domingo, 6 de julho de 2014

Djokovic supera Federer, garante bi em Wimbledon e retoma topo do tênis

Final de Wimbledon: Roger Federer x Novak Djokovic21 fotos

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Novak Djokovic se esforça ao máximo para não perder ponto para Federer na final de Wimbledon STEFAN WERMUTH/Reuters

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Novak Djokovic conseguiu o bicampeonato de Wimbledon neste domingo, após vitória por 3 sets 2 sobre Roger Federer, com parciais de 6-7 (7-9), 6-4, 7-6 (7-4) e 5-7 e 6-4. Em um jogo equilibrado, o sérvio foi firme nos momentos mais decisivos e evitou recorde do rival suíço, que buscava o oitavo título do Grand Slam na grama. Além disso, o triunfo na final em Londres teve significado ainda mais especial.
O ranking do tênis terá modificação importante nesta semana, após o título de Djokovic. O sérvio voltará ao posto de número 1 do mundo, que pertencia ao espanhol Rafael Nadal – eliminado oitavas de final do torneio pela surpresaaustraliana Nick Kyrgios, de apenas 19 anos – desde outubro de 2013.
Firmes em seus saques, Djokovic e Federer não deram chances de quebra ao adversário durante o início do primeiro set. Com games rápidos, nenhum dos dois tenistas se via em apuros. O sérvio era potente nos golpes de fundo de quadra, enquanto o suíço se arriscava de vez em quando com subidas à rede para combinar saque e voleio.
Djokovic apertou o adversário no final da primeira parcial, mas não conseguiu evitar o tie-break. O sérvio começou devagar no desempate, chegou a ter desvantagem de 3-0, mas se recuperou para colocar pressão no adversário. Federer, tranquilo, foi perfeito na reta final e abriu 1 set a 0 com o placar de 9-7 no tie-break.
A decepção do primeiro set não atrapalhou Djokovic, que conseguiu a quebra rapidamente para ganhar fôlego. Com dificuldade, ele abriu 3-1 e se manteve no controle. Sem dar brecha mesmo quando pressionado por Federer, o tenista da Sérvia conseguiu marcar 6-4 para empatar o duelo.
O equilíbrio seguiu no terceiro set, em que não houve quebras de saque – Djoko teve a oportunidade de garantir vantagem quando o jogo estava 5-5, mas falhou. O mesmo não aconteceu no tie-break, em que o sérvio teve o domínio desde o início para marcar 7-4 e garantir a virada em sets.
O quarto set foi o das quebras. Confiante, Djokovic pressionou Federer para conquistar vantagem logo no início. E conseguiu. O sérvio abriu 3-1. Federer não demorou para reagir: devolveu a quebra na sequência para se manter no jogo.
Djokovic não sentiu e voltou a ter um bom desempenho no saque do adversário para marcar 4-2 e retomar o comando da parcial. Com 5-3, o sérvio sacava para fechar a decisão. Mas Federer mostrou força para frustrar o adversário e virar o placar: 7-5.
A normalidade voltou no quinto e último set, quando os tenistas engataram sequência de bons serviços. Nesta parcial, as ameaças de quebra não foram concretizadas. Até o momento em que Djokovic liderava por 5-4. Federer teve seu saque quebrado de forma definitiva, para a felicidade do bicampeão sérvio.

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Djokovic bate Federer, conquista bi em Wimbledon e retoma reinado no tênis

REUTERS
Novak Djokovic comemora ponto em vitória sobre Roger Federer neste domingo
Novak Djokovic comemora ponto em vitória sobre Roger Federer neste domingo 
Salve Novak Djokovic, novamente o rei do tênis. O sérvio, 27 anos, coroou neste domingo uma temporada excelente com a conquista de seu segundo título em Wimbledon na carreira, encerrando um jejum de títulos de Grand Slam que já durava um ano e meio (o último troféu foi no Australian Open de 2013). O título em Londres veio com uma vitória em quatro sets sobre Roger Federer, parciais de 6-7 (7/9), 6-4, 7-6 (7-4) e  5-7 e 6-4.
A vitória garante, além do troféu, o retorno de Djokovic ao topo do ranking mundial. Segundo na lista da ATP no começo do torneio, Djokovic defendia 1.200 pontos do ano passado, quando foi vice-campeão do torneio ao perder a decisão para o britânico Andy Murray.
Com a vitória na final contra Federer, o sérvio soma 800 pontos no ranking e, consequentemente, derruba Rafael Nadal da primeira colocação. Nole tem agora 13.130 pontos, contra 12.680 do espanhol. Djokovic foi número 1 pela última vez em setembro de 2013. 
O torneio britânico, disputado desde 1877 e o mais antigo e importante do tênis, é o sétimo título de Grand Slam de Djokovic na carreira. O cabeça de chave número 1, que assumirá nesta segunda-feira a primeira colocação do ranking mundial, já havia vencido quatro vezes o Aberto da Austrália (2008 e 2011), e uma vez Wimbledon e o Aberto dos Estados Unidos.
A decisão em Londres foi a 14ª disputada pelo sérvio em torneios deste porte; o número 1 do mundo foi quatro vezes vice no Aberto dos Estados Unidos, derrotado respectivamente, por Federer, em 2007, e Nadal, em 2010 e 2013 e Murray, em 2012.
Em Wimbledon, foi vice no ano passado, derrotado por Murray, que encerrou sequência de 77 anos sem título britânicos na chave masculina de simples. Em Roland Garros, perdeu em 2012 e 2014.  
Djokovic, ao vencer Federer neste domingo (foi o 17° triunfo em 35 partidas entre os dois), reagiu de forma emocionada. Vencido o match point, o sérvio se ajoelhou e extravasou com um berro e se deitando no chão.


Djokovic é o 10° tenista da história a vencer Wimbledon pelo menos duas vez na era profissional. O último a repetir o feito havia sido o espanhol Rafael Nadal, em 2010.

Rosberg abandona, Hamilton vence em casa e embola briga pelo título

GETTY
Lewis Hamilton conquistou a vitória em casa e colou na liderança
Lewis Hamilton conquistou a vitória em casa e colou na liderança
Pela primeira vez em 2014 Nico Rosberg abandonou um GP. Melhor para Lewis Hamilton, que conquistou a vitória em casa, em Silverstone (Inglaterra), para delírio dos mais de 120 mil presentes ao tradicional circuito, e colou no companheiro de Mercedes na briga pelo título da Fórmula 1 nesta temporada.
REUTERS
Carro de Nico Rosberg é recolhido: alemão abandonou por problemas no câmbio
Carro de Rosberg é recolhido: problemas no câmbio
O alemão teve problemas na caixa de câmbio a partir do meio da prova, perdeu rendimento, a primeira colocação para o britânico e acabou encostando o carro.
Hamilton, assim, ganha pela segunda vez em casa (levou em 2008, ano de seu único título na categoria), seguido por Valtteri Bottas, parceiro de Felipe Massa na Williams e que fez grande corrida da recuperação ao largar da 14ª colocação, e Daniel Ricciardo, que frustou Jenson Button na luta pelo terceiro lugar e irá ao pódio em Silverstone.
Button, assim, mantém sua sina de nunca ter ficado entre os três primeiros quando correu em casa: ficou no quarto lugar em 2004, 2010 e, agora, 2014.
O brasileiro, por sinal, teve um fim de semana terrível e abandonou o GP logo na primeira volta depois de ser acertado por um acidentado Kimi Raikkonen. A forte batida do finlandês fez com que a corrida fosse suspensa e só retornasse após uma hora.
Na classificação, Rosberg ainda lidera com 165 pontos, mas agora apenas quatro à frente de Hamilton. Ricciardo se consolida em terceiro com 98 pontos. Bottas, que alcança o pódio pela segunda prova seguida (foi terceiro na Áustria), sobe para 73.
A próxima etapa acontece na Alemanha, em duas semanas, no dia 20.
Veja abaixo a classificação do GP da Inglaterra:
1. Lewis Hamilton (GBR/Mercedes), 52 voltas em 2h26min52s094
2. Valtteri Bottas (FIN/Williams-Mercedes), a 30s135
3. Daniel Ricciardo (AUS/Red Bull-Renault), a 46s495
4. Jenson Button (GBR/McLaren-Mercedes), a 47s390
5. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault), a 53s864
6. Fernando Alonso (ESP/Ferrari), a 59s946
7. Kevin Magnussen (DIN/McLaren-Mercedes), a 1min02s563
8. Nico Hulkenberg (ALE/Force India-Mercedes), a 1min28s692
9. Daniil Kvyat (RUS/Toro Rosso-Renault), a 1min29s340
10. Jean-Èric Vergne (FRA/Toro Rosso-Renault), a uma volta
11. Sergio Pérez (MEX/Force India-Mercedes), a uma volta
12. Romain Grosjean (FRA/Lotus-Renault), a uma volta
13. Adrian Sutil (ALE/Sauber-Ferrari), a uma volta
14. Jules Bianchi (FRA/Marussia-Ferrari), a uma volta
15. Kamui Kobayashi (JAP/Caterham-Renault), a duas voltas
16. Max Chilton (GBR/Marussia-Ferrari), a duas voltas
17. Pastor Maldonado (VEN/Lotus-Renault), a três voltas
Não completaram


Nico Rosberg (ALE/Mercedes)
Marcus Ericsson (SUE/Caterham-Renault)
Esteban Gutierrez (MEX/Sauber-Ferrari)
Felipe Massa (BRA/Williams-Mercedes)
Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari)

Hamilton vence em casa, Rosberg abandona e briga pela ponta se acirra

GP da Inglaterra22 fotos

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06.jul.2014 - Nico Rosberg sofreu com problemas no carro e precisou abandonar o GP da Inglaterra AFP PHOTO / ANDREW YATES

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Para delírio da torcida inglesa que lotou o circuito de Silverstone, Lewis Hamilton venceu o GP da Inglaterra neste domingo. O piloto da Mercedes contou com o abandono de Nico Rosberg, que não completou devido a um problema no câmbio. A corrida também foi marcada por um grave acidente de Kimi Räikkönen, que tirou Felipe Massa da prova. Valtteri Bottas, da Williams, e Daniel Ricciardo, da Red Bull, completaram o pódio.
A quinta vitória de Hamilton em 2014 veio em um momento especial: esta foi a 50ª vez na qual Silverstone recebeu uma corrida de Fórmula 1. Com a vitória em casa, Hamilton voltou a acirrar a disputa pela liderança do Mundial de pilotos. O britânico foi a 161 pontos, apenas quatro a menos do que Rosberg – que, pela primeira vez no ano, não completou uma prova.
Se a chuva trouxe emoções extras ao treino de classificação no sábado, a largada deste domingo com pista seca também foi impressionante.  Segundo no grid, Vettel saiu mal e caiu para quinto, mas o mais assustador aconteceu no pelotão de trás. Kimi Räikkönen perdeu o controle de sua Ferrari, bateu no guard rail e voltou para a pista; Massa tentou desviar, mas não evitou a batida. O piloto da Williams levou seu carro para os boxes e abandonou.
Massa, que completou seu 200º GP neste domingo, teve um fim de semana para esquecer. Na sexta-feira, ele bateu no primeiro treino livre. No dia seguinte, o brasileiro foi eliminado ainda no Q1 do classificatório e largou em 15º. Devido ao acidente, houve bandeira vermelha e a corrida foi interrompida para que o guard rail fosse consertado. Räikkönen se queixou de dores no tornozelo esquerdo.
Na relargada, Hamilton ultrapassou Button e assumiu a segunda posição, com Rosberg abrindo boa vantagem na liderança. Já Alonso, que largou em 16º, fazia bela prova de recuperação: na nona volta, espanhol aparecia na sétima posição. Os planos dele, porém, foram frustrados com uma punição de cinco segundos por errar seu posicionamento na largada.
Enquanto as Mercedes disparavam, Valtteri Bottas se destacava. O companheiro de Massa na Williams fez bela manobra na 17ª volta, superou Button e pulou para terceiro. Rosberg parou nos boxes na 19ª volta, voltou em segundo e reclamou de um problema no câmbio. Hamilton só trocou os pneus cinco voltas depois e mostrou uma estratégia diferente da usada por seu companheiro. O britânico colocou compostos duros para tentar ir até o fim da prova – Rosberg, com médios, ainda teria que fazer uma nova troca.
Hamilton nem precisou de muito esforço para assumir a ponta. Na 29ª volta, o câmbio da Mercedes de Rosberg falhou e o alemão abandonou. Bottas confirmou sua excelente prova ao superar Vettel e pular para segundo. O atual tetracampeão mundial travou intensa disputa com Alonso, mas também foi ultrapassado pelo espanhol.
Vettel não se deu por vencido. Após muitas voltas insistindo (e com muitas reclamações pelo rádio), o piloto da Red Bull deu o troco em Alonso e foi para quinto. Daí foi a vez de o espanhol se queixar da manobra. Tranquilo na frente, Hamilton ainda fez uma parada nos boxes e acelerou sem sustos para receber a bandeira quadriculada. Bottas subiu pela segunda vez consecutiva ao pódio (foi 3º no GP da Áustria) e obteve seu melhor resultado na carreira. Vale lembrar que o finlandês largou em 14º em Silverstone.
A próxima etapa da temporada é o GP da Alemanha, em 20 de julho.
Confira a classificação completa do GP da Inglaterra:
1. Lewis Hamilton (ING/Mercedes) - 2h26min52s094
2. Valtteri Bottas (FIN/Williams) – a 30s135
3. Daniel Ricciardo (AUS/Red Bull) – a 46s495
4. Jenson Button (ING/McLaren) – a 47s390
5. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull) – a 53s864
6. Fernando Alonso (ESP/Ferrari) – a 59s946
7. Kevin Magnussen (DIN/McLaren) – a 1min02s563
8. Nico Hulkenberg (ALE/Force India) – a 1min28s692
9. Daniil Kvyat (RUS/Toro Rosso) – a 1min29s340
10. Jean-Éric Vergne (FRA/Toro Rosso) – a 1 volta
11. Sergio Pérez (MEX/Force India) - a 1 volta
12. Romain Grosjean (FRA/Lotus) - a 1 volta
13. Adrian Sutil (ALE/Sauber) - a 1 volta
14. Jules Bianchi (FRA/Marussia) - a 1 volta
15. Kamui Kobayashi (JAP/Caterham) - a 2 voltas
16. Max Chilton (ING/Marussia) – a 2 voltas
17. Pastor Maldonado (VEN/Lotus) - a 3 voltas
Não completaram: Nico Rosberg (ALE/Mercedes), Marcus Ericsson (SUE/Caterham), Esteban Gutiérrez (MEX/Sauber), Felipe Massa (BRA/Williams), Kimi Räikkönen (FIN/Ferrari)

Löw: “Não há nada melhor do que no país do futebol jogar contra o anfitrião”

Para a seleção alemã, a vitória sobre a França já é capítulo encerrado e o time já se prepara intensamente para a semifinal contra o Brasil na próxima terça-feira em Belo Horizonte: “Não há nada melhor do que jogar no país do futebol contra o anfitrião e isto numa semi-final. Será um grande jogo em Belo Horizonte”, declarou Joachim Löw, o técnico da “Nationalelf”.
foto hummels 7Para Mats Hummels (foto), o principal protagonista na partida contra a França, “…não há motivos para achar que não possamos dar o próximo passo e chegarmos à final. Do jeito que estamos jogando tudo é possível.” Ninguém na seleção alemã está disposto a mais uma vez disputar o terceiro lugar como acontceu nas copas de 2006 e 2010. Philipp Lahm, por exemplo, disse que “…não preciso de mais uma mini-final”, referindo-se à disputa pelo terceiro lugar e acrescentou: “Queremos mais. Vamos voltar para o Rio, esta não foi nossa última visita à Cidade Maravilhosa.”
Uma vitória sobre o Brasil significará para a Alemanha também a revanche pela derrota sofrida na final de 2002, quando dois gols de Ronaldo Fenômeno decretaram a conquista do título mundial  da seleção brasileira pela quinta vez em sua gloriosa história.

Van Gaal mexe no goleiro na hora do pênalti, agride Costa Rica pelas pontas e pode escalar Blind para marcar Messi

De suas últimas quatro participações em Copas do Mundo, a Holanda garantiu presença em semifinais três vezes -- 1998, 2010 e 2014. Isso porque ficou ausente do Mundial da Ásia em 2002, quando teve Louis Van Gaal como treinador nas eliminatórias. A redenção está completa e com uma lance de mestre. Van Gaal treinou Tim Krul, 1,93 m, para defender pênaltis. Trocou o titular Cillesen por Krul no intervalo para a disputa por pênaltis e espantou o maior trauma do futebol holandês: os pênaltis.
A Holanda foi eliminada nos pênaltis nas Eurocopas de 1992, 1996 e 2000, também na Copa do Mundo de 2002. Conseguiu sua primeira vitória assim com a audácia de Louis Van Gaal, que segurou uma alteração até o fim e correu o risco de perder por falta de pernas de algum jogador para escalar Tim Krul nas penalidades.
Na Premier League, Krul defendeu duas cobranças das últimas vinte contra seu gol. O treino dos últimos trinta dias fez com que defendesse o mesmo número em cinco cobranças da Costa Rica.
Outro trauma da Holanda é perder a final para o dono da casa. Aconteceu em 1974 e 1978.
A Holanda foi melhor do que a Argentina nesta Copa. Tem o melhor ataque da competição, com 12 gols marcados. Mas precisa de cuidados. Escalar dois pontas contra Lavezzi e provavelmente Palacio pode ser suicídio. Robben pode aproveitar os contra-ataques e pegar a defesa argentina desprotegida. Mas os argentinos têm os números defensivos mais expressivos entre os semifinalistas.
Importante será também o duelo de Messi com Daley Blind. Como joga o volante-zagueiro-lateral da Holanda! Sua versatilidade pode produzir um dos confrontos mais difíceis para o melhor jogador do mundo. Pode ser um obstáculo para que Messi repita o que fez nos quatro primeiros jogos e leve a Argentina à final depois de 24 anos.


2/julho/2014
HOLANDA 0 x 0 COSTA RICA - 17h

Nos pênaltis - 4 x 3
Local: Fonte Nova (Salvador); Juiz: Ravshan Irmatov (Uzbequistão); Público: 51.900; Cartão amarelo: Martins Indi, Acosta, González, Umaña, Junior Díaz
HOLANDA (3-4-1-2): 1. Cillesen (6,5) (23. Krul, intervalo para os pênaltis (8)), 2. Vlaar (6,5), 3. De Vrij (6,5) e 4. Martins Indi (5,5) (19. Huntelaar, intervalo da prorrogação (5)); 15. Kuyt (6), 20.Wijnaldum (6), 5. Daley Blind (7) e 21. Depay (6,5) (17. Lens 31 do 2o (5)); 10. Sneijder (7,5); 11. Robben (7,5) e 9. Van Persie (6). Técnico: Louis Van Gaal
COSTA RICA (5-4-1): 1. Navas (8,5), 16. Gamboa (5,5) (8. Myrie 34 do 2o (5,5)), 2. Acosta (6,5), 3. González (7), 4. Umaña (6,5) e 15. Junior Díaz (6); 10. Bryan Ruiz (7), 17. Tejeda (7) (22. Cubero 7 do 1o da prorrogação (6)), 5. Boges (6,5) e 7. Bolaños (6); 9. Campbell (6,5) (21. Ureña 21 do 2o (6,5)). Técnico: Jorge Luis Pinto
Homem do jogo FIFA - Navas
Homem do jogo PVC - Navas
64% x 36%
Nos pênaltis: Borges (Gol), Van Persie (Gol), Bryan Ruiz (Krul), Robben (Gol), González (Gol), Sneijder (Gol), Bolaños (Gol), Kuyt (Gol), Umaña (Gol)

Presidente da Federação Alemã quer revanche contra o Brasil

logo dfb 2O presidente da Federação Alemã de Futebol Wolfgang Niersbach gostaria muito que na semifinal da próxima terça-feira em Belo Horizonte a Alemanha devolvesse ao Brasil a derrota na final da Copa do Mundo de 2002 quando a seleção brasileira venceu  a “Nationalelf” por 2 a 0. Nas últimas duas copas do mundo em 2006 e 2010, a Alemanha foi derrotada nas semifinais respectivamente pela Itália e Espanha.
Na Euro 2012, os alemães também caíram fora na semi mais uma vez diante da Itália. Por esses motivos, o presidente, que visitou o time alemão neste sábado de manhã no Campo Bahia em Santo André, está determinado desta vez a chegar pelo menos à final: “Estamos cansados de lutar pelo terceiro lugar! O ambiente depois da vitória contra a França 

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Joachim Löw pode mudar de ideia: Lahm na lateral direita?

foto lahm 10Joachim Löw já não exclui a possibilidade de posicionar Philipp Lahm (foto) na lateral direita: “Tem decisões que a gente toma, mas isto não significa que valem para toda eternidade”, declarou o técnico na última coletiva de imprensa antes do confronto decisivo pelas quartas de final entre Alemanha e França. Philipp teve uma excelente atuação na lateral direita após a saída de Mustafi. Temos muitas opções. Amanhã veremos o que acontece.”
O capitão tem jogado como primeiro volante (onde não convenceu) apesar de haver meio campistas defensivos de primeira linha no elenco, ao contrário do setor das laterais onde Löw tem escalado apenas jogadores improvisados.
Se for confirmada a escalação de Lahm na lateral direita, Boateng passaria a atuar na lateral esquerda onde Höwedes teve até agora atuações pífias. No miolo da zaga Merteacker e Hummels são titulares absolutos.
Para proteger a defesa, a dupla formada seria Schweinsteiger e Khedira. O meio campo ofensivo poderá ser composto com Schürrle, Kroos e Özil. Como “falso 9″, Müller será a ´primeira opção. Miroslav Klose mais uma vez ficará no banco. Caso jogue no segundo tempo, poderá substituir Schürrle ou Özil.
Alemanha: Neuer – Lahm, Mertesacker, Hummels e Boateng – Khedira e Schweinsteiger – Schürrle, Kroos e Özil –  Müller
França: Lloris – Debuchy, Varane, Sakho e Evra – Cabaye – Pogba e Matuidi – Valbuena, Giroud e Benzema
Local: Maracanã, Rio de Janeiro
Horário: 13:00
Árbitro: Nestor Pitana (Argentina)

Mengão Uber Alles

Todos de Pé! O Hino Mais Bonito da Copa!
Arcoirizada recalcada, engole o choro, vocês tem que aturar. O Mengão é o único protagonista, vocês são meros coadjuvantes.
Mengão Sempre
Rubro-negro bem vestido, me ajuda a acabar com os perebas no time do Flamengo. Entra logo no sócio torcedor.

Câmara aprova pensão especial para atleta

Renato Ribeiro/ CBDN
Se projeto passar pelo Senado e for sancionado, Lais passará a receber mensalmente R$ 4.390
A Câmara aprovou, nesta quarta-feira (2), projeto de lei que concede pensão especial, mensal e vitalícia, à atleta olímpica Lais da Silva Souza, que sofreu um acidente em janeiro deste ano, antes das Olimpíadas de Inverno, na Rússia. Ela deverá receber o valor máximo pago pelo regime geral de Previdência Social, de R$ 4.390,24. Esse benefício não poderá ser transmitido aos herdeiros da atleta.
Para a relatora do projeto na Comissão de Seguridade Social e Família, deputada Rosinha da Adefal (PTdoB-AL), “é justo que o país honre os esforços da atleta, que representaria o Brasil [nas Olimpíadas]; são inúmeros os obstáculos que a pessoa enfrenta a cada dia”. A deputada é cadeirante. O projeto segue para o Senado antes de ser submetido à sanção presidencial.
Despesas
Autores da proposta, os deputados Mara Gabrilli (PSDB-SP) e Rubens Bueno (PPS-PR) argumentaram que Lais é oriunda de uma família humilde de Ribeirão Preto (SP), que não teria condições de arcar com as despesas decorrentes de suas novas necessidades.
Lais treinava quando sofreu o acidente, em Salt Lake City, nos Estados Unidos. Houve lesão na coluna cervical. Ela tenta recuperar os movimentos de braços e pernas.
Desde o acidente, o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) iniciou uma campanha de doações para arrecadar recursos para a continuidade do tratamento. O seguro usado pelo comitê cobre o atendimento de emergência, o transporte entre hospitais e o tratamento hospitalar.
Lais Souza começou sua trajetória na ginástica olímpica. O convite para praticar esporte de inverno foi feito pela Confederação Brasileira de Desportos na Neve. Ela estava se dedicando ao esqui aéreo.

obs  Lais Souza sofreu acidente em janeiro deste ano, quando treinava esqui aéreo para Olímpiadas de inverno. Ela tenta recuperar movimentos de braços e pernas

Experiência européia diferencia Colômbia de 2014 da de Rincón e Valderrama, diz Maturana

Faltavam dez dias para o início da Copa do Mundo de 1994 começar quando entrevistei Francisco Maturana pela primeira vez. Enquanto se falava sobre a chance de título, o técnico daquela seleção colombiana considerada favorita por Pelé me deu o título da entrevista: "Não estamos prontos!" A publicação da entrevista foi adiada pelos editores da revista Placar e quando se pensava em levá-la às bancas os colombianos já haviam perdido duas partidas. Estava eliminada.
Contei essa história a Maturana ao telefone na noite desta quarta-feira. Ele respondeu com alegria à lembrança. Pediu desculpas por estar ao telefone e disse que estava disposto a conversar mais um pouco: "A ligação pode não ficar muito boa, mas podemos falar", disse ele, que assistirá às quartas-de-final em solo colombiano. Abaixo, a íntegra da conversa:
PVC - Há vinte anos, o senhor me disse que a Colômbia não estava pronta para ser campeã. E hoje?
MATURANA - Aquela era uma equipe que vinha evoluindo por seus resultados no continente, nas eliminatórias e nas Copas Américas. A diferença desta é ter uma série de vinte ou vinte e um jogadores que atuam na Europa. Lá, eles jogam entre os melhores do mundo e aprendem a tentar ganhar tudo. Isso deu a eles uma maturidade  que pode ajudar muito na caminhada.
PVC - Ajuda a pensar no título mundial?
MATURANA - Isso tem de se pensar passo a passo. Jogar um jogo depois do outro, sem medo de perder, sempre tentando ganhar o próximo.
PVC - Esta seleção conseguiu o melhor resultado da história. Ela é melhor do que aquela equipe de 1994?
MATURANA - É muito difícil comparar equipes distantes por vinte anos. O futebol mudou muito. Hoje se disputa um futebol mais físico, mais intenso, com mais velocidade. Mas o que se pode dizer mesmo é que esta equipe tem experiência européia e que isso faz muita diferença a favor da seleção atual. Isto é indiscutível.
PVC - Em 1994, chegamos aos Estados Unidos falando da Colômbia e saímos falando do Brasil. Hoje, chegamos falando do Brasil e estamos falando da Colômbia. O que acha do time atual do Brasil? Pode crescer?
MATURANA - Em 2002, quando chegamos à Ásia semanas antes da Copa do Mundo, todos tinham na Argentina a equipe favorita para vencer o Mundial. Mas isso tem de ser administrado o tempo todo. Quando terminou a primeira fase daquela Copa do Mundo, os argentinos estavam eliminados. Para manter o rótulo de favorito, é preciso trabalhar muito e evitar que os adversários entendam como você está jogando. É possível o Brasil crescer, mas está claro que teá de jogar melhor do que tem jogado.
PVC - Hoje, como o senhor enxerga o confronto Brasil x Colômbia?
MATURANA - Acho um confronto equilibrado, mas está claro que se o Brasil tiver uma atuação igual à que teve contra o Chile, nesse caso não vai vencer a Colômbia. O Brasil tem excelente figuras, É um pouco como a Argentina, que pode ganhar jogos numa ação individual de Messi. O Brasil também pode contar com uma ação individual, por exemplo de Neymar.
PVC - Mas deve no aspecto coletivo?
MATURANA - Sim. A Argentina também. São ótimos jogadores, mas que quando se agrupam não são excelentes como equipes. Não neste momento da competição.
PVC - De qual equipe o senhor mais gosta nesta Copa do Mundo? Holanda, Colômbia, Costa Rica?
MATURANA - Sinceramente, a equipe da qual estou hoje enamorado é a Colômbia. Mas há outras equipes muito importantes. A Alemanha fez três excelentes partidas. A Costa Rica fez dois jogos muito bons, contra dois campeões do mundo e se classificou. A França também realizou duas partidas excelentes. Mas a equipe de que mais gosto neste momento da Copa do Mundo é a da Colômbia. O técnico conseguiu aproveitar a experiência européia que citei e contar com jogadores num momento especial.
PVC - O senhor virá a Fortaleza para assistir ao jogo?


MATURANA - Não. Estou na Colômbia e vou assistir à partida na sexta-feira aqui, vendo a reação do país.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

A Bélgica já fez o que dela se esperava. Surpresa da Copa será se eliminar a Argentina

A Bélgica jogou sua melhor partida na Copa do Mundo contra os Estados Unidos. Passou um primeiro tempo médio, com os americanos bem na partida e com mais posse de bola. Isso mudou com a velocidade da segunda etapa, de grande atuação do menino Origi e de De Bruyne. Hazard jogou menos do que dele se espera.
Não houve tanto o drible do atacante do Chelsea, mas houve solidez do meio-de-campo. Chegar até as quartas-de-final era o que se esperava da Bélgica, elogiadíssima antes da Copa. O time é bom e pode incomodar a Argentina. Seu sonho é disputar uma semifinal contra a Holanda que, sob o comando de Louis Van Gaal, só perdeu dos franceses e dos belgas.
Se conseguir, nesse caso será a surpresa da Copa. Sem isso, terá cumprido a expectativa geral que era de um bom mundial da seleção de Marc Wilmots.
Contra a Argentina, o jogo rápido e o drible de Hazard podem incomodar a defesa frágil de Alejandro Sabella. A tentativa será também encaixotar Messi diante de Witsel. Só que o melhor jogador do mundo mostrou hoje: ele desencaixota.
1/julho/2014
BÉLGICA 2 x 1 ESTADOS UNIDOS

Local: Fonte Nova (Salvador); Juiz: Djamel Hajmoudi (Argélia); Públic: 51.283; Gols: De Bruyne 3, Lukaku 15 do 1º da prorrogação; Green 2 do 2º da prorrogação; Cartão amarelo: Kompany, Cameron
BÉLGICA (4-1-4-1): 1. Courtois (6,5), 2. Alderweireld (5,5), 4. Kompany (6,5), 15. Van Buyten (6) e 5. Vertonghen (6,5); 6. Witsel (6,5); 14. Mertens (5,5) (11. Mirallas 15 do 2º (6,5)), 7. De Bruyne (8), 8. Fellaini (6) e 10. Hazard (6) (22. Chadli 6 do 2º da prorrogação (sem nota)); 17. Origi (7) (9. Lukaku, intervalo para a prorrogação (8)). Técnico: Marc Wilmots
ESTADOS UNIDOS (4-1-4-1): 1. Howard (8), 23. Johnson (6) (2. Yedlin 32 do 1º (5,5)), 3. Omar González (6,5), 5. Besler (6) e 7. Beasley (6); 20. Cameron (6,5); 19. Zusi (5,5) (18. Wondolowski 27 do 2º (4,5)), 4. Bradley (7,5), 13. Jones (7,5) e 11. Bedoya (6,5) (16. Green, intervalo para a prorrogação (6,5)); 8. Dempsey (6,5). Técnico: Jürgen Klinsmann
Homem do jogo FIFA - Howard
Homem do jogo PVC - De Bruyne
47% x 53%
PVC
A Bélgica vai atacar pelos lados e tentar encaixotar Messi. O craque desencaixota
A Bélgica vai atacar pelos lados e tentar encaixotar Messi. O craque desencaixota