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sábado, 2 de maio de 2015
sexta-feira, 1 de maio de 2015
Fla acerta patrocínio com Jeep e uniforme pode valer quase R$ 90 milhões em 2015
GILVAN DE SOUZA/FLA IMAGEM
Camisa rubro-negra com os patrocinadores atuais
Próximo de iniciar a disputa do Campeonato Brasileiro, o Flamengo acertou um reforço, mas fora de campo: o patrocínio da montadora Jeep para as costas da camisa, abaixo de onde é localizado o nome de cada jogador. O contrato ainda depende de aprovação do Conselho Deliberativo do clube e deve ir a votação em breve. O valor gira em torno de R$ 4 milhões até o fim desta temporada.
Em outra ponta, o clube também ajusta a renovação do contrato estabelecido com a patrocinadora master, a Caixa Econômica Federal. O contrato atual se encerra no início de maio e as partes alinham a renovação pelos mesmos 25 milhões por um ano.
Além destes dois, o Flamengo conta com a Adidas, R$ 38 milhões, Vitton 44, no valor de R$ 20 milhões, e a Tim, com R$ 2,5 milhões. Caso concretize a renovação com a Caixa e o acerto com a Jeep seja aprovado, o uniforme rubro-negro poderá alcançar cerca de R$ 89,5 milhões em 2015. A meta da diretoria era atingir o patamar de R$ 80 milhões/ano durante o mandato. Em 2014, o uniforme chegou a R$ 78,3 milhões.
quinta-feira, 30 de abril de 2015
Dívida do Bota aumenta para R$ 845 mi e a do Flamengo diminui
Clube tem déficit de mais de R$ 174 milhões em 2014 e ultrapassa Flamengo na ponta do ranking do endividamento. Rubro-Negro se destaca por ter maior equilíbrio fiscal
Por Falando de Flamengo em abril 29, 2015
– O Botafogo parou de pagar todos os impostos e isso foi cobrado com juros. Essa é a maior despesa. Só com questões trabalhistas, a dívida era de 109 milhões, a dívida fiscal era R$ 129 mi e foi para R$ 197 mi. A irresponsabilidade da gestão em parar de pagar, gastar mais do que devia, é o drama do clube. Se o Botafogo se mantiver perdendo milhões, será o fim. A MP é essencial. Eles vão ter que pagar por mês, e para o Botafogo é melhor pagar de vez – analisa o especialista.
Flamengo no outro extremo
A saída para o Botafogo é aumentar as receitas, diminuir os gastos e manter um time competitivo. Parece uma equação improvável, mas o clube tem um bom exemplo ao lado. Para Amir Somoggi, a postura dos últimos anos no Flamengo é referência pra os demais clubes brasileiros. Desde 2012, o Rubro-Negro conseguiu diminuir sua dívida em mais de R$ 100 milhões. No mesmo período, a receita aumento R$ 135 mi.
– O Flamengo é um case. É um clube que, segundo seu balanço de 2012, tinha dívida de 800 milhões. É um número absurdo, impagável. Agora já caiu para R$ 697 milhões. O que eles fizeram? Incrementaram a receita, resgatando a credibilidade junto ao governo, dobrando os ganhos com patrocínio e mantendo um equilíbrio. O clube tem dívida enorme, isso é indiscutível, mas quando se compara com a receita é muito mais equilibrado. Está caminhando para a normalização total.
Mesmo com a tentativa de um equilíbrio administrativo e financeiro, Amir Somoggi ainda acredita que o Flamengo possa melhorar sua situação se ter mais excelência em seu principal setor: o futebol.
– O que está faltando é eficiência no departamento de futebol, é acertar o rumo do futebol. Ir para Libertadores todo ano, chegar à final, entrar sempre como favorito nas competições. Isso gera renda de bilheteria, de premiação e dá um incremento no programa de sócio-torcedor – analisa.
Flamengo: o complicado equilíbrio entre finanças e futebol
A matemática parece não jogar a favor nesse caso. A torcida começa a exigir jogadores de renome, ingressos baratos, camisas “limpas” sem uma enxurrada de patrocinadores e outros pontos que nos tornariam uma potência. Por outro lado, como continuar com a ideia de austeridade sem recursos para investir? Como pagar salários milionários sem patrocínios na camisa? Como colocar ingressos mais acessíveis, sem um programa sócio torcedor com uma adesão da grandeza do Flamengo?
Além disso, as taxas cobradas pelo Maracanã, tungam e sangram os cofres rubro-negros a cada partida realizada em suas dependências. Se a diretoria começa a jogar em outras praças, a torcida reclama. Se pagam as taxas do Maracanã, reclamam.
Como você pode perceber, é uma situação difícil e a balança fica sempre mais complicada de se equilibrar.
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