essa paz pode representar bom futebol de Valdivia e um time que, consequentemente, dependa menos das bolas paradas. Ganhar em Bragança Paulista, onde historicamente o Palmeiras se dá mal, pode ser sinal de um ano melhor. O futebol da estreia, ao menos, foi bem mais sólido. A questão é se será, nos próximos jogos, para quebrar o longo tabu de 15 anos de Felipão.
Lucas, Nilmar e Luís Fabiano juntos. Sim, eles podem jogar juntos
Não está fechada a contratação de Nilmar, mas o negócio está a caminho, como ficou claro em uma frase de um diretor do São Paulo, na sexta-feira: "Não me pergunte o que não posso responder!" Na sequência, a afirmação de que não está fechado, como se chegou a dizer na sexta-feira pela manhã.
Se fechar...
Se fechar, o ponto seguinte é organizar o time com Lucas, Luís Fabiano e Nilmar juntos.
Contra o Botafogo, o São Paulo mostrou o melhor futebol da primeira rodada do Paulistão. Jogou num 4-2-3-1, quase 4-3-3, com Lucas pela direita, Fenandinho à esquerda, Luís Fabiano centralizado e Cícero armando, vindo de trás.
Como Nilmar jogou muitas vezes no Villarreal pelas pontas, parece simples escalar Lucas pela direita e Nilmar na função que pertenceu a Fernandinho contra o Botafogo.
O São Paulo vai ficar muito forte, se tudo isso acontecer.
Se fechar...
Se fechar, o ponto seguinte é organizar o time com Lucas, Luís Fabiano e Nilmar juntos.
Contra o Botafogo, o São Paulo mostrou o melhor futebol da primeira rodada do Paulistão. Jogou num 4-2-3-1, quase 4-3-3, com Lucas pela direita, Fenandinho à esquerda, Luís Fabiano centralizado e Cícero armando, vindo de trás.
Como Nilmar jogou muitas vezes no Villarreal pelas pontas, parece simples escalar Lucas pela direita e Nilmar na função que pertenceu a Fernandinho contra o Botafogo.
O São Paulo vai ficar muito forte, se tudo isso acontecer.
Gigantes de Rio e SP estreiam com média de público ridícula nos estaduais
Os oito grandes clubes de São Paulo e Rio de Janeiro contam, segundo pesquisa do Ibope divulgada em 2011, com torcidas que variam entre 3 e 34 milhões de torcedores aproximadamente. O fato não impediu que neste final de semana, na estreia desses mesmos oito times nos campeonatos estaduais de Rio e São Paulo, os dois maiores do Brasil, o público pagante variasse entre 4 e 16 mil torcedores em seus jogos.
É pouco, muito pouco, para a "volta das férias". Um momento no qual, ainda que os jogos não valham lá grande coisa, o torcedor costuma estar saudoso para ver seu time jogar para valer.
No Rio, a média dos jogos dos quatro grandes foi ridícula, pouco mais de 6 mil pagantes por jogo. Em São Paulo, ainda que essa mesma média tenha sido mais que o dobro do Rio, com mais de 12 mil pagantes, não dá para considerá-la boa – embora, confesso, essa tenha sido minha primeira impressão.
Precisamos de referências para perceber o quanto temos nos contentado com pouco, chegando a considerar "bons" públicos com pouco mais de 10 mil pagantes para equipes que contam com milhões de torcedores.
Boa referência, como de costume, são as quatro maiores ligas europeias. Juntando Rio e São Paulo, os oito gigantes do futebol brasileiro nestes dois estados estrearam no fim de semana com média de 9.448 torcedores por jogo. O número é inferior às médias dos ÚLTIMOS COLOCADOS EM PÚBLICO das principais ligas europeias na temporada passada. Veja:
CAMPEONATO PAULISTA, 1ª rodada
Corinthians 2 x 1 Mirassol, 16.117 pagantes
XV de Piracicaba 1 x 1 Santos, 11.282 pagantes
São Paulo 4 x 0 Botafogo, 15.586 pagantes
Bragantino 1 x 2 Palmeiras, 8.180 pagantes
Média em São Paulo: 12.791 pagantes
CAMPEONATO CARIOCA, 1ª rodadaVasco 2 x 0 Americano, 6.920 pagantes
Botafogo 3 x 1 Resende, 8.238 pagantes
Fluminense 3 x 0 Friburguense, 5.019 pagantes
Flamengo 4 x 0 Bonsucesso, 4.246 pagantes
Média no Rio: 6.105 pagantes
COMPARAÇÃO COM PIORES MËDIAS DA EUROPA EM 2010-11
1) Mainz (Alemanha) – 20.170
2) Blackpool (Inglaterra) – 15.779
3) Getafe (Espanha) – 10.736
4) Brescia (Itália) – 9.526
5) Média da estréia dos grandes em SP e RJ - 9.448
A comparação impressiona porque, em valores absolutos, os grandes times de Rio e São Paulo contam com um número de torcedores bem maior do que os times citados acima (que, repito, são os últimos colocados em relação a público, não necessariamente na tabela dos campeonatos de 2010-11).
A comparação dos grandes times brasileiros não deveria ser com Mainz, Blackpool, Getafe e Brescia, mas com Bayern, United, Real Madrid e Milan, por exemplo.
Fórmulas mais excitantes para os estaduais, um calendário que ajude os times a evitarem equipes reservas logo na estreia da temporada, venda antecipada de ingressos que englobe também os estaduais, melhores condições nos estádios e punição severa aos responsáveis pela violência entre torcedores são algumas das medidas que poderiam ser tomadas para que melhorássemos a presença de público nos campos brasileiros.
E para que parássemos de considerar "bom" um número de torcedores que, analisando bem, é ridículo.
É pouco, muito pouco, para a "volta das férias". Um momento no qual, ainda que os jogos não valham lá grande coisa, o torcedor costuma estar saudoso para ver seu time jogar para valer.
No Rio, a média dos jogos dos quatro grandes foi ridícula, pouco mais de 6 mil pagantes por jogo. Em São Paulo, ainda que essa mesma média tenha sido mais que o dobro do Rio, com mais de 12 mil pagantes, não dá para considerá-la boa – embora, confesso, essa tenha sido minha primeira impressão.
Precisamos de referências para perceber o quanto temos nos contentado com pouco, chegando a considerar "bons" públicos com pouco mais de 10 mil pagantes para equipes que contam com milhões de torcedores.
Boa referência, como de costume, são as quatro maiores ligas europeias. Juntando Rio e São Paulo, os oito gigantes do futebol brasileiro nestes dois estados estrearam no fim de semana com média de 9.448 torcedores por jogo. O número é inferior às médias dos ÚLTIMOS COLOCADOS EM PÚBLICO das principais ligas europeias na temporada passada. Veja:
CAMPEONATO PAULISTA, 1ª rodada
Corinthians 2 x 1 Mirassol, 16.117 pagantes
XV de Piracicaba 1 x 1 Santos, 11.282 pagantes
São Paulo 4 x 0 Botafogo, 15.586 pagantes
Bragantino 1 x 2 Palmeiras, 8.180 pagantes
Média em São Paulo: 12.791 pagantes
CAMPEONATO CARIOCA, 1ª rodadaVasco 2 x 0 Americano, 6.920 pagantes
Botafogo 3 x 1 Resende, 8.238 pagantes
Fluminense 3 x 0 Friburguense, 5.019 pagantes
Flamengo 4 x 0 Bonsucesso, 4.246 pagantes
Média no Rio: 6.105 pagantes
COMPARAÇÃO COM PIORES MËDIAS DA EUROPA EM 2010-11
1) Mainz (Alemanha) – 20.170
2) Blackpool (Inglaterra) – 15.779
3) Getafe (Espanha) – 10.736
4) Brescia (Itália) – 9.526
5) Média da estréia dos grandes em SP e RJ - 9.448
A comparação impressiona porque, em valores absolutos, os grandes times de Rio e São Paulo contam com um número de torcedores bem maior do que os times citados acima (que, repito, são os últimos colocados em relação a público, não necessariamente na tabela dos campeonatos de 2010-11).
A comparação dos grandes times brasileiros não deveria ser com Mainz, Blackpool, Getafe e Brescia, mas com Bayern, United, Real Madrid e Milan, por exemplo.
Fórmulas mais excitantes para os estaduais, um calendário que ajude os times a evitarem equipes reservas logo na estreia da temporada, venda antecipada de ingressos que englobe também os estaduais, melhores condições nos estádios e punição severa aos responsáveis pela violência entre torcedores são algumas das medidas que poderiam ser tomadas para que melhorássemos a presença de público nos campos brasileiros.
E para que parássemos de considerar "bom" um número de torcedores que, analisando bem, é ridículo.
ÍDEO: Bertozzi e Oddi falam da Juve campeã de inverno
A Juventus fechou invicta o primeiro turno do Campeonato Italiano e se sagrou campeã de inverno pela primeira vez desde a temporada 2005/06. Quais as chances de título da equipe de Turim? Os comentaristas Leonardo Bertozzi e Gian Oddi batem papo sobre a primeira metade da Serie A e quem pode rivalizar com a Juve pelo scudetto.
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Corinthians reza e torce para Montillo chutar o pão de queijo
Os corintianos juram de pés juntos e figa na mão que Montillo faz parte do passado, de uma proposta recusada de R$ 20 milhões.
O pão de queijo queimou e não há mais nenhuma chance de o argentino aterrissar como grande reforço do ‘bando de loucos’ em mais uma temporada de caça ao título de rei da América, a sonhada Libertadores. Um jogo de cena digno de novela. Apenas uma fina estampa.
Na verdade, o Corinthians ainda está mais ligado nas chuteiras do gringo que ar-condicionado no deserto. Sabe que nesta terça acontecerá uma reunião em Belo Horizonte que poderá determinar o futuro do jogador.
Montillo e seu empresário, Sergio Irigoitia, terão um tête-à-tête com o presidente do Cruzeiro, Gilvan Tavares.
Eles esperam que o mandachuva e raios do time mineiro multiplique por três, no mínimo, o pão nosso de cada dia. Se o clube se fechar em copas, o papo terminará em poucos segundos.
Montillo embolsa atualmente R$ 170 mil por mês e quer pelo menos R$ 400 mil para continuar reinando na Toca.
O cálculo do jogador e seu agente para justificar o pedido de reajuste é tão simples como 2+2= 4. Um mês de Corinthians equivale a somente quatro do Cruzeiro. Pode passar a régua.
######
Fala muito! Empolgado com os elogios após comandar a vitória dos periquitos em revista na estreia do Paulistinha, o mago Valdivia tirou alguns coelhos da cartola e retribuiu a chuva de confete. Disse ser muito difícil digerir a feijoada de críticas que o presidente Arnaldo Tirone, o popular Pituca, costuma fazer à vida pessoal dele. O chileno até compreende a marcação da torcida, mas não engole a pimenta do cartola, já que nunca saíram para beber juntos. Se for preciso, Valdivia até comprará uma camisa de Tite para o cartola fechar a boca.
Sugismundo Freud. A arma do boi é o desgosto do homem.
Rádio Rabiola. Nada como fazer a fama e deitar na cama. O fofo Ronaldo e o Galinho Zico se uniram em uma empreitada, o projeto Pneira, com o objetivo de atingir um milhão de usuários na rede social. Os resultados foram surpreendentes: nem dois mil seguidores no Twitter. A ideia é encurtar o caminho entre talentos e clubes, enviando um vídeo de um minuto para o site. Se estiver entre os mais votados do mês, o ‘craque’ fará uma peneira de verdade num time popular.
Twitface. A Fifa comunica: sai Itaquerão, entre Arena São Paulo até o Corinthians negociar o nome do estádio. A Fiel informa: o Itaquerão é nosso e ninguém mexe.
Zapping. A bola do Paulistinha começou rolando quadrada no ibope global da Grande São Paulo desvairada, esburacada e abandonada. O duelo do soberano São Paulo contra o Botafogo rendeu apenas 13 pontos de média, cinco a menos que o amistoso me-engana-que-eu-gosto Corinthians x Flamengo. Ano passado, o jogo de abertura com o Tricolor cravou 15 pontos de média. Na Band, o pontapé inicial amealhou 5,5 pontos, inferior a Palmeiras x Ajax (seis).
‘Ilha de Lost’. Depois da tempestade vem a ... enxurrada de gozações dos coirmãos pernambucanos. A Ilha do Retiro virou mar aberto para gozações nas redes sociais após as chuvas que transformaram o campo em ‘piscinão de Ramos’, local de treinamento para golfinhos, tanque de búfalos, mangue e barraca de parque para caçar caranguejos. Detalhe: o gramado foi reformado.
Gilete press. De Lauro Jardim, em ‘Veja’: “Dilma Rousseff está jogando duro não só com a CBF, mas com a Fifa também. Aproveitando a reunião da Fifa com o governo, Joseph Blatter tentou marcar uma audiência com Dilma. A resposta foi um “não” redondo como uma bola de futebol. Blatter, que acabou desistindo de vir ao Brasil, foi avisado de que o interlocutor do governo com a Fifa é Aldo Rebelo.” Aleluia!
Musas da chapinha. As gêmeas Bia e Branca, do nado sincronizado, são as brasileiras mais bem colocadas no ranking das 100 atletas mais lindas de todos os tempos, segundo o site americano ‘Bleacherreport’. Elas ocupam a 22ª posição. A lutadora de jiu-jítsu Kyra Gracie aparece em 23°. Milene Domingues, ex de Ronaldo, ocupa o 59º lugar. A turma do vôlei só obteve a 65ª colocação, com Ana Paula Mancino. A surfista americana Alana Blanchard encabeça a lista. A tenista Maria Sharapova ocupa um modesto 39° lugar – um crime.
Tititi d’Aline. O longa do centenário do Peixe já tem título e orçamento: ‘Santos: 100 Anos de Futebol Arte – o Filme’, dirigido por Kátia Lund, e R$ 1,2 milhão.
Você sabia que... os clubes cariocas, somados, lucraram fantásticos R$ 2 milhões com as bilheterias dos 132 jogos do estadual de 2011, média de R$ 15 mil por partida?
Bola de ouro. Fiel. Melhor público da primeira rodada do Paulistinha e do Carioquinha, com 16.117 pagantes. E não havia nada de excepcional.
Bola de latão. Vanderlei Luxemburgo. O ‘pofexô’ acionou integrantes de sua comissão técnica para espalhar que Ronaldinho, seu desafeto, não tem bom ambiente no grupo.
Bola de lixo. Diego Souza. O meia do Vasco se negou a fazer o teste do bafômetro na madrugada de segunda, na Barra da Tijuca, teve a carteira de habilitação apreendida e tomou uma multa de R$ 957, 70.
Bola sete. “Não faz sentido vencer um combate e depois agradecer ao Senhor ou a Jesus. Deus não é fã de MMA” (do polêmico americano Chael Sonnen, aplicando um ‘mata-leão’ em vários lutadores – faz setindo).
Dúvida pertinente. Rogério Ceni a caminho da aposentadoria?
O pão de queijo queimou e não há mais nenhuma chance de o argentino aterrissar como grande reforço do ‘bando de loucos’ em mais uma temporada de caça ao título de rei da América, a sonhada Libertadores. Um jogo de cena digno de novela. Apenas uma fina estampa.
Na verdade, o Corinthians ainda está mais ligado nas chuteiras do gringo que ar-condicionado no deserto. Sabe que nesta terça acontecerá uma reunião em Belo Horizonte que poderá determinar o futuro do jogador.
Montillo e seu empresário, Sergio Irigoitia, terão um tête-à-tête com o presidente do Cruzeiro, Gilvan Tavares.
Eles esperam que o mandachuva e raios do time mineiro multiplique por três, no mínimo, o pão nosso de cada dia. Se o clube se fechar em copas, o papo terminará em poucos segundos.
Montillo embolsa atualmente R$ 170 mil por mês e quer pelo menos R$ 400 mil para continuar reinando na Toca.
O cálculo do jogador e seu agente para justificar o pedido de reajuste é tão simples como 2+2= 4. Um mês de Corinthians equivale a somente quatro do Cruzeiro. Pode passar a régua.
######
Fala muito! Empolgado com os elogios após comandar a vitória dos periquitos em revista na estreia do Paulistinha, o mago Valdivia tirou alguns coelhos da cartola e retribuiu a chuva de confete. Disse ser muito difícil digerir a feijoada de críticas que o presidente Arnaldo Tirone, o popular Pituca, costuma fazer à vida pessoal dele. O chileno até compreende a marcação da torcida, mas não engole a pimenta do cartola, já que nunca saíram para beber juntos. Se for preciso, Valdivia até comprará uma camisa de Tite para o cartola fechar a boca.
Sugismundo Freud. A arma do boi é o desgosto do homem.
Rádio Rabiola. Nada como fazer a fama e deitar na cama. O fofo Ronaldo e o Galinho Zico se uniram em uma empreitada, o projeto Pneira, com o objetivo de atingir um milhão de usuários na rede social. Os resultados foram surpreendentes: nem dois mil seguidores no Twitter. A ideia é encurtar o caminho entre talentos e clubes, enviando um vídeo de um minuto para o site. Se estiver entre os mais votados do mês, o ‘craque’ fará uma peneira de verdade num time popular.
Twitface. A Fifa comunica: sai Itaquerão, entre Arena São Paulo até o Corinthians negociar o nome do estádio. A Fiel informa: o Itaquerão é nosso e ninguém mexe.
Zapping. A bola do Paulistinha começou rolando quadrada no ibope global da Grande São Paulo desvairada, esburacada e abandonada. O duelo do soberano São Paulo contra o Botafogo rendeu apenas 13 pontos de média, cinco a menos que o amistoso me-engana-que-eu-gosto Corinthians x Flamengo. Ano passado, o jogo de abertura com o Tricolor cravou 15 pontos de média. Na Band, o pontapé inicial amealhou 5,5 pontos, inferior a Palmeiras x Ajax (seis).
‘Ilha de Lost’. Depois da tempestade vem a ... enxurrada de gozações dos coirmãos pernambucanos. A Ilha do Retiro virou mar aberto para gozações nas redes sociais após as chuvas que transformaram o campo em ‘piscinão de Ramos’, local de treinamento para golfinhos, tanque de búfalos, mangue e barraca de parque para caçar caranguejos. Detalhe: o gramado foi reformado.
Gilete press. De Lauro Jardim, em ‘Veja’: “Dilma Rousseff está jogando duro não só com a CBF, mas com a Fifa também. Aproveitando a reunião da Fifa com o governo, Joseph Blatter tentou marcar uma audiência com Dilma. A resposta foi um “não” redondo como uma bola de futebol. Blatter, que acabou desistindo de vir ao Brasil, foi avisado de que o interlocutor do governo com a Fifa é Aldo Rebelo.” Aleluia!
Musas da chapinha. As gêmeas Bia e Branca, do nado sincronizado, são as brasileiras mais bem colocadas no ranking das 100 atletas mais lindas de todos os tempos, segundo o site americano ‘Bleacherreport’. Elas ocupam a 22ª posição. A lutadora de jiu-jítsu Kyra Gracie aparece em 23°. Milene Domingues, ex de Ronaldo, ocupa o 59º lugar. A turma do vôlei só obteve a 65ª colocação, com Ana Paula Mancino. A surfista americana Alana Blanchard encabeça a lista. A tenista Maria Sharapova ocupa um modesto 39° lugar – um crime.
Tititi d’Aline. O longa do centenário do Peixe já tem título e orçamento: ‘Santos: 100 Anos de Futebol Arte – o Filme’, dirigido por Kátia Lund, e R$ 1,2 milhão.
Você sabia que... os clubes cariocas, somados, lucraram fantásticos R$ 2 milhões com as bilheterias dos 132 jogos do estadual de 2011, média de R$ 15 mil por partida?
Bola de ouro. Fiel. Melhor público da primeira rodada do Paulistinha e do Carioquinha, com 16.117 pagantes. E não havia nada de excepcional.
Bola de latão. Vanderlei Luxemburgo. O ‘pofexô’ acionou integrantes de sua comissão técnica para espalhar que Ronaldinho, seu desafeto, não tem bom ambiente no grupo.
Bola de lixo. Diego Souza. O meia do Vasco se negou a fazer o teste do bafômetro na madrugada de segunda, na Barra da Tijuca, teve a carteira de habilitação apreendida e tomou uma multa de R$ 957, 70.
Bola sete. “Não faz sentido vencer um combate e depois agradecer ao Senhor ou a Jesus. Deus não é fã de MMA” (do polêmico americano Chael Sonnen, aplicando um ‘mata-leão’ em vários lutadores – faz setindo).
Dúvida pertinente. Rogério Ceni a caminho da aposentadoria?
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Com apenas um braço, Kevin Laue faz história no basquete universitário dos Estados Unidos
No dia 13 de abril de 1990, a mãe de Kevin, Jodi, teve complicações no parto e viu o cordão umbilical de seu filho dar voltas no pescoço. Como o braço estava entre cordão e pescoço, ele teve muitas dificuldades para respirar, gerando uma série de complicações graves. Conseguiu sobreviver, mas seu braço esquerdo vai até a altura do cotovelo. Ainda criança, Kevin rechaçou colocar uma prótese ou praticar futebol americano, o esporte preferido de seus pais. Queria jogar basquete.
E assim o fez. Jogou pela Amador Valley High School, escola de segundo grau perto de sua casa, na Califórnia. Com 2,10m, teve as dignas médias de 14 pontos, oito tocos e oito rebotes por partida em seu ano de estreia, e sua luta em quadra levou a revista Sports Illustrated a chamá-lo de o “jogador mais empolgante do basquete”. No ano seguinte, porém, uma lesão na perna o afastou por toda a temporada e quase levou Kevin a desistir do esporte. Mas ele decidiu continuar lutando pelo seu sonho de jogar na divisão I do basquete universitário norte-americano.
Ingressou na Fork Union Military Academy, reduto de atletas que não conseguiram entrar em universidades, e ficou esperando um convite. Que veio graças a dez pontos, seis tocos e 12 rebotes de média por partida. Logo, logo propostas da Divisão III chegaram a Kevin, mas ele preferiu esperar por algo melhor.
E a chance veio no Manthattan College, universidade que Kevin conseguiu bolsa de estudos e frequenta há cerca de três anos. Em seus dois primeiros anos, o pivô não teve muitas chances, mas registra ótimo índice nos arremessos (cerca de 60% de acerto). De todo modo, vamos combinar que isso é o que menos importa. O rapaz é um vencedor, um lutador.
Abaixo um vídeo de Kevin Laue, que em breve será tema de filme nos Estados Unidos. Exemplo de superação, não
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