22h00 Novo Hamburgo 0x1 Internacional
Falamos campeonatos das séries A B C D campeonatos internacionais todos Português todos os resultados do Paulista da segunda divisão e ainda Futebol Internacional como Futebol Inglês Espanhol Italiano Portugal e o Argentino e campeonatos Importantes falaremos do Regional do Rio Grande do Norte do Cearense do Pernambucano e do Carioca e falamos da copa do nordeste
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Potiguar
| 20h30 ABC 1x1 Coríntians-RN |
| 20h30 Potiguar de Mossoró 1x0 Santa Cruz-RN |
| 20h30 Assu 1x0 Baraúnas-RN |
| 20h30 Palmeira de Goianinha 1x3 América-RN |
| 20h30 Caicó 2x1 Alecrim |
Baiano
| 20h30 Vitória da Conquista 4x3 Camaçari |
| 20h30 Juazeiro 1x3 Bahia de Feira |
| 20h30 Fluminense-BA 1x1 Juazeirense |
| 20h30 Bahia 3x3 Atlético-BA |
| 20h30 Itabuna 1x1 Serrano |
| 21h50 Feirense 1x1 Vitória |
Cearense
| 20h20 Horizonte-CE 3x0 Ferroviário-CE |
| 20h20 Ceará 2x1 Trairiense |
| 20h20 Guarani-CE 2x2 Crateús |
Pernambucano
| 20h00 Salgueiro 2x0 Santa Cruz-PE |
| 20h00 Belo Jardim 0x2 Porto-PE |
| 20h00 Central 1x1 Araripina |
| 20h00 Serra Talhada 4x0 Ypiranga-PE |
| 21h15 Náutico 2x0 Petrolina |
Alagoano
| 15h00 Penedense 0x3 Sport Santo Antônio |
| 15h00 CEO 0x1 CRB |
| 15h00 Corinthians-AL 4x1 ASA |
| 20h30 Coruripe-AL 1x1 Murici |
| 20h30 CSA 2x1 CSE |
Copa São Paulo
| 10h Vitória 6x0 Rondonópolis |
| 16h Grêmio 4x1 Fluminense |
| 18h30 2 Internacional 1x1 Coritiba 4 |
| 21h Santos 1x2 Desportivo Brasil |
Barrichello x Senna
Rubens Barrichello e Bruno Senna travam um duelo por vagas na Fórmula 1 desde antes da entrada do sobrinho de Ayrton na categoria. Situação no mínimo curiosa, levando-se em conta a quantidade de acentos que se vagaram nestes últimos anos.
O embate começou em 2008, quando a falecida equipe Honda promoveu uma espécie de vestibular para escolher o companheiro de Jenson Button para a temporada seguinte. Os japoneses tinham optado por Bruno, mas a montadora resolveu deixar a Fórmula 1 e Ross Brawn, que assumiu o que restou do time, preferiu apostar na experiência de Barrichello.
Prestigiado após um ano de sucesso na Brawn (ex-Honda), Barrichello chegou no final de 2009 podendo escolher onde queria correr. Escolheu a Williams, dizendo estar realizando um sonho, que mais tarde se transformou em pesadelo, tamanhos eram os problemas de desenvolvimento dos carros da equipe. Bruno ficou ‘de molho’, correndo em categorias menores.
No final de 2010, a renovação de Barrichello com a Williams foi colocada em risco, novamente envolvendo o nome de Bruno Senna. Mais uma vez a experiência do recordista de GPs valeu mais e ele conseguiu se manter na categoria.
Senna, para ganhar mais experiência, desistiu de ser titular da nanica Hispania para ser piloto de testes da Renault-Lotus. No meio da temporada de 2011 ganhou lugar de titular, marcou pontos, mas não conseguiu se manter no time.
Agora, Bruno Senna finalmente conseguiu superar Barrichello, pelo menos na preferência da Williams, que vem para 2012 bastante reestruturada, começando de cima. Patrick Head deixou a F-1 para cuidar apenas da divisão de carros híbridos do time.
Outra curiosidade, esta apenas de nomes: Senna chega na Williams novamente em parceria com motor Renault, assim como o tio em 1994. Mas agora, apenas o fabricante de motores chega com títulos na mala.
A nova parceria Senna/Williams surge tão cheia de interrogações (desenvolvimento do carro com motor novo, o próprio conceito do carro, maturidade do piloto e da direção da equipe, citando alguns exemplos) quanto o futuro de Barrichello.
Rubinho ainda não informou se para de uma vez, se vai correr em outra categoria (Stock Car e Fórmula Indy adorariam ter o piloto alinhando no grid), ou se espera um lugar decente na F-1. De qualquer forma, deixar a categoria assim, meio que pela porta dos fundos, é cruel. Não tem cara de despedida.
O embate começou em 2008, quando a falecida equipe Honda promoveu uma espécie de vestibular para escolher o companheiro de Jenson Button para a temporada seguinte. Os japoneses tinham optado por Bruno, mas a montadora resolveu deixar a Fórmula 1 e Ross Brawn, que assumiu o que restou do time, preferiu apostar na experiência de Barrichello.
Prestigiado após um ano de sucesso na Brawn (ex-Honda), Barrichello chegou no final de 2009 podendo escolher onde queria correr. Escolheu a Williams, dizendo estar realizando um sonho, que mais tarde se transformou em pesadelo, tamanhos eram os problemas de desenvolvimento dos carros da equipe. Bruno ficou ‘de molho’, correndo em categorias menores.
No final de 2010, a renovação de Barrichello com a Williams foi colocada em risco, novamente envolvendo o nome de Bruno Senna. Mais uma vez a experiência do recordista de GPs valeu mais e ele conseguiu se manter na categoria.
Senna, para ganhar mais experiência, desistiu de ser titular da nanica Hispania para ser piloto de testes da Renault-Lotus. No meio da temporada de 2011 ganhou lugar de titular, marcou pontos, mas não conseguiu se manter no time.
Agora, Bruno Senna finalmente conseguiu superar Barrichello, pelo menos na preferência da Williams, que vem para 2012 bastante reestruturada, começando de cima. Patrick Head deixou a F-1 para cuidar apenas da divisão de carros híbridos do time.
Outra curiosidade, esta apenas de nomes: Senna chega na Williams novamente em parceria com motor Renault, assim como o tio em 1994. Mas agora, apenas o fabricante de motores chega com títulos na mala.
A nova parceria Senna/Williams surge tão cheia de interrogações (desenvolvimento do carro com motor novo, o próprio conceito do carro, maturidade do piloto e da direção da equipe, citando alguns exemplos) quanto o futuro de Barrichello.
Rubinho ainda não informou se para de uma vez, se vai correr em outra categoria (Stock Car e Fórmula Indy adorariam ter o piloto alinhando no grid), ou se espera um lugar decente na F-1. De qualquer forma, deixar a categoria assim, meio que pela porta dos fundos, é cruel. Não tem cara de despedida.
Pato não barbariza
Berlusconi já declarou que foi ele, e não sua filha, quem definiu a permanência de Pato no Milan. Julgou a venda ao Paris Saint-Germain, para comprar Tévez, um negócio sem sentido: "Decidi porque julgo Pato um jogador de enorme talento'', escreveu. Contra a Inter, ontem, Pato foi escalado desde o início e deu poucas respostas favoráveis à decisão do sogro e patrão. Aos 23 minutos, uma tabela com Ibrahimovic, um drible em Lúcio e um cruzamento inócuo. Aos 43, um passe para Van Bommel chutar na trave.
A comparação entre Pato e Tevez é cruel. Ambos são menos do que deveriam ser no futebol europeu. Ambos pela falta de compromisso, mas em situações diferentes. Tevez tem a raça de um leão, quando está em campo. Fora, nenhum comprometimento com seu clube, como indicaram suas saídas do Corinthians, do West Ham, Manchester United e agora do Manchester City.

Pato diz que o Milan é sua casa. Em campo, desaparece. É capaz de lances geniais, como o gol marcado contra o Barcelona, no Camp Nou, na inauguração da Champions League. Mas sua expressão, esteja empatando, goleando ou perdendo, é exatamente a mesma, a de quem não tem nada a ver com isso.
Não é por outro motivo que Mano Menezes elegeu-o o centroavante ideal e mudou de ideia com o aparecimento de Leandro Damião, muito inferior tecnicamente. Alguém dirá que na seleção ele é centroavante, no Milan segundo atacante. É parte do problema. Pato rende mais como atua na Itália, mais livre, sem um centroavante fixo e como parceiro de Ibrahimovic, mexendo-se pelo ataque. Mas a raiz do problema, para voltar a ser protagonista, é outra para o menino de Pato Branco: fazer da bola seu brinquedo mais querido. Quando era assim, Pato barbarizava.
A comparação entre Pato e Tevez é cruel. Ambos são menos do que deveriam ser no futebol europeu. Ambos pela falta de compromisso, mas em situações diferentes. Tevez tem a raça de um leão, quando está em campo. Fora, nenhum comprometimento com seu clube, como indicaram suas saídas do Corinthians, do West Ham, Manchester United e agora do Manchester City.
Pato diz que o Milan é sua casa. Em campo, desaparece. É capaz de lances geniais, como o gol marcado contra o Barcelona, no Camp Nou, na inauguração da Champions League. Mas sua expressão, esteja empatando, goleando ou perdendo, é exatamente a mesma, a de quem não tem nada a ver com isso.
Não é por outro motivo que Mano Menezes elegeu-o o centroavante ideal e mudou de ideia com o aparecimento de Leandro Damião, muito inferior tecnicamente. Alguém dirá que na seleção ele é centroavante, no Milan segundo atacante. É parte do problema. Pato rende mais como atua na Itália, mais livre, sem um centroavante fixo e como parceiro de Ibrahimovic, mexendo-se pelo ataque. Mas a raiz do problema, para voltar a ser protagonista, é outra para o menino de Pato Branco: fazer da bola seu brinquedo mais querido. Quando era assim, Pato barbarizava.
Dívida recíproca
A dívida do Flamengo com Ronaldinho chamou a atenção nestes primeiros dias do ano. E não é pra menos. Pelo valor de arregalar os olhos de qualquer mortal (R$ 3 milhões e vários milhares de quebrados, relativos a cinco meses de atraso) e pelo fato de atingir astro até então acostumado a ver o dinheirinho pingar na conta sempre na data combinada. O rapaz se aborreceu, no que está coberto e encapotado de razão; o combinado com qualquer empregador tem de ser cumprido. Assinou, valeu.
Mas há outro aspecto a ser considerado nessa história de quem quer receber em dia o que lhe é devido. Faz um ano que o Flamengo ganhou o leilão em que se transformou a volta de Ronaldinho ao Brasil. Transação lenta, que desgastou o moço e sua trupe ao deixarem o Grêmio a ver navios, após suposto acerto com o clube de origem, mas que o fez cair nos braços da torcida rubro-negra. Com direito a recepção ruidosa no dia em que trovoadas e casas desabavam em cidades serranas do Estado do Rio.
Depois de uma temporada, o que o Flamengo lucrou com o repatriamento do ex-melhor do mundo? Do ponto de vista técnico, lhe valeu um título estadual e a vaga para a disputa da fase preliminar da Libertadores de 2012, nos duelos com o Real Potosí, a partir da semana que vem. No marketing, de onde Patrícia Amorim e colaboradores imaginavam tirar o máximo proveito, a presença do gaúcho tem sido fiasco retumbante.
Ele não ajudou o clube a aumentar faturamento com patrocínios, não participou de campanhas publicitárias, pesou pouco na média de público nos estádios. Venderam-se camisas com o nome e o número do R10 aquém do esperado.
A constatação é chata, mas necessária: atualmente Ronaldinho não tem a imagem associada a excelência profissional, a conquistas. Por isso, não atrai atenção de empresas, não há convites para campanhas na televisão. Não é como Ronaldo, que a bem da verdade jogou só meio ano no Corinthians (o primeiro semestre de 2009), mas com um carisma tão acentuado que vendeu o que quis e teve encobertas escorregadas na vida pessoal. Deu lucro, ao assumir-se mais um no "bando de loucos", e fatura muito até hoje no Parque São Jorge.
Não considero justo duvidar da qualidade da arte de Ronaldinho, pois se trata de jogador extraordinário, com inteligência e habilidade muito acima da média. Domínio de bola perfeito, visão de jogo incomum, dribles e gols desconcertantes o levaram duas vezes ao topo da avaliação mundial. No auge da carreira, teve impacto maior do que Messi, pelo estilo mais explosivo e vistoso.
O encanto parece ter se perdido em alguma esquina do passado, em algum porão catalão, lá por 2005, 2006. Nos últimos anos, houve aparições esporádicas do grande Ronaldinho Gaúcho, tanto no Barcelona quanto no Milan e agora no Fla. Foram canjas, apenas, para ficar em linguagem artística. O gênio da bola deu lugar a um atleta ainda diferente, é verdade; no entanto, sem o poder de decisão anterior. O desejo de redimi-lo foi tão grande que bastaram alguns malabarismos para ver reabertas as portas da seleção brasileira. Voltou e ninguém sentiu a diferença. Pena.
Numa crônica de um tempo atrás, escrevi que um disco voador de marcianos havia abduzido Ronaldinho e deixara aqui cópia mal-acabada. Estou convencido disso. Não tem como pedirmos para Nasa, Nato, o papa, nos ajudarem a resgatá-lo? Com o verdadeiro Ronaldinho de volta, certamente as dívidas serão pagas - as do Fla e as do clone que circula por aí.
Mas há outro aspecto a ser considerado nessa história de quem quer receber em dia o que lhe é devido. Faz um ano que o Flamengo ganhou o leilão em que se transformou a volta de Ronaldinho ao Brasil. Transação lenta, que desgastou o moço e sua trupe ao deixarem o Grêmio a ver navios, após suposto acerto com o clube de origem, mas que o fez cair nos braços da torcida rubro-negra. Com direito a recepção ruidosa no dia em que trovoadas e casas desabavam em cidades serranas do Estado do Rio.
Depois de uma temporada, o que o Flamengo lucrou com o repatriamento do ex-melhor do mundo? Do ponto de vista técnico, lhe valeu um título estadual e a vaga para a disputa da fase preliminar da Libertadores de 2012, nos duelos com o Real Potosí, a partir da semana que vem. No marketing, de onde Patrícia Amorim e colaboradores imaginavam tirar o máximo proveito, a presença do gaúcho tem sido fiasco retumbante.
Ele não ajudou o clube a aumentar faturamento com patrocínios, não participou de campanhas publicitárias, pesou pouco na média de público nos estádios. Venderam-se camisas com o nome e o número do R10 aquém do esperado.
A constatação é chata, mas necessária: atualmente Ronaldinho não tem a imagem associada a excelência profissional, a conquistas. Por isso, não atrai atenção de empresas, não há convites para campanhas na televisão. Não é como Ronaldo, que a bem da verdade jogou só meio ano no Corinthians (o primeiro semestre de 2009), mas com um carisma tão acentuado que vendeu o que quis e teve encobertas escorregadas na vida pessoal. Deu lucro, ao assumir-se mais um no "bando de loucos", e fatura muito até hoje no Parque São Jorge.
Não considero justo duvidar da qualidade da arte de Ronaldinho, pois se trata de jogador extraordinário, com inteligência e habilidade muito acima da média. Domínio de bola perfeito, visão de jogo incomum, dribles e gols desconcertantes o levaram duas vezes ao topo da avaliação mundial. No auge da carreira, teve impacto maior do que Messi, pelo estilo mais explosivo e vistoso.
O encanto parece ter se perdido em alguma esquina do passado, em algum porão catalão, lá por 2005, 2006. Nos últimos anos, houve aparições esporádicas do grande Ronaldinho Gaúcho, tanto no Barcelona quanto no Milan e agora no Fla. Foram canjas, apenas, para ficar em linguagem artística. O gênio da bola deu lugar a um atleta ainda diferente, é verdade; no entanto, sem o poder de decisão anterior. O desejo de redimi-lo foi tão grande que bastaram alguns malabarismos para ver reabertas as portas da seleção brasileira. Voltou e ninguém sentiu a diferença. Pena.
Numa crônica de um tempo atrás, escrevi que um disco voador de marcianos havia abduzido Ronaldinho e deixara aqui cópia mal-acabada. Estou convencido disso. Não tem como pedirmos para Nasa, Nato, o papa, nos ajudarem a resgatá-lo? Com o verdadeiro Ronaldinho de volta, certamente as dívidas serão pagas - as do Fla e as do clone que circula por aí.
Futsal feminino tem sua própria "Marta" e sobra em estrutura diante do campo
O futebol feminino de Marta e companhia vive mais uma crise com a recente extinção do time do Santos, o mais vitorioso do país. Suposto “primo pobre”, o futsal vai pelo caminho inverso. Com parcerias com universidades e mais estabilidade para as atletas, a modalidade sobra na comparação e tem até sua própria “Marta”.
Vanessa Cristina Pereira tem 21 anos, nasceu em Patos de Minas-MG e atua no Female/Chapecó. Além de acumular títulos pela equipe catarinense e pela seleção brasileira (bicampeã da principal competição internacional da modalidade), a jogadora ainda foi eleita a melhor do mundo nos últimos dois anos pelo site europeu futsalplanet.com, a mais prestigiada do futsal, que carece de mais atenção da Fifa.
A comparação com Marta, no entanto, é rapidamente descartada. “As pessoas falam isso, mas não dá. Ela é fora de série, faz coisas que não dá para imaginar. Fico feliz porque engrandece meu trabalho, mas não consigo pensar: ‘hoje sou que nem a Marta”, disse Vanessa, em entrevista ao UOL Esporte.
A jogadora é só a ponta do iceberg do futsal feminino, que segundo as próprias atletas, ainda tem de evoluir muito. A comparação com o futebol, no entanto, é desigual. Enquanto as meninas do campo sofrem com um calendário confuso e incerto, no salão são cerca de oito competições por ano somente para clubes.
São duas competições nacionais (Taça Brasil e Liga Futsal), estaduais, competições universitárias e jogos abertos regionais e nacionais. Além disso, as seleções universitária e profissional completam o calendário com pelo menos uma convocação anual cada uma.
O futsal perde, no entanto, no alcance internacional. As meninas do salão ainda não têm um Mundial chancelado pela Fifa, mas sim uma espécie de mundialito que reúne as principais seleções desde 2010. As estrelas da modalidade também não conseguem a visibilidade de jogadoras como Marta e Cristiane, por exemplo.
Jogadores sem tanto apelo, no entanto, estão a ver navios. Grande parte da equipe do Santos segue sem emprego depois do cancelamento da equipe, processo que já aconteceu com outros times anteriormente, como o Corinthians. Com isso, as brasileiras são obrigadas a sair do país para viverem só de futebol, ao contrário do que acontece no futsal.
A estrutura está longe de ser rica. Quase todas as equipes de ponta, no entanto, contam com parcerias com universidades e empresas da região, que garantem o custeamento dos times, treinos e viagens. A Confederação Brasileira de Futebol de Salão (CBFS) ajuda com seus patrocinadores próprios e custeia os alojamentos das equipes visitantes em algumas competições.
As jogadoras têm entre si um acordo informal de sempre exigirem o ingresso em uma faculdade de seus clubes. Quando se transferem, por exemplo, acertam salários e onde estudarão para só depois fecharem com a nova equipe. O cenário, mesmo com salários modestos, faz as jogadoras descartarem uma possível troca para o campo.
“Hoje em dia, depois do que aconteceu com o Santos, não trocaria. Até tinha pensado nisso no ano passado. O futsal também tem uma certa insegurança. Mas eu tenho uma amiga que estava no Santos e está desempregada”, disse Jessika, também do Chapecó, que disputou com Vanessa o título de melhor do mundo.
O cenário claro, não é o ideal. As jogaras reclamam, principalmente, da visibilidade que não possuem. Um acordo para transmissão de partidas seria, na visão dos envolvidos, o passo fundamental para a consolidação do esporte.
“Hoje a gente tem um orçamento que só vai crescer se entrar na televisão. Aí mudaria a ótica do nosso esporte”, disse Eder Popiolski, técnico do Chapecó. “O nosso esporte não tem massa por trás. Precisa de mídia. E quem vai ver um jogo de futebol feminino vai ver emoção. O Futsal tem muito a dar”, disse Marcos Sorato, técnico da seleção masculina e auxiliar da feminina, que é comandada pelo ex-jogador Vander Iacovino.
Vanessa Cristina Pereira tem 21 anos, nasceu em Patos de Minas-MG e atua no Female/Chapecó. Além de acumular títulos pela equipe catarinense e pela seleção brasileira (bicampeã da principal competição internacional da modalidade), a jogadora ainda foi eleita a melhor do mundo nos últimos dois anos pelo site europeu futsalplanet.com, a mais prestigiada do futsal, que carece de mais atenção da Fifa.
A comparação com Marta, no entanto, é rapidamente descartada. “As pessoas falam isso, mas não dá. Ela é fora de série, faz coisas que não dá para imaginar. Fico feliz porque engrandece meu trabalho, mas não consigo pensar: ‘hoje sou que nem a Marta”, disse Vanessa, em entrevista ao UOL Esporte.
A jogadora é só a ponta do iceberg do futsal feminino, que segundo as próprias atletas, ainda tem de evoluir muito. A comparação com o futebol, no entanto, é desigual. Enquanto as meninas do campo sofrem com um calendário confuso e incerto, no salão são cerca de oito competições por ano somente para clubes.
São duas competições nacionais (Taça Brasil e Liga Futsal), estaduais, competições universitárias e jogos abertos regionais e nacionais. Além disso, as seleções universitária e profissional completam o calendário com pelo menos uma convocação anual cada uma.
VEJA OS GOLS DA FINAL DA TAÇA BRASIL 2011, COM CHAPECÓ 4 A 2 NO CRICIÚMA
Jogadores sem tanto apelo, no entanto, estão a ver navios. Grande parte da equipe do Santos segue sem emprego depois do cancelamento da equipe, processo que já aconteceu com outros times anteriormente, como o Corinthians. Com isso, as brasileiras são obrigadas a sair do país para viverem só de futebol, ao contrário do que acontece no futsal.
A estrutura está longe de ser rica. Quase todas as equipes de ponta, no entanto, contam com parcerias com universidades e empresas da região, que garantem o custeamento dos times, treinos e viagens. A Confederação Brasileira de Futebol de Salão (CBFS) ajuda com seus patrocinadores próprios e custeia os alojamentos das equipes visitantes em algumas competições.
As jogadoras têm entre si um acordo informal de sempre exigirem o ingresso em uma faculdade de seus clubes. Quando se transferem, por exemplo, acertam salários e onde estudarão para só depois fecharem com a nova equipe. O cenário, mesmo com salários modestos, faz as jogadoras descartarem uma possível troca para o campo.
“Hoje em dia, depois do que aconteceu com o Santos, não trocaria. Até tinha pensado nisso no ano passado. O futsal também tem uma certa insegurança. Mas eu tenho uma amiga que estava no Santos e está desempregada”, disse Jessika, também do Chapecó, que disputou com Vanessa o título de melhor do mundo.
O cenário claro, não é o ideal. As jogaras reclamam, principalmente, da visibilidade que não possuem. Um acordo para transmissão de partidas seria, na visão dos envolvidos, o passo fundamental para a consolidação do esporte.
“Hoje a gente tem um orçamento que só vai crescer se entrar na televisão. Aí mudaria a ótica do nosso esporte”, disse Eder Popiolski, técnico do Chapecó. “O nosso esporte não tem massa por trás. Precisa de mídia. E quem vai ver um jogo de futebol feminino vai ver emoção. O Futsal tem muito a dar”, disse Marcos Sorato, técnico da seleção masculina e auxiliar da feminina, que é comandada pelo ex-jogador Vander Iacovino.
Vanessa, do Chapecó, é um dos destaques do esporte e foi eleita a melhor do mundo duas vezes
Flamengo declara Thiago Neves ‘persona non grata’ no clube
A nota oficial divulgada pelo site do Flamengo foi mera formalidade.
A saída de Thiago Neves não foi bem digerida pela presidente, Patricia Amorim.
Nos corredores da Gávea a revolta ainda é grande e a decisão do jogador é tida como atitude de moleque.
Patrícia disse para quem quisesse ouvir que Thiago Neves é considerado ‘persona non grata’ a partir de agora no Flamengo e que as portas do clube estão definitivamente fechadas para o jogador.
Além de tentar assinar definitivamente o acordo com a Traffic e pagar Ronaldinho Gaúcho, o Flamengo corre atrás de um meia para compor o elenco.
Renato Cajá, ex-jogador do Botafogo e atualmente na Ponte Preta, foi oferecido
A saída de Thiago Neves não foi bem digerida pela presidente, Patricia Amorim.
Nos corredores da Gávea a revolta ainda é grande e a decisão do jogador é tida como atitude de moleque.
Patrícia disse para quem quisesse ouvir que Thiago Neves é considerado ‘persona non grata’ a partir de agora no Flamengo e que as portas do clube estão definitivamente fechadas para o jogador.
Além de tentar assinar definitivamente o acordo com a Traffic e pagar Ronaldinho Gaúcho, o Flamengo corre atrás de um meia para compor o elenco.
Renato Cajá, ex-jogador do Botafogo e atualmente na Ponte Preta, foi oferecido
Patrícia Amorim ataca Thiago Neves após acerto com Flu: 'Flamengo é muito maior que ele'
Não demorou muito para o Flamengo responder ao anúncio oficial do acerto de Thiago Neves com o Fluminense. Pouco menos de 24 horas depois de garantir que o clube ainda confiava em um acerto com o meia, a presidente Patrícia Amorim mudou o discurso e também sua postura. Em nota divulgada no site oficial, a mandatária rubro-negra atacou a decisão do jogador de se transferir para o Tricolor.
"Passadas mais de 24 horas do pronunciamento oficial do empresário Léo Rabello e não tendo uma resposta de Thiago Neves, me sinto bastante confortável em dizer que o Flamengo está fora da negociação para contratar o jogador. Aqui no Flamengo só joga quem quer", respondeu Patrícia, acrescentando.
"Como o mesmo não mostrou interesse em ficar no clube, não faremos mais esforços para mantê-lo. No final da temporada, o jogador disse que sua intenção era ficar no Flamengo mas ele não demonstrou essa vontade. Então estamos fora. O Flamengo é muito maior do que ele", provocou a comandante rubro-negra.
O discurso da presidente endossa o coro da torcida do Flamengo nas redes sociais. Durante toda a terça-feira, os rubro-negros já demonstravam muita irritação com o iminente acerto de Thiago Neves com o rival Fluminense.
Entenda a "novela"
Sem contrato desde o dia 31 de dezembro, o meia deu um verdadeiro "balão" na diretoria do Flamengo e no seu empresário, Léo Rabello. Enquanto garantia para ambos que sua prioridade era o rubro-negro, o jogador negociava, através de Celso Barros, presidente da patrocinadora do Fluminense, sua liberação do Al-Hilal, da Arábia Saudita.
Como o Flamengo não conseguia convencer os árabes com sua proposta parcelada de compra dos direitos econômicos, o Tricolor aproveitou a "brecha" e, contando com o suporte financeiro da Unimed, efetuou a compra dos 90% dos direitos que pertenciam ao clube saudita. Com o acerto, Thiago Neves assinou um contrato de quatro anos e receberá um salário de cerca de R$ 700 mil.
Fluminense encerra novela e anuncia a contratação de Thiago Neves
Após uma novela que durou quase duas semanas, o Fluminense anunciou nesta terça-feira o acerto com meia-atacante Thiago Neves. Segundo o clube, a apresentação do jogador - que atuou pelo Flamengo na temporada passada - será ainda nesta semana. O valor da transação gira em torno de 16 milhões, segundo informado em nota oficial emitida pelo clube das Laranjeiras
"Como o mesmo não mostrou interesse em ficar no clube, não faremos mais esforços para mantê-lo. No final da temporada, o jogador disse que sua intenção era ficar no Flamengo mas ele não demonstrou essa vontade. Então estamos fora. O Flamengo é muito maior do que ele", provocou a comandante rubro-negra.
O discurso da presidente endossa o coro da torcida do Flamengo nas redes sociais. Durante toda a terça-feira, os rubro-negros já demonstravam muita irritação com o iminente acerto de Thiago Neves com o rival Fluminense.
Entenda a "novela"
Sem contrato desde o dia 31 de dezembro, o meia deu um verdadeiro "balão" na diretoria do Flamengo e no seu empresário, Léo Rabello. Enquanto garantia para ambos que sua prioridade era o rubro-negro, o jogador negociava, através de Celso Barros, presidente da patrocinadora do Fluminense, sua liberação do Al-Hilal, da Arábia Saudita.
Como o Flamengo não conseguia convencer os árabes com sua proposta parcelada de compra dos direitos econômicos, o Tricolor aproveitou a "brecha" e, contando com o suporte financeiro da Unimed, efetuou a compra dos 90% dos direitos que pertenciam ao clube saudita. Com o acerto, Thiago Neves assinou um contrato de quatro anos e receberá um salário de cerca de R$ 700 mil.
Thiago Neves agradece diretoria do Fluminense e se diz satisfeito por 'voltar para casa'
O meia Thiago Neves já se pronunciou como novo jogador do Fluminense. Logo depois de o clube das Laranjeiras anunciar o retorno do atleta, que estava defendendo a camisa do rival Flamengo, Thiago Neves elogiou a diretoria do Fluminense, e se disse satisfeito por 'estar voltando pra casa'.
“Agradeço ao presidente Peter Siemsen e ao Dr. Celso Barros por estar voltando pra casa. Sinto o conforto, o prazer e a segurança de defender o clube que me ajudou a crescer na profissão”, disse Thiago Neves.
“O Fluminense está com um elenco forte, com condições de brigar por todos os títulos e estou chegando para somar. Podem contar com meu empenho”, completou o ex-jogador do Flamengo.
Thiago Neves deve ser apresentado no Fluminense até o fim desta semana.
“Agradeço ao presidente Peter Siemsen e ao Dr. Celso Barros por estar voltando pra casa. Sinto o conforto, o prazer e a segurança de defender o clube que me ajudou a crescer na profissão”, disse Thiago Neves.
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“O Fluminense está com um elenco forte, com condições de brigar por todos os títulos e estou chegando para somar. Podem contar com meu empenho”, completou o ex-jogador do Flamengo.
Thiago Neves deve ser apresentado no Fluminense até o fim desta semana.
Quanto vale o técnico do seu time?
Semana passada, Massimiliano Allegri, o técnico campeão italiano que coça a cabeça na foto acima, renovou seu contrato com o Milan. Receberá 2,5 milhões de euros por temporada, valor que, convertido, dá algo como R$ 470 mil reais por mês.
Trata-se do maior salário de um técnico na Série A italiana, junto com o de Walter Mazzarri, do Napoli. Claudio Ranieri, técnico da poderosa (e rica) Inter de Milão, ganha 1,5 milhão de euros por ano, mais ou menos R$ 280 mil por mês.
E quanto recebe o técnico do seu time aqui no Brasil?
Quatro ou cinco técnicos do Brasileirão recebem mais que Allegri, e pelo menos metade dos times gasta o mesmo ou mais do que a Inter gasta com seu treinador.
Em que pese a boa fase da economia brasileira e a celebração ufanista por termos "superado o PIB da Inglaterra" (ainda que o PIB per capita por lá seja bem superior ao nosso), parece que os clubes brasileiros estão exagerando.
No Brasil, técnicos são vistos como magos. O bônus por isso, como vemos, é financeiro — pelo menos para os que estão no topo da categoria. O ônus é levar a culpa por resultados ruins que muitas vezes não são de responsabilidade (exclusiva) do treinador.
Nossos clubes supervalorizam o poder dos técnicos, para o bem e para o mal, e por isso supervalorizam também seus salários.
Com o crescimento da economia, cresce também o número de ricos. E os times brasileiros se comportam justamente como alguns dos nossos novos-ricos: aquele tipo que ostenta prepotentes carrões importados em suas garagens e ao mesmo tempo economiza dando calote no guardinha da esquina.
Após afastamento do Flamengo, Santos diz não ter interesse em Alex Silva
O afastamento de Alex Silva do Flamengo, depois de abandonar a delegação antes da viagem à Bolívia, produziu a ideia de que o Santos poderia ser o destino do zagueiro. Segundo o presidente santista, Luis Álvaro, não será esse o desfecho da história.
"Nunca se mencionou o nome de Alex Silva, no Santos", ele diz.
A evidente razão de se ligar o pedido de dispensa de Alex Silva ao Santos é Muricy Ramalho. Alex e Muricy trabalharam juntos no São Paulo. Segundo o presidente santista, no entanto, não há possibilidade de contratar Alex Silva também por questões financeiras: "Não dou passo maior do que a perna. Os tempos andam bicudos, tivemos de melhorar a situação salarial de muitos dos nossos jogadores e não há dinheiro para fazer abusos", afirma.
A primeira aposta do Santos é em zagueiros das divisões de base, para ocupar a vaga deixada por Bruno Aguiar, negociado com o Sport.

Alex Silva: em queda
"Nunca se mencionou o nome de Alex Silva, no Santos", ele diz.
A evidente razão de se ligar o pedido de dispensa de Alex Silva ao Santos é Muricy Ramalho. Alex e Muricy trabalharam juntos no São Paulo. Segundo o presidente santista, no entanto, não há possibilidade de contratar Alex Silva também por questões financeiras: "Não dou passo maior do que a perna. Os tempos andam bicudos, tivemos de melhorar a situação salarial de muitos dos nossos jogadores e não há dinheiro para fazer abusos", afirma.
A primeira aposta do Santos é em zagueiros das divisões de base, para ocupar a vaga deixada por Bruno Aguiar, negociado com o Sport.
Alex Silva: em queda
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Copa São Paulo
| 16h Corinthians 5x1 Primeira Camisa |
| 17h Red Bull Brasil 1x3 América-MG |
| 18h30 Atlético-PR 3x0 Olé Brasil |
| 21h00 Palmeiras 3x2 Paulista |
Jornal inglês confunde Ganso com Henrique, provável reforço do QPR
A provável chegada do atacante Henrique ao Queens Park Rangers já ganha manchetes na Inglaterra. O diário Mirror desta terça-feira fez uma matéria sobre o jogador do São Paulo, com vídeo de um gol dele diante do Grêmio Prudente, no Paulistão de 2011, além de lembrar que ele foi eleito o melhor jogador do Mundial sub-20, quando a seleção brasileira foi campeã.
No entanto, o jornal cometeu uma gafe ao postar uma foto de Paulo Henrique Ganso, meia do Santos, como se fosse Henrique. O atacante deve assinar por empréstimo de 18 meses com o QPR, mas ainda espera pela liberação de trabalho na Inglaterra.
Na entrevista, Henrique mostrou conheceu até a história de Mark Hughes como jogador. "O técnico é conhecido em qualquer lugar. Ele jogou por grandes clubes como Manchester United e Barcelona. Como um atacante, eu sei que posso aprender muito com ele. Eu sempre quis jogar na Europa e, para mim, a Inglaterra tem a liga mais animadora no mundo", garantiu.
No entanto, o jornal cometeu uma gafe ao postar uma foto de Paulo Henrique Ganso, meia do Santos, como se fosse Henrique. O atacante deve assinar por empréstimo de 18 meses com o QPR, mas ainda espera pela liberação de trabalho na Inglaterra.
Site do jornal Mirror coloca foto de Ganso em vez de Henrique
Crédito da imagem: Reprodução
"Eu sei que muitos clubes estão interessados em mim. Mas quando eu falei com (o técnico) Mark Hughes e o QPR, eles me fizeram ficar muito animado com seus planos", afirmou Henrique. "Eu quero ir para um clube com ambição, e jogar em Londres seria uma oportunidade fantástica".Crédito da imagem: Reprodução
Na entrevista, Henrique mostrou conheceu até a história de Mark Hughes como jogador. "O técnico é conhecido em qualquer lugar. Ele jogou por grandes clubes como Manchester United e Barcelona. Como um atacante, eu sei que posso aprender muito com ele. Eu sempre quis jogar na Europa e, para mim, a Inglaterra tem a liga mais animadora no mundo", garantiu.
Amor de Thiago Neves pelo Flu tem preço: R$ 700 mil por mês
Boa parte da torcida do Fluminense está disposta a receber Thiago Neves com os braços mais abertos do que os do Cristo Redentor, se sair o negócio.
Um ano depois, ela ainda guarda a sete chaves no coração as comoventes palavras do jogador após conquistar o título carioca com a camisa do coirmão Flamengo: ‘Jogando em time grande, acostumado a decidir, a gente ganha’.
Thiago Neves já havia demonstrado seu eterno amor pelo clube das Laranjeiras depois de eliminá-lo da Taça Rio nos pênaltis – fez um gol no tempo normal.
Ele correu em direção à galera rubro-negra e sapecou o créu, dancinha que o acompanhava quando vencia pelo Tricolor.
De quebra, aproveitou para espezinhar as emoções de quem voa no urubu: não há nada igual no planeta, tudo é diferente e bem melhor no Flamengo, principalmente na arquibancada.
Com tanto amor pelas cores do Fluminense, não se pode contestar: o empresário Celso de Barros, dono da Unimed, carro forte do clube, acertará na cabeça de um vaga-lume se conseguir contratar o meia por R$ 16 milhões junto ao Al Hilal, da Arábia Saudita.
Por ser apaixonado pelo Tricolor, Thiago Neves toparia um salário irrisório, algo em torno de R$ 700 mil por mês, R$ 200 mil a mais do que recebe no Flamengo, quando o tilintar das moedas se fazem ouvir no robusto cofre da Gávea.
Uma barreira joga contra a nova lua de mel. O empresário Léo Rabello quer porque quer que Thiago Neves permaneça no urubu. O agente do jogador foi um dos principais financiadores da campanha de Patrícia Amorim à presidência. Aguarde novos capítulos da novela ‘Eu sei que vou te amar’.
######
Bola 20, UFC 14. O amistoso meia-boca Corinthians x Flamengo, em Londrina, rendeu 20 pontos de média no ibope global da Grande São Paulo desvairada, esburacada e abandonada. O engana-que-eu-gosto das chuteiras obteve a segunda maior audiência da plim-plim no domingo, ficando atrás apenas do Fantástico (23 pontos). Na madrugada, a troca de carícias entre os anjinhos do MMA, com a disputa de título mundial, proporcionou 14 pontos, dois a menos que na primeira transmissão.
Sugismundo Freud. Só os grandes homens confessam que erraram.
Rádio Rabiola. O pessoal que considera o rechonchudo imperador Adriano com muitos quilos acima do peso ideal está usando óculos 3D. Pelo menos é o que se pode concluir das palavras do médico Joaquim Grava. A invejável balança do CT corintiano indica que o atacante está com ‘apenas’ 5 kg a mais – seu peso ideal é 98 kg. Ele só impressiona por ser forte fisicamente. Toca o sino!
Twitface. Aos poucos, Leão vai colocando a juba de fora: acabou com uma roda de pagode (Lucas, Cleber Santana e Cícero) no CT de Cotia. Após três horas, cansou de ouvir cavaquinho e pandeiro.
Praga vascaína. Mais do que nunca, o atacante equatoriano Carlos Tenório terá de justificar o bucólico apelido de Demolidor. Aos 32 anos, ele é a nova aposta do mandachuva e raios Roberto Dinamite para explodir a maldição da camisa nove em São Januário. Nos últimos tempos, a torcida sofreu com ‘matadores sem bala’ como Dodô, Aloísio Chulapa, Rafael Coelho, Marcel, Nunes, Pinilla e outros menos votados. Alecsandro continua, mas sem a bênção da galera. E Elton se mandou para o Corinthians sem deixar saudade.
Curto-circuito. O papo corre solto nos points dos boleiros cariocas: a Ampla Energia e Serviços e a polícia flagraram um ‘gato’ na casa de um jogador do Fluminense na região dos Lagos.
Casa da moeda. O meia Douglas anda mais feliz que vendedor de guarda-chuva em algumas capitais do país. As conversas para a renovação de contrato com o Grêmio caminham a passos largos. Ele pediu R$ 450 mil, mas o Imortal ofereceu R$ 300 mil. Douglas acredita ter feito uma proposta dentro da realidade do clube, que paga R$ 600 mil ao gladiador Kleber.
Gilete press. De Ancelmo Gois, no ‘Globo’: “Acredite. Quinta, por volta de 20h, umas placas do teto do Terminal 2 do Galeão-Tom Jobim despencaram em frente ao Portão 39. Do buraco, meu Deus, saíram uns... urubus, que, calmamente, ficaram zanzando entre os passageiros. Como urubu adora lixo, o penoso estava em casa no aeroporto. Com todo o respeito.” Que venha a Copa!
Tititi d’Aline. O garoto Neymar mergulhou no mundo das canoas. O santista comprou uma Intermarine por módicos R$ 3 milhões. Chuteiras ao mar.
Você sabia que... o mercado do esporte mundial vai movimentar US$ 145 bilhões em 2015?
Pombo-correio. “As contratações do Mengão, Itamar e Magal, retratam nossa realidade: ‘Itamal’” – do internauta Luiz C. Buckton Pires (RS). Faz sentido.
Bola de ouro. Rafael Silva/Mayra Aguiar. Uma dupla de ouro no Masters de judô.
Bola de latão. Renan. A grande esperança corintiana para fechar o gol virou quarta opção e foi emprestada ao Vitória, da Bahia, até dezembro.
Bola de lixo. Timemania. Criada no Cassino Brasil para ajudar os clubes a pagar impostos, com esperança de arrecadar R$ 520 milhões, não passou de R$ 150 milhões em 2001. As três loterias do ludopédio (Loteca e Lotogol completam a trinca) totalizaram menos de 3% do total da colheita da Caixa (R$ 9,7 bilhões).
Bola sete. “O presidente Arnaldo Tirone e o vice de futebol, Roberto Frizzo, foram transformados em personagens do infantil ‘Bananas de Pijama" (do blogueiro Ricardo Perronel, no ‘Uol’, sobre a crise no Palmeiras – desce o pano).
Dúvida pertinente. Ronaldinho Gaúcho ainda é um bom negócio?
Um ano depois, ela ainda guarda a sete chaves no coração as comoventes palavras do jogador após conquistar o título carioca com a camisa do coirmão Flamengo: ‘Jogando em time grande, acostumado a decidir, a gente ganha’.
Thiago Neves já havia demonstrado seu eterno amor pelo clube das Laranjeiras depois de eliminá-lo da Taça Rio nos pênaltis – fez um gol no tempo normal.
Ele correu em direção à galera rubro-negra e sapecou o créu, dancinha que o acompanhava quando vencia pelo Tricolor.
De quebra, aproveitou para espezinhar as emoções de quem voa no urubu: não há nada igual no planeta, tudo é diferente e bem melhor no Flamengo, principalmente na arquibancada.
Com tanto amor pelas cores do Fluminense, não se pode contestar: o empresário Celso de Barros, dono da Unimed, carro forte do clube, acertará na cabeça de um vaga-lume se conseguir contratar o meia por R$ 16 milhões junto ao Al Hilal, da Arábia Saudita.
Por ser apaixonado pelo Tricolor, Thiago Neves toparia um salário irrisório, algo em torno de R$ 700 mil por mês, R$ 200 mil a mais do que recebe no Flamengo, quando o tilintar das moedas se fazem ouvir no robusto cofre da Gávea.
Uma barreira joga contra a nova lua de mel. O empresário Léo Rabello quer porque quer que Thiago Neves permaneça no urubu. O agente do jogador foi um dos principais financiadores da campanha de Patrícia Amorim à presidência. Aguarde novos capítulos da novela ‘Eu sei que vou te amar’.
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Bola 20, UFC 14. O amistoso meia-boca Corinthians x Flamengo, em Londrina, rendeu 20 pontos de média no ibope global da Grande São Paulo desvairada, esburacada e abandonada. O engana-que-eu-gosto das chuteiras obteve a segunda maior audiência da plim-plim no domingo, ficando atrás apenas do Fantástico (23 pontos). Na madrugada, a troca de carícias entre os anjinhos do MMA, com a disputa de título mundial, proporcionou 14 pontos, dois a menos que na primeira transmissão.
Sugismundo Freud. Só os grandes homens confessam que erraram.
Rádio Rabiola. O pessoal que considera o rechonchudo imperador Adriano com muitos quilos acima do peso ideal está usando óculos 3D. Pelo menos é o que se pode concluir das palavras do médico Joaquim Grava. A invejável balança do CT corintiano indica que o atacante está com ‘apenas’ 5 kg a mais – seu peso ideal é 98 kg. Ele só impressiona por ser forte fisicamente. Toca o sino!
Twitface. Aos poucos, Leão vai colocando a juba de fora: acabou com uma roda de pagode (Lucas, Cleber Santana e Cícero) no CT de Cotia. Após três horas, cansou de ouvir cavaquinho e pandeiro.
Praga vascaína. Mais do que nunca, o atacante equatoriano Carlos Tenório terá de justificar o bucólico apelido de Demolidor. Aos 32 anos, ele é a nova aposta do mandachuva e raios Roberto Dinamite para explodir a maldição da camisa nove em São Januário. Nos últimos tempos, a torcida sofreu com ‘matadores sem bala’ como Dodô, Aloísio Chulapa, Rafael Coelho, Marcel, Nunes, Pinilla e outros menos votados. Alecsandro continua, mas sem a bênção da galera. E Elton se mandou para o Corinthians sem deixar saudade.
Curto-circuito. O papo corre solto nos points dos boleiros cariocas: a Ampla Energia e Serviços e a polícia flagraram um ‘gato’ na casa de um jogador do Fluminense na região dos Lagos.
Casa da moeda. O meia Douglas anda mais feliz que vendedor de guarda-chuva em algumas capitais do país. As conversas para a renovação de contrato com o Grêmio caminham a passos largos. Ele pediu R$ 450 mil, mas o Imortal ofereceu R$ 300 mil. Douglas acredita ter feito uma proposta dentro da realidade do clube, que paga R$ 600 mil ao gladiador Kleber.
Gilete press. De Ancelmo Gois, no ‘Globo’: “Acredite. Quinta, por volta de 20h, umas placas do teto do Terminal 2 do Galeão-Tom Jobim despencaram em frente ao Portão 39. Do buraco, meu Deus, saíram uns... urubus, que, calmamente, ficaram zanzando entre os passageiros. Como urubu adora lixo, o penoso estava em casa no aeroporto. Com todo o respeito.” Que venha a Copa!
Tititi d’Aline. O garoto Neymar mergulhou no mundo das canoas. O santista comprou uma Intermarine por módicos R$ 3 milhões. Chuteiras ao mar.
Você sabia que... o mercado do esporte mundial vai movimentar US$ 145 bilhões em 2015?
Pombo-correio. “As contratações do Mengão, Itamar e Magal, retratam nossa realidade: ‘Itamal’” – do internauta Luiz C. Buckton Pires (RS). Faz sentido.
Bola de ouro. Rafael Silva/Mayra Aguiar. Uma dupla de ouro no Masters de judô.
Bola de latão. Renan. A grande esperança corintiana para fechar o gol virou quarta opção e foi emprestada ao Vitória, da Bahia, até dezembro.
Bola de lixo. Timemania. Criada no Cassino Brasil para ajudar os clubes a pagar impostos, com esperança de arrecadar R$ 520 milhões, não passou de R$ 150 milhões em 2001. As três loterias do ludopédio (Loteca e Lotogol completam a trinca) totalizaram menos de 3% do total da colheita da Caixa (R$ 9,7 bilhões).
Bola sete. “O presidente Arnaldo Tirone e o vice de futebol, Roberto Frizzo, foram transformados em personagens do infantil ‘Bananas de Pijama" (do blogueiro Ricardo Perronel, no ‘Uol’, sobre a crise no Palmeiras – desce o pano).
Dúvida pertinente. Ronaldinho Gaúcho ainda é um bom negócio?
Presidente admite dívida, mas afasta Alex Silva após zagueiro não ir à Bolívia
Presidenta do Flamengo, Patrícia Amorim precisou de apenas algumas horas para tomar uma decisão e anunciar publicamente na tarde desta segunda-feira que o zagueiro Alex Silva está afastado após não aparecer para o embarque junto com o restnate da delegação para Sucre, na Bolívia, onde no próximo dia 25 o time enfrentará o Real Potosí pela ida da fase pré-grupos da Libertadores da América.
"O Alex Silva não viajou, pegou todos de supresa, inclusive a nós. Não sabemos o motivo, se foi problema financeiro, mas vamos apurar. Ele está afastado, é uma falta grave, e o assunto está entregue ao departamento juridico", disse a mandatária rubro-negra em coletiva no Rio de Janeiro.
Ela confirmou que o clube deve a alguns jogadores, mas não aceita o fato como argumento para o desaparecimento do atleta. "Em nenhum momento o Flamengo se escondeu ou disse que não devia, é uma pendência que vamos tentar solucionar. A maior pendecia finaceira é com o Deivid mesmo, e nem por isso ele se afastou", completou.
Com Ronaldinho Gaúcho e sem o zagueiro, a delegação embarcou para o país vizinho às 17 horas desta segunda a partir do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo. O gerente de futebol do Flamengo, Isaías Tinoco, explicou que Alex Silva foi liberado para reunir-se com o advogado dele pela manhã, mas deveria voltar a tempo para para a viagem.
Em entrevista à Rádio Estadão ESPN, o empresário do jogador, Luiz Taveira, também manifestou surpresa pelo ocorrido. "Estou ficando a par da situação agora e vou ver o que aconteceu. O pessoal do Flamengo já me ligou e agora estou tentando falar com o Alex. Em nenhum momento ele sinalizou que pudesse não viajar."
"O Alex Silva não viajou, pegou todos de supresa, inclusive a nós. Não sabemos o motivo, se foi problema financeiro, mas vamos apurar. Ele está afastado, é uma falta grave, e o assunto está entregue ao departamento juridico", disse a mandatária rubro-negra em coletiva no Rio de Janeiro.
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Ela confirmou que o clube deve a alguns jogadores, mas não aceita o fato como argumento para o desaparecimento do atleta. "Em nenhum momento o Flamengo se escondeu ou disse que não devia, é uma pendência que vamos tentar solucionar. A maior pendecia finaceira é com o Deivid mesmo, e nem por isso ele se afastou", completou.
Com Ronaldinho Gaúcho e sem o zagueiro, a delegação embarcou para o país vizinho às 17 horas desta segunda a partir do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo. O gerente de futebol do Flamengo, Isaías Tinoco, explicou que Alex Silva foi liberado para reunir-se com o advogado dele pela manhã, mas deveria voltar a tempo para para a viagem.
Em entrevista à Rádio Estadão ESPN, o empresário do jogador, Luiz Taveira, também manifestou surpresa pelo ocorrido. "Estou ficando a par da situação agora e vou ver o que aconteceu. O pessoal do Flamengo já me ligou e agora estou tentando falar com o Alex. Em nenhum momento ele sinalizou que pudesse não viajar."
Presidente admitiu dívida, mas afastou Alex Silva após zagueiro não viajar à Bolívia
Crédito da imagem: Agência Estado
Crédito da imagem: Agência Estado
Patrícia Amorim detona o Fluminense e deixa decisão nas mãos de Thiago Neves
A presidente do Flamengo, Patrícia Amorim, disparou críticas contra a diretoria do Fluminense e afirmou que a decisão sobre o futuro de Thiago Neves está nas mãos do próprio jogador. Em entrevista coletiva realizada nesta segunda-feira, a dirigente rubro-negra explicou que a proposta feita para o meia seguir no clube já atendeu às exigências do Al Hilal, da Arábia Saudita, clube que detém 90% dos direitos do atleta.
Apesar de dizer que confia na palavra de Thiago Neves, que antes já havia manifestado a intenção de continuar na Gávea, Patrícia deu uma leve cobrada por uma resposta do meia.
"A decisão agora é do jogador e do empresário que o representa. O Flamengo continua esperando. Se o empresário disse que as negociações não estão encerradas, então a gente confia. Está nas mãos do empresário e do jogador. Nós fizemos uma boa proposta, alta, consistente, acho que até maior do que a do Fluminense. O jogador tem que se pronunciar se ele quer jogar no Flamengo ou no Fluminense", afirmou Patrícia.
Segundo a presidente, o Al Hilal também só está no aguardo de uma decisão de Thiago Neves para fechar o negócio.
"Os árabes não aceitaram a primeira oferta e fizeram uma contra-proposta. Nós reunimos as condições que eles pediam e conseguimos investidores para fechar a negociação agora. O Flamengo não vai entrar em leilão. Os árabes estão esperando o jogador decidir", garantiu.
"Acho bastante descofortável quando o presidente do Flumiennse diz que não sabe de nada, diz que a patrocinadora que comanda as negociações. Isso está criando um problema grande entre as instituições e pode ter desdobramentos, Se tem interesse, assume que tem. Isso não é uma psotura bacana, nao é correta, nao é decente", disparou Patrícia, que até deu maiores detalhes sobre a conversa que teve com Siemsen.
"Eu entrei em contato com o presidente do Flumiense ha dez dias, depois disso falei mais umas duas ou três vezes com ele. Ele sempre diz que não sabe de nada. Esse rapaz tem um problema, preciso econtrar com ele e falar: 'como você nao falou comigo? Tenho as ligações.' Ele me diz que nao sabe de nada, e depois sai na imprensa outra coisa".
Apesar de dizer que confia na palavra de Thiago Neves, que antes já havia manifestado a intenção de continuar na Gávea, Patrícia deu uma leve cobrada por uma resposta do meia.
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"A decisão agora é do jogador e do empresário que o representa. O Flamengo continua esperando. Se o empresário disse que as negociações não estão encerradas, então a gente confia. Está nas mãos do empresário e do jogador. Nós fizemos uma boa proposta, alta, consistente, acho que até maior do que a do Fluminense. O jogador tem que se pronunciar se ele quer jogar no Flamengo ou no Fluminense", afirmou Patrícia.
Segundo a presidente, o Al Hilal também só está no aguardo de uma decisão de Thiago Neves para fechar o negócio.
"Os árabes não aceitaram a primeira oferta e fizeram uma contra-proposta. Nós reunimos as condições que eles pediam e conseguimos investidores para fechar a negociação agora. O Flamengo não vai entrar em leilão. Os árabes estão esperando o jogador decidir", garantiu.
A presidente Patrícia Amorim concedeu entrevista nesta segunda
Crédito da imagem: Vipcomm
Com a concorrência do Fluminense no negócio, Patrícia detonou a postura do clube rival. A dirigente flamenguista disse que telefonou algumas vezes para o presidente do Flu, Peter Siemsen, e ele negou que tenha interesse em Thiago Neves.Crédito da imagem: Vipcomm
"Acho bastante descofortável quando o presidente do Flumiennse diz que não sabe de nada, diz que a patrocinadora que comanda as negociações. Isso está criando um problema grande entre as instituições e pode ter desdobramentos, Se tem interesse, assume que tem. Isso não é uma psotura bacana, nao é correta, nao é decente", disparou Patrícia, que até deu maiores detalhes sobre a conversa que teve com Siemsen.
"Eu entrei em contato com o presidente do Flumiense ha dez dias, depois disso falei mais umas duas ou três vezes com ele. Ele sempre diz que não sabe de nada. Esse rapaz tem um problema, preciso econtrar com ele e falar: 'como você nao falou comigo? Tenho as ligações.' Ele me diz que nao sabe de nada, e depois sai na imprensa outra coisa".
A origem do hockey no gelo e a criação da NHL
Sabemos que no Brasil, o fã de esporte ainda não está acostumado com o hockey e nada melhor do que trazermos para vocês um conteúdo que explique um pouco deste esporte apaixonante, não é mesmo? Em doses homeopáticas, apresentarei para vocês o excelente trabalho feito pelos garotos do Fórum Center Ice (http://www.forumcenterice.com), Juan Valencia, João Gabriel Tomé, André Sales, Victor Freire, Leonardo Rodrigues Taquece, Renan Pinheiro e Felipe Caleffi.
Nesta primeira parte teremos a origem do hockey no gelo e a criação da National Hockey League. Boa leitura!
Breve história do hóquei no gelo e da NHL
O hóquei não tem uma origem certa e são muitas as teorias à respeito de como e quando ele surgiu. A teoria mais bem aceita é que esportes de taco e bola, como o Hurley, Shinty e também versões antigas do hóquei de campo foram trazidos por imigrantes ingleses e adaptados no Canadá, durante o século XIX. Acredita-se que a origem do hóquei moderno ocorreu em Windsor, na Nova Scotia, pelos estudantes da Kings’s College, ou por jogos praticados em Darthmond e Halifax.
Vários lugares pelo Canadá adaptaram os esportes trazidos pelos ingleses que foram mudando aos poucos, e tiveram vários jogos com algumas diferenças entre si, sendo muitos desses jogos disputados em lagos congelados com um grande número de pessoas, sendo bem físicos e agressivos. Nessa época, com base na ausência de regulamento, acredita-se que tenham surgido as brigas no hóquei, pela falta de regras que encorajava os jogadores a buscarem um jogo mais psicológico. Com o passar dos anos, as brigas se tornariam parte da tradição do esporte.

Após a primeira partida, o esporte ganhou popularidade ao ponto de decidirem organizar um torneio para sua disputa. Este torneio ocorreu em Montréal, em 1883, com a participação de times amadores e universitários, com sete jogadores em cada lado. O grande campeão deste torneio foi também o primeiro time de hóquei a ser fundado na história: o McGill University Hockey Club.
Em 1888, Lord Stanley of Preston, Governador do Canadá, cujos filhos e filha adoravam hóquei no gelo, foi ao torneio em Montréal e ficou impressionado com o espetáculo que o esporte proporcionava. Em 1892, por não haver nenhum prêmio ao melhor time do Canadá, ele usou como troféu uma travessa decorativa de prata, que deu origem ao Dominion Hockey Cup, que depois ficou conhecido como Stanley Cup (em português, a Copa Stanley). O primeiro time campeão da Dominion Hockey Cup foi um dos muitos times existentes em Montreal na época, o Montreal HC.
Naquela época havia centenas de times e ligas espalhados pelo Canadá, e, em Winnipeg, os goleiros adaptaram a proteção do cricket nas pernas, para o Hóquei no Gelo. O esporte se tornou popular também nos EUA, tendo a primeira liga amadora fundada em Nova York, em 1896.
Em 1902, a primeira liga profissional foi criada nos EUA: a Western Pennsylvania Hockey League que, em 1904, mudou de nome para International Professional Hockey League (IPHL), contratando muitos jogadores canadenses. Em resposta, as ligas canadenses começaram a pagar os jogadores e com isso a IPHL faliu.
Em 1910, foi criada em Montréal, a National Hockey Association (NHA) que mudou algumas regras do jogo. Dentre elas, merecem destaque as seguintes: o jogo passou a ser dividido em três tempos de 20 minutos e as penalidades passaram a ser divididas em minor penalty e major penalty. Em razão de conflitos do time Toronto Blueshirts com os outros times da NHA, os clubes Montréal Canadiens, Ottawa Senators e Quebec Bulldogs se reuniram e decidiram criar a National Hockey League (NHL).
Nesta primeira parte teremos a origem do hockey no gelo e a criação da National Hockey League. Boa leitura!
Breve história do hóquei no gelo e da NHL
O hóquei não tem uma origem certa e são muitas as teorias à respeito de como e quando ele surgiu. A teoria mais bem aceita é que esportes de taco e bola, como o Hurley, Shinty e também versões antigas do hóquei de campo foram trazidos por imigrantes ingleses e adaptados no Canadá, durante o século XIX. Acredita-se que a origem do hóquei moderno ocorreu em Windsor, na Nova Scotia, pelos estudantes da Kings’s College, ou por jogos praticados em Darthmond e Halifax.
Vários lugares pelo Canadá adaptaram os esportes trazidos pelos ingleses que foram mudando aos poucos, e tiveram vários jogos com algumas diferenças entre si, sendo muitos desses jogos disputados em lagos congelados com um grande número de pessoas, sendo bem físicos e agressivos. Nessa época, com base na ausência de regulamento, acredita-se que tenham surgido as brigas no hóquei, pela falta de regras que encorajava os jogadores a buscarem um jogo mais psicológico. Com o passar dos anos, as brigas se tornariam parte da tradição do esporte.
Victoria Skating Rink, em 1983
O primeiro jogo indoor de hóquei no gelo aconteceu em Montreal, no Victoria Skating Rink, em 3 de Março de 1875, com nove jogadores de cada lado. Este jogo foi disputado com um puck (disco) e não uma bola, como era o costume. O objetivo desta alteração era fazer com que o puck (disco) fosse menos à platéia (o que era comum com uma bola), uma vez que neste primeiro jogo o rink não era cercado pelas bordas.Após a primeira partida, o esporte ganhou popularidade ao ponto de decidirem organizar um torneio para sua disputa. Este torneio ocorreu em Montréal, em 1883, com a participação de times amadores e universitários, com sete jogadores em cada lado. O grande campeão deste torneio foi também o primeiro time de hóquei a ser fundado na história: o McGill University Hockey Club.
Em 1888, Lord Stanley of Preston, Governador do Canadá, cujos filhos e filha adoravam hóquei no gelo, foi ao torneio em Montréal e ficou impressionado com o espetáculo que o esporte proporcionava. Em 1892, por não haver nenhum prêmio ao melhor time do Canadá, ele usou como troféu uma travessa decorativa de prata, que deu origem ao Dominion Hockey Cup, que depois ficou conhecido como Stanley Cup (em português, a Copa Stanley). O primeiro time campeão da Dominion Hockey Cup foi um dos muitos times existentes em Montreal na época, o Montreal HC.
The Stanley Cup, 1893
Naquela época havia centenas de times e ligas espalhados pelo Canadá, e, em Winnipeg, os goleiros adaptaram a proteção do cricket nas pernas, para o Hóquei no Gelo. O esporte se tornou popular também nos EUA, tendo a primeira liga amadora fundada em Nova York, em 1896.
Em 1902, a primeira liga profissional foi criada nos EUA: a Western Pennsylvania Hockey League que, em 1904, mudou de nome para International Professional Hockey League (IPHL), contratando muitos jogadores canadenses. Em resposta, as ligas canadenses começaram a pagar os jogadores e com isso a IPHL faliu.
Em 1910, foi criada em Montréal, a National Hockey Association (NHA) que mudou algumas regras do jogo. Dentre elas, merecem destaque as seguintes: o jogo passou a ser dividido em três tempos de 20 minutos e as penalidades passaram a ser divididas em minor penalty e major penalty. Em razão de conflitos do time Toronto Blueshirts com os outros times da NHA, os clubes Montréal Canadiens, Ottawa Senators e Quebec Bulldogs se reuniram e decidiram criar a National Hockey League (NHL).
Cada dia que passa, o futebol dá claras demonstrações de que é uma benção para alguns sujeitos. Se o assunto for dirigente de futebol, aí vira piada e isso não vou fazer. Quando estava no Paraná, Thiago Neves era apenas um bom jogador, destaque da equipe, mas ele alçado a categoria de craque, quase gênio (estilo Messi)?
O salário tratado com o Fluminense dá a impressão de que ele é o novo Messi, um cara imprescindível, aquele que não pode faltar, sob pena de o time ser rebaixado ou fazer uma péssima campanha na temporada. Antes da discussão técnica, as trapalhadas do jovem em questão.
No fim de 2007, Thiago Neves se envolveu em uma grande polêmica e mentira. Sob contrato com o Fluminense, ele assinou um acordo com o Palmeiras e negou, o tempo todo, até para os dirigentes tricolores, que tivesse fechado com o clube paulista.
O resultado todo mundo lembra: Lenny foi negociado com o Verdão para abater a dívida (criada por Thiago Neves) que o Palmeiras ameaçava cobrar na Justiça. Isso sem falar no adiantamento que ele pegou e comprou um carro que o jogador insistia em negar que tivesse conseguido através deste dinheiro.
O tempo passou e Thiago neves rodou alguns clubes. Destaque na Libertadores 2008, ele foi embora para a Arábia, mas quis voltar em 2011. Qual o clube acertou com ele e o empresário Léo Rabello? Flamengo.
O jogador fez uma boa temporada no ano passado e tinha 90% dos direitos econômicos fixados em R$ 16 milhões. O Flamengo tinha até 30 de novembro para negociar a compra junto ao Al-Hilal. As negociações se arrastaram e o acordo parecia próximo, mas surgiu um fato novo: Fluminense.
Distante, o Tricolor esperou o desfecho para negociar com os árabes. O acordo foi feito, mas o início da negociação indicava que Thiago Neves estaria se metendo em mais uma polêmica.
Na quarta-feira, dia 5, ele, Carlos Leite e Marcio Bittencourt jantaram no restaurante Fratelli, na Barra da Tijuca, e iniciavam o processo de volta ao Fluminense.
O problema não é ele voltar ao Fluminense, buscar um novo caminho (direito de todo e qualquer cidadão). A questão é que o Thiago Neves está mentindo ao afirmar que não negociou ou assinou com o Fluminense.
Na sede da Unimed, ele firmou um compromisso de 4 anos com o Tricolor. O imbróglio só não chegou ao fim porque o empresário Léo Rabello, com que ele tem um contrato, exige o pagamento da multa por quebra de contrato.
Quem vai pagar esta conta? Certamente, mais uma vez, não será Thiago Neves! Ou seria Thiago Messi? Com certeza, ele não tem esse futebol todo para tanta disputa.
O salário tratado com o Fluminense dá a impressão de que ele é o novo Messi, um cara imprescindível, aquele que não pode faltar, sob pena de o time ser rebaixado ou fazer uma péssima campanha na temporada. Antes da discussão técnica, as trapalhadas do jovem em questão.
No fim de 2007, Thiago Neves se envolveu em uma grande polêmica e mentira. Sob contrato com o Fluminense, ele assinou um acordo com o Palmeiras e negou, o tempo todo, até para os dirigentes tricolores, que tivesse fechado com o clube paulista.
O resultado todo mundo lembra: Lenny foi negociado com o Verdão para abater a dívida (criada por Thiago Neves) que o Palmeiras ameaçava cobrar na Justiça. Isso sem falar no adiantamento que ele pegou e comprou um carro que o jogador insistia em negar que tivesse conseguido através deste dinheiro.
O tempo passou e Thiago neves rodou alguns clubes. Destaque na Libertadores 2008, ele foi embora para a Arábia, mas quis voltar em 2011. Qual o clube acertou com ele e o empresário Léo Rabello? Flamengo.
O jogador fez uma boa temporada no ano passado e tinha 90% dos direitos econômicos fixados em R$ 16 milhões. O Flamengo tinha até 30 de novembro para negociar a compra junto ao Al-Hilal. As negociações se arrastaram e o acordo parecia próximo, mas surgiu um fato novo: Fluminense.
Distante, o Tricolor esperou o desfecho para negociar com os árabes. O acordo foi feito, mas o início da negociação indicava que Thiago Neves estaria se metendo em mais uma polêmica.
Na quarta-feira, dia 5, ele, Carlos Leite e Marcio Bittencourt jantaram no restaurante Fratelli, na Barra da Tijuca, e iniciavam o processo de volta ao Fluminense.
O problema não é ele voltar ao Fluminense, buscar um novo caminho (direito de todo e qualquer cidadão). A questão é que o Thiago Neves está mentindo ao afirmar que não negociou ou assinou com o Fluminense.
Na sede da Unimed, ele firmou um compromisso de 4 anos com o Tricolor. O imbróglio só não chegou ao fim porque o empresário Léo Rabello, com que ele tem um contrato, exige o pagamento da multa por quebra de contrato.
Quem vai pagar esta conta? Certamente, mais uma vez, não será Thiago Neves! Ou seria Thiago Messi? Com certeza, ele não tem esse futebol todo para tanta disputa.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Cobrança fora de hora
Não me parece certo a Ferrari deduzir que Felipe Massa funciona melhor sob pressão e, por isso, ficar repetindo a todo momento que este é o ano crucial para ele. Até então isso parecia ser coisa típica do presidente Luca di Montezemolo, que gosta de criar factoides em suas conversas com jornalistas italianos, mas agora vejo até o comedido Stefano Domenicalli já iniciar o ano com esse mesmo discurso. Em muitos casos a gente responde bem quando pressionado. Mas a pressão que funciona é aquela que o próprio profissional cria pra cima de si mesmo em busca de uma performance melhor. É assim que se ganha alguns centésimos de segundo nas modalidades esportivas em que se corre contra o tempo, ou como se executa um golpe preciso, por exemplo, no tênis.
Confiança é tudo. E quando se ouve dos comandantes que esta é a última chance, a possibilidade de dar errado é maior. A mente humana faz com que seja assim com o jogador de futebol, de vôlei, o tenista, o nadador. Pode dar certo, mas o risco é grande. Isso deveria ser muito bem conversado internamente e pronto. Parece até que os dirigentes da Ferrari não conhecem a cobrança da mídia. Justo eles que vivem cercados daqueles que fazem da imprensa italiana a mais sensacionalista do mundo.
Trabalhar sob pressão já funcionou bem comigo e outros companheiros de televisão algumas vezes. Escrever finais de reportagens ou comentários em blocos de papel em cima do joelho já com o rico tempo de satélite correndo é dos piores momentos que a gente passa durante uma cobertura. Assim é a vida de um repórter de televisão. Mais do que os de rádio e jornal, o profissional de TV vive sob pressão por causa do horário de satélite, que é aquele predeterminado e pronto. Se perder, perdeu. Naqueles poucos minutos de satélite a reportagem é gerada para o Brasil. Se perder, perdeu.
Se você tomar um rumo errado no momento em que está montando uma história, corre o risco de não ter volta. O enfoque vem na sua cabeça, você elabora, sai entrevistando personagens em cima do tema e, depois, imagina a história toda da forma como deve ser contada para o público. Às vezes, durante as entrevistas, a história toma um rumo diferente. É preciso perceber o momento de dar a virada no roteiro enquanto é tempo. Tudo isso acontece sem ter a quem perguntar, com quem discutir. Pura tensão o tempo todo.
O piloto de equipe grande é um sujeito que ganha muito dinheiro e fama. Mas paga um preço alto por isso. A diferença de desempenho entre Alonso e Massa no último campeonato, de fato, foi enorme. Alonso ganhou um GP e fez 10 pódios. Massa não conseguiu um único pódio, viu o companheiro largar na frente 15 vezes em 19 GPs e marcou 118 pontos contra 257 de Alonso.
Só que o Felipe sabe disso melhor do que ninguém. Se acham que Massa precisa dessa pressão para acreditar que pode bater Alonso, não poderia ter acontecido aquele episódio do GP da Alemanha de 2010, quando Massa estava, de fato, andando na frente de Alonso e a equipe mandou que ele o deixasse passar. Como assim, isso não conta? E quem garante que, se os dois voltarem a disputar posição, a Ferrari não tenha a mesma atitude?
Confiança é tudo. E quando se ouve dos comandantes que esta é a última chance, a possibilidade de dar errado é maior. A mente humana faz com que seja assim com o jogador de futebol, de vôlei, o tenista, o nadador. Pode dar certo, mas o risco é grande. Isso deveria ser muito bem conversado internamente e pronto. Parece até que os dirigentes da Ferrari não conhecem a cobrança da mídia. Justo eles que vivem cercados daqueles que fazem da imprensa italiana a mais sensacionalista do mundo.
Trabalhar sob pressão já funcionou bem comigo e outros companheiros de televisão algumas vezes. Escrever finais de reportagens ou comentários em blocos de papel em cima do joelho já com o rico tempo de satélite correndo é dos piores momentos que a gente passa durante uma cobertura. Assim é a vida de um repórter de televisão. Mais do que os de rádio e jornal, o profissional de TV vive sob pressão por causa do horário de satélite, que é aquele predeterminado e pronto. Se perder, perdeu. Naqueles poucos minutos de satélite a reportagem é gerada para o Brasil. Se perder, perdeu.
Se você tomar um rumo errado no momento em que está montando uma história, corre o risco de não ter volta. O enfoque vem na sua cabeça, você elabora, sai entrevistando personagens em cima do tema e, depois, imagina a história toda da forma como deve ser contada para o público. Às vezes, durante as entrevistas, a história toma um rumo diferente. É preciso perceber o momento de dar a virada no roteiro enquanto é tempo. Tudo isso acontece sem ter a quem perguntar, com quem discutir. Pura tensão o tempo todo.
O piloto de equipe grande é um sujeito que ganha muito dinheiro e fama. Mas paga um preço alto por isso. A diferença de desempenho entre Alonso e Massa no último campeonato, de fato, foi enorme. Alonso ganhou um GP e fez 10 pódios. Massa não conseguiu um único pódio, viu o companheiro largar na frente 15 vezes em 19 GPs e marcou 118 pontos contra 257 de Alonso.
Só que o Felipe sabe disso melhor do que ninguém. Se acham que Massa precisa dessa pressão para acreditar que pode bater Alonso, não poderia ter acontecido aquele episódio do GP da Alemanha de 2010, quando Massa estava, de fato, andando na frente de Alonso e a equipe mandou que ele o deixasse passar. Como assim, isso não conta? E quem garante que, se os dois voltarem a disputar posição, a Ferrari não tenha a mesma atitude?
Falta de juízo
O s dias que se seguiram às acusações do árbitro Gutemberg da Fonseca ao diretor de arbitragem da CBF, Sérgio Corrêa, levam a crer que ficará a palavra de um contra a do outro. Não parece provável o péssimo árbitro carioca oferecer as provas de que diz dispor. Mas a falta de evidências não tirará a sombra do departamento de árbitros.
Nos últimos quinze anos, a arbitragem brasileira sofreu com três enormes crises de credibilidade.
Em 1997, o escândalo do 1-0-0 derrubou o diretor de árbitros Ivens Mendes, sobre quem havia, mais do que suspeitas, certeza de culpa - Sérgio Corrêa era um dos seus acusadores.
Em 2001, Alfredo dos Santos Loebling encerrou a carreira de árbitro depois de acusar o diretor da CBF, Armando Marques, de pressioná-lo a mentir na súmula de Caxias x Figueirense.
O terceiro e mais grave foi o caso Edílson Pereira de Carvalho, réu confesso do processo de manipulação de resultados montado por sites de apostas do interior paulista, em 2005. Edílson segue em liberdade.
Não tem nada a ver com futebol - mas tem - a prisão do ex-árbitro Djalma Beltrami, por envolvimento com o tráfico de drogas do Rio de Janeiro. Edílson Pereira de Carvalho usava diploma falso, Djalma Beltrami recebia propina de traficantes. Pede-se acreditar na honestidade de todos os árbitros.
Falta transparência. Há problemas na formação e no controle dos árbitros. E há mais. Gutemberg é famoso por inventar pênaltis. No caso Sérgio Corrêa, pode estar inventando também. Mas sua queixa de perder o escudo da Fifa por política escancara um dos erros da comissão de arbitragem: falta de transparência.
Há anos, cobram-se entrevistas coletivas semanais que esclareçam os lances das rodadas anteriores. Não se trata de expor os árbitros ao ridículo, mas de dizer quem está apitando bem ou mal.
As tais entrevistas não teriam apenas caráter didático. Se Gutemberg Fonseca fosse bem avaliado semana após semana, ninguém teria dúvida de que é um equívoco tirar-lhe o escudo da Fifa. Mas se suas atuações fossem mal avaliadas - provavelmente seriam - suas acusações perderiam força, claro que estaria a necessidade de tirá-lo da Fifa.
A prática da CBF é outra. O diretor de árbitros só pode dar entrevistas com autorização da presidência. Na prática, é fantoche, não diretor. Por não dar declarações periódicas sobre erros e acertos dos juízes, Sérgio Corrêa viverá com uma faca no pescoço. Armando Marques disse recentemente que a arbitragem hoje é melhor do que em seu tempo de apito: "Hoje os árbitros são ruins, mas são honestos" é sua definição. Numa arbitragem de tantos problemas, quem vai acreditar?
A terceira liga. A Federação Internacional de História e Estatística divulgou o ranking dos melhores campeonatos do mundo, com o Brasileirão em terceiro lugar, só atrás de Espanha e Inglaterra. O ranking não é para ser levado como a tábua da lei. Mas...
Aqui já se escreveu que o nível dos jogos do Brasileirão estão no nível dos da Europa, exceto quando se compara os clássicos. Não há no Brasil um Real Madrid x Barcelona ou Milan x Inter.
Mas é incrível: entre mortos e feridos, o futebol sobrevive.
Nos últimos quinze anos, a arbitragem brasileira sofreu com três enormes crises de credibilidade.
Em 1997, o escândalo do 1-0-0 derrubou o diretor de árbitros Ivens Mendes, sobre quem havia, mais do que suspeitas, certeza de culpa - Sérgio Corrêa era um dos seus acusadores.
Em 2001, Alfredo dos Santos Loebling encerrou a carreira de árbitro depois de acusar o diretor da CBF, Armando Marques, de pressioná-lo a mentir na súmula de Caxias x Figueirense.
O terceiro e mais grave foi o caso Edílson Pereira de Carvalho, réu confesso do processo de manipulação de resultados montado por sites de apostas do interior paulista, em 2005. Edílson segue em liberdade.
Não tem nada a ver com futebol - mas tem - a prisão do ex-árbitro Djalma Beltrami, por envolvimento com o tráfico de drogas do Rio de Janeiro. Edílson Pereira de Carvalho usava diploma falso, Djalma Beltrami recebia propina de traficantes. Pede-se acreditar na honestidade de todos os árbitros.
Falta transparência. Há problemas na formação e no controle dos árbitros. E há mais. Gutemberg é famoso por inventar pênaltis. No caso Sérgio Corrêa, pode estar inventando também. Mas sua queixa de perder o escudo da Fifa por política escancara um dos erros da comissão de arbitragem: falta de transparência.
Há anos, cobram-se entrevistas coletivas semanais que esclareçam os lances das rodadas anteriores. Não se trata de expor os árbitros ao ridículo, mas de dizer quem está apitando bem ou mal.
As tais entrevistas não teriam apenas caráter didático. Se Gutemberg Fonseca fosse bem avaliado semana após semana, ninguém teria dúvida de que é um equívoco tirar-lhe o escudo da Fifa. Mas se suas atuações fossem mal avaliadas - provavelmente seriam - suas acusações perderiam força, claro que estaria a necessidade de tirá-lo da Fifa.
A prática da CBF é outra. O diretor de árbitros só pode dar entrevistas com autorização da presidência. Na prática, é fantoche, não diretor. Por não dar declarações periódicas sobre erros e acertos dos juízes, Sérgio Corrêa viverá com uma faca no pescoço. Armando Marques disse recentemente que a arbitragem hoje é melhor do que em seu tempo de apito: "Hoje os árbitros são ruins, mas são honestos" é sua definição. Numa arbitragem de tantos problemas, quem vai acreditar?
A terceira liga. A Federação Internacional de História e Estatística divulgou o ranking dos melhores campeonatos do mundo, com o Brasileirão em terceiro lugar, só atrás de Espanha e Inglaterra. O ranking não é para ser levado como a tábua da lei. Mas...
Aqui já se escreveu que o nível dos jogos do Brasileirão estão no nível dos da Europa, exceto quando se compara os clássicos. Não há no Brasil um Real Madrid x Barcelona ou Milan x Inter.
Mas é incrível: entre mortos e feridos, o futebol sobrevive.
Sonhos e devaneios
No calendário do futebol brasileiro, este exato momento pode ser classificado como o do fim dos devaneios e do começo dos sonhos. Eu explico. Até agora, sem campeonatos a disputar, cartolas e empresários se ocuparam de ventilar a maior quantidade e os mais grandiosos nomes como possíveis reforços para os clubes de todo o País. Não importa se o jogador está preso contratualmente a um rico clube europeu, se a torcida não o quer, se ele está aposentado, se o salário que ganha é maior do que toda a folha do clube... O que importa é plantar o boato, agitar o mercado e fazer bater mais forte o coração iludido do torcedor. É a fase dos devaneios.
Encerrada essa etapa, com o ano esportivo começando para valer e as janelas de transferências se fechando, outra se inicia. A da realidade? Não exatamente. Na verdade, justamente o oposto. Em um dos comerciais de TV da célebre campanha Celebrando a Humanidade, do Comitê Olímpico Internacional, o então secretário-geral da ONU, Kofi Annan, aparece dizendo que o momento que ele mais gosta nos Jogos Olímpicos não é o das comemorações das vitórias nem o das premiações no pódio. Para ele, o momento mágico é o da largada das provas, onde todos os competidores, independentemente da riqueza e do poder de suas nações, estão exatamente na mesma condição. É uma imagem poética, ainda que saibamos que ela será abatida pelo tiro de largada e pelos primeiros passos ou braçadas dos atletas rumo à linha de chegada. Mas os torcedores gostam de poesia e, no início de toda temporada, não é difícil ouvir deles declarações como "este ano ninguém nos segura", "rumo a Tóquio" e "te cuida, Barcelona".
Sonhar faz parte, não custa nada e, como diria Machado de Assis, é melhor cair das nuvens do que do segundo andar. Que o torcedor tenha esse comportamento, ainda vá lá. O que não faz sentido é quando os dirigentes - e muitos deles agem exatamente assim - assumem ares de torcedor e, mesmo diante da realidade cinza de seus clubes, nutrem os mais coloridos sonhos de grandeza. Infelizmente para eles, depois de meia dúzia de rodadas, mesmo o mais otimista dos torcedores é confrontado com os fatos e sofre o duro choque da realidade. E a realidade é que raros são os times em condições de brigar de verdade pelos principais títulos em jogo no ano.
Em certas situações, a fase do sonho até se estende um pouco mais. Isso porque os campeonatos estaduais, que abrem a temporada, não são o melhor parâmetro para medir as chances dos clubes nas competições nacionais e internacionais. Cansei de ver times que deram a volta olímpica no estadual brigando desesperadamente contra o rebaixamento no final da temporada. Mas, como eu disse, o torcedor tem todo o direito de sonhar - e nessa sua capacidade de acreditar sempre reside grande parte da magia do futebol.
Já que falei em sonho, é com muita alegria que informo que hoje faço a minha estreia no time de comentaristas do SporTV, canal que é a grande referência das transmissões esportivas no país. É sem dúvida a realização de um antigo sonho - e espero que os amigos leitores embarquem nele comigo.
Encerrada essa etapa, com o ano esportivo começando para valer e as janelas de transferências se fechando, outra se inicia. A da realidade? Não exatamente. Na verdade, justamente o oposto. Em um dos comerciais de TV da célebre campanha Celebrando a Humanidade, do Comitê Olímpico Internacional, o então secretário-geral da ONU, Kofi Annan, aparece dizendo que o momento que ele mais gosta nos Jogos Olímpicos não é o das comemorações das vitórias nem o das premiações no pódio. Para ele, o momento mágico é o da largada das provas, onde todos os competidores, independentemente da riqueza e do poder de suas nações, estão exatamente na mesma condição. É uma imagem poética, ainda que saibamos que ela será abatida pelo tiro de largada e pelos primeiros passos ou braçadas dos atletas rumo à linha de chegada. Mas os torcedores gostam de poesia e, no início de toda temporada, não é difícil ouvir deles declarações como "este ano ninguém nos segura", "rumo a Tóquio" e "te cuida, Barcelona".
Sonhar faz parte, não custa nada e, como diria Machado de Assis, é melhor cair das nuvens do que do segundo andar. Que o torcedor tenha esse comportamento, ainda vá lá. O que não faz sentido é quando os dirigentes - e muitos deles agem exatamente assim - assumem ares de torcedor e, mesmo diante da realidade cinza de seus clubes, nutrem os mais coloridos sonhos de grandeza. Infelizmente para eles, depois de meia dúzia de rodadas, mesmo o mais otimista dos torcedores é confrontado com os fatos e sofre o duro choque da realidade. E a realidade é que raros são os times em condições de brigar de verdade pelos principais títulos em jogo no ano.
Em certas situações, a fase do sonho até se estende um pouco mais. Isso porque os campeonatos estaduais, que abrem a temporada, não são o melhor parâmetro para medir as chances dos clubes nas competições nacionais e internacionais. Cansei de ver times que deram a volta olímpica no estadual brigando desesperadamente contra o rebaixamento no final da temporada. Mas, como eu disse, o torcedor tem todo o direito de sonhar - e nessa sua capacidade de acreditar sempre reside grande parte da magia do futebol.
Já que falei em sonho, é com muita alegria que informo que hoje faço a minha estreia no time de comentaristas do SporTV, canal que é a grande referência das transmissões esportivas no país. É sem dúvida a realização de um antigo sonho - e espero que os amigos leitores embarquem nele comigo.
Corinthians titular vai bem. Reservas do Fla também
Tenho calafrios com conclusões categóricas tiradas de amistosos de início de ano. Portanto, não pense que vou cravar opinião definitiva a respeito de Corinthians e Flamengo com base nos2 a2 de Londrina. Seria tolo e precipitado, um exercício de adivinhação – ou chute, pra ficar em linguagem mais direta.
Mas a apresentação dos dois times neste domingo serviu para algo mais do que preencher grade de televisão em período de férias escolares. O amistoso no Paraná mostrou um Corinthians titular com bom astral – e não poderia ser diferente – e um grupo reserva do Flamengo com vontade de agradar Luxemburgo.
O jogo valeu, para os corintianos, pelo primeiro tempo. Com a formação que Tite (ficou em casa) mandou a campo, o time manteve a toada do Brasileiro de 2011. Certo que até em ritmo mais lento, natural para grupo que volta de um mês de inatividade. A opção, pelo menos na intenção inicial, é ter Liedson e Emerson no ataque, com Alex e Danilo a reforçar, quando houver espaço. Tanto que Alex deixou sua marca com o primeiro gol. Defesa e meio-campo, sem novidades, comportaram-se dentro das expectativas.
O grupo de reservas corintiano não foi tão bem. Fiquei mais de olho em Adriano, pois os demais vinham com aproveitamento regular em 2011. Pois o rapaz continua pesadão e vai dar trabalho para os preparadores físicos. Só com muita boa vontade, ou por extrema necessidade, vira alternativa em início de temporada. Tem de correr contra o tempo.
Para o Flamengo o que contou, em termos de resultado, foi a segunda parte, repeteco do que houve no amistoso de meio de semana. Os reservas anularam a vantagem corintiana de2 a0 e mostraram ao treinador que muita coisa vai mudar no “time de cima”. Luxemburgo tem de ser mais ágil nas mudanças, pois sua equipe disputará a fase preliminar da Taça Libertadores e não pode correr risco de vexame.
O time titular voltou a pecar na marcação, tanto no meio como na defesa, e por isso levou os gols e ainda passou por sustos. E, mais grave: nesta segunda deve abrir mão definitivamente de Thiago Neves e ainda tentar solução para o caso Ronaldinho Gaúcho. O astral deixou no ar, na entrevista de intervalo para a TV Globo, que pretende ter sua vida resolvida antes da viagem para a Bolívia. Interrogação no ar.
Mas a apresentação dos dois times neste domingo serviu para algo mais do que preencher grade de televisão em período de férias escolares. O amistoso no Paraná mostrou um Corinthians titular com bom astral – e não poderia ser diferente – e um grupo reserva do Flamengo com vontade de agradar Luxemburgo.
O jogo valeu, para os corintianos, pelo primeiro tempo. Com a formação que Tite (ficou em casa) mandou a campo, o time manteve a toada do Brasileiro de 2011. Certo que até em ritmo mais lento, natural para grupo que volta de um mês de inatividade. A opção, pelo menos na intenção inicial, é ter Liedson e Emerson no ataque, com Alex e Danilo a reforçar, quando houver espaço. Tanto que Alex deixou sua marca com o primeiro gol. Defesa e meio-campo, sem novidades, comportaram-se dentro das expectativas.
O grupo de reservas corintiano não foi tão bem. Fiquei mais de olho em Adriano, pois os demais vinham com aproveitamento regular em 2011. Pois o rapaz continua pesadão e vai dar trabalho para os preparadores físicos. Só com muita boa vontade, ou por extrema necessidade, vira alternativa em início de temporada. Tem de correr contra o tempo.
Para o Flamengo o que contou, em termos de resultado, foi a segunda parte, repeteco do que houve no amistoso de meio de semana. Os reservas anularam a vantagem corintiana de2 a0 e mostraram ao treinador que muita coisa vai mudar no “time de cima”. Luxemburgo tem de ser mais ágil nas mudanças, pois sua equipe disputará a fase preliminar da Taça Libertadores e não pode correr risco de vexame.
O time titular voltou a pecar na marcação, tanto no meio como na defesa, e por isso levou os gols e ainda passou por sustos. E, mais grave: nesta segunda deve abrir mão definitivamente de Thiago Neves e ainda tentar solução para o caso Ronaldinho Gaúcho. O astral deixou no ar, na entrevista de intervalo para a TV Globo, que pretende ter sua vida resolvida antes da viagem para a Bolívia. Interrogação no ar.
Corinthians e Flamengo empatam por 2 a 2 em amistoso
LONDRINA - Flamengo e Corinthians empataram por 2 a 2 em amistoso realizada neste domingo à tarde, 15, no Estádio do Café, em Londrina, no norte do Paraná. Os paulistas levaram a melhor no primeiro tempo e foram para o intervalo vencendo por 2 a 0, com gols de Alex e Liedson. Na segunda etapa, todos os titulares de ambas as equipes foram trocados e o Flamengo conseguiu o empate com Bottinelli e Negueba.
O técnico Tite desfalcou o Corinthians no amistoso. Ele passou por uma cirurgia de hérnia inguinal há uma semana e não foi liberado pelo departamento médico para viajar. De todos os reforços contratados pelo time paulista para 2012, o único que esteve no jogo foi o volante William Arão, que veio das categorias de base do São Paulo. Cássio, Felipe, Gilsinho, Vitor Júnior, Elton e Bill (este volta de empréstimo) seguiram treinando em São Paulo e só devem estrear na quarta-feira, em amistoso contra a Portuguesa, no Pacaembu.
Apesar de estar sem ritmo de jogo, uma vez que este foi seu primeiro jogo em 2012, o Corinthians foi melhor no primeiro tempo. Com o mesmo time que terminou o Brasileirão do ano passado, mostrou certo entrosamento e abriu o placar aos 25 minutos. O Flamengo saiu jogando errado, Airton perdeu a bola para Liedson e Alex aproveitou para pegar de primeira, de fora de área, e fazer um golaço, no ângulo direito de Felipe.
O segundo gol veio já nos acréscimos. Liedson recebeu cruzamento da Fábio Santos, dominou e, mesmo caído, conseguiu acertar o canto do goleiro Felipe, que não alcançou.
O Flamengo, que já havia jogado amistosamente na quinta-feira, contra o Londrina, teve uma modificação apenas em relação ao time do primeiro amistoso. Itamar, um dos dois únicos reforços para a temporada (o outro é Magal), entrou no lugar de Luiz Antonio e fez feio. Aos 12 minutos, Deivid foi à linha de fundo e cruzou para o centroavante. Livre na pequena área, Itamar conseguiu cabecear para fora e levar a torcida à loucura.
No segundo tempo, com os dois times totalmente modificados, o Flamengo cresceu e conseguiu descontar com Bottinelli. O argentino, que havia marcado o gol da vitória sobre o Londrina, tabelou com Lucas, saiu na cara do goleiro e tocou com categoria por cima de Danilo Fernandes para fazer um belo gol.
Bottinelli mostrava que pode ser o substituto de Thiago Neves e quase marcou o segundo, em uma cobrança de falta que Danilo Fernandes defendeu com a ponta dos dedos. O gol de empate, porém, nasceu da esquerda. Magal cruzou, Wallace desviou e Negueba marcou na sobra. Depois, comemorou como se tivesse marcado o gol de um título.
Nos acréscimos do jogo, o Flamengo perdeu ótima chance de vencer. Negueba recebeu nas costas da zaga, saiu na cara de Danilo Fernandes, mas, ao invés de chutar bater no canto ou tocar para um companheiro melhor posicionado, ele tentou encobrir o goleiro e mandou para muito longe.
CORINTHIANS 2 x 2 FLAMENGO
Primeiro tempo
Corinthians - Júlio César; Alessandro, Paulo André, Leandro Castán e Fábio Santos; Paulinho, Ralf, Alex e Danilo; Emerson e Liedson. Técnico: Cléber Xavier (auxiliar).
Flamengo - Felipe; Léo Moura, Alex Silva, Welinton e Júnior César; Willians, Airton, Renato e Ronaldinho Gaúcho; Itamar e Deivid. Técnico: Vanderlei Luxemburgo.
Segundo tempo:
Corinthians - Danilo Fernandes; Nenê Bonilha, Wallace, Chicão e Ramon; Willian Arão, Edenilson e Luiz Ramírez; Jorge Henrique, Willian e Adriano. Técnico: Cléber Xavier (auxiliar).
Flamengo - Paulo Victor; João Felipe, Gustavo, David Braz e Magal; Luiz Philipe, Luiz Antônio, Camacho e Bottinelli; Lucas e Negueba. Técnico: Vanderlei Luxemburgo.
Gols - Alex, aos 25, e Liedson, aos 45 minutos do primeiro tempo; Bottinelli, aos 22, e Negueba, aos 35 minutos do segundo tempo.
Árbitro - Leandro Júnior Hermes (PR).
Cartões amarelos - Paulo André, Gustavo, Luiz Philipe e Luiz Antônio.
Renda e público - Não disponíveis.
Local - Estádio do Café, em Londrina (PR).
Gustavo Sawada/Futura Press
Liédson marcou o segundo gol do Corinthians já nos acréscimos do primeiro tempo
Apesar de estar sem ritmo de jogo, uma vez que este foi seu primeiro jogo em 2012, o Corinthians foi melhor no primeiro tempo. Com o mesmo time que terminou o Brasileirão do ano passado, mostrou certo entrosamento e abriu o placar aos 25 minutos. O Flamengo saiu jogando errado, Airton perdeu a bola para Liedson e Alex aproveitou para pegar de primeira, de fora de área, e fazer um golaço, no ângulo direito de Felipe.
O segundo gol veio já nos acréscimos. Liedson recebeu cruzamento da Fábio Santos, dominou e, mesmo caído, conseguiu acertar o canto do goleiro Felipe, que não alcançou.
O Flamengo, que já havia jogado amistosamente na quinta-feira, contra o Londrina, teve uma modificação apenas em relação ao time do primeiro amistoso. Itamar, um dos dois únicos reforços para a temporada (o outro é Magal), entrou no lugar de Luiz Antonio e fez feio. Aos 12 minutos, Deivid foi à linha de fundo e cruzou para o centroavante. Livre na pequena área, Itamar conseguiu cabecear para fora e levar a torcida à loucura.
No segundo tempo, com os dois times totalmente modificados, o Flamengo cresceu e conseguiu descontar com Bottinelli. O argentino, que havia marcado o gol da vitória sobre o Londrina, tabelou com Lucas, saiu na cara do goleiro e tocou com categoria por cima de Danilo Fernandes para fazer um belo gol.
Bottinelli mostrava que pode ser o substituto de Thiago Neves e quase marcou o segundo, em uma cobrança de falta que Danilo Fernandes defendeu com a ponta dos dedos. O gol de empate, porém, nasceu da esquerda. Magal cruzou, Wallace desviou e Negueba marcou na sobra. Depois, comemorou como se tivesse marcado o gol de um título.
Nos acréscimos do jogo, o Flamengo perdeu ótima chance de vencer. Negueba recebeu nas costas da zaga, saiu na cara de Danilo Fernandes, mas, ao invés de chutar bater no canto ou tocar para um companheiro melhor posicionado, ele tentou encobrir o goleiro e mandou para muito longe.
CORINTHIANS 2 x 2 FLAMENGO
Primeiro tempo
Corinthians - Júlio César; Alessandro, Paulo André, Leandro Castán e Fábio Santos; Paulinho, Ralf, Alex e Danilo; Emerson e Liedson. Técnico: Cléber Xavier (auxiliar).
Flamengo - Felipe; Léo Moura, Alex Silva, Welinton e Júnior César; Willians, Airton, Renato e Ronaldinho Gaúcho; Itamar e Deivid. Técnico: Vanderlei Luxemburgo.
Segundo tempo:
Corinthians - Danilo Fernandes; Nenê Bonilha, Wallace, Chicão e Ramon; Willian Arão, Edenilson e Luiz Ramírez; Jorge Henrique, Willian e Adriano. Técnico: Cléber Xavier (auxiliar).
Flamengo - Paulo Victor; João Felipe, Gustavo, David Braz e Magal; Luiz Philipe, Luiz Antônio, Camacho e Bottinelli; Lucas e Negueba. Técnico: Vanderlei Luxemburgo.
Gols - Alex, aos 25, e Liedson, aos 45 minutos do primeiro tempo; Bottinelli, aos 22, e Negueba, aos 35 minutos do segundo tempo.
Árbitro - Leandro Júnior Hermes (PR).
Cartões amarelos - Paulo André, Gustavo, Luiz Philipe e Luiz Antônio.
Renda e público - Não disponíveis.
Local - Estádio do Café, em Londrina (PR).
UFC Rio 2: Deu tudo certo (de novo!)
José Aldo definindo a vitória contra Mendes
Crédito da imagem: Josh Hedges/UFC
Crédito da imagem: Josh Hedges/UFC
Olá fãs de esportes,
Quando algo tem que dar certo, é difícil mesmo isso não acontecer.
Assim como no UFC Rio, o UFC 142, ou UFC Rio 2, realizado neste sábado, não teve nenhuma zebra, e o resultado disso foi mais um evento espetacular, com atuações memoráveis dos brasileiros.
José Aldo, brilhante, defendeu as tentativas de quedas de Chad Mendes, desferiu fortes chutes nas pernas, e ainda definiu com um nocaute sensacional.
Vitor Belfort não se abalou com a falta de profissionalismo de Anthony Johnson , que não bateu o peso, e foi muito bem, finalizando ainda no primeiro round. Excelente atuação.
Rousimar Toquinho, com a cabeça boa como ele mesmo destacou, deu mais um show no UFC, quase levando o pé de seu adversário para casa. Simplesmente um monstro na luta de chão.
O nocaute espetacular que Edson Barboza aplicou em Etim
Crédito da imagem: Josh Hedges/UFC
Crédito da imagem: Josh Hedges/UFC
Edson Barboza fazia uma luta equilibrada contra Terry Etim, até encaixar aquele chute sensacional e conquistar um dos mais belos nocautes da história do UFC.
E o combate entre Erick Silva e Carlo Prater acabou sendo o mais polêmico da noite. Erick acertou uma joelhada em cheio em seu adversário, que caiu e foi alvo de uma série de socos. O árbitro Mario Yamasaki interrompeu a luta, e em seguida desclassificou Erick, alegando que ele teria acertado golpes ilegais na cabeça de Prater.
Minha análise daquele momento: não pude ver na tevê de casa, pois eu estava na Arena, e o telão fica longe. Mas a impressão que eu, Joe Rogan, Dana White, os repórteres que estavam por perto e muitas pessoas no twitter, é de que foi uma desclassificação injusta. White não só achou injusta como revelou que pagou a bolsa de vencedor a Erick. O vídeo será analisado e o resultado pode até ser alterado.
Outro ponto: caso Erick realmente tivesse acertado golpes ilegais, o correto seria o árbitro interromper o combate na hora e descontar um ponto pela irregularidade.
Como disse, não vi com tanta clareza por estar na Arena, então gostaria de saber a opinião dos fãs de esportes.
A polêmica sequencia de socos que resultou na desclassificação de Erick Silva
Crédito da imagem: Josh Hedges/UFC
Crédito da imagem: Josh Hedges/UFC
Toquinho ganhou o prêmio de melhor finalização, Edson Barboza o de melhor nocaute, e ainda o de melhor luta com Etim. Cada bônus foi de US$65 mil.
Segue abaixo uma rápida descrição de cada combate da noite:
José Aldo fez o combate principal do show contra Chad Mendes e, mais uma vez, impressionou. Aldo defendeu-se bem das tentativas de quedas do invicto Mendes, um excelente wrestler, diga-se de passagem. O campeão ainda desferiu bons chutes em seu adversário, e parecia ter trabalho apenas no final do primeiro round, quando foi encurralado pelo americano. Mas, logo quando se desvencilhou do oponente, Aldo acertou uma joelhada em cheio em Mendes, que caiu e foi alvo de socos, até a interrupção do árbitro, que declarou o nocaute técnico. Na comemoração, Aldo foi, literalmente, para a torcida, empolgado com a vibração da plateia que torceu por ele.
Na penúltima luta da noite, Vitor Belfort encarou Anthony Johnson, que pareceu enorme no octagon, já que pesou quase seis quilos acima do exigido. Johnson surpreendeu e não aceitou trocar com o brasileiro, tentando derrubá-lo a todo custo. O feitiço, no entanto, acabou virando contra o feiticeiro, e Belfort, no fim do primeiro round, chegou às costas de seu adversário, lhe encaixando um estrangulamento e finalizando a luta, para delírio da torcida, que vibrou muito com sua vitória.
Rousimar Toquinho deu mais um show diante da torcida brasileira. Encarando Mike Massenzio, Toquinho precisou de apenas 1m03s para puxar seu adversário para a guarda e encaixar uma chave de calcanhar, finalizando seu adversário. Emocionado, Toquinho dedicou a vitória a Eraldo Paes, seu amigo e treinador que faleceu no fim do ano passado.
Rousimar Toquinho finalizando seu adversário
Crédito da imagem: Josh Hedges/UFC
Crédito da imagem: Josh Hedges/UFC
O duelo entre Erick Silva e Carlo Prater acabou como o mais polêmico da noite. Erick acertou uma joelhada em cheio em seu adversário no início da luta, e o castigou com uma série de socos até chegar ao nocaute técnico em apenas 29 segundos. O árbitro da luta, Mario Yamasaki, no entanto, decidiu desclassificar Erick, alegando que ele teria acertado diversos golpes ilegais na nuca de Prater. A decisão contrariou a torcida e até o comentarista da tevê americana, Joe Rogan, que discordou publicamente do árbitro.
Edson Barboza fez uma luta bem equilibrada contra Terry Etim. O inglês tentava derrubar Edson, mas o brasileiro se defendia bem, e levantava rápido quando derrubado. Edson minava as pernas de Etim, e o combate parecia ir para a decisão. No entanto, o brasileiro desferiu um belíssimo chute rodado na cabeça de Etim, que caiu nocauteado em um belíssimo nocaute no terceiro round. Arrasador! Um dos nocautes mais bonitos da história do UFC!
Thiago Tavares fez a última preliminar da noite contra Sam Stout. Depois de dominar completamente o primeiro round, o brasileiro teve mais dificuldades nos rounds seguintes, mas conseguiu levar a melhor e vencer na decisão dos jurados.
No intervalo entre as lutas de Tavares e de Napão, Jon Jones entrou na Arena com uma camisa da seleção brasileira de futebol e ainda levantou a bandeira do Brasil, ganhando aplausos da torcida. O campeão dos meio-pesados foi entrevistado pelo Canal Combate e revelou que deseja subir de categoria após limpar toda sua divisão. Disse ainda que gostaria de lutar no Brasil, mas não contra brasileiros. “Não gostaria de ouvir Uh! Vai Morrer!”, brincou.
Estreando no UFC, o invicto Ednaldo Lula teve pela frente Gabriel Napão, em luta que marcou seu retorno ao octagon após ter anunciado sua aposentadoria. Mais experiente, Napão tratou de colocar seu adversário para baixo e rapidamente chegou às costas, finalizando com um mata-leão no primeiro round.
Iuri Marajó mostrou novamente seu chão apurado no duelo contra Michihiro Omigawa. No fim do primeiro round, após dominar os minutos iniciais, Iuri aplicou um armlock justíssimo em seu adversário, que chegou a bater, mas o árbitro não viu (nem a tevê pegou, mas foi bem em frente a este blogueiro), e o round se encerrou. Iuri manteve o domínio no restante do combate, e, mesmo cansado, conseguiu administrar a vantagem, levando a vitória na decisão dos jurados.
Mike Pyle não deu chances a Ricardo Funch na segunda luta da noite. O americano tratou de encurralar seu oponente e lhe desferir uma série de golpes, vencendo por nocaute técnico. Após provocar a torcida brasileiro, acabou sendo alvo de muitas vaias, se tornando o maior vilão da noite diante do público.
Abrindo o evento, Felipe Sertanejo não foi bem no primeiro round contra Antonio “Pato” Carvalho, levando desvantagem no primeiro round. Nas etapas seguintes, porém, o brasileiro se empolgou com a torcida e virou a luta, dominando seu adversário e vencendo na decisão dos jurados. “Esta vitória foi graças a vocês. Eu senti a vibração de toda a torcida durante a luta”, disse o vencedor para o público, levantando a platéia.
Belfort comemora a vitória diante de Johnson
Crédito da imagem: Josh Hedges/UFC
Crédito da imagem: Josh Hedges/UFC
Bom, nos próximos dias falaremos mais sobre o UFC Rio 2
MMA conseguirá um 'mata-leão' nas chuteiras em dez anos?
O baba-ovo da mídia, reforçado pela globalização, foi até maior, mas o baticundum bem diferente de um ano atrás, quando os ingressos simplesmente desapareceram em apenas duas horas.
Nada, porém, que faça o dono dos anjinhos do octógono, Dana White, jogar a toalha. Ao contrário.
Responsável por uma filosofia que dá margem a várias interpretações (‘mais que vencer, o que importa é o espetáculo’), o mandachuva e raios do esporte aposta: o MMA vai dar um ‘mata-leão’ nas chuteiras em uma década.
Ex-bad boy, o fortão não tem dúvidas de que a troca de gentilezas no vale-tudo conquistará o planeta, será o esporte mais badalado.
O ludopédio sofrerá o mesmo nocaute que a nobre arte, o boxe. Que, mesmo cambaleando, ainda mantém bolsas bem superiores às do MMA – campeão do mundo, o brasileiro José Aldo beliscou US$ 200 mil contra Chad Mendes, US$ 40 mil por minuto, já que nocauteou o gringo em cinco minutos.
E não adianta carimbar o UFC como encontro de gladiadores diante de uma samaritana plateia ávida por ver o sangue jorrar. Dana White considera a pancadaria mais segura que o badminton.
Um esporte que seria elogiadíssimo pelo mestre Armando Nogueira, de acordo com o internauta Marcelo Araújo: “Ele dizia: ‘Não posso considerar algo esporte que, se feito fora do ringue, dá cadeia’.” Toca o sino.
######
A+B= sinuca de bico. O abecedário da pelota em Londrina, sem direito a borracha: o time A do Corinthians goleia com um pé nas costas a equipe B. Elenco grande, qualidade mais que discutível para a Libertadores. E nada de o rechonchudo imperador Adriano mostrar serviço. Já o voo do urubu faz o caminho inverso. Pela segunda vez em poucos dias, o time B livra a cara da badalada equipe A. E o gringo Botinelli prova que não pode ser banco.
Sugismundo Freud. Privilégio e ódio caminham juntos.
Rádio Rabiola. O ‘pofexô’ Vanderlei Luxemburgo prevê nuvens azuis carregadas de pedregulho sobre o ninho do urubu. Não vê o mínimo comprometimento do grupo com o ‘pojeto’ por conta do diz que diz fora das quatro linhas. Diz que tentou atacar de bombeiro, mas ganhou um solene cala boca – manda quem pode, obedece quem tem juízo. O 'mestre dos mestres' considera uma tremenda furada Ronaldinho colocar o clube no paredão: ou paga ou não viaja.
Ai se eu te pego 1. A torcida palmeirense começou o ano como terminou: irritada. A vitória sobre o Ajax na bacia das almas provocou uma enxurrada de protestos contra o presidente Arnaldo Tirone, o popular Pituca, e o vice Roberto Frizzo. Entre um grito e outro de ‘timinho’ e ‘queremos jogador’, uma enlouquecida galera de 25 mil pessoas (R$ 785.964) desfiou o mesmo rosário de palavrões que tanto usou em 2011. E deixou o Pacaembu com a certeza de que voltará a viver as grandes emoções da última temporada: nenhum caneco e muitas preces a San Gennaro e, agora, a ‘são’ Marcos.
Ai se eu te pego 2. O vale a pena ver de novo continuou no vestiário. Felipão voltou a fustigar Roberto Frizzo, culpando-o pelo fracasso das contratações por debochar dos atletas com piadinhas de mau gosto. Sem os ‘camarões’ pedidos numa lista de 12 nomes, Felipão deu mais uma cutucadinha com a baioneta: ficou empanturrado de tanto comer camarão na moranga durante as férias, em Santa Catarina. O vice-presidente contra-atacou: insinuou que Felipão colocou o elenco numa lata de sardinha ao exigir um prato de camarões.
No sapatinho. Palmeiras, um autêntico balaio de periquitos.
Gilete press. De José Roberto Torero, na ‘Folha’: “Eles adoram andar com outros homens, eles se vestem com roupas iguaizinhas, eles carregam faixas coloridas, eles cantam músicas em coral, eles se abraçam efusivamente, eles choram uns nos ombros dos outros, eles têm pôsteres de homens em seus armários. Eles fazem tudo isso e não querem Richarlyson em seu time? Deve ser medo de se apaixonar.” Título da nota: o verde e o arco-íris. Bingo.
Twitface. Depois de uma baciada de reforços nada empolgantes, finalmente o soberano São Paulo acertou no alvo: Jadson, meia de 28 anos. Tricolor investiu R$ 8,6 milhões e ainda vendeu 30% dos direitos de um atleta a ser escolhido.
Aleluia. Aos 28 anos, o lateral-esquerdo Rojas deve subir de joelhos a escadaria da Igreja da Penha. Ele trocou um salário de R$ 20 mil na Universidad de Chile por um holerite de R$ 80 mil no Botafogo, mais algumas mordomias.
Tititi d’Aline. O soberano São Paulo decidiu mergulhar no mundo das figurinhas. Em parceria com a Panini, lançará um álbum no dia 27 com os melhores momentos da história do clube. A coleção terá 186 cromos.
Você sabia que... o novo contrato de Neymar com o Santos, fechado há dois meses, somente agora foi registrado na CBF?
Bola de ouro. Amor palmeirense. Nada menos que cinco mil ‘devotos de são Marcos’ participaram da procissão em homenagem ao goleiro, que se aposentou após 20 anos sob a trave dos periquitos.
Bola de latão. Leão. O rei da selva tricolor considera mais difícil conquistar o Paulistinha do que o Brasileirão. Um rugido ridículo.
Bola de lixo. Rivaldo. Pentacampeão do mundo, ele aterrissou no Kabuscorp, de Angola, como garoto-propaganda do presidente do clube, o general da reserva Bento dos Santos ‘Kangamba’.
Bola sete. “Nesta segunda é que a gente vai resolver tudo” (de Ronaldinho Gaúcho, que deu ultimato ao urubu para receber os R$ 3,7 milhões atrasados – a conferir).
Dúvida pertinente. Ronaldinho Gaúcho: final feliz no Flamengo?
Nada, porém, que faça o dono dos anjinhos do octógono, Dana White, jogar a toalha. Ao contrário.
Responsável por uma filosofia que dá margem a várias interpretações (‘mais que vencer, o que importa é o espetáculo’), o mandachuva e raios do esporte aposta: o MMA vai dar um ‘mata-leão’ nas chuteiras em uma década.
Ex-bad boy, o fortão não tem dúvidas de que a troca de gentilezas no vale-tudo conquistará o planeta, será o esporte mais badalado.
O ludopédio sofrerá o mesmo nocaute que a nobre arte, o boxe. Que, mesmo cambaleando, ainda mantém bolsas bem superiores às do MMA – campeão do mundo, o brasileiro José Aldo beliscou US$ 200 mil contra Chad Mendes, US$ 40 mil por minuto, já que nocauteou o gringo em cinco minutos.
E não adianta carimbar o UFC como encontro de gladiadores diante de uma samaritana plateia ávida por ver o sangue jorrar. Dana White considera a pancadaria mais segura que o badminton.
Um esporte que seria elogiadíssimo pelo mestre Armando Nogueira, de acordo com o internauta Marcelo Araújo: “Ele dizia: ‘Não posso considerar algo esporte que, se feito fora do ringue, dá cadeia’.” Toca o sino.
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A+B= sinuca de bico. O abecedário da pelota em Londrina, sem direito a borracha: o time A do Corinthians goleia com um pé nas costas a equipe B. Elenco grande, qualidade mais que discutível para a Libertadores. E nada de o rechonchudo imperador Adriano mostrar serviço. Já o voo do urubu faz o caminho inverso. Pela segunda vez em poucos dias, o time B livra a cara da badalada equipe A. E o gringo Botinelli prova que não pode ser banco.
Sugismundo Freud. Privilégio e ódio caminham juntos.
Rádio Rabiola. O ‘pofexô’ Vanderlei Luxemburgo prevê nuvens azuis carregadas de pedregulho sobre o ninho do urubu. Não vê o mínimo comprometimento do grupo com o ‘pojeto’ por conta do diz que diz fora das quatro linhas. Diz que tentou atacar de bombeiro, mas ganhou um solene cala boca – manda quem pode, obedece quem tem juízo. O 'mestre dos mestres' considera uma tremenda furada Ronaldinho colocar o clube no paredão: ou paga ou não viaja.
Ai se eu te pego 1. A torcida palmeirense começou o ano como terminou: irritada. A vitória sobre o Ajax na bacia das almas provocou uma enxurrada de protestos contra o presidente Arnaldo Tirone, o popular Pituca, e o vice Roberto Frizzo. Entre um grito e outro de ‘timinho’ e ‘queremos jogador’, uma enlouquecida galera de 25 mil pessoas (R$ 785.964) desfiou o mesmo rosário de palavrões que tanto usou em 2011. E deixou o Pacaembu com a certeza de que voltará a viver as grandes emoções da última temporada: nenhum caneco e muitas preces a San Gennaro e, agora, a ‘são’ Marcos.
Ai se eu te pego 2. O vale a pena ver de novo continuou no vestiário. Felipão voltou a fustigar Roberto Frizzo, culpando-o pelo fracasso das contratações por debochar dos atletas com piadinhas de mau gosto. Sem os ‘camarões’ pedidos numa lista de 12 nomes, Felipão deu mais uma cutucadinha com a baioneta: ficou empanturrado de tanto comer camarão na moranga durante as férias, em Santa Catarina. O vice-presidente contra-atacou: insinuou que Felipão colocou o elenco numa lata de sardinha ao exigir um prato de camarões.
No sapatinho. Palmeiras, um autêntico balaio de periquitos.
Gilete press. De José Roberto Torero, na ‘Folha’: “Eles adoram andar com outros homens, eles se vestem com roupas iguaizinhas, eles carregam faixas coloridas, eles cantam músicas em coral, eles se abraçam efusivamente, eles choram uns nos ombros dos outros, eles têm pôsteres de homens em seus armários. Eles fazem tudo isso e não querem Richarlyson em seu time? Deve ser medo de se apaixonar.” Título da nota: o verde e o arco-íris. Bingo.
Twitface. Depois de uma baciada de reforços nada empolgantes, finalmente o soberano São Paulo acertou no alvo: Jadson, meia de 28 anos. Tricolor investiu R$ 8,6 milhões e ainda vendeu 30% dos direitos de um atleta a ser escolhido.
Aleluia. Aos 28 anos, o lateral-esquerdo Rojas deve subir de joelhos a escadaria da Igreja da Penha. Ele trocou um salário de R$ 20 mil na Universidad de Chile por um holerite de R$ 80 mil no Botafogo, mais algumas mordomias.
Tititi d’Aline. O soberano São Paulo decidiu mergulhar no mundo das figurinhas. Em parceria com a Panini, lançará um álbum no dia 27 com os melhores momentos da história do clube. A coleção terá 186 cromos.
Você sabia que... o novo contrato de Neymar com o Santos, fechado há dois meses, somente agora foi registrado na CBF?
Bola de ouro. Amor palmeirense. Nada menos que cinco mil ‘devotos de são Marcos’ participaram da procissão em homenagem ao goleiro, que se aposentou após 20 anos sob a trave dos periquitos.
Bola de latão. Leão. O rei da selva tricolor considera mais difícil conquistar o Paulistinha do que o Brasileirão. Um rugido ridículo.
Bola de lixo. Rivaldo. Pentacampeão do mundo, ele aterrissou no Kabuscorp, de Angola, como garoto-propaganda do presidente do clube, o general da reserva Bento dos Santos ‘Kangamba’.
Bola sete. “Nesta segunda é que a gente vai resolver tudo” (de Ronaldinho Gaúcho, que deu ultimato ao urubu para receber os R$ 3,7 milhões atrasados – a conferir).
Dúvida pertinente. Ronaldinho Gaúcho: final feliz no Flamengo?
Raio-x do superclássico Milan x Inter: curiosidades, marcas e pitacos
A Inter marcou muito, mas muito bem. Jogou fechada à espera de um bom contra-ataque ou de uma bobeada do Milan. Deu a segunda opção: falha de Abate, que Diego Milito não perdoou. Com o elenco que tem, após seis vitórias seguidas na Série A, incluindo uma "fora de casa" sobre seu principal rival, como excluir o time da briga pelo scudetto? Mesmo a 6 pontos da líder Juventus e a 5 do vice-líder Milan, a Inter está na disputa. Abaixo, mais sobre o superclássico.

Persistência
Milito resolveu, e o mérito é também de Claudio Ranieri. Que insistiu com o jogador mesmo quando ele perdia gols mais feitos que os de Fernando Torres e Robinho. Assim, recuperou definitivamente o jogador que foi um dos mais importantes na "Era Mourinho".
Fase boa
Para ajudar ainda mais o bom momento da Inter, jogadores importantes que passaram a temporada às turras com lesões estão voltando: Sneijder, Forlán e Chivu. Outros que já voltaram há algumas rodadas, como os brasileiros Maicon, Júlio Cesar, Lúcio e Thiago Motta, parecem ter recuperado a forma de vez.
Brasil na Euro?
Thiago Motta, aliás, volta a brigar por um lugar na seleção italiana que vai à Eurocopa 2012. Hoje marcou, de cabeça, um gol mal anulado pela arbitragem. Não havia impedimento do ítalo-brasileiro na hora do cruzamento de Maicon, ainda no início do jogo.
Rei dos derbis
O desempenho do técnico Claudio Ranieri em derbis é impressionante: foram 6 vitórias e um empate em 7 derbis disputados no comando de Roma (três jogos e três vitórias contra a Lazio), Juventus (duas vitórias e um empate contra o Torino) e, agora, Inter (a vitória contra o Milan).
Triste
Já Massimiliano Allegri, que tinha 3 vitórias em 3 derbis comandando o Milan, perdeu a invencibilidade. Assim como seu time, que não perdia havia 12 jogos (eram 10 vitórias e 2 empates nestes jogos).
Mais Ranieri
O Milan não perdia como mandante na Série A há mais de um ano: a última derrota tinha sido dia 18/12/2010, 1 a 0 contra a Roma... de Claudio Ranieri!
Convicto (teimoso?)
Allegri não muda nunca seu 4-3-1-2. Nem perdendo por 1 a 0 a poucos minutos do fim: ao colocar El Shaarawi, não precisava ter tirado Pato, ainda que o brasileiro não fizesse grande jogo. Poderia ter sacado um dos volantes – Nocerino acabou saindo depois, para a entrada de Seedorf. Os resultados do Milan, em geral, têm lhe dado razão. Neste domingo, não.
Corneta à esquerda
Ok, milanistas podem cornetar Abate pelo erro de hoje. Mas o lateral, mesmo não sendo brilhante, tem feito boa temporada. O problema maior está na lateral-esquerda: Taiwo não deu certo, Antonini continua o mesmo e Zambrotta, é duro dizer, passou do ponto.
Coluna do meio?
Nos últimos 17 jogos entre Milan e Inter (por todas as competições) não houve empate: foram 9 vitórias do Milan e, agora, 8 vitórias da Inter.
Banco x banco
No confronto direto entre Allegri e Ranieri, o técnico da Inter ampliou sua vantagem: agora, são 3 vitórias contra um empate e uma derrota. Já o técnico do Milan leva a melhor no salário: 2,5 milhões de euros por temporada, contra 1,5 de Ranieri. Com a renovação até 2014, o milanista passa a ter o maior salário da Série A, ao lado de Mazzari, do Napoli.
Faz falta
Cassano, que voltou a treinar pra valer nesta semana, tem feito falta para o Milan: tanto que mesmo há tanto tempo fora ainda é o líder de assistências da Série A, com 7. Em segundo vem outro jogador que está entregue ao departamento médico do Milan: Aquilani, com 6.
Rendeu
Entre pagantes e não pagantes, foram mais de 80 mil os presentes neste domingo no estádio San Siro. A renda foi recorde na história do confronto: 3,13 milhões de euros.
Bastidores
A TV italiana, sempre disposta a mostrar dirigentes e celebridades nos camarotes, hoje se preocupou mais com o jogo. E olha que tínhamos Felipe Massa, Cesare Prandelli e vários políticos italianos nas tribunas. O máximo que vimos foi Aquilani. E uma morena de olhos verdes que valia mais que qualquer piloto.
Persistência
Milito resolveu, e o mérito é também de Claudio Ranieri. Que insistiu com o jogador mesmo quando ele perdia gols mais feitos que os de Fernando Torres e Robinho. Assim, recuperou definitivamente o jogador que foi um dos mais importantes na "Era Mourinho".
Fase boa
Para ajudar ainda mais o bom momento da Inter, jogadores importantes que passaram a temporada às turras com lesões estão voltando: Sneijder, Forlán e Chivu. Outros que já voltaram há algumas rodadas, como os brasileiros Maicon, Júlio Cesar, Lúcio e Thiago Motta, parecem ter recuperado a forma de vez.
Brasil na Euro?
Thiago Motta, aliás, volta a brigar por um lugar na seleção italiana que vai à Eurocopa 2012. Hoje marcou, de cabeça, um gol mal anulado pela arbitragem. Não havia impedimento do ítalo-brasileiro na hora do cruzamento de Maicon, ainda no início do jogo.
Rei dos derbis
O desempenho do técnico Claudio Ranieri em derbis é impressionante: foram 6 vitórias e um empate em 7 derbis disputados no comando de Roma (três jogos e três vitórias contra a Lazio), Juventus (duas vitórias e um empate contra o Torino) e, agora, Inter (a vitória contra o Milan).
Triste
Já Massimiliano Allegri, que tinha 3 vitórias em 3 derbis comandando o Milan, perdeu a invencibilidade. Assim como seu time, que não perdia havia 12 jogos (eram 10 vitórias e 2 empates nestes jogos).
Mais Ranieri
O Milan não perdia como mandante na Série A há mais de um ano: a última derrota tinha sido dia 18/12/2010, 1 a 0 contra a Roma... de Claudio Ranieri!
Convicto (teimoso?)
Allegri não muda nunca seu 4-3-1-2. Nem perdendo por 1 a 0 a poucos minutos do fim: ao colocar El Shaarawi, não precisava ter tirado Pato, ainda que o brasileiro não fizesse grande jogo. Poderia ter sacado um dos volantes – Nocerino acabou saindo depois, para a entrada de Seedorf. Os resultados do Milan, em geral, têm lhe dado razão. Neste domingo, não.
Corneta à esquerda
Ok, milanistas podem cornetar Abate pelo erro de hoje. Mas o lateral, mesmo não sendo brilhante, tem feito boa temporada. O problema maior está na lateral-esquerda: Taiwo não deu certo, Antonini continua o mesmo e Zambrotta, é duro dizer, passou do ponto.
Coluna do meio?
Nos últimos 17 jogos entre Milan e Inter (por todas as competições) não houve empate: foram 9 vitórias do Milan e, agora, 8 vitórias da Inter.
Banco x banco
No confronto direto entre Allegri e Ranieri, o técnico da Inter ampliou sua vantagem: agora, são 3 vitórias contra um empate e uma derrota. Já o técnico do Milan leva a melhor no salário: 2,5 milhões de euros por temporada, contra 1,5 de Ranieri. Com a renovação até 2014, o milanista passa a ter o maior salário da Série A, ao lado de Mazzari, do Napoli.
Faz falta
Cassano, que voltou a treinar pra valer nesta semana, tem feito falta para o Milan: tanto que mesmo há tanto tempo fora ainda é o líder de assistências da Série A, com 7. Em segundo vem outro jogador que está entregue ao departamento médico do Milan: Aquilani, com 6.
Rendeu
Entre pagantes e não pagantes, foram mais de 80 mil os presentes neste domingo no estádio San Siro. A renda foi recorde na história do confronto: 3,13 milhões de euros.
Bastidores
A TV italiana, sempre disposta a mostrar dirigentes e celebridades nos camarotes, hoje se preocupou mais com o jogo. E olha que tínhamos Felipe Massa, Cesare Prandelli e vários políticos italianos nas tribunas. O máximo que vimos foi Aquilani. E uma morena de olhos verdes que valia mais que qualquer piloto.
domingo, 15 de janeiro de 2012
Potiguar
| 16h00 América-RN 5x0 Caicó |
| 16h00 Assu 0x3 Alecrim |
| 16h00 Coríntians-RN 2x0 Potiguar de Mossoró |
| 16h00 Santa Cruz-RN 3x0 Palmeira de Goianinha |
| 17h00 Baraúnas-RN 1x1 ABC |
Pernambucano
| 16h00 Santa Cruz-PE 2x1 Belo Jardim |
| 16h00 Porto-PE 0x2 Náutico |
| 16h00 Petrolina 3x1 Salgueiro |
| 16h00 Araripina 1x1 Sport |
| 16h00 América-PE 0x4 Serra Talhada |
| 16h00 Ypiranga-PE 1x0 Central |
Alagoano
| 15h00 Murici 2x0 Sport Santo Antônio |
| 15h00 Corinthians-AL 2x0 Penedense |
| 16h00 CSE 2x0 Coruripe-AL |
| 16h00 CRB 4x0 CSA |
Espanhol
| 13h00 Zaragoza 1x1 Getafe |
| 13h00 Athletic Bilbao 3x0 Levante |
| 13h00 Mallorca 1x2 Real Madrid |
| 13h00 Granada-ESP 1x2 Rayo Vallecano |
| 13h00 Sevilla 0x0 Espanyol |
| 18h00 Barcelona 4x2 Betis |
| 13h00 Sporting de Gijón 2x1 Málaga |
| 13h00 Atlético de Madri 3x0 Villarreal |
| 13h00 Valencia 0x1 Real Sociedad |
| 13h00 Osasuna 0x2 Racing Santander |
Português
| 12h00 Feirense 0x0 Gil Vicente |
| 12h00 Nacional da Madeira 2x2 União Leiria |
| 12h00 Benfica 4x1 Vitória de Setúbal |
| 12h00 Acadêmica 0x2 Vitória de Guimarães |
| 12h00 Porto 2x0 Rio Ave |
| 12h00 Paços Ferreira 1x1 Marítimo |
| 12h00 Olhanense 2x1 Beira-Mar |
| 12h00 Braga 2x1 Sporting |
Copa São Paulo
| 10h00 Bahia 0x1 Fluminense |
| 10h00 Grêmio Barueri 0x3 Internacional |
| 14h30 Grêmio 3x0 Juventus-SP |
| 16h00 3 Desportivo Brasil 2x2 São Caetano 2 |
| 16h00 Coritiba 4x2 Mirassol |
| 16h00 Figueirense 4x6 Rondonópolis |
| 17h00 Santos 4x0 Guarani |
| 19h30 1 Botafogo 2x2 Vitória 3 |
Italiano
| 10h00 Cesena 3x1 Novara |
| 10h00 Chievo Verona 1x0 Palermo |
| 10h00 Fiorentina 0x1 Lecce |
| 10h00 Genoa 3x2 Udinese |
| 10h00 Juventus 1x1 Cagliari |
| 10h00 Lazio 2x0 Atalanta |
| 10h00 Milan 0x1 Internazionale |
| 10h00 Parma 3x1 Siena |
Abel revela Marquinho quase de saída e ainda não confirma Thiago Neves
O Fluminense deve ter novidades com relação ao seu elenco na segunda-feira. Além das negociações para uma possível chegada do meia Thiago Neves nas Laranjeiras, o técnico Abel Braga revelou neste sábado que o meia Marquinho está muito próximo de deixar a equipe e acertar com a Roma, da Itália.
Após o jogo-treino realizado em Mangaratiba (RJ) contra o Audax-RJ, vencido pelos tricolores por 1 a 0 graças a um gol de Wagner, o treinador explicou o motivo de não ter escalado o camisa 7 na atividade que durou 50 minutos.
"O Marquinho é um jogador que cumpre bem o papel tático. Está praticamente acertado com a Roma, por isso ele não treinou", afirmou o treinador em entrevista à "Rádio Tupi".
O comandante tricolor ainda comentou sobre o possível retorno de Thiago Neves, que cada vez parece estar mais certo, embora ninguém confirme oficialmente qualquer acerto. O atleta não acertou a sua liberação do Al-Hilal para defender o Flamengo, e o Flu seria a primeira opção em caso de insucesso.
"É um grande jogador, mas não sei nem se vem mesmo. Não é meu jogador ainda. Deixo isso para o Sandrão [Sandro Lima], Peter [Siemsen] e diretoria do Fluminense. Não tenho que me meter nas coisas de fora do campo", concluiu, citando, primeiro, o vice de futebol, e, depois, o presidente do clube.
Ainda na sexta, o diretor-executivo do Fluminense, Rodrigo Caetano, conversou com a reportagem do ESPN.com.br e garantiu que não havia nada em relação à contratação de Thiago Neves. O agente do jogador, Léo Rabello, também atendeu ao telefonema e disse que em nenhum momento tratou com o clube tricolor, só com o Flamengo.
Após o jogo-treino realizado em Mangaratiba (RJ) contra o Audax-RJ, vencido pelos tricolores por 1 a 0 graças a um gol de Wagner, o treinador explicou o motivo de não ter escalado o camisa 7 na atividade que durou 50 minutos.
"O Marquinho é um jogador que cumpre bem o papel tático. Está praticamente acertado com a Roma, por isso ele não treinou", afirmou o treinador em entrevista à "Rádio Tupi".
O comandante tricolor ainda comentou sobre o possível retorno de Thiago Neves, que cada vez parece estar mais certo, embora ninguém confirme oficialmente qualquer acerto. O atleta não acertou a sua liberação do Al-Hilal para defender o Flamengo, e o Flu seria a primeira opção em caso de insucesso.
"É um grande jogador, mas não sei nem se vem mesmo. Não é meu jogador ainda. Deixo isso para o Sandrão [Sandro Lima], Peter [Siemsen] e diretoria do Fluminense. Não tenho que me meter nas coisas de fora do campo", concluiu, citando, primeiro, o vice de futebol, e, depois, o presidente do clube.
Ainda na sexta, o diretor-executivo do Fluminense, Rodrigo Caetano, conversou com a reportagem do ESPN.com.br e garantiu que não havia nada em relação à contratação de Thiago Neves. O agente do jogador, Léo Rabello, também atendeu ao telefonema e disse que em nenhum momento tratou com o clube tricolor, só com o Flamengo.
Assis dá ultimato ao Flamengo; Corinthians já teria iniciado conversas para ter Ronaldinho
Assis, irmão e procurador de Ronaldinho Gaúcho, deu o ultimato ao Flamengo. Segundo ele, se o clube não acertar com a Traffic os salários atrasados do jogador até a próxima segunda-feira, Ronaldinho deixará a Gávea.
Além disso, Assis já teria sido procurado por um outro grande clube do Brasil. O Corinthians teria iniciado conversas com Assis para ter Ronaldinho Gaúcho em 2012.
Além disso, Assis já teria sido procurado por um outro grande clube do Brasil. O Corinthians teria iniciado conversas com Assis para ter Ronaldinho Gaúcho em 2012.
Ouça as informações do repórter Fábio Azevedo
Al Hilal comunica ao Fla que aceitou oferta do Fluminense
Com isso, a diretoria rubro-negra já admite a perda do jogador. Agora, eles tentarão aproveitar os 10% dos direitos econômicos que segundo os mesmos têm direito para faturar. No entanto, representantes ligados ao Al Hilal garantem que, ao deixar de exercer o direito de compra, mudando a oferta que fora combinada, o clube da Gávea perde a parte que lhe cabia.
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Contudo, este imbróglio não terá influência no acerto com o Fluminense. Agora, a diretoria do Flamengo volta a priorizar a contratação de Vagner Love, que continua aguardando o desfecho no Rio de Janeiro, de férias. O CSKA, da Rússia, espera vender Love por 10 milhões de euros (R$ 23,5 milhões). O Flamengo já ofereceu uma proposta de 6 milhões de euros (R$ 13,6 milhões), recusada pelos russos.
Os valores da proposta do Fluminense aceita pelo Al Hilal por Thiago Neves não foram revelados, mas o Fluminense teve de abrir os cofres para ter o meia de volta. O Al Hilal só aceitava vender o jogador por 7 milhões de euros (cerca de R$ 16,2 milhões). Além disso, o Tricolor deve bancar um salário de cerca de R$ 730 mil mensais, que seriam bancados pela Unimed, patrocinadora do Flu.
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Rally Dakar 2012: 12ª etapa carros - Vitória de Robby Gordon, Peterhansel é líder
Robby Gordon (Hummer H3)
Crédito da imagem: Divulgação
Crédito da imagem: Divulgação
O americano Robby Gordon (Hummer) venceu a 12ª etapa do Rally Dakar 2012, realizada nesta sexta-feira, dia 13/01. Mesmo sem ter reais chances de vencer a prova, o americano deu um show. O francês Stéphane Peterhansel (Mini) foi o 7º, 26’27” mais lento do que Gordon, mantendo a liderança da prova.
Nesta 12ª etapa o acampamento de carros e caminhões não foi o mesmo das motos e quadriciclos. Para os veículos de quatro rodas, o percurso começou com um longo deslocamento de 412 km para chegar à largada do trecho cronometrado. Devido às chuvas, a especial que teria 245 km teve uma redução de 50 km, já que o local estava impraticável.
Num percurso duro, com dunas e mais dunas, Robby Gordon andou muito forte, sendo muito mais rápido que todos os adversários. O segundo colocado na etapa, o russo Leonid Novitskiy (Mini) chegou 15’18” atrás, numa especial de apenas 197 km. O sul-africano Giniel De Villiers (Toyota) foi o terceiro, seguido do holandês Bernhar Tem Brinke (Lancer) e do espanhol Juan “Nani” Roma (Mini), que diminuiu a diferença para Peterhansel no acumulado.
Peterhansel e Roma foram os primeiros a largar e também os primeiros a atolar. Num buraco de areia muito fofa, no km 145, Peterhansel perdeu quase 20 minutos. Quando conseguiu colocar seu Mini em movimento, o francês atacou como um louco, pois imaginava ter perdido a ponta do rally. O catalão também teve problemas parecidos e não conseguiu aproveitar a oportunidade para ficar na frente e tentar sua segunda vitória no Dakar. Ele já venceu uma vez nas motos.
A dupla Jean Azevedo/Emerson Cavassin (Navarro) fez o 15º tempo.
Após 12 etapas Peterhansel lidera, seguido por Roma, De Villiers, Gordon e Novitskyi. Jean é o 27º.
Veja a classificação dos carros após 12 etapas:
1º Peterhansel/Cottret (Mini): 41:19:04
2º Roma/Périn (Mini): + 11:39
3º De Villiers/Von Ziztewtiz (Toyota): + 01:06:40
4º Gordon/Campbell (Hummer): + 01:44:04
5º Novitskyi/Schulz (Mini): 02:00:01
28º Azevedo/Cavassin (Navarro): + 18:19:22
sábado, 14 de janeiro de 2012
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