| 26ª RODADA - 03/03/2011 | ||||||
| HORA | JOGO | ESTÁDIO | CIDADE | RELATO | ||
|---|---|---|---|---|---|---|
| 16h00 | Almería | 1x1 | Racing Santander | Juegos Mediterráneos | Almería | |
| 18h00 | Real Madrid | 7x0 | Málaga | Santiago Bernabéu | Madri | |
Falamos campeonatos das séries A B C D campeonatos internacionais todos Português todos os resultados do Paulista da segunda divisão e ainda Futebol Internacional como Futebol Inglês Espanhol Italiano Portugal e o Argentino e campeonatos Importantes falaremos do Regional do Rio Grande do Norte do Cearense do Pernambucano e do Carioca e falamos da copa do nordeste
quinta-feira, 3 de março de 2011
Campeonato Espanhol 2011
Campeonato Baiano 2011
| 10ª RODADA - 02/03/2011 | ||||||
| HORA | JOGO | ESTÁDIO | CIDADE | RELATO | ||
|---|---|---|---|---|---|---|
| 20h30 | Atlético-BA | 1x1 | Fluminense-BA | Antônio Carneiro | Alagoinhas | |
| 20h30 | Colo-Colo-BA | 0x2 | Camaçari | Mário Pessoa | Ilhéus | |
| 20h30 | Bahia de Feira | 2x1 | Serrano | Jóia da Princesa | Feira de Santana | |
| 20h30 | Bahia | 3x0 | Ipitanga | Estádio de Pituaçu | Salvador | |
| 20h30 | Juazeiro | 2x2 | Feirense | Pedro Amorim | Senhor do Bonfim | |
| 21h50 | Vitória da Conquista | 0x1 | Vitória | Lomanto Júnior | Vitória da Conquista | |
Campeonato Potiguar 2011
| 8ª RODADA - 02/03/2011 | ||||||
| HORA | JOGO | ESTÁDIO | CIDADE | RELATO | ||
|---|---|---|---|---|---|---|
| 15h00 | Palmeira de Goianinha | 1x2 | Santa Cruz-RN | José Nazareno | Goianinha | |
| 20h30 | Assu | 2x0 | Centenário Pauferrense | Edgarzão | Assu | |
| 20h30 | Potiguar de Mossoró | 2x1 | América-RN | Nogueirão | Mossoró | |
| 8ª RODADA - 03/03/2011 | ||||||
| HORA | JOGO | ESTÁDIO | CIDADE | RELATO | ||
|---|---|---|---|---|---|---|
| 20h00 | Baraúnas-RN | 1x0 | Coríntians-RN | Nogueirão | Mossoró | |
Campeonato Cearense 2011
| 1º turno - Final | |||||||
| HORA | JOGO | ESTÁDIO | CIDADE | RELATO | |||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 02/03/2011 | |||||||
| 21h50 | Ceará | 1 x 0 | Fortaleza | Castelão | Fortaleza | ||
Libertadores 2011
Grupo 1
Grupo 2
Grupo 4
Grupo 8
| 03/03/2011 | ||||||
| 00h15 | San Luis-MEX | 1 x 1 | Once Caldas | Alfonso Lastras | San Luis Potosí | |
|---|---|---|---|---|---|---|
Grupo 2
| 03/03/2011 | ||||||
| 20h15 | Grêmio | 2x0 | León de Huánuco | Olímpico Monumental | Porto Alegre | |
|---|---|---|---|---|---|---|
Grupo 4
| 03/03/2011 | ||||||
| 20h15 | Vélez Sarsfield | 3x4 | Universidad Católica | El Fortin de Liniers | Buenos Aires | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 22h30 | Caracas | 2x0 | Unión Española | Olímpico de la UCV | Caracas | |
Grupo 8
| 03/03/2011 | ||||||
| 22h30 | LDU | 3x0 | Independiente | Casa Blanca | Quito | |
|---|---|---|---|---|---|---|
quarta-feira, 2 de março de 2011
Campeonato Espanhol 2011
| 26ª RODADA - 02/03/2011 | ||||||
| HORA | JOGO | ESTÁDIO | CIDADE | RELATO | ||
|---|---|---|---|---|---|---|
| 16h00 | Zaragoza | 2x1 | Athletic Bilbao | La Romareda | Zaragoza | |
| 16h00 | Getafe | 1x1 | Atlético de Madri | Alfonso Pérez | Madri | |
| 16h00 | Villarreal | 1x0 | Hércules | El Madrigal | Castellón | |
| 16h00 | Osasuna | 0x0 | La Coruña | El Sadar | Pamplona | |
| 16h00 | Real Sociedad | 1x1 | Levante | Anoeta | San Sebastián | |
| 18h00 | Valencia | 0x1 | Barcelona | Mestalla | Valência | |
Copa do Brasil 2011
| 02/03/2011 | ||||||
| 19h30 | Atlético-PR | 3x1 | Rio Branco-AC | Arena da Baixada | Curitiba | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 19h30 | Botafogo 4 | 1x1 | 1River Plate-SE | Engenhão | Rio de Janeiro | |
| 21h00 | Atlético-GO | 1x0 | Brusque | Antônio Accioly | Goiânia | |
| 21h00 | Paulista | 3x0 | São José-RS | Jaime Cintra | Jundiaí | |
| 21h00 | Paysandu-PA | 2x2 | Penarol | A definir | A definir | |
| 21h00 | Brasiliense-DF | 2x0 | Águia de Marabá | Boca do Jacaré | Taguatinga | |
| 21h00 | Ipatinga-MG | 3x0 | Rio Branco-ES | Ipatingão | Ipatinga | |
| 21h00 | ABC | 2x1 | Barras-PI | Frasqueirão | Natal | |
| 21h00 | Atlético-MG | 8x1 | Iape | Arena do Jacaré | Sete Lagoas | |
| 21h50 | Palmeiras | 5x1 | Comercial-PI | Pacaembu | São Paulo | |
| 21h50 | Sport | 2x2 | Sampaio Correa-MA | Ilha do Retiro | Recife | |
Libertadores 2011
Grupo 3
Grupo 5
Grupo 7
| 02/03/2011 | ||||||
| 19h30 | Nacional (URU) | 0x1 | Argentinos Juniors | Parque Central | Montevidéu | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 21h50 | América - MEX | 1x0 | Fluminense | Azteca | Cidade do México | |
| 02/03/2011 | ||||||
| 21h50 | Santos | 1x1 | Cerro Porteño | Vila Belmiro | Santos | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 02/03/2011 | ||||||
| 19h30 | Deportes Tolima | 0x0 | Cruzeiro | Manuel Murillo Toro | Ibagué | |
|---|---|---|---|---|---|---|
Fluminense tem no México a primeira decisão na Libertadores
Futebol tem coisas malucas. O Fluminense largou como um dos candidatos ao título da Libertadores e já corre risco de não passar da fase de grupos. O campeão brasileiro se enroscou com dois empates em casa – 2 a 2 com o Argentinos Juniors e 0 a 0 com o Nacional – e agora enfrenta sua primeira decisão, no jogo com o América, na noite desta quarta-feira (21h30 de Brasília), na Cidade do México.
O panorama está complicado para Muricy Ramalho e a turma dele? Razoavelmente. Para dar uma boa respirada, o Flu precisa vencer. Assim compensará as mancadas como mandante. Se empatar de novo ou se perder, fica obrigado a ganhar os três jogos restantes – o América no Engenhão, na volta, e os outros dois fora. Com 11 pontos, ainda será possível sonhar com vaga para as oitavas de final. Com dez, é bem mais difícil. Vai depender de um perda e ganha danado dos demais.
O problema do Flu é não ter engrenado, não ter deslanchado, como se esperava, já que manteve a base de 2010. Mas o travamento passa por dois jogadores – Conca e Fred. Os dois são fundamentais para o time, alma e explosão. Só que não largaram bem. O argentino ficou um tempo de molho, por causa de operação, e nem de longe é o motorzinho do meio-campo como na temporada passada. O centroavante continua com sua interminável rotina de vaivém por causa de contusões.
Muricy se vira como pode, já que também não conta com Emerson, o nome que falta para o tripé de sustentação da equipe. Por isso, a tendência é a de jogar com formação menos atrevida contra os mexicanos. Ricardo Berna em princípio recuperou a condição de titular no gol. A zaga pode ir com Gum, Digão, Leandro Euzébio. As alas ficam para Mariano e Carlinhos, que não têm apoiado o ataque com a eficiência do Brasileiro. Diguinho e Edinho devem dividir a marcação, com Conca na criação. Rafael Moura e Araújo ficam encarregados de infernizar na vida dos zagueiros.
Não é a formação ideal. Na verdade, é a escolha viável – se bem que eu prefiro Souza no lugar de Araújo, pois daria mais liberdade ao Conca. Seja qual for a escalação, o Flu precisa estar atento e forte, parafraseando a canção dos anos 70. Se temer a morte, abre caminho para a degola precoce. O que seria uma pena.
O panorama está complicado para Muricy Ramalho e a turma dele? Razoavelmente. Para dar uma boa respirada, o Flu precisa vencer. Assim compensará as mancadas como mandante. Se empatar de novo ou se perder, fica obrigado a ganhar os três jogos restantes – o América no Engenhão, na volta, e os outros dois fora. Com 11 pontos, ainda será possível sonhar com vaga para as oitavas de final. Com dez, é bem mais difícil. Vai depender de um perda e ganha danado dos demais.
O problema do Flu é não ter engrenado, não ter deslanchado, como se esperava, já que manteve a base de 2010. Mas o travamento passa por dois jogadores – Conca e Fred. Os dois são fundamentais para o time, alma e explosão. Só que não largaram bem. O argentino ficou um tempo de molho, por causa de operação, e nem de longe é o motorzinho do meio-campo como na temporada passada. O centroavante continua com sua interminável rotina de vaivém por causa de contusões.
Muricy se vira como pode, já que também não conta com Emerson, o nome que falta para o tripé de sustentação da equipe. Por isso, a tendência é a de jogar com formação menos atrevida contra os mexicanos. Ricardo Berna em princípio recuperou a condição de titular no gol. A zaga pode ir com Gum, Digão, Leandro Euzébio. As alas ficam para Mariano e Carlinhos, que não têm apoiado o ataque com a eficiência do Brasileiro. Diguinho e Edinho devem dividir a marcação, com Conca na criação. Rafael Moura e Araújo ficam encarregados de infernizar na vida dos zagueiros.
Não é a formação ideal. Na verdade, é a escolha viável – se bem que eu prefiro Souza no lugar de Araújo, pois daria mais liberdade ao Conca. Seja qual for a escalação, o Flu precisa estar atento e forte, parafraseando a canção dos anos 70. Se temer a morte, abre caminho para a degola precoce. O que seria uma pena.
VÍDEO: Monstro da bola tem recorde e faz história mesmo sem ir à Copa
No jogo contra o Chelsea, Ryan Giggs igualou o recorde de Sir Bobby Charlton: 606 jogos no campeonato inglês pelo Manchester United. Nesta quarta-feira, 2 de março, o galês completará 20 anos de sua estreia pelos Red Devils, numa derrota em casa para o Everton (0 a 2).
Giggs fez 863 aparições pelos Diabos Vermelhos nessas duas décadas, e acumulou títulos, muitos e muitos títulos. Sempre pelo Manchester United. Em 29 de novembro ele completará 38 anos. Um monstro do futebol que só não foi à Copa do Mundo porque sua seleção não se classifica desde 1958.
Veja o cartel de títulos de Giggs e curta o vídeo (abaixo) com imagens do craque nascido no País de Gales ainda no começo de carreira.
O campeão:Premier League (11): 1992-93,1993-94, 1995-96, 1996-97, 1998-99, 1999-00, 2000-01, 2002-03, 2006-07, 2007-08 e 2008-09
Liga dos Campeões (2): 1998-99 e 2007-2008
Mundial de Clubes (2): 1999 e 2008
Supercopa Européia (1): 1991
Copa da Inglaterra (4): 1994, 1996, 1999 e 2004
Copa da Liga Inglesa (4): 1992 , 2006 , 2009 e 2010
Supercopa da Inglaterra (8): 1993, 1994, 1996, 1997, 2003, 2007, 2008 e 2010
Giggs fez 863 aparições pelos Diabos Vermelhos nessas duas décadas, e acumulou títulos, muitos e muitos títulos. Sempre pelo Manchester United. Em 29 de novembro ele completará 38 anos. Um monstro do futebol que só não foi à Copa do Mundo porque sua seleção não se classifica desde 1958.
Veja o cartel de títulos de Giggs e curta o vídeo (abaixo) com imagens do craque nascido no País de Gales ainda no começo de carreira.
O campeão:Premier League (11): 1992-93,1993-94, 1995-96, 1996-97, 1998-99, 1999-00, 2000-01, 2002-03, 2006-07, 2007-08 e 2008-09
Liga dos Campeões (2): 1998-99 e 2007-2008
Mundial de Clubes (2): 1999 e 2008
Supercopa Européia (1): 1991
Copa da Inglaterra (4): 1994, 1996, 1999 e 2004
Copa da Liga Inglesa (4): 1992 , 2006 , 2009 e 2010
Supercopa da Inglaterra (8): 1993, 1994, 1996, 1997, 2003, 2007, 2008 e 2010
Globosat admite que pode não entrar na concorrência pelo Brasileirão
Todos os problemas que envolvem a venda dos direitos de transmissão do campeonato brasileiro, 2012 a 2014, também atingem a TV fechada. Duas questões, em particular, colocaram a atual detentora, Globosat, de sobreaviso, de acordo com Alberto Pecegueiro, o seu diretor-geral.
A primeira diz respeito à formulação das propostas, com "pontos absolutamente hostis". A ideia de não poder mais gerar as imagens dos jogos, segundo ele, é fruto da aproximação oportunista de certos grupos de influência junto ao Clube dos 13 --"ninguém, nem a TV Globo, no Brasil possui a capacidade que a Globosat tem de gerar, coordenar e trafegar tantos jogos simultaneamente. Não sendo responsáveis por esta parte do negócio, sentimos que nos colocamos numa situação de risco".
A outra, entende Pecegueiro, é a indefinição sobre que produto o Clube dos 13 estaria realmente licitando. Se, como a imprensa divulga, doze clubes assumirem a postura de negociarem individualmente, ficará difícil entender o que realmente será vendido. E não há, conclui, como fazer uma oferta de valor para oito clubes remanescentes.
Posição da Record
Diretores da Record foram instruídos a observar distância de todos os acontecimentos que envolvem a venda do campeonato brasileiro e agir dentro do que estipula o edital do Clube dos 13.
Há a confirmação da entrega da proposta no dia 11.
Não peguei
Por outro lado, não são verdadeiras as notícias, segundo as quais a Record teria ficado com um camarote no estádio do Morumbi, que até o ano passado era locado pela Rede Globo.
A sua direção revela que houve apenas a renovação de um espaço, que a emissora já tinha e agora será ampliado.
A primeira diz respeito à formulação das propostas, com "pontos absolutamente hostis". A ideia de não poder mais gerar as imagens dos jogos, segundo ele, é fruto da aproximação oportunista de certos grupos de influência junto ao Clube dos 13 --"ninguém, nem a TV Globo, no Brasil possui a capacidade que a Globosat tem de gerar, coordenar e trafegar tantos jogos simultaneamente. Não sendo responsáveis por esta parte do negócio, sentimos que nos colocamos numa situação de risco".
A outra, entende Pecegueiro, é a indefinição sobre que produto o Clube dos 13 estaria realmente licitando. Se, como a imprensa divulga, doze clubes assumirem a postura de negociarem individualmente, ficará difícil entender o que realmente será vendido. E não há, conclui, como fazer uma oferta de valor para oito clubes remanescentes.
Posição da Record
Diretores da Record foram instruídos a observar distância de todos os acontecimentos que envolvem a venda do campeonato brasileiro e agir dentro do que estipula o edital do Clube dos 13.
Há a confirmação da entrega da proposta no dia 11.
Não peguei
Por outro lado, não são verdadeiras as notícias, segundo as quais a Record teria ficado com um camarote no estádio do Morumbi, que até o ano passado era locado pela Rede Globo.
A sua direção revela que houve apenas a renovação de um espaço, que a emissora já tinha e agora será ampliado.
terça-feira, 1 de março de 2011
VIDEOBLOG: Cargo de técnico é supervalorizado e nomes são sempre os mesmos
No último sábado, após empate com o São Bernardo no Campeonato Paulista, o técnico do Santos, Adilson Batista, foi demitido, o que instaurou no clube da baixada o dilema de quem irá substituí-lo. Nomes como Abel Braga, Paulo Autuori e Oswaldo Oliveira foram cogitados e no momento o nome mais provável para assumir é o de Ney Franco.
Em meio a essa discussão, José Trajano questiona o motivo de uma valorização tão grande em torno do cargo: “É exagerada essa valorização dos técnicos e eu não entendo por que toda hora tem que ser os mesmos nomes”, falou no Pontapé Inicial desta terça-feira e completou: “Não podem deixar o Marcelo Marteloti por um tempo? É muito melhor um cara que está vivendo a realidade do Santos”.
Sobre a contratação de Ney Franco, Trajano é enfático: “Pela primeira vez se pensa numa trajetória legal para as divisões de base do futebol brasileiro. Se eu fosse o Ney Franco, não iria, não me renderia ao dinheiro, e me renderia a um trabalho que ele começou muito bem feito no Sul-americano”.
Em meio a essa discussão, José Trajano questiona o motivo de uma valorização tão grande em torno do cargo: “É exagerada essa valorização dos técnicos e eu não entendo por que toda hora tem que ser os mesmos nomes”, falou no Pontapé Inicial desta terça-feira e completou: “Não podem deixar o Marcelo Marteloti por um tempo? É muito melhor um cara que está vivendo a realidade do Santos”.
Sobre a contratação de Ney Franco, Trajano é enfático: “Pela primeira vez se pensa numa trajetória legal para as divisões de base do futebol brasileiro. Se eu fosse o Ney Franco, não iria, não me renderia ao dinheiro, e me renderia a um trabalho que ele começou muito bem feito no Sul-americano”.
Clique no player acima para assistir ao videoblog desta terça-feira!
Campeonato Inglês 2011
| 18ª RODADA - 01/03/2011 | ||||||
| HORA | JOGO | ESTÁDIO | CIDADE | RELATO | ||
|---|---|---|---|---|---|---|
| 16h45 | Chelsea | 2x1 | Manchester United | Stamford Bridge | Londres | |
Campeonato Espanhol 2011
| 26ª RODADA - 01/03/2011 | ||||||
| HORA | JOGO | ESTÁDIO | CIDADE | RELATO | ||
|---|---|---|---|---|---|---|
| 16h00 | Espanyol | 1x2 | Mallorca | Olímpico de Montjuic | Barcelona | |
| 18h00 | Sevilla | 3x0 | Sporting de Gijón | Ramón Sánchez-Pizjuán | Sevilha | |
Libertadores
Grupo 5
Grupo 8
| 01/03/2011 | ||||||
| 22h30 | Deportivo Táchira | 2x4 | Colo-Colo | Pueblo Nuevo | San Cristóbal | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 01/03/2011 | ||||||
| 20h15 | Godoy Cruz | 1x3 | Peñarol | Malvinas Argentinas | Mendoza | |
|---|---|---|---|---|---|---|
Globo vai ao Inter, que já admite sair
Está definido o próximo alvo da Globo Esporte na disputa que trava com o Clube dos 13 pelos direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro a partir de 2012. Executivos da emissora vão nesta semana a Porto Alegre para encontro com dirigentes do Internacional.
O clube gaúcho é um dos pilares da associação, ao lado de São Paulo, Atlético-MG, Atlético-PR e Bahia.
Já anunciaram que pretendem negociar sem a interferência da entidade Corinthians, Coritiba, Cruzeiro, Grêmio, Flamengo, Vasco, Fluminense, Botafogo. Palmeiras e Santos vão oficializar hoje essa posição.
Todos esses clubes já deram demonstrações de que preferem fechar com a Globo.
Oficialmente, o Inter afirma que "defende a negociação coletiva dos contratos de direitos de TV", como disse o vice-presidente executivo do clube, Aod Cunha. Mas, internamente, é grande a pressão para que o Inter siga o caminho do Grêmio e dos demais dissidentes.
O clube vai esperar a reunião de hoje entre Fábio Koff, Ataíde Gil Guerreiro (presidente e diretor-executivo do C13) com a cúpula do Cade.
Se a autarquia vinculada ao Ministério da Justiça permitir que os clubes negociem diretamente com as emissoras, então o Inter deverá deixar o C13. Até lá, vai manter o discurso de apoio a Koff.
Na semana passada, houve um levante contra a associação, que negocia os direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro.
A entidade publicou edital no qual exige o valor mínimo de R$ 500 milhões por ano para o triênio 2012-2014.
As propostas devem ser apresentadas em envelopes fechados. Rede TV! e Record se mostraram interessadas na concorrência.
A Globo criticou o edital e afirmou, por meio de nota, que não participaria da concorrência. Koff acusou a emissora e o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, de estarem por trás do movimento que levou ao racha.
Marcelo Campos Pinto, principal executivo da Globo Esportes, e Teixeira, afirmaram que vão processar Koff pelas acusações.
O clube gaúcho é um dos pilares da associação, ao lado de São Paulo, Atlético-MG, Atlético-PR e Bahia.
Já anunciaram que pretendem negociar sem a interferência da entidade Corinthians, Coritiba, Cruzeiro, Grêmio, Flamengo, Vasco, Fluminense, Botafogo. Palmeiras e Santos vão oficializar hoje essa posição.
Todos esses clubes já deram demonstrações de que preferem fechar com a Globo.
Oficialmente, o Inter afirma que "defende a negociação coletiva dos contratos de direitos de TV", como disse o vice-presidente executivo do clube, Aod Cunha. Mas, internamente, é grande a pressão para que o Inter siga o caminho do Grêmio e dos demais dissidentes.
O clube vai esperar a reunião de hoje entre Fábio Koff, Ataíde Gil Guerreiro (presidente e diretor-executivo do C13) com a cúpula do Cade.
Se a autarquia vinculada ao Ministério da Justiça permitir que os clubes negociem diretamente com as emissoras, então o Inter deverá deixar o C13. Até lá, vai manter o discurso de apoio a Koff.
Na semana passada, houve um levante contra a associação, que negocia os direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro.
A entidade publicou edital no qual exige o valor mínimo de R$ 500 milhões por ano para o triênio 2012-2014.
As propostas devem ser apresentadas em envelopes fechados. Rede TV! e Record se mostraram interessadas na concorrência.
A Globo criticou o edital e afirmou, por meio de nota, que não participaria da concorrência. Koff acusou a emissora e o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, de estarem por trás do movimento que levou ao racha.
Marcelo Campos Pinto, principal executivo da Globo Esportes, e Teixeira, afirmaram que vão processar Koff pelas acusações.
Nascimento e agonia do Clube dos 13
Clube dos 13, vida e agonia
Colunista conta como foi o processo de criação e decadência da entidade
Conto aqui o que vi, e poucas coisas vi tão por dentro em minha vida de jornalista como o nascimento do Clube dos 13 e da Copa União.
Como vi o começo lento e gradual de sua decadência.
Curiosa e dramaticamente, sua implosão se dá quando parecia ressurgir, embora, agora, pareça mais que tenha sido aquela famosa melhora do doente antes de morrer.
Eu era diretor da “Placar” à época em que tudo começou, e o apoio da revista foi tão vigoroso que a taça da Copa União foi encomendada e paga por esta ao artista plástico Carlos Fajardo.
E entregue primeiramente ao Flamengo -e depois a Zico, quando ele se despediu do futebol, porque a Copa não resistiu aos conchavos da cartolagem.
A resposta dos 13 maiores clubes do país à falência da CBF, que abdicara de organizar o Campeonato Brasileiro de 1987 por falta de recursos, foi pronta e eficaz: partiu para fazer seu próprio torneio e obteve o apoio da Globo, da Coca-Cola e da Varig.
Registre-se desde logo que o Brasileirão de 1987 não teria o Sport, que não ficara entre os 24 primeiros em 1986, mas em 27º lugar.
Era para ser o embrião da Liga Brasileira de Futebol Profissional. Nasceria cinco anos antes da Liga Inglesa, a famosa Premier League.
Como em toda revolução, houve injustiças e excessos.
As injustiças contra o Guarani e o América, segundo e quarto colocados em 1986.
Verdade que o time campineiro e o carioca não estavam entre os 16 primeiros do ranking nacional, ao contrário dos 13 fundadores do Clube.
Os excessos ficaram por conta de tentar, sem conseguir, porque proibido pela Fifa, pintar marcas de patrocinadores no gramado.
Já o sucesso foi tamanho que a média de público passou de 20.800 torcedores, a segunda maior de todos os tempos, superada apenas pela de 1983, com quase 23 mil pagantes por jogo. Se forem somadas as quantias provenientes dos patrocínios da Copa União, a média praticamente dobra e atinge padrão europeu dos bons tempos.
A conquista do Flamengo foi algo tão indiscutível que o Conselho Nacional dos Desportos, o velho CND, a reconheceu incontinenti, diferentemente do que veio a acontecer mais tarde pelo Tribunal de Justiça Federal em Pernambuco.
Sim, a CBF quis mudar as regras com o jogo já em curso.
Mas, para 1988, a situação mudou, fruto de um acordo feito pelo presidente do Clube dos 13 e do São Paulo, Carlos Miguel Aidar, pelo presidente do CND, Manoel Tubino, e pelo vice-presidente da CBF, mas verdadeiro comandante da entidade, Nabi Abi Chedid, com o aval do presidente do Flamengo, Márcio Braga.
E contra o que pensava a direção da Rede Globo.
Por meio de seu diretor de esporte de então, Ciro José Gonzales, de quem divergi muitas vezes, mas que sempre gostou e quis o melhor para o futebol, o número um da emissora, José Bonifácio de Oliveira, o Boni, mandou dizer que a Globo daria respaldo para que a rebeldia dos clubes fosse em frente, sem acordo com a CBF.
Só que prevaleceu o velho espírito conciliatório nacional.
E jamais me esquecerei do olhar perplexo de minha filha ao entrar em casa na volta da escola e ver a figura de Chedid na sala, local escolhido pelas partes como neutro e a salvo de assédio.
Ao recuar, o Clube dos 13 começou a esmorecer.
E chegou a ganhar de mão beijada a Copa João Havelange para organizar em 2000, porque a Justiça impediu que a CBF organizasse o Brasileiro sem a presença do Gama, em memorável batalha judicial vencida pelo inexpressivo clube candango.
Ganhou, mas não soube organizá-la com competência, a ponto de o torneio ser decidido em São Januário com superlotação, queda de alambrado e cerca de 160 feridos, o que obrigou a realização de novo jogo, já em 2001, entre Vasco e São Caetano.
De lá para cá, cada vez mais o C13 se transformou apenas em uma agência negociadora de direitos de transmissão, com episódios lastimáveis, como em 1997, quando foi fechado negócio com o SBT, na casa de Sílvio Santos e, em seguida, em meio a rumores desairosos, voltou-se atrás para manter a parceria com a Globo.
Então, o principal executivo do SBT, Luciano Calegari, em entrevista à revista “IstoÉ”, chamou a CBF de “máfia” e perguntou: “Quando é que dá para acreditar em presidente de clube?”.
Eis que, neste ano de 2011, quando o Cade permitiu as condições para que se inaugurasse uma nova maneira de negociar, com chances claras de se aumentar ponderavelmente as receitas por meio de uma concorrência como nunca houve, tudo rui.
O C13 vai ao Cade amanhã e promete levar documentos que provam compra de votos na eleição que pôs a CBF em choque com Fábio Koff.
Fato é que o racha está posto.
E de maneira tão indecorosa para alguns dos protagonistas que o que fica ainda mais claro é que se trata de uma guerra sem mocinhos.
Na qual o futebol brasileiro morre no fim.
Colunista conta como foi o processo de criação e decadência da entidade
O QUE SURGIU PARA SER A LIGA BRASILEIRA SOFRE EXATAMENTE POR TER DESPERDIÇADO SEU MELHOR MOMENTO |
Conto aqui o que vi, e poucas coisas vi tão por dentro em minha vida de jornalista como o nascimento do Clube dos 13 e da Copa União.
Como vi o começo lento e gradual de sua decadência.
Curiosa e dramaticamente, sua implosão se dá quando parecia ressurgir, embora, agora, pareça mais que tenha sido aquela famosa melhora do doente antes de morrer.
Eu era diretor da “Placar” à época em que tudo começou, e o apoio da revista foi tão vigoroso que a taça da Copa União foi encomendada e paga por esta ao artista plástico Carlos Fajardo.
E entregue primeiramente ao Flamengo -e depois a Zico, quando ele se despediu do futebol, porque a Copa não resistiu aos conchavos da cartolagem.
A resposta dos 13 maiores clubes do país à falência da CBF, que abdicara de organizar o Campeonato Brasileiro de 1987 por falta de recursos, foi pronta e eficaz: partiu para fazer seu próprio torneio e obteve o apoio da Globo, da Coca-Cola e da Varig.
Registre-se desde logo que o Brasileirão de 1987 não teria o Sport, que não ficara entre os 24 primeiros em 1986, mas em 27º lugar.
Era para ser o embrião da Liga Brasileira de Futebol Profissional. Nasceria cinco anos antes da Liga Inglesa, a famosa Premier League.
Como em toda revolução, houve injustiças e excessos.
As injustiças contra o Guarani e o América, segundo e quarto colocados em 1986.
Verdade que o time campineiro e o carioca não estavam entre os 16 primeiros do ranking nacional, ao contrário dos 13 fundadores do Clube.
Os excessos ficaram por conta de tentar, sem conseguir, porque proibido pela Fifa, pintar marcas de patrocinadores no gramado.
Já o sucesso foi tamanho que a média de público passou de 20.800 torcedores, a segunda maior de todos os tempos, superada apenas pela de 1983, com quase 23 mil pagantes por jogo. Se forem somadas as quantias provenientes dos patrocínios da Copa União, a média praticamente dobra e atinge padrão europeu dos bons tempos.
A conquista do Flamengo foi algo tão indiscutível que o Conselho Nacional dos Desportos, o velho CND, a reconheceu incontinenti, diferentemente do que veio a acontecer mais tarde pelo Tribunal de Justiça Federal em Pernambuco.
Sim, a CBF quis mudar as regras com o jogo já em curso.
Mas, para 1988, a situação mudou, fruto de um acordo feito pelo presidente do Clube dos 13 e do São Paulo, Carlos Miguel Aidar, pelo presidente do CND, Manoel Tubino, e pelo vice-presidente da CBF, mas verdadeiro comandante da entidade, Nabi Abi Chedid, com o aval do presidente do Flamengo, Márcio Braga.
E contra o que pensava a direção da Rede Globo.
Por meio de seu diretor de esporte de então, Ciro José Gonzales, de quem divergi muitas vezes, mas que sempre gostou e quis o melhor para o futebol, o número um da emissora, José Bonifácio de Oliveira, o Boni, mandou dizer que a Globo daria respaldo para que a rebeldia dos clubes fosse em frente, sem acordo com a CBF.
Só que prevaleceu o velho espírito conciliatório nacional.
E jamais me esquecerei do olhar perplexo de minha filha ao entrar em casa na volta da escola e ver a figura de Chedid na sala, local escolhido pelas partes como neutro e a salvo de assédio.
Ao recuar, o Clube dos 13 começou a esmorecer.
E chegou a ganhar de mão beijada a Copa João Havelange para organizar em 2000, porque a Justiça impediu que a CBF organizasse o Brasileiro sem a presença do Gama, em memorável batalha judicial vencida pelo inexpressivo clube candango.
Ganhou, mas não soube organizá-la com competência, a ponto de o torneio ser decidido em São Januário com superlotação, queda de alambrado e cerca de 160 feridos, o que obrigou a realização de novo jogo, já em 2001, entre Vasco e São Caetano.
De lá para cá, cada vez mais o C13 se transformou apenas em uma agência negociadora de direitos de transmissão, com episódios lastimáveis, como em 1997, quando foi fechado negócio com o SBT, na casa de Sílvio Santos e, em seguida, em meio a rumores desairosos, voltou-se atrás para manter a parceria com a Globo.
Então, o principal executivo do SBT, Luciano Calegari, em entrevista à revista “IstoÉ”, chamou a CBF de “máfia” e perguntou: “Quando é que dá para acreditar em presidente de clube?”.
Eis que, neste ano de 2011, quando o Cade permitiu as condições para que se inaugurasse uma nova maneira de negociar, com chances claras de se aumentar ponderavelmente as receitas por meio de uma concorrência como nunca houve, tudo rui.
O C13 vai ao Cade amanhã e promete levar documentos que provam compra de votos na eleição que pôs a CBF em choque com Fábio Koff.
Fato é que o racha está posto.
E de maneira tão indecorosa para alguns dos protagonistas que o que fica ainda mais claro é que se trata de uma guerra sem mocinhos.
Na qual o futebol brasileiro morre no fim.
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
O erro de Carpegiani
O ÚNICO jeito de enfrentar o São Paulo é parar seu contra-ataque. Isso significa cadência com a bola no pé, passes curtos, sem pressa.
O Palmeiras só percebeu isso depois de Alex Silva ser expulso estupidamente, no início do segundo tempo.
Antes, a cena mais comum no clássico era o contra-ataque do São Paulo em alta velocidade. Lucas, Dagoberto e Fernandinho arrancavam, muitas vezes com o apoio de Jean.
O time chegava ao ataque com quatro atacantes contra três zagueiros. Ou no mano a mano. No ataque mais veloz do futebol brasileiro, o mais rápido é Fernandinho. Felipão começou o jogo tentando marcá-lo com Márcio Araújo e com liberdade para Cicinho sair.
Aos poucos, a marcação mudou, e o atacante do São Paulo começou a ficar frente a frente com Danilo. O lance do gol exemplifica isso. Danilo não parou o ponta. Fernandinho driblou o zagueiro e fuzilou.
O mais inteligente é Lucas. Abria o jogo pela ponta direita e obrigava o lateral Gabriel Silva a marcá-lo. Quando tinha companhia, deslocava-se para o meio, como armador. Nas duas funções, deixava companheiros na cara do gol.
Dono do contra-ataque mais rápido do Brasil, o São Paulo recuou depois da expulsão. Era justo, porque a chance do segundo gol era evidente no contra-ataque.
E então Carpegiani errou. Trocou Lucas e Dagoberto por Rivaldo e William. Perdeu a velocidade, chamou um pouco mais o adversário para o seu campo.
Poucas vezes Valdivia e Kleber trocaram passes. Aos 39min, tabelaram e serviram Adriano, que empatou. Ainda houve chances de contra-ataque que morreram em passes errados de Rivaldo, antes que ela chegasse a William. Faltou velocidade, e o São Paulo perdeu a chance de vencer.
VEZ DE RONALDINHO
Se não vamos mais ver o Ronaldinho do Barcelona, a expectativa é vê-lo decidir jogos. Fez sua parte na final de ontem. Luxemburgo abriu mão de Deivid e está descobrindo como ajudar Ronaldinho, solto no meio da zaga.
PURA PRESSÃO
A única pressão que parece existir no Corinthians é a marcação. Avançada, rouba bolas no ataque e deixa Liedson em condição de marcar.
O Palmeiras só percebeu isso depois de Alex Silva ser expulso estupidamente, no início do segundo tempo.
Antes, a cena mais comum no clássico era o contra-ataque do São Paulo em alta velocidade. Lucas, Dagoberto e Fernandinho arrancavam, muitas vezes com o apoio de Jean.
O time chegava ao ataque com quatro atacantes contra três zagueiros. Ou no mano a mano. No ataque mais veloz do futebol brasileiro, o mais rápido é Fernandinho. Felipão começou o jogo tentando marcá-lo com Márcio Araújo e com liberdade para Cicinho sair.
Aos poucos, a marcação mudou, e o atacante do São Paulo começou a ficar frente a frente com Danilo. O lance do gol exemplifica isso. Danilo não parou o ponta. Fernandinho driblou o zagueiro e fuzilou.
O mais inteligente é Lucas. Abria o jogo pela ponta direita e obrigava o lateral Gabriel Silva a marcá-lo. Quando tinha companhia, deslocava-se para o meio, como armador. Nas duas funções, deixava companheiros na cara do gol.
Dono do contra-ataque mais rápido do Brasil, o São Paulo recuou depois da expulsão. Era justo, porque a chance do segundo gol era evidente no contra-ataque.
E então Carpegiani errou. Trocou Lucas e Dagoberto por Rivaldo e William. Perdeu a velocidade, chamou um pouco mais o adversário para o seu campo.
Poucas vezes Valdivia e Kleber trocaram passes. Aos 39min, tabelaram e serviram Adriano, que empatou. Ainda houve chances de contra-ataque que morreram em passes errados de Rivaldo, antes que ela chegasse a William. Faltou velocidade, e o São Paulo perdeu a chance de vencer.
VEZ DE RONALDINHO
Se não vamos mais ver o Ronaldinho do Barcelona, a expectativa é vê-lo decidir jogos. Fez sua parte na final de ontem. Luxemburgo abriu mão de Deivid e está descobrindo como ajudar Ronaldinho, solto no meio da zaga.
PURA PRESSÃO
A única pressão que parece existir no Corinthians é a marcação. Avançada, rouba bolas no ataque e deixa Liedson em condição de marcar.
Ronaldinho "centrovante" foi decisivo e fez sua parte. E ele ainda pode mais
Vanderlei Luxemburgo puxou o mérito de motivar Ronaldinho Gaúcho para o desafio de ser protagonista ou coadjuvante. Bobagem. Se Luxemburgo tem um acerto no início de Ronaldinho foi ter percebido que ele se torna mais decisivo jogando solto, no ataque, em vez de armar a equipe por trás do centroavante. Contra o Muricy, no segundo tempo do clássico contra o Botafogo e na partida contra o Boavista, Ronaldinho foi o mais livre da equipe. Em outras palavras, foi o "centroavante", ainda que não tenha cacoete para jogar nessa posição e funcione mais como um ponta-de-lança do que como referência do ataque.
Ainda assim, o jogo contra o Boavista foi o de maior participação de Ronaldinho Gaúcho. Ainda é o tático, não o craque. Mas foi capaz de uma arrancada no início do primeiro tempo que resultou em cruzamento, de bons passes, de retornos ao meio-de-campo para fazer tabelas.
No Barcelona, Ronaldinho chegou a atuar por períodos de vários jogos nessa posição. Na decisão da Liga dos Campeões de 2006, contra o Arsenal, iniciou o jogo centralizado, com Samuel Eto'o pela esquerda. Depois, os dois inverteram suas posições. Ali, no meio, Ronaldinho fica mais perto do gol.
No início do Flamengo, seis jogos, três gols, não se pode negar o valor de Ronaldinho decisivo. Se ele está no Flamengo para resolver jogos, com um toque, uma cobrança de falta, um passe preciso, ele fez isso na decisão da Taça Guanabara. Seu melhor futebol estará entre a lembrança do que fazia no Barcelona e a realidade atual. Ele pode um pouco mais do que tem feito. Pode participar um pouco mais dos jogos. Mas está em evolução.
E se a pressão será mesmo para que decida partidas e troféus, isso Ronaldinho conseguiu fazer
VÍDEO: Bom começo de Ronaldinho no Fla. Entenda a festa pela Taça GB
A Taça Guanabara é muito festejada pelo torcedor no Rio de Janeiro porque surgiu em 1965 como um torneio independente do Campeonato Carioca. Na época, a cidade deixara de ser capital federal há cinco anos e o vencedor se classificava para a Taça Brasil, algo como a Copa do Brasil da época.
Em 1972 a Taça Guanabara integrar o Estadual como primeiro turno do campeonato. Mas já tinha tradição e continuou sendo muito festejada. O primeiro a conqustá-la como parte de outra competição foi o Flamengo, vencendo o Fluminense por 5 a 2 numa grande decisão no Maracanã.
----------------------------
Campeões da Taça GBFlamengo 19
Vasco 11
Fluminense 8
Botafogo 6
América 1
Americano 1
Volta Redonda 1
----------------------------
E com a vitória por 1 a 0 sobre o Boavista, pela 19ª vez os rubro-negros são os campeões da Taça GB. Ronaldinho Gaúcho conseguiu cravar como bom seu começo no clube ao marcar o gol único da partida. Claro que ainda não chegou perto do que dele se espera, mas o triunfo pesa a seu favor.
Confira abaixo os detalhes da final da Taça Guanabara de 1972, que atraiu um dos maiores públicos daquele ano no Maracanã, e veja o vídeo com gols e lances daquela partida.
Flamengo 5 x 2 FluminenseCampeonato Carioca - 1º Turno - Taça Guanabara (decisão)
23 de abril de 1972
Estádio: Maracanã
Público: 137.002
Árbitro: José de Assis Aragão
Flamengo: Renato, Aloísio, Fred, Tinho, Rodrigues Neto, Liminha, Zé Mario, Rogério, Caio, Doval e Paulo Cesar. Técnico: Zagallo.
Fluminense: Félix, Oliveira, Sérgio Cosme, Assis e Marco Antônio; Denílson e Didi (Ivair), Wílton, Silveira, Mickey e Jair. Técnico: Paulo Amaral.
Gols: Caio (3), Liminha e Doval para o Flamengo, Jair e Mickey pelo Fluminense.
Em 1972 a Taça Guanabara integrar o Estadual como primeiro turno do campeonato. Mas já tinha tradição e continuou sendo muito festejada. O primeiro a conqustá-la como parte de outra competição foi o Flamengo, vencendo o Fluminense por 5 a 2 numa grande decisão no Maracanã.
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Campeões da Taça GBFlamengo 19
Vasco 11
Fluminense 8
Botafogo 6
América 1
Americano 1
Volta Redonda 1
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E com a vitória por 1 a 0 sobre o Boavista, pela 19ª vez os rubro-negros são os campeões da Taça GB. Ronaldinho Gaúcho conseguiu cravar como bom seu começo no clube ao marcar o gol único da partida. Claro que ainda não chegou perto do que dele se espera, mas o triunfo pesa a seu favor.
Ronaldinho, com a taça no Engenhão: gol e título no começo
O ex-melhor do mundo precisará de apetite por títulos para justificar sua contratação. Para começo, como um aperitivo, a Taça Guanabara caiu bem na avaliação do torcedor, mas ninguém faz tamanho investimento para ficar apenas nisso. O "R10" ganhou fôlego, mas terá de fazer muito mais.Confira abaixo os detalhes da final da Taça Guanabara de 1972, que atraiu um dos maiores públicos daquele ano no Maracanã, e veja o vídeo com gols e lances daquela partida.
Flamengo 5 x 2 FluminenseCampeonato Carioca - 1º Turno - Taça Guanabara (decisão)
23 de abril de 1972
Estádio: Maracanã
Público: 137.002
Árbitro: José de Assis Aragão
Flamengo: Renato, Aloísio, Fred, Tinho, Rodrigues Neto, Liminha, Zé Mario, Rogério, Caio, Doval e Paulo Cesar. Técnico: Zagallo.
Fluminense: Félix, Oliveira, Sérgio Cosme, Assis e Marco Antônio; Denílson e Didi (Ivair), Wílton, Silveira, Mickey e Jair. Técnico: Paulo Amaral.
Gols: Caio (3), Liminha e Doval para o Flamengo, Jair e Mickey pelo Fluminense.
Patricia Amorim no "New York Times"
Patricia Amorim no Engenhão
Crédito da imagem: New York Times
Crédito da imagem: New York Times
Sempre me perguntam: vocês duas são irmãs? parentes?
Não, vou deixar claro nós não temos nenhum parentesco.
Acho que é por causa do formato do rosto e da cor do cabelo. Alguns amigos me chamam de Presidenta. Agora eu acho até engraçado, porque no passado tinha até receio dessa certa semelhança.
2010 foi o pior ano da história do Flamengo. O goleiro Bruno, capitão do time, foi preso. Assassinato, toda aquela confusão em delegacia, uma nação ferida e quase o Flamengo foi rebaixado. Não poderia ter sido pior. Patrícia chamou Zico para trabalhar no clube. Não deu certo. Contratações equivocadas, time abalado, e justamente em 2009 o Flamengo havia sido campeão Brasileiro.
Pronto! O problema era a Patrícia! Falaram que ela era azarada. Realmente Patricia Amorim foi muito contestada.
2011 precisava ser diferente. Flamengo venceu os concorrentes e levou Ronaldinho Gaúcho. Todos os olhares voltados para o time. Eleito duas vezes melhor do mundo agora era jogador do Flamengo. Na Copa São Paulo de Juniores a garotada faturou o título. Craque o Flamengo volta a fazer em casa.
Final da taça Guanabara: Flamengo campeão.
Não duvidem das mulheres! Elas são fortes e mesmo quando perdem algumas batalhas não se entregam.
Temos os exemplos na nossa sociedade. O Brasil tem uma presidenta, Dilma Roussef. A polícia civil do Rio de Janeiro é chefiada por uma mulher, Martha Rocha e Patricia Amorim tem a responsabilidade de comandar uma nação.
Viva as mulheres!
A reportagem do New York Times que saiu no sábado sobre Patricia Amorim está nesse link:
http://www.nytimes.com/2011/02/26/world/americas/26brazil.html?_r=2&ref=sports
Campeonato Português 2011
Campeonato Italiano 2011
Campeonato Argentino 2011
| 3ª RODADA - 28/02/2011 | ||||||
| HORA | JOGO | ESTÁDIO | CIDADE | RELATO | ||
|---|---|---|---|---|---|---|
| 19h10 | Huracán | x | Arsenal Sarandí | Tomás Adolfo Ducó | Buenos Aires | |
| 21h15 | Tigre | x | NewellŽs Old Boys | Monumental de Victoria | Victoria | |
musas do esporte
Crédito: Jeff Gross/Getty Image
Anna Kournikova jamais venceu uma torneio de simples da WTA, mas ainda assim é a atleta que mais faturou no tênis feminino e o motivo é muito simples: a sua beleza.Nascida em 7 de junho de 1981, a popularidade da russa vai além das quadras de tênis. Kournikova foi a personalidade mais procurada no Google no início dos anos 2000, época que coincidiu com seus melhores momentos no esporte. Não bastasse esse fato, a musa inspirou um programador alemão a criar um vírus da internet com seu nome, em 2001. O “vírus Kournikova” se espalhou com rapidez pelo mundo e chegava ao usuário por email, convidando a vítima a clicar em fotos sensuais da atleta.
Da esquerda para direita: Kournikova assina autógrafo para fãs durante o Aberto da Austrália de 2003 (Adam Pretty/Getty Image); musa comparece ao Carnaval do Rio de Janeiro, em 2008 (João Sal/Folhapress); ex-tenista inova em ensaio sensual 3D para a revista Maxim, em 2010 (Divulgação)
NamoradosCom tanta beleza, nada mais natural que Kournikova atraísse a atenção masculina. Ao longo de sua carreira – e mesmo depois dela -, a russa sempre esteve envolvida em fofocas com namorados e pretendentes. Logo no início de sua trajetória, a tenista mantinha um relacionamento com o conterrâneo jogador de hóquei no gelo Sergei Fedorov.
Neste período, também se envolveu com outro jogador de hóquei no gelo, Pavel Bure, também nascido na Rússia. Com apenas 18 anos de idade, a tenista já estampava manchetes em sua terra natal.
Nesta disputa pela jovem musa do tênis, quem saiu melhor não foram os russos, mas sim o espanhol Enrique Iglesias. Ambos ainda mantém um relacionamento, mas de tempos em tempos os veículos de fofoca anunciam idas e vindas do casal.
“Eu sou como um menu em um restaurante caro: você pode olhar para mim, mas você não pode me bancar”Fora das quadras
Anna Kournikova participou de uma ponta do filme Eu, eu mesmo e Irene, estrelado por Jim Carrey, onde atuou como recepcionista de hotel. Além disso, também estrelou um clipe de seu namorado chamado Escape.
Tags: kournikova, russia, tênis
Ronaldinho faz jus à 10, marca de falta e brinda o Flamengo com a Taça Guanabara
Rio - Se a década passada não terminou como os rubro-negros esperavam, a atual não poderia começar melhor. Num ano em que o clube teve uma reviravolta com diversas glórias em pouco tempo - como o título da Copa São Paulo de Juniores e o reconhecimento do título brasileiro de 1987 -, a mais empolgante acabou sendo a contratação de um craque reconhecido individualmente: Ronaldinho Gaúcho. Recebido por um tapete vermelho e preto na Gávea, e por uma mobilização de marketing nos bastidores, o meia ainda devia. Não deve mais.

O camisa 10 pode ainda não ter feito os adversários caírem diante de suas jogadas desconcertantes ou realizado lançamentos mágicos. Mas já pode se orgulhar de ter dado um título - mesmo que de primeiro turno - para a torcida que chamou de incomparável e disse ter um caso de amor. Com um gol de falta que lembrou os áureos tempos de Zico, histórico dono da 10 rubro-negra, Ronaldinho Gaúcho deu o primeiro troféu a uma equipe tida como promissora na Gávea. O placar magro de 1 a 0 vai contra a alegria de toda a Nação pela taça conquistada, a Guanabara. O Fla já pode dizer que é campeão em 2011.
>>> FOTOGALERIA: Confira as imagens da decisão no Engenhão
O jogo:
Desde os primeiros minutos, a forma de jogo de cada time já se desenhava: enquanto o Flamengo procurava manter a bola no campo de ataque, o Boavista - considerado a zebra da final - mostrava-se cauteloso e com defesa aplicada.
Para tentar dar uma opção mais rápida ao ataque do Fla, Vanderlei Luxemburgo promoveu a entrada do xodó da torcida Negueba no lugar de Bottinelli. A primeira chance na etapa final veio dos pés de Renato. O meia soltou a bomba que está acostumado, mas a bola passou ao lado esquerdo do gol de Thiago. O suficiente para a Nação aumentar o volume do canto.
O Boavista continuava a mostrar agressividade e a cometer faltas para parar as jogadas. No entanto, a equipe de Saquarema também a passou a arriscar mais e, consequentemente, a rondar a área do Flamengo. Leandro Chaves continuava a ser boa opção nos chutes de média distância. Do outro lado, o jovem Negueba fazia jus aos gritos da torcida ao intervalo, que pedia a sua entrada. Pela direita, o garoto fez boa jogada e chutou ao lado da baliza.
O tempo passava e a pressão do Mengão crescia. Trocando passes na entrada da área, com um time mais ofensivo com a entrada de Diego Maurício, o time buscava o gol que evitaria a loteria dos pênaltis. Passados 26 minutos, o Boavista comete mais uma falta. Thiago Neves é derrubado, na entrada da área, local onde os mestres que já vestiram o número 10 do manto sagrado estavam acostumados a decidir. O novo dono do número místico preparou a bola, caminhou para a cobrança e bateu. Gol, golaço, digno de Zico e Petkovic. Mas quem assinava era Ronaldinho Gaúcho, que fazia um Engenhão pintado de vermelho e preto vibrar como nunca na história do Estádio Olímpico
>>> Baixe o walpaper do Mengão Campeão
Vanderlei Luxemburgo, que antes procurou o ataque, agora adotava a cautela. Thiago Neves saiu para entra o zagueiro Ronaldo Angelim. Pouco depois, o jogo esquentou. A serena equipe da Região dos Lagos ficava nervosa e logo viu seu artilheiro Frontini ser expulso.
Nos minutos finais, o Flamengo apenas controlava o jogo. O adversário, com um a menos e sem empolgação, já não tinha mais ímpeto para reagir. Bem que tentava e, por isso, o Rubro-Negro aguardava, desarmava e contra-atacava. Não houve chances de gol para nenhum dos lados. Só houve tempo da Nação Rubro-Negra para ouvir o apito final e comemorar o começo de ano perfeito.

Fla usa o 'Bonde do Mengão sem freio' para comemorar | Foto: André Mourão / Agência O Dia
>>> FOTOGALERIA: Confira as imagens da decisão no Engenhão
O jogo:
Desde os primeiros minutos, a forma de jogo de cada time já se desenhava: enquanto o Flamengo procurava manter a bola no campo de ataque, o Boavista - considerado a zebra da final - mostrava-se cauteloso e com defesa aplicada.
O Boavista continuava a mostrar agressividade e a cometer faltas para parar as jogadas. No entanto, a equipe de Saquarema também a passou a arriscar mais e, consequentemente, a rondar a área do Flamengo. Leandro Chaves continuava a ser boa opção nos chutes de média distância. Do outro lado, o jovem Negueba fazia jus aos gritos da torcida ao intervalo, que pedia a sua entrada. Pela direita, o garoto fez boa jogada e chutou ao lado da baliza.
O tempo passava e a pressão do Mengão crescia. Trocando passes na entrada da área, com um time mais ofensivo com a entrada de Diego Maurício, o time buscava o gol que evitaria a loteria dos pênaltis. Passados 26 minutos, o Boavista comete mais uma falta. Thiago Neves é derrubado, na entrada da área, local onde os mestres que já vestiram o número 10 do manto sagrado estavam acostumados a decidir. O novo dono do número místico preparou a bola, caminhou para a cobrança e bateu. Gol, golaço, digno de Zico e Petkovic. Mas quem assinava era Ronaldinho Gaúcho, que fazia um Engenhão pintado de vermelho e preto vibrar como nunca na história do Estádio Olímpico
>>> Baixe o walpaper do Mengão Campeão
Vanderlei Luxemburgo, que antes procurou o ataque, agora adotava a cautela. Thiago Neves saiu para entra o zagueiro Ronaldo Angelim. Pouco depois, o jogo esquentou. A serena equipe da Região dos Lagos ficava nervosa e logo viu seu artilheiro Frontini ser expulso.
Nos minutos finais, o Flamengo apenas controlava o jogo. O adversário, com um a menos e sem empolgação, já não tinha mais ímpeto para reagir. Bem que tentava e, por isso, o Rubro-Negro aguardava, desarmava e contra-atacava. Não houve chances de gol para nenhum dos lados. Só houve tempo da Nação Rubro-Negra para ouvir o apito final e comemorar o começo de ano perfeito.
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Foram 534 minutos em campo com a camisa rubro-negra. Nas seis partidas pelo Flamengo desde que chegou, Ronaldinho Gaúcho não conseguiu, até o momento, repetir as grandes atuações que o fizeram ídolo no Barcelona, no Milan e na Seleção Brasileira. Mas craque, mesmo sem brilhar, pode decidir. E numa cobrança de falta, relembrando outros camisas 10 marcantes, como Zico e Petkovic, o novo ídolo rubro-negro começou a escrever sua história no clube. Aos 26 minutos do segundo tempo, bateu com maestria e correu para o abraço. E, junto com o time, comemorou no embalo do "Bonde sem freio", rap que virou hit entre os jogadores na semana da decisão, o gol que garantiu, neste domingo, a vitória por 1 a 0 sobre o Boavista e a 19ª Taça Guanabara para o clube, de forma invicta.
Ao fim da partida, todos os jogadores, puxados pelo camisa 10, voltaram a fazer a coreografia do "Bonde do Mengão sem freio". Ronaldinho comemorou como um garoto que iniciava a carreira. E a torcida do Flamengo, que lotou o Engenhão, vibrou com a primeira conquista da temporada 2011. "Que torcida é essa?", gritava, eufórica. Com os jogadores já no alto do pódio para receber as medalhas e erguer o troféu, cantou o hino do clube. E depois da volta olímpica, Ronaldinho fez questão de chegar próximo da arquibancada para mostrar a taça. Euforia total.
Com a coreografia do "Bonde do Mengão sem Freio", Ronaldinho puxa o time para comemorar o gol de falta aos 26 do segundo tempo que dá título da Taça GB ao Rubro-Negro (Foto: André Durão / Globoesporte.com)O gol marcado deu a Ronaldinho, 46 dias depois de sua apresentação apoteótica na Gávea, diante de 20 mil torcedores, a alegria de, também, ser o responsável pelo primeiro grito de carnaval dos rubro-negros. O camisa 10, que desfilará na Portela e na Grande Rio, poderá brincar também à vontade no bloco que criou - Samba,.Amor e Paixão - no próximo domingo.
Com a conquista da Taça Guanabara, o Flamengo assegurou vaga cativa na decisão do Campeonato Carioca. Ao Boavista, resta o consolo de ter feito boa campanha no primeiro turno e, pela primeira vez, ter ido a uma decisão. O Verdão de Saquarema já volta a campo na quinta-feira, na estreia da Taça Rio, em casa, contra o Bangu. O Rubro-Negro inicia a campanha no segundo turno no sábado, contra o Olaria, no Raulino de Oliveira, em Volta Redonda.
Galeria de fotos: confira aqui as imagens da festa no Engenhão
Ronaldinho de centroavante
O técnico Vanderlei Luxemburgo surpreendeu ao sacar Deivid e escalar o argentino Bottinelli no meio-campo, deslocando Ronaldinho para a posição de centroavante. A outra alteração foi a saída de Ronaldo Angelim para a entrada de Egídio. A ideia, segundo o treinador, era usar três meias - Thiago Neves, Renato e Bottinelli - para municiar o camisa 10. A opção pelo lateral era criar pelo lado esquerdo mais uma opção de ataque.
Foi até do camisa 6 a primeira boa jogada, aos cinco minutos. Foi à linha de fundo e centrou para Thiago Neves cabecear. A zaga do Boavista interceptou. Mas o que se viu em boa parte do primeiro tempo foi um Flamengo tocando muito a bola, mas com poucas infiltrações para criar oportunidades. Com Ronaldinho preso na área e Bottinelli e Thiago Neves errando passes, o esquema de Vanderlei não deu certo.
O Verdão de Saquarema, desde o início, dava a senha do que seria sua estratégia: esperar o Flamengo em seu campo para partir em contra-ataque e aproveitar os buracos da defesa. Durante os 11 primeiros minutos, nem uma coisa nem outra. O Flamengo só conseguiu a primeira boa jogada de gol quando Ronaldinho saiu da área e foi para a ponta esquerda. Livrou-se de Bruno Costa e centrou para Thiago Neves cabecear pelo lado direito. Mas o goleiro, xará do camisa 7, espalmou para escanteio. Pouco depois, pela direita, Léo Moura recebeu na medida de Thiago Neves e bateu cruzado, para fora, na melhor oportunidade.
Ronaldinho cobra a falta com maestria e sai para
o abraço (Foto: André Durão / Globoesporte.com)Se o Flamengo melhorava o seu toque de bola, o Boavista não conseguia puxar os contra-ataques. Renato era eficiente no primeiro combate, e Willans e Maldonado marcavam em cima Tony e Leandro Chaves, os armadores da equipe da Região dos Lagos. Com isso, Frontini não conseguia ser acionado.
Queda de ritmo
Com os termômetros marcando 42 graus no Engenhão, os dois times caíram de ritmo. Muito marcado na área, Ronaldinho caía pelos flancos para ajudar na armação, mas pouco dava sequência às jogadas. Bottinelli, sem ritmo de jogo, errava o último passe. Thiago Neves raramente servia bem e pecava pelo excesso de individualismo.
O time só voltou a levar susto à meta do Boavista num lance sem querer de Egídio. Na tentativa de centrar para a área, ele quase encobriu o goleiro Thiago, que se esticou para espalmar a bola. O goleiro voltou a aparecer bem aos 40 minutos, quando o Flamengo acertou uma jogada pela direita, no lançamento de Maldonado para Bottinelli. O argentino foi à linha de fundo e centrou para encontrar Ronaldinho, que vinha na corrida. Mas Thiago saiu bem do gol e espalmou, salvando o Boavista.
No fim do primeiro tempo, as duas equipes se aproveitaram de erros para criar chances de abrir o placar. Na única que o Boavista teve, Leandro Chaves levou a melhor após desequilíbrio de Maldonado, que ao partir para tentar dominar a bola - mal passada por Willians - caiu. O camisa 10 do Verdão de Saquarema chutou com violência, mas no meio do gol. Felipe rebateu. O Flamengo contra-atacou com Welinton na área adversária. Em bola resvalada erradamente pela zaga, o camisa 3 rubro-negro apanhou a sobra e bateu por cima.
Negueba em campo
Vanderlei atendeu aos pedidos da torcida e lançou Negueba no lugar de Bottinelli, no segundo tempo. O Boavista começou a sair um pouco mais para o ataque, e o técnico Alfredo Sampaio, com dez minutos, botou o lateral-direito Joílson no lugar de Bruno Costa, para subir melhor.
Depois que Negueba fez boa jogada pela direita e centrou para Thiago Neves, que chegou atrasado, Vanderlei resolveu mexer no Flamengo novamente. Sacou Egídio para pôr o atacante Diego Maurício. Com isso, Renato foi para a lateral, e Ronaldinho voltou ao meio-campo. As jogadas não saíam. A torcida se irritava, Vanderlei também. Ao reclamar de uma falta de Maldonado marcada pelo árbitro, acabou advertido. O Boavista ensaiava sair mais para o jogo, mas esbarrava nos erros de passes e na boa cobertura rubro-negra.
Gol de falta
Aos 25 minutos, começou o lance capital da partida e de Ronaldinho na Taça Guanabara. Edu Pina derrubou Thiago Neves próximo da área. Não houve quem não pedisse o craque para bater. E o camisa 10 relembrou os grandes tempos de Barcelona ao cobrar com maestria. A bola cobriu a barreira e foi caindo à esquerda de Thiago, que sequer pulou. Antes de a bola entrar, o ídolo já saiu correndo para comemorar. E, junto com o time, fez a coreografia do "Bonde do Mengão sem freio", inspirado no funk que virou febre entre os jogadores.
Vibração no pódio é intensa: capitão Ronaldinho ergue a Taça GB (Foto: André Durão / Globoesporte.com)Com a vantagem, Vanderlei fortaleceu a defesa ao trocar o cansado Thiago Neves por Ronaldo Angelim. Pouco depois, após dividida em que Renato Abreu bateu com o joelho no peito de Frontini, o atacante do Boavista deu um tapa no jogador rubro-negro, que valorizou o lance. O átbitro expulsou o argentino.
O Boavista pressionou, e no fim da partida, o time reclamou de pênalti em Gustavo, não marcado pelo árbitro. O time de Saquarema lutou, mas a Taça GB já tinha dono. Mais uma vez, foi para a Gávea.
Ao fim da partida, todos os jogadores, puxados pelo camisa 10, voltaram a fazer a coreografia do "Bonde do Mengão sem freio". Ronaldinho comemorou como um garoto que iniciava a carreira. E a torcida do Flamengo, que lotou o Engenhão, vibrou com a primeira conquista da temporada 2011. "Que torcida é essa?", gritava, eufórica. Com os jogadores já no alto do pódio para receber as medalhas e erguer o troféu, cantou o hino do clube. E depois da volta olímpica, Ronaldinho fez questão de chegar próximo da arquibancada para mostrar a taça. Euforia total.
Com a conquista da Taça Guanabara, o Flamengo assegurou vaga cativa na decisão do Campeonato Carioca. Ao Boavista, resta o consolo de ter feito boa campanha no primeiro turno e, pela primeira vez, ter ido a uma decisão. O Verdão de Saquarema já volta a campo na quinta-feira, na estreia da Taça Rio, em casa, contra o Bangu. O Rubro-Negro inicia a campanha no segundo turno no sábado, contra o Olaria, no Raulino de Oliveira, em Volta Redonda.
Galeria de fotos: confira aqui as imagens da festa no Engenhão
Ronaldinho de centroavante
O técnico Vanderlei Luxemburgo surpreendeu ao sacar Deivid e escalar o argentino Bottinelli no meio-campo, deslocando Ronaldinho para a posição de centroavante. A outra alteração foi a saída de Ronaldo Angelim para a entrada de Egídio. A ideia, segundo o treinador, era usar três meias - Thiago Neves, Renato e Bottinelli - para municiar o camisa 10. A opção pelo lateral era criar pelo lado esquerdo mais uma opção de ataque.
Foi até do camisa 6 a primeira boa jogada, aos cinco minutos. Foi à linha de fundo e centrou para Thiago Neves cabecear. A zaga do Boavista interceptou. Mas o que se viu em boa parte do primeiro tempo foi um Flamengo tocando muito a bola, mas com poucas infiltrações para criar oportunidades. Com Ronaldinho preso na área e Bottinelli e Thiago Neves errando passes, o esquema de Vanderlei não deu certo.
O Verdão de Saquarema, desde o início, dava a senha do que seria sua estratégia: esperar o Flamengo em seu campo para partir em contra-ataque e aproveitar os buracos da defesa. Durante os 11 primeiros minutos, nem uma coisa nem outra. O Flamengo só conseguiu a primeira boa jogada de gol quando Ronaldinho saiu da área e foi para a ponta esquerda. Livrou-se de Bruno Costa e centrou para Thiago Neves cabecear pelo lado direito. Mas o goleiro, xará do camisa 7, espalmou para escanteio. Pouco depois, pela direita, Léo Moura recebeu na medida de Thiago Neves e bateu cruzado, para fora, na melhor oportunidade.
o abraço (Foto: André Durão / Globoesporte.com)
Queda de ritmo
Com os termômetros marcando 42 graus no Engenhão, os dois times caíram de ritmo. Muito marcado na área, Ronaldinho caía pelos flancos para ajudar na armação, mas pouco dava sequência às jogadas. Bottinelli, sem ritmo de jogo, errava o último passe. Thiago Neves raramente servia bem e pecava pelo excesso de individualismo.
O time só voltou a levar susto à meta do Boavista num lance sem querer de Egídio. Na tentativa de centrar para a área, ele quase encobriu o goleiro Thiago, que se esticou para espalmar a bola. O goleiro voltou a aparecer bem aos 40 minutos, quando o Flamengo acertou uma jogada pela direita, no lançamento de Maldonado para Bottinelli. O argentino foi à linha de fundo e centrou para encontrar Ronaldinho, que vinha na corrida. Mas Thiago saiu bem do gol e espalmou, salvando o Boavista.
No fim do primeiro tempo, as duas equipes se aproveitaram de erros para criar chances de abrir o placar. Na única que o Boavista teve, Leandro Chaves levou a melhor após desequilíbrio de Maldonado, que ao partir para tentar dominar a bola - mal passada por Willians - caiu. O camisa 10 do Verdão de Saquarema chutou com violência, mas no meio do gol. Felipe rebateu. O Flamengo contra-atacou com Welinton na área adversária. Em bola resvalada erradamente pela zaga, o camisa 3 rubro-negro apanhou a sobra e bateu por cima.
Negueba em campo
Vanderlei atendeu aos pedidos da torcida e lançou Negueba no lugar de Bottinelli, no segundo tempo. O Boavista começou a sair um pouco mais para o ataque, e o técnico Alfredo Sampaio, com dez minutos, botou o lateral-direito Joílson no lugar de Bruno Costa, para subir melhor.
Depois que Negueba fez boa jogada pela direita e centrou para Thiago Neves, que chegou atrasado, Vanderlei resolveu mexer no Flamengo novamente. Sacou Egídio para pôr o atacante Diego Maurício. Com isso, Renato foi para a lateral, e Ronaldinho voltou ao meio-campo. As jogadas não saíam. A torcida se irritava, Vanderlei também. Ao reclamar de uma falta de Maldonado marcada pelo árbitro, acabou advertido. O Boavista ensaiava sair mais para o jogo, mas esbarrava nos erros de passes e na boa cobertura rubro-negra.
Gol de falta
Aos 25 minutos, começou o lance capital da partida e de Ronaldinho na Taça Guanabara. Edu Pina derrubou Thiago Neves próximo da área. Não houve quem não pedisse o craque para bater. E o camisa 10 relembrou os grandes tempos de Barcelona ao cobrar com maestria. A bola cobriu a barreira e foi caindo à esquerda de Thiago, que sequer pulou. Antes de a bola entrar, o ídolo já saiu correndo para comemorar. E, junto com o time, fez a coreografia do "Bonde do Mengão sem freio", inspirado no funk que virou febre entre os jogadores.
O Boavista pressionou, e no fim da partida, o time reclamou de pênalti em Gustavo, não marcado pelo árbitro. O time de Saquarema lutou, mas a Taça GB já tinha dono. Mais uma vez, foi para a Gávea.
No dia do aniversário, Thiago Neves ganha de presente o título do Flamengo
No dia do aniversário, Thiago Neves ganha de presente o título do Flamengo
Publicada em 27/02/2011 às 18h30m
O Globo No dia em que completa 26 anos de idade, o meia Thiago Neves ganhou um presentão: o título da Taça Guanabara de 2011. Em um jogo muito difícil, o Flamengo garantiu a taça com um golaço de falta de Ronaldinho Gaúcho em cima do Boavista.
- No dia do meu aniversário, está sendo muito especial. Desde a minha chegada ao Flamengo foi só alegria, acho que esse titulo é importante e espero que a gente continue assim - celebrouo jogador.
Depois de um fim de ano conturbado, Leo Moura comemorou o bom início em 2011.
- Desde a pré temporada, a gente colocou na cabeça que o nosso objetivo era campeao invicto e nós conseguimos isso então estão todos de parabéns. Pelo ano passado, que foi tão dificil pra gente, nesse incio já estamos mostrando que é um time diferente. O objetivo do ano é conquistar mais títulos - afirmou.
Já o meia Renato Abreu comemorou a vitória, mas lembrou que o campeonato ainda não acabou.
- Acho que ganhamos o título bonito. Ainda temos a Taça Rio para jogar e vamos em busca disso. Fico muito feliz com esse momento de glória que tivemos aqui hoje - disse.
Outro que comemorou muito a vitória foi Diego Maurício. Depois de ser campeão Sul-Americano com a seleção brasileira Sub-20, o jogador conquistou o seu segundo título no ano.
- É uma coisa maravilhosa, falaram que eu sou até pé quente. Em três semanas, dois títulos. Eu espero que isso possa se prolongar mais e mais pelo ano de 2011 - celebrou.
Patricia Amorim: 'Se alguém tinha dúvidas da minha competência, é hora de mudar de opinião'
Após conquistar a Taça Guanabra de 2011, a presidente do Flamengo, Patricia Amorim, agradeceu o grupo e especialmente ao técnico vanderlei Luxemburgo pelo título. Indagada sobre como é comemorar um título como presidente de um clube, Patricia desabafou:
- Título é sempre bom. E acho que, se alguém tinha alguma dúvida da minha competência e da competência do time e do treinador, é hora de mudar isso. Futebol é assim, as coisas mudam de uma hora para outra. O Flamengo chegou aqui com méritos. E agora tem outros títulos, Copa do Brasl, Taça Rio... agora é pensar para frente, no dia seguinte. Ser presidente é assim, mesmo com o título hoje, com certeza vão ter críticas amanhã. Faz parte - disse.
Presidente do Fla se divide nas comemorações e vai ao encontro de Ronaldinho
A cúpula do Flamengo comemora o título da Taça Guanabara, primeiro turno do Campeonato Carioca, numa churrascaria da Barra da Tijuca, Zona Oeste da cidade. Também num restaurante próximo, Ronaldinho Gaúcho está com a sua família, incluindo seu irmão e empresário, Assis.
Para poder se encontrar com o astro, autor do gol do título, a presidente do Flamengo, Patrícia Amorim, precisou “abandonar” seus pares, incluindo o técnico Vanderlei Luxemburgo. A mandatária, que chegou acompanhada do diretor-executivo de marketing rubro-negro, Harrison Baptista, discursou e foi muito aplaudida. Cerca de 20 minutos depois, Ronaldinho Gaúcho deixou o restaurante escoltado por seguranças.
O camisa 10 seguiu para um clube do mesmo bairro e se juntou a outros jogadores para a comemoração do aniversário do meia Thiago Neves em conjunto com o título da Taça Guanabara.
Os atletas estão liberados por Vanderlei Luxemburgo para as comemorações. O treinador deu dois dias de folga e o elenco só retorna ao trabalho na quarta-feira, pela manhã, no CT Ninho do Urubu, em Vargem Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro.
“Agora nossos jogadores têm dois dias para comemorar muito e isso é mais do que justo. Concentro muito, cobro muito, mas agora o momento é deles. Podem ir para feijoada, quadra de escola de samba, pagode, o que interessa é festejar esse momento. O primeiro objetivo foi cumprido”, afirmou.
Com a vitória sobre o Boavista, o Flamengo já está garantido na decisão do Campeonato Carioca. Em caso de título da Taça Rio, segundo turno da competição, o Rubro-Negro fatura o Estadual sem a necessidade de uma finalíssima.
FLA É CAMPEÃO DA TAÇA GUANABARA
Patrícia Amorim chega para se encontrar com Ronaldinho Gaúcho e mostra o troféu da Taça GB
O camisa 10 seguiu para um clube do mesmo bairro e se juntou a outros jogadores para a comemoração do aniversário do meia Thiago Neves em conjunto com o título da Taça Guanabara.
Os atletas estão liberados por Vanderlei Luxemburgo para as comemorações. O treinador deu dois dias de folga e o elenco só retorna ao trabalho na quarta-feira, pela manhã, no CT Ninho do Urubu, em Vargem Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro.
“Agora nossos jogadores têm dois dias para comemorar muito e isso é mais do que justo. Concentro muito, cobro muito, mas agora o momento é deles. Podem ir para feijoada, quadra de escola de samba, pagode, o que interessa é festejar esse momento. O primeiro objetivo foi cumprido”, afirmou.
Com a vitória sobre o Boavista, o Flamengo já está garantido na decisão do Campeonato Carioca. Em caso de título da Taça Rio, segundo turno da competição, o Rubro-Negro fatura o Estadual sem a necessidade de uma finalíssima.
Final da Taça Guanabara
Foto 42 de 52 - Jogadores do Flamengo fazem "trenzinho" após o apito final. A conquista da Taça Guanabara veio com um gol de falta de Ronaldinho Gaúcho. Mais Marcelo de Jesus/UOL
domingo, 27 de fevereiro de 2011
À la Zico e Pet, Ronaldinho, de falta, decide para o Flamengo a Taça GB
Foram 534 minutos em campo com a camisa rubro-negra. Nas seis partidas pelo Flamengo desde que chegou ao clube, Ronaldinho Gaúcho não conseguiu, até o momento, repetir as grandes atuações que o fizeram ídolo no Barcelona, no Milan e na Seleção Brasileira. Mas craque, mesmo sem brilhar, pode decidir. E numa cobrança de falta, relembrando outros camisas 10 decisivos, como Zico e Petkovic, o novo ídolo rubro-negro começou a escrever sua história no clube. Aos 26 minutos do segundo tempo, cobrou com maestria e correu para o abraço. E, junto com o time, comemorou no embalo do "Bonde sem freio", rap que vinha embalando os jogadores na semana da decisão, o gol que garantiu a vitória por 1 a 0 sobre o Boavista e a 19ª Taça Guanabara para o clube, de forma invicta.
Ao fim da partida, todos os jogadores, puxados pelo camisa 10, voltaram a fazer a coreografia do "Bonde do Mengão sem Freio". Ronaldinho comemorou como um garoto que iniciava a carreira. E a torcida do Flamengo, que lotou o Engenhão, vibrou com entusiasmo o primeiro título da temporada 2011. "Que torcida é essa?", gritava, eufórica, após a conquista. Com os jogadores já no alto do pódio, cantou o hino do clube.
Com a conquista da Taça Guanabara, o Flamengo assegurou vaga cativa na decisão do Campeonato Carioca. Ao Boavista, resta o consolo de ter feito uma boa campanha no primeiro turno e, pela primeira vez, ter ido a uma decisão.
Ronaldinho de centroavante
O técnico Vanderlei Luxemburgo surpreendeu ao sacar Deivid e escalar o argentino Bottinelli no meio-campo, deslocando Ronaldinho para a posição de centroavante. A outra alteração foi a saída de Ronaldo Angelim para a entrada do lateral Egídio. A ideia, segundo o treinador, era usar três meias - Thiago Neves, Renato e Bottinelli - para municiar o camisa 10. A opção por Egídio era criar pelo lado esquerdo mais uma opção de ataque.
Foi até do camisa 6 a primeira boa jogada, aos cinco minutos. O lateral foi à linha de fundo e centrou para Thiago Neves cabecear. A zaga do Boavista interceptou. Mas o que se viu em boa parte do primeiro tempo foi um Flamengo tocando muito a bola, mas com poucas infiltrações para criar oportunidades. Com Ronaldinho preso na área e Bottinelli e Thiago Neves errando passes, o esquema de Vanderlei não deu certo.
O Verdão de Saquarema, desde o início, dava a senha do que seria sua estratégia: esperar o Flamengo em seu campo para partir em contra-ataque e aproveitar os buracos da defesa. Durante os 11 primeiros minutos, nem uma coisa nem outra. O Flamengo só conseguiu a primeira boa jogada de gol quando Ronaldinho saiu da área e foi para a ponta esquerda. Livrou-se de Bruno Costa e centrou para Thiago Neves cabecear pelo lado direito. Mas o goleiro, xará, espalmou para escanteio. Pouco depois, pela direita, Léo Moura recebeu na medida de Thiago Neves e bateu cruzado, para fora, na melhor oportunidade de gol.
Se o Flamengo melhorava o seu toque de bola, o Boavista não conseguia puxar os contra-ataques. Renato era eficiente no primeiro combate, e Willans e Maldonado marcavam em cima Tony e Leandro Chaves, os armadores da equipe da Região dos Lagos. Com isso, Frontini não conseguia ser acionado.
Queda de ritmo
Com os termômetros marcando 42 graus no Engenhão, os dois times caíram de ritmo. Muito marcado na área, Ronaldinho caía pelos flancos para ajudar na armação, mas pouco dava sequência às jogadas. Bottinelli, sem ritmo de jogo, errava o último passe. Thiago Neves raramente servia bem e pecava pelo excesso de individualismo.
O time só voltou a levar susto à meta do Boavista num lance sem querer de Egídio. Na tentativa de centrar para a área, ele quase encobriu o goleiro Thiago, que se esticou para espalmar a bola. O goleiro voltou a aparecer bem aos 40 minutos, quando o Flamengo acertou uma jogada pela direita, no lançamento de Maldonado para Bottinelli. O argentino foi à linha de fundo e centrou para encontrar Ronaldinho, que vinha na corrida. Mas Thiago saiu bem do gol e espalmou, salvando o Boavista.
No fim do primeiro tempo, as duas equipes se aproveitaram de erros para criar chances de abrir o placar. Na única que o Boavista teve, Leandro Chaves aproveitou-se de um desequilíbrio de Maldonado, que ao tentar dominar a bola caiu. O camisa 10 do Verdão de Saquarema bateu com violência, mas no meio do gol. Felipe rebateu. O Flamengo contra-atacou com Welinton na área adversária. Em bola resvalada erradamente pela zaga, o camisa 3 rubro-negro pegou a sobra e bateu por cima.
Mudanças
Vanderlei atendeu aos pedidos da torcida e lançou Negueba no lugar de Bottinelli, no segundo tempo. O Boavista começou a sair um pouco mais para o ataque, e o técnico Alfredo Sampaio, com dez minutos, lançou o lateral-direito Joílson no lugar de Bruno Costa, para subir melhor ao ataque.
Depois que Negueba fez boa jogada pela direita e centrou para Thiago Neves, que chegou atrasado, Vanderlei resolveu mexer no Flamengo novamente. Sacou o lateral Egídio para pôr o atacante Diego Maurício. Com isso, Renato foi para a lateral, e Ronaldinho voltou ao meio-campo. As jogadas não saíam. A torcida se irritava, Vanderlei também. Ao reclamar de uma falta de Maldonado marcada pelo árbitro, acabou advertido. O Boavista ensaiava sair mais para o jogo, mas esbarrava nos erros de passes e na boa cobertura rubro-negra.
Gol de falta
Aos 25 minutos, o lance da partida e de Ronaldinho na Taça Guanabara. Edu Pina derrubou Thiago Neves próximo da área. Não houve quem não pedisse Ronaldinho para bater. E o camisa 10 relembrou os grandes tempos de Barcelona ao cobrar com maestria. A bola cobriu a barreira e foi descaindo à esquerda de Thiago, que sequer pulou. Antes de a bola entrar, Ronaldinho já saiu correndo para comemorar. E, junto com o time, fez a coreografia do "Bonde do Mengão sem freio", inspirado no funk que virou febre entre os jogadores.
Com a vantagem, Vanderlei fortaleceu a defesa ao trocar o cansado Thiago Neves por Ronaldo Angelim. Pouco depois, após dividida em que Renato Abreu bateu com o joelho no peito de Frontini, o atacante do Boavista deu um tapa no jogador rubro-negro, que valorizou o lance. O átbitro expulsou o argentino.
O Boavista pressionou, e no fim da partida, o time reclamou de pênalti em Gustavo, não marcado pelo árbitro. O time de Saquarema lutou, mas a Taça GB já tinha dono. Mais uma vez, foi para a Gávea.
Ao fim da partida, todos os jogadores, puxados pelo camisa 10, voltaram a fazer a coreografia do "Bonde do Mengão sem Freio". Ronaldinho comemorou como um garoto que iniciava a carreira. E a torcida do Flamengo, que lotou o Engenhão, vibrou com entusiasmo o primeiro título da temporada 2011. "Que torcida é essa?", gritava, eufórica, após a conquista. Com os jogadores já no alto do pódio, cantou o hino do clube.
Com a conquista da Taça Guanabara, o Flamengo assegurou vaga cativa na decisão do Campeonato Carioca. Ao Boavista, resta o consolo de ter feito uma boa campanha no primeiro turno e, pela primeira vez, ter ido a uma decisão.
Ronaldinho de centroavante
O técnico Vanderlei Luxemburgo surpreendeu ao sacar Deivid e escalar o argentino Bottinelli no meio-campo, deslocando Ronaldinho para a posição de centroavante. A outra alteração foi a saída de Ronaldo Angelim para a entrada do lateral Egídio. A ideia, segundo o treinador, era usar três meias - Thiago Neves, Renato e Bottinelli - para municiar o camisa 10. A opção por Egídio era criar pelo lado esquerdo mais uma opção de ataque.
Foi até do camisa 6 a primeira boa jogada, aos cinco minutos. O lateral foi à linha de fundo e centrou para Thiago Neves cabecear. A zaga do Boavista interceptou. Mas o que se viu em boa parte do primeiro tempo foi um Flamengo tocando muito a bola, mas com poucas infiltrações para criar oportunidades. Com Ronaldinho preso na área e Bottinelli e Thiago Neves errando passes, o esquema de Vanderlei não deu certo.
O Verdão de Saquarema, desde o início, dava a senha do que seria sua estratégia: esperar o Flamengo em seu campo para partir em contra-ataque e aproveitar os buracos da defesa. Durante os 11 primeiros minutos, nem uma coisa nem outra. O Flamengo só conseguiu a primeira boa jogada de gol quando Ronaldinho saiu da área e foi para a ponta esquerda. Livrou-se de Bruno Costa e centrou para Thiago Neves cabecear pelo lado direito. Mas o goleiro, xará, espalmou para escanteio. Pouco depois, pela direita, Léo Moura recebeu na medida de Thiago Neves e bateu cruzado, para fora, na melhor oportunidade de gol.
Se o Flamengo melhorava o seu toque de bola, o Boavista não conseguia puxar os contra-ataques. Renato era eficiente no primeiro combate, e Willans e Maldonado marcavam em cima Tony e Leandro Chaves, os armadores da equipe da Região dos Lagos. Com isso, Frontini não conseguia ser acionado.
Queda de ritmo
Com os termômetros marcando 42 graus no Engenhão, os dois times caíram de ritmo. Muito marcado na área, Ronaldinho caía pelos flancos para ajudar na armação, mas pouco dava sequência às jogadas. Bottinelli, sem ritmo de jogo, errava o último passe. Thiago Neves raramente servia bem e pecava pelo excesso de individualismo.
O time só voltou a levar susto à meta do Boavista num lance sem querer de Egídio. Na tentativa de centrar para a área, ele quase encobriu o goleiro Thiago, que se esticou para espalmar a bola. O goleiro voltou a aparecer bem aos 40 minutos, quando o Flamengo acertou uma jogada pela direita, no lançamento de Maldonado para Bottinelli. O argentino foi à linha de fundo e centrou para encontrar Ronaldinho, que vinha na corrida. Mas Thiago saiu bem do gol e espalmou, salvando o Boavista.
No fim do primeiro tempo, as duas equipes se aproveitaram de erros para criar chances de abrir o placar. Na única que o Boavista teve, Leandro Chaves aproveitou-se de um desequilíbrio de Maldonado, que ao tentar dominar a bola caiu. O camisa 10 do Verdão de Saquarema bateu com violência, mas no meio do gol. Felipe rebateu. O Flamengo contra-atacou com Welinton na área adversária. Em bola resvalada erradamente pela zaga, o camisa 3 rubro-negro pegou a sobra e bateu por cima.
Mudanças
Vanderlei atendeu aos pedidos da torcida e lançou Negueba no lugar de Bottinelli, no segundo tempo. O Boavista começou a sair um pouco mais para o ataque, e o técnico Alfredo Sampaio, com dez minutos, lançou o lateral-direito Joílson no lugar de Bruno Costa, para subir melhor ao ataque.
Depois que Negueba fez boa jogada pela direita e centrou para Thiago Neves, que chegou atrasado, Vanderlei resolveu mexer no Flamengo novamente. Sacou o lateral Egídio para pôr o atacante Diego Maurício. Com isso, Renato foi para a lateral, e Ronaldinho voltou ao meio-campo. As jogadas não saíam. A torcida se irritava, Vanderlei também. Ao reclamar de uma falta de Maldonado marcada pelo árbitro, acabou advertido. O Boavista ensaiava sair mais para o jogo, mas esbarrava nos erros de passes e na boa cobertura rubro-negra.
Gol de falta
Aos 25 minutos, o lance da partida e de Ronaldinho na Taça Guanabara. Edu Pina derrubou Thiago Neves próximo da área. Não houve quem não pedisse Ronaldinho para bater. E o camisa 10 relembrou os grandes tempos de Barcelona ao cobrar com maestria. A bola cobriu a barreira e foi descaindo à esquerda de Thiago, que sequer pulou. Antes de a bola entrar, Ronaldinho já saiu correndo para comemorar. E, junto com o time, fez a coreografia do "Bonde do Mengão sem freio", inspirado no funk que virou febre entre os jogadores.
Com a vantagem, Vanderlei fortaleceu a defesa ao trocar o cansado Thiago Neves por Ronaldo Angelim. Pouco depois, após dividida em que Renato Abreu bateu com o joelho no peito de Frontini, o atacante do Boavista deu um tapa no jogador rubro-negro, que valorizou o lance. O átbitro expulsou o argentino.
O Boavista pressionou, e no fim da partida, o time reclamou de pênalti em Gustavo, não marcado pelo árbitro. O time de Saquarema lutou, mas a Taça GB já tinha dono. Mais uma vez, foi para a Gávea.
Campeonato Estadual do Rio 2011
| Taça Guanabara - Final | |||||||
| HORA | JOGO | ESTÁDIO | CIDADE | RELATO | |||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 27/02 (domingo) | |||||||
| 16h00 | Boavista-RJ | 0x1 | Flamengo | Engenhão | Rio de Janeiro | - | |
Campeonato Paulista 2011
| 10ª RODADA - 27/02/2011 | ||||||
| HORA | JOGO | ESTÁDIO | CIDADE | RELATO | ||
|---|---|---|---|---|---|---|
| 16h00 | São Paulo | 1x1 | Palmeiras | Morumbi | São Paulo | |
| 18h30 | Ituano | 0x0 | Botafogo-SP | Novelli Jr. | Itu | |
| 18h30 | Noroeste | 0x0 | São Caetano | Alfredo Castilho | Bauru | |
| 18h30 | Paulista | 0x2 | Mirassol | Jaime Cintra | Jundiaí | |
| 18h30 | Portuguesa | 0x0 | Bragantino | Canindé | São Paulo | |
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