| 17h00 Alecrim 1x6 ABC |
| 17h00 América-RN 0x1 Baraúnas-RN |
| 17h00 Caicó 1x3 Palmeira de Goianinha |
| 18h00 Potiguar de Mossoró 1x2 Assu |
| 18h00 Santa Cruz-RN 2x0 Coríntians-RN |
Falamos campeonatos das séries A B C D campeonatos internacionais todos Português todos os resultados do Paulista da segunda divisão e ainda Futebol Internacional como Futebol Inglês Espanhol Italiano Portugal e o Argentino e campeonatos Importantes falaremos do Regional do Rio Grande do Norte do Cearense do Pernambucano e do Carioca e falamos da copa do nordeste
domingo, 22 de janeiro de 2012
Potiguar
Pernambucano
| 17h00 Serra Talhada 2x4 Santa Cruz-PE |
| 17h00 Central 4x0 Porto-PE |
| 17h00 Ypiranga-PE 3x1 Belo Jardim |
| 17h00 América-PE 0x3 Salgueiro |
Cearense
| 17h00 Fortaleza 3x1 Tiradentes-CE |
| 17h00 Horizonte-CE 3x2 Crateús |
| 17h00 Icasa 0x1 Crato |
| 17h00 Guarany de Sobral 1x1 Ceará |
| 17h00 Trairiense 0x2 Guarani de Juazeiro |
Paranaense
| 17h00 Corinthians-PR 4x1 Rio Branco-PR |
| 17h00 Paranavaí 2x2 Operário |
| 17h00 Arapongas 1x1 Roma-PR |
| 17h00 Cianorte 3x0 Iraty |
| 17h00 Toledo-PR 0x2 Coritiba |
| 19h30 Atlético-PR 2x0 Londrina-PR |
Goiano
| 17h00 Anapolina 2x1 Morrinhos |
| 17h00 CRAC-GO 2x1 Vila Nova-GO |
| 17h00 Goianésia 0x2 Itumbiara |
| 17h00 Goiás 5x0 Aparecidense |
Gaúcho
| 17h00 Avenida 3x2 Internacional |
| 18h00 Veranópolis 3x1 Universidade |
| 18h00 Pelotas 1x2 São Luiz |
| 19h30 Caxias 2x0 Ypiranga-RS |
Carioca
| 17h00 Bangu 1x2 Volta Redonda Grupo B |
| 17h00 Boavista-RJ 3x1 Duque de Caxias Grupo B |
| 17h00 Vasco 2x0 Americano-RJ Grupo B |
| 19h30 Botafogo 3x1 Resende Grupo A |
Paulista
| 17h00 Bragantino 1x2 Palmeiras |
| 17h00 São Paulo 4x0 Botafogo-SP |
| 19h30 São Caetano 1x0 Ponte Preta |
| 19h30 Catanduvense 0x2 Mogi Mirim |
Catarinense
| 17h00 Chapecoense 1x0 Avaí |
| 17h00 Metropolitano-SC 0x1 Brusque |
| 19h30 Joinville 0x1 Camboriú |
Baiano
| 17h00 Vitória 6x1 Juazeiro |
| 17h00 Juazeirense 3x0 Itabuna |
| 17h00 Serrano 1x1 Feirense |
| 17h00 Atlético-BA 1x1 Vitória da Conquista |
| 17h00 Camaçari 0x1 Fluminense-BA |
| 17h00 Bahia de Feira 1x0 Bahia |
Copa Africana de Nações
| 14h00 Costa do Marfim 1x0 Sudão Grupo B |
| 17h00 Burkina Fasso 1x2 Angola Grupo B |
Português
| 14h00 Nacional da Madeira 2x0 Feirense |
| 14h00 Paços Ferreira 2x1 Vitória de Setúbal |
| 14h15 Braga 2x0 Rio Ave |
| 16h15 Porto 3x1 Vitória de Guimarães |
| 18h15 Benfica 3x1 Gil Vicente |
Italiano
| 09h30 Bologna 0x0 Parma |
| 12h00 Cagliari 0x0 Fiorentina |
| 12h00 Lecce 2x2 Chievo Verona |
| 12h00 Novara 0x3 Milan |
| 12h00 Palermo 5x3 Genoa |
| 12h00 Siena 1x1 Napoli |
| 12h00 Udinese 2x1 Catania |
| 17h45 Internazionale 2x1 Lazio |
Espanhol
| 09h00 Osasuna 1x1 Valencia |
| 13h00 Rayo Vallecano 0x1 Mallorca |
| 15h00 Málaga 1x4 Barcelona |
| 16h45 Levante 0x0 Zaragoza |
| 18h30 Real Madrid 4x1 Athletic Bilbao |
A escolha de Tevez e a insistência do PSG: quem está errado?
O jornal francês L'Equipe informa na sua edição de hoje que Carlitos Tevez não quer jogar no Paris Saint-Germain, apesar de o clube francês estar disposto a aumentar o alto salário que o argentino já recebe no Manchester City – hoje em dia, para não jogar.

Kia Joorbchian, aquele mesmo, é o empresário de Tevez. Horas depois da publicação do jornal, ele estava pronto para assinar o novo contrato do jogador com o clube francês, quando o próprio Tevez avisou: ganhar quase 1 milhão de euros por mês para morar em Paris não está nos seus planos!
Na Europa, a prioridade de Tevez sempre foi o Milan, e ele não escondeu a preferência ao posar para fotos em um restaurante no Rio de Janeiro, ao lado de Kia e do vice-presidente do Milan, Adriano Galliani.
Só que nenhum negócio foi fechado no dia das fotos, e o Milan acabou tirando o pé do acelerador nas negociações depois que Silvio Berlusconi, o dono do Milan, considerou alto demais o preço que o City pedia pelo jogador (a oferta do PSG foi de 37 milhões de euros).
Com o Milan mais distante (mas não fora da jogada), Tevez, ainda segundo as informações do L'Equipe, está disposto a reduzir seu alto salário para poder jogar na Internazionale, que hoje conta com menos dinheiro do que o PSG, o mais novo novo-rico do pedaço.
Tevez é um jogador bem acima da média. Bom tecnicamente, é também um guerreiro. Disputa cada bola como se fosse um volante que depende das divididas para vingar como jogador. Quando jogou na Inglaterra, foi bem. Quando jogou.
O problema de Tevez, porém, costuma ser fora de campo. O argentino, segundo suas próprias palavras, não rende quando "está infeliz" (lembraram de alguém aqui no Brasil?), como está hoje em Manchester, onde diz "não ter nada para fazer".
Em Paris há o que fazer, assim como em Milão.
Mas não interessa. Tevez tem o direito de jogar onde bem entender. A justificativa mais lógica para preferir Milan ou Inter ao PSG seria jogar uma campeonato mais importante, em times mais tradicionais. Mas Tevez nunca se importou muito com isso. Ao contrário de Robinho, nunca teve como objetivo "ser o melhor do mundo".
Em 2006, trabalhando na revista Placar, fui a Buenos Aires entrevistar Tevez em sua casa, onde vivia toda sua família. Na entrevista, ele reafirmava o desejo de encerrar a carreira com 28 anos, que aliás completará no próximo dia 2. E dizia achar melhor jogar na Espanha ou na Itália, sobretudo na Espanha, por causa do idioma.
Pode ser que Tevez prefira a Itália à França por ter mais facilidade com o idioma. Pode ser que prefira a Inter pelos vários argentinos do elenco. Talvez não sejam os melhores motivos para escolher seu destino, mas Tevez tem esse direito. Dá pra entender.
O que não dá pra entender é o PSG, do diretor brasileiro Leonardo e do técnico Carlo Ancelotti, insistir tanto na contratação de um jogador que não quer jogar lá. E que costuma não render justamente quando está onde não quer estar.
Kia Joorbchian, aquele mesmo, é o empresário de Tevez. Horas depois da publicação do jornal, ele estava pronto para assinar o novo contrato do jogador com o clube francês, quando o próprio Tevez avisou: ganhar quase 1 milhão de euros por mês para morar em Paris não está nos seus planos!
Na Europa, a prioridade de Tevez sempre foi o Milan, e ele não escondeu a preferência ao posar para fotos em um restaurante no Rio de Janeiro, ao lado de Kia e do vice-presidente do Milan, Adriano Galliani.
Só que nenhum negócio foi fechado no dia das fotos, e o Milan acabou tirando o pé do acelerador nas negociações depois que Silvio Berlusconi, o dono do Milan, considerou alto demais o preço que o City pedia pelo jogador (a oferta do PSG foi de 37 milhões de euros).
Com o Milan mais distante (mas não fora da jogada), Tevez, ainda segundo as informações do L'Equipe, está disposto a reduzir seu alto salário para poder jogar na Internazionale, que hoje conta com menos dinheiro do que o PSG, o mais novo novo-rico do pedaço.
Tevez é um jogador bem acima da média. Bom tecnicamente, é também um guerreiro. Disputa cada bola como se fosse um volante que depende das divididas para vingar como jogador. Quando jogou na Inglaterra, foi bem. Quando jogou.
O problema de Tevez, porém, costuma ser fora de campo. O argentino, segundo suas próprias palavras, não rende quando "está infeliz" (lembraram de alguém aqui no Brasil?), como está hoje em Manchester, onde diz "não ter nada para fazer".
Em Paris há o que fazer, assim como em Milão.
Mas não interessa. Tevez tem o direito de jogar onde bem entender. A justificativa mais lógica para preferir Milan ou Inter ao PSG seria jogar uma campeonato mais importante, em times mais tradicionais. Mas Tevez nunca se importou muito com isso. Ao contrário de Robinho, nunca teve como objetivo "ser o melhor do mundo".
Em 2006, trabalhando na revista Placar, fui a Buenos Aires entrevistar Tevez em sua casa, onde vivia toda sua família. Na entrevista, ele reafirmava o desejo de encerrar a carreira com 28 anos, que aliás completará no próximo dia 2. E dizia achar melhor jogar na Espanha ou na Itália, sobretudo na Espanha, por causa do idioma.
Pode ser que Tevez prefira a Itália à França por ter mais facilidade com o idioma. Pode ser que prefira a Inter pelos vários argentinos do elenco. Talvez não sejam os melhores motivos para escolher seu destino, mas Tevez tem esse direito. Dá pra entender.
O que não dá pra entender é o PSG, do diretor brasileiro Leonardo e do técnico Carlo Ancelotti, insistir tanto na contratação de um jogador que não quer jogar lá. E que costuma não render justamente quando está onde não quer estar.
Jim Miller finaliza no UFC on FX; Morango também vence
Jim Miller finalizou Melvin Guillard com um mata-leão no primeiro round
Crédito da imagem: Josh Hedges/UFC
Crédito da imagem: Josh Hedges/UFC
Olá fãs de esportes,
A cidade de Nashville foi palco do primeiro UFC on FX.
Realizado nesta sexta-feira, o evento teve Jim Miller finalizando Melvin Guillard na luta principal da noite.
Como era de se esperar, Guillard começou agressivo e por pouco não nocauteou.
Miller conseguiu se manter em pé diante dos ataques iniciais do seu adversário, e aproveitou sua grande chance quando o combate foi ao solo.
Tentando se levantar de qualquer maneira, Guillard acabou dando as costas e foi finalizado com um mata leão ainda no primeiro round.
Também com um mata-leão foi a forma como Fabricio Morango venceu em sua reestreia no octagon.
O brasileiro teve pela frente Tom Hayden e definiu a disputa ainda no primeiro round.
Fabricio Morango venceu em seu retorno ao octagon ainda no primeiro round
Crédito da imagem: Josh Hedges/UFC
Crédito da imagem: Josh Hedges/UFC
Veja abaixo os resultados completos do evento:
UFC on FX 1
Nashville, Tennessee, Estados Unidos
Sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Card principal:
Jim Miller finalizou Melvin Guillard com um mata-leão a 2min04s do 1R;
Josh Neer finalizou Duane Ludwig com uma guilhotina a 3min04s do 1R;
Mike Easton derrotou Jared Papazian na decisão majoritária dos juízes;
Pat Barry nocauteou Christian Morecraft a 3min38s do 1R;
Card preliminar:
Jorge Rivera derrotou Eric Schafer por nocaute técnico a 1min31s do 2R;
Khabib Nurmagomedov finalizou Kamal Shalorus com um mata-leão a 2min08s do 3R:
Charlie Brenneman derrotou Daniel Roberts na decisão unânime dos juízes;
Fabrício Morango finalizou Tom Hayden com um mata-leão a 4min03s do 1R;
Daniel Pineda finalizou Pat Schilling com um mata-leão a 1min37s do 1R;
Nick Denis nocauteou Joseph Sandoval aos 22s do 1R.
No próximo sábado, vem aí mais uma edição do UFC, desta vez será o UFC on FOX 2.
Demian Maia e Charles do Bronx´s serão os representantes brasileiros no show, que terá os confrontos Chael Sonnen vs Michael Bisping e Rashad Evans vs Phil Davis como principais destaques da noite.
Diário da CAN: o gol de 1 milhão e a primeira zebra
O playboy Teodorin Obiang, filho do ditador que comanda Guiné Equatorial desde 1979, prometeu 1 milhão de dólares para a seleção em caso de vitória na abertura da Copa Africana de Nações.
Em um país que, apesar da maior renda per capita da África, tem 70% da população vivendo abaixo da linha da pobreza, a promessa podia (e devia) soar como mais uma afronta de um governo que administra as riquezas nacionais como se fossem suas próprias.
De qualquer maneira, o estádio de Bata teve casa cheia e viu uma atuação promissora dos donos da casa contra a Líbia. Sobretudo no primeiro tempo, Guiné Equatorial dominou boa parte do jogo e poderia ter saído na frente.
Na segunda etapa, quando o cansaço já parecia tomar conta dos jogadores e o 0 a 0 parecia provável, apareceu a estrela da companhia. Javier Balboa, ex-Real Madrid e Benfica, aproveitou o passe preciso de Ekedo para definir a vitória, aos 41 minutos do segundo tempo.
Um gol de 1 milhão de dólares para um time que conhece pouco da realidade do país. Os 11 titulares nasceram no exterior: cinco na Espanha, dois na Costa do Marfim, e os demais no Brasil (o goleiro Danilo), Libéria, Camarões e Cabo Verde.
Com uma população de apenas 650 mil, a terceira menor da África continental, Guiné Equatorial buscou em sua diáspora a solução para montar um time competitivo.
A mudança de técnico às vésperas da competição, com o brasileiro Gílson Paulo substituindo o francês Henri Michel, tinha tudo para conturbar o projeto, marcado por constantes interferências do governo na equipe.
Mesmo assim, deu certo. O gol de 1 milhão derrubou a Líbia, que tinha muito a festejar só por fazer parte da CAN. Um dos titulares deste sábado, Walid El-Khatrouchi, chegou a lutar com os rebeldes pela derrubada de Gaddafi, ano passado. Foi em meio a essa turbulência que os líbios, sob a direção de Marcos Paquetá, se classificaram.
No outro jogo do grupo A, a primeira zebra. Senegal chegou com grandes expectativas e uma linha ofensiva de respeito, mas quem pulou na frente foi Zâmbia. Vitória por 2 a 1, com boa atuação do jovem Emmanuel Mayuka. O 4-3-3 senegalês pecou pela distância entre os setores e ainda viu sua defesa exposta pela velocidade dos contra-ataques adversários.
Na segunda rodada, Senegal terá toda a pressão contra os empolgados anfitriões. A Líbia tem poucas chances contra Zâmbia, que deu um enorme passo para se classificar - provavelmente em primeiro, evitando assim um encontro com a Costa do Marfim nas quartas-de-final.
Em um país que, apesar da maior renda per capita da África, tem 70% da população vivendo abaixo da linha da pobreza, a promessa podia (e devia) soar como mais uma afronta de um governo que administra as riquezas nacionais como se fossem suas próprias.
De qualquer maneira, o estádio de Bata teve casa cheia e viu uma atuação promissora dos donos da casa contra a Líbia. Sobretudo no primeiro tempo, Guiné Equatorial dominou boa parte do jogo e poderia ter saído na frente.
Na segunda etapa, quando o cansaço já parecia tomar conta dos jogadores e o 0 a 0 parecia provável, apareceu a estrela da companhia. Javier Balboa, ex-Real Madrid e Benfica, aproveitou o passe preciso de Ekedo para definir a vitória, aos 41 minutos do segundo tempo.
Um gol de 1 milhão de dólares para um time que conhece pouco da realidade do país. Os 11 titulares nasceram no exterior: cinco na Espanha, dois na Costa do Marfim, e os demais no Brasil (o goleiro Danilo), Libéria, Camarões e Cabo Verde.
Com uma população de apenas 650 mil, a terceira menor da África continental, Guiné Equatorial buscou em sua diáspora a solução para montar um time competitivo.
A mudança de técnico às vésperas da competição, com o brasileiro Gílson Paulo substituindo o francês Henri Michel, tinha tudo para conturbar o projeto, marcado por constantes interferências do governo na equipe.
Mesmo assim, deu certo. O gol de 1 milhão derrubou a Líbia, que tinha muito a festejar só por fazer parte da CAN. Um dos titulares deste sábado, Walid El-Khatrouchi, chegou a lutar com os rebeldes pela derrubada de Gaddafi, ano passado. Foi em meio a essa turbulência que os líbios, sob a direção de Marcos Paquetá, se classificaram.
No outro jogo do grupo A, a primeira zebra. Senegal chegou com grandes expectativas e uma linha ofensiva de respeito, mas quem pulou na frente foi Zâmbia. Vitória por 2 a 1, com boa atuação do jovem Emmanuel Mayuka. O 4-3-3 senegalês pecou pela distância entre os setores e ainda viu sua defesa exposta pela velocidade dos contra-ataques adversários.
Na segunda rodada, Senegal terá toda a pressão contra os empolgados anfitriões. A Líbia tem poucas chances contra Zâmbia, que deu um enorme passo para se classificar - provavelmente em primeiro, evitando assim um encontro com a Costa do Marfim nas quartas-de-final.
VÍDEO: Com dois de Jael, reservas do Flamengo goleiam na estreia do Carioca
Mesmo com sua equipe reserva, o Flamengo não teve dificuldades para golear o recém-promovido Bonsucesso por 4 a 0, neste sábado, no Engenhão, na estreia do Campeonato Carioca.
O nome do jogo foi o atacante Jael, autor dos dois primeiros gols do time rubro-negro ainda na etapa inicial. No segundo tempo, Camacho e Adrian balançaram as redes do goleiro Saulo, ex-Santos.
Os titulares da equipe comandada por Vanderlei Luxemburgo estão na Bolívia, onde na próxima quarta-feira enfrentam o Real Potosí pela ida da fase prévia da Libertadores.
Na próxima rodada, o Flamengo, atual campeão estadual, visita o Macaé, enquanto o Bonsucesso recebe o Madureira. Os dois jogos acontecem somente no outro fim de semana.
A partida começou com o Flamengo administrando o toque de bola e, aos quatro minutos, a primeira polêmica da partida. Após avançar pela esquerda, o meia Bottinelli acabou sendo derrubado pelo lateral Eduardo Ratinho, mas o árbitro Wágner do Nascimento Magalhães nada marcou.
Após o início tranquilo, o Flamengo mostrou um pouco de dificuldade na marcação a partir dos dez minutos e por pouco não tomou o primeiro gol na partida. Em lance individual, o atacante Adriano Magrão passou pelo jovem Frauches e chutou com perigo, a bola passou raspando a trave do goleiro Paulo Victor.
Depois da parada técnica, a partida permaneceu morna, mas, de tanto insistir, o Flamengo conseguiu abrir o placar. Aos 27 minutos, o lateral Felipe perdeu a bola para Camacho, que, na cara do goleiro, tocou para Bottinelli, que deixou Jael sozinho para marcar o primeiro gol do jogo.
Três minutos depois, quando a torcida ainda estava comemorando, o atacante Jael conseguiu fazer seu segundo gol na partida. Com a confiança do gol anterior, o atacante cruel chutou de fora da área e ampliou o placar para o Rubro-negro.
Os dois gols marcados não mudaram o ritmo de jogo, que permaneceu lento. Com a vantagem no placar, o Flamengo administrava a partida e tocava a bola com facilidade. Com apenas um atacante, o Bonsucesso não conseguia penetrar na área rubro-negra. Com isso, a equipe do subúrbio tentava o gol através dos chutes de longa distância, sem muito sucesso.
O Flamengo permaneceu administrando a partida no toque de bola, no início do segundo tempo, mas o Bonsucesso foi atrás de um gol. O técnico Gottardo avançou seus jogadores e a equipe visitante levou dois sustos com chutes de longa distância, aos sete com Márcio Goiano, e aos oito com Márcio Guerreiro.
O primeiro lance de perigo do Flamengo na segunda etapa ocorreu aos dez minutos. Após bela tabela entre Camacho e Bottinelli, o gringo soltou uma bomba que por pouco não entrou. Um minuto depois, Diogo respondeu para o Bonsucesso, sem sucesso.
Aos 19 minutos outra polêmica. Dois minutos após entrar em campo, Thomás avançou com a bola para a área, mas acabou sendo tocado pelo zagueiro rival. O árbitro ignorou o pênalti e penalizou o rubro-negro com o cartão amarelo.
O Flamengo seguia levando perigo ao goleiro do Bonsucesso e abusava de perder gols. Em noite brilhante, o atacante Jael era pego toda hora em posição irregular, mas mostrava estar ligado nas jogadas. Com tranquilidade, a equipe rubro-negra chegou ao terceiro gol, aos 27 minutos, após chute forte do meia Camacho.
Aos 43 minutos, o Flamengo mostrou o valor de sua base. Após jogada do recém-chegado Magal, o jovem promissor Adryan pegou de primeira e fechou o caixão do Bonsucesso. Com a fatura liquidada, a torcida rubro-negra aproveitou os minutos finais para cutucar o ex-meia Thiago Neves, que se transferiu para o rival Fluminense, e dar apoio ao novo xodó Bottinelli, gritando seu nome.
FICHA TÉCNICA
FLAMENGO 4 x 0 BONSUCESSO
Local: Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 21 de janeiro de 2012, sábado
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Wágner do Nascimento Magalhães
Assistentes: Rodrigo Pereira Jóia e Diogo Carvalho Silva
Público pagante: 4.246
Cartões amarelos: Maldonado, Frauches, Thomás, Bottinelli (Flamengo); Diogo, Admilton (Bonsucesso)
Gols: FLAMENGO: Jael, aos 27 e 30 do 1º tempo; Camacho, aos 27 do 2º tempo, Adryan, aos 43 do 2º tempo
FLAMENGO: Paulo Victor, João Felipe (Digão), Marllon, Frauches e Magal; Maldonado, João Vitor, Camacho (Adryan), Bottinelli; Lucas (Thomás) e Jael. Técnico: Antônio Lopes Júnior
BONSUCESSO: Saulo, Eduardo Ratinho (Felipe) (Dráuzio), Admilton, Gomes e Diego; Bruno Ferreira, Marcio Guerreiro, Palermo e Marco Goiano (Jefferson); Diogo e Adriano Magrão. Técnico: Wilson Gottardo
O nome do jogo foi o atacante Jael, autor dos dois primeiros gols do time rubro-negro ainda na etapa inicial. No segundo tempo, Camacho e Adrian balançaram as redes do goleiro Saulo, ex-Santos.
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Os titulares da equipe comandada por Vanderlei Luxemburgo estão na Bolívia, onde na próxima quarta-feira enfrentam o Real Potosí pela ida da fase prévia da Libertadores.
Na próxima rodada, o Flamengo, atual campeão estadual, visita o Macaé, enquanto o Bonsucesso recebe o Madureira. Os dois jogos acontecem somente no outro fim de semana.
Clique no player e assista aos gols da partida!
O jogoA partida começou com o Flamengo administrando o toque de bola e, aos quatro minutos, a primeira polêmica da partida. Após avançar pela esquerda, o meia Bottinelli acabou sendo derrubado pelo lateral Eduardo Ratinho, mas o árbitro Wágner do Nascimento Magalhães nada marcou.
Após o início tranquilo, o Flamengo mostrou um pouco de dificuldade na marcação a partir dos dez minutos e por pouco não tomou o primeiro gol na partida. Em lance individual, o atacante Adriano Magrão passou pelo jovem Frauches e chutou com perigo, a bola passou raspando a trave do goleiro Paulo Victor.
Depois da parada técnica, a partida permaneceu morna, mas, de tanto insistir, o Flamengo conseguiu abrir o placar. Aos 27 minutos, o lateral Felipe perdeu a bola para Camacho, que, na cara do goleiro, tocou para Bottinelli, que deixou Jael sozinho para marcar o primeiro gol do jogo.
Três minutos depois, quando a torcida ainda estava comemorando, o atacante Jael conseguiu fazer seu segundo gol na partida. Com a confiança do gol anterior, o atacante cruel chutou de fora da área e ampliou o placar para o Rubro-negro.
Os dois gols marcados não mudaram o ritmo de jogo, que permaneceu lento. Com a vantagem no placar, o Flamengo administrava a partida e tocava a bola com facilidade. Com apenas um atacante, o Bonsucesso não conseguia penetrar na área rubro-negra. Com isso, a equipe do subúrbio tentava o gol através dos chutes de longa distância, sem muito sucesso.
O Flamengo permaneceu administrando a partida no toque de bola, no início do segundo tempo, mas o Bonsucesso foi atrás de um gol. O técnico Gottardo avançou seus jogadores e a equipe visitante levou dois sustos com chutes de longa distância, aos sete com Márcio Goiano, e aos oito com Márcio Guerreiro.
O primeiro lance de perigo do Flamengo na segunda etapa ocorreu aos dez minutos. Após bela tabela entre Camacho e Bottinelli, o gringo soltou uma bomba que por pouco não entrou. Um minuto depois, Diogo respondeu para o Bonsucesso, sem sucesso.
Aos 19 minutos outra polêmica. Dois minutos após entrar em campo, Thomás avançou com a bola para a área, mas acabou sendo tocado pelo zagueiro rival. O árbitro ignorou o pênalti e penalizou o rubro-negro com o cartão amarelo.
O Flamengo seguia levando perigo ao goleiro do Bonsucesso e abusava de perder gols. Em noite brilhante, o atacante Jael era pego toda hora em posição irregular, mas mostrava estar ligado nas jogadas. Com tranquilidade, a equipe rubro-negra chegou ao terceiro gol, aos 27 minutos, após chute forte do meia Camacho.
Aos 43 minutos, o Flamengo mostrou o valor de sua base. Após jogada do recém-chegado Magal, o jovem promissor Adryan pegou de primeira e fechou o caixão do Bonsucesso. Com a fatura liquidada, a torcida rubro-negra aproveitou os minutos finais para cutucar o ex-meia Thiago Neves, que se transferiu para o rival Fluminense, e dar apoio ao novo xodó Bottinelli, gritando seu nome.
FICHA TÉCNICA
FLAMENGO 4 x 0 BONSUCESSO
Local: Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 21 de janeiro de 2012, sábado
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Wágner do Nascimento Magalhães
Assistentes: Rodrigo Pereira Jóia e Diogo Carvalho Silva
Público pagante: 4.246
Cartões amarelos: Maldonado, Frauches, Thomás, Bottinelli (Flamengo); Diogo, Admilton (Bonsucesso)
Gols: FLAMENGO: Jael, aos 27 e 30 do 1º tempo; Camacho, aos 27 do 2º tempo, Adryan, aos 43 do 2º tempo
FLAMENGO: Paulo Victor, João Felipe (Digão), Marllon, Frauches e Magal; Maldonado, João Vitor, Camacho (Adryan), Bottinelli; Lucas (Thomás) e Jael. Técnico: Antônio Lopes Júnior
BONSUCESSO: Saulo, Eduardo Ratinho (Felipe) (Dráuzio), Admilton, Gomes e Diego; Bruno Ferreira, Marcio Guerreiro, Palermo e Marco Goiano (Jefferson); Diogo e Adriano Magrão. Técnico: Wilson Gottardo
Grêmio decepciona no Olímpico e perde do Lajeadense na estreia do Gaúcho
Com novidades dentro e fora de campo, o Grêmio decepcionou os torcedores que foram ao Olímpico, na noite deste sábado, com a derrota por 2 a 0 para o Lajeadense na estreia do Campeonato Gaúcho.
O técnico Caio Júnior colocou em campo algumas das badaladas contratações para 2012, como o volante Léo Gago, o meia Marco Antônio e o atacante Kleber, mas o time tricolor foi apático no primeiro tempo. O pequeno visitante se aproveitou e abriu o placar aos 45 minutos com Ramos.
O técnico Caio Júnior colocou em campo algumas das badaladas contratações para 2012, como o volante Léo Gago, o meia Marco Antônio e o atacante Kleber, mas o time tricolor foi apático no primeiro tempo. O pequeno visitante se aproveitou e abriu o placar aos 45 minutos com Ramos.
Na etapa final, o Grêmio melhorou, mas ainda assim sofria com os contra-ataques, e Tatá conseguiu fazer o segundo do Lajeadense logo no início após Kleber perder a bola. A expulsão de Bruninho, aos 15 minutos, fez o time da casa ir para o abafa, porém sem sucesso.
Kleber fez sua estreia oficial pelo Grêmio, mas pouco fez na derrota pelo Gaúcho
Crédito da imagem: Gazeta Press
Crédito da imagem: Gazeta Press
Agora, o Grêmio tentará a reabilitação na próxima quarta-feira diante do Universidade, em Canoas, enquanto o Lajeadense vai inaugurar seu novo estádio contra o Caxias, no mesmo dia.
O jogo
A primeira meia hora da partida foi promissora pela disposição da equipe, principalmente Kleber, que mostrou seu estilo brigador dentro da área enfrentando os muitos defensores do Lajeadense. O Gladiador, contudo, sofria com a falta de forma física.
Pelas laterais, o Tricolor chegava bem, mas logo apareceram muitos passes errados, complicando a busca pelo gol que a torcida gremista tanto queria. Se conseguiu ficar ileso, até por conta das falhas do adversário, o Lajeadense foi muito mais eficiente quando atacou.
Aos 45 minutos, Ramos aproveitou cobrança de escanteio para testar a bola nas redes gremistas. Para melhorar sua avaliação perante os mais de 18 mil torcedores que foram ao Olímpico, Caio Junior mexeu no seu ataque trocando Miralles por Leandro.
Em campo, contudo, o Lajeadense mostrou-se oportunista. Logo aos dois minutos, Kleber tentou recuar e deixou a bola com Jandson, que cruzou para Tatá desviar dentro da meta de Victor. O pior cenário possível estava configurado, com a principal contratação do time cometendo uma falha fatal.
Os anfitriões ainda tiveram a oportunidade de atuar com um jogador a mais a partir dos 15 minutos do segundo tempo, quando Bruninho levou o segundo cartão amarelo - o árbitro concluiu que ele simulou uma penalidade e por isso o puniu.
Mas nem adiantava ter superioridade numérica. O Lajeadense se fechou e teve seu trabalho facilitado pela estratégia gremista de apostar somente em bolas cruzadas na área. Nada perto do futebol envolvente que Caio Junior prometeu. Consequência: vaias.
O jogo
A primeira meia hora da partida foi promissora pela disposição da equipe, principalmente Kleber, que mostrou seu estilo brigador dentro da área enfrentando os muitos defensores do Lajeadense. O Gladiador, contudo, sofria com a falta de forma física.
Pelas laterais, o Tricolor chegava bem, mas logo apareceram muitos passes errados, complicando a busca pelo gol que a torcida gremista tanto queria. Se conseguiu ficar ileso, até por conta das falhas do adversário, o Lajeadense foi muito mais eficiente quando atacou.
Aos 45 minutos, Ramos aproveitou cobrança de escanteio para testar a bola nas redes gremistas. Para melhorar sua avaliação perante os mais de 18 mil torcedores que foram ao Olímpico, Caio Junior mexeu no seu ataque trocando Miralles por Leandro.
Em campo, contudo, o Lajeadense mostrou-se oportunista. Logo aos dois minutos, Kleber tentou recuar e deixou a bola com Jandson, que cruzou para Tatá desviar dentro da meta de Victor. O pior cenário possível estava configurado, com a principal contratação do time cometendo uma falha fatal.
Os anfitriões ainda tiveram a oportunidade de atuar com um jogador a mais a partir dos 15 minutos do segundo tempo, quando Bruninho levou o segundo cartão amarelo - o árbitro concluiu que ele simulou uma penalidade e por isso o puniu.
Mas nem adiantava ter superioridade numérica. O Lajeadense se fechou e teve seu trabalho facilitado pela estratégia gremista de apostar somente em bolas cruzadas na área. Nada perto do futebol envolvente que Caio Junior prometeu. Consequência: vaias.
VÍDEO: Mesmo sem os titulares, Flu atropela Friburguense e começa bem o Carioca
Nem Thiago Neves, nem Fred, nem Deco. As estrelas do Fluminense neste sábado, na estreia do clube pelo Campeonato Carioca, foram Araújo, Rafael Moura e Thiago Carleto, os três reservas que decidiram a partida a favor do Flu diante do Friburguense: 3 a 0. Sem os titulares, a equipe tricolor passou fácil pelo primeiro desafio na Taça Guanabara e já somou três pontos no grupo B da competição.
Jogando no estádio Moça Bonita, em Bangu, o calor judiou dos jogadores nesta que foi a primeira partida da temporada no Campeonato Carioca e, por conta disso, o primeiro tempo foi mais movimentado que o segundo. Disposto a fazer uma boa estreia, foi o Fluminense que começou melhor, partindo para cima e pressionando bastante a defesa do Friburguense.
Ainda assim, o time de Nova Friburgo conseguiu algumas jogadas isoladas, como aconteceu aos 13 minutos, primeiro com Jorge Luiz arriscando de fora da área para Berna fazer bela defesa e depois com Sergio Gomes, que emendou um chute - a bola passou raspando a trave do gol do Flu.
Depois disso, o time de Nova Friburgo reagiu um pouco e tentou partir para o ataque, mas o Flu continuou pressionando mais com boas jogadas sendo armadas pela esquerda com Thiago Carleto. E foi aos 37 minutos que Rafael Moura ampliou o marcador emendando um chute no rebote do goleiro Marcos, que não segurou da primeira vez quando Araújo arriscou.
Na etapa final, ainda sob o sol forte, as equipes voltaram mais cansadas, e a partida ficou menos movimentada. Só que aos sete minutos, em uma falta fora da área, Carleto chutou para o gol e o jogador do Friburguense desviou, enganando o goleiro: 3 a 0 para o Flu.
Com o jogo praticamente definido, o Flu ainda viu o time de Nova Friburgo dar um pouco de trabalho a Berna, mas ficou apenas nisso. Já nos minutos finais, Carleto saiu bastante aplaudido pela torcida tricolor, que gostou do que viu em Bangu e tem expectativas ainda maiores para ver a equipe titular do Fluminense com Thiago Neves e Fred comandando o ataque - o que deve acontecer apenas na estreia do time na Libertadores, dia 7 de fevereiro, contra o Arsenal de Sarandí.
Na próxima rodada, o Fluminense visita o Volta Redonda no sábado, enquanto o Friburguense busca se recuperar contra o Bangu, em Nova Friburgo, também no sábado.
FICHA TÉCNICA
FLUMINENSE 3 x 0 FRIBURGUENSE
Local: Moça Bonita, Rio de Janeiro (RJ)
Data: 21 de janeiro de 2012
Horário: 17 horas (de Brasília)
Público: 5.019
Árbitro: Leonardo Garcia Cavaleiro
Assistentes: Wagner de Almeida Santos e Jackson Lourenço Massarra dos Santos
Cartões amarelos: Márcio Rosário (Flu) e Lucas(Friburguense)
Gols: FLUMINENSE - Araújo aos 13 e Rafael Moura aos 36 minutos do primeiro tempo; Thiago Carleto aos sete minutos do segundo tempo
FLUMINENSE: Ricardo Berna; Souza (Rodrigo), Márcio Rosário, Digão e Thiago Carleto (Lucas Patinho); Valencia, Jean e Wellington Nem; Martinuccio (Fábio), Rafael Moura e Araújo
Técnico: Abel Braga
FRIBURGUENSE: Marcos; Sérgio Gomes, Cadão, Evair e Flavinho; Bidu, Lucas, Marcelo e Jorge Luiz (Victor Hugo); Ricardinho (Ziquinha) e Diego Santos (Rômulo)
Técnico: Gerson Andreotti.
Jogando no estádio Moça Bonita, em Bangu, o calor judiou dos jogadores nesta que foi a primeira partida da temporada no Campeonato Carioca e, por conta disso, o primeiro tempo foi mais movimentado que o segundo. Disposto a fazer uma boa estreia, foi o Fluminense que começou melhor, partindo para cima e pressionando bastante a defesa do Friburguense.
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Ainda assim, o time de Nova Friburgo conseguiu algumas jogadas isoladas, como aconteceu aos 13 minutos, primeiro com Jorge Luiz arriscando de fora da área para Berna fazer bela defesa e depois com Sergio Gomes, que emendou um chute - a bola passou raspando a trave do gol do Flu.
Clique no player e assista aos gols!
Mas exatamente um minuto depois, Araújo apareceria para colocar a equipe tricolor à frente no placar. Na tabela com Rafael Moura, o atacante chutou no canto do goleiro do Friburguense e fez 1 a 0 em Bangu. Depois disso, o time de Nova Friburgo reagiu um pouco e tentou partir para o ataque, mas o Flu continuou pressionando mais com boas jogadas sendo armadas pela esquerda com Thiago Carleto. E foi aos 37 minutos que Rafael Moura ampliou o marcador emendando um chute no rebote do goleiro Marcos, que não segurou da primeira vez quando Araújo arriscou.
Na etapa final, ainda sob o sol forte, as equipes voltaram mais cansadas, e a partida ficou menos movimentada. Só que aos sete minutos, em uma falta fora da área, Carleto chutou para o gol e o jogador do Friburguense desviou, enganando o goleiro: 3 a 0 para o Flu.
Com o jogo praticamente definido, o Flu ainda viu o time de Nova Friburgo dar um pouco de trabalho a Berna, mas ficou apenas nisso. Já nos minutos finais, Carleto saiu bastante aplaudido pela torcida tricolor, que gostou do que viu em Bangu e tem expectativas ainda maiores para ver a equipe titular do Fluminense com Thiago Neves e Fred comandando o ataque - o que deve acontecer apenas na estreia do time na Libertadores, dia 7 de fevereiro, contra o Arsenal de Sarandí.
Na próxima rodada, o Fluminense visita o Volta Redonda no sábado, enquanto o Friburguense busca se recuperar contra o Bangu, em Nova Friburgo, também no sábado.
FICHA TÉCNICA
FLUMINENSE 3 x 0 FRIBURGUENSE
Local: Moça Bonita, Rio de Janeiro (RJ)
Data: 21 de janeiro de 2012
Horário: 17 horas (de Brasília)
Público: 5.019
Árbitro: Leonardo Garcia Cavaleiro
Assistentes: Wagner de Almeida Santos e Jackson Lourenço Massarra dos Santos
Cartões amarelos: Márcio Rosário (Flu) e Lucas(Friburguense)
Gols: FLUMINENSE - Araújo aos 13 e Rafael Moura aos 36 minutos do primeiro tempo; Thiago Carleto aos sete minutos do segundo tempo
FLUMINENSE: Ricardo Berna; Souza (Rodrigo), Márcio Rosário, Digão e Thiago Carleto (Lucas Patinho); Valencia, Jean e Wellington Nem; Martinuccio (Fábio), Rafael Moura e Araújo
Técnico: Abel Braga
FRIBURGUENSE: Marcos; Sérgio Gomes, Cadão, Evair e Flavinho; Bidu, Lucas, Marcelo e Jorge Luiz (Victor Hugo); Ricardinho (Ziquinha) e Diego Santos (Rômulo)
Técnico: Gerson Andreotti.
sábado, 21 de janeiro de 2012
Campeonato Capixaba
Primeiro turno
Primeira rodadaVitória-ES 1 x 1 Conilon
Linhares 1 x 0 Colatina
São Mateus 1 x 0 Espírito Santo
Primeira rodadaVitória-ES 1 x 1 Conilon
Linhares 1 x 0 Colatina
São Mateus 1 x 0 Espírito Santo
Gaúcho
| 17h00 Cerâmica 2x2 Juventude |
| 17h00 Cruzeiro-RS 3x1 Santa Cruz-RS |
| 20h30 Novo Hamburgo 3x1 São José-RS |
| 21h00 Grêmio 0x2 Lajeadense |
Carioca
| 17h00 Madureira 1x0 Macaé Grupo A |
| 17h00 Olaria 1x0 Nova Iguaçu Grupo A |
| 17h00 Fluminense 3x0 Friburguense Grupo B |
| 19h30 Flamengo 4x0 Bonsucesso Grupo A |
Paulista
| 17h00 Corinthians 2x1 Mirassol |
| 17h00 Portuguesa0 x2 Paulista |
| 17h00 Ituano 3x0 Guaratinguetá |
| 19h30 XV de Piracicaba 1x1 Santos |
| 19h30 Guarani 2x1 Oeste |
| 19h30 Comercial-SP 3x4 Linense |
Espanhol
| 15h00 Espanyol 3x0 Granada-ESP |
| 15h00 Racing Santander 1x2 Getafe |
| 17h00 Real Sociedad 0x4 Atlético de Madri |
| 19h00 Betis 1x1 Sevilla |
Alemão
| 12h30 Schalke 04 3x1 Stuttgart |
| 12h30 Wolfsburg 1x0 Colônia |
| 12h30 Freiburg 1x0 Augsburg |
| 12h30 Nuremberg 2x0 Hertha |
| 12h30 Hoffenheim 0x0 Hannover |
| 15h30 Kaiserslautern 0x0 Werder Bremen |
Inglês
| 10h45 Norwich 0x0 Chelsea |
| 13h00 Everton 1x1 Blackburn Rovers |
| 13h00 Fulham 5x2 Newcastle United |
| 13h00 QPR 3x1 Wigan |
| 13h00 Stoke City 1x2 West Bromwich Albion |
| 13h00 Sunderland 2x0 Swansea City |
| 13h00 Wolverhampton 2x3 Aston Villa |
| 15h30 Bolton 3x1 Liverpool |
Colônia de Férias do Loucos por Futebol volta neste sábado
Quer aproveitar bem os últimos dias de vida mansa? Então fique ligado nas divertidas histórias do Loucos por Futebol.
Tostão, o Mineirinho de Ouro, completa 65 anos de idade e ganha homenagem de João Máximo.
Na Crônica de Roberto Porto, o filósofo do futebol carioca, Neném Prancha.
Um bate-papo com Mazaropi, goleirão ídolo do Vasco e do Coritiba nos anos setenta.
E ainda: 1996, o ano em que a Portuguesa/SP virou uma paixão brasileira, com certeza, e chegou ao vice-campeonato nacional.
Relaxe e curta a Colônia de Férias do Loucos, antes que a moleza acabe!
Loucos por Futebol – sábado (21/01) às 22h30.
Reprises: consulte a programação no site.
Loucos por Futebol - Férias!
No programa deste sábado (21 de janeiro), o verdadeiro Rei dos Chinelinhos, Carlos Kaiser, mostra como ganhou prestígio, dinheiro e até títulos sem suar a camisaTostão, o Mineirinho de Ouro, completa 65 anos de idade e ganha homenagem de João Máximo.
Na Crônica de Roberto Porto, o filósofo do futebol carioca, Neném Prancha.
Um bate-papo com Mazaropi, goleirão ídolo do Vasco e do Coritiba nos anos setenta.
E ainda: 1996, o ano em que a Portuguesa/SP virou uma paixão brasileira, com certeza, e chegou ao vice-campeonato nacional.
Relaxe e curta a Colônia de Férias do Loucos, antes que a moleza acabe!
Loucos por Futebol – sábado (21/01) às 22h30.
Reprises: consulte a programação no site.
Informações e palpites para a primeira rodada no Rio e SP
A seção Informações e Palpites volta nesta sexta-feira, mas ainda não com força total.
Isso porque os Estaduais não começam com suas melhores forças. Santos e Fluminense entram com times reservas, situação idêntica à do Flamengo, que tem seus titulares treinando na Bolívia.
Aqui também não constam, ainda, as informações dos pequenos que enfrentam os grandes do Rio e São Paulo. Nem informações do Mineiro e do Gaúcho, que aparecerão nas próximas semanas.
Por ora, você pode lembrar que o Bonsucesso é dirigido por Wilson Gottardo, que estreia como técnico no Campeonato Carioca contra o Flamnego, clube em que foi campeão estadual em 1991 e brasileiro em 1992.
Que o Friburguense é dirigido por Gérson Andreotti, ou que o Mirassol, adversário do Corinthians, tem Henrique Dias no ataque, o mesmo centroavante autor do gol do título paranaense do Coritiba, em 2008. O Mirassol, lembre-se, foi às quartas-de-final do Paulistão 2008.
Por ora, um esboço, para começar a entender como os grandes iniciam os estaduais mais importantes do país.
CAMPEONATO CARIOCA
FLUMINENSE x FRIBURGUENSESábado, Moça Bonita, 17h
FLUMINENSE - Problemas – Abel escala time reserva, enquanto não tem titulares à disposição. Time provável (4-2-3-1): Ricardo Berna, Souza, Digão, Márcio Rozário e Carletto; Valencia e Jean; Wellington Nem, Martinuccio e Araújo; Rafael Moura. Técnico: Abel Braga
PALPITE - Fluminense
FLAMENGO x BONSUCESSOSábado, Engenhão, 19h30
FLAMENGO – Problemas – Titulares treinam na Bolívia. Reservas estreiam no Estadual – Time provável (4-2-2-2) – Paulo Victor, João Filipe, Marlon, Frauches e Magal; Maldonado, João Vítor, Camacho e Bottinelli; Lucas e Jael. Técnico: Júnior Lopes
PALPITE - Empate
AMERICANO x VASCODomingo, Moacyrzão (Macaé), 17h
VASCO: Problemas – Rodolfo, Carlos Tenório e Abelairas (sem documentação) – Time provável (4-2-3-1) – Fernando Prass, Fágner, Dedé, Renato Silva e Thiago Feltri; Nílton e Felipe Bastos; Allan, Juninho Pernambucano e Diego Souza; Alecsandro. Técnico: Cristóvão Borges
PALPITE - Vasco
BOTAFOGO x NOVA IGUAÇUDomingo, Engenhão, 19h30
BOTAFOGO - Problemas – Rojas (sem documentação) – Time provável (4-4-2): Jéferson, Lucas, Antônio Carlos, Fábio Ferreira e Márcio Azevedo; Marcelo Mattos, Renato, Elkeson e Andrezinho; Maicosuel e Loco Abreu. Técnico: Oswaldo de Oliveira
PALPITE - Botafogo
CAMPEONATO PAULISTA
CORINTHIANS x MIRASSOLSábado, Pacaembu, 17h
CORINTHIANS – Problemas – Nenhum – Time provável (4-2-3-1) – Júlio César, Alessandro, Paulo André, Leandro Castan e Fábio Santos; Ralf e Paulinho; Émerson, Alex e Danilo; Liédson. Técnico: Tite
PALPITE - Corinthians
XV DE PIRACICABA x SANTOSSábado, Barão de Serra Negra, 19h30
SANTOS – Problemas – Titulares em pré-temporada, Tata escala os reservas) – Time provável (4-2-3-1) - Aranha, Maranhão, Bruno Rodrigo, Vinicius Simon e Émerson; Ânderson Carvalho e Ibson; Felipe Anderson, Alan Kardec e Rentería; Tiago Alves. Técnico: Tata
PALPITE - Empate
BRAGANTINO x PALMEIRASDomingo, Nabi Abi Chedid, 17h
PALMEIRAS - Problemas – Luan (machucado, dúvida), Deola (suspenso pelo Paulistão passado) – Time provável (4-2-3-1): Bruno, Cicinho, Leandro Amaro, Henrique e Juninho; Marcos Assunção e Márcio Araújo; Tinga, Valdivia e Luan; Ricardo Bueno. Técnico: Luiz Felipe
PALPITE - Empate
SÃO PAULO x BOTAFOGODomingo, Morumbi, 17h
SÃO PAULO – Problemas – Fabrício (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Rogério, Piris, Paulo Miranda, Rhodolfo e Cortês; Denílson e Wellington; Lucas, Cícero e Fernandinho; Luís Fabiano. Técnico: Émerson Leão
PALPITE - São Paulo
Isso porque os Estaduais não começam com suas melhores forças. Santos e Fluminense entram com times reservas, situação idêntica à do Flamengo, que tem seus titulares treinando na Bolívia.
Aqui também não constam, ainda, as informações dos pequenos que enfrentam os grandes do Rio e São Paulo. Nem informações do Mineiro e do Gaúcho, que aparecerão nas próximas semanas.
Por ora, você pode lembrar que o Bonsucesso é dirigido por Wilson Gottardo, que estreia como técnico no Campeonato Carioca contra o Flamnego, clube em que foi campeão estadual em 1991 e brasileiro em 1992.
Que o Friburguense é dirigido por Gérson Andreotti, ou que o Mirassol, adversário do Corinthians, tem Henrique Dias no ataque, o mesmo centroavante autor do gol do título paranaense do Coritiba, em 2008. O Mirassol, lembre-se, foi às quartas-de-final do Paulistão 2008.
Por ora, um esboço, para começar a entender como os grandes iniciam os estaduais mais importantes do país.
CAMPEONATO CARIOCA
FLUMINENSE x FRIBURGUENSESábado, Moça Bonita, 17h
FLUMINENSE - Problemas – Abel escala time reserva, enquanto não tem titulares à disposição. Time provável (4-2-3-1): Ricardo Berna, Souza, Digão, Márcio Rozário e Carletto; Valencia e Jean; Wellington Nem, Martinuccio e Araújo; Rafael Moura. Técnico: Abel Braga
PALPITE - Fluminense
FLAMENGO x BONSUCESSOSábado, Engenhão, 19h30
FLAMENGO – Problemas – Titulares treinam na Bolívia. Reservas estreiam no Estadual – Time provável (4-2-2-2) – Paulo Victor, João Filipe, Marlon, Frauches e Magal; Maldonado, João Vítor, Camacho e Bottinelli; Lucas e Jael. Técnico: Júnior Lopes
PALPITE - Empate
AMERICANO x VASCODomingo, Moacyrzão (Macaé), 17h
VASCO: Problemas – Rodolfo, Carlos Tenório e Abelairas (sem documentação) – Time provável (4-2-3-1) – Fernando Prass, Fágner, Dedé, Renato Silva e Thiago Feltri; Nílton e Felipe Bastos; Allan, Juninho Pernambucano e Diego Souza; Alecsandro. Técnico: Cristóvão Borges
PALPITE - Vasco
BOTAFOGO x NOVA IGUAÇUDomingo, Engenhão, 19h30
BOTAFOGO - Problemas – Rojas (sem documentação) – Time provável (4-4-2): Jéferson, Lucas, Antônio Carlos, Fábio Ferreira e Márcio Azevedo; Marcelo Mattos, Renato, Elkeson e Andrezinho; Maicosuel e Loco Abreu. Técnico: Oswaldo de Oliveira
PALPITE - Botafogo
CAMPEONATO PAULISTA
CORINTHIANS x MIRASSOLSábado, Pacaembu, 17h
CORINTHIANS – Problemas – Nenhum – Time provável (4-2-3-1) – Júlio César, Alessandro, Paulo André, Leandro Castan e Fábio Santos; Ralf e Paulinho; Émerson, Alex e Danilo; Liédson. Técnico: Tite
PALPITE - Corinthians
XV DE PIRACICABA x SANTOSSábado, Barão de Serra Negra, 19h30
SANTOS – Problemas – Titulares em pré-temporada, Tata escala os reservas) – Time provável (4-2-3-1) - Aranha, Maranhão, Bruno Rodrigo, Vinicius Simon e Émerson; Ânderson Carvalho e Ibson; Felipe Anderson, Alan Kardec e Rentería; Tiago Alves. Técnico: Tata
PALPITE - Empate
BRAGANTINO x PALMEIRASDomingo, Nabi Abi Chedid, 17h
PALMEIRAS - Problemas – Luan (machucado, dúvida), Deola (suspenso pelo Paulistão passado) – Time provável (4-2-3-1): Bruno, Cicinho, Leandro Amaro, Henrique e Juninho; Marcos Assunção e Márcio Araújo; Tinga, Valdivia e Luan; Ricardo Bueno. Técnico: Luiz Felipe
PALPITE - Empate
SÃO PAULO x BOTAFOGODomingo, Morumbi, 17h
SÃO PAULO – Problemas – Fabrício (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Rogério, Piris, Paulo Miranda, Rhodolfo e Cortês; Denílson e Wellington; Lucas, Cícero e Fernandinho; Luís Fabiano. Técnico: Émerson Leão
PALPITE - São Paulo
Del Potro top 5?
Depois da brilhante vitória sobre Roger Federer na final do US Open de 2009, principalmente depois de vencer dois tie-breaks e sair de dois sets de desvantagem e vencer, o argentino mais do que ganhou o respeito de todos no circuito profissional.
Del Potro pode não ser o mais brilhante tenista, mas é extremamente eficiente no que se propõe a fazer. Digamos que ele não inventa. Tem a mão pesada e incomoda bastante os adversários.
Depois de passar boa parte de 2010 machucado e perder muito espaço no ranking, ele voltou na Austrália, ano passado, mas perdeu para o vigésimo terceiro do ranking, Marcos Baghdatis. Parecia que a contusão ainda incomodava mais do que a falta de ritmo.
Começando essa temporada, Delpo, que já está nas oitavas de final do Aussie Open, ocupa a 11ª posição no ranking, mas obviamente vai voltar a ser top 10, e quem sabe top 5. O fato é que seu próximo adversário, o alemão Philipp Kohlschreiber vai ter de jogar muito se quiser dar um basta na ascensão do argentino.
O teste mesmo será nas quartas-de-final, quando Delpo deverá jogar contra o Federer. Aí sim vai dar pra ter noção qual o nível atual do tênis de Juan Martin Del Potro
Del Potro pode não ser o mais brilhante tenista, mas é extremamente eficiente no que se propõe a fazer. Digamos que ele não inventa. Tem a mão pesada e incomoda bastante os adversários.
Depois de passar boa parte de 2010 machucado e perder muito espaço no ranking, ele voltou na Austrália, ano passado, mas perdeu para o vigésimo terceiro do ranking, Marcos Baghdatis. Parecia que a contusão ainda incomodava mais do que a falta de ritmo.
Juan Marin
No fim do ano, com as duas vitórias na semifinal da Copa Davis, incluindo a sobre Djokovic, Del Potro definitivamente voltou a figurar entre os melhores do mundo.Começando essa temporada, Delpo, que já está nas oitavas de final do Aussie Open, ocupa a 11ª posição no ranking, mas obviamente vai voltar a ser top 10, e quem sabe top 5. O fato é que seu próximo adversário, o alemão Philipp Kohlschreiber vai ter de jogar muito se quiser dar um basta na ascensão do argentino.
O teste mesmo será nas quartas-de-final, quando Delpo deverá jogar contra o Federer. Aí sim vai dar pra ter noção qual o nível atual do tênis de Juan Martin Del Potro
De Frizzo para o amigo Felipão: 'O Assassinato do Camarão'
A torcida dos periquitos em revista não sabe se chora ou... se chora. O time se transformou em campeão de audiência nas redes sociais, principalmente após o prato de crustáceos pedido pelo treinador, mas negado pelos cartolas.
O último ziriguidum: o conjunto ‘Originais do Samba’ pensa em convocar o vice-presidente Roberto Frizzo para uma participação especial nos shows.
O rei da cocada verde, prestigiadíssimo no clube com um abaixo assinado por mais de 26 mil torcedores implorando sua saída, subiria sempre ao palco para anunciar o grande sucesso: ‘O Assassinato do Camarão’, dedicado ao amigo de fé e irmão camarada Luiz Felipe Scolari.
Agora, o som das cornetas: o COF (Conselho de Orientação e Fiscalização) concluiu o relatório sobre o desaparecimento de R$ 300 mil dos cofres do clube e recomendou que os conselheiros Antônio Corcione e Francisco Busico, mais Pedro Renzo, sejam expulsos do quadro de associados. Suspeita: desvio da verba.
Mais som na caixa: depois de ser ‘canonizado’ pela torcida, ‘são Marcos’ ganhou mais uma homenagem. O ex-goleiro virou tema de uma música do Grupo Boleiros, que já soltou a voz para os 100 gols do são-paulino Rogério Ceni.
A letra de ‘Marcão, Marcão’ trata o ídolo como ‘um cara fora de série, que jogou no Palmeiras a vida inteira com muito amor’.
Também fala sobre a passagem de ‘são Marcos’ pela seleção: ‘O cara foi lá pro Japão e nem preciso falar, nos trouxe o penta e o orgulho de poder comemorar’.
Detalhe: quase todos os integrantes do grupo são corintianos. Menos a Luiza...
#######
Rádio Rabiola. O deputado pitbull Romário voltou a dar pitacos na seleção dos manos do Mano. Entusiasmado com a bolinha mequetrefe da equipe, ele não tem dúvidas: nada mais nada menos do que... quatro jogadores já têm lugar cativo – o goleiro Júlio César, o zagueiro Tiago Silva, o meia Ganso e o atacante Neymar. Ou seja, o resto é... o resto. E que Deus seja brasileiro em 2014!
Sugismundo Freud. Quem deita no chão não corre risco de cair.
Enxoval 1. O ‘bando de loucos’ festeja a primeira grande conquista: o terceiro uniforme do Corinthians, grená com o desenho de São Jorge, foi eleito o mais bonito de 2011 em votação do site inglês ‘Subside Sports’. Venceu a do Borussia Dortmund: 32% dos votos contra 15,6%.
Enxoval 2. Na internet, mais uma vitória da Fiel. De acordo com pesquisa do ‘Mercado Livre’, os corintianos lideraram o ranking de vendas de camisas com 16% (12 mil peças), à frente de vascaínos, com 13% (9,5 mil), e flamenguistas, com 11% (8,4 mil). Mesmo cambaleando, o Palmeiras ficou em quarto, com 9% (6,6 mil), e o soberano Tricolor em quinto, com 6% (4,6 mil).
Tiro curto. Noventa minutos em dois jogos foram suficientes para a alegria da Fiel: o Corinthians tem time, mas não tem reservas. Emoções à vista na Libertadores.
Que dureza! Os companheiros de Internacional não têm dúvidas: o argentino D’Alessandro acertou na quina. Ele recebeu uma proposta de R$ 1 milhão por mês do Shanghai, dono de uma torcida estimada em 200 milhões de pessoas. Já o marfinense Didier Drogba, do Chelsea, poderá acertar na Mega-Sena da Virada. O clube chinês ofereceu R$ 1 milhão por semana ao atacante.
‘Mata-leão’. Nada contra, ao contrário. Mas não deixa de ser quiçá interessante e, por que não dizer, uma ótima boca de urna em ano de eleição. O são-paulino prefeito Gilberto Kassab, que vem se revelando ótimo esportista de gabinete, abrirá mão do aluguel (o Corinthians dá 15% da renda) e de outras taxas do Pacaembu para os anjinhos do MMA. As lutas serão em maio. O Morumbi era a primeira opção – o Tricolor deixará de papar R$ 2 milhões sem os ‘gladiadores’.
Gilete press. Deu no ‘Lance’: “Antes da viagem para a Bolívia, Ronaldinho externou para amigos que rompeu com Vanderlei Luxemburgo. Na madrugada de domingo para segunda, em São Paulo, ele esteve em uma casa noturna. E lá, horas antes do embarque, revelou: ‘Avisei a Patricia que não fico se o Luxemburgo não sair do Flamengo. O grupo está contra ele. Ela (Patricia) me prometeu que o Luxemburgo não fica no clube.” Bye bye ‘pojeto’.
Twitface. E o Maracanã, hein? Graças à Copa, cairá para o 25º lugar no ranking das arenas. Acomodará 76 mil torcedores e vai virar puxadinho perto do maior campo do mundo, o Rungrado (150 mil espectadores), na Coreia do Norte.
Pega ladrão! As emoções dos jogadores do Uberaba não se limitaram ao disputadíssimo 0 a 0 do amistoso com o Araxá. Na volta para casa, três amigos do alheio pararam o ônibus na BR-262 e renderam o grupo, após três disparos – uma das balas atingiu a perna esquerda do motorista. Os assaltantes fizeram um rapa (levaram alianças, relógios, tênis, computador e dinheiro). Os gatunos costumam agir na região porque os ônibus transportam sacoleiros.
Tititi d’Aline. O sheik Emerson desembolsou a bagatela de R$ 14 mil para aterrissar de helicóptero no CT corintiano no início da semana. Pagou ainda R$ 4 mil de multa para a caixinha dos jogadores pelo atraso.
Você sabia que... a multa de 20% e o desconto de um dia de trabalho custarão R$ 90 mil ao rechonchudo imperador Adriano?
Bola de ouro. Kobe Bryant. O astro dos Lakers está matando a pau na NBA. Já coleciona na carreira mais de 110 jogos com 40 pontos ou mais.
Bola de latão. Thomas Bellucci. Manteve um respeitável tabu no Aberto da Austrália: não vence dois jogos seguidos desde junho de 2011.
Bola de lixo. Pepe. Um troglodita luso-brasileiro a serviço do Real Madrid.
Bola sete. “Não podemos ter 20 anos com o Nuzman, precisamos de uma reformulação. O Brasil passa por isso, tem troca de presidente, por que não mudar em outras instituições?” (do lutador de taekwondo Diogo Silva, aplaudindo o vapt-vupt de Carlos ‘Rolando Lero’ Nuzman no comando do COB – caixinha, obrigado Brasil).
Dúvida pertinente. Quem deve sair primeiro do ninho do urubu: Ronaldinho, ‘pofexô’ Vanderlei Luxemburgo ou a presidenta Patrícia Amorim?
O último ziriguidum: o conjunto ‘Originais do Samba’ pensa em convocar o vice-presidente Roberto Frizzo para uma participação especial nos shows.
O rei da cocada verde, prestigiadíssimo no clube com um abaixo assinado por mais de 26 mil torcedores implorando sua saída, subiria sempre ao palco para anunciar o grande sucesso: ‘O Assassinato do Camarão’, dedicado ao amigo de fé e irmão camarada Luiz Felipe Scolari.
Agora, o som das cornetas: o COF (Conselho de Orientação e Fiscalização) concluiu o relatório sobre o desaparecimento de R$ 300 mil dos cofres do clube e recomendou que os conselheiros Antônio Corcione e Francisco Busico, mais Pedro Renzo, sejam expulsos do quadro de associados. Suspeita: desvio da verba.
Mais som na caixa: depois de ser ‘canonizado’ pela torcida, ‘são Marcos’ ganhou mais uma homenagem. O ex-goleiro virou tema de uma música do Grupo Boleiros, que já soltou a voz para os 100 gols do são-paulino Rogério Ceni.
A letra de ‘Marcão, Marcão’ trata o ídolo como ‘um cara fora de série, que jogou no Palmeiras a vida inteira com muito amor’.
Também fala sobre a passagem de ‘são Marcos’ pela seleção: ‘O cara foi lá pro Japão e nem preciso falar, nos trouxe o penta e o orgulho de poder comemorar’.
Detalhe: quase todos os integrantes do grupo são corintianos. Menos a Luiza...
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Rádio Rabiola. O deputado pitbull Romário voltou a dar pitacos na seleção dos manos do Mano. Entusiasmado com a bolinha mequetrefe da equipe, ele não tem dúvidas: nada mais nada menos do que... quatro jogadores já têm lugar cativo – o goleiro Júlio César, o zagueiro Tiago Silva, o meia Ganso e o atacante Neymar. Ou seja, o resto é... o resto. E que Deus seja brasileiro em 2014!
Sugismundo Freud. Quem deita no chão não corre risco de cair.
Enxoval 1. O ‘bando de loucos’ festeja a primeira grande conquista: o terceiro uniforme do Corinthians, grená com o desenho de São Jorge, foi eleito o mais bonito de 2011 em votação do site inglês ‘Subside Sports’. Venceu a do Borussia Dortmund: 32% dos votos contra 15,6%.
Enxoval 2. Na internet, mais uma vitória da Fiel. De acordo com pesquisa do ‘Mercado Livre’, os corintianos lideraram o ranking de vendas de camisas com 16% (12 mil peças), à frente de vascaínos, com 13% (9,5 mil), e flamenguistas, com 11% (8,4 mil). Mesmo cambaleando, o Palmeiras ficou em quarto, com 9% (6,6 mil), e o soberano Tricolor em quinto, com 6% (4,6 mil).
Tiro curto. Noventa minutos em dois jogos foram suficientes para a alegria da Fiel: o Corinthians tem time, mas não tem reservas. Emoções à vista na Libertadores.
Que dureza! Os companheiros de Internacional não têm dúvidas: o argentino D’Alessandro acertou na quina. Ele recebeu uma proposta de R$ 1 milhão por mês do Shanghai, dono de uma torcida estimada em 200 milhões de pessoas. Já o marfinense Didier Drogba, do Chelsea, poderá acertar na Mega-Sena da Virada. O clube chinês ofereceu R$ 1 milhão por semana ao atacante.
‘Mata-leão’. Nada contra, ao contrário. Mas não deixa de ser quiçá interessante e, por que não dizer, uma ótima boca de urna em ano de eleição. O são-paulino prefeito Gilberto Kassab, que vem se revelando ótimo esportista de gabinete, abrirá mão do aluguel (o Corinthians dá 15% da renda) e de outras taxas do Pacaembu para os anjinhos do MMA. As lutas serão em maio. O Morumbi era a primeira opção – o Tricolor deixará de papar R$ 2 milhões sem os ‘gladiadores’.
Gilete press. Deu no ‘Lance’: “Antes da viagem para a Bolívia, Ronaldinho externou para amigos que rompeu com Vanderlei Luxemburgo. Na madrugada de domingo para segunda, em São Paulo, ele esteve em uma casa noturna. E lá, horas antes do embarque, revelou: ‘Avisei a Patricia que não fico se o Luxemburgo não sair do Flamengo. O grupo está contra ele. Ela (Patricia) me prometeu que o Luxemburgo não fica no clube.” Bye bye ‘pojeto’.
Twitface. E o Maracanã, hein? Graças à Copa, cairá para o 25º lugar no ranking das arenas. Acomodará 76 mil torcedores e vai virar puxadinho perto do maior campo do mundo, o Rungrado (150 mil espectadores), na Coreia do Norte.
Pega ladrão! As emoções dos jogadores do Uberaba não se limitaram ao disputadíssimo 0 a 0 do amistoso com o Araxá. Na volta para casa, três amigos do alheio pararam o ônibus na BR-262 e renderam o grupo, após três disparos – uma das balas atingiu a perna esquerda do motorista. Os assaltantes fizeram um rapa (levaram alianças, relógios, tênis, computador e dinheiro). Os gatunos costumam agir na região porque os ônibus transportam sacoleiros.
Tititi d’Aline. O sheik Emerson desembolsou a bagatela de R$ 14 mil para aterrissar de helicóptero no CT corintiano no início da semana. Pagou ainda R$ 4 mil de multa para a caixinha dos jogadores pelo atraso.
Você sabia que... a multa de 20% e o desconto de um dia de trabalho custarão R$ 90 mil ao rechonchudo imperador Adriano?
Bola de ouro. Kobe Bryant. O astro dos Lakers está matando a pau na NBA. Já coleciona na carreira mais de 110 jogos com 40 pontos ou mais.
Bola de latão. Thomas Bellucci. Manteve um respeitável tabu no Aberto da Austrália: não vence dois jogos seguidos desde junho de 2011.
Bola de lixo. Pepe. Um troglodita luso-brasileiro a serviço do Real Madrid.
Bola sete. “Não podemos ter 20 anos com o Nuzman, precisamos de uma reformulação. O Brasil passa por isso, tem troca de presidente, por que não mudar em outras instituições?” (do lutador de taekwondo Diogo Silva, aplaudindo o vapt-vupt de Carlos ‘Rolando Lero’ Nuzman no comando do COB – caixinha, obrigado Brasil).
Dúvida pertinente. Quem deve sair primeiro do ninho do urubu: Ronaldinho, ‘pofexô’ Vanderlei Luxemburgo ou a presidenta Patrícia Amorim?
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Potiguar
| 20h30 ABC 1x1 Coríntians-RN |
| 20h30 Potiguar de Mossoró 1x0 Santa Cruz-RN |
| 20h30 Assu 1x0 Baraúnas-RN |
| 20h30 Palmeira de Goianinha 1x3 América-RN |
| 20h30 Caicó 2x1 Alecrim |
Baiano
| 20h30 Vitória da Conquista 4x3 Camaçari |
| 20h30 Juazeiro 1x3 Bahia de Feira |
| 20h30 Fluminense-BA 1x1 Juazeirense |
| 20h30 Bahia 3x3 Atlético-BA |
| 20h30 Itabuna 1x1 Serrano |
| 21h50 Feirense 1x1 Vitória |
Cearense
| 20h20 Horizonte-CE 3x0 Ferroviário-CE |
| 20h20 Ceará 2x1 Trairiense |
| 20h20 Guarani-CE 2x2 Crateús |
Pernambucano
| 20h00 Salgueiro 2x0 Santa Cruz-PE |
| 20h00 Belo Jardim 0x2 Porto-PE |
| 20h00 Central 1x1 Araripina |
| 20h00 Serra Talhada 4x0 Ypiranga-PE |
| 21h15 Náutico 2x0 Petrolina |
Alagoano
| 15h00 Penedense 0x3 Sport Santo Antônio |
| 15h00 CEO 0x1 CRB |
| 15h00 Corinthians-AL 4x1 ASA |
| 20h30 Coruripe-AL 1x1 Murici |
| 20h30 CSA 2x1 CSE |
Copa São Paulo
| 10h Vitória 6x0 Rondonópolis |
| 16h Grêmio 4x1 Fluminense |
| 18h30 2 Internacional 1x1 Coritiba 4 |
| 21h Santos 1x2 Desportivo Brasil |
Barrichello x Senna
Rubens Barrichello e Bruno Senna travam um duelo por vagas na Fórmula 1 desde antes da entrada do sobrinho de Ayrton na categoria. Situação no mínimo curiosa, levando-se em conta a quantidade de acentos que se vagaram nestes últimos anos.
O embate começou em 2008, quando a falecida equipe Honda promoveu uma espécie de vestibular para escolher o companheiro de Jenson Button para a temporada seguinte. Os japoneses tinham optado por Bruno, mas a montadora resolveu deixar a Fórmula 1 e Ross Brawn, que assumiu o que restou do time, preferiu apostar na experiência de Barrichello.
Prestigiado após um ano de sucesso na Brawn (ex-Honda), Barrichello chegou no final de 2009 podendo escolher onde queria correr. Escolheu a Williams, dizendo estar realizando um sonho, que mais tarde se transformou em pesadelo, tamanhos eram os problemas de desenvolvimento dos carros da equipe. Bruno ficou ‘de molho’, correndo em categorias menores.
No final de 2010, a renovação de Barrichello com a Williams foi colocada em risco, novamente envolvendo o nome de Bruno Senna. Mais uma vez a experiência do recordista de GPs valeu mais e ele conseguiu se manter na categoria.
Senna, para ganhar mais experiência, desistiu de ser titular da nanica Hispania para ser piloto de testes da Renault-Lotus. No meio da temporada de 2011 ganhou lugar de titular, marcou pontos, mas não conseguiu se manter no time.
Agora, Bruno Senna finalmente conseguiu superar Barrichello, pelo menos na preferência da Williams, que vem para 2012 bastante reestruturada, começando de cima. Patrick Head deixou a F-1 para cuidar apenas da divisão de carros híbridos do time.
Outra curiosidade, esta apenas de nomes: Senna chega na Williams novamente em parceria com motor Renault, assim como o tio em 1994. Mas agora, apenas o fabricante de motores chega com títulos na mala.
A nova parceria Senna/Williams surge tão cheia de interrogações (desenvolvimento do carro com motor novo, o próprio conceito do carro, maturidade do piloto e da direção da equipe, citando alguns exemplos) quanto o futuro de Barrichello.
Rubinho ainda não informou se para de uma vez, se vai correr em outra categoria (Stock Car e Fórmula Indy adorariam ter o piloto alinhando no grid), ou se espera um lugar decente na F-1. De qualquer forma, deixar a categoria assim, meio que pela porta dos fundos, é cruel. Não tem cara de despedida.
O embate começou em 2008, quando a falecida equipe Honda promoveu uma espécie de vestibular para escolher o companheiro de Jenson Button para a temporada seguinte. Os japoneses tinham optado por Bruno, mas a montadora resolveu deixar a Fórmula 1 e Ross Brawn, que assumiu o que restou do time, preferiu apostar na experiência de Barrichello.
Prestigiado após um ano de sucesso na Brawn (ex-Honda), Barrichello chegou no final de 2009 podendo escolher onde queria correr. Escolheu a Williams, dizendo estar realizando um sonho, que mais tarde se transformou em pesadelo, tamanhos eram os problemas de desenvolvimento dos carros da equipe. Bruno ficou ‘de molho’, correndo em categorias menores.
No final de 2010, a renovação de Barrichello com a Williams foi colocada em risco, novamente envolvendo o nome de Bruno Senna. Mais uma vez a experiência do recordista de GPs valeu mais e ele conseguiu se manter na categoria.
Senna, para ganhar mais experiência, desistiu de ser titular da nanica Hispania para ser piloto de testes da Renault-Lotus. No meio da temporada de 2011 ganhou lugar de titular, marcou pontos, mas não conseguiu se manter no time.
Agora, Bruno Senna finalmente conseguiu superar Barrichello, pelo menos na preferência da Williams, que vem para 2012 bastante reestruturada, começando de cima. Patrick Head deixou a F-1 para cuidar apenas da divisão de carros híbridos do time.
Outra curiosidade, esta apenas de nomes: Senna chega na Williams novamente em parceria com motor Renault, assim como o tio em 1994. Mas agora, apenas o fabricante de motores chega com títulos na mala.
A nova parceria Senna/Williams surge tão cheia de interrogações (desenvolvimento do carro com motor novo, o próprio conceito do carro, maturidade do piloto e da direção da equipe, citando alguns exemplos) quanto o futuro de Barrichello.
Rubinho ainda não informou se para de uma vez, se vai correr em outra categoria (Stock Car e Fórmula Indy adorariam ter o piloto alinhando no grid), ou se espera um lugar decente na F-1. De qualquer forma, deixar a categoria assim, meio que pela porta dos fundos, é cruel. Não tem cara de despedida.
Pato não barbariza
Berlusconi já declarou que foi ele, e não sua filha, quem definiu a permanência de Pato no Milan. Julgou a venda ao Paris Saint-Germain, para comprar Tévez, um negócio sem sentido: "Decidi porque julgo Pato um jogador de enorme talento'', escreveu. Contra a Inter, ontem, Pato foi escalado desde o início e deu poucas respostas favoráveis à decisão do sogro e patrão. Aos 23 minutos, uma tabela com Ibrahimovic, um drible em Lúcio e um cruzamento inócuo. Aos 43, um passe para Van Bommel chutar na trave.
A comparação entre Pato e Tevez é cruel. Ambos são menos do que deveriam ser no futebol europeu. Ambos pela falta de compromisso, mas em situações diferentes. Tevez tem a raça de um leão, quando está em campo. Fora, nenhum comprometimento com seu clube, como indicaram suas saídas do Corinthians, do West Ham, Manchester United e agora do Manchester City.

Pato diz que o Milan é sua casa. Em campo, desaparece. É capaz de lances geniais, como o gol marcado contra o Barcelona, no Camp Nou, na inauguração da Champions League. Mas sua expressão, esteja empatando, goleando ou perdendo, é exatamente a mesma, a de quem não tem nada a ver com isso.
Não é por outro motivo que Mano Menezes elegeu-o o centroavante ideal e mudou de ideia com o aparecimento de Leandro Damião, muito inferior tecnicamente. Alguém dirá que na seleção ele é centroavante, no Milan segundo atacante. É parte do problema. Pato rende mais como atua na Itália, mais livre, sem um centroavante fixo e como parceiro de Ibrahimovic, mexendo-se pelo ataque. Mas a raiz do problema, para voltar a ser protagonista, é outra para o menino de Pato Branco: fazer da bola seu brinquedo mais querido. Quando era assim, Pato barbarizava.
A comparação entre Pato e Tevez é cruel. Ambos são menos do que deveriam ser no futebol europeu. Ambos pela falta de compromisso, mas em situações diferentes. Tevez tem a raça de um leão, quando está em campo. Fora, nenhum comprometimento com seu clube, como indicaram suas saídas do Corinthians, do West Ham, Manchester United e agora do Manchester City.
Pato diz que o Milan é sua casa. Em campo, desaparece. É capaz de lances geniais, como o gol marcado contra o Barcelona, no Camp Nou, na inauguração da Champions League. Mas sua expressão, esteja empatando, goleando ou perdendo, é exatamente a mesma, a de quem não tem nada a ver com isso.
Não é por outro motivo que Mano Menezes elegeu-o o centroavante ideal e mudou de ideia com o aparecimento de Leandro Damião, muito inferior tecnicamente. Alguém dirá que na seleção ele é centroavante, no Milan segundo atacante. É parte do problema. Pato rende mais como atua na Itália, mais livre, sem um centroavante fixo e como parceiro de Ibrahimovic, mexendo-se pelo ataque. Mas a raiz do problema, para voltar a ser protagonista, é outra para o menino de Pato Branco: fazer da bola seu brinquedo mais querido. Quando era assim, Pato barbarizava.
Dívida recíproca
A dívida do Flamengo com Ronaldinho chamou a atenção nestes primeiros dias do ano. E não é pra menos. Pelo valor de arregalar os olhos de qualquer mortal (R$ 3 milhões e vários milhares de quebrados, relativos a cinco meses de atraso) e pelo fato de atingir astro até então acostumado a ver o dinheirinho pingar na conta sempre na data combinada. O rapaz se aborreceu, no que está coberto e encapotado de razão; o combinado com qualquer empregador tem de ser cumprido. Assinou, valeu.
Mas há outro aspecto a ser considerado nessa história de quem quer receber em dia o que lhe é devido. Faz um ano que o Flamengo ganhou o leilão em que se transformou a volta de Ronaldinho ao Brasil. Transação lenta, que desgastou o moço e sua trupe ao deixarem o Grêmio a ver navios, após suposto acerto com o clube de origem, mas que o fez cair nos braços da torcida rubro-negra. Com direito a recepção ruidosa no dia em que trovoadas e casas desabavam em cidades serranas do Estado do Rio.
Depois de uma temporada, o que o Flamengo lucrou com o repatriamento do ex-melhor do mundo? Do ponto de vista técnico, lhe valeu um título estadual e a vaga para a disputa da fase preliminar da Libertadores de 2012, nos duelos com o Real Potosí, a partir da semana que vem. No marketing, de onde Patrícia Amorim e colaboradores imaginavam tirar o máximo proveito, a presença do gaúcho tem sido fiasco retumbante.
Ele não ajudou o clube a aumentar faturamento com patrocínios, não participou de campanhas publicitárias, pesou pouco na média de público nos estádios. Venderam-se camisas com o nome e o número do R10 aquém do esperado.
A constatação é chata, mas necessária: atualmente Ronaldinho não tem a imagem associada a excelência profissional, a conquistas. Por isso, não atrai atenção de empresas, não há convites para campanhas na televisão. Não é como Ronaldo, que a bem da verdade jogou só meio ano no Corinthians (o primeiro semestre de 2009), mas com um carisma tão acentuado que vendeu o que quis e teve encobertas escorregadas na vida pessoal. Deu lucro, ao assumir-se mais um no "bando de loucos", e fatura muito até hoje no Parque São Jorge.
Não considero justo duvidar da qualidade da arte de Ronaldinho, pois se trata de jogador extraordinário, com inteligência e habilidade muito acima da média. Domínio de bola perfeito, visão de jogo incomum, dribles e gols desconcertantes o levaram duas vezes ao topo da avaliação mundial. No auge da carreira, teve impacto maior do que Messi, pelo estilo mais explosivo e vistoso.
O encanto parece ter se perdido em alguma esquina do passado, em algum porão catalão, lá por 2005, 2006. Nos últimos anos, houve aparições esporádicas do grande Ronaldinho Gaúcho, tanto no Barcelona quanto no Milan e agora no Fla. Foram canjas, apenas, para ficar em linguagem artística. O gênio da bola deu lugar a um atleta ainda diferente, é verdade; no entanto, sem o poder de decisão anterior. O desejo de redimi-lo foi tão grande que bastaram alguns malabarismos para ver reabertas as portas da seleção brasileira. Voltou e ninguém sentiu a diferença. Pena.
Numa crônica de um tempo atrás, escrevi que um disco voador de marcianos havia abduzido Ronaldinho e deixara aqui cópia mal-acabada. Estou convencido disso. Não tem como pedirmos para Nasa, Nato, o papa, nos ajudarem a resgatá-lo? Com o verdadeiro Ronaldinho de volta, certamente as dívidas serão pagas - as do Fla e as do clone que circula por aí.
Mas há outro aspecto a ser considerado nessa história de quem quer receber em dia o que lhe é devido. Faz um ano que o Flamengo ganhou o leilão em que se transformou a volta de Ronaldinho ao Brasil. Transação lenta, que desgastou o moço e sua trupe ao deixarem o Grêmio a ver navios, após suposto acerto com o clube de origem, mas que o fez cair nos braços da torcida rubro-negra. Com direito a recepção ruidosa no dia em que trovoadas e casas desabavam em cidades serranas do Estado do Rio.
Depois de uma temporada, o que o Flamengo lucrou com o repatriamento do ex-melhor do mundo? Do ponto de vista técnico, lhe valeu um título estadual e a vaga para a disputa da fase preliminar da Libertadores de 2012, nos duelos com o Real Potosí, a partir da semana que vem. No marketing, de onde Patrícia Amorim e colaboradores imaginavam tirar o máximo proveito, a presença do gaúcho tem sido fiasco retumbante.
Ele não ajudou o clube a aumentar faturamento com patrocínios, não participou de campanhas publicitárias, pesou pouco na média de público nos estádios. Venderam-se camisas com o nome e o número do R10 aquém do esperado.
A constatação é chata, mas necessária: atualmente Ronaldinho não tem a imagem associada a excelência profissional, a conquistas. Por isso, não atrai atenção de empresas, não há convites para campanhas na televisão. Não é como Ronaldo, que a bem da verdade jogou só meio ano no Corinthians (o primeiro semestre de 2009), mas com um carisma tão acentuado que vendeu o que quis e teve encobertas escorregadas na vida pessoal. Deu lucro, ao assumir-se mais um no "bando de loucos", e fatura muito até hoje no Parque São Jorge.
Não considero justo duvidar da qualidade da arte de Ronaldinho, pois se trata de jogador extraordinário, com inteligência e habilidade muito acima da média. Domínio de bola perfeito, visão de jogo incomum, dribles e gols desconcertantes o levaram duas vezes ao topo da avaliação mundial. No auge da carreira, teve impacto maior do que Messi, pelo estilo mais explosivo e vistoso.
O encanto parece ter se perdido em alguma esquina do passado, em algum porão catalão, lá por 2005, 2006. Nos últimos anos, houve aparições esporádicas do grande Ronaldinho Gaúcho, tanto no Barcelona quanto no Milan e agora no Fla. Foram canjas, apenas, para ficar em linguagem artística. O gênio da bola deu lugar a um atleta ainda diferente, é verdade; no entanto, sem o poder de decisão anterior. O desejo de redimi-lo foi tão grande que bastaram alguns malabarismos para ver reabertas as portas da seleção brasileira. Voltou e ninguém sentiu a diferença. Pena.
Numa crônica de um tempo atrás, escrevi que um disco voador de marcianos havia abduzido Ronaldinho e deixara aqui cópia mal-acabada. Estou convencido disso. Não tem como pedirmos para Nasa, Nato, o papa, nos ajudarem a resgatá-lo? Com o verdadeiro Ronaldinho de volta, certamente as dívidas serão pagas - as do Fla e as do clone que circula por aí.
Futsal feminino tem sua própria "Marta" e sobra em estrutura diante do campo
O futebol feminino de Marta e companhia vive mais uma crise com a recente extinção do time do Santos, o mais vitorioso do país. Suposto “primo pobre”, o futsal vai pelo caminho inverso. Com parcerias com universidades e mais estabilidade para as atletas, a modalidade sobra na comparação e tem até sua própria “Marta”.
Vanessa Cristina Pereira tem 21 anos, nasceu em Patos de Minas-MG e atua no Female/Chapecó. Além de acumular títulos pela equipe catarinense e pela seleção brasileira (bicampeã da principal competição internacional da modalidade), a jogadora ainda foi eleita a melhor do mundo nos últimos dois anos pelo site europeu futsalplanet.com, a mais prestigiada do futsal, que carece de mais atenção da Fifa.
A comparação com Marta, no entanto, é rapidamente descartada. “As pessoas falam isso, mas não dá. Ela é fora de série, faz coisas que não dá para imaginar. Fico feliz porque engrandece meu trabalho, mas não consigo pensar: ‘hoje sou que nem a Marta”, disse Vanessa, em entrevista ao UOL Esporte.
A jogadora é só a ponta do iceberg do futsal feminino, que segundo as próprias atletas, ainda tem de evoluir muito. A comparação com o futebol, no entanto, é desigual. Enquanto as meninas do campo sofrem com um calendário confuso e incerto, no salão são cerca de oito competições por ano somente para clubes.
São duas competições nacionais (Taça Brasil e Liga Futsal), estaduais, competições universitárias e jogos abertos regionais e nacionais. Além disso, as seleções universitária e profissional completam o calendário com pelo menos uma convocação anual cada uma.
O futsal perde, no entanto, no alcance internacional. As meninas do salão ainda não têm um Mundial chancelado pela Fifa, mas sim uma espécie de mundialito que reúne as principais seleções desde 2010. As estrelas da modalidade também não conseguem a visibilidade de jogadoras como Marta e Cristiane, por exemplo.
Jogadores sem tanto apelo, no entanto, estão a ver navios. Grande parte da equipe do Santos segue sem emprego depois do cancelamento da equipe, processo que já aconteceu com outros times anteriormente, como o Corinthians. Com isso, as brasileiras são obrigadas a sair do país para viverem só de futebol, ao contrário do que acontece no futsal.
A estrutura está longe de ser rica. Quase todas as equipes de ponta, no entanto, contam com parcerias com universidades e empresas da região, que garantem o custeamento dos times, treinos e viagens. A Confederação Brasileira de Futebol de Salão (CBFS) ajuda com seus patrocinadores próprios e custeia os alojamentos das equipes visitantes em algumas competições.
As jogadoras têm entre si um acordo informal de sempre exigirem o ingresso em uma faculdade de seus clubes. Quando se transferem, por exemplo, acertam salários e onde estudarão para só depois fecharem com a nova equipe. O cenário, mesmo com salários modestos, faz as jogadoras descartarem uma possível troca para o campo.
“Hoje em dia, depois do que aconteceu com o Santos, não trocaria. Até tinha pensado nisso no ano passado. O futsal também tem uma certa insegurança. Mas eu tenho uma amiga que estava no Santos e está desempregada”, disse Jessika, também do Chapecó, que disputou com Vanessa o título de melhor do mundo.
O cenário claro, não é o ideal. As jogaras reclamam, principalmente, da visibilidade que não possuem. Um acordo para transmissão de partidas seria, na visão dos envolvidos, o passo fundamental para a consolidação do esporte.
“Hoje a gente tem um orçamento que só vai crescer se entrar na televisão. Aí mudaria a ótica do nosso esporte”, disse Eder Popiolski, técnico do Chapecó. “O nosso esporte não tem massa por trás. Precisa de mídia. E quem vai ver um jogo de futebol feminino vai ver emoção. O Futsal tem muito a dar”, disse Marcos Sorato, técnico da seleção masculina e auxiliar da feminina, que é comandada pelo ex-jogador Vander Iacovino.
Vanessa Cristina Pereira tem 21 anos, nasceu em Patos de Minas-MG e atua no Female/Chapecó. Além de acumular títulos pela equipe catarinense e pela seleção brasileira (bicampeã da principal competição internacional da modalidade), a jogadora ainda foi eleita a melhor do mundo nos últimos dois anos pelo site europeu futsalplanet.com, a mais prestigiada do futsal, que carece de mais atenção da Fifa.
A comparação com Marta, no entanto, é rapidamente descartada. “As pessoas falam isso, mas não dá. Ela é fora de série, faz coisas que não dá para imaginar. Fico feliz porque engrandece meu trabalho, mas não consigo pensar: ‘hoje sou que nem a Marta”, disse Vanessa, em entrevista ao UOL Esporte.
A jogadora é só a ponta do iceberg do futsal feminino, que segundo as próprias atletas, ainda tem de evoluir muito. A comparação com o futebol, no entanto, é desigual. Enquanto as meninas do campo sofrem com um calendário confuso e incerto, no salão são cerca de oito competições por ano somente para clubes.
São duas competições nacionais (Taça Brasil e Liga Futsal), estaduais, competições universitárias e jogos abertos regionais e nacionais. Além disso, as seleções universitária e profissional completam o calendário com pelo menos uma convocação anual cada uma.
VEJA OS GOLS DA FINAL DA TAÇA BRASIL 2011, COM CHAPECÓ 4 A 2 NO CRICIÚMA
Jogadores sem tanto apelo, no entanto, estão a ver navios. Grande parte da equipe do Santos segue sem emprego depois do cancelamento da equipe, processo que já aconteceu com outros times anteriormente, como o Corinthians. Com isso, as brasileiras são obrigadas a sair do país para viverem só de futebol, ao contrário do que acontece no futsal.
A estrutura está longe de ser rica. Quase todas as equipes de ponta, no entanto, contam com parcerias com universidades e empresas da região, que garantem o custeamento dos times, treinos e viagens. A Confederação Brasileira de Futebol de Salão (CBFS) ajuda com seus patrocinadores próprios e custeia os alojamentos das equipes visitantes em algumas competições.
As jogadoras têm entre si um acordo informal de sempre exigirem o ingresso em uma faculdade de seus clubes. Quando se transferem, por exemplo, acertam salários e onde estudarão para só depois fecharem com a nova equipe. O cenário, mesmo com salários modestos, faz as jogadoras descartarem uma possível troca para o campo.
“Hoje em dia, depois do que aconteceu com o Santos, não trocaria. Até tinha pensado nisso no ano passado. O futsal também tem uma certa insegurança. Mas eu tenho uma amiga que estava no Santos e está desempregada”, disse Jessika, também do Chapecó, que disputou com Vanessa o título de melhor do mundo.
O cenário claro, não é o ideal. As jogaras reclamam, principalmente, da visibilidade que não possuem. Um acordo para transmissão de partidas seria, na visão dos envolvidos, o passo fundamental para a consolidação do esporte.
“Hoje a gente tem um orçamento que só vai crescer se entrar na televisão. Aí mudaria a ótica do nosso esporte”, disse Eder Popiolski, técnico do Chapecó. “O nosso esporte não tem massa por trás. Precisa de mídia. E quem vai ver um jogo de futebol feminino vai ver emoção. O Futsal tem muito a dar”, disse Marcos Sorato, técnico da seleção masculina e auxiliar da feminina, que é comandada pelo ex-jogador Vander Iacovino.
Vanessa, do Chapecó, é um dos destaques do esporte e foi eleita a melhor do mundo duas vezes
Flamengo declara Thiago Neves ‘persona non grata’ no clube
A nota oficial divulgada pelo site do Flamengo foi mera formalidade.
A saída de Thiago Neves não foi bem digerida pela presidente, Patricia Amorim.
Nos corredores da Gávea a revolta ainda é grande e a decisão do jogador é tida como atitude de moleque.
Patrícia disse para quem quisesse ouvir que Thiago Neves é considerado ‘persona non grata’ a partir de agora no Flamengo e que as portas do clube estão definitivamente fechadas para o jogador.
Além de tentar assinar definitivamente o acordo com a Traffic e pagar Ronaldinho Gaúcho, o Flamengo corre atrás de um meia para compor o elenco.
Renato Cajá, ex-jogador do Botafogo e atualmente na Ponte Preta, foi oferecido
A saída de Thiago Neves não foi bem digerida pela presidente, Patricia Amorim.
Nos corredores da Gávea a revolta ainda é grande e a decisão do jogador é tida como atitude de moleque.
Patrícia disse para quem quisesse ouvir que Thiago Neves é considerado ‘persona non grata’ a partir de agora no Flamengo e que as portas do clube estão definitivamente fechadas para o jogador.
Além de tentar assinar definitivamente o acordo com a Traffic e pagar Ronaldinho Gaúcho, o Flamengo corre atrás de um meia para compor o elenco.
Renato Cajá, ex-jogador do Botafogo e atualmente na Ponte Preta, foi oferecido
Patrícia Amorim ataca Thiago Neves após acerto com Flu: 'Flamengo é muito maior que ele'
Não demorou muito para o Flamengo responder ao anúncio oficial do acerto de Thiago Neves com o Fluminense. Pouco menos de 24 horas depois de garantir que o clube ainda confiava em um acerto com o meia, a presidente Patrícia Amorim mudou o discurso e também sua postura. Em nota divulgada no site oficial, a mandatária rubro-negra atacou a decisão do jogador de se transferir para o Tricolor.
"Passadas mais de 24 horas do pronunciamento oficial do empresário Léo Rabello e não tendo uma resposta de Thiago Neves, me sinto bastante confortável em dizer que o Flamengo está fora da negociação para contratar o jogador. Aqui no Flamengo só joga quem quer", respondeu Patrícia, acrescentando.
"Como o mesmo não mostrou interesse em ficar no clube, não faremos mais esforços para mantê-lo. No final da temporada, o jogador disse que sua intenção era ficar no Flamengo mas ele não demonstrou essa vontade. Então estamos fora. O Flamengo é muito maior do que ele", provocou a comandante rubro-negra.
O discurso da presidente endossa o coro da torcida do Flamengo nas redes sociais. Durante toda a terça-feira, os rubro-negros já demonstravam muita irritação com o iminente acerto de Thiago Neves com o rival Fluminense.
Entenda a "novela"
Sem contrato desde o dia 31 de dezembro, o meia deu um verdadeiro "balão" na diretoria do Flamengo e no seu empresário, Léo Rabello. Enquanto garantia para ambos que sua prioridade era o rubro-negro, o jogador negociava, através de Celso Barros, presidente da patrocinadora do Fluminense, sua liberação do Al-Hilal, da Arábia Saudita.
Como o Flamengo não conseguia convencer os árabes com sua proposta parcelada de compra dos direitos econômicos, o Tricolor aproveitou a "brecha" e, contando com o suporte financeiro da Unimed, efetuou a compra dos 90% dos direitos que pertenciam ao clube saudita. Com o acerto, Thiago Neves assinou um contrato de quatro anos e receberá um salário de cerca de R$ 700 mil.
Fluminense encerra novela e anuncia a contratação de Thiago Neves
Após uma novela que durou quase duas semanas, o Fluminense anunciou nesta terça-feira o acerto com meia-atacante Thiago Neves. Segundo o clube, a apresentação do jogador - que atuou pelo Flamengo na temporada passada - será ainda nesta semana. O valor da transação gira em torno de 16 milhões, segundo informado em nota oficial emitida pelo clube das Laranjeiras
"Como o mesmo não mostrou interesse em ficar no clube, não faremos mais esforços para mantê-lo. No final da temporada, o jogador disse que sua intenção era ficar no Flamengo mas ele não demonstrou essa vontade. Então estamos fora. O Flamengo é muito maior do que ele", provocou a comandante rubro-negra.
O discurso da presidente endossa o coro da torcida do Flamengo nas redes sociais. Durante toda a terça-feira, os rubro-negros já demonstravam muita irritação com o iminente acerto de Thiago Neves com o rival Fluminense.
Entenda a "novela"
Sem contrato desde o dia 31 de dezembro, o meia deu um verdadeiro "balão" na diretoria do Flamengo e no seu empresário, Léo Rabello. Enquanto garantia para ambos que sua prioridade era o rubro-negro, o jogador negociava, através de Celso Barros, presidente da patrocinadora do Fluminense, sua liberação do Al-Hilal, da Arábia Saudita.
Como o Flamengo não conseguia convencer os árabes com sua proposta parcelada de compra dos direitos econômicos, o Tricolor aproveitou a "brecha" e, contando com o suporte financeiro da Unimed, efetuou a compra dos 90% dos direitos que pertenciam ao clube saudita. Com o acerto, Thiago Neves assinou um contrato de quatro anos e receberá um salário de cerca de R$ 700 mil.
Thiago Neves agradece diretoria do Fluminense e se diz satisfeito por 'voltar para casa'
O meia Thiago Neves já se pronunciou como novo jogador do Fluminense. Logo depois de o clube das Laranjeiras anunciar o retorno do atleta, que estava defendendo a camisa do rival Flamengo, Thiago Neves elogiou a diretoria do Fluminense, e se disse satisfeito por 'estar voltando pra casa'.
“Agradeço ao presidente Peter Siemsen e ao Dr. Celso Barros por estar voltando pra casa. Sinto o conforto, o prazer e a segurança de defender o clube que me ajudou a crescer na profissão”, disse Thiago Neves.
“O Fluminense está com um elenco forte, com condições de brigar por todos os títulos e estou chegando para somar. Podem contar com meu empenho”, completou o ex-jogador do Flamengo.
Thiago Neves deve ser apresentado no Fluminense até o fim desta semana.
“Agradeço ao presidente Peter Siemsen e ao Dr. Celso Barros por estar voltando pra casa. Sinto o conforto, o prazer e a segurança de defender o clube que me ajudou a crescer na profissão”, disse Thiago Neves.
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“O Fluminense está com um elenco forte, com condições de brigar por todos os títulos e estou chegando para somar. Podem contar com meu empenho”, completou o ex-jogador do Flamengo.
Thiago Neves deve ser apresentado no Fluminense até o fim desta semana.
Quanto vale o técnico do seu time?
Semana passada, Massimiliano Allegri, o técnico campeão italiano que coça a cabeça na foto acima, renovou seu contrato com o Milan. Receberá 2,5 milhões de euros por temporada, valor que, convertido, dá algo como R$ 470 mil reais por mês.
Trata-se do maior salário de um técnico na Série A italiana, junto com o de Walter Mazzarri, do Napoli. Claudio Ranieri, técnico da poderosa (e rica) Inter de Milão, ganha 1,5 milhão de euros por ano, mais ou menos R$ 280 mil por mês.
E quanto recebe o técnico do seu time aqui no Brasil?
Quatro ou cinco técnicos do Brasileirão recebem mais que Allegri, e pelo menos metade dos times gasta o mesmo ou mais do que a Inter gasta com seu treinador.
Em que pese a boa fase da economia brasileira e a celebração ufanista por termos "superado o PIB da Inglaterra" (ainda que o PIB per capita por lá seja bem superior ao nosso), parece que os clubes brasileiros estão exagerando.
No Brasil, técnicos são vistos como magos. O bônus por isso, como vemos, é financeiro — pelo menos para os que estão no topo da categoria. O ônus é levar a culpa por resultados ruins que muitas vezes não são de responsabilidade (exclusiva) do treinador.
Nossos clubes supervalorizam o poder dos técnicos, para o bem e para o mal, e por isso supervalorizam também seus salários.
Com o crescimento da economia, cresce também o número de ricos. E os times brasileiros se comportam justamente como alguns dos nossos novos-ricos: aquele tipo que ostenta prepotentes carrões importados em suas garagens e ao mesmo tempo economiza dando calote no guardinha da esquina.
Após afastamento do Flamengo, Santos diz não ter interesse em Alex Silva
O afastamento de Alex Silva do Flamengo, depois de abandonar a delegação antes da viagem à Bolívia, produziu a ideia de que o Santos poderia ser o destino do zagueiro. Segundo o presidente santista, Luis Álvaro, não será esse o desfecho da história.
"Nunca se mencionou o nome de Alex Silva, no Santos", ele diz.
A evidente razão de se ligar o pedido de dispensa de Alex Silva ao Santos é Muricy Ramalho. Alex e Muricy trabalharam juntos no São Paulo. Segundo o presidente santista, no entanto, não há possibilidade de contratar Alex Silva também por questões financeiras: "Não dou passo maior do que a perna. Os tempos andam bicudos, tivemos de melhorar a situação salarial de muitos dos nossos jogadores e não há dinheiro para fazer abusos", afirma.
A primeira aposta do Santos é em zagueiros das divisões de base, para ocupar a vaga deixada por Bruno Aguiar, negociado com o Sport.

Alex Silva: em queda
"Nunca se mencionou o nome de Alex Silva, no Santos", ele diz.
A evidente razão de se ligar o pedido de dispensa de Alex Silva ao Santos é Muricy Ramalho. Alex e Muricy trabalharam juntos no São Paulo. Segundo o presidente santista, no entanto, não há possibilidade de contratar Alex Silva também por questões financeiras: "Não dou passo maior do que a perna. Os tempos andam bicudos, tivemos de melhorar a situação salarial de muitos dos nossos jogadores e não há dinheiro para fazer abusos", afirma.
A primeira aposta do Santos é em zagueiros das divisões de base, para ocupar a vaga deixada por Bruno Aguiar, negociado com o Sport.
Alex Silva: em queda
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Copa São Paulo
| 16h Corinthians 5x1 Primeira Camisa |
| 17h Red Bull Brasil 1x3 América-MG |
| 18h30 Atlético-PR 3x0 Olé Brasil |
| 21h00 Palmeiras 3x2 Paulista |
Jornal inglês confunde Ganso com Henrique, provável reforço do QPR
A provável chegada do atacante Henrique ao Queens Park Rangers já ganha manchetes na Inglaterra. O diário Mirror desta terça-feira fez uma matéria sobre o jogador do São Paulo, com vídeo de um gol dele diante do Grêmio Prudente, no Paulistão de 2011, além de lembrar que ele foi eleito o melhor jogador do Mundial sub-20, quando a seleção brasileira foi campeã.
No entanto, o jornal cometeu uma gafe ao postar uma foto de Paulo Henrique Ganso, meia do Santos, como se fosse Henrique. O atacante deve assinar por empréstimo de 18 meses com o QPR, mas ainda espera pela liberação de trabalho na Inglaterra.
Na entrevista, Henrique mostrou conheceu até a história de Mark Hughes como jogador. "O técnico é conhecido em qualquer lugar. Ele jogou por grandes clubes como Manchester United e Barcelona. Como um atacante, eu sei que posso aprender muito com ele. Eu sempre quis jogar na Europa e, para mim, a Inglaterra tem a liga mais animadora no mundo", garantiu.
No entanto, o jornal cometeu uma gafe ao postar uma foto de Paulo Henrique Ganso, meia do Santos, como se fosse Henrique. O atacante deve assinar por empréstimo de 18 meses com o QPR, mas ainda espera pela liberação de trabalho na Inglaterra.
Site do jornal Mirror coloca foto de Ganso em vez de Henrique
Crédito da imagem: Reprodução
"Eu sei que muitos clubes estão interessados em mim. Mas quando eu falei com (o técnico) Mark Hughes e o QPR, eles me fizeram ficar muito animado com seus planos", afirmou Henrique. "Eu quero ir para um clube com ambição, e jogar em Londres seria uma oportunidade fantástica".Crédito da imagem: Reprodução
Na entrevista, Henrique mostrou conheceu até a história de Mark Hughes como jogador. "O técnico é conhecido em qualquer lugar. Ele jogou por grandes clubes como Manchester United e Barcelona. Como um atacante, eu sei que posso aprender muito com ele. Eu sempre quis jogar na Europa e, para mim, a Inglaterra tem a liga mais animadora no mundo", garantiu.
Amor de Thiago Neves pelo Flu tem preço: R$ 700 mil por mês
Boa parte da torcida do Fluminense está disposta a receber Thiago Neves com os braços mais abertos do que os do Cristo Redentor, se sair o negócio.
Um ano depois, ela ainda guarda a sete chaves no coração as comoventes palavras do jogador após conquistar o título carioca com a camisa do coirmão Flamengo: ‘Jogando em time grande, acostumado a decidir, a gente ganha’.
Thiago Neves já havia demonstrado seu eterno amor pelo clube das Laranjeiras depois de eliminá-lo da Taça Rio nos pênaltis – fez um gol no tempo normal.
Ele correu em direção à galera rubro-negra e sapecou o créu, dancinha que o acompanhava quando vencia pelo Tricolor.
De quebra, aproveitou para espezinhar as emoções de quem voa no urubu: não há nada igual no planeta, tudo é diferente e bem melhor no Flamengo, principalmente na arquibancada.
Com tanto amor pelas cores do Fluminense, não se pode contestar: o empresário Celso de Barros, dono da Unimed, carro forte do clube, acertará na cabeça de um vaga-lume se conseguir contratar o meia por R$ 16 milhões junto ao Al Hilal, da Arábia Saudita.
Por ser apaixonado pelo Tricolor, Thiago Neves toparia um salário irrisório, algo em torno de R$ 700 mil por mês, R$ 200 mil a mais do que recebe no Flamengo, quando o tilintar das moedas se fazem ouvir no robusto cofre da Gávea.
Uma barreira joga contra a nova lua de mel. O empresário Léo Rabello quer porque quer que Thiago Neves permaneça no urubu. O agente do jogador foi um dos principais financiadores da campanha de Patrícia Amorim à presidência. Aguarde novos capítulos da novela ‘Eu sei que vou te amar’.
######
Bola 20, UFC 14. O amistoso meia-boca Corinthians x Flamengo, em Londrina, rendeu 20 pontos de média no ibope global da Grande São Paulo desvairada, esburacada e abandonada. O engana-que-eu-gosto das chuteiras obteve a segunda maior audiência da plim-plim no domingo, ficando atrás apenas do Fantástico (23 pontos). Na madrugada, a troca de carícias entre os anjinhos do MMA, com a disputa de título mundial, proporcionou 14 pontos, dois a menos que na primeira transmissão.
Sugismundo Freud. Só os grandes homens confessam que erraram.
Rádio Rabiola. O pessoal que considera o rechonchudo imperador Adriano com muitos quilos acima do peso ideal está usando óculos 3D. Pelo menos é o que se pode concluir das palavras do médico Joaquim Grava. A invejável balança do CT corintiano indica que o atacante está com ‘apenas’ 5 kg a mais – seu peso ideal é 98 kg. Ele só impressiona por ser forte fisicamente. Toca o sino!
Twitface. Aos poucos, Leão vai colocando a juba de fora: acabou com uma roda de pagode (Lucas, Cleber Santana e Cícero) no CT de Cotia. Após três horas, cansou de ouvir cavaquinho e pandeiro.
Praga vascaína. Mais do que nunca, o atacante equatoriano Carlos Tenório terá de justificar o bucólico apelido de Demolidor. Aos 32 anos, ele é a nova aposta do mandachuva e raios Roberto Dinamite para explodir a maldição da camisa nove em São Januário. Nos últimos tempos, a torcida sofreu com ‘matadores sem bala’ como Dodô, Aloísio Chulapa, Rafael Coelho, Marcel, Nunes, Pinilla e outros menos votados. Alecsandro continua, mas sem a bênção da galera. E Elton se mandou para o Corinthians sem deixar saudade.
Curto-circuito. O papo corre solto nos points dos boleiros cariocas: a Ampla Energia e Serviços e a polícia flagraram um ‘gato’ na casa de um jogador do Fluminense na região dos Lagos.
Casa da moeda. O meia Douglas anda mais feliz que vendedor de guarda-chuva em algumas capitais do país. As conversas para a renovação de contrato com o Grêmio caminham a passos largos. Ele pediu R$ 450 mil, mas o Imortal ofereceu R$ 300 mil. Douglas acredita ter feito uma proposta dentro da realidade do clube, que paga R$ 600 mil ao gladiador Kleber.
Gilete press. De Ancelmo Gois, no ‘Globo’: “Acredite. Quinta, por volta de 20h, umas placas do teto do Terminal 2 do Galeão-Tom Jobim despencaram em frente ao Portão 39. Do buraco, meu Deus, saíram uns... urubus, que, calmamente, ficaram zanzando entre os passageiros. Como urubu adora lixo, o penoso estava em casa no aeroporto. Com todo o respeito.” Que venha a Copa!
Tititi d’Aline. O garoto Neymar mergulhou no mundo das canoas. O santista comprou uma Intermarine por módicos R$ 3 milhões. Chuteiras ao mar.
Você sabia que... o mercado do esporte mundial vai movimentar US$ 145 bilhões em 2015?
Pombo-correio. “As contratações do Mengão, Itamar e Magal, retratam nossa realidade: ‘Itamal’” – do internauta Luiz C. Buckton Pires (RS). Faz sentido.
Bola de ouro. Rafael Silva/Mayra Aguiar. Uma dupla de ouro no Masters de judô.
Bola de latão. Renan. A grande esperança corintiana para fechar o gol virou quarta opção e foi emprestada ao Vitória, da Bahia, até dezembro.
Bola de lixo. Timemania. Criada no Cassino Brasil para ajudar os clubes a pagar impostos, com esperança de arrecadar R$ 520 milhões, não passou de R$ 150 milhões em 2001. As três loterias do ludopédio (Loteca e Lotogol completam a trinca) totalizaram menos de 3% do total da colheita da Caixa (R$ 9,7 bilhões).
Bola sete. “O presidente Arnaldo Tirone e o vice de futebol, Roberto Frizzo, foram transformados em personagens do infantil ‘Bananas de Pijama" (do blogueiro Ricardo Perronel, no ‘Uol’, sobre a crise no Palmeiras – desce o pano).
Dúvida pertinente. Ronaldinho Gaúcho ainda é um bom negócio?
Um ano depois, ela ainda guarda a sete chaves no coração as comoventes palavras do jogador após conquistar o título carioca com a camisa do coirmão Flamengo: ‘Jogando em time grande, acostumado a decidir, a gente ganha’.
Thiago Neves já havia demonstrado seu eterno amor pelo clube das Laranjeiras depois de eliminá-lo da Taça Rio nos pênaltis – fez um gol no tempo normal.
Ele correu em direção à galera rubro-negra e sapecou o créu, dancinha que o acompanhava quando vencia pelo Tricolor.
De quebra, aproveitou para espezinhar as emoções de quem voa no urubu: não há nada igual no planeta, tudo é diferente e bem melhor no Flamengo, principalmente na arquibancada.
Com tanto amor pelas cores do Fluminense, não se pode contestar: o empresário Celso de Barros, dono da Unimed, carro forte do clube, acertará na cabeça de um vaga-lume se conseguir contratar o meia por R$ 16 milhões junto ao Al Hilal, da Arábia Saudita.
Por ser apaixonado pelo Tricolor, Thiago Neves toparia um salário irrisório, algo em torno de R$ 700 mil por mês, R$ 200 mil a mais do que recebe no Flamengo, quando o tilintar das moedas se fazem ouvir no robusto cofre da Gávea.
Uma barreira joga contra a nova lua de mel. O empresário Léo Rabello quer porque quer que Thiago Neves permaneça no urubu. O agente do jogador foi um dos principais financiadores da campanha de Patrícia Amorim à presidência. Aguarde novos capítulos da novela ‘Eu sei que vou te amar’.
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Bola 20, UFC 14. O amistoso meia-boca Corinthians x Flamengo, em Londrina, rendeu 20 pontos de média no ibope global da Grande São Paulo desvairada, esburacada e abandonada. O engana-que-eu-gosto das chuteiras obteve a segunda maior audiência da plim-plim no domingo, ficando atrás apenas do Fantástico (23 pontos). Na madrugada, a troca de carícias entre os anjinhos do MMA, com a disputa de título mundial, proporcionou 14 pontos, dois a menos que na primeira transmissão.
Sugismundo Freud. Só os grandes homens confessam que erraram.
Rádio Rabiola. O pessoal que considera o rechonchudo imperador Adriano com muitos quilos acima do peso ideal está usando óculos 3D. Pelo menos é o que se pode concluir das palavras do médico Joaquim Grava. A invejável balança do CT corintiano indica que o atacante está com ‘apenas’ 5 kg a mais – seu peso ideal é 98 kg. Ele só impressiona por ser forte fisicamente. Toca o sino!
Twitface. Aos poucos, Leão vai colocando a juba de fora: acabou com uma roda de pagode (Lucas, Cleber Santana e Cícero) no CT de Cotia. Após três horas, cansou de ouvir cavaquinho e pandeiro.
Praga vascaína. Mais do que nunca, o atacante equatoriano Carlos Tenório terá de justificar o bucólico apelido de Demolidor. Aos 32 anos, ele é a nova aposta do mandachuva e raios Roberto Dinamite para explodir a maldição da camisa nove em São Januário. Nos últimos tempos, a torcida sofreu com ‘matadores sem bala’ como Dodô, Aloísio Chulapa, Rafael Coelho, Marcel, Nunes, Pinilla e outros menos votados. Alecsandro continua, mas sem a bênção da galera. E Elton se mandou para o Corinthians sem deixar saudade.
Curto-circuito. O papo corre solto nos points dos boleiros cariocas: a Ampla Energia e Serviços e a polícia flagraram um ‘gato’ na casa de um jogador do Fluminense na região dos Lagos.
Casa da moeda. O meia Douglas anda mais feliz que vendedor de guarda-chuva em algumas capitais do país. As conversas para a renovação de contrato com o Grêmio caminham a passos largos. Ele pediu R$ 450 mil, mas o Imortal ofereceu R$ 300 mil. Douglas acredita ter feito uma proposta dentro da realidade do clube, que paga R$ 600 mil ao gladiador Kleber.
Gilete press. De Ancelmo Gois, no ‘Globo’: “Acredite. Quinta, por volta de 20h, umas placas do teto do Terminal 2 do Galeão-Tom Jobim despencaram em frente ao Portão 39. Do buraco, meu Deus, saíram uns... urubus, que, calmamente, ficaram zanzando entre os passageiros. Como urubu adora lixo, o penoso estava em casa no aeroporto. Com todo o respeito.” Que venha a Copa!
Tititi d’Aline. O garoto Neymar mergulhou no mundo das canoas. O santista comprou uma Intermarine por módicos R$ 3 milhões. Chuteiras ao mar.
Você sabia que... o mercado do esporte mundial vai movimentar US$ 145 bilhões em 2015?
Pombo-correio. “As contratações do Mengão, Itamar e Magal, retratam nossa realidade: ‘Itamal’” – do internauta Luiz C. Buckton Pires (RS). Faz sentido.
Bola de ouro. Rafael Silva/Mayra Aguiar. Uma dupla de ouro no Masters de judô.
Bola de latão. Renan. A grande esperança corintiana para fechar o gol virou quarta opção e foi emprestada ao Vitória, da Bahia, até dezembro.
Bola de lixo. Timemania. Criada no Cassino Brasil para ajudar os clubes a pagar impostos, com esperança de arrecadar R$ 520 milhões, não passou de R$ 150 milhões em 2001. As três loterias do ludopédio (Loteca e Lotogol completam a trinca) totalizaram menos de 3% do total da colheita da Caixa (R$ 9,7 bilhões).
Bola sete. “O presidente Arnaldo Tirone e o vice de futebol, Roberto Frizzo, foram transformados em personagens do infantil ‘Bananas de Pijama" (do blogueiro Ricardo Perronel, no ‘Uol’, sobre a crise no Palmeiras – desce o pano).
Dúvida pertinente. Ronaldinho Gaúcho ainda é um bom negócio?
Presidente admite dívida, mas afasta Alex Silva após zagueiro não ir à Bolívia
Presidenta do Flamengo, Patrícia Amorim precisou de apenas algumas horas para tomar uma decisão e anunciar publicamente na tarde desta segunda-feira que o zagueiro Alex Silva está afastado após não aparecer para o embarque junto com o restnate da delegação para Sucre, na Bolívia, onde no próximo dia 25 o time enfrentará o Real Potosí pela ida da fase pré-grupos da Libertadores da América.
"O Alex Silva não viajou, pegou todos de supresa, inclusive a nós. Não sabemos o motivo, se foi problema financeiro, mas vamos apurar. Ele está afastado, é uma falta grave, e o assunto está entregue ao departamento juridico", disse a mandatária rubro-negra em coletiva no Rio de Janeiro.
Ela confirmou que o clube deve a alguns jogadores, mas não aceita o fato como argumento para o desaparecimento do atleta. "Em nenhum momento o Flamengo se escondeu ou disse que não devia, é uma pendência que vamos tentar solucionar. A maior pendecia finaceira é com o Deivid mesmo, e nem por isso ele se afastou", completou.
Com Ronaldinho Gaúcho e sem o zagueiro, a delegação embarcou para o país vizinho às 17 horas desta segunda a partir do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo. O gerente de futebol do Flamengo, Isaías Tinoco, explicou que Alex Silva foi liberado para reunir-se com o advogado dele pela manhã, mas deveria voltar a tempo para para a viagem.
Em entrevista à Rádio Estadão ESPN, o empresário do jogador, Luiz Taveira, também manifestou surpresa pelo ocorrido. "Estou ficando a par da situação agora e vou ver o que aconteceu. O pessoal do Flamengo já me ligou e agora estou tentando falar com o Alex. Em nenhum momento ele sinalizou que pudesse não viajar."
"O Alex Silva não viajou, pegou todos de supresa, inclusive a nós. Não sabemos o motivo, se foi problema financeiro, mas vamos apurar. Ele está afastado, é uma falta grave, e o assunto está entregue ao departamento juridico", disse a mandatária rubro-negra em coletiva no Rio de Janeiro.
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Ela confirmou que o clube deve a alguns jogadores, mas não aceita o fato como argumento para o desaparecimento do atleta. "Em nenhum momento o Flamengo se escondeu ou disse que não devia, é uma pendência que vamos tentar solucionar. A maior pendecia finaceira é com o Deivid mesmo, e nem por isso ele se afastou", completou.
Com Ronaldinho Gaúcho e sem o zagueiro, a delegação embarcou para o país vizinho às 17 horas desta segunda a partir do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo. O gerente de futebol do Flamengo, Isaías Tinoco, explicou que Alex Silva foi liberado para reunir-se com o advogado dele pela manhã, mas deveria voltar a tempo para para a viagem.
Em entrevista à Rádio Estadão ESPN, o empresário do jogador, Luiz Taveira, também manifestou surpresa pelo ocorrido. "Estou ficando a par da situação agora e vou ver o que aconteceu. O pessoal do Flamengo já me ligou e agora estou tentando falar com o Alex. Em nenhum momento ele sinalizou que pudesse não viajar."
Presidente admitiu dívida, mas afastou Alex Silva após zagueiro não viajar à Bolívia
Crédito da imagem: Agência Estado
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Patrícia Amorim detona o Fluminense e deixa decisão nas mãos de Thiago Neves
A presidente do Flamengo, Patrícia Amorim, disparou críticas contra a diretoria do Fluminense e afirmou que a decisão sobre o futuro de Thiago Neves está nas mãos do próprio jogador. Em entrevista coletiva realizada nesta segunda-feira, a dirigente rubro-negra explicou que a proposta feita para o meia seguir no clube já atendeu às exigências do Al Hilal, da Arábia Saudita, clube que detém 90% dos direitos do atleta.
Apesar de dizer que confia na palavra de Thiago Neves, que antes já havia manifestado a intenção de continuar na Gávea, Patrícia deu uma leve cobrada por uma resposta do meia.
"A decisão agora é do jogador e do empresário que o representa. O Flamengo continua esperando. Se o empresário disse que as negociações não estão encerradas, então a gente confia. Está nas mãos do empresário e do jogador. Nós fizemos uma boa proposta, alta, consistente, acho que até maior do que a do Fluminense. O jogador tem que se pronunciar se ele quer jogar no Flamengo ou no Fluminense", afirmou Patrícia.
Segundo a presidente, o Al Hilal também só está no aguardo de uma decisão de Thiago Neves para fechar o negócio.
"Os árabes não aceitaram a primeira oferta e fizeram uma contra-proposta. Nós reunimos as condições que eles pediam e conseguimos investidores para fechar a negociação agora. O Flamengo não vai entrar em leilão. Os árabes estão esperando o jogador decidir", garantiu.
"Acho bastante descofortável quando o presidente do Flumiennse diz que não sabe de nada, diz que a patrocinadora que comanda as negociações. Isso está criando um problema grande entre as instituições e pode ter desdobramentos, Se tem interesse, assume que tem. Isso não é uma psotura bacana, nao é correta, nao é decente", disparou Patrícia, que até deu maiores detalhes sobre a conversa que teve com Siemsen.
"Eu entrei em contato com o presidente do Flumiense ha dez dias, depois disso falei mais umas duas ou três vezes com ele. Ele sempre diz que não sabe de nada. Esse rapaz tem um problema, preciso econtrar com ele e falar: 'como você nao falou comigo? Tenho as ligações.' Ele me diz que nao sabe de nada, e depois sai na imprensa outra coisa".
Apesar de dizer que confia na palavra de Thiago Neves, que antes já havia manifestado a intenção de continuar na Gávea, Patrícia deu uma leve cobrada por uma resposta do meia.
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"A decisão agora é do jogador e do empresário que o representa. O Flamengo continua esperando. Se o empresário disse que as negociações não estão encerradas, então a gente confia. Está nas mãos do empresário e do jogador. Nós fizemos uma boa proposta, alta, consistente, acho que até maior do que a do Fluminense. O jogador tem que se pronunciar se ele quer jogar no Flamengo ou no Fluminense", afirmou Patrícia.
Segundo a presidente, o Al Hilal também só está no aguardo de uma decisão de Thiago Neves para fechar o negócio.
"Os árabes não aceitaram a primeira oferta e fizeram uma contra-proposta. Nós reunimos as condições que eles pediam e conseguimos investidores para fechar a negociação agora. O Flamengo não vai entrar em leilão. Os árabes estão esperando o jogador decidir", garantiu.
A presidente Patrícia Amorim concedeu entrevista nesta segunda
Crédito da imagem: Vipcomm
Com a concorrência do Fluminense no negócio, Patrícia detonou a postura do clube rival. A dirigente flamenguista disse que telefonou algumas vezes para o presidente do Flu, Peter Siemsen, e ele negou que tenha interesse em Thiago Neves.Crédito da imagem: Vipcomm
"Acho bastante descofortável quando o presidente do Flumiennse diz que não sabe de nada, diz que a patrocinadora que comanda as negociações. Isso está criando um problema grande entre as instituições e pode ter desdobramentos, Se tem interesse, assume que tem. Isso não é uma psotura bacana, nao é correta, nao é decente", disparou Patrícia, que até deu maiores detalhes sobre a conversa que teve com Siemsen.
"Eu entrei em contato com o presidente do Flumiense ha dez dias, depois disso falei mais umas duas ou três vezes com ele. Ele sempre diz que não sabe de nada. Esse rapaz tem um problema, preciso econtrar com ele e falar: 'como você nao falou comigo? Tenho as ligações.' Ele me diz que nao sabe de nada, e depois sai na imprensa outra coisa".
A origem do hockey no gelo e a criação da NHL
Sabemos que no Brasil, o fã de esporte ainda não está acostumado com o hockey e nada melhor do que trazermos para vocês um conteúdo que explique um pouco deste esporte apaixonante, não é mesmo? Em doses homeopáticas, apresentarei para vocês o excelente trabalho feito pelos garotos do Fórum Center Ice (http://www.forumcenterice.com), Juan Valencia, João Gabriel Tomé, André Sales, Victor Freire, Leonardo Rodrigues Taquece, Renan Pinheiro e Felipe Caleffi.
Nesta primeira parte teremos a origem do hockey no gelo e a criação da National Hockey League. Boa leitura!
Breve história do hóquei no gelo e da NHL
O hóquei não tem uma origem certa e são muitas as teorias à respeito de como e quando ele surgiu. A teoria mais bem aceita é que esportes de taco e bola, como o Hurley, Shinty e também versões antigas do hóquei de campo foram trazidos por imigrantes ingleses e adaptados no Canadá, durante o século XIX. Acredita-se que a origem do hóquei moderno ocorreu em Windsor, na Nova Scotia, pelos estudantes da Kings’s College, ou por jogos praticados em Darthmond e Halifax.
Vários lugares pelo Canadá adaptaram os esportes trazidos pelos ingleses que foram mudando aos poucos, e tiveram vários jogos com algumas diferenças entre si, sendo muitos desses jogos disputados em lagos congelados com um grande número de pessoas, sendo bem físicos e agressivos. Nessa época, com base na ausência de regulamento, acredita-se que tenham surgido as brigas no hóquei, pela falta de regras que encorajava os jogadores a buscarem um jogo mais psicológico. Com o passar dos anos, as brigas se tornariam parte da tradição do esporte.

Após a primeira partida, o esporte ganhou popularidade ao ponto de decidirem organizar um torneio para sua disputa. Este torneio ocorreu em Montréal, em 1883, com a participação de times amadores e universitários, com sete jogadores em cada lado. O grande campeão deste torneio foi também o primeiro time de hóquei a ser fundado na história: o McGill University Hockey Club.
Em 1888, Lord Stanley of Preston, Governador do Canadá, cujos filhos e filha adoravam hóquei no gelo, foi ao torneio em Montréal e ficou impressionado com o espetáculo que o esporte proporcionava. Em 1892, por não haver nenhum prêmio ao melhor time do Canadá, ele usou como troféu uma travessa decorativa de prata, que deu origem ao Dominion Hockey Cup, que depois ficou conhecido como Stanley Cup (em português, a Copa Stanley). O primeiro time campeão da Dominion Hockey Cup foi um dos muitos times existentes em Montreal na época, o Montreal HC.
Naquela época havia centenas de times e ligas espalhados pelo Canadá, e, em Winnipeg, os goleiros adaptaram a proteção do cricket nas pernas, para o Hóquei no Gelo. O esporte se tornou popular também nos EUA, tendo a primeira liga amadora fundada em Nova York, em 1896.
Em 1902, a primeira liga profissional foi criada nos EUA: a Western Pennsylvania Hockey League que, em 1904, mudou de nome para International Professional Hockey League (IPHL), contratando muitos jogadores canadenses. Em resposta, as ligas canadenses começaram a pagar os jogadores e com isso a IPHL faliu.
Em 1910, foi criada em Montréal, a National Hockey Association (NHA) que mudou algumas regras do jogo. Dentre elas, merecem destaque as seguintes: o jogo passou a ser dividido em três tempos de 20 minutos e as penalidades passaram a ser divididas em minor penalty e major penalty. Em razão de conflitos do time Toronto Blueshirts com os outros times da NHA, os clubes Montréal Canadiens, Ottawa Senators e Quebec Bulldogs se reuniram e decidiram criar a National Hockey League (NHL).
Nesta primeira parte teremos a origem do hockey no gelo e a criação da National Hockey League. Boa leitura!
Breve história do hóquei no gelo e da NHL
O hóquei não tem uma origem certa e são muitas as teorias à respeito de como e quando ele surgiu. A teoria mais bem aceita é que esportes de taco e bola, como o Hurley, Shinty e também versões antigas do hóquei de campo foram trazidos por imigrantes ingleses e adaptados no Canadá, durante o século XIX. Acredita-se que a origem do hóquei moderno ocorreu em Windsor, na Nova Scotia, pelos estudantes da Kings’s College, ou por jogos praticados em Darthmond e Halifax.
Vários lugares pelo Canadá adaptaram os esportes trazidos pelos ingleses que foram mudando aos poucos, e tiveram vários jogos com algumas diferenças entre si, sendo muitos desses jogos disputados em lagos congelados com um grande número de pessoas, sendo bem físicos e agressivos. Nessa época, com base na ausência de regulamento, acredita-se que tenham surgido as brigas no hóquei, pela falta de regras que encorajava os jogadores a buscarem um jogo mais psicológico. Com o passar dos anos, as brigas se tornariam parte da tradição do esporte.
Victoria Skating Rink, em 1983
O primeiro jogo indoor de hóquei no gelo aconteceu em Montreal, no Victoria Skating Rink, em 3 de Março de 1875, com nove jogadores de cada lado. Este jogo foi disputado com um puck (disco) e não uma bola, como era o costume. O objetivo desta alteração era fazer com que o puck (disco) fosse menos à platéia (o que era comum com uma bola), uma vez que neste primeiro jogo o rink não era cercado pelas bordas.Após a primeira partida, o esporte ganhou popularidade ao ponto de decidirem organizar um torneio para sua disputa. Este torneio ocorreu em Montréal, em 1883, com a participação de times amadores e universitários, com sete jogadores em cada lado. O grande campeão deste torneio foi também o primeiro time de hóquei a ser fundado na história: o McGill University Hockey Club.
Em 1888, Lord Stanley of Preston, Governador do Canadá, cujos filhos e filha adoravam hóquei no gelo, foi ao torneio em Montréal e ficou impressionado com o espetáculo que o esporte proporcionava. Em 1892, por não haver nenhum prêmio ao melhor time do Canadá, ele usou como troféu uma travessa decorativa de prata, que deu origem ao Dominion Hockey Cup, que depois ficou conhecido como Stanley Cup (em português, a Copa Stanley). O primeiro time campeão da Dominion Hockey Cup foi um dos muitos times existentes em Montreal na época, o Montreal HC.
The Stanley Cup, 1893
Naquela época havia centenas de times e ligas espalhados pelo Canadá, e, em Winnipeg, os goleiros adaptaram a proteção do cricket nas pernas, para o Hóquei no Gelo. O esporte se tornou popular também nos EUA, tendo a primeira liga amadora fundada em Nova York, em 1896.
Em 1902, a primeira liga profissional foi criada nos EUA: a Western Pennsylvania Hockey League que, em 1904, mudou de nome para International Professional Hockey League (IPHL), contratando muitos jogadores canadenses. Em resposta, as ligas canadenses começaram a pagar os jogadores e com isso a IPHL faliu.
Em 1910, foi criada em Montréal, a National Hockey Association (NHA) que mudou algumas regras do jogo. Dentre elas, merecem destaque as seguintes: o jogo passou a ser dividido em três tempos de 20 minutos e as penalidades passaram a ser divididas em minor penalty e major penalty. Em razão de conflitos do time Toronto Blueshirts com os outros times da NHA, os clubes Montréal Canadiens, Ottawa Senators e Quebec Bulldogs se reuniram e decidiram criar a National Hockey League (NHL).
Cada dia que passa, o futebol dá claras demonstrações de que é uma benção para alguns sujeitos. Se o assunto for dirigente de futebol, aí vira piada e isso não vou fazer. Quando estava no Paraná, Thiago Neves era apenas um bom jogador, destaque da equipe, mas ele alçado a categoria de craque, quase gênio (estilo Messi)?
O salário tratado com o Fluminense dá a impressão de que ele é o novo Messi, um cara imprescindível, aquele que não pode faltar, sob pena de o time ser rebaixado ou fazer uma péssima campanha na temporada. Antes da discussão técnica, as trapalhadas do jovem em questão.
No fim de 2007, Thiago Neves se envolveu em uma grande polêmica e mentira. Sob contrato com o Fluminense, ele assinou um acordo com o Palmeiras e negou, o tempo todo, até para os dirigentes tricolores, que tivesse fechado com o clube paulista.
O resultado todo mundo lembra: Lenny foi negociado com o Verdão para abater a dívida (criada por Thiago Neves) que o Palmeiras ameaçava cobrar na Justiça. Isso sem falar no adiantamento que ele pegou e comprou um carro que o jogador insistia em negar que tivesse conseguido através deste dinheiro.
O tempo passou e Thiago neves rodou alguns clubes. Destaque na Libertadores 2008, ele foi embora para a Arábia, mas quis voltar em 2011. Qual o clube acertou com ele e o empresário Léo Rabello? Flamengo.
O jogador fez uma boa temporada no ano passado e tinha 90% dos direitos econômicos fixados em R$ 16 milhões. O Flamengo tinha até 30 de novembro para negociar a compra junto ao Al-Hilal. As negociações se arrastaram e o acordo parecia próximo, mas surgiu um fato novo: Fluminense.
Distante, o Tricolor esperou o desfecho para negociar com os árabes. O acordo foi feito, mas o início da negociação indicava que Thiago Neves estaria se metendo em mais uma polêmica.
Na quarta-feira, dia 5, ele, Carlos Leite e Marcio Bittencourt jantaram no restaurante Fratelli, na Barra da Tijuca, e iniciavam o processo de volta ao Fluminense.
O problema não é ele voltar ao Fluminense, buscar um novo caminho (direito de todo e qualquer cidadão). A questão é que o Thiago Neves está mentindo ao afirmar que não negociou ou assinou com o Fluminense.
Na sede da Unimed, ele firmou um compromisso de 4 anos com o Tricolor. O imbróglio só não chegou ao fim porque o empresário Léo Rabello, com que ele tem um contrato, exige o pagamento da multa por quebra de contrato.
Quem vai pagar esta conta? Certamente, mais uma vez, não será Thiago Neves! Ou seria Thiago Messi? Com certeza, ele não tem esse futebol todo para tanta disputa.
O salário tratado com o Fluminense dá a impressão de que ele é o novo Messi, um cara imprescindível, aquele que não pode faltar, sob pena de o time ser rebaixado ou fazer uma péssima campanha na temporada. Antes da discussão técnica, as trapalhadas do jovem em questão.
No fim de 2007, Thiago Neves se envolveu em uma grande polêmica e mentira. Sob contrato com o Fluminense, ele assinou um acordo com o Palmeiras e negou, o tempo todo, até para os dirigentes tricolores, que tivesse fechado com o clube paulista.
O resultado todo mundo lembra: Lenny foi negociado com o Verdão para abater a dívida (criada por Thiago Neves) que o Palmeiras ameaçava cobrar na Justiça. Isso sem falar no adiantamento que ele pegou e comprou um carro que o jogador insistia em negar que tivesse conseguido através deste dinheiro.
O tempo passou e Thiago neves rodou alguns clubes. Destaque na Libertadores 2008, ele foi embora para a Arábia, mas quis voltar em 2011. Qual o clube acertou com ele e o empresário Léo Rabello? Flamengo.
O jogador fez uma boa temporada no ano passado e tinha 90% dos direitos econômicos fixados em R$ 16 milhões. O Flamengo tinha até 30 de novembro para negociar a compra junto ao Al-Hilal. As negociações se arrastaram e o acordo parecia próximo, mas surgiu um fato novo: Fluminense.
Distante, o Tricolor esperou o desfecho para negociar com os árabes. O acordo foi feito, mas o início da negociação indicava que Thiago Neves estaria se metendo em mais uma polêmica.
Na quarta-feira, dia 5, ele, Carlos Leite e Marcio Bittencourt jantaram no restaurante Fratelli, na Barra da Tijuca, e iniciavam o processo de volta ao Fluminense.
O problema não é ele voltar ao Fluminense, buscar um novo caminho (direito de todo e qualquer cidadão). A questão é que o Thiago Neves está mentindo ao afirmar que não negociou ou assinou com o Fluminense.
Na sede da Unimed, ele firmou um compromisso de 4 anos com o Tricolor. O imbróglio só não chegou ao fim porque o empresário Léo Rabello, com que ele tem um contrato, exige o pagamento da multa por quebra de contrato.
Quem vai pagar esta conta? Certamente, mais uma vez, não será Thiago Neves! Ou seria Thiago Messi? Com certeza, ele não tem esse futebol todo para tanta disputa.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Cobrança fora de hora
Não me parece certo a Ferrari deduzir que Felipe Massa funciona melhor sob pressão e, por isso, ficar repetindo a todo momento que este é o ano crucial para ele. Até então isso parecia ser coisa típica do presidente Luca di Montezemolo, que gosta de criar factoides em suas conversas com jornalistas italianos, mas agora vejo até o comedido Stefano Domenicalli já iniciar o ano com esse mesmo discurso. Em muitos casos a gente responde bem quando pressionado. Mas a pressão que funciona é aquela que o próprio profissional cria pra cima de si mesmo em busca de uma performance melhor. É assim que se ganha alguns centésimos de segundo nas modalidades esportivas em que se corre contra o tempo, ou como se executa um golpe preciso, por exemplo, no tênis.
Confiança é tudo. E quando se ouve dos comandantes que esta é a última chance, a possibilidade de dar errado é maior. A mente humana faz com que seja assim com o jogador de futebol, de vôlei, o tenista, o nadador. Pode dar certo, mas o risco é grande. Isso deveria ser muito bem conversado internamente e pronto. Parece até que os dirigentes da Ferrari não conhecem a cobrança da mídia. Justo eles que vivem cercados daqueles que fazem da imprensa italiana a mais sensacionalista do mundo.
Trabalhar sob pressão já funcionou bem comigo e outros companheiros de televisão algumas vezes. Escrever finais de reportagens ou comentários em blocos de papel em cima do joelho já com o rico tempo de satélite correndo é dos piores momentos que a gente passa durante uma cobertura. Assim é a vida de um repórter de televisão. Mais do que os de rádio e jornal, o profissional de TV vive sob pressão por causa do horário de satélite, que é aquele predeterminado e pronto. Se perder, perdeu. Naqueles poucos minutos de satélite a reportagem é gerada para o Brasil. Se perder, perdeu.
Se você tomar um rumo errado no momento em que está montando uma história, corre o risco de não ter volta. O enfoque vem na sua cabeça, você elabora, sai entrevistando personagens em cima do tema e, depois, imagina a história toda da forma como deve ser contada para o público. Às vezes, durante as entrevistas, a história toma um rumo diferente. É preciso perceber o momento de dar a virada no roteiro enquanto é tempo. Tudo isso acontece sem ter a quem perguntar, com quem discutir. Pura tensão o tempo todo.
O piloto de equipe grande é um sujeito que ganha muito dinheiro e fama. Mas paga um preço alto por isso. A diferença de desempenho entre Alonso e Massa no último campeonato, de fato, foi enorme. Alonso ganhou um GP e fez 10 pódios. Massa não conseguiu um único pódio, viu o companheiro largar na frente 15 vezes em 19 GPs e marcou 118 pontos contra 257 de Alonso.
Só que o Felipe sabe disso melhor do que ninguém. Se acham que Massa precisa dessa pressão para acreditar que pode bater Alonso, não poderia ter acontecido aquele episódio do GP da Alemanha de 2010, quando Massa estava, de fato, andando na frente de Alonso e a equipe mandou que ele o deixasse passar. Como assim, isso não conta? E quem garante que, se os dois voltarem a disputar posição, a Ferrari não tenha a mesma atitude?
Confiança é tudo. E quando se ouve dos comandantes que esta é a última chance, a possibilidade de dar errado é maior. A mente humana faz com que seja assim com o jogador de futebol, de vôlei, o tenista, o nadador. Pode dar certo, mas o risco é grande. Isso deveria ser muito bem conversado internamente e pronto. Parece até que os dirigentes da Ferrari não conhecem a cobrança da mídia. Justo eles que vivem cercados daqueles que fazem da imprensa italiana a mais sensacionalista do mundo.
Trabalhar sob pressão já funcionou bem comigo e outros companheiros de televisão algumas vezes. Escrever finais de reportagens ou comentários em blocos de papel em cima do joelho já com o rico tempo de satélite correndo é dos piores momentos que a gente passa durante uma cobertura. Assim é a vida de um repórter de televisão. Mais do que os de rádio e jornal, o profissional de TV vive sob pressão por causa do horário de satélite, que é aquele predeterminado e pronto. Se perder, perdeu. Naqueles poucos minutos de satélite a reportagem é gerada para o Brasil. Se perder, perdeu.
Se você tomar um rumo errado no momento em que está montando uma história, corre o risco de não ter volta. O enfoque vem na sua cabeça, você elabora, sai entrevistando personagens em cima do tema e, depois, imagina a história toda da forma como deve ser contada para o público. Às vezes, durante as entrevistas, a história toma um rumo diferente. É preciso perceber o momento de dar a virada no roteiro enquanto é tempo. Tudo isso acontece sem ter a quem perguntar, com quem discutir. Pura tensão o tempo todo.
O piloto de equipe grande é um sujeito que ganha muito dinheiro e fama. Mas paga um preço alto por isso. A diferença de desempenho entre Alonso e Massa no último campeonato, de fato, foi enorme. Alonso ganhou um GP e fez 10 pódios. Massa não conseguiu um único pódio, viu o companheiro largar na frente 15 vezes em 19 GPs e marcou 118 pontos contra 257 de Alonso.
Só que o Felipe sabe disso melhor do que ninguém. Se acham que Massa precisa dessa pressão para acreditar que pode bater Alonso, não poderia ter acontecido aquele episódio do GP da Alemanha de 2010, quando Massa estava, de fato, andando na frente de Alonso e a equipe mandou que ele o deixasse passar. Como assim, isso não conta? E quem garante que, se os dois voltarem a disputar posição, a Ferrari não tenha a mesma atitude?
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