quarta-feira, 30 de julho de 2014

Felipão volta ao futebol vinte dias depois do 7 x 1. Ele não conseguiu dizer não ao Grêmio e a Fábio Koff

GRÊMIO
Luiz Felipe Scolari e Fábio Koff durante encontro na Usininos em março deste ano
Luiz Felipe Scolari e Fábio Koff durante encontro em março deste ano
Felipão não vai dizer com todas as letras, mas não foi por dinheiro nem por amor à profissão seu retorno ao futebol menos de um mês depois do 7 x 1 sofrido pela seleção brasileira contra a Alemanha. Ao primeiro contato de Fábio Koff, ainda no final da semana passada, Felipão disse NÃO! E então o presidente do Grêmio viajou a São Paulo.
Como se disse no "Linha de Passe" de segunda-feira, Fábio Koff diria a Felipão que precisava dele. E Felipão tentaria se esquivar. Não conseguiu.
À primeira negativa, veio outro pedido de Koff e Felipão não conseguiu dizer NÃO! 
A amigos, Felipão confidenciou que não poderia dizer não ao Grêmio e a Fábio Koff, suas referências no futebol.
Felipão acredita que pode fazer o bom trabalho já existente no Grêmio se transformar num time capaz de ganhar títulos. Não já neste semestre. A lógica é o Cruzeiro ser campeão brasileiro, mas a sequência da temporada pode ser favorável. Serão dois anos e meio de contrato e neste período o objetivo é ser campeão.
Felipão é gremista e o Grêmio acredita em Felipão. Pode dar certo.
Para Calçade, volta de Felipão ao Grêmio é resposta ao fracasso na Copa
Mauro cita falta de reciclagem de Felipão e vê Tite como exemplo

terça-feira, 29 de julho de 2014

Amistosos

22h15


1 ROM Roma X Real Madrid RMA 0
 

Libertadores

21h15

1 DSP Defensor Sporting X Nacional (PAR) NAP 0


Brasilerão Série B

21h00

0 POR Portuguesa X Oeste OES 0

Amistosos

20h00

0 MAN Manchester United X Internazionale INT 0    5x3

Brasilerão Série B

19h00

1 NAU Náutico X Icasa ICA 0

Sistema da CBF erra de novo e tumultua clássico carioca

VÍTOR SILVA/SSPRESS
Emerson Sheik Botafogo Flamengo Campeonato Brasileiro 27/07/2014
Emerson Sheik durante Botafogo x Flamengo: atacante estaria irregular
A súmula do jogo entre Flamengo e Botafogo traz um susto aos torcedores do Botafogo nesta terça. O árbitro Wilton Pereira de Sampaio, juiz da partida, relata que a súmula eletrônica apontava, antes da partida, que dois atletas do time, Emerson Sheik e Edílson, estariam impedidos de jogar por uma suspensão do STJD. O fato foi informado ao clube alvinegro, que insistiu, dando uma declaração escrita à mão, estar ciente do informe do juiz e mesmo assim entrou com o atletas na derrota por 1 a 0 para o rival. Se estivessem suspensos de fato, o Botafogo poderia perder 3 pontos no Brasileirão, agravando ainda mais a crise vivida em General Severiano.
A diretoria do clube, no entanto, se mostra tranquila e diz que, provavelmente, o fato ocorreu devido a um erro no sistema eletrônico da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) que mostra quem está apto ou não para cada partida.
Em contato com a reportagem doESPN.com.br, a assessoria do clube disse que o Departamento Jurídico está "tranquilo" com relação à questão.
Sheik e Edílson foram condenados a uma partida de suspensão por conta de uma confusão no fim do jogo contra o Grêmio, ainda antes da Copa do Mundo. O julgamento foi no dia 16 de julho, dia da partida do time contra o Sport, em Recife. Como, segundo a legislação desportivas, as condenações só valem a partir do dia seguinte ao julgamento, os jogadores foram liberados para a partida em Pernambuco.
Três dias depois, contra o Coritiba, em Volta Redonda, ambos cumpriram suspensão. Segundo a assessoria do clube, que não sabe os motivos do ocorrido, o cumprimento da suspensão não foi registrado no BID eletrônico da CBF e o juiz da partida estava informado que ambos não poderiam atuar contra o Flamengo.
Em contato com o ESPN.com.br, a Diretoria de Competições da CBF confirmou que o sistema eletrônico usado pela entidade não registrou que os jogadores já haviam cumprido suspensão. Assim, o Botafogo não correria riscos de perder pontos.
O caso é semelhante ao "tapetão" que tirou do Brasília o título da Copa Verde e deu ao Paysandu, já que o time do Distrito Federal, por erro da CBF, teria jogado a decisão do torneio com quatro atletas irregulares.
Confira o que o árbitro relata na súmula:
"Na imputação dos nomes dos atletas na súmula eletrônica antes do início da partida, constou que dois atletas do Botafogo (número 7 e 33) estariam impedidos de jogar por uma pendência no STJD. Deixamos o Botafogo FR ciente, mas o diretor do Botafogo, Sr. Adriano Polares, assumiu a responsabilidade e fez uma declaração de próprio punho conforme em anexo na súmula".


Assista ao gol de Flamengo 1 x 0 Botafogo

Futebol nos Estados Unidos derruba última barreira para superar Brasil: um jogo com 100 mil pessoas

Real Madrid x Manchester United jogarão no próximo sábado no Big House, em Michigan, para 109.901 espectadores. A lotação máxima do estádio superará o recorde de 105.591 registrado no Winter Classic de Hóquei no Gelo, disputado entre Toronto Maple Leafs e Detroit Red Wings, em 1 de janeiro de 2014.
A partida de pré-temporada entre os espanhóis do Real e os ingleses do United fará o Real Madrid voltar a jogar para mais de 100 mil espectadores, o que não ocorre desde a remodelação do Santiago Bernabéu para a Copa do Mundo de 1982. O Real Madrid fez parte do jogo com maior público da história do futebol europeu, a final da Copa dos Campeões da Europa de 1960 contra o Eintracht Frankfurt, no Hampden Park de Glasgow: 135 mil pessoas.
Jogos com 100 mil pessoas ou mais pareceram um patrimônio exclusivo do futebol brasileiro quando o Maracanã era conhecido como "o maior do mundo." A última partida com 100 mil torcedores num estádio brasileiro foi a final da Copa do Brasil de 1999, Botafogo 0 x 0 Juventude, para 101.581 presentes.
A fonte é a Flapédia, que contabiliza 244 partidas com 100 mil presentes ou mais (clique e veja lista completa), a começar por Brasil 1x2 Uruguai, final da Copa de 1950 -- o público oficial daquela partida é de 174 mil.
A primeira partida da história do futebol brasileiro com 100 mil torcedores foi Brasil 2 x 0 Iugoslávia, o terceiro jogo do Brasil na Copa do Mundo de 1950, com 142.429 torcedores. Quem esteve em uma partida com mais de 100 mil no Brasil sabe a divisão de sensações. O orgulho e o privilégio de estar em partida histórica, capaz de mobilizar tantos torcedores de um lado e o desconforto de ficar muitas vezes espremido tentando assistir a pedaços da partida. 
O Brasil nunca mais terá jogos para 100 mil torcedores e deveria impor a transformação dos velhos maiores estádios do mundo nos melhores para atender e receber multidões de até 78 mil pessoas -- capacidade atual do Maracanã. Os americanos sabem fazer isso e têm média de público superior à do Campeonato Brasileir -- 19 mil contra 14 mil.
A partir de sábado terão também o velho orgulho brasileiro: a capacidade de organizar uma partida de futebol para mais de 100 mil torcedores.  
PVC
Big House de Michigan no dia do recorde no hóquei: 109 mil para Real Madrid x Manchester United
Big House de Michigan no dia do recorde no hóquei: 109 mil para Real Madrid x Manchester United

Para onde vai o glorioso Botafogo?

De vez em quando, vale a pena chover no molhado. Por exemplo, repetir que o maior problema do futebol brasileiro é mesmo a forma como ele é dirigido, ou administrado, ou cuidado, ou, para usar termo menos antigo que o problema, gerido. Todos os outros - a má qualidade dos times, o descuido com as divisões de base, a ida de nossos craques para o exterior, os estádios vazios, a dívida dos clubes e até o despreparo dos treinadores - decorrem do que faz, ou deixa de fazer, a cartolagem brasileira. Qualifico como "brasileira" mesmo reconhecendo que, como sempre, outros países devem ter cartolas tão ruins quanto os nossos. Mas é da nossa que quero falar, ainda que para chover no molhado.
Poderia estender a chuva a todos os clubes do país, mas me limito aos cartolas dos quatro grandes clubes do Rio por ser esta a minha praia. Para começar, todos eles devem o que não podem pagar. É a primeira e mais irrefutável prova de que, ao longo dos anos, diretoria após diretoria, nenhum dos gestores desses clubes cuidou deles como cuidariam de suas empresas. Paga-se caro por administrar-se mal uma empresa, mas nada acontece a quem dirige incompetente ou levianamente um clube. A responsabilidade de um empresário em seus negócios é uma, e a de um cartola à frente do seu clube, nenhuma. Que exploda o avião, diz quem não é o aviador. Tudo mais vem desse falso "nada a ver" com que presidentes e diretores de clubes se protegem.
Deixando de lado a dependência do Fluminense ao seu patrocinador, a indigência a que o Flamengo está entregue após os erros de sucessivas administrações e o apequenamento do Vasco na última década (agravado agora por uma absurda briga interna), concentro-me no Botafogo, o glorioso Botafogo, triste centro das atenções nos últimos dias em que seu presidente ameaça jogar a toalha e seus jogadores tornam pública a humilhante situação profissional em que foram atirados por uma má gestão.
O que se passa com o Botafogo, hoje, é inadmissível num futebol que ainda se orgulha de seus cinco títulos mundiais. É assunto tão sério que já chegou à Presidência da República, passando primeiro pelo sempre imóvel Ministério dos Esportes. Como se uma e o outro pudessem resolver o problema que cartolas despreparados criaram ou simplesmente ampliaram. O Botafogo, a torcida do Botafogo, a história do Botafogo, não merecem viver esse terrível capítulo escrito por sua cartolagem.


Mudando de assunto, sem mudar de assunto, é preciso reconhecer que o problema não se limita aos clubes. As entidades a que estão filiados - as estaduais e a nacional - também não têm interesse em mudar. Levam sobre os clubes uma única vantagem: sabem ganhar dinheiro, têm os cofres cheios, não precisam de inteligências administrativas para viver. Daí os marins, os del neros, os gilmares, os dungas. Mas essa é outra história. Ou são outras chuvas.

'Pensaram na TV Globo e não nos trabalhadores', diz presidente do sindicato dos metroviários

GETTY
Metroviários de São Paulo não farão greve nesta quinta-feira
Metrô e CPTM vão funcionar até mais tarde em dias de jogos
O governo paulista anunciou nesta terça-feira uma mudança no horário de funcionamento do metrô e dos trens de São Paulo em dias de jogos às 22h, depois dos problemas na única partida que teve até agora em Itaquera, na quarta passada. Para o presidente do sindicato dos metroviários, a medida atende única e exclusivamente à "TV Globo" e desconsidera os torcedores.
Segundo Altino Prazeres, com o número de funcionários que estão à noite atualmente no Metrô, será impossível dar um bom atendimento para as pessoas que vão aos estádios de futebol acompanhar os seus times durante a semana.
"É uma decisão que não pensa nos torcedores. Além de torcedores, eles são trabalhadores. Mesmo com o metrô aberto, eles demoram para chegar em suas casas e ainda têm de ir ao trabalho no dia seguinte. Por que não se muda o horário do jogo? É uma decisão que só atende à TV Globo. A cartolagem parece que prefere desse jeito também. Não quer bater de frente", afirmou, para o ESPN.com.br.
"O que posso te dizer é que diante da situação é claro que preferimos que o metrô fique aberto até mais tarde, mas é um absurdo que isso tenha de ser assim por conta de uma televisão. Com o número de pessoas que trabalham à noite, não vamos poder dar o melhor serviço para as pessoas que vão pegar o transporte no fim da noite. Ou a empresa contrata mais gente ou vai ser difícil para todo mundo", completou.
Ainda de acordo com Altino Prazeres, o sindicato tem um posicionamento de brigar para que o funcionamento do transporte público de São Paulo funcione 24 horas, mas não por causa de uma determinação de uma televisão.
"Nós já fomos procurados por parlamentares e temos esse posicionamento. Nosso posicionamento é também de atender bem a população, da melhor forma possível. Hoje seria impossível um transporte 24 horas. Não comporta porque é mal administrado e porque tem poucos funcionários. Mas é uma coisa que defendemos", explicou.


"O que me deixa inconformado é que tem uma decisão muito mais fácil nesse caso, que é a de mudar o horário do jogo. Não é só uma questão do transporte público. O cara que vai de carro para lá tem de voltar para a casa de madrugada, se arriscando, por causa de uma TV. O outro fica procurando um ônibus que não passa mais, por causa da cartolagem que só pensa nela. É um absurdo, na minha opinião", finalizou.

Após 18 anos, Grêmio anuncia retorno de Felipão

GETTY
Scolari aprovou a atuação do Brasil diante de Camarões
Luiz Felipe Scolari está de volta ao Grêmio
O Grêmio anunciou nesta terça-feira que Luiz Felipe Scolari é o novo técnico da equipe. Ele retorna à equipe de Porto Alegre após 18 anos, já que comandou o clube entre 1993 e 1996, conquistando uma Libertadores, um Campeonato Brasileiro, uma Copa do Brasil, uma Recopa e três Campeonatos Gaúchos.
Segundo informou o clube de Porto Alegre, Felipão chega à capital do Rio Grande do Sul nesta quarta, e será apresentado às 11h (horário de Brasília), na Arena do Grêmio.
"Luiz Felipe Scolari é o novo técnico do Grêmio. Treinador retorna ao comando do Tricolor depois de 18 anos. Bem-vindo, Felipão!", escreveu o time gaúcho, em seu Twitter.
A negociação foi toda resolvida nesta terça. O presidente gremista, Fábio Koff, viajou a São Paulo para se encontrar com o treinador e chegou rapidamente a um acordo. Segundo o jornal Zero Hora, o contrato de Scolari com o Grêmio irá até 2016.
"Estou muito contente e retornar ao clube que sempre tive carinho. Quero realizar novamente um grande trabalho no Grêmio. Estarão junto comigo o Murtosa e Ivo Wortmann que farão um trabalho integrado com a base do Grêmio", disse Felipão, através de sua assessoria de imprensa
O último trabalho de Felipão foi na seleção brasileira. Ele comandou a equipe nacional entre 2012 e 2014, conquistando a Copa das Confederações em 2013. Na Copa do Mundo, caiu na semifinal, perdendo de goleada por 7 a 1 para a Alemanha. Na decisão do bronze, perdeu por 3 a 0 para a Holanda e terminou o Mundial em 4º lugar.
GAZETA PRESS
Luiz Felipe Scolari Felipão Grêmio Palmeiras Campeonato Brasileiro 1995 01/10/1995
Felipão está de volta à casamata gremista
Já o último clube comandado por Scolari foi o Palmeiras, entre 2010 e 2012. No Palestra Itália, ele ganhou uma Copa do Brasil (inclusive eliminando o Grêmio na semifinal), mas acabou demitido em meio ao Brasileirão 2012, durante a péssima campanha que culminou com o rebaixamento alviverde para a Série B.
Essa será a terceira passagem de Luiz Felipe Scolari, de 65 anos, pelo tricolor gaúcho (1987 e 1993-1996). Ele esteve à frente da equipe em 352 jogos, com 11 títulos conquistados.
Ao todo, o treinador já comandou 17 equipes diferentes na carreira: CSA, Juventude, Brasil de Pelotas, Al-Shabab, Grêmio, Goiás, Al Qadisiya, Criciúma, Al-Ahli, Júbilo Iwata, Palmeiras, Cruzeiro, Chelsea, Bunyodkor e seleções do Brasil, Portugal e Kuwait.
Entre seus títulos mais importantes, estão a Copa do Mundo de 2002, pelo Brasil, duas Libertadores, por Palmeiras e Grêmio, três Copas do Brasil (Criciúma, Grêmio e Palmeiras) e um Brasileirão, pelo Grêmio, entre muitas outras taças.
Mauro cita falta de reciclagem de Felipão e vê Tite como exemplo


Marin evita falar em demissão e rasga elogios ao trabalho de Felipão na seleção brasileira; veja

Amistosos

09h00


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segunda-feira, 28 de julho de 2014

Brasilerão Série C

21h30


1 GUA Guarani X Caxias CAX 1

Por erro da CBF, STJD tira título do Brasília, e Paysandu fica com vaga na Sul-Americana

GAZETA PRESS
Paysandu perdeu para o Sport, mas se classificou na Copa do Brasil
Paysandu está ao menos temporariamente com a vaga da Sul-Americana
O Superior Tribunal de Justiça Desportiva retirou o título do Brasília da Copa Verde, por causa de uma irregularidade na escalação de jogadores na decisão. Com a resolução, o Paysandu, que perdeu a partida final nos pênaltis, ficará com a vaga da Sul-Americana 2015, para a qual o campeonato dava acesso em seu regulamento. O problema, no entanto, é que o erro foi cometido pela Confederação Brasileira de Futebol.
Em julgamento na tarde desta segunda-feira, a primeira comissão disciplinar decidiu por unanimidade (quatro votos a zero) por acatar a denúncia da procuradoria-geral, de acordo com apuração do ESPN.com.br. Da decisão ainda cabe recurso, para ser levado ao Pleno do STJD, o que deve acontecer.
O departamento jurídico do alviceleste apresentou uma denúncia de que quatro jogadores adversários entraram em campo de forma irregular. A tese apresentada pelos advogados do time paraense é de que os atletas não estavam no BID, o Boletim Informativo Diário da CBF.
A entidade máxima do futebol brasileiro admite que de fato eles não estavam no sistema, mas alega que estavam regulares, e que o que houve foi um erro cometido por ela - como é possível ver no documento obtido pela reportagem, no final da matéria, que foi utilizado no julgamento desta tarde.
No entendimento dos advogados do Paysandu, mais do que uma vaga na Sul-Americana, uma decisão em favor do Brasília abrirá um precedente para o resto dos clubes e outros campeonatos. O departamento de registros diz que percebeu a falha depois e registrou os nomes de forma retroativa. Uma frase bastante falada no meio do direito desportivo é a seguinte: se está no BID está no mundo. 
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