23h00 Samoa 1x0 Samoa Americana
Falamos campeonatos das séries A B C D campeonatos internacionais todos Português todos os resultados do Paulista da segunda divisão e ainda Futebol Internacional como Futebol Inglês Espanhol Italiano Portugal e o Argentino e campeonatos Importantes falaremos do Regional do Rio Grande do Norte do Cearense do Pernambucano e do Carioca e falamos da copa do nordeste
sábado, 26 de novembro de 2011
Argentino - Apertura
| 18h00 All Boys 0x0 Lanús |
| 18h00 Newells Old Boys 0x0 San Lorenzo |
| 20h10 Racing Club 2x3 Belgrano |
| 22h10 Olimpo 0x3 San Martín |
Brasilerão Série B
| 17h00 ASA 1x2 Vitória |
| 17h00 Icasa 0x2 Portuguesa |
| 17h00 Vila Nova-GO 0x1 Sport |
| 17h00 Náutico 2x2 Ponte Preta |
| 17h00 Paraná Clube 1x Bragantino |
| 17h00 Duque de Caxias 2x2 Boa |
| 17h00 Guarani 2x0 Goiás |
| 17h00 São Caetano 1x0 Criciúma |
Francês
| 16h00 Rennes 3x2 Evian |
| 16h00 Saint-Etienne 3x1 Ajaccio |
| 16h00 Sochaux 1x3 Montpellier |
| 16h00 Bordeaux 2x0 Caen |
| 16h00 Toulouse 2x0 Valenciennes |
| 16h00 Nancy 1x2 Dijon |
| 18h00 Lille 1x0 Brest |
Espanhol
| 15h00 Rayo Vallecano 1x2 Valencia |
| 17h00 Real Madrid 4x1 Atlético de Madri |
| 19h00 Getafe 1x0 Barcelona |
Italiano
| 15h00 Lecce 0x1 Catania |
| 15h00 Novara 2x1 Parma |
| 17h45 Atalanta 1x1 Napoli |
| 17h45 Lazio 0x1 Juventus |
Alemão
| 12h30 Augsburg 2x0 Wolfsburg |
| 12h30 Borussia Dortmund 2x0 Schalke 04 |
| 12h30 Hertha 3x3 Bayer Leverkusen |
| 12h30 Hoffenheim 1x1 Freiburg |
| 12h30 Nuremberg 1x0 Kaiserslautern |
| 15h30 Hannover 1x1 Hamburgo |
Inglês
| 10h45 Stoke City 3x1 Blackburn Rovers |
| 13h00 Bolton 0x2 Everton |
| 13h00 Chelsea 3x0 Wolverhampton |
| 13h00 Manchester United 1x1 Newcastle United |
| 13h00 Norwich 2x1 QPR |
| 13h00 Sunderland 1x1 Wigan |
| 13h00 West Bromwich Albion 1x3 Tottenham |
| 15h30 Arsenal 1x1 Fulham |
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Lembrando um dos jogos mais bizarros da história da NFL
O kicker, Pete Stoyanovich, comemora uma vitória improvável em 1993
25 de novembro de 1993. Acordei aquele dia já imaginando o que iria acontecer. Eu ia comer o melhor peru e stuffing da história do Thanksgiving e depois assistir Emmit Smith, Troy Aikman e Michael Irvin fazerem a festa no meio da defesa do Miami Dolphins. Sem Dan Marino e contando com o seu quarto QB da temporada, Steve DeBerg, a chance do Miami vencer em Dallas era pequena.
A transmissão da NBC começa e fico em choque: o campo do Texas Stadium está completamente coberto de neve. Eba! amo jogos de na neve, mas isso é muito incomum em Dallas. Eu estava esperando um dia ensolarado e 22 graus. Nenhum dos times tinha o costume de jogar no frio. Num dia de 10 graus em Miami tem gente usando luvas e jaquetas pesadas, por exemplo. A cidade de Arlington Irving (local onde ficava o estádio) é uma das mais quentes dos Estados Unidos. Eu sabia que algo bizarro poderia acontecer.
Uma coisa eu te falo, não há nada como o Dia de Ação de Graças lá nos Estados Unidos. Família reunida e dois jogos (agora são três) de futebol americano: esse é o segundo feriado mais importante do calendário americano, ficando só atrás do Natal. Eu adorava aquilo, e estava super ansioso para essa grande batalha. Os dois times estavam muito bem na temporada e, mesmo sem Dan Marino, acreditava que Miami tinha chances de ganhar.
O jogo começa e acho que nem a patinadora, Nancy Kerrigan, ia conseguir manter o equilibro naquele gelo. Jogadores não conseguem ficar em pé e Emmit Smith não engrena. Parece que tá tudo acontecendo em câmera lenta. Tá difícil prós dois times, e o jogo é truncado. São mais de 59 minutos de pouquíssimas jogadas emocionantes até chegarmos num final histórico.
Faltam perto de 10 segundos e os Dolphins, perdendo por 14 a 13, se posicionam para um field goal de 40 jardas. Levando em consideração que ninguém conseguia ficar em pé naquele gelo, parecia mais um chute de 60 jardas do que qualquer outra coisa.
Antes da partida, o treinador dos times "especiais" (grupo de jogadores que entra somente em situação de chutes) sugeriu algo curioso ao técnico dos Cowboys, Jimmy Jonhson. "Que tal colocarmos Leon Lett em situações de field goal? Ele é alto e forte e quem sabe pode bloquear um chute." Jimmy concordou, mesmo sem Leon ter tido qualquer experiência nessa situação. O que aconteceu logo em seguida foi simplesmente bizarro. Uma montanha russa de emoções para ambas equipes. Jogadores dos Cowboys se abraçavam, torcedores pulavam de alegria e Don Shula (treinador dos Dolphins) lamentava a derrota…pelo menos até Leon Lett aparecer. Pra você que ainda não viu, não quero estragar a surpresa. Clica no video e assista!
A defesa não pode encostar na bola depois de um field goal, se não é bola viva!! Que vacilo incrível. Um jogo que vai para história, sem dúvida.
Agora as equipes se encontram de novo. A "rivalidade do Thanksgiving" terá mais um capítulo. Os Dolphins precisam vencer esse e os outros cinco jogos da temporada para terem chances de playoffs. O curioso é que depois daquela vitória em 93, eles perderam os cinco jogos restantes e ficaram fora dos playoffs. Como que a derrota afetou os Cowboys? O time venceu as últimas 5 partidas da temporada e ganhou o Super Bowl. Uma vitória hoje colocaria os Cowboys numa boa posição, 7 -4.
Uma coisa é certa: Leon Lett estará no estádio. Afinal, é um dos treinadores dos Cowboys. Será que dessa vez ele traz um pouco de sorte? O torcedor dos Cowboys espera que sim.
Palpites dos Jogos do Thanksgiving
Packers 37, Lions 31
Dolphins 20, Cowboys 17
Ravens 20, 49ers 12
O que acham??
RJ torra milhões no Maracanã para entregar à iniciativa privada. Absurdo
O Maracanã está em reformas. Pelo menos algo perto de R$ 900 milhões serão torrados em mais uma remodelação do estádio que viveu várias outras transformações nos últimos anos, a mais recente para os Jogos Pan-americanos de 2007. E como a Secretária de Turismo, Esporte e Lazer do Rio de Janeiro, Márcia Lins, já adiantava em setembro do ano passado neste blog, ele será mesmo entregue a um dono. Sim, o estádio passará por um processo de privatização depois de centenas de milhões de reais oriundos dos impostos serem ali enterrados.
Claro, óbvio, evidente, que o mais razoável seria termos dinheiro privado bancando a reforma, ou pelo menos a maior parte dela. O que estão fazendo com a grana do contribuinte? Praticamente reconstruindo algo caro e grandioso para, depois, deixar alguém explorar e lucrar com a obra paga pela verba pública. Em evento promovido pelos jornais O Globo e Extra, Márcia Lins afirmou: "A concessão será feita até meados do ano que vem, antes mesmo da Copa das Confederações".
As obras, diz a secretária, terminarão em fevereiro de 2013, e vão custar R$ 860 milhões. E mais: antes mesmo de ser entregue para os jogos de futebol, o (ex)Maracanã será cedido à iniciativa privada, que não põe um centavo sequer desse quase meio bilhão de dólares do nosso dinheiro e que sustentam as transformações exigidas pela "Dona" Fifa. "A concessão será feita até meados do ano que vem, antes mesmo da Copa das Confederações", disse ela.
Os argumentos da secretária são frágeis como um castelo de areia. No ano passado, ela tentou justificar a curiosa estratégia, pagar a reforma para depois entregar a terceiros, a particulares — clique aqui e veja o vídeo da entrevista feita em setembro de 2010. Agora ela insiste que "apesar do investimento alto no início, ganharemos depois com a economia na manutenção. Acreditamos que ele terá sua receita quadriplicada no futuro".
Sim, ela acredita. Eu não, e você? Será que a palavra da secretária é o bastante? Por onde andam as provas concretas, reais, verossímeis, de que esse dinheiro virá? É assim que se deve administrar o dinheiro público? Por que não foi feita uma verdadeira parceria-público-privada, com os interessados bancando a obra ou parte significativa da mesma para depois terem o direito de explorar o estádio?
Sequer é original o argumento de que o Estado economizará ao entregar a um novo dono o Maracanã estuprado pelas exigência de Sepp Blater e seus Blue Caps. Querem dar ao antigo templo do futebol o mesmo destino do Engenhão, que consumiu perto de R$ 380 milhões antes do Pan 2007 e foi parar nas mãos do Botafogo por R$ 36 mil mensais. Se fossem prestações fixas e sem juros, em 88 anos (em 2095) o clube devolveria o valor investido na construção. A concessão vai até 2028.
Sim, claro, o Estado também dirá que ao entregar o estádio nas mãos da iniciativa privada irá economizar com a manutenção, que deixará de ser de sua responsabilidade. Foi o mesmo argumento utilizado pelo ex-prefeito César Maia ao repassar o Engenhão ao Botafogo. Em 14 de novembro de 2008, questionado a respeito por este blog, Maia respondeu por e-mail: "O que a prefeitura recebe não é o aluguel, mas o custo que deixa de pagar".
Pena que no Brasil os governantes não tenham que justificar como autorizam uma obra cara com dinheiro dos contribuintes e depois não sabem o que fazer com ela. E para se livrar do prejuízo, entregam ao primeiro que aparece, como se os milhões ali investidos não pertencessem a ninguém, ou seja, não fosse dinheiro que deveria melhorar as condições de vida da sociedade.
Hoje o Botafogo lucra com o Engenhão, em parte em função da interdição do Maracanã, mas lucra. Serão cerca de R$ 7,5 milhões no ano até o final de 2011. Claro que alguém lucrará com o estádio da Copa. Eu e você apenas pagamos a conta. E ainda querem aplausos por isso? Mais eleições virão. Quando votar, pense a respeito.
Claro, óbvio, evidente, que o mais razoável seria termos dinheiro privado bancando a reforma, ou pelo menos a maior parte dela. O que estão fazendo com a grana do contribuinte? Praticamente reconstruindo algo caro e grandioso para, depois, deixar alguém explorar e lucrar com a obra paga pela verba pública. Em evento promovido pelos jornais O Globo e Extra, Márcia Lins afirmou: "A concessão será feita até meados do ano que vem, antes mesmo da Copa das Confederações".
As obras, diz a secretária, terminarão em fevereiro de 2013, e vão custar R$ 860 milhões. E mais: antes mesmo de ser entregue para os jogos de futebol, o (ex)Maracanã será cedido à iniciativa privada, que não põe um centavo sequer desse quase meio bilhão de dólares do nosso dinheiro e que sustentam as transformações exigidas pela "Dona" Fifa. "A concessão será feita até meados do ano que vem, antes mesmo da Copa das Confederações", disse ela.
Os argumentos da secretária são frágeis como um castelo de areia. No ano passado, ela tentou justificar a curiosa estratégia, pagar a reforma para depois entregar a terceiros, a particulares — clique aqui e veja o vídeo da entrevista feita em setembro de 2010. Agora ela insiste que "apesar do investimento alto no início, ganharemos depois com a economia na manutenção. Acreditamos que ele terá sua receita quadriplicada no futuro".
Sim, ela acredita. Eu não, e você? Será que a palavra da secretária é o bastante? Por onde andam as provas concretas, reais, verossímeis, de que esse dinheiro virá? É assim que se deve administrar o dinheiro público? Por que não foi feita uma verdadeira parceria-público-privada, com os interessados bancando a obra ou parte significativa da mesma para depois terem o direito de explorar o estádio?
Sequer é original o argumento de que o Estado economizará ao entregar a um novo dono o Maracanã estuprado pelas exigência de Sepp Blater e seus Blue Caps. Querem dar ao antigo templo do futebol o mesmo destino do Engenhão, que consumiu perto de R$ 380 milhões antes do Pan 2007 e foi parar nas mãos do Botafogo por R$ 36 mil mensais. Se fossem prestações fixas e sem juros, em 88 anos (em 2095) o clube devolveria o valor investido na construção. A concessão vai até 2028.
Sim, claro, o Estado também dirá que ao entregar o estádio nas mãos da iniciativa privada irá economizar com a manutenção, que deixará de ser de sua responsabilidade. Foi o mesmo argumento utilizado pelo ex-prefeito César Maia ao repassar o Engenhão ao Botafogo. Em 14 de novembro de 2008, questionado a respeito por este blog, Maia respondeu por e-mail: "O que a prefeitura recebe não é o aluguel, mas o custo que deixa de pagar".
Pena que no Brasil os governantes não tenham que justificar como autorizam uma obra cara com dinheiro dos contribuintes e depois não sabem o que fazer com ela. E para se livrar do prejuízo, entregam ao primeiro que aparece, como se os milhões ali investidos não pertencessem a ninguém, ou seja, não fosse dinheiro que deveria melhorar as condições de vida da sociedade.
Hoje o Botafogo lucra com o Engenhão, em parte em função da interdição do Maracanã, mas lucra. Serão cerca de R$ 7,5 milhões no ano até o final de 2011. Claro que alguém lucrará com o estádio da Copa. Eu e você apenas pagamos a conta. E ainda querem aplausos por isso? Mais eleições virão. Quando votar, pense a respeito.
Márcia Lins: secretária demonstra otimismo. E você, está animado?
Neymar derruba até Rogério Ceni na preferência de são-paulinos
Disputado a peso de ouro pelo mercado publicitário, Neymar fechou mais um acordo. O banco espanhol Santander deu um chapéu no Banco do Brasil e terá o atacante como garoto-propaganda até a Copa do Mundo de 2014.
Nem a instituição financeira nem o pai do jogador revelaram os valores. Sabe-se apenas que, se fechar mais dois contratos, Neymar deverá atingir ganhos mensais de R$ 3 milhões.
Neymar virou o queridinho dos anunciantes porque conseguiu o que parecia impossível até para o super-herói Tom Cruise, o rei das missões impossíveis: ser apontado por são-paulinos, corintianos e palmeirenses como jogador em atividade que preferem.
De acordo com recente pesquisa da ‘Sport/Markt’, que ouviu 8.235 pessoas em todo o país, ele superou ídolos como Rogério Ceni, Liedson e Marcos.
Entre os tricolores, Neymar estufou a rede de Rogério Ceni com 25,2% das preferências – o cartola, capitão, artilheiro e goleiro obteve 19,4%.
No ‘bando de loucos’, o santista conquistou 29% dos votos, contra 9,3% de Liedson. Já no ninho dos periquitos em revista, o placar indicou Neymar 25,5% x 9,2% ‘são’ Marcos.
A enquete ouviu 12 torcidas. Nas demais, Neymar perdeu somente entre rubro-negros (Ronaldinho, 59,4% a 15,7%), gremistas (Ronaldinho, 30,1% a 18,%) e colorados (Leandro Damião, 38,3% a 16,5%). Uma goleada do garoto: 9 a 3.
######
Bicada do Galo. Eterno xodó da nação rubro-negra, Zico discorda das críticas ao ‘pofexô’ Vanderlei Luxemburgo, que dará nota 10 a seu ‘pojeto’ se o Flamengo conquistar uma vaga na Libertadores. O Galinho de Quintino mergulha no túnel do tempo e lembra que as coisas eram muito piores quando defendia o manto sagrado. A equipe era bem mais vibrante, dava um bico no pragmatismo e queria porque queria o título, lutava até a última bordoada pelo caneco, contou ao ‘Extra’. Prêmio de consolação, só em quermesse.
Sugismundo Freud. Às vezes, quem sabe fica calado, e quem não sabe, fala pelos cotovelos.
Garfo e faca. O esporte bretão nacional é mesmo uma inesgotável fábrica de bijuterias. Novo presidente do São Bento, Fernando Martins Costa Neto revelou uma fórmula que acredita ser imbatível para o sucesso do time na gloriosa terceirona paulista. Ele apresentará os jogadores em um lauto jantar, com um fantástico intuito: ter ‘fome de bola’ para subir na vida. Olha o passarinho!
Tiro curto. Pizza Dedé no forno: Vasco (45%), grupo de investidores (45%) e Ability (10%).
Boca de urna. Se o delegado Mário Gobbi, candidato da situação ganhar as eleições, Tite deverá continuar no comando da nau corintiana. Se Osmar Stábile ou Paulo Garcia faturar o trono, tchau e bênção. ‘Muriçoca’ Ramalho e o ‘pofexô’ Vanderlei Luxemburgo são os preferidos. Mas se a Fiel soltar o grito de campeão...
Twitface. Maldade de um periquito linguarudo após a faxina do presidente Arnaldo Tirone, o Pituca, no departamento profissional: muita gente deve estar feliz porque acabou a proibição de ver jogador tomando banho no vestiário.
Muy amigo. O empresário de Leandro Damião, Vinícius Prates, está com mais prestígio no Beira-Rio do que Carlos Lupi no Ministério do Trabalho. Ele aproveitou uma viagem à Europa para leiloar o atleta. Primeiro, visitou a Inter de Milão. Depois, o Barcelona, com direito a uma foto no Twitter ao lado do presidente Sandro Rosell, mais um recadinho: reunião produtiva. Felizes da vida, os colorados perguntaram: cadê os 50 milhões de euros?
Zapping. ‘Antes só do que mal casado’, a película que substituiu a bola na quarta, rendeu 24 pontos no ibope global da Grande Pauliceia das pontes condenadas, dois a menos que Ceará x Corinthians, uma semana atrás. A Band apostou em Vasco x Universidad de Chile e cravou sete pontos.
Gilete press. De Ancelmo Gois, no ‘Globo’: “Há um ‘namoro’ em curso entre Andrés Sanchez, presidente do Corinthians, e Patrícia Amorim, comandante do Flamengo. A ideia é ‘vender’ os dois clubes juntos no mercado. Andrés e Patrícia almoçaram estes dias. Na mente de ambos está a certeza de que, unidas, as duas torcidas superam as de todos os clubes espanhóis juntos.” Rubro-negros e fiéis: 60 milhões de coirmãos.
Tititi d’Aline. Alguns hotéis festejam a conquista antecipada do título pelo piloto Sebastian Vettel: nem 50% dos apartamentos serão requisitados pela turma da rebimboca da parafuseta para o fim de semana do circo em Interlagos.
Você sabia que... o russo Roman Abramovich, dono do Chelsea, já torrou R$ 200 milhões em demissões de treinadores?
Bola de ouro. Internacional. Uma lição de cidadania: com o projeto África do Sul, leva material esportivo e medicamentos a crianças carentes.
Bola de latão. São Januário. Não satisfeito por ter informado recentemente que o Avaí havia vencido o Corinthians, no Pacaembu, o placar sapecou mais uma pérola: Vasco x ‘Univercidade’.
Bola de lixo. Ministério das Cidades. Aprovou uma fraude e elevou em módicos R$ 700 milhões um projeto da Copa-2014 em Cuiabá.
Bola sete. “E se Rubinho Barrichello fizesse como Adriano, ou seja, só corresse os últimos 20 minutos do GP de Interlagos? Não custa nada tentar, né?” (de Tutty Vasques, no ‘Estadão’ – desce o pano e pisa no acelerador).
Dúvida pertinente. Neymar, Dedé e Liedson: quem merece o prêmio de bambambã do Brasileirão?
Nem a instituição financeira nem o pai do jogador revelaram os valores. Sabe-se apenas que, se fechar mais dois contratos, Neymar deverá atingir ganhos mensais de R$ 3 milhões.
Neymar virou o queridinho dos anunciantes porque conseguiu o que parecia impossível até para o super-herói Tom Cruise, o rei das missões impossíveis: ser apontado por são-paulinos, corintianos e palmeirenses como jogador em atividade que preferem.
De acordo com recente pesquisa da ‘Sport/Markt’, que ouviu 8.235 pessoas em todo o país, ele superou ídolos como Rogério Ceni, Liedson e Marcos.
Entre os tricolores, Neymar estufou a rede de Rogério Ceni com 25,2% das preferências – o cartola, capitão, artilheiro e goleiro obteve 19,4%.
No ‘bando de loucos’, o santista conquistou 29% dos votos, contra 9,3% de Liedson. Já no ninho dos periquitos em revista, o placar indicou Neymar 25,5% x 9,2% ‘são’ Marcos.
A enquete ouviu 12 torcidas. Nas demais, Neymar perdeu somente entre rubro-negros (Ronaldinho, 59,4% a 15,7%), gremistas (Ronaldinho, 30,1% a 18,%) e colorados (Leandro Damião, 38,3% a 16,5%). Uma goleada do garoto: 9 a 3.
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Bicada do Galo. Eterno xodó da nação rubro-negra, Zico discorda das críticas ao ‘pofexô’ Vanderlei Luxemburgo, que dará nota 10 a seu ‘pojeto’ se o Flamengo conquistar uma vaga na Libertadores. O Galinho de Quintino mergulha no túnel do tempo e lembra que as coisas eram muito piores quando defendia o manto sagrado. A equipe era bem mais vibrante, dava um bico no pragmatismo e queria porque queria o título, lutava até a última bordoada pelo caneco, contou ao ‘Extra’. Prêmio de consolação, só em quermesse.
Sugismundo Freud. Às vezes, quem sabe fica calado, e quem não sabe, fala pelos cotovelos.
Garfo e faca. O esporte bretão nacional é mesmo uma inesgotável fábrica de bijuterias. Novo presidente do São Bento, Fernando Martins Costa Neto revelou uma fórmula que acredita ser imbatível para o sucesso do time na gloriosa terceirona paulista. Ele apresentará os jogadores em um lauto jantar, com um fantástico intuito: ter ‘fome de bola’ para subir na vida. Olha o passarinho!
Tiro curto. Pizza Dedé no forno: Vasco (45%), grupo de investidores (45%) e Ability (10%).
Boca de urna. Se o delegado Mário Gobbi, candidato da situação ganhar as eleições, Tite deverá continuar no comando da nau corintiana. Se Osmar Stábile ou Paulo Garcia faturar o trono, tchau e bênção. ‘Muriçoca’ Ramalho e o ‘pofexô’ Vanderlei Luxemburgo são os preferidos. Mas se a Fiel soltar o grito de campeão...
Twitface. Maldade de um periquito linguarudo após a faxina do presidente Arnaldo Tirone, o Pituca, no departamento profissional: muita gente deve estar feliz porque acabou a proibição de ver jogador tomando banho no vestiário.
Muy amigo. O empresário de Leandro Damião, Vinícius Prates, está com mais prestígio no Beira-Rio do que Carlos Lupi no Ministério do Trabalho. Ele aproveitou uma viagem à Europa para leiloar o atleta. Primeiro, visitou a Inter de Milão. Depois, o Barcelona, com direito a uma foto no Twitter ao lado do presidente Sandro Rosell, mais um recadinho: reunião produtiva. Felizes da vida, os colorados perguntaram: cadê os 50 milhões de euros?
Zapping. ‘Antes só do que mal casado’, a película que substituiu a bola na quarta, rendeu 24 pontos no ibope global da Grande Pauliceia das pontes condenadas, dois a menos que Ceará x Corinthians, uma semana atrás. A Band apostou em Vasco x Universidad de Chile e cravou sete pontos.
Gilete press. De Ancelmo Gois, no ‘Globo’: “Há um ‘namoro’ em curso entre Andrés Sanchez, presidente do Corinthians, e Patrícia Amorim, comandante do Flamengo. A ideia é ‘vender’ os dois clubes juntos no mercado. Andrés e Patrícia almoçaram estes dias. Na mente de ambos está a certeza de que, unidas, as duas torcidas superam as de todos os clubes espanhóis juntos.” Rubro-negros e fiéis: 60 milhões de coirmãos.
Tititi d’Aline. Alguns hotéis festejam a conquista antecipada do título pelo piloto Sebastian Vettel: nem 50% dos apartamentos serão requisitados pela turma da rebimboca da parafuseta para o fim de semana do circo em Interlagos.
Você sabia que... o russo Roman Abramovich, dono do Chelsea, já torrou R$ 200 milhões em demissões de treinadores?
Bola de ouro. Internacional. Uma lição de cidadania: com o projeto África do Sul, leva material esportivo e medicamentos a crianças carentes.
Bola de latão. São Januário. Não satisfeito por ter informado recentemente que o Avaí havia vencido o Corinthians, no Pacaembu, o placar sapecou mais uma pérola: Vasco x ‘Univercidade’.
Bola de lixo. Ministério das Cidades. Aprovou uma fraude e elevou em módicos R$ 700 milhões um projeto da Copa-2014 em Cuiabá.
Bola sete. “E se Rubinho Barrichello fizesse como Adriano, ou seja, só corresse os últimos 20 minutos do GP de Interlagos? Não custa nada tentar, né?” (de Tutty Vasques, no ‘Estadão’ – desce o pano e pisa no acelerador).
Dúvida pertinente. Neymar, Dedé e Liedson: quem merece o prêmio de bambambã do Brasileirão?
Receber ou não os torcedores profissionais, na vitória ou na derrota
Andrés Sanchez tem uma relação muito íntima, às vezes promíscua, com torcedores uniformizados. Quando abre os portões do Centro de Treinamento do Corinthians para a entrada de torcedores, costuma fazer uma pergunta boa: "Se nos períodos de vitórias, muita gente acha bonito ver a torcida na arquibancada, nos treinos, por que eles não podem entrar para protestar pacificamente nos momentos de derrotas?"
A resposta é simples: porque nas vitórias, os torcedores incentivam, nas derrotas a pressão aumenta a tensão e tira a concentração dos treinos. E campo de treino é local de trabalhar em paz.
Mas a pergunta é boa mesmo.
Na tarde de quarta-feira, um grupo de torcedores do Flamengo visitou o Centro de Treinamento do Ninho do Urubu, em Vargem Grande.
A versão da diretoria do Flamengo não é a de que os torcedores entraram. O diretor de futebol Luís Augusto Veloso diz que sabia que os torcedores pretendiam visitar o Ninho do Urubu desde segunda-feira. Avisou que não deveriam ir, porque não conseguiriam conversar com os jogadores.
Conseguiram conversar com Alex Silva.
Segundo Luís Augusto Veloso, porque Alex Silva quis. A versão do dirigente dá conta de que os torcedores chegaram ao portão do Ninho do Urubu, foram recebidos por ele e levados a um canto, a dez metros, onde ouviram que não conversariam com jogadores e comissão técncia. Nesse momento, Alex Silva apareceu e disse aos torcedores:
"Vim aqui porque sou homem e sei que vocês estão chateados comigo pelas declarações do Serra Dourada. Eu já admiti que errei. Estamos jogando mal, mas não por falta de vontade."
O diálogo se estendeu entre o zagueiro e os torcedores, que ficaram por mais quinze minutos. Conversaram apenas com Alex Silva.
Esse tipo de conversa pode existir?
Me parece que sim. Se o treino for conduzido com tranquilidade, sem pressão, pode.
No Ninho do Urubu, não houve confusão nem violência.
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
VÍDEO: Confusão com patrocinadores coloca em dúvida permanência de Ronaldinho Gaúcho no Fla
Após um longo processo na escolha de quem seria o patrocinador master do time carioca, a empresa
9ine, de Ronaldo, foi a escolhida para negociar. A decisão causou o desconforto de Assis, empresário e irmão de Ronaldinho Gaúcho, que, agora, irá decidir se o jogador permanece ou não no elenco rubro negro.
9ine, de Ronaldo, foi a escolhida para negociar. A decisão causou o desconforto de Assis, empresário e irmão de Ronaldinho Gaúcho, que, agora, irá decidir se o jogador permanece ou não no elenco rubro negro.
Clique no player e assista ao vídeo!
Prévia dos jogos desta quinta na NFL
Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos é sinônimo de duas coisas: peru e futebol americano. E o fã de esportes dos canais ESPN vai assistir nesta quinta-feira a uma rodada tripla da bola oval, a partir das 15h30 (horário de Brasília). Aos jogos e palpites:
DETROIT LIONS (7-3) X GREEN BAY PACKERS (10-0) – ESPN/ESPNHD ao vivo às 15h30 – os Lions sempre jogam no Thanksgiving, uma tradição que vem dos anos 60, a exemplo do que acontece com o Dallas Cowboys. Mas, nas últimas temporadas, isso não atraía muito a atenção dos fãs da bola oval, uma vez que Detroit ia mal das pernas – somando os últimos três anos, a campanha dos Lions até o Dia de Ação de graças acumulou quatro vitórias e 27 derrotas. Desta vez é diferente, o time tem campanha de 7-3 e briga forte por uma vaga nos playoffs. O adversário da vez é o Green Bay Packers, único time ainda invicto na temporada de 2011 e defendendo uma sequência de 16 vitórias seguidas contando os playoffs do ano passado. Os Packers estão com problemas na defesa, que cedeu 455 jardas na vitória sobre Tampa Bay, e também no ataque – o RB James Starks deixou a partida no último quarto com uma contusão no joelho. Será um grande teste para o QB Aaron Rodgers, que encara a quinta melhor defesa da NFL protegendo contra o passe e que já sacou os QBs adversários 27 vezes em dez partidas. Detroit é o time da virada, já tendo vencido três partidas no ano em que chegou a estar perdendo por pelo menos 17 pontos – a última vítima foi o Carolina Panthers, que liderava por 24-7 no segundo quarto em jogo que terminou 49-35 para os Lions. Matthew Stafford, que sofreu 4INT na derrota para Chicago na rodada anterior, se recuperou com uma performance de 5TDs diante dos Panthers. Ele enfrenta a segunda pior defesa aérea da NFL e algo me diz que a invencibilidade dos atuais campeões do Super Bowl vai para o espaço hoje. Palpite: LIONS
DALLAS COWBOYS (6-4) X MIAMI DOLPHINS (3-7) – ESPN/ESPNHD ao vivo às 19h15 – dois times em grande fase, ambos buscando a quarta vitória consecutiva no campeonato. Os Cowboys marcaram 94 pontos nos últimos três jogos e sofreram apenas 44, enquanto a defesa forçou nove turnovers no período. Miami começou a temporada com 0-7, mas está ressurgindo com o comando de Matt Moore e com o crescimento do RB Reggie Bush. Do começo do mês para cá, a defesa dos Dolphins tem sido a melhor da liga – são 12 quartos seguidos sem ceder um TD aos ataques adversários. Os texanos têm vários problemas de contusão – as mais importantes são do WR Miles Austin e do CB Mike Jenkins, ambos com problemas musculares. Promessa de um jogaço. Palpite: DOLPHINS
BALTIMORE RAVENS (7-3) X SAN FRANCISCO 49ERS (9-1) – ESPN/ESPNHD ao vivo às 23h – jogo mais aguardado da rodada, pelo duelo entre os técnicos John e Jim Harbaugh, irmãos que comandam as duas equipes. Será a primeira vez na história da NFL que times dirigidos por dois irmãos vão se enfrentar. Os Niners, de Jim, já podem garantir o título da fraca divisão Oeste da Conferência Nacional se vencerem esta noite e o Seattle Seahawks perder para o Washington Redskins no domingo. O QB Alex Smith vai ter seu teste mais difícil até aqui, encarando a quarta melhor defesa da liga, que estará desfalcada do LB Ray Lewis. Semana passada, o ataque dos Bengals conseguiu 483 jardas diante de Baltimore, que ainda permitiu 2TDs terrestres. Do outro lado da bola, uma das apostas do ataque dos Ravens é o RB Ray Rice, que correu para 104 jardas e 2TDs na última partida. Ele encara uma defesa que não cede 100 jardas a um RB adversário há 35 partidas, desde novembro de 2009. Olho também no calouro WR Torey Smith, que acumulou 165 jardas aéreas diante de Cincinnati. Palpite: NINERS
DETROIT LIONS (7-3) X GREEN BAY PACKERS (10-0) – ESPN/ESPNHD ao vivo às 15h30 – os Lions sempre jogam no Thanksgiving, uma tradição que vem dos anos 60, a exemplo do que acontece com o Dallas Cowboys. Mas, nas últimas temporadas, isso não atraía muito a atenção dos fãs da bola oval, uma vez que Detroit ia mal das pernas – somando os últimos três anos, a campanha dos Lions até o Dia de Ação de graças acumulou quatro vitórias e 27 derrotas. Desta vez é diferente, o time tem campanha de 7-3 e briga forte por uma vaga nos playoffs. O adversário da vez é o Green Bay Packers, único time ainda invicto na temporada de 2011 e defendendo uma sequência de 16 vitórias seguidas contando os playoffs do ano passado. Os Packers estão com problemas na defesa, que cedeu 455 jardas na vitória sobre Tampa Bay, e também no ataque – o RB James Starks deixou a partida no último quarto com uma contusão no joelho. Será um grande teste para o QB Aaron Rodgers, que encara a quinta melhor defesa da NFL protegendo contra o passe e que já sacou os QBs adversários 27 vezes em dez partidas. Detroit é o time da virada, já tendo vencido três partidas no ano em que chegou a estar perdendo por pelo menos 17 pontos – a última vítima foi o Carolina Panthers, que liderava por 24-7 no segundo quarto em jogo que terminou 49-35 para os Lions. Matthew Stafford, que sofreu 4INT na derrota para Chicago na rodada anterior, se recuperou com uma performance de 5TDs diante dos Panthers. Ele enfrenta a segunda pior defesa aérea da NFL e algo me diz que a invencibilidade dos atuais campeões do Super Bowl vai para o espaço hoje. Palpite: LIONS
DALLAS COWBOYS (6-4) X MIAMI DOLPHINS (3-7) – ESPN/ESPNHD ao vivo às 19h15 – dois times em grande fase, ambos buscando a quarta vitória consecutiva no campeonato. Os Cowboys marcaram 94 pontos nos últimos três jogos e sofreram apenas 44, enquanto a defesa forçou nove turnovers no período. Miami começou a temporada com 0-7, mas está ressurgindo com o comando de Matt Moore e com o crescimento do RB Reggie Bush. Do começo do mês para cá, a defesa dos Dolphins tem sido a melhor da liga – são 12 quartos seguidos sem ceder um TD aos ataques adversários. Os texanos têm vários problemas de contusão – as mais importantes são do WR Miles Austin e do CB Mike Jenkins, ambos com problemas musculares. Promessa de um jogaço. Palpite: DOLPHINS
BALTIMORE RAVENS (7-3) X SAN FRANCISCO 49ERS (9-1) – ESPN/ESPNHD ao vivo às 23h – jogo mais aguardado da rodada, pelo duelo entre os técnicos John e Jim Harbaugh, irmãos que comandam as duas equipes. Será a primeira vez na história da NFL que times dirigidos por dois irmãos vão se enfrentar. Os Niners, de Jim, já podem garantir o título da fraca divisão Oeste da Conferência Nacional se vencerem esta noite e o Seattle Seahawks perder para o Washington Redskins no domingo. O QB Alex Smith vai ter seu teste mais difícil até aqui, encarando a quarta melhor defesa da liga, que estará desfalcada do LB Ray Lewis. Semana passada, o ataque dos Bengals conseguiu 483 jardas diante de Baltimore, que ainda permitiu 2TDs terrestres. Do outro lado da bola, uma das apostas do ataque dos Ravens é o RB Ray Rice, que correu para 104 jardas e 2TDs na última partida. Ele encara uma defesa que não cede 100 jardas a um RB adversário há 35 partidas, desde novembro de 2009. Olho também no calouro WR Torey Smith, que acumulou 165 jardas aéreas diante de Cincinnati. Palpite: NINERS
Sem definição sobre futuro, Marcos está triste com Palmeiras
Com o contrato prestes a se encerrar em dezembro, Marcos ainda não recebeu nenhum sinal do Palmeiras. Não sabe se renova para mais um ano como goleiro, mesmo um reserva de luxo, se começa uma carreira como preparador de goleiros, sugestão de Valdir de Moraes, se terá um cargo no clube ou simplesmente encerra a carreira.
A aposentadoria é o plano de Marcos, mas ele imaginava que receberia um sinal do clube sobre o que pode acontecer em seu futuro. Não houve nada.
Verdade que o clube prepara uma série de homenagens. Dois livros estão sendo preparados, um filme dirigido por Mauro Beting e há a sugestão de criação de um busto do goleiro depois da inauguração do novo estádio Palestra Itália.
O que Marcos quer, no entanto, é um sinal do clube se quer ou não continuar contando com ele, em qualquer função. Marcos está triste. Julga que o Palmeiras o esqueceu.
O goleiro é jogador profissional do Palmeiras desde 1992. Os 19 anos de serviços prestados fazem dele o atleta de futebol que mais tempo passou no clube. Ademir da Guia jogou por 16 anos. Em número de anos, Marcos é insuperável.
Na manhã desta quinta-feira, o presidente Arnaldo Tirone afirmou ter conversado com o goleiro nesta semana. Mas não tratou do futuro de Marcos. "Acho que o ciclo dele pode ter se encerrado como goleiro", disse. "Mas precisamos conversar mesmo sobre as homenagens que o Palmeiras está preparando e sobre seu futuro", disse o dirigente.
CBF divulga lista dos melhores do Campeonato Brasileiro
RIO - A CBF anunciou na manhã desta quinta-feira a relação dos candidatos a craque do Brasileirão e os três indicados em cada uma das onze posições no campo. O prêmio será anunciado no dia 5 de dezembro, no auditório Ibirapuera, em São Paulo, na festa de encerramento do Campeonato Brasileiro. A competição termina na véspeera, dia 4, quando o líder Corinthians enfrentará o Palmeiras e os times cariocas terão também clássicos regionais: Vasco x Flamengo e Botafogo x Fluminense.
O Vasco foi o clube com mais indicações. Cinco jogadores (Fernando Prass, Fágner, Dedé, Rômulo e Diego Souza), mais a dupla Ricardo Gomes - Cristóvão Borges concorrendo a melhor técnico. O zagueiro Dedé disputa também como Craque da Galera, eleição na internet, contra Neymar (Santos) e Liédson (Corinthians). O Botafogo também teve cinco jogadores indicados (Jefferson, Antônio Carlos, Cortês, Renato e Loco Abreu). O Corinthians recebeu quatro indicações: três jogadores e o técnico Tite.
Confira a relação dos indicados por posição:
GOLEIRO
Fernando Prass (Vasco)
Jefferson (Botafogo)
Júlio César (Corinthians)
LATERAL-DIREITO
Bruno (Figueirense)
Fágner (Vasco)
Mariano (Fluminense)
ZAGUEIRO DIREITO
Antônio Carlos (Botafogo)
Dedé (Vasco)
Rodholfo (São Paulo)
ZAGUEIRO ESQUERDO
Emerson (Coritba)
Leandro Castan (Corinthians)
Réver (Atlético-MG)
LATERAL-ESQUERDO
Bruno Cortês (Botafogo)
Juninho (Figueirense)
Kléber (Internacional)
VOLANTE DIREITO
Arouca (Santos)
Ralf (Corinthians)
Rômulo (Vasco)
VOLANTE
Marcos Assunção (Palmeiras)
Paulinho (Corinthians)
Renato (Botafogo)
MEIA DIREITA
Deco (Fluminense)
Diego Souza (Vasco)
Lucas (São Paulo)
MEIA ESQUERDA
Montillo (Cruzeiro)
Ronaldinho (Flamengo)
Thiago Neves (Flamengo)
ATACANTE 1
Júlio César (Figueirense)
Leandro Damião (Internacional)
Neymar (Santos)
ATACANTE 2
Borges (Santos)
Fred (Fluminense)
Loco Abreu (Botafogo)
TÉCNICO
Jorginho (Figueirense)
Ricardo Gomes / Cristóvão Borges (Vasco)
Tite (Corinthians)
ÁRBITRO
Leandro Vuaden
Paulo César Oliveira
Sandro Meira Ricci
REVELAÇÃO
Bruno Cortês (Botafogo)
Leandro Damião (Internacional)
Wellington Nem (Figueirense)
CRAQUE DA GALERA
Dedé (Vasco)
Liédson (Corinthians)
Neymar (Santos)
O Vasco foi o clube com mais indicações. Cinco jogadores (Fernando Prass, Fágner, Dedé, Rômulo e Diego Souza), mais a dupla Ricardo Gomes - Cristóvão Borges concorrendo a melhor técnico. O zagueiro Dedé disputa também como Craque da Galera, eleição na internet, contra Neymar (Santos) e Liédson (Corinthians). O Botafogo também teve cinco jogadores indicados (Jefferson, Antônio Carlos, Cortês, Renato e Loco Abreu). O Corinthians recebeu quatro indicações: três jogadores e o técnico Tite.
Confira a relação dos indicados por posição:
GOLEIRO
Fernando Prass (Vasco)
Jefferson (Botafogo)
Júlio César (Corinthians)
LATERAL-DIREITO
Bruno (Figueirense)
Fágner (Vasco)
Mariano (Fluminense)
ZAGUEIRO DIREITO
Antônio Carlos (Botafogo)
Dedé (Vasco)
Rodholfo (São Paulo)
ZAGUEIRO ESQUERDO
Emerson (Coritba)
Leandro Castan (Corinthians)
Réver (Atlético-MG)
LATERAL-ESQUERDO
Bruno Cortês (Botafogo)
Juninho (Figueirense)
Kléber (Internacional)
VOLANTE DIREITO
Arouca (Santos)
Ralf (Corinthians)
Rômulo (Vasco)
VOLANTE
Marcos Assunção (Palmeiras)
Paulinho (Corinthians)
Renato (Botafogo)
MEIA DIREITA
Deco (Fluminense)
Diego Souza (Vasco)
Lucas (São Paulo)
MEIA ESQUERDA
Montillo (Cruzeiro)
Ronaldinho (Flamengo)
Thiago Neves (Flamengo)
ATACANTE 1
Júlio César (Figueirense)
Leandro Damião (Internacional)
Neymar (Santos)
ATACANTE 2
Borges (Santos)
Fred (Fluminense)
Loco Abreu (Botafogo)
TÉCNICO
Jorginho (Figueirense)
Ricardo Gomes / Cristóvão Borges (Vasco)
Tite (Corinthians)
ÁRBITRO
Leandro Vuaden
Paulo César Oliveira
Sandro Meira Ricci
REVELAÇÃO
Bruno Cortês (Botafogo)
Leandro Damião (Internacional)
Wellington Nem (Figueirense)
CRAQUE DA GALERA
Dedé (Vasco)
Liédson (Corinthians)
Neymar (Santos)
Agonia do tricolor de coração
RIO - A imagem do eletrocardiograma com palavra "guerreiros" virou homenagem ao Fluminense em forma de mosaico este ano na Libertadores. As peças realmente se encaixam e formam o quebra-cabeças tricolor: quando a pressão aumenta, o time se recusa a perder e quase mata o torcedor do coração. A característica dos últimos anos também é sintoma do desgaste físico no presente. Mas de onde vem a força para fazer o impossível parecer viável nos últimos 45 minutos de jogo?
Grêmio e Figueirense. Dois jogos diferentes e um mesmo tempo. Exemplos recentes da síndrome da etapa final, presente nas eletrizantes partidas contra Santos, Atlético-GO... Nos 45 minutos finais das duas últimas rodadas, o Fluminense fez oito gols, venceu seus jogos, seguiu na briga pelo título e assustou quem assistiu aos primeiros tempos medíocres. A explicação de Marquinho: perto do fim, o campeonato cobra o preço do começo irregular e da obrigação de arrancar mais uma vez em direção a outra temporada histórica.
— Se você perguntar aos 11 titulares, todos vão confirmar que estão cheios de dores. Um está jogando com contratura, outro com alguma outra coisa... Tem sempre alguém sentindo e talvez seja por isto. Mas não estamos nos poupando no primeiro tempo. Jamais! O que tem acontecido no segundo tempo é que, quando olhamos para os lados, e sabemos que o cara ali está com dor, mas se doando, a gente sente que tem que fazer algo mais — disse Marquinho.
Wagner por quatro anos
A cautela entra em campo como regra para um jogo de estratégia. Com o desprezo pelo empate, o Fluminense tem o mesmo número de vitórias do líder Corinthians. E a mesma quantidade de derrotas do Bahia, na luta para evitar a zona do rebaixamento. Sem equilíbrio na tabela, o time procura dosar um extremo e outro nas quatro linhas. Mas quando todos os lances acabam no vazio, o desespero se transforma no combustível e a bola vai entrar de algum jeito.
— Não dá para se jogar ao ataque e depois sofrer as consequências. Tentamos jogar com inteligência. Às vezes, corro mais com a bola do que devo. O Abel conseguiu organizar minhas ideias, me deu um pouco mais de liberdade. No começo, ficamos meio atabalhoados e a ansiedade atrapalha. Dentro do jogo, acontecia de darmos uma parada. Começamos a prestar mais atenção — definiu Marquinho.
A torcida entendeu o recado vindo do campo e já reproduz na arquibancada o lema do "Tem que haver sofrimento". Abel Braga disse outro dia, após vencer o Grêmio, que quase morreu do coração. Na iminência de disputar a segunda Copa Libertadores seguida, fato inédito em 109 anos de existência, o Fluminense reafirma a vocação de deixar o melhor para o fim.
— Em 2009, a gente tinha 99% de ser rebaixado. Agora, conseguimos reverter a menor probabilidade de conquistar o título. Gostamos de estar sempre correndo contra — afirmou Diguinho.
Para seguir contra a maré, os jogadores do Fluminense entraram na onda de conduzir embarcações de pequeno porte e foram aprovados ontem pela Capitania dos Portos, que irá conceder a carteira de arrais amador a Deco, Rafael Moura, Edinho, Marquinho e Rafael Sóbis. Capitão do time sem precisar fazer prova, Fred estava entre eles e tem a missão de comandar a busca da vitória contra a nau vascaína. Cercado de amigos, ele trouxe mais um: Wagner, meia de 26 anos, ex-Cruzeiro, que deverá assinar por quatro anos e já fechou acordo de imagem com patrocinador. Para o clássico, Edinho, com entorse no tornozelo esquerdo, é dúvida. Certeza é que chegou a hora de vencer um clássico regional. O primeiro em um ano. Nem que seja nos minutos finais.
Grêmio e Figueirense. Dois jogos diferentes e um mesmo tempo. Exemplos recentes da síndrome da etapa final, presente nas eletrizantes partidas contra Santos, Atlético-GO... Nos 45 minutos finais das duas últimas rodadas, o Fluminense fez oito gols, venceu seus jogos, seguiu na briga pelo título e assustou quem assistiu aos primeiros tempos medíocres. A explicação de Marquinho: perto do fim, o campeonato cobra o preço do começo irregular e da obrigação de arrancar mais uma vez em direção a outra temporada histórica.
— Se você perguntar aos 11 titulares, todos vão confirmar que estão cheios de dores. Um está jogando com contratura, outro com alguma outra coisa... Tem sempre alguém sentindo e talvez seja por isto. Mas não estamos nos poupando no primeiro tempo. Jamais! O que tem acontecido no segundo tempo é que, quando olhamos para os lados, e sabemos que o cara ali está com dor, mas se doando, a gente sente que tem que fazer algo mais — disse Marquinho.
Wagner por quatro anos
A cautela entra em campo como regra para um jogo de estratégia. Com o desprezo pelo empate, o Fluminense tem o mesmo número de vitórias do líder Corinthians. E a mesma quantidade de derrotas do Bahia, na luta para evitar a zona do rebaixamento. Sem equilíbrio na tabela, o time procura dosar um extremo e outro nas quatro linhas. Mas quando todos os lances acabam no vazio, o desespero se transforma no combustível e a bola vai entrar de algum jeito.
— Não dá para se jogar ao ataque e depois sofrer as consequências. Tentamos jogar com inteligência. Às vezes, corro mais com a bola do que devo. O Abel conseguiu organizar minhas ideias, me deu um pouco mais de liberdade. No começo, ficamos meio atabalhoados e a ansiedade atrapalha. Dentro do jogo, acontecia de darmos uma parada. Começamos a prestar mais atenção — definiu Marquinho.
A torcida entendeu o recado vindo do campo e já reproduz na arquibancada o lema do "Tem que haver sofrimento". Abel Braga disse outro dia, após vencer o Grêmio, que quase morreu do coração. Na iminência de disputar a segunda Copa Libertadores seguida, fato inédito em 109 anos de existência, o Fluminense reafirma a vocação de deixar o melhor para o fim.
— Em 2009, a gente tinha 99% de ser rebaixado. Agora, conseguimos reverter a menor probabilidade de conquistar o título. Gostamos de estar sempre correndo contra — afirmou Diguinho.
Para seguir contra a maré, os jogadores do Fluminense entraram na onda de conduzir embarcações de pequeno porte e foram aprovados ontem pela Capitania dos Portos, que irá conceder a carteira de arrais amador a Deco, Rafael Moura, Edinho, Marquinho e Rafael Sóbis. Capitão do time sem precisar fazer prova, Fred estava entre eles e tem a missão de comandar a busca da vitória contra a nau vascaína. Cercado de amigos, ele trouxe mais um: Wagner, meia de 26 anos, ex-Cruzeiro, que deverá assinar por quatro anos e já fechou acordo de imagem com patrocinador. Para o clássico, Edinho, com entorse no tornozelo esquerdo, é dúvida. Certeza é que chegou a hora de vencer um clássico regional. O primeiro em um ano. Nem que seja nos minutos finais.
Loco age como técnico dentro de campo e sacode o Botafogo
Loco Abreu orienta os companheiros durante o treino do Botafogo Ivo Gonzalez
Na qaurta-feira, no desanimado treino realizado no campo anexo do Engenhão, a única voz que se ouviu foi a do uruguaio. De visual novo — cortou o cabelo pouco abaixo das orelhas— Loco Abreu orientou os companheiros, deu bronca, elogiou e pediu aplicação. E o mais importante: treinou com enorme entusiasmo, como se quisesse mostrar aos demais que se ainda há esperança é preciso acreditar até o fim.
Flávio Tenius dividiu os jogadores em quatro times de sete. O treino foi realizado em campo reduzido, e cada um só podia dar dois toques na bola. Loco Abreu ficou no time verde, com Fábio Ferreira, Elkeson, Diogo, Somália, Bruno Thiago e Alessandro. No gol, Andrei, do time de juniores.
O uruguaio atuou como jogador e técnico de sua equipe do início ao fim do treinamento. Deu atenção especial ao jovem arqueiro, com quem chegou a conversar em separado em determinado momento:
— Você tem que falar mais. Nunca vi goleiro mudo.
Renato ainda acredita
Como um pai, as cobranças vinham acompanhadas de afagos. Andrei, que ouvia a tudo com muita atenção, fez grande defesa em chute frontal de Alex. O elogio foi quase simultâneo:
— Boa garoto. É isso aí.
Loco Abreu também orientou Somália, Fábio Ferreira e Elkeson. Mas foi depois de ver o uruguaio comemorando um gol no treino que o técnico interino abriu um sorriso.
— O Loco tem influência sobre os jogadores. Seu treino foi ótimo. É esse o espírito que precisamos manter até o fim. Nós podemos voltar à zona da Libertadores já na próxima rodada, dependendo de uma combinação de resultados. Mas temos que fazer nossa parte — afirmou Flávio.
Quem também está tentando ajudar com sua experiência é Renato. Ele lembrou que apesar de o Botafogo só ter vencido dois dos últimos dez jogos, o time continua com chances de disputar a Libertadores do ano que vem:
— Ninguém vai desistir antes do tempo. Temos que fazer o nosso. Se vencermos o Atlético-MG, domingo, vamos para a última rodada ainda com chances. Precisamos ganhar os seis pontos e só depois ver se deu ou não.
Vasco: Felipe pode ficar fora do clássico com o Fluminense
Considerado o maestro do meio-campo vascaíno, Felipe tem sido um dos melhores jogadores do time nos últimos jogos da equipe, como contra Palmeiras e Avaí. Nesta quinta-feira, o meia será reavaliado na reapresentação dos jogadores em São Januário. Mas já pode ser apontado como dúvida para o clássico. Além dele, Élton e Allan saíram com dores.
- Temos escolhido a equipe jogo a jogo, amanhã (nesta quinta) tem avaliação médica para ver como estão os jogadores que saíram com alguma dor. Felipe sentiu dor no adutor naquele chute - disse o técnico Cristóvão Borges.
A importância do meia para o time pode ser medida nas palavras do treinador. Cristóvão admite que o rendimento do Vasco caiu e o time acabou cedendo o empate aos chilenos por causa da saída de Felipe.
- Fizemos um grande primeiro tempo, conseguimos neutralizar muito do que o Universidad de Chile tem de melhor e conseguimos jogar bem no que temos de melhor. No segundo tempo tivemos dificuldades justamente por causa da perda de posse de bola pela saída do Felipe que faz isso muito bem. Felipe e Juninho conseguem administrar o ritmo do jogo e sem ele não conseguimos no segundo tempo - explicou o treinador.
A saída de Felipe expôs outro problema do time. Após 72 partidas na temporada, a equipe deu sinal de desgaste. Confirmado por todos os jogadores. A cinco jogos do fim da temporada - se chegar à decisão da Sul-Americana -, o Vasco terá de retomar o gás para brigar pelos dois títulos.
- Nós continuamos vivos. Mesmo sabendo que foi um jogo difícil, a equipe mostrou muito talento e qualidade . Acredito no nosso potencial que podemos fazer o resultado fora de casa e conseguir a classificação. É muito difícil manter o ritmo os 90 minutos. E hoje não tivemos peça importante que é o Diego Souza, e seria mais uma opção. Mas temos que ressaltar que a equipe do Universidad é muito boa - disse Juninho.
Para se classificar à final da Sul-Americana, o Vasco precisa vencer por qualquer placar ou empatar em dois ou mais gols. Se repetir o 1 a 1, a vaga será decidida nos pênaltis. Invicto há 29 partidas, o Universidad de Chile perdeu apenas quatro jogos na temporada antes de iniciar a sequência vitoriosa. Todas as derrotas aconteceram em Santiago.
Torcedores vão ao Ninho do Urubu cobrar empenho do Fla
Depois de mais de uma hora de espera, os torcedores foram recebidos por dirigentes do Flamengo e entraram com eles no CT por volta das 13h. Na comissão que os recebeu estavam Luiz Augusto Veloso, diretor de futebol; Henrique Brandão, vice-presidente de marketing; e Walter Oaquim, vice-presidente de relações externas. Os dirigentes haviam garantido aos repórteres - que não puderam acompanhar o “passeio” nem a conversa - que os torcedores não se encontrariam com os jogadores.
Mas quando soube da presença deles, o zagueiro Alex Silva fez questão de participar do encontro. Alex quis ir ao encontro deles para pedir desculpas em relação às declarações que deu após o jogo contra o Atlético-GO. Na ocasião, o zagueiro afirmou que “a torcida do Flamengo não tem que falar nada e tem que apoiar o time ao invés de ficar vaiando”.
Se não vai no amor, vai na dor. Queremos conversar com eles e saber o que está acontecendo
Após o encontro, que durou cerca de uma hora, Oaquim elogiou os torcedores:
- Foi tudo tranquilo. Eles vieram prestar apoio ao time. E o Flamengo se diferencia por isso. Por ter a torcida que tem. Teremos um total apoio no domingo para vencer o Inter.
O clima entre o time do Flamengo e a torcida anda azedo há algum tempo. Nos últimos seis jogos foi apenas uma vitória, sendo que há três partidas a equipe rubro-negra sequer dez gol. O astro principal, Ronaldinho Gaúcho, há dois meses não marca e tem sido tratado com vaias pelo pessoal das arquibancadas. As queixas da torcida acabaram gerando mais um desconforto quando o zagueiro Alex Silva reclamou desse comportamento. Ele chegou a dizer que o torcedor não deveria vaiar, e sim apoiar o time. Dois dias depois, pediu desculpas, mas manteve o discurso de que não há motivos para críticas e nem para pressão sobre uma equipe que ainda tem chances de se classificar para a Libertadores. O Flamengo está atualmente na sexta colocação do Brasileiro, sem chance de ser campeão e em situação difícil na briga pela vaga no torneio sul-americano.
- Se não vai no amor, vai na dor. Queremos conversar com eles (os jogadores) e saber o que está acontecendo. Alex Silva andou falando bastante. Ele não tem currículo para falar do Flamengo - declarou José Carlos Peruano, torcedor e conselheiro do clube, segundo a agência Lancepress, antes de ser recebido por dirigentes.
Fluminense contrata meia Wagner, ex-Cruzeiro
O meia, ex-Cruzeiro, assinou com o clube, que adquiriu seus direitos econômicos, por quatro temporadas. Com 26 anos, ele estava no Gaziantepspor, da Turquia, é amigo pessoal de Fred e se destacou na campanha do Cruzeiro na Libertadores de 2009.
Wagner é mais um caso de jogador disputado por Fluminense e Palmeiras em que o time paulista leva a pior. As outras duas ocasiões foram com Thiago Neves e, mais recente, o argentino Martinuccio. O ex-cruzeirense preferiu disputar a Libertadores pelo Flu no ano que vem. O tricolor carioca já está classificado para a competição mais importante da América do Sul. O Palmeiras deve ficar com vaga na Sul-Americana de 2012.
Ferrer atropela Djokovic e se garante nas semis em Londres
E o sérvio Novak Djokovic sofreu, nesta quarta-feira, a quinta derrota em 75 jogos na temporada. Méritos para o espanhol David Ferrer, que derrotou o número 1 do mundo por implacáveis 6-3 e 6-1, garantindo-se nas semifinais do ATP Finals de Londres, na primeira colocação do Grupo A.
Esta é a terceira participação do número 5 do mundo no torneio. Em 2007, Ferrer foi vice, perdendo a final para o suíço Roger Federer. Ano passado, o espanhol perdeu todas as três partidas da primeira fase (para Federer, Robin Soderling e Andy Murray).
Como primeiro do grupo, Ferrer terá de superar o compatriota Rafael Nadal ou o francês Jo-Wilfried Tsonga, que se enfrentam nesta quinta-feira, às 18h.
Nole, por sua vez, terá de derrotar o compatriota Janko Tipsarevic e torcer para que Ferrer passe por Tomas Berdych. Se Djokovic e o tcheco vencerem, a segunda vaga será decidida no saldo de sets e, se necessário, de games.
Esta é a terceira participação do número 5 do mundo no torneio. Em 2007, Ferrer foi vice, perdendo a final para o suíço Roger Federer. Ano passado, o espanhol perdeu todas as três partidas da primeira fase (para Federer, Robin Soderling e Andy Murray).
Como primeiro do grupo, Ferrer terá de superar o compatriota Rafael Nadal ou o francês Jo-Wilfried Tsonga, que se enfrentam nesta quinta-feira, às 18h.
Nole, por sua vez, terá de derrotar o compatriota Janko Tipsarevic e torcer para que Ferrer passe por Tomas Berdych. Se Djokovic e o tcheco vencerem, a segunda vaga será decidida no saldo de sets e, se necessário, de games.
Marcelo Mattos muda e dá injeção de ânimo
— Vi que é possível a gente conseguir uma vaga na Libertadores, sim. O primeiro passo é passar pelo Atlético-MG no domingo. Pela situação deles, lutando contra o rebaixamento, vamos enfrentar um caldeirão. Mas se fizermos a nossa parte com personalidade a vaga na Libertadores fica mais próxima faltando apenas uma rodada para o final. Temos chance sim.
Na análise feita por Marcelo Mattos, o Botafogo fez uma boa mescla entre jogadores mais experientes e outros mais jovens e chegou a apresentar um futebol bonito e eficiente durante boa parte do Campeonato Brasileiro. Ele acha que é possível repetir a fórmula nos dois jogos finais.
— Com uma conversa séria, dedicação e todos empenhados em acertar, o time pode voltar a mostrar um bom futebol. Se a gente fizer um gol, a pressão no Atlético-MG será grande e podemos tirar proveito disso — afirmou Marcelo Mattos.
Galhardo: time está atento
Thiago Galhardo, um dos jogadores que não vinha sendo aproveitado pelo técnico Caio Júnior, ganhou uma oportunidade com Flávio Tenius e aposta em uma receita simples para o Botafogo reagir nos dois jogos que faltam para encerrar sua participação no Brasileiro contra Atlético-MG e Fluminense.
— O jeito é ir na garra e na vontade de vencer. Não tem muito o que fazer agora — disse Thiago Galhardo.
O jogador ficou 18 jogos sem atuar até ser lançado como titular na partida contra o Internacional. Ele reconhece que sentiu um pouco a falta de ritmo, mas que o incentivo dos companheiros e sua dedicação nos treinamentos foram importantes na hora de dar uma resposta em campo.
— Acho que respondi dentro do possível. Fiquei muito tempo fora e senti o ritmo. Tanto que cansei e fui substituído. Mas sei que ajudei e agora estou tranquilo e confiante. Valeu a pena treinar forte sem me entregar por não ser escalado — disse.
Na opinião do apoiador, o fato de o time estar passando por uma fase ruim exatamente na parte final da competição não tira a vontade dos jogadores de atingirem a meta estabelecida de conquistar uma vaga na disputa da Copa Libertadores em 2012.
— Eu não vi ninguém abatido. Pelo contrário acho que os jogadores estão atentos para acabar com a série de resulta$ruins. Temos a chance e sinto o time unido — assegurou Thiago Galhardo.
O lateral esquerdo Cortês, que sentiu dores musculares, foi examinado e liberado para treinar, assim como o lateral direito Lucas, recuperado de uma entorse no tornozelo direito. O caso de Maicosuel é mais complicado. Com uma entorse no tornozelo esquerdo, ele será avaliado durante a semana para saber se terá condição de jogo.
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Há 25 anos, tinha início a demolidora era Mike Tyson
No dia 22 de novembro de 1986, o boxeador norte-americano Mike Tyson nocauteou o compatriota Trevor Berbick no segundo assalto e se tornou, aos 20 anos, o campeão mundial mais jovem da história entre os pesos pesados. Clique na página e relembre os detalhes da luta.
A partir dessa luta, Mike Tyson revigorou o boxe na época e tornou-se um vencedor implacável, nocauteando adversários em lutas que duravam poucos minutos. Parecia tão indestrutível que ganhou a alcunha de Iron Man, o Homem de Ferro.Tyson viveu momentos intensos de sucesso, mas também de fracassos, dentro e fora dos ringues. Perdeu lutas, envolveu-se em confusões e foi preso diversas vezes acusado de estupro e agressões.
Pesquisa e Texto: Rose Saconi Tratamento de Imagens: José Brito
Ferrer atropela Djokovic, se classifica e complica o sérvio no ATP Finals
Número 1 do mundo, Novak Djokovic esteve irreconhecível nesta quarta-feira, na segunda rodada do ATP Finals (torneio que reúne os oito melhores tenistas do ano em Londres), o sérvio foi atropelado e perdeu para o espanhol David Ferrer, número 5 do ranking, por 2 sets a 0, parciais de 6-3, 6-1.
O resultado classificou Ferrer no grupo A do ATP Finals. O espanhol enfrenta o tcheco Tomas Berdych e pode até perder que já está na semifinal do torneio. Já Djokovic decide sua vida contra o compatriota Janko Tipsarevic, que substitui o lesionado Andy Murray, na última rodada. O número 1 do mundo não depende de si para avançar.
Na tarde desta quarta-feira, Ferrer impôs seu jogo com longas trocas de bola e aproveitou um Djokovic que cometeu 33 erros não forçados na partida e aplicou apenas dez bolas vencedoras. Nas suas duas vitórias no ATP Finals, o espanhol venceu tenistas que tinham o favoritismo (Andy Murray e Novak Djokovic).
Esta foi a quinta vitória de David Ferrer contra Novak Djokovic no circuito da ATP. O sérvio venceu as outras seis vezes em que os dois se enfrentaram.

O resultado classificou Ferrer no grupo A do ATP Finals. O espanhol enfrenta o tcheco Tomas Berdych e pode até perder que já está na semifinal do torneio. Já Djokovic decide sua vida contra o compatriota Janko Tipsarevic, que substitui o lesionado Andy Murray, na última rodada. O número 1 do mundo não depende de si para avançar.
Na tarde desta quarta-feira, Ferrer impôs seu jogo com longas trocas de bola e aproveitou um Djokovic que cometeu 33 erros não forçados na partida e aplicou apenas dez bolas vencedoras. Nas suas duas vitórias no ATP Finals, o espanhol venceu tenistas que tinham o favoritismo (Andy Murray e Novak Djokovic).
Esta foi a quinta vitória de David Ferrer contra Novak Djokovic no circuito da ATP. O sérvio venceu as outras seis vezes em que os dois se enfrentaram.
Djokovic perdeu para Ferrer e se complicou no ATP Finals
Crédito da imagem: Reuters
Crédito da imagem: Reuters
VÍDEO: Barcelona vence clássico contra o Milan e garante liderança do grupo
No duelo de gigantes entre Milan e Barcelona pela liderança do grupo H da Champions League, melhor para os espanhóis, que venceram por 3 a 2, fora de casa e levaramm o primeiro lugar com uma rodada de antecedência. Ibrahimovic e Boateng fizeram para os mandantes, e Van Bommel contra, Xavi e Messi, em pênalti polêmico, marcaram para os atuais campeões europeus.
O esperado reencontro de Ibrahimovic com Guardiola não aconteceu. O sueco não esconde sua mágoa com o técnico depois de ter deixado o Barça de forma traumática em 2009 e falou sobre Pep de forma provocativa antes da partida.
O time da casa, que no primeiro duelo com o Barça, na Catalunha, havia arrancado empate por 2 a 2 no final, para nos oito pontos e tem que se contentar com a segunda colocação do grupo H. Os visitantes garantem a primeira colocação e o direito de jogarem a segunda partida das oitavas de final dentro de casa.
O jogo
Messi ditou o ritmo do Barcelona na partida. Aos 13 minutos do primeiro tempo, fez belo lançamento da entrada da área para Keita, que chutou cruzado. Antes que Xavi chegasse à bola, Van Bommel, ex-Barça, fez contra. A resposta milanista veio logo em seguida. Seedorf deu passe na medida para Ibrahimovic finalizar rápido, no canto esquerdo de Valdez.
Aos 31, lance polêmico: o árbitro alemão Wolfgang Stark viu pênalti de Aquilani em Xavi e Messi bateu duas vezes até marcar - na primeira, fez a agora proibida paradinha e levou cartão amarelo. Foi o primeiro gol do argentino contra um time da Itália depois de seis jogos.
O Milan voltou para a etapa final com Alexandre Pato no lugar de Robinho, que no primeiro tempo perdeu gol incrível na pequena área quando o jogo estava empatado em 0 a 0. Mas quem deixou tudo igual de novo para os italianos foi Boateng, em gol de placa. O ganês dominou bonito, passou por Abidal com drible de chaleira e chutou forte, rasteiro.
Aos 17 minutos, porém, Messi voltou a frustrar o time da casa com outro passe de gênio. Dessa vez quem ficou na cara do gol foi Xavi, que mandou para a rede do bico da área.
FICHA TÉCNICA
MILAN 2 X 3 BARCELONA
Local: Estádio San Siro, Milão, Itália
Data: 23/11/2011, às 17h45 (Brasília)
Árbitro: Wolfgang Stark (ALE)
Assistentes: Jan-Hendrik Salver e Mike Pickel (ambos ALE)
Cartões amarelos: Nesta, Zambrotta, Van Bommel e Aquilani (MIL) Puyol, Abidal, Mascherano e Messi (BAR)
Gols: BAR: Van Bommel, contra, aos 14 e Messi, aos 31min do 1° tempo e Xavi, aos 17min do 2° tempo
MIL: Ibrahimovic, aos 20 do 1º tempo e Boateng, aos 8min do 2° tempo
MILAN: Abbiati; Abate, Nesta (Bonera), Thiago Silva e Zambrotta; Aquilani, Van Bommel (Nocerino), Seedorf e Boateng; Ibrahimovic e Robinho (Pato)
Técnico: Massimiliano Allegri
BARCELONA: Valdés; Puyol, Mascherano, Busquets e Abidal; Keita, Xavi, Thiago (Alexis Sanchez) e Fabregas (Jonathan); Messi e Villa (Pedro)
Técnico: Pep Guardiola
O esperado reencontro de Ibrahimovic com Guardiola não aconteceu. O sueco não esconde sua mágoa com o técnico depois de ter deixado o Barça de forma traumática em 2009 e falou sobre Pep de forma provocativa antes da partida.
O time da casa, que no primeiro duelo com o Barça, na Catalunha, havia arrancado empate por 2 a 2 no final, para nos oito pontos e tem que se contentar com a segunda colocação do grupo H. Os visitantes garantem a primeira colocação e o direito de jogarem a segunda partida das oitavas de final dentro de casa.
Clique no player e assista aos gols da partida!
Milan e Barça entram em campo no dia 6 de dezembro para cumprir tabela. Os italianos vão à República Tcheca enfrentar o Viktoria Pilsen, enquanto os espanhóis recebem o Bate. Para Viktoria - quatro pontos - e Bate - dois - a rodada final vale a terceira colocação do grupo e a vaga na Europa League. O jogo
Messi ditou o ritmo do Barcelona na partida. Aos 13 minutos do primeiro tempo, fez belo lançamento da entrada da área para Keita, que chutou cruzado. Antes que Xavi chegasse à bola, Van Bommel, ex-Barça, fez contra. A resposta milanista veio logo em seguida. Seedorf deu passe na medida para Ibrahimovic finalizar rápido, no canto esquerdo de Valdez.
Aos 31, lance polêmico: o árbitro alemão Wolfgang Stark viu pênalti de Aquilani em Xavi e Messi bateu duas vezes até marcar - na primeira, fez a agora proibida paradinha e levou cartão amarelo. Foi o primeiro gol do argentino contra um time da Itália depois de seis jogos.
O Milan voltou para a etapa final com Alexandre Pato no lugar de Robinho, que no primeiro tempo perdeu gol incrível na pequena área quando o jogo estava empatado em 0 a 0. Mas quem deixou tudo igual de novo para os italianos foi Boateng, em gol de placa. O ganês dominou bonito, passou por Abidal com drible de chaleira e chutou forte, rasteiro.
Aos 17 minutos, porém, Messi voltou a frustrar o time da casa com outro passe de gênio. Dessa vez quem ficou na cara do gol foi Xavi, que mandou para a rede do bico da área.
FICHA TÉCNICA
MILAN 2 X 3 BARCELONA
Local: Estádio San Siro, Milão, Itália
Data: 23/11/2011, às 17h45 (Brasília)
Árbitro: Wolfgang Stark (ALE)
Assistentes: Jan-Hendrik Salver e Mike Pickel (ambos ALE)
Cartões amarelos: Nesta, Zambrotta, Van Bommel e Aquilani (MIL) Puyol, Abidal, Mascherano e Messi (BAR)
Gols: BAR: Van Bommel, contra, aos 14 e Messi, aos 31min do 1° tempo e Xavi, aos 17min do 2° tempo
MIL: Ibrahimovic, aos 20 do 1º tempo e Boateng, aos 8min do 2° tempo
MILAN: Abbiati; Abate, Nesta (Bonera), Thiago Silva e Zambrotta; Aquilani, Van Bommel (Nocerino), Seedorf e Boateng; Ibrahimovic e Robinho (Pato)
Técnico: Massimiliano Allegri
BARCELONA: Valdés; Puyol, Mascherano, Busquets e Abidal; Keita, Xavi, Thiago (Alexis Sanchez) e Fabregas (Jonathan); Messi e Villa (Pedro)
Técnico: Pep Guardiola
VÍDEOS: Time com alma contra time com grana. Vitória do futebol
O Manchester City não é um clube artificial, desses que pipocam por aí. Tem história, algumas glórias e torcida. Sim, os Citizens mantêm seguidores fiéis, que continuaram ao lado do time azul da cidade mesmo nos tempos de vacas magérrimas. O clube fundado em 1880 ganhou uma Recopa Europeia, dois títulos nacionais, sete da segunda divisão, cinco Copas da Inglaterra, duas Copas da Liga e três Supercopas inglesas. É mais do que alguns considerados grandes aqui no Brasil sonham acumular em décadas ou mais de um século de vida.
Quando fez 6 a 1 no rival United, em outubro, pela Premier League, o City do dinheiro árabe se inseriu entre os grandes na briga pelo campeonato inglês, que lidera com folga. Mas a campanha na Champions League é fraca desde a estreia. Em cinco jogos, um par de vitórias, ambas sobre o Villarreal, que perdeu todos os cotejos dos quais tomou parte, saco de pancadas do grupo liderado pelo Bayern Munique. Pouco para um time zilionário, capaz dar um bico no tal fair-play financeiro ao torrar libras como se fossem dólares do Zimbabue.
No video abaixo veja a entrada em campo
Diante do Napoli, no mítico estádio Sao Paolo, onde Diego Armando Maradona escreveu algumas das mais importantes páginas de sua belíssima história no futebol, o Manchester City foi um time frio. Técnico, rico, estelar e frio. Gelado. Que sucumbiu ante o vigor e a dedicação da valente squadra do sul da Itália, formada por jogadores sem a mesma fama, sem os mesmos salários, mordomias e badalações. Mas com o apoio daquela massa de apaixonados "tifosi" capaz de levar uma equipe de futebol a um estágio além de suas próprias limitações.
No vídeo abaixo, a festa após o apíto final
A vitória do Napoli sobre o milionário Manchester City praticamente empurrou o líder da Premier League para uma melancólica participação na Liga Europa, destino idêntico ao que terá Bate Borisov ou Viktoria Pílsen, clubes obscuros e paupérrimos. Pífio para quem enterra tanto dinheiro num time de futebol. Vergonhoso pela maneira como se desenha a eliminação precoce dos Citizens da Liga dos Campeões. Algo que, caso se concretize, só poderá ser minimizado com a conquista do título inglês.
Quem acompanhou Napoli 2 x 1 Manchester City e não entendia a diferença entre estádio e arena, torcida e platéia, não tem desculpas para insistir em dizer que não vê distinção. Se o City of Manchester, rebatizado como Etihad Stadium, é moderna e confortável arena, seus caros ingressos atraem uma plateia elitizada e muitas vezes gelada. O formato, organizado e elogiável da Premier League, há tempos revela sua fragilidade ao segregar fãs apaixonados e capazes de verdadeiras loucuras pelo time de fé. Sai a torcida, entra a plateia.
Mas futebol não é teatro, nem em sonho. E no velho Sao Paolo não há tanta sofisticação, tampouco naming rights, com alguma grande empresa emprestando seu nome ao estádio por milhões de euros. Mas lá o povo apaixonado comparece, tem acesso, agita bandeiras, monta mosaicos, acende sinalizadores, faz a festa. Vaia, irrita o adversário, apoia o Napoli, sofre com o time de Maradona. É uma relação visceral, há conexão entre campo e arquibancada. E isso não está disponível em prateleira alguma. Uma verdadeira torcida dinheiro nenhum jamais comprará.
O Napoli se superou com a força, o apoio de sua gente, arrancou uma vitória histórica sobre o milionário Manchester City e mostrou porque que o futebol é tão marvilhoso. Assim, na antiga cancha napolitana vimos um time com alma contra um time com grana. E a belíssima demonstração de que o nosso esporte não é só "money", mas paixão e coração. Forza Napoli. Aprenda essa lição Sheikh Mansour bin Zayed bin Sultan Al Nahyan. E viva o futebol!
Quando fez 6 a 1 no rival United, em outubro, pela Premier League, o City do dinheiro árabe se inseriu entre os grandes na briga pelo campeonato inglês, que lidera com folga. Mas a campanha na Champions League é fraca desde a estreia. Em cinco jogos, um par de vitórias, ambas sobre o Villarreal, que perdeu todos os cotejos dos quais tomou parte, saco de pancadas do grupo liderado pelo Bayern Munique. Pouco para um time zilionário, capaz dar um bico no tal fair-play financeiro ao torrar libras como se fossem dólares do Zimbabue.
No video abaixo veja a entrada em campo
Diante do Napoli, no mítico estádio Sao Paolo, onde Diego Armando Maradona escreveu algumas das mais importantes páginas de sua belíssima história no futebol, o Manchester City foi um time frio. Técnico, rico, estelar e frio. Gelado. Que sucumbiu ante o vigor e a dedicação da valente squadra do sul da Itália, formada por jogadores sem a mesma fama, sem os mesmos salários, mordomias e badalações. Mas com o apoio daquela massa de apaixonados "tifosi" capaz de levar uma equipe de futebol a um estágio além de suas próprias limitações.
No vídeo abaixo, a festa após o apíto final
A vitória do Napoli sobre o milionário Manchester City praticamente empurrou o líder da Premier League para uma melancólica participação na Liga Europa, destino idêntico ao que terá Bate Borisov ou Viktoria Pílsen, clubes obscuros e paupérrimos. Pífio para quem enterra tanto dinheiro num time de futebol. Vergonhoso pela maneira como se desenha a eliminação precoce dos Citizens da Liga dos Campeões. Algo que, caso se concretize, só poderá ser minimizado com a conquista do título inglês.
Quem acompanhou Napoli 2 x 1 Manchester City e não entendia a diferença entre estádio e arena, torcida e platéia, não tem desculpas para insistir em dizer que não vê distinção. Se o City of Manchester, rebatizado como Etihad Stadium, é moderna e confortável arena, seus caros ingressos atraem uma plateia elitizada e muitas vezes gelada. O formato, organizado e elogiável da Premier League, há tempos revela sua fragilidade ao segregar fãs apaixonados e capazes de verdadeiras loucuras pelo time de fé. Sai a torcida, entra a plateia.
Mas futebol não é teatro, nem em sonho. E no velho Sao Paolo não há tanta sofisticação, tampouco naming rights, com alguma grande empresa emprestando seu nome ao estádio por milhões de euros. Mas lá o povo apaixonado comparece, tem acesso, agita bandeiras, monta mosaicos, acende sinalizadores, faz a festa. Vaia, irrita o adversário, apoia o Napoli, sofre com o time de Maradona. É uma relação visceral, há conexão entre campo e arquibancada. E isso não está disponível em prateleira alguma. Uma verdadeira torcida dinheiro nenhum jamais comprará.
O Napoli se superou com a força, o apoio de sua gente, arrancou uma vitória histórica sobre o milionário Manchester City e mostrou porque que o futebol é tão marvilhoso. Assim, na antiga cancha napolitana vimos um time com alma contra um time com grana. E a belíssima demonstração de que o nosso esporte não é só "money", mas paixão e coração. Forza Napoli. Aprenda essa lição Sheikh Mansour bin Zayed bin Sultan Al Nahyan. E viva o futebol!
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As transmissões da semana 12 da NFL
A décima segunda rodada do futebol americano terá início já nesta quinta-feira e, desta vez, o fã de esportes vai assistir nada mais nada menos do que sete partidas da semana 12 da NFL. Serão duas rodadas triplas, a primeira já nesta quinta-feira, feriado do Thanksgiving - o Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos. A maratona é a seguinte:
quinta, dia 24
15h30 - DETROIT LIONS X GREEN BAY PACKERS - ESPN/ESPNHD AO VIVO
19h15 - DALLAS COWBOYS X MIAMI DOLPHINS - ESPN/ESPNHD AO VIVO
23h20 - BALTIMORE RAVENS X SAN FRANCISCO 49ERS - ESPN/ESPNHD AO VIVO
domingo, dia 27
16h - NEW YORK JETS X BUFFALO BILLS - ESPNHD AO VIVO
19h05 - OAKLAND RAIDERS X CHICAGO BEARS - ESPNHD AO VIVO (ESPN a partir de 19h45 em andamento)
23h15 - KANSAS CITY CHIEFS X PITTSBURGH STEELERS - ESPN/ESPNHD AO VIVO
segunda, dia 28
23h - SEMANA NFL
23h30 - NEW ORLEANS SAINTS X NEW YORK GIANTS - ESPN/ESPNHD AO VIVO
quinta, dia 24
15h30 - DETROIT LIONS X GREEN BAY PACKERS - ESPN/ESPNHD AO VIVO
19h15 - DALLAS COWBOYS X MIAMI DOLPHINS - ESPN/ESPNHD AO VIVO
23h20 - BALTIMORE RAVENS X SAN FRANCISCO 49ERS - ESPN/ESPNHD AO VIVO
domingo, dia 27
16h - NEW YORK JETS X BUFFALO BILLS - ESPNHD AO VIVO
19h05 - OAKLAND RAIDERS X CHICAGO BEARS - ESPNHD AO VIVO (ESPN a partir de 19h45 em andamento)
23h15 - KANSAS CITY CHIEFS X PITTSBURGH STEELERS - ESPN/ESPNHD AO VIVO
segunda, dia 28
23h - SEMANA NFL
23h30 - NEW ORLEANS SAINTS X NEW YORK GIANTS - ESPN/ESPNHD AO VIVO
Rodrigo Caetano fala do sucesso de 2011 e diz que margem de erro é zero
O que mais impressiona no Vasco de 2011 é a convicção. Em janeiro, em meio ao turbihão de críticas pelo pior início de Estadual de todos os tempos, Rodrigo Caetano dizia que o sucesso seria enorme no decorrer do ano. Que trocou Paulo César Gusmão por Ricardo Gomes por necessidade e que em pouco tempo se veria que a equipe era muito boa. Chegaram reforços, poucos. E o Vasco teve seu melhor ano desde o título brasileiro de 2000.
Nesta conversa, Rodrigo Caetano fala sobre o ano e projeta o futuro do Vasco. Otimismo exagerado. Nada disso: "Não vamos ganhar a Libertadores em 2012."
PVC - Como você avalia as chances de título brasileiro do Vasco?
RODRIGO CAETANO - O campeonato está aberto. Mas é claro que não podemos esconder que agora nossa margem de erro é zero. Não podemos errar em nenhum dos dois clássicos, contra Fluminense e Flamengo, sob pena de perder o campeonato.
PVC - Isso indica que você preferia ter priorizado o Brasileiro, para a margem de erro ser menor?
RODRIGO CAETANO - Não, nada disso. O LANCE! publicou que havia uma divisão no Vasco sobre esse tema. Não há, não. Acho que fizemos o certo e usamos times mesclados na Copa Sul-Americana. Nossa margem de erro diminuiu para zero, pelos resultados mais recentes. Acho que tomamos a atitude correta e que nosso mérito foi querer ganhar todos os torneios que disputamos. Aliás, se você desmembrar o Estadual em dois (Taça Guanabara e Taça Rio), só não fomos bem na Taça Guanabara. Fomos à final da Taça Rio, ganhamos a Copa do Brasil, estamos disputando até o fim a Copa Sul-Americana e o Brasileirão. Você não pode prever que vai ganhar o campeonato, mas pode ter certeza de que vai disputá-lo. Nós cumprimos o que planejamos.
PVC - O Vasco tem condição de ganhar a Libertadores ano que vem?
RODRIGO CAETANO - Por planejamento, não é isso. O Vasco não vai ganhar a Libertadores de 2012. Não quer dizer que não possamos vencer, mas isso não pode ser o plano. Nosso projeto é disputar a Libertadores sempre, nos próximos anos. Vamos disputar em 2012, vamos jogar de novo em 2013, vamos ganhar uma Libertadores até 2014. Isso é projeto! Se ganharmos antes, se for em 2012, ótimo. Mas o plano não pode ser esse. Tivemos um ano ótimo em 2011, mas não adianta ser como em 2000, adianta? Em 2000, o Vasco foi campeão brasileiro, da Copa Mercosul e depois passou uma década sem vencer. Não adianta nada. Queremos um projeto sólido.
PVC - Quando o Vasco fez o pior início do Estadual da história, espantava a sua confiança de que o time era bom. Os reforços mudaram a situação?
RODRIGO CAETANO - Os reforços foram poucos. Eu sabia que tínhamos um problema grave, mas seria por período reduzido. O elenco foi reforçado, mas nomes fortes mesmo chegaram o Diego Souza e o Alecsandro. Mais tarde, no meio do ano, chegou o Juninho Pernambucano. Mas nós já tínhamos confiança que nosso elenco era bom, sabíamos da afirmação do Dedé, do Ânderson Martins, sabíamos que a equipe poderia ser muito forte. Depois, quando houve o acidente com o Ricardo e muita gente veio dizer, no clube: "Vamos contratar outro técnico." Nós tínhamos outra convicção. Dissemos: "Não vamos, não!" O Ricardo era o treinador e o Cristóvão era quem estava mais perto dele, quem mais conhecia a filosofia de trabalho. Só poderia dar certo
Nesta conversa, Rodrigo Caetano fala sobre o ano e projeta o futuro do Vasco. Otimismo exagerado. Nada disso: "Não vamos ganhar a Libertadores em 2012."
PVC - Como você avalia as chances de título brasileiro do Vasco?
RODRIGO CAETANO - O campeonato está aberto. Mas é claro que não podemos esconder que agora nossa margem de erro é zero. Não podemos errar em nenhum dos dois clássicos, contra Fluminense e Flamengo, sob pena de perder o campeonato.
PVC - Isso indica que você preferia ter priorizado o Brasileiro, para a margem de erro ser menor?
RODRIGO CAETANO - Não, nada disso. O LANCE! publicou que havia uma divisão no Vasco sobre esse tema. Não há, não. Acho que fizemos o certo e usamos times mesclados na Copa Sul-Americana. Nossa margem de erro diminuiu para zero, pelos resultados mais recentes. Acho que tomamos a atitude correta e que nosso mérito foi querer ganhar todos os torneios que disputamos. Aliás, se você desmembrar o Estadual em dois (Taça Guanabara e Taça Rio), só não fomos bem na Taça Guanabara. Fomos à final da Taça Rio, ganhamos a Copa do Brasil, estamos disputando até o fim a Copa Sul-Americana e o Brasileirão. Você não pode prever que vai ganhar o campeonato, mas pode ter certeza de que vai disputá-lo. Nós cumprimos o que planejamos.
PVC - O Vasco tem condição de ganhar a Libertadores ano que vem?
RODRIGO CAETANO - Por planejamento, não é isso. O Vasco não vai ganhar a Libertadores de 2012. Não quer dizer que não possamos vencer, mas isso não pode ser o plano. Nosso projeto é disputar a Libertadores sempre, nos próximos anos. Vamos disputar em 2012, vamos jogar de novo em 2013, vamos ganhar uma Libertadores até 2014. Isso é projeto! Se ganharmos antes, se for em 2012, ótimo. Mas o plano não pode ser esse. Tivemos um ano ótimo em 2011, mas não adianta ser como em 2000, adianta? Em 2000, o Vasco foi campeão brasileiro, da Copa Mercosul e depois passou uma década sem vencer. Não adianta nada. Queremos um projeto sólido.
PVC - Quando o Vasco fez o pior início do Estadual da história, espantava a sua confiança de que o time era bom. Os reforços mudaram a situação?
RODRIGO CAETANO - Os reforços foram poucos. Eu sabia que tínhamos um problema grave, mas seria por período reduzido. O elenco foi reforçado, mas nomes fortes mesmo chegaram o Diego Souza e o Alecsandro. Mais tarde, no meio do ano, chegou o Juninho Pernambucano. Mas nós já tínhamos confiança que nosso elenco era bom, sabíamos da afirmação do Dedé, do Ânderson Martins, sabíamos que a equipe poderia ser muito forte. Depois, quando houve o acidente com o Ricardo e muita gente veio dizer, no clube: "Vamos contratar outro técnico." Nós tínhamos outra convicção. Dissemos: "Não vamos, não!" O Ricardo era o treinador e o Cristóvão era quem estava mais perto dele, quem mais conhecia a filosofia de trabalho. Só poderia dar certo
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Liga dos Campeões
| 15h00 Zenit 0x0 APOEL Grupo G |
| 16h00 BATE Borisov 0x1 Viktoria Plzen Grupo H |
| 17h45 Bayer Leverkusen 2x1 Chelsea Grupo E |
| 17h45 Valencia 7x0 Genk Grupo E |
| 17h45 Olympique 0x1 Olympiacos Grupo F |
| 17h45 Arsenal 2x1 Borussia Dortmund Grupo F |
| 17h45 Shakhtar Donetsk 0x2 Porto Grupo G |
| 17h45 Milan 2x3 Barcelona Grupo H |
Flamengo e Internacional
O Flamengo se quiser ir pra libertadores 2012 tem que jogar muita bola contra o internacional que é o grande clube e também está atrás da libertadora também, mas os grandes jogadores do flamengo tem que decidir o jogo domingo como ronadinho e Thiago neves podem decidir o jogo como do outro lado tem grandes jogadores que podem decidir mas que será que vai decidir do lado ou do outro fica a pergunta no ar será que os craques do fla ou do internacional reouve um lado ou outro
A hora e a vez de Adriano Leite Ribeiro
Amigos, o cinema americano nos viciou no tema da segunda chance. Lembram da história clássica do xerifão, rápido como corisco no gatilho, que acabou vivendo seu mau pedaço de vida, aderiu ao jogo e ao uísque de milho, foi ridicularizado no saloon, mas um belo dia tirou a ferrugem do Colt e do amor próprio, liquidou o bandido e restabeleceu a moral da cidade, desaparecendo no horizonte enquanto a tela exibia o clássico pôr do sol e o inevitável The End? Quem não se emociona, embora tenhamos visto mil variantes da mesma coisa? Para não dizer que tudo isso é exclusividade dos gringos, a segunda chance é tema de um clássico da literatura brasileira, A Hora e a Vez de Augusto Matraga, de Guimarães Rosa, também levado ao cinema na genial recriação do diretor Roberto Santos. Como se lembram, também Matraga abusou da sorte, fez das suas e se deu mal. Mas no momento propício, comportando-se como herói, resgatou a sua moral. Teve a sua vez e a sua hora.
Se me perdoaram a literatice e menções ao cinema do parágrafo anterior, vocês já perceberam aonde quero chegar. Sim, porque o nosso glorioso Sport Clube Corinthians Paulista parece ter se especializado na arte de acolher personagens desacreditados que, vestindo sua camisa, veem chegar a sua hora e vez de maneira totalmente improvável. Resgatam-se perante a opinião pública e, acima de tudo, perante a si mesmos. Foi o caso de Ronaldo. Parece ser o caso de Adriano. Às vezes parece até má ficção. Mas tudo é verdade, como dizia um certo Orson Welles.
Falo, claro, do gol contra o Atlético Mineiro, o gol que todos comentam pelas repartições, pelas esquinas, botecos e mesas redondas. O gol salvador do Corinthians, que parecia destinado ao empate no Pacaembu e viu o Imperador renascer numa corrida pouco crível, receber a bola açucarada do Emerson Sheik, bola doce, mas ainda assim difícil, e colocá-la fora do alcance do goleiro Renan, no único e reduzido espaço disponível para fazê-la entrar na meta atleticana. Gol de quem sabe como tratar a bola e, portanto, dela recebe em troca afeto e carinho, mesmo que esporadicamente. O gol que, caso se confirme o favoritismo do Corinthians, será cantado nas rapsódias do Parque São Jorge como "o gol do título".
Claro, essas coisas não resistem à menor análise racional. Quem for campeão, terá sido porque acumulou, ao longo do ano, ponto sobre ponto para que, na conta final, tivesse mais que todos os seus concorrentes, e não porque marcou um gol numa determinada partida aos 43 minutos do segundo tempo. O Corinthians não será exceção dentro dessa racionalidade do sistema de pontos corridos do campeonato. Haverá quem, com mais razão, cite aquela arrancada fulminante do início do campeonato, quando o time de Tite pôde forrar a poupança que o nutriu no tempo das vacas magras, no tempo dos altos e baixos da disputa.
Esse é o lado racional, que deve ser levado em conta. Porém, no futebol, como na vida, precisamos de outro tipo de narrativa, tão verdadeira, ou mais, quanto a frieza da análise lógica. É aqui que entram os heróis, essas pessoas predestinadas que, em algum momento, mesmo que seja apenas em um único e reles momento, brilham e realizam alguma coisa que parece acima do comum mortal.
É aqui onde entra Adriano Leite Ribeiro que, após sua façanha, lembrou-se de que havia um ano e cinco meses não balançava a rede. Tinha essa conta de cabeça, precisa. Devia refazê-la dia após dia. Somava sempre mais um dia de abstinência a todos os outros que compõem o longo estio do jejum, até que parecesse não ter mais fim. Para ele não foi apenas um gol. Foi uma libertação. Quando a segunda chance se apresentou, Adriano a ela se agarrou com a gana do herói. Com a obstinação de um náufrago.
Se me perdoaram a literatice e menções ao cinema do parágrafo anterior, vocês já perceberam aonde quero chegar. Sim, porque o nosso glorioso Sport Clube Corinthians Paulista parece ter se especializado na arte de acolher personagens desacreditados que, vestindo sua camisa, veem chegar a sua hora e vez de maneira totalmente improvável. Resgatam-se perante a opinião pública e, acima de tudo, perante a si mesmos. Foi o caso de Ronaldo. Parece ser o caso de Adriano. Às vezes parece até má ficção. Mas tudo é verdade, como dizia um certo Orson Welles.
Falo, claro, do gol contra o Atlético Mineiro, o gol que todos comentam pelas repartições, pelas esquinas, botecos e mesas redondas. O gol salvador do Corinthians, que parecia destinado ao empate no Pacaembu e viu o Imperador renascer numa corrida pouco crível, receber a bola açucarada do Emerson Sheik, bola doce, mas ainda assim difícil, e colocá-la fora do alcance do goleiro Renan, no único e reduzido espaço disponível para fazê-la entrar na meta atleticana. Gol de quem sabe como tratar a bola e, portanto, dela recebe em troca afeto e carinho, mesmo que esporadicamente. O gol que, caso se confirme o favoritismo do Corinthians, será cantado nas rapsódias do Parque São Jorge como "o gol do título".
Claro, essas coisas não resistem à menor análise racional. Quem for campeão, terá sido porque acumulou, ao longo do ano, ponto sobre ponto para que, na conta final, tivesse mais que todos os seus concorrentes, e não porque marcou um gol numa determinada partida aos 43 minutos do segundo tempo. O Corinthians não será exceção dentro dessa racionalidade do sistema de pontos corridos do campeonato. Haverá quem, com mais razão, cite aquela arrancada fulminante do início do campeonato, quando o time de Tite pôde forrar a poupança que o nutriu no tempo das vacas magras, no tempo dos altos e baixos da disputa.
Esse é o lado racional, que deve ser levado em conta. Porém, no futebol, como na vida, precisamos de outro tipo de narrativa, tão verdadeira, ou mais, quanto a frieza da análise lógica. É aqui que entram os heróis, essas pessoas predestinadas que, em algum momento, mesmo que seja apenas em um único e reles momento, brilham e realizam alguma coisa que parece acima do comum mortal.
É aqui onde entra Adriano Leite Ribeiro que, após sua façanha, lembrou-se de que havia um ano e cinco meses não balançava a rede. Tinha essa conta de cabeça, precisa. Devia refazê-la dia após dia. Somava sempre mais um dia de abstinência a todos os outros que compõem o longo estio do jejum, até que parecesse não ter mais fim. Para ele não foi apenas um gol. Foi uma libertação. Quando a segunda chance se apresentou, Adriano a ela se agarrou com a gana do herói. Com a obstinação de um náufrago.
Tyson x Berbick: 25 anos
Eu me lembro do domingo 23 de novembro de 1986. A TV Bandeirantes, por meio do programa Show do Esporte, anunciou até as 16 horas o VT da luta de boxe que iria mostrar o novo campeão mundial dos pesos pesados, que havia acontecido na madrugada. Antes, foi passado um pequeno documentário sobre Mike Tyson. O mesmo que todos os jornalistas de boxe dos Estados Unidos haviam recebido alguns meses antes, quando se familiarizaram o grande fenômeno da nobre arte dos últimos anos.
Por aqui, ainda o chamavam de Mike “Tison”. Mas a verdade é que a partir daquele dia o boxe ganhou um espaço na mídia enorme. Todo mundo falava sobre o mais novo campeão da história da principal categoria do boxe. Pareciam “velhos amigos”. Aliás, isso acontece sempre. Não é só no esporte. Basta alguém ou alguma coisa se destacar para que surjam “entendedores” do assunto.
Mas o importante é que após 25 anos Mike Tyson está em outra vida. Asim como fizeram outros campeões, o Iron Man busca espaço principalmente na televisão. E até no cinema. E vai se dando bem. Graças a Deus! Sempre temi por um fim trágico para o ex-peso pesado. Mas ele se apresenta cada vez melhor. Como foi no programa do Luciano Huck. Ficou uma figura cantando “Garota de Ipanema”. Está ganhando o dinheiro dele honestamente. Muito bom! Mas bem que ele poderia ganhar um lugar como comentarista, pois sabe muito da história do boxe e enxerga uma luta como ninguém.
Só para lembrar, o Berbick morreu em 2006, assassinado pelo próprio sobrinho. E o juiz da luta, o lendário Mills Lane sofreu um AVC e ficou com muitas sequelas. É a vida.
Por aqui, ainda o chamavam de Mike “Tison”. Mas a verdade é que a partir daquele dia o boxe ganhou um espaço na mídia enorme. Todo mundo falava sobre o mais novo campeão da história da principal categoria do boxe. Pareciam “velhos amigos”. Aliás, isso acontece sempre. Não é só no esporte. Basta alguém ou alguma coisa se destacar para que surjam “entendedores” do assunto.
Mas o importante é que após 25 anos Mike Tyson está em outra vida. Asim como fizeram outros campeões, o Iron Man busca espaço principalmente na televisão. E até no cinema. E vai se dando bem. Graças a Deus! Sempre temi por um fim trágico para o ex-peso pesado. Mas ele se apresenta cada vez melhor. Como foi no programa do Luciano Huck. Ficou uma figura cantando “Garota de Ipanema”. Está ganhando o dinheiro dele honestamente. Muito bom! Mas bem que ele poderia ganhar um lugar como comentarista, pois sabe muito da história do boxe e enxerga uma luta como ninguém.
Só para lembrar, o Berbick morreu em 2006, assassinado pelo próprio sobrinho. E o juiz da luta, o lendário Mills Lane sofreu um AVC e ficou com muitas sequelas. É a vida.
O gol de Adriano
Se permitido fosse, a torcida do Corinthians estaria até hoje, nesta segunda-feira, dentro do Pacaembu. Estaria ali inebriada nas arquibancadas. No limite entre as lágrimas e a felicidade. Sem saber que rumo tomar. Se é que deveria seguir por um caminho que não fosse até aos pés de Adriano para agradecer.
Agradecer por um gol inacreditável para muitos e real para um atacante que não mandava uma bola para as redes havia um ano e cinco meses. Difícil acreditar que Adriano ainda teria poder para fazer valer seu império.
Pesado como um mamute. Sem coordenação nos movimentos, pernas presas a uma tonelada e com pulmão para 25 minutos, se tanto, para andar pelo gramado. E ainda sem poder se saciar com o banquete na grande área. Quanto muito, à espera de uma migalha.
Inimaginável que um jogador com este perfil pudesse fazer a diferença. Os mais críticos diriam que nem mesmo um casados contra solteiros ele resolveria. Mas os críticos, seja lá quem for, não comungam da mesma paixão que tem uma torcida de futebol. A do corintiano, então, nem se fala. Paixão de fiel.
Por isso mesmo este torcedor tinha motivos para acreditar em Adriano. Não faz tempo, essa nação havia depositado seu coração em outro peso pesado. Ronaldo, o nome dele. Adriano nunca vai ser o Fenômeno. Contenta-se em ser o Imperador e também em decidir jogos impossíveis.
Então ele apareceu. De um bico de Leandro Castán na dividida com Neto Berola, Emerson arrancou por absurdos 43 metros. Viu Adriano ali, meio escondido atrás de Leonardo Silva – um elefante atrás de um poste –, e serviu a bola ao Imperador.
Adriano só tinha um movimento a fazer que era manter o equilíbrio do corpanzil e trazer a bola para sua canhota, acostumada aos torpedos. Ele arrumou e bateu leve no canto, longe do alcance de Renan Ribeiro. Gol. Era a virada do Corinthians numa jornada que parecia perdida.
A multidão vestida de preto e branco, perplexa, não sabia se chorava ou se sorria. Abraços calorosos. Beijos nos rostos suados e no escudo da camisa. O Pacaembu parecia sacudido por um terremoto em que nada desmoronava, mas impressionava pelo impacto da emoção.
Inacreditável. Irreal. Gol do Adriano? Conta outra. Tudo o que se falou do Imperador escorreu pela sarjeta. Estava consumada a comunhão do título. Um time quando embica na trilha da taça também vive do imponderável. “Não tem explicação”, disse Adriano ao final do jogo.
A torcida do Corinthians tem todos os motivos para acampar no Pacaembu. Aconteceu ali, no início da noite deste domingo, um milagre do futebol.
Agradecer por um gol inacreditável para muitos e real para um atacante que não mandava uma bola para as redes havia um ano e cinco meses. Difícil acreditar que Adriano ainda teria poder para fazer valer seu império.
Pesado como um mamute. Sem coordenação nos movimentos, pernas presas a uma tonelada e com pulmão para 25 minutos, se tanto, para andar pelo gramado. E ainda sem poder se saciar com o banquete na grande área. Quanto muito, à espera de uma migalha.
Inimaginável que um jogador com este perfil pudesse fazer a diferença. Os mais críticos diriam que nem mesmo um casados contra solteiros ele resolveria. Mas os críticos, seja lá quem for, não comungam da mesma paixão que tem uma torcida de futebol. A do corintiano, então, nem se fala. Paixão de fiel.
Por isso mesmo este torcedor tinha motivos para acreditar em Adriano. Não faz tempo, essa nação havia depositado seu coração em outro peso pesado. Ronaldo, o nome dele. Adriano nunca vai ser o Fenômeno. Contenta-se em ser o Imperador e também em decidir jogos impossíveis.
Então ele apareceu. De um bico de Leandro Castán na dividida com Neto Berola, Emerson arrancou por absurdos 43 metros. Viu Adriano ali, meio escondido atrás de Leonardo Silva – um elefante atrás de um poste –, e serviu a bola ao Imperador.
Adriano só tinha um movimento a fazer que era manter o equilíbrio do corpanzil e trazer a bola para sua canhota, acostumada aos torpedos. Ele arrumou e bateu leve no canto, longe do alcance de Renan Ribeiro. Gol. Era a virada do Corinthians numa jornada que parecia perdida.
A multidão vestida de preto e branco, perplexa, não sabia se chorava ou se sorria. Abraços calorosos. Beijos nos rostos suados e no escudo da camisa. O Pacaembu parecia sacudido por um terremoto em que nada desmoronava, mas impressionava pelo impacto da emoção.
Inacreditável. Irreal. Gol do Adriano? Conta outra. Tudo o que se falou do Imperador escorreu pela sarjeta. Estava consumada a comunhão do título. Um time quando embica na trilha da taça também vive do imponderável. “Não tem explicação”, disse Adriano ao final do jogo.
A torcida do Corinthians tem todos os motivos para acampar no Pacaembu. Aconteceu ali, no início da noite deste domingo, um milagre do futebol.
Espada e Batom nos Jogos de 2016
Antes de cada competição, Amanda Netto Simeão passa por um ritual que nada tem a ver com seu desempenho na esgrima. Ela gasta um bom tempo se preparando para ficar mais bonita e diz que esse seu cuidado com o visual já se tornou uma marca registrada.

“Sou muito vaidosa, muita gente me conhece por isso. Gosto de me maquiar, arrumar o cabelo e nunca saio de casa sem passar uma base. Eu brinco que costumo colocar perfume até para tirar foto. Imagina só se eu tiro a máscara e não estou bem...”, diz a menina, uma das promessas do Brasil na modalidade para os Jogos de 2016.
Amanda tem 17 anos e desde 2009 vive fora do Brasil. Segundo ela, a necessidade de treinar no exterior falou mais alto. “Se ficasse, poderia até me classificar para uma Olimpíada, mas teria muito mais dificuldade para alcançar um resultado expressivo. Agora, posso sonhar com uma medalha”, afirma a menina, que mora em Saint Maur des Fosses, a 12 quilômetros de Paris. Ela se mudou para a França com a mãe e o irmão. “Foi muito difícil”, lembra Amanda.
O início da menina no esporte ocorreu na Itália, aos 12 anos, quando sua família morava lá. Como o país tem enorme tradição na esgrima – um terço de suas medalhas olímpicas foi ganho nesta modalidade –, Amanda teve uma ótima base. “Na minha sala (na escola) tinha só espada e florete. Fiz quatro semanas de florete para ter uma base, pois é onde quase todo mundo começa, mas meu técnico falou que eu seria melhor na espada. Deu certo e eu a amo agora”, conta. Depois ela voltou ao Brasil, para Curitiba, e ficou um ano parada por causa dos estudos, mas decidiu retomar os treinos.
Não demorou para começar a conquistar medalhas nos campeonatos regionais, nacionais e até continentais, mesmo com pouco tempo de prática. Acreditando no seu potencial, Amanda decidiu ir para a França e procurar o mestre Daniel Levavasseur. “Treinei um mês com ele de forma experimental e fui aprovada.” O ex-técnico da seleção francesa e mentor de vários campeões mundiais e medalhistas olímpicos passou a aprimorar a forma de Amanda. “O Daniel deixa eu usar a minha imaginação durante as competições. O objetivo não é vencer agora, mas em 2016. Ele quer ver o que eu faço, como sou capaz de resolver as situações para depois trabalhar em cima disso.”
Quem treina com Amanda é Laura Flessel, quarta do ranking mundial e dona de cinco medalhas olímpicas (sendo duas de ouro) e do bicampeonato mundial individual e do tricampeonato por equipes. “Estou determinada a ser a primeira brasileira medalhista olímpica na esgrima. Não será um namorado, uma faculdade ou qualquer problema que vai me desviar do caminho”, diz. “Disputar os Jogos de 2016 é um objetivo que está muito claro na minha cabeça.”
Divulgação
Amanda Netto Simeão é esperança da esgrima brasileira
“Sou muito vaidosa, muita gente me conhece por isso. Gosto de me maquiar, arrumar o cabelo e nunca saio de casa sem passar uma base. Eu brinco que costumo colocar perfume até para tirar foto. Imagina só se eu tiro a máscara e não estou bem...”, diz a menina, uma das promessas do Brasil na modalidade para os Jogos de 2016.
Amanda tem 17 anos e desde 2009 vive fora do Brasil. Segundo ela, a necessidade de treinar no exterior falou mais alto. “Se ficasse, poderia até me classificar para uma Olimpíada, mas teria muito mais dificuldade para alcançar um resultado expressivo. Agora, posso sonhar com uma medalha”, afirma a menina, que mora em Saint Maur des Fosses, a 12 quilômetros de Paris. Ela se mudou para a França com a mãe e o irmão. “Foi muito difícil”, lembra Amanda.
O início da menina no esporte ocorreu na Itália, aos 12 anos, quando sua família morava lá. Como o país tem enorme tradição na esgrima – um terço de suas medalhas olímpicas foi ganho nesta modalidade –, Amanda teve uma ótima base. “Na minha sala (na escola) tinha só espada e florete. Fiz quatro semanas de florete para ter uma base, pois é onde quase todo mundo começa, mas meu técnico falou que eu seria melhor na espada. Deu certo e eu a amo agora”, conta. Depois ela voltou ao Brasil, para Curitiba, e ficou um ano parada por causa dos estudos, mas decidiu retomar os treinos.
Não demorou para começar a conquistar medalhas nos campeonatos regionais, nacionais e até continentais, mesmo com pouco tempo de prática. Acreditando no seu potencial, Amanda decidiu ir para a França e procurar o mestre Daniel Levavasseur. “Treinei um mês com ele de forma experimental e fui aprovada.” O ex-técnico da seleção francesa e mentor de vários campeões mundiais e medalhistas olímpicos passou a aprimorar a forma de Amanda. “O Daniel deixa eu usar a minha imaginação durante as competições. O objetivo não é vencer agora, mas em 2016. Ele quer ver o que eu faço, como sou capaz de resolver as situações para depois trabalhar em cima disso.”
Quem treina com Amanda é Laura Flessel, quarta do ranking mundial e dona de cinco medalhas olímpicas (sendo duas de ouro) e do bicampeonato mundial individual e do tricampeonato por equipes. “Estou determinada a ser a primeira brasileira medalhista olímpica na esgrima. Não será um namorado, uma faculdade ou qualquer problema que vai me desviar do caminho”, diz. “Disputar os Jogos de 2016 é um objetivo que está muito claro na minha cabeça.”
O Corinthians está iluminado
Quando o que parece que vai dar errado acaba dando certo é sinal de que o time tem estrela de campeão. E isso tem acontecido com o Timão na reta final deste pobre Campeonato Brasileiro
Paulo Cézar Caju
O Vasco continua sonhando com o título, mas por tudo o que vem acontecendo acho que a taça não escapa mais do Corinthians. O Timão parece predestinado a ser campeão.
Quando uma equipe está iluminada, tudo acaba dando certo mesmo quando começa errado. O Tite vira e mexe erra nas substituições, mas no final o time ganha mesmo assim . Domingo, por exemplo, ele mais uma vez tirou injustamente o Willian – que é o melhor atacante do Corinthians na temporada. Deveria ter sacado o Sheik, que não acertava uma jogada e ainda estava mal nas bolas paradas. Mas não é que o passe milimétrico para o gol salvador do Adriano saiu do pé do Sheik? E olhe que servir os companheiros nem é a praia dele.
As viradas contra Avaí e Galo e o gol de empate no Beira-Rio em cima da hora também são sinais de que o Timão está com estrela.
Agora, estrela mesmo quem tem é o Adriano. Já escrevi aqui e vou repetir: ele deveria agradecer a Deus todo dia, porque sempre aparece uma boa oportunidade para se redimir. E estar no Corinthians é uma senhora chance de se levantar mais uma vez em sua carreira.
O gol que ele marcou mostra a diferença que um grande finalizador pode fazer. Mesmo pesado e com uma pança saliente, ele chegou inteiro na bola e bateu com precisão e inteligência. O potencial que o Imperador tem naquela canhota é imenso. E, mesmo fora de forma, se a redonda chegar no jeito para ele dentro da área vai ficar ruim para o goleiro…
Sem saudade
Futebol por futebol, não há muita diferença entre Corinthians e Vasco. São dois times que estão na ponta da tabela sem empolgar nem mostrar um jogo que dê gosto de ver. E se os candidatos ao título não são essa maravilha, o que dizer dos outros… Realmente o nível do campeonato é fraco, e o seu campeão não entrará para a galeria dos times que deixam saudade.
O Vasco não fez mais do que sua obrigação ao ganhar em casa do morto do Avaí. E ainda teve a missão facilitada pelo tal do Júnior Urso, que foi merecidamente expulso no primeiro tempo. Não dá para esperar coisa boa de um jogador chamado Urso…
O time da Cruz de Malta perdeu pontos preciosos por falta de ambição do Cristóvão, que cansou de escalar três volantes brucutus. Contra o Palmeiras no Pacaembu, por exemplo, colocou Nilton, Allan e Fellipe Bastos, com o Diego Souza de centroavante. Faltou coragem quando não poderia ter faltado.
Paulo Cézar Caju
O Vasco continua sonhando com o título, mas por tudo o que vem acontecendo acho que a taça não escapa mais do Corinthians. O Timão parece predestinado a ser campeão.
Quando uma equipe está iluminada, tudo acaba dando certo mesmo quando começa errado. O Tite vira e mexe erra nas substituições, mas no final o time ganha mesmo assim . Domingo, por exemplo, ele mais uma vez tirou injustamente o Willian – que é o melhor atacante do Corinthians na temporada. Deveria ter sacado o Sheik, que não acertava uma jogada e ainda estava mal nas bolas paradas. Mas não é que o passe milimétrico para o gol salvador do Adriano saiu do pé do Sheik? E olhe que servir os companheiros nem é a praia dele.
As viradas contra Avaí e Galo e o gol de empate no Beira-Rio em cima da hora também são sinais de que o Timão está com estrela.
Agora, estrela mesmo quem tem é o Adriano. Já escrevi aqui e vou repetir: ele deveria agradecer a Deus todo dia, porque sempre aparece uma boa oportunidade para se redimir. E estar no Corinthians é uma senhora chance de se levantar mais uma vez em sua carreira.
O gol que ele marcou mostra a diferença que um grande finalizador pode fazer. Mesmo pesado e com uma pança saliente, ele chegou inteiro na bola e bateu com precisão e inteligência. O potencial que o Imperador tem naquela canhota é imenso. E, mesmo fora de forma, se a redonda chegar no jeito para ele dentro da área vai ficar ruim para o goleiro…
Sem saudade
Futebol por futebol, não há muita diferença entre Corinthians e Vasco. São dois times que estão na ponta da tabela sem empolgar nem mostrar um jogo que dê gosto de ver. E se os candidatos ao título não são essa maravilha, o que dizer dos outros… Realmente o nível do campeonato é fraco, e o seu campeão não entrará para a galeria dos times que deixam saudade.
O Vasco não fez mais do que sua obrigação ao ganhar em casa do morto do Avaí. E ainda teve a missão facilitada pelo tal do Júnior Urso, que foi merecidamente expulso no primeiro tempo. Não dá para esperar coisa boa de um jogador chamado Urso…
O time da Cruz de Malta perdeu pontos preciosos por falta de ambição do Cristóvão, que cansou de escalar três volantes brucutus. Contra o Palmeiras no Pacaembu, por exemplo, colocou Nilton, Allan e Fellipe Bastos, com o Diego Souza de centroavante. Faltou coragem quando não poderia ter faltado.
Papa-títulos 'Muriçoca' incentiva os cariocas: Corinthians, campeão
Com a limitada sabedoria de quatro títulos nos últimos cinco anos, três pelo São Paulo e um pelo Fluminense, 'Muriçoca' Ramalho mandou um recado otimista a vascaínos e tricolores, que sonham com a conquista do caneco do Brasileirão.
Ele acredita que dificilmente o ‘bando de loucos’ deixará de soltar o grito de ‘é penta, é penta... ’ E por uma modestíssima razão: nos últimos jogos, o Corinthians mostrou brilho de campeão.
‘Muriçoca’ lembrou uma defesa de Júlio César com os pés, na vitória sobre o Ceará, em Fortaleza, e o gol do rechonchudo imperador Adriano, na virada diante do Galo, no Pacaembu. Fatos que indicam o caminho da volta olímpica.
Mudando de gavião para caviar... Oba-oba sempre passa ao largo de ‘Muriçoca’. Até mesmo quando conquista um título não sobe no pódio como maioral, o rei da cocada.
Na contramão de muito baba-ovo e sanguessuga do sucesso alheio, o treinador santista não precisou nem de um segundo para apontar o melhor pé-de-obra do planeta: Messi. E disparado.
Ele acredita que Neymar chegará ao cobiçado trono de rei da bola, outorgado anualmente pela mamãe Fifa, mas terá de evoluir bastante. A ‘Pulga’ argentina ainda está à frente.
Em um par o impar para montar um time daqui a alguns anos, ‘Muriçoca’ escolheria a pérola santista por ser mais imprevisível que o hermano nos dribles e na direção ao gol. Mas por enquanto...
######
Zorra total 1. Nada contra, ao contrário. Mas não deixa de ser quiçá interessante e, porque não dizer, extremamente coerente ao ‘fair play’. Os engomadinhos de colarinho branco do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) decidiram mais uma vez aplicar o rigor da lei. O julgamento do técnico Abel Braga por ter se negado a deixar o campo após ser expulso foi adiado – Renato, do Flamengo, também foi beneficiado.
Zorra total 2. No vácuo do departamento jurídico dos coirmãos, o Corinthians mandou para as mil e uma noites o processo do Sheik Emerson, que deu um leve pisão de elefante num jogador do Avaí. O Vasco também quebrou a cara com a justiça sem um pingo de justiça: obteve efeito suspensivo para a punição da perda de mando de campo e, assim, o clássico com o Flamengo poderá ser no Rio. Entre mortos e feridos, salvaram-se todos. Olha o passarinho!
Sugismundo Freud. Nunca se aproxime de um pitbull pela frente ou de um idiota por qualquer lado.
‘Brasil-sil-sil’. Em nome de uma Copa digna de um país de Primeiro Mundo, o Senado aprovou projeto que autoriza o uso de recursos do FGTS em obras do Mundial. Agora, ele seguirá para a sanção presidencial. E deixa rolar a festa. Mesmo porque, o BNDES, a grande porta da felicidade, já colocou R$ 1 bilhão à disposição das redes hoteleiras. Nada mais justo, já que a ‘Suíça sul-americana’ atravessa fase esplendorosa: metade da população vive com uma pequena fortuna de R$ 375 por mês, segundo o Censo. A Copa é deles, a conta é nossa.
Twitface. O soberano São Paulo até agora festeja o resultado das bilheterias do jogo contra o Coelho: colocou no cofre nada mais que... R$ 110 mil.
Superstar. Preocupadíssimo com o assédio dos rubro-negros a Ronaldinho Gaúcho, depois das excelentes atuações do malabares, o Flamengo reforçou a segurança no ninho do urubu. O jogador também tratou de aumentar o número de ‘guarda-roupas’ à disposição. E foi embora escoltado por três carros. O plano deu certo: não havia ninguém para brindá-lo com efusivos protestos.
Tiro curto. Certos de que Vagner Love forçará a barra para voltar ao Brasil no próximo ano, os russos do CSKA informaram que só baterão o martelo se pintar uma proposta de 10 milhões de euros.
UFC no vestiário. Pelo menos dois jogadores comemoraram efusivamente o rebaixamento do Leão da Ilha na derrota para o Vasco. Primeiro Lincoln deu uma cabeçada em Diogo Orlando. Depois, se arrependeu e foi pedir desculpas. Recebeu uma saraivada de socos no ‘octógono’ de São Januário.
Gilete press. Deu na coluna ‘Painel’, da ‘Folha’: “Funcionários do departamento de futebol do Palmeiras dizem que as declarações de Kleber têm fundamento, que Luiz Felipe Scolari não é benquisto por elenco e funcionários. Marcos Assunção, que saiu em defesa do treinador, Luan e Rivaldo são exceções no time alviverde, afirmam.” Entre tapas e beijos...
Tititi d’Aline. A modelo Nicole Bahls é uma ótima assessora de imprensa: o zagueiro Victor Ramos, do Vasco, nunca frequentou tanto o noticiário.
Você sabia que... Ronaldinho Gaúcho já disputou oito clássicos contra times do Rio e não conseguiu marcar um gol?
Bola de ouro. Roger Federer. O suíço arrasou o espanhol Rafael Nadal, com direito a pneu no segundo set, no ATP Finals, em Londres. Nadal sofreu a derrota mais humilhante dos 26 jogos realizados entre eles.
Bola de latão. Guarani. Uma fase memorável: presidente destituído, dívida de R$ 130 milhões e jogadores sem receber há quatro meses.
Bola de lixo. Botafogo. A polícia decidiu abrir inquérito para apurar a suspeita de falsificação de assinaturas na chapa de oposição que concorre à presidência do clube. O caso será encaminhado ao Ministério Público.
Bola sete. “Tem torcedor do Corinthians preocupado com a dieta severa do Adriano: ‘se ele emagrecer mais, estraga!’” (de Tutty Vasques, no ‘Estadão’ – desce o pano).
Dúvida pertinente. O Corinthians é o pior inimigo do Corinthians na briga pelo penta?
Ele acredita que dificilmente o ‘bando de loucos’ deixará de soltar o grito de ‘é penta, é penta... ’ E por uma modestíssima razão: nos últimos jogos, o Corinthians mostrou brilho de campeão.
‘Muriçoca’ lembrou uma defesa de Júlio César com os pés, na vitória sobre o Ceará, em Fortaleza, e o gol do rechonchudo imperador Adriano, na virada diante do Galo, no Pacaembu. Fatos que indicam o caminho da volta olímpica.
Mudando de gavião para caviar... Oba-oba sempre passa ao largo de ‘Muriçoca’. Até mesmo quando conquista um título não sobe no pódio como maioral, o rei da cocada.
Na contramão de muito baba-ovo e sanguessuga do sucesso alheio, o treinador santista não precisou nem de um segundo para apontar o melhor pé-de-obra do planeta: Messi. E disparado.
Ele acredita que Neymar chegará ao cobiçado trono de rei da bola, outorgado anualmente pela mamãe Fifa, mas terá de evoluir bastante. A ‘Pulga’ argentina ainda está à frente.
Em um par o impar para montar um time daqui a alguns anos, ‘Muriçoca’ escolheria a pérola santista por ser mais imprevisível que o hermano nos dribles e na direção ao gol. Mas por enquanto...
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Zorra total 1. Nada contra, ao contrário. Mas não deixa de ser quiçá interessante e, porque não dizer, extremamente coerente ao ‘fair play’. Os engomadinhos de colarinho branco do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) decidiram mais uma vez aplicar o rigor da lei. O julgamento do técnico Abel Braga por ter se negado a deixar o campo após ser expulso foi adiado – Renato, do Flamengo, também foi beneficiado.
Zorra total 2. No vácuo do departamento jurídico dos coirmãos, o Corinthians mandou para as mil e uma noites o processo do Sheik Emerson, que deu um leve pisão de elefante num jogador do Avaí. O Vasco também quebrou a cara com a justiça sem um pingo de justiça: obteve efeito suspensivo para a punição da perda de mando de campo e, assim, o clássico com o Flamengo poderá ser no Rio. Entre mortos e feridos, salvaram-se todos. Olha o passarinho!
Sugismundo Freud. Nunca se aproxime de um pitbull pela frente ou de um idiota por qualquer lado.
‘Brasil-sil-sil’. Em nome de uma Copa digna de um país de Primeiro Mundo, o Senado aprovou projeto que autoriza o uso de recursos do FGTS em obras do Mundial. Agora, ele seguirá para a sanção presidencial. E deixa rolar a festa. Mesmo porque, o BNDES, a grande porta da felicidade, já colocou R$ 1 bilhão à disposição das redes hoteleiras. Nada mais justo, já que a ‘Suíça sul-americana’ atravessa fase esplendorosa: metade da população vive com uma pequena fortuna de R$ 375 por mês, segundo o Censo. A Copa é deles, a conta é nossa.
Twitface. O soberano São Paulo até agora festeja o resultado das bilheterias do jogo contra o Coelho: colocou no cofre nada mais que... R$ 110 mil.
Superstar. Preocupadíssimo com o assédio dos rubro-negros a Ronaldinho Gaúcho, depois das excelentes atuações do malabares, o Flamengo reforçou a segurança no ninho do urubu. O jogador também tratou de aumentar o número de ‘guarda-roupas’ à disposição. E foi embora escoltado por três carros. O plano deu certo: não havia ninguém para brindá-lo com efusivos protestos.
Tiro curto. Certos de que Vagner Love forçará a barra para voltar ao Brasil no próximo ano, os russos do CSKA informaram que só baterão o martelo se pintar uma proposta de 10 milhões de euros.
UFC no vestiário. Pelo menos dois jogadores comemoraram efusivamente o rebaixamento do Leão da Ilha na derrota para o Vasco. Primeiro Lincoln deu uma cabeçada em Diogo Orlando. Depois, se arrependeu e foi pedir desculpas. Recebeu uma saraivada de socos no ‘octógono’ de São Januário.
Gilete press. Deu na coluna ‘Painel’, da ‘Folha’: “Funcionários do departamento de futebol do Palmeiras dizem que as declarações de Kleber têm fundamento, que Luiz Felipe Scolari não é benquisto por elenco e funcionários. Marcos Assunção, que saiu em defesa do treinador, Luan e Rivaldo são exceções no time alviverde, afirmam.” Entre tapas e beijos...
Tititi d’Aline. A modelo Nicole Bahls é uma ótima assessora de imprensa: o zagueiro Victor Ramos, do Vasco, nunca frequentou tanto o noticiário.
Você sabia que... Ronaldinho Gaúcho já disputou oito clássicos contra times do Rio e não conseguiu marcar um gol?
Bola de ouro. Roger Federer. O suíço arrasou o espanhol Rafael Nadal, com direito a pneu no segundo set, no ATP Finals, em Londres. Nadal sofreu a derrota mais humilhante dos 26 jogos realizados entre eles.
Bola de latão. Guarani. Uma fase memorável: presidente destituído, dívida de R$ 130 milhões e jogadores sem receber há quatro meses.
Bola de lixo. Botafogo. A polícia decidiu abrir inquérito para apurar a suspeita de falsificação de assinaturas na chapa de oposição que concorre à presidência do clube. O caso será encaminhado ao Ministério Público.
Bola sete. “Tem torcedor do Corinthians preocupado com a dieta severa do Adriano: ‘se ele emagrecer mais, estraga!’” (de Tutty Vasques, no ‘Estadão’ – desce o pano).
Dúvida pertinente. O Corinthians é o pior inimigo do Corinthians na briga pelo penta?
Vasco x Flamengo será no Engenhão; Flu x Botafogo deve acontecer em Volta Redonda
A CBF ainda não anunciou oficialmente, mas já avisou aos clubes a definição dos locais dos clássicos cariocas pela última rodada do campeonato Brasileiro, no dia 4 de dezembro. O duelo entre Vasco e Flamengo será disputado no Engenhão, enquanto o confronto entre Fluminense e Botafogo deve acontecer na cidade de Volta Redonda, no estádio da Cidadania.
Vale lembrar que o Vasco conseguiu, nesta terça-feira, o efeito suspensivo que permite o clube mandar o clássico contra o Fla no Rio de Janeiro.
A decisão da CBF de colocar Vasco e Flamengo para o Engenhão se baseou no fato de o time cruzmaltino posssivelmente ainda estar na luta pelo título nacional, enquanto Fluminense e Botafogo já estariam fora desta disputa. Porém, pelo menos até o próximo domingo, o Flu ainda está na briga.
Nesta terça, o técnico vascaíno Cristóvão Borges aprovou a escolha do Engenhão.
“É na cidade, a torcida está aqui. Lógico que nosso desejo inicial não pode ser aceito, queríamos jogar aqui (em São Januário), mas o Engenhão é justo”, disse Cristóvão.
Vale lembrar que o Vasco conseguiu, nesta terça-feira, o efeito suspensivo que permite o clube mandar o clássico contra o Fla no Rio de Janeiro.
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A decisão da CBF de colocar Vasco e Flamengo para o Engenhão se baseou no fato de o time cruzmaltino posssivelmente ainda estar na luta pelo título nacional, enquanto Fluminense e Botafogo já estariam fora desta disputa. Porém, pelo menos até o próximo domingo, o Flu ainda está na briga.
Nesta terça, o técnico vascaíno Cristóvão Borges aprovou a escolha do Engenhão.
“É na cidade, a torcida está aqui. Lógico que nosso desejo inicial não pode ser aceito, queríamos jogar aqui (em São Januário), mas o Engenhão é justo”, disse Cristóvão.
Bayern, Inter e Benfica se classificam para as oitavas da Champions
Com dois gols, Ribèry foi o destaque da partida. Mário Gomez fez o outro gol que garantiu o Bayern no primeiro lugar da chave com 13 pontos. De Guzman descontou para os já eliminados espanhóis.
Na última rodada, a briga pela segunda vaga ficará entre o Napoli e o Manchester City. No estádio San Paolo, os italianos levaram a melhor no confronto direto ao derrotarem os ingleses por 2 a 1, gols de Cavani. Balotelli descontou.
Com oito pontos, o Napoli agora vai até o El Madrigal precisando apenas de uma vitória para garantir a vaga nas oitavas de final. O City tem sete e precisará vencer o Bayern e torcer por um tropeço do Napoli.
No grupo B, a Inter só garantiu a vaga porque o Lille derrotou o CSKA Moscou por 2 a 0. Assim, a equipe italiana entrou em campo para enfrentar o Trabzonspor já classificada. O resultado final de 1 a 1 garantiu ainda o primeiro lugar da chave aos italianos com dez pontos. Com seis pontos, aparece o Trabzonspor, seguido de Lille e CSKA, com cinco. Na última rodada, Lille e Trabzonspor se enfrentam na França enquanto o CSKA visita a Inter.
No grupo C, o Benfica arrancou a vaga nas oitavas em pleno Old Trafford. O time visitou o Manchester United e conseguiu o empate em 2 a 2 que colocou o time na primeira colocação da chave com nove pontos por causa do confronto direto. Em Lisboa, o resultado fora 1 a 1. Jones, contra, e Pablo Aimar, fizeram os gols portugueses. Fletcher e Berbatov marcaram os gols dos ingleses.
O Benfica se garantiu nas oitavas porque Manchester United (nove pontos) e Basel (oito pontos), que derrotou o Otelul Galati por 3 a 2, se enfrentam na última rodada. Ingleses e suíços decidem o segundo time da chave a avançar em dezembro.
No outro jogo, Ajax e Lyon ficaram no 0 a 0 no estádio Gerland. Como a partida em Amsterdã também foi 0 a 0, o confronto direto não será decisivo como critério de desempate na última rodada. Ficará para o saldo de gols e neste caso o do Ajax (mais três), segundo colocado com sete pontos, é melhor que o do Lyon, terceiro colocado com quatro (quatro negativo).
Na última rodada, quando enfrenta o Zagreb, os franceses terão que descontar uma diferença de sete gols na Croácia. O Ajax enfrentará o Real Madrid no Amsterdam Arena.
Nesta quarta-feira, mais oito jogos completam a rodada: Zenit x APOEL, Milan x Barcelona, BATE Borisov x Vikotira Plzen, Bayer Leverkusen x Chelsea, Valencia x Genk, Olympique de Marseille x Olympiakos, Arsenal x Borussia Dortmund e Shakthar Donetsk x Porto.
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