quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Copa Sul-Americana


20h15 Palmeiras 3x1 Vasco
22h45 Juan Aurich 1x0 La Equidad

Melhor grupo da Champions não tem campeão nem vice. O que achou?

Michel Platini ouviu um misto de críticas e elogios ao modificar o acesso à Champions League para fazer com que mais campeões nacionais disputassem a fase de grupos. Por um lado, é positivo ver uma diversidade maior de países representados. Por outro, é uma pena que bons times fiquem pelo caminho entre os "não-campeões", agrupados nos play-offs. Há bons argumentos contra e a favor, e no fim das contas a competição não sofreu um grande abalo com as mudanças.

Curiosamente, no sorteio desta quinta-feira, o grupo mais interessante do torneio reúne quatro times que não foram nem campeões, nem vices de suas ligas nacionais na última temporada. No A estão Bayern (terceiro da Bundesliga), Villarreal (quarto em La Liga), Manchester City (terceiro da Premier League) e o Napoli (terceiro na Serie A). O City era o adversário mais forte do pote 3, e o Napoli o segundo mais temido do pote 4, que tinha o Borussia Dortmund.

Para o Bayern, quatro vezes campeão europeu, não haverá jogos tranquilos no início da caminhada que pode terminar em uma final jogada em casa, na Allianz Arena. Um privilégio que não cabe a nenhuma equipe desde 1984, quando a Roma chegou à decisão contra o Liverpool e levou a pior nos pênaltis.

O grupo B não parece um bicho de sete cabeças para a Internazionale, apesar de haver muitas dúvidas sobre a adaptação do time aos métodos do novo técnico Gasperini. CSKA e Lille brigariam pela segunda vaga, com o Trabzonspor, que caiu de paraquedas após a polêmica exclusão do Fenerbahçe.

O Manchester United, que começou a temporada com passo firme e um time com boas novidades, vai em busca da quarta final em cinco anos. Não deve suar muito em um grupo C que tem o Benfica como favorito ao segundo lugar, o Basel com boas chances de beliscar o acesso à Liga Europa e o estreante Otelul Galati tentando buscar um ou outro ponto.

Real Madrid e Lyon não precisam mais de apresentações. O confronto que se dará no grupo D já é um clássico da Champions. Na temporada passada, os merengues eliminaram o time francês, que foi seu fantasma em ocasiões anteriores. O Ajax, campeão holandês, já estava no grupo do Madrid no ano passado e se propõe a brigar pela segunda vaga. O Dinamo Zagreb, que volta depois de 12 anos à fase de grupos, pode ser fiel da balança nessa disputa.

O Chelsea renova sua obsessão pelo título europeu em um grupo com duas boas cascas de banana, Valencia e Bayer Leverkusen, e os belgas do Genk, que não disputam a Champions desde 2002/03. O meia-atacante Juan Mata, recém-contratado pelos Blues, reencontrará rapidamente o ex-clube. No Leverkusen está Ballack, ex-Chelsea. Disputa acirrada pela segunda vaga, caso o Chelsea não dê sustos.

O Arsenal não tem empolgado seu torcedor, após as saídas de jogadores importantes, e pode se complicar na chave F, que tem dois campeões nacionais, Olympiacos e Borussia Dortmund, e o vice Olympique Marseille. Para os alemães, que estavam no último pote, é possível dizer que o sorteio foi favorável. Os campeões de 1997 devem entrar confiantes na conquista de uma das vagas, enquanto os Gunners deixarão as barbas de molho.

Atual campeão da Liga Europa, o Porto fará longas viagens no grupo G, que tem Shakhtar Donetsk e Zenit como rivais bastante perigosos, com elencos qualificados e altos níveis de investimento. Nem de longe uma chave fácil para os Dragões, que só devem ter algum respiro contra os cipriotas do APOEL.

Barcelona e Milan já se classificaram para as oitavas no sorteio, que colocou no grupo H os azarões BATE Borisov e Viktoria Plzen. Para bielorrussos e tchecos, além da disputa pelo terceiro lugar, resta a satisfação por receber duas potências continentais diante de seus torcedores. Ao ficar no grupo do time mais forte do mundo, o Milan sai com um consolo: não poderá enfrentá-lo nas oitavas, já que o regulamento veta que equipes da mesma chave se reencontrem nesta fase.

E você, o que achou dos grupos? Dê aí seus pitacos.

Neymar, Ronaldinho ou Damião: quem é o melhor de 2011?

Fiz esta mesma pergunta no início da semana, via twitter, o @arnaldoespn. A discussão foi boa e continua boa. Quem é o melhor jogador brasileiro da temporada? Neymar, Ronaldinho Gaúcho ou Leandro Damião?

Os jogos do meio da semana só alimentaram este bom debate de mesa de bar. Os três foram bem, de novo!

Eu pergunto quem é o melhor, mas admito ser difícil compara-los. Eu diria que tecnicamente é impossível. Neymar parece ser o sucessor de Ronaldinho. Tem arte, magia, improviso e, acima de tudo, técnica apuradíssima. Bate de esquerda, de direita, dribla, faz gols...

Assim como Ronaldinho, Neymar chegou ao time profissional 'pronto'. Trabalhou tudo, e muito bem, quando garoto.

Damião é outro papo. Chegou ao profissionais cru, cru mesmo. Só tinha tamanho. Trabalhou fundamentos no Internacional com um ex-jogador de futsal. Virou um monstro nas conclusões. E, o que é incrível: tem oscilado muito pouco. Joga bem quase todas.

A minha pergunta não é exatamente quem é mais jogador. E assim quem está sendo mais jogador neste ano de 2011, acabando agosto.

Em tese, os três podem jogar juntos na seleção brasileira. Já imaginou um ataque com Neymar, Damião e Ronaldinho?

É até um bom exercício para a 'seleção só de brasileiros' que Mano Menezes terá de montar para o torneio contra a Argentina que está por vir.

Até comecei a pensar na minha... Aproveitaria um time-base, o Santos, e algumas duplas entrosadas. Vamos lá: Fábio, Danilo (Léo Moura), Dedé, Anderson Martins e Kléber; Arouca (Ralf), Elano (Casemiro) e Ganso; Neymar, Damião e Ronaldinho. Tá bom assim?

Uefa sorteia os grupos da Liga dos Campeões

Mônaco
Foram sorteados, nesta quinta-feira, em Mônaco, os grupos da Liga dos Campeões. Com todos os grupos bastante equilibrados, não é possível dizer que há um grupo da morte. Por outro lado, o grupo G, com Porto, Shakhtar Donestk, Zenit São Petersburgo e APOEL, do Chipre, é, em teoria, o mais fraco, e o atual campeão português não deve ter dificuldade para avançar às oitavas de final.
O Barcelona se assustou quando o Milan foi sorteado para o grupo H, mas a inclusão de BATE Borisov, da Bielorússia, e Viktoria Plzen, de República Tcheca, devem ter deixado os catalães mais tranquilos.

Dono do estádio onde será disputada a final, o Bayern de Munique não deve ter um percurso fácil até a decisão. O grupo A, que tem o time bávaro como cabeça de chave, é um dos mais equilibrados da competição, com Villarreal, Manchester City e Napoli, uma equipe de cada um dos grandes centros do futebol mundial.

Os primeiros jogos da fase de grupos acontecem nos dias 13 e 14 de setembro. Em fevereiro de 2012 tem início a fase final. A grande decisão acontece em Munique, na Allian Arena, em 19 de maio.

Nesta sexta-feira, Barcelona, campeão da Liga dos Campeões, e Porto, detentor do título da Liga Europa, se enfrentam na decisão da Supercopa da Europa. Também nesta sexta a Uefa sorteia os grupos da Liga Europa.

As 32 equipes de 18 países ficaram ordenadas da seguinte maneira:
GRUPO A: Bayern de Munique, Villarreal, Manchester City e Napoli
GRUPO B: Internazionale, CSKA-RUS, Lille e Trabzonspor (TUR)
GRUPO C: Manchester United, Benfica, Basel (SUI) e Otelul Galati (ROM)
GRUPO D: Real Madrid, Lyon, Ajax e Dínamo Zagreb (CRO)
GRUPO E: Chelsea, Valencia, Bayer Leverkusen e Genk (BEL)
GRUPO F: Arsenal, Olympique de Marselha, Olympiakos e Borussia
GRUPO G: Porto, Shakhtar Donestk (UCR), Zenit (RUS) e Apoel (CYP)
GRUPO H: Barcelona, Milan, BATE Borisov (BLR) e Viktoria Plzen (TCH)




Brasil vence o Japão e está na semifinal do Grand Prix

O Brasil venceu o Japão por 3 sets a 0 - Foto: Divulgação/FIVB RIO - A seleção brasileira feminina de vôlei venceu na madrugada desta quinta-feira o Japão por 3 sets a 0 (parciais de 25/17, 25/22 e 25/21), no Macau East Asian Games, na China. Com a vitória, o Brasil garantiu a vaga nas semifinais do Grand Prix 2011.
As atuais campeãs olímpicas lideram o grupo B da fase final, com seis pontos. Os Estados Unidos estão em segundo, com cinco, seguidos pela Itália, com um. As japonesas ainda não pontuaram na competição.
A ponteira Fernanda Garay, que começou a partida como titular no lugar de Mari, poupada com dores no abdômen, foi a maior pontuadora da partida, com 17 pontos. Thaisa também teve uma boa atuação, com 12 acertos.
Na sexta-feira, as brasileiras enfrentarão os Estados Unidos às 2h30m (horário de Brasília). A partida valerá o primeiro lugar do grupo B.

Quando bandeiras viram armas

A decisão dos deputados paulistas de permitir a volta das bandeiras dos times no meio das torcidas nos jogos disputados em São Paulo é vista por muitos como motivo de festa. As flâmulas tremulando trariam de volta uma beleza perdida do futebol, argumentam.  ”A lei é um crédito às torcidas organizadas, que embelezam os estádios paulistas”, declarou o deputado Ênio Tatto (PT), autor do projeto aprovado, atendendo à pressão das torcidas uniformizadas.
O aspecto estético é realmente indiscutível (veja as imagens no final deste post). Mas nunca é demais lembrar o motivo da proibição: uma guerra campal entre torcedores palmeirenses e são-paulinos no Estádio do Pacaembu no nem tão longe 1995. Já se vão 16 anos e talvez alguns não se lembrem: foram mais de 100 feridos e um rapaz de 16 anos  morto após ser agredido covardemente e  passar vários dias em coma.
Alguns lembrarão que não foram mastros de bandeiras, mas sim pedaços de madeira usadas em uma obra, irresponsavelmente deixadas ao alcance das torcidas, as armas da guerra que matou Marcio Gasparin. Mas, por precaução, a Polícia e a Federação Paulista de Futebol resolveram banir das arquibancadas qualquer objeto que pudesse virar uma arma num confronto. As camisetas beligerantes das organizadas também foram vetadas na época.  Que o governador Alckmin reflita bem quando esse projeto cair em sua mesa para sanção ou veto.
21/8/1995
21/8/1995
25/8/1995
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Calçade: "Placar do São Paulo esconde defeitos da equipe"

Santos vai incomodar no returno

O Santos voltou ao Brasileiro. Depois de férias prolongadas, o tricampeão da  Libertadores se reencontra no torneio nacional. A campanha está muito aquém do que se imaginava, mas já não é tão ridícula a ponto de deixá-lo no Z-4, a turma do sai de baixo. Os 2 a 1 sobre o Fluminense, na noite desta quarta-feira, são prova de que o time de Muricy Ramalho vai incomodar no returno. Não para brigar pelo título, mas para terminar no bloco principal, como lhe é de direito.
O Santos que se apresentou na Vila esteve próximo daquele conjunto seguro e confiante que conquistou a América em junho. O toque de bola foi mais eficiente e jogadores importantes renderam o suficiente para desequilibrar. Casos de Arouca e o artilheiro Borges. Incluiria nessa lista também o veterano Leo, o goleiro Rafael e Elano, que saiu machucado no segundo tempo.
Pode não ter sido um Santos a mil por hora, mas foi veloz na medida exata para envolver o Flu em diversos momentos. Por ironia, porém, ficou em vantagem em cobrança de falta, com Elano a levantar a bola pela direita e Borges mergulhou para marcar, aos 13 minutos. O empate veio de jeito semelhante: cobrança de Marquinho, aos 38, também do lado direito do ataque do Flu, e Rafael Moura sozinho entre os zagueiros para desviar de cabeça.
Como tudo aconteceu no primeiro tempo, Borges recolocou o time na frente, aos 41 minutos, num contra-ataque rápido que terminou com chute certeiro. Foi o 12.º gol dele na competição. A segunda etapa foi mais cadenciada, Abel fez algumas modificações (uma delas, Rafael Sobis, no lugar do apagado Fred), mas o máximo que conseguiu foram duas finalizações que morreram em defesas seguras de Rafael.
Esse jogo valeu pela oitava rodada e o Santos ainda tem de recuperar o clássico com o Grêmio. Dá pra pensar em percurso animado na segunda parte da Série A. O Flu precisa definir o que quer da vida, porque tem oscilado muito. Está com jeito de que não passa de figurante neste ano.

A história de Suleiman Kerimov, o homem que comprou Samuel Eto'o

Samuel Eto'o trocou a Internazionale pelo Anzhi, da Rússia, por 27 milhões de euros. Receberá 60 milhões de euros por três anos de contrato, 20 milhões por temporada. A incrível transferência revoluciona o mercado do futebol mundial, sete anos antes da Copa do Mundo na Rússia.

A ideia é que mais transferências assim podem acontecer por lá. Pode não ser assim.
Diferente de ser uma ação conjunta do futebol russo, a contratação de Samuel Eto'o é uma ação individual do empresário Suleiman Kerimov.

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Kerimov é o 118o homem mais rico do mundo, de acordo com o ranking da revista Forbes. Empresário responsável pela criação do banco Fedprombanka, no início dos anos 90, já foi proprietário de uma empresa de aviação e hoje controla a Nafta Moscou e a Silvinit, mega produtora de potássio.

Quando se vê uma fortuna asssim aplicada ao futebol, a lógica é pensar em lavagem de dinheiro. O escândalo turco do mês passado aumenta a suspeita, mas o caso de Kerimov não permite (ao menos ainda) fazer esse tipo de ilação.

No Daguestão, república situada no sudoeste da Rússia, sua fama é de abraçar causas sociais. Essa fama cresceu depois de 2006, ano em que sofreu um grave acidente de carro, quando dirigia sua Ferrari em Nice, no sul da França.

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A compra do Anzhi, em janeiro de 2011, é o capítulo mais recente de seus (aparentes) trabalhos a favor da república onde nasceu. De janeiro para cá, Kerimov contratou os brasileiros Roberto Carlos, Jucilei e Diego Tardelli, tirou o russo Zhirkov do Chelsea por 14 milhões de euros e agora tira Samuel Eto'o da Internazionale.

Aparentemente, apenas para fazer o nome do Anzhi e do Daguestão aparecerem nas manchetes internacionais. Será?

Placar da lógica

O placar da partida não mostra o problema, mostra apenas parte das diferenças entre São Paulo e Ceará. O resultado premiou o time que se arriscou mais, e com mais responsabilidade no confronto.

O gol surgiu aos 10 minutos do segundo tempo, com Cícero, o primeiro jogador a se posicionar no interior da área para receber o passe, depois de 55 minutos de tentativas, quase todas de fora da área.

Esse tem sido o defeito do São Paulo: trabalha demais, aproxima-se do gol, mas não tem infiltração.

A bola para Cícero foi cruzada por Carlinhos Paraíba. Entre os zagueiros, o meia matou no peito e fez o gol, como um atacante que sabe ocupar a área. Mas isso tem sido raro na equipe.

Não é a função dele, mas alguém precisava ocupar o espaço, principalmente porque Lucas e Dagoberto, naquele momento, jogavam abertos, para atrair a marcação e permitir a entrada de um jogador do meio de campo.

Funcionou, ganhou o jogo assim.

Depois, Lucas marcou de fora da área e Dagoberto fechou o placar em contra-ataque. O São Paulo acertou oito finalizações, todas no segundo tempo.

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SÃO PAULO 3 X 0 CEARÁ

Local: estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 24 de agosto de 2011, quarta-feira
Horário: 21h50 (de Brasília)
Público: 23.344 pagantes
Renda: R$ 319.440,00
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (Fifa-RJ)
Assistentes: Dibert Pedrosa Moisés  e Erick Bandeira.
Cartões amarelos: Dagoberto (São Paulo); Heleno e Edmilson (Ceará)
Gols:
SÃO PAULO: Cícero, aos 10, Lucas, aos 17, e Dagoberto, aos 20 minutos do segundo tempo

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Piris, João Filipe, Rhodolfo e Juan; Wellington, Carlinhos Paraíba e Casemiro (Jean); Lucas (Rivaldo), Fernandinho (Cícero) e Dagoberto
Técnico: Adilson Batista

CEARÁ: Diego; Boiadeiro (Felipe Azevedo), Fabrício, Anderson Luís e Egídio; Edmilson (Roger), Heleno, Michel e Thiago Humberto (Eusébio); Osvaldo e Marcelo Nicácio
Técnico: Vagner Mancini

Salve o 'Barcelona do Tatuapé', o campeão dos campeões

Inexplicavelmente, o presidente da nova-velha diretoria do Corinthians, o rei do sorriso Andrés Sanchez, foi mais bombardeado que o Iraque apenas por ter falado o óbvio ululante, matado o pau e mostrado a minhoca.

“Estamos perdendo um campeonato ganho de novo”, disse o mandachuva, trovoadas e muito mais ao jornal ‘Diário de S.Paulo’.

De fato, o ‘Barcelona do Tatuapé’, comandado com maestria por Tite Guardiola, está sobrando no Brasileirão desde a primeira rodada.

A equipe lidera com extrema folga de dois pontos para o Flamengo e três à frente de São Paulo e Vasco, o trio sem esperança.

Os coirmãos já pensam até em jogar a toalha, uma vez que o campeonato entrou na reta final, faltando somente 20 decisões para se conhecer o campeão – estarão em jogo parcos 60 pontos.

Um tempo extremamente exíguo num torneio que tem a participação de um autêntico papa-títulos, muito badalado pelas chuteiras do planeta, principalmente depois de um centenário sem ter nada.

Como se não bastasse a disparidade de forças, só mesmo quando chove canivete é que acontecem surpresas no campeonato, como em 2010: de 16º colocado no turno, o Grêmio fechou a maratona em quarto lugar.

O cartola está certíssimo. A volta olímpica está no bico do gavião. O time à disposição de Tite Guardiola é simplesmente fantástico: Júlio César Valdez; Alessandro Daniel Alves; Chicão Pique, Leandro Castan Mascherano e Fábio Santos Abidal; Ralf Busquets, Paulinho Xavi, Danilo Iniesta e Alex Messi; Liedson Villa e Sheik Pedro. Vai encarar?
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Pitacos da rodada 1.
Internacional: o campeão de tudo é dono da América mais uma vez – ‘don’t cry for me Gremioentina’; depois de comer o milho que o diabo amassou por um bom tempo no Galo, Dorival Júnior respira em oito dias o primeiro caneco internacional de sua carreira.

Pitacos da rodada 2. Tricolor acorda no segundo tempo, faz a lição de casa e despacha a Carroça Desenfreada cearense para o ferro-velho da Copa Sul-americana; Ronaldinho Gaúcho, sempre ele, sai do banco, carimba a classificação para as oitavas de final e encerra jejum de 37 anos sem vitória do urubu na Arena da Baixada.

Pitacos da rodada 3. Dribles, chapéus e elástico: só faltou um gol para o ‘papai’ Neymar homenagear em grande estilo a chegada de Davi Lucca – as boas vindas ao bebê ficaram por conta de Borges, que mandou o Fluminense para o espaço e garantiu a segunda vitória seguida do Peixe pela primeira vez no Brasileirão.

Sugismundo Freud. Stress é o espaço de tempo entre uma pescaria e outra.

‘Tá ruim, mas tá bom’.
O garoto Henrique já anda todo pimpão pelo Tricolor. Seu holerite vai pular de R$ 7 mil para R$ 60 mil a partir de setembro. O sorriso do atacante, melhor jogador do Mundial sub-20, só não vai de orelha a orelha porque continua embolsando menos que Willian José (R$ 115 mil mensais).

Twitface. O Internacional ganhou mais um importante reforço para nocautear o imortal Grêmio: fechou patrocínio com Rodrigo Minotauro, fera do UFC.

Tiro curto. Os dirigentes do Grêmio cortaram drasticamente a folha salarial: de R$ 2,5 milhões em 2010 para R$ 4,5 milhões nesta temporada. O lateral-direito Gabriel é o símbolo do facão: embolsa minguados R$ 350 mil por mês.

Ação entre amigos. O médico Eduardo de Rose, especialista em dopagem e peça-chave na defesa de Cesar Cielo, foi convidado para o programa de Márcia Peltier. Que é mulher de Carlos ‘Rolando Lero’ Nuzman. Que é presidente do COB (caixinha, obrigado Brasil). Que tem De Rose como coordenador do departamento de doping. Ciranda, cirandinha, vamos detonar o ...Ladetec.

Gilete press. De Wianey Carlet, no ‘Zero Hora’: “Mais uma da Fifa: o Internacional terá que substituir a drenagem do Beira-Rio. Para atender a mais essa exigência da insaciável entidade, o Inter gastará R$ 3 milhões e terá que fechar o Beira-Rio durante seis meses, aproximadamente. Se arrependimento matasse, acho que o Inter já estaria morto e sepultado. Jamais os dirigentes colorados devem ter imaginado que a pentelhação da Fifa chegasse ao ponto que chegou. O time terá que sediar seus jogos no Passo D´Areia ou no estádio do Novo Hamburgo.” A Copa é deles, a conta é nossa.

Tititi d’Aline. O urubu garante que voa tranquilo na liderança do pay-per-view do Brasileirão, com 16,7%, à frente de Corinthians (12,6%) e São Paulo (8,9%).

Você sabia que... Ganso será o padrinho de Davi Lucca, herdeiro de Neymar, que nasceu com 2,8 kg?

Bola de ouro. Rafaela Silva. Da rua para a prata no Campeonato Mundial de judô. Uma lição de vida da brasileira de 19 anos.

Bola de latão. Andrés Sanchez. Fala muito, fala muito...

Bola de lixo. Fenerbahce. O time dos brasileiros André Santos, Cristian e Alex foi expulso da Liga dos Campeões por envolvimento no escândalo de manipulação de resultados na Turquia. Será substituído pelo Trabzonspor.

Bola sete. “Só tenho a agradecer a quem fez isso, porque nosso ambiente melhorou muito, ficou legal” (do esperto Felipão, sobre a divulgação da ficha de inscrição de Kleber, o periquito gladiador, na Gaviões – um tiro no pé da Fiel?

Dúvida pertinente. 4-3-2-1, 4-5-1, 4-4-1-1, 3-5-2: esquema tático ou linha de ônibus?

Antonio Carlos quer vitória no clássico para entrar no G-4

O Botafogo está animado para o clássico deste sábado, contra o Fluminense, no Engenhão, pela última rodada do turno do Campeonato Brasileiro.

Na quinta colocação, os alvinegros podem terminar no G-4 da competição em caso de vitória sobre os tricolores. Para o zagueiro Antonio Carlos, os botafoguenses estão focados neste objetivo para iniciarem o returno embalados para chegar aos líderes.

"Antes do jogo contra o Atlético-MG, já estávamos focados em conseguir as duas vitórias para virarmos o turno no G-4. Sabemos que clássico é diferente, o Fluminense busca a melhor formação e ficar perto dos líderes. Quem ganhar esse jogo vai ter uma vantagem muito boa. Pode nos dar muita moral. A primeira final é essa com o Fluminense", afirmou.

Classificado na Copa Sul-americana ao vencer o Atlético-MG, Antonio Carlos afirmou que o Botafogo também vai em busca do título nesta competição, mesmo focado no Campeonato Brasileiro.

"Desde o início, trabalhamos para conseguir um título de expressão. Estamos fazendo um bom papel e precisamos de uma grande conquista. Queremos escrever o nosso nome na história. Esperamos ser recompensados pelo que estamos fazendo. Esse ano é o que vejo o grupo mais qualificado e com chances de chegar", finalizou.

VÍDEO: No reencontro de Muricy com o Fluminense, Santos vence a segunda seguida pela 1ª vez

Em jogo atrasado válido pela oitava rodada, o Santos começou a dar sinais de recuperação do Campeonato Brasileiro. Nesta quarta-feira à noite, o time paulista venceu o Fluminense, por 2 a 1, na Vila Belmiro, e ficou mais longe da zona de rebaixamento. Pela primeira vez na competição, a equipe alvinegra conseguiu duas vitórias seguidas.

A partida marcou o reencontro do técnico Muricy Ramalho com o Fluminense, clube que conduziu à conquista do título brasileiro de 2010. Antes do duelo desta quarta, o atual treinador santista foi cumprimentado e abraçado no gramado pelos jogadores do time carioca.

Com o resultado positivo, o Santos chegou aos 21 pontos, abrindo quatro da zona da degola, e subiu para a 14ª colocação na tabela. Já o Fluminense segue com 25 pontos na nona posição.



Veja os gols da partida!
No próximo domingo, às 16h, o Santos faz o clássico com o São Paulo, na Vila Belmiro, enquanto o Fluminense encara o Botafogo, sábado, às 18h, no Engenhão.

No confronto desta quarta, o atacante Borges abriu o placar para os donos da casa aos 13 minutos do primeiro tempo. Rafael Moura empatou para os visitantes aos 38, mas Borges, novamente, definiu a vitória santista aos 41 minutos. O atacante santista chegou aos 12 gols no Brasileirão, sendo o artilheiro isolado do torneio.

O jogo

O jogo começou com as duas equipes buscando o ataque. O Fluminense assustou em cobrança de falta de Fred, aos quatro minutos, só que o goleiro do Santos, Rafael, estava atento e espalmou a bola, afastando o perigo.

Os donos da casa não deixaram por menos e quase chegaram ao gol dois minutos mais tarde. Borges recebeu a bola na entrada da área e, de perna esquerda, tentou colocar a bola no ângulo direito de Diego Cavalieri. A bola passou rente ao posto do time carioca.

Mas se Borges quase marcou na primeira chance que teve, na segunda ele não desperdiçou. Aos 13, Elano cobrou falta da intermediária na cabeça do centroavante, que se agachou e tocou a bola para o fundo da rede de Diego Cavalieri. Na comemoração, Borges homenageou Neymar, que foi pai pela primeira vez nesta quarta, com o nascimento de Davi Lucca.

Os santistas quase ampliaram logo na sequência. Aos 15, Paulo Henrique Ganso deixou Neymar na cara do gol. O atacante tentou encobrir Cavalieri, porém, o arqueiro tricolor saiu bem do gol e fechou o ângulo da Joia alvinegra.

Melhor em campo, o Santos ainda teve outras oportunidades para ampliar o marcador, mas não conseguiu. Com isso, o Fluminense se reorganizou dentro de campo e chegou ao empate. Marquinho bateu falta na cabeça de Rafael Moura, que levou a melhor sobre a zaga e igualou o placar na Vila: 1 a 1.

O atacante Borges fez os dois gols do Santos contra o Fluminense
O atacante Borges fez os dois gols do Santos contra o Fluminense
Crédito da imagem: Agência Estado
No entanto, a alegria dos cariocas durou pouco tempo. Aos 41, Arouca e Ganso tabelaram antes do volante arrancar pela esquerda e, na entrada da área, servir Borges. Inteligente, o camisa 9 deu um passo para trás, enganando a marcação antes de finalizar de perna direita no canto esquerdo de Diego Cavalieri, recolocando os santistas no comando do marcador. Com esse gol, Borges chegou a 12 e é o artilheiro isolado do Brasileirão.

Antes do intervalo, o Santos quase chegou ao seu terceiro gol. Aos 44, Arouca arrancou novamente do meio-campo, deixando os defensores tricolores para trás e, se não fosse a boa saída de gol de Diego Cavalieri, teria anotando mais um gol do Alvinegro Praiano no confronto.

Na volta para a etapa complementar, o Fluminense voltou com uma alteração. O técnico Abel Braga trocou Marquinho por outro meia, Souza. E, logo no início do segundo tempo, aos quatro minutos, com a lesão de Valencia, Diogo entrou no seu lugar.

Só que a primeira chance de gol após o intervalo foi do Santos. Aos dez, Arouca ganhou na velocidade após corta-luz de Borges e tocou na entrada da área para Ganso. O maestro santista tentou o arremate, mas foi bloqueado. Na sobra, Arouca tentou o cruzamento para Borges, mas a defesa do Fluminense tirou a bola, mandando-a para escanteio.

Na sequência do lance, no minuto seguinte, o Tricolor das Laranjeiras teve a sua melhor oportunidade para chegar ao empate. Mariano desceu pela direita, a bola passou pela zaga e sobrou para Carlinhos. O lateral esquerdo tocou para o gol, mas Danilo estava bem posicionado e desviou pela linha de fundo, evitando o gol quase certo dos cariocas.

Aos 19, o Fluminense assustou novamente. Em chute de longa distância, Diogo quase surpreendeu Rafael. Atento, o camisa 1 santista espalmou a bola, desviando-a para escanteio.

Em desvantagem, o Tricolor das Laranjeiras se lançou ao ataque, pressionando os donos da casa. Aos 22, Rafael Sóbis bateu de esquerda para mais uma grande defesa de Rafael. Dois minutos após, foi a vez de Gum quase deixar tudo igual no placar, em uma cabeçada que fez a bola sair rente a trave direita de Rafael.

Com 28, os cariocas tiveram mais uma boa chance de deixar tudo igual na Vila. Rafael Sóbis cobrou falta na segunda trave, Rafael falhou e Gum tocou para o meio da área. No bate-rebate, Durval afastou o perigo e, ainda por cima, ganhou o tiro de meta, evitando o empate tricolor.

Inspirado, Paulo Henrique Ganso quase deixou a sua marca. Aos 36, o camisa 10 alvinegro arrancou em velocidade e quase marcou o gol, ao bater cruzando, buscando o canto esquerdo de Cavalieri. A bola saiu rente a trave.

No minuto seguinte, Ganso deixou o jogo, substituído pelo zagueiro Bruno Aguiar. Antes, o técnico Muricy Ramalho já havia sacado Elano para a entrada do volante Adriano. Borges também deixou o confronto substituído pelo centroavante Alan Kardec.

O Santos ainda teve uma grande oportunidade para chegar ao seu terceiro gol antes do apito final. Aos 44, Neymar fez linda finta em seu marcador e lançou Arouca, que soltou a bomba de pé direito, sobre o gol de Diego Cavalieri.

Depois, o time da casa apenas tratou de administrar a vantagem construída, somando mais três pontos na tabela de classificação da Série A do Brasileiro.

FICHA TÉCNICA:
SANTOS 2 X 1 FLUMINENSE


Local: Estádio Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data: 24 de agosto de 2011, quarta-feira
Horário: 20h30 (horário de Brasília)
Árbitro: Paulo Godoy Bezerra (SC)
Assistentes: Roberto Braatz (Fifa-PR) e Carlos Berkenbrock (Fifa-SC)
Renda: R$ 156.470,00
Público: 6.255 pagantes
Cartões amarelos: Arouca, Danilo, Elano e Paulo Henrique Ganso (Santos); Marquinho, Digão, Edinho e Diogo (Fluminense)
Gols:
SANTOS: Borges, aos 13 e aos 41 minutos do primeiro tempo
FLUMINENSE: Rafael Moura, aos 38 minutos do primeiro tempo

SANTOS: Rafael; Danilo, Edu Dracena, Durval e Léo; Henrique, Arouca, Elano (Adriano) e Paulo Henrique Ganso (Bruno Aguiar); Neymar e Borges (Alan Kardec)
Técnico: Muricy Ramalho

FLUMINENSE: Diego Cavalieri; Mariano, Gum, Digão e Carlinhos; Edinho, Valencia (Diogo), Marquinho (Souza) e Lanzini; Rafael Moura e Fred (Rafael Sóbis)
Técnico: Abel Braga

Ronaldinho marca novamente, Flamengo derrota Atlético-PR e se classifica

Ronaldinho Gaúcho foi o grande nome da classificação do Flamengo na Copa Sul-Americana. Nesta quarta-feira, o meia balançou a rede e deu a vitória à equipe carioca sobre o Atlético-PR, por 1 a 0, na Arena da Baixada. No jogo de ida, graças a outro gol de Ronaldinho, de pênalti, o Flamengo também triunfou por 1 a 0.

Na próxima fase da competição continental, o time do técnico Vanderlei Luxemburgo vai enfrentar Universidad do Chile ou Nacional (URU). A equipe chilena eliminou o Flamengo na Copa Libertadores de 2010.

Flamengo e Atlético-PR entraram com equipes mistas no duelo desta quarta-feira. Ronaldinho Gaúcho, inclusive, começou a partida no banco de reservas. Depois de um primeiro tempo sem gols, o técnico Vanderlei Luxemburgo resolveu tirar sua principal arma do banco. E deu certo. Aos 28 minutos, com um toque de cabeça, sem nenhuma marcação, o atacante só teve o trabalho de balançar a rede e sair para comemorar.

Agora, os times voltam o foco para o Campeonato Brasileiro. O Flamengo encara o Vasco, enquanto o Atlético-PR pega o Coritiba.

O jogo

O time carioca começou a partida com maior posse de bola, tentado pressionar o adversário, mas errando alguns passes e falhando, como aos dois minutos, em uma inversão de bola de Renato que Fierro simplesmente furou. No entanto, poucas finalizações após as primeiras movimentações. Fransérgio, aos cinco minutos, até chutou de forma tímida, mas sem perigo algum.

Flamengo está classificado na Copa Sul-Americana
Flamengo está classificado na Copa Sul-Americana
Crédito da imagem: Agência Estado
Bastante movimentação no gramado castigado da Arena, mas com as ações concentradas no meio-campo. Lance com um pouquinho mais de emoção somente aos 15 minutos, em jogada individual de Branquinho, que carregou a bola e arrematou para boa defesa de Felipe, que não deu rebote. Negueba chegou pela lateral e fez o levantamento, aos 21 minutos, para saída precisa de Santos.

O Atlético-PR começou a ensaiar uma pressão após mais uma boa jogada de Branquinho, aos 25 minutos, com uma bomba que obrigou Felipe a se esticar todo para espalmar. Na resposta, ninguém marcou Luiz Antônio, que avançou e chutou por cima da meta. Aos 31 minutos, Marcelo Oliveira passou como quis por Fierro, invadiu a área e foi desarmado na hora certa por Gustavo. Um lance incrível aos 41 minutos, com Jael, praticamente sem goleiro, conseguindo desviar de cabeça para fora.

Para o segundo tempo, as duas equipes voltaram modificadas. Se Renato Gaúcho tirou Róbston, bastante vaiado na primeira etapa, para a entrada de Héracles, Luxemburgo optou pela saída de Galhardo e colocou Willians.

Logo no primeiro minuto, a melhor chance da partida até então, com Jael, que dentro da área, de frete para o crime, novamente conseguiu errar o alvo. Na respota, Branquinho bateu cruzado e Felipe fez linda defesa.

Querendo definir a classificação, Luxemburgo colocou Ronaldinho Gaúcho em campo no lugar de Jael, que perdeu pelo menos dois gols feitos. Aos 18 minutos, Rodriguinho invadiu a área, foi desarmado e a torcida ficou pedindo o pênalti. Na sequência do lance, mais uma vez o atacante foi travado e novas reclamações foram feitas à arbitragem. O Flamengo administrava bem o empate, embora o resultado fosse perigoso.

No entanto, mais uma fez Ronaldinho Gaúcho resolveu. Aos 28 minutos, o astro rubro-negro, bem colocado e sem marcação, só teve o trabalho de desviar de cabeça cruzamento na medida.

Aos 33 minutos, Negueba fez o cruzamento e Santos saiu bem para interceptar. Aos 40 minutos, Fransérgio, o volante que virou atacante no Atlético-PR, subiu na área e testou firme para fora.

Ao final, desclassificação que não pesa para o time da casa, que não prioriza a competição, e classificação que deixa o Flamengo com uma maratona de jogos pela frente.

FICHA TÉCNICA:
ATLÉTICO-PR 0 X 1 FLAMENGO-RJ


Local: Arena da Baixada, em Curitiba (PR)
Data: 24 de agosto de 2011 (quarta-feira)
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Sálvio Spínola Fagundes Filho (SP)
Assistentes: Alessandro Rocha (SP) e Leandro Vuaden (RS)
GOLS: FLAMENGO: Ronaldinho Gaúcho, aos 28 minutos do segundo tempo

ATLÉTICO-PR: Santos; Wagner Diniz, Gustavo Lazzaretti, Rafael Santos e Marcelo Oliveira; Renan (Mádson), Wendel, Robston (Héracles) e Branquinho; Adaílton (Rodriguinho) e Fransérgio
Técnico: Renato Gaúcho

FLAMENGO: Felipe; Alex Silva (Welinton), Gustavo e Ronaldo Angelim; Galhardo (Willians), Luiz Antônio, Fierro, Darío Bottinelli e Renato Abreu; Negueba e Jael (Ronaldinho Gaúcho)
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

VÍDEO: Inter reverte placar contra o Independiente e conquista o bi da Recopa Sul-Americana

Foi sofrido, foi pegado, foi tenso, ingredientes básicos de uma decisão na América do Sul. Mas com a bola nos pés, o Internacional mostrou força e venceu o Independiente, por 3 a 1, no Beira-Rio, nesta quarta-feira, e conquistou o título da Recopa Sul-Americana pela segunda vez na história, repetindo o feito de 2007.

Após derrota por 2 a 1, na Argentina, o Colorado reverteu o placar em Porto Alegre com dois gols do atacante Leandro Damião e um do lateral Kleber, de pênalti, enquanto Maxi Velázquez descontou para os visitantes. O gol do título de Kleber saiu apenas aos 38 minutos do segundo tempo.

Ser campeão com a camisa colorada tem atrelado a si muita angústia, muito nervosismo, e, no fim, tem comemoração. Foi assim nas Libertadores de 2006 e 2010. Não foi diferente na Copa Sul-americana e no Mundial, as principais conquistas mais recentes do clube. 

 Leandro Damião fez dois gols da vitória do Internacional; veja!
Crédito da imagem: Reuters
Leandro Damião fez tudo parecer fácil, não só pela naturalidade com que marca gols, mas por ter feito dois nos 25 minutos iniciais de jogo. O primeiro com direito a janelinha e chute de bico. Tudo estava encaminhado, mas os argentinos criaram forças para descontar com Maximiliano Velázques, no começo do segundo tempo.

Os corações batiam acelerados dentro da casa colorada, o tempo passava cada vez mais rápido e a prorrogação se aproximava, mas Andrezinho achou Jô na área. Livre, o atacante foi derrubado pelo goleiro Navarro. Na cobrança, a frieza de Kleber fez ecoar pelo Beira-Rio o grito de bicampeão.

O jogo

Contar com Leandro Damião é ter boa parte dos problemas resolvidos. Sua fase é mágica como será a noite de comemorações dos colorados. O centroavante possui um repertório inesgotável para marcar gols. Um jeito inédito de ir as redes foi visto aos 20 minutos. Posicionado ao lado da área, Damião emplacou uma janelinha, avançou e de bico levou o Beira-Rio ao delírio. Mais uma pintura para sua galeria.

Cinco minutos depois, o camisa 9 fez o estádio tremer novamente ao apresentar a todos mais uma obra, desta vez, menos bela, mas não menos importante. Após chutão do goleiro Muriel, Damião venceu pelo alto, e de pé esquerdo ampliou. Com pouco mais da metade do primeiro tempo, o Inter tinha solucionado a parte mais complexa da equação da noite, transformando o que era negativo em positivo.

Porém, o futebol e a matemática possuem lógicas próprias, muitas vezes incompreendidas. Não é possível, por exemplo, expressar de alguma maneira a persistência dos argentinos. Os hermanos não desistem até que não haja mais chances. Assim como é difícil explicar o encolhimento dos gaúchos no segundo tempo. Maximiliano Velázques fez a tensão crescer na noite de Porto Alegre. Com três minutos do segundo tempo, em trama pela direita, o defensor descontou, igualando a disputa no agregado.

Se tudo estava zerado, os times passaram a brigar para ter o sinal positivo ao seu lado. Os Reys de Copas, empolgados com o gol, estavam mais vivazes e próximos de obter a vantagem. Marco Pérez parou em Muriel, no rebote, Ivan Vélez carimbou a defesa. Após conseguir voltar a respirar, o Inter voltou a emparelhar o confronto.

Quando a angústia imperava, Jô foi derrubado pelo goleiro, aos 36 minutos. Na cobrança, Kleber foi frio, de canhota. Ele deslocou o goleiro, resolveu a parte final do problema e deu mais uma taça para a galeria do Inter.

FICHA TÉCNICA:
INTERNACIONAL 3 X 1 INDEPENDIENTE


Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS)
Data: 24 de agosto de 2011, quarta-feira
Horário: 21h50 (de Brasília)
Renda: R$ 1.254.240,00
Público: 39.069
Árbitro: Jorge Larrionda (Uruguai)
Assistentes: Pablo Fandiño e Mauricio Espinosa (ambos uruguaios)
Cartões amarelos: Eduardo Tuzzio, Maximiliano Velázquez e Osmar Ferreyra (Independiente);
GOLS: INTERNACIONAL: Leandro Damião, aos 20 e aos 25 minutos do primeiro tempo, e Kleber, aos 38 minutos do segundo tempo;
INDEPENDIENTE: Maximiliano Velázquez, aos 3 minutos do segundo tempo;

INTERNACIONAL: Muriel; Nei, Bolívar, Índio e Kleber; Elton, Guinazu, D'Alessandro (Andrezinho) e Oscar; Dellatorre (Jô) e Leandro Damião
Técnico: Dorival Júnior

INDEPENDIENTE: Hilario Navarro; Eduardo Tuzzio, Julián Velázquez, Gabriel Milito e Maximiliano Velázquez; Ivan Pérez (Ivan Vélez), Cristian Pellerano, Hernán Fredes (Leonel Nuñez), e Osmar Ferreyra (Matias Defederico); Marco Pérez e Facundo Parra
Técnico: Antonio Mohamed

São Paulo bate o ceara por 3 a 0

O São Paulo fez o dever de casa, bateu o Ceará por 3 a 0 no Morumbi e garantiu a classificação para a próxima fase da Copa Sul-Americana. A equipe superou um primeiro tempo muito ruim e contou com noite feliz de Cícero e Lucas para resolver a partida.
Disposto a resolver a classificação rapidamente, o tricolor começou o jogo pressionando a saída de bola para sufocar o Ceará em seu próprio campo. Com Fernandinho, Dagoberto e Lucas bem adiantados, a tática surtiu efeito e nos primeiros minutos os visitantes não conseguiram ter tranquilidade para acalmar a partida. Com a bola nos pés, porém, o time se perdia em meio a tentativas individuais de seus homens de frente
Bastaram 15 minutos para perceber que a formação mandada a campo pelo técnico Adilson Batista não funcionaria. Sem um articulador no meio e com Lucas desaparecido, o São Paulo não conseguia pôr a bola no chão e armar jogadas de ataque. Casemiro, aparentemente designado para a função, não deu conta do recado e Carlinhos Paraíba errava muitos passes. Resultado: chutões, lançamentos para ninguém e pouca efetividade.
Destaque no duelo contra o Palmeiras, Dagoberto abusou do individualismo e por diversas vezes se atirou no chão na tentativa de cavar faltas perigosas. A lesão de Fernandinho aos 30 minutos deu a oportunidade de Adilson corrigir o erro na escalação e mandar Cícero a campo para dar mais consistência à equipe, que não escapou das vaias no fim da primeira etapa.
A conversa no vestiário deve ter sido quente, porque o São Paulo voltou muito mais ligado na segunda etapa. Logo aos 2minutos Cícero bateu falta perigosa e levantou a torcida. Lucas também veio melhor e começou a se movimentar mais à procura da bola. Mais agressivo, o time passou a efetivamente dominar a partida e atacar com mais objetividade.
Os primeiros gritos por Rivaldo já ecoavam nas arquibancadas quando Carlinhos Paraíba achou Cícero entre os zagueiros na marca do pênalti. O meia matou a bola no peito e tocou no canto para abrir o placar e aliviar o clima de tensão que começava a se formar no Morumbi.
Com o placar adverso que daria a vaga ao rival, Vagner Mancini abriu o Ceará e deu o espaço que os donos da casa tanto procuravam. Em dois contragolpes velozes, Lucas e Dagoberto fizeram o segundo  e terceiro para sacramentar a classificação e afastar o vexame de uma eliminação em casa logo na primeira fase. Com o placar favorável, a equipe passou a administrar o resultado.
O São Paulo agora aguarda o vencedor do confronto entre Libertad-PAR e Equidad-COL ou Juan Aurich-PER para saber quem será seu rival na próxima fase. Antes de voltar a pensar na Sul-Americana, a equipe volta as atenções para o Brasileirão, onde enfrenta o Santos, neste domingo, na Vila Belmiro, no último duelo do primeiro turno.

Borges Precenteia Papai Neimar

Na festa para o “papai” Neymar na Vila Belmiro, Borges foi a principal atração. O camisa 9 marcou os dois gols do Santos, e garantiu a vitória contra o Fluminense, por 2 a 1, na noite desta quarta-feira, em partida adiada da 8ª rodada do Campeonato Brasileiro. O gol do time carioca foi marcado por Rafael MouraCom o triunfo, o Santos ficou mais distante da zona de rebaixamento, ao pular para a 14ª colocação, com 21 pontos. Já o Fluminense perdeu a chance de encostar no G-4 e se mantém na 9ª posição, com 25 pontos.

No jogo, os holofotes estavam voltado para Neymar. A atuação não foi brilhante, mas o jovem deixou a sua marca em jogada individual ao dar dois chapéus em Lanzini no segundo tempo e levantar a torcida. Na ocasião, o Santos já vencia o jogo por 2 a 1 graças ao artilheiro do campeonato, Borges, que chegou aos 12 gols.

Após atuações sem brilho do time principal, o Santos, enfim, demonstrou estabilidade  e soube controlar bem o ritmo da partida. O retorno de Danilo deu maior segurança ao sistema defensivo, e do outro lado, Léo conseguiu impedir as investidas de Mariano ao ataque.

O domínio santista resultou em boas chances, e no primeiro tempo, Arouca, por duas vezes, e Paulo Henrique Ganso e Neymar desperdiçaram ótimas oportunidades. O goleiro Diego Cavalieri conseguiu evitar o pior na primeira etapa. Só não soube parar o goleador do campeonato.

Borges fez de cabeça o primeiro gol, aos 13 minutos, mas viu Rafael Moura empatar o jogo da mesma forma, aos 38. O camisa 9 santista não deixou a euforia tomar conta do Fluminense, já que três minutos depois marcou novamente.

Na tentativa de modificar o panorama do jogo no segundo tempo, Abel Braga colocou Souza no lugar de Marquinho. E logo aos quatro minutos fez outra modificação: sacou Valencia para colocar Diogo.

O grande problema para a Abel foi o fato de Fred se queixar de dores musculares pouco depois das alterações e também ser substituído (por Rafael Sobis). Em 15 minutos, o treinador do Flu Apesar disso, o time visitante foi bem superior ao Santos no segundo tempo.

O Fluminense criou boas chances de gol, e na melhor delas, Danilo evitou o gol de Carlinhos ao dar um carrinho preciso sobre a bola evitando que ela entrasse.

A vitória do Santos foi assegurada com sufoco nos minutos finais. Só que o importante para Neymar foi ter coroado o dia do nascimento do filho com um triunfo. Isso, graças a Borges

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Liga dos Campeões

Eliminatórias Jogo de volta
Rubin Kazan (RUS) 1 x 1 Lyon (FRA)
Udinese (ITA) 1 x 2 Arsenal (ING)
Benfica (POR) 3 x 1 Twente (HOL)
Sturm Graz (AUT) 0 x 2 BATE Borisov (BLR)
Viktoria Plzen (TCH) 2 x 0 FC Copenhagen (DIN)

Liga dos campeoes


Udinese 1X2 Arsenal

Amistosos

19h30 Real Madrid 2x1 Galatasaray

Recopa Sul-Americana

21h50 Internacional 3x1 Independiente

Copa Sul-Americana


21h50 São Paulo 3x0 Ceará
21h50 Atlético-PR 0x1 Flamengo

Brasileirão Brasileiro Série A

20h30 Santos 2x1 Fluminense

Histórias da estreia de Schumacher na Fórmula 1 por Livio Oricchio

  Até ontem à noite não havia, ainda, uma definição sobre a presença de Bruno Senna no cockpit do renovado carro da Renault no GP da Bélgica, no fim de semana, em substituição ao alemão Nick Heidfeld. Mas as chances são boas. Hoje a história deverá ter seu desfecho. Enquanto isso, aos poucos as mais bizarras histórias envolvendo a estreia de Michael Schumacher na Fórmula 1, em Spa-Francorchamps, há exatos 20 anos, começam a emergir. E vão surgir muitas até domingo, dia da corrida.
  Bruno ou Heidfeld e o companheiro, Vitaly Petrov, terão à disposição já no primeiro treino livre, sexta-feira, uma versão B do modelo R31. O carro foi projetado para desfrutar os benefícios aerodinâmicos de posicionar os terminais de espace voltados para a frente, na laterais. Mas a partir do GP da Bélgica o time francês utilizará os escapamentos voltados para trás, como a maioria. Em razão da proibição dos testes, a equipe tem referência apenas virtual do comportamento do carro. Os pilotos vão descobrir na pista se o R31 tornou-se mais equilibrado e veloz. É outro dos desafios de Bruno se conseguir a vaga.
  Boa parte dos que gostam de Fórmula 1 sabe que Schumacher estreou na competição, no GP da Bélgica de 1991, porque o piloto de Luxemburgo, que correu com licença belga e francesa, Bertrand Gachot, foi preso: usou spray de gás lacrimogêneo na face de um motorista de táxi, em Londres, durante uma briga. A vaga na equipe Jordan ficou livre. Poucos sabem que naquela corrida, o empresário de Schumacher, o alemão Willi Weber, convenceu Eddie Jordan a aceitá-lo “por ser um especialista” nos 6.940 metros, extensão da época, do circuito de Spa. “Na realidade o máximo que Michel havia feito em Spa fora umas voltas de bicicleta”, contou depois Weber.
  Durante o GP do Japão de 1996, Eddie Jordan contou várias passagens daquele fim de semana ao Estado. “Eu e Ian sabíamos que com nosso orçamento não terminaríamos a nossa primeira temporada na Fórmula 1, em 1991”, lembrou. Ian Phillips era seu diretor comercial. “Fazíamos economia de guerra. No GP de estreia de Michael, no nosso time, dormimos num albergue. O problema é que eu e Ian tivemos de compartilhar uma cama de casal”, disse, rindo, como bom irlandês. “Mas eu dormi com a cabeça virada para os pés de Ian.”
  Não nesse nível de detalhe, Schumacher escreveu na sua coluna no semanal alemão Auto Motor und Sport, recentemente, ter estranhado o albergue. “Achei que a Fórmula 1 fosse diferente.” E publicou ter sinalizado a Eddie Jordan, depois do warm up, o problema no sistema de embreagem que o fez abandonar a prova logo depois da largada. “Eddie disse que custaria muito dinheiro trocar a embreagem.”
  A Mercedes, para quem Schumacher, então com 22 anos, competia no Mundial de Esporte-Protótipos, na Sauber-Mercedes, pagou US$ 237 mil (cerca de R$ 370 mil) para Eddie Jordan tê-lo na equipe no GP da Bélgica. Apesar do abandono precoce, o sétimo tempo no grid causou tanta comoção que Flavio Briatore, diretor da Benetton, o contratou já para a etapa seguinte, o GP da Itália, e dispensou o brasileiro Roberto Moreno.
  Complemento do texto:
  Quarta-feira, dia 24, hora do almoço para mim, aqui em Nice. Estou embarcando para Frankfurt e de lá sigo de carro para Spa. Acabei de falar com um amigo da Renault e o que me disse foi: “Até onde sei, neste momento (11 horas de Nice, 6 horas de Brasília), não há definição quanto ao Bruno correr em Spa”.
  Torço para dar certo. O Bruno merece a chance. Com o Nick Heidfeld, a equipe já sabe o que poderá obter. Por que não tentar um piloto mais jovem, cheio de gás?
  Lá de Spa envio notícias, ainda hoje.
  E quanto a essas histórias do fim de semana da estreia de Schumacher na Fórmula 1, vou contar outras que sei e as que irei pesquisar no autódromo com quem as vivenciou.

Novos horários do Brasileiro tiram jogos da Série B da TV e irritam até empresa da Globo

 mudança nos horários das Séries A e B do Brasileiro promete ser um problema para torcedores de times que brigam para voltar à elite. A alteração da CBF que acabou com o jogo do Brasileirão às 21h de sábado e passou as partidas das 18h30 para as 18h, também no sábado, afetou diretamente a transmissão da segunda divisão. No último final de semana, o telespectador já foi prejudicado. Na próxima terça-feira, quando a Série B terá uma rodada completa e simultânea, com dez jogos, o estrago será ainda maior, e pelo menos três partidas não chegarão a milhares de telespectadores pelo Brasil. A Net, empresa de TV por assinatura que tem as Organizações Globo como uma das acionistas, foi quem teve que escolher no último sábado por “sacrificar” para os clientes de São Paulo a boa vitória por 3 a 1 do Americana, que luta nas primeiras posições da Série B, sobre o Vila Nova, em Goiânia (GO). Mas também não se mostra contente com a situação. “Não sei quem foi o gênio que pensou isso (nos novos horários), mas nós vamos descobrir”, garante Alessandro Maluf, gerente de produtos da empresa.
O problema acontece porque nem todas as operadoras de TV por assinatura disponibilizam os dez canais do PFC, pacote oferecido pela Globosat. A Net, por exemplo, tem apenas sete. Nada disso, porém, acontecia até poucas semanas, quando a CBF anunciou várias alterações nos horários dos jogos. O sábado virou um dia confuso no Brasileiro, em que os jogos da Série A às 18h começam sem que os da Série B às 16h20 tenham terminado.
O telespectador então pode ficar ainda mais confuso, já que o PFC continua prometendo em seu site a transmissão de “100% dos jogos das séries A e B do Campeonato Brasileiro, em conjunto com SporTV e TV aberta”. Mesmo diante da nova situação, a ramificação da Globosat preferiu não comentar o caso.
Já a Net se defende lembrando que não promete a transmissão de todos os jogos quando vende o pacote do PFC. “A gente não fala que são todos os jogos, mas que é a melhor cobertura”, esclarece Maluf, que, por outro lado, admite a diferença sutil que pode confundir o consumidor. “Se ele (cliente) reclamar é claro que a gente vai dar um desconto”, afirma.
Mesmo assim, a intenção é que a situação seja resolvida em breve, e mais mudanças de horário podem acontecer no Brasileiro. “Já fizemos um pedido para a Globosat, para que coloque o jogo às 16h”, conta Maluf, se referindo às partidas da Série B às 16h20. Para isso, a Net conta com “o bom senso da CBF e da Globosat”, já que não é mais possível que o mesmo canal transmita uma partida da Série B às 16h20 e outra da Série A logo depois.
Enquanto o problema persiste, operadoras que não têm todos os canais PFC devem continuar priorizando jogos, tentando, ao menos, satisfazer os torcedores locais. Assim, a transmissão da Série A segue normal, e na Série B, por exemplo, torcidas paulistas como as de Portuguesa, Ponte Preta e Guarani sempre verão os jogos de seus times dentro do Estado.
De qualquer forma, o Procon de São Paulo confirma que o torcedor que se sentir lesado pode exigir os seus direitos. “A Net ofereceu um serviço, se o consumidor não pode assistir aos jogos, ainda que seja por mudança de terceiros, houve uma frustração de expectativa”, diz Fátima Lemos, assessora técnica do órgão, usando o exemplo mais comum no Estado. “A Net teria que fazer um abatimento proporcional”, indica Fátima, corroborando com a proposta de desconto da própria empresa.

Parceiro de treinos de Anderson, Erick Silva fala de preparação para o UFC Rio

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Olá fãs de esportes,

Um dos estreantes no UFC que lutarão neste sábado é Erick Silva.

Lutando pela divisão de meio-médios, Erick fará sua primeira luta na organização contra outro brasileiro, que também faz sua estréia: Luis Beição, campeão mundial do Shooto.

Erick enfrentaria Mike Swick, mas o americano se machucou e está fora da disputa.

Bati um papo com o parceiro de treinos de Anderson Silva sobre a aguardada estréia no evento.

O que achou da mudança de adversário para o UFC Rio?

Preferia lutar contra Swick, me preparei todos esses meses para ele. Mas tudo bem o Beição ter essa oportunidade. Vou ter que enfrentar brasileiro, é ruim, sempre torci pra brasileiros, agora é como se fosse inimigo. Mas acabando a luta fica tudo bem, e vou torcer para ficarmos juntos no UFC. Minha meta é vencer no UFC, então não escolho adversário. Quem colocar pra mim, enfrento. Os treinos estão ótimos, estou 100%, e isso que conta.

O Beição é mais trocador, e tem melhor chão. O que muda em relação ao Swick?

Os treinos são os mesmos. Estou treinando muay thai, chão... Estrategicamente muda alguma coisa sim, mas o treino não muda muito, ainda mais faltando tão pouco para o evento.

O Ronaldo Jacaré e o Rafael Feijão brincam, quando treinam preparação física na academia, que é a hora da “psicopatia”, e você faz o mesmo treino. Como é isso?


Aqui é força de maluco! Treinamos parte física, fazemos musculação... Foi bom que eu pude vir com bastante antecedência, três meses antes. Essa é uma vantagem que eu não tinha em outras lutas e vou ter agora.

Você é do Espírito Santo e sempre passava algumas semanas aqui no RJ antes das lutas. Agora você mudou em definitivo pra cá?

É, estou aqui com minha mulher e meu filho. Eu vinha faltando um mês e meio, dois meses para as lutas, e ficava preocupado com minha família no Espírito Santo. Ficava falando por telefone, batia saudade. Agora com eles do meu lado, me conforto mais. Chego em casa, tem minha esposa, brinco com meu filho, não tem preço acompanhar o crescimento dele. Eu ficava fora dois meses, voltava para casa e ele já estava diferente. O que mais gosto hoje é de minha família perto de mim.

Como estão seus parceiros de treinos Minotauro e Anderson para o UFC Rio?

Estão todos voando, não só eles como e Jacaré e o Feijão, que lutarão no Strikeforce duas semanas depois. O Anderson está bem. O Minotauro, há quatro meses, mal andava. Hoje, quem o vê treinando não acredita que teve lesões. Ele está 100%, posso garantir. Eu também estou pronto, todo mundo na ponta dos cascos.


*Fique ligado aqui no blog, no ESPN.com.br e também no meu twitter (http://twitter.com/gvenga) e fique por dentro de toda esta semana especial do UFC no Brasil.
Erick Silva

Zico estreia no dia 2. Jogo é no Iraque

È uma vida marcada por desafios. Bons combates. Difícil saber o maior. Provavelmente, o próximo está entre eles. E já tem data e hora: Iraque x Jordânia, no dia 2 de setembro, em Arbil, no Iraque. É a estreia de Zico no comando da seleção iraquiana, que luta por uma vaga no grupo A das eliminatórias da Copa do Mundo, com China, Jordânia e Cingapura.

Zico está feliz com o que vem por aí. Embarca ainda esta semana. Sabe que o grupo é forte para o Iraque, mas para quem fez o milagre do crescimento de transformar o futebol japonês, vê com bons olhos. Tampouco se impressiona com a atmosfera que se cerca quando se fala em Iraque.

“Se tivesse problema para realizar o jogo lá, a Fifa não marcaria”, conta Zico, por telefone. O irmão Edu ainda não vai com ele, devendo ir em seguida, assim como Moraci Santana.

Zico terá ingerência também nas seleções de base iraquianas. O tempo de trabalho é muito curto em termos de eliminatórias, mas Zico espera que aos poucos possa impor seus conceitos de futebol.
A única participação do Iraque numa Copa do Mundo foi no México, em 1986, perdendo as três partidas que disputou, Paraguai, Bélgica e México.

A maior das violências: o espanto com o craque que torceu por outro clube

É possível que Kléber jogue melhor o clássico de domingo, contra o Corinthians, do que jogaria sem a motivação que a Gaviões da Fiel lhe causou. Se um dia Kléber foi filiado à principal facção uniformizada do Corinthians -- e foi -- hoje é muito mais próximo da Mancha Alvi-Verde, o que não chega a ser positivo.

Se no passado, como qualquer outro garoto brasileiro, Kléber torceu por um clube e teve um ídolo, como confirma o livro Kléber, o Gladiador, de Maurício Noriega, hoje é profissional do futebol.

Então, não faz sentido discutir se foi o não filiado à Gaviões da Fiel.

Sócrates foi santista na infância, jogou pelo Santos no final da carreira, sempre se soube disso e nunca se ligará o Doutor ao Santos mais do que ao Corinthians, clube do qual foi ídolo.

Careca também torceu pelo Santos, jogou pelo clube da Vila Belmiro no final da carreira e sempre será lembrado vestido de branco, vermelho e preto, com a camisa do São Paulo.

Júnior, o Capacete, disse ter torcido pelo Fluminense, assim como Roberto Dinamite confirmou ter sido torcedor do Botafogo, o que não o impediu de presidir o Vasco.

E se Ademir da Guia já era vivo quando seu pai,  eterno Domingos, jogou no Parque São Jorge, talvez até o maior ídolo que já se vestiu de verde possa um dia ter gritado "Corinthians!"

Kléber só precisa ter a cabeça no lugar que os dirigentes da Gaviões da Fiel não tiveram. Se os torcedores agiram sem pensar no risco que é divulgar informação já publicada, só para escandalizar a maioria desinformada, Kléber deve entrar em campo pronto para ouvir coros de "Doutor, eu não me engano, o Gladiador é corintiano."

Se tiver sangue frio, pode sair do Prudentão mais amado pelos palmeirenses do que

No RAIO X do apito: 6 pênaltis pró- Corinthians. S. Paulo: 1. Fla: nenhum

Observando alguns números do Footstats sobre o Campeonato Brasileiro, foi possível perceber algo no mínimo curioso. Os dois times que há seis rodadas duelam pela liderança, até dividindo-a em alguns momentos, separados pelos critérios de desempate, estão ali, próximos na pontuação, mas muito distantes no quesito pênaltis marcados.

Se o Corinthians é um dos que mais penalidades máximas teve a seu favor na competição, seis, ao lado do Cruzeiro, o Flamengo é o último desse ranking, pois não foi assinalado nenhum para os rubro-negros até aqui. Por outro lado o time carioca teve apenas um contra, enquanto os corintianos viveram essa situação três vezes. Mas vale frisar que em todas essas pelejas também foram assinaladas penalidades máximas para os alvinegros. Em uma delas foram duas, por sinal.

No ano passado o Flamengo bateu seis penais e seus adversários cobraram dois. Já São Paulo em todo o Brasileiro de 2010 teve apenas quatro a seu favor. Foram 13 para o Santos e 11 a favor do Corinthians. Já neste campeonato, os são-paulinos, que também brigam pelas primeiras colocações do certame, aparecem com apenas um pênalti a seu favor é já encararam duas penalidades máximas contra até a 18ª rodada.

Mergulhamos nos números e nas informações sobre o apito em cada uma das partidas de tricolores, rubro-negros e corintianos em 18 rodadas do Brasileirão (listas abaixo). Algumas deduções interessantes:

* Flamengo e Corinthians participaram de 37 partidas, 40 árbitros já trabalharam na Série A em 2011 e seis em compromissos de ambos os times: Heber Roberto Lopes, Márcio Chagas da Silva, Leandro Pedro Vuaden, André Luiz de Freitas Castro, Francisco Carlos Nascimento e Luiz Flávio de Oliveira.

* Apitaram jogos do Corinthians e não do Flamengo nove árbitros: Nielson Nogueira Dias (1 jogo), Ricardo Marques Ribeiro (2), Rodrigo Braghetto (1), Sandro Meira Ricci (1), Wilton Pereira Sampaio (2), Antônio Carvalho Schneider (1), Paulo H. Godoy Bezerra (1), Marcelo de Lima Henrique (1) e Fabrício Neves Correa (1).

* Em média eles marcam 0,36 pênalti por jogo, ou seja, em 55 partidas deram 20 penalidades máximas. E de jogos apitados por eles saíram quatro dos seis pênaltis para o Corinthians.

* Atuaram em jogos do Flamengo e não do Corinthians outros nove mediadores: Cléber Welington Abade (1), Elmo Alves Resende Cunha (2), Felipe Gomes da Silva (1), Wilson Luiz Seneme (1), Wagner Reway (1), Rodrigo Nunes de Sá (1), Célio Amorim (1), Salvio Spinola Fagundes Filho (1) e Paulo César de Oliveira (1).

* Em média esses apitadores dão 0,12 penais por peleja, ou seja, apitaram 41 vezes na Série A e deram marcaram apenas cinco.

* Os árbitros que trabalharam em jogos do Corinthians e não do Flamengo marcam três vezes mais pênaltis do que os escalados nos jogos do time carioca e não apareceram em partidas dos corintianos.
* Arbitraram partidas do São Paulo e não do Corinthians Felipe Gomes da Silva (1), Wagner Reway (1), Cléber Welington Abade (1), enquanto Edivaldo Elias da Silva (1), Alício Pena Júnior (1) e Pablo dos Santos Alves (1) não apitaram jogos de corintianos, tampouco de flamenguistas.

* Em média esses árbitros dão 0,19 pênaltis por partida, ou seja, apitaram 26 vezes na Série A e deram marcaram cinco.

* Nielson Nogueira Dias, André Luiz de Freitas Castro, Francisco Carlos do Nascimento, Luiz Flávio de Oliveira e Fabrício Neves Correa trabalharam em partidas do Corinthians, mas não nas do São Paulo.

* Em média eles apontam 0,48 penalidades máximas por jogo, ou seja, 15 em 31 aparições.

* Os árbitros que trabalharam em jogos do Corinthians e não nos do São Paulo marcam muito mais pênaltis do que os escalados nos jogos do tricolor e jamais nos dos alvinegros, cerca de 250%.
Como os árbitros e seus auxiliares são indicados para um sorteio e dali saem as escalas para os jogos, a única conclusão lógica é que tudo isso não passa de sorte. Ou azar. Além da absoluta falta de padrão nas arbitragens brasileiras, em geral pífias.

O blogueiro sequer emitiu opinião sobre se este ou aquele pênalti foi bem ao mal marcado. Cairíamos nma subsjetividade e o propósito deste posta é apresentar números, fatos, dados reais. Façam com eles o que bem entenderem, senhores, especialmente os que se incomodam com a apresentação dos mesmos.

Os números seguem abaixo, em detalhes. Divirtam-se! Se tiverem dúvidas, releiam os trechos acima destacados em bold. Mas não escrevam comentários agressivos. Ou marcaremos PÊNALTI! Aliás, daremos block nos sem educação ou incapazes de argumentar sem agredir, sem atacar as pessoas, pessoal ou profissionalmente.


Nielsen Nogueira Dias: seis pênaltis marcados em seis partidas da Série A
Nielsen Nogueira Dias: seis pênaltis marcados em seis partidas da Série A em 2011
Jogos do Corinthians:Grêmio 1 x 2 - Nielson Nogueira Dias (6 em 6 jogos - marcou um pênalti para cada equipe)
2 x 1 Coritiba - Ricardo Marques Ribeiro (1 em 6 jogos)
Flamengo 1 x 1 - Heber Roberto Lopes (3 em 10 jogos)
2 x 0 Fluminense - Márcio Chagas da Silva (2 em 7 jogos - marcou pênalti para o Corinthians)
5 x 0 São Paulo - Rodrigo Braghetto (0 em 1 jogo)
Bahia 0 x 1 - Sandro Meira Ricci (4 em 9 jogos - deu pênalti para o Corinthians)
2 x 1 Vasco - Leandro Pedro Vuaden (2 em 6 jogos)
Atlético-GO 0 x 1 - Wilton Pereira Sampaio (1 em 8 jogos)
1 x 0 Internacional - Ricardo Marques Ribeiro (1 em 6 jogos)
Botafogo 0 x 2 - André Luiz de Freitas Castro (3 em 8 jogos)
0 x 1 Cruzeiro - Leandro Pedro Vuaden (2 em 6 jogos)
Avaí 3 x 2 - Wilton Pereira Sampaio (1 em 8 jogos)
2 x 1 América-MG - Antônio Carvalho Schneider (1 em 6 jogos)
Atlético-PR 1 x 1 - Francisco Carlos do Nascimento (3 em 6 jogos - marcou um pênalti para cada lado)
Santos 0 x 0 - Luiz Flávio de Oliveira (1 em 7 jogos)
2 x 2 Ceará - Paulo H. Godoy Bezerra (0 em 5 jogos)
Atlético-MG 2 x 3 - Marcelo de Lima Henrique (5 em 10 jogos - deu 2 para o Corinthians e 1 para o Galo)
0 x 2 Figueirense - Fabrício Neves Correa (2 em 4 jogos)

Jogos do Flamengo:4 x 0 Avaí - André Luiz de Freitas Castro (3 em 8 jogos)
Bahia 3 x 3 - Cléber Welington Abade (0 em 5 jogos)
1 x 1 Corinthians - Heber Roberto Lopes (3 em 10 jogos)
Atlético-PR 1 x 1 - Elmo Alves Resende Cunha (1 em 4 jogos)
0 x 0 Botafogo - Felipe Gomes da Silva (1 em 5 jogos)
4 x 1 Atlético-MG - Wilson Luiz Seneme (1 em 5 jogos)
América-MG 2 x 3 - Wagner Reway (1 em 5 jogos)
1 x 0 São Paulo - Márcio Chagas da Silva (2 em 7 jogos)
Fluminense 0 x 1 - Rodrigo Nunes de Sá (0 em 1 jogo)
Palmeiras 0 x 0 - Leandro Pedro Vuaden (2 em 6 jogos)
1 x 1 Ceará - Célio Amorim (0 em 4 jogos)
Santos 4 x 5 - André Luiz de Freitas Castro (3 em 8 jogos - marcou pênalti para o Santos)
2 x 0 Grêmio - Salvio Spinola Fagundes Filho (0 em 4 jogos)
Cruzeiro 0 x 1 - Paulo César de Oliveira (1 em 8 jogos)
1 x 0 Coritiba - Elmo Alves Resende Cunha (1 em 4 jogos)
Figueirense 2 x 2 - Heber Roberto Lopes (3 em 10 jogos)
1 x 4 Atlético-GO - Luiz Flávio de Oliveira (1 em 7 jogos)
Internacional 2 x 2 - Francisco Carlos do Nascimento (3 em 6 jogos)

Jogos do São Paulo:Fluminense 0 x 2 - Heber Roberto Lopes (3 em 10 jogos)
1 x 0 Figueirense - Felipe Gomes da Silva (1 em 5 jogos)
Atlético-MG 0 x 1 - Sandro Meira Ricci (4 em 9 jogos)
3 x 1 Grêmio - Paulo H. Godoy Bezerra (0 em 5 jogos)
Ceará 0 x 2 - Edivaldo Elias da Silva (3 em 2 jogos - marcou pênalti a favor do Ceará)
Corinthians 5 x 0 - Rodrigo Braghetto (0 em 1 jogo)
0 x 2 Botafogo - Elmo Alves Resende Cunha (1 em 4 jogos - apontou pênalti para o Botafogo)
Flamengo 1 x 0 - Márcio Chagas da Silva (2 em 7 jogos)
2 x 1 Cruzeiro - Marcelo de Lima Henrique (5 em 10 jogos)
Internacional 0 x 3 - Wagner Reway (1 em 5 jogos)
2 x 2 Atlético-GO - Alício Pena Júnior (0 em 6 jogos)
Coritiba 3 x 4 - Antônio Carvalho Schneider (1 em 6 jogos)
0 x 2 Vasco - Paulo H. Godoy Bezerra (0 em 5 jogos)
3 x 0 Bahia - Márcio Chagas da Silva (2 em 7 jogos - deu pênalti para o São Paulo)
Avaí 1 x 2 - Pablo dos Santos Alves (0 em 3 jogos)
2 x 2 Atlético-PR - Ricardo Marques Ribeiro (1 em 6 jogos)
América-MG 1 x 1 - Leandro Pedro Vuaden (2 em 6 jogos)
1 x 1 Palmeiras - Cléber Welington Abade (0 em 5 jogos)


Pênaltis a favor:Cruzeiro 6
Corinthians 6
Santos 5
Grêmio 4
Vasco 4
Bahia 3
Coritiba 3
Fluminense 2
Avaí 2
América-MG 2
Internacional 2
Figueirense 2
Palmeiras 2
Atlético-MG 2
Botafogo 2
Atlético-GO 1
Ceará 1
Atlético-PR 1
São Paulo 1
Flamengo 0

Pênaltis contra:Atlético-MG 9
Avaí 6
Internacional 5
América-MG 5
Fluminense 4
Corinthians 3
Bahia 3
Santos 2
Grêmio 2
São Paulo 2
Coritiba 2
Vasco 2
Botafogo 1
Flamengo 1
Atlético-PR 1
Cruzeiro 1
Ceará 1
Atlético-GO 1
Palmeiras 0
Figueirense 0

Saldo (pênaltis a favor x pênaltis contra):Cruzeiro 5
Corinthians 3
Santos 3
Figueirense 2
Grêmio 2
Palmeiras 2
Vasco 2
Botafogo 1
Coritiba 1
Atlético-GO 0
Atlético-PR 0
Bahia 0
Ceará 0
Flamengo -1
São Paulo -1
Fluminense -2
América-MG -3
Internacional -3
Avaí -4
Atlético-MG -7

Isto é incrível: periquito fichado derruba a tradição do Dérbi

Nada contra, ao contrário. Mas não deixa de ser quiça interessante.

Palmeiras x Corinthians, o tradicional Dérbi, será disputado no fim de semana e decidirá o primeiro turno do Brasileirão, mas pouco se fala sobre a rivalidade entre os clubes.

Por incrível que pareça, uma ficha de Kleber, o periquito gladiador, como sócio número 57.619 da torcida organizada Gaviões da Fiel ganhou mais importância no início da semana, mais blablablá nas mesas-quadradas, do que as ricas histórias envolvendo o clássico.

O atacante faria parte do quadro de associados desde novembro de 2001. Um fato que merecia apenas um simples registro, e olhe lá, mas que poderá se transformar no estopim de uma batalha em Presidente Prudente.

Uma violência atiçada por uma mídia inconsequente e tuiteira. Que deveria deixar a acomodação de lado e explicar, por exemplo, os motivos que levaram o Corinthians a conquistar brilhantes nove pontos em somente 24 disputados.

Ou encontrar uma justificativa convincente para a drástica mudança de uma sólida defesa, uma fortaleza (quatro gols em 10 partidas), em castelo de areia.

Ou tentar mostrar as razões do jejum de Kleber: 10 jogos sem marcar. Ou, ainda, perguntar a Felipão se, quando falou após o jogo com o São Paulo que não sentaria mais no banco por causa da arbitragem, não estaria fazendo apenas um jogo de cena, pois sabia que seria punido 24 horas depois.
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Quina. ‘Mestre’ Cuca continua invicto à frente do Galo de bico quebrado, sem espora e asas cortadas: perdeu a quinta partida consecutiva. E pela terceira vez em 13 dias para o Botafogo. A expectativa da torcida era tanta que 4.070 testemunhas (renda de R$ 59.240) apareceram no Engenhão para acompanhar a classificação às oitavas de final da Copa Sul-americana.

Sugismundo Freud. A arquivo dado não se olha o formato.

Pica-Pau. A diretoria do soberano São Paulo está tão empolgada com o entusiasmo da torcida que resolveu cobrar R$ 5 por meia-entrada na partida com o Ceará, pela Copa Sul-americana. Os ingressos são válidos para as arquibancadas laranja e amarela, cujo valor inteiro é de R$ 10 – um terço do cobrado no jogo com o Furacão, pelo Brasileirão. Não dá direito a pipoca.

Twitface. Com poucas opções, ‘papai’ Joel quebra a cabeça e a prancheta para montar o ataque da Raposa. Tem à disposição apenas Bobô, Keirrison, Wellington Paulista, Anselmo Ramon, Ortigoza, Reis e Sebá – Wallyson está lesionado.

Sois rei. E o falastrão Túlio Maravilha retornou em grande estilo ao futebol carioca. Ao ser apresentado como principal reforço do Bonsucesso para a Copa Rio, o ‘vovô’ não deixou por menos: seu primeiro gol já está batizado, é teleférico da Leopoldina. E cantou de galo: faltam 33 para chegar ao milésimo como Pelé e Romário. Pano rápido.

Minha casa minha vida. A história vem da Cidade Maravilhosa dos bueiros voadores, contada por Eg Moura. “Ronaldinho Gaúcho bateu o martelo e comprou uma cobertura de 700m² no Leblon por R$ 30 milhões. O ‘Exclusivité Leblon’ tem apenas cinco andares e fica a 50 metros do prédio do governador Sérgio Cabral e a 200 metros da cobertura de R$ 45 milhões de Ronaldo. Detalhe: os apartamentos serão decorados pela filha de Parreira, a nova queridinha dos jogadores no Rio.” Que pobreza!

Gilete press. Da jogadora Crislaine de Aguiar, ex-seleção de base, ao ‘Extra’: “Ser convocada e defender as cores do Brasil não enche mais os olhos. Eles (CBF) não nos valorizam. Dão uma ajuda de custo (R$ 35 por dia) como se fosse esmola e apenas pelo período que treinamos na Granja Comary, um mês antes das competições. Dá até vergonha.” Já os marmanjos...

Circo. Rubinho Bate-ou-quebra’ está em ponto de bala para a disputa do Grande Prêmio da Bélgica: ganhou a 1ª Copa de Golfe Brasil-Alemanha.

Tititi d’Aline. Casal que fatura unido permanece unido... e cada vez mais rico. Gisele Bündchen e Tom Brady faturaram US$ 76 milhões nos últimos 12 meses, de acordo com a revista ‘Forbes’. A top brasileira beliscou US$ 45 milhões, enquanto a fera da NFL papou US$ 31 milhões. Eles lideram o ranking do chapéu na mão marido-mulher.

Você sabia que... o UFC reuniu oito mil torcedores no ginásio da Portuguesa em 16 de outubro de 1998, numa jornada em que Vitor Belfort massacrou Wanderlei Silva em menos de 44 segundos?

Pombo-correio. “Além do troféu de revelação, o Brasileirão terá o prêmio veterano do ano?” – do internauta Thiago Fachinelli. Patrocínio: fraldas geriátricas Turma da Mônica.

Bola de ouro. Romário. O eterno ‘pitbull’ aparece em oitavo na lista dos 25 deputados mais atuantes em eleição do site ‘Congresso em Foco’.

Bola de latão. Futsal. O duelo Santos x Suzano, pelo Campeonato Paulista, começou com atraso por conta de um pequeno detalhe: esqueceram a bola.

Bola de lixo. CBF. O Circo Brasileiro de Futebol informou aos adoráveis Pachecos: a administração do rei da bola, o carismático Ricardo Teixeira, conquistou 112 canecos desde 1989. Quanto à falência dos clubes e ao miado dos gatos, nada a declarar.

Bola sete. “Sócrates agora é do clube da Coca-Cola. O que os médicos nos passaram é que não há risco imediato de transplante de fígado. Estamos confiantes que em breve ele deixará o hospital” (de Katia Bagnarelli, mulher do ‘doutor da Fiel’ – um gol de ouro).

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Musa do vôlei volta e reforça Itália contra o Brasil nesta quarta

Adversária de estreia do Brasil na fase final, a Itália não sabe o que é vencer a seleção feminina de vôlei desde a primeira fase do Grand Prix do ano passado.
As equipes duelam às 2h30 da madrugada desta quarta.
Veja a galeria de fotos das jogadoras

Divulgação
Francesca Piccinini posa para fotos com a bola de vôlei

O time italiano decidiu poupar algumas de suas jogadoras na fase final. Antonella Del Core, Carolina Costagrande, Serena Ortolani e Valentina Arrighetti disputarão nesse período amistosos na Itália como preparatório para o Europeu, que começa logo após o Grand Prix.
Por outro lado, a seleção europeia terá o reforço da musa Francesca Piccinini, da levantadora Eleonora Lo Bianco --considerada por Zé Roberto a melhor do mundo na posição-- e de Simona Gioli. A ex-meio de rede atua agora atua como oposto.
"Com a Lo Bianco e a Gioli, elas passam a ter uma opção importante na saída de rede com a 'china'", alertou Zé Roberto, referindo-se à jogada em que a atacante corre por trás da levantadora para atacar uma bola rápida.
NA TV
Brasil x Itália
2h30 de amanhã Sportv e Esporte Interativo

Brasileira tenta evitar 'maioridade' de mulheres do país fora de Grand Slams

os 22 anos a tenista brasileira Ana Clara Duarte inicia uma difícil missão nesta terça-feira ao tentar evitar a ‘maioridade’ do tênis feminino do país fora de um Grand Slam. Após conseguir vaga no qualificatório do Aberto dos Estados Unidos, ela busca ser a primeira jogadora do Brasil na chave principal de simples de um Grand Slam desde Andrea Vieira em 1993.

SONHO DE GRAND SLAM


Estou trabalhando para coisas muito maiores. É tudo muito novo, estou tentando aprender a cada momento, convivendo com pessoas que estiveram mais vezes aqui
Longe do top 100 e ainda sem ter jogado nenhuma chave principal de torneios da WTA, Ana Clara estreia nesta terça-feira por volta das 13h30 (de Brasília) em Nova York, onde jogou apenas como juvenil, enfrentando a francesa Claire Feuerstein.
Sem assumir a pressão pelo fato de enfrentar o longo jejum, Ana Clara Duarte tenta se demonstrar confiante na vaga precisando de três vitórias no qualificatório e, embora não tenha pressa em atingir a chave principal de um Grand Slam.
“Se eu conseguir essa chance vai ser uma coisa muito importante para a minha carreira, um sonho que estarei atingindo. Não quero só falar que participei, quero ganhar, passar o quali. Quando você começa a jogar torneios grandes, não quer voltar para os pequenos”, afirma Ana Clara Duarte.
“Sei o quanto é importante para o Brasil o meu resultado, mas tento não pensar nisso, o que acontecer vai ser consequência”, completa a tenista que viajou aos Estados Unidos na sexta-feira precisando de uma desistência para a entrada na chave.
Andrea Vieira, a Dadá Vieira, também precisou jogar o quali no Aberto dos Estados Unidos de 1993 e teve de salvar match point diante da francesa Isabelle Demongeot para marcar a última presença feminina brasileira em um Slam, quando também já havia sido a última do país a fazer parte do top 100.

NÚMERO 1 DO BRASIL


Tenho muita coisa para subir, para aprender e evoluir. Acho que é só o começo da carreira, eu quero atingir números melhores
Ana Clara Duarte, melhor tenista brasileira no ranking da WTA com a 234ª colocação
Trabalhando atualmente como técnica, Andrea Vieira agora torce para que Ana Clara Duarte termine com a sua marca de ter sido a última brasileira na elite. Ela lembra que “descobriu” a tenista quando era muito jovem.
“Quando eu era técnica da Fed Cup, a levei comigo para Campinas e ela tinha 12 ou 13 anos só. Tenho visto ela jogando e está jogando muito bem”, afirma Andrea Vieira, que participou do Aberto dos Estados Unidos em 1989 e 1993, antes de ser derrotada no quali de 1994.
Ela explica a dificuldade para conseguir a entrada em um Grand Slam pelo qualificatório, que entre 1999 e 2008 teve tentativas de tenistas como Vanessa Menga, Teliana Pereira e Maria Fernanda Alves tentando a vaga sem sucesso na chave principal.
“Vale muita coisa. No Grand Slam, se você não passa,  não tem direito a crachá e nada para ficar lá dentro do torneio. Está valendo ponto, dinheiro, então a pressão é forte. O Brasil está um pouco carente, tem que ter alguma para espelhar as outras, para o pessoal ver que dá”, afirma a ex-tenista brasileira.