domingo, 5 de abril de 2015

Espanhol

12h00


VAL Valencia0X0Villarreal VIL



Alemão

10h30



AUG Augsburg0X0Schalke 04 SCH

Inglês

09h30



BUR Burnley0X0Tottenham TOT

Francês

09h00



BOR Bordeaux2X1Lens LEN

Espanhol

07h00



RMA Real Madrid9X1Granada-ESP GRA

Bia Haddad vence a primeira no quali de Charleston

Charleston (EUA) - A paulista Beatriz Haddad Maia deu o primeiro passo para disputar a chave principal do WTA Premier de Charleston neste sábado. Em partida equilibrada, a número 2 do Brasil e 204 do mundo disparou 11 aces e superou a portuguesa Michelle Larcher de Brito, 124ª e cabeça de chave 6, com parciais de 7/6 (7-5), 4/6 e 6/2.
Bia volta à quadra neste domingo pela rodada final do qualificatório. Sua adversária será a ucraniana Kateryna Bondarenko, 167º e cabeça 15, que superou a número 1 juvenil, a local Catherine Bellis, por 6/4 e 6/2. O duelo com a ex-top 30 é inédito no circuito.
O primeiro set teve seis quebras de saque e a canhota de 18 anos esteve atrás duas vezes antes de vencer o tiebreak. Depois disso as sacadoras começaram a prevalecer e com uma única quebra, no sétimo game, a portuguesa abriu caminho para forçar o terceiro set.
Na parcial decisiva, Bia conseguiu pressionar o serviço da rival e criar oportunidades de quebra em três games. Ela abriu 3/1 e voltou a quebrar no último game, vencendo após 2h21.
A canhota deverá entrar no top 200 nesta segunda-feira e com a vitória na estreia soma 13 pontos, que serão contabilizados apenas na próxima semana.
O torneio de Charleston distribui premiação de US$ 731 mil dólares e dá 470 pontos à campeã. A chave principal contará com sete jogadoras top 20: Eugenie Bouchard, Andrea Petkovic, Ekaterina Makarova, Jelena Jankovic, Sara Errani, Madison Keys e Angelique Kerber.

Cunha sofre com devolução e para na semifinal

Le Gosier (Guadalupe) - A melhor semana do paulista Henrique Cunha no circuito challenger chegou ao fim neste sábado. Vindo de cinco jogos em Le Gosier, o canhoto foi presa fácil diante do belga Ruben Bemelmans, 134º do mundo, parando na semifinal com parciais de 6/0 e 6/2.
Cunha, atual 341º da ATP, iniciou campanha com duas vitórias no qualificatório e alcançou a primeira semifinal da carreira no torneio com premiação de US$ 100 mil. Com o resultado, o paulista de Jaú somará 40 pontos no ranking mundial e deve ganhar mais de 60 posições, se aproximando de sua melhor colocação (276º).
Ainda sem perder sets nas quadras duras de Guadalupe, Bemelmans aguarda o francês Edouard Roger-Vasselin, 140º, ou o britânico Kyle Edmund, 144º, na decisão. O belga de 27 anos disputará a 12ª final de challenger, em busca do 4º título.
Cunha teve dificuldades para pressionar o serviço de Bemelmans e cometeu muitos erros na semifinal. Seu primeiro game veio quando o belga já liderava por 3/0 na segunda parcial. Depois de confirmar dois serviços, o paulista voltou a ter o saque quebrado no último game do jogo, depois de 47 minutos.
Em toda a partida, Bemelmans perdeu apenas quatro pontos em seus games de serviço e não enfrentou break points. Cunha encaixou 44% de primeiro serviço e venceu sete dos 25 pontos quando precisou do segundo saque.

Com faixa, torcedores do Flamengo protestam em frente à sede da FERJ

protesto flamengo ferj 1
Pela manhã, muitos torcedores do Flamengo acompanharam ao último treino do time antes do Fla x Flu, na Gávea. Lá mesmo protestaram contra a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) e prestaram apoio ao técnico Vanderlei Luxemburgo, que teve seu efeito suspensivo negado para comandar a equipe no clássico. Após a atividade, um grupo foi até a sede da Ferj protestar.
Os torcedores estenderam uma enorme faixa na porta da entrada principal da entidade, que fica bem próxima ao Maracanã, palco do clássico deste domingo. O protesto foi pacífico e durou apenas alguns minutos.
Antes mesmo da punição imposta pelo TJD-RJ ao técnico Vanderlei Luxemburgo, o Flamengo já era contrário à forma como a Ferj comanda o futebol carioca. O Rubo-Negro tem o Fluminense, adversário em campo deste domingo, como aliado. Rubens Lopes, presidente da entidade, é um dos principais alvos da dupla Fla-Flu.
protesto flamengo ferj 2
GE

Rexona-Ades vence o Minas fora e sai na frente na semifinal da Superliga

MARCIO RODRIGUES/MPIX
Rio de Janeiro venceu o Minas neste sábado
Rio de Janeiro venceu o Minas neste sábado
Mesmo fora de casa, o Rexona-Ades confirmou seu favoritismo no primeiro jogo da semifinal da Superliga Feminina de Vôlei. Jogando em Belo Horizonte (MG), a equipe do Rio de Janeiro venceu o Camponesa/Minas por 3 sets a 1, com parciais de 25/23, 22/25, 25/22 e 25/15, e saiu em vantagem no confronto por uma vaga na decisão do torneio.
O segundo jogo da série acontece às 21h30 (de Brasília) desta quinta-feira, no Rio de Janeiro (RJ).
Líder na fase de classificação, o Rio de Janeiro chegou à semifinal após despachar o São Caetano nas quartas de final com duas vitórias, por 3 a 0 e 3 a 1, respectivamente. Já o Minas, 5º na primeira fase, se classificou ao passar pelo Praia Clube com dois triunfos por 3 sets a 2.
O jogo
Diante da torcida que lotou a Arena Minas, o Rio de Janeiro saiu na frente com ataques precisos da experiente Fofão no início. Já as donas de casa reagiam com ataques de Carla e Mari Paraíba, e a partida ficou equilibrada, com o placar marcando 7 a 7. Implacável no ataque, a equipe visitante voltou a liderar o marcador, mas nos pontos emocionantes do meio do set, as mandantes voltaram a encostar. Mas a equipe carioca voltou a se impor na reta final e fechou a parcial por 25 a 23.
Com os torcedores mais preocupados em Belo Horizonte, a segunda etapa começou mais equilibrada, e o placar chegou logo a marcar 5 a 5. Com o crescimento do Minas na sequência, apostando em bons ataques de Régis, o técnico Bernardinho foi duro na cobrança às jogadores do Rio de Janeiro. A bronca, no entanto, não surtiu o efeito esperado, e as donas da casa mantiveram a liderança no marcador, com bloqueio sólido e ataque incisivo, até fecharem em 25 a 22.
O Rio de Janeiro começou melhor no terceiro set e logo conseguiu abrir 6 a 2 no placar. Mas as donas da casa reagiram, voltaram a crescer no jogo e chegaram a empate por 15 a 15 no meio da parcial. O equilíbrio seguiu ponto a ponto até que as visitantes conseguiram vencer com ponto de bloqueio de Roberta, fechando em 25 a 22.
Para evitar a derrota em casa já no quarto set, a equipe de Minas começou em ritmo intenso e conseguiu reverter início melhor do Rexona-Ades para chegar a 6 a 4 no placar no início. Com bons ataques de Natália, bloqueio eficiente e muitos erros das donas da casa, o Rio de Janeiro conseguiu reassumir a frente no marcador e disparar para a vitória por 25 a 15.
Outra chave
Pela outra semifinal, o Molico/Nestlé (Osasco) venceu o Sesi mais cedo neste sábado por 3 sets a 2, na primeira partida da série. As equipes voltam a se enfrentar nesta sexta-feira, no ginásio José Liberatti, em Osasco (SP).

Serena atropela e conquista Miami pela 8ª vez

Miami (EUA) - O torneio que mais viu a norte-americana Serena Williams levantar um troféu agora tem uma octacampeã. Na tarde deste sábado, a número 1 do mundo não encontrou resistência por parte da espanhola Carla Suárez, 12ª do mundo, que disputava a maior final da carreira, e se tornou apenas a quarta jogadora a vencer um torneio oito vezes, com parciais de 6/2 e 6/0.
O resultado amplia algumas sequências de Serena: são 21 vitórias no circuito (sua terceira maior invencibilidade), 18 em 2015 e 18 na Flórida, onde detém o tricampeonato de maneira consecutiva.
Com o 66º troféu da carreira, a líder do ranking fica a um de igualar a compatriota Billie Jean King como a sexta jogadora que mais conquistou títulos na história. A campanha em Miami, onde não só tem mais títulos como também alcançou o maior número de finais (10), amplia seu recorde de vitórias no torneio, com 73 em 80 jogos.
Diante de uma adversária que havia lhe tirado apenas 10 games nos quatro encontros anteriores, o equilíbrio esteve presente apenas no início. Serena precisou ajustar o saque em um lado da quadra atrapalhado pelo sol, mas confirmou o serviço sem sustos no terceiro game. Depois de quatro games sem oportunidades de quebra, a favorita já somava oito winners contra apenas um da espanhola.
As devoluções de Serena começaram a surtir efeito e a variação de Suárez, com bolas altas ou slices, pouco incomodou a norte-americana. Após um primeiro set de 33 minutos, a número 1 do mundo enfrentou o único break point da partida no game inicial do segundo set e escapou com três grandes serviços, que a espanhola nem conseguiu devolver.
Serena abriu 3/0 vencendo 13 pontos consecutivos e a torcida até passou a incentivar um pouco a espanhola para ver mais jogo. Em vão, já que Serena não tomou conhecimento da rival e garantiu o título em apenas 56 minutos, com o quinto “pneu” sobre Suárez em 10 sets que elas já disputaram.

Fora de casa, Osasco leva a melhor em primeira semifinal e derrota o Sesi-SP por 3 a 2

GAZETA PRESS
Vôlei Superliga Feminina Molico/Osasco Thaísa Rio de Janeiro 08/02/15
O Osasco ganhou de 3 a 2 do Sesi, no ginásio da Vila Leopoldina
Fora de sua casa, com ginásio lotado na Vila Leopoldina, o Osasco levou a melhor no primeiro duelo das semifinais da Superliga feminina de vôlei e venceu o Sesi-SP por 3 a 2. O duelo de classificação para a grande decisão, no entanto, é melhor de três partidas. A vitória do time de Thaísa teve até ovo de Páscoa para celebrar.
A outra semifinal reunirá o Rio de Janeiro, equipe de melhor campanha na competição, e o Minas, em Belo Horizonte, às 21h30.
O jogo desta manhã, que começou às 11h30, só terminou por volta das 14h10, em confronto que teve cinco sets bem disputados. O quinto terminou 15 a 10 para a equipe visitante. As outras parciais foram 25/11, 26/24, 22/25 e 20/25.
A vitória ainda quebrou uma sequência de derrotas do Osasco no clássico paulista. O elenco dirigido por Luizomar precisou de pouco mais de um ano, depois de seis duelo, para voltar a comemorar. A equipe agora está a um passo de voltar à decisão em busca de mais um título.
Cheios de estrelas, os dois times estão reeditando a semifinal da Superliga pela segunda temporada consecutiva. Para o duelo de agora, algumas protagonistas mudaram de lado (Dani Lins e Ivna viraram a casaca e se mudaram para o Osasco), e novas peças foram adicionadas (como Monique Pavão no Sesi-SP e a cubana Carcaces no Osasco).
Lideradas pelas capitãs bicampeãs olímpicas Fabiana e Thaísa, que são, aliás, muito amigas fora das quadras, os clubes vivem atualmente uma disputa de muito equilíbrio.
Se até o ano passado, o Osasco eram quem dominava o cenário paulista, brigando apenas com o Rio, hoje o Sesi já chegou para lutar de igual para igual.
A próxima partida acontece em Osasco, no José Liberatti, no dia 10 de abril, às 22h.
Os próximos jogos:
10/04 - 22h - Osasco x Sesi-SP, no ginásio José Liberatti, em Osasco.
14/04 - 19h - Sesi-SP x Osasco, no ginásio da Vila Leopoldina em São Paulo.

América encara o Palmeira em seu primeiro jogo do 2° turno

No primeiro turno, o América-RN goleou o Palmeira-RN por 5 a 0 (Foto: Canindé Pereira)
No primeiro turno, o América-RN goleou o Palmeira-RN por 5 a 0 (Foto: Canindé Pereira)
O Campeão do primeiro turno, o América, estreia diante do Palmeira pela Copa do Rio Grande do Norte neste sábado, 04, às 20h30. A partida está marcada para o estádio Nazarenão, em Goianinha.
Para conquistar a primeira vitória do segundo turno do Estadual, o técnico Roberto Fernandes precisa quebra a cabeça para escalar o time. O Dragão tem alguns desfalques. O volante Zé Antônio Paulista, o meia Thiago Potiguar e o atacante Gilmar. Álvaro deve ser o substituto de Cascata, que por precaução, o treinador preferiu poupá-lo. Maguinho também fica de fora, mas por suspensão automática.
O Palmeira passou um maior sufoco no primeiro turno. A equipe de Goianinha só conseguiu confirmar a permanência na elite do futebol do RN na última rodada. Agora o Alviverde quer fazer diferente neste segundo turno. Esse será o segundo jogo do Palmeira, já que semana passada, o time perdeu por 2 a 0 contra o Santa Cruz.

Isner lamenta tiebreak: 'Djokovic ficou mais solto'

Miami (EUA) - Um dos melhores sacadores do circuito, John Isner provou do próprio veneno nesta sexta-feira. Na semifinal do Masters 1000 de Miami, o norte-americano viu o sérvio Novak Djokovic disparar mais aces e vencer 77% dos pontos com o serviço, não teve nenhuma oportunidade de quebra e sentiu o revés no tiebreak do primeiro set.
“Eu me dei uma chance e não ganhei aquele tiebreak. Quando ele ganhou o primeiro set senti que ele ficou muito mais solto”, lamentou Isner. Djokovic avançou à decisão na Flórida com parciais de 7/6 (7-3) e 6/2, e somou 10 aces contra nove do rival.
No primeiro set, o jogador de 2,08m de altura enfrentou uma única oportunidade de quebra, que também representou um set point para o sérvio no 12º game. Depois de dominar o tiebreak, Djokovic conseguiu quebras no terceiro e no quinto games da segunda parcial e ficou ainda mais tranquilo com o serviço, cedendo, em média, um ponto por game de saque.
“Eu com certeza precisava ter jogado melhor para derrotá-lo. Queria ter deixado o jogo um pouco mais apertado, mas ele foi muito bom”, reconheceu norte-americano.
A surpreendente campanha de Isner em Miami contou com vitórias sobre os top 10 Milos Raonic e Kei Nishikori, além de triunfo diante do búlgaro Grigor Dimitrov, 11º do mundo. Com os 360 pontos pela semifinal, ele deve ganhar cinco posições no ranking mundial e aparecer nesta segunda-feira em 19º.

Djokovic prepara novos feitos

Ganhar os três maiores torneios de quadra dura no começo de temporada é algo para poucos. Muito poucos. Numa lista que inclui apenas Pete Sampras (1994), Andre Agassi (2001) e Roger Federer (2006), o sérvio Novak Djokovic pode obter neste domingo a segunda sequência perfeita em apenas quatro temporadas. Assim como seu mágico 2011, ele já venceu Austrália e Indian Wells. Precisa neste domingo apenas confirmar a superioridade que tem demonstrado sobre o escocês Andy Murray.
A temporada 2015 vai se desenhando quase tão perfeita como a de 2011 para Nole, não fosse aquela derrota na final de Dubai. Há quatro anos, ele chegou a ganhar 31 jogos seguidos de nível Masters 1000, um assombro, principalmente quando consideramos que, dos top 10 destes últimos tempos, apenas Rafa Nadal e David Ferrer não são totalmente especialistas na quadra dura.
Djokovic lutará pelo 22º Masters. Se conseguir, ficará apenas um atrás de Federer e a cinco de Nadal. Os três dividem as grandes marcas em tudo. Nole e Rafa são os únicos a ganhar cinco Masters no mesmo ano (2011 e 2013, respectivamente) e, ao lado de Federer, os que conseguiram atingir seis finais numa só temporada (o suíço em 2006 e Djokovic, em 2011 e 2012).
Curiosamente, Miami pode se tornar o Masters de maior sucesso de Novak, que é tetra também em Indian Wells. Esta será sua 32ª final em torneios desse quilate e ele tentará manter a incrível façanha de ter vencido todas as disputas por título desde o vice em Cincinnati de 2012. Já são nove vitórias consecutivas em jogos decisivos.
Mais um
Dos últimos 44 torneios de nível Masters disputados, desde Monte Carlo de 2010, o chamado Big 4 acumula 40 títulos, já que o de domingo também está garantido. As exceções foram Paris de 2010 (Robin Soderling) e de 2012 (David Ferrer) e Monte Carlo (Stan Wawrinka) e Toronto (Jo-Wilfried Tsonga) do ano passado
Resumo histórico
A história dos torneios de nível Masters é um tanto confusa, daí sempre precisarmos tomar cuidado com dados estatísticos. A ideia de dar maior prestígio a determinados torneios vem desde 1976, apenas terceira temporada em que a ATP passou a tentar organizar o circuito profissional. Havia então os tais 5-Star (depois 6-Star) que antecederam os Super Series. Em 1979, esses Super Series ficaram fixados em nove por ano, porém nem sempre eram os mesmos campeonatos.
Em 1990, foram rebatizados de Masters Series e aí se fixaram no calendário. Indian Wells entrou enfim na lista. Só a partir desse ano é que a ATP considera as estatísticas utilizadas hoje. Os Masters Series por fim viraram os Masters 1000 na reforma feita no ano 2000, com alguns torneios sendo trocados. Houve ainda mudança em 2009, com saída de Hamburgo em favor de Xangai e mudança de período e piso de Madri.
Miami só surgiu no calendário em 1985 e, com a premiação recorde oferecida, virou já no calendário seguinte um Super Series. O que pouca gente sabe é que isso só aconteceu com a saída do Grand Prix brasileiro de janeiro do calendário, então feito no Guarujá. Isso criou brecha para um novo torneio de quadra dura no primeiro trimestre. Dizem que houve pressão dos bastidores para a derrubada do GP nacional, que acabaria voltando em 1987.


sábado, 4 de abril de 2015

Mexicano

23h06



LEO León4X5Querétaro QUE

Paranaense

18h30



PAR Paraná Clube0X0Operário OPE

Paulista

18h30






PAL Palmeiras3X1Mogi Mirim MOG



Paulista

18h30



MAC Marília1X2Ituano ITU

Cearense

18h15




GJU Guarani de Juazeiro0X1Ceará CEA

Espanhol

17h00


MAL Málaga1X1Real Sociedad RSO


Português

16h15



PAF Paços Ferreira1X1Sporting SPO

Carioca

16h00



VRE Volta Redonda4X3Resende RES

Carioca

16h00


MAC Macaé3X1Barra Mansa BMS

Italiano

16h00


JUV Juventus2X0Empoli EMP


Paulista

16h00



POR Portuguesa0X2Red Bull Brasil RED

Carioca

15h30



BAN Bangu3X0Cabofriense CAB

Carioca

15h30




NIG Nova Iguaçu0X1Bonsucesso BON

Carioca

15h30




BOV Boavista-RJ2X2Tigres do Brasil TGB