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Léo Moura, do Fort Lauderdale Strikers, não vai mais para o Vasco
Horas depois de ser anunciado como reforço do Vasco pelo presidente Eurico Miranda, o lateral direito Léo Moura desistiu do negócio e não será mais contratado pelo clube. A decisão do jogador de 35 anos, ídolo do Flamengo e que está no Fort Lauderlade, dos Estados Unidos, irritou os dirigentes cruz-maltinos.
Em rápido contato por telefone com a reportagem do ESPN.com.br, Eurico confirmou a informação. Em entrevista coletiva na manhã desta segunda-feira, em São Januário, o dirigente também tinha confirmado as contratações de Léo Moura e do atacante Herrera, além da chegada do técnico Celso Roth.
Logo depois de ficarem sabendo que Léo Moura reforçaria o rival Vasco, diversos torcedores flamenguistas postaram mensagem nas redes sociais xingando o lateral. A repercussão negativa na internet pesou para o jogador volotar atrás.
Os torcedores do Palmeiras podem me xingar. Não estou nem aí. Mas eu falo a verdade e isso deve incomodar muita gente da diretoria. Vejam o caso da suposta renovação do meia Valdívia. Estaria marcada uma reunião do pai do jogador, seu procurador, com a direção do clube para tentar validar o vínculo do chileno por mais um período. O problema é que uma das exigência seria a não participação no negócio do executivo de futebol Alexandre Mattos.
Aí fiquei pensando: como assim? O Mattos não é o homem-forte do futebol do clube? Não é o cara que manda prender e soltar dentro do Palmeiras? Então como pode a direção excluí-lo do processo de renovação do principal jogador do time? Esperem um pouco, tem algo errado aí. Se o presidente vai assinar contra a vontade do diretor é porque a opinião do cara não vale de nada. Esse é o ponto! Afinal ele foi contratado porque teoricamente manja de bola. Se não quer o Valdívia lá é porque ele acha que o gringo não serve mais para o time. Simples assim.
Só que a partir do momento em que o Paulo Nobre usa de sua autonomia política para atropelar a decisão do executivo é porque desandou de vez essa sintonia. E não estou nem julgando qual decisão é a mais acertada. Não é isso. Só estou achando esquisita essa relação entre o presidente e a direção de futebol. Ou dá condições para o cara trabalhar ou se assume logo dono do Palmeiras.
E o Brasil avançou na Copa América. No fim com zagueiros espalhados em diferentes posições, é verdade, mas com o óbvio objetivo de deter o poderoso ataque venezuelano. É a cultura do sofrimento do técnico Dunga: "Temos condição e equipe para vencer. Mas vamos sofrer em todas as competições", disse ele na véspera do triunfo por 2 a 1.
Duro perceber o conformismo de tantos, discutindo a sobrevivência do time na competição. Passar adianta num torneio do nível técnico da Copa América é mera formalidade. Como deve ser para o time do Brasil em qualquer competição. Ou alguém acharia normal sair na primeira fase, mesmo que fosse uma Copa do Mundo?
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Robinho jogou na vaga de Neymar e foi substituído pelo zagueiro Marquinhos: cautela
A sobrevivência do futebol brasileiro é que importa. E ele segue respirando por aparelhos quando se constata a má qualidade do que é apresentado e a falta de ambição por um jogo mais competitivo, de imposição técnica, com repertório. O resultado é o que importa dentro da filosofia vigente. E nada mais.
Um time no qual os dois volantes não finalizaram sequer uma vez nos três jogos. Isso mesmo, Fernandinho e Elias não arremataram contra as metas rivais. É mais um exemplo da forma como Dunga e outros treinadores vêem futebol, como mostramos em outros post tendo Luiz Gustavo como exemplo — clique aqui e leia.
Fernandinho e Elias ainda não chutaram ao gol na Copa América; Mauro compara números
No último campeonato inglês, o jogador do Manchester City desferiu 23 tiros em 33 pelejas marcando três vezes. Na atual temporada, em Libertadores e Série A, o coritiano soma 12 jogos, 11 finalizações e quatro gols. No ano passado, sob o comando de Mano Menezes, Elias chutou 35 em 24 partidas pelo Corinthians.
Não há dúvida que na visão do atual treinador, volantes apenas marcam e protegem as subidas dos laterais. Quando o jogo caminha para o final, a idéia será se proteger contra o adversário, jamais buscar um placar mais amplo que nocauteie o rival. Conceitos que num ou outro clube poderiam até ser tolerados. Numa seleção pós-7 a 1, não dá.
Para Mauro, classificação do Brasil à próxima fase é mera formalidade; entenda
É a propagação da cultura do sofrimento, tentiva clara de escapar da responsabilidade maior: reconstruir o time brasileiro para que jogue futebol competitivo e de bom nível. Mesmo que isso custe um tropeço aqui ou acolá. Do que valem vitórias em amistosos e números exibidos como troféus se não é possível ver um bom futuro pela frente?
Auxiliar paraguaio Rodney Aquino em jogo da Libertadores deste ano
A Associação Paraguaia de Futebol (APF) anunciou nesta segunda-feira que o árbitro Carlos Amarilla e o auxiliar Rodney Aquino estão suspensos dos campeonatos locais para que possam se defender das acusações levantadas pela TV argentina Améirca.
Aquino, por sinal, está em ação na Copa América do Chile e foi assistente do árbitro Enrique Cáceres na vitória do Brasil sobre a Venezuela por 2 a 1.
"Dentro do estabelecido no Estatuto da Associação Paraguaia de Futebol, até que sejam sanadas os supostos feitos denunciados pela mídia e, sem que isto seja considerado uma sanção ou pena que afete a dignidade das pessoas que se citam em sequência, a Comissão de Árbitros determinou que os juízes Carlos Amarilla e Rodney Aquino, em princípio, não serão levados em conta para a designação de partidas do Campeonato Clausura", explica o comunicado da APF.
No último domingo, o canal publicou escutas telefônicas feitas pela Justiça do ex-presidente da Associação de Futebol Argentino (AFA), Julio Grondona, que envolvem os dois oficiais na partida de oitavas da Libertadores de 2013 entre Corinthians e Boca Juniors.
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Carlos Amarilla, árbitro de Corinthians x Boca
Nos áudios, o ex-homem-forte do futebol sul-americano - falecido em 2014 - levanta inúmeras suspeitas de corrupção e favorecimento. "A Comissão de Árbitros da APF dece afastar Amarilla e Aquino dos próximos jogos do campeonato local, o Clausura", está escrito na nota divulgada pela associação paraguaia.
Mais cedo, Carlos Amarilla negou qualquer envolvimento com o caso. "Estou tão surpreso quanto vocês. Eu não favoreci o Boca. Estou muito tranquilo, porque quem não deve não teme", afirmou o paraguaio à rádio AM 970, de Assunção. "Sou o mais interessado em que isso se esclareça. Querem sujar meus 18 anos de carreira."
No áudio em questão, Julio Grondona - presidente da Associação do Futebol Argentino (AFA) por décadas, - aponta Amarilla como "o maior reforço do Boca". Seu interlocutor é Abel Gnecco, representante da comissão de árbitros argentina, que diz ter trabalhado pela escalação de Amarilla: "Escolhi e tudo saiu ótimo".
"As palavras desses dirigentes corruptos destroem o futebol. Metem a gente nessas coisas sujas dos dirigentes. Estamos fora disso. Todos os árbitros temos erros, mas nunca com má intenção. A mim, ninguém se aproximou, ninguém me ofereceu nada nunca. Todos sabem como sou", respondeu o paraguaio.
Ouça as escutas telefônicas em que Grondona revela interferências em jogos da Libertadores
O veterano Biguá pisou o gramado vestido como jogador do Flamengo pela última vez. Não alinharia para a vitória sobre o Botafogo, no ensolarado dia de São Sebastião do Rio de Janeiro no ano da graça de 1954. Estava ali para dar continuidade a uma das mais caras tradições flamengas. Ao se despedir dos dias de luta para subir ao panteão reservado aos puros de alma, Biguá entregaria suas velhas chuteiras a um garoto do time juvenil. Franzino, Luís Carlos da Silva Nunes tomou os calçados de couro curtido em suas mãos e, lado a lado com Biguá, deu uma volta ao redor do gramado, ouvindo o aplauso do Maracanã lotado. E aceitou missão que lhe foi confiada.
A cada jogo, Carlinhos foi conhecendo um pouco mais do Flamengo. Era a voz da razão flamenga dentro e fora de campo. Havia uma serenidade nas arquibancadas quando Carlinhos jogava. Relação de confiança, como quem entrega o filho aos cuidados de alguém que sabe ser responsável. Carlinhos sabia o que era melhor para o Flamengo, e nós sabíamos disso.
No dia em que Carlinhos recebeu as chuteiras de Biguá, distante dali, no subúrbio de Quintino, na casa de número 7 da Rua Lucinda Barbosa, um bebê era embalado por sua mãe, Dona Matilde. Dezessete anos depois, o pequeno Arthur, Arthurzico, estaria no Maracanã para receber as chuteiras de Carlinhos. Basta conhecer um pouco da nossa história para saber que a essência rubro-negra original estava ainda intocada em Valido, e muito de Valido estava em Biguá, e que Biguá passou a Carlinhos, e Carlinhos a Zico, e Zico a todos nós. Oremos: eis a alma rubro-negra em toda a sua imensidão.
Neste momento, eu gostaria apenas de dar um abraço em Júnior. De pedir para Júnior me contar, pela enésima vez, como foi a conversa que teve com Carlinhos, entre chopes, no La Mamma, na chuvosa madrugada de 20 de dezembro de 1991. A conversa que fez Júnior retroceder da decisão de abandonar o futebol, e prosseguir rumo ao pentacampeonato. Porque eu não sei quem eu seria hoje se não houvesse em mim aqueles dias de 1992, aquelas aulas de Flamengo, aquelas lições de rubro-negrismo puro. Devemos aquilo ao Maestro Júnior, e devemos o Maestro Júnior de 1992 a Carlinhos.
Esqueçam os números, a estatística, a exatidão dos dados. É do Evangelho Segundo Carlinhos: o Flamengo só perde para ele mesmo.
Contemplai, irmãos rubro-negros, nestas poucas palavras, a imensidão de nossa alma.
E hoje a Nação Rubro-Negra chora! Não pelo péssimo desempenho que vem tendo em campo ou pelas brigas políticas em ano eleitoral. Morreu no dia de hoje, Carlinhos, o Violino. A Gávea perde uma figura emblemática e o céu fica mais elegante, educado e rubro-negro. Uma figura ímpar, de um caráter excepcional e Flamengo ao extremo. Carlinhos jogou pelo Flamengo lá pelo idos dos anos 1950-1960. Considerado por muitos um dos melhores meio de campo da história do futebolbrasileiro, desfilava classe pelos gramados e justamente por isso, ganhou o apelida de Violino.
Como técnico interino, participou da campanha do título do Campeonato Brasileiro no ano de 1983. Além disso, venceu o Brasileiro de 1987 e 1992, sem contar Supercopa e Campeonato Carioca.
Fala mansa e jeito humilde, fazia da Gávea sua segunda casa. Era comum aos frequentadores doclube, cruzar com Carlinhos na sede, jogando seu baralho e tomando sua cerveja.
Hoje o Mundo Rubro-Negro fica um pouco mais pobre, contudo, conta com reforço de peso no céu a olhar por nós. Pela paixão rubro negra, Carlinhos estará sempre cuidando de nossos interesses esteja aonde estiver!
A fala era sempre mansa. Seja nas resenhas do La Mamma, restaurante ali perto da sede do Flamengo na Gávea, onde gostava de se reunir com os amigos para tomar chope e contar bobagem... Seja na Boca Maldita, cantinho no próprio clube onde notáveis se reuniam para discutir passado, presente e futuro. Seja dentro de campo, onde, com seu estilo refinado e clássico de jogar, recebeu o carinhoso apelido de Violino e fez história com a camisa rubro-negra, ao ganhar um Rio-São Paulo (1961) e dois Cariocas (1963-1965). Seja no banco de reservas, onde depois comandou por várias vezes a equipe rubro-negra como treinador, conquistando títulos importantes, como dois Campeonatos Brasileiros (1987-1992), três Cariocas (1991-1999-2000) e uma Mercosul (1999). Luís Carlos Nunes da Silva até se reservava o direito de às vezes ter mau humor. Nada que atrapalhasse sua imagem de boa-praça. E de um dos maiores ídolos da história do Flamengo, que chora a sua morte, aos 77 anos, nesta segunda-feira. O velório acontecerá nesta terça-feira, entre 10h e 14h, na Gávea.
Carlinhos Violino na Gávea em 2013 (Foto: GloboEsporte.com)
Bastaria dizer que Carlinhos recebeu, quando garoto ainda no clube e iniciando sua carreira profissional, as chuteiras do grande Biguá, um dos maiores laterais-direitos do Flamengo, tricampeão carioca em 1953-54-55 e um dos deuses da raça, que encerrava sua trajetória. Bastaria dizer também que o Violino deu suas chuteiras na despedida dos gramados em 1970 a um menino franzino, lourinho, promessa dos juvenis que se tornaria o maior jogador da história rubro-negra. Sim, Zico recebeu dele a linda homenagem. Mas não ficou só nisso a sua passagem. Carlinhos foi o oitavo que mais vestiu a camisa vermelha e preta (567 partidas). Formou um inesquecível meio-campo com Nelsinho e Gérson. Na decisão carioca de 1963, diante do Fluminense e do maior público do Maracanã em jogos entre clubes (177.020 pessoas. Oficialmente, o total de torcedores chegou a 194.603.), comandou a equipe com sua habilidade e liderança em campo no empate que deu o título.
Pela Seleção, Carlinhos só jogou uma partida. Azar da Seleção. Foi em 1964, num amistoso contra Portugal. E o Violino por pouco não foi bicampeão mundial. Dois anos antes, nos preparativos para a Copa de 1962, o então treinador canarinho, Aymoré Moreira, convocou 41 jogadores para a primeira preparação. Desses, apenas 22 foram ao Chile. Para equilibrar os convocados de Rio e São Paulo, a comissão técnica preferiu levar, como reserva de Zito, Zequinha, do Palmeiras, em vez de Carlinhos.
Há alguns anos Carlinhos sofria com problemas de saúde. A elevação da taxa de ácido úrico causou problemas de cicatrização, obrigou a amputação de um dedo do pé, gerou complicações no sistema circulatório, perda de memória e, além disso, complicações na carótida e a necessidade de colocar pontes de safena. O chope, hábito quase diário do ex-atleta, teve de ser suspenso.
Como jogador, foi um meio-campista clássico, elegante, daí o apelido de "Violino". Defendeu o Flamengo de 1958 a 1969. Como treinador, não perdeu a elegância. Raramente subia a voz para falar com os jogadores durante suas sete passagens pela Gávea. (Veja a conquista de 1992 no vídeo acima).
Tantas conquistas o fizeram ser homenageado na Gávea, local que frequentava quase diariamente mesmo quando não estava a serviço. Um busto com a imagem de Carlinhos foi construído, em 2011, ao lado de onde se reunia com amigos para jogar carteado. O local ganhou o nome de "Praça Carlinhos".
Carlinhos ao lado do busto na Gávea em 2011 (Foto: Divulgação/ Flamengo.com.br)
Um dos grandes técnicos da história do Flamengo, Carlinhos morreu nesta segunda-feira, aos 77 anos, vítima de insuficiência cardíaca. Ex-jogador do clube, ele foi o treinador que deu ao Flamengo dois títulos brasileiros em 1987 e 1992. O velório do ídolo rubro-negro será nesta terça-feira, no salão nobre da sede social do Flamengo, das 10h às 14h.
Conhecido pelo apelido de Violino pela elegância e precisão que exibia em campo, Luiz Carlos Nunes da Silva defendeu o Flamengo entre 1958 e 1969. No período, participou das conquistas dos Campeonatos Cariocas de 1963 e 1965 e do Torneio Rio-São Paulo de 1961.
Volante de técnica refinada, Carlinhos foi um dos poucos a ganhar o Prêmio Belfort Duarte, dado aos atletas que passaram a carreira inteira sem ter sido expulso de campo.
Quando estreou, recebeu as chuteiras de Biguá. Ao se aposentar, em 1969, repetiu o gesto dando o seu par de chuteiras para um jovem garoto promissor da Gávea que viria a se tornar o maior ídolo da história do clube. Tratava-se de Zico.
VIDA DEDICADA AO FLAMENGO
O Flamengo foi a vida de Carlinhos. Sua camisa foi a única que ele defendeu na carreira e, depois que se aposentou, foi um dos três times que o ex-volante treinou em um total de sete passagens pelo clube. Além do Flamengo, os únicos clubes que ele comandou em curtas passagens foram Guarani e Remo.
O clube lamentou a morte de um dos seus maiores ídolos:
“Nesta segunda-feira (22.06), a torcida do Flamengo deu adeus a um de seus maiores ídolos. Vítima de insuficiência cardíaca, Luiz Carlos Nunes da Silva, o Carlinhos Violino, morreu aos 77 anos. Um dos grandes craques e treinadores do clube, Violino recebeu o apelido pela elegância e precisão em campo, quando jogava como volante, mas a alcunha também poderia se referir à música que conduzia os times que comandou como técnico”.
Carlinhos ao lado de Romário em sua passagem pelo Flamengo em 1999 - Fernando Maia / O Globo
Foi como técnico que Carlinhos atingiu as maiores glórias pelo clube rubro-negro. Sua primeira passagem no comando da equipe foi em 1983, quando assumiu o time substituindo Paulo César Carpegiani. Acabou fazendo parte da conquista do tricampeonato brasileiro daquele ano, já que assumiu o time como interino até a chegada de Carlos Alberto Torres.
Carlinhos era extremamente hábil e muito querido pelos jogadores do Flamengo. Foi nas suas passagens como técnico que o Violino também ficaria conhecido como bombeiro, pois sabia contornar as crises e dava ao time uma nova cara.
Com carisma e serenidade, Carlinhos conduziu um Flamengo que tinha veteranos da conquista da Libertadores de 1981 como Zico, Adílio e Leandro e jovens promessas como Bebeto, Jorginho e Leonardo ao tetracampeonato brasileiro em 1987.
Depois da conquista nacional, Carlinhos também comandaria o clube no bicampeonato da Taça Guanabara de 1988-1989. Em seguida, deixou o Flamengo.
Voltaria em 1991 para mais uma vitoriosa passagem de dois anos. Foi campeão carioca e da Supercopa dos Campeões daquele ano e, no ano seguinte, conduziu o Flamengo liderado pelo veterano Júnior em campo ao pentacampeonato brasileiro em dois jogos históricos contra o Botafogo, no Maracanã.
Carlinhos ainda teria mais três passagens pelo clube. Se em 1994, não conquistou títulos, em 1999 e 2000 ajudou o Flamengo a levar mais alguns troféus para a vasta galeria rubro-negra. Foi campeão carioca de 1999 e de 2000 e da Copa Mercosul de 1999.
Para muitos, o Violino foi o maior técnico da história do clube. No total, incluindo conquistas de turnos como Taça Guanabara e Taça Rio, ele conquistou 11 títulos pelo Flamengo.
Em fevereiro de 2011, o ex-jogador foi homenageado pelo clube com a inauguração da Praça Carlinhos, que fica ao lado do ginásio do clube, na Gávea. No local, também foi instalado um busto de bronze do Violino
Foto: Divulgação Alemã também foi campeã em Charleston e Stuttgart
Birmingham (Inglaterra) - Em confronto direto por lugar no top 10 do ranking feminino, Angelique Kerber e Karolina Pliskova fizeram uma das mais equilibradas finais do ano no circuito da WTA. Ao final de 2h16 de disputa, Kerber levou a melhor com placar de 6/7 (7-5), 6/3 e 7/6 (7-4) e conquistou o Premier de Birmingham.
É o sexto título na carreira de Kerber, sendo o primeiro em quadras de grama. A canhota alemã de 27 anos havia batido na trave nos dois últimos anos, ao perder finais do torneio de Eastbourne em duas oportunidades para Tamira Paszek e Madison Keys. Ela também foi semifinalista em Wimbledon há três anos.
Na atual temporada, Kerber também conquistou os torneios Premier de Charleston (har-tru) e Stuttgart (no saibro). Caracterizada por sua regularidade, disputou 15 finais na carreira, sendo 14 nos últimos anos. No ano passado, por exemplo, ficou sem títulos ainda que tivesse decidido quatro torneios.
Já a tcheca Pliskova, de 22 anos, terá que esperar mais um pouco para entrar no top 10. Ela já jogou quatro finais este ano e ganhou uma em Praga.
Com uma quebra logo no primeiro game da partida, Kerber dominava o primeiro set, sem sequer ter o serviço ameaçado. A canhota alemã chegou a ter quatro set points no saque da adversária no nono game, mas não conseguiu aproveitá-los e sofreu a quebra na sequência. Pliskova levou a melhor no tiebreak e saiu na frente no placar.
Em bom momento, foi Pliskova quem quebrou no início da segunda parcial, mas Kerber reagiu ao marcar quatro games seguidos. A alemã atacou bastante o segundo saque da tcheca todos os seis pontos disputados nessas condições durante o set e foi sólida na hora de fechar a parcial e empatar o confronto.
Com uma queda no índice de acerto de primeiro saque, de 77% para 64%, Pliskova foi ainda mais ameaçada no terceiro set e tomou uma quebra logo cedo. Por outro lado, ela voltou a disparar aces, seis naquela parcial contra só um na anterior, e se salvou de outros quatro break points em dois games seguidos.
Kerber sacou para o jogo e enfrentou seus primeiros break points no set, salvou o primeiro com bom saque e salvaria o segundo com uma aproximação agressiva à rede para a definição, mas em lance de sorte, Pliskova aplicou um lobe e ficou viva no jogo. O tiebreak começou com quatro pontos seguidos em devolução, mas nos momentos decisivos, a experiência de Kerber falou mais alto.
Pliskova liderou a contagem de aces por 10 a 6, e a de winners por 51 a 34. Mas a diferença no número de erros não-forçados foi gritante, 42 para a tcheca contra apenas 14 da alemã.
A derrota por 2 a 0 incomodou muito as meninas, que falaram sobre a reação da torcida e sobre a atitude apática do time durante o jogo.
Falaram ainda sobre a Lei de Responsabilidade Fiscal, a estreia do Sheik e sobre o próximo jogo, contra o Vasco.
O resultado foi péssimo, mas a torcida estava lá, presente. Nossa parte continuamos fazendo e merecemos respeito! Merecemos comprometimento! Merecemos agradecimento!
Assista o programa:
Vem papear com a gente também! Nosso encontro é todo #domingo, mas durante a semana podemos conversar através das redes sociais. Mande sua ideia, crítica, sugestão. Use #Lulucast nos comentários!
---------- Mensagem encaminhada ---------- De: Bruna Lugatti Data: 21 de junho de 2015 22:25 Assunto: Lulucast #23 Para: Dani Souto
No #Lulucats 2.0 edição #23 @danisouto, @BrunaLugatti e @Cissa_Morena falam sobre a derrota do Flamengo para o Atlético-MG no Brasileirão.
A derrota por 2 a 0 incomodou muito as meninas, que falaram sobre a reação da torcida e sobre a atitude apática do time durante o jogo.
Falaram ainda sobre a Lei de Responsabilidade Fiscal, a estreia do Sheik e sobre o próximo jogo, contra o Vasco.
O resultado foi péssimo, mas a torcida estava lá, presente. Nossa parte continuamos fazendo e merecemos respeito! Merecemos comprometimento! Merecemos agradecimento!