sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Musa do esporte Sharapova usa “calcinha da vovó” em ensaio para revista russa

A tenista russa Maria Sharapova acostumou os seus fãs a vê-la em poses glamorosas e com trajes impecáveis até mesmo dentro de quadra. Desta vez, ela resolveu inovar.
Em um ensaio para a revista russa Tattler, a musa foi fotografada usando roupas retro, e ousou aparecer na capa com uma ‘calcinha da vovó’.
Em outras fotos, Sharapova também se inspirou em modelitos da “Belle Époque”. Antes da publicação da revista, ela já tinha avisado em seu site que havia feito um ensaio “muito diferente”.
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Briga por mudanças na distribuição das cotas de TV justifica rebeldia

Um dos principais motivos para Corinthians e os quatro grandes do Rio terem se rebelado contra o Clube dos 13 é o desejo que cada um tem de aumentar a sua fatia na divisão do dinheiro da TV.
O novo contrato, no valor mínimo de R$ 500 milhões anuais para a TV aberta, já representa um aumento nos ganhos dos clubes. Mas não é suficiente. Corinthians e Flamengo querem ganhar uma porcentagem maior do que a destinada a São Paulo, Palmeiras e Vasco, que desejam se distanciar do Santos, que reivindica fazer parte do grupo que mais ganha.
Hoje, Corinthians, Flamengo, São Paulo, Palmeiras e Vasco recebem a mesma quantia. O Santos aparece em seguida. Atrás dele estão Fluminense e Botafogo, que também almejam participar do segundo pelotão.
O raciocínio dos quatro do Rio é igual ao do Corinthians. Admitem assinar com a mesma emissora de TV do C13. Mas, se autorizarem a entidade a negociar por eles, terão que aceitar a divisão de cotas proposta por ela, estabelecida pela vontade da maioria.
Conversando separadamente com as TVs, eles tentam arrancar um valor igual a um aumento na porcentagem. Mas isso significaria para a compradora pagar mais no total, a não ser que ela reduza o montante prometido ao C13.
A declaração do presidente do Atlético-MG, Alexandre Kalil, dá uma ideia de como vai ser a briga: “Se eu souber que a emissora está pagando mais para o Corinthians separadamente não assino o contrato”. Todos os clubes precisam assinar.
Enfim,  mais do que interesses políticos ou preocupações com a organização do futebol brasileiro, o levante tem a ver com disputa por dinheiro, obviamente.
 

Campeonato Português 2011

21ª RODADA - 25/02/2011
HORAJOGOESTÁDIOCIDADERELATO
17h15Vitória de Guimarães 0x2 Acadêmica Afonso HenriquesGuimarães

Campeonato Argentino 2011

3ª RODADA - 25/02/2011
HORAJOGOESTÁDIOCIDADERELATO
19h10Olimpo 3x3 Godoy Cruz Roberto Natalio CarminattiBahía Blanca
19h10Colón 1x3 Gimnasia y Esgrima Cemiterio de los ElefantesSanta Fé

Campeonato Alemão 2011

24ª RODADA - 25/02/2011
HORAJOGOESTÁDIOCIDADERELATO
16h30Wolfsburg 2x1 Borussia MŽgladbach Volkswagen ArenaGelsenkirchen

Fluminense procurou goleiro Bruno, ex-Fla, para um contrato em julho, diz jornal

Insatisfeito com as suas atuais opções no gol, o Fluminense teria procurado o goleiro Bruno, ex-Flamengo, que está preso, acusado de homicídio. A informação é do colunista Renato Maurício Prado, do jornal O Globo.
Segundo a publicação, o clube tricolor teria procurado pessoas ligadas ao goleiro, que é suspeito de comandar a morte da ex-amante Eliza Samudio. A intenção era fazer uma proposta para uma eventual saída de Bruno da prisão.
Ainda de acordo com o colunista, a direção do Fluminense espera que Bruno consiga aguardar o julgamento em liberdade a partir de junho, quando acertaria com o clube. Na semana passada, o goleiro foi autorizado a treinar com bola no presídio Nelson Hungria, em Contagem (MG), onde está encarcerado.
Renato Maurício Prado ainda deu mais detalhes do caso no Sportv, durante um programa da emissora. Segundo o colunista, o primeiro contato com Bruno teria sido feito ainda no segundo semestre do ano passado.
O responsável seria um dirigente que era da administração de Roberto Horcades e segue na mesma função com Peter Siemsem na presidência. Alcides Antunes, vice-presidente de futebol, e Marcelo Penha, assessor especial da presidência, preenchem os requisitos.

Clube dos Treze vai ao Cade na terça defender o processo de concorrência

O presidente do Clube dos Treze, Fábio Koff, junto com o diretor-executivo Ataíde Gil Guerreiro viajam a Brasília na terça-feira para uma reunião com o presidente do Cade, Fernando Magalhães Furlan. Na reunião, também estará presente o procurador-geral do Cade, Givandro Vasconcellos Coelho de Araújo. A ideia da reunião é que o Clube dos Treze informe ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica o que está atrapalhando a concorrência pelos direitos de TV do Campeonato Brasileiro.

"Vamos mostrar que estamos fazendo tudo da maneira como nos foi pedido pelo Cade", informa Ataíde Gil Guerreiro.

A visita também pretende perguntar qual o procedimento de defesa para manter a concorrência nos termos exigidos pela autarquia, ligada ao Ministério da Justiça.

Informalmente, o Cade já se manifestou dizendo que, se a concorrência não acontecer nos termos propostos, haverá multa para o Clube dos Treze. Nesse caso, o Clube dos Treze cobrará a multa judicialmente dos clubes que romperam a possibilidade de negociar os direitos de TV em conjunto.

O Clube dos Treze enviou ao Flamengo, Fluminense e Vasco os estudos elaborados para fazer a concorrência. Não enviou ao Botafogo, porque o presidente alvinegro, Maurício Assumpção, participou de toda a discussão até terça-feira. Apenas no dia seguinte, informou que pretendia ficar fora da negociação.

Informações e palpites da rodada do fim de semana

CAMPEONATO PAULISTA
CORINTHIANS x PRUDENTE
Sábado, Pacaembu, 18h30
CORINTHIANS - Problemas - Chicão (machucado) - Time provável (4-2-3-1) - Júlio César, Alessandro, Wallace, Leandro Castán e Fábio Santos; Ralf e Paulinho; Dentinho, Morais, Jorge Henrique; Liédson. Técnico: Tite
PRUDENTE - Problemas - Rhayner (machucado), Matheus (machucado) - Time provável (4-3-1-2) - Márcio, Ângelo, Ednei, Rodrigo Arroz e Nino; Alceu, Daniel, Francismar e Saldanha; Jandson e Adriano. Técnico: Roberval Davino
CURIOSIDADE - No último confronto no Pacaembu, vitória do Corinthians por 3 x 0, pelo Brasileirão.
PALPITE - Corinthians

SÃO PAULO x PALMEIRASDomingo, Morumbi, 16h
SÃO PAULO - Problemas - Nenhum - Time provável (3-4-1-2) - Rogério, Rhodolfo, Alex Silva, Miranda; Jean, Casemiro, Carlinhos Paraíba e Juan; Lucas; Dagoberto e Fernandinho. Técnico: Paulo César Carpegiani
PALMEIRAS - Problemas - Nenhum - Time provável (4-2-3-1) - Marcos, Cicinho, Thiago Heleno, Danilo e Gabriel Silva; Marcos Assunção e Márcio Araújo; Tinga, Valdivia e Luan; Kléber. Técnico: Luiz Felipe
CURIOSIDADE - Em 1999, dois confrontos pelo Paulistão, com Luiz Felipe x Paulo César Carpegiani. Uma vitória por 5 x 1 do São Paulo e um empate por 4 x 4.
PALPITE - Empate

SANTOS x SÃO BERNARDODomingo, Vila Belmiro, 18h30
SANTOS - Problemas - Edu Dracena (terceiro cartão), Rodrigo Possebom (terceiro cartão - Time provável (4-3-1-2) - Rafael, Jonathan, Bruno Rodrigo, Durval e Léo; Adriano, Arouca e Elano; Maykon Leite, Zé Eduardo e Neymar. Técnico: Adílson Batista
SÃO BERNARDO - Problemas - Kauê (machucado) - Time provável (4-3-1-2) - Marcelo Pitol, Guto, Leandro Camilo, Amarildo e Reinaldo; Dirceu, William Favoni, Lucas e Júnior Xuxa; Danielzinho e Édson Bombinha. Técnico: Estevam Soares
CURIOSIDADE - Durante toda a era Pelé e até o fim dos anos 80, o Santos concentrou-se na velha Chácara Nicolau Morán, em São Bernardo do Campo.
PALPITE - Santos

CAMPEONATO CARIOCA
FLAMENGO x BOAVISTA
Domingo, Maracanã, 18h30
FLAMENGO - Problemas - Nenhum - Time provável (4-2-3-1) - Felipe, Leonardo Moura, Wellinton, David Braz e Ronaldo Angelim; Maldonado e Williams; Thiago Neves, Ronaldinho Gaúcho e Renato; Deivid. Técnico: Vanderlei Luxemburgo
BOAVISTA - Problemas - Nenhum - Time provável (4-2-2-2) - Thiago, Joílson, Gustavo, Santiago e Paulo Rodrigues; Júlio César, Pina, Tony e Leandro Chaves; André Luís e Frontini. Técnico: Alfredo Sampaio
CURIOSIDADE - Em 2007, Alfredo Sampaio era o técnico do Madureira, que venceu o Flamengo no primeiro jogo das finais da Taça Guanabara por 1 x 0. Mas aquela decisão era em dois jogos e o Flamengo venceu o segundo jogo por 4 x 1.
PALPITE - Flamengo

CAMPEONATO MINEIRO
AMÉRICA x CRUZEIRO
Sábado, Teófilo Otoni, 16h
CRUZEIRO - Problemas - Gilberto (machucado) - Time provável (4-2-2-2) - Fábio, Pablo, Gil, Victorino e Diego Renan; Henrique, Marquinhos Paraná, Montillo e Roger; Wallyson e Wellington Paulista. Técnico: Cuca
CURIOSIDADE - Ano passado, vitória do Cruzeiro por 3 x 2.
PALPITE - Cruzeiro

ATLÉTICO x AMÉRICADomingo, Arena do Jacaré, 16h
ATLÉTICO - Problemas - Rafael Cruz (machucado), Patric (machucado) - Time provável (4-2-2-2) - Renan Ribeiro, Serginho, Werley, Réver e Leandro; Richarlyson, Zé Luís, Ricardinho e Renan Oliveira; Diego TArdelli e Magno Alves. Técnico: Dorival Júnior
AMÉRICA - Problemas - Marcos Rocha (emprestado pelo Atlético) - Time provável (3-5-2) - Flávio, Micão, Gabriel e Otávio; Sheslon, Dudu, Leandro Ferreira, Camilo e Rodrigo; Daniel Lovinho e Fábio Júnior. Técnico: Mauro Fernandes
CURIOSIDADE - Pela primeira vez em dez anos, Atlético e América enfrentam-se como dois times de Série A de Brasileirão.
PALPITE - Atlético

A ruptura do Clube dos 13 é coisa da CBF e da Globo

Na tarde da última quarta- -feira, recebi em meu escritório, no andar de cima de minha casa, o presidente do Clube dos 13, Fábio Koff.
Havia alguns anos que não nos falávamos, fruto de divergências sobre os rumos da entidade que ele dirige. E de críticas ácidas, respondidas por ele no mesmo tom.
Considero que o reencontro de anteontem foi fruto da autocrítica de quem quer retomar um caminho, mesmo que pareça tarde demais.
Na despedida, e fiz questão de ir com ele até o carro, ouvi: "Estou velho para poder ter tempo de fazer novas reconciliações. Tenho certeza de que, com você, não será preciso mais nenhuma".
Abaixo, seu depoimento, o mais fiel possível porque não foi gravado, mas submetido a ele antes da publicação.

 

"Não vim para me justificar. Até porque as coisas que não fiz não as fiz ou porque não soube, não tive competência ou força para fazer. E algumas vezes fraquejei.
Errei ao aceitar ser chefe da delegação da seleção brasileira na Copa da França. E fui muito criticado por isso, com razão de quem criticou.
Não queria ir, pensei em dizer não ao convite, mas até minha mulher argumentou que eu vivia criticando e que não poderia recusar ao receber aquela responsabilidade.
Fui, convivi pouco com o Ricardo [Teixeira, presidente da CBF], ele lá, eu cá, mas não posso negar que ele é tão poderoso como abjeto.
Fui traído muitas vezes ao longo desses anos, embaixo do pano, na calada da noite.
O Marcelo [Campos Pinto, principal executivo da Globo Esportes] e a CBF implodiram a FBA [empresa que geria a Série B] e fizeram um contrato de adesão da Série B.
Os clubes fecharam por R$ 30 milhões até 2016, quando poderemos chegar a R$ 1 bilhão por ano. Isso é inaceitável, os clubes menores vão morrer. Vão matar o futebol.
Fraquejei ao não fazer a Liga dos Clubes, como era nosso projeto de vida. Não me senti forte, respaldado o suficiente. O temor em relação a retaliações da CBF é grande, a ponto de ela ter extinguido o conselho técnico dos clubes e ninguém reclamar.
Esta ruptura do Clube dos 13 é coisa do Ricardo e do Marcelo. Eles são vizinhos de sítio e tramam tudo nos churrascos que fazem.
O Andres Sanchez veio até minha sala, encheu-me de elogios e avisou que o Corinthians ia sair. Eu até disse que entendia, que admitia que quem entra pode sair, mas que queria saber o motivo. Ele disse que, quando alguém pega um rumo, tem de ir até o fim. "Mas que rumo?", perguntei. "O rumo, o rumo", respondeu.
Convidei-o para a reunião. Ele disse que não, que era assunto para o Rosenberg [Luis Paulo Rosenberg, diretor de marketing do Corinthians].
Ele foi embora, mas tem dívida lá para pagar. Se pagar, ficará claro, para o Cade [Conselho Administrativo de Defesa Econômica], inclusive, quem pagou.
Não falou nada em lisura e está cansado de saber que ganho, líquido, coisa de R$ 52 mil, mais dinheiro do que vi em toda minha vida de juiz, é verdade, mas salário a que faço jus e que, por iniciativa minha, é menor do que deveria ser pelo que fora decidido em Assembleia Geral.
Se prevalecesse a porcentagem sobre o contrato com a TV, seria muitíssimo maior, poderia chegar a R$ 5 milhões por ano, o que evidentemente seria um exagero.
Quanto a termos avisado os concorrentes sobre o ágio concedido à Globo, qual é o problema? Falamos com todos mesmo, com a Globo inclusive, que reagiu muito bem, em ligação que fiz à Márcia Cintra [braço direito de Marcelo Campos Pinto].
Juro que não queria mais uma reeleição. Mas, quando vi a armação para eleger o Kléber Leite, sem nenhuma conversa comigo, até meus filhos e minha mulher, que não queriam mais que eu ficasse, acharam que não, que eu tinha de ir para a luta.
E eu disse com todas as letras para o Marcelo que aquilo era coisa dele e do Ricardo. Ele desconversou, perguntou como estava a saúde de minha mulher, aquela coisa melíflua que ele faz sempre que é pego em flagrante.
E eles compraram votos, empréstimo para um, adiantamento para outro, mas não passaram de oito votos porque nós também trabalhamos sem descanso.
Antes, tinham nos oferecido pegar a segunda divisão para administrar, mas a proposta era tão iníqua que eu me revoltei e denunciei, o que deixou o Marcelo muito irritado. Ele não está acostumado a ser contrariado.
A gota d'água definitiva foi o contrato que o Palmeiras quis fazer no uniforme do Felipão, e a CBF disse que não podia porque era direito de comercialização dela, por causa de um artigo no regulamento das competições que, evidentemente, foi escrito pelo Marcelo, como eu disse para ele, por conhecer o estilo de escrita dele. E ele, constrangido, negou.
Notifiquei judicialmente a CBF. O Ricardo ficou uma fera. Soube que falou palavrão, perguntou quem tinha feito a "cagada", ao mesmo tempo em que não se conformava porque, em vez de falar com ele, eu o havia notificado.
Ele resolveu que não falaria mais com o Clube dos 13, que só receberia clubes por intermédio das federações estaduais e que o Clube dos 13 não tinha existência legal porque não está no sistema esportivo nacional.
Na hora de pensar no contrato dos direitos do Brasileiro, fui ao Cade tratar do direito de preferência da Globo, que inviabilizava qualquer concorrência. Foi a vez de o Marcelo não me perdoar.
Azar dele. Montamos uma comissão de negociação em que fiz questão de dividir com dois eleitores que votaram em mim e dois que não votaram. Dei carta branca ao Ataíde Gil Guerreiro [diretor-executivo do C13], empresário vitorioso, competente e independente. O resultado do trabalho é precioso.
Só me resta lutar até o fim. Se cair, cair de pé. Quem sabe se não lanço agora a Liga?
Saio de sua casa honrado por nosso reencontro, disposto a ouvir as críticas que merecer e a lutar para, quem sabe, ajudar a evitar também a roubalheira que querem fazer em torno da Copa.
Aliás, e o Orlando Silva Jr.? Que decepção! Mas confio na Dilma. Ela não permitirá a farra que querem fazer.
Enfim, lamento ter perdido um companheiro como o Belluzzo [Luiz Gonzaga Belluzzo, ex-presidente do Palmeiras], um homem de bem, bem preparado, que fez um trabalho para refinanciar as dívidas dos clubes exemplar, estabelecendo teto para se gastar com futebol e escalonando o pagamento da dívida de maneira transparente, muito melhor que essa Timemania, que é uma bobagem.
E lamento que o Juvenal [Juvêncio, presidente do São Paulo] tenha se desgastado com os demais dirigentes do Clube dos 13, porque ele era o meu sucessor natural.
Minha vida foi toda muito boa, não posso me queixar e não me arrependo de nada, a não ser de poucas coisas no futebol que faria diferente. Cheguei ao C13 com um contrato de R$ 10,6 milhões, feito pela CBF. Nada no mundo se valorizou tanto como nossos direitos de transmissão.
Não sou homem de desistir e, com 80 anos, dou-me o direito de estar meio rabugento. Vamos ver como vou fazê-los engolir a rabugice."

C13 tenta constranger dissidentes

O Clube dos 13, contrariado com a deserção de Corinthians, Coritiba e dos quatro grandes clubes cariocas, partiu para o contra-ataque.
A entidade trabalha para divulgar o valor que seria possível arrecadar sem que tivesse ocorrido o racha.
A ideia é constranger os cartolas dos clubes que deram as costas à associação.
O edital publicado ontem exige o preço mínimo de R$ 500 milhões por ano de contrato. A Globo, por oferecer "maior exposição" tem a vantagem de vencer a concorrência mesmo que faça uma proposta 10% menor.
Assim, o mínimo para as demais emissoras iria a R$ 550 milhões em cada uma das três temporadas a partir de 2012 -o Campeonato Brasileiro de 2011 é da Globo e não sofre qualquer alteração.
De acordo com o atual contrato, a Globo pagou R$ 230 milhões anuais pela transmissão na TV aberta.
O pacote com pay-per-view, TV fechada e internet rende outros R$ 170 milhões.
A intenção do C13 é vender cada modalidade separadamente. Sem contar a TV aberta, a entidade espera arrecadar R$ 800 milhões anuais.
"Quem pensar um pouco vai voltar atrás", declarou ontem o presidente do Atlético-MG, Alexandre Kalil, um dos líderes da "resistência", ao lado de Juvenal Juvêncio, presidente do São Paulo.
Pelas contas do C13, o Corinthians (assim como Palmeiras, São Paulo, Flamengo e Vasco) passaria a ganhar R$ 42 milhões pela exibição do Brasileiro na TV aberta.
Até este ano, o ganho foi de R$ 16,8 milhões.
"Os presidentes que saíram precisam explicar aos seus conselheiros e torcedores quanto a mais vão ganhar sozinhos", disse Juvêncio.
Ontem, Andres Sanchez ironizou essas ameaças. "Podem ficar tranquilos que eu vou ganhar mais do que R$ 42 milhões", disse o corintiano. Andres aposta ser possível chegar a R$ 70 milhões.
O C13 diz ser possível ultrapassar os R$ 100 milhões anuais com a soma de outras mídias. "Estão otimistas demais. Se for isso tudo, eu volto para o Clube dos 13 amanhã", desdenhou Andres. "Sou humilde, se estiver errado volto atrás. Mas acho que não estou errado."
Andres quis bater mais forte no grupo que abandonou. Mas o C13 entendeu como um recuo. "O tom foi amenizado, eu não vejo outra saída que não a união", disse Kalil.

Times do Rio ficam no C13 e peitam Koff

Os quatro grandes do Rio decidiram permanecer no Clube dos 13 e travar queda de braço com Fábio Koff.
Ontem, os presidentes de Flamengo, Vasco, Botafogo e Fluminense anunciaram que vão negociar separadamente os direitos de transmissão do Brasileiro a partir de 2012 e que esperam contar com o apoio de clubes de outros Estados na disputa no C13.
"Não temos motivos para deixar o Clube dos 13 agora. O que estamos fazendo é não autorizar a entidade a nos representar na negociação com as TVs", disse Peter Siemsen, presidente do Fluminense.
"Os outros clubes ainda vão se posicionar. Se conseguirmos o apoio deles, o Clube dos 13 pode até desistir de fazer a negociação da forma com a qual discordamos."
O C13 prepara licitação para escolher a TV que exibirá o campeonato. Globo, Record e RedeTV! têm interesse. Os cariocas preferem a Globo. Já o C13 é a favor da emissora que fizer a melhor proposta.
Os dirigentes negaram que o movimento carioca possa pôr fim ao atual Brasileiro.
"Não há interesse em rompermos com o C13 nesse momento, mas de retomar a essência da fundação da entidade. A questão é a negociação de direitos de transmissão", disse a presidente do Flamengo, Patrícia Amorim.
Os cariocas acreditam ter poderes para negociar em bloco com as TVs. "A Constituição brasileira é maior que o estatuto do Clube dos 13", falou o presidente do Botafogo, Maurício Assumpção.
Porém reconhecem que seria difícil haver exibição de jogos caso os clubes acertem com emissoras diferentes.

O motim do Clube dos 13 acabou!"

 frase que dá título a esta nota foi dita pela pessoa que mais entende de política do esporte no Brasil, hoje em dia. A análise sobre as entrevistas coletivas do dia (os cariocas protestam contra a forma como o Clube dos 13 conduz a negociação, mas não se afastam completamente -- Andrés Sanchez diz que está fora, mas pode voltar -- o Coritiba disse que sai, e agora está voltando) faz com que a frase que dá título à nota seja a mais certeira possível.

A definição do mestre da política esportiva prossegue: "O motim contra o Clube dos Treze acabou. Agora, resta um motim contra o São Paulo." Quer dizer que aqueles que não gostam da postura de Juvenal Juvêncio -- e têm razão quando pensam na maneira como recebeu a Taça das Bolinhas -- atacam Ataíde Gil Guerreiro. Atual diretor-executivo do Clube dos Treze, Ataíde Gil Guerreiro fez um trabalho brilhante. Mas é visto como o representante do São Paulo. Ou pior: o representante de Juvenal Juvêncio.

Fora isso, os "revolucionários" percebem, aos poucos, que não receberão mais dinheiro do que pretendiam negociando separadamente. Mas já causaram o estrago. A revolução de papel faz com que Record e Globo tenham dúvidas sobre o produto pelo qual farão uma das proposta mais cara de suas histórias, dentro do país. No caso da Record, que ofereceria R$ 1 bilhão, resta a dúvida: oferece o mesmo valor agora ou tenta  economizar, sem saber exatamente quantos clubes terá em seu pacote?

Agora fica mais claro. Quem comprar o Brasileirão, vai comprar o Brasileirão dos 20 clubes, assim como era na sexta-feira passada. Mas quem fizer a proposta pode ter dificuldade de entender isso. Pode pagar para ver.

Nesse caso, há duas hipóteses:
1. Os clubes do Brasil perdem a melhor proposta. Talvez.
2. As emissoras que economizarem perdem para quem apostar mais alto. É a outra hipótese.

Presidente do C13 culpa CBF e Globo por racha, se diz traído e chama Teixeira de 'abjeto'

Em meio ao racha no Clube dos 13 por conta das negociações pelos direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro, o presidente da entidade, Fábio Koff, resolveu disparar publicamente e acertou em cheio dois alvos pesados: a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e a Rede Globo de Televisão.

Em entrevista exclusiva concedida ao jornalista Juca Kfouri, comentarista e apresentador dos canais ESPN, publicada na edição desta sexta-feira do jornal Folha de S.Paulo, o dirigente responsabiliza o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, e o principal executivo da Globo Esportes, Marcelo Campos Pinto, pelo racha no C13.

Koff ainda chama Teixeira de “abjeto”, diz que foi traído várias vezes pelo cartola e fala até na possibilidade de criação de uma liga nacional de clubes, projeto antigo da entidade que preside.

“Essa ruptura do C13 é coisa do Ricardo e do Marcelo. Eles são vizinhos de sítio e tramam tudo nos churrascos que fazem”, disparou Fábio Koff, que conversou com Juca Kfouri na tarde da última quarta-feira, na escritório do jornalista, em sua casa.

O presidente do C13, Fábio Koff, conversou com Juca Kfouri e atacou CBF e Globo
O presidente do C13, Fábio Koff, conversou com Juca Kfouri e atacou CBF e Globo
Crédito da imagem: Agência Estado
“Errei ao aceitar ser chefe da delegação da seleção brasileira na Copa da França. E foi muito criticado por isso, com razão de quem criticou”, continuou Koff. “Fui, convivi pouco com o Ricardo, ele lá, eu cá, mas não posso negar que ele é tão poderoso como abjeto.”

O presidente do C13 e ex-presidente do Grêmio também disse que já foi alvo de traições por parte da alta cúpula da cartolagem nacional “Fui traído muitas vezes ao longo desses anos, embaixo do pano, na calada da noite”, atacou.

Em relação à reeleição obtida no ano passado para mais um mandato à frente do C13, em que derrotou Kléber Leite, candidato apoiado por Ricardo Teixeira e que contava com a simpatia da Globo, Koff falou em uma “armação” para eleger o adversário.

“Juro que não queria mais uma reeleição. Mas, quando vi a armação para eleger o Kléber Leite, sem nenhuma conversa comigo, até meus filhos e minha mulher, que não queriam mais que eu ficasse, acharam que não, que eu tinha de ir para a luta”, contou. “E eles compraram votos, empréstimo para um, adiantamento para outro, mas não passaram de oito votos porque nós também trabalhamos sem descanso.”

Sobre a negociações pelos direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro, Fábio Koff voltou a se colocar como antagonista dos interesses da direção da CBF, que, em sua visão, influenciou alguns clubes para que rompessem do C13 ou decidissem negociar separadamente. “Só me resta lutar até o fim. Se cair, cair de pé. Quem sabe não lanço agora a Liga (nacional de clubes)?”, sugere.

Ao tomarem conhecimento das declarações de Koff a Juca Kfouri, Ricardo Teixeira e Marcelo Campos Pinto disseram à Folha que o fórum mais adequado para responder às acusações do presidente do C13 é o Poder Judiciário. “Somente posso atribuir o seu comportamento (de Koff) à atitude de uma pessoa de idade avançada, que nos últimos tempos vem dando demonstrações públicas de um total desequilíbrio emocional”, disse Campos Pinto ao jornal

O Brasil da Copa no Brasil

A cada embarque ou desembarque nos aeroportos brasileiros aumenta a percepção de que passaremos vergonha durante a Copa do Mundo de 2014.

De São Paulo a Teresina, para Comercial x Palmeiras, foram necessárias 14 horas. Problemas no aeroporto da capital piauiense impediram muita gente, inclusive a delegação do Palmeiras, de chegar ao seu destino ainda na terça-feira.

Problemas acontecem, não cabe discutir agora o que aconteceu. A questão maior é como as companhias aéreas e a Infraero, que administra os aeroportos, agem a partir do momento que precisam prestar informações aos passageiros.

Retidos em Fortaleza, os passageiros do voo 3544 é que tiveram de correr, literalmente correr, atrás de informações, a partir das 21h20, quando ficaram retidos na pista.

Sem atendimento correto, faltou pouco para um novo avião, às 6 horas, portanto quase nove horas depois, ser invadido por passageiros enfurecidos, gente que percebeu que, depois de tanto esperar, estava fora daquela aeronave porque não foi devidamente informada.

Ao final das 14 horas, pelo menos 20 pessoas tiveram mais uma péssima notícia: suas malas ficaram em Fortaleza.

Ah, no embarque em Cumbica, pelos portões 1A, 1B e 1C, o único banheiro masculino da sala estava interditado. Problemas de manutenção, disse o funcionário.

É o Brasil da Copa no Brasil

'La dolce vita' de quem foge do ludopédio tupiniquim

A vida é mesmo bela. Que o diga ‘Lixo Extraordinário’, indicado para o Oscar de melhor documentário – mostra o alegre cotidiano em um lixão.

Os pobres clubes brasileiros também servem como um bom exemplo.

Atualmente, estão mergulhados num autêntico samba do crioulo doido, com direito a bateria de japoneses, cabrochas cheerleaders e abre-alas russo.

Eles disputam fatias de um modesto bolo que pode chegar a R$ 1 bilhão. E estão em todas as mídias, com destaque incomum para uma autêntica mixaria.

Bem mais sossegada é a vida de Fabiana Alves dos Santos, uma privilegiadíssima integrante da seleção brasileira de bobsled.

Abandonada pelos dirigentes, ela luta para voltar ao esporte. Também campeã de levantamento de peso e atletismo, Fabiana sofreu um grave acidente numa competição na Alemanha. Ficou entre a vida e a morte.

Apesar de dois títulos como melhor atleta, Fabiana não recebeu nenhuma ajuda da Confederação Brasileira de Desportos do Gelo. Desde o dia do acidente, ninguém ligou para saber como está a sua saúde.

O pugilista Lino Barros também não pode se queixar: foi a nocaute com um cheque sem fundos da federação do Mato Grosso do Sul.

Fabiana e Lino são alguns dos personagens de ‘Histórias do Esporte’, programa que será apresentado pela ESPN Brasil neste sábado, às 23 horas.

Os bisbilhoteiros repórteres Roberto Salim e Marcelo Gomes mostrarão outras reportagens oba-oba: o desvio de dinheiro público em benefício do PCdoB, partido do ministro do Esporte, o olímpico Orlando Silva Jr; a teimosia do milionário presidente da confederação de atletismo, Roberto Gesta Melo, no trono há somente 23 anos; e um pedido para a liberação do doping.

Nada comparável ao sofrimento dos clubes brasileiros. Salve a Copa de 2014! Salve a Rio-2016! Salve-se quem puder: a festa é deles, a conta é nossa.
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Que beleza! A torcida do Palmeiras deve ficar para lá de satisfeita com a vitória sobre o poderoso Comercial/PI por 2 a 1, no Albertão de Teresina, pela Copa do Brasil. As chuteiras do adversário sobrevivem graças a doações. Uma farmácia, por exemplo, fornece os medicamentos. Torcedores contribuem com alimentos e dinheiro. A folha de pagamentos gira em torno de R$ 40 mil mensais, 10 vezes menos do que embolsa o gladiador Kleber. Uma verdadeira farra do boi, que só não virou espetinho porque acontecerá um segundo jogo. O clube do Piauí fecharia as portas se perdesse por dois ou mais gols de diferença.

Sugismundo Freud. Dos males, o menor: antes cadeia do que hospital.

Brancaleone. Mais de 300 mil torcedores já ouviram as cornetas do quartel-general no Olímpico e aderiram ao Exército Gremista. Eles proporcionaram um reforço de caixa da ordem de R$ 1,5 milhão. O alistado paga R$ 5 pela carteirinha e pode adquirir ingresso com 10% de desconto. Nas lojas do clube, 5% de abatimento. Não tem mensalidade.

Twitter. E o Diego Souza, hein? De prima-dona a cigano – Fluminense, Benfica, Flamengo, Grêmio, Palmeiras, Atlético/MG e provavelmente Vasco. Um mico de R$ 7 milhões à Traffic.

Ziriguidum. Não poderá mais dar samba na eleição do Vasco, em maio: Fernando Horta, presidente da Unidos da Tijuca, desistiu da candidatura. A escola homenageou a nau vascaína no carnaval de 1998, mas atravessou na avenida e foi rebaixada. Horta iria brigar com Roberto Dinamite e José Henrique Coelho. Por enquanto, o capitão gancho Eu-rico Miranda só trabalha nos bastidores.

Zapping. A estreia do Palmeiras na Copa do Brasil rendeu 19 pontos no ibope global, mesma audiência de Treze x São Paulo. Até agora, a plim-plim transmitiu seis jogos às 22 horas de quarta. E as primeiras quatro posições pertencem ao Corinthians. O maior índice foi obtido na derrota corintiana para o Tolima, pela Libertadores: 30 pontos.

Gilete press.
De Carlos Miguel Aidar, ex-presidente do Tricolor e fundador do Clube dos 13, ao blogueiro Ricardo Perrone, do ‘Uol’: “É bom que aconteça o racha. O C13 virou um aglomerado de clubes, nada além disso. E, mais uma vez, Ricardo Teixeira vencerá. Temos que tirar o chapéu para ele, conseguiu o que queria desde que seu candidato perdeu a eleição do C13. É a pessoa mais vingativa do futebol brasileiro” – nada a acrescentar.

Tititi d’Aline. Um grupo de homossexuais da Polônia pleiteia assentos exclusivos para gays e lésbicas nos estádios da Euro-2012 Teme agressão durante o torneio. Outros ativistas, porém, acreditam que a separação poderá gerar mais riscos em campos poloneses e ucranianos. É o racha na lantejoula.

Você sabia que... Fábio Koff recebe R$ 70 mil por mês para presidir o Clube dos 13?

Bola de ouro. Santos. Fechou os contratos necessários para bancar o salário de Neymar (R$ 500 mil) até dezembro.

Bola de latão. Fluminense. Um começo avassalador na Libertadores: dois jogos em casa, dois pontos. Está invicto.

Bola de lixo. Botafogo. Uma estreia memorável na Copa do Brasil. A torcida do River Plate sergipano jamais esquecerá.
Bola sete. “A torcida do Sport pode ficar tranquila, porque o Sport é o único e eterno campeão brasileiro de 1987, e ninguém toma o que é nosso. O Leão vai rugir” (do vice-presidente João Humberto Martorelli, garantindo que o clube entrará com processo contra o rei da bola, Ricardo Teixeira – há controvérsias).

Dúvida pertinente. O chileno Valdivia está certo ao dizer que a mídia protege o Corinthians?

O que você achou?
jose.r.malia@espn.com

Os palpites dos profissionais para BJ Penn vs Jon Fitch

BJ vs Fitch

BJ Penn e Jon Fitch farão a luta principal do UFC 127 neste sábado, na Austrália.

Enquanto BJ agrada pelo seu jogo bonito, sempre ofensivo e de muita técnica, Fitch possui muitos críticos graças ao seu estilo amarrado, apesar de eficiente.

Um duelo interessante, mas ao mesmo tempo é uma incógnita, pois pode ser uma luta muito amarrada ou muito boa.

Como sempre fazemos antes de um grande evento, o blog foi atrás de especialistas para ouvir o que eles acham do combate.

Fico aguardando as opiniões dos fãs de esportes também.


André Pederneiras – O BJ é o favorito, ele já mostrou que está preparado pra enfrentar qualquer um. O jogo do Fitch não casa com o do BJ, então acho que o BJ vence.

Gustavo Ximu - Acho que a luta vai ser muita dura no 1º round, mas o BJ ganha no 2º finalizando o Fitch

Marlon Sandro - Eu acho que o BJ vence por finalização no segundo round. Não acredito que aconteça um nocaute porque o Fitch tem um queixo de pedra.

Leo Santos - Acho que o Jon Fitch vai se enrolar um pouco com a parte em pé do BJ e não vai conseguir achar muito bem o tempo pra entrar. Sei que o Jon Fitch é um cara duríssimo, mas olhando friamente, se o BJ não sentir muito a força do Fitch ele tem muito mais armas para vencer.

Bebeo Duarte - O BJ é o lutador que tem o jogo mais bonito, mais condições de finalizar, de dar um show, em contrapartida o Fitch é um cara mais regular, sempre apresenta o mesmo jogo chato, coloca pra baixo, faz um ground and pound, tudo muito igual, mas que o tem levado adiante no UFC. Vou torcer muito pelo BJ, pelo bem do nosso esporte! Finalização no primeiro round com mata-leão.

Cristiano Marcello - Acredito se que se o BJ conseguir soltar seu jogo sem que o Fitch o amarre, não vejo problemas para o BJ ganhar! Mas se o BJ entrar no jogo do Fitch pode se complicar. Acredito na vitoria do BJ após 3 rounds!

Fabio Maldonado – Acho que o BJ vence, mas não arrisco a maneira.

Thiago Tavares - Eu acredito que o Jon Fitch irá vencer por ser mais forte e ter um ótimo wrestling.

Luis Beição – Eu acho que o BJ vence por finalização no segundo round.

Celebração do surf em prêmio aos melhores do Brasil em 2010

O surf brasileiro foi celebrado nessa noite de quinta-feira, num lugar que costuma chamar de casa: Florianópolis. A entrega do Prêmio Greenish 2010, da maior onda, do melhor tubo e o melhor aéreo surfado em águas brasileiras durante todo o ano passado poderia ter sido algo burocrático como muitas premiações são no mundo, em todas as áreas – às vezes até o Oscar; mas não. Essa festa teve alma. Com o perdão de roubar o nome da publicação de Romeu Andreatta, teve alma surf.

Bruno Santos ganhou sozinho a categoria estreante de melhor tubo. Sua onda nota 10 pelo Circuito Nordestino de 2010, em Fernando de Noronha (Cacimba do Padre), foi a única inscrita. Segundo o Legend Fábio Gouveia, ninguém teve coragem de comparar qualquer outra onda com a de Bruninho. “Eu sou louco pelos tubos, entubar é o que mais me realiza no surf, corro o mundo atrás das ondas mais perfeitas por causa deles”, declarou o vencedor, que já havia vencido o Greenish em 2007, na categoria maior onda.

Mas se Bruninho já chegou campeão à festa, realizada na casa noturna Confraria das Artes, na Lagoa da Conceição, em Floripa, os dois outros vencedores só foram anunciados oficialmente durante a festa.

Passava das onze e meia da noite, muita gente já havia comentado que Luel Felipe dropou a maior onda de 2010 na Cacimba do Padre (início da mesma ondulação do 10 de Bruno Santos) e que o melhor aéreo, disparado, havia sido o de Ricardo Wendhausen, o Riquinho, no Matadeiro (praia ao sul de Floripa). A galera entende do que fala, porque entende do que faz: surf.

Riquinho fez um discurso emocionado. E lembrou do pai, shaper legend do Arpoador Wander Bill, morto num acidente de carro em 1990 em Garopaba, Santa Catarina. Seu 540 no Matadeiro tem, entre seus admiradores, o skatista campeão mundial de Bowl Pedro Barros, que costuma tanto surfar quanto andar de skate com Ricardo. Pedrinho esteve na festa e disse que o skate tem ajudado Riquinho a aperfeiçoar seus aéreos. Veja!

Antes de Luel também receber seu prêmio de forma emocionada, chamando o pai até o local da premiação, Aldemir Calunga reafirmou uma atitude muito típica do surf e que não costuma ser tão intensa em outros esportes: a reverência aos pioneiros. Lembrou de Bill, de Ronchi, Tony Villela e muitos outros. Surf de alma, entre lágrimas de alegria e de saudade.


Já começou

O responsável pela premiação, Petrônio Tavares, diretor da Greenish, lembrou que o prêmio de 2011 já está valendo desde 1º de janeiro desse ano. Quem tiver o registro de uma onda muito boa já pode se inscrever. “Isso é muito bom para o surf. Porque não é todo surfista que vai bem em competição, mas pega altas ondas também”, arrematou Fabinho Gouveia, sobre a importância do prêmio brasileiro.

Cada surfista vencedor levou um cheque de 10 mil reais. Os cinegrafistas das ondas vencedoras ganharam 2 mil reais cada, assim como os shapers dos surfistas ganhadores.


Jurados

O corpo de jurados da cada categoria procurou reunir especialistas. Gabriel Medina, por exemplo, votou na categoria Melhor Aéreo. Fábio Gouveia e Carlos Burle foram outros nomes de peso que votaram. Além dos comentaristas da ESPN no Brasil Taiu Bueno e Edinho Leite.

Campeonato Português 2011

21ª RODADA - 25/02/2011
HORAJOGOESTÁDIOCIDADERELATO
17h15Vitória de Guimarães x Acadêmica Afonso HenriquesGuimarães

Campeonato Argentino 2011

3ª RODADA - 25/02/2011
HORAJOGOESTÁDIOCIDADERELATO
19h10Olimpo x Godoy Cruz Roberto Natalio CarminattiBahía Blanca
19h10Colón x Gimnasia y Esgrima Cemiterio de los ElefantesSanta Fé

Campeonato Alemão 2011

24ª RODADA - 25/02/2011
HORAJOGOESTÁDIOCIDADERELATO
16h30Wolfsburg x Borussia MŽgladbach Volkswagen ArenaGelsenkirchen

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Vasco confirma boa fase e goleia na Copa do Brasil

Campo Grande (MS) - A péssima fase do início da temporada parece mesmo ter ficado para trás no Vasco, com a chegada do técnico Ricardo Gomes. Sem a menor dificuldade, o time carioca goleou o Comercial-MS por 6 a 1 nesta quarta-feira e se garantiu na próxima fase da Copa do Brasil sem a necessidade do jogo de volta, que seria disputado no Rio de Janeiro, na próxima terça-feira.
Atuando fora de casa, no Estádio Morenão, em Campo Grande, a equipe cruzmaltina apresentou um belo futebol e venceu com gols de Fellipe Bastos, Marcel (duas vezes) e Jéferson, ainda antes do intervalo, e Eder Luis e Romulo, na etapa complementar. Anderson, cobrando pênalti, fez o de honra, quando os anfitriões já perdiam por 5 a 1.
Na próxima rodada da Copa do Brasil, o Vasco enfrentará o vencedor do confronto entre Barras, do Piauí, e ABC, do Rio Grande do Norte, que jogam a partida de dia nesta quinta-feira.
O Jogo:
Com o domínio da posse de bola desde os primeiros minutos da partida, o Vasco não demorou muito para abrir o placar. Logo aos 2min, Eder Luis apareceu livre na entrada da área, na primeira chance do confronto, e, de frente para o goleiro, foi derrubado pelo zagueiro Kanu. Na cobrança da falta, dois minutos mais tarde, o volante Fellipe Bastos soltou a bomba e a bola entrou no canto do goleiro Rodolfo.
Com o time mandante perdido após sofrer o primeiro gol, o Vasco chegou ao segundo tento, que já lhe garantiria a classificação direta logo aos 15min de jogo. Romulo cruzou da esquerda, o zagueiro Andrezão deixou a bola escapar no domínio e cometeu pênalti em Marcel. O atacante mesmo cobrou no canto, e ampliou para os cruzmaltinos.
Soberano em campo, o time carioca ainda desperdiçou algumas oportunidades antes de fazer o terceiro. Ainda aos 22min, o lateral esquerdo Ramon foi à linha de fundo, e cruzou na medida para Marcel, que, de cabeça, fez seu segundo na partida.
Mesmo com a vaga praticamente garantida, o Vasco não se acomodou e, ainda antes do intervalo, aos 44min, transformou a vitória em goleada. O meia Felipe puxou ótimo contra-ataque e deixou Jeferson na cara do gol. O jogador só tirou do goleiro para fazer o quarto.
A mudança de tempo não mudou a situação do confronto. O Vasco seguiu com o domínio total da partida. Depois de Dedé cabecear para fora ótima chance de gol, aos 7min, o time carioca fez 5 a 0 com o atacante Eder Luis. Cinco minutos mais tarde, o jogador avançou com a bola dominada, entrou na área e tocou na saída de Rodolfo.
Praticamente eliminado, o Comercial, logo em sua primeira chance clara, fez seu primeiro gol. Aos 18min, Anderson entrou na área e trombou com o goleiro Fernando Prass. O árbitro marcou pênalti, que o mesmo Anderson cobrou, aos 20min, e fez o tento de honra dos anfitriões.
O gol não alterou a dinâmica da partida e, apenas dois minutos mais tarde, o Vasco fechou a goleada. Depois da cobrança de escanteio, Romulo cabeceou para as redes, fez o sexto e coroou a excelente atuação cruzmaltina.
Após construir o resultado, o Vasco diminuiu o ritmo, mas, mesmo assim, criou algumas oportunidades para ampliar ainda mais o marcador, mas esbarrou no preciosismo, em alguns erros de pontaria e na defesa adversária.

Flu tropeça de novo e se complica na Libertadores

Rio - Campeão Brasileiro de 2010, o Fluminense se complicou na fase de grupos da Copa Libertadores da América. Em sua segunda partida no Estádio do Engenhão, logo em duas rodadas de torneio, o clube das Laranjeiras empatou por 0 a 0 com o Nacional-URU e já vê a classificação às oitavas de final do torneio mais distante, especialmente pelo fato de ter apenas mais uma partida dentro do Rio de Janeiro.
Depois de duas rodadas de Libertadores, o Fluminense soma dois pontos, pouco para o atual campeão nacional, um dos favoritos ao título e o clube que mais investiu no País para a temporada. Em contrapartida, o Nacional chegou ao primeiro ponto e retomou o pensamento em uma das duas vagas às oitavas, já que no segundo turno da etapa de grupos receberá a agremiação brasileira.
>>>FOTOGALERIA: Confira as imagens de Flu x Nacional-URU
A segunda rodada do Grupo 3 será concluída nesta quinta-feira. O América do México, que venceu o Nacional na estreia por 2 a 0, vai a Buenos Aires para encarar o Argentinos Juniors, clube que complicou o Fluminense logo na primeira jornada da competição.
Eliminado nas semifinais da Taça Guanabara, primeiro turno do Campeonato Carioca, pelo modesto Boavista, o Fluminense já aposta todo o foco para a Copa Libertadores. Obrigatoriamente precisando da vitória para se manter vivo na competição, a equipe comandada por Muricy Ramalho volta a campo pelo torneio no próximo dia 2, quando viajará ao México para encarar o forte América.
Por outro lado, o Nacional do Uruguai, depois de um bom resultado no Rio de Janeiro, tentará ressurgir ainda mais forte na competição também no dia 2 de março. Em casa, a equipe de Montevidéu encarará o Argentinos Juniors.
O jogo
Precisando da vitória para amenizar o empate dentro de casa contra o Argentinos Juniors, o Fluminense entrou em campo com uma formação que privilegiava o talento do argentino Darío Conca, eleito em 2010 o melhor jogador do Campeonato Brasileiro. Com apenas Rafael Moura no atacante e Marquinho atuando no meio-campo, o técnico Muricy Ramalho apostava na habilidade do jogador para ter uma opção ofensiva extremamente válida.
E, a princípio, a opção de Muricy Ramalho deu certo. Logo aos 4min, o Fluminense criou uma ótima oportunidade para abrir o marcador. Após cruzamento para a área, a referência Rafael Moura conseguiu vencer o gigante Sebástian Coates, mais conhecido como "Luganito", e colocou a bola rente à trave direita do time uruguaio.
O bom início, no entanto, acabou rapidamente contido pelo maduro clube de Montevidéu. Postado de forma consistente, o Nacional equilibrou o jogo e passou a controlar a posse de bola, embora pouco ameaçasse a meta defendida por Ricardo Berna.
O Fluminense, por outro lado, agia de todas as formas para pressionar a segura defesa uruguaia. Aos 15min, Marquinho ameaçou o gol Leonardo Burián ao chutar perto da trave direita, na última boa oportunidade do clube brasileiro durante a primeira etapa.
Pouco criativo no setor de meio-campo, especialmente em virtude da fraca atuação do meia argentino Darío Conca, o Fluminense retornou à etapa complementar apresentando a mesma formação. Muricy Ramalho, aparentimente satisfeito com o desempenho da equipe, promoveu a primeira alteração somente aos 15min, quando colocou o meia-atacante Tartá na vaga do volante Valencia.
Sem criatividade para ameaçar a defesa uruguaia, o Fluminense se expôs e quase se complicou por este motivo. Aos 25min, Garcia arrancou sozinho e saiu à frente do gol do time carioca ao aproveitar uma falha inacreditável de Leandro Euzébio. O jogador do Nacional ainda teve a tranquilidade de driblar Ricardo Berna, mas isolou na hora de finalizar e perdeu a principal oportunidade do jogo.
Sem inspiração e visivelmente tenso dentro de campo, o Fluminense se desesperou na parte final do duelo. A equipe de Muricy Ramalho levantou constantemente bolas para a área, em busca de Rafael Moura. Entretanto, bem postada, a alta zaga do Nacional, com Coates e Lembo, neutralizou a jogada e segurou um importante empate no Rio de Janeiro

River Plate-SE dá olé no Fogão e leva decisão para o Rio

Aracaju - O Botafogo parece não ter superado a eliminação para o Flamengo na Taça Guanabara. Logo após a derrota do fim de semana, o time carioca entrou em campo contra o River Plate-SE e, apresentando um futebol fraco, perdeu por 1 a 0. A partida, realizada nesta quarta-feira, no Estádio Lourival Baptista, em Aracaju, foi válida pela estreia do time alvinegro na Copa do Brasil.

Superior ao adversário no início do duelo, o clube carioca impôs o ritmo de jogo, mas encontrou dificuldade para entrar na área do River. Liderados pelo ex-botafoguense Valdson, os donos da casa endureceram a marcação e seguraram o ataque comandado por Loco Abreu. Na segunda etapa, o River Plate-SE chegou a tocar a bola sob gritos de "olé" de sua torcida e, com um gol de Bebeto Oliveira, garantiu a vitória.

O resultado adia a decisão para o jogo de volta, no próximo dia 3, no Engenhão, no Rio de Janeiro. Os comandados de Joel Santana devem ficar atentos com o sistema defensivo, já que os gols marcados fora de casa são critério de desempate da competição.

>>>FOTOGALERIA: Veja as imagens do vexame em Aracaju

O jogo

Pressionando os donos da casa, o Botafogo assustou pela primeira vez aos 12min de jogo. Alessandro jogou a bola na área, Loco Abreu dominou sozinho e finalizou para grande defesa de Max.

A partida seguiu disputada, mas com as duas equipes errando muitos passes. Com maior posse de bola, o Botafogo encontrava dificuldade para criar oportunidades de gol, quando, aos 25min, Loco Abreu apareceu com condições de marcar, mas foi travado na hora do chute.

Para a segunda etapa, a equipe mandante resolveu dar as caras e assustou o goleiro botafoguense com apenas um minuto de jogo. Éder cruzou bola da direita, Bebeto Oliveira escorou para o meio e Bibi chutou para excelente defesa de Jefferson.

Muito brigado, o jogo continuou travado no meio de campo e com pouca criatividade dos jogadores de ambas equipes. Melhor no segundo tempo, o River equilibrou a disputa na volta do intervalo.

Em dois contra-ataques rápidos, os donos da casa assustaram Jefferson. Aos 32min, Fábio Júnior arriscou da intermediária e a bola passou rente ao poste esquerdo. No minuto seguinte, Bibi bateu de longe, mas também não acertou a pontaria e mandou por cima do gol botafoguense.

Os últimos dez minutos de jogos seguiram com o Botafogo pressionando e o River Plate-SE respondendo em rápidos contra-ataques. Aos 41min, Bebeto Oliveira recebeu passe na área e chutou no canto direito de Jefferson.

Fla ergue escudo para evitar pedrada no domingo

Rio - A decisão da Taça Guanabara entre Flamengo e Boavista lembra o duelo de Davi contra Golias. No entanto, o meia Renato Abreu ergueu nesta quarta o seu escudo, para evitar uma pedrada surpresa, como a que derrubou o gigante na história bíblica. O arsenal de armas do Rubro-Negro, que conta com Ronaldinho e companhia, não dá a certeza da vitória, segundo o camisa 11. Para ele, as diferenças terminam no momento em que a batalha começa.

“O Boavista chegou por méritos, e nós também. O peso da nossa camisa é maior, mas dentro de campo é outra coisa. Não adianta falar em favoritismo e não render o suficiente. Temos jogadores que já jogaram final de Copa do Mundo, Libertadores, Copa do Brasil, mas não quer dizer que vamos vencer por isso. A nossa responsabilidade é maior, mas temos que mostrar isso dentro de campo”, disse Renato.

De um lado, um hexacampeão brasileiro, que já conquistou a América e o mundo. Do outro, um time que tem, domingo, a chance de erguer o maior título de sua história: a Taça Guanabara. Na decisão, no Engenhão, Flamengo e Boavista medirão forças. No primeiro confronto, em Macaé, o gigante venceu, mas quase foi surpreendido.

Entre as sete vitórias na primeira fase, a por 3 a 2 sobre o Boavista foi a que mais correu o risco de não acontecer. Um oponente que, mesmo aparentemente nocauteado, levantou e quase saiu como vencedor. “Eles tiveram um poder de reação grande contra nós. Tivemos dificuldades, como contra Vasco e Botafogo. Temos que olhar onde é o maior índice de erros do adversário e jogar em cima deles”, ensinou Renato.

O Flamengo só terá o Boavista pela frente porque o time de Saquarema eliminou o Fluminense, atual campeão brasileiro. Mais uma razão para a cautela de Renato, que garante encarar o confronto de domingo como se fosse um Fla-Flu. “Se fosse contra um time grande, seria mais valorizado por vocês (jornalistas). Mas para nós é a mesma coisa, é como se fosse um adversário de grande expressão”, explicou.

Copa do Brasil 2011

24/02/2011
21h00Barras-PI 1x1 ABC Juca FortesBarras
21h00Sampaio Correa-MA 0x0 Sport Nhozinho SantosSão Luís
21h00São José-RS 1x0 Paulista Passo da AreiaPorto Alegre


24/02/2011
19h30Coritiba 2x0 Ypiranga-RS Couto PereiraCuritiba
21h00Vitória 0x0 Botafogo-PB BarradãoSalvador


Libertadores 2011

24/02/2011 Grupo 8
19h15Independiente 3x0 Peñarol Libertadores de AméricaAvellaneda


24/02/2011 Grupo 3
21h30Argentinos Juniors 3x1 América - MEX Diego Armando MaradonaBuenos Aires


24/02/2011 Grupo 2
23h45Junior de Barranquilla 2x1 Grêmio MetropolitanoBarranquilla

Liga Europa 2011

22/02/2011
14h00CSKA Moscow 1 x 1 PAOK Arena KhimkiMoscouLer o relato do jogo CSKA Moscow 1 x 1 PAOK
23/02/2011
14h00Porto 0 x 1 Sevilla O DragãoPortoLer o relato do jogo Porto 0 x 1 Sevilla


24/02/2011
15h00Liverpool 1x0 Sparta Praga AnfieldLiverpool
15h00PSV 3x1 Lille PSV StadiumEindhoven
15h00Spartak Moscow 1x1 Basel LuzhnikiMoscou
15h00Bayer Leverkusen 2x0 Metalist BayArenaLeverkusen
15h00Sporting 2x2 Rangers José AlvaladeLisboa
15h00Zenit 3x1 Young Boys PetrovskySão Petersburgo
17h05PSG 0x0 BATE Borisov Parc des PrincesParis
17h05Dynamo de Kiev 4x0 Besiktas Valery LobanovskiyKiev
17h05Ajax 2x0 Anderlecht Amsterdam ArenaAmsterdã
17h05Manchester City 3x0 Aris Cidade de ManchesterManchester
17h05Twente 2x2 Rubin Kazan De Grolsch VesteEnschede
17h05Villarreal 2x1 Napoli El MadrigalVillarreal
17h05Braga 2x0 Lech Municipal de BragaBraga
17h05Stuttgart 0x2 Benfica Mercedes-Benz-ArenaStuttgart

Pennetta saca mal e leva ‘pneu’ de Wozniacki

Divulgação
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Wozniacki anotou 6 quebras em 15 oportunidades

Doha (Catar) - Irreconhecível no saque, a italiana Flavia Pennetta não foi páreo para a dinamarquesa Caroline Wozniacki, que depois de perder dois dos três primeiros games, venceu os 11 seguintes para garantir sua vaga nas semifinais do Premier de Doha, com vitória sossegada, parciais de 6/2 e 6/0, em 1h22 de confronto.
Na semi, a número 1 do mundo, que entrou em quadra vestida com a camisa do Liverpool, seu time do coração, vai encarar a francesa Marion Bartoli, que mais cedo passou pela quali chinesa Shuai Peng, com duplo 6/2, em 71 minutos. Em cinco duelos entre as duas semifinalistas, Wozniacki venceu três, mas a francesa levou a melhor nos dois últimos encontros.
Embora tenha anotado a primeira quebra do jogo, logo no terceiro game, Pennetta não soube aproveitar o bom momento e na sequência, depois de sofrer bastante no serviço, acabou tendo a quebra devolvida. Para piorar a situação da italiana, Wozniacki entrou de vez no jogo e superou mais duas vezes o saque da rival antes de fechar o set inicial com certa facilidade.
A dificuldade de confirmar os saques encontrada pela italiana deu-se principalmente por conta do péssimo aproveitamento no segundo serviço, com o qual faturou apenas sete das 26 bolas disputadas. Tentando ser agressiva, Pennetta forçou de mais as bolas, desperdiçando 14 pontos em erros não forçados, contra apenas cinco de Wozniacki, que anotou apenas dois winners a menos do que os 21 da atleta de Brindisi.
No segundo set, Pennetta encontrou ainda mais dificuldades para assegurar os games de serviço e acabou levando um “pneu” da número 1 do mundo, que aproveitou três das sete oportunidades de quebra para sacramentar a vitória. O fraco desempenho da italiana no saques fez com que os pontos disputados quando ela colocava a bola em quadra (90) fossem mais do que o dobro dos jogados nos serviços de Wozniacki (44).

Direção do Clube dos 13 culpa Globo pelo racha na entidade

As câmeras das TVs Record e Globo chamavam a atenção de quem passava pelo prédio de número 1254 da movimentada Rua Pedroso Alvarenga, no paulistano bairro de Itaim Bibi, terça-feira (22). Enquanto caminhavam, duas mulheres debatiam o motivo da presença dos jornalistas: "É que aí tem um cardiologista muito famoso..."
Na verdade, o assunto ali nada tinha a ver com coração. Mas se tratava do órgão que ajuda a manter vivos os mais poderosos times do futebol brasileiro, irrigando para eles algo vital. No 11º e último andar do edifício, o Clube dos 13 finalizava o edital de concorrência para a transmissão televisiva dos jogos dos três próximos Campeonatos Brasileiros. O dinheiro gerado pela televisão é a principal fonte de renda das equipes.
Apesar da paixão do país pelo esporte que o consagrou, o tema naquele local, definitivamente, não era cardíaco. "Temos que parar de fazer papel de bobo, o assunto aqui é muito dinheiro. Vamos parar de fantasiar", disparou o presidente do Atlético Mineiro, Alexandre Kalil, nesta quarta-feira (23), em entrevista coletiva. Pouco antes, o Corinthians confirmava sua desfiliação do Clube dos 13. Flamengo, Fluminense, Vasco e Botafogo avisavam que negociarão à parte com as emissoras de TV.
Membro da comissão que produziu o edital, Kalil se exasperou com a dissidência:- A própria presidenta do Flamengo (Patrícia Amorim) disse pessoalmente que o trabalho da comissão era impressionantemente brilhante e bem feito. E o próprio Botafogo (representado pelo presidente Mauricio Assumpção), até o último dia, ontem, votou e opinou, teve voto e aprovou tudo o que está aqui dentro.
A proposta aprovada pelo Clube dos 13 prevê lance mínimo de R$ 500 milhões só das TVs abertas, com 10% de vantagem para a Globo.
- Ainda faltam ser licitados TV paga, pay-per-view, placas de publicidade, telefonia, internet e direito (de transmissão) internacional, que, pelos nossos cálculos, se aproximará de R$ 800 milhões. Estamos falando de um contrato anual de R$ 1,3 bilhão para os clubes. Em três anos, R$ 3,9 bilhões. Colocando na praça esses valores, já temos a informação de que esse é o mínimo que vai chegar para nós. É só cada um explicar por que não quer participar disso - detalhou Kalil.
A saída do quarteto carioca e do Corinthians apaga essas cifras. "Destrói o produto", lamenta Kalil, admitindo que seria necessário reformular o edital de licitação.
Há, dentro do Clube dos 13, embora nem sempre dita claramente, a avaliação de que a Globo tem interesse em impedir que se alcancem os valores propostos.
- A impressão é que a emissora começou a fazer um trabalho nesses clubes. Alguns, pela primeira vez, estão recebendo adiantamento da Globo. Temos que evitar, de todas as maneiras, essa cisão - esclareceu o diretor-executivo do Clube dos 13, Ataíde Gil Guerreiro.
- O caso preocupante é que temos uma conta para acertar. Espero que os clubes do Rio venham nos ajudar porque não temos uma alternativa hoje para buscar dinheiro que não seja o Clube dos 13 - afirmou Kalil. - As partes que antigamente ajudavam agora não podem ajudar. O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica, do Ministério da Justiça), o Ministério Público Federal e tudo que agrega esse grande contrato não vão aceitar que uma rede de televisão, seja ela uma das três interessadas (nos direitos de transmissão), vá dar dinheiro antecipado para clube - lembrou o presidente atleticano, aludindo a uma multa de R$ 2 bilhões estabelecida pelo Cade para descumprimento das regras.
Consultada por Terra Magazine, a Central Globo de Comunicação informou que "a TV Globo só vai se pronunciar sobre a renovação dos direitos do Campeonato Brasileiro após a publicação do edital". A assessoria de comunicação da Record deu resposta idêntica.
"O Andres (Sanchez) quer negociar, separado, o que é legítimo. Não é legítimo os interessados intervirem no processo", insinuou Kalil, sem nomear personagens nem confirmar se aludia à Globo. "Não tenho preferência. No empate, (prefiro) a Globo, que tem 25 anos de futebol", admitiu.
Questionado se a postura corintiana teria relação com interesses da Confederação Brasileira de Futebol ou os bastidores da construção do estádio em Itaquera, Kalil alegou não saber.
A grana de cada um
A abertura dos envelopes com as propostas de Globo, Record e Rede TV! está agendada para 11 de março. Se houver definição da transmissão pela TV aberta, será criado um edital para concorrência nas demais plataformas, como canais pagos e internet.
- A situação de todos os clubes hoje é igual, é difícil. Estamos enxergando, neste edital de licitação, a completa redenção dos clubes de futebol. São números reais - insistiu Alexandre Kalil.
Ele apresentou a elevação das cotas somente de TV aberta de cada membro do Clube dos 13 descrita na nova proposta. Flamengo, Corinthians, São Paulo, Palmeiras e Vasco pulariam de R$ 16,8 milhões para R$ 42 milhões por ano, cada um, recebendo R$ 25 milhões antecipadamente.
O Santos, de R$ 14,4 milhões, passaria a R$ 36 milhões, com R$ 20 milhões antecipáveis. Em vez dos atuais R$ 12 milhões, Fluminense, Botafogo, Grêmio, Internacional, Cruzeiro e Atlético Mineiro embolsariam R$ 30 milhões, com adiantamento de R$ 18 milhões.
Bahia, Vitória, Atlético Paranaense, Coritiba, Goiás, Guarani, Sport e Portuguesa evoluiriam de R$ 9,2 milhões para R$ 24 milhões, com antecipação de R$ 14 milhões.
- Estamos quebrados. Os clubes do Rio não têm cota de TV para receber até setembro. E devem, juntos, R$ 60 milhões - revelou Kalil, citando a cobrança da dívida em caso de desligamento.
>> Clube dos 13 tenta seduzir dissidentes com oferta bilionária 

Zico: "A decisão está sendo puramente política

Zico, na época em que treinava o CSKA Moscou

O noticiário esportivo brasileiro foi tomado, nos últimos dias, pela cobertura política. Copa União, campeão brasileiro de 1987, Taça das Bolinhas, Confederação Brasileira de Futebol, São Paulo, Flamengo, Clube dos 13, direitos de televisão... tudo, menos bola rolando, tem ganho destaque.
Nesse contexto, uma voz merece ser ouvida. Afinal, há 24 anos, Zico era o maior destaque do Flamengo campeão nacional, e passadas mais de duas décadas do início de uma das novelas mais chatas da história do futebol brasileiro, os últimos capítulos estão sendo escritos. Com um desfecho imprevisível.
Zico é bem claro: "Não me sinto mais campeão por uma canetada". Também não poupa a presidente rubro-negra Patrícia Amorim, nova aliada de Ricardo Teixeira: "Não aprovo isso". E sabe muito bem que toda história envolvendo o título do Flamengo voltou à tona por pura politicagem.
Mas a entrevista não se preocupa apenas em mexer com a podridão do nosso futebol. Zico relembra também seu período no futebol europeu, como jogador e treinador. Até porque, voltou a comentar futebol na televisão, agora pelo Esporte Interativo, e estreou justamente na Liga dos Campeões desta semana. Confira abaixo.
Não acha que Flamengo e São Paulo estão fazendo o papel desejado pela CBF em toda essa história da disputa da taça de Bolinhas? Ou seja, criando uma confusão política com o Clube dos 13?
O Flamengo não porque está reivindicando uma coisa que que ganhou em campo. Foi acordado pelos clubes a disputa naquele formato. O Sport entrou de penetra nessa história, e deveria reconhecer que os adversários que ele enfrentou não foram de primeira divisão. Até porque todo mundo ia querer ir para a final por esse caminho então, contra adversários mais fracos. Só que a decisão agora está sendo puramente política. Eu sempre me senti campeão brasileiro, não me sinto mais agora por causa de uma canetada. Pra mim não muda nada. O problema é que os clubes, também, puxam sempre para o seu lado, não se preocupam com o futebol brasileiro.
A presidente Patrícia Amorim, agora, está ao lado da CBF na batalha pelo troféu. Não acha conveniente demais se aliar ao poder agora, sendo que antes sempre foi extremamente crítica ao presidente Ricardo Teixeira? De repente ficou amiguinha do dirigente.
Lógico. Também não concordo com isso. Antes votou contra e agora está a favor.
E sobre essa ideia de alguns clubes em buscar as negociações dos direitos de TV de forma individual? Como você vê isso? Não seria melhor eles se unirem?
Não veria nada demais. Acho que não se pode igualar coisas desiguais. Não dá para dar a mesma coisa a um time que aparece dez vezes na televisão e outro que não aparece. O Flamengo sempre esteve presente na união dos clubes, mas cansou de ser o trem pagador. Acho que é justo isso, tem que pleitear, assim como o Corinthians. É preciso discutir.
Mudando de assunto e indo para o futebol europeu. Você começou a comentar a Liga dos Campeões agora e tem um bom histórico como treinador na competição, tendo levado o Fenerbahçe às quartas de final e o Olympiacos às oitavas. Quais são os favoritos para você nesta temporada?
Os mesmos de sempre, os clubes ingleses e espanhóis. Acho que os ingleses conseguirão fazer frente aos espanhóis, só que não posso descartar os italianos, Internazionale e Milan, também. Mas eu aposto no Chelsea. O Carlo Ancelotti na Champions é muito bom.
E o Real Madrid de José Mourinho, o que você achou do empate com o Lyon?
Foi um primeiro tempo muito fraco. Na Liga dos Campeões o time da casa sempre se impõe mais, mas o Lyon respeitou demais o Real, que ficou na dele, esperando. Quando viu que o adversário não era tão bravo, foi para cima e fez 1 a 0. Cedeu o empate no final, é verdade, mas saiu em vantagem. Até porque pelo menos marcaram um gol na França, algo que ainda não tinham conseguido. Não vou dizer que vai levar a vaga, porque no futebol não dá para afirmar isso, mas tem mais chances.
Sobre sua carreira como treinador na Europa: espera voltar ainda a comandar algum clube por lá ou visa mais um cargo administrativo?
Administrativo não, só no campo mesmo. Tive alguns convites, mas nenhum que me seduziu. Até porque não pretendo ir para um lugar onde não haja condições de investimentos.
Pode revelar esses convites?
Não, prefiro não dizer.
Por que você acha que não conseguiu permanecer por mais tempo no CSKA Moscou?
Certos donos, por vaidade, fazem do time de futebol seu brinquedinho. Porque pagam, fazem o que querem. No CSKA fiquei por três meses e conquistei dois títulos, a Copa da Rússia e a Supercopa. Estávamos em segundo, mas acho que coloquei alguns jogadores que o presidente [Evgeni Giner] não queria, não sei. Ele então vendeu meus dois principais jogadores, o Vagner Love e o Yuri Zhirkov. Daí fiquei sem ataque. Ainda tentei dar algumas chances a outro brasileiro do elenco, o Ricardo Jesus, mas ele se desentendeu com o presidente também e saiu.
E o que aconteceu no Olympiacos?
Já no Olympiacos não deu para entender nada. Coseguimos a classificação na Champions, o que não é muito comum no clube, e também ganhamos do Panathinaikos. Mas aí então perdemos dois jogos seguidos, com duas falhas clamorosas do goleiro [Antonios Nikopolidis]. Eu não tinha tantos problemas com o presidente [Sokratis Kokkalis ], até porque ele falava italiano. O problema mesmo foi com os jogadores gregos, eles não queriam trabalhar. Bati de frente com o goleiro. Ele trabalhava as fofocas com o preparados de goleiros e os dois levavam para o presidente. Não saí por causa de um péssimo campeonato. Coloquei alguns jovens para jogar, contribuí com algumas coisas, mas você sempre é um estrangeiro... De qualquer modo, por resultados, não decepcionei.
Já o período no Fenerbahçe foi muito bom. Por que não quis continuar no clube?
Queriam mandar minha comissão técnica embora, interferir na minha forma de trabalho. Como não podiam me mandar emboram fizeram isso, atingiram as pessoas que trabalhavam comigo. Uma coisa é ser técnico e outra é ser manager. Não me preocupo com as contratações que o clube faz, trabalho com o que colocarem à minha disposição. Não quero ficar sabendo de transferências. Lá queriam que eu fizesse as duas coisas, e isso não é comigo. Que me passagem em dobro então (risos)!
Sobre sua carreira como jogador na Europa. Acha que poderia ter ficado mais tempo no continente? Ou mesmo tentado uma transferência para um clube maior do que a Udinese?
Com a realidade que temos hoje, é muito fácil falar isso. Naquela época havia o passe, e o clube era seu dono. Hoje em dia, com o que acontece, seria muito fácil, mas antes era muito diferente. No final do meu primeiro ano Roma, Inter e Napoli queriam me levar, mas o presidente da Udinese falou que não ia vender. Ele me disse ainda que ia reforçar o time, só que aí o diretor de futebol foi embora e o time enfraqueceu muito. Eu não ia brigar com ninguém para sair, me pagavam em dia, eram corretos. Tinha que lutar em campo para melhorar a situação. No primeiro ano nosso time era muito bom, jovem, depois saiu todo mundo. Quando nosso diretor saiu, estávamos em terceiro, mas aí o bicho pegou. O cara que chegou não entendia porra nenhuma de futebol.
E sobre o seu "duelo" com o Michel Platini pela artilharia - na temporada 1983/84, foi vice-artilheiro da Serie A com 19 gols, um a menos que o meia francês, da Juventus?
Não foi um duelo, isso foi coisa da imprensa. Ele levou vantagem porque disputou mais jogos e atuava no time campeão. Mas era um grande jogador.
Mudando para a Seleção Brasileira, como você avalia o trabalho do técnico Mano Menezes até agora? Teme que as derrotas para Argentina e França coloquem pressão sobre o treinador, principalmente pensando na Copa América?
Espero que essas derrotas não atrapalhem, até porque foram resultados normais. Agora é um período de observação, e o Mano já sabe os jogadores com quem pode contar. Acho que até 2012 ele precisa ter o time definido já, mesmo porque não vai participar das eliminatórias. E testar um jogador não é só colocar ele para jogar. Precisa ver como ele se sente no ambiente da Seleção.
Antes de 2012, porém, há a Copa América. Será que uma eventual derrota para a Argentina, por exemplo, que jogará em casa, não vai aumentar demais a pressão sobre o treinador?
Depende de como a derrota acontecer. Não é questão de perder. A Seleção ganhou tudo que disputou e não fez nada na Copa de 2010. É melhor perder as competições anteriores e ganhar a Copa. O trabalho todo tem que, obviamente, focar 2014.
Que análise você faz do Ronaldinho Gaúcho no Flamengo até agora?
Espero que ele possa retribuir todo esforço que foi feito para trazer ele, a recepção da torcida. Ele teve uma melhora já, e não dá para esperar o Ronaldinho de cinco anos atrás. Ele vai ter um grau de dificuldade maior, todos vão marcá-lo. Ele não pode se enervar e terá que jogar de outra forma.
Ele tem condições de ser o principal jogador do futebol brasileiro?
Tem condições, ele é jovem. Na idade dele eu estava sendo artilheiro na Itália. A atividade dele primeira tem que ser o futebol, nos treinos ele tem que puxar a fila. Claro que ele não está impedido de fazer nada também, até porque ninguém é de ferro. Mas a atividade dele tem que ser o futebol.
Após sua passagem pelo Flamengo, espera voltar ainda ao clube? Ou para isso seria preciso trocar a direção?
Não, não. Não pretendo voltar.