sábado, 4 de outubro de 2014

EM JOGO MOVIMENTADO, COELHO E DRAGÃO EMPATAM E FICAM LONGE DO G-4


DESTAQUES DO JOGO
  • sem apoio
    Horto vazio
    Era de se esperar um público melhor no Independência, especialmente depois que o time recuperou 15 dos 21 pontos perdidos no STJD. Mas apenas 2113 torcedores foram ao estádio.
  • quase!
    Aos 46
    O Atlético-GO quase foi premiado nos acréscimos. Sem desistir de buscar a vitória até o fim do jogo, o time visitante teve uma boa chance com Juninho aos 46 - o zagueiro Victor Hugo apareceu para salvar.
  • como fica?
    Perde posição
    O resultado não foi bom para nenhum dos dois times, que tinham chance de ficar mais perto do G-4. Ambos caíram uma posição e podem perder outra até o fim da rodada.
A CRÔNICA
por Fernando Martins Y Miguel
Sem vencedor e sem motivos para comemorar. América-MG e Atlético-GO empataram em 1 a 1 no Independência na noite desta sexta-feira e, como figurantes da parte intermediária da tabela, nenhum time saiu satisfeito com o resultado. O empate acabou deixando as duas equipes ainda mais distantes do G-4 e do sonho de voltar para a Série A em 2015.

O Dragão abriu o placar com Mateus Caramelo e chegou aos 36 pontos. Obina deixou tudo igual no segundo tempo, levando o Coelho para os 35 pontos. Na próxima terça-feira, enquanto o América-MG vai encarar o Náutico no Recife, o Atlético-GO receberá o Icasa no Serra Dourada - os dois jogos às 19h30 (de Brasília).

O primeiro tempo começou com o América-MG imprimindo o ritmo, empolgado por conta da recuperação de 15 dos 21 pontos perdidos no STJD devido à escalação irregular do lateral Eduardo. O Coelho teve em Gilson e Elsinho as principais peças de perigo nos 45 minutos iniciais. Porém, Obina, Renan Oliveira e Willians não ajudaram muito, e o time de Givanildo Oliveira foi castigado no final da primeira etapa.
O Atlético-GO, que por sua vez jogava todo o primeiro tempo no contra-golpe, se aproveitou de um lindo chute de Mateus Caramelo, no último minuto da etapa inicial, para levar o Dragão para os vestiários em vantagem. A bola parou no ângulo de João Ricardo, que nada pôde fazer.
A empolgação inicial do torcedor americano se transformou em irritação por conta do gol sofrido. Vaias e reclamações foram ouvidos pelos jogadores do Coelho enquanto se encaminhavam para o vestiário.

No segundo tempo, o América-MG não demorou a empatar. Logo no início, Gílson, o melhor do Coelho, invadiu a área e foi derrubado por Artur. Pênalti, que o artilheiro Obina cobrou com categoria para igualar o placar.

Depois do empate, o jogo ficou ‘lá e cá’, com as duas equipes buscando o gol da vitória que manteria as chances de acesso do vencedor. Os adversários tiveram chances, ora com Obina, que acertou a trave de Márcio, ora com Diogo Campos, que parou em João Ricardo, cara a cara com o goleiro americano. E aos 46, Victor Hugo salvou quase em cima da linha o que poderia ter sido o gol da vitória goiana. Sorte do Coelho, que poderia ter sido derrotado em casa. E azar do Dragão, que poderia voltar para Goiânia com três pontos.

SANTA CRUZ ATROPELA BOA E MANTÉM INVENCIBILIDADE NA ARENA PERNAMBUCO

DESTAQUES DO JOGO
  • na arena
    Invicto
    O Santa Cruz fez o seu quarto jogo na Arena Pernambuco e manteve a escrita de não perder no estádio. Foram três vitórias e um empate até então.
  • marcação
    Caçado
    Defensores do Santa não deram trégua ao meia Clebson, do Boa. Os tricolores pararam o jogador com faltas e ele pouco produziu para o time mineiro.
  • mico
    Josa
    O volante Josa, do Boa, errou o passe que ocasionou o primeiro gol do Santa Cruz e foi substituído ainda no primeiro tempo pelo técnico Nedo Xavier.
A CRÔNICA
por Lucas Liausu
O técnico Oliveira Canindé pediu espírito de decisão aos jogadores do Santa Cruz em todos os jogos que restam pela Série B. E parece que a solicitação já começou a ser atendida. Nesta sexta-feira, os pernambucanos receberam o Boa Esporte na Arena Pernambuco e não tomaram conhecimento dos mineiros. Em jogo válido pela 27ª rodada da Série B, os corais venceram por 3 a 0, com todos os gols marcados no primeiro tempo, e seguem na sua busca por uma vaga no G-4. O Boa Esporte, apesar de derrotado, também segue perto do grupo de acesso.
Wescley, Danilo Pires e Léo Gamalho foram os responsáveis por fazer os 11.055 torcedores do Santa pularem nas arquibancadas da Arena Pernambuco.
A vitória fez com que o Santa Cruz chegasse aos 37 pontos e deixasse a 12ª colocação para assumir a 9ª. O Boa Esporte não se moveu mesmo com a derrota na Arena Pernambuco. Os 41 pontos já conquistados garantiram aos mineiros permanecer na a 6ª colocação. A rodada será encerrada neste sábado e aí sim o Boa pode cair uma posição. Já o Santa Cruz, não tem chance de descer mais.
Na próxima rodada, o Santa Cruz deixa o Recife para um difícil compromisso. Enfrenta o Joinville, que atualmente é o 3º colocado da Série B. O Boa Esporte volta para casa para receber a líder Ponte Preta. Os dois jogos acontecem na próxima terça-feira.
Santa Cruz x Boa Esporte (Foto: Marlon Costa /Futura Press / Agência Estado)Santa marcou três gols e definiu jogo no primeiro tempo (Foto: Marlon Costa /Futura Press / Agência Estado)
Dois minutos decidem o jogo
O Santa Cruz começou o jogo apresentando um futebol sonolento e enquanto o Boa Esporte trocava passes buscando o gol, os tricolores pareciam nervosos quando tinham a bola nos pés. A história, no entanto, mudou em dois minutos e o que parecia nervoso se transformou em uma imensa tranquilidade.
Aos 22, Wescley, de fora da área, abriu o placar depois de passe de Keno. No minuto seguinte, foi a vez do outro meia ir para a galera. Danilo Pires aproveitou toque de cabeça de Léo Gamalho depois de um chutão da defesa e emendou para o fundo das redes. O placar deixou o Santa Cruz mais leve e o terceiro gol foi questão de tempo. De pênalti, o artilheiro Léo Gamalho ampliou aos 39 minutos.
Santa Cruz administra placar
O placar construído no primeiro tempo fez o jogo ser outro no segundo. Com os três pontos praticamente garantidos, o Santa Cruz administrou a partida e não mostrou a mesma sede da primeira etapa. Os corais pareciam estar mais preocupados com o desgaste já visando a difícil partida da próxima terça-feira, contra o Joinville.
Pelo lado do Boa Esporte, a derrota parece ter sido aceita nos vestiários. O técnico Nedo Xavier até tentou algumas substituições, mas nenhuma delas surtiu efeito e a equipe seguiu passiva. Os goleiros Tiago Cardoso e João Carlos apenas assistiram os 45 minutos finais.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Série B Brasilerão

21h00


2 VAS Vasco X Bragantino BRG 2

Série D Brasilerão

20h00


1 MCL Moto Club-MA X Ituano ITU 0

Série B Brasilerão

19h30

1 AMG América-MG X Atlético-GO ACG 1

Série B Brasilerão

19h30

3 STA Santa Cruz-PE X Boa Esporte Clube BOA 0

Português

16h30


3 VIG Vitória de Guimarães X Boavista-POR BFC 0

Espanhol

16h00

1 GET Getafe X Córdoba CCF 1

Francês

15h30

1 REI Reims X Bordeaux BOR 0

Alemão

15h30


3 HER Hertha X Stuttgart STU 2

Brasil peca no 1º set, mas se recupera, bate a Holanda e fica perto da 3ª fase

Os erros de recepção diante do forçado saque das rivais custaram o primeiro set ao Brasil, na partida desta quinta-feira, contra a Holanda, pelo Mundial feminino de vôlei. No momento de dificuldade, porém, a experiência e paciência da seleção bicampeã olímpica fizeram a diferença. Mais uma vez de virada, o time de José Roberto Guimarães se reencontrou em quadra e arrancou a vitória por 3 sets a 1, com parciais de 23/25, 25/20, 25/16, 25/16, no ginásio Palaolimpia, em Verona, na Itália (veja os melhores momentos no vídeo acima). Com o triunfo sobre as holandesas, as brasileiras somaram mais três pontos e se aproximaram da classificação para a terceira fase da disputa.
A ponteira Fernanda Garay foi o principal destaque da seleção brasileira e da partida, com 20 pontos marcados. A central Thaísa também fez mais um ótimo jogo, com 19 pontos, sendo oito de bloqueio. Pelo lado holandês, Lonneke Slöetjes anotou 13 pontos.
- A gente sentiu já no aquecimento que elas vieram acreditando que poderiam ganhar da gente. Tirando essa responsabilidade, elas têm um pouco de facilidade. Chegam no saque e colocam tudo. É claro que nós estamos preparadas para as dificuldades, mas a verdade é que, no primeiro set, a gente ainda estava vendo o que elas estavam fazendo. Isso não pode acontecer. Mas a gente tem tentado melhorar. Isso vai melhorando a cada partida.- afirmou Fê Garay na saída de quadra.
Brasil x Holanda vôlei feminino  - Fê Garay (Foto: Divulgação / FIVB)Com 20 pontos anotados, Fê Garay foi o principal destaque da partida (Foto: Divulgação / FIVB)

Com a vitória, o Brasil segue na segunda colocação do Grupo F, com 14 pontos. Os Estados Unidos lideram a chave, com 15. Com 11 pontos somados, a Sérvia completa o grupo dos três times que avançam para a terceira fase até agora. A Rússia, que tem 10, segue na briga. 
- Nós perdemos um contra-ataque importante e, depois, pegamos uma boa sacadora e não conseguimos mais colocar o passe na mão. Naquela posição, tomamos quatro pontos seguidos. Elas começaram a acreditar no jogo de novo. A gente que colocou a Holanda no jogo. Essa foi a dificuldade que encontramos. Mas, depois, a gente restabeleceu o controle - explicou o treinador José Roberto Guimarães.
A sexta-feira será de folga para todas as equipes. As partidas do Mundial da Itália retornam no sábado, quando o Brasil enfrenta a Rússia, às 15h (de Brasília). O SporTV transmite ao vivo, e o GloboEsporte.com acompanha em Tempo Real com vídeos. O assinante do Canal Campeão também pode assistir no SporTV Play.
O JOGO
Brasil x Holanda vôlei feminino  - Thaisa (Foto: Divulgação / FIVB)Central Thaísa fez mais um bom jogo no Mundial da Itália (Foto: Divulgação / FIVB)
Depois de começar os dois últimos confrontos desatento, o Brasil, desta vez, entrou melhor em quadra, abrindo logo 3/0. A levantadora Dani Lins acionou bem as centrais, com um ponto de Thaísa e dois de Fabiana no início da partida: 6/2. Fernanda Garay aumentou a vantagem com um ace (8/2). Do outro lado quadra, a capitã Robin de Kruijf apareceu bem no bloqueio, tentando deixar sua equipe viva no set. Após um bloqueio de Fabiana e mais um ace de Fê Garay, a seleção voltou a garantir boa diferença: 17/12. Mas, forçando no saque, as holandesas reagiram e somaram quatro pontos seguidos, encostando no placar: 17/16. Em seguida, depois de um ataque de Jaqueline para fora, veio a virada: 20/19. Foi também depois de um erro da oposto Flier, da Holanda, que o time verde e amarelo voltou a assumir a liderança: 22/21. A parcial foi disputada até o final. Após um ponto de bloqueio da oposta Plak e um contra-ataque para fora de Fê Garay, as holandesas fecharam em 25/23.
O segundo set começou como o primeiro: Brasil na frente. Com dois pontos seguidos de Thaísa, de bloqueio e de ataque, a seleção brasileira abriu 4 a 1. Em seguida, Fabiana também pontuou no bloqueio, e Sheilla ampliou a vantagem depois de uma pancada: 8/2. A Holanda, porém, voltou a forçar o saque, com a oposto Flier, complicando a recepção brasileira e, consequentemente, a armação dos contra-ataques. Depois de um ataque para fora de Jaqueline, as holandesas, com destaque para a oposto Sloetjes, chegaram ao empate: 10/10. O técnico Zé Roberto pediu tempo, e a seleção voltou para quadra melhor. Fez três pontos seguidos e respirou. Depois de um rali cheio de boas defesas, Plak explorou o bloqueio e diminuiu a vantagem: 15/13. Tandara e Fabíola entraram em quadra no lugar de Sheilla e Dani Lins. Mesmo ainda cometendo falhas na recepção, as brasileiras conseguiram se manter na frente. Jaqueline pontuou no bloqueio, marcando 20/16. Tandara cresceu na partida e, depois de soltar o braço no ataque e marcar um ace, fez 23/18. A vitória da parcial saiu depois de uma pancada de Fê Garay: 25/20.
brasil x holanda volei mundial tr (Foto: Divulgação/FIVB)Bloqueio foi uma importante arma no duelo com as holandesas: 14 a 5 para no fundamento (Foto: Divulgação/FIVB)

Mais uma vez Thaísa comandou o time brasileiro no início do terceiro set. Com dois pontos de bloqueio da central, o Brasil fez 4/1. Bem na defesa, no ataque e no saque, Fê Garay continuou se destacando. Depois de um ace da ponteira, a seleção abriu em 11/4. Melhor na recepção, o país conseguiu variar mais nas jogadas. Jaqueline acertou uma bela paralela. Em seguida, Thaísa fechou o paredão e fez dois pontos de bloqueio: 17/8. No mesmo fundamento, Fê Garay e Tandara também marcaram os seus: 21/12. Destaque do time holandês no segundo set, Sloetjes ainda tentava manter sua equipe viva, mas a vantagem brasileira já era muito grande. Com um ataque de Tandara, a seleção fechou em 25/16.
As holandesas sentiram as derrotas nos dois sets anteriores e não ofereceram mais tanto perigo às brasileiras. Encaixando melhor as jogadas, o Brasil logo abriu larga vantagem no placar: 8/2. Além de Thaísa, as ponteiras também pontuaram bem. Jaque apareceu mais nos ataques e, depois de uma bela pancada de Fê Garay, o Brasil fez 17/6. Em mais um dia inspirada, Thaísa fez seu sétimo ponto de bloqueio: 18/10. Após um longo rali, de De Kruijf decidiu o ponto para a Holanda, diminuindo a diferença: 20/14. O time de Zé Roberto, no entanto, manteve o bom ritmo até o final. Depois de dois pontos seguidos da central reserva Adenízia, o time de Zé Roberto fez 25/16 e venceu mais uma partida de virada

Verdão vota na primeira divisão

danilo-da-chapecoense-lamenta-nao-ter-defendido-penalti-convertido-por-henrique-que-comemora-com-companheiros-de-palmeiras-1412296341337_956x500
Aos 13 minutos no Pacaembu, na fria noite paulistana, Valdivia deu um passe espetacular para Diogo que deu para Henrique faz o gol palmeirense, mas o centroavante chutou tão fraquinho que Rodrigo Biro salvou antes que a bola entrasse.
Treze minutos depois, Camilo teve a chance de abrir o marcador para a Chapecoense, mas mandou em cima de Deola.
Àquela altura o jogo de seis pontos já estava equilibrado e o Palmeiras perdia-se num excesso de cautela na hora de finalizar, como se ninguém quisesse assumir a responsabilidade na hora agá.
Valdivia, com a bola, e Vuaden, com o apito, eram os melhores no gramado.
O chileno tentava fazer o time jogar e o árbitro não caía nas simulações dos jogadores dos dois lados que caíam na área ou perto dela.
Aí, aos 40, num lançamento longo de Ricardo Conceição, nas costas da desatenta zaga alviverde, Leandro entrou livre para receber e fazer 1 a 0.
Prenúncio de que a próxima hora palmeirense seria dramática.
No quarto embate entre ambos, dois pela Série B, o segundo pela A, os paulistas seguiam sem conseguir fazer nem um gol sequer nos catarinenses, decorridos sete meios tempos.
Nos derradeiros segundos da etapa inicial, Vitor Luís acertou um tirambaço no ângulo do time de Chapecó, mas o goleiro Danilo fez ótima defesa.
Em compensação, e para dar uma ideia do drama verde, logo aos 2 minutos do segundo tempo Fabinho perdeu um dos gols mais feitos do ano, com Deola já batido pelo passe de Leandro. Impressionante!
Dorival Júnior que no intervalo disse ao Sportv que seu time estava “organizado” , viu ainda a Chapecoense fazer uma verdadeira linha de passe na área palmeirense, segundos antes de Wesley empatar o jogo, porque a bola pune e puniu o time visitante.
Em seguida, Danilo salvou a virada na cabeçada de Henrique.
O jogo pegou fogo na gelada capital da Paulicéia e a torcida, que não parou de incentivar nem mesmo com o 0 a 1, tentava carregar o time para a vitória que arrancaria o Verdão da ZR.
Aos 12, em cobrança de escanteio pela direita, Valdivia desviou de cabeça e Henrique mergulhou de cabeça, tronco e membros para fazer o gol do desafogo.
O Botafogo entrava na ZR e o Palmeiras saía dela para não mais voltar, ao menos, nesta rodada.
Se faltava técnica ao Palmeiras, e é claro que falta se não o time não estaria na situação em que está, sobrava coração.
Aos 18, daqueles pênaltis em que a bola bate na mão no jogador que dá o carrinho, Henrique bateu no lugar de Cristaldo que queria bater e fez o gol do 3 a 1.
O primeiro a abraçá-lo foi justamente o argentino.
Em seguida, novo pênalti, indiscutível, de Rodrigo Biro em Henrique, e o centroavante fez o 4 a 1.
Em duas datas emblemáticas, o time alviverde livrou-se de passá-las na ZR: a primeira no dia de seu centenário e, agora, no dia da eleição.
Que assim seja sempre daqui por diante.
Aos 37, o capitão Valdivia foi substituído e aplaudido por boa parte dos mais de 15 mil torcedores no estádio.
Prova de confiança da direção do clube e dos torcedores que são capazes de perdoá-lo por serem tão traídos.
Ah, e a hora que se previu dramática não durou mais que 12 minutos, o tempo da virada.
Se Valdivia jogou fora os três pontos contra o Figueirense ao desperdiçar, por irresponsabilidade, o 2 a 0 que liquidaria o jogo, hoje foi Fabinho quem, por ruindade mesmo, desperdiçou o 2 a 0 da Chapecoense.
Em Floripa, foi 3 a 1. Em Sampa foi melhor, foi 4 a 2, porque, nos acréscimos , Leandro descontou.