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sábado, 17 de maio de 2014
Errani bate Jankovic e é a primeira finalista de Roma
Foto: Divulgação

Errani pode quebrar jejum italiano de quase 30 anos
Errani pode quebrar jejum italiano de quase 30 anos
Errani pode ter uma semana perfeita no Foro Itálico, uma vez que também está viva na chave de duplas. Mais tarde, ela e a compatriota Roberta Vinci entrarão em quadra em busca de um lugar na decisão contra as alemãs Julia Goerges e Anna-Lena Groenefeld.
Quem vencer, irá enfrentar a tcheca Kveta Peschke e a eslovena Katarina Srebotnik na final. Já pela chave de simples, a adversária da italiana na decisão sairá do duelo entre a norte-americana Serena Williams e a sérvia Ana Ivanovic.
O retrospecto contra as duas possíveis rivais na decisão é bem diferente. Diante de Serena, a italiana acumula seis derrotas em seis partidas, levou “pneu” duas vezes e venceu apenas um set. Já os embates com Ivanovic são mais equilibrados, foram quatro até então com duis triunfos para cada lado.
Apesar de não ter obtido grande desempenho no saque, com o qual venceu somente 59% dos pontos disputados, Errani soube pressionar o serviço da rival sérvia, que foi ainda pior no fundamento. Jankovic fechou o jogo faturando apenas 49% das bolas disputadas em seu serviço e por isso cedeu 16 oportunidades de quebra, das quais cinco se concretizaram.
Uma atleta da casa não triunfa no torneio desde Raffaella Reggi, que ergueu a taça em 1985, quando o evento era disputado na cidade de Tranto. Outro longo tabu que Errani pode quebrar é o de uma mesma jogadora vencendo em simples e duplas, algo que não acontece desde 1990, com a tcheca naturalizada norte-americana Monica Selles.
sexta-feira, 16 de maio de 2014
Serena não pensa em revanche contra Ivanovic
Divulgação

Ivanovic levou a melhor contra Serena no Australian Open
Ivanovic levou a melhor contra Serena no Australian Open
A número 1 do ranking mundial não vê o jogo marcado para este sábado como uma revanche, mas sim como uma oportunidade para entrar mais motivada em quadra. “Sempre que você joga alguém para quem já perdeu, você não está necessariamente pensando em vingança, você está pensando, 'Eu realmente quero ganhar porque ela me bater última vez”, disse Serena. “É mais motivação do que tudo, porque da última vez que deu o melhor de você e não foi o suficiente. Então você quer mostrar que você pode jogar ainda melhor”.
Já Ivanovic, que antes do confronto da Austrália nunca havia sequer tirado um set em quatro partidas diante da rival, fez questão de elogiar Serena e espera um jogo difícil saibro do Foro Itálico.
“É um jogo diferente em uma superfície diferente. Nós duas temos um estilo de jogo muito claro e independentemente das condições, será um jogo duro. Serena ganhou um monte de torneios no saibro e joga muito bem em todas as superfícies. Ela já fez muito pelo o tênis feminino e é sempre um desafio a enfrentar uma jogadora tão boa.”
O jogo entre Serena e Ivanovic está marcado para não-antes das 11h30 deste sábado (horário de Brasília). Quem passar, encara na final a vencedora do confronto entre a sérvia Jelena Jankovic e a italiana Sara Errani, que jogam mais cedo, às 7h.
Serena confirma e encara Ivanovic na semifinal
Foto: Divulgação

Serena ainda não perdeu sets no Premier de Roma
Serena ainda não perdeu sets no Premier de Roma
Serena foi mais agressiva na partida de hoje em relação ao seu jogo de oitavas de final, disparando 6 aces e 35 winners. A caçula das Williams fez 22 erros não-forçados, o dobro de pontos cedidos por sua rival chinesa, que só anotou seis bolas vencedoras ao longo do jogo.
Na semifinal, Serena encara a sérvia Ana Ivanovic, cabeça de chave 11. Será o primeiro encontro entre as duas desde a vitória de Ivanovic de virada nas oitavas de final do Aberto da Austrália, em janeiro. Em outros quatro confrontos anteriores, entretanto, domínio total de Serena que venceu todos em sets diretos.
Quem também avançou às semifinais foi a sérvia Jelena Jankovic, sexta cabeça de chave, que mantém vivo o sonho de conquistar seu terceiro título na capital italiana após bater a polonesa Agnieszka Radwanska, número 3 do ranking, com duplo 6/4.
Campeã do torneio em 2007 e 2008, a ex-número 1 encara agora Sara Errani, décima cabeça de chave, embalada pela vitória sobre Na Li e pelos torcedores que lotam as dependências do Foro Itálico para apoiar os jogadores da casa. Jankovic e Errani se encontraram apenas duas vezes no circuito, ambas em piso sintético. O retrospecto aponta uma vitória para cada lado.
Ricardo Gareca está perto de ser o novo técnico do Palmeiras
O negócio nãochado, mas adiantado, é a informação do estafe do técnico argentino Ricardo Gareca. Ex-centroavante do Boca Juniors, River Plate e seleção argentina, técnico três vezes campeão nacional pelo Velez, Gareca pode ser anunciado no início da próxima semana.
Se for confirmado, Gareca será o primeiro técnico estrangeiro do Palmeiras desde a última passagem do também argentino Filpo Nunez em 1978. Filpo foi campeão do Rio São Paulo em 1965. O também aegentino Alfredo González foi técnico em parte da campanha do paulista de 1966, substitudo por Mario Travaglini na reta de chegada.
Legado da Copa
Você ainda aguenta a ladainha a respeito do "legado da Copa"? Faz pelo menos uns cinco anos que a música se repete, sempre no mesmo tom: para autoridades envolvidas na organização e para esportistas, o Brasil dará um salto de qualidade como jamais se viu em 514 anos de história. Parece o fato mais importante desde que Cabral e marujos desembarcaram por aqui, na moita, com a desculpa da falta de ventos, e assim tomaram posse da terra antes dos espanhóis. Para quem é contra, o torneio serve como outra demonstração de farra do boi com dinheiro público. Um desperdício maior do que o da água.
Pois não acho nem uma coisa nem outra. O país não ficará nem pior nem melhor por causa do festival da bola que começará logo mais. Ou, para não parecer que me acomodei no muro da neutralidade, vejo avanços com o surgimento de alguns estádios novos ou remodelados, que podem atrair público, se forem administrados com inteligência e bom senso. São espaços bacanas para quem curte ver jogos no local. E receio que haverá prejuízos com... estádios novos, erguidos por interesses políticos, por megalomania ou sabe-se lá por quais motivos extras. Alguns nasceram com a vocação para sucata (caras) em pouco tempo. Aguardemos.
A Copa tem sido usada como instrumento político, e aí se quebra a cara, tanto os que são a favor como a banda do contra. O governo calculou, lá por 2000 e tanto, que seria jogada de mestre trazer o evento para cá. A economia planava em céu de brigadeiro, o real ficou robustecido, a seleção curtia o pentacampeonato. Éramos, enfim, a bola da vez no contexto internacional. Bela ocasião de divulgar esse gigante desperto. (Dá calafrios, porque me remete ao "Brasil grande" dos anos 1970.)
Na época em que a Fifa bateu o martelo e disse - "Taí, é com vocês, parabéns e se virem!" -, raros chiaram; a maioria vibrou como se tivéssemos garantido o hexa por antecipação. Quem ousou alertar, na base do "Gente, cuidado com isso, veja quem vai tocar o projeto, olha quanto vai custar a brincadeira", atuava como antipatriota.
Por baixo do entusiasmo, dormiu o gérmen da desconfiança. E o danadinho cresceu, pois aos poucos as pessoas ficaram com pé atrás, ao se tocar que uma turma brava guiava o negócio, e negócio bilionário. Turma encabeçada por... bom, deixa pra lá, você sabe.
Eis o vacilo oficial. O governo demorou a perceber que atrelava imagem a gente com rejeição popular - merecida, ressalte-se. Quando notou a mancada, era tarde, o estrago vagava no ar. A presidência tratou de virar o jogo, ao trocar o ministro do Esporte e ao forçar o ex da CBF a sair do barco. Movimento fraco, porque na sequência engoliu o substituto dele com o fiel escudeiro e agora sucessor a tiracolo. Mudou seis por meia dúzia. Azarou-se porque quis.
Naquela altura do campeonato, obras atrasavam, os custos aumentavam, a presença do Estado foi inevitável para não empacar tudo de vez - e o ex da CBF prometera "a Copa da iniciativa privada"... Um festival de besteiras, para citar o genial Stanislaw Ponte Preta. Daí foi um passo para o povo associar Copa com corrupção, descaso com problemas maiores, como saúde, educação, transporte, segurança. Não houve mais jeito de o governo convencer o eleitorado de que o Mundial é legal - e, de fato, não deixa de ser propaganda fina. A receita desandou.
Quem torce o nariz pra Copa entrou de sola e veio com o discurso de que a gastança nessa aventura supérflua é responsável por males da atualidade. Conversa que só frutifica porque o governo comete monte de barbeiragem. Temos carências em tudo, com ou sem Mundial. Dinheiro nosso vai para o ralo todos os dias, há tempos imemoriais, em quantidades maiores do que para os estádios, em manobras pouco compreensíveis para a gente comum (me incluo nessa). Meter bronca na Copa é mais digerível para a massa.
Resumo da conversa, porque o espaço acaba: o Brasil emperra e anda independentemente de Copa e Fifa.
Teliana joga em Estrasburgo, Laura cai na Alemanha
Arquivo

Teliana joga em Estrasburgo antes de Roland Garros
Teliana joga em Estrasburgo antes de Roland Garros
Teliana iniciou a temporada de saibro com um bom resultado, obtendo duas vitórias no WTA Premier de Charleston, nos Estados Unidos. Mas depois disso, a brasileira perdeu na estreia em Bogotá acabou parando ainda no quali dos Premiers de Madri e Roma. Teliana disputa ainda a chave principal de Roland Garros a partir de 25 de maio.
Outra brasileira que tenta ingressar na chave do evento é a gaúcha Gabriela Cé, 280ª colocada, que joga neste sábado pelo quali contra a norte-americana Samantha Crawford, número 342 do mundo. Passando pela primeira rodada, a gaúcha de 21 anos pode pegar a experiente chinesa Jie Zheng, 55ª do ranking mundial.
Já paulista Laura Pigossi, 269ª colocada no ranking feminino, foi eliminada na primeira rodada do qualificatório para o WTA de Nuremberg, na Alemanha. Nesta sexta-feira, Pigossi caiu diante da russa Marina Melkinova, 231ª, em sets diretos com parciais de 6/0 e 6/4 em 1h14 do jogo.
Pigossi teve bastante dificuldade em seus games de serviço, sofrendo sete quebras de saque e confirmando em apenas uma oportunidade. A brasileira chegou ainda a quebrar o serviço da russa três vezes durante a segunda parcial e salvou outros seis break-points ao longo da partida.
Segunda melhor brasileira no ranking mundial, a tenista de 19 anos tentou ingressar na chave de um WTA em outras duas oportunidades na temporada, mas também parou na primeira rodada dos qualis de Florianópolis, em fevereiro, sobre piso rápido, e Bogotá, em abril, no saibro. Pigossi ainda disputou a chave principal o Rio Open como convidada, mas caiu na rodada de estreia.
ivanovic vence outra, vai à semi e aguarda Serena
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Ivanovic tem feito bons resultados no saibro europeu
Roma (Itália) - Depois de uma imponente vitória sobre a russa Maria Sharapova, a sérvia Ana Ivanovic voltou a vencer no Premier de Roma. Pelas quartas de final do torneio, ela precisou de três sets e 2h17 para derrubar a espanhola Carla Suarez com placar final de 6/4, 3/6 e 6/4.
Agora, a musa sérvia tentará manter o embalo no Foro Itálico provavelmente contra a norte-americana Serena Williams, que primeiro precisa confirmar o favoritismo de número 1 do mundo para cima da chinesa Shuai Zhang, na última partida do feminino desta sexta-feira.
Ivanovic vem brilhando no saibro europeu, embora ainda tenha conquistado um título. Além das semifinais alcançadas em Roma, ela também foi às quartas no Premier de Madri, na semana passada, e ficou com o vice-campeonato em Stuttgart.
Atual 13 do mundo, a sérvia vai ao menos ganhar uma colocação no ranking com sua campanha no saibro romano. Ivanovic vai inevitavelmente ultrapassar a italiana Flavia Pennetta e pode também deixar para trás a também italiana Sara Errani.
Para que isso aconteça, Ivanovic não precisa nem vencer mais, bastando torcer por uma derrota de Errani na outra semi. Caso a italiana avance, a sérvia só deixará ela para traz se ficar com o título. Em caso de conquista, a tenista de Belgrado dará um salto no ranking, voltando para o top 10 na nona colocação.
O duelo com Suarez foi bastante equilibrado, tanto que as duas rivais terminaram o jogo com uma diferença de apenas dois pontos somados, 104 a 102 para a sérvia. Ivanovic venceu mesmo tendo menos chances de quebra (13 a 15) e concretizado os mesmos cinco break-points do que a espanhola.
Ivanovic superou o saque da rival três vezes no primeiro set, contra duas da espanhola, que deu o troco na parcial seguinte com três break-points convertidos a seu favor e apenas um para a sérvia. No terceiro set, a definição veio com uma quebra solitária da atual 13 do mundo, que assim fechou o duelo.

Ivanovic tem feito bons resultados no saibro europeu
Roma (Itália) - Depois de uma imponente vitória sobre a russa Maria Sharapova, a sérvia Ana Ivanovic voltou a vencer no Premier de Roma. Pelas quartas de final do torneio, ela precisou de três sets e 2h17 para derrubar a espanhola Carla Suarez com placar final de 6/4, 3/6 e 6/4.
Agora, a musa sérvia tentará manter o embalo no Foro Itálico provavelmente contra a norte-americana Serena Williams, que primeiro precisa confirmar o favoritismo de número 1 do mundo para cima da chinesa Shuai Zhang, na última partida do feminino desta sexta-feira.
Ivanovic vem brilhando no saibro europeu, embora ainda tenha conquistado um título. Além das semifinais alcançadas em Roma, ela também foi às quartas no Premier de Madri, na semana passada, e ficou com o vice-campeonato em Stuttgart.
Atual 13 do mundo, a sérvia vai ao menos ganhar uma colocação no ranking com sua campanha no saibro romano. Ivanovic vai inevitavelmente ultrapassar a italiana Flavia Pennetta e pode também deixar para trás a também italiana Sara Errani.
Para que isso aconteça, Ivanovic não precisa nem vencer mais, bastando torcer por uma derrota de Errani na outra semi. Caso a italiana avance, a sérvia só deixará ela para traz se ficar com o título. Em caso de conquista, a tenista de Belgrado dará um salto no ranking, voltando para o top 10 na nona colocação.
O duelo com Suarez foi bastante equilibrado, tanto que as duas rivais terminaram o jogo com uma diferença de apenas dois pontos somados, 104 a 102 para a sérvia. Ivanovic venceu mesmo tendo menos chances de quebra (13 a 15) e concretizado os mesmos cinco break-points do que a espanhola.
Ivanovic superou o saque da rival três vezes no primeiro set, contra duas da espanhola, que deu o troco na parcial seguinte com três break-points convertidos a seu favor e apenas um para a sérvia. No terceiro set, a definição veio com uma quebra solitária da atual 13 do mundo, que assim fechou o duelo.
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