sexta-feira, 17 de abril de 2015

ALEMÃO

  • SEX 17/04/2015 WALDSTADION 15:30
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Bernardinho acredita em final da Superliga equilibrada

O Rio de Janeiro fará sua 11a  final de Superliga FeminIna de Vôlei no dia 26, tendo pela frente o Osasco. Para o técnico Bernardinho, o time paulista sempre jogou como favorito durante a temporada, o que vai deixar a disputa decisiva bastante equilibrada.
"Desde o início eu dizia que elas tinham um quê de favoritismo. O que acabou condicionando a temporada delas foram as contusões. Ficar sem a Dani (Lins) por algum tempo é, certamente, uma perda muito grande. Isso influenciou na atuação de outras grandes jogadoras, como a Thaisa, embora a Diana, levantadora reserva, tenha muita qualidade. A Dani Lins é a melhor levantadora do Brasil, é titular da seleção brasileira. A evolução de Osasco na reta final da Superliga passa por isso. Contar com o time todo, completo. Agora, retomam essa condição e chegam a uma final em igualdade de condições conosco ou até com alguma coisa a mais. É o clássico da década e elas chegarão mordidas. Perderam um Sul-Americano para nós, em casa, e também pelo fato de terem sido criticadas durante a competição", disse Bernardinho, que já tem sua estratégia montada.
"Temos que ter na cabeça uma coisa muito clara. Dificilmente alguma equipe consegue atropelar o time de Osasco por completo. Pode até ganhar, como ganhamos em algumas situações. Mas elas podem atropelar. Sabendo disso, temos que impedir que elas atropelem a gente. Precisamos jogar o jogo. Se conseguirmos trocar bolas, alongar, temos chance. Estamos trabalhando muito neste sentido. Chegamos à final e, agora, vamos tentar fazer nosso jogo bem".
 Como o Maracanãzinho estará indisponível, o jogo será realizado na Arena da Barra
"Neutralizou totalmente a questão da quadra. Jogaremos na nossa cidade, mas em campo neutro. O Maracanãzinho, por mais que não tenha recebido nenhuma partida nossa nesta temporada, é um ginásio que vínhamos utilizando ao longo dos anos. Sem dúvida, é bom estar em nossa cidade, mas nunca jogamos lá e ficará realmente neutro. As duas equipes vão conhecer o ambiente na próxima semana, vão treinar e não há nenhuma vantagem para nós. Além disso, como é um jogo com mando da Confederação, a torcida também deve estar dividida. A gente espera, é claro, mais um pouco de público nosso, mas virão muitos torcedores de São Paulo e até daqui, eventualmente, como pessoas que trabalham para o patrocinador deles", analisou, explicando o quanto é importante para as jogadoras se ambientarem anres de entrarem em quadra

Compre seu Kit Sócio-Torcedor nas bancas de jornais Torcedores ganham a nova camisa do programa, uma revista especial e o primeiro mês como sócio-torcedor

Kit estará nas bancas nesta sexta-feira (17.04)
Kit estará nas bancas nesta sexta-feira (17.04)
Por apenas R$39,90, você pode ter a nova camisa do Nação Rubro-Negra, uma revista especial e seu primeiro mês como sócio-torcedor. Como? É só comprar o Kit Sócio-Torcedor, à venda na banca de jornal mais próxima de você.

Após a compra do kit, basta acessar o site doNação Rubro-Negra, fazer seu cadastro e usar no momento da adesão o código que vem no cartão que faz parte do kit, garantindo grátis a primeira mensalidade no programa. O torcedor passa a ter prioridade e facilidade na compra de ingressos, descontos em lojas oficiais do Flamengo e em muitos outros parceiros e, o mais importante, a fazer o Mais Querido mais forte. Em seu lançamento, o kit estará disponível em bancas espalhadas pelo Rio de Janeiro.
 
O produto foi desenvolvido em parceria com a editora Innovant, responsável por publicações como a revista Duas Rodas. Na revista você poderá ler matérias especiais sobre grandes momentos e personagens da torcida rubro-negra e uma entrevista com o presidente Eduardo Bandeira de Mello, que fala sobre a importância e o potencial do programa de sócio-torcedor. A nova camisa rubro-negra do programa, que faz parte do kit, lembra o Manto Sagrado usado nos anos 80 e é fabricada pela Braziline.
 
Com o kit, o Flamengo cria mais uma forma de adesão para o Nação Rubro-Negra, que é a grande forma de todo rubro-negro participar da construção do clube e do time que todos sonhamos e ainda ter muitas vantagens. Todo dinheiro do programa é investido no Departamento de Futebol e já foi responsável pelas contratações de Eduardo, Canteros, Éverton e Marcelo Cirino.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

LIBERTADORES

QUI 16/04/2015 SANTIAGO (NACIONAL) 22:00

UCH04INT

LIBERTADORES

QUI 16/04/2015 ARENA CORINTHIANS 22:00

COR00SLO

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QUI 16/04/2015 ILHA DO RETIRO 21:50

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COPA DO BRASIL

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LIBERTADORES

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QUI 16/04/2015 WOLFSBURGO 16:05

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QUI 16/04/2015 OLÍMPICO DE KIEV 16:05
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QUI 16/04/2015 RAMÓN SÁNCHEZ PIZJUÁN 16:05
Sevilla21Zenit
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Botafogo jogou mal

Botafogo jogou mal de mais contra o botafogo da paraíba era pra ter perdido o jogo deu sorte e fez 4 a 2 e passou pra outra fazer da copa do Brasil se for a sim fica no meio do caminho no carioca. 

Michel Bastos salva o São Paulo e São Victor evita que o Galo fosse goleado

  
O primeiro tempo de Danubio x São Paulo foi dos piores do ano.
O campeão uruguaio, com uma garotada imberbe, não é ruim. 
É muito ruim. 
Seus meninos ainda mostram dificuldades básicas nos fundamentos do jogo.
Cada passe é um sofrimento. Matar a bola, então, nem com faca.
Mas, e o São Paulo, precisando da vitória?
O Soberano tricampeão continental parecia acreditar, diante da fragilidade do adversário,  que quando quisesse faria o gol.
O tempo foi passando e nada.
Basta dizer que a primeira bola perigosa do Tricolor, que exigiu grande defesa do goleiro uruguaio, foi uma cabeçada de um zagueiro contra o próprio gol, já depois da metade dos 45 primeiros minutos. 
Que preguiça!
Antes, se o atacante oriental tivesse um mínimo de talento, na cara de Rogério, teria feito 1 a 0 em vez de atrasar a bola para o Mito como fez.
Resultado?
0 a 0 ao cabo da etapa inicial.
Ao São Paulo, numa palavra, faltava adrenalina.
Que Milton Cruz teria de injetar no vestuário, livrando a cara apenas de Michel Bastos que, ao menos, tentava.
Enquanto isso o Galo se complicava em Guadalajara, perdendo de 1 a 0 para o Atlas, num gol que só saiu aos 39 minutos, de González, mas que ensaiou sair três vezes antes, evitado por três milagres de São Victor.
O Galo até tinha mais a bola, mas não sabia o que fazer com ela, a não ser num lance que redundaria em gol, mas que foi interrompido pela marcação errada de impedimento de Carlos. aos 6 minutos.
A exemplo do Cruzeiro, o Atlético parecia exausto, incapaz de se impor, num estádio tão vazio e sem pressão como estava o de Montevidéu.
Nem bem o segundo tempo começou no Uruguai e Sosa, aos 2 minutos, mandou uma pedrada do meio da rua e Rogério Ceni pareceu não acreditar que a bola, embora no meio do gol, morreria na rede.
Aí, Luís Fabiano entrou no lugar de Rodrigo Caio.
Será que o gol uruguaio sacudiria o inssosso time brasileiro?
A primeira reação foi abrir a caixa de ferramentas em vez de jogar bola.
O Danubio inteiro, incluída sua pequena torcida, não ganha o que Alexandre Pato recebe mensalmente (ou não recebe porque o Corinthians não o paga…).
Para piorar a noite brasileira, no Chile, o Santa Fé batia o Colo Colo por 3 a 0 e complicava gravemente a vida do Galo.
Menos mal que, aos 15, Pato empatou de cabeça em cruzamento de Michel Bastos.
Não merecia, mas àquela altura, dane-se o merecimento. E precisava virar.
Se não dava no conjunto, que desse no talento individual, pois a distância neste quesito era abissal.
Mas o São Paulo seguia fazendo faltas em cima de faltas: 25 a 8, três cartões amarelos contra um uruguaio, aos 25 minutos do tempo final.
A ruindade reinava na noite da Libertadores, na América do Sul e na do Norte.
Que diferença para o que se viu horas antes em Paris e no Porto. Parecia outro jogo.
No Galo, Levir Culpi, tirou Pratto e Donizete e pôs Guilherme e Cárdenas.
Depois tirou Dátolo e botou Danilo Pires.
O Atlas controlava o jogo no histórico estádio Jalisco, exigia nova defesa de Victor e ainda mandava o rebote na trave.
Outro cruzamento de Michel Bastos quase resulta em novo gol de Pato, aos 27, mas o goleiro pegou.
Centurión foi para o jogo no lugar de Paulo Miranda, porque o São Paulo precisava ganhar.
Aos 36, a melhor chance mineira no jogo, bisonhamente desperdiçada por Carlos.
Aos 43, Carlos perdeu outra oportunidade incrível.
À medida que o jogo se aproximava do fim o São Paulo dava alguma esperança de virar, mas aos 40, por falta de talento, foi o Danubio que perdeu uma chance de ouro.
Finalmente, nos acréscimos, mais uma vez Michel Bastos bota a bola na cabeça de Centurión e o São Paulo vira o jogo.
O Danubio dava adeus à Libertadores sem um pontinho sequer e o São Paulo permanecia vivo, embora mais uma vez sem mostrar futebol.
O Galo terá que vencer o Colo Colo, em Belo Horizonte, para seguir adiante.