sexta-feira, 3 de abril de 2015

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De garoto-propaganda a perseguidos: os atletas e os extremos na ditadura

Em meio à censura das matérias políticas e policiais, os destaques dos jornais estavam abertos às manchetes esportivas. Enquanto no Brasil os militares se desdobravam para controlar manifestações públicas contra a ditadura, mundo afora os atletas do país davam involuntariamente ao governo um prato cheio para usar as vitórias nas quadras, nos estádios e ringues como propaganda de tempos de glória. Referências em suas respectivas modalidades, Maria Esther Bueno, Amaury Pasos, Aída dos Santos e Éder Jofre, entre outros, tiveram seus feitos associados à imagem de uma nação unida e em crescimento.
Por outro lado, cidadãos em que a veia revolucionária pulsava mais forte do que a aptidão para o esporte sofreram com a tortura – e seus nomes passaram longe das páginas dos jornais no período. Osvaldo Orlando da Costa e Stuart Angel são alguns dos personagens que, apesar do passado como atleta, ficaram marcados pela luta revolucionária. Ex-pugilista do Vasco, Osvaldão foi um dos líderes da Guerrilha do Araguaia, enquanto o filho da estilista Zuzu Angel, bicampeão carioca de remo pelo Flamengo, foi um dos membros do MR-8.  
No dia em que o golpe militar de 1964 completa 50 anos, o GloboEsporte.com conta, através de depoimentos de atletas, parentes e amigos, parte da história que passou longe das páginas dos jornais da época. Confira nos tópicos abaixo.
ÉDER JOFRE É COAGIDO A DAR LUVAS A GENERAL
Éder Jofre dá uma luva do presidente Emílio Garrastazu Médici (Foto: Gazeta Press)Éder Jofre dá a luva da mão direita ao presidente Emílio Garrastazu Médici após título mundial (Foto: Gazeta Press)
Recém-sagrada bicampeã mundial em 1962, a seleção brasileira de futebol era o carro-chefe da propaganda de esportes do governo ditatorial – que chegaria ao ápice com a Copa de 1970 e a música “Pra frente Brasil”. Mas os esportes olímpicos também viviam dias de grande apelo devido a uma boa safra de atletas. Entre os nomes de destaque, estava Éder Jofre. Atleta do Brasil nos Jogos de Melbourne 1956, o pugilista havia se profissionalizado no ano seguinte e conquistado seu primeiro título mundial no início da década de 1960 – o manteria até 1965, quando foi derrotado duas vezes, em lutas contestadas, pelo japonês Harada.
Quando voltou aos ringues, Éder estreou como peso-pena e construiu nova trajetória vitoriosa. Até que, em 1973, em luta em Brasília, faturou o cinturão do Conselho Mundial de Boxe (WBC) ao bater o cubano José Legra. De posse do novo título, o paulista estava pronto para cumprir a promessa de depositar as luvas da luta decisiva no túmulo de sua mãe, Dona Angelina, falecida dois anos antes. Uma pressão inesperada, porém, fez com que a homenagem fosse feita pela metade. 
- Quando meu pai foi campeão em Brasília, sob as asas dos generais, ele foi orientado a dar as luvas da conquista para o presidente Médici. Meu pai falou que não, porque tinha prometido colocar no túmulo da minha avó, que tinha falecido em 1971. Ele tinha dito que, se fosse campeão, colocaria as luvas no túmulo dela como homenagem e reconhecimento. Mas ele foi meio que coagido a mudar de ideia. Disseram que teria que dar, houve a pressão. Aí ele falou que tudo bem, daria a mão direita para ele e a esquerda foi para a mãe – contou Marcel Jofre, filho do boxeador.
 Professor de História do Brasil Republicano na UFF e na UFRJ, Marcus Dezemone lembra-se de ver a imagem de Éder ser utilizada como símbolo de sucesso do país, mas ressalta o cuidado que o governo tinha para que esta associação fosse indireta: sugerida, mas não oficializada. 
- O regime oficialmente não usava os atletas como propaganda política. Mas empresas estatais e privadas do período se apropriaram desse poder do ufanismo que envolve o esporte. Eu me recordo de peças publicitárias que usavam as imagens de boxeadores, como Éder Jofre, e de esportistas bem-sucedidos em geral, com uma publicidade que se assimilava ao modelo empregado pelo regime. E, claro, o uso do futebol para isso era muito emblemático.
BASQUETE TEM AJUDA, MAS AÍDA PENA EM 1964
Amaury Pasos, seleção bicampeã mundial, basquete, 1963 (Foto: Divulgação/CBB)Amaury Pasos no Mundial de Basquete de 1963, um ano antes do Golpe Militar (Foto: Divulgação/CBB)
Os Jogos de Tóquio 1964 foram o primeiro grande evento do gênero após a implantação do regime e teriam grande importância para mostrar a valorização dos esportes olímpicos no novo governo. Nesse cenário, a Confederação Brasileira de Basquete era o elo perfeito para esse primeiro passo. Presidida pelo almirante Paulo Martins Meira desde 1938, a entidade contava com o time bicampeão mundial em 1963 e forte candidato ao pódio olímpico – ficaria com o bronze. Um dos expoentes da equipe, Amaury Pasos lembra que outros militares também acompanhavam o time de perto e faz questão de enfatizar a importância do trabalho deles para que os atletas pudessem competir internacionalmente.
- O almirante Paulo Martins Meira, o major Covas Pereira, que era uma espécie de assistente do Kanela (treinador), e outros militares acompanharam nossa equipe e aportaram toda espécie de dedicação e sacrifício, assinando até promissórias para que a equipe pudesse viajar, porque não havia fundos. Muito se deve a estes militares que se esforçaram abnegadamente e deram toda espécie de ajuda. E eu pertencia ao Partido Socialista Brasileiro, então é um comentário isento de qualquer ânimo político. Estou apenas externando uma verdade – afirmou Amaury.
Aida dos Santos no prêmio Brasil Olímpico (Foto: Alexandre Durão / GLOBOESPORTE.COM)Aída dos Santos lamenta reconhecimento após retorno ao Brasil em 1964 (Foto: Alexandre Durão)
Única mulher da delegação brasileira nessa edição olímpica, Aída dos Santos não teve a mesma sorte. Representante do país no salto em altura, a carioca viajou com uniforme emprestado e sem treinador. Ajudada por um atleta cubano, conseguiu com um representante de material esportivo a doação de um par de sapatilhas utilizadas por velocistas, com seis pregos na parte da frente – o dos saltadores tinha quatro pregos na frente e dois atrás no pé da impulsão.
Mesmo com condições precárias e o abalo emocional por uma lesão sofrida durante as eliminatórias, Aída terminou a disputa em quarto lugar, com 1,74m, dois centímetros a menos do que a russa Taisia Chenchik, medalhista de bronze. Quando voltou ao Brasil, veio a surpresa. Desconhecida do grande público quando viajou para o Japão, a atleta retornou com recepção de gala. 
- Depois dos Jogos apareceu muita gente. Mas antes, quando eu mais precisava... Fui para o Japão sem técnico. A delegação masculina toda tinha uniforme, sapato, mas falaram que não tinha roupa para mim.  Parecia que estavam torcendo para eu não ir. No Japão eu andava de bicicleta e chorava, não tinha como treinar, só consegui uma sapatilha de velocista na tentativa com o segundo fornecedor depois de chorar mais. Mas tinha que competir da mesma maneira, e estava tão chateada, preocupada com os brasileiros, que fui. Quando cheguei ao Brasil até fiquei espantada. Tinha Corpo de Bombeiros para me receber, flores... Mas falei que ali não interessava mais, que eu precisava antes – lembrou.
REMADOR DO FLA, STUART ANGEL É TORTURADO E MORRE
O pulmão enchia de ar a cada remada nas águas ainda limpas da Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro, nos anos 1960. Foi no auge de sua adolescência, aos 18 anos, que Stuart Angel ajudou a levar o Flamengo ao alto do pódio do tradicional e badalado Campeonato Carioca de Remo, em 1964. Esse mesmo ano, marcado pelo Golpe Militar, mudaria sua vida para sempre. A veia política passou a pulsar mais forte do que a de remador. A luta contra a ditadura militar no Brasil viraria a missão prioritária do estudante de economia. Mas a fase como membro do grupo guerrilheiro de extrema esquerda MR-8 durou pouco e teve um fim trágico. O pulmão, antes acostumado a lhe trazer alegrias, não suportou as torturas de membros do Cisa (Centro de Informações de Segurança da Aeronáutica). Aos 25 anos, o filho de Zuzu Angel morreu por asfixia e envenenamento com gás carbônico, em um dos casos mais emblemáticos desse obscuro capítulo da história brasileira.   
- O caso mais conhecido de atleta envolvido no combate ao regime militar foi mesmo de Stuart Angel. Ele pertencia a essa juventude de classe média da extrema esquerda armada. O lado dele de atleta acabou ficando de lado. Tem tanta coisa para se explorar da vida dele que isso ficou em segundo plano - analisou o professor Marcus Dezemone. 
Stuart Angel 1965 remo flamengo golpe militar (Foto: Arquivo / O Globo)Stuart Angel era destaque do barco Oito do Flamengo nos anos de 1964 e 1965 (Foto: Arquivo / O Globo)

De fato, em biografias, reportagens e documentários, a carreira de esportista de Stuart Angel sempre foi ofuscada por sua trajetória nos anos seguintes da conquista do bicampeonato carioca pelo Flamengo. Mas a paixão pela vida de atleta esteve aflorada em 1964 e 1965, aos 18 e 19 anos, quando participou ativamente das conquistas estaduais de seu time no remo. O filho da famosa figurinista e estilista Zuzu Angel, que também tinha nacionalidade americana, era um apaixonado por esportes. Chegou a praticar tênis, natação, capoeira e levantamento de peso. Foi dentro da Lagoa Rodrigo de Freitas, mais precisamente do tradicional barco Oito, conhecido como “Transatlântico de Luxo”, porém, que se descobriu atleta.    
- Ele era um rapaz da Zona Sul, e o remo sempre foi um esporte muito grande, muito praticado por moradores de Ipanema. Ele foi um grande remador. Mas, quando entrou para valer na militância, teve de deixar o remo. Ser guerrilheiro não permitia nada além daquilo. No momento em que ele entrou para essa vida de clandestinidade, tudo que vivia antes se cessou. Ele começou uma vida completamente diferente – contou o cineasta Sérgio Rezende, que contou as histórias da famosa família no filme “Zuzu Angel”, lançado em 2006.
O jeito alegre, divertido e tranquilo do jovem Stuart Angel não deixava pistas de que, por trás do típico garoto da Zona Sul Carioca, havia um revolucionário prestes a trocar o remo pela luta armada. No início de sua carreira de atleta, os colegas de equipe e os adversários não desconfiavam do seu envolvimento político. Para se proteger e tentar preservar a vida das pessoas em sua volta, o remador escondia sua outra perigosa atividade.
- O Flamengo vencia todas as provas na categoria dele. Stuart era um remador excepcional. Não cheguei a competir diretamente contra ele, porque nossas categorias eram diferentes. Mas todo mundo o conhecia e eu o achava um cara divertido, brincalhão, um cara "light". Até por isso, ninguém podia imaginar que ele tinha essa ligação com forças revolucionárias. Quando soubemos disso, ficamos muito chocados e preocupados com o drama que ele estava vivendo – revelou o jornalista Antônio Maria, ex-remador do Botafogo e colega de Stuart.   
Remo Flamengo (Foto: Site Oficial do Clube)Em 2010, uma homenagem foi feita para Stuart no estádio do Flamengo (Foto: Site Oficial do Clube)
 A dedicação cada vez mais perigosa e intensa às suas ideologias, porém, foi atrapalhando a carreira de atleta no fim dos anos 1960. O segredo já não tinha mais como ser guardado a sete chaves. As ausências nos treinos passaram a ser constantes, e a rotina e as companhias de Stuart começaram a entregar o outro viés do talentoso remador. Os amigos do esporte, porém, só tiveram a noção real do seu envolvimento com a luta armada quando seu técnico o encontrou na rua disfarçado.
- Ele tinha desaparecido. Ninguém sabia para onde ele tinha ido. Um dia o técnico do Flamengo, o Buck (Guilherme Eirado da Silva), viu um soldado que era a cara do Stuart. Quando ele estava indo falar com ele, o Stuart piscou, como se estivesse o mandando sair fora dali. Ele estava disfarçado, não podia ser desmascarado. E os problemas foram se intensificando. Lembro que chegou a morar escondido na garagem de barcos do Flamengo. Durante aquele tempo, não podia sair de lá para nada. Os seguranças buscavam comida para ele todos os dias na rua. Mas Stuart acabou tendo que sair de lá. Ele pensava muito nas pessoas, ficava com medo de acabar prejudicando alguém. Depois disso, ninguém nunca mais soube dele - lembrou Maria.   
O MR-8, Movimento Revolucionário 8 de Outubro, foi uma das principais organizações políticas de ideologia socialista na luta armada contra a ditadura militar brasileira. O objetivo principal era a instalação de um estado socialista.   
Quando os colegas do esporte voltaram a ter notícias, souberam que Stuart já estava morto. Embora os detalhes nunca tenham sido confirmados, o que se sabe é que o revolucionário foi levado para o Centro de Informação e Segurança da Aeronáutica em maio de 1971 e lá teria morrido em decorrência das intensas torturas sofridas. Na maior e principal delas, foi arrastado por um jipe com a boca no cano de descarga, causando a fatal asfixia.
Nos anos seguintes, Zuzu Angel travou uma luta incansável para encontrar o corpo do filho. A estilista, no entanto, morreu em março de 1976, em uma suspeita de atentado, sem descobrir ao certo o paradeiro do esportista e guerrilheiro. 
DE CAMPEÃO PELO VASCO A GUERRILHEIRO NO ARAGUAIA
Osvaldão, boxeador e guerrilheiro (Foto: Arquivo Pessoal)Osvaldão foi campeão de boxe pelo Vasco antes de ser guerrilheiro (Arquivo Pessoal)
A força dos punhos e os quase 2m de altura eram proporcionais à coragem que carregava no peito. Osvaldo Orlando da Costa, o Osvaldão, é lembrado até hoje como um dos principais integrantes da Guerrilha do Araguaia, na década de 1970. Mas antes de entregar sua vida por um ideal após o Golpe Militar, foi campeão de boxe defendendo as cores do Vasco da Gama em torneios no Rio de Janeiro.
- Ele era gigante. Tinha 1,98m de altura. Um bom porte físico para a prática de esporte, mas também para ser guerrilheiro. Ele era um dos guerreiros mais conhecidos do Araguaia. Surgiram lendas de que era um guerrilheiro sobrenatural, que ficava até invisível para fugir do Exército – disse o escritor Bernardo Joffilly, autor do livro ''Osvaldão e a Saga do Araguaia''.
A trajetória esportiva não se resumia apenas aos ringues. Desde menino, Osvaldo ainda praticava atletismo e basquete nas horas vagas. Não por acaso, o nome do guerreiro batiza o ginásio poliesportivo de sua terra natal, o município de Passa Quatro, no interior de Minas.
- Ele chegou a ser campeão de boxe amador, na categoria peso-pesado. Osvaldo praticava remo, basquete, arremesso de dardo, disco e peso – relata a sobrinha Cristina, que vive no Rio de Janeiro. 
 A Guerrilha do Araguaia foi um movimento na região Sul do Pará, que teve início em 1967 e travou uma batalha contra as forças de repressão. Acredita-se que 70 dos desaparecidos políticos do Brasil foram mortos no Araguaia.
Os tempos de guerrilha deixaram poucos vestígios da trajetória de Osvaldão nos ringues. Mas no acervo de memória do Vasco ainda há registros, como as fichas das lutas que o consagraram campeão do torneio Luvas de Prata de 1956. Dois duelos contra Antonio Alves da Souza, com uma derrota e um triunfo, foram o suficiente para levar o troféu. 
Depois de viver muito tempo no Rio de Janeiro, onde foi estudar, Osvaldo também passou um período na Europa. Passou alguns anos estudando engenharia em Praga, na antiga Tchecoslováquia, e deixou o esporte em segundo plano. 
- As pessoas o conhecem pouco pelo lado esportivo. Ficou conhecido pelo lado guerrilheiro. Só quem conviveu de perto sabe de toda a história esportiva. Ele era muito forte, tão forte que carregava pessoas no ombro. Vivia incentivando a molecada da cidade a praticar muitos esportes – disse outra sobrinha, Maria Elisa. 
FICHA DE LUTA DE 1956 Osvaldo Costa e Antonio Alves (Foto: Reprodução/Centro de Memória Vasco da Gama)Ficha da luta entre Osvaldão e Antonio Alves (Foto: Reprodução/Centro de Memória Vasco da Gama)
A história do esportista guerrilheiro será retratada no filme ''Onde Está Osvaldão?'', com estreia prevista para junho deste ano. O longa é produzido por Renata Petta e dirigido por Vandré Fernandes, Ana Petta, Fabio Bardella e André Michiles,
O mineiro nunca se tornou um grande campeão e nem ganhou outros títulos. Mas serviu de exemplo de coragem. A Guerrilha do Araguaia sofreu três operações de aniquilamento. Para a terceira, o Exército passou muito tempo se preparando com trabalho de espionagem e mapeamento da área. O grupo foi duramente atingido e, de acordo com a versão dos sobreviventes, Osvaldão foi morto por um pistoleiro em um milharal, em 1974, aos 35 anos. Para servir de exemplo e acabar de vez com o mito do guerreiro invencível, ele teve sua cabeça decepada e exposta em público.

Serena bate Halep e busca 8º troféu em Miami

Miami (EUA) - Apesar de tremendos altos e baixos, a norte-americana Serena Williams derrotou com esforço a batalhadora romena Simona Halep, última tenista a obter uma vitória sobre a líder do ranking, e disputará assim sua 10ª final no Premier de Miami em busca de um incrível oitavo título. Serena marcou as parciais de 6/2, 4/6 e 7/5. A decisão será às 14 horas de sábado contra a espanhola Carla Suárez, que à tarde passou em dois sets pela alemã Sabine Lisicki.

Miami é o torneio de maior sucesso de Serena. Ela chega a 72 vitórias em 79 tentativas, aumentando a série invicta para 17 e mantendo a sina de jamais ter perdido qualquer uma das 10 semis que fez. Conquistou os troféus entre 2002 e 2004, depois de 2007 e 2008, tendo agora mais dois seguidos, em 2013 e 2014. Em contraste, Halep disputou apenas sua primeira semi no torneio.

O duelo entre Serena e Halep foi adiado de duas semanas atrás, quando deveriam ter se cruzado na penúltima rodada de Indian Wells, mas Williams sofreu contusão no joelho e não foi à quadra. A cabeça 1 dominou amplamente o primeiro, obtendo mais do dobro de winners (13 a 6) e ainda por cima errando menos (7 a 8). Aproveitou duas das três chances de quebra e não permitiu um único break-point, ainda que tenha acertado apenas 50% do primeiro saque.

Halep no entanto manteve a cabeça fria e ficou na briga. Foi recompensada. Serena passou a errar tudo a partir do 4/4 e a romena inteligentemente fez a adversária jogar todos os pontos. Ao fechar 6/4, Halep pareceu não perceber que o set tinha terminado e demorou a ir para a cadeira, sorrindo então para o juiz de cadeira.

Com 1h20 de esforço, Serena parecia determinada. Voltou a acelerar firme dos dois lados e rapidamente abriu 3/0 e 4/1. Mas Halep continuou lutando e, quando a adversária sacou para fechar a partida no 10º game, aproveitou a tensão para reagir. Mas não foi longe. Ao sacar co 5/6, foi dominada pelas devoluções da norte-americana, que terminou o duelo com 38 winners (diante de 10) e 45 erros (diante de 24).

Campeã do Australian Open em janeiro, a norte-americana busca o segundo troféu da temporada e o 66º da carreira. Terá amplo favoritismo, já que ganhou de Suárez em todos os quatro duelos já realizados.

Por já defender a final do ano passado, Serena assegura automaticamente a liderança do ranking pelo menos até Madri, em maio. Chegará assim a 116 semanas consecutivas na ponta, superando a marca de 113 de Chris Evert.

Halep por sua vez vinha de títulos seguidos em Dubai e Indian Wells. Caso faturasse em Miami, ultrapassaria a russa Maria Sharapova na segunda posição do ranking.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Copa do Brasil

21h50






REM Remo1X1Atlético-PR CAP



Copa do Brasil

21h50




NFC Nacional-AM0X0Bahia BAH

Copa do Brasil

19h30




CRB CRB1X0Amadense-SE AMA

Copa do Brasil

19h30

BSB Brasília0X1Náutico NAU



Copa do Brasil

19h30




PON Ponte Preta3X0Vilhena VLH

Sem ter o saque ameaçado, Isner derruba Nishikori

Miami (EUA) - Mais uma vez, John Isner mostrou sua força quando atua em solo americano. Depois de eliminar Grigor Dimitrov e Milos Raonic, o gigante 2,08m fez uma vítima no Masters 1000 de Miami para alcançar a semifinal da competição. Nesta quinta-feira, Isner passou com 6/4 e 6/3 em 1h10 pelo japonês Kei Nishikori, quinto no ranking mundial.
Em busca de sua terceira final de Masters 1000 na carreira, Isner terá pela frente o vencedor do confronto entre Novak Djokovic e David Ferrer. O sacador norte-americano venceu dois dos oito jogos que fez contra o sérvio e tem uma vitória em seis jogos diante do espanhol.
Entre as 18 finais que Isner já disputou na carreira, 15 delas foram em torneios nos Estados Unidos, exceção feita a dois títulos em Auckland (em 2010 e 2014) e um vice-campeonato no saibro de Belgrado (em 2010). Ainda que já tenha decidido os Masters de Indian Wells e Cincinnati, Isner garantiu seu melhor resultado em Miami e a volta de um americano à penúltima rodada, o que não ocorria desde Mardy Fish, em 2011.
Ex-número 9 e hoje 24º colocado, Isner ganhará terreno na próxima atualização do ranking, já que parou ainda nas oitavas no ano passado. Com os resultados de momento, Isner já garante a volta ao top 20, podendo alcançar o 13º lugar caso continue avançando.
Ainda sem ter o serviço quebrado no torneio, Isner voltou a ter grande aproveitamento de saque, ao disparar 12 aces, não enfrentar nenhuma chance de quebra e perder apenas dez pontos em seus games de serviço.
O americano também foi efetivo em devoluções para pressionar Nishikori e jogar de maneira agressiva, impedindo que os ralis se alongassem, o que favoreceria o rápido adversário. Houve apenas quatro pontos decididos em mais de nove trocas de bola, com 3 a 1 em favor do japonês. Isner ainda deu um banho na contagem de winners, 33 a 5.

Suárez faz maior final da carreira e entra no top 10

Miami (EUA) - A espanhola Carla Suárez avançou nesta quinta-feira à maior final da carreira no WTA de Miami. Aos 26 anos, a atual 12ª do mundo mostrou consistência e variação na vitória por duplo 6/3 sobre a alemã Andrea Petkovic e de quebra entrará no top 10 no próximo ranking da WTA.
Suárez será apenas a terceira espanhola a figurar entre as 10 melhores do mundo, seguindo Arantxa Sánchez-Vicario e Conchita Martinez, que chegaram a ser número 1 e 2, respectivamente.
Ela tomará a posição justamente de Petkovic na segunda-feira e em caso de título saltará para 8ª. A espanhola faz um grande início de temporada, somando 21 vitórias em 2015, cinco delas contra jogadoras do top 10.
Com apenas um troféu em sete decisões, Suárez aguarda a norte-americana Serena Williams ou a romena Simona Halep e tem retrospecto desfavorável contra as duas. Ela nunca venceu a líder do ranking em quatro duelos e perde para Halep por 5 a 4, sendo que no piso sintético ela tem um triunfo em cinco jogos.
O game inicial da partida durou quase 10 minutos e Petkovic já precisou salvar três break points. Trabalhando os pontos com paciência de mais variação, Suárez obteve a quebra no terceiro game. A espanhola mostrou um jogo regular durante todo o primeiro set e não enfrentou break points, quebrando o saque da alemã mais uma vez para vencer em 42 minutos.
Irritada com os 14 erros e um winner na parcial, Petkovic foi ao vestiário e voltou mais paciente, equilibrando o início do segundo set. Apesar disso, as bolas mais altas e sem peso da espanhola a mantiveram no controle do jogo. Em um longo sexto game, Suárez aproveitou a quinta oportunidade de quebra para fazer 4/2 e depois confirmar os seus games de serviço com tranquilidade.

Djokovic fica feliz ao ser chamado de 'veterano'

Miami (EUA) - Aos 27 anos e com exatos 50 títulos no currículo, Novak Djokovic é definitivamente um jogador de muita experiência. Mas na última terça-feira, o número 1 passou por uma situação inédita, ao ser chamado pela primeira vez de "veterano".
Ao ser questionado sobre um "duelo de veteranos" pelas quartas de final do Masters 1000 de Miami, com David Ferrer, Djokovic pediu até uma confirmação se havia ouvido certo.
"Você disse 'dois veteranos'", perguntou Djokovic. "Obrigado. É a primeira vez que eu ouço isso", brincou o sérvio, que negou qualquer conotação negativa ao termo.
"Este é um marco", respondeu o líder do ranking. "É uma grande coisa para ouvir. Obrigado por isso. Faz muito tempo que jogo tênis, mas eu nunca fui chamado de 'veterano'", complementou o sérvio que joga desde os 4 anos e iniciou a carreira profissional aos 16.
Acumulando um total de 140 semanas na liderança do ranking mundial, somando três passagens pela primeira posição, Djokovic está a uma semana de ultrapassar Rafael Nadal e tornar-se o sexto jogador com maior número de semanas no ranking. Diferente de muitos de seus colegas, que minimizam dados estatísticos, Djokovic dá bastante valor a tais números.
"Eu presto atenção a esses marcos. Estou muito orgulhoso do feito e de ser capaz de permanecer por tantas semanas como número 1 do mundo. Espero manter essa consistência e a disciplina. Tenho certeza que os resultados virão".

Bia Haddad e Paula/Cé caem nas duplas na Flórida

Osprey (EUA) - A participação brasileira no saibro de Osprey chegou ao fim nesta quarta-feira. Beatriz Haddad Maia, Paula Gonçalves e Gabriela Cé pararam na estreia na chave de duplas e deram adeus ao ITF de US$ 50 mil.
Paula, que chegou à última rodada do qualificatório em simples, jogou ao lado de Cé. A paulista e a gaúcha foram superadas pela parceria britânica Tara Moore/Nicola Slater, com parciais de 6/3 e 6/0.
Diante das cabeças de chave 2, Bia também não conseguiu avançar. A canhota e a paraguaia Montserrat Gonzalez sofreram 6/3 e 6/1 diante das holandesas Lesley Kerkhove e Arantxa Rus.
Bia segue nos Estados Unidos para a disputa do WTA Premier de Charleston, também no saibro, e na semana seguinte volta à América do Sul para o WTA de Bogotá. A atual 204ª do mundo irá aparecer no top 200 pela primeira vez na próxima segunda-feira.
Paula deve desembarcar na Colômbia já nesta semana para tentar uma vaga na chave principal do ITF de US$ 50 mil de Medellín, também na terra batida. A pernambucana Teliana Pereira também está inscrita e deverá ser a cabeça de chave 6.

Orlandinho se sente um 'superstar' em 1º Masters

Chengdu (China) - A grandiosidade do primeiro ITF Junior Masters, que começa nesta sexta-feira na China, fez o gaúcho Orlando Luz se sentir uma estrela. A quadra com capacidade para 6500 pessoas e as “mordomias” no evento ainda são incomuns para os juvenis no circuito.
“É como se você fosse um ‘superstar’. Gosto dessa quadra grande, o evento é muito grande e você tem tudo que precisa, é incrível”, disse Orlandinho à Federação Internacional de Tênis (ITF).
O torneio reúne os oito melhores juvenis do mundo – com base no último ranking de 2014 – e também conta com o paulista Marcelo Zormann. Orlandinho, de 17 anos, é o cabeça de chave 2 e estreia contra o sul-coreano Chung Yunseong. Zormann está do lado oposto da chave e enfrenta outro sul-coreano, Duck Hee Lee.
Juntos, eles conquistaram o título de duplas juvenil em Wimbledon e a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos da Juventude, em 2014. Zormann completou 18 anos na última temporada e se despediu do juvenil, mas poderá disputar o Masters.
“É bom (ter o Marcelo aqui). Nós viajamos juntos o tempo todo. Ele não está mais jogando o juvenil, mas viajamos para futures e challengers, ainda jogamos duplas”, acrescentou Orlandinho.
Recuperado de uma lesão na coxa, Zormann também falou da estrutura do evento inaugural. “Tudo é muito bom, a quadra é incrível. A organização é meio diferente, você se sente o melhor jogador do mundo”.
Além de reunir os melhores juvenis do mundo, a iniciativa da ITF busca ajudar na transição para o circuito profissional. Ao invés de pontos, os 16 jogadores – do masculino e feminino – receberão convites e ajuda financeira para alguns torneios profissionais em 2015 e 2016, de acordo com a classificação de cada um na China.

Halep sobre Serena: 'Não tenho nada a perder'

Miami (EUA) - No caminho para se tornar apenas a terceira jogadora a vencer Indian Wells e Miami na mesma temporada, a romena Simona Halep terá o maior desafio da atualidade na semifinal na Flórida. A número 3 do mundo encara a norte-americana Serena Williams, líder do ranking e heptacampeã do torneio, e assume a condição de franca atiradora.
“Não tenho nada a perder, ela é a melhor jogadora do mundo”, diz a romena. Serena lidera o confronto direto por 4 a 1 e a única derrota foi justamente a última da número 1 no circuito, ainda em 2014. No WTA Finals de Cingapura, Halep aplicou 6/0 e 6/2 na fase de classificação, mas Serena deu o troco na final, com 6/3 e 6/0.
“Eu vou lembrar a vida inteira que a derrotei, porque fiz um jogo muito bom. Tenho que acreditar que posso vencê-la de novo e que tenho chance. Eu a admiro muito e aprendi muitas coisas com ela, sempre fico mais forte depois de enfrentá-la”, acrescentou Halep.
Além do título em Indian Wells, há duas semanas, Halep também levantou o troféu em Dubai e tem 14 triunfos seguidos. Serena, invicta na temporada, soma 16 vitórias e outra três ainda de 2014.
O encontro entre elas já deveria ter acontecido há duas semanas, também na semifinal, em Indian Wells. A líder do ranking não entrou em quadra com dores no joelho, o que a deixa ainda mais animada para o confronto em Miami, torneio que mais venceu na carreira. “Não pude enfrentá-la da última vez e fiquei decepcionada. Estou ansiosa para jogar desta vez”.
Para garantir a vaga na semifinal, Halep venceu nove dois 10 primeiros games contra a norte-americana Sloane Stephens e depois viu a partida ficar complicada.
“O começo do jogo foi muito rápido, acho que estava jogando o meu melhor tênis. Depois ela mudou a tática, jogando um pouco mais devagar, e eu perdi meu ritmo. Mas estou feliz por me recuperar e vencer em dois sets”, falou a jogadora de 23 anos após marcar 6/1 e 7/5.

Os Jogadores do são Paulo querem derruba o técnico

Os jogadores não jogaram nada nesta quarta feira mereceram perde pelo que vi ontem   eles querem derruba técnico do são Paulo se forem a sim que devem cai eram o jogadores  do time do são Paulo.

Halep fará duelo de invictas com Serena na semi

Miami (EUA) - As duas melhores tenistas deste início de temporada e vindas de longas invencibilidades medirão forças na semifinal do Premier de Miami. Depois de Serena Williams ter confirmado sua vaga no início da tarde, Simona Halep venceu a norte-americana Sloane Stephens na abertura da rodada noturna desta quarta-feira ao marcar 6/1 e 7/5 em 1h15 de disputa.
Vinda de títulos consecutivos em Dubai e Indian Wells, além de ter erguido um troféu em Shenzhen na primeira semana do ano, Halep já acumula 14 vitórias consecutivas, quatro a menos que Serena, campeã do Australian Open e que não perde desde outubro do ano passado, para a própria Halep na fase de grupos do WTA Finals em Cingapura.
Em 26 jogos na temporada, Halep perdeu apenas dois, um nas quartas de final do Australian Open para a canhota russa Ekaterina Makarova e outro no duelo diante da Espanha pela Fed Cup, perdendo para Garbine Muguruza.
Serena e Halep deveriam ter se enfrentado an semifinal de Indian Wells há duas semanas, mas a número 1 do mundo sequer pôde entrar em quadra devido a lesão no joelho direito. Dessa forma, a partida não é contabilizada para fins estatísticos e Serena lidera o confronto direto por 4 a 1.
Terceira no ranking mundial, Halep tem chance de ultrapassar Maria Sharapova e reassumir o segundo lugar na lista caso conquiste o título na Flórida. A romena, que já ocupou tal posto em agosto do ano passado, também é a líder na corrida para Cingapura, que considera apenas os pontos conquistados em 2015.
Para garantir seu lugar na semi, a embalada Halep começou a partida disputando um longo game de saque em que salvou dois break points antes de confirmar o serviço e quebrar o de Stephens logo em seguida. A romena tornaria a obter uma quebra no sexto game, ampliando sua vantagem.
A segunda parcial teve roteiro parecido com Halep logo abrindo 3/0 e saque, mas permitiu o empate da americana. Mas nos momentos decisivos, Halep elevou o nível, com destaque para uma sequência de winners de forehand na corrida, oriundos de bolas cruzadas de Stephens. Vencendo os pontos-chave de maneira convincente, Halep confirmou o favoritismo contra a 45ª colocada e anotasse sua terceira vitória em cinco jogos diante da americana.
Halep terminou a partida liderando a contagem de winners por 17 a 8 e acumulando 26 erros não-forçados contra 30 de Stephens. Firme no fundo de quadra, a romena pouco se arriscou à rede com apenas duas subidas e nenhum ponto vencido.

Serena diz que nem fazia ideia de marca histórica

Miami (EUA) - A histórica marca de 700 vitórias na carreira surpreendeu Serena Williams, que admitiu desconhecer o número redondo antes da partida diante da alemã Sabine Lisicki pelas quartas de final do Premier de Miami nesta quarta-feira.
"Eu não tinha idéia", admitiu Serena após a partida. "Eu os vi trazendo um bolo e eu pensei, 'Hoje é aniversário de quem?' Mas eu realmente não tinha idéia sobre isso, então eu estou realmente animada agora!", acrescentou a líder do ranking, que venceu por 7/6 (7-4), 1/6 e 6/4.
Em uma tarde pouco inspirada, com 24 bolas vencedoras, 44 erros não-forçados e apenas 45% de aproveitamento de primeiro serviço, Serena reconhece que não fez uma boa partida e que por isso precisou ter o máximo de motivação.
"Hoje não foi o meu melhor dia. Eu não estava sacando nem batendo na bola da maneira que eu normalmente faço, então tudo que eu podia fazer era lutar e tentar dar 200% em vez de 100%".
Depois de ter perdido o segundo set por 6/1, Serena iniciou o terceiro set sendo dominante e abrindo uma vantagem confortável e lembrou esse momento importante para retomar o controle do jogo.
"No início do terceiro set foi definitivamente um pouco de uma reação natural. Obviamente, eu não quero perder, ou pelo menos eu quero tentar fazer o melhor que posso", avaliou a número 1 do mundo. "Ela vinha  muito empolgada no início do terceiro set, depois de vencer o segundo, então eu só queria ficar forte e, basicamente, manter meu saque".

Berdych confirma e reencontra Murray na semi

Miami (EUA) - Com histórico amplamente favorável, Tomas Berdych manteve o perfeito retrospecto diante de Juan Mónaco chegando à sétima vitória em sete jogos. Nesta quarta-feira, o número 9 do mundo despachou o rival argentino, 46º colocado, por 6/3 e 6/4 em jogo válido pelas quartas de final do Masters 1000 de Miami em 1h32 de disputa.
Em sua 17ª semifinal de Masters 1000, Berdych luta para chegar à terceira decisão. Na próxima sexta-feira, Berdych medirá forças com o britânico Andy Murray, 4º colocado e bicampeão em Miami. Ainda que o tcheco lidere o confronto direto por 6 a 5, foi Murray quem venceu o encontro mais recente na penúltima rodada do Australian Open.
A rivalidade entre Berdych e Murray ganhou importância na pré-temporada deste ano, quando o tcheco promoveu algumas mudanças em sua equipe e chamou o venezuelano Dani Vallverdu, ex-parceiro de treinos de Murray, para ser seu novo técnico principal.
Depois que Berdych conseguiu uma quebra logo no terceiro game da partida, o primeiro set foi definido em games muito longos. Primeiro, Monaco saiu do buraco em 8 minutos, depois o argentino devolveu a quebra em 10 minutos. Berdych tornou a abrir frente em game de 7 minutos e depois apenas confirmou de zero. O primeiro set durou longos 53 minutos.
Na segunda parcial, os dois jogadores passaram a confirmar o saque com maior tranquilidade. A vantagem a favor do tcheco veio apenas no nono game, quando obteve a única quebra de todo o set e confirmou na sequência. Berdych terminou o jogo com vantagem de 13 a 10 nos winners e 28 erros não-forçados contra 20 de Monaco.
Apesar da derrota, Monaco não sai de mãos abanando. Ex-top 10 e eliminado na primeira rodada no ano passado, o argentino dará um salto de sete posições graças aos 180 pontos obtidos pela campanha nas quadras do Crandon Park. Assim, Monaco deverá alcançar o 39º lugar.