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quarta-feira, 6 de maio de 2015
Messi destrói o Bayern
Durante todo o primeiro tempo o Barcelona teve quatro claras chances de gol e as desperdiçou todas, três vezes com Luis Suarez em noite infeliz e uma com Neymar.
Os alemães, com Lewandowski, perderam uma, mas voltaram melhores no segundo tempo.
Lionel Messi não tivera nenhuma oportunidade até que, aos 77 minutos, recebeu de Daniel Alves uma bola brilhantemente roubada de Bernat, e, de fora da área, soltou a esquerda fulminante para fazer 1 a 0.
Três minutos depois, o argentino nocauteou Boateng e cavou de direita sobre Neuer para ampliar e passar Cristiano Ronaldo como maior artillheiro da Liga dos Campeões, 77 gols em 97 jogos, um gol a mais que o luso em 17 jogos a menos.
Extraordinário, simplesmente!
No fim, Neymar fez 3 a 0 e deixou a situação germânica pra lá de complicada.
Quem fez o passe?
Lionel Messi, é claro.
Gabi conhece rival, Rossi vence na Argentina
Foto: Arquivo

Gabi enfrentará ucraniana na partida de estreia
Gabi enfrentará ucraniana na partida de estreia
A número 4 do Brasil e 261ª do mundo abre sua participação contra a ucraniana Elizaveta Ianchuk, 324ª colocada. Se vencer, Gabi pode cruzar o caminho da portuguesa Michelle Larcher de Brito, segunda favorita no torneio.
Argentina - As paulistas Nathalia Rossi e Nathaly Kurata venceram a primeira no torneio de US$ 10 mil no saibro argentino de Villa Maria. Sexta favorita, Rossi marcou 6/1 e 6/2 na local Camila Tumosa, enquanto a cabeça 4 Kurata passou com 6/2 e 6/4 pela atleta da casa Ana Gobbi.
Ainda em Villa Maria, a cabeça 5 Carolina Meligeni Alves perdeu para a chilena Ivania Martinich por 1/6, 6/2 e 7/6 (7-4). A terceira favorita Eduarda Piai fará duelo brasileiro com Giovanna Tomita, enquanto Isabella Camargo desafia a cabeça 8 local Julieta Estable.
Polônia - A experiente catarinense Maria Fernanda Alves venceu a cabeça 4 sérvia Barbara Bonic por 6/0 e 7/5 na primeira rodada do torneio de US$ 10 mil de Puszczykowo, na Polônia em quadras duras. Um dado curioso é que a Academia que sedia o torneio leva o nome de Angelique Kerber, jogadora alemã de ascendência polonesa.
Ivanovic vai às oitavas e duela com Suárez
Divulgação

Ivanovic venceu dois jogos anteriores contra espanhola
Ivanovic venceu dois jogos anteriores contra espanhola
Madri (Espanha) - Depois de uma partida de estreia bastante complicada, Ana Ivanovic teve boa exibição nesta quarta-feira para se grantir nas oitavas de final do Premier de Madri. A sérvia precisou de apenas 1h21 para superar a ucraniana Elina Svitolina, 21ª colocada, por 6/3 e 6/4.
O primeiro set foi muito bom para Ivanovic, que não enfrentou chances de quebra e cedeu só sete pontos no saque, conseguindo quebrar uma vez, ainda no quarto game.
A ex-líder e atual sétima colocada saiu perdendo por 2/0 no 2º set, mas buscou a igualdade. Já no decisivo nono game, ela quebrou Svitolina e confirmou o saque com alguma dificuldade na sequência para fechar o jogo. Ivanovic liderou os winners por 38 a 13, o que compensou seu maior número de erros, 32 contra 12 da rival.
Nas oitavas, Ivanovic mede forças com a espanhola Carla Suárez Navarro, número 12 do mundo e décima favorita em Madri. O histórico do confronto é favorável à sérvia que venceu no piso rápido de Doha em 2012 e no saibro de Roma no ano passado.
Suárez derrotou a alemã Julia Goerges, 68ª do mundo, por 6/3 e 7/5 em 1h31. Depois de dominar o 1º set com duas quebras e só cinco pontos perdidos no saque e liderar o 2º por 4/2, Suárez permitiu a reação da rival. Mas no último game do jogo, Goerges acabou sofrendo nova quebra.
Com estilo de jogo mais conservador, Suárez fez menos winners, 15 contra 20 de Goerges, ao mesmo tempo que cometeu um número menor de erros não-forçados, 24 contra 39 da adversária alemã.
Troféu de novo WTA levará nome de Baltacha
Foto: Divulgação

Ex-jogadora ganhou Nottingham, então ITF, três vezes
Ex-jogadora ganhou Nottingham, então ITF, três vezes
Nascida na Ucrânia, Baltacha defendeu o Reino Unido por mais de 15 anos no circuito profissional e chegou a ser top 50. Ela faleceu com câncer de fígado aos 30 anos, no dia 4 de maio de 2014, seis meses depois de anunciar aposentadoria.
Seu ex-treinador e marido, Nino Severino, falou sobre o “Troféu Elena Baltacha”, que será uma “tigela” prateada de 24cm de altura e 26cm de diâmetro. “É muito tocante que a família do tênis britânico esteja se lembrando dela desse jeito”. A capitã da equipe britânica na Fed Cup, Judy Murray, lembrou os momentos da jogadora na grama de Nottingham.
“Ela foi uma das melhores competidoras que eu já vi e teve muito sucesso no torneio de Nottingham. Sei que ela ficaria emocionada com isso”, disse. Baltacha foi tricampeã do evento, quando ele integrou a categoria ITF de US$ 100 mil (2011) e US$ 50 mil (2010 e 2013).
A cidade de Nottingham recebeu ATPs entre 1998 e 2008 e retornará nesta temporada, que terá três semanas entre Roland Garros e Wimbledon. A disputa masculina, que dará 250 pontos ao campeão, acontece entre 20 e 27 de junho. O evento está garantido no calendário da WTA por pelo menos três anos, na categoria International, com premiação de US$ 250 mil. Ele será o primeiro após o Grand Slam francês (de 8 a 14 de junho), antecedendo os Premiers britânicos de Birmingham e Eastbourne.
Azarenka confirma e desafia Serena, Kvitova segue
Azarenka e Serena duelam pela 18ª vez
O histórico entre elas aponta larga vantagem da norte-americana, que lidera por 14 a 3. No saibro, a missão da ex-número 1 deve ser ainda mais difícil. Nos dois duelos na superfície Serena marcou 6/1 e 6/3, em Madri-2012 e Roma-2013. Os últimos cinco encontros aconteceram em finais, com três vitórias da líder do ranking.
Assim como na estreia, diante de Venus Williams, Azarenka foi firme nesta terça-feira. A bielorrussa esteve o tempo todo à frente no placar e só perdeu um game de serviço, quando já tinha duas quebras de vantagem no segundo set. Em 1h30, a atual 31ª da WTA marcou 6/2 e 6/3 sobre a croata Ajla Tomljanovic, 61ª.
Também na abertura da rodada, a tcheca Petra Kvitova voltou a precisar de três sets, mas garantiu a vaga nas oitavas de final. A número 4 do mundo, campeã do torneio em 2011, superou a norte-americana CoCo Vandeweghe, 36ª, por 6/4, 2/6 e 6/3.
Na próxima rodada, a canhota enfrenta a russa Anastasia Pavlyuchenkova, que salvou três match points na virada diante da italiana Sara Errani, cabeça 15, com parciais de 3/6, 7/6 (9-7) e 6/4. Kvitova lidera o duelo por 5 a 3 e não tem mais pré-classificadas pelo caminho até a semifinal. A canadense Eugenie Bouchard (6) e a alemã Andrea Petkovic (11), que eram possíveis ameaças nas quartas, já ficaram pelo caminho.
Sharapova segue firme e alcança as oitavas
Foto: Arquivo

Atual campeã, russa busca retomar vice-liderança
Atual campeã, russa busca retomar vice-liderança
A número 3 do mundo vinha de vitória segura sobre a ascendente suíça Timea Bacsinszky (6/2 e 6/3) e agora encara outra aposta da nova geração, a francesa Caroline Garcia, 28ª. A jogadora de 21 anos levou a melhor sobre a tcheca Karolina Pliskova, 13ª, com parciais de 6/2, 4/6 e 6/1. Sharapova venceu os três encontros entre elas.
Em Madri, a russa tenta aproveitar a queda precoce da romena Simona Halep e retomar a vice-liderança, importante para a definição das cabeças de chave em Roland Garros. Para isso, precisa chegar ao menos na final. Na próxima semana, em Roma, ambas têm 105 pontos para defender no último torneio que definirá o posicionamento das principais pré-classificadas no Grand Slam francês.
Assim como na estreia, Sharapova jogou à vontade, impondo seu ritmo de jogo e forçando a colombiana a se manter na defensiva. Depois de um primeiro game irregular, em que salvou dois break points, a favorita mandou na partida, permitindo somente dois winners a Duque.
Na segunda parcial, o crescimento no primeiro serviço (de 44% pra 75%) deixou a russa ainda mais tranquila. Ela enfrentou uma única oportunidade de quebra, quando já liderava por 3/0, e manteve todos os games para confirmar a vitória em 1h13.
terça-feira, 5 de maio de 2015
Vôlei Internacional: Convocação da Sérvia
Levantadoras: Bojana Zivković, Danica Radenković e Sladjana Mirković
Opostas: Ana Bjelica, Martha Drpa, Adela Helic
Centrais: Milena Rašić, Stefana Veljkovic, Jovana Stevanović, Maja Savić, Mina Popović
Ponteiras: Jelena Nikolic, Brižitka Molnar, Brankica Mihajlović, Tijana Malešević, Alexandra Crnčević, Bianka Buša, Ljiljana Ranković
Líberos: Silvija Popović, Aleksandra Stepanović
Dentre as convocadas, a levantadora Maja Ogjenovic e a líbero Suzana Cebic devem se juntar aos times mais tarde, por ainda estarem participando de campeonatos nacionais. Também, a oposta Tijana Boskovic e a centralNadja Ninkovic estão lesionadas. Dois nomes consagrados não aparecem na primeira convocação de Terzic: a central Natasa Krsmanovic e principalmente a grande estrela do vôlei sérvio, Jovana Brakocevic.
Deus e Freud no vice-campeonato do Palmeiras
Mais um fim de jogo.
Dessa vez o último jogo do campeonato. E perdemos…
Hora de cuidar do coração, juntar os cacos da paixão, aceitar a derrota e comemorar o vice-campeonato…
Comemorar o segundo lugar?
Mais do que em qualquer outro país, tal ideia no Brasil beira o absurdo. Questão cultural, que nos impede de apoiarmos mais o esporte e cultivar nossos atletas.
Mas, voltemos no tempo, cinco meses atrás, dia 07 de dezembro de 2014. Lembro-me muito bem, todo palmeirense lembra. Não, não estávamos disputando uma final, estávamos aguardando a vitória do Santos para permanecermos na Série A do Campeonato Brasileiro. E comemoramos com alívio na Turiaçú nossa sobrevivência.
Naquele dia, festejei na calçada um gol santista como se fosse um gol do meu Verdão…
2015 veio e muita coisa mudou: técnico, equipe, dirigente. Mas algo se consolidou, em grande aliança: Palmeiras e sua torcida. Estamos ainda mais unidos, acreditamos mais, tivemos nosso orgulho resgatado, nos sentimos novamente grandes, gigantes. Nosso amor foi renovado.
Perder é sempre ruim, mas não posso deixar de observar que foi uma honra disputar uma final tão rapidamente depois de tudo que sofremos em 2014. E honra maior foi disputa-la com o adversário que sem dúvida mereceu vencer.
Claro que ficou o gosto amargo da derrota, claro que o “é campeão” ficou engasgado. Claro que sofri nos pênaltis, fechei os olhos, cruzei os dedos. E terminei o domingo enxugando lágrimas, minhas e do meu pequeno Dante…
Mas se pelo pensamento racional muitas vezes não conseguimos êxito para amenizar a dor, porque o ser humano, creio eu, é mais emoção do que razão, vamos tentar os mecanismos de defesa que temos.
Mais uma vez a vida me mostra que aprendo mais com meu filho do que penso ensinar… Após torcer, gritar, sofrer e chorar durante a partida, no fim do jogo pego aquele meninão no colo ao ver seus olhinhos cheios de lágrimas, embora ele tentasse escondê-los, afinal, meninos não choram…
Se ele tentava se conter, eu não consigo e, tentando consolá-lo, choro baixinho, procurando esconder dele as lágrimas que teimam em cair, enquanto busco manter o controle porque, afinal, sou adulta, mãe e bem crescida…
Tento conversar, munida de minha autoridade de gente grande, argumentando que chegamos longe e somos vice, oras!
Dessa vez o último jogo do campeonato. E perdemos…
Hora de cuidar do coração, juntar os cacos da paixão, aceitar a derrota e comemorar o vice-campeonato…
Comemorar o segundo lugar?
Mais do que em qualquer outro país, tal ideia no Brasil beira o absurdo. Questão cultural, que nos impede de apoiarmos mais o esporte e cultivar nossos atletas.
Mas, voltemos no tempo, cinco meses atrás, dia 07 de dezembro de 2014. Lembro-me muito bem, todo palmeirense lembra. Não, não estávamos disputando uma final, estávamos aguardando a vitória do Santos para permanecermos na Série A do Campeonato Brasileiro. E comemoramos com alívio na Turiaçú nossa sobrevivência.
Naquele dia, festejei na calçada um gol santista como se fosse um gol do meu Verdão…
2015 veio e muita coisa mudou: técnico, equipe, dirigente. Mas algo se consolidou, em grande aliança: Palmeiras e sua torcida. Estamos ainda mais unidos, acreditamos mais, tivemos nosso orgulho resgatado, nos sentimos novamente grandes, gigantes. Nosso amor foi renovado.
Perder é sempre ruim, mas não posso deixar de observar que foi uma honra disputar uma final tão rapidamente depois de tudo que sofremos em 2014. E honra maior foi disputa-la com o adversário que sem dúvida mereceu vencer.
Claro que ficou o gosto amargo da derrota, claro que o “é campeão” ficou engasgado. Claro que sofri nos pênaltis, fechei os olhos, cruzei os dedos. E terminei o domingo enxugando lágrimas, minhas e do meu pequeno Dante…
Mas se pelo pensamento racional muitas vezes não conseguimos êxito para amenizar a dor, porque o ser humano, creio eu, é mais emoção do que razão, vamos tentar os mecanismos de defesa que temos.
Mais uma vez a vida me mostra que aprendo mais com meu filho do que penso ensinar… Após torcer, gritar, sofrer e chorar durante a partida, no fim do jogo pego aquele meninão no colo ao ver seus olhinhos cheios de lágrimas, embora ele tentasse escondê-los, afinal, meninos não choram…
Se ele tentava se conter, eu não consigo e, tentando consolá-lo, choro baixinho, procurando esconder dele as lágrimas que teimam em cair, enquanto busco manter o controle porque, afinal, sou adulta, mãe e bem crescida…
Tento conversar, munida de minha autoridade de gente grande, argumentando que chegamos longe e somos vice, oras!
– Não, mãe, eu não queria ser vice, eu queria ganhar! Eu rezei e Deus não me ouviu…
– Claro que ouviu, filho, mas Deus não joga futebol nem torce para nenhum time – ainda bem!!
Nesse momento, Freud entra em cena: me olhando fundo nos olhos, Dante desliga o canal que transmitia o jogo e liga o videogame: – Então, agora quem vai jogar sou eu!
Sim, foi Santos x Palmeiras no futebol virtual da sublimação, e adivinha quem ganhou?
– Claro que ouviu, filho, mas Deus não joga futebol nem torce para nenhum time – ainda bem!!
Nesse momento, Freud entra em cena: me olhando fundo nos olhos, Dante desliga o canal que transmitia o jogo e liga o videogame: – Então, agora quem vai jogar sou eu!
Sim, foi Santos x Palmeiras no futebol virtual da sublimação, e adivinha quem ganhou?
Ganhamos todos! Jogar, torcer, vencer, perder, sofrer, superar, comemorar: emoções, excesso de vida acontecendo dentro das quatro linhas brancas…
E eu assistindo um menino a tornar-se um homem, com a camisa do Palmeiras…
Obrigada pela lição, filho! Obrigada, Palmeiras! Estamos vivos e a luta nos aguarda!
E eu assistindo um menino a tornar-se um homem, com a camisa do Palmeiras…
Obrigada pela lição, filho! Obrigada, Palmeiras! Estamos vivos e a luta nos aguarda!
Em 75ª, Teliana quebra marca de quase 26 anos
Foto: Arquivo

Pernambucana ganhou seis posições nesta segunda
Pernambucana ganhou seis posições nesta segunda
Miami (EUA) - A pernambucana Teliana Pereira segue quebrando marcas de longa data no tênis brasileiro. Nesta segunda-feira, a jogadora de 26 anos aparece entre as 75 melhores do mundo no ranking da WTA, algo que uma brasileira não conseguia desde 1989.
A última a figurar no top 75 foi a gaúcha Niege Dias, em 16 de outubro daquele ano. Teliana é apenas a quinta brasileira a figurar nessa faixa desde que a WTA criou seu ranking, em março de 1975. As demais foram Maria Esther Bueno (29ª em 1976), Niege (31ª em 1988), Patrícia Medrado (51ª em 1983) e Cláudia Monteiro (72ª em 1982).
A melhor posição de Teliana veio com um salto de seis postos nesta semana, depois de somar 48 pontos por furar o qualificatório do WTA de Marrakech e avançar às oitavas de final. No saibro marroquino, ela derrotou uma top 50 pela quarta vez na carreira e chegou a 14 vitórias seguidas antes das oitavas.
Atrás de Teliana, as jogadoras número 2 e 3 do país também quebraram seus recordes pessoais no ranking desta segunda. A paulista Beatriz Haddad Maia subiu três posições e aparece em 163ª. A paulista de 18 anos não atuou nas duas últimas semanas, mas manteve ascensão.
Já a paulista Paula Gonçalves segue colhendo frutos de boas campanhas no saibro norte-americano. Ela alcançou a 251ª colocação após as oitavas em um ITF de US$ 50 mil, que seguiram uma semifinal na semana anterior. O salto nesta segunda foi de sete posições.
Outras duas jogadoras subiram para completar o top 5 nacional. A gaúcha Gabriela Cé saiu de 261ª para 256ª e a paulista Laura Pigossi ganhou duas posições, chegando a 384ª.
Estreia tranquila - No dia em que comemorou seu melhor ranking, Teliana teve uma estreia tranquila no ITF de US$ 100 mil de Cagnes-sur-Mer. Ela cedeu um único game em menos de 50 minutos de partida contra a ex-top 30 Tamira Paszek, da Áustria, marcando 6/1 e 6/0. Cabeça de chave 4 no saibro francês, a pernambucana enfrenta a bielorrussa Aliaksandra Sasnovich, 145ª, por vaga nas quartas de final.
Serena vence 25ª seguida e espera por Azarenka
Foto: Arquivo

Serena não é derrotada desde outubro de 2014
Serena não é derrotada desde outubro de 2014
Madri (Espanha) - Em um setor de chave com quatro tenistas americanas, Serena Williams confirmou com facilidade seu favoritismo ao anotar a segunda vitória tranquila no Premier de Madri. Em apenas 58 minutos, a número 1 do mundo venceu a compatriota Sloane Stephens por 6/4 e 6/0 e foi às oitavas do WTA Premier de Madri.
Foi a 25ª vitória seguida de Serena, que não perde desde o WTA Finals do ano passado, quando foi derrotada por Simona Halep na fase de grupos e venceu a mesma adversária na decisão. Ela iguala a série de vitórias que teve entre o US Open de 2013 e o Australian Open do ano passado, e chegou a vencer 34 seguidas entre Miami e Wimbledon em 2013.
Serena abriu vantagem logo com uma quebra logo no primeiro game partida. A número 1 do mundo não perdeu nenhum game de saque e obteve outras três quebras a favor já no segundo set. Serena ainda liderou os winners por 12 a 8, e cometeu 15 erros contra 22 de Stephens.
Depois de passar por duas jogadoras americanas (venceu Madison Brengle na primeira rodada), Serena espera a definição de sua adversária das oitavas. Tudo indica que ela deve enfrentar a bielorussa Victoria Azarenka. Algoz de Venus Williams na estreia, Azarenka joga nesta terça contra a croata-australiana Ajla Tomljanovic.
Também nesta segunda-feira, a canhota tcheca Lucie Safarova passou com 6/3 e 6/1 pela búlgara Tsvetana Pironkova. Cabeça 13 do torneio, Safarova agora enfrenta a italiana Roberta Vinci, algoz da francesa Alize Cornet, com 6/4 e 7/5. Vinci venceu quatro dos seis jogos que fez com Safarova.
Wozniacki e Radwanska confirmam e se enfrentam
Foto: Arquivo

Wozniacki tenta quartas em Madri após 6 anos
Wozniacki tenta quartas em Madri após 6 anos
O histórico do confronto direto entre elas é extenso. A ex-número 1 do mundo lidera por 7 a 4, ganhou os dois últimos encontros, em 2014, e levou a melhor no único duelo no saibro, em Stuttgart-2011.
Vice-campeã do torneio em sua primeira participação, em 2009, Wozniacki não passou das oitavas de final nos últimos cinco anos. Nesta segunda, a dinamarquesa esteve atrás por duas vezes no primeiro set contra a norte-americana Christina McHale, 64ª. Depois de buscar reação, Wozniacki aplicou um “pneu” no segundo set, assim como já havia feito na estreia, e avançou com 7/5 e 6/0.
Radwanska foi a primeira a garantir vaga nas oitavas, na abertura da rodada, com vitória ainda mais tranquila. A jogadora de 26 anos não sofreu nenhuma quebra ao passar pela australiana Casey Dellacqua, 44ª, com parciais de 6/2 e 6/1, em 1h09.
A polonesa defende 390 pontos em Madri e precisa ao menos defender a semifinal de 2014 para não deixar o top 10. Caso pare nas oitavas, ela cairá para 13ª e ainda poderá ser ultrapassada pela tcheca Lucie Safarova e pela italiana Sara Errani.
Chave aberta - No quadrante aberto pela queda da romena Simona Halep na estreia, duas campeãs de Grand Slam se enfrentam nas oitavas de final. A australiana Samantha Stosur, que triunfou no US Open-2011, lidera o confronto direto com a russa Svetlana Kuznetsova por 4 a 3.
A segunda vitória da australiana no torneio veio de maneira tranquila. A número 26 do mundo confirmou todos os seus serviços diante da estoniana Kaia Kanepi, marcando 6/3 e 6/2. Já a russa, 29ª, contou com a experiência para superar a local Garbiñe Muguruza, 20ª, de apenas 21 anos. A campeã do US Open-2004 e de Roland Garros-2009 venceu 12 dos últimos 14 pontos no triunfo por 6/3, 5/7 e 7/5.
segunda-feira, 4 de maio de 2015
Com 33 nomes, Zé Roberto convoca seleção de olho em Pan e Grand Prix
DIVULGAÇÃO FIVB
Zé Roberto deixou Sheilla e Fabiana de fora da convocação
O técnico da seleção feminina de vôlei, José Roberto Guimarães, anunciou nesta segunda-feira uma extensa lista de 33 jogadoras para formar o grupo dos Jogos Pan-Americanos de Toronto, Grand Prix e Sul-Americano, mas também de olho nos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro. As ausências mais sentidas foram da oposto Sheila e da central Fabiana, poupadas por conta do desgaste físico, porém garantidas no período de treinos após os torneios do meio do ano.
Embora o Pan e o Grand Prix ocorram concomitantemente, o treinador avisou que não existe uma divisão de jogadoras definida e nenhuma das duas competições terá prioridade. Com relação ao planejamento, algumas atletas já estão na quarta semana de treinos em Saquarema. Em junho, elas farão uma série de amistosos comemorativos com o Japão pela comemoração dos 120 anos da imigração japonesa. As partidas ocorrerão em Sorocaba, São Bernardo do Campo, Mogi das Cruzes e Rio de Janeiro.
Depois, na última semana de junho, a Seleção vai à Holanda, onde seguirá os preparativos para o início do Grand Prix, que começa no dia 3 de julho, na Tailândia. Após mais uma semana, na rodada em São Paulo do Grand Prix, as comandadas de Zé Roberto se dividirão. Uma parte do time disputará a terceira etapa na Itália e a outra embarca para o Canadá, onde competirá nos Jogos Pan-Americanos.
Após os dois torneios, que se encerram no mesmo dia 26 de julho, a Seleção voltará aos treinamentos em agosto, quando disputará um campeonato no Rio de Janeiro contra Bulgária, Alemanha e Holanda.
"Em setembro teremos a continuidade dos treinos e amistosos na Holanda com a seleção deles. Voltamos desses jogos e aí já estamos próximo do Sul-Americano, que vai começar de 24 de setembro a 2 de outubro, em Cartagena, na Colômbia. Será a última competição da seleção em 2015", explicou o técnico bicampeão olímpico.
Um dos destaques da convocação foi a presença de Sassá para atuar como líbero e não em sua função original, que é de ponteira. Zé Roberto aposta na jogadora de 32 anos na posição que era de Fabi, aposentada da Seleção Brasileira. Além de Sassá, Léia, do Pinheiros, e Camila Brait, do Molico/Nestlé, foram as outras líberos chamadas.
Abaixo, veja a lista de Zé Roberto:
Levantadoras: Ana Tiemi (CSM Bucaresti); Dani Lins (Osasco); Fabíola (Dínamo Krasnodar-Rússia); Juma (São Caetano); Macris (Pinheiros) e Roberta (Rio de Janeiro).
Opostos: Paula (São Caetano); Ivna (Osasco); Jéssica (Brasília); Joyce (Daejon KGC-Coreia do Sul) e Monique Pavão (Sesi-SP).
Centrais: Adenízia (Osasco); Carol (Rio de Janeiro); Angélica (Brasília); Bárbara (Sesi-SP); Fran (Pinheiros); Juciely (Rio de Janeiro); Letícia Hage (Praia Clube); Mayara (Rio de Janeiro); Mara (São Caetano) e Thaisa (Osasco).
Ponteiras: Ellen (Pinheiros); Fernanda Garay (Dínamo Krasnodar-Rússia); Gabi (Rio de Janeiro); Jaqueline (Sesi-SP); Mari Paraíba (Minas); Michelle Pavão (Brasília); Natália (Rio de Janeiro); Rosamaria (Pinheiros); Suelle (Sesi-SP).
Líberos: Camila Brait (Osasco); Léia (Pinheiros) e Sassá (Praia Clube)
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