terça-feira, 5 de maio de 2015

Liga dos Campeões

15h45




JUVJuventus
Real MadridRMA

Deus e Freud no vice-campeonato do Palmeiras

Mais um fim de jogo.
Dessa vez o último jogo do campeonato. E perdemos…
Hora de cuidar do coração, juntar os cacos da paixão, aceitar a derrota e comemorar o vice-campeonato…
Comemorar o segundo lugar?
Mais do que em qualquer outro país, tal ideia no Brasil beira o absurdo. Questão cultural, que nos impede de apoiarmos mais o esporte e cultivar nossos atletas.
Mas, voltemos no tempo, cinco meses atrás, dia 07 de dezembro de 2014. Lembro-me muito bem, todo palmeirense lembra. Não, não estávamos disputando uma final, estávamos aguardando a vitória do Santos para permanecermos na Série A do Campeonato Brasileiro. E comemoramos com alívio na Turiaçú nossa sobrevivência.
Naquele dia, festejei na calçada um gol santista como se fosse um gol do meu Verdão…
2015 veio e muita coisa mudou: técnico, equipe, dirigente. Mas algo se consolidou, em grande aliança: Palmeiras e sua torcida. Estamos ainda mais unidos, acreditamos mais, tivemos nosso orgulho resgatado, nos sentimos novamente grandes, gigantes. Nosso amor foi renovado.
Perder é sempre ruim, mas não posso deixar de observar que foi uma honra disputar uma final tão rapidamente depois de tudo que sofremos em 2014. E honra maior foi disputa-la com o adversário que sem dúvida mereceu vencer.
Claro que ficou o gosto amargo da derrota, claro que o “é campeão” ficou engasgado. Claro que sofri nos pênaltis, fechei os olhos, cruzei os dedos. E terminei o domingo enxugando lágrimas, minhas e do meu pequeno Dante…
Mas se pelo pensamento racional muitas vezes não conseguimos êxito para amenizar a dor, porque o ser humano, creio eu, é mais emoção do que razão, vamos tentar os mecanismos de defesa que temos.
Mais uma vez a vida me mostra que aprendo mais com meu filho do que penso ensinar… Após torcer, gritar, sofrer e chorar durante a partida, no fim do jogo pego aquele meninão no colo ao ver seus olhinhos cheios de lágrimas, embora ele tentasse escondê-los, afinal, meninos não choram…
Se ele tentava se conter, eu não consigo e, tentando consolá-lo, choro baixinho, procurando esconder dele as lágrimas que teimam em cair, enquanto busco manter o controle porque, afinal, sou adulta, mãe e bem crescida…
Tento conversar, munida de minha autoridade de gente grande, argumentando que chegamos longe e somos vice, oras!
– Não, mãe, eu não queria ser vice, eu queria ganhar! Eu rezei e Deus não me ouviu…
– Claro que ouviu, filho, mas Deus não joga futebol nem torce para nenhum time – ainda bem!!
Nesse momento, Freud entra em cena: me olhando fundo nos olhos, Dante desliga o canal que transmitia o jogo e liga o videogame: – Então, agora quem vai jogar sou eu!
Sim, foi Santos x Palmeiras no futebol virtual da sublimação, e adivinha quem ganhou?
Ganhamos todos! Jogar, torcer, vencer, perder, sofrer, superar, comemorar: emoções, excesso de vida acontecendo dentro das quatro linhas brancas…
E eu assistindo um menino a tornar-se um homem, com a camisa do Palmeiras…
Obrigada pela lição, filho! Obrigada, Palmeiras! Estamos vivos e a luta nos aguarda!

Em 75ª, Teliana quebra marca de quase 26 anos

Miami (EUA) - A pernambucana Teliana Pereira segue quebrando marcas de longa data no tênis brasileiro. Nesta segunda-feira, a jogadora de 26 anos aparece entre as 75 melhores do mundo no ranking da WTA, algo que uma brasileira não conseguia desde 1989.
A última a figurar no top 75 foi a gaúcha Niege Dias, em 16 de outubro daquele ano. Teliana é apenas a quinta brasileira a figurar nessa faixa desde que a WTA criou seu ranking, em março de 1975. As demais foram Maria Esther Bueno (29ª em 1976), Niege (31ª em 1988), Patrícia Medrado (51ª em 1983) e Cláudia Monteiro (72ª em 1982).
A melhor posição de Teliana veio com um salto de seis postos nesta semana, depois de somar 48 pontos por furar o qualificatório do WTA de Marrakech e avançar às oitavas de final. No saibro marroquino, ela derrotou uma top 50 pela quarta vez na carreira e chegou a 14 vitórias seguidas antes das oitavas.
Atrás de Teliana, as jogadoras número 2 e 3 do país também quebraram seus recordes pessoais no ranking desta segunda. A paulista Beatriz Haddad Maia subiu três posições e aparece em 163ª. A paulista de 18 anos não atuou nas duas últimas semanas, mas manteve ascensão.
Já a paulista Paula Gonçalves segue colhendo frutos de boas campanhas no saibro norte-americano. Ela alcançou a 251ª colocação após as oitavas em um ITF de US$ 50 mil, que seguiram uma semifinal na semana anterior. O salto nesta segunda foi de sete posições.
Outras duas jogadoras subiram para completar o top 5 nacional. A gaúcha Gabriela Cé saiu de 261ª para 256ª e a paulista Laura Pigossi ganhou duas posições, chegando a 384ª.
Estreia tranquila - No dia em que comemorou seu melhor ranking, Teliana teve uma estreia tranquila no ITF de US$ 100 mil de Cagnes-sur-Mer. Ela cedeu um único game em menos de 50 minutos de partida contra a ex-top 30 Tamira Paszek, da Áustria, marcando 6/1 e 6/0. Cabeça de chave 4 no saibro francês, a pernambucana enfrenta a bielorrussa Aliaksandra Sasnovich, 145ª, por vaga nas quartas de final.

Serena vence 25ª seguida e espera por Azarenka

Madri (Espanha) - Em um setor de chave com quatro tenistas americanas, Serena Williams confirmou com facilidade seu favoritismo ao anotar a segunda vitória tranquila no Premier de Madri. Em apenas 58 minutos, a número 1 do mundo venceu a compatriota Sloane Stephens por 6/4 e 6/0 e foi às oitavas do WTA Premier de Madri.
Foi a 25ª vitória seguida de Serena, que não perde desde o WTA Finals do ano passado, quando foi derrotada por Simona Halep na fase de grupos e venceu a mesma adversária na decisão. Ela iguala a série de vitórias que teve entre o US Open de 2013 e o Australian Open do ano passado, e chegou a vencer 34 seguidas entre Miami e Wimbledon em 2013.
Serena abriu vantagem logo com uma quebra logo no primeiro game partida. A número 1 do mundo não perdeu nenhum game de saque e obteve outras três quebras a favor já no segundo set. Serena ainda liderou os winners por 12 a 8, e cometeu 15 erros contra 22 de Stephens.
Depois de passar por duas jogadoras americanas (venceu Madison Brengle na primeira rodada), Serena espera a definição de sua adversária das oitavas. Tudo indica que ela deve enfrentar a bielorussa Victoria Azarenka. Algoz de Venus Williams na estreia, Azarenka joga nesta terça contra a croata-australiana Ajla Tomljanovic.
Também nesta segunda-feira, a canhota tcheca Lucie Safarova passou com 6/3 e 6/1 pela búlgara Tsvetana Pironkova. Cabeça 13 do torneio, Safarova agora enfrenta a italiana Roberta Vinci, algoz da francesa Alize Cornet, com 6/4 e 7/5. Vinci venceu quatro dos seis jogos que fez com Safarova.

Wozniacki e Radwanska confirmam e se enfrentam

Madri (Espanha) - O WTA Premier Mandatory de Madri já tem o primeiro duelo entre top 10 marcado, ainda nas oitavas de final. Nesta segunda-feira, a dinamarquesa Caroline Wozniacki, 5ª do mundo, e a polonesa Agnieszka Radwanska, 9ª, confirmaram na segunda rodada em sets diretos e duelarão em busca de vaga nas quartas de final.
O histórico do confronto direto entre elas é extenso. A ex-número 1 do mundo lidera por 7 a 4, ganhou os dois últimos encontros, em 2014, e levou a melhor no único duelo no saibro, em Stuttgart-2011.
Vice-campeã do torneio em sua primeira participação, em 2009, Wozniacki não passou das oitavas de final nos últimos cinco anos. Nesta segunda, a dinamarquesa esteve atrás por duas vezes no primeiro set contra a norte-americana Christina McHale, 64ª. Depois de buscar reação, Wozniacki aplicou um “pneu” no segundo set, assim como já havia feito na estreia, e avançou com 7/5 e 6/0.
Radwanska foi a primeira a garantir vaga nas oitavas, na abertura da rodada, com vitória ainda mais tranquila. A jogadora de 26 anos não sofreu nenhuma quebra ao passar pela australiana Casey Dellacqua, 44ª, com parciais de 6/2 e 6/1, em 1h09.
A polonesa defende 390 pontos em Madri e precisa ao menos defender a semifinal de 2014 para não deixar o top 10. Caso pare nas oitavas, ela cairá para 13ª e ainda poderá ser ultrapassada pela tcheca Lucie Safarova e pela italiana Sara Errani.
Chave aberta - No quadrante aberto pela queda da romena Simona Halep na estreia, duas campeãs de Grand Slam se enfrentam nas oitavas de final. A australiana Samantha Stosur, que triunfou no US Open-2011, lidera o confronto direto com a russa Svetlana Kuznetsova por 4 a 3.
A segunda vitória da australiana no torneio veio de maneira tranquila. A número 26 do mundo confirmou todos os seus serviços diante da estoniana Kaia Kanepi, marcando 6/3 e 6/2. Já a russa, 29ª, contou com a experiência para superar a local Garbiñe Muguruza, 20ª, de apenas 21 anos. A campeã do US Open-2004 e de Roland Garros-2009 venceu 12 dos últimos 14 pontos no triunfo por 6/3, 5/7 e 7/5.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Com 33 nomes, Zé Roberto convoca seleção de olho em Pan e Grand Prix

DIVULGAÇÃO FIVB
volei_grandprix_brasil_portorico_fabiana_sheila_fabiola_jaqueline_adenizia_230612
Zé Roberto deixou Sheilla e Fabiana de fora da convocação
O técnico da seleção feminina de vôlei, José Roberto Guimarães, anunciou nesta segunda-feira uma extensa lista de 33 jogadoras para formar o grupo dos Jogos Pan-Americanos de Toronto, Grand Prix e Sul-Americano, mas também de olho nos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro. As ausências mais sentidas foram da oposto Sheila e da central Fabiana, poupadas por conta do desgaste físico, porém garantidas no período de treinos após os torneios do meio do ano.
Embora o Pan e o Grand Prix ocorram concomitantemente, o treinador avisou que não existe uma divisão de jogadoras definida e nenhuma das duas competições terá prioridade. Com relação ao planejamento, algumas atletas já estão na quarta semana de treinos em Saquarema. Em junho, elas farão uma série de amistosos comemorativos com o Japão pela comemoração dos 120 anos da imigração japonesa. As partidas ocorrerão em Sorocaba, São Bernardo do Campo, Mogi das Cruzes e Rio de Janeiro.
Depois, na última semana de junho, a Seleção vai à Holanda, onde seguirá os preparativos para o início do Grand Prix, que começa no dia 3 de julho, na Tailândia. Após mais uma semana, na rodada em São Paulo do Grand Prix, as comandadas de Zé Roberto se dividirão. Uma parte do time disputará a terceira etapa na Itália e a outra embarca para o Canadá, onde competirá nos Jogos Pan-Americanos.
Após os dois torneios, que se encerram no mesmo dia 26 de julho, a Seleção voltará aos treinamentos em agosto, quando disputará um campeonato no Rio de Janeiro contra Bulgária, Alemanha e Holanda.
"Em setembro teremos a continuidade dos treinos e amistosos na Holanda com a seleção deles. Voltamos desses jogos e aí já estamos próximo do Sul-Americano, que vai começar de 24 de setembro a 2 de outubro, em Cartagena, na Colômbia. Será a última competição da seleção em 2015", explicou o técnico bicampeão olímpico.
Um dos destaques da convocação foi a presença de Sassá para atuar como líbero e não em sua função original, que é de ponteira. Zé Roberto aposta na jogadora de 32 anos na posição que era de Fabi, aposentada da Seleção Brasileira. Além de Sassá, Léia, do Pinheiros, e Camila Brait, do Molico/Nestlé, foram as outras líberos chamadas.
Abaixo, veja a lista de Zé Roberto:
Levantadoras: Ana Tiemi (CSM Bucaresti); Dani Lins (Osasco); Fabíola (Dínamo Krasnodar-Rússia); Juma (São Caetano); Macris (Pinheiros) e Roberta (Rio de Janeiro).
Opostos: Paula (São Caetano); Ivna (Osasco); Jéssica (Brasília); Joyce (Daejon KGC-Coreia do Sul) e Monique Pavão (Sesi-SP).
Centrais: Adenízia (Osasco); Carol (Rio de Janeiro); Angélica (Brasília); Bárbara (Sesi-SP); Fran (Pinheiros); Juciely (Rio de Janeiro); Letícia Hage (Praia Clube); Mayara (Rio de Janeiro); Mara (São Caetano) e Thaisa (Osasco).
Ponteiras: Ellen (Pinheiros); Fernanda Garay (Dínamo Krasnodar-Rússia); Gabi (Rio de Janeiro); Jaqueline (Sesi-SP); Mari Paraíba (Minas); Michelle Pavão (Brasília); Natália (Rio de Janeiro); Rosamaria (Pinheiros); Suelle (Sesi-SP).
Líberos: Camila Brait (Osasco); Léia (Pinheiros) e Sassá (Praia Clube)

Português

16h00



PAFPaços Ferreira
BragaBRA

Inglês

16h00

HULHull City
ArsenalARS


Português

15h45



BELBelenenses
Rio AveRIO

Italiano

15h45



CAGCagliari
ParmaPAR

Espanhol

15h45

ALMAlmería
CeltaCEL


MUSAS DO ESPORTES

2.015 / estrangeiras_outras / valeriyastrakhova_ribeirao_int.jpg
Ligação permanente da Imagem Incorporada
Ligação permanente da Imagem Incorporada
Ligação permanente da Imagem Incorporada


Bahia goleia Conquista por 6 a 0 e é bicampeão baiano

  • Jogadores do Bahia comemoram o quinto gol do tricolor, de Souza, cobrando pênalti
O Bahia não tomou conhecimento do Vitória da Conquista e venceu a equipe do interior por 6 a 0 na tarde deste domingo, 3, na Arena Fonte Nova. Após perder a primeira partida por 3 a 0, o Bahia precisava marcar o mesmo número de gols para se sagrar campeão.
E foi mais fácil do que os tricolores da capital imaginavam, com o Bahia marcando os três tentos que precisava já aos 23 minutos do primeiro tempo. No segundo, a equipe ampliou o resultado marcando mais dois, de pênaltis, e Kieza fechou o placar após driblar Viáfara, fazendo o sexto gol da partida.
O Bahia volta a campo no próximo sábado, 9, no estádio do Independência, em Minas Gerais, para enfrentar o América-MG na estreia da Série B do Campeonato Brasileiro.
O jogo
O Bahia começou o jogo em alta velocidade, partindo para o ataque. Em cinco minutos, o tricolor já tinha cobrado dois escanteios e pressionava o time de Conquista. O primeiro gol surgiu cedo. Aos 10 minutos, confusão na área da equipe do interior e Robson aproveita chutando forte para o fundo do gol.
O gol animou mais ainda o Bahia e desestruturou o Vitória da Conquista. Três minutos depois, aos 13, Viáfara afasta a bola, que cai caprichosamente nos pés de Bruno Paulista. O jogador do Bahia acerta de primeira e marca o segundo gol. Aos 18, Kieza recebeu a bola na área, driblou Viáfara e se atrapalhou, tocando para o meio da área e desperdiçando a chance do terceiro gol, que aconteceu 5 minutos depois. Maxi tocou para Souza, que jogou no meio da área para Kieza fazer o gol.
A partir daí, a torcida do Bahia começou a fazer a festa e o tricolor deu uma aliviada, aproveitando mais as falhas do Conquista, que partiu para cima desordenadamente, deixando a defesa aberta. O Bahia ainda poderia ter ampliado aos 39, com Zé Roberto chutando da entrada da área e Viáfara fazendo bela defesa, e aos 43, com Kieza chutando cruzado e a bola resvalando na trave do Conquista.

Veja as imagens do jogo entre Bahia x Vitória da Conquista

Pênaltis decidem
O segundo tempo começou com uma alteração no Conquista. O atacante Rafamar entrou no lugar do meio-campo Carlinhos. O time do interior pressionou o Bahia e cobrou três escanteios em cinco minutos. Aos 9, Conquista troca passes na área do Bahia e Rafamar recebeu livre, mas demorou para chutar e perdeu a bola.
O Bahia só assustou aos 15, quando Zé Roberto invadiu a área e foi derrubado. Souza cobrou e Viáfara nem se mexeu. Um novo pênalti sacramentou o placar final. Aos 26, Diego Aragão toca a mão na bola dentro da área. Juiz marca a penalidade e expulsa jogador do Conquista. Souza cobrou tocando devagar na bola e marcou o quinto gol tricolor.
Com o quinto gol, o Bahia diminuiu o ritmo da partida e o Conquista foi todo para o ataque. Com isso, o tricolor ainda conseguiu marcar o sexto, com Kieza recebendo sozinho, driblando Viáfara e tocando no fundo das redes.

Bahia 6 x 0 Vitória da Conquista - Jogo de volta da final do Campeonato Baiano

Local: Arena Fonte Nova, em Salvador
Quando: domingo, 3, às 16h
Gols: Maxi e Kieza (Bahia); Fabiano (Conquista)
Árbitro: Jailson Macedo Freitas
Assistentes:  José Raimundo Dias da Hora e Jucimar dos Santos Dias
Cartões amarelos: Bruno Paulista, Tiago Real, Rômulo, Zé Roberto (Bahia); Fausto, Tatu (Vitória da Conquista)
Cartão vermelho: Diego Aragão (Vitória da Conquista)
Público: 21.141 pessoas
Renda: R$ 468.046,00 
Bahia - Jean; Tony, Robson, Titi e Bruno Paulista; Pittoni, Souza, Tiago Real; Maxi Biancucchi (Rõmulo), Zé Roberto (Willians Santana) e Kieza (Mateus). Técnico: Sérgio Soares
Vitória da Conquista - Viafára; Apodi, Fernando Belém, Silvio e Matheus Leoni; Fausto (Erivelton), Diego Aragão, Maicon e André Beleza (Kaká); Carlinhos (Rafamar) e Tatu. Técnico: Evandro Guimarães

Santos bate o Palmeiras nos pênaltis e é campeão paulista


campeonatopaulista
Robinho, do Santos, desafia Lucas, do Palmeiras, durante a final do Campeonato Paulista neste domingo (3)
REUTERS/PAULO WHITAKER
Diferentemente do ano passado, quando perdeu o título paulista nos pênaltis, o Santosse sagrou campeão paulista neste domingo (3), na Vila Belmiro, ao vencer o Palmeirasnas penalidades por 4 a 2 após sair vitorioso no tempo normal por 2 a 1.
Com a conquista, o Santos alcançou o seu 21º título paulista na história. A equipe santista, que fez a sua sétima final do Campeonato Paulista consecutiva, havia sido campeão da competição pela última vez em 2012.
O título também marcou a primeira conquista do novato técnico Marcelo Fernandes, comandante da equipe há menos de dois meses. Iniciou o ano como auxiliar e subiu de cargo depois da demissão de Enderson Moreira.
O JOGO
Precisando da vitória para levar a decisão, ao menos, para os pênaltis, o Santos buscou mais o ataque e foi bem melhor que o Palmeiras nos primeiros 45 minutos. Por isso, os donos da casa foram para o intervalo com um placar que já assegurava o título estadual.
De volta ao time santista depois de não jogar a primeira final por causa de um edema na coxa esquerda, o atacante Robinho conduziu a equipe da Vila Belmiro na partida e participou das melhores jogadas do ataque alvinegro. Se não fosse o goleiro Fernando Prass, o camisa 7 santista poderia ter marcado em chutes aos 3min e aos 19min.
Mas, quando atuou como garçom, ajudou o Santos a fazer 2 a 0 ainda na primeira etapa. Aos 29min, após uma cobrança de falta pela lateral, Valencia lançou Robinho na grande área. A defesa do Palmeiras parou pedindo impedimento e o atacante, em posição legal, tocou para o zagueiro David Braz, com o gol aberto, abrir o placar na decisão.
Já aos 43min, após toque de Robinho, Ricardo Oliveira ganhou da defesa palmeirense na dividida e, na saída do goleiro Fernando Prass, chutou no canto esquerdo para aumentar o placar para os santistas. Foi o 11º gol do camisa 9 na competição e encerrou sua participação como artilheiro isolado.
O Palmeiras, lento na troca de passes e refém dos contragolpes santistas, pouco produziu ofensivamente. A entrada de Cleiton Xavier no lugar de Robinho logo no começo do segundo tempo fez o Palmeiras aumentar a sua produção ofensiva. Com isso, os visitantes rondaram com muito mais frequência a grande área santista. Rafael Marques e Zé Roberto quase diminuíram o placar, mas o goleiro Vladimir fez duas belas defesas.
E, melhores em campo, os palmeirenses chegaram ao gol. Aos 19min, Valdivia recebeu passe na intermediária e, sem marcação, deu belo lançamento para o lateral Lucas, nas costas da defesa santista, chutar na saída do goleiro Vladimir e descontar o placar para o Palmeiras.
Porém uma expulsão do zagueiro Victor Ramos, por falta dura em Valencia, freou a reação do Palmeiras nos minutos finais do confronto. E, mesmo com nove jogadores em campo, a equipe alviverde segurou a derrota parcial e levou a decisão para os pênaltis.
Nas cobranças, os palmeirenses Jacskon e Rafael Marques desperdiçaram as suas finalizações, enquanto todos os santistas converteram, selando a vitória nas penalidades por 4 a 2.

Vasco vence Botafogo e é campeão estadual do Rio após 12 anos


dagoberto
Dagoberto, jogador do Vasco, comemora seu gol contra o Botafogo com seu companheiro de time Marcinho
REUTERS/PILAR OLIVARES
Entre os quatro clubes grandes do Rio, oVasco enfrentava a sina de ser o que estava há mais tempo sem ser campeão carioca. Desde 2003 a equipe não comemorava o título estadual, um período de 12 anos que teve fim neste domingo (3), ao vencer o Botafogo por 2 a 1, no Maracanã, na segunda partida da decisão. Foi o 23º Campeonato Carioca da história do Vasco.
Os gols cruzmaltinos foram marcados no final de cada etapa: aos 46min do primeiro tempo com Rafael Silva, e aos 47min do segundo com Gilberto. Diego Jardel chegou a empatar para o Botafogo depois do intervalo.
A conquista deste domingo (3) também ficou marcada por ser o maior público do ano no futebol brasileiro. O Maracanã teve um público total de 66.156 torcedores, com 58.446 pagantes, superando a final da Copa do Nordeste na semana passada, no Castelão, entre Ceará e Bahia.
O JOGO
As duas equipes apresentaram mudanças em relação às formações que começaram o jogo da semana passada. René Simões alterou o meio de campo do Botafogo, com Tomas e Luis Ricardo assumindo os lugares de Fernandes e Gegê. Pelo Vasco, o técnico Doriva sacou Marcinho e escalou Rafael Silva, autor do gol da vitória no último domingo (26).
Da mesma forma que começou aberta, a partida se mostrou muito disputada. Nos primeiros vinte minutos, foram distribuídos quatro cartões amarelos.
Houve chances para as duas equipes, mas o Vasco pressionou mais e foi premiado com o golque abriu o placar o último lance do primeiro tempo, aos 46min.
Gilberto pressionou e roubou a bola de Marcelo Mattos. Guiñazu recebeu, lançou para a área e Rafael Silva finalizou de primeira com o pé esquerdo para marcar.
No intervalo, o Botafogo veio com uma alteração. Tomas deixou o campo e deu lugar a Diego Jardel, que empatou o jogo aos 29min. O meia recebeu o lançamento de Gilberto e tocou na saída de Martín Silva.
Quando o Botafogo pressionava em busca do gol que levaria a decisão aos pênaltis, ficou com um jogador a menos. Fernandes deu uma rasteira em Serginho no contra-ataque do Vasco e recebeu o segundo cartão amarelo.
O gol que sacramentou o título vascaíno veio aos 47min. Lucas cruzou para a área, Gilberto dominou e chutou cruzado no canto direito do goleiro Renan para dar início à festa cruzmalti