quarta-feira, 1 de abril de 2015

Orgulho da Nação entra em quadra nesta quarta-feira

 
Jerome quer que equipe mantenha o ritmo
Jerome quer que equipe mantenha o ritmo
Classificado para as quartas de final, o Flamengo entra em quadra contra o Rio Claro, na noite desta quarta-feira (01.04), às 20h, no ginásio do Tijuca Tênis Clube. A partida, válida pela 29ª rodada do Novo Basquete Brasil (NBB), põe frente a frente duas equipes com objetivos muito distintos no campeonato.

O Rubro-Negro vem de uma vitória sobre o São José (93 a 88), também no Tijuca Tênis Clube.  Garantido nos playoffs e classificado entre os quatro primeiros, o Flamengo vai em busca de mais uma vitória em uma série invicta que já dura dez jogos. A equipe está no terceiro lugar na tabela, com 75% de aproveitamento.

"Jogamos bem ofensivamente hoje (sábado). No segundo tempo a defesa estava mais fraca, mas ainda assim vencemos e estamos em um bom ritmo para começar nos playoffs. Queremos nesses dois últimos jogos manter esse ritmo", afirmou o pivô rubro-negro Jerome Meyinsse.

Na penúltima colocação, o adversário tem apenas 25% de aproveitamento. Em sua última partida pelo NBB, o Rio Claro conseguiu um resultado importante na luta contra o rebaixamento. Jogando em casa, no dia 20 de março, a equipe rioclarense venceu o Minas por 73 a 68. O jogo promete ser duro contra um adversário que tentar não cair de divisão ao mesmo tempo que sonha com os playoffs. O Flamengo conta com a força da Nação para ser o sexto jogador em quadra: compre seu ingresso e ainda ganhe o primeiro mês grátis como sócio-torcedor.

Fracasso contra San Lorenzo não significa marcha fúnebre para o soberano São Paulo

Ok, ok: a situação do soberano São Paulo na Libertadores está mais complicada do que a de quem apostou na Petrobras.
A equipe precisa de pelo menos um empate contra o campeão San Lorenzo, no Nuevo Gasómetro, para deixar bem encaminhada a classificação no ‘grupo da morte'.
Se perder, porém, não há razão para jogar a toalha, entrar em pânico. Será um resultado perfeitamente normal pela força do adversário e, principalmente, pelo borogodó que tomou conta do Morumbi nos últimos tempos, com o clube lembrando um belo cortiço da Vila Sônia em que ninguém se entende.
O Tricolor ocupa a segunda colocação no grupo 2, com seis pontos, três atrás do Corinthians 100% e três à frente dos hermanos.
Mesmo se dançar o tango em Buenos Aires, o time são-paulino ainda continuará na briga. Mas (olha o mas aí, gente!) terá de vestir as sandálias da humildade e torcer pelo coirmão Corinthians no duelo com o San Lorenzo, pela quinta rodada, no Itaquerão, minha casa minha vida.
Se os corintianos descerem a bordoada nos hermanos, o Tricolor teria apenas que vencer o frágil Danubio, no Uruguai, para ficar novamente isolado na segunda posição - nove pontos contra seis dos argentinos.
Na última jornada da fase de classificação, o Tricolor necessitaria somente de um empate contra o Corinthians, no Morumbi, para chegar ao tiroteio do mata-mata das oitavas de final, independentemente das orações do papa Francisco e do resultado do San Lorenzo diante do Danubio, no Nuevo Gasómetro.
Buenos Aires pode ser a hora da verdade para o São Paulo continuar alimentando o sonho do tetra na Libertadores, enquanto um fracasso não significará a marcha fúnebre. Ou seja, tá ruim, mas tá bom.
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Caiu na rede. Sofá, TV e pipoca: o grupo do Palmeiras na Libertadores.
Ave-Maria. A cartolagem do Peixe nunca rezou tanto para Nossa Senhora do Montserrat. O motivo das preces: se a Lazio negociar Felipe Anderson para um time inglês por 25 milhões de euros, o Santos embolsará um belo dividendo. Quando negociou o meia com o clube italiano, o time da Baixada acertou um percentual de 25% em uma futura transferência. Detém ainda 3% por ser formador do atleta. Uma bela bolada (mais de R$ 30 mi) para quem está de pires na mão, esquentando duas ou três vezes o bule de café. O lateral Danilo, negociado pelo Porto para o Real Madrid por R$ 108 milhões, já renderá chorumelas: R$ 6 milhões. Em 2011, quando vendeu os direitos ao Porto, o Santos exigiu 10% do lucro de uma futura transação.
Sugismundo Freud. Alô, você: não roube, o governo detesta concorrência.
Bem, amiguinhos. De melhor do mundo em 2014 a 29º neste ano como atacante: é a trajetória do gajo Cristiano Ronaldo, do Real Madrid, em estudo do CIES Football Observatory, que considerou chutes a gol, oportunidades criadas, iniciativa, passes e desarmes. O líder é o hermano Messi, do Barcelona. Neymar aparece na 12ª posição. Entre os zagueiros, Thiago Silva e David Luiz, do PSG, ocupam a quinta e sexta colocações, enquanto o lateral Marcelo, do Real, está em segundo.
Zé Corneta. Bernie Ecclestone (Fórmula 1) e Dana White (UFC): dois sanguessugas do suor alheio.
Bem, diabinhos. O Bahêa pode ficar sem lenço e sem documento se levar adiante a ideia de mandar seus jogos apenas no Pituaçu. O contrato entre a concessionária da Fonte Nova e o governo do estado é alegremente draconiano. Uma das cláusulas determina que o 'cedente [governo] não permitirá a realização de jogos oficiais no Estádio Pituaçu, salvo indisponibilidade justificada da Arena'. O acordo entre o Bahêa e a concessionária se encerra em 7 de abril.
Dona Fifi. Números do emocionante Pernambuquinho: 110 jogos, 389.258 torcedores (3.538 testemunhas por partida) e arrecadação de R$ 4,4 mi (média de R$ 40,6 mil).
Gilete press. Do pequeno grande Tostão, na ‘Folha': "Tite, ótimo treinador, em seu ano de estudos, certamente incorporou detalhes a seus conhecimentos. Será ainda melhor. Mas dizer que ele trouxe novas e revolucionárias ideias é não ter senso crítico. O futebol evoluiu nos últimos 10 anos, mas não houve mudanças nos dois últimos. A estratégia atual do Corinthians é usada há muitos anos pelas grandes equipes e foi utilizada na conquista do Mundial de Clubes. Elias marca e avança como um meia, um atacante, como fazia Paulinho. Podem chamar de 4-2-3-1 ou de 4-1-4-1, a nova moda. Não faz nenhuma diferença." Na mosca.
De chaleira. A pobre Uefa informou que o campeão da Champions na próxima temporada receberá apenas 54,5 milhões de euros (R$ 187,5 milhões). Que dureza!
Tititi d'Aline. Muitos torcedores vão virar casaca sempre que o Botafogo entrar em campo na série B. A drástica mudança de amor atende por Maitê Proença. Aos 57 anos, a atriz promete ficar nua se o time voltar à elite do Brasileirão. Usará apenas uma coleira no pescoço com o nome do clube. Por duas vezes Maitê já deu asas à imaginação dos marmanjos em revistas.
Você sabia que... o Corinthians completará 100 jogos na Libertadores contra o Danubio, colecionando até agora 54 vitórias, 22 empates e 23 derrotas?
Rádio vestiário. Fora dos planos do Saci colorado, Rafael Moura corre atrás de clube. Obstáculo: salário de R$ 450 mil. 'He Man' foi contratado junto ao Fluminense por 3 milhões de euros. Pelo Inter, soma 95 jogos e 25 gols. 

‘Bola de ouro'. Palmeiras. Nem Prass nem Dudu. Muito menos Zé Roberto e Valdivia. Tampouco o moleque Gabriel Jesus. O clube optou pelo gerente Alexandre Mattos como garoto-propaganda da campanha sócio-torcedor. O futebol está mesmo de cabeça para baixo.
Bola de latão. Nike. Um tiro no pé: contratou o velocista Justin Gatlin como garoto-propaganda, apesar de ter sido suspenso duas vezes por doping. Até atletas que têm acordo com a empresa criticaram a decisão.
Bola de lixo. Náutico. O clube pernambucano simplesmente abandonou o estádio dos Aflitos. O mato domina a maior parte da arquibancada e dos vestiários. O campo é utilizado apenas pelas equipes de rúgbi, futebol americano e beisebol. Que lástima!
Bola sete. "O Corinthians, além de ter um time cascudo e um grande técnico, tem uma grande arma na Libertadores, o Itaquerão. Hoje não há craques como antigamente, que não sentiam a pressão da torcida no campo do adversário" (do 'pofexô' Vanderlei Luxemburgo, sobre o alçapão corintiano - é vero).
Dúvida pertinente. ‘Muriçoca' está certo em colocar Ganso no banco?

Caminho para a Euro vê favoritos patinando e "potes 5" na zona das vagas

O caminho que leva à Euro 2016 já está na metade, e o cenário não parece tão tranquilo para algumas seleções que deveriam ser, em teoria, as favoritas em seus grupos. É verdade que o aumento do número de participantes da fase final para 24 é um convite ao relaxamento para seleções acostumadas a se classificar, mas para algumas cabeças-de-chave o risco de eliminação é real.
Na época do sorteio dos grupos, a Uefa fez a distribuição dos potes com base no cálculo dos coeficientes das seleções, levando em consideração o desempenho nas eliminatórias e fase final da Copa do Mundo de 2010 (peso 20%), eliminatórias e fase final da Euro 2012 (40%) e eliminatórias da Copa do Mundo de 2014 (40%).
Apenas duas das nove seleções incluídas no pote mais nobre de acordo com este critério estão hoje na liderança de seus grupos: Inglaterra e Portugal. Espanha, Itália e Alemanha são segundas colocadas de suas chaves e também estariam classificadas diretamente. Holanda e Rússia encontram dificuldades e hoje teriam de se contentar com a repescagem, enquanto Bósnia e Grécia, esta lanterna de sua chave, já seriam eliminadas.
Aqui cabe uma ressalva: caso seja declarada vencedora do jogo interrompido contra Montenegro, como pleiteia, a Rússia passará a ser a melhor terceira colocada no geral, já feitos os descartes dos resultados contra o sexto colocado. Hoje, esta vaga direta destinada ao melhor terceiro está com a Escócia.
Três líderes de grupo - Croácia, República Tcheca e Bélgica - estavam no segundo pote do sorteio, mas é o pote 3 que tem mais equipes na ponta neste momento: Eslováquia, Romênia, Áustria e Polônia. Vale observar ainda que os três potes teriam hoje o mesmo número de seleções classificadas diretamente para a Euro: cinco cada.
Entre os potes 4 e 5, há três seleções na vice-liderança de seus grupos: País de Gales, Irlanda do Norte e Islândia. O quinto pote ainda teria a Albânia classificada para a repescagem. Sonhar com a classificação é praticamente impossível para quem estava no sexto e último pote, mas vale observar que Liechtenstein e Ilhas Faroe não são últimas em suas chaves.
EXCEL
* Resultado de Montenegro x Rússia sub judice. Sérvia 3 pontos de penalização
* Resultado de Montenegro x Rússia sub judice. Sérvia 3 pontos de penalização

Não é o seu time, é o futebol brasileiro que está mal

Há quatro semanas tenho publicado o Power Ranking Brasil. Levantamento muito comum nos esportes americanos e que tem gerado bom debate por aqui. Surpreendentemente, os maiores protestos dos torcedores não é por conta do mau posicionamento de seus clubes, e sim pela boa posição.
Conversei com muitos fãs de esporte nos últimos dias pelo Twitter e também pelos comentários nos posts e agora estendo o assunto: não é só o seu time que está jogando mal, o nível do futebol brasileiro que é baixo mesmo.
Tomemos para começo de discussão o Internacional. Sob o comando de Diego Aguirre, o Colorado soma dez vitórias, cinco empates e duas derrotas entre Campeonato Gaúcho e Libertadores da América. Claramente é um time em evolução, que passa por mudanças táticas e conceituais. Aguirre não conhecia a fundo o elenco e os adversários, por isso teve bastante dificuldade no início.
No entanto, o nível de exigência da torcida e de boa parte da imprensa é altíssimo. Bem maior do que a qualidade do próprio futebol brasileiro.
Para muitos torcedores do Inter, questionei quais times estavam jogando mais do que o Colorado em 2015. Poucos conseguiam listar vários, mas todos diziam que a equipe estava jogando muito mal. Aí está a questão principal.
Devemos, sim, cobrar um futebol melhor dos times brasileiros. A Copa do Mundo no Brasil fez com que a torcida brasileira percebesse que passamos a jogar um futebol burocrático, de chutões e cruzamentos. Nada que lembre o passado brasileiro e que seja condizente com a qualidade do nosso atleta.
No entanto, é necessária compreensão do cenário futebolístico nacional para criticar. O Inter não está jogando maravilhosamente bem, como o Colorado dos anos 1970? Sim! Mas quem está jogando assim hoje em dia no Brasil? A sequência de trabalho pode fazer com que o Internacional de Diego Aguirre evolua bastante.
A unanimidade de qualidade em território brasileiro tem sido o Corinthians. Sob o 4-1-4-1 de Tite, o Timão tem realmente jogado bem e conquistado resultados expressivos - tanto é que permanece invicto no ano. Mesmo assim, não é um time espetacular, encantador. Pode até se tornar, mas assim como no caso anterior, é necessário tempo para essa evolução.
Em sua coluna desta quarta-feira na Folha de S.Paulo, Tostão cita "as pesadas e excessivas críticas ao São Paulo". Para o craque, elas surgem a partir da "falsa expectativa criada por dirigentes, torcedores e parte da imprensa". Perfeito.
O São Paulo tem um time muito bom para o futebol brasileiro, mas longe de ser uma máquina de jogar bola. Essa enorme expectativa de que o time pode atuar como um grande clube europeu gera as críticas ferrenhas e aumenta a pressão sobre o elenco e a comissão técnica.
Mais um exemplo para o debate: Cruzeiro.
O atual bicampeão brasileiro passou por muitas mudanças. Perdeu seus principais jogadores - Lucas Silva, Everton Ribeiro e Ricardo Goulart - e o técnico Marcelo Oliveira precisou montar um time novo.
O nível apresentado pela Raposa no ano passado foi muito bom, e isso certamente aumentou a exigência da torcida. Só que é natural enfrentar dificuldades nesse início de ano. O entrosamento e a qualidade do ano passado foram alcançados depois de muito tempo, assim, acontecerão agora partidas complicadas contra adversários inferiores.
Em todos os casos acima, as reclamações dos torcedores são quase sempre as mesmas: contra times menores o futebol apresentado é pobre.
Quando me refiro ao nível ruim do futebol brasileiro, faço referência principalmente aos grandes times. É muito mais simples jogar com ligação direta, chutão o tempo todo e 500 cruzamentos por jogo do que armar uma equipe para atuar com velocidade, muitos passes e qualidade. Intensidade. E isso não se conquista da noite para o dia.
Além disso, o garoto vem da base já viciado. A cada geração deixamos de lado o talento natural do jogador brasileiro para privilegiar a força. Praticar futebol moderno não significa abandonar o talento! Significa maximizar esse talento dentro de um padrão tático.
Há ainda a questão financeira. O futebol brasileiro passou por um boom absurdo e completamente fora da realidade. Passou-se a pagar por aqui salários astronômicos, que não refletem a qualidade de atletas e treinadores. Assim, o buraco entre grandes e pequenos ficou parecendo gigantesco, mas não é assim na realidade.
A diferença é bem menor. A cada temporada, os confrontos contra times menores ficam mais nivelados do que deveriam ser. E não é por ganho de qualidade.
Citei Internacional, Corinthians, São Paulo e Cruzeiro. Poderia ter escrito sobre o Flamengo, o Atlético Mineiro, o Santos... São muitos exemplos.
Portanto, siga criticando seu time. Exija um futebol melhor, mas entenda que a realidade brasileira é dura. E não é com os velhos métodos de 50 contratações por temporada e troca de treinador a cada três meses que vamos melhorar a situação.

1961… Flamengo conquistava a América pela primeira vez

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Tudo começou em 1953, com a chegada do técnico Fleitas Solich, do Paraguai. Apesar de sua origem, nada tinha de “cavalo paraguaio”. Vindo de anos sofridos, na era pós-Zizinho, oFlamengo voltou a ganhar respeito assim que Fleitas assumiu o comando da equipe. Revelou o quarteto Dida, Zagallo, Evaristo e Babá, que carregaram o time no Carioca daquele ano, junto com Benitez, artilheiro com 22 gols. Em 27 jogos, foram 21 vitórias, quatro empates e somente duas derrotas, tendo o melhor ataque da competição, com 77 gols marcados, e também a melhor defesa, com 27 sofridos. Nem precisa falar que foi “fácil” ganhar o Carioca com aquele time.
flamengo_america_2A história se repetiu em 1954. Mantendo a mesma base, agora mais respeitada, o Flamengo foi bicampeão carioca com 19 vitórias, seis empates e duas derrotas, marcando 64 gols e, novamente, sofrendo apenas 27.
Naquele ano, Dequinha, Índio e Rubens foram convocados para a Seleção Brasileira, que disputou a Copa do Mundo da Suíca. Com o quarteto de volta, no ano seguinte, o Fla voltou a dominar o Rio de Janeiro, e conquistou o seu segundo tricampeonato carioca da história, com direito a uma acachapante goleada de 6 x 1 sobre o Fluminense, durante a fase classificatória, e dois triunfos sobre o Bangu, na decisão, sendo um deles no Maracanã lotado, com 140 mil torcedores, que viram Dida brilhar e comandar a goleada por 4 x 1.
Entre 1956 e 1960, o elenco caiu de rendimento, e não conseguiu manter a série de conquistas seguidas. Até conquistaram vários torneios amistosos, como o Torneio Internacional do Morumbi, o Troféu Embaixador Osvaldo Aranha, o Troféu Ponto Frio, a Taça Brasília, o Troféu AIK, na Suécia, o Troféu Sporting Club de Portugal, em Portugal, o Torneio Quadrangular de Israel, em Israel, o Torneio Hexagonal do Peru, no Peru, e o Torneio Início do Rio de Janeiro, mas nada de muita expressão, à altura da instituição Flamengo.
flamengo_américa_1No entanto, mesmo durante o “jejum” o trio de ataque formado por Joel, Dida e Zagallo, representou o Brasil na Copa do Mundo de 1958, na Suécia, além do meia Moacir. De lá, os quatro jogadores voltaram campeões mundiais.
Durante esses anos, algumas mudanças aconteceram no elenco. Já ídolo, Evaristo foi transferido pra o Barcelona/ESP. Logo após sua saída, Zagallo também se despediu, indo para o Botafogo, de Garrincha e Nilton Santos. Em contrapartida, o técnico Fleitas, que havia deixado o comando da equipe, voltou para a Gávea, e viu novos talentos surgirem por lá, entre eles o meia Gérson.
E é aí que a história ganha maiores formas. Em 1961, o Flamengo voltou a colocar medo nos adversários. Logo no começo da temporada, a volta por cima veio em grande estilo, no Torneio Octogonal de Verão, que seria algo qualquer, se não contasse com Flamengo, Vasco, Corinthians, São Paulo, River Plate/ARG, Boca Juniors/ARG, Nacional/URU e Cerro Porteño/URU.
A disputa aconteceu no sistema todos contra todos. Na estreia, o Flamengo derrotou o Corinthians por 2 x 1, fora de casa. No duelo contra o segundo paulista, venceu o São Paulo por 3 x 2.
flamengo_gerson_carlinhosTrês dias depois, no Maracanã, conheceu o primeiro tropeço. No clássico contra o Vasco, que tinha um grande time, o Mais Querido foi derrotado por 1 x 0, mas se recuperou já na rodada seguinte, quando devolveu o placar no River Plate, em pleno Monumental de Nuñez, assumindo a liderança da competição. A sorte não foi a mesma contra o Boca Juniors, que goleou por 4 x 0 em La Bombonera.
Apesar disso, a goleada sofrida não abateu o time do Flamengo, que foi até o Uruguai e venceu o Nacional por 1 x 0, no Centenário de Montevidéu, pela penúltima rodada.
Por fim, no mesmo local, confirmou o título continental derrotando o Cerro Porteño, por 2 x 0. Nesse jogo, Babá, artilheiro do Flamengo, ainda havia feito mais um gol legítimo, mas o juiz anulou, claramente tentando ajudar o Cerro, que precisava apenas de um empate, mas terminou com o vice-campeonato.
Nas arquibancadas, 43 mil torcedores uruguaios ficaram incrédulos. No vestiário rubro-negro, Gerson não segurou a emoção e foi às lágrimas, abraçado a Fleitas Solich, que afirmou: “Este é o verdadeiro Flamengo, que tão bem soube representar o futebol brasileiro”. A conquista foi muito festejada, sendo cotada como uma das maiores da história do clube. Na época, talvez a maior, devido às circunstâncias da competição.
16862_mdAcontece, que Deus é Rubro-Negro, e fez o raio cair duas vezes no mesmo lugar. Exatamente 20 anos depois, Zico, Adílio, Nunes, Andrade, Leandro, Raul e companhia levaram o Flamengo de volta ao palco daquela decisão.
No mesmo estádio, o histórico Centenário de Montevidéu, venceram o Cobreloa por 2 x 0 e reconquistaram a América. Dessa vez, com mais reconhecimento. Com mais brilho, talvez.
Mas quem comemorou os gols de Babá, Dida, Gerson, Moacir e Henrique, naquela campanha de 1961, jamais esquecerá que, através daquele rolo compressor, o continente já havia sido marcado com o sangue vermelho e com a raça negra encarnada do manto sagrado.

Suárez supera Venus, faz semi e luta por top 10

Miami (EUA) - Quinta melhor jogadora deste início de temporada, Carla Suárez conseguiu mais um importante resultado. Nesta terça-feira, em Miami, a espanhola garantiu-se na semifinal ao superar a tricampeã Venus Williams, em jogo de altos e baixos com placar de 0/6, 6/1 e 7/5 em 1h50 de partida.
Esta é a terceira semifinal no ano para Suárez, que chegou pelo menos às quartas de final em sete dos oito torneios que fez em 2015. Atual 12ª colocada no ranking da WTA, ela medirá forças com a alemã Andrea Petkovic, 10ª colocada, contra quem tem duas vitórias e duas derrotas.
Caso vença seu próximo compromisso, que deve acontecer na rodada de quinta-feira, a espanhola de 26 anos entrará pela primeira vez na carreira no grupo das dez melhores tenistas do mundo. Na corrida para o Finals em Cingapura, Suárez vai mantendo o quinto lugar, podendo alcançar o quarto posto caso chegue à final.
Para derrotar Venus pela terceira vez em quatro confrontos, Suárez precisou ser paciente. A espanhola tomou uma verdadeira aula de tênis no primeiro set, quando perdeu por 6/0 em 27 minutos sem anotar nenhum winner.
O jogo começou a mudar a partir de uma quebra conquistada no primeiro game do segundo set, vencido com tranquilidade pela espanhola. Já a terceira parcial contou com cinco quebras de saque, sendo a última no decisivo 12º game.
Suárez terminou o jogo com um número menor de winners, 17 contra 31 de Venus, que por sua vez cometeu mais erros não-forçados, 41 contra 29 da espanhola.

Mineiros vencem mais uma e fazem semi em Miami

Foto: Divulgação
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Soares e Melo acumulam 13 vitórias seguidas
Miami (EUA) - Mesmo que a volta da parceria de Marcelo Melo e Bruno Soares seja de caráter pontual é inegável que os mineiros seguem obtendo grandes resultados juntos. Nesta terça-feira, eles se garantiram na semifinal do Masters 1000 de Miami ao vencerem os norte-americanos Ryan Harrisson e Rajeev Ram por 4/6, 7/5 e 10-8 em 1h34 de disputa.
Os próximos rivais da dupla mineira serão os embalados Jack Sock e Vasek Pospisil. Atuais campeões de Wimbledon e vindos de título em Indian Wells, Pospisil e Sock passaram pelo romeno Marin Draganja e o finlandês Henri Kontinen por 6/4, 6/7 (7-4) 10-5.
"Esse jogo teve clima de Copa Davis, com Brasil e Estados Unidos em quadra. Em Miami me sinto em casa, porque a torcida brasileira comparece em peso e isso nos ajuda muito", comentou Melo, que teve grande apoio do público.
Juntos, Melo e Soares acumulam 13 vitórias seguidas, com a última derrota ocorrida nos Jogos Olímpicos de Londres em 2012. Desde então, foram quatro triunfos pelo ATP 250 de Estocolmo há três anos, outras seis vitórias em Copa Davis e mais três em Miami.
Nos dois anos em que atuavam juntos pelo circuito, ainda em 2010 e 2011 jamais chegaram à uma semifinal de Masters 1000. Desde a adoção de novas parcerias, em 2012, os mineiros alcançaram suas maiores glórias com dois títulos para Soares e um para Melo.
A boa vitória conquistada nesta terça-feira começou a ser construída com uma quebra sobre Ram ainda no terceiro game, mantendo a vantagem até o fim do set. A segunda parcial seguiu sem quebras por 11 games, até que Soares perdeu o saque levando o jogo ao match tiebreak.
No desempate, os mineiros foram efetivos ao vencerem dois pontos seguidos no saque de Harrison, que foram cruciais para a definição do confronto.

Sesi bate Taubaté, fecha série e é finalista da Superliga masculina

DIVULGAÇÃO/SESI
Sesi avançou e enfrentará o Sada Cruzeiro na final da Superliga
Sesi avançou e enfrentará o Sada Cruzeiro na final da Superliga
O Sesi-SP superou novamente o Taubaté nesta terça-feira na série melhor de três e avançou à decisão da Superliga masculina de vôlei. O segundo triunfo dos paulistanos no duelo foi conquistado em casa, no ginásio da Vila Leopoldina, em São Paulo. Com Lucarelli inspirado, a equipe da capital paulista venceu por 3 sets a 1, com parciais de 25/17, 25/20, 22/25 e 25/23.
Lucarelli, com 27 pontos, foi o maior pontuador da partida. Pelo lado do Taubaté, Lipe teve o melhor desempenho ofensivo e terminou o confronto com 16 anotações.
Na decisão do torneio nacional, o Sesi irá enfrentar o Sada Cruzeiro, atual campeão da competição, que superou o Minas na outra chave das semifinais, vencendo as duas primeiras partidas da série, também descartando a realização do terceiro jogo.
O jogo - No primeiro set, Lucarelli brilhou e comandou o triunfo do Sesi na parcial. O jogador da seleção brasileira anotou oito pontos, sendo sete de ataque e um de bloqueio, para confirmar a vitória dos paulistanos na etapa inicial pelo placar de 25/17.
O Sesi continuou melhor na partida no segundo set do confronto. Desta vez, Lucarelli, Lucão e Riad dividiram-se nas ações ofensivas e levaram o time da capital paulista a outro triunfo, vencendo a parcial por 25/20.
Precisando reagir para se manter na disputa da Superliga, o Taubaté conseguiu se impor diante do Sesi no terceiro set. Com pontos importantes de Lorena, Dante, Lipe e Sidão, a equipe do Vale do Paraíba superou os paulistanos por 25/20 e diminuiu o placar para 2 a 1.
O duelo ficou acirrado no quarto set. Taubaté atacava com Lorena e Dante, enquanto o Sesi respondia com Lucarelli e Lucão. No fim, os paulistanos levaram a melhor e venceram por 25/23, fechando o jogo por 3 a 1.

Petkovic confirma e volta à semi após quatro anos

Miami (EUA) - A alemã Andrea Petkovic manteve o bom momento no WTA de Miami nesta terça-feira. Sem perder sets em quatro jogos, a número 10 do mundo se manteve à frente da tcheca Karolina Pliskova durante toda a partida e garantiu a primeira vaga na semifinal do torneio com vitória por 6/4 e 6/2.
O resultado iguala a melhor campanha de Petkovic na Flórida, em 2011. A alemã, que sofreu com lesões em 2012, a mais grave no joelho direito, retornou ao top 10 há pouco mais de um mês, após a conquista do WTA da Antuérpia.
Atual décima colocada no ranking, Petkovic também dá um passo importante para a manutenção de seu lugar entre as dez melhores da atualidade ao impedir que Pliskova (14º) a alcance na classificação. A espanhola Carla Suárez (12ª) e a norte-americana Venus Williams (16ª) são outras concorrentes diretas pelo top 10. Sua próxima rival, inclusive, sai do encontro entre Venus e Suárez, e quem quer que seja a adversária tem duas vitórias e duas derrotas contra Petkovic.
O jogo que abriu as quartas de final em Miami começou com pontos curtos e muitos erros. Petkovic abriu 2/0 e em um longo game em que cometeu quatro duplas faltas teve o serviço quebrado. Com nova vantagem no quarto game, aos poucos a alemã começou a se mostrar mais sólida que a tcheca, que pecou no momento decisivo do primeiro set. Ao sacar em 4/5, Pliskova teve o serviço quebrado de zero.
O segundo set foi mais confortável para Petkovic, que não cedeu nenhuma oportunidade de quebra. A jogadora de 27 anos administrou a vantagem de 3/0 que construiu no início da parcial e voltou a quebrar o serviço de Pliskova no oitavo game, confirmando a vitória em uma dupla falta da tcheca.
As duas jogadoras tiveram números equilibrados em winners, 18 a 17 para Pliskova, nos 2 aces a 1 para Petkovic e nas quatro duplas-faltas para cada lado. Mas houve uma diferença considerável na quantidade de erros não-forçados, 27 para a tcheca contra apenas 10 da alemã.

Serena aprova teste e se diz pronta para Lisicki

Miami (EUA) - O esperado encontro entre a norte-americana Serena Williams e a russa Svetlana Kuznetsova teve a número 1 do mundo mandando no jogo e evitando qualquer chance de recuperação da rival. Após a vitória por 6/2 e 6/3, Serena lembrou os duelos anteriores contra a ex-número 2 do mundo.
“Eu sei que enfrentar Svetlana é muito duro, nós sempre tivemos partidas muito complicadas. A última vez que jogamos eu lutei ao máximo e quase não consegui ganhar, então hoje eu sabia que precisava entrar muito focada e tentar fazer o melhor que pudesse”.
O confronto direto entre elas é cheio de partidas equilibradas, mas Serena leva ampla vantagem, com oito triunfos em 10 jogos. Nesta segunda, a heptacampeã em Miami salvou as quatro oportunidades de quebra que a 29ª do mundo teve e somou 29 winners na partida.
Tirando o W.O. na semifinal de Indian Wells, Serena está numa sequência de 18 vitórias e, em Miami, venceu os últimos 15 jogos, somando os títulos de 2013 e 2014. Sua próxima adversária será a alemã Sabine Lisicki, que também já deu trabalho em encontros anteriores. A número 21 do mundo venceu o último encontro entre eles, em Wimbledon-2013, e vem embalada pela semi no deserto californiano após um início de temporada fraco.
“Sabine está jogando muito bem. Não vai ser fácil, eu preciso estar pronta”, resumiu Serena. A alemã abriu 2015 com uma vitória em sete jogos, mas desde Indian Wells tem apenas uma derrota em oito partidas. Os triunfos sobre a sérvia Ana Ivanovic e a italiana Sara Errani já garantiram sua volta ao top 20 na próxima semana.

FIFA 27 se estende sanções em relação ao jogo de manipulação de produzir efeitos em todo o mundo

FIFA 27 se estende sanções em relação ao jogo de manipulação de produzir efeitos em todo o mundo
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FIFA confirmou hoje a extensão mundial de sanções impostas a 27 jogadores em matéria de processo relacionado com manipulação de correspondência realizados pela Associação de Futebol da Estónia (EFA), a Federação de Futebol da Letónia (LFF), a Associação Sueca de Futebol (SvFF) e da Associação de Futebol da República Checa ( FACR).
A EFA Comissão Disciplinar, que se reuniu em 5 de dezembro de 2014, sancionada 21 jogadores com proibições de participar em quaisquer atividades relacionadas com o futebol. As sanções foram: nove proibições da vida, duas proibições durante seis anos (até 05 de dezembro de 2020), seis proibições durante quatro anos (até 05 de dezembro de 2018), duas interdições para dois anos (até 05 de dezembro de 2016) e duas interdições para um ano ( até 05 de dezembro de 2015). Alguns dos jogadores sancionados pela Comissão Disciplinar da EFA em dezembro 2014 já havia sido sancionada, a título provisório . Dos jogadores sancionados, 16 são cidadãos estónios e os restantes cinco têm "cidadania indefinida" (o que, de acordo com a Estonian FA, é um termo utilizado para designar uma forma pós-soviética da apatridia). As sanções relacionadas à manipulação de partidas na liga top estoniano, o Meistriliiga , a Taça da Estónia e da Estónia U-21 partidas da equipe nacional. Quatro dos jogadores apelaram contra as decisões tomadas pelo Comitê Disciplinar da EFA e, em 12 de janeiro de 2015, o Comité de Recursos EFA rejeitou suas apelações.
Na Letónia, o Comitê Disciplinar da LFF decidiu em 24 de Outubro de 2014 a sancionar os jogadores letão Jevgenijs Kosmačovs e Aleksandrs Vlasovs, bem como os funcionários Jevgenijs Klopovs (Letónia) e Ivan Tabanov (Moldova), com proibições provisórias de participar em quaisquer atividades relacionadas com o futebol , no âmbito de uma investigação relacionada com a manipulação do jogo. Embora os jogadores e um dos funcionários recorreram da decisão, este foi indeferido em 21 de novembro de 2014 pelo Comité de Recursos da LFF, que confirmou as sanções pertinentes.
Na Suécia, a Comissão Disciplinar da SvFF sancionou o jogador sérvio Adnan Ajrovic em 
07 de novembro de 2014, com a proibição de participar em quaisquer atividades relacionadas com o futebol para o período de 
12 de setembro de 2014 - setembro 11 de 2016, em relação à tentativa de manipulação de uma partida de o campeonato da segunda divisão sueca, a Supertaça . O jogador recorreu da decisão e, em 
3 de fevereiro de 2015, o sueco Supremo Tribunal Sports (" Riksidrottsnämnden ") rejeitou sua apelação.
Finalmente, na República Checa, o Conselho de Disciplina FACR decidiu em 6 de março de 2014 a sancionar o jogador checo David Placak com a proibição de participar em quaisquer atividades relacionadas com o futebol por um período de cinco anos (até 06 de fevereiro de 2019), em relação para a manipulação de duas partidas na liga de futebol checo jogou em 2013.
O presidente do Comitê Disciplinar da FIFA decidiu alargar todas as sanções acima mencionadas não terá efeito em todo o mundo em 23 de março de 2015, em conformidade com o artigo 78 parágrafo 1 (c) e artigo 136ff do Código Disciplinar da FIFA . As associações membros relevantes e UEFA ter sido devidamente notificada hoje das decisões do presidente.
Os membros da mídia com as questões relativas ao mérito das decisões são convidados a contactar a associação membro relevante.
FIFA continua a trabalhar em estreita colaboração com as associações membros e INTERPOL para combater a questão da manipulação jogo. As iniciativas incluem o monitoramento dos mercados de apostas através da sua filial Early Warning System (EWS) e à criação de uma ferramenta de e-learning ética , integridade hotline, endereço de e-mail e sistema de comunicação confidencial .