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domingo, 18 de maio de 2014
Ao lado de Vinci, Errani vai também à final de duplas
Divulgação

Ela e a compatriota Roberta Vinci, com quem forma a parceria cabeça de chave número 2 no torneio italiano, superaram as alemãs Julia Goerges e Anna-Lena Groenefeld com parciais de 6/2 e 6/1, em apenas 51 minutos.
Na final de duplas, Errani e Vinci terão pela frete a tcheca Kveta Peschke e a eslovena Katarina Srebotnik, que na outra semifinal do dia derrubaram a espanhola Anabel Medina e a cazaque Yaroslava Shvedova em sets diretos, com placar final de 7/6 (8-6) e 6/4, depois de batalha de 1h40.
Errani pode quebrar um longo tabu no torneio italiano, que desde 1990 não vê uma mesma campeã na chave de duplas e de simples. A última a conseguir tal feito foi a tcheca naturalizada norte-americana Monica Seles, que bateu Martina Navratilova na final de simples e triunfou nas parcerias com a canadense Helen Kelesi.
"Contra tudo e todos", Atlético arranca empate com o Barcelona e é campeão
Como não lembrar da síndrome dos "pupas" logo aos 20 minutos de jogo, quando Diego Costa e Arda Turan desabaram no chão lesionados? Como não pensar no desastre quando Alexis Sánchez tirou da cartola um chutaço para abrir o placar? O Atlético de Madrid, com uma história pautada pelos insucessos e falta de sorte, perdia o título depois de tanto se esforçar e encantar. Mas com este time comandado por Diego Simeone as coisas não funcionam assim. Os colchoneros mudaram a postura no intervalo, marcaram com o uruguaio Godín e seguraram a pressão dos catalães para escrever um dos mais belos capítulos do futebol espanhol. O empate por 1 a 1, na tarde deste sábado, no Camp Nou, encerrou um dos torneios mais equilibrados dos últimos tempos.
Foi o primeiro título conquistado por uma equipe que não seja o Barcelona ou o Real Madrid desde 2003/04. O último a quebrar o duopólio havia sido o Valencia de Rafa Benítez, mas num momento em que a disparidade econômica era grande - e não enorme como nos dias atuais. O Atlético desafiou esta lógica e, com um elenco de escassas opções, chegou aos 90 pontos (28 vitórias, seis empates e quatro derrotas) e voltou a levantar um troféu do Espanhol - o 10º de toda a sua vida, o primeiro desde 1996.
SAIBA MAIS
O Real Madrid segue como maior campeão, com 32 títulos; o Barcelona é o segundo no ranking, com 22 - e agora 23 vice-campeonatos, pois ficou à frente dos merengues graças ao confronto direto. Ambos ficaram empatados com 87 pontos. O quarto colocado e que também vai à Liga dos Campeões da próxima temporada é o Athletic Bilbao, com 69 pontos (ainda visitará o Almería no domingo).
Neymar teve a chance de se tornar herói, mas falhou com a falta de profundidade dos donos da casa. O brasileiro começou o jogo entre os reservas, entrou aos 21 minutos do segundo tempo e pouco produziu. Lionel Messi, que acabou dando uma assistência involuntária para o gol de Sánchez, até marcou, mas viu o gol ser corretamente anulado por impedimento. O argentino novamente teve atuação abaixo da média e despediu-se da temporada sob críticas. Coube a Filipe Luis e Miranda, fora da lista dos 23 de Felipão para a Copa do Mundo, sorrirem por último - o meia Diego não saiu do banco.
Ao Atlético, o empate vitorioso no Camp Nou não significa um fim de temporada épico. A festa, ao menos por ora, será contida, já que no próximo sábado há outro título em jogo: a finalíssima da Liga dos Campeões contra o arquirrival Real Madrid, em Lisboa. Será uma semana cercada por expectativas e possivelmente de mistério em torno das possíveis escalações de Diego Costa e Arda Turan, ambos lesionados.
DIEGO COSTA E TURAN LESIONADOS
Havia um clima de decisão. A torcida do Barcelona, tão desconfiada durante a temporada, havia comprado um barulho. A imagem era clara: um mosaico com os dizeres "Somos o Barça" recheava as lotadas arquibancadas do Camp Nou, com quase 97 mil presentes. O hino, cantado em alto e bom som, deixava claro que o orgulho ainda estava intacto, apesar de todos os pesares durante a temporada.
Pois o Barcelona também mostrou em campo alguma evolução comparado aos confrontos recentes contra o Atlético. Há o fator sorte incluído, proporcionalmente um golpe duríssimo para os visitantes, que perderam Diego Costa e Arda Turan com menos de 20 minutos de jogo - os dois de imediato se transformaram em dúvidas para a final da Liga dos Campeões, no próximo sábado, diante do Real Madrid, em Lisboa.
Por mais que as chances fossem raras até ali, o Barça vivia o seu momento. Pedro, de cabeça, jogou para fora. Não era a dele. Mas Alexis Sánchez, um pouco depois, tratou de furar o bloqueio com um chutaço praticamente sem ângulo indefensável para Courtois. O golaço dava o título aos catalães, quase uma afronta aos prognósticos das últimas rodadas.
ATLÉTICO VIRA OUTRO TIME
O Atlético acusou o golpe e desceu para os vestiários praticamente sem reagir. Aí entrou em cena a estrela de Diego Simeone. Bastaram os protocolares 15 minutos para o técnico argentino mudar a sua equipe. O curioso é que não precisou substituir ninguém - embora já houvesse realizado duas modificações forçadas.
Virou questão de tempo para o Atlético chegar ao empate. Villa, com 45 segundos, carimbou a trave em linda finalização de canhota. O próprio atacante quase marcou aos três, em lance que Pinto se antecipou. Só não houve jeito quando Godín subiu no segundo andar para escorar escanteio cobrado por Gabi. O Barça era mais uma vez vítima da bola aérea.
Papeis se inverteram. O Atlético controlava o jogo à sua maneira, defendendo-se na maior parte do tempo. Os catalães perderam Busquets, lesionado, e arriscaram com Neymar e Xavi. Messi chegou a ter um gol corretamente anulado por impedimento. Daniel Alves forçou Courtois a fazer boa defesa. Piqué, de atacante, também tentou. Neymar, Messi, Iniesta... Todos esbarraram na muralha rival. Não houve tempo - e nem futebol para forçar um desempate.
Com búlgara, Pigossi entra na dupla em Nuremberg
Arquivo

Pigossi estreia no torneio contra cabeças de chave 3
Pigossi estreia no torneio contra cabeças de chave 3
Nuremberg (Alemanha) - Depois de não conseguir superar o quali no WTA de Nuremberg, perdendo na primeira rodada, a paulista Laura Pigossi terá a oportunidade de jogar a chave principal do torneio nas duplas. Ela conseguiu um lugar no saibro alemão ao lado da búlgara Dia Evtimova.
Pigossi e Evtimova vão estrear na competição contra as cabeças de chave número 3, a japonesa Shuko Ayoama e a austríaca Sandra Klemenschits. A chave de duplas do torneio tem apenas uma parceria de destaque, as norte-americanas Lisa Raymond e Liezel Huber, as principais favoritas.
Na chave de simples há mais nomes de peso, entre eles o da atleta da casa Angelique Kerber, atual 9 do mundo e maior candidata ao título. Ela estreia na competição contra a neozelandesa Marina Erakovic e tem chave favorável até a final. As principais rivais rumo à final são a austríaca Yvonne Meusburger, nas quartas, e a ucraniana Elina Svitolina, na semi.
Do outro lado da tabela, quem comanda as ações é a cabeça de chave 2, a bela canadense Eugenie Bouchar. A jovem revelação estreia contra a tcheca Barbora Strycova e só deve encontrar dificuldade nas semifinais, quando tem tudo para duelar com a também tcheca Klara Koukalova.
Além de ter em seu caminho a atual campeã do WTA de Florianópolis, Bouchard pode também encarar outra vencedora no Brasil. Nas quartas, a canadense tem a possibilidade de um encontro com a japonesa Kurumi Nara, sexta pré-classificada, que encara na estreia a romena Monica Niculescu, que venceu em Floripa no ano passado.
Serena tem trabalho, mas dá o troco em Ivanovic
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Serena venceu a sérvia pela quinta vez em seis jogos
Roma (Itália) - Derrotada no Australian Open pela sérvia Ana Ivanovic, a norte-americana Serena Williams deu o troco neste sábado, quando derrubou a rival pelas semifinais do Premier de Roma. Para conseguir a revanche, a número 1 do mundo precisou de três set, fechando a partida com parciais de 6/1, 3/6 e 6/1, depois de 1h36 de confronto.
Apesar de ter perdido no último duelos entre elas, Serena tem ampla vantagem no retrospecto geral com a sérvia. Esta foi q sexta vez que as duas mediram forças e em cinco delas a norte-americana saiu vencedora, perdendo apenas nas oitavas de final em Melbourne, nesta temporada.
Na decisão em Roma, a número 1 do mundo terá pela frente a atleta da casa Sara Errani, contra quem tem um domínio ainda maior no histórico. Até então foram seis os duelos entre as duas e em todos quem levou a melhor foi Serena, que perdeu apenas um set para a italiana e anotou “pneu” em duas oportunidades.
Serena começou arrasando a sérvia. Depois de confirmar o primeiro game de serviço, Ivanovic não conseguiu mais repetir o feito no primeiro set e foi quebrada duas vezes, no quarto e no sexto games.
Mas a derrota na parcial inicial não abalou Ivanovic, que voltou firme para a segunda. A sérvia largou muito bem, obteve duas quebras e chegou a sacar em 4/0. Serena devolveu uma das quebras, no quinto game, mas não teve forças para buscar a diferença e acabou vendo a rival empatar o jogo e forçar o terceiro set.
Na hora da definição, Serena mostrou por que é a número 1 do mundo e dominou completamente a sérvia. A caçula das irmãs Williams chegou a abrir 5/0 e ficou perto de fechar o jogo com “pneu”, mas Ivanovic confirmou um game de serviço . A norte-americana não demorou muito mais para fechar e logo em seguida decretou o triunfo.
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Serena venceu a sérvia pela quinta vez em seis jogos
Roma (Itália) - Derrotada no Australian Open pela sérvia Ana Ivanovic, a norte-americana Serena Williams deu o troco neste sábado, quando derrubou a rival pelas semifinais do Premier de Roma. Para conseguir a revanche, a número 1 do mundo precisou de três set, fechando a partida com parciais de 6/1, 3/6 e 6/1, depois de 1h36 de confronto.
Apesar de ter perdido no último duelos entre elas, Serena tem ampla vantagem no retrospecto geral com a sérvia. Esta foi q sexta vez que as duas mediram forças e em cinco delas a norte-americana saiu vencedora, perdendo apenas nas oitavas de final em Melbourne, nesta temporada.
Na decisão em Roma, a número 1 do mundo terá pela frente a atleta da casa Sara Errani, contra quem tem um domínio ainda maior no histórico. Até então foram seis os duelos entre as duas e em todos quem levou a melhor foi Serena, que perdeu apenas um set para a italiana e anotou “pneu” em duas oportunidades.
Serena começou arrasando a sérvia. Depois de confirmar o primeiro game de serviço, Ivanovic não conseguiu mais repetir o feito no primeiro set e foi quebrada duas vezes, no quarto e no sexto games.
Mas a derrota na parcial inicial não abalou Ivanovic, que voltou firme para a segunda. A sérvia largou muito bem, obteve duas quebras e chegou a sacar em 4/0. Serena devolveu uma das quebras, no quinto game, mas não teve forças para buscar a diferença e acabou vendo a rival empatar o jogo e forçar o terceiro set.
Na hora da definição, Serena mostrou por que é a número 1 do mundo e dominou completamente a sérvia. A caçula das irmãs Williams chegou a abrir 5/0 e ficou perto de fechar o jogo com “pneu”, mas Ivanovic confirmou um game de serviço . A norte-americana não demorou muito mais para fechar e logo em seguida decretou o triunfo.
sábado, 17 de maio de 2014
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