Durante a conturbada transmissão da TV Globo do jogo entre Internacional e Palmeiras no último domingo, que teve inserções constantes da prova da Fórmula 1 no Canadá, o narrador Cléber Machado deu uma leve escorregada e conseguiu o que líder separatista Bento Gonçalves não pôde fazer na Revolução Farroupilha no século 19: libertar o Rio Grande do Sul.
Uma lei estadual gaúcha determina que o hino do Estado seja executado antes de cada evento esportivo e a norma foi respeitada antes da partida do Campeonato Brasileiro no Beira-Rio.
Só que na transmissão da Globo Cléber Machado apresentou a canção como hino nacional do Rio Grande do Sul.
“E agora como manda a lei aqui no Rio Grande Sul, a execução do hino nacional do Estado do Rio Grande do Sul”, disse o narrador global. Confira no vídeo abaixo:
LEIA MAIS:Cleber Machado nega interferência da Globo no horário do futebol no ar
Falamos campeonatos das séries A B C D campeonatos internacionais todos Português todos os resultados do Paulista da segunda divisão e ainda Futebol Internacional como Futebol Inglês Espanhol Italiano Portugal e o Argentino e campeonatos Importantes falaremos do Regional do Rio Grande do Norte do Cearense do Pernambucano e do Carioca e falamos da copa do nordeste
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Arábia Saudita ignora não e garante que Ricardo Gomes assina nos 'próximos dias'
A Federação de Futebol da Arábia Saudita ignorou a negativa do Vasco e do próprio treinador e voltou a garantir nesta-segunda-feira que Ricardo Gomes será o novo técnico da seleção do país, dizendo até que o acordo será selado em breve.
"[O contrato será assinado] nos próximos dias", afirmou um membro da entidade à agência de notícias AFP. A notícia causa estranheza por conta dos desmentidos do clube carioca no último sábado e do próprio treinador sobre o assunto.
No sábado, quando a notícia estourou, a assessoria do clube cruzmaltino negou. Assim como o ex-jogador. "Não tem nenhum sentido para agora. Pode ter no futuro, se eles quiserem. Minha cabeça está totalmente voltada. É anterior. Não sei como as coisas aparecem assim”, afirmou Gomes.
"É claro que tem, é claro que teve (contato). Mas isso é de janeiro, depois pararam. Nem atendi ao telefone depois da conquista da Copa do Brasil. Isso é uma história bem antiga. Isso acontece com vários profissionais. Não estou falando que é mentira, estou falando que não vai acontecer simplesmente", encerrou o técnico.

"[O contrato será assinado] nos próximos dias", afirmou um membro da entidade à agência de notícias AFP. A notícia causa estranheza por conta dos desmentidos do clube carioca no último sábado e do próprio treinador sobre o assunto.
No sábado, quando a notícia estourou, a assessoria do clube cruzmaltino negou. Assim como o ex-jogador. "Não tem nenhum sentido para agora. Pode ter no futuro, se eles quiserem. Minha cabeça está totalmente voltada. É anterior. Não sei como as coisas aparecem assim”, afirmou Gomes.
"É claro que tem, é claro que teve (contato). Mas isso é de janeiro, depois pararam. Nem atendi ao telefone depois da conquista da Copa do Brasil. Isso é uma história bem antiga. Isso acontece com vários profissionais. Não estou falando que é mentira, estou falando que não vai acontecer simplesmente", encerrou o técnico.
Arábia Saudita ignora não e garante que Ricardo Gomes assina nos 'próximos dias'
Crédito da imagem: Agência Estado
Crédito da imagem: Agência Estado
O Fluminense merecia mais
Os primeiros cinco minutos de Abel Braga no comando do Fluminense foram preocupantes. De volta ao clube, o treinador, tratado como a solução de todos os problemas, teve a impressão que o trabalho seria muito mais difícil do que poderia imaginar.
Foram cinco minutos avassaladores do Corinthians, com pressão no campo ofensivo e muita movimentação. De um cruzamento de Danilo surgiu o primeiro gol corintiano, que passaria a explicar os outros 85 minutos.
Por que mudar radicalmente uma postura que vinha funcionando? Por que recuar? O contra-ataque é fundamental, é uma virtude, mas não pode ser um fim. O segundo gol, de pênalti, surgiu quando o Flu era superior na partida.
Mas o pior já havia passado. O lado positivo foi constatar que, mesmo diante de um resultado adverso, Abel voltou ao Brasil para comandar uma equipe com capacidade de reação. Esse foi o ponto positivo do Fluminense.
Há muito o que fazer, mas há tempo para arrumar a casa. Abel já percebeu que, além de consertar a equipe dentro de campo, o mais difícil está fora dele. O título brasileiro não ajudou a melhorar a estrutura do clube e o treinador já chegou reclamando.
No vice-líder Corinthians, os melhores foram os extremos: o goleiro Júlio César e o atacante William. O time vai melhorar, mas não pode se vangloriar do futebol apresentado contra o Fluminense.
O resultado foi ótimo, apenas isso. A postura deve ser mudada. É preciso controlar o jogo por mais tempo.

CORINTHIANS 2 X 0 FLUMINENSE
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 12 de junho de 2011, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Márcio Chagas da Silva (RS)
Assistentes: Júlio César Rodrigues dos Santos e Marcelo Bertanha Barison (ambos do RS)
Público: 18.400 pagantes (total de 20.777)
Renda: R$ 575.168,00
Cartões amarelos: Danilo e Paulinho (Corinthians); Leandro Euzébio, Souza e Rafael Moura (Fluminense)
Gols: CORINTHIANS: Willian, aos 5 e aos 30 minutos do primeiro tempo
CORINTHIANS: Julio Cesar; Weldinho, Wallace, Leandro Castán e Fábio Santos; Ralf, Paulinho e Danilo; Willian (Morais), Liedson (Emerson) e Jorge Henrique (Ramírez)
Técnico: Tite
FLUMINENSE: Ricardo Berna; Gum, Edinho (Souza) e Leandro Euzébio; Mariano, Valencia, Deco (Marquinho), Darío Conca e Julio Cesar; Tartá (Rafael Moura) e Fred
Técnico: Abel Braga
Foram cinco minutos avassaladores do Corinthians, com pressão no campo ofensivo e muita movimentação. De um cruzamento de Danilo surgiu o primeiro gol corintiano, que passaria a explicar os outros 85 minutos.
Por que mudar radicalmente uma postura que vinha funcionando? Por que recuar? O contra-ataque é fundamental, é uma virtude, mas não pode ser um fim. O segundo gol, de pênalti, surgiu quando o Flu era superior na partida.
Mas o pior já havia passado. O lado positivo foi constatar que, mesmo diante de um resultado adverso, Abel voltou ao Brasil para comandar uma equipe com capacidade de reação. Esse foi o ponto positivo do Fluminense.
Há muito o que fazer, mas há tempo para arrumar a casa. Abel já percebeu que, além de consertar a equipe dentro de campo, o mais difícil está fora dele. O título brasileiro não ajudou a melhorar a estrutura do clube e o treinador já chegou reclamando.
No vice-líder Corinthians, os melhores foram os extremos: o goleiro Júlio César e o atacante William. O time vai melhorar, mas não pode se vangloriar do futebol apresentado contra o Fluminense.
O resultado foi ótimo, apenas isso. A postura deve ser mudada. É preciso controlar o jogo por mais tempo.
CORINTHIANS 2 X 0 FLUMINENSE
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 12 de junho de 2011, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Márcio Chagas da Silva (RS)
Assistentes: Júlio César Rodrigues dos Santos e Marcelo Bertanha Barison (ambos do RS)
Público: 18.400 pagantes (total de 20.777)
Renda: R$ 575.168,00
Cartões amarelos: Danilo e Paulinho (Corinthians); Leandro Euzébio, Souza e Rafael Moura (Fluminense)
Gols: CORINTHIANS: Willian, aos 5 e aos 30 minutos do primeiro tempo
CORINTHIANS: Julio Cesar; Weldinho, Wallace, Leandro Castán e Fábio Santos; Ralf, Paulinho e Danilo; Willian (Morais), Liedson (Emerson) e Jorge Henrique (Ramírez)
Técnico: Tite
FLUMINENSE: Ricardo Berna; Gum, Edinho (Souza) e Leandro Euzébio; Mariano, Valencia, Deco (Marquinho), Darío Conca e Julio Cesar; Tartá (Rafael Moura) e Fred
Técnico: Abel Braga
Campeonato Paulista - Segunda Divisão
Primeira fase
Oitava rodada
Cotia 2x4 Primavera
Assisense 1x0 José Bonifácio
Fernandópolis 1 x 2 Bandeirante
Matonense 1x2 Olé Brasil
Jabaquara 2x1 Palestra
Américo 2x3 Olímpia
Guarujá 0x2 Portuguesa Santista
Oitava rodada
Cotia 2x4 Primavera
Assisense 1x0 José Bonifácio
Fernandópolis 1 x 2 Bandeirante
Matonense 1x2 Olé Brasil
Jabaquara 2x1 Palestra
Américo 2x3 Olímpia
Guarujá 0x2 Portuguesa Santista
Campeonato Sul-matogrossense
Quartas de final
Jogo de volta
Ivinhema 1x1 Comercial
Maracaju 1x1 Naviraiense
Águia Negra 2x3 Aquidauanense
Jogo de volta
Ivinhema 1x1 Comercial
Maracaju 1x1 Naviraiense
Águia Negra 2x3 Aquidauanense
Campeonato Maranhense
Segundo turno
Quarta rodada
Santa Quitéria 3x1 Bacabal
Sampaio Corrêa 3x0 Imperatriz
Quarta rodada
Santa Quitéria 3x1 Bacabal
Sampaio Corrêa 3x0 Imperatriz
campeonato Argentino - Clausura
Fase única
18ª rodada
Lanús 0x1 Argentinos Juniors
Estudiantes 1x1 River Plate
Huracán 0x2 Vélez Sarsfield
Boca Juniors 1x1 Banfield
18ª rodada
Lanús 0x1 Argentinos Juniors
Estudiantes 1x1 River Plate
Huracán 0x2 Vélez Sarsfield
Boca Juniors 1x1 Banfield
Campeonato Brasileiro 2011 Série A
| HORA | JOGO | ESTÁDIO | CIDADE | RELATO | ||
|---|---|---|---|---|---|---|
| 16h00 | Bahia | 1x1 | Atlético-MG | Estádio de Pituaçu | Salvador | |
| 16h00 | Atlético-GO | 4x1 | Ceará | Serra Dourada | Goiânia | |
| 16h00 | Internacional | 2x2 | Palmeiras | Beira-Rio | Porto Alegre | |
| 16h00 | Corinthians | 2x0 | Fluminense | Pacaembu | São Paulo | |
| 18h30 | Atlético-PR | 1x1 | Flamengo | Arena da Baixada | Curitiba | |
| 18h30 | Botafogo | 3x1 | Coritiba | Engenhão | Rio De Janeiro | |
sábado, 11 de junho de 2011
Brasileirão Série A
| 18h30 Cruzeiro 1x1 Santos |
| 18h30 Avaí 1x1América-MG |
| 18h30 São Paulo 3x1 Grêmio |
| 21h00 Vasco 1x1 Figueirense |
Brasileiro Série B
| 16h20 Náutico 2x2 Bragantino |
| 16h20 Grêmio Barueri 1x1 Portuguesa |
| 16h20 ASA 1x1 Sport |
| 16h20 Vila Nova-GO 2x0 Criciúma |
| 21h00 Icasa 2x2 Americana |
Argentino - Néstor Kirchner Clausura
| 14h00 Colón 0x2 Arsenal Sarandí |
| 16h10 San Lorenzo 0x2 Quilmes |
| 18h20 All Boys 1x0 Gimnasia y Esgrima |
| 20h20 Tigre 0x0 Independiente |
Campeonato Paulista - Segunda Divisão
Primeira fase
Oitava rodada
Barretos 0x0 Guariba
Bariri 1x5 Brasilis
São Bernardo 6x1 São Vicen
Oitava rodada
Barretos 0x0 Guariba
Bariri 1x5 Brasilis
São Bernardo 6x1 São Vicen
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Brasileiro Série B
| 21h00 Paraná Clube 1x0 Salgueiro |
| 21h00 Guarani 1x0 Ituiutaba |
| 21h00 Duque de Caxias 2x3 Vitória |
quinta-feira, 9 de junho de 2011
VIDEOBLOG: Parabéns à torcida do Vasco! Título no futebol 'lava' tudo. Até safado vira honesto!
O título do Vasco na Copa do Brasil mostra a reabilitação do time carioca no futebol brasileiro. O próprio Coritiba, por ter chegado à final, acaba se reconstruindo com o vice. Sou do Rio de Janeiro, torcedor do América, mas acredito que a fase ruim que o Vasco passou entristeceu todo o futebol carioca.
Fico muito feliz com o título inédito na história do Vasco, conquistado em pleno Couto Pereira. Penso que no futebol os títulos lavam tudo. Quem é safado, vira honesto! E até mesmo o atacante Éder Luís, agora, é considerado jogador para compor a seleção brasileira (risos).
Fico muito feliz com o título inédito na história do Vasco, conquistado em pleno Couto Pereira. Penso que no futebol os títulos lavam tudo. Quem é safado, vira honesto! E até mesmo o atacante Éder Luís, agora, é considerado jogador para compor a seleção brasileira (risos).
Clique no player e assista ao vídeo!
Vascaínos madrugam comemorando título inédito
Carlos Eduardo Sangenetto
Publicada em 09/06/2011 às 04:10
Rio de Janeiro (RJ)
Vasco perde, mas conquista título inédito da Copa do Brasil
Faça o download no site da Adobe.
Depois de oito anos com grito de campeão preso na garganta, a torcida do Vasco compareceu em peso à Praça Varnhagem, na Tijuca, para assistir à finalíssima da competição contra o Coritiba. Segundo a Guarda Municipal, na hora do jogo, o local estava tomado por aproximadamente 3.000 torcedores.
| Vascaínos de todas as idades festejaram a conquista da Copa do Brasil até altas horas com batuque e cantos da torcida (Foto: Carlos Eduardo Sangenetto) |
- Isso aqui está uma loucura desde cedo. Só vou embora quando amanhecer - disse um jovem torcedor à reportagem do LANCENET!.
Após o apito final, baterias de torcidas organizadas e fogos de artifício animaram a festa, que perdurou durante toda a madrugada. Ainda segundo a Guarda Municipal, que reforçava a região com a Polícia Militar, às 3h30, cerca de 700 torcedores continuavam celebrando a conquista em paz.
Título da Copa do Brasil ratifica a volta por cima do Vasco e encerra longo jejum
Quando Fernando Prass levantou o inédito e tão sonhado troféu da Copa do Brasil, nesta quarta-feira, após a conquista em cima do Coritiba, o Vasco sacramentou a sua volta por cima. Em pouco mais de dois anos, superou o trauma do rebaixamento, montou uma equipe competitiva e, com o título, voltou para a Libertadores. Além disso, encerrou um jejum de oito anos, excluindo a Série B de 2009, sem uma volta olímpica.
O mantra “vamos devolver o Vasco ao lugar de onde nunca deveria ter saído” nunca foi tão bem planejado e executado. Capitaneado por Rodrigo Caetano, o dirigente que ganhou status de camisa 10 ao profissionalizar o departamento de futebol, o projeto alcançou um êxito praticamente inimaginável pelos cruzmaltinos.
É bem verdade que o começo, em 2009, não foi dos mais animadores. Mesmo com um elenco duvidoso, principalmente em função do então descrédito do clube no cenário futebolístico, os dirigentes mantiveram a calma e repetiam que a reconstrução era um “planejamento a médio e longo prazo”.
Com um time que só ganhou a confiança da torcida no decorrer da competição, o Vasco cumpriu a primeira missão e, mesmo sem o brilho característico de outras campanhas vitoriosas, conquistou a série B, retornando à elite do futebol brasileiro e devolvendo aos cruzmaltinos a esperança de dias melhores.
Em 2010, apesar da vontade da torcida em ganhar um título de expressão e mostrar aos rivais que o Vasco tinha voltado ao cenário, a temporada não foi das melhores, com exceção das chegadas de Felipe, Eder Luis e Zé Roberto no meio do ano, inaugurando uma “nova era” de contratações no clube. Após um período nebuloso, onde tinha que se contentar com a “sobra” do mercado, o Cruzmaltino voltou a investir.
O rascunho de um time competitivo ao final do último ano, apesar de não ir muito longe nas competições, era a senha que a diretoria já se movimentava para montar uma equipe, de fato, vencedora.
O investimento modesto na janela de fim de ano, resultando em um início de ano catastrófico, assustou, mas não diminuiu o apetite dos cartolas vascaínos, que reforçavam o discurso de que, após dois anos se reestruturando, 2011 seria o ano do Vasco. E, por enquanto, está sendo.
Com uma base pré-montada, faltavam os protagonistas, que chegaram rapidamente. Apostando no projeto, Diego Souza e Alecsandro chegaram para “finalizar os trabalhos” e ratificar o que todos afirmavam dentro do clube: “a hora do Vasco estava chegando”.
Após o insucesso no Campeonato Carioca, ficou a lição de que uma nova decepção não seria mais admitida em São Januário. Sem se abalar e com uma campanha praticamente irretocável, o Vasco assumiu a responsabilidade e se encarregou de escrever um novo capítulo feliz na vitoriosa história do clube: o título inédito da Copa do Brasil.
VASCO, CAMPEÃO DA COPA DO BRASIL
- O Vasco perdeu para o Coritiba por 3 a 2, mas faturou o título inédito da Copa do Brasil
- Os jogadores e membros da diretoria cruzmaltina fizeram uma grande festa pela grande conquista
É bem verdade que o começo, em 2009, não foi dos mais animadores. Mesmo com um elenco duvidoso, principalmente em função do então descrédito do clube no cenário futebolístico, os dirigentes mantiveram a calma e repetiam que a reconstrução era um “planejamento a médio e longo prazo”.
Com um time que só ganhou a confiança da torcida no decorrer da competição, o Vasco cumpriu a primeira missão e, mesmo sem o brilho característico de outras campanhas vitoriosas, conquistou a série B, retornando à elite do futebol brasileiro e devolvendo aos cruzmaltinos a esperança de dias melhores.
Em 2010, apesar da vontade da torcida em ganhar um título de expressão e mostrar aos rivais que o Vasco tinha voltado ao cenário, a temporada não foi das melhores, com exceção das chegadas de Felipe, Eder Luis e Zé Roberto no meio do ano, inaugurando uma “nova era” de contratações no clube. Após um período nebuloso, onde tinha que se contentar com a “sobra” do mercado, o Cruzmaltino voltou a investir.
O rascunho de um time competitivo ao final do último ano, apesar de não ir muito longe nas competições, era a senha que a diretoria já se movimentava para montar uma equipe, de fato, vencedora.
O investimento modesto na janela de fim de ano, resultando em um início de ano catastrófico, assustou, mas não diminuiu o apetite dos cartolas vascaínos, que reforçavam o discurso de que, após dois anos se reestruturando, 2011 seria o ano do Vasco. E, por enquanto, está sendo.
Com uma base pré-montada, faltavam os protagonistas, que chegaram rapidamente. Apostando no projeto, Diego Souza e Alecsandro chegaram para “finalizar os trabalhos” e ratificar o que todos afirmavam dentro do clube: “a hora do Vasco estava chegando”.
Após o insucesso no Campeonato Carioca, ficou a lição de que uma nova decepção não seria mais admitida em São Januário. Sem se abalar e com uma campanha praticamente irretocável, o Vasco assumiu a responsabilidade e se encarregou de escrever um novo capítulo feliz na vitoriosa história do clube: o título inédito da Copa do Brasil.
Vasco bota outra vez o futebol carioca no topo
O Flamengo foi o campeão brasileiro de 2009.
O Fluminense é o atual campeão brasileiro, título ganho no ano passado.
E o Vasco acaba de se sagrar campeão da Copa do Brasil.
O futebol carioca, definitivamente, deu a volta por cima.
Claro, o paulista Santos está perto de ganhar a Libertadores, a competição mais importante, mas ainda não ganhou.
Como o Vasco ontem, em Curitiba, não ganhou, ao contrário, perdeu para o Coritiba por 3 a 2.
Perdeu o jogo, mas ganhou a taça, a taça que ainda não tinha em sua rica sala de troféus, a da Copa do Brasil.
Passo definitivo para sepultar a triste passagem pela segunda divisão em 2009.
Parecido, aliás, com o que fez o Corinthians, exatamente em 2009, quando enterrou sua passagem pela segunda divisão em 2008 ao vencer a Copa do Brasil.
O Vasco está na Libertadores do ano que vem e, aí, bem diferente do Corinthians, lutará pelo bicampeonato do torneio continental.
Comentário para o Jornal da CBN desta quinta-feira, 9 de junho de 2011.
Oscar revela que pode ter jogado com tumor no cérebro durante a carreira
Duas semanas após retirar um tumor benigno de 7 cm do cérebro, o ex-jogador de basquete Oscar Schmidt revelou em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo que pode ter jogado durante toda carreira com o problema e mostrou bom humor passado o susto com o tumor descoberto durante viagem pelos Estados Unidos.
“Segundo o médico, era de crescimento lento. É possível que eu tenha desde criança, ou jogado toda a carreira com ele sem que tivesse percebido”, afirmou Oscar.
O ex-jogador afirma que a falta de sintomas causou estranheza nos médicos e ressalta que teve sorte por não demorar mais tempo para descobrir que tinha o tumor na cabeça.
“O que os médicos não conseguiam entender era como eu não tinha sentido nenhum sintoma até aquele momento. Que eu me lembre, só um episódio, quando dei um grito e senti uma dor forte de cabeça. Na ocasião, a pressão [arterial] subiu, mas fiquei quieto e tudo voltou ao normal”, afirma Oscar. “Tive sorte, porque se demorasse mais para descobrir o problema poderia ter ficado louco [perdido a sanidade]”, completa.
Oscar descobriu que tinha o tumor quando estava tomando banho de imersão em uma banheira com água quente e acabou desmaiando. Ele foi socorrido pelo filho e realizou uma tomografia que revelou o problema.
“Gosto muito de fazer banho de imersão em água quente, tipo uns 40 ºC, mas fiquei muito tempo na banheira e desmaiei. Poderia ter morrido, não fosse meu filho [Felipe] ter me socorrido”, explica Oscar, que diz não ter ficado abalado quando descobriu o tumor.
“Não fiquei preocupado porque tive sorte de realizar muita coisa na vida”, finaliza o ex-jogador de basquete
“Segundo o médico, era de crescimento lento. É possível que eu tenha desde criança, ou jogado toda a carreira com ele sem que tivesse percebido”, afirmou Oscar.
O ex-jogador afirma que a falta de sintomas causou estranheza nos médicos e ressalta que teve sorte por não demorar mais tempo para descobrir que tinha o tumor na cabeça.
“O que os médicos não conseguiam entender era como eu não tinha sentido nenhum sintoma até aquele momento. Que eu me lembre, só um episódio, quando dei um grito e senti uma dor forte de cabeça. Na ocasião, a pressão [arterial] subiu, mas fiquei quieto e tudo voltou ao normal”, afirma Oscar. “Tive sorte, porque se demorasse mais para descobrir o problema poderia ter ficado louco [perdido a sanidade]”, completa.
Oscar descobriu que tinha o tumor quando estava tomando banho de imersão em uma banheira com água quente e acabou desmaiando. Ele foi socorrido pelo filho e realizou uma tomografia que revelou o problema.
“Gosto muito de fazer banho de imersão em água quente, tipo uns 40 ºC, mas fiquei muito tempo na banheira e desmaiei. Poderia ter morrido, não fosse meu filho [Felipe] ter me socorrido”, explica Oscar, que diz não ter ficado abalado quando descobriu o tumor.
“Não fiquei preocupado porque tive sorte de realizar muita coisa na vida”, finaliza o ex-jogador de basquete
O grande passo da reconstrução de um gigante do futebol brasileiro
Lembre dos gloriosos anos 90, mas deixe apenas na parede os pôsters dos Brasileiros de 1997 e 2000, da Libertadores de 1998. Aquele período junto com os anos 40 foi o mais forte da história do Vasco, mas a conquista da Copa do Brasil é uma das mais importantes da história do clube.
Mais ou menos quando Tim devolveu ao clube o direito de gritar campeão, em 1970, depois de doze anos de jejum. Aquela equipe de Andrade, Fidélis, Moacir, Renê e Eberval; Alcir e Buglê; Luís Carlos, Valfrido, Silva e Gílson Nunes certamente não é a melhor que o Vasco já teve.
Mas é das mais importantes.
Ninguém dirá que Éder Luís é mais jogador do que foram Ademir, Roberto, Edmundo, Romário...
Mas está na história do Vasco, uma espécie de Jorginho Carvoeiro dos tempos modernos.
Tudo na derrota vitoriosa de Curitiba passou pelo seu pé direito. O passe preciso no contra-ataque que deu o primeiro gol a Alecsandro, o gol do título aos 12 minutos do segundo tempo, quando o Coritiba era mais perigoso.
Dos clubes que saltaram da Segunda Divisão para títulos importantes, O Grêmio é o modelo que o Vasco pode seguir. Rebaixado em 1991, retornou em 1993 (pela porta dos fundos, diferente do Vasco), ganhou a Copa do Brasil em 1994 e não parou aí. Venceu a Libertadores em 1995, o Brasileirão de 1996.
O Vasco está de volta ao lugar que é seu. Campeão da Copa do Brasil, classificado para a Libertadores e pronto para dar os passos que um gigante do futebol brasileiro deve ter.
Vasco não poderia ter algo melhor após o pesadelo da segunda divisão
A temporada 2009 foi o fundo do poço para os vascaínos. Naquele ano, o time disputou a segunda divisão e sua torcida viu o maior rival, o Flamengo, chegar ao sexto título brasileiro. Claro que ao ganhar a Série B o time de São Januário devolveu parte da auto-estima perdida aos torcedores. Mas não era exatamente o tipo de taça que faz a galera se orgulhar. Melhor seria jamais tê-la disputado.
Por isso a conquista da Copa do Brasil é algo próximo do melhor com o que o Vasco poderia sonhar pouco mais de uma temporada após seu retorno à elite nacional. A campanha no Brasileiro de 2010 foi segura, sem risco de nova queda, e entre os títulos possíveis para o primeiro semestre de 2011, o time alcançou o mais importante. Que, de quebra, o recoloca na Libertadores 11 anos depois.
Não, o Vasco não jogou bem contra o Coritiba, finalizou corretamente apenas duas vezes nos 90 minutos, e fez dois gols, mas se expôs em demasia ao jogar enorme tempo em seu campo, enquanto o campeão paranaense erguia a bola na área vascaína. Foram 30 os cruzamentos do Coxa. Nâo o bastante, mas tivesse jogado melhor, o Vasco sequer passaria pelos dramáticos momentos derradeiros do cotejo no Couto Pereira.
Foi uma partida de enorme emoção, pelas circunstâncias, pelo título em jogo, pela indefiniução até o apito final. Não, para mim não houve pênalti a favor do Coritiba no segundo tempo, como pediu a torcida da casa. E não vamos confundir jogo emocionante com jogo bom. Tecnicamente a peleja foi fraca, em alguns momentos sofrível. Algo secundário, claro, para vascaínos com fome de títulos e, enfim, saciados.
Por isso a conquista da Copa do Brasil é algo próximo do melhor com o que o Vasco poderia sonhar pouco mais de uma temporada após seu retorno à elite nacional. A campanha no Brasileiro de 2010 foi segura, sem risco de nova queda, e entre os títulos possíveis para o primeiro semestre de 2011, o time alcançou o mais importante. Que, de quebra, o recoloca na Libertadores 11 anos depois.
Não, o Vasco não jogou bem contra o Coritiba, finalizou corretamente apenas duas vezes nos 90 minutos, e fez dois gols, mas se expôs em demasia ao jogar enorme tempo em seu campo, enquanto o campeão paranaense erguia a bola na área vascaína. Foram 30 os cruzamentos do Coxa. Nâo o bastante, mas tivesse jogado melhor, o Vasco sequer passaria pelos dramáticos momentos derradeiros do cotejo no Couto Pereira.
Foi uma partida de enorme emoção, pelas circunstâncias, pelo título em jogo, pela indefiniução até o apito final. Não, para mim não houve pênalti a favor do Coritiba no segundo tempo, como pediu a torcida da casa. E não vamos confundir jogo emocionante com jogo bom. Tecnicamente a peleja foi fraca, em alguns momentos sofrível. Algo secundário, claro, para vascaínos com fome de títulos e, enfim, saciados.
Fernando Prass levanta a taça: campeão inédito da Copa
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Eliminatórias da Eurocopa
| Eliminatórias da Eurocopa |
|---|
| Fase classificatória Grupo A Azerbaijão 1 x 3 Alemanha Grupo C Ilhas Faroe 2 x 0 Estônia Grupo D Bósnia-Herzegóvina 2 x 0 Albânia Belarus 2 x 0 Luxemburgo Grupo E Suécia 5 x 0 Finlândia San Marino 0 x 3 Hungria |
Amistosos
Brasil 1x0 Romênia
Austrália 0x0 Sérvia
Coreia do Sul 2x1 Gana
Noruega 1x0 Lituânia
Rússia 0x0 Camarões
Áustria 3x1 Letônia
Itália 0x2 Irlanda
Venezuela 0x3 Espanha
Austrália 0x0 Sérvia
Coreia do Sul 2x1 Gana
Noruega 1x0 Lituânia
Rússia 0x0 Camarões
Áustria 3x1 Letônia
Itália 0x2 Irlanda
Venezuela 0x3 Espanha
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Assine a Revista
Crédito da foto: Marcelo Naddeo
- 10h58
- 03Jun
Na crista da onda
por redação da revista ESPNJustiça do Rio ordena busca na casa de Luxemburgo para quitar dívida com Edmundo
A Justiça do Rio ordenou busca na casa do técnico do Flamengo, Vanderlei Luxemburgo, para penhorar bens e, com isso, quitar dívida com o ex-atacante Edmundo. A decisão judicial prevê o pagamento de pouco mais de R$ 1,9 milhão para o ex-jogador que hoje trabalha como comentarista de futebol.
Em 2006, Edmundo entrou com o processo para cobrar dois cheques não quitados, dados por Luxemburgo em 1999 - na época, totalizavam R$ 400 mil. O ex-jogador já ganhou o direito de receber a quantia, mais ainda não foram encontrados bens no nome de Luxemburgo suficientes para pagar o débito.
Um oficial de Justiça deve executar a ordem de busca e tem até mesmo autorização para utilizar policiais militares para arrombar a casa do treinador, numa cobertura de luxo na Barra da Tijuca, no Rio, se não tiver ninguém em casa.

Na decisão judicial, está registrado que podem ser penhorados veículos de transporte, objetos de artes ou adornos suntuosos - como joias, por exemplo.
A reportagem não conseguiu falar com o treinador nesta segunda-feira. "Apenas estou cobrando aquilo que eu tenho direito, pois tenho filhos que precisam de mim", escreveu Edmundo, ao comentar, por meio do Twitter, o caso dos cheques sem fundo de Luxemburgo.
Em 2006, Edmundo entrou com o processo para cobrar dois cheques não quitados, dados por Luxemburgo em 1999 - na época, totalizavam R$ 400 mil. O ex-jogador já ganhou o direito de receber a quantia, mais ainda não foram encontrados bens no nome de Luxemburgo suficientes para pagar o débito.
Um oficial de Justiça deve executar a ordem de busca e tem até mesmo autorização para utilizar policiais militares para arrombar a casa do treinador, numa cobertura de luxo na Barra da Tijuca, no Rio, se não tiver ninguém em casa.
Justiça do Rio ordena busca na casa de Luxemburgo
Crédito da imagem: Vipcomm
"Desde já autorizado o arrombamento (somente em caso de necessidade). O senhor oficial de Justiça, contudo, deverá atentar para a possível incidência, no presente contexto, da Lei 8.009/90, tornando impenhoráveis o imóvel residencial da família e os móveis que o guarnecem", relata a decisão judicial.Crédito da imagem: Vipcomm
Na decisão judicial, está registrado que podem ser penhorados veículos de transporte, objetos de artes ou adornos suntuosos - como joias, por exemplo.
A reportagem não conseguiu falar com o treinador nesta segunda-feira. "Apenas estou cobrando aquilo que eu tenho direito, pois tenho filhos que precisam de mim", escreveu Edmundo, ao comentar, por meio do Twitter, o caso dos cheques sem fundo de Luxemburgo.
VÍDEO: Amigo de R. Teixeira, Ronaldo ganha homenagem. Já Romário...
Para Ricardo Teixeira, Ronaldo foi o maior jogador que passou pela seleção brasileira desde que ele se tornou presidente da CBF, em 1989. É curioso que no momento em que Romário, hoje deputado, cobra a presença do dirigente no Congresso para explicar os custos elevados dos estádios da Copa do Mundo de 2014, o mesmo aponte Ronaldo como o maior de todos nesses 22 anos.
Vejamos se Romário será mesmo duro nessas cobranças ou mudará de postura. Afinal, tudo isso acontece agora que Ronaldo e Teixeira estão de bem. Mas há dois anos, o ex-jogador fez críticas severas ao presidente da Confederação. Com o tempo, tudo passou. Você acha que Ronaldo, com toda sua história e bela trajetória no futebol, precisava disso?
PS: É ÓBVIO que o texto acima não sugere a discussão, inútil à essa altura, sobre qual dos dois goleadores foi melhor. E sabemos que Romário teve seu jogo de despedida da seleção da CBF e sempre andou próximo à cartolagem. A questão é: Teixeira coloca Ronaldo acima do Baixinho agora que um está de bem com ele e outro, pelo menos a priori, faz cobranças pubilcamente. Está claro?
Vejamos se Romário será mesmo duro nessas cobranças ou mudará de postura. Afinal, tudo isso acontece agora que Ronaldo e Teixeira estão de bem. Mas há dois anos, o ex-jogador fez críticas severas ao presidente da Confederação. Com o tempo, tudo passou. Você acha que Ronaldo, com toda sua história e bela trajetória no futebol, precisava disso?
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PS: É ÓBVIO que o texto acima não sugere a discussão, inútil à essa altura, sobre qual dos dois goleadores foi melhor. E sabemos que Romário teve seu jogo de despedida da seleção da CBF e sempre andou próximo à cartolagem. A questão é: Teixeira coloca Ronaldo acima do Baixinho agora que um está de bem com ele e outro, pelo menos a priori, faz cobranças pubilcamente. Está claro?
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Em São Paulo, terra da vaia, Brasil não perde há 48 anos
Na história da Seleção Brasileira, São Paulo é a terra da vaia. O Brasil foi vaiado na Copa de 50, no empate com 2 x 2 contra a Suíça, em 1958, contra o Corinthians e houve vaia marcante em 1974, contra Paulo César Caju, símbolo do time que seguia para a Copa do Mundo da Alemanha. Curiosamente, daquela vez o amistoso era contra a Romênia.
Em 1993, nas Eliminatórias, o Brasil de Parreira venceu o Equador por 2 x 0, sob os gritos de "Telê, Telê!"
A última partida do Brasil em São Paulo aconteceu em novembro de 2007, vitória por 2 x 1 sobre o Uruguai, dois gols de Luís Fabiano.
A última derrota... em 1963! Era uma partida de Copa Roca, torneio disputado contra a Argentina. Derrota por 3 x 2, com os gols do Brasil marcados por Pepe.
Em 1982, a Seleção de Telê Santana empatou com a Tchecoslováquia por 1 x 1, no Morumbi. Nos primeiros quinze minutos, Jairzinho jogou, homenagem da CBF que promoveu sua despedida. Jairzinho foi técnico/empresário de Ronaldo, no seu início de carreira no São Cristóvão.
Em todos os tempos, o Brasil disputou 51 partidas oficiais em São Paulo, com 32 vitórias, 15 empates e 4 derrotas. Perdeu para a Argentina em 1940, 1945 e 1963, para o Uruguai em 1950, dois meses antes da final da Copa, no Maracanã.
O último empate resultou em vaia. Em 2001, Leão era o técnico no 1 x 1 com o Peru. Bandeiras do Brasil atiradas ao gramado e apupos merecidos.
Nos últimos três jogos, três vitórias: 3 x 1 na Bolívia em 2004, 3 x 0 na Guatemala em 2005 -- despedida de Romário --, 2 x 1 no Uruguai em 2007.
domingo, 5 de junho de 2011
Brasileirão Série A
| 16h00 Flamengo 1x1 Corinthians |
| 16h00 Grêmio 2x0 Bahia |
| 16h00 Coritiba 5x1 Vasco |
| 18h30 América-MG 2x4 Internacional |
| 18h30 Santos 3x1 Avaí |
Argentino - Néstor Kirchner Clausura
| 14h00 Quilmes 2x2 Boca Juniors |
| 16h00 Gimnasia y Esgrima 0x0 Racing Club |
| 18h10 Huracán 3x2 Tigre |
| 20h20 River Plate 1x1 Colón |
sábado, 4 de junho de 2011
Na Li vence Schiavone em Roland Garros e se torna 1ª chinesa campeã em Grand Slam
Na Li entrou definitivamente para a história do tênis chinês neste sábado ao vencer a atual campeã Francesca Schiavone por 2 sets a 0 em parciais de 6-4 e 7-6 (7-0). Com o resultado, a tenista conquistou o título de Roland Garros e se tornou a primeira chinesa a vencer um torneio Grand Slam na história.
A final deste ano foi a mais velha de um torneio feminino de Grand Slam desde 1998, quando Jana Novotna superou Nathalie Tauziat em Wimbledon. Na Li, com 29 anos, e Francesa Schiavone, prestes a completar 31 anos, somam 60 anos de idade. No duelo de "coroas", levou a melhor a chinesa, em pouco menos de duas horas de partida.
Apesar de duas veteranas, Na Li e Schiavone mostraram que ainda podem render dentro de quadra. Ambas venceram rivais mais jovens para garantir a vaga na final: enquanto a italiana venceu Marion Bártoli, de 26 anos, a chinesa superou a ex-número 1 do mundo Maria Sharapova, de 24 anos.
A postura ofensiva da chinesa fez diferença no quinto game, quando a tenista aproveitou um dos três break points que teve na parcial para alcançar a vantagem necessária para fechar o set em 6-4.
O ritmo da partida continuou a favor de Na Li na segunda etapa. Logo no primeiro game a chinesa conseguiu uma quebra no serviço da atual campeã de Roland Garros, mas Schiavone se recuperou e igualou a partida no 7º game, dando a impressão de que emplacaria uma reação no jogo.
No tie-break, entretanto, Na Li retomou o bom momento e a agressividade do primeiro set e venceu por 7 a 0, abrindo caminho para o primeiro Grand Slam para o tênis da China.
A final deste ano foi a mais velha de um torneio feminino de Grand Slam desde 1998, quando Jana Novotna superou Nathalie Tauziat em Wimbledon. Na Li, com 29 anos, e Francesa Schiavone, prestes a completar 31 anos, somam 60 anos de idade. No duelo de "coroas", levou a melhor a chinesa, em pouco menos de duas horas de partida.
CEJA IMAGENS DO TÍTULO DE NA LI
No primeiro set da decisão de Roland Garros, a diferença foi a agressividade de Na Li. A tenista, que nunca venceu um torneio Grand Slam, teve 15 pontos vencedores contra apenas três da adversária.
A postura ofensiva da chinesa fez diferença no quinto game, quando a tenista aproveitou um dos três break points que teve na parcial para alcançar a vantagem necessária para fechar o set em 6-4.
O ritmo da partida continuou a favor de Na Li na segunda etapa. Logo no primeiro game a chinesa conseguiu uma quebra no serviço da atual campeã de Roland Garros, mas Schiavone se recuperou e igualou a partida no 7º game, dando a impressão de que emplacaria uma reação no jogo.
No tie-break, entretanto, Na Li retomou o bom momento e a agressividade do primeiro set e venceu por 7 a 0, abrindo caminho para o primeiro Grand Slam para o tênis da China.
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