quinta-feira, 28 de maio de 2015

Com sofrimento, Internacional arranca gol no fim, vence e vai à semi da Libertadores após cinco anos

GAZETA PRESS
Juan abriu o placar para o Internacional logo aos três minutos
Juan abriu o placar para o Internacional logo aos três minutos
O Internacional está de volta à semifinal da Libertadores após cinco anos. Mas não foi nada fácil chegar até lá. Só aos 42 minutos do segundo tempo e já com dois jogadores a mais em campo, o clube colorado conseguiu arrancar o segundo gol da vitória por 2 a 0 sobre o Santa Fé, no Beira-Rio, que sacramentou a classificação.
A vitória do Internacional veio pelo alto: Juan, logo aos três minutos de jogo, marcou de cabeça, e Mina, contra, após desvio de cabeça de Rafael Moura, fechou o placar no Beira-Rio já no fim da partida.
Com a eliminação do Cruzeiro diante do River Plate, o Internacional já sabe qual é seu adversário na semifinal. O time colorado escapou de um duelo brasileiro e, assim, a tabela da competição não sofrerá alterações, e a equipe de Diego Aguirre encarará o Tigres, do México.
Com o resultado, o Internacional volta a figurar entre as quatro melhores equipes do continente, algo que não acontecia desde 2010. E as lembranças da última presença nas semifinais são boas: naquele ano, o clube colorado acabou com o título do torneio, o segundo da sua história.
Os torcedores do Internacional ainda terminavam de recolher os bandeirões quando o time abriu o placar. Logo aos três minutos, D'Alessandro cobrou escanteio, Sasha desviou de cabeça e Juan, na pequena área, cabeceou para o gol.
O Internacional começou o segundo tempo pressionando muito, e Valdivia quase marcou ainda no início. No entanto, a motivação foi tanta que acabou culminando na expulsão de Diego Aguirre.
Se de um lado o técnico foi para o vestiário mais cedo, do outro a situação foi pior: Mosquera, autor do gol no jogo de ida, cometeu falta em Nilmar e recebeu o segundo amarelo aos 22 minutos. 15 minutos depois, foi a vez de Anchico deixar o Santa Fé com dois a menos.
GAZETA PRESS
Rafael Moura comemora o 2° gol do Inter
Rafael Moura comemora o 2° gol do Inter
Toda a pressão deu resultado aos 42 minutos do segundo tempo. D'Alessandro cobrou escanteio no primeiro pau e Rafael Moura desviou de cabeça para marcar e levar o Beira-Rio ao delírio. 2 a 0 e vaga na semifinal da Libertadores assegurada.
Após o apito final, os jogadores do Santa Fé partiram para cima do árbitro Víctor Carrillo, o acusando de assinalar erroneamente o escanteio que originou o gol do Internacional. Foi necessária a intervenção da polícia.
Para completar, as luzes do Beira-Rio se apagaram logo após o fim do jogo. Os 44.665 presentes no estádio, que bateram o recorde de público no estádio após as reformas para a Copa do Mundo, então fizeram a tradicional festa com as luzes do celular.
Aguirre surpreendeu e escalou Lisandro López e Nilmar juntos no ataque, deixando Valdivia no banco de reservas. Mas a formação inicial pensada pelo treinador durou pouco: ainda aos 15 minutos, Sasha levou um pisão no pé e deixou o campo lesionado para a entrada de Valdivia.
O próximo compromisso do Internacional será neste domingo, contra o São Paulo, pelo Campeonato Brasileiro, de novo no Beira-Rio. O clube é o 12° colocado da competição, com quatro pontos.
O Santa Fé acabou a primeira fase do Campeonato Colombiano na nona colocação e acabou eliminado prematuramente.
 
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D'Alessandro destaca esforço e dedicação do Inter e diz: 'Vitória foi merecida'
FICHA TÉCNICA:
INTERNACIONAL 2 x 0 SANTA FÉ
Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS)
Data: 27 de maio de 2015, quarta-feira
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Victor Hugo Carrillo
Assistentes: Jonny Bossio e Victor Ráez (trio peruano)
Renda: R$ 2.072.175,00
Público: 44.665
Cartões amarelos: Géferson e Aránguiz (Internacional); Páez e Pérez (Santa Fe)
Cartões vermelhos: Mosquera e Anchico (Santa Fe)
GOLS: INTERNACIONAL: Juan, aos 2 minutos do primeiro tempo; Rafael Moura, aos 42 minutos do segundo tempo
INTERNACIONAL: Alisson; William, Ernando, Juan e Géferson (Rafael Moura); Rodrigo Dourado, Aránguiz, D'Alessandro e Eduardo Sasha (Valdívia); Nilmar (Alex) e Lisandro López
Técnico: Diego Aguirre
SANTA FÉ: Castellanos; Anchico, Mina, Meza e Mosquera; Torres, Roa, Seijas e Pérez (Perlaza); Morelo (Otálvaro) e Páez (Rivera)
Técnico: Gustavo Costas
 
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'Aguirre sabe o que faz', diz Valdivia; Ernando destaca frieza da zaga do Inter

Em Allianz Parque esvaziado, Palmeiras decepciona e fica no 0 a 0 com o ASA


Assista aos melhores momentos do empate sem gols entre Palmeiras e ASA-AL
Somente 17.212 testemunhas - menor público da curta história do Allianz Parque - presenciaram um dos piores jogos do Palmeiras. Mesmo diante de um adversário de pouca expressão, a equipe de Oswaldo de Oliveira, em uma quarta-feira de pouca inspiração, ficou apenas no empate de 0 a 0 contra o ASA e perdeu uma ótima chance de largar na frente no confronto válido pela terceira fase da Copa do Brasil. Ao final, a insatisfação do público e muitas, muitas, vaias.
Diante do grande ‘fantasma' da história palmeirense na Copa do Brasil - o ASA surpreendeu o time alviverde em 2002 -, a equipe palestrina sofreu diante de um rival bem maduro em campo. Mesmo desembarcando em São Paulo com um retrospecto ruim na Série C do Brasileiro - dois empates em dois jogos -, os alagoanos seguraram o Palmeiras com maestria.
Fora a postura elogiável do ASA, um time de menor expressão e com um investimento estratosfericamente menor do que o rival paulista, o Palmeiras apresentou-se de uma maneira fria, apática e pouco empolgante. Em uma formação estática, sem movimentação, o time alviverde preocupou o torcedor, agora desconfiado, com uma postura inversa ao do empolgado com a campanha no Estadual.
Antes de pensar novamente na Copa do Brasil, o Palmeiras terá pela frente no final de semana um compromisso já considerado decisivo; não pela situação na tabela, mas pela atual conjuntura da temporada. Uma derrota no domingo para o arquirrival Corinthians, na Arena Corinthians, poderá mudar os rumos do atual vice-campeão paulista para o restante da temporada.
 
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Alex cobra 'algo diferente' do Palmeiras e vê time com dificuldade em furar bloqueios
O jogo
Oswaldo de Oliveira não se apega à nenhuma escalação, da mesma forma que insiste no esquema. O 4-2-3-1 deixou de funcionar há semanas, mas o técnico só mexe nas peças. Os escolhidos desta noite apenas foram expostos a xingamentos de torcedores raivosos pela má fase da equipe.
Quem reclamava, porém, não era de organizada. Todas as uniformizadas do Palmeiras mantiveram o protesto contra o preço dos ingressos e dos planos para sócios-torcedores e ficaram caladas ao longo de todo o primeiro tempo. O silêncio serviu de eco para que palavrões e ofensas variadas fossem ouvidas até o intervalo, a maioria endereçada ao treinador.
Para aumentar a irritação, o ASA passou os primeiros dez minutos marcando no campo de ataque. O time mandante só conseguiu passar com mais eficiência do meio-campo graças à movimentação de Alan Patrick. Apesar das claras deficiências técnicas, o meia compensava mais uma atuação apática de Valdivia, mas a esperança de toque de bola, mesmo que estimulada por um só jogador, durou pouco.
Aos 11, Alan Patrick ajeitou de calcanhar para Egídio tocar rasteiro, encontrando Cristaldo livre, quase na pequena área, e o argentino bateu tão fraco que recuou para o goleiro. Aos 13, Alan entregou para Valdivia, que lançou com precisão para Lucas cruzar da linha de fundo e Alan Patrick aparecer para cabecear firme, obrigando Pedro Henrique a fazer boa defesa. E foi só.
O palmeirense não pôde nem imaginar mais que poderia ver as redes do ASA balançadas antes do intervalo. O Palmeiras se atrapalhava com a bola e ninguém se salvava. Entre erros de passe e divididas duras, literalmente brigando pela bola, o caro e reformulando elenco se igualava em todos os critérios com um adversário que disputa a terceira divisão nacional - e só empatou na Série C até agora.
O time alagoano não tinha nenhuma qualidade nem para fazer Fernando Prass trabalhar, mas fazia o suficiente para ser o coadjuvante de uma noite raivosa para os palmeirenses. Como se esperava, o time alviverde foi para os vestiários sob intensa vaia e xingamentos, a maioria gritada com intensidade para Oswaldo de Oliveira, que teve sua saída pedida entre muitos palavrões pela maioria dos presentes.
Na volta do intervalo, as organizadas já estavam cantando, mas a equipe continuava envergonhando qualquer tradição do clube. Sobrou para Alan Patrick, substituído sob vaias por Zé Roberto, que não mudou nada no péssimo desempenho do time, assim como Leandro Pereira, escolhido para entrar no momento em que Cristaldo foi exposto a xingamentos.
O Palmeiras tinha mais vontade e, com a opção do ASA de abdicar até de contra-ataque, passou o segundo tempo inteiro no ataque. O que só fez o time acumular erros e motivos para ofensas da torcida. Aplausos foram ouvidos apenas quando Oswaldo decidiu colocar Cleiton Xavier - mesmo assim, o técnico foi chamado de "burro" por ter tirado o volante Arouca.
Diante do cansaço adversário, o Palmeiras conseguiu fazer a bola rodar a área do ASA e até fez o goleiro Pedro Henrique trabalhar um pouco. Mas o maior aliado do time alagoano era o próprio clube alviverde, incapaz de acertar e escapar de justas vaias na noite em que nada deu certo. Podia ser pior, já que Prass fez duas defesas difíceis depois dos 45 minutos.
FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 0 X 0 ASA-AL
Local: Palestra Itália, em São Paulo (SP) 
Data: 27 de maio de 2015, quarta-feira
Horário: 22 horas (de Brasília) 
Árbitro: Rodolpho Toski Marques (PR) 
Assistentes: Luciano Roggenbaum e Diego Grubba Schitkovski (ambos do PR) 
Cartões amarelos: Jackson, Vitor Hugo, Kelvin e Leandro Pereira (Palmeiras). Fábio Alves e Chiquinho (ASA)
Público: 17.212 pagantes
Renda: R$ 931.492,50
PALMEIRAS: Fernando Prass; Lucas, Jackson, Vitor Hugo e Egídio; Gabriel e Arouca (Cleiton Xavier); Kelvin, Valdivia e Alan Patrick (Zé Roberto); Cristaldo (Leandro Pereira) 
Técnico: Oswaldo de Oliveira
ASA: Pedro Henrique; Jorginho (Cal), André e Lucas; Gabriel, Max Carrasco, Alex e Fábio Alves (Chiquinho); Marcos Antônio, Uéderson (Everton) e Valdanes
Técnico: Vica

River Plate atropela o Cruzeiro, determina novo 'Minerazo' e volta às semis após 10 anos



GETTY
O River Plate venceu fácil o Cruzeiro em pleno Mineirão
O River Plate venceu fácil o Cruzeiro em pleno Mineirão
E o Mineirão voltou a ser palco do ‘Minerazo'. Quase 11 meses após o histórico 7 a 1 da Alemanha sobre o Brasil, o estádio testemunhou outra tristeza gigantesca para a torcida da casa.
Depois de calar o Monumental de Núñez e vencer por 1 a 0 no duelo de ida das quartas de final da Copa Libertadores, o Cruzeiro não foi presa fácil para um River Plate com um futebol eficiente e perdeu por 3 a 0.
O grande destaque da partida foi o atacante Teo Gutiérrez, que éespeculado como possível substituto de Guerrero no Corinthians. O atacante colombiano marcou um golaço e deu uma assistência. Sánchez e Maidana também foram às redes.
Com a classificação, o River, dono da pior campanha na fase de grupos, volta a uma semifinal de Libertadores após dez anos. Em 2005, a equipe ganhou para o São Paulo. Além disso, os millonarios confirmam seu momento copeiro, já que foram campeões da Copa Sul-Americana no ano passado.
Nesta quarta, o Cruzeiro empolgou seu torcedor logo aos dois minutos, quando Willian recebeu passe de Leandro Damião e, da área, finalizou perto do travessão. O primeiro tempo parecia que seria bom para a maior parte da torcida no Mineirão. Parecia.
Eficiente, o River aproveitou suas chances - que foram as mais perigosas - em meio a um jogo equilibrado e conseguiu mudar completamente a situação da eliminatória antes do intervalo. Aos 19 minutos, Teo Gutiérrez foi acionado por Mora em contra-ataque e deu belo passe para Carlos Sánchez, que bateu cruzado para vencer Fábio.
Ponzio quase ampliou a vantagem aos 43, mas mandou para fora após passe de Teo Gutiérrez, levando muito perigo. No minuto seguinte, porém, a bola entraria. Bruno Rodrigo foi tocar de cabeça para Manoel, errou feio e mandou pela linha de fundo. Na cobrança de escanteio de Ponzio, Maidana apareceu livre e cabeceou forte, sem chances para o goleiro.
Na volta para a etapa final, os mineiros precisavam marcar dois gols para ficarem com a vaga. Porém, as esperanças sucumbiram logo aos seis minutos. Após Mora ganhar disputa de cabeça, Teo Gutiérrez deu um belo drible em Bruno Rodrigo e finalizou com efeito no canto esquerdo de Fábio, marcando um golaço.
Apático em campo, o Cruzeiro praticamente não esboçou qualquer reação e esteve longe de marcar os três gols que precisava para seguir sonhando com o seu terceiro título na Libertadores - o máximo que conseguiu foi uma conclusão de Leandro Damião na trave. Dessa forma, quem buscará sua terceira taça na principal competição sul-americana de clubes é o River.
No fim, ainda houve tempo para uma expulsão cruzeirense no novo 'Minerazo'. Martínez disparou completamente livre em contra-ataque e foi puxado por Gabriel Xavier na entrada da área. Como era uma situação clara de gol, o meia recebeu o cartão vermelho direto aos 42 minutos.
FICHA TÉCNICA 
CRUZEIRO 0 X 3 RIVER PLATE
Local: Estádio Mineirão, em Belo Horizonte (MG) 
Data: 27 de maio de 2015, quarta-feira 
Horário: 22h (de Brasília) 
Árbitro: Wilmar Roldan (COL)
Assistentes: Wilson Berrio e Alexander Guzman (ambos da Colômbia)
Cartões amarelos: (Cruzeiro) Mena, Willian, Joel (River Plate) Barovero, Marcado 
Cartão vermelho: (Cruzeiro) Gabriel Xavier
Gols: Sánchez, aos 19 e Maidana, aos 44 minutos do primeiro tempo; Teo Gutiérrez, aos seis minutos do segundo tempo
CRUZEIRO: Fábio; Mayke, Manoel, Bruno Rodrigo e Mena; Willians (Joel), Henrique, Arrascaeta (Gabriel Xavier) e Willian (Alisson); Marquinhos e Leandro Damião 
Técnico: Marcelo Oliveira
RIVER PLATE: Barovero; Mercado (Pezzella), Maidana, Funes Mori e Vangioni; Sánchez, Ponzio (Mayada), Kranevitter e Rojas; Mora e Teo Gutiérrez (Martínez) 
Técnico: Marcelo Gallardo

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Namorada de Guerrero defende atacante e fala de 'ingratidão' do Corinthians

 
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'Guerrero fez um pedido e foi atendido', explica Edu Gaspar
Após Paolo Guerrero excluir sua conta no Instagram em decorrência de sua saída do Corinthians e do descontentamento dos torcedores, a namorada do atacante utilizou a mesma rede social para desabafar sobre o caso. A modelo Alondra García Miró publicou em sua conta pessoal que os corintianos estão sendo ingratos com o jogador, afirmando que os fãs da equipe paulista deveriam agradecê-lo ao invés de insultá-lo, citando os gols do atleta peruano no Mundial de Clubes de 2012.
"Alguém que fez tanto...e pagam com essa ingratidão. Como é fácil esquecer. Em vez de tantos insultos e ameaças, vocês deveriam agradecer a essa pessoa que jogou com o coração até o fim... Que deixou de ganhar dinheiro para vir e ser campeão mundial (dando o título com seus dois gols), que jogou lesionado por muitas partidas, fazendo infiltrações, tendo uma rotura no osso do pé (quinto metatarso) , que deu a vida até a última partida que jogou pelo Corinthians e hoje em dia vocês com suas atitudes e comentários sobre ele, o único que fazem é maltratar uma pessoa que fez muito por vocês", escreveu a modelo em seu Instagram.
Em bom português, Alondra terminou o texto com "obrigado e valeu". Além disso, a peruana publicou uma foto com uma frase do filósofo espanhol José Ortega y Gasset: "O defeito mais grave do homem é a ingratidão".
Paolo Guerrero estava negociando sua renovação com o Corinthians desde o fim do ano passado. Jogador e clube não chegaram a um acordo e a diretoria da equipe paulista anunciou nesta quarta-feira que o peruano está liberado para acertar com outro clube.
REPRODUÇÃO/FACEBOOK
Alondra García Miró, namorada de Guerrero
Alondra García Miró, namorada de Guerrero 

Libertadores

22h00

CRUCruzeiro
River PlateRIV


Copa do Brasil

22h00



FLAFlamengo
NáuticoNAU

Copa do Brasil

22h00



PALPalmeiras
ASAASA

Copa do Brasil

19h30

GOIGoiás
ItuanoITU




Copa do Brasil

19h30



CTBCoritiba
Ponte PretaPON

Libertadores

19h30

INTInternacional
Ind. Santa FeISF


LIGAEUROPA

15h45



DNIRO 2X3 SERVILLA

terça-feira, 26 de maio de 2015

Libertadores

22h00


TIGTigres
EmelecEME

Série B

19h30



CEACeará
CRBCRB

Demissão de Luxemburgo foi unânime no Flamengo. Escolha do substituto tem que ser certeira


 
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Mauro Cezar anuncia demissão de Vanderlei Luxemburgo do Flamengo
Nelson Rodrigues costumava dizer que "a unaminidade é burra". Cabe ao torcedor do Flamengo esperar que, desta vez, o histórico tricolor não esteja certo, pois a saída de Vanderlei Luxemburgo foi uníssona entre integrates do Conselho Diretor do clube.
O técnico estava praticamente demitido desde a noite de domingo, dia da segunda derrota do time em três jogos pelo Campeonato Brasileiro (Avaí 2 a 1). Os cartolasesperaram a chegada do treinador de Florianópolis para comunicar a decisão, homologada na reunião à noite.
Ao final de 2014 houve uma divisão na diretoria rubro-negra. Alguns defendiam a dispensa do treinador, que acabou formalizando um contrato até então verbal, pois demorara a assiná-lo. Após algumas contratações, inclusive com seu aval, o rendimento do time não melhorou depois de 27 jogos disputados em 2015.
A cada resultado ruim e atuação abaixo do esperado, crescia a ala dos descontentes e consequentemente favoráveis à troca do comando técnico. A derrota para o Avaí com pífia atuação foi o que faltava para que a demissão se consumasse. E por unaminidade.
Vanderlei Luxemburgo tem um belo currículo e já foi o melhor técnico do Brasil, disparado. Mas seus grandes momentos cada vez mais ficam no passado. Não é o único, pois Luiz Felipe Scolari vive situação parecida. Ambos deixaram de fazer "a" diferença.
A decisão de dispensar o treinador foi um acerto da direção do Flamengo, que já esgotou sua quota de erros, especialmente na troca constante de treinadores. Desde que Eduardo Bandeira de Mello chegou à presidência já foram seis à frente do time.
Quando a diretoria atual assumiu, nos últimos dias de 2012, o cargo era ocupado por Dorival Júnior. Depois dele vieram Jorginho, Mano Menezes, Jayme de Almeida, Ney Franco e Vanderlei Luxemburgo. Só Mano pediu demissão, os demais foram dispensados após momentos ruins da equipe.
Dorival, contratado ainda no mandato de Patrícia Amorim, saiu sob a alegação de que receberia um reajuste acima do que o clube poderia pagar. Os outros quatro foram demitidos por insatisfação com o desempenho do time de futebol. Todos eles contratados pela atual administração e com diferentes perfis.
Portanto o novo treinador será o sétimo em 880 dias da gestão Bandeira de Mello. E num momento em que finalmente o Flamengo se mostra em condições financeiras para reforçar seu elenco, a escolha deve ser precisa, certeira.
Quanto a Luxemburgo, em 2002 ele deixou o Palmeiras para comandar o Cruzeiro, onde ganhou a tríplice coroa no ano seguinte — clique aqui e veja vídeo com entrevista da época. O técnico sempre encarou tais situações como algo que pertence ao futebol.
Já em setembro de 2010, demitido do Atlético, admitiu que precisava se reciclar. Resta esperar para saber se quase cinco anos depois de deixar o Galo ele fará isso. Pois a necessidade de novas idéias é evidente. A ele, boa sorte.
DIVULGAÇÃO/FLAMENGO
Presidente Eduardo Bandeira de Mello posa com a camisa com a nova patrocinadora do Fla
Presidente Eduardo Bandeira de Mello posa com a camisa com a nova patrocinadora do Fla