FRA
Falamos campeonatos das séries A B C D campeonatos internacionais todos Português todos os resultados do Paulista da segunda divisão e ainda Futebol Internacional como Futebol Inglês Espanhol Italiano Portugal e o Argentino e campeonatos Importantes falaremos do Regional do Rio Grande do Norte do Cearense do Pernambucano e do Carioca e falamos da copa do nordeste
sexta-feira, 4 de julho de 2014
quinta-feira, 3 de julho de 2014
Joachim Löw pode mudar de ideia: Lahm na lateral direita?
O capitão tem jogado como primeiro volante (onde não convenceu) apesar de haver meio campistas defensivos de primeira linha no elenco, ao contrário do setor das laterais onde Löw tem escalado apenas jogadores improvisados.
Se for confirmada a escalação de Lahm na lateral direita, Boateng passaria a atuar na lateral esquerda onde Höwedes teve até agora atuações pífias. No miolo da zaga Merteacker e Hummels são titulares absolutos.
Para proteger a defesa, a dupla formada seria Schweinsteiger e Khedira. O meio campo ofensivo poderá ser composto com Schürrle, Kroos e Özil. Como “falso 9″, Müller será a ´primeira opção. Miroslav Klose mais uma vez ficará no banco. Caso jogue no segundo tempo, poderá substituir Schürrle ou Özil.
Alemanha: Neuer – Lahm, Mertesacker, Hummels e Boateng – Khedira e Schweinsteiger – Schürrle, Kroos e Özil – Müller
França: Lloris – Debuchy, Varane, Sakho e Evra – Cabaye – Pogba e Matuidi – Valbuena, Giroud e Benzema
Local: Maracanã, Rio de Janeiro
Horário: 13:00
Árbitro: Nestor Pitana (Argentina)
Horário: 13:00
Árbitro: Nestor Pitana (Argentina)
Mengão Uber Alles
Arcoirizada recalcada, engole o choro, vocês tem que aturar. O Mengão é o único protagonista, vocês são meros coadjuvantes.
Mengão Sempre
Rubro-negro bem vestido, me ajuda a acabar com os perebas no time do Flamengo. Entra logo no sócio torcedor.
Câmara aprova pensão especial para atleta
Renato Ribeiro/ CBDN
Se projeto passar pelo Senado e for sancionado, Lais passará a receber mensalmente R$ 4.390
A Câmara aprovou, nesta quarta-feira (2), projeto de lei que concede pensão especial, mensal e vitalícia, à atleta olímpica Lais da Silva Souza, que sofreu um acidente em janeiro deste ano, antes das Olimpíadas de Inverno, na Rússia. Ela deverá receber o valor máximo pago pelo regime geral de Previdência Social, de R$ 4.390,24. Esse benefício não poderá ser transmitido aos herdeiros da atleta.
Para a relatora do projeto na Comissão de Seguridade Social e Família, deputada Rosinha da Adefal (PTdoB-AL), “é justo que o país honre os esforços da atleta, que representaria o Brasil [nas Olimpíadas]; são inúmeros os obstáculos que a pessoa enfrenta a cada dia”. A deputada é cadeirante. O projeto segue para o Senado antes de ser submetido à sanção presidencial.
Despesas
Autores da proposta, os deputados Mara Gabrilli (PSDB-SP) e Rubens Bueno (PPS-PR) argumentaram que Lais é oriunda de uma família humilde de Ribeirão Preto (SP), que não teria condições de arcar com as despesas decorrentes de suas novas necessidades.
Lais treinava quando sofreu o acidente, em Salt Lake City, nos Estados Unidos. Houve lesão na coluna cervical. Ela tenta recuperar os movimentos de braços e pernas.
Desde o acidente, o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) iniciou uma campanha de doações para arrecadar recursos para a continuidade do tratamento. O seguro usado pelo comitê cobre o atendimento de emergência, o transporte entre hospitais e o tratamento hospitalar.
Lais Souza começou sua trajetória na ginástica olímpica. O convite para praticar esporte de inverno foi feito pela Confederação Brasileira de Desportos na Neve. Ela estava se dedicando ao esqui aéreo.
obs Lais Souza sofreu acidente em janeiro deste ano, quando treinava esqui aéreo para Olímpiadas de inverno. Ela tenta recuperar movimentos de braços e pernas
Experiência européia diferencia Colômbia de 2014 da de Rincón e Valderrama, diz Maturana
Faltavam dez dias para o início da Copa do Mundo de 1994 começar quando entrevistei Francisco Maturana pela primeira vez. Enquanto se falava sobre a chance de título, o técnico daquela seleção colombiana considerada favorita por Pelé me deu o título da entrevista: "Não estamos prontos!" A publicação da entrevista foi adiada pelos editores da revista Placar e quando se pensava em levá-la às bancas os colombianos já haviam perdido duas partidas. Estava eliminada.
Contei essa história a Maturana ao telefone na noite desta quarta-feira. Ele respondeu com alegria à lembrança. Pediu desculpas por estar ao telefone e disse que estava disposto a conversar mais um pouco: "A ligação pode não ficar muito boa, mas podemos falar", disse ele, que assistirá às quartas-de-final em solo colombiano. Abaixo, a íntegra da conversa:
PVC - Há vinte anos, o senhor me disse que a Colômbia não estava pronta para ser campeã. E hoje?
MATURANA - Aquela era uma equipe que vinha evoluindo por seus resultados no continente, nas eliminatórias e nas Copas Américas. A diferença desta é ter uma série de vinte ou vinte e um jogadores que atuam na Europa. Lá, eles jogam entre os melhores do mundo e aprendem a tentar ganhar tudo. Isso deu a eles uma maturidade que pode ajudar muito na caminhada.
PVC - Ajuda a pensar no título mundial?
MATURANA - Isso tem de se pensar passo a passo. Jogar um jogo depois do outro, sem medo de perder, sempre tentando ganhar o próximo.
PVC - Esta seleção conseguiu o melhor resultado da história. Ela é melhor do que aquela equipe de 1994?
MATURANA - É muito difícil comparar equipes distantes por vinte anos. O futebol mudou muito. Hoje se disputa um futebol mais físico, mais intenso, com mais velocidade. Mas o que se pode dizer mesmo é que esta equipe tem experiência européia e que isso faz muita diferença a favor da seleção atual. Isto é indiscutível.
PVC - Em 1994, chegamos aos Estados Unidos falando da Colômbia e saímos falando do Brasil. Hoje, chegamos falando do Brasil e estamos falando da Colômbia. O que acha do time atual do Brasil? Pode crescer?
MATURANA - Em 2002, quando chegamos à Ásia semanas antes da Copa do Mundo, todos tinham na Argentina a equipe favorita para vencer o Mundial. Mas isso tem de ser administrado o tempo todo. Quando terminou a primeira fase daquela Copa do Mundo, os argentinos estavam eliminados. Para manter o rótulo de favorito, é preciso trabalhar muito e evitar que os adversários entendam como você está jogando. É possível o Brasil crescer, mas está claro que teá de jogar melhor do que tem jogado.
PVC - Hoje, como o senhor enxerga o confronto Brasil x Colômbia?
MATURANA - Acho um confronto equilibrado, mas está claro que se o Brasil tiver uma atuação igual à que teve contra o Chile, nesse caso não vai vencer a Colômbia. O Brasil tem excelente figuras, É um pouco como a Argentina, que pode ganhar jogos numa ação individual de Messi. O Brasil também pode contar com uma ação individual, por exemplo de Neymar.
PVC - Mas deve no aspecto coletivo?
MATURANA - Sim. A Argentina também. São ótimos jogadores, mas que quando se agrupam não são excelentes como equipes. Não neste momento da competição.
PVC - De qual equipe o senhor mais gosta nesta Copa do Mundo? Holanda, Colômbia, Costa Rica?
MATURANA - Sinceramente, a equipe da qual estou hoje enamorado é a Colômbia. Mas há outras equipes muito importantes. A Alemanha fez três excelentes partidas. A Costa Rica fez dois jogos muito bons, contra dois campeões do mundo e se classificou. A França também realizou duas partidas excelentes. Mas a equipe de que mais gosto neste momento da Copa do Mundo é a da Colômbia. O técnico conseguiu aproveitar a experiência européia que citei e contar com jogadores num momento especial.
PVC - O senhor virá a Fortaleza para assistir ao jogo?
MATURANA - Não. Estou na Colômbia e vou assistir à partida na sexta-feira aqui, vendo a reação do país.
quarta-feira, 2 de julho de 2014
A Bélgica já fez o que dela se esperava. Surpresa da Copa será se eliminar a Argentina
A Bélgica jogou sua melhor partida na Copa do Mundo contra os Estados Unidos. Passou um primeiro tempo médio, com os americanos bem na partida e com mais posse de bola. Isso mudou com a velocidade da segunda etapa, de grande atuação do menino Origi e de De Bruyne. Hazard jogou menos do que dele se espera.
Não houve tanto o drible do atacante do Chelsea, mas houve solidez do meio-de-campo. Chegar até as quartas-de-final era o que se esperava da Bélgica, elogiadíssima antes da Copa. O time é bom e pode incomodar a Argentina. Seu sonho é disputar uma semifinal contra a Holanda que, sob o comando de Louis Van Gaal, só perdeu dos franceses e dos belgas.
Se conseguir, nesse caso será a surpresa da Copa. Sem isso, terá cumprido a expectativa geral que era de um bom mundial da seleção de Marc Wilmots.
Contra a Argentina, o jogo rápido e o drible de Hazard podem incomodar a defesa frágil de Alejandro Sabella. A tentativa será também encaixotar Messi diante de Witsel. Só que o melhor jogador do mundo mostrou hoje: ele desencaixota.
1/julho/2014
BÉLGICA 2 x 1 ESTADOS UNIDOS
Local: Fonte Nova (Salvador); Juiz: Djamel Hajmoudi (Argélia); Públic: 51.283; Gols: De Bruyne 3, Lukaku 15 do 1º da prorrogação; Green 2 do 2º da prorrogação; Cartão amarelo: Kompany, Cameron
BÉLGICA (4-1-4-1): 1. Courtois (6,5), 2. Alderweireld (5,5), 4. Kompany (6,5), 15. Van Buyten (6) e 5. Vertonghen (6,5); 6. Witsel (6,5); 14. Mertens (5,5) (11. Mirallas 15 do 2º (6,5)), 7. De Bruyne (8), 8. Fellaini (6) e 10. Hazard (6) (22. Chadli 6 do 2º da prorrogação (sem nota)); 17. Origi (7) (9. Lukaku, intervalo para a prorrogação (8)). Técnico: Marc Wilmots
ESTADOS UNIDOS (4-1-4-1): 1. Howard (8), 23. Johnson (6) (2. Yedlin 32 do 1º (5,5)), 3. Omar González (6,5), 5. Besler (6) e 7. Beasley (6); 20. Cameron (6,5); 19. Zusi (5,5) (18. Wondolowski 27 do 2º (4,5)), 4. Bradley (7,5), 13. Jones (7,5) e 11. Bedoya (6,5) (16. Green, intervalo para a prorrogação (6,5)); 8. Dempsey (6,5). Técnico: Jürgen Klinsmann
Homem do jogo FIFA - Howard
Homem do jogo PVC - De Bruyne
47% x 53%
BÉLGICA 2 x 1 ESTADOS UNIDOS
Local: Fonte Nova (Salvador); Juiz: Djamel Hajmoudi (Argélia); Públic: 51.283; Gols: De Bruyne 3, Lukaku 15 do 1º da prorrogação; Green 2 do 2º da prorrogação; Cartão amarelo: Kompany, Cameron
BÉLGICA (4-1-4-1): 1. Courtois (6,5), 2. Alderweireld (5,5), 4. Kompany (6,5), 15. Van Buyten (6) e 5. Vertonghen (6,5); 6. Witsel (6,5); 14. Mertens (5,5) (11. Mirallas 15 do 2º (6,5)), 7. De Bruyne (8), 8. Fellaini (6) e 10. Hazard (6) (22. Chadli 6 do 2º da prorrogação (sem nota)); 17. Origi (7) (9. Lukaku, intervalo para a prorrogação (8)). Técnico: Marc Wilmots
ESTADOS UNIDOS (4-1-4-1): 1. Howard (8), 23. Johnson (6) (2. Yedlin 32 do 1º (5,5)), 3. Omar González (6,5), 5. Besler (6) e 7. Beasley (6); 20. Cameron (6,5); 19. Zusi (5,5) (18. Wondolowski 27 do 2º (4,5)), 4. Bradley (7,5), 13. Jones (7,5) e 11. Bedoya (6,5) (16. Green, intervalo para a prorrogação (6,5)); 8. Dempsey (6,5). Técnico: Jürgen Klinsmann
Homem do jogo FIFA - Howard
Homem do jogo PVC - De Bruyne
47% x 53%
PVC
A Bélgica vai atacar pelos lados e tentar encaixotar Messi. O craque desencaixota
terça-feira, 1 de julho de 2014
No meio da Copa do Mundo, Flamengo e CBF se enfrentam na Suíça
O presidente do STJD, Flávio Zveiter, no dia do julgamento da Portuguesa e do Flamengo
A Confederação Brasileira de Futebol e o Flamengo se encontraram nesta segunda-feira, em Lausanne, na Suiça, e tiveram a audiência sobre o Campeonato Brasileiro de 2013 no Tribunal Arbitral do Esporte. O clube busca a devolução dos quatro pontos que perdeu no STJD no ano passado, por causa da escalação irregular de André Santos.
A CBF até tentara mudar a data da sessão, por ser no meio da Copa do Mundo, mas não conseguiu. A entidade mandou Amilar Fernandes, do jurídico interno, para representá-la. Mas foi o espanhol Juan Crespo, especialista no assunto, quem fez a defesa. Diferente de um julgamento na Justiça Desportiva brasileira, o resultado da corte internacional demora pelo menos dois meses para sair.
"Ocorreu de forma tranquila o julgamento. Durou cerca de três horas e meia e discutimos se o jogador tinha ou não tinha condições de jogo. O resultado não é imediato, demora dois meses, mas ocorreu tudo de maneira normal", afirmou Juan ao blog.
Os casos no TAS são julgados por três árbitros: um indicado por cada parte e um terceiro nomeado pelo próprio tribunal. Às decisões não cabem recurso.
'A vaca está tossindo': Colômbia se sobressai um pouco aos demais, mas talvez sofra por não ter trajetória campeã
Nesta segunda-feira, no 'Linha de Passe', José Trajano usou o termo 'a vaca está tossindo' para adjetivar o 'negócio impressionante' que está esta Copa do Mundo. O especialista exaltou as seleções pequenas que têm dado trabalho às grandes e a forma como têm 'caído de pé' após as derrotas. Além disso, Trajano disse que a Colômbia se sobressai um pouco aos demais nesta Copa, mas que a seleção pode sofrer para ir longe por não ter uma trajetória campeã. Assista à análise completa!
A coluna que seria publicada na Folha de S. Paulo hoje antes do encontro com Felipão
Antes do encontro com Felipão, no final da tarde de segunda-feira na Granja Comary, havia uma coluna escrita para a Folha de S. Paulo sobre a partida entre Argentina x Suíça. Foi contra a Suíça, em 1980, o cruzamento de letra mais famoso de Maradona, aquilo que se chama na Argentina de La Rabona. Veja o lance e leia a coluna que estaria hoje nas páginas da Folha de S. Paulo.
O JOGO DOS GÊNIOS
Não espere um ferrolho suíço hoje para parar Messi. Ottmar Hitzfeld tem uma equipe talentosa, que marca, mas também gosta de jogar e se expõe a sofrer goleadas com os 5 x 2 para a França. Nos últimos 35 anos, foi apenas a terceira vez que a Suíça levou cinco gols em uma mesma partida.
Em 1980, amistoso em Córdoba, a Argentina fez 5 x 0 nos suíços numa partida marcada por uma obra prima de Maradona.
Recebeu na meia direita e arrastou a marcação para a ponta direita. Na linha de fundo e sem espaço para cruzar com a canhota, passou o pé esquerdo por trás da perna direita e de letra colocou a bola na cabeça de Ramón Diaz: gol da Argentina!
O cruzamento de letra de Diego é conhecido em Buenos Aires como La Rabona e aconteceu contra a Suíça no último amistoso antes da estréia argentina no Mundialito, contra o Brasil - empate por 1 x 1, golaço de Maradona.
A Suíça também já conheceu a genialidade de Messi. O último encontro entre as duas seleções aconteceu em Berna, em 2012. Os suíços resistiam no 1 x 1, gols de Messi e Shaqiri, quando Aguero recuperou uma bola no ataque a três minutos do fim. Aguero passou a Messi que driblou Senderos e tocou caprichosamente por baixo da bola, encobrindo o goleiro. Messi faria seu terceiro gol no jogo com um pênalti nos acréscimos: Argentina 3 x 1.
A grande atuação de Shaqiri contra Honduras e a lembrança de faltarem só três minutos para o empate em 2012 dão idéia de que pode haver um jogo difícil hoje, em Itaquera. Mas os suíços também sabem que toda vez que enfrentam os argentinos são vítimas de jogadas históricas produzidas por craques geniais.
Foi assim com a rabona de Maradona e com o golaço de Messi.
"Messi está num momento especial e isso entusiasma o time inteiro", disse Di Maria dois dias atrás.
Na Copa dos grandes jogos e do equilíbrio entre grandes e pequenos, ter um gênio pode ser a diferença.
Diário alemão da Copa: Dia #26, A Batalha de Porto Alegre
Joachim Low, técnico da Alemanha, durante jogo contra a Argélia
Joachim Low, técnico da Alemanha, durante jogo contra a Argélia
Foi, acima de tudo, um espetacular jogo de futebol.
Se Alemanha e Argélia têm em suas histórias a "Vergonha de Gijón", passaram a ter a partir desta segunda-feira "A Batalha de Porto Alegre".
Os alemães têm um time melhor do que os argelinos. Foram melhores. Criaram mais oportunidades, finalizaram mais, tiveram mais posse de bola e trocaram bem mais passes. No entanto, estamos falando de futebol. Esporte no qual um time inferior em diversos aspectos é capaz de jogar de igual para igual com outro mais forte. Foi o que aconteceu.
Alemanha 2x1 Argélia
Posse de bola 63% x 37%
Finalizações 29 x 11
Finalizações certas 22 x 7
Passes 940 x 504
Aproveitamento nos passes 82% x 66%
Cruzamentos 30 x 21
Bolas recuperadas 68 x 65
Distância percorrida 127420m x 124537m
Faltas 11 x 20
Os números e o jogo em si mostram que a Alemanha foi superior. Mesmo assim, a Argélia criou muitas situações perigosas, estando melhor na primeira etapa. Slimani infernizou a vida da defesa alemã e Feghouli esbanjou qualidade. Rais M'Bolhi foi o grande destaque da partida, levando-a para a prorrogação e protagonizando defesas maravilhosas.
O jogo, mais uma vez, apontou falhas no sistema defensivo alemão. É quase desnecessário lembrar que os dois laterais foram mal. No caso, o improvisado Shkodran Mustafi pela direita - que atuou no lugar do lesionado Mats Hummels - e Benedikt Höwedes pela esquerda. Ao menos, Jérôme Boateng teve um bom rendimento, já que atuou como zagueiro.
Toni Kroos e Bastian Schweinsteiger não repetiram as boas atuações, mas neste caso vejo mais méritos da marcação desenhada pelo excelente Vehad Halihodzic do que qualquer outro fator. Medhi Lacen e Mehdi Mostefa, os dois volantes do 4-2-3-1, foram implacáveis na perseguição aos alemães.
A Alemanha só melhorou quando, primeiro, entrou Andre Schürrle no intervalo no lugar de Mario Götze, o que deixou o time bem mais vertical; segundo, e consideravelmente, quando Mustafi se machucou, Philipp Lahm foi para a lateral-direita e Sami Khedira entrou no meio-campo, já na metade da segunda etapa do tempo regulamentar.
ESPN
Boa presença no setor ofensivo de Götze (depois Schürrle), Kroos, Schweinsteiger e Müller
Boa presença no setor ofensivo de Götze (depois Schürrle), Kroos, Schweinsteiger e Müller
Há esperança de que Joachim Löw tenha percebido que essa mudança fará bem demais à equipe, por mais que, com Hummels recuperado, ele volte a jogar com os quatro zagueiros em linha.
Como pontos positivos, além dessa mudança de posicionamento de atletas mas mantendo o 4-3-3, vejo a paciência que os alemães tiveram contra a defesa argelina. Em momento algum a Alemanha se mostrou desesperada com o empate e muito menos com a prorrogação. Respeitou o adversário do início ao fim, mostrou maturidade. Cabe o elogio para Mesut Özil, que apesar da irregularidade e instabilidade, teve brilhos em momentos importantes.
Contra França, nas quartas de final, no Maracanã na próxima sexta, a equipe alemã precisa melhorar. Joachim Löw sabe e disse justamente isso na coletiva de imprensa pós-classificação suada contra os argelinos. Ele tem, em mãos, o que precisa para fazer o time melhorar consideravelmente.
Adendo: nesta terça publico as curiosidades desse jogo e da transmissão da partida na ESPN. Incluindo o narrador catariano maluco e mais uma foto com ídolo
Joachim Low, técnico da Alemanha, durante jogo contra a Argélia
Foi, acima de tudo, um espetacular jogo de futebol.
Se Alemanha e Argélia têm em suas histórias a "Vergonha de Gijón", passaram a ter a partir desta segunda-feira "A Batalha de Porto Alegre".
Os alemães têm um time melhor do que os argelinos. Foram melhores. Criaram mais oportunidades, finalizaram mais, tiveram mais posse de bola e trocaram bem mais passes. No entanto, estamos falando de futebol. Esporte no qual um time inferior em diversos aspectos é capaz de jogar de igual para igual com outro mais forte. Foi o que aconteceu.
Alemanha 2x1 Argélia
Posse de bola 63% x 37%
Finalizações 29 x 11
Finalizações certas 22 x 7
Passes 940 x 504
Aproveitamento nos passes 82% x 66%
Cruzamentos 30 x 21
Bolas recuperadas 68 x 65
Distância percorrida 127420m x 124537m
Faltas 11 x 20
Os números e o jogo em si mostram que a Alemanha foi superior. Mesmo assim, a Argélia criou muitas situações perigosas, estando melhor na primeira etapa. Slimani infernizou a vida da defesa alemã e Feghouli esbanjou qualidade. Rais M'Bolhi foi o grande destaque da partida, levando-a para a prorrogação e protagonizando defesas maravilhosas.
O jogo, mais uma vez, apontou falhas no sistema defensivo alemão. É quase desnecessário lembrar que os dois laterais foram mal. No caso, o improvisado Shkodran Mustafi pela direita - que atuou no lugar do lesionado Mats Hummels - e Benedikt Höwedes pela esquerda. Ao menos, Jérôme Boateng teve um bom rendimento, já que atuou como zagueiro.
Toni Kroos e Bastian Schweinsteiger não repetiram as boas atuações, mas neste caso vejo mais méritos da marcação desenhada pelo excelente Vehad Halihodzic do que qualquer outro fator. Medhi Lacen e Mehdi Mostefa, os dois volantes do 4-2-3-1, foram implacáveis na perseguição aos alemães.
A Alemanha só melhorou quando, primeiro, entrou Andre Schürrle no intervalo no lugar de Mario Götze, o que deixou o time bem mais vertical; segundo, e consideravelmente, quando Mustafi se machucou, Philipp Lahm foi para a lateral-direita e Sami Khedira entrou no meio-campo, já na metade da segunda etapa do tempo regulamentar.
ESPN
Boa presença no setor ofensivo de Götze (depois Schürrle), Kroos, Schweinsteiger e Müller
Boa presença no setor ofensivo de Götze (depois Schürrle), Kroos, Schweinsteiger e Müller
Há esperança de que Joachim Löw tenha percebido que essa mudança fará bem demais à equipe, por mais que, com Hummels recuperado, ele volte a jogar com os quatro zagueiros em linha.
Como pontos positivos, além dessa mudança de posicionamento de atletas mas mantendo o 4-3-3, vejo a paciência que os alemães tiveram contra a defesa argelina. Em momento algum a Alemanha se mostrou desesperada com o empate e muito menos com a prorrogação. Respeitou o adversário do início ao fim, mostrou maturidade. Cabe o elogio para Mesut Özil, que apesar da irregularidade e instabilidade, teve brilhos em momentos importantes.
Contra França, nas quartas de final, no Maracanã na próxima sexta, a equipe alemã precisa melhorar. Joachim Löw sabe e disse justamente isso na coletiva de imprensa pós-classificação suada contra os argelinos. Ele tem, em mãos, o que precisa para fazer o time melhorar consideravelmente.
Adendo: nesta terça publico as curiosidades desse jogo e da transmissão da partida na ESPN. Incluindo o narrador catariano maluco e mais uma foto com ídolo
Se o Brasil for campeão, o choro da "depressão" será cinicamente rotulado como "estilo Felipão"
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Não sou psicólogo. E se fosse não teria condições de avaliar o estágio emocional de alguém à distância. Poderia chegar a uma opinião, algo que até quem não tem tal formação evidentemente pode ter. Mas essa sensação não terá obrigatoriamente qualquer conexão com a realidade. Algo como um palpite, fruto de uma percepção possivelmente errada.
A seleção voltou a jogar o seu "verdadeiro" futebol na Copa do Mundo, que não é o da vitoria sobre a Espanha em 2013, uma exceção. Um time cujo coordenador técnico, Carlos Alberto Parreira, de cara rotulou de favorito — também disse que a CBF é o Brasil que deu certo. Depois do que ele falou sobre a força da equipe, como justificar vê-la jogando tão mal? Era preciso uma explicação. Propaganda enganosa?
Então surge das profundezas sei sabe-se lá de onde a tese de que jogadores brasileiros estão fragilizados mentalmente. Gente acostumada a grandes jogos por seus clubes, com experiência na própria equipe nacional. E de uma hora para outra não passam de um bando de fracos. Uns manteiga derretidas, diriam os mais antigos.
É evidente que o aspecto emocional pesa demais em momentos de grande pressão profissional. E pode ser uma das razões para as atuações ruins. Mas não é razoável que esse componente seja colocado no topo entre os problemas do selecionado canarinho. Só que esse discurso ganhou força, passou a repercutir, virou uma grande onda.
Uma onda capaz de encobrir os problemas técnicos e táticos de um time mal armado. Uma equipe sem meio-campo, como dizíamos no Linha de Passe da ESPN Brasil durante a Copa das Confederações. Falávamos que o time só saia jogando com zagueiros e laterais, apelando, além da conta, para as exageradas bolas esticadas por Thiago e David.
Ouvi opiniões diferentes que devem ser respeitadas, claro. Mas me alegra constatar, um ano depois, que mais gente reclama da fraca saída de bola do time da CBF. Contudo, não esqueçamos que isso não é uma novidade. E a pelota não sai redondinha lá de trás porque o meio-campo do Brasil nesta Copa segue tão deserto como em 2013.
O técnico Luiz Felipe Scolari não é o único responsável pelo atual estado de coisas. Quem o contratou, seu staff e o da CBF também levam fatia de culpa por esse time tão desorganizado. Mas cabe a ele a maior parcela. Especialmente pela incapacidade de se reciclar, se modernizar, de ver o futebol de outras maneiras. Uma pena.
É o Felipão de sempre, sem novidades, sem técnicas ou táticas diferentes, desprovido de repertório. Um desperdício. Quem dera o futebol brasileiro na Copa em nosso país levasse a campo uma equipe competitiva, com identidade. Há jogadores para isso. Dá pena ver Neymar ali. Ele merecia um time melhor. E isso não é por causa dos jogadores.
A tese que esconde os problemas do time nasceu em algum lugar, fruto provavelmente de alguma mente esperta na arte de desviar o foco. Isso acontece há séculos na política e no futebol. Um factóide que "vira" verdade. Se o Brasil não for campeão, parte da torcida atribuirá o fracasso aos atletas de "cabeça fraca". Seria um absurdo, uma covardia.
De psicologia não entendo. Já futebol conheci há uns 45 anos, quando me apaixonei por esse jogo. E olhando o campo, eu, você, muitos de nós, somos capazes de notar que independentemente de cabeças fortes ou fracas, lá está um time mal treinado. Mesmo com um bom material humano à disposição do comando técnico cebeefiano.
O último título do Palmeiras, a Copa do Brasil 2012, foi ganho no "estilo Felipão". Mas os palmeirenses, com aquele time, não tinham outra opção. Era aquilo ali ou nada. Naquele cenário, valeu a pena, é evidente. Bizarro perceber que, sem precisar, o Brasil virou refém disso. E essa é uma discussão que independe dos resultados.
Fato é que, bem sucedidos, os jogadores da seleção brasileira não precisam calar enquanto tentam transformá-los em bananas. Por que se o time ganhar o troféu (e tudo é possível quando se trata do Brasil em Copas do Mundo, até ser campeão sem um bom técnico), atribuirão o sucesso ao comando de Scolari. E o choro da depressão será cinicamente transformado em choro da vitória. Vitória ao "estilo Felipão".
GETTY
Zagueiro Thiago Silva, capitão da seleção brasileira: qualquer reação vira motivo de análise
Mauro Cesar Pereira
Parabéns para
Mauro por critica a seleção que está super.
Rim mesmo
tem que critica sim se melhora se elogia
Ele esta
coreto em criticar sempre sim.
segunda-feira, 30 de junho de 2014
Depois de Felipão reclamar, Globo faz leitura labial de Cristiano Ronaldo
“Uma grande palhaçada”, definiu Felipão, em uma entrevista coletiva, a respeito do expediente usado por algumas emissoras para descobrir o que o próprio técnico e seus jogadores falam durante uma partida. Por meio de especialistas em leitura labial, a Globo explora esse filão já há muitos anos.
A explosão do técnico não foi dirigida a nenhuma emissora em especial, mas todo mundo entendeu o recado. Na estreia da atração, nesta Copa, o programa dominical da Globo havia dissecado as palavras de Felipão, Parreira e Marcelo, entre outros integrantes da seleção durante o jogo entre Brasil e Croácia.
Já sabendo do incômodo que a leitura labial causa, Renata Vasconcellos disse, ao introduzir o quadro: “Felipão que nos desculpe”. Na semana seguinte, os alvos foram Iniesta e Vicente del Bosque, entre outros personagens de Espanha e Chile.
No primeiro domingo depois da bronca de Felipão, o alvo do “Fantástico” foi Cristiano Ronaldo. O quadro, bem chocho, mostrou duas ou três palavras do jogador e de seus companheiros de seleção na partida contra Gana, que selou a eliminação de Portugal da Copa.
Em 2006, o quadro já havia causado uma enorme confusão. Carlos Alberto Parreira, então técnico da seleção, ficou furioso ao ver suas palavras em campo, durante a vitória brasileira por 4 a 1 sobre o Japão, “traduzidas” por um especialista em leitura labial do “Fantástico”. No dia seguinte, no “Jornal Nacional”, Fátima Bernardes apresentou um pedido formal de desculpas da emissora ao técnico.
Dunga e Jorginho também foram alvo da leitura labial em 2010, mas naquela Copa a Globo não precisou pedir desculpas, já que suas relações com o técnico sempre foram péssimas.
Ainda faltam dois domingos até o final da Copa de 2014. Se a Globo não mostrar mais as palavras de Felipão no “Fantástico”, será a prova de que a reclamação do técnico, de fato, funcionou.
Phillip Lahm quer vitória sobre Argélia no tempo regulamentar
O técnico Joachim Löw também está otimista: “Acho que o time está com ‘gana’ de vencer. Esse tipo de jogo (mata-mata) costuma ser muito emocionante. Não dá para fugir da decisão. Vamos ter que ficar concentrados o tempo todo.”.
QUE ESTAVA ASSISTINDO O JOGO DE GENIE?
LONDRES, Inglaterra - WTA Rising Star Eugenie Bouchard teve algum apoio estrela nas arquibancadas durante a partida terceira rodada contra Andrea Petkovic em Wimbledon neste sábado - Jim Parsons, astro do seriado da CBS The Big Bang Theory, estava no All-England Club para animar la como ela chegou Semana 2.
Bouchard, que venceu a partida em dois sets suado, 6-3, 6-4, foi questionado sobre como sua amizade com o premiado ator - três prêmios Emmy e um Globo de Ouro, para citar alguns - começou.
"É um emparelhamento aleatório, certo?" , ela disse. "Bem, já faz quase um ano desde que estivemos em contato. Desde então, ele assistiu praticamente todos os jogos que ele pudesse assistir, ou então ele iria seguir em resultados ao vivo. Ele é enviado por correio electrónico me depois de cada jogo único que eu joguei . Ele é mais positivo do que toda a minha equipe combinada, por isso é uma mudança refrescante para obter um bom e-mail com pontos de exclamação e rostos sorridentes.
"É muito legal que ele está aqui para finalmente me ver ao vivo. Falamos sobre o aspecto mental no tênis. Ele diz como é semelhante a ele agir. Ele tem que estar no momento no set e todas essas coisas."
E o quanto se Bouchard como seu show? "Amor. É o meu show favorito. Seu personagem é o meu personagem favorito, por isso é surpreendente que ele é um fã de mim, porque eu sou o maior fã dele."
domingo, 29 de junho de 2014
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