segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Argentino - Apertura

22h15 Unión 0x0 Independiente

Espanhol

18h00 Málaga 2x1 Villarreal

Português

18h15 Vitória de Guimarães 3x0 Vitória de Setúbal

Segundo, Vettel relembra de Senna em 1991 e diz: 'Não sou tão bom quanto ele'

Um problema no câmbio de Sebastian Vettel fez o alemão terminar em segundo lugar no GP do Brasil de Fórmua 1, neste domingo, em Interlagos. O australiano Mark Webber aproveitou Mark Webber, a primeira e única vitória na temporada. A quantidade reduzida de marchas em que teve de guiar a sua Red Bull até o fim da prova, fez com que ele lembrasse de outro piloto: Ayrton Senna.

Vinte anos atrás, no mesmo circuito de Interlagos, o tricampeão da categoria terminou a corrida em Interlagos em primeiro lugar, apenas com a primeira e a sexta marcha, sendo exaltado pela torcida, que invadiu a pista para celebrar com o piloto - Senna precisou até de ajuda para sair do carro, já que não conseguia movimentar os braços.

Neste domingo, após perder muito rendimento e ver o australiano abrir mais de cinco segundos na ponta, Vettel conseguiu voltar ao ritmo que mantinha, chegando a cravar a melhor volta da prova. No auge da recuperação, ele soltou em conversa via rádio com os boxes. "Me sinto como Senna em 91!".

Ao ser questionado pela Rádio Estadão ESPN sobre as semelhanças entre sua prova e a de Senna, Vettel brincou e prestou uma longa reverência ao piloto brasileiro. "Aquela corrida foi a primeira que eu vi, era uma criança. Lembro que Senna ganhou. Hoje fiquei em segundo, não sou tão bom quanto ele", disse Vettel, antes de falar mais sobre o brasileiro

"Senna era um grande exemplo de caráter, de pessoa. Não pude conhecê-lo pessoalmente, mas tenho muito a aprender com ele, pelo que ouço de quem o conheceu", afirmou. O piloto da Red Bull teve problemas sobretudo na segunda marcha.

"Eu terminei a prova usando as marchas altas em praticamente todas as curvas, por isso fiz a comparação", disse o piloto, comemorando a dobradinha, e despistando quando perguntado sobre a rápida recuperação que obteve com seu carro.

"Foi uma prova sensacional. Tentei fazer o meu melhor, manter a diferença para Fernando. Foi sensacional terminar o ano com uma dobradinha. Tenho de dar os parabéns ao meu companheiro pela vitória", completou.

Perto da Libertadores, Luxa tenta conter euforia no Fla: 'Ainda não acabou'

Depois da vitória contra o Internacional, o Flamengo ficou muito próximo da vaga na Copa Libertadores do ano que vem pois depende só de si mesmo e um empate no próximo jogo basta. Porém, o técnico Vanderlei Luxemburgo amenizou a euforia e alertou para o clássico na última rodada do Campeonato Brasileiro contra o Vasco, ainda com chances de ser campeão.

“Os resultados foram bons, mas ainda não terminou. Resta o último jogo contra um adversário que está brigando pelo título. Vamos trabalhar para jogar uma partida decisiva. Foi uma vitória importante contra uma grande equipe. Fizemos o gol, mantivemos a tranquilidade, e o Felipe nos ajudou com grandes defesas“, analisou Luxemburgo, após a partida.

“O campeonato é assim. Você não consegue colocar vantagem. Os empates contra Atlético-GO e Figueirense não tiraram a possibilidade. Está assim desde o início. Só dependemos de nós. A torcida caminhou junto e transferimos para o penúltimo jogo um momento importante. O resultado do Coritiba foi o único ruim”, completou o técnico.

O Flamengo está com 60 pontos na quarta colocação do Campeonato Brasileiro, três à frente de Internacional, Coritiba e Figueirense, que ainda brigam pela vaga. Apesar de estar na frente, o clube carioca, caso perca e seja alcançando pelos rivais em pontos, levaria desvantagem no primeiro critério de desempate: o número de vitórias.

Brasileiros vencem bem a Rússia, mas perdem sets para a frágil China

Os chineses vibraram com os dois primeiros sets vencidos na competição
Os chineses vibraram com os dois primeiros sets vencidos na competição
Crédito da imagem: FIVB

Quem esperava muitas dificuldades da seleção brasileira no confronto contra a Rússia, se enganou. Os brasileiros se superaram a venceram em três sets. Fizeram o mais difícil, porque no dia seguinte, o Brasil perdeu dois sets para a China, que não havia vencido nenhum até aqui.
A vitória em cinco sets diante dos chineses deixou os brasileiros na terceira colocação atrás de Polônia e Rússia que venceram seus respectivos jogos por 3 sets a 1. Visivelmente, o técnico Bernardinho poupou alguns jogadores diante dos chineses, mas pagou caro por isso.
A situação da seleção brasileira na Copa do Mundo ainda é cômoda porque o time verde amarelo só depende dos seus resultados para garantir classificação antecipada para os Jogos Olímpicos de Londres. Mas com a perda de um ponto para os chineses viu seus principais concorrentes mais próximos na tabela de classificação.
Na próxima fase, o Brasil pega Argentina, Cuba e Sérvia e precisa vencer, principalmente os dois primeiros concorrentes, já que os sérvios decepcionaram até aqui. Tanto argentinos quanto cubanos têm 3 pontos a menos que os brasileiros na classificação.
E os jogos contra esses adversários serão confrontos de seis pontos e, portanto, de fundamental importância. Os brasileiros são os favoritos para vencer os três encontros, mas precisarão minimizar os erros que incomodaram em algumas situações.
Dois dados importantes nessa Copa do Mundo. As três seleções mais bem classificadas garantem vaga antecipada nos Jogos Olímpicos de Londres. Já a pontuação é justa e foi copiada do Campeonato Italiano. São três pontos em jogo por partida. As vitórias por 3 sets a 0 e três sets a 1 dão os três pontos para o vencedor.
Em caso de vitórias por 3 sets a 2, a equipe vitoriosa fatura dois pontos e o perdedor fica com um ponto. E foi esse ponto perdido para a China que custou a perda de duas posições na tabela de classificação para a seleção brasileira.
Vamos continuar torcendo porque a chance dos brasileiros garantirem a vaga antecipada ainda é grande. Além de Cuba, Argentina e Sérvia, Polônia e Irã, na última fase, também são seleções que merecem atenção. O surpreendente Irã, por exemplo, tem 9 pontos e está na quinta colocação.

VÍDEO: Gol de Adriano pelo Corinthians e a lembrança do "Não basta ser pai..."

O blog abre espaço para o texto abaixo, do companheiro Maurício Rossi, "O Mito", editor dos canais ESPN, plantão esportivo da rádio Estadão/ESPN e que, é bom deixar claro, não torce pelo Corinthians


Assim que terminou o jogo entre Corinthians e Atlético Mineiro, domingo, no Pacaembu, um filme, literalmente, passou pela minha cabeça. A cena de um jogador que sai do banco de reservas para levar ao delírio uma arquibancada angustiada já havia sido veiculada pelas telas de TV um dia.

O ano era 1983, quando a propaganda da tal pomada conhecida pelo slogan “Não basta ser pai, tem que participar”, mexeu com sentimentos, principalmente de pessoas ligadas ao futebol. Tanto que a revista Placar, na época, fez uma matéria sobre o filme, dirigido pelo famoso publicitário Duda Mendonça. Jogadores foram entrevistados para repercutirem a emocionante propaganda.

O filho acordava o pai para ir vê-lo jogar. O menino, aflito, insistia ao pai, sonolento, para acordar rápido, afinal, ele tinha certeza de que seria um dia especial. Associei, então, a figura de Adriano aquele menino. O imperador ao acordar deve ter conversado com alguém, ou com ele mesmo, pois mais um jogo decisivo estava por vir e algo de bom o aguardava.

O garoto na propaganda entra em campo, saúda a torcida, reforçada pela presença do pai e da irmãzinha. Adriano, quando subiu ao gramado do Pacaembu, era ovacionado por parte da massa alvinegra. Ele seguiu direto para o banco, claro, a ordem já vinha do vestiário. Mas com certeza, um sentimento de frustração tomava conta do atacante. Já o personagem foi sacado por um colega de equipe, que acumulava a função de treinador, quando a bola ia começar a rolar.





Enquanto o menino seguia para o banco, pai e irmã exibiam uma enorme tristeza misturada com revolta no rosto. Talvez, no Pacaembu, entre as quase 40 mil pessoas, muitas sentiam o mesmo com relação ao imperador.

O jogo seguiu. Fora de campo, o menino, na propaganda, e Adriano, no Pacaembu. Mas ambos tinham a esperança de que poderiam ajudar seus times e de que poderiam sair consagrados por uma vitória graças a um gol marcado por eles.

Em certo momento da partida, o menino pensa que o jogador-treinador o chama para entrar. Ele levanta-se do banco, aponta para o próprio peito com o dedo indicador, mas decepciona-se, pois o escolhido para entrar não é ele.

No Pacaembu, Tite escolhe Alex para substituir Danilo. Imaginei o que passou na cabeça de Adriano. Devia estar como a do garoto da ficção. A partida prosseguia e ganhava um ar de dramaticidade. Tanto na vida real quanto na fictícia.

De repente, o jogo está difícil, apertado e, finalmente, o técnico-jogador escolhe o menino que, na vida real, aos 10 anos, torcia para o Flamengo. Sem dúvida, é mais um ingrediente para misturar as histórias.

Logo que entra em campo, o garoto pega a bola e é derrubado na área adversária. Pênalti. O pai sai da arquibancada e corre em direção ao filho para massageá-lo com a pomadinha “milagrosa”. O filho cobra a penalidade, faz o gol e leva ao delírio uma improvisada arquibancadinha de madeira. Carregado nos ombros pelos companheiros, o menino vive um dia de herói.

Assim como viveu Adriano, que nem precisou cair para massagear a mente de milhares de corintianos. O toque com estilo, após receber um passe na medida de Emerson, foi indefensável para o goleiro. Um momento indescritível para o imperador, que tirou a camisa e foi em direção uma torcida que, para o corintiano, não basta torcer, tem que participar.

E, domingo, mais uma vez, essa participação foi fundamental.

Palmeiras vence clássico e complica São Paulo na luta pela Libertadores

O Palmeiras venceu o São Paulo por 1 a 0 no Pacaembu neste domingo em clássico válido pela 37ª e penúltima rodada do Campeonato Brasileiro. Sem grandes objetivos no restante da competição, o time do Palestra Itália - que está fora da luta pelo título, pela Libertadores e contra o rebaixamento - complicou a vida do rival do Morumbi na briga por uma vaga no próximo torneio continental.

O time alviverde chegou aos 49 pontos e, além de estragar a vida do adversário, confirmou vaga na próxima Copa Sul-Americana. Já a equipe tricolor permaneceu com 56 pontos e precisa de uma série de resultados na última rodada do campeonato nacional para voltar à Libertadores da América: além de vencer o Santos, o São Paulo precisa torcer para derrotas de Internacional, Coritiba e Figueirense.

O gol do Palmeiras foi marcado por Marcos Assunção, aos 10 minutos do segundo tempo. Em cobrança de falta próxima ao bico esquerdo da grande área tricolor, o volante tentou cruzar para a área, em uma das principais jogadas de ataque do Palmeiras e alvo de treinamentos no São Paulo durante a semana. A bola, porém, não foi desviada por ninguém, enganou Rogério Ceni e morreu no fundo do gol.

A derrota também marca um ano ruim do São Paulo em clássicos. Em oito jogos contra rivais regionais nesta temporada, o São Paulo só venceu apenas uma vez, quando bateu o Corinthians por 2 a 1 no clássico do 100º gol de Rogério Ceni.

Palmeiras e São Paulo terão clássicos novamentes na próxima e última rodada do Campeonato Brasileiro. O Palmeiras enfrenta o Corinthians, enquanto o São Paulo joga com o Santos.

Marcos Assunção (esquerda) marca, dá vitória ao Palmeiras e frustra São Paulo, de Fernandinho
Marcos Assunção (esquerda) marca, dá vitória ao Palmeiras e frustra São Paulo, de Fernandinho
Crédito da imagem: Agência Estado
O jogoNo embate tático armado pelos amigos Luiz Felipe Scolari e Emerson Leão, o comandante do Palmeiras começou melhor. Ao optar por Patrik em vez de Tinga, o técnico do clube mandante no Choque-Rei deste domingo conseguiu preencher seu meio-campo e dar mais liberdade a Valdivia para se tornar quase um terceiro atacante.

Com uma marcação adiantada, Patrik, Marcos Assunção e Márcio Araújo formavam um paredão que anulava a intenção são-paulina de ter Cícero como organizador da saída de bola. Ele e Dagoberto eram obrigados a ficar atrás do meio-campo, sem ligação com Fernandinho e Luis Fabiano na frente.

Além da incapacidade ofensiva, o Tricolor ainda não cumpriu dois pedidos intensamente treinados por seu chefe durante a semana. Incumbido de colar em Valdivia, acompanhando-o mesmo quando ele estivesse no campo de defesa do Verdão, Wellington passou a cometer muitas faltas, assim como Juan ao tentar parar Cicinho. Tudo como o

Cometer faltas em jogadores do Palmeiras é dar ao time o que ele mais quer: a bola parada de Marcos Assunção. De início, não adiantou nada toda a preparação de Leão para esta jogada. Logo aos três minutos, Henrique e Luan subiram sozinhos, com o atacante desviando rente ao travessão. Aos seis, João Filipe teve que se esticar para que Ricardo Bueno, livre, não desviasse com o pé nas redes.

Por 20 minutos, o Palmeiras tornou o São Paulo um espectador dentro de campo, vendo-o tocar a bola. Até que os erros na frente apareceram, e o Verdão, então, deu a bola e o ânimo que o rival precisava para chegar ao ataque. O equilíbrio se estabeleceu com a postura que Leão queria, com Dagoberto vindo de trás pela direita e Cícero recebendo a ajuda de Denilson para subir.

Assim, também na bola parada, o Tricolor assustou em cobrança de escanteio de Fernandinho que Rhodolfo, com o gol livre, testou para fora, aos 21 minutos. Mas a empolgação apareceu, e a movimentação também. Tanto que o lateral esquerdo Juan posicionou-se como um centroavante, na marca do pênalti, para acertar a trave aos 35 minutos.

Na igualdade do confronto, o Palmeiras foi empolgado para o intervalo. No último lance do primeiro tempo, Rogério Ceni executou duas excelentes defesas em chutes de Luan e Patrik, este último ainda acertando o travessão, e Valdivia deu uma puxeta para fora. O chileno ainda se estranhou com o goleiro do São Paulo por ficar sentado na pequena área, aumentando o clima de rivalidade.

O desentendimento, contudo, ficou no vestiário. O que voltou com o Palmeiras foi o ânimo que contagiou a torcida no último minuto do primeiro tempo. Os comandados de Luiz Felipe Scolari voltaram a conseguir impor uma marcação adiantada, bloqueando a ligação dos são-paulinos aos seus atacantes. Só Luis Fabiano conseguiu chance em que chutou rente à trave aos três minutos.

Na defesa, sobrava desatenção ao Tricolor, tanto que bastava o Palmeiras tocar a bola sem tanta velocidade, dentro da área, que sobrava alguém livre. Assim, Luan e Valdivia jogaram para fora oportunidades que tiveram de frente para Rogério Ceni antes dos cinco minutos de segundo tempo.

Como na etapa inicial, os chefiados de Leão ainda cometiam faltas demais. Desta vez, porém, Marcos Assunção acertou o pé. Aos dez minutos, de tanto se preocupar em evitar o cabeceio de adversários, os são-paulinos não desviaram cobrança de falta do volante do Palmeiras, que balançou as redes.

Em desvantagem, Leão mudou todo seu panorama tático. Lançou Rivaldo, Marlos e Willian José nos lugares de Cícero, Dagoberto e Juan. Armou um 3-5-2 com Denilson na zaga e ganhou o meio-campo graças à qualidade de Rivaldo. Mas faltava eficiência. Piris chegou a cabecear para fora quando tinha o gol vazio à frente.

Tocando a bola, o São Paulo passou a ter mais dificuldades de entrar na área adversária quando Chico foi escalado para protegê-la. No contra-ataque, o Palmeiras ainda acertou a trave com Fernandão. No fim, Rivaldo ainda foi expulso. A vitória verde estava confirmada.

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 1 X 0 SÃO PAULO

Local: estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 27 de novembro de 2011, domingo
Horário: 17 horas (de Brasília)
Público: 18.364 pagantes
Renda: R$ 225.556,00
Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (SP)
Assistentes: Herman Brumel Vani e Danilo Ricardo Simon Manis (ambos de SP)
Cartões amarelos: Ricardo Bueno e Marcos Assunção (Palmeiras); João Filipe, Denilson, Wellington e Luis Fabiano (São Paulo)
Cartão vermelho: Rivaldo (São Paulo)

GOL: PALMEIRAS: Marcos Assunção, aos dez minutos do segundo tempo

PALMEIRAS: Deola; Cicinho (João Vitor), Leandro Amaro, Henrique e Gerley; Marcos Assunção, Márcio Araújo, Patrik (Chico) e Valdivia; Luan e Ricardo Bueno (Fernandão)
Técnico: Luiz Felipe Scolari

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Piris, João Filipe, Rhodolfo e Juan (Willian José); Wellington, Denilson, Cícero (Rivaldo) e Dagoberto (Marlos); Fernandinho e Luis Fabiano
Técnico: Emerson Leão

Cruzeiro vira, mas cede empate ao Ceará e decide futuro no clássico

O jogo dos desesperados na penúltima rodada do Campeonato Brasileiro prolongou por mais uma semana o sofrimento tanto do Ceará, quanto do Cruzeiro. Jogando no Presidente Vargas, o time cearense abriu o placar, os mineiros conseguiram a virada, mas, já nos minutos finais, tomaram o empate e agora precisarão ainda lutar contra o rebaixamento no clássico contra o Atlético-MG, na semana que vem.

Com 40 pontos na tabela, o Cruzeiro se encontra fora da zona de rebaixamento por enquanto, mas segue correndo riscos de terminar o campeonato rebaixado, já que o Ceará, 17º colocado tem 39 pontos, e o Atlético-PR tem 38. Na rodada que definirá o futuro dos times em 2012, o time celeste terá um difícil clássico contra o Atlético-MG pela frente, enquanto o Ceará pega o Bahia, e o Atlético-PR enfrenta o Coritiba.

O jogo - O Cruzeiro começou a partida determinado a conseguir uma vitória para não precisar lutar por um resultado na última rodada, no clássico. No entanto, o Ceará também precisava do resultado e foi para cima, chegando ao primeiro gol aos 20 minutos, com Osvaldo.

Três minutos depois, Anselmo Ramon achou espaço no segundo pau para cabecear e empatar a partida no Presidente Vargas. Depois disso, o Cruzeiro tentou pressionar bastante, com Montillo armando as jogadas pelo meio. O Ceará também teve boas chances, mas o goleiro Fábio fez boas defesas e impediu o gol dos anfitriões.

O Ceará voltou um pouco melhor no segundo tempo. Depois de cobrança de escanteio de Juca, a bola foi desviada na primeira trave, mas a zaga tirou antes de Roger aproveitar. No entanto, o Cruzeiro se ajustou em campo e equilibrou novamente a partida.

Com isso, o técnico Dimas Filgueiras tirou Roger para colocar Washington, que vinha tendo seu nome gritado pela torcida cearense. Do outro lado, Vágner Mancini também trocou de atacantes, mandando Ortigoza para o lugar de Anselmo Ramon.

E o paraguaio marcou o gol logo em seu primeiro toque na bola. Aos 16, Marquinhos Paraná recebeu toque curto na área pela direita e cruzou para Ortigoza completar para estufar as redes.

Com o placar, o Ceará só teve como alternativa se lançar ao ataque, para tentar evitar o rebaixamento antecipado. Osvaldo arriscou de longe, mas viu a defesa do goleiro Fábio.

Enquanto o jogo se aproximava do fim, torcedores cearenses choravam nas arquibancadas. Porém, aos 37 minutos, o zagueiro Daniel Marques apareceu como um atacante e marcou o gol do empate do Ceará, gerando reclamação por parte dos cruzeirenses, que pediam impedimento.

Depois do gol, o Ceará se empolgou e partiu para o ataque, mas parou nas defesas do goleiro Fábio, que garantiu o empate

Cruzeiro empata com Ceará e decide futuro no clássico
Cruzeiro empata com Ceará e decide futuro no clássico
Crédito da imagem: Agência Estado

VÍDEO: Vasco faz nos acréscimos, vence o Fluminense e leva decisão para última rodada

Um gol salvador de Bernardo aos 45 minutos do segundo tempo cravou a vitória do Vasco sobre o Fluminense por 2 a 1 e manteve viva a chance de título brasileiro do time de São Januário. O Fluminense já não pode conquistar o bicampeonato nacional. Alecsandro fez o outro gol vascaíno, e Fred marcou para o Tricolor.

Para ser campeã, a equipe de São Januário tem que vencer o Flamengo, domingo que vem e torcer por uma derrota do Corinthians para o Palmeiras.

A notícia do gol do Corinthians, em Florianópolis, contra o Figueirense, alarmou a torcida vascaína no Engenhão. A partir dali, era vencer ou dar adeus ao caneco. Os alvinegros cariocas puderam comemorar quando Bernardo cruzou da direita, Rômulo ajeitou, e Alecsandro mandou de cabeça no meio das pernas de Diego Cavallieri.


Clique no player e assista aos gols!
Aos 39, porém, Fred deixou tudo igual e enterrou as chances rivais. O atacante dominou no peito dentro da pequena área e enfiou o pé, fazendo seu oitavo gol em três partidas - é o vice-artilheiro da competição com 21 gols, dois a menos que Borges, do Santos.

No finalzinho, quando os corintianos já ensaiavam a comemoração em Florianópolis, Cavalieri soltou bola fácil nos pés de Bernardo, que estufou a rede. Emocionado, o meia não se conteve e foi às lágrimas.

domingo, 27 de novembro de 2011

Argentino - Apertura


18h00 Arsenal Sarandí 1x2 Estudiantes
18h00 Vélez Sarsfield 1x1 Colón
20h10 Godoy Cruz 1x2 Boca Juniors
20h10 Banfield 2x2 Argentinos Juniors

Brasileirão Série A


17h00 Palmeiras 1x0 São Paulo
17h00 Santos 1x1 Bahia
17h00 Flamengo 1x0 Internacional
17h00 Fluminense 1x2 Vasco
17h00 Grêmio 2x2 Atlético-GO
17h00 Atlético-MG 4x0 Botafogo
17h00 Figueirense 0x1 Corinthians
17h00 Coritiba x Avaí
17h00 América-MG 2x1 Atlético-PR
17h00 Ceará 2x2 Cruzeiro

Português


14h00 Feirense 2x0 Rio Ave
14h00 Gil Vicente 2x1 União Leiria
16h15 Porto 3x2 Braga
18h15 Paços Ferreira x Olhanense

Francês


14h00 Auxerre x Lyon
14h00 Lorient x Nice
18h00 Olympique x PSG

Alemão


12h30 Werder Bremen 2x0 Stuttgart
14h30 Mainz 3x2 Bayern de Munique

Italiano


12h00 Cagliari 1x1 Bologna
12h00 Cesena 2x0 Genoa
12h00 Palermo 2x0 Fiorentina
12h00 Siena 0x1 Internazionale
17h45 Milan 4x1 Chievo Verona

Inglês


11h30 Swansea City 0x0 Aston Villa
14h00 Liverpool 1x1 Manchester City

Espanhol


09h00 Betis 2x3 Real Sociedad
13h00 Levante 4x0 Sporting de Gijón
15h00 Mallorca 2x1 Racing Santander
15h00 Espanyol 1x2 Osasuna
16h45 Athletic Bilbao 0x1 Granada-ESP
18h30 Zaragoza 0x1 Sevilla

Eliminatórias da Oceania

01h30 Tonga 2x1 Ilhas Cook

sábado, 26 de novembro de 2011

Eliminatórias da Oceania

23h00 Samoa 1x0 Samoa Americana

Argentino - Apertura


18h00 All Boys 0x0 Lanús
18h00 Newells Old Boys 0x0 San Lorenzo
20h10 Racing Club 2x3 Belgrano
22h10 Olimpo 0x3 San Martín

Brasilerão Série C

17h00 CRB 1x3 Joinville

Brasilerão Série B


17h00 ASA 1x2 Vitória
17h00 Icasa 0x2 Portuguesa
17h00 Vila Nova-GO 0x1 Sport
17h00 Náutico 2x2 Ponte Preta
17h00 Paraná Clube 1x Bragantino
17h00 Duque de Caxias 2x2 Boa
17h00 Guarani 2x0 Goiás
17h00 São Caetano 1x0 Criciúma

Francês


16h00 Rennes 3x2 Evian
16h00 Saint-Etienne 3x1 Ajaccio
16h00 Sochaux 1x3 Montpellier
16h00 Bordeaux 2x0 Caen
16h00 Toulouse 2x0 Valenciennes
16h00 Nancy 1x2 Dijon
18h00 Lille 1x0 Brest

Espanhol


15h00 Rayo Vallecano 1x2 Valencia
17h00 Real Madrid 4x1 Atlético de Madri
19h00 Getafe 1x0 Barcelona

Italiano


15h00 Lecce 0x1 Catania
15h00 Novara 2x1 Parma
17h45 Atalanta 1x1 Napoli
17h45 Lazio 0x1 Juventus

Português


15h00 Nacional da Madeira 2x2 Marítimo
18h15 Benfica 1x0 Sporting

Alemão


12h30 Augsburg 2x0 Wolfsburg
12h30 Borussia Dortmund 2x0 Schalke 04
12h30 Hertha 3x3 Bayer Leverkusen
12h30 Hoffenheim 1x1 Freiburg
12h30 Nuremberg 1x0 Kaiserslautern
15h30 Hannover 1x1 Hamburgo

Inglês


10h45 Stoke City 3x1 Blackburn Rovers
13h00 Bolton 0x2 Everton
13h00 Chelsea 3x0 Wolverhampton
13h00 Manchester United 1x1 Newcastle United
13h00 Norwich 2x1 QPR
13h00 Sunderland 1x1 Wigan
13h00 West Bromwich Albion 1x3 Tottenham
15h30 Arsenal 1x1 Fulham

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Brasileiro Série B

20h30 Grêmio Barueri 2x1 Salgueiro

Argentino - Apertura

20h10 Tigre 3x0 Atlético Rafaela

Português

18h15 Acadêmica 0x1 Beira-Mar

Italiano

17h45 Udinese 2x0 Roma

Alemão

17h30 Colônia 0x3 Borussia Mgladbach

Lembrando um dos jogos mais bizarros da história da NFL

O kicker, Pete Stoyanovich, comemora uma vitória improvável em 1993
O kicker, Pete Stoyanovich, comemora uma vitória improvável em 1993



25 de novembro de 1993. Acordei aquele dia já imaginando o que iria acontecer. Eu ia comer o melhor peru e stuffing da história do Thanksgiving e depois assistir Emmit Smith, Troy Aikman e Michael Irvin fazerem a festa no meio da defesa do Miami Dolphins. Sem Dan Marino e contando com o seu quarto QB da temporada, Steve DeBerg, a chance do Miami vencer em Dallas era pequena.

A transmissão da NBC começa e fico em choque: o campo do Texas Stadium está completamente coberto de neve. Eba! amo jogos de na neve, mas isso é muito incomum em Dallas. Eu estava esperando um dia ensolarado e 22 graus. Nenhum dos times tinha o costume de jogar no frio. Num dia de 10 graus em Miami tem gente usando luvas e jaquetas pesadas, por exemplo. A cidade de Arlington Irving (local onde ficava o estádio) é uma das mais quentes dos Estados Unidos. Eu sabia que algo bizarro poderia acontecer.

Uma coisa eu te falo, não há nada como o Dia de Ação de Graças lá nos Estados Unidos. Família reunida e dois jogos (agora são três) de futebol americano: esse é o segundo feriado mais importante do calendário americano, ficando só atrás do Natal. Eu adorava aquilo, e estava super ansioso para essa grande batalha. Os dois times estavam muito bem na temporada e, mesmo sem Dan Marino, acreditava que Miami tinha chances de ganhar.

O jogo começa e acho que nem a patinadora, Nancy Kerrigan, ia conseguir manter o equilibro naquele gelo. Jogadores não conseguem ficar em pé e Emmit Smith não engrena. Parece que tá tudo acontecendo em câmera lenta. Tá difícil prós dois times, e o jogo é truncado. São mais de 59 minutos de pouquíssimas jogadas emocionantes até chegarmos num final histórico.

Faltam perto de 10 segundos e os Dolphins, perdendo por 14 a 13, se posicionam para um field goal de 40 jardas. Levando em consideração que ninguém conseguia ficar em pé naquele gelo, parecia mais um chute de 60 jardas do que qualquer outra coisa.

Antes da partida, o treinador dos times "especiais" (grupo de jogadores que entra somente em situação de chutes) sugeriu algo curioso ao técnico dos Cowboys, Jimmy Jonhson. "Que tal colocarmos Leon Lett em situações de field goal? Ele é alto e forte e quem sabe pode bloquear um chute." Jimmy concordou, mesmo sem Leon ter tido qualquer experiência nessa situação.  O que aconteceu logo em seguida foi simplesmente bizarro. Uma montanha russa de emoções para ambas equipes. Jogadores dos Cowboys se abraçavam, torcedores pulavam de alegria e Don Shula (treinador dos Dolphins) lamentava a derrota…pelo menos até Leon Lett aparecer. Pra você que ainda não viu, não quero estragar a surpresa. Clica no video e assista!




A defesa não pode encostar na bola depois de um field goal, se não é bola viva!! Que vacilo incrível. Um jogo que vai para história, sem dúvida.

Agora as equipes se encontram de novo. A "rivalidade do Thanksgiving" terá mais um capítulo. Os Dolphins precisam vencer esse e os outros cinco jogos da temporada para terem chances de playoffs. O curioso é que depois daquela vitória em 93, eles perderam os cinco jogos restantes e ficaram fora dos playoffs. Como que a derrota afetou os Cowboys? O time venceu as últimas 5 partidas da temporada e ganhou o Super Bowl. Uma vitória hoje colocaria os Cowboys numa boa posição, 7 -4.

Uma coisa é certa: Leon Lett estará no estádio. Afinal, é um dos treinadores dos Cowboys. Será que dessa vez ele traz um pouco de sorte? O torcedor dos Cowboys espera que sim.

Palpites dos Jogos do Thanksgiving

Packers 37, Lions 31

Dolphins 20, Cowboys 17

Ravens 20, 49ers 12


O que acham??

RJ torra milhões no Maracanã para entregar à iniciativa privada. Absurdo

O Maracanã está em reformas. Pelo menos algo perto de R$ 900 milhões serão torrados em mais uma remodelação do estádio que viveu várias outras transformações nos últimos anos, a mais recente para os Jogos Pan-americanos de 2007. E como a Secretária de Turismo, Esporte e Lazer do Rio de Janeiro, Márcia Lins, já adiantava em setembro do ano passado neste blog, ele será mesmo entregue a um dono. Sim, o estádio passará por um processo de privatização depois de centenas de milhões de reais oriundos dos impostos serem ali enterrados.

Claro, óbvio, evidente, que o mais razoável seria termos dinheiro privado bancando a reforma, ou pelo menos a maior parte dela. O que estão fazendo com a grana do contribuinte? Praticamente reconstruindo algo caro e grandioso para, depois, deixar alguém explorar e lucrar com a obra paga pela verba pública. Em evento promovido pelos jornais O Globo e Extra, Márcia Lins afirmou: "A concessão será feita até meados do ano que vem, antes mesmo da Copa das Confederações".

As obras, diz a secretária, terminarão em fevereiro de 2013, e vão custar R$ 860 milhões. E mais: antes mesmo de ser entregue para os jogos de futebol, o (ex)Maracanã será cedido à iniciativa privada, que não põe um centavo sequer desse quase meio bilhão de dólares do nosso dinheiro e que sustentam as transformações exigidas pela "Dona" Fifa. "A concessão será feita até meados do ano que vem, antes mesmo da Copa das Confederações", disse ela.

Os argumentos da secretária são frágeis como um castelo de areia. No ano passado, ela tentou justificar a curiosa estratégia, pagar a reforma para depois entregar a terceiros, a particulares — clique aqui e veja o vídeo da entrevista feita em setembro de 2010. Agora ela insiste que "apesar do investimento alto no início, ganharemos depois com a economia na manutenção. Acreditamos que ele terá sua receita quadriplicada no futuro".

Sim, ela acredita. Eu não, e você? Será que a palavra da secretária é o bastante? Por onde andam as provas concretas, reais, verossímeis, de que esse dinheiro virá? É assim que se deve administrar o dinheiro público? Por que não foi feita uma verdadeira parceria-público-privada, com os interessados bancando a obra ou parte significativa da mesma para depois terem o direito de explorar o estádio?

Sequer é original o argumento de que o Estado economizará ao entregar a um novo dono o Maracanã estuprado pelas exigência de Sepp Blater e seus Blue Caps. Querem dar ao antigo templo do futebol o mesmo destino do Engenhão, que consumiu perto de R$ 380 milhões antes do Pan 2007 e foi parar nas mãos do Botafogo por R$ 36 mil mensais. Se fossem prestações fixas e sem juros, em 88 anos (em 2095) o clube devolveria o valor investido na construção. A concessão vai até 2028.

Sim, claro, o Estado também dirá que ao entregar o estádio nas mãos da iniciativa privada irá economizar com a manutenção, que deixará de ser de sua responsabilidade. Foi o mesmo argumento utilizado pelo ex-prefeito César Maia ao repassar o Engenhão ao Botafogo. Em 14 de novembro de 2008, questionado a respeito por este blog, Maia respondeu por e-mail: "O que a prefeitura recebe não é o aluguel, mas o custo que deixa de pagar".

Pena que no Brasil os governantes não tenham que justificar como autorizam uma obra cara com dinheiro dos contribuintes e depois não sabem o que fazer com ela. E para se livrar do prejuízo, entregam ao primeiro que aparece, como se os milhões ali investidos não pertencessem a ninguém, ou seja, não fosse dinheiro que deveria melhorar as condições de vida da sociedade.

Hoje o Botafogo lucra com o Engenhão, em parte em função da interdição do Maracanã, mas lucra. Serão cerca de R$ 7,5 milhões no ano até o final de 2011. Claro que alguém lucrará com o estádio da Copa. Eu e você apenas pagamos a conta. E ainda querem aplausos por isso? Mais eleições virão. Quando votar, pense a respeito.


Márcia Lins: secretária demonstra otimismo. E você, está animado?
Márcia Lins: secretária demonstra otimismo. E você, está animado?

Neymar derruba até Rogério Ceni na preferência de são-paulinos

Disputado a peso de ouro pelo mercado publicitário, Neymar fechou mais um acordo. O banco espanhol Santander deu um chapéu no Banco do Brasil e terá o atacante como garoto-propaganda até a Copa do Mundo de 2014.

Nem a instituição financeira nem o pai do jogador revelaram os valores. Sabe-se apenas que, se fechar mais dois contratos, Neymar deverá atingir ganhos mensais de R$ 3 milhões.

Neymar virou o queridinho dos anunciantes porque conseguiu o que parecia impossível até para o super-herói Tom Cruise, o rei das missões impossíveis: ser apontado por são-paulinos, corintianos e palmeirenses como jogador em atividade que preferem.

De acordo com recente pesquisa da ‘Sport/Markt’, que ouviu 8.235 pessoas em todo o país, ele superou ídolos como Rogério Ceni, Liedson e Marcos.

Entre os tricolores, Neymar estufou a rede de Rogério Ceni com 25,2% das preferências – o cartola, capitão, artilheiro e goleiro obteve 19,4%.

No ‘bando de loucos’, o santista conquistou 29% dos votos, contra 9,3% de Liedson. Já no ninho dos periquitos em revista, o placar indicou Neymar 25,5% x 9,2% ‘são’ Marcos.

A enquete ouviu 12 torcidas. Nas demais, Neymar perdeu somente entre rubro-negros (Ronaldinho, 59,4% a 15,7%), gremistas (Ronaldinho, 30,1% a 18,%) e colorados (Leandro Damião, 38,3% a 16,5%). Uma goleada do garoto: 9 a 3.
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Bicada do Galo. Eterno xodó da nação rubro-negra, Zico discorda das críticas ao ‘pofexô’ Vanderlei Luxemburgo, que dará nota 10 a seu ‘pojeto’ se o Flamengo conquistar uma vaga na Libertadores. O Galinho de Quintino mergulha no túnel do tempo e lembra que as coisas eram muito piores quando defendia o manto sagrado. A equipe era bem mais vibrante, dava um bico no pragmatismo e queria porque queria o título, lutava até a última bordoada pelo caneco, contou ao ‘Extra’. Prêmio de consolação, só em quermesse.

Sugismundo Freud. Às vezes, quem sabe fica calado, e quem não sabe, fala pelos cotovelos.

Garfo e faca. O esporte bretão nacional é mesmo uma inesgotável fábrica de bijuterias. Novo presidente do São Bento, Fernando Martins Costa Neto revelou uma fórmula que acredita ser imbatível para o sucesso do time na gloriosa terceirona paulista. Ele apresentará os jogadores em um lauto jantar, com um fantástico intuito: ter ‘fome de bola’ para subir na vida. Olha o passarinho!

Tiro curto. Pizza Dedé no forno: Vasco (45%), grupo de investidores (45%) e Ability (10%).

Boca de urna. Se o delegado Mário Gobbi, candidato da situação ganhar as eleições, Tite deverá continuar no comando da nau corintiana. Se Osmar Stábile ou Paulo Garcia faturar o trono, tchau e bênção. ‘Muriçoca’ Ramalho e o ‘pofexô’ Vanderlei Luxemburgo são os preferidos. Mas se a Fiel soltar o grito de campeão...

Twitface. Maldade de um periquito linguarudo após a faxina do presidente Arnaldo Tirone, o Pituca, no departamento profissional: muita gente deve estar feliz porque acabou a proibição de ver jogador tomando banho no vestiário.

Muy amigo. O empresário de Leandro Damião, Vinícius Prates, está com mais prestígio no Beira-Rio do que Carlos Lupi no Ministério do Trabalho. Ele aproveitou uma viagem à Europa para leiloar o atleta. Primeiro, visitou a Inter de Milão. Depois, o Barcelona, com direito a uma foto no Twitter ao lado do presidente Sandro Rosell, mais um recadinho: reunião produtiva. Felizes da vida, os colorados perguntaram: cadê os 50 milhões de euros?

Zapping. ‘Antes só do que mal casado’, a película que substituiu a bola na quarta, rendeu 24 pontos no ibope global da Grande Pauliceia das pontes condenadas, dois a menos que Ceará x Corinthians, uma semana atrás. A Band apostou em Vasco x Universidad de Chile e cravou sete pontos.

Gilete press. De Ancelmo Gois, no ‘Globo’: “Há um ‘namoro’ em curso entre Andrés Sanchez, presidente do Corinthians, e Patrícia Amorim, comandante do Flamengo. A ideia é ‘vender’ os dois clubes juntos no mercado. Andrés e Patrícia almoçaram estes dias. Na mente de ambos está a certeza de que, unidas, as duas torcidas superam as de todos os clubes espanhóis juntos.” Rubro-negros e fiéis: 60 milhões de coirmãos.

Tititi d’Aline. Alguns hotéis festejam a conquista antecipada do título pelo piloto Sebastian Vettel: nem 50% dos apartamentos serão requisitados pela turma da rebimboca da parafuseta para o fim de semana do circo em Interlagos.

Você sabia que... o russo Roman Abramovich, dono do Chelsea, já torrou R$ 200 milhões em demissões de treinadores?

Bola de ouro. Internacional. Uma lição de cidadania: com o projeto África do Sul, leva material esportivo e medicamentos a crianças carentes.

Bola de latão. São Januário. Não satisfeito por ter informado recentemente que o Avaí havia vencido o Corinthians, no Pacaembu, o placar sapecou mais uma pérola: Vasco x ‘Univercidade’.

Bola de lixo. Ministério das Cidades. Aprovou uma fraude e elevou em módicos R$ 700 milhões um projeto da Copa-2014 em Cuiabá.

Bola sete. “E se Rubinho Barrichello fizesse como Adriano, ou seja, só corresse os últimos 20 minutos do GP de Interlagos? Não custa nada tentar, né?” (de Tutty Vasques, no ‘Estadão’ – desce o pano e pisa no acelerador).

Dúvida pertinente. Neymar, Dedé e Liedson: quem merece o prêmio de bambambã do Brasileirão?

Receber ou não os torcedores profissionais, na vitória ou na derrota

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Andrés Sanchez tem uma relação muito íntima, às vezes promíscua, com torcedores uniformizados. Quando abre os portões do Centro de Treinamento do Corinthians para a entrada de torcedores, costuma fazer uma pergunta boa: "Se nos períodos de vitórias, muita gente acha bonito ver a torcida na arquibancada, nos treinos, por que eles não podem entrar para protestar pacificamente nos momentos de derrotas?"

A resposta é simples: porque nas vitórias, os torcedores incentivam, nas derrotas a pressão aumenta a tensão e tira a concentração dos treinos. E campo de treino é local de trabalhar em paz.

Mas a pergunta é boa mesmo.

Na tarde de quarta-feira, um grupo de torcedores do Flamengo visitou o Centro de Treinamento do Ninho do Urubu, em Vargem Grande.
A versão da diretoria do Flamengo não é a de que os torcedores entraram. O diretor de futebol Luís Augusto Veloso diz que sabia que os torcedores pretendiam visitar o Ninho do Urubu desde segunda-feira. Avisou que não deveriam ir, porque não conseguiriam conversar com os jogadores.

Conseguiram conversar com Alex Silva.
Segundo Luís Augusto Veloso, porque Alex Silva quis. A versão do dirigente dá conta de que os torcedores chegaram ao portão do Ninho do Urubu, foram recebidos por ele e levados a um canto, a dez metros, onde ouviram que não conversariam com jogadores e comissão técncia. Nesse momento, Alex Silva apareceu e disse aos torcedores:

"Vim aqui porque sou homem e sei que vocês estão chateados comigo pelas declarações do Serra Dourada. Eu já admiti que errei. Estamos jogando mal, mas não por falta de vontade."

O diálogo se estendeu entre o zagueiro e os torcedores, que ficaram por mais quinze minutos. Conversaram apenas com Alex Silva.

Esse tipo de conversa pode existir?
Me parece que sim. Se o treino for conduzido com tranquilidade, sem pressão, pode.
No Ninho do Urubu, não houve confusão nem violência. 

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Eliminatórias da Oceania

23h00 Samoa Americana 1x1 Ilhas Cook

Copa Sul-Americana

22h15 LDU 2x0 Vélez Sarsfield

VÍDEO: Confusão com patrocinadores coloca em dúvida permanência de Ronaldinho Gaúcho no Fla

Após um longo processo na escolha de quem seria o patrocinador master do time carioca, a empresa
9ine, de Ronaldo, foi a escolhida para negociar. A decisão causou o desconforto de Assis, empresário e irmão de Ronaldinho Gaúcho, que, agora, irá decidir se o jogador permanece ou não no elenco rubro negro.



Clique no player e assista ao vídeo!

Prévia dos jogos desta quinta na NFL

Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos é sinônimo de duas coisas: peru e futebol americano. E o fã de esportes dos canais ESPN vai assistir nesta quinta-feira a uma rodada tripla da bola oval, a partir das 15h30 (horário de Brasília). Aos jogos e palpites:

DETROIT LIONS (7-3) X GREEN BAY PACKERS (10-0) – ESPN/ESPNHD ao vivo às 15h30 – os Lions sempre jogam no Thanksgiving, uma tradição que vem dos anos 60, a exemplo do que acontece com o Dallas Cowboys. Mas, nas últimas temporadas, isso não atraía muito a atenção dos fãs da bola oval, uma vez que Detroit ia mal das pernas – somando os últimos três anos, a campanha dos Lions até o Dia de Ação de graças acumulou quatro vitórias e 27 derrotas. Desta vez é diferente, o time tem campanha de 7-3 e briga forte por uma vaga nos playoffs. O adversário da vez é o Green Bay Packers, único time ainda invicto na temporada de 2011 e defendendo uma sequência de 16 vitórias seguidas contando os playoffs do ano passado. Os Packers estão com problemas na defesa, que cedeu 455 jardas na vitória sobre Tampa Bay, e também no ataque – o RB James Starks deixou a partida no último quarto com uma contusão no joelho. Será um grande teste para o QB Aaron Rodgers, que encara a quinta melhor defesa da NFL protegendo contra o passe e que já sacou os QBs adversários 27 vezes em dez partidas. Detroit é o time da virada, já tendo vencido três partidas no ano em que chegou a estar perdendo por pelo menos 17 pontos – a última vítima foi o Carolina Panthers, que liderava por 24-7 no segundo quarto em jogo que terminou 49-35 para os Lions. Matthew Stafford, que sofreu 4INT na derrota para Chicago na rodada anterior, se recuperou com uma performance de 5TDs diante dos Panthers. Ele enfrenta a segunda pior defesa aérea da NFL e algo me diz que a invencibilidade dos atuais campeões do Super Bowl vai para o espaço hoje. Palpite: LIONS

DALLAS COWBOYS (6-4) X MIAMI DOLPHINS (3-7) – ESPN/ESPNHD ao vivo às 19h15 –
dois times em grande fase, ambos buscando a quarta vitória consecutiva no campeonato. Os Cowboys marcaram 94 pontos nos últimos três jogos e sofreram apenas 44, enquanto a defesa forçou nove turnovers no período. Miami começou a temporada com 0-7, mas está ressurgindo com o comando de Matt Moore e com o crescimento do RB Reggie Bush. Do começo do mês para cá, a defesa dos Dolphins tem sido a melhor da liga – são 12 quartos seguidos sem ceder um TD aos ataques adversários. Os texanos têm vários problemas de contusão – as mais importantes são do WR Miles Austin e do CB Mike Jenkins, ambos com problemas musculares. Promessa de um jogaço. Palpite: DOLPHINS

BALTIMORE RAVENS (7-3) X SAN FRANCISCO 49ERS (9-1) – ESPN/ESPNHD ao vivo às 23h –
jogo mais aguardado da rodada, pelo duelo entre os técnicos John e Jim Harbaugh, irmãos que comandam as duas equipes. Será a primeira vez na história da NFL que times dirigidos por dois irmãos vão se enfrentar. Os Niners, de Jim, já podem garantir o título da fraca divisão Oeste da Conferência Nacional se vencerem esta noite e o Seattle Seahawks perder para o Washington Redskins no domingo. O QB Alex Smith vai ter seu teste mais difícil até aqui, encarando a quarta melhor defesa da liga, que estará desfalcada do LB Ray Lewis. Semana passada, o ataque dos Bengals conseguiu 483 jardas diante de Baltimore, que ainda permitiu 2TDs terrestres. Do outro lado da bola, uma das apostas do ataque dos Ravens é o RB Ray Rice, que correu para 104 jardas e 2TDs na última partida. Ele encara uma defesa que não cede 100 jardas a um RB adversário há 35 partidas, desde novembro de 2009. Olho também no calouro WR Torey Smith, que acumulou 165 jardas aéreas diante de Cincinnati. Palpite: NINERS

Sem definição sobre futuro, Marcos está triste com Palmeiras

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Com o contrato prestes a se encerrar em dezembro, Marcos ainda não recebeu nenhum sinal do Palmeiras. Não sabe se renova para mais um ano como goleiro, mesmo um reserva de luxo, se começa uma carreira como preparador de goleiros, sugestão de Valdir de Moraes, se terá um cargo no clube ou simplesmente encerra a carreira.

A aposentadoria é o plano de Marcos, mas ele imaginava que receberia um sinal do clube sobre o que pode acontecer em seu futuro. Não houve nada.

Verdade que o clube prepara uma série de homenagens. Dois livros estão sendo preparados, um filme dirigido por Mauro Beting e há a sugestão de criação de um busto do goleiro depois da inauguração do novo estádio Palestra Itália.

O que Marcos quer, no entanto, é um sinal do clube se quer ou não continuar contando com ele, em qualquer função. Marcos está triste. Julga que o Palmeiras o esqueceu.

O goleiro é jogador profissional do Palmeiras desde 1992. Os 19 anos de serviços prestados fazem dele o atleta de futebol que mais tempo passou no clube. Ademir da Guia jogou por 16 anos. Em número de anos, Marcos é insuperável.

Na manhã desta quinta-feira, o presidente Arnaldo Tirone afirmou ter conversado com o goleiro nesta semana. Mas não tratou do futuro de Marcos. "Acho que o ciclo dele pode ter se encerrado como goleiro", disse. "Mas precisamos conversar mesmo sobre as homenagens que o Palmeiras está preparando e sobre seu futuro", disse o dirigente.

CBF divulga lista dos melhores do Campeonato Brasileiro

RIO - A CBF anunciou na manhã desta quinta-feira a relação dos candidatos a craque do Brasileirão e os três indicados em cada uma das onze posições no campo. O prêmio será anunciado no dia 5 de dezembro, no auditório Ibirapuera, em São Paulo, na festa de encerramento do Campeonato Brasileiro. A competição termina na véspeera, dia 4, quando o líder Corinthians enfrentará o Palmeiras e os times cariocas terão também clássicos regionais: Vasco x Flamengo e Botafogo x Fluminense.
O Vasco foi o clube com mais indicações. Cinco jogadores (Fernando Prass, Fágner, Dedé, Rômulo e Diego Souza), mais a dupla Ricardo Gomes - Cristóvão Borges concorrendo a melhor técnico. O zagueiro Dedé disputa também como Craque da Galera, eleição na internet, contra Neymar (Santos) e Liédson (Corinthians). O Botafogo também teve cinco jogadores indicados (Jefferson, Antônio Carlos, Cortês, Renato e Loco Abreu). O Corinthians recebeu quatro indicações: três jogadores e o técnico Tite.

Confira a relação dos indicados por posição:

GOLEIRO
Fernando Prass (Vasco)
Jefferson (Botafogo)
Júlio César (Corinthians)
LATERAL-DIREITO
Bruno (Figueirense)
Fágner (Vasco)
Mariano (Fluminense)
ZAGUEIRO DIREITO
Antônio Carlos (Botafogo)
Dedé (Vasco)
Rodholfo (São Paulo)
ZAGUEIRO ESQUERDO
Emerson (Coritba)
Leandro Castan (Corinthians)
Réver (Atlético-MG)
LATERAL-ESQUERDO
Bruno Cortês (Botafogo)
Juninho (Figueirense)
Kléber (Internacional)
VOLANTE DIREITO
Arouca (Santos)
Ralf (Corinthians)
Rômulo (Vasco)
VOLANTE
Marcos Assunção (Palmeiras)
Paulinho (Corinthians)
Renato (Botafogo)
MEIA DIREITA
Deco (Fluminense)
Diego Souza (Vasco)
Lucas (São Paulo)
MEIA ESQUERDA
Montillo (Cruzeiro)
Ronaldinho (Flamengo)
Thiago Neves (Flamengo)
ATACANTE 1
Júlio César (Figueirense)
Leandro Damião (Internacional)
Neymar (Santos)
ATACANTE 2
Borges (Santos)
Fred (Fluminense)
Loco Abreu (Botafogo)
TÉCNICO
Jorginho (Figueirense)
Ricardo Gomes / Cristóvão Borges (Vasco)
Tite (Corinthians)
ÁRBITRO
Leandro Vuaden
Paulo César Oliveira
Sandro Meira Ricci
REVELAÇÃO
Bruno Cortês (Botafogo)
Leandro Damião (Internacional)
Wellington Nem (Figueirense)
CRAQUE DA GALERA
Dedé (Vasco)
Liédson (Corinthians)
Neymar (Santos)

Agonia do tricolor de coração

RIO - A imagem do eletrocardiograma com palavra "guerreiros" virou homenagem ao Fluminense em forma de mosaico este ano na Libertadores. As peças realmente se encaixam e formam o quebra-cabeças tricolor: quando a pressão aumenta, o time se recusa a perder e quase mata o torcedor do coração. A característica dos últimos anos também é sintoma do desgaste físico no presente. Mas de onde vem a força para fazer o impossível parecer viável nos últimos 45 minutos de jogo?
Grêmio e Figueirense. Dois jogos diferentes e um mesmo tempo. Exemplos recentes da síndrome da etapa final, presente nas eletrizantes partidas contra Santos, Atlético-GO... Nos 45 minutos finais das duas últimas rodadas, o Fluminense fez oito gols, venceu seus jogos, seguiu na briga pelo título e assustou quem assistiu aos primeiros tempos medíocres. A explicação de Marquinho: perto do fim, o campeonato cobra o preço do começo irregular e da obrigação de arrancar mais uma vez em direção a outra temporada histórica.
— Se você perguntar aos 11 titulares, todos vão confirmar que estão cheios de dores. Um está jogando com contratura, outro com alguma outra coisa... Tem sempre alguém sentindo e talvez seja por isto. Mas não estamos nos poupando no primeiro tempo. Jamais! O que tem acontecido no segundo tempo é que, quando olhamos para os lados, e sabemos que o cara ali está com dor, mas se doando, a gente sente que tem que fazer algo mais — disse Marquinho.
Wagner por quatro anos
A cautela entra em campo como regra para um jogo de estratégia. Com o desprezo pelo empate, o Fluminense tem o mesmo número de vitórias do líder Corinthians. E a mesma quantidade de derrotas do Bahia, na luta para evitar a zona do rebaixamento. Sem equilíbrio na tabela, o time procura dosar um extremo e outro nas quatro linhas. Mas quando todos os lances acabam no vazio, o desespero se transforma no combustível e a bola vai entrar de algum jeito.
— Não dá para se jogar ao ataque e depois sofrer as consequências. Tentamos jogar com inteligência. Às vezes, corro mais com a bola do que devo. O Abel conseguiu organizar minhas ideias, me deu um pouco mais de liberdade. No começo, ficamos meio atabalhoados e a ansiedade atrapalha. Dentro do jogo, acontecia de darmos uma parada. Começamos a prestar mais atenção — definiu Marquinho.
A torcida entendeu o recado vindo do campo e já reproduz na arquibancada o lema do "Tem que haver sofrimento". Abel Braga disse outro dia, após vencer o Grêmio, que quase morreu do coração. Na iminência de disputar a segunda Copa Libertadores seguida, fato inédito em 109 anos de existência, o Fluminense reafirma a vocação de deixar o melhor para o fim.
— Em 2009, a gente tinha 99% de ser rebaixado. Agora, conseguimos reverter a menor probabilidade de conquistar o título. Gostamos de estar sempre correndo contra — afirmou Diguinho.
Para seguir contra a maré, os jogadores do Fluminense entraram na onda de conduzir embarcações de pequeno porte e foram aprovados ontem pela Capitania dos Portos, que irá conceder a carteira de arrais amador a Deco, Rafael Moura, Edinho, Marquinho e Rafael Sóbis. Capitão do time sem precisar fazer prova, Fred estava entre eles e tem a missão de comandar a busca da vitória contra a nau vascaína. Cercado de amigos, ele trouxe mais um: Wagner, meia de 26 anos, ex-Cruzeiro, que deverá assinar por quatro anos e já fechou acordo de imagem com patrocinador. Para o clássico, Edinho, com entorse no tornozelo esquerdo, é dúvida. Certeza é que chegou a hora de vencer um clássico regional. O primeiro em um ano. Nem que seja nos minutos finais.

Loco age como técnico dentro de campo e sacode o Botafogo

Loco Abreu orienta os companheiros durante o treino do Botafogo Ivo Gonzalez
RIO - O atacante Loco Abreu rechaçou, logo após a demissão de Caio Júnior, qualquer possibilidade de dirigir o time do Botafogo nos três últimos jogos do Brasileiro. Mas, na prática, ele está atuando como um espécie de auxiliar de Flávio Tenius, o treinador de goleiros que foi alçado temporariamente a técnico da equipe.
Na qaurta-feira, no desanimado treino realizado no campo anexo do Engenhão, a única voz que se ouviu foi a do uruguaio. De visual novo — cortou o cabelo pouco abaixo das orelhas— Loco Abreu orientou os companheiros, deu bronca, elogiou e pediu aplicação. E o mais importante: treinou com enorme entusiasmo, como se quisesse mostrar aos demais que se ainda há esperança é preciso acreditar até o fim.
Flávio Tenius dividiu os jogadores em quatro times de sete. O treino foi realizado em campo reduzido, e cada um só podia dar dois toques na bola. Loco Abreu ficou no time verde, com Fábio Ferreira, Elkeson, Diogo, Somália, Bruno Thiago e Alessandro. No gol, Andrei, do time de juniores.
O uruguaio atuou como jogador e técnico de sua equipe do início ao fim do treinamento. Deu atenção especial ao jovem arqueiro, com quem chegou a conversar em separado em determinado momento:
— Você tem que falar mais. Nunca vi goleiro mudo.
Renato ainda acredita
Como um pai, as cobranças vinham acompanhadas de afagos. Andrei, que ouvia a tudo com muita atenção, fez grande defesa em chute frontal de Alex. O elogio foi quase simultâneo:
— Boa garoto. É isso aí.
Loco Abreu também orientou Somália, Fábio Ferreira e Elkeson. Mas foi depois de ver o uruguaio comemorando um gol no treino que o técnico interino abriu um sorriso.
— O Loco tem influência sobre os jogadores. Seu treino foi ótimo. É esse o espírito que precisamos manter até o fim. Nós podemos voltar à zona da Libertadores já na próxima rodada, dependendo de uma combinação de resultados. Mas temos que fazer nossa parte — afirmou Flávio.
Quem também está tentando ajudar com sua experiência é Renato. Ele lembrou que apesar de o Botafogo só ter vencido dois dos últimos dez jogos, o time continua com chances de disputar a Libertadores do ano que vem:
— Ninguém vai desistir antes do tempo. Temos que fazer o nosso. Se vencermos o Atlético-MG, domingo, vamos para a última rodada ainda com chances. Precisamos ganhar os seis pontos e só depois ver se deu ou não.

Vasco: Felipe pode ficar fora do clássico com o Fluminense

Felipe estirado no gramado. Meia é dúvida para o clássico contra o Fluminense Foto: Alexandre Cassiano / O Globo
Felipe estirado no gramado. Meia é dúvida para o clássico contra o Fluminense Alexandre Cassiano / O Globo
RIO - Aos 15 minutos do segundo tempo da partida contra o Universidad de Chile, nesta quarta-feira, em São Januário, o Vasco viveu um momento decisivo. Dentro do jogo e talvez para as rodadas finais do Brasileiro. Ao chutar a bola, o meia Felipe sentiu dores no músculo adutor da coxa, deixou o campo de maca e, com ele, foram-se o domínio do time sobre os chilenos e o fôlego vascaíno, que empatou em 1 a 1 . Sua saída de campo na maca também pode significar a ausência do camisa seis contra o Fluminense, domingo, no Engenhão.
Considerado o maestro do meio-campo vascaíno, Felipe tem sido um dos melhores jogadores do time nos últimos jogos da equipe, como contra Palmeiras e Avaí. Nesta quinta-feira, o meia será reavaliado na reapresentação dos jogadores em São Januário. Mas já pode ser apontado como dúvida para o clássico. Além dele, Élton e Allan saíram com dores.
- Temos escolhido a equipe jogo a jogo, amanhã (nesta quinta) tem avaliação médica para ver como estão os jogadores que saíram com alguma dor. Felipe sentiu dor no adutor naquele chute - disse o técnico Cristóvão Borges.
A importância do meia para o time pode ser medida nas palavras do treinador. Cristóvão admite que o rendimento do Vasco caiu e o time acabou cedendo o empate aos chilenos por causa da saída de Felipe.
- Fizemos um grande primeiro tempo, conseguimos neutralizar muito do que o Universidad de Chile tem de melhor e conseguimos jogar bem no que temos de melhor. No segundo tempo tivemos dificuldades justamente por causa da perda de posse de bola pela saída do Felipe que faz isso muito bem. Felipe e Juninho conseguem administrar o ritmo do jogo e sem ele não conseguimos no segundo tempo - explicou o treinador.
A saída de Felipe expôs outro problema do time. Após 72 partidas na temporada, a equipe deu sinal de desgaste. Confirmado por todos os jogadores. A cinco jogos do fim da temporada - se chegar à decisão da Sul-Americana -, o Vasco terá de retomar o gás para brigar pelos dois títulos.
- Nós continuamos vivos. Mesmo sabendo que foi um jogo difícil, a equipe mostrou muito talento e qualidade . Acredito no nosso potencial que podemos fazer o resultado fora de casa e conseguir a classificação. É muito difícil manter o ritmo os 90 minutos. E hoje não tivemos peça importante que é o Diego Souza, e seria mais uma opção. Mas temos que ressaltar que a equipe do Universidad é muito boa - disse Juninho.
Para se classificar à final da Sul-Americana, o Vasco precisa vencer por qualquer placar ou empatar em dois ou mais gols. Se repetir o 1 a 1, a vaga será decidida nos pênaltis. Invicto há 29 partidas, o Universidad de Chile perdeu apenas quatro jogos na temporada antes de iniciar a sequência vitoriosa. Todas as derrotas aconteceram em Santiago.

Torcedores vão ao Ninho do Urubu cobrar empenho do Fla

Membros de torcida organizada esperam para falar com jogadores do Flamengo no Ninho do Urubu
 Foto: Cezar Loureiro / O Globo
Membros de torcida organizada esperam para falar com jogadores do Flamengo no Ninho do Urubu Cezar Loureiro / O Globo
RIO - Não teve o clima de terror esperado na véspera, quando policiais militares reforçaram a segurança no Ninho do Urubu para evitar um possível protesto de torcedores que, felizmente, acabou não acontecendo (leia mais aqui). Mas integrantes de torcidas organizadas do Flamengo foram ao Centro de Treinamento em Vargem Grande nesta quarta-feira para tentar falar com os jogadores. Na verdade, foi um grupo pequeno, formado por sete pessoas. Eles queriam cobrar empenho do elenco rubro-negro nos dois últimos jogos do Campeonato Brasileiro (contra Internacional e Vasco) e alertar que a vaga para a Copa Libertadores não pode escapar.
Depois de mais de uma hora de espera, os torcedores foram recebidos por dirigentes do Flamengo e entraram com eles no CT por volta das 13h. Na comissão que os recebeu estavam Luiz Augusto Veloso, diretor de futebol; Henrique Brandão, vice-presidente de marketing; e Walter Oaquim, vice-presidente de relações externas. Os dirigentes haviam garantido aos repórteres - que não puderam acompanhar o “passeio” nem a conversa - que os torcedores não se encontrariam com os jogadores.
Mas quando soube da presença deles, o zagueiro Alex Silva fez questão de participar do encontro. Alex quis ir ao encontro deles para pedir desculpas em relação às declarações que deu após o jogo contra o Atlético-GO. Na ocasião, o zagueiro afirmou que “a torcida do Flamengo não tem que falar nada e tem que apoiar o time ao invés de ficar vaiando”.

Se não vai no amor, vai na dor. Queremos conversar com eles e saber o que está acontecendo

Após o encontro, que durou cerca de uma hora, Oaquim elogiou os torcedores:
- Foi tudo tranquilo. Eles vieram prestar apoio ao time. E o Flamengo se diferencia por isso. Por ter a torcida que tem. Teremos um total apoio no domingo para vencer o Inter.
O clima entre o time do Flamengo e a torcida anda azedo há algum tempo. Nos últimos seis jogos foi apenas uma vitória, sendo que há três partidas a equipe rubro-negra sequer dez gol. O astro principal, Ronaldinho Gaúcho, há dois meses não marca e tem sido tratado com vaias pelo pessoal das arquibancadas. As queixas da torcida acabaram gerando mais um desconforto quando o zagueiro Alex Silva reclamou desse comportamento. Ele chegou a dizer que o torcedor não deveria vaiar, e sim apoiar o time. Dois dias depois, pediu desculpas, mas manteve o discurso de que não há motivos para críticas e nem para pressão sobre uma equipe que ainda tem chances de se classificar para a Libertadores. O Flamengo está atualmente na sexta colocação do Brasileiro, sem chance de ser campeão e em situação difícil na briga pela vaga no torneio sul-americano.
- Se não vai no amor, vai na dor. Queremos conversar com eles (os jogadores) e saber o que está acontecendo. Alex Silva andou falando bastante. Ele não tem currículo para falar do Flamengo - declarou José Carlos Peruano, torcedor e conselheiro do clube, segundo a agência Lancepress, antes de ser recebido por dirigentes.

Fluminense contrata meia Wagner, ex-Cruzeiro

Wagner, na época ainda jogador do Cruzeiro: primeiro reforço do Flu para 2012 Foto: Divulgação
Wagner, na época ainda jogador do Cruzeiro: primeiro reforço do Flu para 2012 Divulgação
RIO - O Fluminense contratou o primeiro reforço para 2012. Wagner assina contrato na quinta-feira depois de ser aprovado nos exames médicos e ter acertado o contrato de imagem com o patrocinador nesta quarta-feira.
O meia, ex-Cruzeiro, assinou com o clube, que adquiriu seus direitos econômicos, por quatro temporadas. Com 26 anos, ele estava no Gaziantepspor, da Turquia, é amigo pessoal de Fred e se destacou na campanha do Cruzeiro na Libertadores de 2009.
Wagner é mais um caso de jogador disputado por Fluminense e Palmeiras em que o time paulista leva a pior. As outras duas ocasiões foram com Thiago Neves e, mais recente, o argentino Martinuccio. O ex-cruzeirense preferiu disputar a Libertadores pelo Flu no ano que vem. O tricolor carioca já está classificado para a competição mais importante da América do Sul. O Palmeiras deve ficar com vaga na Sul-Americana de 2012.

Ferrer atropela Djokovic e se garante nas semis em Londres

E o sérvio Novak Djokovic sofreu, nesta quarta-feira, a quinta derrota em 75 jogos na temporada. Méritos para o espanhol David Ferrer, que derrotou o número 1 do mundo por implacáveis 6-3 e 6-1, garantindo-se nas semifinais do ATP Finals de Londres, na primeira colocação do Grupo A.

Esta é a terceira participação do número 5 do mundo no torneio. Em 2007, Ferrer foi vice, perdendo a final para o suíço Roger Federer. Ano passado, o espanhol perdeu todas as três partidas da primeira fase (para Federer, Robin Soderling e Andy Murray).

Como primeiro do grupo, Ferrer terá de superar o compatriota Rafael Nadal ou o francês Jo-Wilfried Tsonga, que se enfrentam nesta quinta-feira, às 18h.

Nole, por sua vez, terá de derrotar o compatriota Janko Tipsarevic e torcer para que Ferrer passe por Tomas Berdych. Se Djokovic e o tcheco vencerem, a segunda vaga será decidida no saldo de sets e, se necessário, de games.


Marcelo Mattos muda e dá injeção de ânimo

Após desabafo, Marcelo Mattos recuperou a esperança de conquistar a vaga na Libertadores Foto: Ivo Gonzalez / Agência O Globo/Arquivo
Após desabafo, Marcelo Mattos recuperou a esperança de conquistar a vaga na Libertadores Ivo Gonzalez / Agência O Globo/Arquivo
Marcelo Mattos fez questão de tomar a iniciativa de falar com a imprensa após o treino do Botafogo. Tranquilo e com o ânimo revigorado, o volante disse que estava com a cabeça quente após ver o time ser derrotado por 2 a 1 para o Internacional, no Engenhão, e por isso afirmou que tudo estava perdido. Nesta terça-feira, o discurso era bem diferente.
— Vi que é possível a gente conseguir uma vaga na Libertadores, sim. O primeiro passo é passar pelo Atlético-MG no domingo. Pela situação deles, lutando contra o rebaixamento, vamos enfrentar um caldeirão. Mas se fizermos a nossa parte com personalidade a vaga na Libertadores fica mais próxima faltando apenas uma rodada para o final. Temos chance sim.
Na análise feita por Marcelo Mattos, o Botafogo fez uma boa mescla entre jogadores mais experientes e outros mais jovens e chegou a apresentar um futebol bonito e eficiente durante boa parte do Campeonato Brasileiro. Ele acha que é possível repetir a fórmula nos dois jogos finais.
— Com uma conversa séria, dedicação e todos empenhados em acertar, o time pode voltar a mostrar um bom futebol. Se a gente fizer um gol, a pressão no Atlético-MG será grande e podemos tirar proveito disso — afirmou Marcelo Mattos.
Galhardo: time está atento
Thiago Galhardo, um dos jogadores que não vinha sendo aproveitado pelo técnico Caio Júnior, ganhou uma oportunidade com Flávio Tenius e aposta em uma receita simples para o Botafogo reagir nos dois jogos que faltam para encerrar sua participação no Brasileiro contra Atlético-MG e Fluminense.
— O jeito é ir na garra e na vontade de vencer. Não tem muito o que fazer agora — disse Thiago Galhardo.
O jogador ficou 18 jogos sem atuar até ser lançado como titular na partida contra o Internacional. Ele reconhece que sentiu um pouco a falta de ritmo, mas que o incentivo dos companheiros e sua dedicação nos treinamentos foram importantes na hora de dar uma resposta em campo.
— Acho que respondi dentro do possível. Fiquei muito tempo fora e senti o ritmo. Tanto que cansei e fui substituído. Mas sei que ajudei e agora estou tranquilo e confiante. Valeu a pena treinar forte sem me entregar por não ser escalado — disse.
Na opinião do apoiador, o fato de o time estar passando por uma fase ruim exatamente na parte final da competição não tira a vontade dos jogadores de atingirem a meta estabelecida de conquistar uma vaga na disputa da Copa Libertadores em 2012.
— Eu não vi ninguém abatido. Pelo contrário acho que os jogadores estão atentos para acabar com a série de resulta$ruins. Temos a chance e sinto o time unido — assegurou Thiago Galhardo.
O lateral esquerdo Cortês, que sentiu dores musculares, foi examinado e liberado para treinar, assim como o lateral direito Lucas, recuperado de uma entorse no tornozelo direito. O caso de Maicosuel é mais complicado. Com uma entorse no tornozelo esquerdo, ele será avaliado durante a semana para saber se terá condição de jogo.


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Há 25 anos, tinha início a demolidora era Mike Tyson

No dia 22 de novembro de 1986, o boxeador norte-americano Mike Tyson nocauteou o compatriota Trevor Berbick no segundo assalto e se tornou, aos 20 anos, o campeão mundial mais jovem da história entre os pesos pesados. Clique na página e relembre os detalhes da luta.
A partir dessa luta, Mike Tyson revigorou o boxe na época e tornou-se um vencedor implacável, nocauteando adversários em lutas que duravam poucos minutos. Parecia tão indestrutível que ganhou a alcunha de Iron Man, o Homem de Ferro.
Tyson viveu momentos intensos de sucesso, mas também de fracassos, dentro e fora dos ringues. Perdeu lutas, envolveu-se em confusões e foi preso diversas vezes acusado de estupro e agressões.
Pesquisa e Texto: Rose Saconi
Tratamento de Imagens:
José Brito

Ferrer atropela Djokovic, se classifica e complica o sérvio no ATP Finals

Número 1 do mundo, Novak Djokovic esteve irreconhecível nesta quarta-feira, na segunda rodada do ATP Finals (torneio que reúne os oito melhores tenistas do ano em Londres), o sérvio foi atropelado e perdeu para o espanhol David Ferrer, número 5 do ranking, por 2 sets a 0, parciais de 6-3, 6-1.

O resultado classificou Ferrer no grupo A do ATP Finals. O espanhol enfrenta o tcheco Tomas Berdych e pode até perder que já está na semifinal do torneio. Já Djokovic decide sua vida contra o compatriota Janko Tipsarevic, que substitui o lesionado Andy Murray, na última rodada. O número 1 do mundo não depende de si para avançar.

Na tarde desta quarta-feira, Ferrer impôs seu jogo com longas trocas de bola e aproveitou um Djokovic que cometeu 33 erros não forçados na partida e aplicou apenas dez bolas vencedoras. Nas suas duas vitórias no ATP Finals, o espanhol venceu tenistas que tinham o favoritismo (Andy Murray e Novak Djokovic).

Esta foi a quinta vitória de David Ferrer contra Novak Djokovic no circuito da ATP. O sérvio venceu as outras seis vezes em que os dois se enfrentaram.

Djokovic perdeu para Ferrer e se complicou no ATP Finals
Djokovic perdeu para Ferrer e se complicou no ATP Finals
Crédito da imagem: Reuters

VÍDEO: Barcelona vence clássico contra o Milan e garante liderança do grupo

No duelo de gigantes entre Milan e Barcelona pela liderança do grupo H da Champions League, melhor para os espanhóis, que venceram por 3 a 2, fora de casa e levaramm o primeiro lugar com uma rodada de antecedência. Ibrahimovic e Boateng fizeram para os mandantes, e Van Bommel contra, Xavi e Messi, em pênalti polêmico, marcaram para os atuais campeões europeus.

O esperado reencontro de Ibrahimovic com Guardiola não aconteceu. O sueco não esconde sua mágoa com o técnico depois de ter deixado o Barça de forma traumática em 2009 e falou sobre Pep de forma provocativa antes da partida.

O time da casa, que no primeiro duelo com o Barça, na Catalunha, havia arrancado empate por 2 a 2 no final, para nos oito pontos e tem que se contentar com a segunda colocação do grupo H. Os visitantes garantem a primeira colocação e o direito de jogarem a segunda partida das oitavas de final dentro de casa.



Clique no player e assista aos gols da partida!
Milan e Barça entram em campo no dia 6 de dezembro para cumprir tabela. Os italianos vão à República Tcheca enfrentar o Viktoria Pilsen, enquanto os espanhóis recebem o Bate. Para Viktoria - quatro pontos - e Bate - dois - a rodada final vale a terceira colocação do grupo e a vaga na Europa League.

O jogo
Messi ditou o ritmo do Barcelona na partida. Aos 13 minutos do primeiro tempo, fez belo lançamento da entrada da área para Keita, que chutou cruzado. Antes que Xavi chegasse à bola, Van Bommel, ex-Barça, fez contra. A resposta milanista veio logo em seguida. Seedorf deu passe na medida para Ibrahimovic finalizar rápido, no canto esquerdo de Valdez.

Aos 31, lance polêmico: o árbitro alemão Wolfgang Stark viu pênalti de Aquilani em Xavi e Messi bateu duas vezes até marcar - na primeira, fez a agora proibida paradinha e levou cartão amarelo. Foi o primeiro gol do argentino contra um time da Itália depois de seis jogos.

O Milan voltou para a etapa final com Alexandre Pato no lugar de Robinho, que no primeiro tempo perdeu gol incrível na pequena área quando o jogo estava empatado em 0 a 0. Mas quem deixou tudo igual de novo para os italianos foi Boateng, em gol de placa. O ganês dominou bonito, passou por Abidal com drible de chaleira e chutou forte, rasteiro.

Aos 17 minutos, porém, Messi voltou a frustrar o time da casa com outro passe de gênio. Dessa vez quem ficou na cara do gol foi Xavi, que mandou para a rede do bico da área.

FICHA TÉCNICA
MILAN 2 X 3 BARCELONA

Local: Estádio San Siro, Milão, Itália
Data: 23/11/2011, às 17h45 (Brasília)
Árbitro: Wolfgang Stark (ALE)
Assistentes: Jan-Hendrik Salver e Mike Pickel (ambos ALE)
Cartões amarelos: Nesta, Zambrotta, Van Bommel e Aquilani (MIL) Puyol, Abidal, Mascherano e Messi (BAR)
Gols: BAR: Van Bommel, contra, aos 14 e Messi, aos 31min do 1° tempo e Xavi, aos 17min do 2° tempo
MIL: Ibrahimovic, aos 20 do 1º tempo e Boateng, aos 8min do 2° tempo

MILAN: Abbiati; Abate, Nesta (Bonera), Thiago Silva e Zambrotta; Aquilani, Van Bommel (Nocerino), Seedorf e Boateng; Ibrahimovic e Robinho (Pato)
Técnico: Massimiliano Allegri

BARCELONA: Valdés; Puyol, Mascherano, Busquets e Abidal; Keita, Xavi, Thiago (Alexis Sanchez) e Fabregas (Jonathan); Messi e Villa (Pedro)
Técnico: Pep Guardiola

VÍDEOS: Time com alma contra time com grana. Vitória do futebol

O Manchester City não é um clube artificial, desses que pipocam por aí. Tem história, algumas glórias e torcida. Sim, os Citizens mantêm seguidores fiéis, que continuaram ao lado do time azul da cidade mesmo nos tempos de vacas magérrimas. O clube fundado em 1880 ganhou uma Recopa Europeia, dois títulos nacionais, sete da segunda divisão, cinco Copas da Inglaterra, duas Copas da Liga e três Supercopas inglesas. É mais do que alguns considerados grandes aqui no Brasil sonham acumular em décadas ou mais de um século de vida.

Quando fez 6 a 1 no rival United, em outubro, pela Premier League, o City do dinheiro árabe se inseriu entre os grandes na briga pelo campeonato inglês, que lidera com folga. Mas a campanha na Champions League é fraca desde a estreia. Em cinco jogos, um par de vitórias, ambas sobre o Villarreal, que perdeu todos os cotejos dos quais tomou parte, saco de pancadas do grupo liderado pelo Bayern Munique. Pouco para um time zilionário, capaz dar um bico no tal fair-play financeiro ao torrar libras como se fossem dólares do Zimbabue.

No video abaixo veja a entrada em campo


Diante do Napoli, no mítico estádio Sao Paolo, onde Diego Armando Maradona escreveu algumas das mais importantes páginas de sua belíssima história no futebol, o Manchester City foi um time frio. Técnico, rico, estelar e frio. Gelado. Que sucumbiu ante o vigor e a dedicação da valente squadra do sul da Itália, formada por jogadores sem a mesma fama, sem os mesmos salários, mordomias e badalações. Mas com o apoio daquela massa de apaixonados "tifosi" capaz de levar uma equipe de futebol a um estágio além de suas próprias limitações.

No vídeo abaixo, a festa após o apíto final



A vitória do Napoli sobre o milionário Manchester City praticamente empurrou o líder da Premier League para uma melancólica participação na Liga Europa, destino idêntico ao que terá Bate Borisov ou Viktoria Pílsen, clubes obscuros e paupérrimos. Pífio para quem enterra tanto dinheiro num time de futebol. Vergonhoso pela maneira como se desenha a eliminação precoce dos Citizens da Liga dos Campeões. Algo que, caso se concretize, só poderá ser minimizado com a conquista do título inglês.

Quem acompanhou Napoli 2 x 1 Manchester City e não entendia a diferença entre estádio e arena, torcida e platéia, não tem desculpas para insistir em dizer que não vê distinção. Se o City of Manchester, rebatizado como Etihad Stadium, é moderna e confortável arena, seus caros ingressos atraem uma plateia elitizada e muitas vezes gelada. O formato, organizado e elogiável da Premier League, há tempos revela sua fragilidade ao segregar fãs apaixonados e capazes de verdadeiras loucuras pelo time de fé. Sai a torcida, entra a plateia.

Mas futebol não é teatro, nem em sonho. E no velho Sao Paolo não há tanta sofisticação, tampouco naming rights, com alguma grande empresa emprestando seu nome ao estádio por milhões de euros. Mas lá o povo apaixonado comparece, tem acesso, agita bandeiras, monta mosaicos, acende sinalizadores, faz a festa. Vaia, irrita o adversário, apoia o Napoli, sofre com o time de Maradona. É uma relação visceral, há conexão entre campo e arquibancada. E isso não está disponível em prateleira alguma. Uma verdadeira torcida dinheiro nenhum jamais comprará.

O Napoli se superou com a força, o apoio de sua gente, arrancou uma vitória histórica sobre o milionário Manchester City e mostrou porque que o futebol é tão marvilhoso. Assim, na antiga cancha napolitana vimos um time com alma contra um time com grana. E a belíssima demonstração de que o nosso esporte não é só "money", mas paixão e coração. Forza Napoli. Aprenda essa lição Sheikh Mansour bin Zayed bin Sultan Al Nahyan. E viva o futebol!



Clique no player e assista ao vídeo com o comentário no Bate-Bola!

As transmissões da semana 12 da NFL

A décima segunda rodada do futebol americano terá início já nesta quinta-feira e, desta vez, o fã de  esportes vai assistir nada mais nada menos do que sete partidas da semana 12 da NFL. Serão duas rodadas triplas, a primeira já nesta quinta-feira, feriado do Thanksgiving - o Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos. A maratona é a seguinte:

quinta, dia 24
15h30 - DETROIT LIONS X GREEN BAY PACKERS - ESPN/ESPNHD AO VIVO
19h15 - DALLAS COWBOYS X MIAMI DOLPHINS - ESPN/ESPNHD AO VIVO
23h20 - BALTIMORE RAVENS X SAN FRANCISCO 49ERS - ESPN/ESPNHD AO VIVO

domingo, dia 27
16h - NEW YORK JETS X BUFFALO BILLS - ESPNHD AO VIVO
19h05 - OAKLAND RAIDERS X CHICAGO BEARS - ESPNHD AO VIVO (ESPN a partir de 19h45 em andamento)
23h15 - KANSAS CITY CHIEFS X PITTSBURGH STEELERS - ESPN/ESPNHD AO VIVO

segunda, dia 28
23h - SEMANA NFL
23h30 - NEW ORLEANS SAINTS X NEW YORK GIANTS - ESPN/ESPNHD AO VIVO

Rodrigo Caetano fala do sucesso de 2011 e diz que margem de erro é zero

O que mais impressiona no Vasco de 2011 é a convicção. Em janeiro, em meio ao turbihão de críticas pelo pior início de Estadual de todos os tempos, Rodrigo Caetano dizia que o sucesso seria enorme no decorrer do ano. Que trocou Paulo César Gusmão por Ricardo Gomes por necessidade e que em pouco tempo se veria que a equipe era muito boa. Chegaram reforços, poucos. E o Vasco teve seu melhor ano desde o título brasileiro de 2000.
Nesta conversa, Rodrigo Caetano fala sobre o ano e projeta o futuro do Vasco. Otimismo exagerado. Nada disso: "Não vamos ganhar a Libertadores em 2012."

PVC - Como você avalia as chances de título brasileiro do Vasco?
RODRIGO CAETANO -
O campeonato está aberto. Mas é claro que não podemos esconder que agora nossa margem de erro é zero. Não podemos errar em nenhum dos dois clássicos, contra Fluminense e Flamengo, sob pena de perder o campeonato.

PVC - Isso indica que você preferia ter priorizado o Brasileiro, para a margem de erro ser menor?
RODRIGO CAETANO -
Não, nada disso. O LANCE! publicou que havia uma divisão no Vasco sobre esse tema. Não há, não. Acho que fizemos o certo e usamos times mesclados na Copa Sul-Americana. Nossa margem de erro diminuiu para zero, pelos resultados mais recentes. Acho que tomamos a atitude correta e que nosso mérito foi querer ganhar todos os torneios que disputamos. Aliás, se você desmembrar o Estadual em dois (Taça Guanabara e Taça Rio), só não fomos bem na Taça Guanabara. Fomos à final da Taça Rio, ganhamos a Copa do Brasil, estamos disputando até o fim a Copa Sul-Americana e o Brasileirão. Você não pode prever que vai ganhar o campeonato, mas pode ter certeza de que vai disputá-lo. Nós cumprimos o que planejamos.

PVC - O Vasco tem condição de ganhar a Libertadores ano que vem?
RODRIGO CAETANO -
Por planejamento, não é isso. O Vasco não vai ganhar a Libertadores de 2012. Não quer dizer que não possamos vencer, mas isso não pode ser o plano. Nosso projeto é disputar a Libertadores sempre, nos próximos anos. Vamos disputar em 2012, vamos jogar de novo em 2013, vamos ganhar uma Libertadores até 2014. Isso é projeto! Se ganharmos antes, se for em 2012, ótimo. Mas o plano não pode ser esse. Tivemos um ano ótimo em 2011, mas não adianta ser como em 2000, adianta? Em 2000, o Vasco foi campeão brasileiro, da Copa Mercosul e depois passou uma década sem vencer. Não adianta nada. Queremos um projeto sólido.

PVC - Quando o Vasco fez o pior início do Estadual da história, espantava a sua confiança de que o time era bom. Os reforços mudaram a situação?
RODRIGO CAETANO -
Os reforços foram poucos. Eu sabia que tínhamos um problema grave, mas seria por período reduzido. O elenco foi reforçado, mas nomes fortes mesmo chegaram o Diego Souza e o Alecsandro. Mais tarde, no meio do ano, chegou o Juninho Pernambucano. Mas nós já tínhamos confiança que nosso elenco era bom, sabíamos da afirmação do Dedé, do Ânderson Martins, sabíamos que a equipe poderia ser muito forte. Depois, quando houve o acidente com o Ricardo e muita gente veio dizer, no clube: "Vamos contratar outro técnico." Nós tínhamos outra convicção. Dissemos: "Não vamos, não!" O Ricardo era o treinador e o Cristóvão era quem estava mais perto dele, quem mais conhecia a filosofia de trabalho. Só poderia dar certo