quinta-feira, 2 de julho de 2015

100% em casa, Sport bate Inter com dois de André e dispara na liderança do Brasileiro


 
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Confira os gols da vitória por 3 a 0 do Sport sobre o Internacional
A liderança do Campeonato Brasileiro tem dono por mais uma rodada. E com sotaque nordestino. Jogando na Ilha do Retiro, o Sport bateu o Internacional por 3 a 0 nesta quarta-feira, com dois gols de André, e disparou na ponta após a décima rodada da competição.
O clube agora chega aos 22 pontos e garante, pelo menos, dois de vantagem para o ‘pelotão' que vem em segundo: Atlético-MG, São Paulo, Fluminense e Grêmio. O Internacional, que poupou pensando na Libertadores e ainda sofreu com diversos desfalques, estacionou na modesta décima colocação, com 13 pontos.
O Sport ainda manteve o 100% de aproveitamento em casa. Seis jogos e seis vitórias. O clube pernambucano, de quebra, chegou à marca de 12 jogos invicto, a melhor desde abril de 2013. O Internacional, por outro lado, segue sem vencer longe de seu estádio - três empates e três derrotas.
O Sport abriu o placar ainda aos 10 minutos do primeiro tempo. Maikon Leite invadiu a área e foi derrubado por Alan Costa: pênalti. Na cobrança, André deslocou Muriel e marcou o primeiro do líder do torneio.
Aos 30, Marlone, que fazia seu primeiro jogo na Ilha do Retiro, aproveitou cruzamento de Maikon Leite e, de primeira, marcou um golaço. Seis minutos depois, Régis achou André na entrada da área, e o centroavante chutou na saída do goleiro para fazer seu segundo na partida.
Aguirre se ‘dobrou' para montar a equipe do Internacional com 14 desfalques e ainda poupou nomes importantes como D'Alessandro, Rodrigo Dourado e Lisandro López. O Sport não contou com Diego Souza e Wendel, suspensos.
O Sport voltará a campo no próximo domingo para enfrentar o Avaí, em Santa Catarina, em jogo marcado para as 11h. No mesmo dia, o Internacional repetirá o duelo das oitavas de final da Libertadores e pegará o Atlético Mineiro, dentro de casa, às 18h30.
O jogo
Dando a falsa impressão de que faria frente ao Sport, o Inter criou a primeira chance de gol logo a um minuto. Após boa jogada coletiva, Jorge Henrique cruzou e Rafael Moura bateu com perigo para fora.
Aos sete, Valdívia chutou bem de fora da área, mas por cima. No minuto seguinte, porém, o bom jogo colorado ruiria: André roubou bola após erro de Nico Freitas e tocou para Régis, que foi derrubado na área. Pênalti, convertido por André: 1 a 0.
A partir do gol, só deu Sport. Aos 18, André quase ampliou após escanteio levantado na área. A seguir, Rithely arriscou de longe e Muriel salvou com a ponta dos dedos. Aos 25, Maikon Leite recebeu de André, invadiu a área e bateu cruzado, com perigo. No minuto seguinte, o mesmo Maikon Leite cruzou para Régis, que chutou em cima da Alan Costa.
Aos 30, enfim, o segundo gol: Marlone aproveitou rebote de escanteio e mandou de primeira, da entrada da área, acertando um belo chute. Sem diminuir o ritmo, o Sport fez o terceiro aos 35: Régis fez boa jogada e deu ótimo passe para André, que tocou na saída de Muriel.
O Internacional teve uma ótima chance para diminuir o placar no começo do segundo tempo, mas Danilo Fernandes fez duas grandes defesas em tentativas de Rafael Moura e Nilmar.
Foi um lance isolado: sem forças para reagir, o Colorado não levou perigo ao Sport, que apenas administrou o resultado. O segundo tempo teve ritmo muito menos intenso que o primeiro.
Somente aos 23 o time gaúcho teria nova chegada, quando Danilo Fernandes saiu nos pés de Rafael Moura.
Aos 31, Alisson Farias quase marcou após receber bom lançamento na área. O Sport, porém, teve a melhor chance da etapa final, aos 39, mas Samuel perdeu grande oportunidade na área. No final, Léo, entrou duro em Renê e foi expulso.
FICHA TÉCNICA:
SPORT 3 x 0 INTERNACIONAL
Local: Estádio da Ilha do Retiro, em Recife (PE)
Data: 1º de julho de 2015, quarta-feira
Horário: 19h30 (de Brasília) 
Árbitro: Péricles Bassols Cortez (Fifa-RJ) 
Assistentes: Rodrigo Henrique Corrêa (Fifa-RJ) e Luiz Cláudio Regazone (Asp. Fifa-RJ)
Cartões amarelos: Régis e André (Sport); Alan Costa e Geferson (Internacional)
Cartões vermelhos: Léo (Internacional)
GOLS: 
SPORT: André, de pênalti, aos 9 e aos 35, e Marlone, aos 30 minutos do primeiro tempo
SPORT: Danilo Fernandes; Samuel Xavier, Matheus Ferraz, Durval e Renê; Rithely, Rodrigo Mancha e Régis (Samuel); Maikon Leite (Neto Moura), André e Marlone (Danilo)
Técnico: Eduardo Baptista
INTERNACIONAL: Muriel; Léo, Nilton, Alan Costa e Geferson; Nico Freitas, Wellington (Rodrigo Dourado), Valdívia (Vitinho) e Jorge Henrique; Nilmar (Alisson Farias) e Rafael Moura
Técnico: Diego Aguirre

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Amistosos

22h30




HondurasHON
MéxicoMEX

Brasileirão

22h00



Atlético-PRCAP
São PauloSPA

Brasileirão

22h00



JoinvilleJEC
FlamengoFLA

Brasileirão

22h00


GrêmioGRE
CruzeiroCRU

Brasileirão

21h00



PalmeirasPAL
ChapecoenseCHA

Brasileirão

21h00




Atlético-MGCAM
CoritibaCTB

Copa do Mundo feminina

20h00



JapãoJAP
Inglaterra (F)ING

Brasileirão

19h30




SPT   3X0   INT

Brasileirão

19h30



VascoVAS
AvaíAVA

EUA batem Alemanha e vão à segunda final consecutiva da Copa do Mundo

GETTY
Seleção norte-americana passou pela Alemanha e está na final
Seleção norte-americana passou pela Alemanha e está na final
Os Estados Unidos estão na final da Copa do Mundo feminina, que acontece no Canadá. Nesta terça-feira, a equipe norte-americana bateu a Alemanha por 2 a 0 e buscará o tricampeonato depois de perder a última decisão.
Em Montreal, a seleção alemã teve a chance de abrir o placar aos 15 minutos do segundo tempo, mas Sasic cobrou o pênalti para fora. Pouco tempo depois, a bola "puniu", e Lloyd fez para os EUA também em cobrança de pênalti.
Mais tarde, aos 30 minutos, O'Hara, que havia entrado no lugar de Heath, fez o segundo para as norte-americanas e deu mais tranquilidade até o apito final.
Os Estados Unidos chegam à segunda final consecutiva depois de perderem a decisão de 2011 para o Japão. A equipe norte-americana é a maior vencedora de Copas do Mundo com dois títulos conquistados. O último, porém, aconteceu em 1999.
O adversário na final do próximo domingo saíra na quarta-feira, quando o atual campeão Japão encara a Inglaterra, em Edmonton. Já a Alemanha disputa o terceiro lugar no sábado.

Chile x Argentina: fim de seca histórica ou de jejum de 22 anos sem títulos

REUTERS
Final da Copa América entre Chile e Argentina acabará com o jejum de um deles
Final da Copa América entre Chile e Argentina acabará com o jejum de um deles
No próximo sábado, às 17h (de Brasília), o Estádio Nacional de Santiago receberá a final da Copa América com Chile e Argentina tentando tirar um peso.
De um lado, os chilenos terão a melhor chance de encerrar a incômoda seca de títulos em seus 105 anos de história. A Roja já foi quatro vezes vice-campeã continental (1955, 1956, 1979 e 1987), mas agora joga em casa com sua melhor geração em décadas.
Claudio Bravo, Mauricio Isla, Gary Medel, Arturo Vidal, Charles Aranguiz, Jorge Valdivia, Alexis Sánchez e Eduardo Vargas formam a espinha dorsal do time de Jorge Sampaoli, e os torcedores sentem que o momento chegou.
Se antes os jogadores reclamavam da falta de apoio, hoje a situação mudou, e o Chile ouve as vozes de todo um país mobilizado por um só objetivo.
E o histórico da Copa América joga em favor dos mandantes: das 22 vezes nas quais o país-sede foi à final ou chegou à última rodada com chances de título, em 19 o time da casa saiu campeão.
Do outro lado surge a Argentina. Bicampeã mundial, 14 taças continentais, mas que não celebra uma conquista há 22 anos. A última delas exatamente na edição do torneio sul-americano de 1993, com Gabriel Batistuta em destaque e vitória por 2 a 1 sobre o convidado México na final em Quito.
Desde então, a seleção albiceleste disputou uma final de Copa do Mundo (2014), uma da Copa das Confederações (2005) e outras duas da Copa América (2004 e 2007), terminando como vice em todas - derrota para a Alemanha no ano passado e quedas para o Brasil nas outras três decisões.
A equipe comandada por Gerardo Martino também é formidável, com jogadores do calibre de Javier Mascherano, Ángel di María, Javier Pastore, Carlitos Tevez, Sergio Aguero, Gonzalo Higuaín... e Lionel Messi. O camisa 10 tão contestado em sua própria casa, que está progredindo a cada campeonato com a seleção.
E tem um dado que não é bom para os chilenos: dos 14 títulos continentais da Argentina, oito foram conquistados fora de casa, quatro deles no Chile.
Uma final com ingredientes saborosos para qualquer fã de futebol

Dupla Messi-Pastore dá show, Argentina faz 6 a 1 no Paraguai e se garante na final

GETTY
Messi e Pastore brilharam na vitória da Argentina sobre o Paraguai
Messi e Pastore brilharam na vitória da Argentina sobre o Paraguai
"É terrível o que está me custando para marcar um gol", desabafou Lionel Messi recentemente. Nesta Copa América, em especial, o craque não tem conseguido fazer o que mais sabe, balançar as redes, e se surpreende com isso. Ele se vira, ainda assim, com outra de suas facetas: as assistências. Foram duas na goleada de 6 a 1 sobre o Paraguai, nesta terça-feira, no Estádio Municipal, em Concepción, suficientes para encaminhar a classificação argentina para a decisão.
Fora o show.
A briga pelo título acontece no próximo sábado, contra o Chile, às 17h (de Brasília), no Estádio Nacional, em Santiago.
Messi, que vinha pendurado, passou 'ileso' à arbitragem do brasileiro Sandro Meira Ricci e é presença mais do que confirmada no clássico.
Mais um motivo para preocupação dos donos da casa.
Um em dois, na verdade.
Falar em Messi em gramados chilenos é falar ao mesmo tempo de Javier Pastore, o seu melhor 'sócio' em campo e possivelmente uma das das melhores sacadas de Tata Martino. Juntos, os dois mantêm uma sintonia que empurra a Argentina em sua caminhada para pôr fim a uma seca de 22 anos sem título com o seu time principal.
Desde a Copa América de 1993.
Faz tempo.
Até por isso, não dá para fazer hora: em cobrança de falta de Messi, Rojo pegou a sobra na área e, no chão, chutou com a perna esquerda para abrir o placar aos 14 minutos. Os paraguaios, que vinham bem em campo, sumiram, então, da partida.
GETTY
Argentina atropelou o Paraguai na semifinal
Argentina atropelou o Paraguai na semifinal
Messi, não: fez excelente jogada pelo meio e enfiou para Pastore, sozinho, bater cruzado e amplicar aos 26.
Estava fácil, fácil até demais e os argentinos relaxaram. Quase se complicaram.
O novo reforço palmeirense Lucas Barrios, que entrou no lugar de Roque Santa Cruz, lesionado, aproveitou saída de bola equivocada da defesa adversária e passe de cabeça de Haedo Valdez para descontar com forte finalização da entrada da área, aos 42. Romero ainda tocou na bola. Antes da ida para o intervalo, Bobadilla, que substituiu Derlis González, também contundido, teve excelente chance e mandou por cima.
A reação paraguaia ficou nisso.
Na volta dos vestiários, logo no primeiro minuto, os argentinos puxaram contra-ataque e Pastore abriu para Di María, na esquerda, superar Justo Villar e praticamente sacramentar o resultado.
O golpe de misericórdia veio aos seis, em lindo lance de Messi, que deixa a marcação 'na saudade' e entrega para Pastore fazer outro. O meia do Paris Saint-Germain bateu em cima de Villar. Di María pegou o rebote com o gol vazio e acabou com qualquer esperança do outro lado. Ele ainda cruzou aos 34 para Sergio Aguero fazer o quinto. Higuain também fez o seu em seguida.
O público foi de 20.205 mil pessoas no Estádio Municiapl.
Com gastroenterite, Ezequiel Garay foi desfalque entre os comandados de Martino e viu o experiente Martin Demichelis substitui-lo.
Os paraguaios ficarão sem caminhonete como 'prêmio de consolação' dessa vez. O país enfrenta o Peru na disputa do terceiro lugar, também em Concepción, na próxima sexta-feira.
A rivalidade entre Argentina e Chile, por sua vez, terá outro capítulo no sábado.