terça-feira, 31 de março de 2015

"Superbowl" do Pro-Wrestling dá show de produção e serve de exemplo para o MMA


A WWE, sigla para World Wrestling Entertainment, é a maior liga de pro-wrestling do mundo. Esta modalidade é uma espécie de luta onde tudo é combinado, mas que possui muitos fãs devido as performances de seus atletas/atores.

Não é por acaso que Brock Lesnar, um de seus principais astros, ajudou a levantar os números do UFC quando migrou para o MMA, tornando-se o recordista de vendas de ppv graças ao apelo que trazia também junto aos fãs do pro-wrestling.

Neste domingo foi realizado o "Wrestlemania", o Superbowl desta liga. Anualmente, este show reúne o que há de melhor na WWE. Na edição deste domingo, cerca de 78 mil pessoas lotaram um estádio em São Francisco (EUA) para assistir o evento.

Assisto com certa frequência estes espetáculos, mas nunca tinha visto o "Wrestlemania" ao vivo (em casa, não pessoalmente). Me impressionei com o que assisti. Uma superprodução de um show que durou cinco horas, além de toda uma programação durante a semana.

Antes de tudo, vale ressaltar que nem mesmo eles consideram o que praticam como um esporte de verdade. É um show de entretenimento. É como você assistir uma novela ou série de tevê que possui várias ramificações. Há dois grandes eventos semanais, um intermediário, um reality show com mulheres, um para revelar talentos, um evento especial mensal, etc.

Dá pra entender o tamanho do negócio?

O "Wrestlemania" é tão grande porque é tratado com muito cuidado pelos organizadores durante meses. Com a possibilidade de se criar todo um enredo, cada luta programada para esse show é precedida por algo parecido com uma novela que inicia-se até alguns meses antes. A ansiedade dos fãs vai crescendo e o resultado é sempre o mesmo: casa cheia nos estádios e um público enorme pela tevê. Foi sua 31ª edição.

Mas, se estamos falando de algo em que as lutas são combinadas, o que o MMA pode aproveitar?

A maneira de promover as lutas é um dos grandes trunfos. A promoção de José Aldo vs Conor McGregor, por exemplo, está passando um pouco do ponto. Eles estão indo a tantos lugares, gerando sempre o mesmo tipo de notícia, que está começando a saturar os fãs. Bastaria uma visita ao Brasil, uma a Irlanda e uma aos EUA e o burburinho já estaria enorme.

A montagem de um card com muitas estrelas. Nos tempos do Pride, eram várias as etapas em que os oito combates programados eram espetaculares. Claro, o MMA é um esporte contundente onde as lesões acontecem com frequência durante os treinamentos. Mas por que não marcar um grande show no ano com duas disputas de títulos e pelo menos outros quatro ou cinco combates envolvendo os tops 10 das categorias?

O tradicional evento de julho do UFC em Las Vegas seria uma boa oportunidade, não acha?

Promoção. Na semana do "Wrestlemania", o que se viu foi uma verdadeira massificação do show nos EUA. Foram feitas feiras, participações nos principais programas de tevê por lá (talk show, podcasts, Sportscenter), e até uma cerimônia de Hall da Fama que contou com a participação de Arnold Schwarzenegger.

Ah, detalhe importante: o "Wrestlemania" não passou em nenhuma emissora no Brasil. Sabe como eu assisti? Por um serviço oferecido por eles cuja assinatura custa US$9,99 mensais. Foi criado há um ano e há pouco tempo comemoraram a marca de um milhão de assinantes. Fez a conta do faturamento?
GETTY
Ronda Rousey tem o braço erguido e recebe cinturão de Dana White no UFC 184
Ronda Rousey estava na primeira fila e fez uma ponta no Wrestlemania
Quem esteve por lá e fez uma pontinha foi Ronda Rousey. A campeã do UFC jogou o chefe da franquia pra fora do ringue e deu uma chave de braço na esposa dele. Até Dana White gostou.

Abordei algumas semanas atrás a possibilidade de Brock Lesnar voltar ao UFC após o "Wrestlemania", mas ele deu fim à essas especulações na semana passada, ao anunciar no "SportsCenter" que acabara de renovar seu contrato com a WWE. Na noite deste domingo, ele fez a luta principal do evento e acabou derrotado. Agora, os redatores devem preparar uma tremenda novela e gerar uma grande audiência nas próximas semanas com seu retorno.

Que fique claro que o MMA e a WWE são bem diferentes. Apesar de grandes performances, os atletas da WWE são mais atores do que lutadores, e fazem isso muito bem. Mas, por ser bem mais antigo que o MMA, pode sim servir de vitrine para os promotores do Mixed Martial Arts em muitas coisas que fazem e dão certo.

Exceto as lutas ensaiadas, é claro ;)

Bahia se livra da "Arena" Fonte Nova com suas taxas e dá bela resposta aos consórcios

O Bahia tomou uma decisão corajosa. Não mais jogará na Fonte Nova. Os custos da "arena" erguida para a Copa do Mundo são, claro, altíssimos. E a relação do torcedor tricolor com o novo estádio jamais se aproximou daquela que foi construída ao longo de décadas jogando na Fonte Nova original.
O estádio do Pituaçu voltará a receber as pelejas do Bahia, cansado de custos que caracterizam esses estádios de luxo administrador por consórcios com olhos esbugalhados pelos lucros que, nas tais "arenas", só podem ser alcançados com o torcedor. E quem tem torcedor é o clube, é o Bahia.
Assim, o time de maior torcida na "Boa Terra" se livra, por exemplo, de borderôs como o da partida frente ao Galícia, dia 22 de março. Dos R$ 169.661,50 arrecadados, foram para os cofres do Bahia R$ 5.017,27, menos de 3%. O documento — clique aqui e veja — registra R$ 76.754,99 como "Despesas Operacionais da Arena Fonte Nova", ou seja, mais de 45% do total deixado nas bilheterias.
Parabéns ao Bahia por dar um basta nessa situação. O comunidado sob o título "Esquadrão volta a Pituaço" você lê clicando aqui. E aqui lê na matéria de Marcus Alves, no ESPN.com.br, sobre a importante decisão do clube de sair das teias armadas com as tais "arenas" padrão Fifa. Obras feitas com sofisticação e preços incompatíveis com o bolso do torcedor e que quase nada deixam para quem o atrai.
Uma resposta a todos os consórcios que, em geral, receberam a "missão" de administrar estádios de futebol construídos ou reformados com dinheiro do contribuinte, dinheiro do torcedor. Se queriam tanto ficar com as "arenas", façam bom proveito agora. Sem o Esporte Clube Bahia e seu povo, sua gente.
GAZETA PRESS
Jogadores do Bahia comemoram gol sobre o Galícia: quota de R$ 5 mil
Jogadores do Bahia contra o Galícia: quota de R$ 5 mil e adeus à "arena" Fonte Nova

Sada Cruzeiro vence o Minas fora, fecha série e vai à final da Superliga

GAZETA PRESS
Time celeste agora espera por vencedor do duelo entre Taubaté e Sesi
Time celeste agora espera por vencedor do duelo entre Taubaté e Sesi
Primeiro colocado da fase classificatória da Superliga Masculina de Vôlei, o Sada Cruzeiro segue confirmando seu favoritismo na competição. Na noite desta segunda-feira, a equipe celeste venceu o Minas Tênis Clube fora de casa por 3 sets a 0, com parciais de 25/22, 25/11 e 25/19, e avançou à final da competição.
Jogando em casa na primeira partida, em Contagem (MG), o Cruzeiro venceu por 3 sets a 1 (parciais de 25/23, 26/24, 23/25 e 25/21) e abriu vantagem no dia 20 de março. Nas quartas de final, o time havia despachado o Montes Claros, também em apenas duas partidas.
Com o novo triunfo desta segunda-feira, os cruzeirenses são os primeiros classificados à decisão da Superliga, e aguardam o vencedor do confronto entre Taubaté/Funvic e Sesi na outra semi, que tem seu segundo jogo marcado para esta terça-feira após vitória dos paulistanos no duelo inicial.
No jogo desta segunda-feira, os donos da casa conseguiram equilibrar a partida no primeiro set para manter vivas as esperanças de conseguir uma vaga na final e chegaram a liderar o placar em diversas oportunidades. O Cruzeiro, no entanto, mostrou força nos últimos pontos e fechou a parcial em 25 a 23.
O segundo set foi mais tranquilo para a equipe celeste, que saiu na frente logo no início e foi mantendo vantagem razoável no marcador até os 13 a 7. Depois disso o time disparou e fechou a parcial mais rápida do jogo em 25 a 11.
O terceiro set começou no mesmo ritmo do anterior, e a equipe celeste conseguiu abrir vantagem de 8 a 2 no placar até o décimo ponto. Os donos da casa esboçaram reação e reduziram a distância em seguida, mas esbarraram no bloqueio sólido e nos poucos erros dos cruzeirenses, que fizeram 25 a 19 e celebraram a vaga na final do torneio.

Inexplicável

Thomaz Bellucci deu um passo para trás em sua recuperação. Quase não dá para entender como um set totalmente dominado, em que o forte adversário está nas cordas, jogando mal e irritado, pode escapar das mãos quando se chega a 5/4, 40-0, saque a favor. Tudo bem, uma dupla falta faz parte, mas também dois erros não forçados, um pouco de precipitação, mais dois golpes falhos. Daí vem uma sucessão de infortúnios e eis que Alexandr Dolgopolov readquire a confiança que não havia mostrado e a tarefa fica difícil de vez.
Longe de mim querer adivinhar o que se passa na cabeça de um tenista profissional de ponta, mas eu diria que Bellucci pensou demais na hora de fechar e não conseguiu superar a frustração. O pior de tudo é que Dog vinha jogando muito abaixo de sua qualidade, cheio de escolhas mal feitas. Aquela coisa que acomete todo tenista de muitos recursos, a falta de disciplina tática. Mas até isso ele corrigiu quando Bellucci lhe abriu a porta. Passou a jogar de forma mais pragmática e impôs seu talento de ex-13º do ranking.
O ponto positivo é que Bellucci voltou a mostrar que tem golpes e físico suficientes para jogar em alto nível, entrar nos torneios grandes com chance de avançar rodadas diante de qualquer top 30. Vai agora para o saibro, que é o seu piso predileto, precisando contar com um pouco mais de sorte nas formações das chaves para ganhar pontos nos ATP 250 e 500 que constam do seu calendário. Infelizmente, Masters 1000 ficam para o segundo semestre, a menos que ele arrisque qualis em Monte Carlo, Madri ou Roma.
Quase inexplicável
Rafa Nadal por seu lado me deixa intrigado. Nunca vi uma série tão grande de atuações frágeis, de erros tão bobos, de falhas claramente emocionais. Ele próprio admitiu enfim que seu maior problema não é físico, nem técnico mas mental.
Claro que uma coisa reflete na outra. Ainda que ele não tenha desaprendido a bater na bola, a falta de confiança faz com que jogue bola para cima sem cerimônia, não tenha convicção na hora de acelerar, faça aquele estilo irritantemente defensivo e cauteloso, que não combina com seu histórico e ranking.
Não dá para ver Nadal perder de Berrer, sofrer contra Smyczek ou Cuevas, contar com a sorte diante de Berlocq. Havia sinal de que ele havia reencontrado o equilíbrio em Indian Wells, com vitórias firmes ainda que não brilhantes, mas talvez a derrota para Milos Raonic tenha jogado por terra seu esforço. Ele pagou o preço por não ter uma variação tática além do bom primeiro saque, correria e fuga para bater forehand. Jamais imaginei que veria Raonic ganhar rali de Nadal.
Vamos agora para o saibro europeu, o habitat natural do canhoto espanhol. Lá sim Rafa pode ser mais paciente, porém preocupa ainda mais o fato de ele não estar seguro de seu próprio físico. Vale lembrar que a campanha em 2014 foi esquisita, tendo perdido nas quartas de Monte Carlo e Barcelona, ganhado sem merecer em Madri e levar virada na final de Roma. Claro que o nono troféu de Roland Garros apagou tudo. Como o décimo também o faria.
De concreto, Nadal já perdeu novamente o quarto lugar do ranking para Andy Murray e, caso Kei Nishikori ganhe mais um jogo, descerá para quinto. E terá de torcer para Raonic não ir à semi – está no difícil setor de Dimitrov e Nishikori – para não cair ao sexto lugar, posição que ocupou pela última vez a quase dez anos, em maio de 2005. Ah, e David Ferrer também pode passá-lo, mas para isso terá de ganhar o torneio, o que provavelmente significa derrotar Novak Djokovic na semi.
Totalmente explicável
Enquanto isso, Novak Djokovic anotou o sexto 6/0 da temporada, o segundo seguido em Miami. Caminha assim rapidamente para igualar os nove ‘pneus’ que aplicou no ano passado e tentar superar seu recorde pessoal de 12, obtidos no mágico ao de 2011.

segunda-feira, 30 de março de 2015

Gaúcho

19h30


CAX Caxias1X0São José-RS SJO


Amistosos

16h00


MAC Macedônia0X0Austrália AUS


Lista de escândalo do HSBC tem agentes de jogadores e empresários ligados a Teixeira

REPRODUÇÃO/INSTAGRAM
Eduardo Uram, citado no vazamento de contas do HSBC, é o empresário de Léo Moura
Eduardo Uram, citado no vazamento de contas do HSBC, é o empresário de Léo Moura
Três agentes de jogadores e dois empresários ligados a Ricardo Teixeira, ex-presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), estão na lista de contas do HSBC na Suíça, vazada no escândalo mundial que ficou conhecido como "SwissLeaks".
Os nomes dos agentes Fifa Reinaldo Pitta, Eduardo Uram e Richard Alda e dos empresários Renato Tiraboschi e Octavio Koeler, antigos sócios de Teixeira, foram revelados nesta segunda-feira pelo 'UOL' e o jornal 'O Globo', que têm exclusividade sobre a lista no Brasil.
Pitta foi o primeiro empresário do ex-atacante Ronaldo Fenômeno, responsável por tirá-lo do São Cristóvão. Hoje, é agente de jogadores como o goleiro Paulo Victor, do Flamengo, e Emerson Sheik, do Corinthians. Ao UOL, ele negou ser correntista no banco suíço.
"Quando você me ligou, achei que fosse alguma coisa importante. Mas estou cagando e andando para isso (a lista do HSBC). Isso é história de vocês (jornalistas). E é por isso que, às vezes, Papai do Céu castiga", disse ele, que aparece relacionado a uma conta aberta e fechada no mesmo dia, em 20 de julho de 2000.
O agente já tem o nome ligado a diversos escândalos, tendo sido preso duas vezes, em 2003 e 2005, e investigado na CPI do Futebol, em 1999. As acusações que pesavam contra ele, contudo, foram arquivadas pelo Superior Tribunal de Justiça, neste mês de março de 2015.
Já Uram é um dos empresário mais influentes no mercado brasileiros. Dono da Brazil Soccer, tem em sua carteira de cliente o ex-flamenguista Léo Moura, que acaba de se transferir para o Fort Lauderdale Strikers, dos Estados Unidos. Sua conta no HSBC eram compartilhada com outras três pessoas - de mesmo sobrenome -, aberta em 14 de junho de 1989 e tinha 343 mil dólares em 2006/2007.
Fechando a lista de agentes citados, Alda é dono da FP Marketing Esportivo e teve conta no banco entre março de 1995 e maio de 2005. O empresário foi responsável pela transferência de Marcelo, do Fluminense para o Real Madrid, e de Arouca, do Santos para o Palmeiras.
Empresários ligados a Teixeira - Renato Tiraboschi e Octavio Koeler apareceram no relatório da CPI do Futebol nos anos 2000. Eles eram um dos sócios de Teixeira, ex-presidente da CBF, na choperia El Turf. Eles aparecem na lista do HSBC com conta conjunta associada à empresa Geriba ZKR, aberta em 7 de maio de 1989 e fechada em junho de 1991.
Tiraboschi, através da MB Promoções, intermediou o contrato de patrocínio da CBF com a AmBev, em 2001, quando Teixeira já era presidente da entidade. A comissão de sua empresa foi de cerca de R$ 9 milhões, a serem pagos até 2019. Com Koeler, ele também era sócio na corretora de câmbio Swap, que fez negócios com a CBF e foi alvo da CPI.
A ligação de Koeler com Teixeira também envolve a venda de uma mansão. O empresário vendeu imóvel em Búzios para a Ameritech Holding, sediada no paraíso fiscal das Ilhas Virgens Britânicas, por R$ 14,5 mil, em 1996. No ano seguinte, a empresa revendeu a mesma casa a Minas Investimentos, empresa do ex-cartola, por R$ 500 mil.
Koeler negou ter tido conta no HSBC e disse que teve "relações sociais e comerciais por um breve período" com Teixeira. Uram afirmou que nunca teve a referida conta e declarou que o vazamento é um "absurdo", enquanto Alda e Tiraboschi não responderam contato, segundo a reportagem do UOL.

Paula vira e fica perto de vaga na Flórida, Bia cai

Osprey (EUA) - A paulista Paula Gonçalves está a um passo de garantir vaga na chave principal do forte ITF de US$ 50 mil de Osprey. Nesta segunda-feira, ela avançou à rodada final do qualificatório ao virar com autoridade diante da russa Irina Khromacheva, 245ª do mundo, com parciais de 4/6, 6/2 e 6/1.
Atual 270ª da WTA e 4ª do Brasil, Paula havia estreado com vitória tranquila sobre a chinesa Xinyun Han, com parciais de 6/0 e 6/3. Ela aguarda a turca Ipek Soylu, 281ª, ou a canadense Françoisa Abanda, 235ª, na terceira rodada do quali, que acontece nesta terça.
O torneio da Flórida, que é disputado no saibro, terá duas top 50 que foram eliminadas precocemente do WTA de Miami: a australiana Casey Dellacqua, 42ª, e a local Madison Brengle, 44ª.
Na primeira rodada do quali, ainda no domingo, Beatriz Haddad Maia e Gabriela Cé entraram em quadra, mas não conseguiram avançar. A canhota paulista caiu para a japonesa Naomi Osaka, por 7/6 (7-4) e 6/1, enquanto a gaúcha largou bem e sofreu virada da holandesa Arantxa Rus, com parciais de 1/6, 7/5 e 7/5.

Guga aposta em Djokovic na '2ª casa' de brasileiros

Miami (EUA) - Gustavo Kuerten voltou à atmosfera latina do Masters 1000 de Miami neste final de semana. Após encontrar fãs para fotos e autógrafos, o ex-número 1 do mundo deu o seu palpite para o título do torneio e seguiu a lógica, apostando no líder do ranking e atual campeão.
“Acho que Novak (Djokovic) realmente está um passo à frente de todos os outros jogadores”, avaliou. “Para derrotá-lo você depende de muitos erros dele e de ele estar em um dia ruim. Ele é o principal favorito, mas em torneios assim você nunca sabe”.
Ao recordar suas participações em Miami, o catarinense disse que os brasileiros se sentem “naturalmente envolvidos pelo torneio em uma segunda casa” para os latinos. E também falou da saudade das quadras ao ouvir a empolgada torcida no Crandon Park.
“O sentimento ainda é o mesmo, você quer estar lá, jogar para eles (os torcedores). Eu sinto muita falta, com certeza. Por isso que estar por perto é um jeito de ainda aproveitar um pouco”.
Guga jogou nove vezes em Miami e, além das quartas em 1998, foi vice-campeão em 2000. Na época, os chamados “Masters Series” tinham decisões em melhor de cinco sets e ele foi superado pelo norte-americano Pete Sampras em quatro sets depois de derrotar Andre Agassi na semifinal.

Amistosos

11h00




OMA Omã1X4Argélia ALG

Amistosos

09h00




TAI Tailândia2X3Camarões CAM


MUSAS DO ESPORTES






Roberto Firmino 'rouba a cena', brasileiro salva a Itália, joia espanhola e a afinada dupla de Gales no Tops da Semana

Segunda-feira é dia de 'Tops da Semana' no ESPN.com.br. Nesta semana você vai ver os destaques das seleções nos jogos do final de semana. O brasileiro Éder salvou a Itália no empate contra a Bulgária, a Croácia que goleou a Noruega, o jovem Álvaro Morata decidinco para a Espanha, a dupla Bale/Ramsey afinada para País de Gales e o brasileiro Roberto Firmino deixando ótima impressão com a camisa da seleção brasileira. Concorda com a eleição? Deixe seu comentário ou indicação de quem você acha que deve estar na edição da próxima semana.
 
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Assista ao 'Tops da Semana'
 

Flamengo acumula vexames de público, precisa fugir do Maracanã e rever preços de ingressos

O Flamengo segue protagonizando públicos vergonhosos nas partidas contra os times pequenos no Campeonato Carioca. Neste sábado, com mando do Bonsucesso, no Engenhão, atraiu  4.207 pagantes, com ingresso ao preço médio de R$ 33,94.
É evidente que o torneio não empolga e alguém pode argumentar que o jogo não era no Maracanã, onde os rubro-negros atuam quando mandantes. Mas lá o cenário não melhora tanto. Nas duas partidas mais recentes contra times pequenos, foram menos de 7 mil pagantes num jogo e pouco mais de 5 mil no seguinte.
Sim, o campeonato carioca não empolga, exceto em alguns clássicos. E os jogos disputados nas noites de quarta-feira às 22 horas com televisão aberta ao vivo para o Rio de Janeiro têm o apelo que resta ainda mais comprometido por tais circunstâncias.
Mas este cenário não é novo, e um aspecto fundamental segue pesando para que o público se afaste: o preço do ingresso. Dois fatores o empurram para cima: os novos estádios, com manutenção elevada e parceiros nem sempre desejáveis; e os tíquetes encarecidos para que o programa sócio torcedor seja atraente.
ARQUIVO
Juan e Obina comemoram gol sobre o Friburguense em 2009: público de 36.885 e ingresso médio de R$ 21
Juan e Obina contra o Friburguense em 2009: 36.885 com ingresso médio de R$ 21
Quando muitos ressaltavam os pontos positivos das novas "arenas", fossem elas da Copa do Mundo ou não, poucos perceberam que estádio caro e mais confortável significaria mais despesas no dia-a-dia também. E no caso do Maracanã, o luxo imposto pela Fifa faz da sua manutenção algo ainda mais custoso.
Um exemplo: dois anos antes da Copa o preço médio de um assento de estádio do Mundial era de R$ 400 (R$ 478 em valores atualizados). É absolutamente possível ter estádios dignos, limpos, confortáveis sem gastar tanto. E sem torná-los de manutenção tão cara. Para piorar, a obra feita com dinheiro público foi entregue a empresas, com objetivo de lucro, claro.
Se foi refeito graças aos impostos pagos pelo contribuinte, seria mais honesto que só arrecadasse para sua perfeita manutenção. Não é assim. Os administradores ganharam aquilo e alegam encarar seguidos prejuízos com o "New Maracanan". Isso evidencia não serem do ramo. Mas impõem aos clubes taxas absurdas e descontos inacreditáveis. Isso joga o preço do ingresso para as alturas.
O torcedor pouco podia fazer quando o governo do Estado do Rio de Janeiro despejava R$ 1 bilhão na obra da Fifa. Hoje ele pode. E simplesmente não dá as caras. Não que historicamente comparecesse. Públicos baixos, infelizmente, há décadas acompanham o nosso futebol. Mas em alguns casos o cenário piorou.
O Maracanã reformado para os Jogos Panamericanos de 2007 já era um estádio muito bom. E sem o custo surreal do novo. Tracemos um paralelo com o cinema. O Shopping JK Iguatemi abriga a sala mais cara de São Paulo. Lá um ingresso bate os R$ 80.
Mas a maioria cobra tíquetes da metade desse valor para baixo. E não estamos nos referindo à meia entrada. Espaços confortáveis, mas sem tanto luxo, permitem ver os mesmos filmes. Paga pelo requinte quem pode e quer. Da forma como foram erguidas, as "arenas" só trazem o conceito do cinema sofisticado.
O Corinthians tem plano sócio torcedor com uma virtude: premia a assiduidade. Quem mais comparece, mais pontua. Quem mais pontos faz, menos paga. É progressivo. Isso força o torcedor a sair de casa e ocupar seu espaço em jogos pequenos para que tenha preferência nas grandes partidas. É preciso pontuar.
Comprovadamente funciona, como as seguidas médias mostram. Nisso o clube está mesmo à frente. Pena que tantos espaços sobrem em Itaquera, onde há mais setores caros do que a demanda, deixando milhões de corintianos distantes do sonho (para eles é mesmo sonho) de ir à casa alvinegra ver o time de coração.
Já o Palmeiras surfa na onda dos novos tempos, com time e estádio novos. O torcedor recupera a auto-estima e vai em ótimo número mesmo no Estadual. Os sócios que desembolsam R$ 69,90 mensais têm a chance de ver todos os jogos sem pagar mais nada, desde que consigam adquirir os ingressos. Deixar para a última hora é um risco.
Mas o programa verde também segrega quem não pode pagar tanto. O plano de R$ 10 dá descontos, que não tornam os tíquetes acessíveis para muitos, pois partem de cifras proibitivas. O palmeirense nessa situação precisaria dispor de pelo menos R$ 100 para acompanhar o clássico contra o São Paulo, há poucos dias, no Allianz Parque, onde espaços vazios em setores caros também são uma constante.
Já o Flamengo é refém do consórcio. Cada torcedor tem um custo de aproximadamente R$ 13, o que veta preços inferiores. Ainda assim, a média é muito alta para jogos sem apelo, o que resulta em Maracanã vazio, melancólico, e rendas líquidas vergonhosas, como os R$ 7.952 do jogo com o Volta Redonda.
Achou pouco? Contra o Bangu coube ao Flamengo R$ 1.389,00. Menos de dois salários mínimos! E os sócios torcedores estão a abissal distância de levarem público significativo. Na peleja frente ao Voltaço, 1.192 ingressos foram adquiridos por eles, ou seja, 17%. Diante dos banguenses 901, novamente 17%.
A um preço médio de R$ 20, um público de 10.900 pagantes contra o Volta Redonda e outro com 8.200 diante do Bangu proporcionariam rendas idênticas. E já seria melhor, pelo menos haveria mais gente no estádio. Contra o Boavista, com quase 21 mil pagantes, o Flamengo jogou às 19h30 sem TV aberta ao vivo, o que mostra o quão pesado são horário do jogo e transmissão da peleja na decisão do torcedor de ir ou não.
É fato que nesses cotejos de pequeno apelo, quando a bola rola tão tarde e é possível vê-la na sala de casa sem pagar por isso, o público cairá. Mas não pode despencar tanto e ninguém se incomodar com isso. São seguidos vexames.
Abaixo, as médias de público e os preços de ingressos na temporada 2009, a última na qual foi possível jogar até o final do ano no Maracanã original; e os números do campeonato atual. Veja, também, os valores corrigidos dos ingressos, que ficaram 80% mais caros, enquanto a inflação do período foi de 37%. O Maracanã, reformulado como a Fifa mandou, ficou inviável, ainda mais com um parceiro imposto aos clubes.
É preciso fugir dele o quanto antes, colocar cifras ao alcance do torcedor e melhorar o programa do sócio. Para evitar novos vexames como os que o Flamengo vem acumulando, incompatíveis com quem tem a maior torcida do Brasil.
ARTE
Ingressos subiram 80% em período que registrou 37% de inflação entre 2009 e 2015
Ingressos subiram 80% em período que registrou 37% de inflação entre 2009 e 2015

América-RN perde mais uma para o Vitória e é eliminado do Nordestão

Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias
Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias
Acabou a Copa do Nordeste para o América-RN.  O alvirrubro saiu derrotado pelo Vitória  por 4 a 2, na tarde deste domingo, 29, no estádio Manoel Barradas e foi eliminado. Os gols do Leão foram anotados por Rhayner, Vander, Flávio e Luiz Gustavo, enquanto Cascata e Max descontaram para o time potiguar.
Com a classificação, o Vitória terá pela frente o Ceará na semifinal. As partidas estão agendadas para os dias 8 e 12 de abril. A ordem dos mandos e os horários ainda não estão definidos. Já o América direciona as atenções para a Copa do Brasil. Na quarta-feira, 1°, o Mecão encara o Globo no estádio Barretão, às 20h30, pela 1ª fase da competição.
Precisando da vitória, o América começou o jogo criando boas situações ofensivas, mas pecando nas finalizações. Walber finalizou fraco e o goleiro Fernando defendeu. Pouco depois, Max invadiu a área e chutou para fora.  Os donos da casa se acertaram em campo e começou a pressão em cima dos americanos. Aos 24 minutos, Rhayner sofreu falta na entrada da área e ele mesmo cobrou para abrir o placar. Nos minutos finais, a zaga americana falhou e Vander ampliou. Na sequência, Cascata recebeu na direita e bateu forte para diminuir o placar.
Na segunda etapa, o técnico Roberto Fernandes colocou Daniel Costa no lugar de Julinho. A mudança deixou o meio campo do time potiguar com mais qualidade. Aos 5 minutos, após cobrança de falta, a bola sobrou na pequena área para Emerson, que perdeu uma ótima oportunidade empatar a partida. O castigo foi logo seguida. Mansur invadiu a área, tocou  para Flávio, que sozinho marcou o terceiro. Aos 19 minutos, Jorge Wagner cobrou escanteio, a bola sobrou para Luiz Gustavo, que driblou a marcação e chutou forte para fazer 4 a 1.
O América-RN ainda marcou o segundo através de Max, mas não esboçou muito perigo ao gol de Fernando Miguel. O Vitória ainda teve boas chances de ampliar o marcador, mas as desperdiçou. O placar terminou em 4 a 2 para o Leão que está classificado às semifinais do Nordestão.

Duplas brasileiras avançam às oitavas em Miami

Miami (EUA) - Mais um bom dia para o tênis brasileiro no Masters 1000 de Miami. Os mineiros Bruno Soares e Marcelo Melo, voltando a atuar juntos, e a parceria entre Thomaz Bellucci e João 'Feijão' Souza avançaram neste domingo para as oitavas de final do torneio que tem premiação total de US$ 5,3 milhões.

Os mineiros derrotaram o colombiano Santiago Giraldo e o canhoto eslovaco Martin Klizan, por 7/5 e 6/3, enquanto os paulistas se favoreceram da contusão de Marc López, que torceu o pé ainda no terceiro game da partida, o que determinou a retirada de López e Marcel Granollers.

Soares e Melo tiveram um primeiro set bem equilibrado, mas poderiam ter simplificado a tarefa se mantivessem a quebra obtida logo no segundo game. Soares no entanto perdeu o saque e permitiu empate. Houve um break-point desperdiçado no 10º game antes os mineiros enfim quebrarem Giraldo, fechando a série. Daí em diante a tarefa simplificou e os mineiros tomaram conta da partida.

Na condição de cabeças 3, os mineiros enfrentarão verdadeiros especialistas: o britânico Jamie Murray e o australiano John Peers, que tiraram o tcheco Lukas Rosol e o austríaco Dominic Thiem, 6/3 e 6/2.

Depois de esperarem dois dias por conta de adiamento pelo mau tempo, Feijão e Bellucci terão chance agora de atingir as quartas. O duelo será contra o romeno Marin Draganja e o finlandês Henri Kontinen, que estrearam com vitória apertada sobre Gael Monfils e Jo-Wilfried Tsonga, por 4/6, 6/3 e 10-5.

"López foi bater uma direita normal e acabou torcendo o tornozelo. É uma pena, não é legal vencer assim, mas essas coisas acontecem no tênis", contou Feijão

Miami tem segunda cheia. Veja programação.

Miami (EUA) - A abertura das oitavas de final masculinas e a definição de todas as quadrifinalistas femininas farão com que a segunda-feira em Miami seja um dia repleto em todas as quadras.

As irmãs Williams abrem a rodada no estádio principal, seguidas por Milos Raonic e Novak Djokovic, que deve jogar já no começo da noite. O duelo considerado nobre é o de Grigor Dimitrov contra John Isner.

Thomaz Bellucci faz o segundo jogo do Grandstand, por volta de 13h30, e volta mais tarde para as oitavas de duplas com João Souza. Os mineiros Bruno Soares e Marcelo Melo entram em seguida, já na noite.

Confira a ordem dos jogos desta segunda-feira:

Estádio - 12 horas
[16]Venus Williams (EUA) vs. [4]Caroline Wozniacki (DIN)
[1]Serena Williams (EUA) vs, [24]Svetlana Kuznetsova (RUS)
[31]Jeremy Chardy (FRA) vs. [5]Milos Raonic (CAN)
[1]Novak Djokovic (SER) vs. [Q]Steve Darcis (BEL)
Não antes das 20h30
[9]Grigor Dimitrov (BUL) vs. [22]John Isner (EUA)
Não antes das 22h00
[3]Simona Halep (ROM) vs. [15]Flavia Pennetta (ITA)

Grandstand - 11h50
[4]Kei Nishikori (JAP) vs. [32]Viktor Troicki (SER)
Thomaz Bellucci (BRA) vs. Alexandr Dolgopolov (UCR)
Não antes das 16 horas
[8]Ekaterina Makarova (RUS) vs. [9]Andrea Petkovic (ALE)
[26]Lukas Rosol (TCH) vs. [6]David Ferrer (ESP)
Não antes das 18 horas
[12]Gilles Simon (FRA) vs. [Q]Alejandro Falla (COL)

Quadra 1 - 12 horas
[7]Agnieszka Radwanska (POL) vs. [12]Carla Suárez (ESP)
[18]David Goffin (BEL) vs. Jerzy Janowicz (POL)
[14]Karolina Pliskova (TCH) vs. [C]Daria Gavrilova (RUS)
[11] Sara Errani (ITA) vs. Sabine Lisicki (ALE) ou Ana Ivanovic (SER)
Sloane Stephens (EUA) vs. Belinda Bencic (SUI)

Quadra 2 - Por volta de 18 horas
[C]Thomaz Bellucci/Joao Souza (BRA) vs. Marin Draganja (CRO)/Henri Kontinen (FIN)
Jamie Murray (GBR)/John Peers (AUS) vs.[3]Marcelo Melo/Bruno Soares (BRA)

Em tarde ruim, Nadal não passa por Verdasco

Miami (EUA) - Com uma série de erros não forçados, bolas no aro, golpes curtos e indecisos, o espanhol Rafael Nadal terá de adiar mais uma vez o sonho de enfim conquistar o Masters 1000 de Miami. Ele foi eliminado ainda na terceira rodada pelo compatriota e também canhoto Fernando Verdasco, sobre quem tinha 13 vitórias em 14 duelos, por 2 sets a 1, parciais de 6/4, 2/6 e 6/3.

Verdasco aguarda o vencedor da partida noturna deste domingo entre o também espanhol Guillermo Garcia-López e o argentino Juan Mónaco. Esta foi a segunda vitória consecutiva de Verdasco sobre Nadal, repetindo os 2 sets a 1 que obteve no saibro veloz de Madri de 2012.

Com queda nas quartas de final de Indian Wells e o fracasso em Miami, Nadal perde novamente a terceira posição do ranking, que provisoriamente fica com o escocês Andy Murray. Ele ainda pode ser ultrapassado pelo japonês Kei Nishikori e pelo canadense Milos Raonic.

A exibição de Nadal foi repleta de altos e baixos, com poucos momentos brilhantes e somente a determinação e a garra para correr em todas as bolas como maiores aliados. Para se ter uma ideia de sua fragilidade no primeiro set, Verdasco ganhou 19 das 28 jogadas em que houve mais de cinco trocas de fundo de quadra.

Nadal achou forças para reagir no segundo set, obtendo duas quebras de serviço diante de um adversário que parecia ter perdido completamente a precisão nos golpes. Mas o volume de jogo de Rafa não cresceu como se deveria esperar. Ao contrário, continuou a deixar a bola curta no meio da quadra, tentando se valer unicamente se seu jogo defensivo.

Acabou perdendo o saque no quarto game, mas viu Verdasco fazer 4/1 e depois 5/2 sem que tivesse chance devido às devoluções pouco contundentes.

Nadal segue agora para a tão sonhada temporada sobre o saibro europeu carregando 15 vitórias e cinco derrotas na temporada. Maior vencedor de torneios de nível Masters, ele disputou quatro finais em Miami, sem jamais ter obtido o troféu.